Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03181


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Full Text
ANNO XXIX
SABBADO 28
DE MAIODE 1853.
N. 117.
DII RO D E m PMMIBM
PBX90 SA SUBSCBJPIJAO
Subscreve-se a 159000 por tono, c 4*000 por
qiiarlel pago achantado, e t500 por qunrlel paso
temido, na rasa do sen proprieUrio, M. Figueira
de tapa, na praca da Independencia, 1. 6 e 8, e uo
Km de J. casa do Sr. Joao Pcrcira Marlins.
Il.ihia
Murci
l'.iralliba
N.ilal
Aracaly
Ceart'
Maraubafl
l'ara'
I
F. Duprad
Joaquim Bernardo Mendonra.
o Jone Rodrigues da Costa.
Joaquim Ignacio Pcrcira.
Antonio de Lemos Braga.
< GuilherineAugusto de Miranda
Joaquim Marques Rodrigues,
a j usduo Jone Raaos.
CAMBIO* Di 37 D MAIO.
Sobre Londres 28 >
n Pars, 310
Lisboa, 95 por rento.
METI.
Ouro.Oncas hespaiiholas........
Moedasde6tO0velhas.....
a de 6iO0 novas.....
o de 4*000.......
Prata. Patacoes brasileiros.......
Pesos columuarios.......
V llirvir.illii.........
Acedes do Banco........
Descont de Ledras......
Portugal.
I llrspanlia
'ranea .
299.JO0[Bclgica. .
KW00 lUiia
1B9000 '""
U800O Alemauha ,
1WW Prussia. .
15940 ...
ij.u, Dinamarca
ios Ruaste.. .
9a II I Turqua .
NOTICIA! ZSTBAjraKOUUL
13 de Abr. Austria. . 3 de Abr.
H de Suissa . 6 de s
8 de Succia.. . 38 de Mar.
3 de Inglaterra 18 de Abr.
3 de E. Unidos . 23 de Mar.
3 de Mlico . 3 de
3 de California 1 de Kcv.
31 de Mar. Cbili . . 15 de -
30 de Buenos-A. 3 de Maio
28 de o Montevideo 5 de >
NOTICIAS DO MH1UO
PsraV. .
MaranhaA
Ceara'.. .
Paraliiba .
Alagos .
2 de Maio
6 de >
6 de
20 de a
15 de d
S. P. do Sul
Miius. .
S. Paulo .
K de Janeiro
Babia ....
2 de Maio
5 de d
li ilc 11
15 de
19 de
FARTIDASDOS COIUVKIOS
Olinda, lodos os das.
Victoria, as quintas feiras.
Caruar, Bonilo e (jaranbuns, nos das 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista,EuieOrieury, a 13e28.
1 ."i.i ma e Parabiba, seguudas e sextas.
Natal, quiulas feiras.
das da semana.
23 Segunda. S. azillu
Are.
24 Terca. S. Vicente de
Lttljw,
25 Ou,111,1. S. Gregorio
VII.
26 OuinU.**SS.Cor-
|K>de Dos.
27 Sola. S. Joao p. ni.;
S. Rauulfo.
28 Sabbado. Sa. Sena-
dor, PodioeJuslo.
29 Domingo. S. Mximo
AUDIENCIAS.
Tribunal do commerro-
segundase quintas.
felafao'
ierras e sabbados.
Fazenda
Ierras osexlasas lOboras.
Juizo de Orphaox
segundase 5. aslO horas.
I'rimcira tara do civel
tercas e 6. ao meio-dia.
Segunda vara do cicet.
quarlascsab.au nicio-d.
Abril
Maio
.10 Quarto mingoanle as 4 horas 30 mi-
nutos o 40segundos da Hundida.
8 La nova u 2 hora, 14 minutos e 42
segundos da manbaa.
16 Quarto crescenle as 8 horas, 3ti mi-
nutos c 36 segundos da 1 na n la.
t 22 La rheia as 8 horas, 32 minutos e 27
segundos da larde.
rHEAMAB. DE HOJE
Primen a lia 8 lloras e 30minuto* da manlia.
Segunda Va 8 horas o 54 minutos da tarde.
parte orriciAL.
GOVERNO SA PROVINCIA.
LE N. 308.
Jos llenin da Cuuha e Figuciredo, presidente da
provincia de Pernambuco. Faro saber lodos os
.rus liabilaules, que a asseinblca legislativa proviu-
nal derrclou, ecu sanecionci a resolurao seguale:
Artigo nico. Fica cm vigor a Ici "provincial
131 de 30de marro do I84, que designa os limites
entre as frcgucza* do Rio Formosu c Una; sendo
I-'> as disposroes eni contrario.
Mando, porlanto, a todas as autoridades a qucn o
conbcciannlo o evocaran da referida Ici |>ei tciiccr,
qiiearumprain o facam eumprr liio inleirainciite
ionio nella se coiilein. O secretario da provincia a
lea imprimir, publicar c correr. Cidadc do Red-
fe de Pernambuco, aos 12 de maio do 1853, Irige-
Miiin-M'.'undi) da independencia e do imperio.
I.. S. Jote Benlo da Cunha e Figuciredo
Varia de lei tela //nal I". Ii.rc. manda e.reriilar
a realufip da assembla legislativa provincial,
M tiiirritmoa determinando une fique rin rigor a
provincial 11. 131 de 30 de marro de 18i(, que
detigua os HmUes entre ai freguezia do lio For-
mato e I 'na.
Para V. Exr. ver.
Fruncitco de jemos Dnarle, a fez.
.sellada e publicada nesla secretaria da provincia
de Pcriiambuc-o aos 12 do maio de 1853.
Honorio l'ereira de.tzeredoCoulinlui.
Registrada folba do livro. 3.' de leis provinciaes.
.secretaria do governo de Pcrnainbuco..... de
maio de 1853.
Francisco Ignacio de Torre andeir.
O
Expedienta do du 26 de malo de 1863.
(inicio. Ao 1 mil.......il.:n!e das arinus, inlcirdii
1I0-0 de liavcr expedido as convenientes orden, nlo
mi ao ins|ieclor da tbesouraria de fuendl, para
maullar pausar guia desorrorrimenlo ao lenle ro-
roncl Francisco Flix de Maccdo c Vasconcellos,
quo leni ile seguir para o Aiiuizonas, mas lainbein
ao agente da compauliia das barcas de rapar, pira
dar passagem a esse ofliciol esua mullicr 110 prinir-
ro vapor que seguir para o norte. Ev|icilirain-so
a> ordens de que se trata.
Hilo. Ao mesmo, declarando pin retpoela ao
KU otlbio de boje, que a hav a exjicdido orilcm ao
riiumian.lanlc do ro pu de poliria no sentido de ser
dada por aqucllc corpn a guarda da cadeia.
Hilo. A' tbesouraria de fazenda, traotmltlindo
oavisocle urna letra na iinpurlanria de :MX da pela lliesouraria de fazenda da provincia doRh)
brande do norte sobre a desla, favor de Carlos
Joaquilil l'iiilieii.. de Vasconcellos. Parlici|
KM Exm. presidente daquella provincia.
hilo. A mesuia, iulciranilo-a de haver em vs-
l.iilr sua iiifurinaod, laucado 110 reipicrimento cm
que Joto Anelo Barbosa, lerociroescripturarioda
niiiladoria daquella lliesouraria pedio que se Ihc
mandaste adiaular seis 1ne7.es de scu ordenado para
llic ser dcseoiilado pela quinta parte, o despacho e-
guhile. Sim, prestando fianza idnea.
Uilo. A mesina, dizendu em subirn ao scu ci-
licio 11. 311, primen'", que nao pude ser dispensado
la roniiiiissiode exame das repartinos da inariulia'
desla provlocJa o cscriplurario daquella lliesouraria
Jos Henriques Machado, e segundo, que para nao
I111111n111.il incmplela a 1I11.1 rummissdu iiiiiiiei.n
para presidente della oslcreoiiielra daallandega -Ma-
nuel CorlhuCintra, quein nlllriou para vir prestar
0detido juramento, alim d* que os referidos exa-
mes leuliam amlainciilo coni inaiur diligencia e as-
duldade. Ofllejuu-ee neste temido ao notnoado.
Hilo. Ao detainbargadorchafa de pulira Inle-
rlno, remetiendo o oflicio (|ue dirigi o delegado
Mippleote do termo do Rio Formen rom o termo de
resisleueia feila por Lourenco Avclino de Albuqucr-
ipie Mello, alim de que d ludas as providencial
que n caso exige, devolvendo o dilo oflicio logo que
llicnauseja mais preciso. Gommuoicou-ee ao re-
ferido delegado.
Uilo. Ao niosino, dcelaraudo haver Irousinilli-
d" a lliesouraria da fazenda provincial a coala das
de-pea feilas com o snstgiilo dus presos |iohrcs da
cadeia dc('.aruai nos luczes de Janeiro a marro des-
la auno, alim deque oslando ella nos leriuos leiaes,
Kja paga a sua importancia a Antonio Pedro da
iifonne S. S. reipiisiluu.
Sil
til. Ao presideulo do eonselbo ailiuiiislralivo,
Iraiisinilliudo para seren salisleilos, uoslermosdo
rcsidainciil" de 14 de dezembru dn ,111111. iiruvinm
instado, iis pedidos sol n. 1 a 7 de arl ros de arma-
HH'iilu, eipiipaincnto c ulcusis para o segundo bata-
llude mi,mi.11 ni. Coiniiiuuicou-sc ao conmian-
danlc das armas.
Hilo. Ao mesmo, dizendo que, para poder 11
arsenal de guerra apromplar as205 camisas, 265 cal- ...
ija-debrim c 265 polainas, que noa leruHH do avi- provincial
da rcparlitSo da guerra de i do corrente, lemdelC.....pello
" lados para
cimo-primeiro de infauli
commandantc das armas.
Dilo Ao 1 ns|,i rini do ;n -en.il de marinha, en-
viando copiado aviso do ministerio da marinha de
12 do i-nrienie. pelo qual se manda ronslruir na-
quello arsenal una barca d'agua, armada a cter ta-
ra o servico dos navios da arinaila quo esliverem
dentro e fura do |iorlo desla cidadc, mo devemlu sc-
nudliaiilc conslruccilo ex.cdcr a KkOOOgOOO rs.
CuininuiiirDu-se a lliesouraria de fazenda.
Dilo AocapilAodo porto. Constando de ofli-
cio, datado de boje, du provedor dlMdequea bor-
do do hiale americano Sallg-.tnn, fundiadii no an-
coradouro da deacarga, acbain-se aluuns individuos
de sua n i|,"l,i. ,ei atacados de felice amarella, rccoui-
nionilo a Vine, que, por sua parle d as necessa-
rias providencias, para quen referido hiato, boni i-o-
11.....brigue inglez llrgn, onde lainbeni adoecra
da mesilla febre un inaruio, uuc ronsla ler sido re-
movido paran bospital britnico, sejain transferidos
para o lameirao, cerlo de que nesla data nllicio a
i respeilo ao inspector da alfamlcsa. Igualmente
recu......eudo Vine, loda a vigilancia para que nao
scjain removidos para Ierra quaesquer dociiles da fe-
bre amarella, Arando Vm. na inlclligencia de que
passarei a dar as precisas providencias lim de que
se aprumple urna casa na ilha do Pinna, para rece-
bar os diins doenles. Commiinleou-ae ao inenciu-
ti. iln provedor c ofliriou-se ao iuspecior lio arsenal
do marinlia parainandiU'coulralaroL'lui;ueLda casa
na referida illia.
DiloAo capiblo cominaiidante do dcslacamcnlo
de.Na/arclli, concedendoa licenca que pedio jnra vir
a esta capital, e declarando, que neste senlldn olli-
cloU ao comniaiidaiilc das anuas para a ev|iedii.'lo
das i'onvcuienles ordens.Communicou-sc ao rom-
m,unanle das armas.
DiloAojuil municipal da piimeira vara, iulri-
raudn-o de hate-lo designado, para presidir o anda-
ment das rodas da lotera do N. Sr. do Rosario da
Boa-Vista.
DiluA HicMiuraiia da fa/enda protiucial, coin-
municando haver, nos termos da sua inlhrrnacio,
aulorisadoaa eirurgiaoda cadeia desla cidadc a for-
neceros objeelos uccessarius a cnfcrm.iria da mesma
cadeia, apresenlaiulu a cunta compelenlcmeiile au-
Iheiilirada, nao so desla despeza. 1.....10 laiiibcm da
queja lein feilo com oulros furnecimenlos, alim de
ser pasa a sua impurlaucia.Neste sentido ofliriou-
se ao desembargado!' chele de pulicia Interino.
DiloA mesma, recomiiieudando em adililamcnlu
aoofllciode hontein, que mande adiaular ao com-
maudaiile inleriiio do eurpo de polica a impiirlaii-
eja de un mez de suido para as praeas do mesiim cor-
no, quescai-liam destacadas na comarca de Flores.
Fi/erain-sc as necessarias CommunicacAes*
UiloA mesma, dizendo hcarintelradodeqaa,
|Kir falla de licilanli's, deivnii de ser ariemalaila a
obrada larimba e cuucerlusila tilla doBrajOfl bein
assiin a da innile sobre n rio Capibaribe, deliberan-
do a juula daquella tbesouraria que conliuiiasseiu
os ainiunrins da obra da referida ponto, visto ler
ella ido una sii vez em praca.Comiminicoii-se ao
director das obras publicas.
DiloA incsnia, rcromincndnndo, de conformi-
daile ruin o que requisitnu o director das obras pu-
blicas, que mande pin' iiotanieule em praca a obra
du 15, Lineo da estrada do o d'AUlO, visto le sido
leseinihili. o cntralo que fez Lu/. Filippede Sou-
za LOBO para a factura da dila obra.t'.ommiiiiii-ou-
se .10 referido dtreclor.
DiluAo conunandauto superior da euarda nacio-
nal do inuiiicipiu da lloa-Visl.i, inleirand-o de lin-
ter eipedido ordem aos subdelegados das mguetias
daquellc niuuicipii para Me reinelleiem com bula a
brcti.lade alista dos ridados, que eslo as cir-
C.....slanciasde serenqiialilicadosauardasnaeioiacs,
e reconimeudaiidiidbc, que p/omota com aclitidadc
os Irabalbos da qualilicacau da referida guarda na-
cional, alim deque posta ser esla quauloantes orga-
nisada.Kvpedio-se a ordem de que se hala.
DiloA cantara municipal de lioianna, ir.......iii-
limlo copia do oflicio do delegado d'aquolio lermo,
versando sobre as cantaras de sangue, que dixaHlse
lerem desenvolvido, alim deque, lomando..... con-
sideracoassuas rcrlainaces, eo parecer que lam-
Iiciii remeti mi copia, du conselbn de salubridiidc,
procure acudir essa calamidade publica, pedindo
a presidencia 04 sin curros de que necessilar, c que
mo proporeioiiareni os reudiiiienlos da munieipall-
dadiliileiiou-seao iiiencioiado delegado.
PorteraComexlendodous me/es .le liccii(acoin
ordenado, ao padre Francisco Verbaimo Bsndeira,
professor publico de inslriiieaneleinenlai da IregUO
(la da Becada, devendo poremo dito profe..... dei-
varua refcriila radpira pesson bihililada para o
substituir.I'izcram-se as neiessarias ruimiiiuii
que fdr preciso para as salvas da fesla do orago da
mesma matriz.
dem do da 26.
Oflicio.Ao presidente du ronselho geral de salu-
bridade publica, dizendoque, quando recebeu o scu
oflicio de bonlem, commiinieando, que a bordo dos
navios eiislenles 110 anroradouroj vao seudoacom-
mellidos pela febro amarella pessoas perlencenles as
Iripolacoes, j linba dado as necessarias providen-
cias, alim de obstar o descnvolviineiilo do seniclbaii-
mal.
Dito.Aos eonlratadorcs das carnes verdes, re-
metiendo cm original lano o laudo que den o .n Li-
li 1 por Sincs. cscolbido, como o quo proferio o no-
meado por parle do governo, o bern asaba lodos 01
documentos e pa|HMS relativos a quesillo das mullas
por falla de rumpriuienlo do contrato para forneci-
inenlo das carnes verdes, o declarando-Ibes que
mareen o preso iniprorogavel de 24 horas para don-
Ir del le dizcrcmSmcs. a respeito o que se Ibesolfe-
recer.
EXTERIOR.
lucio lialallulu du Ceara, faz-se
prccisoqueS. S. promuva, de conbrmidade com o
rcgulaiuculo de 14 do dezembro do anuo prximo
pasudo, a compra dos objeelos mencionados na ro-
bledo que remelle. Coinuiuuicou-se a tliesmii.ui.t
de 1,.','inl,i.
Hilo. Ao juiz relator da junta de jusliea, Irans-
iiiillindo para seren rehilados 11,1 lessAO da mesma
juula, os processos verbaes dos soldados Evarislo
Antonio, Lisardo Autouio, Joao de Saul'Auna Ro-
rbaejodo l''raucisco \'cira, todos dooatelhaode-
DilaNumeandu, de confiirmidatleconl a propos-
la do procurador Oaeal da Ihcsouraria da fazenda
idadao Fiani'isi'u dus liis Nuues
1 uminello para o lugar vago d'aquella proeuradoria
'fiscal, na comarca do Pao d'A'lho.Xesle senlido
llzcram-sc as neiessarias roiuiiiiiiiicaeics.
DilaConredcndo a evunei*ac;lo que pedio l-'ir
minoTbcotiiiiiuda Cmara Sanliagn, du pesio de
piiiiieiiuionuiiaiidaiilcila 3.' compaiibia do corpo
de indicia.Fi/eam-se as necessarias eommuiii-
eacoes.
DilaAo director do arsenal de guerra, para
fornecer a irmandade do Saulissiiuu Sacramento da
mal i/, desla freguexia, mediante a competente In-
demuisaeao o carluxame de luusquelaria sem bala,
FOLHaETIM.
\ SOMBRA l)AFELI(;iDU)E.(*)
Pela condessa de Orsay.
t m
CAPITULO IV.
STaTr
Ihuitimi.
P*
..iHr.r, 1 ...i I.,
im.-I; I. eria
.....- ,-------------- ...-.,........ |.i..
no pa* l-wei, momlr |tur vivro.
O,-....
Era petos Bus .le sclenibro, quando o resloulho
J.......''" amarellocc os sulcos que lem produzido
111 '! -ilids; quando as vistos curvada* mili o peso
das uvas pareccni desejosa de sascui desemharara-
uas de sen fardo, c quando os primeiros loques "do
ouloiio ruineram a mallzar a folbagcm do artoredo.
"ecocraciiizcnluc uuiforine, rcinava na atinus-
jincra csm vana Irislcza, que paraca pea lenrcr a es-
lacao em que a nalurcza.semelhanlea urna mulhcr
anida bella, poslo quo despojada de sua frescura,
niara sua (doria passada c sua queda prxima.
fcradrpoisdojanlar. A laimlia Sauluier, ape/ar
os Rraccjo) de Fernando sobre os usos antediluvia-
nos da provincias, tiuba conservado o habito de
janlar slrcs horas, alim de enllocar a comida enlrc
os ihiiu passcios da ninuhaa c da larde.
. No campo, dizia o doulor com un lom senlen-
rioso, o passeio be o primeiro dos prazeres.
Dos prazeres inspidos, murmurava Fernando
rain um igual de asscnlimcntn equivoco.
luuez e scu irmao cslnvam sentadus n'um banco
iTe'Tit'i imr ck'n""iles *' d* I"0"' da sala
A pequea Consuelo eslava acocorada aos nos de
ua 111A1, renouaava a cabeja sobre seus joclbos.
leOroMulniernum traje de campo quefazia pou-
valer >cu lalhe alio e msgislral eslava apeiado
Prl.i que .lava sobre a eslrada, e pareca absorto
a amlamplai.fo das tai rolas, as quaes Ibe aliravam
u,!','!""'"1'' ",'."","l,"s niivrns de |weira, que
ettelragava plulosopbirsmeulc. H
Madama Siuluicr linba nula e dous minos, c eu
- r '"""'"'<"' mais do que a sua idade. Ue-
*is que bal.1l.1ta Cbaruielles, onde se linbam ev-
iiiuu e-plun.l.,,... ,.....,,, mocidade, ella havia
\-Z\',',,. 'r'",''!'1',',''''11'1" "'Mi" lii".|ianb..| que fazia
^Pnnetoal belleza. Obrj...........u popilu ,,e-
", seu Mtriao protocadar e cboio do voiuplootai
f) Vido Diario n. 116.
proniissas, ocouiorno arredondado, alada que o
voltode seo corpudo andaluza, ludo lata se linha
apagado, e nesso pbaulasma paludo e lnguido,
que i-liainatam madama Sauluier, ueiibiun uesoufl
nUna admiradores le a recouliecido a bolla c se-
ductora Ignez d'Artille. Ella Ira/Ja mu peuleaibir
prelu; mas, apezar das grandes pregas, e da enipli-
Irlo de scu veslido, adoviiibava-se a magrem das
formas, qiiccui tilo ella se esl'urcata |ior ilissimu-
lar, iiVi por um resto de easqoilharia, mas alim de
poupar iiiquielacocs sua familia, eulielaiilo o ne-
gro iKU>irnc dos espessos cachos de seus caliellos
faziam resabir a iiallidez doeulia de seu senildanle.
. A belleza de Fernando nada linba do earaeler
hcspauliol. Ao trMo, Icr-se-bia podido loma-lo,
lauto por um Inglez, como por um Francs 00 Ita-
liano, apelar do carcter forlemente determinado
ilc scu Ivpo. I'm I... I./ blu alio como elle nao loria
podido andar direito, um Italiano Ido Iriguelro nao
loria |indido ler olbos ames, un Parisiense de pu-
rusanguccm posse de um corpo lau alto c Meado,
de uinscinblaiilc Ido romanesco ler-se-liia iufallitel-
ineule deixado arraslar a desligurar eslas vanlagens
por grat alas audacjosas, rolletes incriveis c calcas
inqwssivcis.
A una que a eslalura de Fernando fosse muilo
elevada, as |)ro|Mirccs de scu exterior erain aiade-
mieameiitcdesenliadas; seus cabellos e barba, os
quaes ello (razia asaos eresridos, 1 iiibam nina bella
cor castanba escura : suas fciees erain nobres e re-
gulares; sua tez linba essa pallidoz liara, que inlc-
ress.ita. c que lodavia nao revelava iieiihuma fla-
queza de ronslituirdo. Pelo conlrario ludo nclle au-
uunciava o vigor o a sade. Seus cabellos ondean-
tes, sua barba espessa c almelada, seu corpo delga-
do e musculoso indicatam disposicoes alhlclicas.
A mulberquc linha coiiloinplailo urna vez esse
semblante varonil, esse olhardoce, nllito e ebeio de
fugo, essa fronlc assignalada ocla mageslade do |icii-
-.lliu-lliu. 11,11. o esquecia facdmenle; e os lioinens
mesmo, que Ido diftlcilmcnle Concedem louvores
aos individuos do scu sexo, viam-se toreados a con-
vir em que Fernando d'Arville era um mancebo,
senao cmplelo, ao menos mili uotavel.
Ignez, scnlada ao lado de scu irnio. eslava silcu-
ektsi ; sen nlbar segua a Pedro, o qual Jinha lalddu
da porla da entrada, c passeiava eni.m na avenida
com essa rapidez de movinienlo, que be o iidieiade
um espirilo agitado.
Ella sulfocou um suspiro, e como para eacapai
dos tristes peuasmenTaa, que a gtliavam, iiuiiiiiiruii
Igamas bauaes observ.icrssubir a riqueza il.<- vas-
Ios lirados, queso eslendiam da lodos iw lados dianle
delles.
Triste c inspido lugar, responden Fernando
cun um gesto de impaciencia ', montono, como m-
So fallassL'in provas da condiedo mais que preca-
ria cm que se acba o imperio ollomano, acbar-se
liiain siillieieutes 110 numero c na ditersidade dos
Iralamenlos que prmurain dar a esla polcncia 1110-
ribiiuila. Muilo lempo ha que as potencias, as
indis inlcressadds mi sua couservaedo, procuran!
cnlrelcr sua axislencia por lucio do lima infusilo de
citiiisacflii chrltiaa e occidental ; infeliimenle aeoo-
Iccimeulos de una inqiorldncia crescenle mostram
ada dia, que o expediente nao lem lido resollado,
c que se cile lem prolongado, mo lem, em lodos
os casos, renovado unta vilalidade que se csgola
todos os das. Nao estamos sorprendidos de ver
re los espirites, inesmo dus espirilos sinceros, de-
clinaren) a culpa desla dusurganisai;do progiessita
da Turqua sobra as tentativas que so lem feilo pa-
ra a liaiisfurimir, o pretenderen! quo cm limar de
querer ovvidentalisav o imperio otlomano, so fazia
iqclhor em deixa-lo como eslatu, c maule I.. Ido
turro como fur possitol. lie esta a opinido evpos-
la ha mulles anuos em nina dbra nolavel de Mr
Worius, Intitulada RacAereAei tur la toiwtiiutiim
ilr la DrOprM Icvrilnriale dan* les mys musul
mano. Sabemos que esle livro he muilo estimado
e lido, quinto ao scu ubieelo priuclpal deque Ira-
la, romo um livro cuMSico, NOSM alinelo lituir
se ein una passagem, na qual Mr. Wottttl proili-
lia a inellieaeia e mesmo o perigo das reformas, que
as pnleneias occideulaes procuravam imriHluzir no
governo oltomano, e para inelhor fazermos coube-
rer o .autor, o rilamos:
11 O mundo lem os olbos lilos no destino da Tur-
qua ; udo be depos dos aconleciinenlos dos lti-
mos.......... mas ha perlo tlunsi de dous serillos, que
a dissuliirdo denle graude imperio he esperada como
um Tacto cumenlo c nina eteiilualidade prxima.
Cnmliide esla previsao nao se realisa, e quan-
do se prosa que ella est a ponlu de rcalisar-sc, cm
coiisequeucia dos suocessos de um subdito rebelde,
11 na reunan inesperada so oliera enlrc o suzeranu
e um subililo rctolladu, e a diplomacia europea
lira quasi lora de concurso e de influencia, no m-
menlo mesmo em que esle concurso c oslas influen-
cias se lu n.iui indispeiisaicis.
Srpuis esla eminenria|da queda du poder turco,
lulo roiun axioma dlpl.....aliro, he desmentido dcsle
modo pelos fados, ha lugar para rrer que esla
illusdn resulte de ao ler querido julgar o oslado da
liirquia por dados sonitiile appliravcis aos eslailus
europous, a da cxlroma difllcnldade que ha cm pe
iielrar a euredo c oinecansino dds inslituicOo
a fazcn vitrr.
lie isla talla de ronliecimcnlo do es|iuili
limo do Islamismo, que lem feilo rereher ronn
progresso na Euriqia, as deplnraveis reforma
libadas pelo sullao Malunoud ; que lem feilo sup-
pur que ellas linliain nina raiz diiradoura uusen-
liuirulu nacional, ao passu que ellas u rotollam
profundamente ; o lem feilo considerar romo um
lelo Importante o kbal scherill de Uulhan, que
seus aulores udo lem pensado cm ilar-lhe eve-
curdo.
ii He assiin que. engaadas por una falsa nter-
prelarao dos fados, as Dolencias que lem inaiur iu-
leressc em luauler a utegridade do iui|ierio nlto-
inaun, lem sido levados a considerar aenxi.....ipa-
cdo dos ratas e a reforma du imposto e das lni.in-
ras rumo i.s mcios uiiis poderosos de prevenir a
queda do imperio ollninaim, o de sen ir dcsle modo
ambirdo do um gabinete que nlo lem jamis |Hir
ulijeiio senao apressa-la.
11 llr-llus lano mais dilliril sabir desla dnulri-
na lau funeste ao resultado que ellas se pruincl-
Iriu, quaulo rila repuusa appareuleuienle em sen-
liiuenlus muilo elevados de biiuiauiiailc, e he inir
esle Ululo saiicciouada |ielo sulliagio das massas po-
pulares de Indos os paizes cbrisldos.
.. Lomefleilo, lomada cm si mesilla, e em um
sentido absoluto, .1 iuferioi idade poltica c social
dos rayas (uma vez que o uso lem qualilirado as-
siin os subditos udo mahiunctdiiiis mi Turquia) he
um fado dulornso, ebenalural querer ludo aquil-
loque pode mudiliear c mclborar a surlc daquelles
que, nasi'ldos na mesma f religiosa que nos, silo
volados i degradacao moral o a opprcssdu, cm ra-
zan mesmo de na IhlalMade a esta crenra.
o Mas laes senliineulos leem direlloi
lina publica, devein ser anda suhmellidos
me da razan, e ndn fazer csquccc
regras da mais simples prudencia poltica da equi-
dade, e direi mais, do iuteresses daquellc cm fa
vor dos quaes se agitam.
Portaulo, so laucando um volver d'olhos relros-
pectivo, se (luerchogdr poca da fundando do is-
lamismo e a do imperio turco, poder-se-ha conven-
cer-sc de que o conquistador musuluiauu procedeu
no Iratameiito das naccs suhjugadas por mu me
Ihudu invariavel. Por (oda a parle esle dcixou aos
vencidos a allcrnalva da couvcrsdu ao islamismo
com o direito de cidado c todos os seus privilegios,
ou da couservaedo de seu culto cdireilos civiseom
a condiedo tributaria, islo be, do iifcrioriddde po-
lilica e socidl.
As condirfies desla especie do roulrato lem si-
do observadas de urna c uulrd parte al boje. As
|H>|iulacoes cbrislds leem conservado sua f religio-
sa ; todos os seus templos Ibes foram deixados ; jicr-
mitliram quo cites mesmos se udminislrasscm, |hi-
rin os vcuecdoros leem reservado para si a supc-
rioridade poltica o social.
a O que pede boje a Europa Turqua ? a c-
iiiaiiciparao dos cavas; mas quein nao romprebeu-
dc que I consonando do duminio lurro 11a Europa
depende uiiicamenlc da dcsigiialdade creada pela
conquista ? quu os turcos, numricamente inferio-
res .. populacdo subjugdila, sdo senborcs porque
visera armados c acampados, com o pona cabera
de runa mu tul.10 bastarda de dgricullores earlisla's,
que a inferioridade em que elle- sdu acoslumados a
vivar, os ni.o.lem tmenle aasutimlnlot
< Oye esla mulliddo venlia a ser euiaucipada,
que seja aJmillida parlilba du governo e du po-
der, islo be, a gozar dos inosmos direilos que os an-
(igos .1. .111111.1,lu es; udo ha de ser redmenle una
igiiaidadc salular, nem a (ranquillidade e a pros-
peridade geral, que bao de sabir desta medida.
Os lineo- inferiores cm numero, desfijados 1I0
prestigio de sua anllga superioridade, virdo a ser
iuiiiie.li,ilainenlr os eseravos de seus ratds, c dcs-
apparecero da Ierra debaixo do peso de iuna perse-
gunao religiosa lano mais cruel, quando a seni-
ddo ndo cnsiua ordinariamoule quellcs, que a aof-
freni muilo lenqK), neui a jusliea iiein a mnde-
raro.
n Que licaria cnldu para Formar 11.....oto impe-
rio ? Lua turba de bonicos infamados por um
longu servilismo, os quaes ndo roinprcbendei.in .la
libcrdade se nao a licenca, e lancano a Europa cm
embaraces anula materas do que dquclles, que ella
quera evitar.
1 O cxcmplo da (irecia pode alin ilislo fazer pre-
ver O grao de prosperidado reservada aos notos
emancipados, e as dilliculdades que elles llardo aos
seus protectores.
o Estas cousequeneids da enidiiciparu que eu
acabo de (rajar, nao leem piulido escapar i sagaci-
dade lurca. Com que olbos puis dote ella ver a
Europa pedir-Uto a igualdade poltica a social para
os ravas, e, usando na rcalidade sem escrpulo do
direJlo d.....ais torlc, ordenar-lbe quo reforme sua
adiuiiislracoo iulcrua, scu imposto e suas lindu-
ras 1
Citamos extensamente esta passagem, primo, por-
que he a cijiosico a maiscomplcla da opinido que
so podera chamar musulmana,' secundo, porque
somos de una opiniao damelralmenle opposta.
Oucrcmosadmitlir com o autor, que as lenlalivas
feitas pela Europa para civilisar a Turquia lenham
sido oulras tantas causas novas de dissourdo doau-
ligo syslcma musulmaiio ; mas he absolutamente
romo se os demonslrasso este axioma, queaciti-
lisacao lem por elfeito ordiuario deslriur a barba-
ria. Para collocar-nos no mesmo ponto de visla
que Mr. Worius, fdra misler que comrcasseinos a
converler-nos ao islamismo, o quo merece reflexao.
Pintar que a Turquia nao pode refurnior-sc sem
morree, lio provar que ella j esta murta, o que
eremos que secumeca a duvidar. Oque nos admi-
ra be que sejam os |Kirlidarios os mais decididos da
conservaran do ini|ierio ollomano qoe produzam
cm seu favor iguacs drgumenlos. A Europa lem
tentado, bein ou mal, fazer com que a Turqua en-
lrc uo circulo de sua civ ilisaco ; fila se lem enga-
ado, lem Icntado o impossivel. flan qnem ii.iu tr
que esla opiniao bea ulliuia comleinnardo du impe-
ollomano ? (Jiianlo a mis, cromos que pouen
importa que se tire este doeule do lado direito ou
esquenh, mas a medida de iulercsse que podemos
ler |.ni elle, diminuini aiiula 110 uiomenlo cm que
se nos provar que para o fazer viter algmis dias
mais, seriamos obligados a lomar o lu lian le corar
aMahomel. Journal de Debut).
Parts, 6 de abril.
Cimliiiuaiuii- a ler nossos leiloi'cs a pardasopi-
nir- da iuiprrnsa na Alli'iuanba sobre a nova ques-
illo .1.. Olientes A attilude da Allemauha nesla
cirruinslaiicia be iuleirainenle digna de allnelo ;
Lpniquc ella he nova ese refere a fados lamben
. que
111-
. um
tmpa-
1 eva-
1 que asig
11 Se na Turquia, como se pralica nos estados ci
vilisados, novas leis jesteiu eonslanlemente 1
lilicar ou abrogar as anliaas, nada seria mais sim
pies do que fazer subsliluir urna.medida leoislaliva
1 urna nutra, c fura natural eviair esla inodiliracdo
110 uiomenlo em que ella salislizesso 11111 inlersc
la humanidad!-, mas um poto, no qual as leis, os
costunies c 11 governo croado c lustenlades pela re-
ligidu, ndo lem variado um so nstente, c nao pode
varto si.....pie rJelxa de existir, um tal puto pode
ser desiruidu pela fon.a, quando a necissidado pu-
lllica o exigir; mas conven] otilar preaarever4lie
una reforma legislativa, porque 11.0 he justo nem
prudenle pedii-llie, por via de negociaodo, que con-
Iribua para deslruir-se rom suas proprias nulos der-
ribando a religido que he sd quein o faz titer.
Esta inlertcucdo, na qual a Europa lem sido
mdiseinpcnb.iila ilepois de alguus anuos, duque o
toi ordinariamente na poca cm que o fervor aa
intolerancia religiosas pareciam dever evercer sua
influencia mais nolavel em sua poltica, be mais
propra liara promover do que otilara eateslropha
qiioiunipro remover, c udo ella preludies in-
giilariueiile a influencia que a diplomacia europea
dte procurar conservar nos ponsellioa du sullao sc-
u.iu anda prepara um luluindesastroso para aquel-
los nicsmiis, em fator dos qiidcs ella se exerce cun
ni.ii- especidlidade.
o Se swcorros em dubeiro, lau facis a iquilen-
eia europea, se unid piulercdo olliiiosd e incassan-
ic, bascada em relaoies benevolaa com a Porla, o
lano mais Influente quando o Hitan a ci......ilrar
menos Imperiosa, 1 > i. 1 j poderosameiile contribuir
|>ara assegurar um Iralamenlo mala brando a ama
siluarao menos ponivel aos rayas ; ndo si- pode du-
vidar que as iiclaeoes directas para a retidla, iu-
lervencfics olliriaes e aincacaduras lito de ler sein-
pre rumo resultado iuctilavul irrilar eaggravarem
(ornodelles a populadlo musulmana, reanimaros
odios religiosos naturalmente ido ardenlea e subsli-
luir parseguilures odiosos e crois a srnbores, lu 11-
teea sem duvhla, mas que nao sao eslranlinsurdiiia-
riaiucutc 11 lolerancia, iiein geiicrosidaile.
11 O governo lurro, suppumlo-se que elle se nao
delxaasa levar por osles senliineulos, leularia ile
balde preteiiir-lhe as cnusequencias. O solierano
exerce, nos paizes musulmanes, mu poder desptico
nina vez que nlo esceda a lellra da Ici e o limite
los roslunies, mas elle udo pode linar cm ueubiim
los dous sem expor ao mesmo lempo seu poder e
ma vida.
11 As aazclas alenlas, dizia ltimamente nina car-
la escripia das margeos do Bltico Gauta .tugstmurgo, leem sidn al aqui as mais das vetas
luminaria! de Inqueriles e lolermaytes. Ellas nao
i'vprimiauMqiiuies; nao as linli.iin. Entreliiiham o
publico alleiudu r.....Bgocm dos llirinans ou do rei-
no du Pegu, de Ido-boa tonlade, assiin romo aeoiile-
chnenlosda llosufa o do Montenegro. Tududeve mu-
dar agora. O que se passa na Sen id, na Bosnia, nos
paizes haiihados peto Danubio, inleressa boje lauto
a Alleiiiaiih.i como oqueaepaasa as mareos dn
Rbciiu. E pulque '.' Deixamos de parle ludas as con-
siderardrs peUlieai sonqire vagase livimlbelicas ;
Iratemos linenle dus Interesses do comonreio e da
mduslria allemaa. Dapofai dn Iratjido do rommereio
entre a Prussia ed Austria, depois desld grando ex-
Iciisdo do Zollttcrcin allenido, de fado, sendo do ca
relio, depois que |mr essa uniao a Austria abri i
Allciiiauliu um mercadn i......cuso no Sul c 110 Orien-
to, ludo que se passa nu Oriente diz respeilo aos nos-
sos interesses, c os acouteciineiilus da Bosnia o do
Montenegro s,io acontecimenloi allemdcs.
Resumimos (Ma caria pdid mostrar um dos nutus
dspeclos da queslo do Oriente na Allemauha. I.m
tratado de roinmercio foi concluidu eulre a Prussia
e a Austria, lidiado que, alterando quuiiln a mis,
a coiisliluieao polilica da Allemauha, altera lam-
beinaalliliiileda Alleiuanha na quesliiodo Oriente.
Nao be lugar proprio dizer aqui, como 0 Iratadu de
ruminercio eulre a Austria c a Prussia allerou a
roiisliluicdo da Allcinauba, c fez mais pela sua ver-
dddcira uniddue du que lobas as lenlalivas chime-
neas do parlamento de Francfort. Nao ha de ser una
das musas menos maravilbosas na historia o ver-sc,
que o povo allenidu, o qual pareca mais volado 00
culto da ibcuiia, e linha procurado Intilmente sua
uuldade nacional alravex de ludas as Inventos da
polilica, da phlHKophia e da impreosa, a lelia cn-
oulrad.....leommercioe na Industria, Em parte al-
uma. depuis da Inglaterra, a inllueiicldomniiolen-
te dn con......rete sobre a poliliea lera sido mais tisi-
tel e mais luauifrsla em nossos dias. Com ludo, co-
mo nao era bastante para o roinmerciu mostrar -eu
poder na Allemauha, dando a este grande paiz a
iba vida, se lodavia esla variedado de tegelaed
pode merecer o nomo de existencia.
O mancebo fallava com Unto maior amargun
quaulo ha muilo lempo elle se violcnlava para dis
simular suas impresses, ao passo que Ignez, que
nunca o linha ouviilo evpressar-sc Ido fiaiu menle
oencarava com una penitci torpraxa.
Ndo ralle assiin, mcu amigu, dissc-lbe ella
cun unid vot doce egrave. Asvezesa genio allitia
.....a runlraricilade passageira protoramlo justas
syinpdlbias ; mas nillgueni detc murmurar contra
seu declino. F.sses inlineteade retolla, que auinam
a crealura contra oCrcadur, lievemos combale-lna,
o pode Iriuniplidr delles quem lem, como rose, a
idade, n forra c asando, as quaes pr.....ellcm,
sendo a feliridade lal qual rada huinciu a caraclcii-
sasua maneira, ao menos um futuro calmo c
Iraiiquillo. IJ,lano a iiiiin, coutinuuu a pobre mu-
llir! erguemlo seus bellos olbos ao ceo, eslou resol-
tida a islo, se siieciuiibir na lula, cabirci ib o lar-
do de inhibas dores sem procurar sublrabir-ine a
ellas, e se no poder resianar-me completamente,
ninrrerei au menos sem proferir una queixa.
Fernando contente de adiar um coraejo rnagea-
lu, i|U0 innlesse cuiiqircbcnder o scu, ndo du s
dures de sua pubre irinSa oolra altciicao, senao a
que Ibe asscgiirata esla stui|ialbia.
Enlao laiubem sullres ? cxclamuu ello cun
nina especie de alegre surpreza,
Ignez poz as nidos com forca e nada responden.
Eu peusata, conliiiuou Fernando 110 uiesino
ti.....quo a tida que passas, coiitinba aos leus gos-
lus actuaos; be tenladc que le via empallidccer e
eiuiiiagreccr rada vez mais; |>orm allribuia esto
ilepcrecimeulo flaqueza do la sade, essa niasra.
ra iloscoracocsTeridos; ou para melbor dizer, ab-
sorte nomeu iiroprioaborrecimenlo, eu ndorepara-
va no que se passava em la alma. Pobre iiuiaa !
111 leus supporlado tua desgrana com paciencia ; he
verdado que ella beubralua, ou peln menos o re-
sultado de tua tonlade, e que he irrcmcdiavcl. Ao
|>asso que eu, com viole c qualro anuos, com una
fortuna imlepeiideute, anula que modesta, no es-
loo eoiidciunado a residir em Chai melles pai a sem-
pre, bCq ; sem ei.inmeller um |.e., .uln mortal, pos-
so pedir catallos de |nwla, o fugir para o lim do
iiiuudn j,.ii.i aln procurar a vida, que aqui me aban-
dona.
Ignc. volluu para u irmao cus olbos eheius ile
iiildaneulia *, sspalavras de Feroanito, selladas peln
egoiiuno .le -eu e.u.ielrr ardeule, massecro, liubain-
Ihe pendradou coraran.
i'uilatia nao Ibe frz nonbumn exprobraedo. lal-
vezu .li-|.neei.....ule .lu euip... ea voz solemne, que
resoa lau Irsleoeute quanug se dirige.aos feiizes da
lena, mas qued ns iwbres almas halidas pelas lem-
unldade que linha perdido uu lempo da feudalida
le, esla iulluciiria milra-sc lambem |>ela nuva alli-
tudo que loma a Allen.anli.i. c partirularmcule a
Allemanha du Norte na queslao ilo Oriente.
Coinetlelto, .1 Allemanha do Norte profundtmen-
te separada da Allemanha do Sul pela religiao c pe,1
polilica, pouro se inquiclata ale aqui de saber se a
Turquia era Iraca uu forte contra a Austria, assi-n
'".......an s(. regotijava lio poueo dos perigos e em-
balaros que a Austria |n>dossc ler no Sul e nu Orien-
te. Quando, no secuto XVII, Vicua era sitiada
pelos Tunos, nao ere do Norte da Allemanha que
[hevluham defensores; arada Polonia, era u re
Sobieak) que vinha libertar Vicuiu, porque a Po-
liuii.i ameacaila pela Turquia romprenendla, que o
lierigo de Vienna era tembemodfc Cracuvia e ile
Varsutia.du passo que a Allemanha du Nurl, jul-
gdiidn-se abrigadd du pcriim, to se ddta pressa em
lomar parle nos perigos da Auslria. Nao queremos
referir fado, indis 1 renles ; diremos lodavia que,
qudii.lo em ISIS c ISi'.l d foriukhwel insurreicdu da
Uuogria ressiiscildva para a Auslria, no Sul e no
Oriente, todos os perigos, que ibe errata ouli'oia a
Turquia, algumas pessoas poderam observar que a
siluaeau dilliril e precaria cm que u Auslria se il-
ibata, nao pareca excitar urna grande apnrehensao
uu nina viva stiupalbid na Allemanlu du Norte, e
que se louidtd csloicaiueuteseu pdrtidu Das imir-
ueus do Spre do cnrr.iquceimculo do imperio da
Auslria.
Todo est mudado e feli/iiionlc desde aluiini lem-
po. I.eiiibidiiio-uosde ln lein mu
rosa e profunda allrihuida au re da
expressde
Prussia, 1
gene-
pcslades da tida a coragem de solfrer alo o lim, an-
nunriaiiilo-lbes a paz e o repouso, lalvcz essa voz
Me dava esperaoea, ellie dizia que brevemente n
lim seria alliugidu e a victoria alcancada.
Pausando sua 111 .i o diapliana c ardeule sobre bra-
te de Fernando, ella Ineiiuou-te pura elle, o tuntn
enruutrar seus ulhus ; mas o rapa/, os linha lilus no
chdo com o despciio de um menino que esla abor-
recido,
Para que le vollas de inim'.' disse-lbc ella com
sua iiiallcravel hraudurd. Podes acaso duvidar de
mu Na stinpatliia pelas las penas, e da lerna nuci-
rn que le consagro''
Havia no contacto desla mi dbil o trmula al-
mona rnusd que inutcu u cornejo do Fernando;
puis se linba na rcalidade mais imauiuardu que seu-
sibilidade terdadeira, ojoten poeta era fallo dcs.se
calor do seiiliineulu, quo tuina primeira vista uas-
I"'. (.. de gcuerusidade.
Nao, chara rinda, respondeu ello heijandoos
pobres dedos emmagreridus de Ignez, ndu dutidu
de ucnbuin modo de loa ternura, o so lo palero
neste momelo duro c injusto, a culpa he do demo-
uio do ,il..n ir. imenl,. que me (em cm suas (erriteis
garras. Fallemos um pouco de li e do eriinc que
HMiimcIlcste surrilicando-tc a um eule como...
Nem mais nina palavra contra u homcm, que
me deu u sen nouiu ; evchuuuu Ignez ao pafso que
una leve cor do rosa COrava pin um iuslanto seu
paiiidu M'iiiid.inir. A apparenda be um tente ru-
de, conlinuou ella lenlandn sorrir, mas he o cora-
cao mais nobreque confiero, elle lie diguo de lodos
os nossos espoilos.
Todava, iiiiuha amiga, esse uobre corarlo nao le
faz .feliz. Mas, apezar do mvslcrio do quo queres
rmlear leus pe/.,11 v-, eu os eomprebendu nielhor du
que imaginas.
Ests cm erro, Fernaudu ; au lenlm jiczar de
nada. De uada do que peusas, aoiucuos...
Ilriii! tem nao iusislirci sobre isso com mo-
do de au niel ler ao acaso a indo na chaga de leu
corardo; para leuuereccr as cnnsulac&es do um ir-
ui.io e de um amigo, e-per.u ei que me pe millas
pend.11 ns scgrrdns de loas magnas. Pur eiilquan-
to e para le dar o exempln, vori abrir-te inhiba al-
ma iuleira. Ouve-me e s indulgeule.
Ignei a|iertoudocemoilca mduque linba na sua,
c Fernando agradeceu-lbe ruin um ulhar. Ilep,.i-
de um momento de reculhimenlo, ello conlinuou :
Ou.-indo |mr morle de uniwa boa indi, admilli
a iKissibilidade de fazer um din owcrifleio de mi-
nli.i csrreira diplomtica alim de islalailecei-iiie em
(tormettes, presum muilu do inhibas fuas. A dor
mo oppriiuia cutan, e esta residencia pacifica me
pareca um refugiu cunha os desi'oslos da vida. Es-
labcleci-uie aqui sem a incuor apprchcusao; por-
que eslava de boa fe, o ndo previa onlu, quo este
porto de salvaole se lurnaria cen o decurso do tom-
n, para o mcu carcter ateuluroso c turbulento um
inferno de monotona...
Oh Fernando! murmurou Ignc/, rom ulna
tozcoininovida. I.cinbra-le de que nao csmaisli-
vre Icinbra-le cm leus imprudentes projcclus de
Tuturu, que eslas assuciado a uulro destino Cuida
que ndo leus por escusa a fraqueza do corada) hu-
mano e a frngilidado das pruiucssas! Recorda-lc da
solemnidade dos espousaes que coiilrabislc junio
do leilo de morle de nossa uiai, a qual em seu ul-
timo suspiro, 11111,1 oiiome do Betlina ao de seus
lilbos.
Lina noteiii de Irisleza assombrou um inslauto as
bellas feiroes"do Fernando.
Nada lenbo esqueeido, conlinuou ello. Tudo
u que dizes be terdade, deploro a inconslancia do
iiirii coraeio, ou anlesa inslabilidadc dos mcu. peu-
sameiilos, c a incerteza da iiiinha vuulade ; mas a
ternura apaivouada, que cu linha por inhiba mai he
3ue fez lodo o mal. Eu via cm Betlina que iiuilo e
ia velava sua caheccira e orava por ella, um Inim
aujo cuviadu du cu para enusola-Ia e susle-la. Era
natural que lauta bondade me allrabisse para esse
1 lie...uro de dedicardu e de Cunipaixto. Na miiiha
idade a ternura se mistura cm lodos os scnlinicntos,
cu lomci o recunbecimeulo pelu amur. Obedec ao
impulso (lu momento, como ao desojo de ninha mdi
moribunda, e hci de cumprir a promessa sagrada
que liz ; mas quando'.' Eis toda a questdo... lioje
son muilo moro, o inhibas ideas nao se applicam ao
e.i-aiueiilii. Alem disto, proseguo n rapaz dando
(alvez de proposito um ar frivolo a couversaedo,
detescouvir, iniuba irmdzinha, que Betlina, in-
p.illr.len.l.i petos cuidados, e emmagrrcida pelas vi-
gilias, era muito mais interessaute do que o he ago-
ra. Presentemente a chara mora passa atrozuiriito
bein, o est extremamente gurda. Rem sel que pus-
so r.in-ii ,ni::ei ine, e pin Inimlu.le do alma desposar
Ueltiua iiiiiiic.1i.il.menle ; mus coui o humor cm
que eslou ha olgum lempo, lodos os semine- da
muudo, a sahedoria de Scrates e a eloqueurin de
Bossuel ndo conseguiriam dar-uos a felicidade do-
mestica.
. Ali I disse Ignez, Hollina be to boa o Ido ale-
gro, Ido siiiccramento piedosa c Ido dedicada quoK
le a quein ama Cll.l se apu.lei ai 1.1 doten coraeJO
mo grado leu... Mas tu ndu dizc- ludo, Irni.imlu ;
luasidase leus projrelns n.I.. se leii.un niodifira-
do a-sim -em eaimn delerminanle.
Algumdrama deseenheeido e ropresenla uesse
coraran tuluvcl, que su-iiia incesMiileniriile pnr
eino'nsie tempestades, lu leus um aegrcdu, meii
ainigo, cu quero couhec-lo!
Eus tinba uui, charairniaa e l'odase. Vou
ment em que a rebellido do Milao poda fazer crer
que a Italia a talvez levanlar-se ; faxia-se dizer ao
rei da Prussia : iremos defender a cora da Prussia
as margeos do P, porque u combate he l, mas o
|ierigo est em loda a parle. Esta -.ili.l.ule.l.i.le en-
tre a Prussia ea Austria, nao he smente urna soli-
ddriedade mnnarcliica, he lambem urna solidarieda-
de allemaa. se podemos assini dizer ; e he islo oque
faz a sua torra. Nflo sdo as coros smente que es-
Ido unidas, sdo oscuuunerciosc as industrias. Desde
entdo, uada do que se passa na Auslria pode ser in-
dillrrente para a Allemanha. A Auslria ndo podo
1 c ii-ii para o Oriente e para o Sul sem que a Alle-
manha recne com ella ; 11S0 piide avaurai sem que
esla avance lambem. A Allemanha, .lepis do trata-
do de rommereio, lem sua Havre esua Mamelha :
sua Havre em liaruhurgo, esua Marsslhaem Tres-
Ic. Ella velo a ser, como o Franca, nina das grandes
estradas de transito do conlineute. Mas ueslas hutas
de transito, as quaes alravessam o continente do
Odossa ,. Daulzick, de Triesle llaiuhurgo, ou a
Ainslerddoi, temos, grabas a Dos, em Franca o ca-
miiilm mais curto ; fazemos o vei iive do triangulo,
a Allemauba faz u centro,- quando ndu seja d bdse.
Ella udo senliria ver duplicado ee pu tinque [....
sue pi e-enieiuenie cm Trieste, nu Medilerraneo, o
ler Salomeo 110 Archipelago. Seja o que fr, esla
nova -iiu,11,i.. conimcrciat da Allenianha explica sua
nova positdo polilica na questdo do Oriente, e comu
a Austria vai fazer seutir em Conslanlinopla lodo o
peso do sua uiiiau com a Allemanha.
Evplicada e-1,1 nova situacao, niuguem se admira-
ra lio ponro das duas mlssoes da Austria o da Hussla
em Cuiislanlinnpla. A Auslria quiz ler all mais in-
fluencia do que ndo leve anda, porque se sent mais
poderosa que nunca pelo concurso de loda a Alle-
manha. A Russia, do scu lado, quiz ler em Cunstau-
tiuopla urna preponderancia mais cuectiva e qu.i-i .
solicrana, porque via que a Auslria ia lornai -e all
mais forte.
Ndo parlilhamos erl,menle de todas as illusocs
germauiras, c ndu eremos que o Orieule seja urna
carral abcrla para d Allomanha, na quid ella deve
precipitar-se. Anda esliramos ver ressuscllar cm
nossos dias esse reino de Calara, o qual fundaram
Bd-zVsla Menor Ganlexea que, segundu us doulos da
Allemauba, i^rtVntTiicos^iIcscoiibecidus al aqu
pela histeria. A AUemanka lei-f^esna exnbjjjr'
raudo Orcnle. Tcni os russos cm pruBeifdlugar,
ehealguiua cousa; (em us inglozes, que lambem o
sau; tm pur ventura os Iraneeies*? Nao o ere, e nos
Idu poueo. Veremos agora o uuc ella parece |iensar
Ja alliludc da Inglaterra e da Franca na nova ques-
l.in dn Oriculo.
Porni queremos d nossa parlo fazer umasn ob-
servando snbie o procedimculu da Allemanha nesla
questdo. Por mais in.iiilcirules que sejamos is 1 llu-
ses, que ella lem sobre o Oriente, ndo pinlemu. to-
dava dissimulara importancia de sua entrada na
queslao do Oriento. Oulr'ora a Auslria, por riuiue
contra a llussia, a Prussia peln iuleresse que linha
de nao ver pcrlurbadu u|ulbrin europeo, proru--
ratain maulero imperio ollomano. A Prussia lem
anda o mesmo Iuleresse, mas n.iu o pode mais preva-
lecer lao livrcmenle, p.u que o interesse commerclal
e iiuliislrial da Allemauba esla cima do scu iuleres-
se poltico.
Oque faz quo a Allemauba queira obrar boje na
queslao do Oriente, cm vez de se limitar, cuino oulr'-
ura, cm impedir que a Europa obrasse, be que ella
lem ueste mmenlo, u quo de boa tonlade se pode-
ra chamar, um alrazo de arlvidade que Ibe peza.
Os arniilocimonlos de ISIS, lautos projcclos gran-
diosos l.-io tristemente mallogrados, a irrilam o a fa- I
zeni ilrscoiilente de s mesma. Xesse estado em que
esli us espirilos, be um bello favor da sorle e una
grande bahlidado dos goveruos, oflerecer s imagi-
narnos o nos iulcrcsscs allomaos um graude c novo
lim, o qual narere nao ler nadadechimeriro rilo,
anlogo ao de 1818, porquaulo bu um erando pro-
gresso de industria c de commerco.
As cifras, as llnancas, os caminbos do ferro lein
lanibem sua poesa, a qual canla a i1n.12iuar.1u do
una maneira lauto mais irresislivel, quanto ella lem
apparencias e pretCnrcs do realidade, de querun-
guem piidc desrouliar.
\ ..Uu ,1 a. 11 m. 1,1. le do espirilo nllcmdo para a ex-
pluiaedo do Orieule, he rousola-lo hbilmente das
ilecepries da poliliea de 1818, he lorna-lo capaz de
grandes cousas fazcndo-lbo crer quo as lein pura
fazer.
I'ostunl, qttia posie videntur.
_Os potos tristes o descontentos do.s inesmos uao
sau capazes de nada.
A Allemanba, lomando una parlo adva na ques-
lao do Oriento, ndo, renuncia lodavia scu autigolia-
iicl de observador, e as observacocs qu ella faz so-
bre a nota siluacdo,assiin como lem feilo a Inglater-
ra e a Franca nesla questdo, merecem ser menciona-
das siu-riiilamcute.
Ciimcrcmos pcld Inglaterra. Quaudoj Inglalerra
linba p.u principio do sua polilica no Orieule cou-
servar 11 impe lo oltomauu. o mais poderoso instru-
mento desta polilica no continente era sua velba e
miseravel allanca com a Auslria. lio por Vieiuia
que a Inglaterra dolTeiidia Cunstaiilnopla. Esla al-
lanca esta abalada se uo esto quebrada. A alu-
dido quo n Inglaterra, no governo de lord Palmers-
I011 1..uh.ii .luanle a guerra da Hungra, suas de -
niouslrdi.'os inipiillitieassrovlurues malogradas da
dalia leriram profundamente o orgulbo auslriaco.
Dabi a uuiao iuleira boje da Russia e da Auslria ;
dahi. a iiupossibilidddc para a Inglaterra do doueu-
der Cuuslauliuopla. Cihii efleilo, a rutisaruineca a
ser duvidosa. He fiossitcl que a Inglaterra se de-
deixar-tc por algum lempo, c talvez (orno a entrar
cm minle r.u leira. Ilenriquc d'Oremoul adjunto
como cu ii emhavada do Berln, me escreve, que,
grarasd influencia de um amigo de ineu pai, boje
ministro, lenbo alguma esperauca de fazer parte da
rinbaivada de aples.
E liarles com o coraraolivrc de loda a dflei-
rdu cslranba Bcltiua, romo elle eslava ha alguus
mezes 'f
Eis-ahi nina cslranba pcrgunla, respondeu
Fernando com um embarace mal dissimulado, tro-
no queres que um pobre nrisionoro, comoeu, pos-
sa escapar da la vigilancia, miuba bella earcerei-
ra ; nienos que seja a alguma Sylpbdo do ar ou
a alguna Noiodc do Saone, a quem queros lu quo
eu lenba innlidodar eWcoracao voluvcl de quo fal-
las com tenia irreverencia 1
CnufcssiS} lorimuigncz com um triste sorriso,
Jiie cu Picara um tanto embararada sequizesse bin-
ar inhibas suspelas; mas enou ccrla du foclo prin-
cipal. Tu eslas cuamorado, mcu amigo. Tuasjire-
i.eeupaen.'- ine....ule-, a dcsignahlade do leu bu-
mur, a aguardo que se observa em las palavras, e
em toas menores acedes, tildme prava isso.
Ah I miuba chara irma, oslou encanladu de
ver que conservaste a lombrauca das fraquezas hu-
manas para contrapesar las virtudes,.c im|iedir-lc
de lomares leu vo direito para o eco. Se queres
promcller-me ser para iiiiin a ba c indulgente ir-
mdzinha de oulr'ora, e nao motejar da miuba lou-
cura romanesca, ou le contare! a historia de meus
novo* ,.mi.i.--.
Nada leus que receiar dos meus sarcasmos,
. 1 i-e Ignez. Eu ndo censuro o que he romanesco;
porquo -em o colorido, quo Ibe da imaginacao,
que seria a vdo ? He o iiialcrslisino que aborreco;
he o lystema de-es espritus fortes, quo subsIUuem
um curso de ttoalodiia moral as inclinacoes inge-
nuis da alma, que subnicllem ao escalpelo da pliy-
slologia os mais uobres sonlinicnlos do coratdo, e
que rollocando-sc assiin no pinculo do estoicismo,
nem pur isso dcixam do passarsb o nivel da lei na-
tural ; pois be preciso que a genio so una a alguma
cousa sobro a (erra. Os insensatos formam cadave-
res e esqueleto para os ainarcin... e depois procu-
ran! a causa desta borrivel immoralidddc de nosso
secujo, que I1.11.I..1 na us uiorus em velhos, o amor
cm de\ .i-iddo, c a vida u'um ezadcllo perpetuo...
So leus uo eorardo una paitan romanesca, fazc-nir.
la confidencia, e ndo lemas nada de meus molejos.-
Se be assiin, disse o rapaz bniiiisiando-c rom
sensual!dade na-1 lemalilt de que u muro eslava
eoberto, vou dizer luiln ; perqu sa lenbn algumas
Id na consrlencla, pelu menos ter.i-, que ellas
osldo cen legos dislanle das tuas anlipalluas, que
lambem sao as niliilus. ( Cunlinuai-ie-Hu. )
m
i
r
MUTILADO


&.'
2
cjili u fozor ii papel do cao que Iraz ao pescoco ojan-
lr ilc mu senhor e que reaunclando ilollriun o im-
perio ullomano, te ajiulo para lomar sua'parle del-
le. A osle respeito encoiilramoi um boato mutilar
cm mu joruil alleui.iu. Dizemnueo gnliinelc iuglec,
logo que suube da partida lia esquadra franccia
para o archipelago ileu or gleza de razer-ae de vela para o archipelago ,
1140 para c unir esquadra franecta no iulc-
IM 'la Porta Ollwnana, mas para vigiar01 seus
movimenlas o impedir que d um desembarque no
limpio : boato ridiculo ; porquaiilo coro quo dara-
mos um desembarque no gv po f Mas elle d a co-
iiheccr, ridiculo como lie, o que se podo crcr .le
nos, e sobreludo o que se ere da Inglaterra e dos lu-
gares, em que sen peiiMniepto ji tcm procurado una
compensarlo na queda do im|ieriontlomano.
Esta historia do Egvpto nos condu/. Franca, i
boje o sanio csl dado"na Allcmaulia, como na ln-
glalerra. O quo den lugar a complicaran oriental
nao be a misino do roude de Leinlngen ou a di
principe Menscbikor ; be o protectorado dos ralbo
tiros reclamado pela Franca em Jerusalcm. Seja-
iios permillido oliservar, que todas as veos que i
quesUo do Oriente se reuova, a Europa parece sem
pre haver-se de modo, quo baja una quesillo frail-
era, a qual transime ludo eiiupceaquea Europ
proloja oiiergiramenle a imle|iendeiicia do Oriente
Em 1839, as victorias de Ibraliim-l'arh cumpromcl
lein (ionstantinopla ; as potencias europeas interven
alim de impeilirem a queda do sulla,. Mahmod
porom de repente por cnlre a quesillo oriental appa
rece urna quesillo frnureza. Nao se traa mais de
evitar a preponderancia do Egvpto no iiiipe
nlloroano, mas a preponderancia da Franca
Egvpto. A pretendida ambleo da Franca c sene
gra'ndecimcnto moral vem a ser o objeclo de lodos
os chimes e de lodas as resistencias da Europa. NA
he o imperio otlomanoquc sesalvou, o correr d
lempo liem o tcm fcilo ver ; be a Flanea que fu
i-omniellida c re[irimida. Eis-aqui o desfecbu d
queslao do Oriente em Mil); eisaqui como o inte
resse da Europa contra a Franca subsllluio ao inte
ir-, da Europa para com o imperio ollomano. lii
ItMO, a Europa, cm vez de procurar fazer rcvlvcr
moribundo, pretorio dei>a-lo ronliniiar cm su
asonia, e malar on inutilisar um um dos linden...
alim de tornar a tuccossao mais vaiitajosn para os
uniros,
Em l*vi rilo vimos por algiim lem|io como seria
possivel substituir urna quesln fianrcza quesillo
ollnroaua; porqiiccmlbn a Frlltea naonioslrou Io-
nio empenbo pelos Monlcncgrinos, por cxoniplo,
i-.....n o Tez em IMii pelo Egvpto. Desde 1818 que
nao lein lido lempo de cuidar no oriente, c |h>uco se
tcm inquietado dalle. Onde achar-se, pois, a nio
da Frailea nos negocie* do Oliente'.' ionio so pode
provar que be a I ranea que Incendien a qucsl.ln
do Oriente, que nen os pcrigoi de Constanlinopla,
Sie lie contra a Franca c na preponderancia no
rienle, que se de>c lomar precaurocs, que ha -
nalmenle em 1858 ionio cm IKIO ulna queslao tran-
cen, a qual sobrepuja a questooltoinana! A coli-
sa era difllril de fazer; lodavia se Tez. Todos con-
cordan! boje na Europa, que nilo se Irala de Cons-
lanlinopla. mas de Jerusalem. Que dircis vos do
principe Mcnaeliikoll, que fazdimillir um ministro
turco, indo ve-lo, da esquadra de Scbaslopol, dos
exordio russos as margena do mar Ncare, do pro-
tectorado reivindicado e ejercido pela ltussia, suhn
iizc millioesde subditos allmanos? Nada saber
dislo. Trala-c da chave do Molo nennM-r,,. ,|.
''"!:"'!M!n.,"e"''''" ceslaaquesla;, pNncipaf
En '. jquadra inglcza sb pretexto de pro-
. tener (.ons.iulinnpln, mas para entregar realinenli
lias maos da Franja as chaves do santo srpulchro
be urna grande hu la de que a proleslantc Inglalcr
ra nao he capaz. Evitemos cm primeiro lugar que
a Franca Iriiimpho em Jcrusilem, ionio o li/cinos
em ISii) para que nao Irhiiuphassc cm Alcxaiulria:
Couslanlinopla leni depois oque a torle quizer I
Eis-aqui ramo a iiuesllu dos Sanio, Lugares foi ha-
hiluicnlc subsliluula em lugar da queslao olloiiiaua,
e a Franca abandonada s cm 1833 como muilo ca-
Ibolia. assim romo o foi cm 1*410 como muilocm-
pciaca. Kcdu/ir a Franca ao isolanienlo, parece
urna queslao mais importante na Europa do que
saraulir a independencia de Coiislantinopla; o he
islo, quanto a nos, di/.emos cm conclusilo, o uiaior
porigo do Conslantinopla. (dem
Sr. Teixeira a respailo de sua propriedadr, roquei-
roque so nnino urna cummlsso, que cnlre em ajus-
te rom dito senhor; e flquo cilc negocio eomplela-
mcnle lindo. T-
Camara municipal, 11 de abril de 1833.O verea-
dor llego o Albuquerquo.
Foram Horneados para a rommissio pro|Hla os
Sr*. Barro Barrlo e Gustavo, a flin de convencio-
narem sobro o quantum da iudemnisacao, que pede
Teixeira pela parle do sen silio, quo, pela plaa ap-
pi uvada, esl desuada i servenlia publica, o sobro
os prazos em que se dovo eflocluar o pagamento da
iudemnisacao.
Ilccebcu-se sem ollcio, c mandou-so remoller ao
procurador para o Um conveniente, urna caria de
parlieipaco u cmara, assignada |ielo l)r. juii de
diroito interino da (. vara criminal dcsla comarca,
Adelino Antonio de lama Freir, em que se dcrlara
ler sido n I ir. J.....Viccnle da Silva Costa absolvidn
da mulla que Ihc foi ini|>osla, por ter deiadn de
comparecer acuno do jury do mez de marco ul-
timo.
Foi approvado o parecer da ronimissao de saudc
sobro a prclenc.no do cnsul do S. M. Britnica, di
zcinlo que se Ihc respondosso que a casa, cm uu.
inora o maior Querosina, nao est eolloca la no lu
gar denominado Lefio d'Ouro o que |>oslo soj,
casa localidade urna das designadas no edita! dOO
de lexercirudc 1850 para slluacao de hopilao i"
saude, lodavia, allcudcndu as conveniencias lop.
graphiras o hxgionicaa, e a quo eslahelcciuicnl
densa iialurcz dcvciu ser situados distantes de p
voailo-, se indicara piiracollocnoao do hospital dos
subditos inglc/cs o lugar quo lica alm da ponte d
Sanio Amaro, na esa oda que segu para Olinda en
ronlinuaran da mesilla linha, o rom as mesillas con
dicoos que o do l.eao d'Ouro
Besolvcu-soqiicscofliciassc ao Kjiii. prcsidenlo
da provincia solire o mclhoramenlo da ra do aler
ro da Boa Vista, quo so acha cm imio estado, quas
inlransilavel, por se ler arruinado romplclomcule i
sen eni|iedi menlo, vislo que pela Ici provincial u
2117, o rcgiilamenlo expedido para sua execurao ni
o cmara conipclir-lho fazer o caleameut
n
idou-sc I
das ras
paros
Mu
dado cm nao. oiiso
quer lugares, ignej
c material animaos
faceau, donde |iossa
cas que Inferiera
de sua conservaco
Mili'
ularaos liscaes
una c o
barradas, lamas
vcaetaocm cslait
i provir cxhalaror
tmosphrra, dando
todo o rui
1CS
, de paire-
miasinali
nos ilias di
sao parle dos obstculos quo i
aprmenlo desla orileui, cque lili
Bioseja |
l)c.spachar.ini-se as peliroeide Basilio Alvares de
Miranda Varrjao, de Chrlslovlo Gome) da Molla,
,io Francisco Joaqulm Pereira.deHermenegildoB-
duardq do Kciiu Moiilelro, de Jos FlUppe de San-
tiago, de Josclina Sebasliana tiavalcauli d'Alhu-
querqiic, de l.ourcnco Jusliiiianorde Josr Antonio
d'Arauio, de Joaqiiiin Aurelio l'erciru de Gu valho,
de Joaquini Maria de Carvalho, e levanlou-se,a
eano.
lio Manuel Icrrclra Arcioli a e-ncvi no imped-
ment.lo sccrelario.-llarao de Capiberibe 1'., llego
Albuquerquo, Olivcira, Barros Brrelo, riego.

i:iMim\H'!i.
PERW1N1C0.
CMARA MUNICIPAL.
Sessao' extraordinaria de 11 mato de 1853,
Prrmlenriu ilu Sr. /'loo (le Cwihariit.
Frsenles os Sr. Barros Brrelo, riego e Allui
querque, llc-ao, Manicde. Camciro, c Moli, rallan
loe.....causa participada oSr. Viauna, e sem ella
o- in.iis sciihoics,' abrio-so a sessao, c foi lida e a
provdd a acia d'anlecedcnlc.
Foi lidooscguinle
EXPEDIENTE.
I ni efficio do Exm. Sr. presidenlc da provinrii
de docorreute, mandando, por assim baver n
solvi.lo a assembla proviiirial. que a ramara ili;
inasso seis supplrnles, para siihsliluiom aos depn
desque fallaxam.Inleirada por se ler assim feiti
tliilrodo juizdc direilo da vara criminal dea-
ta comarca, remetiendo copia do lenno d
i!a-niullas dos jurados que diixarain do roinparc-
cer a ." sessao dojurv no auno de I-"->.Qiiefoasa
Irausmillida ao procurador para promover lobraii-
ca das multas.
Outro do procurador, diiendo que Jo.c Joaquini
Bolelho quer comprar l(J alqueire de ral da obra
parausada do inaladouro |mr 21(1 rs. ao alqueire, e
o director do hospital de Caridado luda a poiraoqiic
cxisle por 100 rs. ao alqueire.
llaiidoii-so responder que \cndesse aiiiiienlc os
ilX) alqueires pelo nreeo ollcrmido.
Ouiio do mean, remetiendo o hollinen da recei-
la c despeza inunicipaes, no mez de abril ultimo.
A coiiiuiis-ao de polica.
(lu i o lo himno, duendo ler hesitado pagara
Frederico de Souza (ionics a conla que Ihc aprsen-
la de 7IWI00 rs., importancia do servico quo ron-
tralou da limpcza do cano d'esgolo de sangiic do
inaladouro, xisloquesuppc queesse Iralialho leve
Eiucipio de 21 de fevereiro ultimo, poca em que
s onlenoii a cmara que o conlralasse com o dilo
Frederico, e niio de Janeiro, conforme a eonld aprc-
seyUda.Mandou-so que o liseal de San-Jos disse-
so desde qualldo priuripinu Frederico a nter csse
servico.
Oulru do eugeiiheiro cordeador, informando so-
bre a polirao de Francisco Marlins Baposo no sen-
tido do nao ler-lho dado conloaran para edificar lia
ra dos Prazcrcs, no lugar dos Cacillos, por nao ev-
islir anda plaa densa parle do bairro da Boa Vis-
la.Une o cordeador levanlassc com urgencia ea
plaula, para vista dclla, c poder delTerir ao peti-
cionario.
Jttiilro do momo, api escolando don 'orramenlos
do caes a fazer do Sul do lellicirooiulofoi hehedou-
rado gado, lias Cinco-Poolas; ii'iiiu rnusidorando
aolo.i d'alveimria ordinaria, e n'oulro de |>cdras
aereas, tomadas as juuliis externas com remeulo ; a-
Iuelle no valor do V20 rs. o este no de :>7liS9.V) rs
' roinniissao de edilicacao para d
deve ler preferencia.'
Outro do Reca de Santo Antonio, informando, que
Joaquim Aurelio Prrcira de Carvalho notem car-
re desde o lempo que incuriona cm sua pclicao.por
o ler vendido a Jos Moreira da Silva, segundo as
InformarAo que obliv era.Mandou-se a contado-
ria dar baixa na callela relativa ao siipplieanlo.
Outro do inesmo, informando que,o pharniaccu-
lico Paulo l.eitao Uurciro d'AlhiiqUerque niio he
mais administrador da jinlira da roa olrcila do Ro-
sario n. 23, e que nuillara ao propietario da mes-
illa, por udo ler iiclla boticario habilitado___Inlei-
rada, c desparbou-so a peticao do dito l.ourqiro,
conccdeiido-sc-lhelicenra para admiuislrar a botica
da ra Nova n. :.3.
(luiros do liseal de San-Jos,'2. remetiendo os
mappasdo gado morlo para consumo nassemanasde
a de abril ao 1. do correnle, ede 2 n 8 deslc (810
rezo Inclusive 2I.V polos niarrlianlcs |iarlieularcs.
Que se archivassem.
Oulro do administrador do remllerio, remetiendo
a i elarao dos preros dos carros fnebres quo condu-
ziram radaveres para aquello cslnbeloeiraoulo no
mez de abril ulliino, na iinporlan.ia de (>2H rs.
Maudou-so remoller ao procurador, para rereber os
i......enios lloridos.
Oulro do liseal do Poco, tralaudo nao so a respei-
lo de ii.io poder fazer evames anilnrios i falla de
facultativa, cmoda dilHculdade de adiar imem se
queira -(irestar a lotemuuhai os ocios da lis -alisa
i;,io, c pcdimlo houvosso a cunara de providenciar
sobre urna e oulra cousa.Adiado
Oulro do menino, nedindo providencias a rmpeilo
da d.-iu-iiaro d'uin lugar proprio, na freguezia, pa-
ra a maianca do gado.A rpmmiasilo de saudc, lia-
ra indicar lugar para dilo llm, de maneira que da
inalanca uAu re-irile mal i saude publica.
Oulro do momo, consultando sobro a ntclligcu-
eia doarl.2. til. 7 da posturas: ato he, se .leve
"lili o jo. que, ilculrodc sem litios, tlzeicni qiul-
quer obra de pedraa cali laipa oh madaira.Que
- ouvisee ao advoga.lo, Iralando-so da urelen.....
de Manoel-Pereira Teixeira. depois dala.....n ll
, O...O sobra a maneira porque comuil.......Ilcrii a..
peliiioiiiiiio, o Sr. llego Alliuioirque fea oseguiu-
le nspiei imeiiio que foi approvndu :
o A visla do calado em queso arlia a questodo
qual dos .lo
justa
ra.lo
ur do na.
Ineipalmo
wteprov.
iM desle
al rondad.
RES NON VERBA,
gallar de oceupar-me eoinpolcnii-
ile pelo prlo, lodavia qualulo in-
icado lenbo por alguiiias vezo, lan-
a.....ara defeii.ler-mu de impula-
, a dirigida! de logar onde nao me
"a:
mullido responder.
pelo Diario (/ Pernamtwco de i do cor-
renle mez, api'csculci um pequeo artigo, no qual
alienas defenda a repartirn, de que son diere, de
algum.is acciuacoB, que Ihc liaviain lido dirigidas
na asscmlila piovimial c explicando os relos so-
bre que ellas so basearaui, parcce-ine ler siiuiricnlc-
inenle demonilrado a na ralla do rondamenlo ; c
guardando sempre em toda am.....iba dccza o de-
coro de vido a aquella respeilavcl corporarao, naro-
cc-iue tilo ter ollendiilo a ncnlii.....lo scus uieni-
ftlai leudo, no Marte ''' /Viikii/iihco do 11 do
correnle mez, a publicicjo da sessao da assuiublca
provincial de (i, vejo que o Sr.drpulado Mauocl Joa-
quim Carueiro da Ctiulia, proruniu refutar oqiianlo
liavia cualli dilo, sem que o po,lc mo so piide Ver pclaronlronlar.ln do referido arli.o,
alm de que moslroii-so muilo ollendido com o cpi-
graplie do artigo AM non Ctl Do, a que deiiominou-o
homoxipalldco. Paawiido, pois, a examinar ama a
guincnlaiiio. tralarei deuioiislrar, em como ella nao
pode ainda proceder.
Para juslilicar que liouve erro no orcanicnlo iloS'
lauco da estrada do norle, a|ioiando-se o Sr. Car-
ueiro da Cuilha no parecer da ci.....uissiio, approva-
do pela assembla provincial, que manda pagar ao
respectivo arrematante daqueHaobra urna Indcmni-
sacao ; mas nao relleclin o incsniosenhor, quo osa
ndomnisarao proveio nao de erro de medirn, mas
llm de una rirruinslanria exlraonlinaria o imprc-
vi.la, romo claraincnle inoslrei no artigo a que se
referia, o que por eonsoguinlc mo pude ser coneldo-
rado-como erro de orcauenlo ; c lano be bao exac-
to, que oslando o governo pelo ii I. III da lei provincial n. 281! n mandar pagar
aos arremtenles as dlfereneai que apparocorem nos
oriaineiilns, proveiiicules da erros de inedicao, nao
o rea naquello raso, por reeonheeer que era elle li-
Ihode Ulna cireuiiislaneiacxliaonliiiaiia, que eslava
lora desuii allriliuirao. Paranlo o sua argumeuta-
e,lo fui contra producenlc, c n.lo UMlraio a epigra-
filie lie' nun verba.
o corre* da arguincnlaco .1.. a entender o Sr.
Carnelro da Cunha que cu dissera, que a dislancia
dos liansporto do malcriaes para a exerucao de
una obra, nada signilira em qucslies do indeiiuu-a-
cao f-A isso peco a S. S. liienra para Ihodiier, que
eganou-ae, pois nao so nunca dissaiemelhanle ah-
-iii.Io, Boma I iinbein nao se cnconlra cm uenbuma
iiiforinaiao miiibaexpressao alcuina, d'.....le se pos-
ta concluir lal coii.cqucncia.
i'ambem suslcnloiio Si. Carueiro ih Cunha o di-
reilo, quo ihc ansate, como meinbro da anomhla
provinrial, para censurar osados de qualquer em-
piegado publico. 0 que eu mo eo.ilcslo ncn nunca
contoslci, e al considero una obnuacilo para boa
insperr.lo da adminiltratSo publica ; porin reluca
S. S. que quando essas censuras sao fallas de raioes
o bascadas smenle ra lespou-abilidadeda Iriluina
lornam -e um abuso ijo poder, que faz desapreciar a
Para cor
lo, da-o I,i
na obra di
mais do qu
lein fcilo
obra.
A sin di
nioii retal
."lenlo 01
eial, prova
a importan
b .je ainda
ainda nao I
elt
qu
ilurar a Fallada exaelidao mis oreainen-
i publicas, dina o nicsino senhor, que
rasa de doten*! Ja se lein dispeildldo
a Importancia do orcamcrilo, o quej e
roamenloa suppleuienlares para aquella
i rop
9, C
l.le
Moli Reg, o qual he, quo nao eslava feito o san
grttdoiiro daquella obra, lie exacto que aindluln'
clava feilo aquello s.ingradoiiro, porque lambei
n.o uslavam anda concluidas todas as obras, porin
o arremnlanlo tcm do o faior, por isso que o orea,
ment assim o determina.e em o que nao ser rece
blda aquella obra.
Filialmente, disaaoSr. Carnoiro da Cunha, que
receava muilo nao ftcasso esquecido pelo director
das obras publicas a conlInuacJlo da estrada do or
le. visto (lear ella na viiinhanca de S. S., que havii
rensurado a reparliros o quo isso jii Ih havla sid
coinmunicado por alguera, quo Iho mereca loda a
ronflanca.
Admin-me como o Sr. Carueiro da Cunha, dol
do de tanta illuslraco, de bstanle criterio o conhe-
cedor da nossa legislar.lo, lendo ainda quo pouca
relavBc, comiiro, me suppozosso capaz de avanzar
um tal absurdo, dolxando-se assim illaqucar por sua
boa le.
O Sr. Carnoiro da Cunha sabe perfoilamonlequo n
osecueflo de qualquer obra, ou continuaran de urna
estrada, depende do poder legislalivn.quco aulorisn
o do governo da provincia que ordena a sua ejecutan,
c o coiisclhn da dircclora das obras publicas apena!
ah miei(em naorganisacAn dosorcamentose pro-
ponda o melhor nielo de exenir-io. Quando pela le
.lo .o ramelo se ilerrei.un aconlinuarAo do diversa!
ostradas, como aconlecc presentemente, be coslume
do governo dar maior impulso a aquellas que ma!
necosilam.ja polo mo oslado cmque seacliam, j.
pela Importancia do en transilu ; c para isso costil-
na a niiv u a opinilo do rmiscllin da dircclora dai
obras publicas, |>or inlerinedin do scu director, c ?
vista de lodas as razoo pro c contra, julga u governc
quena as obras quo do preferencia dovein ser execu-
ladas. Porlanlo segundo esla marcha do servico, uiii
poderla cu,' como director das obras publicas, airo-
gar-mc um poder, que me nao compele, e que lerii
um absurdo cvidcnlcmcnlc conbecido por qualquei
pessiia a quem fosse isso dilo.
Alm dsso, o Sr. Carueiro da Cunha sabe que
quando por qualquer mciu podessceu conseguir apa
ralisaeao de una eslrada.iienhuin rundanicnlohavii
para o fazer naquella, que passa pelocngenhodc S
S., pois que ella j se acha cincxccueaoato souo.i
gen),C 8.9. nada poda sollrcr, u,u> se rontinuandr
a execula-la d'ahi |ior diaulc ipoisqucjii Boza da re
galla de poder vir em um carrinho desdo scu engo-
lillo at osla cidade, o que simientegnzou dc-la van
lage.....a..... que enlrci para a reparlirao dasohrai
publicas, pois que anlcriorinenle oteve ella inicua
mente parausada. Dcinais polo ineurclotorioannUal
aprsenla.!" ao uovcrnn da provincia cm dala de
23 de Janeiro do correnle anuo, v-sc que iland
cuinprinenloaodis|ieslonoarl. 1(1 S'Jda Ici pro-
vincial n. 2H(i, expendi a inhiba opiniiio a res|icili
das obras mais necessarias tiesta estrada, o que por
lano cu nao havla de me conlradizer em lo pouc
lempo, sem que para isso linincssem razics mull
ronvinrenles de ulilidade publica,
Nao me record que parlirularmciilc livose tra-
tado sobre as conveniencias da eonllnuaoao da olra
da do Norle senjo com o Sr. coronel Joaquim Ca-
valcanli, propriclarioilocugenlio Paulisla, por orea-
0 em que osle senhor so arbava na sala de miiilia
reparlirao. e me |iedia para cu mandar estudar
prganliar o o ramelo do lauco da estrada, quo w
minar no sen cnueiilio, diiendo quo o quera ar
Balar. Por ola occasiilo Ihc respondi .pie en en
tendi.1, que as obras iirais urueiiles da olrada d
Norle eoiuUiam na factura do linea da eslrada d
tioiaiiua e de alguinas pona ; e que dcssasnbrasj
liavia mandadooruMiiisar as plaas o orcamentos
relio* os quoca entenda que se doria tratar de con
e.luir a eslrada de Pao d'Albo, cdnr maior andainciil
a da Esrada, as ipiaes Julgava mais uraenles allenl
as sua, impoilamias : ola occasiao pcrguntoii-m
i dilo Sr. coronel Joaquim Cavalcaiili se cu lilil
doplado essa opiiiaocm conscqucucia do que liavia
dilo o Sr. Carueiro da Cunha na assembla provm
eial, ao que llie respondi uno quando cu Iralava di
ulereases pblicos nao oiliava para convcnicnciai
particularw, que essa miiiba opiniiio niio era rorma
da de momento a flUia dopalioea, poU queja a II
tilia apresenlado no incii rclalorio deslc auno, que
osla impreso; que com isso o Sr. Carueiro da Cu-
nha mo era prejudicadv, lano mais que iicubun
motivo particular liaba para obrar desla maneira,
Foi o quanto se passott ocla conversaban parlu ulai
o que poderti altostaro meemo Sr. coronel Joaquim
Cavalcanli, como espero de sua honradez, pois que
ludo isso so passou na sala da inhiba rcparlioilo pe-
anle os diversos empregados que all se achavain.
Julo ler respondido as aruuiroes que me foram
follas, cconrluiiilo aquicaM minha cxposieao (levo
declarar ao Si. Carueiro da.Cunha que, quando es-
Crevi o artigo a que S. S. se referi, njo.livo lulen-
roes de alocar a pessoa alguma, o muilo menos a S.
S. rom quem mili a algumas relarocs ', prorurc
sciupreciiipreuarcxprossoes claras, para que njnof-
rerecessem duv idas cm sua interpretaran, porin de-
fendendo me do lados porque liavia sido acensado,
era domen devercxpo-loslacscoino se passaram, o
S. S. naoM deria oflemler rom isso, porque cilou-os
conforme tinhu sido iirorinado.
Redfe 16 de malo de 1853.
JW Miimeile .llm /'eireini.
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CORBESPOXD
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. redarlm: I
iirrenlc, depa
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radico eolMltulHU da provine
tonda son natural c morador), c i
r com indillereilia as falsiilado que
ulereada adinini-lraiaodo Exm. S
Jos lenlo da Cimba e Figueiidi
l!)l de 18
scrlplo do
::t;,?se
lanos boneflcuw re
que admllta
uha pn
eu mu ronceili
dcalliiiuta da
-Un
ida jornalas.
verdade olle
que os niappas jimios ao
id, apresenlado em Janeiro do
balances da Ibesourari.i prov iu-
leiilemcnte que ainda n.o se gaslou
laquclle o,, aiueoi..,,lo .pul ndala do
slc um saldo de 7(I:(MXI?, que lamboni
corcamenloalgum supplcinenlar para
ni isso poda ler lugar, vislo existir o saldo
ma lenbo referido, entilen reioulieca que,
. JIM qitanlia mo poderao ser roneluidas lodas
as obras ; nas reservo para em oceasUo con ven lento
aprcsenlar os molivos, iiuesullieienleiuenle juslili-
eam a diferenea que poderii haver. Porlanlo, anda
por esla vez foi contra producenlc ose fado batido
a disoussiio para destruir o /tc< non cerliti.
Tainhcm Irouxo adiscussao o Sr. Carueiro da Cu-
nha o ni..menlo do rae, e ale.....la ru.i da Aurora,
Hiendo cr Marido nellc nexadidoes. O orenmento
desla ubra fo organiaudo por oulro engenheiro e ar-
rematado anlerinrmcnlc a minha cidrada para a
reparlirao,- e por itto nenhunm re ,:abe de ra nrgani-ao ; todava deyo declarar,
que a rerlamaco feila pelo arrematante, comiste
principalmente na parlo do rao correspondente a
frcnlc da casa do pal do mesmo Sr. Carueiro da Cu-
nha, cuja porcSo do cao enlcnde o arrematante doM
ser paga pelo governo, e sobro isso ja infonuei cir-
Apprcsenlou inas o mesmo senhor os orramenlos
do eiiibarreaiiieiilo da olrada do sul, como quo lid-
ies llvesseliavido algumas incxaclidiles, o comquau-
lo esso oreainciitos rnssein feilo por outro engenhei-
ro, e j otivessem arreni.ilado, quando lomel conla
da reparlirAo, lodavia ncnliiiin erro ou omissan fui
nellea eoeonlrada o uenhuma roclamacjlo apparcroii
da parle dos arrematante!, salvase o Sr. Carueiro
da Cimba quer considerar como arree o n,lo ler o
ropeclivo engenheiro comprcheiidulo no oreamcnln
loda a estrada, c dcixassc de maullar ombarroar al-
l;iiiis lugares ; cujas razos roinipianlo sejain facis
do ninliecer, lodavia deixarei ao inesmo cngoiihciro
?ara asa|H-esenlar.
rrazcudo ainda o Sr. Carnelro da Cunha para dis-
usso a obra do acude de San-Bcnlo, quiisustentar
que liavia aiiienormenlo dito sobro a ralla de *s-
guranta daquella obra, porni a conloslacao deslas
Mea apreseulada fmmediaUmanle pelo Sr. depo-
l.i.l,, Mello lingo, deslruio complolamonloludoqiiaii-
l ilissen Sr. Carueiro da Ciiulia.e roiioliorou evu-
l ranleiiienle liiduqii.uilo liavia eu dito lie ortigo a
iiuose. referiam, epoupam-mi) de Iralar waa desla
materia, rolaiido-ine soineiite roctilirar um apai I
dado pido Sr. uedodcMclto, quando fallavaoSr.' do Melloe NuuesdoAguiar
les liuhase
dida.
Dilo artigo que niio ha partido .m/iiiircnm
o na provincia das AlagdMj, que a dilo Sr. con-
ellieii.....i......rganisou,que a maioria da pro-
.. v inna he liberal, o que os inculcados ordelron
o eslan cm doliarinonia ii: o iipresenla una vsla
......noria da inesma provincia desde mil eolio
ceios quarcnla O qualro, prelendcndo tirar dalla a
prova de siiasasscrroes.
Vriamm:
Allirina o Temiio, que as Alagassc achava di-
ii vidida as duaa parcialidades liue cabelluda,
i quando em I8W npnareccii a revnlncflo de Per-
ii iiaiiibuco, loiuloja alguiis meinhros daquella, se
aniladoe a provincia compreliendido a neceaii-
.. dado de una publica que consderasso os inlares-
ii ses uerueso proviuiiaes, c se esqueeesse das lulas
0 de inlercssos pequeo codiosos, i. Qiiainln .i I.
parle dis-e a verdade, i.....quanlo.i 2." adulleroii
1 historia; porquaiiloaiudacniao se achavain as
dua, par. ialidado, em sen lolal lirmo no seulinicn-
los de odio e incuiiciliarilo, lano que no auno so-
guinleapresenlanilo-se candidato a deputacao geral
o Sr. Dr. Franciseo Ignacio de Carvalho Monia,
quoera cabelludo, loflrau repulsa, c s com a chc-
gada do Sr. consellieiio Jos Benlo ro que aquello
los su modilicor.ini, c iodo o Sr. Carvalho
Moreira sercleilo dopulado pela sua provincia, ob-
ido laillbein liosa orrasiao alguna votos o Si. Di.
Cansansao do Sininib. Anteado Islu principio da
Idminlllrarao do Sr. consclhciro Jos lenlo lano
do havla polfrea oaro/.eioroenleHaoecaoiHiisto,
pn: razciido-ae a etoie.lo para depulados geracs cm
1817, na presidencia do Sr. Peixolo de Brllo, sab-
Icilos pela parcialidadc fsn, que era a domi-
nante uu provincia e forleroenle apelada pdomeamo
Sr. Peixolo, entre individuo! dosa parcialidadc,
osSrs. Comes Hilioiroc Casado Arnatul, que cram
allados saquaremas.
Asscvera lamhein o 'riiiwi que .. no dilo auno de
i( 1818, iMirinnucniia das ideas o dcdican.es pela
o Uberdade naquella provincia,ea espiriloipronun-
.. riai.un-se, c note |ironunciamento os liomens
o mais imporlanloda parcialidadc lisa c muilo- da
paicalidlde eabelliula. uniram-so c eongracarain-
se, al que a iinprensa H6m/. inaugurada lias
.( Alagnas cm7 de sclembro do 18'>l. por urna com-
.. binaran e loinpromissos geracs, nprcseiilnu o sen
ii programma ; crcou o oraanisou o larlido liberal,
polo cm sua drccriio dos homens iiiicero$e
o oulra das parcialidad
u-e
A segunda asscaeo, a de hacer a tmpTMa eoij-
liiuinir creado e organitado o seupartiionat Ma-
gda com o homens tlimrotc honrados de urna e
oulra parcialidadc, lie injuriosa a maioria da pro-
vincia, poli que sendo moito diminuto all o parli-
do coiutiluinle, como momo em Pernambucnso
labe, excluo a sinreridado e honradez da Brande
maioria dos homens preeminentes da provincia,que
sao adversos aquella poltica cconlra ella pronun-
ciados, cujos nomes seria ufadonho enumerar. A'
exrepclo do lia.harel Jos Angelo o sua lmiili.lis-.i-
ma lniilia, dos ox-tenenles-coroncisMavignicr e
Vieira Pciiolo, bacharel Raposo, rigario Bello, e
do v ribo l.uzColho,ni-vco-presidenle(faieiidcre
nplorio a quem o Tempo nao re,a de li,.uljeajaUI
para i
na bolsa), nenhuma oulra pessoa
portancia apparece n frente de lal partido, cuj.
ideas repulsivas alrrram os liomens sonsaloa c a-
maulo da pro|ieridadc publica.
A tcrcelra asserrao, a do ser a maioria da pro-
vincia eminentemente liberal, s pode ser verda-
deira lomada no senlldoda Uberdade bem cntemli
da, dessa quo domina gcralmonte os coracoodoi
llraileiros, lijo consentindo quo o despotismo agri-
lllo seus plaos : mas nao como a eiileiulnm os cxal
lados liberales, provocando o povo resistencia
armada toda a voi quo um governo nao Ibes a-
prai.
Se a maioria do Alagoanm olivse possuida do:
momos senlimenlos liberaes que (Izcram rebentai
cm 1818 urna rcvoluco em Pcrnainbuco, o gover
no nao poderia ronseiiuir a coadjuvacao'do restalle-
le. menlo da ordciii aqu: he mais unta conlra.lin;,!.
de lempo. A provincia olavadividida em dnas
parclalidado : os lisos no poder e os cabelludos de
polos. Eslo romo nunca linhnin pegado em ai
mas conlra governo algiini, c de mais hav iam soffri
do grande persegnicao as administraeoo dos presl
denlo InslOJ ou liberaes, sendo entilo ilefenilidoa
por iiicmhrm do partido (Ofimreina, sii a favor da
ordem se pnderiam mover, se fosaem chamados : i
quello (rallando cm geral) cama Ihilrum sida ainni
liados quando se achavain pcrdhloso derroladoj i
caiii|m da revolla rm 1811. reeusaram, anexar d.
scilureilcs, e ncn iinliaul nlcressc em se eiporom a
favor do uinvimenlo revolucionario de Pernamhuoo
So Mavignler 0 Jos Angelo mnilr.uain-sc all'eico.i-
dos i rcvolurao do partidopraWro, pelo que foram
pico, a proeossados.
Note estado se achara a provincia daiAlagow
quando cm i n I ln. de 1819 rhcgou all de proidenli
bil. Sr. Jos lleni... Tralava-se da eleirao di
depulados aerao, c como nilo liavia dcdiracilo po-
llfica geral enconlrova opposlc.la a candidatura de
Sr. Carvalho Moreira, que se liavia bem expressa-
inenlc pronunciado na corle |iclo partido Mffnora-
ma. Exc. principiou logo a mostrar por fado:
c pela persuasan, que niloapoiava nenliiima das par
cialidadessem signllcaco poliliea, em que eslava
dividida a provincia, e que su um pensamcnlo d
viam lerus lioincns bous e hem inlencionados d(
la, ntt leasem lltot ou cabelludos, que era suslcul.
c defender os principios de ordem publica, prt
lando nesso sontdo loda coadjtivacao
verti.
Fex-se a eloiotn com libcrdadc de vol, sendo a
I." que nppareeu disputada as Alag.ias depois d
sinislro anuo de 1811. Desde enlo coiiierarain o
cabelludo< a respirar um ar mais liv re, c algUUI UtO
foram cedondo do ma Intolerancia, e aa hoslilida
des cnlre os doui pequenoi partido! desappardte
rain.
Quando do Ion de 1810 Pedro Ivohaslcoiidenov
opendao da doordem nesta piovinc'u.....hava-sc
todo o'nnrlo das Alagiias ini-ado do emigrado! da
Pernambuco, que procuravam cun ludas as lorcas
seduziros Alagoanospara ajudarcni aquello rapilao:
Mavignler e Jo, Angelo haiam outro tanto na
prieto de Macelo a tonada Ir' linhaquc viera da
dille com uSr. NuilesliuAguiai se liavia retirado
para aqui.O presideule s linha a suarda nacional,
em parle muilo mal montada. Nilo obslanle pide
o Exm. Sr. Jos liento piolar um lorio auxilio ao
reslabetecimenlo da Iranquallidade em l'ernoinbu-
co, arrancando das mallas o diere du lOgundo movi-
mciilo, como lio licm sabido : e como o poderia fa-
zcr se nilo livose a roadjivaralo dos principaes bo-
meiisd provincia 1 se nao os hoiivesso eliauadoa
.....a uiiiia.lc do pcnaainenlo cm favor da Ordem pu-
blica'.' lilis prestaram-se eoni suas pessoas, oulros
com sua Influencia local, c oulros com una c onlra
cousa, au encontrando os anarchislas apeiu de aon-
sideracaoque pti.lcssc uciilralisar a aeran adminis-
trativa contra aperlurbarao da ordem.
OlSlM. Pilanga. Oilinca, c commeiiilador Joa
Paulino, que uo e.lavaiu as pnsicio olliciao,
multo sedislinguiran na roadjinaeilo 80 governo,
os dona primeiros com seus serv iros paasoaoa o o 1er-
celro com sua poderosa influencia em um dos mu-
nicipio! ao norte da provincia.
Foi nena occasiao quo aquello poneos que boje
silo coatliiuiHlrs.se pronunciaran! a favor das ideas
ra liberaes, nao leudo a Imprenta ronsliluinle
lepois de inaugurada adiauladn mais nada an seu
pailido, salvo se quizer Nitor romo scus adeptos
un uu dous candidato! deputacao geral na ultima
toleto, que, mallograilos, prclciulein ailribuir a
presidencia o niiiii xito que liveram.
Quando emartembro de51 o bacharel Jos An-
gelo inslalloua iinpiensa consliluinle as Alagues,
-lia,illi um peridicoruiimirema, o Cantil!*
I, sob os auspicios de Exm. Sr. conselheiro
Jos lenlo, c fui csse peridico que roinbaleu logo
todas as torras as deas anaribisadoias do VV/n-
po a Argot Alagoa'no eosdeaapontonemieti ro-
mero.
Pnr lauto lie lainhein nienlirosa a asscrraode quo
a iiaiigurarJn daquella nipreusa c a organisaro
do scu parllo prexoeou au Exm. Sr. ronscllieuo
Jos lenlo, a orsanisar mu partido taquarrma na
provincia creando para iso o Timbre Alagoano. a
O Timbre nilo Tai mais do que um segundo orgao
la. Ideas onricas cu taquaremot, que cada vez. vi-
gor........ais na provincia.
I.....mis, so ellas ja naoexislessein propagada! pe-
la Imprenta ufllctot, a acoilas pela grande maioria
loschladilos iniporlaiilcs da provincia, lano lisos
como rabrlludos ; se ainda pro.....niia-ein as riva-
lidades culi a estes pequeos partido! ou lacrois;
o M segundos inqucni as fallas liberaes prorura-
ainacduzii nilo tivosem plena cnnlianca no co-
c no, inspirada pelos actos da presidencia ; lulo le-
a o partido ronsliluinle encontrado lana repulsa
orno Ibeaconieccu, motmo estando ausente da pro-
inria n Sr. eonsclbciro Jos Benlo icoiuodcpulado
i assembla geral).
Dil ainda o lempo que a S. Exc. lulo fui rerra-
i do pelos boinens honrados da provincia, e ao de-
i ra os lugares ou nwienei ofllciaei os cerca-pa-
r locin: ora perguiilarci a ene iinpiideulc foli-
ulario, se os aenhoro ruinciidaibir Jos Paulino,
oronel Meudouca Avala, Dr. Robera Callicirm,
orond (Inmes Ribciro ex gario Jos Gabriel apre-
anladoa pelo Sr. ronselbeiro o ulliniamenle nomo-
idea), -eran por veulura cerra-palarios sern ho-
nenidpouco carador, sem principio! ultrica
presdanlo que aduloin ao prcsidenlo para oble-
unlarei'nia'bi seos Srs. Flix Jos da Costa,
Manoel do I-arias Cahral, M mor l.ino da Silva
Tavarcac Manuel Dios (on/.aga proposlos por S.
Exc o ha pouco Horneados (oinmandaiilcs auperio-
da suarda naolonal) lazciuloirus que quasi uim-
pparecein na capital, lamhein acrilo cercu-pala-
f Queren o lempo dar esla qualiliracao ao
. commendador Jaciulhnde Mendonca, rouuuau-
I danlc superior de Porto Calvo t talvcz, pelo rencor
i que Me consagran! osscua redactores ; mas negarlo
quo osle Sr. jumamente-cun seu euiiliado Jos lu-
nado dM.....loma ae diinillirain cm 1817 dos car-
go que cxcrciam (de coronel de legi.io c lenle
coronel da guarda nacional, na i.....linislraean do
Sr. PeixiilodeBriln, pronunciando-so desdo entilo
pela poltica laqutrema (que eslava decabida t e
que quando alguna chelo nuciros leiitaram em
deiembroda 18 rebellar o municipio de Porto Cal-
vo, ello nao sendo autoridades foram oa primeiroa
a oppor granito roialcncia .i desorden!, unidos ao
deleitado do polica c ajudadoa pelo denodado Sr.
P.idrnho I Sern cerro palacio oles dous novas
lenlo coronis '. sc-lo-hao oa oulro roniinau-
daulodc balalbesc ibero de Miado maior da
iioai .la nacional, lambeni ha pouco nouicado sobre
ilepulado geral na administraco do Sr. Jos Benlo,
nao linham elles motivo deseraolrarcm adversos
ao governo, nem ao prcsidenlo, quando mejillones
fosaem domluados do tenlimonlot ordeiroi, como
oslo.
Tenho al aqu deamentidoa historia mal conta-
da do Tempo quanto ao panado, refutando rom o
dcapreso o mais que diz em desabono de S. Exc.,
cuja rapacidado administrativa, c carcter sisudo, e
honesto, silo Uto conheeidns, que bem molram qno
laas kiiuli.la.il-, fnram smenle dictadas pelo odio
e paixodos redactores do Tempo contra S. Exc.
Vamos agora ao otado presento da provincia.
Ot ineulcadot ordeirot eitito em detharmonia,
) orgao ronsliluinle, e mais abaixo acrescenla
que he prora disso o nilo ter lomado conla da pre
...denci'a, naretirada do Sr. conselheiro Jote He
lo, o Sr. sommendador Jote Paulina, reinando ai
da odios o i .i inore- entro iim e cabelludos.
Com que requintada m t no pretende o Tem-
po tirar de um tocio p.rricular urna conclusilo ge-
ral O Sr. Joso Paulino, segundo rice proidenli
nao i.mi. ni ron la da admiiilslraeau, c aim oSr. Di
Sobral ;primeiro da lisia), logo ha desharmonia cr
Ira os amigos da ordem, niio existo partido taquare-
ma na provincia das Alagoas. Essa lgica lio ni
seravel. Eslaru o Sr. Jos Paulino por aso dcel
rado /icid ?" Tem apresenlado algum acto cm op-
posirao ao Sr. Sobral I Diga francamenle o Temp
qua, sejam o* relos quo corroboram a sua nsser
ci ? Quacs sao caso odio e raneares das enliga
parcialidadc! quo ao bao renovado. Nao VC pe'1
contrario boje tan nimiamente ligados, cm vario
pontos da provincia, Ihns rom cabelludo!, do mal
acrrimos onlr'ora 1 Porexcmplo.uo Pcndo, Trai
pii, Anadia, Alagoas, Alalaia, Asscnihli a, Ini|iera-
(riz, Villa do Norle c Porlu Calvo nao so aprsenla-
rain ello confundidos uns com os oulros Irahalhan-
do em mu mesmo acnliilo uaselcicoo '.' na capital
onde os consliliiinles tem maior tequeilo-na popu-
Incflo, ii.lu so xiram pessoas de ambas aquellas auli-
sa parrialidadca pleiteando a deleito nodoua lado
poliliros- Equal oulra podra de toque pode ha
ver que provea ligaouseparacaodo homens enipo
lllical
Se porem alguma desavenca ainda re-la, ou cxls
le eiilrc iiosoas proemiiienlo da provincia dedica
das ordem e que conslilucm o partido saquareim
na Alalina,, njn he certanienle por motivo polill
COS, o lim por causas parlsculares anligas c soinen-
le locacs, que o decurso do lempo val dovaiicecndo
mas que nao as arredartu dos principios iiorqnc se
acham lao claramente pronunciadas. Por cxempU
ao norte da provincia, se os Srs. Jos Paulino i
Mendonca uo silo minios amigos particulares, sai
correligionarios decididos pelas idees saquarenias
E dislo use pode concluir que nao existe parlid
taquartm ou oriirim uaa Alagoas, poit que a lal
la de inllmaa relarocs cnlre um ou oulro incmbn
do mesmo lado poltico, uo dcslnic a unilade di
pctisamenlo rununum para o mesmo /'un. Tcm-sc
vislo amigos parlirularrs srndo alias bem p
ciados adversarias em poliliea.
Vejamos linalmenlc se o relo de se adiar na pre-
sidencia o Sr. llr. Sobral,sendodcpulado geral, pro
va alguma cousa conlra a unilo do partido oraeln
lisie Sr. por molivos smenle parlirularo (com
de molestia em pernea de sua familia, ele) delxo
de seguir parir a corle antes da iuslallaeoda asaent
Idea geral, e sendo o primeiro vire presideule, nin
gui......cuna que a elle compela lomar contn d
ailiiiiiiislracil" : depois por incommodo de sua pro
pria ande iiilu poileiido embarrar, rnulinitoii II
presidencia al que Iho lese peariuel ir tomar as-
senin all. Nem oSr.Jos Pauli..... nem oulro al-
gum lioinem sincoro poderii erar que 0 Sr. Sobral
cdeixusselirnr na provincia com o lim do impedir
que a administradlo paauste ao ugundo viee prc-
sidenlo : nao ha lazan alguma para isso. O Sr.
Dr. Sobral por I rea vetea que oleve na presiden-
cia, quando o Sr. conselheiro Jos lenlo la lomar
assculo na assembla senil, fiel seguidor da polill
ea conciliadora de S. Exc. para ruin as ditas auligai
parcialidades da provincia, sempre moslrou batan-
le moderado c bouotidade; c aehando-te agn
eleilodepulailo pelos votos de lodo na amigo! ib
ordem sem disUneelo du risos ou cabelludos, na.
i.....lo a mnima indiiposirao com o8r. Jos Pauli-
no, como lie bem notorio, porque o pretenderla ar-
roda! da presidencia, conheeendo alias ascxecllcn-
les ipiali.la.los civ iras emuraes deslc senhor ".'
So a re.lacrao do Tempe rom lins sinislros pod
dar a iulerprelaeao quepreleinlc ao helo dr te a-
rbar na presidencia dua Alagoaao primeiro uo o
segundo viee presideule. li bem ae deprehenile a
raxaodesMprocedbt.....inda follia conetUulale: o
sen partido be pequenino. procura intrigar oa or-
deiios, para ver scoaugiurnla creandu algum apo-
lal.ieulioeslea.
Sr. redactor, rom a imprcssito desle mal Ira-
radas linli.i, moito ohrigar aoseu alleicondo lei-
lor / ni amigo da verdade.
He
mez
i rpi
a
i
. 6S7 de IKdo
un artigo sob
rendo o scu
. pretende ter
mndame do deala-
i dr Mello,
ouvido em
nenie
alen
o honraiat de nina e oulro das parcialidades auli
n gas, auiiliaudaassiin a tnassa doa Alagoanos, quo proposlado Sr. consclhc
,. ro c ser sempre eminentemente liberal, a Porque uo declara o -lempo o nomes .1 esso
Cun a execpcilo nicamente do relo do ler upre- quem chama cerca-palacio para nielbormoiile c- pu-
senlado all a improuaa consliluinle o scu pro- dennos contestar ? Por cxcmplo, u Sr. \ cenle d
gramma cm seto.....rodelll, acha-seole tpico lao Paula Carvalho, pritneiro tul ticiir do munici|
lTaatado da verdade como as trovas o eaUo da de Anadia, a quem essa lulhaiba cortejado, nao (cm
jUI_ lao claramente se pronunciado conlra a pollina l
A prinieira assercao, a do te terem ot eipiritos beral coatliluinle, ja ou rollcgio eloiloral, j
pronunciado twr influenciadas idat e dedicarlo assembla provincial, deque lio moinhro ello
pela Uberdade, econgrncado-te os litote cabella- rmaoosohrinho: que mais pravas quer d
oVi (seguramente a favor da poliliea libe ral, como prolisaao eprincipios 1
odoiirchondc'almdeacrhieacla, he contrapro- A ropeilo doa homens do importancia na pro-
ducenlc, por quanto te liouvene este pronuncia- vittciaquo au exerrem iiosicoesoniciacs, provoco o
niuolo lilo grande e geral, uo deixaria a provincia Tempo a quo declaro qnoca sejam esso que lend.
das Alagoas de auxiliara revolucio de Pernaiiibiirn. relaeoo dcainizadccoui S. Eir. d'elle so afaslan
A rodoccAo do lempo nao raido destruir csse dile- por nao eiposarom sua poltica op reprovarenu
ma: ou bouvo pronunciamento e oaso fui a favor du dminislracao? SerAo acaso o Si-s. Maraulin.
ordem publica i por coiiseguintc, das idaa taaua- Ferro e Frederico (cunhedo eirmaoi do Exm. Si
remat), ou a provincia daa Alnadas saturada anda CamanUo doSininlm')aos quacs o Tempo lera (d,
dos mesqulnhw senlimenloi de Uto e cabelludo, toi i balde) procurado rhnraar o seo partido 7 Nao cer-
iiidiirerenloi. revolla do parlido liberal em Por-J lamente. Pelo contrario estes Sra. liveram sempre
namlni.o. pode,ido oa proidenles de aulle i......fari-1 juii/ade cuino Sr.rousellieirnJos Benlo ale a sua
lidade prolai un auxilio di rria publica ao reala- rolirada da provincia, lonilo un d ellea vo Si. I erra
belccimenlo da ordom neaaa provincia, servindo-ee ido de aua casan capital em mais 18 leguas, assulir
loa nietos oflicines. i orno acouleccu ao Sra. Baudcira ao embarque de S. Exc.: osando o Sr. Sinimbu
I um dos delegados do governo aclual, ulitudo clctlo
arlares.I.eudn a t.niai
pie vai lindar, all depare! coi
raplieNazarelhno qual q
aiiiur provar a veracidade du lirn, q
adou altores Scipiio, c
nenio d'oln cidade, asscv era que, ei
l o Sr. lien-ulano liau.i-co llainlcill
e uniros cu declarar.....confcssra ler
um circulo praioiro, onde se achava o le
ici Antonio Aurrliuuo Lopes Cuiilinho
ulrosinlluenles, faUar-tO de assassinat
ll'ercs Seipio. dias nulo de vei iliiar-sc a lenlali-
a. sendo que O mandatario aibava-se preparado,
indodeCruanuv, c couservado cm casa de Juila
Pedro, pardo, otolro, c morador d'ola cidade! I lio
este ocaso, Sis. redactores, cm qaomecabeapplicar
) anexiin(Juod tolumut, /avile crediiuus -; xislo
orno o autor du mencionado artigo, que .io bem
iiformado est o que sr patea /'esta cidade, ale
nesmo tus coneertas particulares, chega a torturar
i logira, rommelleraiiachroiiismos, e al invenl
. (cnenle-corond quem IIie iizera semelhanlc re-
laco, e nem d'onde viera eme que se diiia man-
dalario, nem lao pouco quem seria o mandante.
tiomo pois inventa a Unido estas cousa, sup|irimc
ni opaco de 5 ou 6 meto, faz-me aasialir a circu-
lo uuo naoassisli, prorerir palavrai, que na.> pn.
ferl II Oh I Sra., se quliesscla, comporieia um Ko-
lance! Hceebei denle ja o meas emborai, por
lerdo urna vea to feliz.
Tambem admira a seguranca com que a VhIo ..,-
severa, que lenbo asaeuto, o voto nos clubs praieiroi
l'etta comarca I Permltli, Srs. da ('nulo, que vo,
lembre que um homem de honra nao atsevera aquil-
lu de quo nao esla eabalmenle inlcirado: cu nao ir
iho ausento nem voto, como dlxeia, no clubs prnici-
oa d'eita comarca, icho quo eiisunn clubs: tenln
ini amizade com alguns membro d'esse partido;..
icni oulra cousa roe cumpre fazer, vislo como nao
lim para aqui armado em guerra contra quem nio
quizetsc honrar com sua amizade, fussom quae rus-
,.-ui suas opinioes poliliea. B queris saher,norijiic
nilo vim armado em guerra contra mpgiicm'.' I'ur
que o em prono que leenpu niio me foi dado por
partido, nem oobtive por meo de indignidades, e
sim |r meu trabalho; vsahiotavcis.ereis grande,,
eris protigioso, dlxei francaincnle quaiflas vezes
subi vosias oteadas em busca de empeuho; ahi es-
lo o mens examinador, pergunlai-lhet, te algu-
ma vez receberam empenhos, uu pedidos mena, mi
de algueni cm meu favor; pergunlai-lhes, se alsiim
dia me coiihecerain ic nflo na oeeaiiio do exaine!
Seulioro, qncm nao tem recunoi da forluna. e
nem espera adqucr-los por tneia de poliliea, lia mi,-
1er viver com lodo; e do mais, cada unr be livre,
o pode ler amizade como Iho convier, ao menw cu
pens assim.
linli.-I,mi o, lirai saliendo que sempre peii u. i.
creiu que ainda hojo periclito ao lado saquarcma, .i
quem j.i Uveoccasio de prolar algum servico, fri-
co, he verdade, mas sempre fo servico. Porlanlo,
rugo-xo que a meu i espeilo lenhao muilo em vi-i.i
.1 iiiavimadae-lilll avel inad,uneelle Claiiott Di-
vouer une ame honnele au remoras est le plui
graud des crinesemedeixeis viver, proteslan.l.i
uau vollar mala a carga, porque nao gesto de dar-im
dil o-po, larlllo.
Rogo-llies, Srs. rodaclores, o obsequio do dar pu-
blicidadc a calas linhas;ebcm a,,nn aosinl.-ii_-:
11 o-, | no va.i,i hai vo para o publico ver que eo u.ii
diese, nem pudiadizcraqutllo quea (Viiidoquer,poi-
que nunca me persuadi, nem por tonlio, que o Sr
Icuculc-curuncl Antonio Aurelianu toen capazili
inancbar-seeoni criino, nem (leeouieulir que eu
sua casa se plancjaaae a cxccucao deertmea c ron
ialo muito obrigar a quem se contosia.De V. S.
atiento venerador c criado.
Jos Faustino Marinho Falio
Nazarelb 1 de mato de IK.
Interrogatorios a que se refere a corretpondeiuun
. flama.
Pcrgunlou se o interrogado nao diese mais a di-
las |icssoas fidedignas, cm juslificacilo do lente-
coronel Aureliano uo ler parlo no liro do altero
Seipio, Ir.tzendo por prova queja a esla cidade vie-
ra um assassino, para malar o alteres SripiAo, e que
o dito Icneiile-i-oronel Aureliano, apenas soiibc, tt-
hiu a ra, c fez retirar o assassino; logo quem as-
sim procede nao concorre para a roerle do alteres
Scipiao.
Responden quo ha mezes, calando o Interrogado
emeasa, uceupado no exercieio do magislcrio rece-
licu cm chamado do dito Icnenlc-coronel Aurelianu,
ao que responden que, luso que le lludasseni os
ejercicios d'aula, iria: toi onlo que receheu se-
guudu chamado, dhendo que deixasao ludo, porque
o negocio era de urgoncia ; pelo que dirigi-so o in-
lerrogadO a casa do dilo Icnenle-corouel, onde o
euconlroucomnssignao da maior altliceo, e per-
gunlaudo elle interrogado o que havla, itlsse o Ic-
nenlc-coronel que eslava alllicto por ler sabido que
v icra a ola cidade um assassino com inlenrocs de
asaiHsiuaraoalfcres Sfifiqjequcae lal aceolecean
lalvez lirastcm d'ahi melextrV narn culpar a elle,
c a oulros membro da opposiraqjtc quem o dilo al>
torc te havia declarado inimJgeTc por laso regava
a elle inlcrrogado que foseo f/cr cala dcrlararAo a
alsiuna iau!.u idado !"vWii,Tl, em quanto elle lenctile-
cnroncl Aureliirno, por inlcrmcdio da pessoa que "
avisara da x inda do assassino, ia procurar fazc-lu
rclirar-ao: dizendo mais elle interrogado que loso
n'easa mesina occasiao dirigio-sca casado Dr. jui
municipal llcmelerio Jos Vcllozoda Silvclra Ju-
nior, e Ihc Tez a communicarao pedid por Aure-
liano, alim de que dilo juiz lomasao as medidas
prsvenlivat, que cnlendesse, dlzcndo-lhc mais que
pedia lamban laxar ole aviso ao altores Sclpilo,
para que de sua parle so acautelaste; o que o dito
Dr. Ihcilisellr,ivaeiilendh1u.
Pcrgunlou llnalmcule se Aureliano declaren ao
interrogado porpndesoubcda viuda doaataatino t
esla cidade, quem era elle, se por si, on por manda-
do de alguem, se conversou com o assassino. que
meio empregou para arrollar a moiic ao airerc,
Sclpilo, c quaee oa dados cm que declarou o Aure-
liano au interrogado por onde viera a saber que
exislia u'etll cidade o assassino viudo do tora pata
tirar a o xislenria do altores Seipio.
Ite.pondcu que o tcuculc-coriinel Aureliano nada
mais Ihc declarou doque elle inlrtrogado tcm men-
cionado no seu interrogatorio : que nao vio o anai-
sinu.e nein sabe quem tosse porque de nada ni.ii-
tabe. 1! d'ola rorma deu o delegado por lindo, e
scndo-lhc lido o sen interrogatorio asaignuu rom o
dolo gado.
Eu Joo Jos de Souza llangel, escrixilo cscrevi.
jipes Lima.Jos I-aiittino Marinho Falcdo.
por sua conla, para chegar a nina conclit
nea. porin que muilo o satisfaz!
De boamcnle, cu deixaria corre
autor do iiliiediln arligo me nao
sanenlo,, que uo live, de InWlac
repularilo de luuneni de honra, de
leuenlo coronel Antonio Aurcliai
o qual lie a loda a prova lioni cap
oplimocidadno.
Paranlo, sem me fazer carga di
gar o pretendida tentativa, puripn
lenha relacao cora a mesma, eu
verbis. a conversa que live com
CITO-
r esla fbula, reo
tmpreslasse peu-
a hem merecida
que goza o Sr.
o l...pe, Coulinhu
ao, boro pal, e
Frai luis risco Han.lei tsletilada, o a de Mello, eo confirmada por
oe, a.Im faz v Ah Slvi Interroga lor raudo mull om o de Sev s heSeveiiiK s hii fcil mu o, de que [ral que ella o na orino Alvos, ni Alves, ecu, a iuar resposla-,
B alliniiai, ou nc-
c de nada sci, que
vou referir, ipaia
o Sr. Ilcreiilano
iversa que depois
mnlias retpoela)
a rilada I niio,
puliliasse, romo
s he que Severiun
u eu! a Scverino
pie agradaaaem; c
a inin, nao; porque leuho couacienriii do que digo,
esou por cjccllcncia (poaoao respeilavcl publico
um bocado de indulgencia parosle amor proprio)
amigo da verdade, a qual para scrxir-mo dm mes-
mas paUvrai da tniilo (i por sua nalureza lein sem-
ino um lal poder que, por minores que sejam as
cautelas, por mais denso que leja 0 veo, com que se
a procura cncobrir, mais larde ou maia cedo ella
appiirccc, c luzciii lodo o seu brilho, sem quo a
n., iiu intriga, o os estaros da malevoleneia poe-
san impedir o seu Iriuniplin. i>
(jaispolesteapere, cupial.
No dia 99 do mei, que arabott, achando-iiic cu
cm ea,a du Sr. Joaquim Theodorico do Albuquer-
quo UaraiiliJo c.......Sr. Ilerculanu Francisco Ban-
deira do Mello, c oulros, c rolando a converstclo
solire os aconlccinicnlo que aqui liveram lugar na
tniilo de 27 do momo mez, disso o Sr. Baudcira do
Mello que o tiro de que ae qucixava o altores Sci-
pilo era obra do partido da oppoaico: n.lo me
|K-rsujdndo lal, rcsponlli-lbe. por quanto lenbo
amizade rom xarins inenibros da rmpotiejh) n'ola
cidade, a reeenheco a lodos como ucapazo de se
inaiicharcm com um rriinc d'esto, sendo que al
um irellcsu Sr. leiieute-rnronel Antonio Aure-
lianoque presumo uo ler segredo para mim,
motril um hiirror iiivcnrivel au rriinc; tanto que
saliendo etn certa occasio que aqui apparccra un
iniincni, quedizia vir cncarregado de tentar conlra
a vida d'esse tuca.....altores Seipiao, elle (Icuenle
coronel | licara com ialo conalcriiadissimo, o iinine-
di.llmenle me mandara rhamar, alim de cousullar-
mo acerca do melhor meio de ulular qualquer len-
(aliva conlra o altero ; que, depuls do liavcrinos
ronferenciadoa respeito, asaenlamoa cm dar-sc par-
te a alguma auliiridade, pura (|ue ola lumassc as
mcdiilaa proventivaa, que cnlendesse; c que eu da
parto do dito loiicnto-cnroiicl Iizera ola commuui-
cacao ao Sr. Dr. juiz municipal, autoriaaulo-o para
revelar aoalfero o perigo, deque olava ameacadu,
alim deque elle o evitaste da forma que julgassc
convenioiilo.
Ei, Srs. redactoro, a conversa que live com o Sr.
lien ulano, da qual quiza (nido fazer o scu ca-
valio de halallia !
Releva dizer mais, para mclhur oclu oriniento
que a historia, que venho de narrar, pasaou-tc pe-
lo lins do anuo passado, como bem allolara o Sr.
Dr. juiz miiuicipal llemeleriii Jos Vellozo da Sil
veira: equodeade eniao niinra mais ouvi fallar
de eou-a algiuna conlra o altores Sripiao.
Iguolmenle lolexa dizer que nem ao Sr. Ilerm-
l.ii.n, nem nos mena intei rogatorio, eu profti i --
nomesZoilo Pedro Ciuangy dias antes ;
porque enlau nao sabia, C nem nunca pe gunlei a"'
PUILICACOESAPEDIDO.
lisrriplura de debito, obrigacao e hypolhera que
fazein o coronel Francisco Jote da Cotia e sua
mulliri- Mariaiina Perpetua de Oliva, a
Joilo I letrada Cunha.
Era nomo de Dos, amen. Saiham quanlo esto
publico Instrumento de eecrtplura de debito, obri-
garao o bv polheca vircm, que no anuo do No* i-
mriito delSosso Senhor Jous Cbrislu de 18311 ana
18 do sclembro cm meu ocripturio vieram, pre-rn-
Icicomu dexeduro bvpiilbccanlo o coronel I rao-
risco Jos da Cosa osiia mullicr D. Marianmi Per-
peina do Oliva Coala, e romo credor bvpolhecaiio
Joo Vieira da ('.nidia, ole morador no sen enge-
nto) Araripe de Cima, c aquello nesta piara, c 0
lodos reconhero pelo proprio do que don f; c
pelos dovedoro hypolhecanles foi dito pranle a-
(olcmuiibaa abaixo Horneadas cassignudas, que elles
lio legitimo senhoro c poaiiidoro do un engcubo
niocnle c rorrcnlc, denominado Engolillo Noxo, al-
to na rreguexia do Cabo, cujo engcuho a.aaiin c da
meama rorma que possiieni livre edesenipcdido a
bvpolheram caperialincnle a Joau Mena da Cunda
lela qiiuulia de quarcula o (res eolitos trinla e sele
mil ihizenlos o tres rs a saben MSWftl I em pia-
la brasilea, e l3:8KW.V.k em sedulas, quo Indo
prefaz a quanlia do 13:4379803, o que teobrigain a
panar da dala dota eacriptura a vinle o s?lo mezes,
0 nao pasando noreferidu prazo. acro obrigadus os
hvpolbeeantesu pausar eacriptura de venda do mo-
mo engolillo pela quanlia de asenta cont do ni-,
pasando o ln polhecario o i oanle a vista o pasan-
do a ciaa, bcni como se obrlgam os ln polhecaiilo a
pinar o, i.l:..!)(iB(l I deque cima se faz menrao em
piala bratileira a IjtlOo palacio, cuja hvpolliec.i
fazom |ior garanta de scu debito e prumplo puaa-
inciilo, e assim como bv polhccam, promcllcni c -c
obrigara no vender c nem alienar a ncn Iratiuanr
sem que primciraincnle teja |ago e salitoilo o refe-
rido credor de loda a quanlia de.aeu debito, parto
que se sujeitam aa penal da lei, pela sua Iranagro-
sau: o credor h>polhecario disse elle, aceilava a
prsenle com todas as clausulas c rundir... mlla
cxanulas. Em fc Icalcmuiiho de xcrda.le assim
ditaeram e outorsaram pcdirain eaccilaranie Ui c*
le instrumento em que se assignararo, sendo presea-
es por tesleinunhas Manuel lo Nascimenlo da (.os-
la Monteiro c Francisco de Sallo Alvo- (kirrca, c
a Jos Alejandre Fon-eir lalielllilo das hviiolher.is
- escrexi. Franciseo Jos da Cota. Mananu
l'erpelua de Oliva Cnala,-Joao Vieira da Cunha.-
Manoel do Nascimenlo da Cola Munlctro. Fran-
cisco de Sallo Alvo Correa.
E nada mais ae ronlinba em dita csrnplura que
a copiei de proprio orieinal a que no raparlo. Ke-
cifediacraulrelro. Esrrcvi e assignei emti-le-
intiuho de verdade. O labelliao inlerlnn das b>-
polheeai '' "iirisco ae Salles Alves Correa.
Reconhcco xerdadiira a letra c tirina ser do la-
belliao das bv iKilhccas supra do que dou fe. Coinar-
ca do (ialw9dcoulub.ro de 181/.
Em leslemuubo do verdade. -O (aMIao nubil-
ro do ieniatu das h)|Hithccaa, Ignaiio lolenllno tfi i
Figueiredo Una.
Aprcscntada c anotaibi a fi. i verso lo proloc.
de regislro das livimlliccas da rmnarca do Cabo cu
dcoulubro do I87.- O labeH*. 't''""" ">><
tino de Figueiredo Lima.
Pica reeislada a II. 3 v. dolnro I.- lo reg,
aeral das hjpolheca da comarca do (^ilioein i
onluhrode i817. -O labelllSo, Ignacio, toienti
de Figiiriioh. Urna.
Do regislro. 2!"
Verla.....!*'
Keroulic. inu....... 3jjU
Sello du copia IW
tJIOrJO
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aar, i
io sei
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blicar
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(lula.
Cap
1853.
Cop
S. M.
ledo
Jezein
rctiiei
raes d
auc
se ron
lli.ndo
llO-SOs
paro a
ras o
lia.
n.
roen)
lasco,
namln
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Cnstn
ItoaVl I
orih
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iBforin
resol vi
que (n
para a
azoi
'.I
'IC
Secadal
acto;
lesuum
, H55,
turno.
MUTILADO


s
N X. Res 42D00.
Paaou I29ilo*ello. Recito 14 do Miembro de 1847.
- ( urralho.Mtucannhu.
LISBOA, 13 SE ABRIL DE 1869.
I'n.lc <|iio por notas reversaos passadas entre o
mini-lo porluguez o o dos negocios clrangolros do
lli.i-il, olas quo foram raliflcadas por uro dnelo
.riiu'iiei, Portugal annuisse.eadoplaase as disposi-
I,,- do decreto daquellc imperio, sol, li. 855 de H de
nr-mlirntlo 1851 acerca da arrecadacio, e admi-
nr -, a'l linje Ihc uno don eicriican, nao obstante
i, mais reiteradas roclaniuooes do ministro braslleiro
nesla corleEslc negocio esl pois pendente ila de-
(uait do govorno imperial, o Portugal vni fatendo o
qnc quer. ()
Kilraclode urna caria de pessoa residente eni Lis-
th'ij, e inleirada deases negocios.
V ipieslao do Brasil torua-se grave: porque a inep-
I, o Iraicoeira indiscrico do Rodrigo na cmara a
ujavaopasso falso que deram lomando dircclamen-
i. muas a un ministro oslrangeiro da sua correa-
|i,.ndencia com o son governo. Ao |>rinripio ospa-
limu-se <|uf li'n.i lctica do Rodrigo para conservar
ijiii o ministro a quem dovia muitos favores;
mota porin vc-afl qua foi lrair,ao que armou ao .mii
i. Tambem so altribue a guerra que se fes ao Dru-
Diund a elle instar, porque se proceda contra indivi-
duos graudos tiesta eidade, implicados no dinboirn
lil-ii do Brasil e cm olas falsas daquelle bauco.
execurao, lavrei o prsenle, que ser publicado ge-
la imprenta. O fiscal Ignacio Jote Piulo.
Kreguctia da Boa Visla 19 de malo do 185,1.
O Dr. Jos Rnynmnioda Coila Menezes, jui:mu-
nicipal supplenle da leijunda vara e ilo eommer-
cio mita eidade do Hecife de Pernambuco por S.
M. I. e <.'. o fr. D. I'edYo 11,que Dos ijuardeck.
Faco saber que no diaH do prosimo inct de ju-
nbo, so lia de ai rematar em praca publica dealejul-
io, que lera lugar a una hora da larde, na casa das
audiencias, urna eserava, cabra, de iioinc Lourcu-
ca, que reprsenla 30 anuos de dado, avallada pa
MIOsOOO rs., penlioradaa Fortnalo Antonio Coelho
por i'xi ue.iu de Antonio liomei Villar. E para
que clieguc a noticia do lodos niandei pasear o pr-
senle edital e dous do iriesmo llieor, que sero afil-
iados ua praca do conimerclu, na porta da casa das
audiencias, c imprcssos nos jomaos. Dado e pas^
sado nesla cldadc do Hecife de Pernambuco aos 27
de inaio de 18511.Ku Manoel Joaquim Baplisla,
cscrivflo interino oescrevi.
Joii Haymundo da Coila Menezei.
:OMMERCIO
i ii \ i \ I' RECIFB _, DE MAIO AS 3
HORAS UA TARDE.
Cul.ieie. ollie i.ios.
fite para o Canal al llaniburgo, Glbrallar e Trl-
o.lea65|-e 5 Z a carrrgar na Haba assiirarcm
clisase saceos.
Compra* de auucar.
vj.iv.ivadci regular .i l-isiir i-vm i., por ar-
roba
,m.....> a 1-sMic IVHO0rs.idem.
I.umli.i de trigo a 139)100 rs. por barrica livre
AI.FANDKGA
Koiidiinoulodo dia I a 25
DECLARAtJOENS.
do dia 27
217:27c'li7
H:(77<7
261:715! II
Descarregam hoje 28 de mnio.
Barca uglcza Helia mercodorias.
Barra ingleta llerazn dita.
Barca in-loza Corrida farinba de Irigo.
Bri:uc americano Smyma dila.
Baua americanaJohn Farnum dila.
riguc aiisiriaco Airone dila.
dupa iilRiigucza ijitilha i^F'crro vinlio.
CONSULADO UERAI..
iiidimenlo do dia I a 25 6&3M9B9I
IJeiu do dia 27........4:1005558
7-':!l|.V-'il'.l
DIVERSAS PROVINCIAS.
mlinicnro do dia I a 2 2:9703-Kil
em do da 27........ (89760
9438*83
O arsenal de marinba compni para as obras do
melboramciilo do porto, canoas novas ou usadas
oin boin estado.
O procurador da cunara municipal dcsln cl-
dadc em virludc de ordcni da mosina cmara, acba-
so aulorisado a vender osliinllos, cal c scmenlo que
se acliam prximo ao iiialauouro das Cinco Ponas:
as pessoasque quiterem comprar os malcraos cima
mencionados, dirijam-sc ao unco da mesma enmara
lodos os das uleis al as Ires horas da larde.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES
[NGLEZES A VAPOR.
No dia 31 doala me/.
Espera SB la Europa o
vapor Tny, cominan-
daulo Rivetl, u qual
depois da domina do
rosluiue, seguir para os porlOSUO tul; pira passa-
geiros, (rala-sc na agenda n. 12, Trapiche Novo.
Pela Kibdelegacia de polica ila frcguo/.ia ilc
S. Jos do Rccife, se anuunea a adiada de 33 Ilia-
cas d cabo para ciuh.irrac.1ii, que tornm encontra-
da* pelo camocho Antonio de Almeida, cidro ,'isnii-
inediarcs do llom (oslo c Cabanga, junta* a* rai-
les de un* rmpiciros all exilenla : seu legillmo
dono compareca, que Brotando o dominio, Ihc sera
entregue.
Anniinria-so pela secunda seeeao ila nie-a do
consulado provincial, a todos os propriolarios dos
predios dos Mirra dista ciliado, o Ircguelia dos
Alonados, que os :IOdias uleis para pagamenlo da
dcima, a bocea do cofre, do segundo semestre de
1839) a 1853, principia-te a conlar do da I. doju-
nbo cm dianle. a que Mudo* 6a incsinos, cain in-
euran na mulla de 3 por eenlu iodo* aquella que
dalxareni de pasar n referida dcima.
[CKHEIHIIIfA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DEPERNAMBUCO.
,ndimenlod.Mlia27...... 866*378
CONSULADO PROVINCIAL.
ii.lmpulododia 27......i395437
MOVIMENTO DO PORTO.
.Vacie entrado no dia 26.
A-i'i 0 das, briguc brasilero Orcano, do 303
loiicladaa, capitn .Manoel Fcrrcira de Barros,
equipasen) II, carga sal c palha ; a Manoel Al-
ie* Guerra Jnior. Veo largar o pralcoc se-
mino para o Rio de Janeiro.
Sacio* *ahidtn no mamo dia.
ICiliiaescuna brasiloira Sociedaile Feliz, (api-
lan Joaquim Antonio (juncalvos dos Sanios, car-
ga liaeallrio.
Livcrimol pela Parnhiba brigue iuglc l'lieeni-
rUm, capihlo R. W. Texss, carga assucar.
I.euova brlgoe iKirluuuez linninlador. capillo
Itci nardo Augusto Lopes, carca assucar.
Ni aliiha hule brasilero Bxttlafio, meslre Ber-
naidino Jos Bandcira, carga varios gneros. Pas-
smeiro, l.uil Ignacio lawpoldo de Albiiqucrquc
Maiauhao o I criado.
Kiu de Janeiro brigue brasilero llerife. eapiMo
Manoel Joaquim Lobato, corsa \ arios gneros.
Condal 5 esoravo* com paajaporfej e o passageiro
I lamisco (juedes de Araujo Guinanlcs.
Outereaciio.
Saldo |iara tandea* no lanioirSo o hiale ameii-
ano Sally .4nn.
Xacio enrado no din 27.
'imarasibe 5 das, liiale brasieiro .Voco Detli-
"i. dc2i lanciadas, meslre Josi'- .\l\es Pereira,
oipiipagein 3, carga assucar ; a Jos Manoel Mar-
ios. Passageiro*, Jos Germano de Lira, Ma-
noel l'erreira Ferro, Manoel Robarlo da Paixao
e I lilil, Manoel Caclano de Otneira, Joaquim
IVdro da Silva, Marcolino Jos tte Mello.
AVin'os tahidnf no meimo dia.
hila,illar escuna lugre ingle/. Jurora capihlo
I 11 aun.o h. carga assucar.
|Livoi| qnlao F. Collins, em lastro.
|Hhi i|e Janeiro patacho americana llalhnr ilan N. P. Dulton, carga parle da que Irouxe.
EDITAES.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
SVKUAIM S m MAIO U 1853,
RECITA EXTRAORDINARIA E LIVRE DE
ASSIGNATLHA.
lina eseolhida nuverlura exceulada pelos profes-
sores da orchoslra, dar principio ao chxerli.....uto,
no lioi do qual. ropicseiilai-se-ha o dillleil e iiulilo
desajado drama, que Icin por Ululo
0 IMHIIIK IDIOTA.
.Irtore*.
Os Sis. Guimaiacs.
Ainodii.
Scnua.
Bozcrra.
Sania Kosa
Jnr.'c.
Kl'M'll.lll.
Mcmles.
Joaipiui.
N. N.
D. C.annclla.
D. .Manoela.
1). Keolli.
Rila
dividido cm oilo
loio llenrianet de Carcalho Mello, capilodc mar
t guerra da armada nacional e imperial, erapi-
lm dnparlo da prorincia de I'ernambuco, por
S. M. I. que Deoij/uarde ele.
I .n;o salier, |iaraconhecmeuto de qucni inlerct-
*r, que leudo de lomar providencias immcdialas
'in sentido do a\so imperial expedido pela sacrcla-
ris de estado dos negocios do marinba, em 2 do cor-
rfiilr me/, acerca doscurraes, por issn mando pu-
M"ai o rilado axiso. para que iringucm (Hissa alle-
.ai Iguoranciai quaudo xenhama aoflrer pulas mc-
ilias deque se bunver de laucar nulo.
Capilinia do porto de Pcrnamburo 26 da abril de
iMHIIIVI. Joo Henriqucedc Carcalho Millo.
Copia n.88. Circular. lllm. e Exm. Sr.
v M.o Imperador, vsla do que ponderou o che-
li' ile dix i*ao capullo desse porto, cm ofllcio de 7 de
'lc/eiiiliroulliino,sob n. I30,aecrca dos graves Incon-
leiiioiiles que resullain do alabcleenieulo de eur-
misilc jieixe,dclermina quesejam demolidos todos
isi|ne oxislcm, com prajuizo dn naiagae^o ; o u3o
weiuisinla que se facain oulros (pie rausem seme-
Ihaiilc daino, em qiialquer poni da costo ou dos
*as*os porlos e ros ; o que eommuuico a .V. Exc.
Hra a -en eonhccimenln e cx-pedieao da* necessa-
nai ordens, pelo que diz respeilo a esla proVin-
cia.
Dcosguarde a V. Exc. Palacio do Rio deJanc-
nicn'Jdn abril de 1853. Xacarias de G6e$ e
I axcitHceitm,^gr. presdanle da proi ociado Per-
amliuro. C.uinpra-sc. Palacio do governo de Pcr-
nainlHini *> de abril de 185.'!, Ilibeiro. Conforme.
O strrelario, 'J*Aonir Fernanda Madeira.' de
Castro, n
Jmm Uenriques de Can alko Mello, raralleiro da
ordein de S. liento i/'./n':, Aipff>0 de mar e
gaerra da armada nacional e imperial inspector
do arsenal de marinlu, e capitilo do porto desla
provincia por s. .)/. /. que Veos guarde ele.
Allendendnaos graves prejuizosque rcsullain no
miiinicreio, anal osar" o niesiuo os riscos de vida
Hccorreniaa IriimlacAa das burearas, como son
miuiniadii haier aronlecido, o he natural ; lenho
"'liido que uculiuioa barcaca possa navegar sem
'e lenha a scu buido dous ferros c duas amarras
M'ii a sua sesuianja ; concedeudo para csso Din o
razode30das, a conlar da dala dcslecdlal, lin-
'piaes, scrao lomadas as medidas necossarias,
(ej reprselo dos infractores.
|-i|lania do porto de Pernainbuco em 27 de a-
il do 1813.Jodo llenriquei de Carcalho Mello-
lyimeh joi Pinto, /.m da freguezia da lloa-
l i'ia do termo da eidade do Itecife, ele.
I.imi publico |iara o devido ronlicciincnlo os ar-
l'-h ahaixoIranseriplosdas|ioslurasmuuicipacscm
Sr.
TITULO 4.
Ai liso 9. Todas as rezes que morrercm na sua
niln. i ni para a praea cm qualqucr lugar que sc-
oentro do municipio, doienio ser cnlcrradas logo
|lii conductor da bolada i cusa de cu dono, o na
lusatus que a cmara munlci|ial Imuver destinado
o* infractoras sorilo muHadosem l(t)000 rs.
Arl. II. (),- rnuduelorade hoadas deverao en-
trar rom ellas a rccollie-las ao currul das Cinen-
foiilas da uicia imito al as 6 horas, da niaubaa: a
infrariwes pagarGo a mulla de MOOO ra.
Upara que scuidliaiiles ortiga lenbaiii a dciida
_ 10 Sr.consul |Kirluiiucz nosla provincia laiar-
Iicradaido, e rorchelnlo o, bees dos suhililm de sua
ac"qul faloiidos, -em herdeiios presenta nain
I Mmenlo; j se sabe par forra de ellado decreto
r .J1 ''."e n T" ""'cmo lera recusado dar cie-
|cuco, ronlra toda a rcciprotididc.
Actores.
I. J.llezcrra.
J. A. da Cosa.
P. II. de Sania Rosa.
< 11. Leonor Orial Hondea.
1 .Manuela l.ueii.
Personayent.
O idiota........
Frederico.......
Athanasio.......
Tonx.........
Ilcnriqie.......
Osear.........
It un".111........
I'm luagblrado.....
Tin criado.......
I'm oflieial.......
A limpieza.......
Guilhcrmma......
Amelia........
Harina........
O drama he cm cinco actos
quadros.
,Ses"ii'-se-ha a exeeurao da lndi*snia c sempre
applaiuliila Tarca.
O ME PAIZINHO.
Terminara o dlverllmenlo com o jocoso duelo
O MESTKE DE MSICA.
Canlado |iclo Sr. GuiniariU's e D. Floriuda Isabel
Kuulli.
O expeelaeiilo principiara as 8 horas.
o retanledw billielea acliam-ee a onda no lusar
do coslumc.
- IBM1I 1
OlINTA I EIRA 2 DE Jl NIIO DE 1833.
Recita extraordinaria.
Logo que oElm. piesidenlc desla prinineia se
ilisnareompaieier na tribuna, os salidores profe-
sores da on he-ira eiecularfo a linda pera de musi-
cal que leo |>oi titulo
A .BATALHA DE BADAJOZ.
Dupofoda <|ual ler.i lui:ar, polii pi'imi'ini \c/. ueslc
(healru, a ropTCMDta(*8o to ruuii cm .'laclus.
0 TRiHI'IIO
DA
ll'I.LUt
que lano lew asradado nos Idealros do Rio de Ja-
neiro, e u'oiilros onde lem sido raprcseiilado.
PersoDscM.
Rol........O Si
Ministro......'
Joao guarda porlao n n
Rosa.......A Si
Virsinia..... a
Pedro sargento
inxalido -. O Sr. L. C. Amodo.
Ilcnrique conli-
dcnlo dominis-
Iro.......11 A. Jorge.
Presidente docon-
sellio......u B llernardiiio dcSeu.i.
Careereiro..... M.R. Lisboa.
Cado de esquadra Rosendo.
Primado reque-
renla...... N. N.
Segundo dito. J. J.Pereira.
Soldado,, 1 liados, a loaaesiloeunsellin.
Sesuir-M'-ha pelo Sr. Galo, c sua scnboia I. Au-
na l 1 -iilin. da 1..1-1.1. o duelo do
ME1RIMI0 E A IMIIIRE.
Dando iim ao cspeelaculo una bolla farea.
Nao obslanlo 0 especlaeiilu ser algiima cuusa cx-
lenso, todava no incommodaN ao respeilaiel pu-
blico por ser em xespera de un dia Sanio de guarda.
A podido do inuilas pessoas propo/.-se o Sr. Pedro
Nolasco Baplisla, director da orchcslra a fa/.er exe-
eular a iiilrivssanle pcea de nui-iea, que cima lien
declarada, na qual haverio oa loques teguinla :
inlrodiir(n, chamada de oATcitoe, man ha cm conli-
ncueia, ayancada, ataque du balalha, alegro, aian-
car c dagolar, loque de arrebato, lirea.de pera, isio
Re, ataque de fugo: segu mu alesioeoirespondenlc,
cessar fugo, adagio, gemida da faridos, reunir, ale-
gro era retirada, valsa 1 irloria.
Os bilhcles aehani-sc a disposieilo do respeilaiel
puldieo, na ra de Sania Isabel 11. 13, o noescrip-
lorio do Ibcalro no dia do esperlaeulo.
Principiar ai horas do cosime.
PUBLICAQOES LlTTEIIARAS.
Al meiado de i.:oslo prximo Riluro deiei-lai
concluido c promplo para enlrar 110 pelo iinCIIM-
PENDI DE DIIIEIIOECCLESIASIICO, orga-
nisado polo Dr. Jcroijimo Vilclla de Cariro Tavarca,
lento sulisliliilo da Academia Jurdica de Olindn.
Esla obra, fruclo dos (rabalhos c lurubrarles do
Dr. Vilclla lavares, ba perlo de auno c nieto, he
de urna neressidade palpitaulc, mrmenle para o
uso das Academias Jurdicas do Imperio; wr quanto
as Imliluieoen de direito publico ceeletiasltco
de Xaer 'uimeiner, que alo lioje lem servido de
compendio nessas Academias, alm dos dcdla que
se llie nolain, quando expende doulrmns, que 11.10
podem ser aceitas c recebidas, porque atacara os
dreila da Igreja, e ncgara-llie umitas veza, o era
objecla iniportanlissiinos, sua malcrnal nulorldade,
nao leem, na parlo relativa ao ooeso pa", nina ap-
plieaeao legitima c vardailelra.
o COMPENDIO DE DI RE 10 BCCLE8IAS-
ITCO do Dr. Vilclla lavares lom iimegaiol mere-
cincnlo nesla parle : elle he claro, inethodlra, a
quasi lodo enriquecido eran notas, tendeles a do-
envolver e explicar as piiiiripie- quealoaailedireiln
ecelesiaslico.AbaixolraiuiCTCVcrciuus o seu ulano,
o u= eiilcudida oa malcra calcularle o Iraualho,
o avaliargo a mrito da obra.Ello deve ser du
mesura volme, se nao un pouco menor, que o de
(iiiimcincr, o desde ja pode-se calcular o preeo de"
cada volume, por asignatura, em 50000 rs.
Ilrex rnenle se auuunciarao os lugares, era que se
rccebeni iweignalimu.
COMPENDIO DE DIREITO ECCLESIA-
TICO.
INTRODUCCAO.
Capitulo I.
Do direito ecelesiaslieo, sua divislo e origein.
Capilulo II.
Do direito occlraiasiico considerado como scicn-
cia, scu objoclo, o rclatAu com oulras ciencias, sua
lttofalura.
Capitulo III.
Da Eserplura Sagrada e da l'radie.'m : da prin-
cipios de dcmonslrar, o das regras cssenciaes para
a nilnpielarn.
L1VR0 I.
PRINCIPIOS GEHAKS l>K DIHEnO ECC.LE-
SIASTICO.
Capitulo I.
Da Ifireja e seu fundador: caracleres dclla.
Capitulo II.
A Igceja lie urna oriedado nccewaria e perpe-
tua : ella goza da iiifnllihil.cl.iilo.
, Capitulo III.
Ho poder mperhvo ila Igreja ou de ua auloridi-
do: limilesdeslc poilcr ; c jiic diiiiaii.'iii. do |M>dcrde delerniinar.
Canitulo II'.
A Igreja (em poileren l?i;slalvo c judiriario ;
liinilt's 'lu-ii-- |K>deres.
Capitulo V.
A lrcja lem o direilo do punir : o quo neja pe-
na, quaes Mqueafgrajl pdc impor, e seus clei-
hs. Do poder cxcci|.ivn.
LIVHO II.
Capitulo I.
Do coverno da Igreja, seu limite e independen'-
ria il goviTno mil: governo da Igreja extende-
re ;is neMOii c ; eoiisa-'.
Capitulo II.
Da forma do governo da Igi'fja : Concilllo
Capitulo III.
Da gerarchli Sagrada podera deordem ileja-
risdicr,.!. DilVerentes araos de ordein ; sua ori-
gen, materia c forma dMAS ordens.
Capitulo II'.
Dos 11 ispos, seos dircilos e ohrigaroes. Dos Uis
los titulares croadjucluies.
Capitulo i'.
Dns Cardiaes Patnarchas En arras Primaze
e Metropolitas
('aplalo l'l.
Dos Legados c Nuncios Apostlicos.
Capitulo I II.
Dos l'aroclios, sua i.sliluirao, dreilos c obri-
liart's.
Capitulo I III.
Da S, Cabido, Concgos : scus dircilos o ohri-
uarcs.
Capitulo IX.
Dos Kcligiosos c soas especies.
Capitulo x.
Dn Clero em ge ral, scus privilegios e foro : liuei-
ras idean solrc a ordein do julio.
I.IVHO III.
Capitulo I.
Dos dircilos do imperante civil com n-laran ;i
lurejn em gcral.
Capitulo II.
Dos dircilos do implanle civil com rclaco
Igreja eiu parlicular.
(.nalqucr pessoa pois pie quizer comprar a nri-
nicia cdiciio dcste compendio, ou inesmo a sna
piopricdadc, podev ilirigir-se casa do aiilor, ju.i
do notario listieita, sobrado n. )M),segundo andar.
Sabio a lu a intcrcssanlc obra de direito, o Ad-
VOgadodbf Orpliaos, ou guia pratica do proeesso
Orplianulogico, adoptado ao fro brasilero para li-
so do-jni/.es, es.-ti-.ies e aihogados, etc.; vcude-sc
nula evemplar por ..~hu rs.: na loja de HvKM. ra
do*CollegO n. 9, c na do li\rn a/ul, pateo do Collc-
uio o na praea da Independencia u. ti cK.
5
O badiare! Joo Vicente (la Silva
1I11 aterro Ha
Ba Vista, pifWo JJfiteo hrndo daei<|iiina onde morou o Sr. des-
iiiiliai'(ailry Italiello
CONSULTORIO IID.MKUPATHICO
Cosscl lllmnnl, profesaor de homcopalhia
pela esrola do Itio de Janeiro, eouliuua a
dar consultas gratis aos pobres lodos os das
uleis, djM H liorasda inanliaa al ao meio dia
no sed consultorio, ra das (a u/e- n. '2H.
AVISOS MARTIMOS
l'Ali.V A BAHA.
Vni si'j'uif com luciilailc, por tur
grande parte ilo scu carragamento trata*
1,0 luate nacional Forlunn, capitilo Jo-
s Severo Miiivna Kios: para carca 1 011
paasageiros trata-M na ra do Trapiche
II. '|0, pi'iinciiu anilar.
PARA o PORTO K LISBOA.
Prelende legoir com a brevidade pottivel. a liana
hia-ileira lliplru, para 11 que lem palle de raraa
prouipla. iiein na inesiua qui/er carrejar para
i|iiah|iier dos ilous pollos, para o quo lem hous eommodoSf e se alianra lioni
lialanieulo, pode dirigir-ta a tratar com Ainorim
ImiAOS na na da(a'u 11. 3, un cora u capilao lien-
lo Je-i' il'Almeida.
MAHAMIAO' I PARA'.
A BKUlia nacional Itmilia, de que he capitn a
pralieo Antonio Slvcia Maciol .luiiiur, deier.i par-
I11 para os polios cima indieados, com a maior
hrciidade, lisio j oslar rom o san carrcuamcnlo
qtiasi Indo eouajado : |hu* isso as pessoas que pre-
lenderein iiinda cirffgar Od ii de paiagami dll iuir-
e hao a na da Cril> 11. 1:1, annazein de A. C A11-
BUSlo da Silva, 011 a praea do cununonio, a fallar
com o capihlo.
BAHA.
Sgnc para a Baliia ruin milita Inv-
vidade o bem conhecido liiate Amelia,
para carga liata-sc com os contlgnata-
rios Noiacs i\ C, 1111 ra do Trapiche,
11. ."V, ou com o mettre Joainnni Jos
Silvcira, no Trapiche do Algoduo.
I'ara o llio de Janeiro sahira' com
a maior brevidade |iossi\i'l, a milita \c-
Icira e i'onliccida hatea nacional Firme-
za, por se adiar promplo a maior parle
do seu carregamento : quem pretender
enrregar, 011 irde potsagem, para o cine
tein i'Mellenli'Si'ominoilos, pode dirigir-
se a rila da Catleia, 11. W, a tratar com
.Manuel ila Silia Santos, OU com O"capitn
na praca do Conuncrcio.
I'ara l.islnia segu com brevidade,
por ter parle da carga prompla, a hara
portuguesa (doria Jos', do(|ueliecaptBo
.lose fcrrcira Lena : para O rcslo c pas-
saj'ciios para o i|uc Icin os mellmres
ommodos, a fallar com Francisco Seve*
riano Kahcllo o. FilllO, ou com ocapilao
na praca 011 a hordo.
AVISOS DIVIESOS.
I'ieria-sc de nina ama de leile, ninda mos-
inoi|(io lenha kom me/es de paridn : IMftU typO-
yrapliifl, 00 iialiMMiiri da praca da iiidc|rcudcncia,
n. ti e H.
LOTERA DO ItIO DE JANEIRO.
.\'a loja da prara da Independencia,
11. recebenM billietei premiado! da l<>-
tern de Nono Senliora !<> Roario em
troca los bilhetg do Rio de Janeiro.
__O se. J. I'. P. queira mandar salisfazer a
stiliscripcoo tlwlc Diario. *
ii,i\n com as iniciaes J. F. I'., nao se enlen-
de rom o Sr. Jos .''raiiciseo Pira.O* Iteitartarr*.
PracJtO-oe de nina ama deleite: quem qui-
/ur, dirija-ne a ra Imperial, defrontc do soliratlo
do franco/ que fabrica >inarc, casa n. -Jl: n tra-
tar de iti.nilu.i ot7 horas o nieia, e de larde a qual-
qucr hora.
Jda Foiwcca oSihn remelle paraacidatlc
ila l'araliiha, a cu(rcffar a scu senlior Hcnlo Jos<>
Kerreini ftmleiro, eserava, parda, de noiue Euge-
nia, que no aclia alienada.
Confrotilo ao Kourio do Sanio Anlouio n. 39
A, se dir quem precisa alonar doiM pretos para o
ei vico de pailarin ; paga-ofl bom, c te ayradarem
l.iniliin M faro negocio.
Joaquim Alves llarhosa fax publico r quem
convier, quo Manoel rereira Magalliat nao be ja
scu procurador. ...
No dia i|u.1rl-fe(ra, 1. dojunlm, depois da
...Klienria do Sr. Hr. jui* da *runda van do cfvel,
se ha de arrematar por renda annual 0 por temjw
de mmi anu*, a cas de tren andares o loja da na
do Criwpo n. 1S, a requerimonto d a be a ollima |trJ*;.i.
_ I'm-ita-do de oflictae de charulciro: na ra
da Madre de Deo n. t, venda.
0 sul)8tituto metria do collegio das artes do cursoju-
i'idico, avisa a <|tiem convier, t\ue se a-
cht morando no pateo do Parai/.o, labra-
do du rs(|iiin;i donde saliio .o Sr. de*em=J.
hurgador Hn!>ello, e onde j>de ser pitv
enrado mus convenientemente a tarde ,
pois na<|tielle collegio.
Domingo* Jo* (lomes'faz publico, e protesta
contra quem quer qoe soja, que desla dala cm dianle
nflo pnaar divida alguma contraluda por sua mulber
Alexaudrina Mara da Paixo, ou |mr aulr.i qual-
qucr pessoa em sen nomo, visto qoeo annucianlccM-
ti em muilo boa armona com dila sua inulbcre
com <|ii,Miiii esta Iralando de sua saude em casa de
seu liooSr. Jos (abrid da PuriTlcac.ao, leudo sido
rnndiuida jwir seu padrasto Caetano Aiilunes Vila-
ca, com quanlo nao be do posto nem vonlflle do au-
nuncianle que estes senliores, ououlra qualquer pes-
soa ficam despezas extraordinarias, visto quo o an-
nunciaiile or si osl promplo a ta-Ias ; c para que
pessoa ncnlmina se clume ignorancia e nem tire o
direito que s ao annuuciantc compele, [W isso o
ahaixo Mlgoado faz o presente protesto pelas ro-
ldas publicas.
Precisi-sc alagar una eserava para todooser-
vieo de urna casa de pouca familia : na ra da Cruz,
loja do barbeiro n. M.
ii aliiiivo assignado, pode anda ronlimiar a
dar de tarde por mais aluum lempo lices de es-
cripluraeao conuucrcial por partidas dobladas; e
aquellas pessoas que nAo lem llvni as lardes, seof-
ferece a ensiuar-lhes no*douiiinos em sua residen-
cia, na ra dos liiiararapes u. 32; para o que pode
ser procurado lodosos dias das \ as ti da larde J no
deposilo de inarliiuas dos Srs. C. Starr & Cmnpa-
nliia, na roa dolliuin.-Jmctla Mala,
Prceisa-se alugar mu sitio porto da praca ;
quem lixer, dirija->ca esta lypographia, que se Jira
quem quer.
lilaila Auguila do Naseimento Azevedo, leva
cm sua rompanbia para o Itio de Janeiro, a sua es-
erava de nome Mara, parda.
-Nos das Mo .11 de inaio, e I. de junho, r.i a
piar.i de renda annual a casa n. ti da ra da Cadeia
dft aMOtO Antonio, pelo pceo de li>*(M pinme.
d DBNTISTA AMEHICAHO.
# l>. W, lta>nnii. riruruiaodeiitisla.conliuria a w
.'i OCerceriua proliss;lo, /pudo todas as opera- -
'> ees que forein precisas de qualqucr nalure- '.'
i$ zi. lauto por fura, como na sua residencia,
;.'5 onde pode ser procurado a qualqucr liora : ;'i
na ra da Cruz u. 7, segundo andar, no He- f
3 cife,
Denppareceu no dia quinia-fciro a noitei 5ae
maO| do lagar Salgado de Mocos, comarca dacida-
dede (ioiauna, uin esclavo ile nome llcLlamiuo, de
casa do seu sciihor Custodio de Olivolre Cavalcanti,
com iissiguues seguinles:mualo, ruin [dado do -
anuos, pouco mais ou meiio-, altura inedjana, coi po
regular, maos e ps alguma COUSS gTOSfOS, cabellos
caraplnnadoa e aM'rmelliados.olhos pequeos,pardos
e amanillados, naris afllsdo, bocea peojuena, heleos
linos, falla bastante dcscaueada.sabio toin camisa o
ccroula de IgodlosJnho bramo e chapeo de pallia,
por nwo quc.loda u auloridade policial ou capilao do
campo, o levar no lugar do Salgado ao dito senlior,
ou ua praca do Hecife, em casa do Sr. Antonio hil-
arle de Olivelra KegO, na mu da .Madre Dos n. 7,
que ser.i bem recompnsadOa
Temi bontem 'i do correnle, as \ liorasda
(arde, sabido a passear a eseraxa lhiminga.i, de na-
vio Haca, de idado de .'ttl anuo-, pouco mais ou mo-
nos, chela do corno, estatura regular, levando ves-
tido de cambraJa roxa de quadros braueos com dous
bailados, brincos de ouro as orelhas, celar no pev
coco o annetto no dedo, panno da Cosa lino com
lislras encarnadas 0 franjas branca-, at o presente
nlO vollou a casi nao se suppc que fugisse nosi
nao buuve motivo para isso, e nem ella be dada a
oslas fallas, porin julga-se lenha acontecido alguin
slnlsirOa Consta que bontem inesmo fdra visla na
ruado Hospicio, pelo que pede-se as autoridades
conipelenlcs Juila a vluilancia a respellO, com 08-
jeclalidado ao lllm. Sr. Bululelogado do bairro da
Boa-Vista: qujlqucr noticia podera ser dada na ra
da Praia, armatem n. .ii, pelo que se car multo
obligado, ou se gratificara bem o scu Irabalbo.
Tem de se arrematar no dia M) do correnle
me/, mu quarlao ruco, na porta do Sr. fulz de paz
la freuuc/ia de.S. Jos, as i horas da larde, n rc-
jueiinienlodc l.uiz rctreiro da Cosa, por everu-
cio feita ao seu devedor bulllicrmc! os piclemleti-
es dirijam-sc a dita praca a hora indicada.
CONSULTORIO HOMffiO- 8
PATHICO.
Aterro da Boa-Vista n. 20, 1. |
andar.
Consultas bremedios he (haca w
AOS POBRES) I
De.de u 7 hora, do da 2 da tarda.
II. A. Gmvcb Afni protaaor om Iknimbc-
i>,iiin,i pt'h sacla honBopallaa Ihicii, c GoiiflrnMrlo |ieli do Hii de Janoiroi
lera i lionra .1.* oflcreceracu praallmo no pu-
liliio. aeulodo promptameule n qualquer
chamado, quer de un riilmle, ronin lora iln iiii'-nui.
SgSSffflKXXSSSX BaaOBBKSSS
PrecwHW iiliiam urna eacrava para lo.to
ervico de ama rnsaj!p peaneoa hmllia, o que lir-
vapara v .m hl.-i un ra: i|iu'in llver, .lriji-sc aiw
Arogadoa, caaadodefhmlo Canulo, ou n roa eatrei-
i iki Rotarlo ii. Il. m'ihIii.
O Sr. qiieaiiiiiinnini no Itiario n. IMdoST
do correnle querer Tallar rom Bernardlno Domin-
inieaPorlOi |nilt' ilri(r-sc a lojn n. (> ilu rua ila
Cadeia Vcllia ilo liedle.
FURTO.
I ni i.iimiii ilc paleo do Carino vcmla n. I.iIjsT
para H lunas ila noile, un meio barril ruin inaiilri-
gt n anre/.a na occaaiM iic ealar-ae entregando urna
carpa a una malulo; por i* que ihc foi- eflorecido o dilo barril, de o apprclieii-
ilere mandar parliclpar, quo lora grnflflcaflo.
(1 Sr. .MaiTiliiio Cavalcanle il.i Cunba, lenha
a hondada ilc Indicar sua resiileiuia, on o|ipareer
en caaa ababo iHiuado, na roa iio Quelmido n.
"d, quo mullo Ihc deseja Tallar.
Jos /.. M. da Franra.
Digo 00 ahaixo Rarignado que lenho justo c
ronlralailoii compra ilu liilierna sita no paleo da
l'enha u. II): quem se achar com iliieiloa ilila In-
beriia apparece no praio de S dita.
Jos l)ia< da Coila Cantal.
J.iiiquin Correa ilc He/emle llego rala Por-
tugal no prximo futuro mal, c junlaini'iile sua 10-
hriuha Di'hnira, ilcixanilo seus eslahelcriiiientoii no
mesmo gyro sohrc aailininislraeao ileseus IrmlM
Uamlngoa Correa de Reiende Reg a Bemordino
Cunea de lli'/en.le Rogo, MeiOl UOI niesmos csla-
helei'iincnlos: poilenilo os senhores ile engaollO. la-
vrailores e mais pi>ssoas com quem lem ronuiicrcia-
Jo, iliriuir-se aos ililo scus irniaos, que suas ordens
scriio eunipiiilas como al o prsenlo.
Joo Tinto Kcuis de Souxa,.D0 prximo fulu-
ro mea. val Portugal, licuando ilurnnlc sua hu-
aenola romo proruradores nesla praca, I no Sr. Joan
Marlins ilc llarros, i. no Sr. Jone Antonio Poreira
Rengle :t. ao Sr. Jos Hibciro (UiimarJes. socio cm
euenbeleeimeulo, silo no palco daPcnha; |io-
ilendo qualquer senlior de cimeiiho, lavradores o
mais |iesioiis i-oiii i|iieiu Icin coininerciado, liriiiir-
scaoililosorio, que suas orden scriio rcflriil.iimii-
le lUinpridils. _____
AOS DEIVTES.
J. Jane, o bem conhecido dentista lia mis de lo
annos iicala praca, pdc ser prWBnH^^ qualquer
hora, na sua residencia, na ra Novan. 19, primei-
ro andar.
Tviso A(
Os iImimi iiuigiiuclos continuara
u ranmiear a tockis as clusses em
Sural o aetis soitimentos de tii/rn-
iis por l)a\08 precos, nao' rae-t
nos de urna pet;n on umu dii/lu,
a ilinlirii ii. ou n prazo, conlbriiie
se- ojustar : no seu armnzem da
piara do Corpo Santo, esquina dn
ra do Trapiche, n. 48. Itos-
tron Rooker & Cornpnnliia, nego-
ciantes ingle/.es. 0 nesuiot av-
sao ao respeitavel publico que ahri-
ram no uia 5 do correnle me/, h
sua lojn de fa/.ends da ra do Col-
legio e Passeio Publico n. 15, di-
rigida prlos senhores Jos Victori-
no del'aiva e Manoel Jos de Si-
queira Pitanga, pira venderctn
l ii ir atacado e a retallio.
va
fecisa^e de um mulalinho forro para olio-
li'l da barra: a tratar no mesmo.
Traspassa-se o arrendamento, ha ponm felo,
de um silioiomhons roinmodos) que foi cninin-
rindo no lugar do (iiqui, pouco adianlc ilo arriur
do, em raiBo ilo se haver comprado mu oulro, c se-
ren desuecessarios anihos: a enleniler-sc na casa de
solAo prximo ao mesmo, ou no Rccife com o lllm
Sr. Amaro (oncalxc* dos Sanios, ra nova, serondo
andar snhrudo u. .
O Sr. Ilernardino Dominaos Porto tenha a hnn
dailc de declarar a sua hahilaro, que so llic quer
rallar a negocio ilc scu inlercsse. ^>v
Prccisa-sc de duas amas para rasa cslraniicira,
no alerro ila Roa Visla n. H primeiro ailar, uni.i he
para roscr, i'uuommar e lavar desabri, exiciudo-se
esles sen iros com perfeieao, que he para eiionunar
sii para dliaj senhoras e una menina ; a oulra he
para cozinhar para (oda a familiii, c maisservieo de
i-asa.
I'rerisa-se de nina prcla forra ja da idade ede
boa eonducta para lodo o serviro de rasa de liomem
sollcirn: un ra do Queiiumlo loja de fazendas
ii.
l'rcnsa-so fallar ao Sr. Joan Jos de Oliveira
Itodriuui's. a DMOClo de sen iulcressc : anniiuciusua
murada, ou dirija-sc .i linaria n. lie da prata da
Indcprnd.....ia.
ATTENCAO, l.MCd DEPOSITO NESTA
CIDADB.
Paulo Gaianou, dentista rei'ehcii amia denli-
Irire do Dr. Pierre,eala agua conhecida como a me-
Ihur que tem apparerido, ( e tem inuilos clouioso
leu tutor,) lem a propriedade dcronserxar a bocea
cheiroaae nrisi'i\ar-'iia dores de denles: lira o
Boato dcmgradavjfque d en^B'-tiil o cliaroto, al-
lumas u'olas ilunfli u'uin ropo d'auW-Siiu suiycjiMK
les ; Inuihcu/sc achara p denlifrire exri'lienle para
.i iinM-i \,ir."ii dos lenles : na ra lama do Rosario
u. ;iti, seuiiiiilo andar.
O Sr. Antonio Joaquim de Prcilas, .ilnioxn-
rife da forlale/a de Pao Amarello, vciuia reccher
una carta: ua ra das Cruzci n. 10.
Paulo Gaignou, dentista
Pode ser procurado a qualquer bora em
sua casa na ra larga do Rosario, n
5 36, segundo andar,
PreciM^al^"iireVravo"o7uc_ieJa_ll
diligente, equeeoziuhe aluina Mus, para o aer-
viro do casa do um liomem olleiro : quem o qui-
zer aliiaar, dirija- ao sohradinlio do Ires janelUM,
junio a igreja de8. (loii(lo, ou annuncica sua imi-
i.i.la Maro ei pr.icurailo.
Nn ri'inilerio publico pien-.i-M. de srvenles
de pedreirn, p.ma-so bom : a fallar como madre no
incsniuccinileriii. I.-.
UAUERREOTVPO.
Axisa-se iiorespeilaxcl publico qucoesla-
belecimculo do alerro da Roa \'ista n. H>,
osUl |HUado para Santo Antonia, ra do
Qui'imailo n. I i, segundo andar, onde o re-
Iralisla podoN ser procurado das fl horas da
inauli.la as :1 ila larile; aqui os pielendcnles
sahiro Inlciraiiicnlc salisfeilos, nao mi pelo
variado e bello sorliiuenlo exilenle para os
relralos, como |iela senielhanea da pessoa
lieluiculc copiada, pelo clciirotipo, o rctra-
lisfa pois etlfl promplo salisfaziT compli'la-
incnle aos que o procurarem.
Piciisa-se de um homein para botar sentido 0
Irahalhar em um pequeo silio perlo desla prac.a.
pagaodo-KO que se ajuslar, c \cnilc-se nina mesa
glande de piuho para juntar ou rasa ile pasto, um
rctegio (abnele de prata, e um sellim usado con
lodos os pcrlcuies: na fm lalcza do Rriim, o Sr. aju-
daulc dir com quem se Iral.i.
Deseja-se saber quem he o corrcspoiidenlo
nesla piara do Itvin. Sr. Jcronxnio Rarreiros llan-
gel,a ncs'ocio de scu interesse: dirija-sc a ruado
Queiniado, segunda loja n. IH. ounnnuucle.
Na larde do dia 'Ji perdeu-sc no artaual de
mu inli,i, na oreasiriodoironaxio ao mar, una car-
Iciraconi ^ISOOOn., pomo mais ou menos: a pes-
soa que a acliou, querendo rcsliluir a seu dono que
be pai de familia e caixeiro, 0 qual i| meladc da
quaiilia, dirija-sc aloja do livros do Sr. I'iouciroa,
quo entregando, recbela e se licar extremamente
grato.
Aluga-seurna pela ria, de meio idade,r_ui-
lo liel 0 boa cozinheia, aeoslumada a servireasas
eslranieir.is: ipieni a prcleniler, procure na ruado
Sebo ii. 10.
Do I. de junho cm dianle, aluga-te o segundo
andar da casa n. 8, da ra da Aurora : quem pre-
tender, ciileiiila-se rom o lllm. Sr. Job Piulo de
Linios Jnior, morador no primeiro ainlar da mes-
illa casa.
Prccisa-sc de tuna mulber para ama de casa,
que saiba cozinhar c eugOMimar bem: quciii pre-
tender, procure no largo do S. Pedio n. i, para se
ajuslar.
A viiiva Roma, desojando ir inorar fura da
praca, arrenda a sua iv pograukji, sita na ra da
Praa n. .Vi, romposta de dous pTelos c diversas fon-
les de Ixpos iiovos e em bom uso, c lodos-os arran-
jos Deccssarios para a mprcsso de qualquer obra :
i quem convier, eonipareea no mesmo eslahehi'i-
mento.
I'recisa-se de una ama para servico de una
casa de poma familia : na ra da Cruz" do Rccife
n. 33, loja de barbeiro.
IIOMffiOPATIIIA.
fy O Dr. Sabino Olegario l.udgero i'iuho mu- w
? dou-M para o bairro de Sanio Antonio, ra W
it das Cruiea n. II, casa onde morou o II\ni. vf
S Sr. viaariocer.il Dr. lleira, onde |kiIc ser 9
* proiuradoa qualqucr hora pelas pessoas que M
o quizereni honrar rom sua conllanca. %
##;*
.Manuel Jos (iouies Braga avisa
ios soiis fregueses e devedopes que, tem
conta na sua nadara, na ra da Srn/.ala
V'cllia n. ilS ateo Iim du auno |iassado,
que si' liie nao pagarem all o I i ai do (jr-
rente me/, de inaio, lerao de ver os seus
nemes or extenso ueste Diario, e se
ioni isto. nao salisli/.ereni seus dbitos sc-
rao cliatiiados n jui/.o, pelo que espera
assim uo aciuiliva.
IRMANDADE DO 3ANTISSIMO SACRA-
MENTO 1)0 BAIRRO DO HECIFE.
A mesa regedora convida a, sen rumos
a retinirein-se as 10 horas da manhea do
dia 29 do ('oriente, para n eleirao da no-
va mesa.
Prceisa-se comprar urna ncsriiiba ou mulali
tiln do II a l.i minos quo seja bonita : quem tiver
annuneic. .
\&t> DE I.EITE.
Precisa-no do una ama que tcnba Instante Icite,
oque nflo lenha lllho, para acabar de crear una
menina: na ra do Trapiche n. \, ou na d Cruz
,u ina/i'iu n. 19.
Precisa-so alugar urna mulber forra ou cap-
tiva para o servico dn cnaomuiare lavar, oque eu-
lenda lambcni al juma cousa de cusinha : no segun-
do auilar da rasa n. Ili, da ra de lpullo.
A aballo assignada, moradora na eidade do
Kio-Kurmoso, fas publico, Iim de quo ningnem se
eliauig aoongano, que scu lilho Candido (uedes Al-
canforado, que vivo lua de sua conipaubia, e de
quom lem recelado repelidas iuitratides, neiihuma
auloritacio lem para coulratar cm scu nome, eme-
nos vender cousa alguma do pouco aue potsue a
annuncianlc. A rogo da KraociSCI Hoblm de Mello,
Jott Antonio de Uao.
Samuel Poner Jolinslou, socio geroula da casa
rommercial BWIa praca, ob a Urina de Samuel
Power fX ("., vai Euro|i com ua scnhoia eduns
nieiiin.i-, B iletu pnreu|irociirador ha.laole. cii-
.mii._i.Io da gesluo da mesma cata, o .Sr. lenlo
Cuntida de aloratt, Rtclfe M da roaio de I8.1.1.
Samuel Poterr Jahiulan t ''
Uv-se e eneomma-ac com asscio e |*rfeir;A..:
no palco da llilwira de S. Jos u. 15.
' luga-sc a padaria da rus Real 11.27, prosimo
ao Manguiuho, com grandes coininodos C todos os
scus pcrlonces, por piei.o muito comniodo: a tratar
na casa n. ( da mesma ra.
COMPANHIA DE BEMRIBE.
O cajxa da companhia Hcba-e autori-
sado a pagar o dcimo dividendo, a re-
zno de -.x'.'iiM) rs. por upolice. Escriptorio
1855.O director, Joo Pinto de Lcinos.
Precisa-se de um prtugue/., que
sailia tratar de vncens, para encarregur-
e de urna estribara com doze touiinas :
na rua Novan. 69, primeiro andar.
FE1TOR.
Precisa-so de um feltor para engenho, na comar-
ca do l.miociro: quem pretender, dirija-sc a rua da
Cadeia do Rccifo n._t, primeiro andar.
Aluga-se a casa dos arcos no lugar do Reme
dio, com 1 ommodos para graudc familia, estribarla,
com grande terreno para plantar campim, raima-,
e ludo o mais queso quizer ; lem a grandes poeta
d agua quo nao seceam, c i cacimbas, sendo Ulna de
beber : a Iratur na rua do Collcgio.bolica n.'6.
Prceisa-se alugar um silio por um ou dous an-
uos, quo lenha boa casa, com cochoira o baisa de
capim, nos lugares seguinles: Ponle de I rlu'1.1.
Manguiulio.l'assagcm e Capunga, agradaodo paga-
se bem; na ruada Cadeia do Hecife o. 49, primei-
ro andar.
Na loja de livros de Joo da Costa ,
Domado, no pateo do Collegio n. 6, con-
tiiiua-se 11 firmar papel ccartes, com to-
do asseio e promptidao.
Oll'ercce-sc urna mulber de boa conduela, para
ama do rasa de liomem solteiro, ou de pouca fami-
lia, cose, engomma e enfeude de cozlnba, para esla
praca, ou mesmo para qualqucr sillo' perto : quem
precisar, dirija-sc a Roa Vista na ma da Sania Cruz
"i)[^',^Ma7^e^WalW3tSSSt
B AO PUBLICO.
CT 0 ahaixo assignado uvisu nosse-
3( uliores de engenho, lavradores,
_, fazendeiros, e ao publico em gcral
El (pie, de combinacao cora algumas
4 casas commerciaeii inglezas, fran-
OT ce/.as, allemas esiiissns, tem aber-
ra to na rua do Collegio, n, 2, um
m grande arma/.em, ricamente sorti-
? do de fa/.endas linas e grossas para
r J vender por gi-osso e a i-elalho e por
ra precosniaisbaixosdoipieenKpial-
Kj quer outra parte. Antonio Luizi
dos Santos.
\wxlmlette:
Preeisa-4e de nina ama que tonlia
bom e bastante leitc, para criar umacri-
vjrfa-jim te <|MHti"o nuv^s, Agradando
nfto e oIiT"0 pT^p 'fNUCB tratar ua rua
do Vigario n. l>, segundo IWU*.__y
Precisa m le urna aana *lc leiio, *cm (llho : na
prar da liKk'iicnilenca n. 38.
I'rccisa-so de una ama forra, on rapliva, ntw
rnriinlic, e f.i'j'i ;>> compran diaria, para urna familia
MADAMB ROUTIBR MODISTA FKANCfcZ.V.
NA III A NOVA N.flB.
Turna honra do anininciarao rcjpeilavel puldieo,,
c pirlkulamicnte aos scus fretoe/^, quo waha da_
recebar una lindo surlinicnlu de fa/emla* totliu de"
RostOi sendo bicos do lindo, fil, pemifw, norme Vi~
la-*, ricos rhapmde cda.c calierftes do liinm, ro- ,
ni'-ii.i- hu hiTi'l.i- de lictn, t,i|H'll,i-. do flore*, lin-
dos veos de montarla 0 lainnom |iara cawmwnlos
turas de pellica para noivas,loura para meninas e
rrianras, grflda noplcs u lodas cores, rh.iprds
de i'.illia para senliora c meniu.is, ImIoa para \<--
I idos, mvias para senhoras e crianzas, o oulrn^ min-
ias fa/rndas ptir diminuios prerus ; na niesma loja
fa/em-se vestidos de casamento c liapliado, Im'ait
de meninas c senhoras, ropolinhos de (odas as ipia-
lidades, com perfcicio, e prec/i commodo.
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g0MSC^

*(%
Ur
IIOMCEOPATHIA
II III \ HAS CRL7.ES M'.MIillti II.
A liiilira roulral lioniu'i,|iiilliira ilc l'oriiaiubiiru
nmdiiu-w para i rua ilas Cruzcs n. 11, rasa de -cu
nroprlclario o Daulvr Saliiiio Olegario Luilgcro
l'jiilio.
Ahl.se encoiilraro os mais arredilados niediea-
uiciitiis nre|iarados em Tranca, nos Estadio t'nidos,
no llio de JaiMiro, e cm rcrnainliuro, cuja i-llua-
cia lem sido |lroiliaiosameiilc verificada iiacslensa
pralira do Dr. Sabino, e alleslada uor uuioerosas
icssoas, que os icin eincriineiilado. Existein rarlci-
ras de tliircreules quididades, cujos procos \ariaih
confornie riqueza de scus lavores, o o numcn ilo
mediciuncntoa, desde lUjOOO al I^OSdOO rs. com os
competentes livros indispensaveis para a pralira d
lioniii-opalliia.
Cada vidro de liulura da quinta djuaiiiisa{ao
Cada tubo doinedicamcnlo
ADVERTENCIA
Para mainr rommodidade do publico estabelece-
r.iiii-so os seguinles dc|Kilos do iiicdicaiuonlos en
carteiras :
Prlmalr*.
Iliin da Cadeia da Hecife n. 51, primeiro aodjir,
consullorio do Dr. Pires Ramos Jnior.
Safiado.
Alerro da lina I isla u. 20, primeiro andar, .....-
sultorio do professor cm bonMmpalbia Ilcnrique A.
Cbavcs-aine.
Ttrceiro.
Em Pnlras de Fogo, rasa do Sr. Camillo II. daS.
'I'm ora Iuiligena.
-\. II. Aos estoceos o sacrificios do Dr. Sabino de
\o a bomuMipalbia o crdito de que lioje cora ein
IVrnaiiiburo, c as de mais provincias do norte. A
elle milis que a ningUSU riiinpole uianler, suslenlar,
ccslcnder esso crdito facililando aopovo a acqui-
icaode incdicanieiilos verdadairos, deque necennla
para earalho pniniplo, infjllivol, eienurodcsuai
molcslias. Corro-llio poir. a risorosa olirl| recommendar os niediciimcnlos da lioliea eeiilrat m-
iniropathiea de Pernamburo, como os nico, do
ruja clllcaoia nao so pdadnvidar. Todas as cartei-
ras, que sahirem da bollen central de Perttamiitco,
levarao una lisia dos medicamenlos aue coiileiii ,
inarraila com o emblema da boiiKi'opalIna cima es-
niiiiinilo
"^"NilH-atailawdiqiuili'iiciu, lii
llarhici-Joaquim Jos Moroira n. 10 aluga- !
1 se Helias de llaniburgo de superior qualida-
de a 210 rs. cada urna, o lainlicni se vende por
ronunoilo preeo, as quaes se rcconiniendani.
nao -" por sua eiccllcnlc qualidade, que j
he roiilicriila, mas anda pela nielhore mais
apreciavel de deivar livre de iiioleslia o rom
pciTeila saude a todas as posauas a quera ,
applieadas.
ia, liara casa de prnie fami-
lia, que aaiba ro/lnhir o diario, e eiiiionunar : na
rua 3a Oucimado loja de uuudeas n. 25, so dir
''''"^''red^-'so de um caixeiro narsi lomar coma
de lima venda |r balaurt, dando fiador j quem
esliver neslascrrum!nris e Ihe conicnlia, po. o
dirigir-s. a iraicw. da Madre de Dos,.venda n. I,
mw achara orno qum tratar.
q 1 l'crdeii-.....'i (He de domingo # do corren-
le urna uulrelra de ouro polillo, loda de SNaslee,
, i'oni um.. mole |wr fecho; ol nenia rol Mta da
praca da lls-\ isla al o Recifc, a rua do lorrcs,
asa' do Sr. Bernardo Antonio de Miranda ; quem
a livor adiado, o a quitar rcsliluir, dirija-se i pra-
ca da Uda-Visla, casa da quina da la do Aragio
. :)J, segundo andar, quesera generosamente gra-
tificado do Iraballio.
Na rua do Fugo n. Hi, fat-se almwo Jairlai
para ll ou iliessoai, iior eoinniod" ju'ero, mandau-
do-se levar ou Minlii liiwar: quem qir, dirija-
- a uicnciouada casa cima para Iralar.
MUTILADO



!r
AVISO IMI'KTANTi:.
Foraui seduzidas ou Curiadas do sitio do ahaixo
assiguado, duas mualas, nina escrava do nomo Ray-
inunda, alta, rom o roslo redundo, bciros uiussos,
oscabellos uin |hiuco estirados ; lcvou oomsigu.....
MI de roes, e meto, o qual esto mudo nulridoc
esperto." A oulra muala lie forra, chama-seNarci-
xa, lem 17 aunos de idaric, 1 clara, lom o corpo re-
-nl.ti, os rabcllo* corridos e bocea grande, ro crea-
da c educada na casa do abaiso ussignado. Espero
al domingo p vindouroa culrega da molala rapli>a
com a cria c nolicias da Torra que |Hir esle declaro
nao a querer mais cin casa. Sendo |iorm, quo nao
apparecam aleo dia imlicado, levarci esse fado com
todas as mas circunislancias ao couliccimeulo do pu-
blico e da polica.
J0H0 do Unjo llarrot tlalo.
No dia 110 do correule se deve arrematar em
hasta pblica do juico do civel da primeira vara as
parles da casa de um nndar.sila lia ra do I.m-
menlo, pciihorada por ecuoflo de (juilhermc An-
tonio Rodrigues Selle, contra Jos Francisco Pinto
e oulros.
C0.\S11T0RI0 IIOIHEOPATIIICO.
;. Rua do Trapiche Novo n. 9, no ,
4 hotel Francisco. i
O |)r. Casanova contina a dar consultas <
.'; c remedios gratis ao pobre* das 7 huras da i
9> manhaa al ao mcio dia. As |iessoas que i
$i/ nao forcm pobres mi puaaro de 5 a 2UtHIO ;
9$ rs. pelo Iralameulo. Os eseravosso pagaro I
G! de a IOjOOO rs.
Roga-se aos Si -., cujos nuines vao abai\otrans-
criptos, c na falla aos seus bordeiros, do compare-
ce rcm na ruado alerroda Boa-Vista, casi n. 10, ou
na rua do Vigario li. 7, para tralarcm de negocios
cine Ibes rii/eni res|icilo, sciulo: Leonardo Recorra
de Siqucira Cavalcauli, Juaquini l'ercira Bustos,
Francisco Bernardo Cavalcauli, Manuel Soares da
.Silva, Jos* Rodrigues Luna, l.uiz Caclano de
Soma, Joaquim Francisco de Mello Cavalcauli,
1 ni/ Antonio de Andradc, Antonio Correa de
Mello, .1" "i l'aulo de Olivara, Miguel Caudillo
de Medeiros, Jos Alves Bczcrra Cavalcauli, Joan
Tliomaz, Beulo l'.i...... Lima, Domingos Comes
de Audrade, Jos da Cosa Marhado, Cipriano
Suvaes de Souca, Francisco, de Paula Azcvodo,
Jos Leandro da Silva, Joao Allanto da Cunara,
Jos Ccrmano Pi do Gamito, Manocl lavares
la Silva Couliulio, Malinas Vidal de Negreiros,
Bernardo de Lima Lilis, Mauoel Correa Lima, Ma-
nuel Fcricii a Cani|uis, Manuel Lucas do Ollvcira,
lie .ii.i"-.lu-e Ain-, Marcelino dos Sanios Oliveira,
Joto da Cunlia Figuoirodo, (encalo Antonio Alves
de Figucircrio, Pedro Alcsaiirirc ilo Arauju, Vicen-
le Ferrara Roilrigues l.eile, Francisco Duartc Coc-
llio, Jo*1 de Moura, Francisco Connive* de Bar-
ccllcs. Aul.miu Callos, Mauoel Pereira ila Cusa,
Joao Ribeiro l'cssoa, Anlnniu de Alcntara, Anlu-
nio Cordciro das Novas.
ATTE.NC.vo'.
Pedc-sc ao Sr. Tliomaz llaulle, siibdilu ingle,
com coclieira na rua deS. Francisco, que veuliaou
iiiaudc pagar nina divida que conliahio.ha nio/.o-,dc
gneros para a subsistencia, n'uma venda ua l.in-
Hoeola: ae Dio vier pagar lar mais ineununodose
vera o seu noine nesle Diario.
Nao leudo (ido lugar a arremalacAo por renda
do sitio da Capimga, que foi de II. Florinri.i Uaria
de Jess, ? boje perlenrenle n m Rlk^ demonio
.li.se llioniio ds;,ai ll0 dia lt> do crranlo, por
lerv'*"ioflTiado, ueinnodia 30 pan u qual linba
sido Iransferida, de novo su Taz publico que asohrc-
dila arreinalacao lia de scrullhnada pcranle o julio
de orpbloe, no dia legunda-feira,: do correule.
#*!
CONSfl/liIIIIO IIOMOEOPATIIICOCBA
@ TITO PARA 08 POBRES.
C; N.i i'.i.i aniarella paleo do Collegin, primri-
lo andar, residencia do general Abren c l.i- Q$
(!( na. Este consultorio be dirigido pero proprio 4
2 geueral Abren c l.inia,-e ncllc dam-so cnsul- @
O las gratis aos pobres em lodos os dias uteis .,
Jg desde as dez da manhaa ale urna bora da lar- 'A
M de. O inesnio saibor pode ser consultado w
|wr oulras pessoas a qualquer bora do dia ou
m ilanoite, w
a
(/u auiiisaeo do F.vm. Sr. prndenlo da
provincia, Francisco Antonio Ribeiro, I). Luiza Au-
nes do Andradc Leal c suas manas. II. Senlioiiiiha
de Asseca Bilancourl Leal de Rezcndc, 1). Tbcreza
de Jess Leal leein aberlo cni illa casa una aula pa-
ra o sexo feiiiuino, onde se ensilla a Icr, escrcvci e
contar, grammaliea nacional e arillinwlica, douiriua
rhrisla, fraurez, inglez, msica vocal, c oulra qual-
quer faculdade, que os paisqiicir.ini maiular ensi-
llar as suas lilhas. paia o queja leem roulralailo
medro para aquellas facilidades, que nao se acliam
habilitadas para ensillar; ensinaiu laiiibcm a coser,
bordar de seda, de marea, de suslo e de hoco, em
latagarca, cai-und, labvrinlar, e oulras babilidades
de agullia propriai de senhoras. A casa Ion mimo-
dos para 6 pensionistas, recela! mcias pensionistas, o
estarnas medanle um proco razoavel: os pas que
as quizerem honrar couliando-lbas a cdiicariio de
suas prezadas lilbas, licarosalisfeilus pelo auxilen-
lo que ellas leio, para o que se iroilerao dirigir a
rua de Sania Hila n. ."> (oulr'ora Fagiindes) quein
vein da ribeira primeiro sobrado ao p do de vaian-
da encarnada.
RO BO.
Em a nuilc de segunda para lerra-feira do col-
renle mes, roubaraiu da luja da rua dos tjuarleis n.
!l, perlencenle aos abaivo assiguados, a quautia ilc
I770 c lanos mil rea, sendo S sedulas .le 400*000
rs. dolbesouio e banco, 1 dila de 1003000 rs. .lo
banco, i on j ditas de OJOOOrs.. una |wrrlo de se-
dulas de-JO, II). 5, -J, e i .- :' '' i rs. cin orno, t sedla de Lilii rs., aniarel-
la, bstanle dilacerada que pelo seu inao estado se
anpnea falsa,aqual lem um remondo de pa|>el lino
que aeompanlia as cosas de loda a scdiila, sendo
este remend gradado cono gonima-arabia, 1 dila de
_'ihi rs. em o ni.'.n.o oslado; levando mais nlm
desle dinbeiro uus peiibores constando de 1 bollo
do ouro de abeiluia sendo lodo liso e ponlwlo, ein-
brulliado em um papel que continua um lelrefro ou
noine scguinlc (Pedro Jos de Barros e unas fuel-
las de calcio, antigs, de prala, poicn a piala bs-
tanle bassa, rom mais oulro bolAo de abertura de
igual feilio de ouro falso, einbrulbado em um papel
com o noine de Francisco Parbcco de Oliveira:
quein lal roubo descubrir ou iler nlguiis eeclareci-
uientos a este respeilo, dirija-se a mesilla loja que
ser generosamente recompensado, c proles(audo-sc-
llie guardar lodo o segredo |>ara esle lim.
Ci; i Ba<(>
I Nodomiugo, 2 do correule, dcsappareceu o
escraMi velbo de uoiue Miguel, que cealumava ti-
rar carauguoijoa, e a vender capim junio ao cbafa-
da praea da Boa-Vista, o qual lem ossignaesse-
ules:cdrprela, alio, secco do corpo, espoila-
falla rouca, com o loruoxelo da perna e-ipiti i!,i
mais groau, puundo um imucu por una peina DO
Mudar, e lem der, le>c-o a casa de seu senbur, na rua da Solcda-
de n. i'2. ou ao Sr. Santiago l.essa, que ser recom-
pensado.
FURTO.
I';, rua do Ouciniadn. do segundo andar da cas.1
ii. t9, lu t.ii'.iin um jarro de porrcluua de cima de
ronclo: roua-se a i|ncm for olTerecido o ap|irelicji-
da v mande a mosma catta arima ou loja, que ser
iiToiupeusado
SANAS. |
Sapateiro francez,
nuidou sua fabrica de sapalos para o aterro da ll<>.i-
Visla n. II, ronlronic a modista frauceza.
coNsiT.ioRo noMOFropATnico.
fua do-notario, momiwi do Cabug, cana
n. 20, primeiro andar.
Jos Firmo Xavier d consullas gralis aos
pobres, e presla-se a qualquer bora a quem
ae dimiar occupa-lo, lauto para dentro como
na lora dacidadc-
Precisa-se de urna ama de Icile, preferiinln-se
sem filbo, paga-sc bem : na rua dos quarlcis u. 21,
segundo andar.
Oncrccc-sc urna mulbcr de mein idade para
coziuliar cengommar para casa de liomein sollciro:
ua rua da Ciuia n. 7, loja de inarcir.ciro.
Precisa-se de una ama, forra ou escrava, pora
oservico de casa, e compras de urna casa de pouca
familia'; na roa do Padre Floriano n. .">.
i^CO.NSLLTOKIIIOMKOl'ATIIICO^
A) Rna do Collegio n. 25. pri-
meiro andar. ^
K O l)r. P. A. LoIk Mostoso, da' 3?
w COnsqltai gratis aos h>1>ivs, (o- W
W (los os dias das 8 as 12 horas da W
IA manhUa. <
. Pratica qualquer operarjao *
Jcirurgia, leparlos. ^
W Recebe eteravot doentei para yr
W liatar de suas ciiferinidadcs, ou W
W (azerqfjalqueroperacSOiporpre- (4w
& ro commodo.
(4(*A*4^t,^I^M
N;i rua Direila, sobrado tic um ailar n. :C(,
ao p da holica, lem dores seceos de varias qualidn-
des, e lamhem de calila, que se vende em barrill-
nlios ejalas, e se Uiiem bandejas de boliulios arma-
das por nove .todelo e enfeiladas com muila perfei-
i..iti. Na mesnm CMa M arraiijam ja ni ares c almucos
para qnal(|uei
dando levar.
I-"it-i ijih- jirecise diaria
ule, man
COMPRAS.
Compra-se urna prcla da ('.osla que seja qui-
(audeia : ua rua da Sen/alia Nova u. .'l'.l.
()ompra-se mu leruo de medidas de pao, Ircs
dilos de ful lia em bom eslado : ua rua das l.aran-
geirasn. 18.
Compram-se esrravos, e vendem-se, recebem-
se de roinmissa, laulo para a provincia como para
fura della; na rua dos Quarlcis D. 24] seaundu ai-
>A Compram-se albos de parre ira e litmeira: te
^ quein hver aununcic
wm?m?m=m. ?m. mrnmm
. Coiiipra-se urna escrava, qne tcnlin
bonita ligura, ea^j:. optieba quitandeira:
nesla tvnosmphia.
Compra-M piala braaileira e bsapauliola: na
rua da Cadeia do Reclfo n. 21, loja de cambio.
Compra-se o Harto de :HI de marco: na rua
da Cruz u. 3i.
VENDAS
Vende-so um cacravo, crioulo, de idade :to
anuos, bom Irabalbadur de amada c inalado, mes-
Ire de assucar, c sadio: no aterro da Boa-Yisla n. 7S.
Vende-sc corles de rbila larga rom 9 covadoa
cada corle, pelo diminuto proco de 2SHKIrs.: na
rua do Crespo, luja n. 3 ao lado do arco de Sanio
Antonio,
Vcudc-se mi) viverra bstanle graude, lodode
madeira, rom rame e diversos |HUaaroa dentro do
dilo, e lamben! varios passaios mullo 1.....s, cada
(pial em sua galota, sendo islo ludo por preco mul-
lo cuinihiiilo: a |icssoa que qui/.er comprar, iliri-
ja-sc ao aterro da Uoa-Visla n. 61.
Vciule-sesebo eoado em barricas, viudo ulli-
in,menle .lu Rio Krando.do Sul: DO Ierro da Ba
Visla u. 65.
Vcndc-se sacias com perieilo inilbo por.'<8000
rs.: na na d.i Senzalla Nova II, 39.
Na rua da Cadeia no Recifen. "il lia riiegado
para vender nina poican de oleo de ricino, muilo
novo, e bem condicionado, em lulas, i vontado dos
eonipradoie-, :llllibias cada un:.....pial lem lulo bas-
lanlc evlraceao, c eoino inda lia un reslo de lulas,
espera-se os freguezes coiicoi ram a elle, antes que
encabe, M'iuli'-sc por preco commodo; aerial como
nina jarra de. madeira mallo boa para deposito d'a-
gua, e arcos de ferro milito grossos e novos, nina
porctode tolliaa, cobro novo e velho i>ara navio c
larlios velbos.
>a rua dasCruzes u. 22, vende-se una elcuau-
le crioula de 2."> annwqaeengomma, cace bomclio
e lava de sabio ; e una parda de 10 anuos que cozi-
nba, lava c cose cbao e um mulcquo crioulo de III
anuos.
Vende-sc v iiibn da Madeira de superior qua-
lidadeemquarlose oilavosdeppa, por proco com-
modo: noariu.izciiidc N. o. Biebei c\ Campnula
na ruada Cruz n. t.
Vende-se a taberna Mo paleo ou Irav'CSU do
ParailO, com poneos fundo-, bem aeredilada. e com
eominodus para familia, assim como nina divida em
a eidade do IVncdo, docuineiilada, c o lievodor lem
bens, mu alambique de folba que lea 10 caada-,
nina purcao de saceos vazios bous, clin iniulo, pro-
prio para liiiluii'iro, um tonel de UTO a 800 cana-
da-, proprio para carrapalo, barris que Ibram de
niel, proprloa para iundiiecan por seren folies, lu-
do em renta por -en dono precisar retirar-Mi Indar
de -ua -aiule: hala-jj ua mesilla u. 20.
Vende-ae taberna na estrada dos Allliclo- no
lugar da UaugUOira : quein a preleuder, dilija se a
mcema, a Iralir com seu dono S. B.: faz-se lodo o
lotera iii s. rumo MRTIR.
O lliesoureiro destu lotera avisa ao
ii'speitavel publico, (pie iiodia 10 deju-
ulio prximo itituro, audaro as i-odas
desta lotera, seja (pial loro numero de
Iiillirirs. or vender : o resto
dos billietcs estao a venda nos lugares ja'
ai'iuineiados.
DEPOSITO geral do rape princeza do
Ito de Janeiro, grosso, meio-grosso,
c lino, na rua da Cruz do Itecil'e,
u. 33. ;"'
V'iliva Pereira da Cunlia encarregada
deste dejwsilo, novamente noticia que
seinpie se aclis provida de rape da me-
llior ipialidade e iresco, aos preco jasa
Indos de Is280 r, os dous priuieiroa, c
000 r*. o lino, sendo de cinco libras pa
i a cima. .A grande procura deste rape
na falta do de Lisboa, (pie lem liavido,
lem provdo bem que be o que mellior
n pode snlistitiiir. Aceita-se qualquer re-
i lamacau que baja por deleito de ipia-
bdade.
Cuilherine Selle aluga por commodo preco a
'sua casa aniarella da rua da l'igia ulule oslle "
llieatro, tfroprla para aigum i'-iatieleciinenlo gran-
de como l>pn|iia|ilna, e.nila ile meiiiiio-, de llanca,
reparlicfto pulilica ou deposito, por estar sem rcpai -
1 i lucillos per dentro: na rua do Rangel u. 45.
AO N 2.
Vende-se linos riscadinlios e cni-
las de cores lixas cni cortes de oi-
lo, oitoe meio, noveemeio, on/.e,
tnv.e u meio ede/.esseis covados a
!Ki0, 1,000, 1,120, 1,280, 1,600
c 1,920 rs. : noarina/.enidi'l'a/.eii-
das baratas da rua do Collegio D. 2.
Vende-se a armacSo de una loja de calcado ,
propria para qualquer negocio: na rua Dircila ,
^Hii^aa^^'^Ti
Vende-so um negro confinguma habilidade :
na rua doCjbug loja do Sr. A mielo Custodio dos
Santos, se dir quem vende.
Vende-se l'olbetos datrftiena do mi-
lagroso Santo Antonio : no pateo do Col-
legio n. ti, loja de livrosde Joo da Costa
ourado.
KX30GOKXX)CeKK
4
i?.,, i ..i._ ..o i
____
ANTIGA
BOTICA
HOBCEOPATBXGA
Dirigida por um pltarmarrutiro fpprovado
Ksk i'sNilicliMJn.....I possiie tixlosiw; nir-
dicamenls jil agura exponincnlailos. lano
na Europa romo nu Brasil, c preparados |e-
la machina* Guteirtl riavei*. ronforme a qiiallade das ramas, a
<|iiaulidade .dos remedios c suas djnami-
sarnes.
25:000 rs.
CMA CAHTEIRA rom os >S prlncipaei
remedios bumopalbicose:! obras dillercnles,
imlis|iensaveis para os principianles que se
ipii/riein convencer daverdade ila nova me*
dicina ; coiilcndo alm de inuilos conselbos ,
ciiuicos, a palhogeneela de 1 medieamen-
los,
Tubos avalaos (cada nm !.....inkhi
'tinturas ile lisios os meilieainenlos em fras- ,
eos de i; nuca............HMK ,
Na niesina ndica cuconlrar-se-lia seinprc ;
um grande sortlmenlo de Uvroa em porto-
gliece trance/, o cmlini ludo quaiilo be nc-
ciai i., para o esliulo e pralica da I.....lopa-
Ibia.
NOVOS COM
l-iiiiiina-
Vende-se por :15.VKI rs. um corle de calca d
caseinia da Prussia, propria para o invern; na
loja n. da rua Nova.
Vende-se por (i)) barbareis ; na loja n. i da rua Nova.
Na loja ii. da rua Nova, vende-sc bonilos
corles de rlleles de merino de cores de caf, cemen-
to, aiul, cinza c pela.
Vende-se frascos de v idro com amendoas con
feiladas, viudos de Paria: na loja u. \i da rua Nova
Vende-sc spalos de inarroquim trancen lian
scnbora, a IS0INI rs., Imlins de duraque rom pona
le luslrc para senbora, a 2SOOII rs. o par. sapillos
le duraque para menina, a tNI rs. o par; ua rua
Nova, loja n. 'J.
Vende-sc umacasa terrea do pedia o ral, cbao
proprio, na cidade de i Unida, na rua do Jogo da
Bola: os proleudenles dirijam-se a rua do l.ivra-
menlo, loja de taiendas n. U.
GANTOIS VAILHKTi: & COMPA- f
MIIA.
* Conliniia-sc a vender no deposilo geral da
M na da tan/ O. 'r. o eveellenle c bem con-
9 cciluiMo rape amia prela da fabrica de Can- ,'.;
Jr luis Pailbele & Compaubia, da Baha, em
M graudesepcqucnas|iorcocs,peloprec(ie-lalie- Q
lrcido. U
#*#*&***;
Vende-se imr 2-JWXKI rs. um prelo de 13 an-
uos, proprio para um sitio ; jia travessa dos Mal li-
rios, venda n. 2.
Veudc-ac duas bonitas salvas de prala contras-
1.1,1,i-, una de cinco copos o oulra de (res; vend-
se sem feilio: quein as preleuder, dirija-se a i ua do
Aragao u. ti.
Remedio especial para boubas e cravos
jeccos, conlinua a vender-se na botica da rua do
Rangel n. 64, que foi do finado Sebaslio Jos de
Oliveira Macado.
A HADOS l)E FERRO.
Na fumlicao' de C. StarrajjS C. em
Sanio Amaro arba-se pura vender ara-
dos de ierro de aupe ior cjualidade.
Olooospocifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, conlinua a vender se na botica
da rua do Rangel n. 04, a 040 rs. cada vidro.
ES lili CASSAS rUANCEZAS
A :lj'lll rs.
cassas francezas de barra, que se po-
ten) curiar, para fa/.er de babados, de mndernis-
sinios padroe-, leudo variedade de cores para escu-
llid', c dando-se o ligurino para modelo, pelo ba-
ralissimo proco de :15jO is. o corle : na rua Nova,
NA UVA DB SEIS PIHUAS EM IUENTE.IIA
ICltliJA IMI I.IVHA.MENTt).
Vende-SC chitas de cores, com muilo bom panno
a litlrs. o aovado, rbcodnlios franre/.es decores
escuras a llitl rs. o co'vado, alpaca de cores, lita
e de quadros, propria para \eslidos de senliora a
_' 'i(i rs. o colado, lencos de cainbraia, brancas e
com barra de cores a llitl rs. cada um, dilos para
meninos a X(l rs. cada um, chales pelos de lita pa-
ra lulo, cassas prclas para lulo a oVn o covado.
RA 1)0 CRESPO n. !
Vende-se superior chita com coros lixasa l-Jtl rs.
o covado, l^Hl rs. a pera,, corles de cassa rranee-
U, lindos padreen a 2JSW rs., dilos de dila rom
salpicos o barra a :ls"itKI rs., chita trancen rom bar-
ia a lili rs. o colado", o oulras inuilas Duendas
por menos preco do que cin oulra qualquer parle.
Vende-se na loja de linos de Meira llinii-
ques, no paleo rio Collegio: compendio de gram-
maliea portoguexa, recopilado dos lucidores auto-
res e arconiinodado Intelligoncia dos meninos,
porJ. A. Pasees: proco HMirs. Bale compendio
lio un dos mais completos que exisleni, contando
precisamente etymoiogto, synlase, proaodia c or-
Ihographia, alian de um ensato ou evercicio de aua-
lise. He mal claro e inelbodico as delinicoese
preieilns ; e disliiiiic-so dos que al agora so bao
publicado, principalmente nosartigos sobre as lin-
^iiaeus virtnaes, ionio de lerniataoaaslinguageus,
regnnent dos verbos, cacenlo relril das palavras,
dando as regraa possiveis para se conhecer quando
predomina a ultima, penltima ou anlipeiuillima
svllalia, c quaudo o san he agudo ou grave, como
em comroou onirro.
__ Vender uma nula mallo uurda, mansa e
nova pin preco commodo: naeoclielra dama da
naToja'deseis PORTAS EM FRENTE HA
IREJA HO I.IMIA.MENTO
vende-ae pecas de chitos do cores, rom muilo bom
pi.....o a .\NKKI rs. curtes de cassa-elula a Iy600rs.,
riscadiahne do lindo proprios para jaqucla c palilos
a doie viulens o covado.
Taixas para engenhos.
Na fundirn' de Ierro de I). VV.
Bowmann, na rua do Brum, podan-
do o elial'ari/. conlinua baver um
Completo snrliinciilo de laivas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as cuiaeS acbani-se a venda, por
prero eoinmodo e com promptidao' :
embarcam-se ou eariegaui-seem carro
sem despe/.a ao comprador.
AOS SKMIOItES DE ENENHO.
O arcano da unciirao' do l)r. Eduar-
do Siolle em Berln, empregado as co>
liiuias ingle/.as e bollande/.as, eom gran-
de vantagem pura o inellioramento do
assiioar, aeba-S(! a venda, em latas de 10
libras, junto com ometliodo de empre-
ga-lo 110 idioma porlugiie/, em casa di
N. O. Ilieber & Coinpanliia, na rua da
Cruz, n. i.
No boceo do (encalves. arina/,em de Heane
Yoale&C.....panilla vende-se mcias barricas com
superior rarinna de trigo.
Vende-sc sai-cas com iniiiln superior inilbo
na e-cailinha da all'andega, ariuazcm de Jos Joa
quii Pereira de Mello.
Vende-ae cabertorea escaros, proprios para
criados, ou eseravos, pelo diminuto preco de '.khi rs.
cada um : na loja n. 3, da'rua do Crespo ao lado de
airo de S. Antonio.
I'OTASSA SUPERIOR
Vendem-se por prero milito com-
iiioilo, no arma/.em n. 7 de ces da
all'andega, de Joxe Joaipiini Pereira d(
Novaes &
n. 54
Vcndo-se mu -ofii, urna mesa redonda de meii
do sala, e iimjmai do bancas, ludo de Jacaranda
em bom uso, c |ior preco razoavel : na roa Dircila
loja de iiiarcineiro n. :t(i."
Na rua do Oucimado n. >~, se dir onde leu
um casal do eseravos pecios para se vender, pro-
prinspara lodo o sen ico.
ATTENCAO -Jseim US. A PECA.
Madapohlocoin mu pequeno loque d'avaria, leu
do viole vana, largo, bom a 31800 rs. a peca: m
armaiemdc gendas inglesas de Gouveia 6 Leile
Panno lino aiul, o covado a tsWNM,-Js rs, proprio para fardas de militar, capotes, ele
ariuazcm de Calendas de Gouveia cV l.eile, rua do
(jueimado n
Vende-sc urna cadeira de arruar : na rua du
bogo n. II.
Vende-se ou Iroca-se |ior um molcquc da
moma idade, urna escrava crioula de 15anace cun
nlgons principios de costura, c ptima reudeira
muilo propria |>ara andar com meninos |>or ser mili
lo carindosa; c taiudem um inoleque com lOauuos
proprio para aprender qualquer otario os prcler
denle- ilu i|aiu--e a Antonio Leal de Barros, na rua
do Vigario n. 17
rOI.IIIMIAS
Almanak adminislralivo mercanlil o indu#Hal
do Rio de Janeiro, roldadlas de l.ucmouerl para IK.VI
c papel depeso azul o branro, paulado a l!>IIOO rs
a roma : na livraria da esquina do Collegio n, 20
BA NOVA N. I.OJA DE FEBHAtiENS.
Nesle oslabelccimcnlo vende-so ferragens de lo^
das as quaUdades, easim como cobre para for-
ro, .ni Helia- de cobre de lodos os lamanhos e de S0<
perior qualidade, cobro para roda, dilo liara rod-
le, cobres para engcuho do ludas as qualidades, es-
tanto em barra, dilo em verga, ferro para forreiros
de todas as groaran*, larguras c qiialidadcs, folba
de ferro de ludas as inossiii as, ferro sueco de sii|ie-
liui qualidade para jorrar rarroa, ehaaM em bar-
ra, dito em leunil, dilo do munico, turnos do lodos
os lainanbos para ferreiro, olivadas de aro, dila-
porluguezas,- fulba de llaudies em calvase arelaldo,
espingardas, claviuule-, e oulros muilo- objeetos,
eudenlu por cunimudo inecu.
Na rua du l.ivrainento u. 36, junio a loja de
cera, elisio para veuder-sc Ulna por^gu de Balsea
dos afamados charutos du S. .Flix.
.Mello, ou no CMiiplono de
Compaubia na rila do Trapiche
Vendem-se em casa de Me. fabnont \ Com
panliia, na praja do Cor|io Santn. II, oseguinte:
vinho de Mai-eilleem caitas de :l a 6 dinias, linhas
em novellus erarreleis, breu em barricas muilo
grandes, aro de miladsorlido, femiinglet.
Vende-se fio de algoduo da Ba-
bia,- por preco commodo: noes-
criptorin de Novaes & Coinpanhin,
na rua do Trapiche n. 34.
GHANDI FABRICA DZ CHAPEO! DX SOI.,
BD1 DO COLLEGIO IV. .
J. Falque faz scienle ao respeilavel publico de
l'n n.iM11,u, n, e em |>arlicular aos seus freguezes,
que acaba de receber de Paris, como do Rio de Ja-
nriiii, da fabrica de Falque Irmaos, um lindo e
completo sorlimenlodecha|eos de sol de seda e ilc
panninlio, lano para homens como para senhoras,
leudo para os primeiros um escollado sorliinenlode
chapeos de sol rom cabos inlciricos os mais lindos,
que lem viudo ca caricaturas diversas, dilos de can-
na, etc.; grande quanlidadc do sedas e pauninhos
em peca |Mrarohrirarmarocs servidas, as que forem
de ferro, enveruisani-sc que fcam novas ; baleias
lamas, eslreilas c de ac para esparlilhos o vcallidos
le senhoras, heucalas bouilas ; cobre-sc e roncer-
ta-sc loilae qualquer qualidade de cda|H'os de sol:
lodos osohjeclos cima mencionados vendem-se em
porcao c arclalho por menos prejo que em oulra
qualquer parle.
Vendein-se relogios de ouro, pa-
tente inglez, os melliores que lem viudo
i este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de llus-
sel Mellors & Compaubia, na rua di
Cadeia do Iteeilc, n. ~).
Vendem-se os verdadeiros sellinsi ndlo/.es, pa
lente, de mola c semella: na rua daSenza la No-
an..
Vendem-se sacras com Carelios, a fcjjflO: no
rmaxem n, I do caes da alfandega.
A 500 RS. A YAK A.
Ilrim trancado braiirn depuro linho. niiiilu eu-
iiipa.lo: na ioja da esquina da rua du Crespo, que
olla para a (Cadeia.
Vciidein-se vaqueta! deluslre, para
cubera de carros : na rua da Seu/.a'
de carros : na
Nova n. V2.
Vendem-se lonas, briniao, brlnse meiaa lo-
isda Itussia : no arinazein de N. (). ilieber &
Ciiinpanliia, ua rua da Crol n. I.
Veude-so um prelo crioulo, moro e sadio, he
aullador de rua, e nina ncriuda de cinco anuos e
muilo lnula ; na rua lama do Rosario, u. K
Vcndc-se, na rua do Cuspo n. II, luas de
pellica muilo boas para honicm e senbora a I -i hu o
19300 rs. u par.
Vende-sc viudo frailee/, niiiiln superior, cni
darris, chegado iillimamenle, champagne da mellior
IHissivel em gigos chegada lainliem ulliiuameule,
fogo arlilicial de difTerenles modelos, pnqirio para
diverlimenlo de familias, ludo islo so vende por
prero baralissimo: na rua da Cruz u. X, primeiro
COBERTORES DE TPETE
Escures para esclavos, a !KKI, 1*000019440rs.:
na luja da esquina da na iloCrespo que volla para
a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE.
Na rua do Crespo n. ti, vende-se superiores robcr-
lores de algodaO escuro, proprios para eseravos. a
!MHi, lj000 rs.e 19)40cada um, brim Iraucado brao-
ro tic lindo puro, a .VIO rs. a vara, corles de dilo es-
uro. n I-i i" c -290011 rs., curies do chita com halla-
dos c barra,a Hhmi rs., leudo Ct covados cada um,
chitas escuras rieladas seguras, a KKI, IH(>, c 2(Mlrs.
o covado, selim prelo maro, a :i5tllK) e:i?(KI, pan-
nii prelo lino, a 11 c nhiii ra, o covado, riilo a/ul
muilo lino, a 11^1(10 rs. rt covado, pecas de camliraia
le salpicos com "varas, a ie poOO, c iniiilasmais
fazenda< por menos preco do que em oulra parle:
na rua do Crespo, loja n. ti.
TOCE DE IIACOUY.
Cliegou receiitciiienlc do Maniuhao urna pequeiia
porrAo doledelieario rioce, o mellior que ha, lano
pela -ua evcellenie qualidade, enmo |air conservar-
le por mallo lempo em perieilo eslado' vendo ae
em casa de Fonlec\ Irinao, na rua da Cadeia Yelda.
SAPATOS DE BORRACHA.
Na rua da Cru/, coufionlo a l.ur.ori.i u. :'.('., ven-
ile-ae sapArioroi MipaU lo barroehaa proprloa para
o lempo de cliuva v por pre^o commodo.
VINHO 1)0 PORTO MllTO FINO.
Vende-te superior vinho do Porto, em
barris de V., .">. e 8. : no ariua/.cni ila rua
do Aceite de Peise n. M, ou a tratar no
escriptorio de .Novaes Compaubia, na
rua do Trapiclien. 5f.
RAPE PAULO CORDEIRO.
Na-niailaCmlrhnlo Ucrifcloj.i D.50t dfl Cttnlll (\
Viii.? i un. vemle-se btese meiosditos ile rap Paulo
Cortlcirn.
Witle-se pronnulfH Inglozosmailo novos para
Hambre, latas rom bolachinlUH desotla in^le/a.quei-
le pialo, eODMTvafl muilo no\as, seiiienles tic lo-
. ,i> ipialiilailrs ilc linrlalire, 'licuadas iiUiuaincii-
n.i i ua da Cruz u. ii, defronle do Sr. I)r.
NAO' SE FIA.
No aterro da Boa-Vista a. 49, venda nova com a
Crale pintada do aiul, vende-se os srguintea gne-
ros:manleiga ingiera niuitn lioa, a7-20rs. a li-
bra, cha da India do mellior, a 2W0, dilo a 2B0
ni., dilo prelo, a l920 a libra, lem :i embrulhos, I
embrulho por titO, male, a 1960O a libra, esperma-
ceti', a 730, caCria primeira sorle, a 160, cevada, a
100 rs., tapioca, a 10, csirelliuba, a !M0, loiirinho
bom, a 200 rs., assucar refinado o mellior powivel,
a 10(1 e 80 rs., uro de bico muilo proprio para sd-
pa, a210, painw, al00rs.,aieiledoco de Lisboae
muilo bom, a 610, vinagre dilo, a 120, dijo da Ier-
ra, a 80 rs. a garrafa, e oulras cousas mais que so
far o preco visla do comprador.
Vende-sc capas de burracha prela, arlnle mil
rs. : na loja u. t, da rua do Collegio.
Vende-se xaropes de fruas do pair,: na tra-
vessa da Madre de lieos, n. 4 e ti.
Vende-se IB eseravos, sendo cinco cscravas de
lodo servico, motas, de bonitas figuras ; uma mo-
lala rio iriade de 20 a 2t anuos, que engamma e
coziiiha ; 2 inolecolcs de 16 a 20 aunos; 8 eseravos
do servico decampo: na rua Uircita, n. 3.
PARA FECHAR CONTAS.
Vende-se cera ein velas em caixas sor-
tida, mercurio doce milito superior e
em pequeas caixinhas, nzeitc (le peixe
em volumes |iec|iienos, barricas com li-
nlinca em rao, cbarutos da Babia, jaca-
randa' en i cossueiras, e de superior (jtiu-
lidade, forjo da China em liguras, etc.,
etc., tildo se vende por o mais baixo pre-
co : un rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
ATERRO DA BOA-VISTA, LOJA DE
CALCADO N. 58, JUNTO AO SE-
LEIRO,
Nesleestabeleclmcnlo vciule-sc as facndas pelos
aeguiolee procos :-apair.es de lustre para hoinem
SfOOOopar, riilns de bezerro, a 1190110 rs., sapa
loes de luslrc trancares para rapa/, a ;fe600, sapatos
de lustre para senbora, a 1)280, l-llle 19920, hor-
zecuins para senbora, a :t~">"n. sapalos ric rordavo
para seiihora Ceilos na Ierra, a 720, sapalos rio inar-
roquim 'para lioinem, a 800 rs., riilos rie laa linos, a
19200 e laliOO. benualas, a 610, IflOllO e 18600, J>en-
les para Ir.ine.i imilaiulo lartaruga, a 1900(1 rs-, len-
cos de camliraia com craile e bico, a 19600, mcios
bolina de be/erro, a .iIMHIO rs., penles de bfalo pa
ra dcsemharaear, a IIKIrs., assim como acua rie Co-
lonia ca garrafas lapidadas, dila cni frascos grandes
e pequeos, jarres cum baulia, sahoueles, |>omada
escovas para lenles c casaca, um completo sorli
lucillo rie perfumaras, marroquim, muro de lustre
be/erro, e oulras mudas cousas que se vendern ba-
rato, a diuheiro : os freguezes que comparceerera
neslo eslabelcciinenlo scriln bem servirios.
LOTERA DES. PEDROMARTVR.
Aos 12:0001 e 6:000| de rs.
Na loja de iiiiudczas da praea da Inde-
DAVIIIWII.I.IAM IIOWMAN, enuenheiro 111a-
ehiiiisla o fundiilor rio ferro, mili respeilnsaineiilc
aniiimcia aus senhoris proprietarios rie cnueiilios,
fa/eniloiros, e aorespeilavel publico, quenseu esla-
lieleeimonlo de ferrn movido por uiachiua de vapor,
na rua du llriim pastando ochaniil, conlinua em
ellecliv 11 evercicio, ese acha coniplelanicnle mnnlario
1.....1 apparellios da primeira qualidade para a per-
feila confeccailas inaiores pecas rie inacliiiiismn.
Ilaliililario para enipielieiuler quaesqiier obras da
sua arle, David William llovvnian, desoja maispai-
liciilanneiile chamar a allenea publica para as se-
suinlcs, por Icr dolas grande sorlinicnlo ja' promp-
to, ein depoaito na mesiua Cunriicao, as guaca cons-
Iruirias ein sua fabrica poriem rompetir com as fabri-
cadaaem paii eslrangnro, lantoem preco como em
qualidade de materias primas c ma do obra, a
saber:
Machinas do vapor da melhor consIruc/iS.
Mueuilas rie caima para engenhoa de lodoaoa la-
manhos, movidas a vapor por agua, ou animaos.
Iludas de agua, moiiihosde venlo eserras.
Manejos iiiricpcnricnlcs para cavallus.
Rodas denladas.
Auiiilhcs, liron/cs e chuinareH'as.
Cav ilhes e parafusos de lodos os lamanhos.
Taixas, paros, crivos e bocas rie fornalha.
Uoinbos de mandioca, movidoa a mad ou porani-
maes, e prensas para .lila.
Chapas de focan e fonuis rie Cariaba.
Caaos de ferro, lorneiras de ferro e de bron/.o.
Ilombas para carimba c rio repu.vo, movidas a
man, por ananaes ou vento.
Guindastes, guinchase macacos.
Prensas hidrulicas cric parafuso.
I-Yrraucus para navios, carrose obras publicas.
Columnas, varan.las, grades c portos.
Prensas de copiar carias e sellar.
Canias, cano, de 111.10 e arados ric ferro, ele, ele.
Alen riasii|icrioririoric das suas uhras, ja' feral-
mente recniriii'ciria, llav id William lloivmau uaraule
ainaiscxacla conforniiriarie cornos uioldes c dese-
iihnsremcllirios pelos scnbores que se diuiiarem rio
razcr-lhc-cnronuncnrias, aproveilaudo a oecasiao pa-
ra acradecer aos seus numerosos nmiuos e freguezes
a preferencia rom que lem sido |mr elles honrado,
e asseuura-lbes que nad poupara esforcosediliuen-
ciaspara continuar a merecer a sua roulauc.a.
Vende-se uma casa lerrcu, na Kslraila-Nova,
iii.I" da Snledade |iara oUanguiuho; a Iralar na
rua do Cahuu 11. 6.
Vende-se urna noa e excellente
machina de daj'iierreolvpo, com moldu-
ras para quadro e laminas, ou sem ellas,
a vonlade do comprador ; no arma/.em
de M. Guiieiro, rua do Trapiche 11. V8.
.Na loja da quina da rua do Crespo, que volla
para a do (Jueimado, vende-se lencos de relroz, de
varias cures, poni de m. do muilo bous guslos,
chegado* ulllrassaenle de I-Vanea, assim como bar-
relinliosde relro/ predi, puiiln de m, jiara segurar
n cabello dos meninos e aiasalhar a cabeca do ar,
para o que nada ha mais proprio, Innato c lev *
Vciule-se su|H-riur lio de relia multo piprio
Cira coser saceos con assucar, ein casa rie James
rablrec & C. : rua ria Cruz 11. 13.
la prac
e nillit
pendencian. 4, vende-se billietes intei-
ros, mcios, (piarlos, (plintos, decimos c
vigsimos, nuecorre no da lOdejunno
llilheles inicuos
Mcios.....
Quiutos....
Quintos. ...
Decimos. .
Vigsimos
I2.S00
.....6X0(10
.....3(300
.....fcfiOO
..... I.S.iOO
..... K700
BOM E BAIIAKI.
Aiulrailc r\'Ainaral, rua rio Calmea n. II, ven
ilem corles de casimiras de novos parirnos, polo di'
minuto preco de .VSIOO rs. o corle.
ATTE.NC.vO AO IIAKATO.
Andradc i\ Aiiural.rua do Cabiii n. II. venriem
sapalos Iraucezes de marroquim erordavo a H00 rs.
o par, rhiiiellas ric panno, francezas, a 900 rs
o par.
Vende-se as seguintes sementes de
horlalicas, das mais novas (pie ha 110111er
cado, a saber : rbanos rabanetes
branCOS c encarnados, nabos rovos c oran
eos, all'ace allemaa, dita repolliiida, COU.
ves Saboia, tronxuda, lombarda, salea
cebla di; Setubal, coentro de tosseira*
segorellia, ceiiouras, piuipinella, repolbo
\icoria, e tomates grandes : vende-se em
porcan maior e mais barato para acaba
na rua da Cruz, do Iteeilc, n. 62, venda
de .Mal los A Irmao.
Vemle-se o eimeiibo Ciimbe, silo na Cremiezia
de San Jos de lle/.erros, siluario na malla tln Sul
he d'atiua, e |iara moer n,lo precisa se ulilisar rio a
curie por ler rio o inovei-so com o mcsiiin, |Mir ser
muilo Corle; lem Inias obras, rua rie muro de podra
boa inoenda do asseiilamenlo, boa serrara d'auua
0111 aviaiucnlu para fazer fariiiha.ruui cercario.c com
Ierras de calina: quem o protender riiriia-se ao en
genln lloa \'isla, a fallar eom o propriclario Jos
Antonio da Cusa Braga.
Depofito da fabriea de Todo, o Santot na Bah
Venric-se, em rasa rie.N. O. Ilieber c\ ('.., na rua
ila Cruz n. 1, algodao Iraucado il'aquella fahr
iiiuiln prnprin para sarros de assucar e roupa de es-
eravos, por preco comm.nlo.
AOS FABRICANTES DE VELAS.
Vende-ae cera de carnauba, e araxa do Hio (ran-
de mullo superior, c por commodo preco: do ar
inazem riel). 11. Anilrade ,\ C, rua da Cruz, con-
fronte o cliafariz n. 111.
Vende-se un carrinbo ric I rodas rom 1 assen-
sonlos, senrio 2 para meninus.cuin lauca e varaos pa-
ra I o 2 cavallus, em muilo hoiu eslado por ler sidu
fabricado a anuo e meto, por preco ciimmodo: os
prcIcuricuIcH ilirijam-se ao aleirn ria Boa-Visla n. ti,
segando andar, das lias 10 horas ria manhaa.
Vende-sc ou arrenda-soocngciilioTcIcgrapho,
lisiante tiesta praea duas luanas emola, inoculo e
correule, eom boas mallas c Ierras do plantaran, hua
casa rie viv curia, e animaos rie rnria : os pretenden
les iliiijam-sc an Iciceiro sobrado da rua rio I .i-im
des.
COLCHAS HRANCAS COM SALPICOS
a l-iiii caria una
na rua rio Crespo, loja da esquina que volla para
a Caricia.
No Porto do Mallo, defronle do arina/ciu du
Sr. Joaquim Francisco de Aleui, aluda conlinua ,
vender-se, cera de carnauba, lencos, loalhas do la
bvriulho c mais ell'eilos, por preco commodo.
TOALIIAS ECO.VOMICiS
para mesa a 13400
na rua rio Crcs|io, loja ria esquina que volla para
a Caricia.
SEMENTES DE IIOIITALICAS.
Vende-se seiiieulcs de hortalicas de to-
das asipialidadcs, cliegadas pxiximaineii-
te do Porto, por ])reco comuioilo : nu rua
Dircila, venda u. 7li, esipiiua do l>ecco
dos Pcccados Mortaes.
Vende-se colchas brancas de sal-
picos muilo encornadas, propriaspara o
tempo de fro, a I ,(i00 rs. cada uma: na
rua do Crespo, loja n. 6.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
N'cslc esfibelecimento continua a ha-
ver um completo sortimeiito de moen-
das e ii i.'lis moendaspara enijcnho, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e ooado, de todos os lamanhos, pura
dito.
VonJe-se cluipeot ric palliiuha para senbora,
muilo mudemos, o de dillercnles qualidades, mui-
lo proprios para a presente eslaco, o por precus
muilo moilieos : na rua ria Cidria rio HeciCe, n.
21, primeiro andar.
OeMo.
Vcnile-se cesso 0111 barricas,che&ario ullimamne-
ie : cni casa J. Koller t\ Companhia, na rua da
Cruz ii..V>. ,
Vendc-s a casa de dous andares alia/, da ma-
triz ria lloa-Visla n. 28, com cocheiraegrandequin-
lal, eriifcaria em cliAos |iroprios; laiiibem se per-
iiiula |uir al jiiiii ungeiriio perlo desln praea : os pre-
leiiJcnles dirijam-se a rua do Trapiche Novo n. 14,
primeiro andar. ,'
Moinhos de vento
cum bombas de repuli pani'Te^ar borlase baivas
.le rapim, ua funiliea de I). W, Itowinan: na rua
.1.. Ib nuil,-. Ii, Helo.
A 6,000 ra. pa^samas, a 5,500 ra. (raides.
\ eiiilein-se chapeos rie sol rie seda inule/a .le
superior qualidade, pelos precus cima : na rua
do Collegio n. I.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cuuba & Aniorim, receberam pelo ullimo m,
de Lisboa barris com I ip desu|icrior cal era n|
para o fabrico de assucar, e venriem por menos
em oulra qualquer parle ; e para fcchaincntodecii
las um restante de polaasa americana: na rua
Cadeia do Hee i re n.50.
Vende-se cera de carnauba,primeira norte:
rua da Cadeia do Kecife u. 49, primeiro andar.
500.4000 RS.
Vende-se por 500)000 rs., uma (ypoRraphia mq
mais de 700 g de typos muilo bem sorlldos, e ua
liom prelo rie ferro o nao a quem conv icr dirija^
a rua das (a u/e- n. 28, segundo andar.
Vende-se lencos, e loalhas de labvrinuio
rhegados agora do raealv por presos niui'romnit!
dos : na rua da Cadeia do Recito n. 40, primeir,
andar.
Almelada Edwl. Maw
Na ruado Apollon. 6, annaiem de Me. Calmo,,!
(i Companhia, acha-se conslaiileincnlc bons sorli.
mcnlos de (aisas de ferro cnado e balido, lano ra-j
sacomo Cundas, moendas ineliras ledas de Cerro m.
rna ni uiaos, agua, ele, .lilas para ai iii.u em madei-
ra de l.i.ln-n-lamanhos in.i'lohisos UI.I-; iude,,,,,,.
machina borisonlal para vapor com Corra i](
i .avallas, cocos, passaileiras de ferro e-ian,.,,.,
liara casa de purgar, por monos preco que os de c.
bre, escovenS para navios, Cerro inglez lauto ea
barras como ein arcos e Tullas, e ludo por baralt
reto
gj
ADTFUnj
No armazem de fazendas baratas, rua rio
Collegio n. 2, vende-so um completo sorli-
mcnlo de fazondas finas o grosaas, por proco
mais baixo do que em oulra qualquer parle,
lano em |nircoes como a relamo, afiancanilo-
se aos compradores um s proco para lodos:
esle eslabelecimento abiio-sc de combinarao
com a maior parle das casas commerciaes in-
glozas, fraucezas, allemlas e suissas, para
vender fazendas inaisem conla do queselcni
vendido: e por isso orfcreceiido elle inaiores
vaulagens do que oulro qualquer-, o pro-
priclario desse inquiranle cstabelccinicnln
convida a lodos os seus patricios o ao publi-
co em geral, para que venliam (i bem dvi
cus inlcresses) comprar fmulas baralas
no armazem ria rua do Collegio n. 2, de An-
tonio lu/ dos Sanios.
NA RUA DA CRUZ N. f.
Vende-se na rua ria Cruz, ariuazcm u. 13, us gen*
roa seguales:
Carne de vacca salgada.
Cobre cni folba para forro.
Heios de laia anericanos.
Oleo de liiih.iea, a laHOO rs. o gahlo.
Tilda verde cni massa, a 160 rs. a libra.
Dila vermolha em massa, a 120 rs. a libra.
Cabos de liuho de lorias as grossuras, a 285000 rs.
quintal.
Veuile-iie doce de goiaba fino : no arma;.ci>
n.' 5 da rua ria Cruz.
Vende-se um esrravo moro, possanlc esea
achaques alguiis: na rua do Padre l'lnriano n. :ll,
Vende-se uma porcao do laboario 20 a 2.5 palmus rie comprimento, propriopara obru.
rie n.....i mil o por prero commorio na rua do Viga
rio n. 5.
DEPOSITO DE FUMO.
Vcnric-se fumo a retalhoc por alacario, de pii-
meira e semindaqualiriarieria lia I na. e primen a
Ierra : no liairru do Recife, becco de Jos Cactar
n. 2 c 4, fabrica ric charutos.
A PECHINCIIA ESTA" QL'ASI ACA-
RADA.
Na loja da Estrella dos baraleiros (irp-uii.i ,\ Sil<
\oini, rua do Queiinado n. 7, defronle do beceo M
Vche Frito anda lem um reslo do alcaide? queque
rem botar fra por lodo o prern, como sejam du-
las em rclallios, muilo rias, covado 1.0 rs. levan-
do o relalho.
Dilos em peca um jiouco Tracas, covado lu
Ditas, muilo bonilos oslos c cores (ixas tW
Isiscados france7.es muilo bonilos e finos f-HU
Cambraias de cures, muilo largas e propriiis i*
ra cortinados, ou outras obras idnticas, covado I:'
Corles de meias casimiras de algodao para cale*
corle IS280.
Alpacas de ires muilo bonitas, co\ad<> 610;(
um complelo sorlimenlo de fazendas mais barata-
do que em outra qualquer parle.

ESCRAVOS FGIDOS.
Dcsappareceu na noilc rio dia 2H de abril
n cabra l.ourcnco, Je iriade de 30 a 10 anuos, lu
mi, roslo bastante descarnado, corpo secco, olhosn
dondos, apitonibadose brancas, cabellos carapinho
ponas arqueadas c eabollurias; fallam-lhe akiu
denles na frente, c nos queisaes; lie alguma mu,
corcunria, fallante c mentiroso; escravo rio padi
11. Manoel rio Sanio Sepulcro Pavo, rcliuio-
Franciscauo rio convenio ric Sanio Aulonio ricsla c
riarie rio Recife, por compra fcila ao Sr. Anloiii
Toivcira dos Sanios, o qual escravo diz-se forra.
soruo para Piauhv, ou em coiiipanhia rie uns se
lanojos para o Ca irv novo 0 velho, ou provincia i
Cear, rionde havia sido rcmcllido por Aulonio Lu
Alves Poqucnojunior a Domiimos Kmlrigiu's de l1
lirado, o qual olcvuuhasla publica, em que fi
arremalailo iielu dilo AnlonioTciseira dos Sanio
queo venricu ao annunciaiilc: roca-sc pois as ai
Inri.lailes |Miliciaos do l'cilras do Pono, onde hbil
a ini do referido escravo, o aprcheudain, a fin d
|KMlcr-se verificar a vordaile, assim como se recos
meada a lorias as mais auloririades desla provincia,
ric oulra qualquer, onilc possa apparecer o referid
escravo, o apprchenilain para o inesnio lim; assii
como u auiiiinrianle i^ralifica com a quanlia il
KKIjlXK) rs. a qualquer pcssua que llie a|iresciilar
meiiciunado escravo, ou u enllocara Domingos il
Silva Camilos, na rua das Cruzes.
Do abaivo assicnailn, no dia 12 do correal
dcsappareceu um escravo, crioulo, do noine l.un
representa ler de iriade, ponen mais ou menos, na
rie 10 aunos, eslolura regular, clioio rio corpo, c ni
lano espariailo; (em em um tlus olhns uma canK
sida,le, lom pouca barba, quanilo falla rom lennsj
ou raiva gacuoja, e uo pisa firme por Ior cravos
bobas nos nos: esle escravo foi encontrado que d
ria para o herir00 rila 1:1 rio inesnio rorrenle.ci
ralea o camisa branca, e chapeo rie palha novo:
ao hecife c l oblevo urna caria de apadiinbainei
rie Dominaos ila Silva Cauqios, com a qual an
riisfarcanriu-sc: ruao as auloririades |ioliciaes, Ci
paohss, ou a qualquer pcssua que cnconlrandi
ainarrc-o c leve-o a seu senhor no cnacubo
litio, fregueiia Je S. Louremo da Malla, ou
dilo Domingos Ja Silva Canil", na rua Jas Crus
que sero bem ceconi|iensaJos.
fieliuiliao .IiiImwi Pan Barrtlo
Desappareceu no dia, 9 do correule, um pi
lo crioulo, ponime (ieralrio, o qual reprsenla
rie idade 28 a;110 aunos, levando veslido camisa
aleodio trancado, calca do zuarle, e com um s
rao ; esle prelo veio rio Ico remedido pelos senhoi
Caininha S Filhos, os quaes o linhain com
rio a Manoel Rodriaues da Cosa, ria villa rie
laarcs, comarca do Cralo, provincia do Cear,
do diln escravo pe leneidn l.imboin a .Manoel de J>
sus da Conreirdlo Cunlia ; o para maisesclarecinicn
lo lom os signaos scguinlcs : baio, cabellos hran
ro- no. piolo-, baslaule barbado; andar ron
c falla muilo baixo: quem o pegar lcvc-o a rua Ja
Conccirao n. 14, que ser bem recompensado, ii
na rua da Praia armazem de (juilhermc Soares ll|
(elho.
Dcsappareceu no dia 22 rio correule, um
lo. rrioulo, com ossiguacs seguinlcs:idoso, ja t
ilauns raliellos hrancos na frente, muilo pavorrea-
lo ha falla, andar vagaroso e somprc inclinado |siri
(liante, as pernas dos joelhospara baivo minio fo
ras, em conscqucncia de urna molestia que levo;
vou calca do riscadinbo de liuho azul, canina
inadapo'lilo com pcilu ric esguio, oulra camisa !
alguriao Ja trra, ccroula compriJariomesmo: quein
pegar, lev-o ao Hospicio n. 8, porlao verdejun-
lo a casa da viuva Cunha.
Desappareceu na madrugada do din II duror
renle do sitio do Canbeugue, cni Bcberibe, um es-
cravo pardo Je noine Bernardo, natural do serian
do leu, perlencenle a Vrenle Ferreira ria Cosa,
que o roiiipiiui aos seiihores Caminlia iS I-11 lio*. quaes o houveraniilo Sr. Jos Pastor Ferreira I una.
cuio escravo lom os si naos seguales: mi clara,
acaboclado, cabello corredin, barba rciraUa, |ies n
papasaio, lem um riefeilo no oolovcllo es|uei.io
que quando dobra o braco, sabe o osso. que foi d
hK-adu, he rie allura resalar e rossura PW^rctoJ
nal, he bem encarailu e aleare, e reprsenla le 301
asmes de iria.le: levou um farao, c unisiurao.
em roana de pagem, jaqucla, calca e rllele azubl
roupa luan.a .......isi-ado para servico, urna re. el
e u chapeo de pelloseo galao : pede-se as solo -
il..... pol!daas.i>a queja .lelle souber,.. obsejUBj
rie o apprelicndei .....anda-lo entregar a sen WM
,lil,, sil,., de Bebei ibe, ou no Reaffo, u arma
ila escadinha, que alm de se paaareni liidaaasaj
pe/as rie sua apprchonsao, sogralllicara gencr
.......le a quem o aprescnlar.
[. W. U raria. -!**
8
pan. i Ty.
MUTILADO


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