Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03179


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Full Text
-mmme
W
RTA FEIRA 25
DIARIO DE
DE MAIO DE 1853.
N. 115
FERMMBTOO.
TRX(fO DA SVBSCRlrC/AO .
Siilwreve-so 1SJ0OO poranno, o 4J00 por
quarlcl paso adianlado, c 40.">U por quarlcl palo
iriirido, na rasa do mu proprielario, M.Figueira
ir Furia, na praca da Independencia, ns. 6 e 8, c no
Rio de J. casa do Sr. Joa Percira Marlins.
poso
iein
Irm
is den
Inri,
INI-
nula
bule
f'ul-
'rci.
llM
llil
Jlarei
l'ariihiba
Mal
Araraly
Oara'
M rniihao
"ili.
o o F. Uuprad.
a Joaqum Bernardo Mcndonca.
Jc*c Rodrigues da Costa.
* a Joaquini iKnario Pereira.
a AmIuimo de l.cmos Brasa.
a UuilhermeAugusto de Miranda
a .i Joaqun* Mari|ucs Rodrigues.
a Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DE 34 DI MAIO.
Solire I.ondrcs28 X
a Parto, :iin
a Lisboa, 95 por cento.
ocia.
Ouro. Oncas liespanliolas.........li-.iwi
Mocdasdc(vWOvelhassr.....Itijuut)
a dettB.fOOlinv.as......I ti?: XXI
a de WOO......... 93000
I'rala. Pataeoes brasileiros........ WtO
Pesos coluinuarios........19910
.....m ..i..........1)1800
AecAcs do Huiro......... 10
Descont dcl.cllras.......9a ||
NOTICIAS ISTBANOIIIUI.
Poatojnl despalilla 13 de Abr. 8 de Auslria. Suissa . 3 de Abr 6 de
Franca. . 8 de Sueria.. . 28 de Mar
Blgica. Italia. . . 3 de 3 de ' Inglaterra B. Unidos 18 do Abr 23 da Mar
Alemanha 3 de Mxico. . . 3 de
Prussia. . 3 de California . 1 do Fev
Dinamarca Hostia.. . 31 de Mar. 30 do Cbili Buenos-A. 15 de 3 de Maii
Turqua . 28 de Montevideo . 5 de
NOTICIAS DO IMVEIUO.
Para'. 2 do Maio S. P. do Sul 2 de
Maranbad 6 de > Minas. ... 5 de
Ceara'.. 6 de ' S. Paulo 6 de
Parabiba 13 de > R de Janeiro 15 de
Alagoas 15 de " Babia.... 19 do
PARTIDAS DOS CORBIIO.
DI i ni la. lodo- osdias.
Victoria, as quinlas fon as.
C.n nal o, II.....loo (.ai.ni linn-, no, das I C 15.
Villa Bella. Boa-VMa, Et c Orirury, a 13 e 28.
tioianna o Parabiba, segundas esettus.
Natal, quintas fciras.
DAS da semana.
23 Segunda. 8. Bazilio
Are.
1% Terra. S. Vicente de
l.oi III..
25 Uarla. S. Gregorio
VII.
28 Quinta. **SS.Cor-
no de Dos.
27 Sexta. S. Joao p. ni.;
S. II.IMlIf'i.
28 Sabbado. Ss. Sena-
dor, PiHlioeJiistn.
29 Domingo. S. Mximo
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio-
segundase quintas.
felarao'
Ierras c sabbadns.
/Vi :rfa
(erras esextasas lOlioras.
Jaiizo de Orpham
segunilase 5. as 10 boras.
Primeira rara do cirel
tercas c 6. ao moo-di'a.
Sf ganda rara do cirel.
quurtasc sab. ao meio-d.
Aliril
Maio
l'l linn a
Segunda
30 Quarlo mingoante ast boras 30 mi-
nutos c fOsegundos da maubaa.
8 La nova as 2 lima, ti minutos e 12
segundos da manhaa.
16 Quarlo rrescenlc as 8 boras, 3< mi-
nuloac 30 segundos da lianliaa.
22 l.iia ebria as 8 boras, 32 minutos e 27
segundos da larde.
PHEAMAB. DE HOJE
as 6 horas e ti minutos da manlia.
os 6 horas o 30 minutos da larde.
parte orriciAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta do da 20 de malo a 1863.
I. Scelo.Illm. Sr.Por nAo Icr |iodido lia
in.ii- lempo flear bem informado de todas as orcur-
rriuiashavidas na opprehcusSu do brigucsardo Ca-
rolina, smente agora he que |kisso ilar soluodo ao
que V. me. redama em sua ola de II do corrente,
que li rom a maior altencJo. Seja qual for o mcu
mudo de pesar as suspeitas de contrabando do Afr-
r.nios, que lenliam recabido no brigue sardo Ca-
ratina, approhendidu pelo ehefe de polica, nao mo
lie licito resolver agora oulra rousa se nao ordenar a
aulniidade, a quem pcrlencc ronhecer dn negocio,
que Iriilc quauto antes de dar no processo o mais r-
pido andamento, para que os nufragos do nicncio-
.....li Inicuo, que cstao presos, sejam julgados rom
a dcvila imparcialidado o prnmptidAo : pmlcndn cu
desdej i assrverar V. S.que o govemo imperial, a
rujo alto ronlieriinento foi levado este desagradavel
aioiiteriinciilo, nao deixarn do dar aquellas provi-
dencias que, sem oflcusa da juslira, possain alleslar
o. bous c traes desejos de una narfio amiga. Tcnho
satisfarn era |irevalecer-me da occasiilo para signi-
|ni
iiiiiii
lu1
os senlimcnlos de perlcila estima i pesse
, S.
* liuardca V. S. Palacio do governo de Per-
ico, 20 de maio de 18"3.Jote lenlo da Cn-
r'igiieiredo.Sr. viec-ronsiilde Sardcnba.
dem do da 33.
rio.Ao rominaiidaiile das armas, enviando
pa o a\so circular do ministerio iln guerra
de abril ultimo, no qual se declara, que, com
tciibam sido cxlinclos os conselbos de adnii-
liislracio para fardanienlo dos rorpos do exercilo,
leven riles ronliuuar a funeciouar na gerencia do
rancho dos meamos ror|ios, como al agora.Igual
rupia se remellen a Ihesouraria de Calenda,
Hilo.Ao niesnio, rnminunieaiido que, segundo
lousloiidc aviso da repartirn da guerra de -li 'le
abril iiltimamenlc lindo, maiidou-se passar para o
ilcriinn-scaiinilo lialalhaodc amularla, por decreto
de 21 do incsmo me/, o atieres do ileciuio-priinriio
ila referida anua, Jos Osario Varella de Franca,
ipir se acha na ciirle.Inlciiou-scu Ihesouraria de
fazenda.
Dito.Ao niesnio, Iransmillinilo or copia oavi-
eedo ministerio da guerra de 2-5 de abril ulliino,
|iaclici|iando haver-sc ronrediito 3 meros de lircnca
rom toldo simples para ir a corte ao alferes dnse-
i'.....lolialalhao de infanlaria, Joao (iuilbeime Ma-
lialli.Hemelleii-se igual sopla a Ihesouraria de fa-
eiiila.
Hilo.Ao memo, enviando rupia do a\so rireu-
lardel da abril ultimo recommeodando, que se
r\|irr.iiii as rouvcuieiilcs oiileus, para que d'ora em
ihaulc sejam passados por (lilas va-, liui de que li-
que una archivada na Ihaararia dfaienda, oon-
lia-cja lemcllida nrcparliran da guerra, lodosos
ilorunientosde despwas mUllar, em que tal prali-
rasc pona idoplar, romo nos recibos, ronlasc u-
ti, scniclhaiiles, e que de lodos os mais em que
nao seja |xissiu'l ohscrvar-se tal protcilinicnlo, co-
........' p.maiMi-nlos queso fa/rm por (billa, se emir
iilrutira, tirando archivado o original.Ite-
i-se igual i'opi.i a Ihesouraria de fa/euila.
.Ao no .mo, coimniinicaudo que, Hegundo
i de aviso da reparlieilo da guerra do 3 do ror-
eileu-se payiagein para a ronipanbia d
do do exercilo, Jos Joa<|iiiui dos Sanios Correa, re-
metiendo urna guia da qual consta al quando fui
cfTcrlivamcntc paga a referida ronsignarao, alim do
sor transmitila ao Exm. presidente.
Hilo.A* mesnia, rcnielleudo copia do aviso do
ministerio da guerra de 30 di' abril ultimo, no qual
se couiniiioica baver-so mandado passar para o Icr
ceiro l'.llalli,ni de arlilharia a p o seguudo leneiilc
do quarlo da mesnia orina, Paulino dcAI'neidn Bri-
lo. igual copia 161 enviada aocommindanle das
armas.
Dito.Ao dircelordo arsenal da guerra, para que
fara apromplai, alim de seren remelllos para o
incio halalhan do Coaro, os arligos de fanlanienlo.
ineiu lon.i'l.o no aviso que remolla |mr copia, o qual
foi expedido pela reparlieilo da uncir em 1 do fr-
renlo.
^ Hilo.Aojuix iiiiiniripal da primeira varadcsla
ri'laile, ili/eiidn que r..... a guia, que remelle do
sentenciado Joaquini Jos dr Saiila-Anna lira satis
fi'iln a requisiro daquclle jallo feila em ollirio di
W de abril ultimo.
Dito.A' Ihesouraria da hienda provincial, in
loirnndo-a de haxer apnrovado o orcaineulo e clan,
sulasquc Icmdcscnir de liase a aireiiialarilo il,
rupia a-
ciouaih
i pu-
obra do enipedranieulo do ileriino-selinio lauco da
estrada da Victoria, e transiuillindo-os |
unida que ponhiem liada publica a
obra. Coinniiinicoii-sc ao direclqi das obl
liliras.
hilo.An rommissiirio varriuador, para que re-
mella al'juinas laminas de pu/. vaccinieo, da melhor
qilalidade que houver, alim de seren enviadas ao
ElIK. presidente da provincia do Cear.i, que as re-
quisjlnu.
Hilo.A' cmara municipal tala ciliado, Irans-
inilliniln unevemplar impresso da falla do Ibrono
na abertura da prinieira sesso da nona legislallira
da asscinlila neral, que leve lugar 3 do correle,
c ireuniniendainloqiie faca ilar-llie pulilii iil.nle nes-
milliicipio.\o incsino sentido olliriou-Ne as ru-
aras da provincia.
Portara.Komeando obacharel Sergio Diniade
-Moura Mallos, para ohioarde promotor publico da
comarca de Floree.Flieram-as as ncceaaariascoiu-
lliunieaeoes.
pa a
llellrn
Hilo
lile
mi
6 Mi
:'
lio
i.i\allariadoror|io de guaruiro lixa de Minas-I
laes a Juaipiim Gregorio Rodrigues, segundo cadete
sargeulo do segiiiido.halaltiAo de infanlaria.
Hilo.Ao niesnio, Irausinillindopor copia o aviso
da irparlir.io da uuerra de 22 de abril ulliino, no
i|nal se determina, que os corpoa movis do exerci-
lo. nos pedidos que lioincremile lser para o res-
pectivo foruerimcnlo, rei!ulem-sc pelas disposiees
do aviso circular de I de Juoliode 1851,enldelos
que aroiiiiianliaram.Ilemclleu-se nipia do rila-
do aviso a lliesouraria de fazenda.
I'ilo.Ao niesnio, para mandar postar em frenle
ila iareja milrll desla Iragueiia no di) 211 do eor-
renlea hora do crtame, una nanla de honra, alim
ilc amislir a fcsla do orago da inesina matriz.
Hito.Ao inesnio, conuuuiiiraiidii havor o Eiin.
iiiiuislro da uuerra declarado em aviso de abril ul-
liino, que, por nao existir vaga na repartirlo eeele-
ia-tira do exordio, pao pode ser deferid
COHMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das armas da
provincia de Pernambnco, na cldade do Re-
dro 24 de malo de 1853.
ORDEM DO DA N. 12.
(I hrigadeiroe riimmaiiilaiilc das anuas leudo em
presenra asfoininuniraroes que. ndala del.....-
leio, Ibe dirigi a presidencia desla provincia, pu-
blica, para rouherimenlo da uuaruivn e devida ob-
servancia, as legullilCf imperiaca delerminaees,
que houveram lugar pcio mfntoterio da guerra no
me/ de abiil piovimo lindo :
I. I)\\c ro declarado em aviso circnlar de 25,
ahaixo transcripto, qiie.comquaulo lenliam sido ex-
melo, ns conselbos de admillislrerflo para farda-
nieiitos dos rorpos do exercilo, ilevom ellos conli-
nuar a fllllcrionar na gerencia du lancho dos mes-
nios corpos como nti;agora :
2.' Une por decreto de 21,
so de 2t. leve pnsjosem para
de infaulariao Sr. alferes di
da mesnia arma Jos Cesarii
que se arha na corle :
3. Que por llnelo de 27
-o ileito, leveigunlmenle pai
uumero :l de arlilharia a |
Por esle molivo disse o Sr. Prtela que approvav
cssa necessidade, mas que Ibe conslava o faelo es-
candaloso de ler o general l'rqiiiza una imiircnsa
nionlada em Monlcv ideo para sellar lucio milliAo de
hilhrlcsile 100 ficsos, que faria circular por mcio
dos seus agentes c na nossa rampanba, provemh-se
assini iuipudcntcincutc do lucios |iara fazer-nos a
guerra.
A disrussao foi animndolo, c houveram alguus
inridenles alheios a queslAn e improprios da occa-
siao. na quid, como disse milito beui o Sr. Estoves:
o Nrrela a opporluuidadc de inlriHluzir de rhofre
as reformas quo se |tcdem, c dasquaes ogoverno se
oceupacom o delicado lino que a siluarAo Itio per-
niille ; que a vaulagein dessas reformas viria lalvez
a fazer-sc sentir sobro nosso liinmlo em presenra
de un inimiuo, que amia em desejos de lavaras
naos em nosso saiiguc, c cnlo as reformas s a elle
aprnvcilari.ini. n
Cliegou em fin a dizer-sc, insislindo o Sr. Teje-
dor em que o goxerno apresrnlassc o orramcnlo e
as muas na arlualidade, por Icr dito oSr. ministro
da fazenda que isso revelara ao iuiuigoumitasopiv
rarocs do governo, que era roiiveuicnlo ignorar-sc
que 0 iitiniit/n i/s saina muto bem. Que o gover-
nO i-sla\a rodeado de traidores e a rulado rbeia de
cspirs. K a disrussAo degenerou de lal inauera
que pouro antes de lerniinar voraou lanibeni solire
conhecimeiilos culinarios ilosilio de Alunleviili'o, e
sobre saber-se se seus defensores roniain ou nao fa-
riulia, bebiam mi nao agurdenle, aiidavain ou nao
vestidos.
A iliscuss.in. pota, lalvez livesse mnliiiiiado neslc
leu.....i, no qual lian foi possivcl segui-la delalha-
dainente, seo publico que sem din ida eoinecava a
ahnrrecer-se. nao houvcaM ilcsuccupado quasi de
iodo as galeras.
Entretanto lie precito dize-lo os deputados ngo
-n nao senpp'irin ao governo, ncindesriinlinm drlle,
roiuoohr.im impelliiHM peloilesejoarilcule de iijuda-
lo na defeza da situaran: e se exlgeni o orcainenlo
B millas das despezas, be sii por honra do paiz, *\^\
irpie.rularn c do proprio govemo.
ti ministerio lamben! inoslroii mnformar-se com
ludo, siijeilaiido sua marclin censura de una rom-
mtaaffo que a ma quisaaso nomear, e ii da propria
sala na distribiiieo dos fundos que ella convem em
nunca negar-llie, seui|ire que se Iralar da legitima
resistencia que a rulado oppoe aos rebeldBa.
sem defendidas com calor, nAo lem ellas todava o
carcter de indcrliuaveis scnAo no que rcspela
parle provincial, o mui especialincnloao ministerio,
tscusado be dizer a V. S. que rc|ielli nAo s esta ul-
tima, romo todas as anteriores, apoznr da alutcca-
co que havia conbecido nos Srs. ministros, porque
ella os levara a inipr novas condires, fa/.endo
una queslao gravedaquella que era em si mulo
insjgujliranlc.
lie (pianlome parece necessario referir a V. S.,
deixando de parle dctalhes miiuiciosos da disrussao.
Dos guarde a V. S. nuilos anuos.Carlos Te-
jedor.
Ministerio do (orerao.
Bucnos-Ajres, tilde abril de 1858.
I" /..iiii. Sr. gorrmador e rapilila-ijenrraldapro-
rincia de lintre-llin, liriijiuleiro D. Juila Jo.v
de t'r//niza.
t) governo da prnvinria ouvo as cxplieai
Ihc den o Dr. D. Carlos Tejedor da ennfere
em un carcter confidencial leve lioulem
Evr. em S. Jos de Flores, e consiilcrandii
niodifiracies na queslao nacional silo iao
;oe-s que
ocia que
com V.
ii que as
illarrila
presente que nSo pode oblcr por urna negocia-
cAo.
Ogoverno rom esta Hola responde a do V. Exr.dc
5 do corrente. E se nAo passa a emillir de novo sou
juiz.....hre os acontccmenlos que seseguiram ao
lia 3 de fevereiro de 1852, de que V. Exc. so ocru-
pa, be porque, estando V. Exr. e osle governo tAo
disimiles na apreciarn desses fados, a diseussAo
nao srr\riia seuo para arrredar-nos mais e mais
da paz que este governo sincera c vivamente de-
soja.
Dos guarde a A'. Exr. muitosannos.
jortHto Torres.
a" go
nario!
nuiminirailo em a\-
lialalhAo nunieio 12
luuuero 11
da Franca,
i batalho
i Varella
milln
geni |i
i Sr.
lirado em imi-
lla nbalalliAo
iimhi lenle
lo quarlo da niesuia auna Paulino do Alinela
llti lo :
i." Que por avisodo 35, ohlove lies mezes de li-
renra c......i toldo simples, para irrorle, o Sr. al-
feres do segundo batalho de Infanlaria Joao Gui-
Ihermc Marialli:
5." Finalmente, que por aviso de 22 se doicrmi-
noii, que os mrpos movis iu>exercilo nos pedidos
que luniverein de lser para aiinameiilo, equipa-
inenlo, fardanienlo, etc., etc., ilevein re-nilar-r
pelas dispusimos do av iso circular do ministerio d
que
ni,.
ci llariel.
queri-
|ic
i ii
avi-
'roV'"
Ss
em quao padre Manuel A
Irar para ella.
i.Ao niesnio, Iransmilliiiilo por copia, i
nioislerio da guerra de 25 dr abril iillini
1 delcrmini que a nota de desertor laucad
enlameolot do alferes do deeimo-priineir
ni de infanlaria, l.co|wldo da Pantera tialva
lirada e ronsidcraila romo so nunca exislissc
lientas as involuntaria) olrcumttancias que derani
lugar a que |ior exresso de lirenra Cotse rouslcr.i-
''" 'i.....rtor o referido atieres. Communlcou-sc a
lllesoiirnrill de fazenda, remellendo-sc-lhe copia il"
iiiriiriiioado aviso.
Hilo.Ao niesnio, enviando copia do avitodare-
pai lie.in da guerra de 25 de abril ulliino. no ipiat so
declara lia\er-se coucedido passaaem para o deeimo-
pruneiro balalhAo de infanlaria ao pi iineiro sargeu-
lo do primeira da mesnia anua, Jos Baptisla de
ri liiiiu'arAes.
"-A' Ihesouraria de fazenda, nlciraiiilo-ode
. de coiiforinidade rom o parecer do contador
11,1 Ihesouraria. deferido o requerimcnlo, em
ral de esquadra do segundo balalha de ar-
ia a p, Joaquim Antonio .Miiniz Hrrelo, pe-
na eiape como perteiiccutc a colonia uiililar
neuleiras.
Hilo.A' mesnia. rcronunenilando, avista do que
fr'iuisitou o roieelho de adininislraco naval, que
iiiamle abonar aoahnoxarifc do arsenal de mariiiha
guanlia de Iooboiki rs.. alim de serapplicada a
ionipiade cania verde para as racAea dos navios da
innada, barra le eseavaro e enfermarla de iiiari-
ba.Inleiroii-se ao referidoronsrlho.
HiloA' mesma, para que, ilreiinformidadeeoni
' que requisilnii n Exm. presidenls do Rio Grande
lo Sut, fura eessar o pagamento da quaulia de ris
lrsiNKI, que ,|o seu sold roiisignoii nieiisalmenle
nesla prnvinria o segundo ciruruio do rorpo de sa-
IH!
"|'l
'lia a
ile l'i
guerra de 211 de jiinho de 1851, c modello
acoiiipanham.
CIIICI I.AR.
o Uio-dc-Janeiro. Minblerio dos negocios da
guerra, cm 25 de abril de 1853. Illm'. e Evm.
Sr. Sua Mageslade o Inqierador manda declinar
V. Evr. qu.i. enmqiiaiilo lenliam sido Hlinclosos
eoiisrlliii-ileadininisliaro para farilanieuln iloscor-
pot do exercilo, devein elle* ronliuuar a r.....clo-
nar na gerencia do rancho dos nicunos carpos.....-
mo ale agora. Den. nanle a V. Evr. MailMl
Fellzaido de SoHza e Mello. Sr. pretidenlo da
provincia de Pernaniburo. Ciiinpra-e. Pala-
rio de l'crnanihiiro, 21 de maio de 1853. Flgel-
refh. o /. .(. ralean,
llriuaileiro e eommaiidanle das armas.
boje,
l'ico c
Jo rorrule
V icen le 1
lulo, i'onsullail.i i c.isa seo BHumpto
ii Bufllehmleoiente dtacalidOifl liavondo ahlrnw-
pawNi pnrl \ou>s contra "> o projccutdsfoni"
o de fazenda redigklo do modo icgninle:
\ casa ili iiioi'tl.i pon n.i rircula;ao oilo mi-
do |m'm>s, niooilii concille, os (uacs cnlreuir.'i
orno para mjroni empnp^sdos nos yjisios ordi-
iiiinienleile MU mers-lo.
A iWB&3o fi'i'liou-se is :\c iiteiii horas d;i (me.
REPUBLICA^ARGENTINA.
Nefi-ocla^o'ea de paz, correspondencia olTlcUI
entre o general Urqnlsa e o ajoverno de Bue-
nos-Ayrea.
Bueuoa-Ajroa, 0 tic abril do 1853.
.lo Si, ministro do nlen'nr I). Lorenzo Torre*.
Aeonfcroiiria rom ogeuoral UrquttOi |Mia a qual
V. S. noiiicoii-nii', le\cli
iieranlu os im-. i). Fraucl
Lope/..
itcstie a-- pnmofntt palavraa fine oovl ,i esirs sc-
iili"i '- coulicci f|ne inilihas instrtieces cram iiisnf-
Dcieiilcs. O govoriio ine linvia onviado aupiMHido
f|iic as moililicitcoes quopropusoafomscriam do na-
lurc/a lal f|iie nflo deslruiriain o Iraladt celehrado
cm !l lo pnado, QUlrelallo i|iie a convcisacilo co-
inecon aorangondo-o iodo.
A reapello da qaoilSo nacional fallon-scenlreon-
Ir.is cousas, por cxemplo, de se oalorgar a IJuenos-
Ajrcsii faculdaile doaugmontaral qualro o nu-
mero daKiwdopuladoa, de Mnccionar a'consiiini-
i;An deluixo do s\slenia fedoraUvo sem resea al-
gnnMi e tic ler o congrofltt) oulroi olijccios alm dos
cxcliMivamonle dolcrniinadoi pelo art. 8.
A rospeilo da quoalio provincial, res, cm nomo da fralorndado dos partidos o ta ino-
llior consolitlacaoda pal fuliir.i, sustenlaiam a con-
vonicnciada una mudnnca completa de mioistoro
e de snhsliluir iHNMa sala de represeiilanles por nina
convencSo consliluinle quo livesse por lim uuica-
mento cousliluir a provincial
Conibaleulo estas Idea* 4V0 ocr.isiilo por minlin
parle de aponlar as puncas modjlicacoes (pie
cs como as que entre onlras so Ihc Indcaram na
f|uisl,io provincial, jlgo do seu iloerilirifir a V.
BlC. as liceiras observarles que por ordcni do ines-
ino ifoverno (enho a honra de IranstniUir a V. Exc.
solire as iilliinas.
V. Exc., entrooulras intMliiicacoes a ilguns dos
nrligosdo Iraladodell de inino, ipier a inudanca
completa do ministerio, e que se eleja nina conven-
c;lo consliluinle para siihsliluir a honrada jimia dn
reprewnlanles ta provincia qneaclnalnienlc cvisle,
oque V. Eic.deve kmlirar-soquemi^emliecoiu-
li tuinte*
O actual minislcrio, que lanos esforcos lem foi lo
e l.i/ pela pax, que coinliitlo ii;1o lem podido COntO-
Bulr apear dos seus \ vos desejos e de mol graves
concessOea,quisera certamonte arredar dcsi a coo-
viccao que lem deque a mntlaiica lolal ipie se pro-
poe seja, como he, una rondicAoqup scqucrimpnr
ao governo a a Cldade pela VOnlada das Turcas qim a
siliam, para lirar assim a nina (al rondiraoi caracler
Imponente c humllhanle que osirnla,e iKMler adiar
un motivo nohrc para ilefxar nin |ioslo,ein que s o
tlcvcr conserva os Individuos que compitan
Misterio.
Se Iioiiycss mu mrioqiic arrodasse dessa c
cAo o sen aspecto liiiinilliaiilc para a cidade:
Ihc lirasseo caracler le Irinmpho em que sem
le-lo pelasarrnas,ap|iirecan as Coreas que a siliam ;
se lal condican, repilo, n.lo se apresenlasse como a
expressilo da vontade tas Curcas "iliadoras, jKircni
sim Como nina conilico reciprocamente honrosa e
amigavel, os acluaaa minisiros se apraanram a en-
Ircuar Mas respecli\as paslas, se esle aclo de Cacil
almcuacilo para clles Cosse haslanlcpara evitar as
calamidades de tuna aucrra que ameaca com a deso-
lac.lo inaiscomplela a nns*a proxincia.
I'orm o governo nao racoolieceem V, Esc. iietn
razau, nciu dlroflo, nom competencia, era poder
para impr lal comlrcao ;i cidade, iiem -para, sem
vencer, querer Ta/er is sua Coreas, poucoaou mul-
las, o prsenle de un (riiimpho que ainda nao al-
cancoii.
o itovernonao se sorprenden aoonvlrdeseu com-
in'_"-u.....em aquella propoM'eati nema de 'illsli-
luir por tuna conveneSo consliluinle a honrada sa-
la, cujo caracler (amltem he consliluinle. Espera-
va-as dcvle que vio as InsIruccAes publicadas em
Mores, c dosdeqoovio lambotn na ola le V. Evc.
ile 5 lo prsenle, que V. E\c nca-llic ocaracler
ile Buvernods provlnciaeelaaslllcaa honrada rcpn-
scnlaco da prov lucia como urna uluarchia oppres-
i mi.
indi-
que
(lll-
C nucas
:\pu-i
EXTERIOR.
FOLIIETIJH.
~mm "OW'
\S01lll{\AFtLl(;il)AI)E.n
Pela condessa deOrsay.
CAPITULO II.
i.nii
i*. ii'.<
!'...
.Ik l.l........
Iiil si il, ,
-I...
\ r
llern
1, bouly cor
i- i'....." i' i ..miri.
-l'ip m i uali ...
i ...iilii.
A. |un.
( Contiuuaciio. )
irdo l'u\al adniirou-sc de ler pedido basilar
ims antes diaute da somma de vmlagena,
j|"c ollerccia inadamesella Fcrriere. Elle Mo vaeil-
ton, M'inio solire os meios de participar sua rcsolu-
J.an a Alaria ; ponjuc lli'rnardo, cuja delirailea era
orn roiiherida (no commercio ) eslbrrava-sc |>or
"ao tallar jamis ii- coiiveniciiria.
. r.Hc escreicu cniliin a Mara urna carta assas enn-
'isa na qual Ihc deelarava, que ronsaarava seninre
""'a iunluiulacslinias snas >irludcs mas que vio
*wiwlranaJdo pele desajo de asna pato e |>clas ne-
1 I ni. s ile.ua posicao commerrial a augmenlar
as recursos por uin estnbelcrlmeiilo solido.
An recelKTesta epstola, que dan 0 ultimo Bolpe
-'l'crancas que consenava n'um canlo ,1o -en
'"..ao Mana lanfou mu ulhar ih'Mumado wbre
cu miHlrsio cspcllio. Ella cumprclicndeu os Crda
'Kiros ni.iiiMi. desla siilnnissao Ini.li
Mamronla ,|rii
r.lla nao dciia""
"lael.....
'"oridadi
BENOS-AYRES.
Sala dos representantes, extracto da sessao' de
8 de abril de 1853.
Ilonlem ii lima hora do da eoiitiiuoii na honra-
da sala dos representantes a diseussAo particular dos
projeelos sobre einssau de fiiudus para occorrer s
desuelas da adinlnblrar,3o c da guerra, aeliaodo-ee
prsenles OS Sis. ministros.
ti-Srs. depulados Vele/.-Sarslielil, Orlil-Veloi e
Tnjednr inssliram as mesillas ideas emlldas na
sessao anterior, atlm deque o governo aprescnlasse
as rentas das despe/as e o orcamcnlo antes de so
volar OUlra qualquer cnni ess.o de filudos que li-
vesse de solicitar da legislatura.
o* Sis. Anchorena, Porlela, Esleves, Sometiera o
Alsarraiu, o ulliino rom mui ligoiras uioililiraee-.
Nislenlavam as opinlnes emillidaa pelo minblerio,
c a necessidade uifenlequi! havia de dar ao gover*
no toda a pleuiliiite no cxorclcio do sen poder, sem
rnihaiarar sua marcha na ineiiur rousa, pricinal-
ineiileem momentos, comoo prsenle, em que li1-
nhaums de hilar com uin iniuii1'!) lena/, e que mi
hesilava nos meios para conseguir seus imlandos
lilis.
diiiojndo-me ao j 11, i. 11 rrqui/a. que acahava de
niaiul'e-lar-ine arilenlemeule seus desejos de pax,
pedi-lhe relleelissi' que para ohle-la era i lspcn-
savel, lias cireunislaneias aeluiic-, nlloesigfr iiuiiln.
Acerescentei quo de accordo rom as snas proprias
ideas, e leudo presente sobretodo o estado das pai-
tos, seria mellior por agora submctler ao eongres-
so reunido em Sanla-l-' osaiilgos do tratado de 9
quo se referium a quoslfio nacional, limitando-nos
nos a ratiliea-lo rom as pequeas alleraces que eu
havia indicado: pois proceder de nutro modo era
l'a/er uin novo tratado.
(i general repeli por diversas vtaseos desejos
de pos, ainda niesnio solire eslas bases, mas diri-
uindo-sc ao mesmo tcnipo ans senhores que o acom-
paiibarain faria rom que a conten.....la ronliuuasse
sobre lodos os capiilos. e que eu me visse oulras
lauta- vetes na necessidade de erar que clles falla-
vam olliciahuenle.
Prolongada por esta maneira a ronferenria desde
o molo ilia, hora em querliesuei, al s tres e meia
da larde, sem passar nunca para mu terreno lirme e
sem ler esperaneas pur miuha parle de ledu/.ir as
prelcnresquc se haviam apresenlado nqiicllas que
incacliaMi auloiisadoa conceder, julgoei de meo
dever retirar-me.
Ao sabir, o general repelin-me nuvaiuenlc seus
desejos de pa/. com palavras mui nmigaveb, roulir-
manilo o niesnio os Srs. I.ope/ e Pico, e esperando
ludo de orna segunda conferencia un din segilinlo,
para a qual me convidaran!, apesar do recoio <|ue
mauifeslei-lhesilc nilo ser enviado OUlra vet.
Por e-ta ratao, o lambeni pela eiorbllaueia das
prelences, pens, Sr. mini-lru, quecoinquanlo fi
tainiqiianlo por estesanleredenlcs livesse u so-
verno a coiiscieiuia de que V. Esc nuicaqiii/. llera
ipier apa/, porm sim olriiimpho sem o Irahalbo de
baler e de vencer a cidade ; coiiiquanlu sey,x esta
lio io a coiiscieucia de Indos os que nos observara,
qui/. o governo agotar ludus os lucios, nao porque
Ulguma coiisa i'speassc ^le V. Etc. depois da nao
raiitieaeao do tralado, mas para convencer lodo o
inundo de que o govemo da prnvincia tem foi I"
quanto cabe na esphera ilu possivel para evilar bon-
rosaineulc a guerra. Koi com esle lim. apesar da
posicAoquc 0 govemo nstumio na sua nota de Ido
jiassado quando requeren do V. Evc. que nao pene-
Irassc em nossa prov Inda, que elle enlrou em rela-
ees rom V. Evc. ; para esle lim lie que, nao |k>-
dendooblcr de v. Eie.atmodiflcarasporescripto,
envioii oSr. Tejedor junio de \'. Evr. para que as
tjbesse de viva vos;epara eslemesnio dmo
i-1 loruuria a enviar bojeee,0 -.ilMi-enuduclu que V.
Evc. Ihc den nao valcsse so ale hunlcm. 0 se podes-
-ee-peiar que.\ E\c. deiiiuaria de unas inodilica-
eoesque V. Evc, mesmo, cousullandoos seus senli-
mcnlos de Ir.inra o de lenldade, nao poder deitar
de qiiatilii ar do iiijiirinsas, de ohousivas a luda a
provincia e a cidade, porque, fallando rom (oda a
franqueza r siiircriilmle, nao mo inodilicaces ao
tratado do 9, iuasslfnumadertgar#oda le runda-
inenlal, un BguilllSo ao amor da patria, que tudus u:
tilhos desla Ierra lomamos ruino um ataque pungen)
le is nossas iustituiees mais caras. Se V. E\c. nos
batcsse e venecsse, nao Importa quica urna condi-
cau mais pesada aos vencidos. Esla enndioao foi a
iiuc impot V. Evc. depois de um tiiumplioem II
de reveieiroduanuo passado.
Dissolveu a sala c mauluu formar nutra nova,
rorniou-sccsla, ecnlao V. Etc. no manifeslo do
I.* de maio, depois decvcilar este novo a gratldao,
porque Ihe resliluia es-a poican de beiiemerilns pa-
trilas a cujas lu/.es dara ser encarregada a grande
larefa da leeonslrurciio, depnis de assceurar i|ue rom
csses inesmos homeiis nos dava nina uiluiiuislraeao
inlerna que emires meses nos lasia olvidar :tt> an-
te calamidades, disse-nos : a 'rendes linje ius-
(allada avossa repic-culacn provincial ; me com-
prase dever rousuuimadaa ulna quenasceu do meii
palriulismo. o Esta obra em que V, Evc.declarnu
-e v ia consolidado o voto da maioria dos eidadaos, he
i que \'. Evc. qticr destruir.
i) governo nao podo ajudar V. Etc. Seu dever,
sua honra Ihe impoe osacrilicio da vida na defensa.
E-i.i danoslo e lirmemento decidido a eumprMo. Se
V. E\r. livessea forlunii deveucer-uos c dominar-
nos, poderiaculao, ruino cousequeucia da domina-
cao, fa/er as forras do seu eonini'iiiilo o valioso
Viva a Gonfederacao' Argentiaa. Secretarla
do Exm. director prorliorlo da Confedera-
?ao' Ariemln.
S. Jos de florea 11 de abril de 185o.
.lo rrnhnr minislro do interior t da gorerno da
ridade de Duenos-.lyro doulor D. Uiremo
Torres.
Ileccbi orden) de S. E\c. o director provisorio da
Confederai.io Argentina para responder a nota que
V. Ete. te servio dirigir-lbeem dala de lodo cr-
rente. noBsegnintes termos:
l'uia ve/ queesse governo bou ve por era acredi-
tar o llr. Carlos Tejedor eiuc:irarler(iuramciilc eon-
lidencial, a conferencia lida rom elle ueste quarlel-
-'oiioi al no di a (I n.i.i piide cousidoYar-se seuSO como
una couvcrsacAo lamhcm coulideucial, em que de
una ede oulra prtese proriirava o meiu mais con-
veniente de conciliar os nimos exaltados nesta lu-
la. As ideas apreaanladas de um e oulro.lado nao
pildora ser lomadas iiem reccliidas cuino evidencias
"llii-ia,-. e iiiiiilo menos como preleucoes ao Irium-
pliu iieni predominio de um partido ; Me foran
mais do que a etnresslo sincera dodesejo de esla-
beleeer bases que possam garanlir a ordeni publica,
o rospeilo de toda a provincia i autoridada que lera
de governa-la, o exliuguir os -oinn'u- cuja evislen-
eia actual niuijueni slcscoubeecr, bases que podiam
iiuipiidas deboafe sem liuiniliarao iiem pre-
jni/u de uinguem, que, evilsndo o Irlumpbo peasoal
de um dos partidos, o com elle as persciuices. del-
xara esse Iriuinphu ao pait, ao pvo lodo da pro-
vincia, liiiiilandoos esfmv.s de lodos conslruccao
'de uma ordem poltica cslavel e delitlidil
Se su deseja sinceramente a exliuccaodosiidios po-
lticos, he preciso que os partidos saiam do do circu-
lo estreilu liacadu pelo amor-proprfo, pelos inlercs-
ses pessoaes a palas paitoes raneorofaa, para eleva-
rein-se ao liem da palria e reiiuirein-sc debaivo dn
baudeira de sua organisar^o geral e parcial, da or-
oanisacao da provincia, da ornanisacan da na-
rAo.
Neslc seulido e rom esle nico lim lie que se pro-
pos an llr. Tejedor a adopeao de nina base larga o
nobre, que podesse ser adoptada por lodos os parti-
dos sera altivez iieui humillaran, e que se lizeraiu,
culi.....illa-, as prnposircs que V. S. indica, nao
como ai h'_'o. de uma capilulaco, mas como nina
cnmhinae.in de que resultas-e a ordem, a leconci-
liacaoca permanencia deque piecisain as inslilui-
ciies desla provincia.
Se a ni ilem'ile cousas que se eslabelecer depois da
paz lem de ser conservada e respeitada, bciiina con-
dicilo neroataria que as pestoas que componliam o
ouveriio reunam a opiiiiflo e o respoilo de lodos, c
possanioliler uma rooperaciioelliciz para conservar
a ordem publica, garanlir os direilos iudividuaes c
o livreeverriciu dos direilos. polilicos : em uma pa*
lavra, que possam governar enioppressSoneni vio-
lencia.
Ileivo a consideraran de X. S. ri'spuuder com sin-
rcridade te juina possiiel que depois de feila a paz,
quaesquerquoscjtim suas cutidifocs, a- pessoas quo
compoera boje osm govemo se facain obedecer e res-
peilar no lerrilorio desla provincia, lano mais
Iii mi" ha cutre rilas uma, cujo upparcriuicnlo na
Bcena |iublica fui para a provincia uma liandeira de
guerra civil.
Em lodos os paisas hem ronsliluidos, e milito
oais lias democracias, cm Indas as eircuinslauea-,
e milito m.n- cm pocas de perturbaran publica, nr-
Manisain-se us miiiislerios de modu que possam .-
companbar a opiniao do paiz c tattofaseras neceail
dades da siluac.io. Ncnhuin ministro considerou at
boje come deshonra o relirar-ee dn sen poslo,quando
nao pode fazer obciii nem inauler a ordem.
V. S. diz que esse governo niio veinS. E\e. o
direclor provisorio nem razau, nem direilo, nem
ra de rcconlierimeulo, extinguir por meio de uma
organisatao |icrmaucnle os germens da desordem e
dar s insiiiiiicnr. da provincia o eslabilidade de
que rarecem. t'ma consllluico pulilica be urna
iiccessidade iiraente t: iiniversalmenle reconhecida
por todos os lllhos desla provincia nrabaria ella
com a arbilraricdado, e daria, prinri|>almenle aos
haliilanlcs da campanlia, a prolerrflu c gsranliai
de que lauto rarecem. Principiada 'cssa obra reu-
nira Clia ii"-----ai lamente linios us espritus e lodos
os enfonjos cm uin objeclo collocado mais alto du que
as ideas de partido, as simaeslOes do amor proprio o
O ev.illaliienlii das paitOcs ine.ipiinli.i-. Seria |ior
ecrlo uma hamleira de reronctiacao sincera.
V. S. parece dar a entender que uma crearu sc-
iiiclhaule seria intil, para i.so que a actual sala le-
gislativa lambem he consliluinle.
Permilta-nie V. S. observar que desde 1822 se ira-
|Mta a junta o dever de fazer a constituirlo uu ter-
mo de um auno, e que nao cumprio al ho|e case de-
ver ; que seu caracler consliluinle nilo lem servido
scnilu para tornar indefinidas o absolutas suas acui-
dades, o rniilribiur asniiii para tornar mainr a ron-
rusuo admiuislraliva. Nao ha instituirn alguina
|wr saurada e benelira que seja, cuja iiermaueuria
nao |H>ssa ser atacada pela nspiracao inomenlaiiea
le urna le.islalura, rujas allribuirocs nao conheccni
I.....le.
ti profuiido respeilo nuo V. S. moslra lelas insli-
luieoe, devu, razer-lhe desejai que a divisSo dos po-
deres pblicos, a inviolabilidade dos deputados, a li-
milacilo das allribuicoes do guverno, a seguraura in-
dividual c das propriedades, em uma palavra, as
inslituicoes i.riinurdiacs da provincia, sera as quacs
nao piale haver paz puhhca nem ordem poltica, to-
inasscm desde loao, era uma constiluirSo, ocaracler
de permanencia que iiccessilam, o nao lo-,.,,, a(r0.
pelladas semudo a iusprarao das paitoes ou das
exigencias do inomenlu.
reflecllndo sem paitSe, nao rader V. S. deitar
le reconhecer que a iiiviolabilidade das iusliluroes
iin podara ohler-sc emquanlu ctlslir mu cnriio 'au-
Inn-adii para viola-las, qualquer que seja o patrio-
tismo e respeilabilidadc dos seus meinhros.
Mas nao forain lauto eslas consideracOcs que Iruu-
veran na eoiifereiicia com o |r. Tejedor a idea do
-.^i|iWr.mvciitao|njrae eiclntivamente consliluinle
era lusar ira ^iiiiractiii'^cunio a conveuieui
recorrer ao voto livre do paiz |ira postar as aclu
(lillerciiras. considerados os fados coinoVao ",nfdi
a-sua realulade. ^- -n,oud
llividida a provincia cm dous bandos bosls, na-
-la ha mais conloruie com as nossas insliluiei.es do
que procurar no povo fo.Ke da soberana, a deriso
do (odas as quesloes ; (,,,-1,,, am ampm d b
e leva-las andas mesas elciloraes.; porquaulo i as-
sini pide ruzc-r-sr ouvir a vontade ueral, que be n
r"......'ci'lo'la Id- S" assn, se pudciia ,,,' ,.,
astembla nao runlamiuada na guerra civil, que reu-
uissc a coiilianca do lalos por sua ohacm c pelu oh-
leelo exclusivo de que dovia oceupar-se.
Ao poro Meara a faruldadc de eleger para mem-
nros ii convenci aos actuaos representantes, se he
que clles nao desmerecern! da sua roulianca
lie IndubUavel que seria este um meio mais a pro-
posflo de conciliar os nimos 0 fundar solire bases
solidas as iiisliluicoes, dn quo o de conserval a ae-
.....'JntjUae represenlanle, depois que ossurres-
tos a rol ucirain em uin di. lindose aflrahiram so-
bre si a hoslilidade do oulro, deixando assim de ser
Ulna represenlacao provincial,
Tralaudo-sc de um ajuslo de paz, he mclhur cou-
sullar os lacios como cvistein do que procurar o re-
medio as abstrae-Oes du direto. Nao podemos pn-
rein esquecer ijuo o pova de lodos partidos da
rampanba reunido as sessnes eleiloraesrelirou seus
poderes aos representantes que tiulia na sal ; e
qiiae-querque sejam os argumentos que seapresen-
lera pin ou contra esta medida, ser senipre um fac-
i evidente que csses represcntaiilcs nilo podera d-
/ei -o inicrprclcs da vontade dos seus commiltenles,
razan do jen maiidato c dn sen poder legisla-
compeli'ii
.....idicilo.
nao para
se abslcv.
aniiaa
ida.
. e supporlou
le de uma alma resignada.
......M ama lagrima, nem fez urna
o ao ingrato, que lintia iminuladn sua
c l'aulini que permanecer sempre sua
lle ciigauar-wsobre a dor desla ultima fc-
O Vi-fe Uiarh n. 11 i.
Ha dores intimas que ralam a aiisteneia u'unia
biiinilhacausupriiiia. Deas nlo he quem as enva,
ella nos vean da Ierra, como os flajellOB que a huiiia-
nidailc mcsina forja. Tmlo pareeia arahado para
Mara. Ella mal luha de que viver honradamente
rom sua velba mili.
Sua belleza eslava minchada, ej.i a chissilicavain
i-nlre as lias. Segundo u uso o a iirdemmui natural
das rousas, llernardo lluval esperava, para abando-
nar a infeliz moca, o momento em que ella havia
perdidu luda a prohahilidade dcarhar um consola-
dor, meio efliraz para se fazer elernanieute lamen-
tar. Todava restava-lho em Paulina una amiga
sincera fiel. Esla moca tinha-te rasado rom Mr.
FrauebcoSaulriler, o proprielario reinante de Gliar-
metlcs de cnlao.
Mana |ia--.ua semanas inteiras cora ella, e hora
que ao priuripin Mr. Sauluicr lzessc alguinas ol
vares sobre as visitas tilo prolongadas desla pal-
uda e*triste inora, elle hahiliinu-so por lim de lal
modo ii sua presenca, que lall i\ a-1 lie algunia cousa,
quando Maria vollava para cata de sua niai.
Paulina Saulnicr nSn gozou mallo lempo d:i fcli-
ridade tranquilla, que seu casamento Ibe prnrur-
ra ; ella morreii dando luz um menino, que fui
baplisaduconi o n........le Pedro. Pauliua|iodo abra-
car seu filho antes de es|iirar; o lal era sua conl-
amja lias virtudes de Mara, que pedio a seu mari-
do que a lomao |Mo- mnilo r alim do dar ao pobre
orprnlo uma mili, que so dedicaste a sua infancia.
Pedro foi ser amameulado na povoacao, para on-
de se lioliain retirado Maria e sua mil. hiancisco
Saulner uo ochava nutro allivio ii sua dor -en in
as v isilas, que fatia seu filho, e senta eonsola-
BOes tempre mais dores e mais cfllcazcs cm fallar
daquella que elle luha perdido, a amiga que a rhu-
rava com elle. Puuco n |mhicu eslas relaccs dege-
m i ai .un em habito, c quamln o menino foi desma-
mado, eonrordou-se que Maria c sua mili se cncarre-
uariain do cria-lo
ra como segunda mai de seu lillio, e todava elle
naoeuidava em f.iz-la sua mullicr; masa male-
dicencia reparn nesla nlniidadc que ella lulo rom-
preliendia ; e Mr. Saulnier para f.i/er eessar esses
m.ins julsos, que olludiain as Desloucbes, cun
arando sorpresa dellss i porquo Hara so julgava ha
mullo an abrigo desta suspcila indigna ) lomuii o
parldo de dar-lheseu lime, c de reunir em Gbjr-
inelles Indos os ohjcrtos de suas allecOcs.
lis aconleciuientus, que liiihara einhuciadu a nui-
cidado ile Maria, Ihc haviam inspirado a inelhnr das
pliilosophias. Ella luha aprendido a supporlar a
desgraca, e a lirar dclla us preccilos, que iniiiln
mais vezes du que se peiisa f.izein surgir a hem ao
seio inesnio do um desasir. Ella sabia que no fini-
do du ropo amargo das provas, que Dos nos enva,
cdo qual a mor parlados hoinens vollam a calmea,
romo tilhos induccs, ha uma golla de niel, que pi-
do, quando elle vai al ao lim, reconciliar n infeliz
cora a vida.
Ella sabia que ha poucos infortunios, que liqicm
cnmplctns, e que se a impaciencia nilo irnlasse a te-
ma, uma rerla dose de resignarn Ihc permitliria
sarar. guando Maria foi covardemenlo abandona-
da |jr aquello a quem amava, apenas vn sua mu-
cidado ctlineta, sua belleza perdida, o diaulo de
si um lioi isnnie smiiliriu c amoaradnr, quaulas ve-
zes ella foi tentada a exclamar : Todas estas cnu-
-a-sao contra iiiiui! u Alguns anoos de|H>is que
minliiiici se luliao|)erado em suas ideas, assim co-
mo em sua posicfo, a qual era tao doce e Iraiiqtiit-
la. qaanle honrada,graetsas virtudes niodcsias, o
anetrelleute rararlcr de Francisco Saulnicr (auno
ella romprebendia enlo que ludo luha sido orde-
nado para seu hem |>or urna |iro\idencia miseriepr-
diosa!
nanlo a llernardo lluval. ello se ludia lomado
gordo e ralvo. Seu humor se linlia azedado |ielos
snili nneiilo- da golla, a lerrivol inimga dos felizes
da Ierra. Todooseu pcnsanientose absorvia .....lo
a. nem poder para Impr a ridade esla
Esla. palavras de V.8. nao scrvenl se-
iui|iro\ar a prudencia com que S. Evc.
iemaniloslar dirnelamenlopor eteriple
cm notas ollicai-s as i......lices de um ajuste. So a
una coiidlcao verbal anresenlada em una confe-
rencia cimliifeucial e sem mitro lim que o de dar ao
guverno da provincia uma eoranoshjaoqueofloreeet
se garanta- a Indos os partidos, e a respousahilidade
de que carece para governar ; se a una rondico se-
iiii'lliaiile da V. S. o carcter dn nina condican Im
milliaute, quaiilu maior lera sido o seu alarma se
livesse -ido proDosta oilicial e definitivamente !
Kepiloa V. S.que ella nio foi dictada por oulru
senlimenlo que au fotMOdeapSgar as resistencias
e cousliluir um governo capas de governar; oso
liara proxar asincerdaile dosle deseju nao haslanias
razos geraes que acabo de etpT, arresrcnlarei que
ipiaiiilu n Sr. Dr. Tejedor pedia com instancia que
se desigua-.oni as pessoas que havijm de eoni|ior o
novn ministerio, S. Evc. recusou ronslanleinenle
fa/-lo,ilizendo que eraisso allrihucao do Sr. geue-
i al Pinto, o qual nao pudia deitar di: enronlrar ei-
dadaos rrspeilado. e nioderadus capa/es de infundir
conllanca ao partido da campaoha o de governar
com rcriidito.
Mas se \'. S. se obstina a permanecer no ministe-
rio, c V. S. o seus rullcgas julgam ler bastante opi-
niao uu paiz para runsrrva-in em paz. e para seren
obedecidos dentro e fura da cidade sem violencia,
nao seja esla una razan para prolongar us niales da
guerra : brevemente os [adoso dotong......ao.
A eleicao de una convcndo exclusivamente en-
carregada de fazer a coiistiluicau da provincia foi
propesla ao Dr. Tejedor, do mesmo raalo porque
l"i a frita a aulcrior proposla, islo he, como una iu-
licaciloconfidencial para examinar em nina coiLVer-
iacAn franca se esla idea poderia serv ir como liandei-
livo.
Nao pode tao pouco concchcr-sc como poderia V.
S. negar a bculdade quo (cm o povo de retirar,
uin causa justa, o mndalo aos seus depulados,
piando \ s. solicilou e obtove da junta de repre-
cnlanles a faculdadc de rcmuv-los o governo sera
causa algunia e por meras suspeitas, e poz cm exeeu-
i.Ao essa exorbitante faculdadc.
Sirva-sc V.
lamilii
i le cs-
Fraucisco Sauloier acoslumouise a considerar Ma-1 tojo de enriquecer, e cada vez que as rolte-Oes da so-
cledade punlian Maria em ronlarlo rom a
Ferrerc, ella se felicitava sincerainciile di
rapado unan que havia sidn 0 alvo de seus deso-
jo., c ruja |ierda a liuha (ornado Iao infeliz. I.ogo
no nrimeiro anuo de seu casamoolo cora Fraucisru
Saulnicr Maria deoraju nina Alba. Era lletlina.
ClianneUes com suas paredes avcnnclhadas, rom
suas gelnsias verdes, e eoni suas lulipas e dhalias
nao deixuva na verdade de ser una triste morada.
Ella se embellecen pela presenra de urna lilha ado-
rada, cujas ingenuas raricias o nlelligcucia. preco-
ee euehiam Rlidama Saulnier dns inaisinellavei. go-
zos. Dcsilo o inomenloeni que a existencia do Ma-
ra leve um lim. ella reiviudiroii de uma vez a
energa o a vivacidade de sua primeira juvenliulc.
Partilhou seus cuidados enm ns dous meninos que a
rhamavainsua mai, e suat'viriMas seluram pro-
fundamente a cducacAo itolle-. <.inan.lo madama
Saulnicr terminnii u urna idade |iouco naneada
una rarreira de dedicacan e de licitaos, leve antes
de dallar a Ierra a felirdado de rnntcmplar era sua
lilha nina inulher admiravelmoulc preparada para
os modestos deveres de uma completa dona de casa.
llcltiua foi criada para a vida dn campo, sera a
menor molloza, o no amor ta trabalho. Seu ali-
iiiciiIu era frugal, sua cama simples, romo a de una
i-riada, seus Inihalhos igualmente duros, o com o
accrescimoda vigilancia ; porque ella se levanlava
ao amanhecer para dirigir ludo na casa, A nal me-
za a tiulia i.m rieamenle dolado que esle rgimen
severo longo de falga-la, ou de allerar-lhe a aa-
de, dava-lhe |ielo contrario Turras extraordinarias.
NSo havia no jardim rosas mais freais do que suas
faces gurdiohas, nem alamos mais direilos do que
i sou carar'
Olanlo
rler, elle li-
seu corpo esvcllo. ,
nha Inda a graes, toda a exuberante jovialidade de
un e.pililo livre de tosa a iuquietacau o de luda a
lireoccupotao. Ella nrhava a cada instante na u-
genuidade de uma imaginaerto fecunda, c natural
ile-siis palavras felizes que dcscnrugavain a fronle
pensativa de sen irui.lo, e que as vezes altraliiam o
surrso aos labios desroradus de Ignez.
lletlina nao era lalvez o que se leria chamado urna
luida moca em i'aris, onde a belleza lem rondicilcs,
que difeiem das que se aihuilleni as provincias.
Seus olhos cram azues, mas de mu azul limito
pallido; seusrabellos ahundantes linliam esse ina-
in/ iuccrlo. que ensteia as tres cores sem allclar
uenbuma deltas; runslanleinenle espuelas ao ar, o
incsnin ao sol, sua |iellc careca de finura, senao de
alvina.
Sua belleza cun.islia na a|iparcncia de uma sali-
do vigorosa, o no encanto do uma phvsiouoiuiu
chela de mobilidade. Seu olhar era doce, modesto,
e de uma franqueza que mova o coracAo. Seus la-
bios um (anliuho espessos annuiiciavam lana hou-
dade quanla tirraeza. Sua fronte larga e pura era a
sede da caudura. Em suimiia se Belthia, romo ar-
bamos de diver, na liuha os atlraclivns do tima
liclle/a parisiense, era o que chamavaiii no lugar
n una bella mociiiha 8 nao Ihe faltavaiu admira-
dures, nem mesmo amantes, c entre esles ltimos
classillcarcmos primeiro a Mr. Duval, primo co-ir-
lllodcMr. Sanlniel.
A rcparlir.io dos negocios domsticos liuha sido
devolvida a Bellina desdo a sua infancia. Era ol-
la quem regulava a dispensa, discuta as coalas,
iagava as notas c reprohondia os criados. Ella sa-
lla o valor de cada mercadera, o prei-0 e a .Im a-
ij.omIo e,ola lonioi'imonto, e lo,lavia a|e/.u da SO*
veridade de sua vigilancia era uin verdadeiramenlc
lina, e Iao cbarilalivu, que lodos a amuvaiu na casa
e no dislriclo.
lletlina liuha no carcter uma benevolencia natu-
ral, que nao Iho raostrava em cada aconleciinenlo
da vida, si-mo o Inini lado, e em rada Individuo as
qiialidadi-s, que coiiipensavaiii sen. defeilos. Ella
au eslava sol a influencia do nenl......enthusia.nio,
nunca liuha experimentado deases impulsos divinos
para um hem ideal, que levam o espirito cm azas
nublosas al os myslero-do uliuilo. Ella nao co-
1 V. S. snbreliido le prsenle que a iudi-
. io lena ao Dr. lejedor nuo leve si-iiu u carcter
le ronhdeiiriul, nem oulro lim que nito fosse o de
evitar o Iriumpho de um |ierlido, procurando no vo-
to do povo ecni uhjcclos de licuelicioconiniuin a ba-
se de una rerunriiiacu verdadeira.
Se es.e governo julga ronvciiienic continuar uma
negociarlo com a iulcnro sincera de rlicgar i iiaz
pode dar aos seus agentes o raracter que mais, nnve-
nienlc lie parecer, c ser sempre agradavel a S.
EX. reeeb-los, para oque cshlo dadas as ordeus, alim
de que tejam ailniitlidns o respeilados as avauea-
das dn exercilo. So esso governu, |iorm, como V.
S. parece aunuiiciar em sua nula, renuncia a toda o
qualquer idea de tira ajusfo pacifico, o prefero em-
preguros meios da guerra, derramar o saugue dosar-
gcnlnus o consii.....lar a devastaran desta provincia,
teja SO elle o respnisavol ante Dos e apalpados
males que subrev ercni.
Dos guante a V. S. por minio, anuos.
ngel Elias.
i Jornal do Commeriio.)
Discurso de Mr. Dln-aeli, na cmara dos com-
muns, inlerrojando o (orerao acerca das re-
lafo'et entro a Franca e Iaaiatarra.
leudo a cmara do passar, segundo a nrdera do
da, a volaran dos subsidios ; Mr. Uisracli aprovei-
lou essa occasiilo para fazer obscrvoc,fies sobre as ro-
laces com a Franca, esc etprimiodeste modo:
Desojo interrogar o governo do Sua Magcstude a
respelto de nossas relaees com a Franra. He este o
olijcclo o mais importante da iwlitica actual, (ioza-
inos, nosiillimos quarci.'a anuos, dos beneficios da
paz entro a Franca o a Inglaterra ; durante aquello
periodo as relacrtcs sociacs entre os dous paizes se
multiplicaran!, nussas rclarfles commerciaes cresce-
rara gradualmcnle, e enteniloque com uma legisla-
i; in esclarecida o com o autillo do circumslancias
lile
ca es.es momentos do desesperanra quo oppri-
u.uiii s vozes as almas escolhidas.
Almas sublimes o fiaras, que ora ro|>oiisam ronm
Joo no seio dj Chrislo ; mas quo em seus das do
Ircv.is o renegara romo Pedro. A moca linha urna
pied.nle simples e uniforme, que pareca fervoro-
sa Iluicz ligciranientc impregnada das eronras her-
ticas de sua iil.ii ; |iorqiie madama Saulnier, lucio
hcspanhula, deixava-sc arraslar a uma devoran mais
.miente que esclarecida; ella dava a mais alta im-
portancia a todas as particularidades praticas dn
culto, as quacs Bellina, criada em opiuiocs mais li-
beracs, regeilava como fatigantes c iuuleis. Ignez
ronsumindo horas inteiras em rerilar ladaiuhas, e
nfliiigiiidn-so as morlificapves mais severas aduiira-
va-se deque uma pessoa lan |niuca dovola como Bet-
una p,iroiT..o fazer, ou lizesso lalvez cora elfelo
malt l'i ";i-es-u. do quo ella na via da salvaeao. Pa-
ra a alma ai denlo de Ignez a piedade ora anda pai-
tan, einquaulo que no espirito sabio, c na modera-
CAo de Bellina, ella era ura principio eslahelcrido
sobre bases inabalaveis.
No moio ainda na alma da liespanhol.i vivas c quelites aspi-
i.nuo. de felicidade, de amor o ilc VOlupia ; havia
lambem saudades e doses|icros, emquanln que Bel-
lina re(iuu..iva rom a conliali(a e siiuplicidado de
um menino na hondada do Creador.
Antes de terminar a descripefto de Carmenes, he
preciso alo uni, ama porta, que d sobre a csrada
principal, doscer alguns degraos, c penetrar no ni-
co aposento com mudo da casa ."Nel le acharemos gran-
des iKillronas, canaps niacios, i-siiessos, tapetes,
quadnvs, eseulpliii.is litros; ludo arranjado rom
elegauri.i e bom goslo.
Este (piarlo, era que morou madama d'Arville
allip.ic.i desla unirle, a qual leve lugar pouCO
leuipn ilepiii.iln casauenlii de-na lilha. era agnra
orrupado |air seu filho Fernando.
( Cunlinuar-se-ha. )
MUTILADO
V,


1
l'avoravcis, o-las rclacflcscomiiicrciaes sSo ainda u-
ccpliveis lo un grande descnvohimento, de mu
desenvolviincnlo lalvez som limitei. Nao lia dous
celados, rcconliocidos potencias de primeira orilom,
para os quaes lodas as questocs de alia i>ollica e-
iiiii to idnticas, c lie para admirar que, core ta-
anlas Barandas de urna boa inlelligencia enlrc os
dous paizes, nim lanas sogurancas cm favor da paz,
que lodos nos desojamos, se Icnba produzido una
idea no espirito do lodos, c que urna so etprcssao
Icnliasido proferida por lodos, saber, que estava-
mos na vcs|iera do un ronipimcnlo com a Franca.
Julguci que era razoavol, antes do passarmos
volaca.0 de sonimas consideraveis para o armamento
do pai/, interrogar o governo a rcspeilo do nina
queslao que est solire (odas as oulras. Todos dc\ cm
sentir quanlo lio importante que, sobre urna quesillo
dcsla gravidade, opinioes falsas nAo se npodcrciu do
espirito do pulilico; porqtio cm uro paiz livre aopi-
niAo publica be una das garanta da paz, como lie
inultas \ozes urna fontc do guerra ; nAo he pela dis-
cussiki, que lie a ida o a alma das sociodades, co-
mo a iiossa, que se podo chegar a coiibeccr a verda-
de a rcspeilo de qucsIAes, que se lornam obscuras o
complicadas com grande detrimento dos negocios
pblicos. Sei quo ha |iossoas oro ambos os paizes,
pessoas nascidas c educadas sem duvida duranlc a
ultima guerra, as quaes ncnsamqiicctislc umalios-
lilidado natural cutre a Franca c a Inglaterra. E
estas pessoas |H)deriam ser collocados na calhegoria
ilaqucllcs quo pensam que os 5 por cento lie a laxa
natural do juro. Ao mesmo lempo sao pessoas que,
em mullos casos, nao sAo animadas senao de scnli-
inentos de patriotismo sincero, c suas opinies nao
deveriam ser desprezadas nascircumslancias actuaos,
comquanlo ellas lenlian suo fonlc uos anligos prc-
conccilos. Ilcbalde so procurara demuver as pes-
soas animadas destes seiitmenlos por considerarles
de economa tantas \czcsiuvocadas em nnssos das;
debalde se Ihes repileria que, cm um sceulo dailo a
induslria, povos ulicos e rmlisados nao se enlre-
gam de boa vonladc as ideas ilc guerra.
Sei que inulilmenlc so llies procurara persuadir,
de que os soiitinionloH philanlrdpicos lem ahraudado
Iwlos os nimos. Sei islo, c osla he a ruto porque
preflro appellar para os factos, que nAo pdem ser
ronlcshidos, ii conducta passada do bonicos que,
segundo estas mesmas pessoas, lio o melhor ndice
de sua vida futura ; o devo confessar que nio vejo
que a historia dopassado aulorise a opiniAo bstan-
lo geral, duque sua hostilidadc natural existe entre
a Franca e a Inglaterra. Sei que podis, remontan-
do aos secutes os niais remlos, temblar Crec,
l'oitiers c Azinrourl, recordar as tolas que cobri-
ram a Inglaterra do gloria, mas he mislcr lauliem
lonibrar, que nAo erain guerras da Franca oda In-
glaterra, mas guerras entre o re da Franca e o da
Inglaterra, esto |>orque so consideraba principe fran-
co/ ; aquello pelas preleiiccs que linha snhrc a Pi-
carda. Tcidie a certeza do que nAo precisamos re-
montar alm daquellc feliz inomciilo, em que as
chaves de Calais foram entregues para seinpre ao
monarctia franrez ; o se admitimos este ponto, que
lie o nico de uossa historia moderna, o nico que
deve guiar nossa poltica, veremos que os mais pers-
picazes entre os nossos solieranos como os mais e-
iniuentes de nossos hoineus de eslailo quasi sem
exeepcao, lem olhailo una allianca com a Planea e
nina Inlelligencia cordial com o povo frailee/, como
a chave ila abobada de uosso systema diplomaljco c
ile nossa polilica cxlerna. Ninuucni poden nenar
que a rainia Elisubcllic o protector ( Olivier Cront-
ell ; liicsscni olbadoessa eljlaor* romo ;; |;dSc. 4|0
isuas alliaiicaseslrao^i-.ds ; odos'saheni que o 111(19-
|r0Jjeluigbrn|,o c prudente Walpole, em deucor-
do softi 1'iRi ludas as oulras qoesliies, eram con-
cordes em um so ponto, na necessidado cultivar boa*
relaeoes com a Franca.
Depois o liomem de estado iiiloz o mais eminente,
l'ill, linha bascado sua poltica nesla allianca, por-
que linha concebido um sistema polilieo c comnicr-
cial. o qoal dependa das boas relaroes com a Flau-
ta. Nao lio |ion verdado dizcr-ic que. cm lodos os
fenpos.ou na maior parle dclles.exislia una boslili-
dade enlrc a Franca e a Inglaterra: o contrario lie
que be a verdade ; e a allianca c a boa inlclligcnrio
que j lem reinado enlre os ilous pai/es, tem sido
um provcilo do ambos, e contribuido para o pro-
al osso da civilisacao da Europa. (I qocsurccdeu l-
timamente prova que a tendencia natural dos dnua
paizes he para a paz, porque, para que una paz
duradoiira lenlia |Kidido conservar-sc depois do nina
lula Ufo enfurecida, como fui a do lini do serillo pas-
sado e do romero do sendo presente, c quando tan-
to) horneo* extraordinarios nella roprcseiilaram mu
papel, lio mislcr que as tendencias naliiracs lenliinu
sido para a paz o que so estoja bem convencido los
beneficios que della rcsullarian para os dous
paiiea.
l'oriii ha causas mais rcrenlesc mais importantes
dcsla opiiiao deagracada sobre as relaroes actuaos i\
Kranoa e da Inglaterra; a primeira e a mala lin-
porlanle he o augmeulo dos exercilos da Ingla-
terra,
Muitas pessoas dizem que apezar das seuurancas
dos domen de oslado, apelar ilas declaracAe* ilaa
pessoas as mais ciimpeleiilcs cita opiniao dos bo-
mena desapaiionarlos, ninguem pede por cm duvida
n mo do responsabilidadc, que ogoxernodevesen-
t ii pesar sobre si, pnqiondo augmento na inariiiba ;
e so pcrgiinla, para que luncslcs augmento* leriam
lugar, a nao ser pelo temor de um iniuiiuo cslran-
geiro.
(ira, se ha recein de um ininiigo ealrangeiro, qual
pode ser elle, scnAo o mais prximo e o mais lenii-
vet ile nossos visiuhos'.' Todava apparecencias lia
com clleilo em favor desla rellcxAo, o enlrelanlo a
estrela verdade be, que nao ha uestes arrunenlos
nada que autorice a ercr que elles sejam fcilos em
conseqycncia das mudauca* que ltimamente livc-
lain lugar em Franca, mi da apparicao cm scena, na-
quclle paiz, deste 011 daquelle personagem, o ipial
lenlia representado nellc O principal pa|iel. Aoiigcui
destes armamentos remonta a urna poca mais re-
mota ;cll.i deve ser procurada as alteracoes fcilas
pelo progresso das seieneiaae da sua applica(o aos
negocios da vida, e porconscguinlc aos iiei-'ocios da
guerra. Aquellos que por sua |to*rao eram respou-
saveis [>ela defeza do paiz julgaraui, ha bstenle
lempo, que deviam chamar .1 alinelo do poder
ejecutivo sobre ota queslao ; porciu une todos slle-
nlo, que dilliculdadcs o governo encentra, quaud
proposieoos, feilas mcsuio 110 iuteresse do servico
acarreain de-pezas consideraveis, cuja necessidado
nAo he ucralmcnte sentida.
Dez anuos lia que, no ministerio de sir Hohcrlo
l'eel. os dous paizes, a Inglaterra c a Franca, se v-
ralo rom assomhrode repente a poni dse fa/crein
guerra. O governo de culao se aprovcilou dessa oc-
rasio para fazer sentir a necessidado do cuidar na
defeza do puz. I'orin a queslAo nao foi muilo
adianto, por lito que o projeelodea lugar logo a con-
Irovcrsia solire a queslao de saber, se aio cslavannu
relmenle hem protegidos |iclas muralhas dema-
deira 11 da volha Inglaterra. Iinmcdiatanieule re-
beiilaram no continente revolucocs, unas api ou-
lras. Principiou-se entilo a rellectir que o sonhode
una Iranquilldadc perpetua |iodcra na verdade
acabar. O govoruo tomn anda desla vez esta oc-
rasiao, c as expressoe de um de nossos maiores lio-
mens sobre a ioclinicia dos nossos incios de dof<
lizeram as. vi um desojo geral e serio de cuidar
na defeza do mi/.
Eni.minba opiniao, (odoo governo tera feito leal
ejustamente o que era tiro ciidenlemeiilc ucccss.i-
rio. O ultimo ministerio coinprcbcndcii que tinha
sidochamado liara o fazer ; mo reivindico ncnbuiua
gloria extraordinaria para elle por ler feito seu de-
ver : c seo gabinete do lord Joiiu Itusscl livesso du-
rado mais lempo, nao duvido de que o livesse feito.
Eis aqu |K)so que temos feito osle resucito, na
aduiiuislruciode lord Derbv, creamos urna milicia
por um sistema popular que, apezar dos sarcasmos
que se llie lem prodigalisado presentemente, lein
dado um corpo que merece a coullanea o o rcspeilo
do pal] ; pozemos a arlilbaria, arma do maior Im-
portancia, em um estado satisfactorio ; lomamos 011
preramos medidas que fortificaran! nossosarsenaes
e alguns pontos iuqtorlantes da cosa ; augmenta-
mos nossa marinan rom .".opo euuinlielroi o l,j(Ki
soldados de inarinba fmaliiicnle lomamos justas
medidas, as quaes deviam crear, o que hao de crear
no Mancha; na adnnnislracAo de nossos succcssorcs,
tima noto permancnle de quine ou dezesois naos
de linha e fragatas, as quaes augmeuladas de um
minino non-sano de navios a vapor, conlruidos
conforinc os progresos da scieucia, dar* urna forca
consideravel, que se poder.i reunir ao primeiro sig-
n.il cm tres ou qualro do nossos porlos.
Eis-aqui o que o gabinete Derby se propunha fa-
zer, e o que elle mesmo comecou ;. fazer. Soubo
com prazer oulrodia, que o ministerio mo linha a
iiitencao de propor iieiiliumaugmonlonovodc 1105-
sas forcas do Ierra o de mar.
Tiiihniiins entendido que deviamos examinar osle
ponto, e cbeganios a convencer-nos de que nada
mais era necessario. Elitrcl neste pormenores
porque eu linha observado, que o augmento dos ar-
mamentos linha siiln a priincira causa dosla opi-
nijn errnea sobrelioasas relaeoes rom a Franja;
IKireiu devo declarar que,pjnalqucr iiuc esliveaso no
tlirono de Franca, quei Toase um Bombn ou um
Itouapurle, gnnlquerqua fosse a forma do governo.
qoe a Europa fooxe tranquilla 011 agitada poi ,1 .01
den-, aquello! qne eram retponaaveh da direCCBo
dos negocios, nao importa o partido a que |ierleure-
seoi. leriam mln ou tarde sentido a aoceMiidade eo
dcvcr de velai na defeza do paiz, dover que toniso-
bre ludo suaorigcm as mudancas feilas na manei-
ra defazer a guerra ilofensivaou offeniiva.
lia urna ontra causa dcsla opiniao geral do que
Icnho fallado, pola qual estaramos cm vespera de
um ronipimctnoeefn, Franca; Esta causa be o os-
lalieleciinentode una dvuaslia militar cm Franca.
He corlo quo o fundador da dynastia, que est t nu-
tra vez no ihrono do Franca, foi um dos maiores
conquistadores nAo s dos lempos modernos, senao
do lodos os (cuinos; lodavia 11A0 se seguo d'ahi que
o descendcnlc de um conquistador queira ser aem-
prc o emulo do scu anlcpassado. Em geral, os suc-
eessores dos conquistadores sao levados mais para
nina polilica pacifica ; a historia nos ministra pro-
vosa rcspeilo.
Sei quo elisio ainda urna outra causa, a qual po-
de dar lugar a muilasdiscussoes. Todava nao dis-
simulo que ha noslo momento causas do inquicla-
co, porque lia entro os dous paizes duvdas que se
au poderla prever, o quo podom ronduzr a conse-
queneias desastrosas, lie rcrlo que existo urna
glande prevenciiona Inglaterra contra o actual so-
berano da Franca, o lio, di-lo-bei sem reserva, por
duas razftes. Em primeiro lugar, observa-se quo,
lomando as rodeas do governo, ello poz lini ao go-
verno coiislitueional o supprimio a liberdado da
Imprenta. Me parece quo niln Icnho precisAo do
assegurar, que nao direi ncm fare jamis cotisa que
tonda a diminuir ainflucucia do parlamenlo o da
mpronsa. A maior honra quo Icnho be de ser
contado no numero dos memhros desla cmara ;
todos osmeus scntimcnlos, e pensamcnlos ahi se
conecntram ; e quanlo a imprenta, son tambera um
bonicm da imprensa, e nAo tenlio oulro hrazAod'ar-
Hf, NAo posso esquecer lodavia, que ha secuto e
mcio que uos dcsomliaracauos da censura ; lluha-
mos una le solire os liliellos, os quaes, diiranto um
sceulo, faziam do ejercicio da liberdade da Impren-
sa um priv ilegio muilo parigoao. Al o acto do Mr.
Fox sobro o libello, nenliuiii cscriplor so julgava se-
guro na Inglaterra. Ilecordo esles fados para fa-
zer ver, quanlo a liberdade da imprenta he una
cousa recente em nosso paiz, pois que ella nAo dala
eiiio do Mi. Fox ; e ueste iutei vallo mesmo. qua-
si de um nieio sceulo, a liberdade da imprenta lem
sido muitas vezes exposla a una inlervencAoda par-
te dos ministros ; os proprios parlamentos lem fre-
quenlemente sanecionado as moililicai;oes fcitas
liberdade da impreusa pelos minislros.
Coolio que lelnos agora para sempre conquisbido
a liberdade da impreusa, c que seus desvos, so os li-
vor, scrao corregidos pela propria discussao j mas
devo dizer ao mesmo lempo que, julgando a con-
duela dos uniros pai/.es, devenios Icr presentes ao
espirito as eireiimitaiicias em que esses paizes se
tem adiado, e examinar se estas circiimstancias cor-
responden! aquellas em que cslavamos.
lini clleilo, nao obstante todo meii amor pela
liberdade da impreusa, apelar da ronvieco de que
lemos cliegado na Inglaterra a um oslado social tal,
quo neiibum minislro ousaria mais Intervir noa nc-
snrinsda mpronsa ; sinlo que niln gozcniosda li-
berdade da iniprensa ionio rom certa* comlicoes,
que nAo cxislem em onlros pai/es. a saber, umaoi-
deiii de cousas oslahclcrida ha longo lempo, um
grande habito em discutir rom toda a liberdade. 1
principalmente a amencia de imitas circunntancias
que leildem a perturbar a sociedade einoulros pai
/es. Snppouhainos que a Inglaterra leiilia presen-
lmenle una sucees'.'io couieslada ao Ihrouo, que
lenbaiuos un joven Carlos Sluail em llreda o 11111
Ollvicr Gromwell era II'.: leo-, publicando seus nia-
nilososoi-i.viando miwivasa seus partidarios na
Inglaterra ; supponluniosqoolcnhanioslldo no ce
pat;ode alguns anuos, grandes revoliici'ies, que a
forma de governo leuha mudado, que nossa livre e
celebre moiiarcliia buha sido derribada, que una
repblica lenha sido eslalielecida por um de-poli--
1110 vigoroso ; que o pavo leulia rhamadoj excrci-
lo para olivr.ir da anarebia. leudes a cerle/a de
qucgo/aiiainos cntao dos beneficio, da libeid.ide da
impreusa como go/amos lioje ?
Alguns anuos baque live aoreasiao de viajar em
Franca. N'aipiella poca a Franca gozav.i de um
governo muilo benigno, debati doaceplro do um
1.....larclia que por nnlurcia e por polilica, era hu-
mane e benvolo. N'aqiiella poca a iniprensa era
livre, o parlamenlo que exista, se detliuguia pela
eloqueneia e por um poder nos dbales, que nao
lem sido, lalvez, igualado nesla incsma cmara. A
Franja linlia cliegadoI um gran inmenso de gran-
deza.
I'oishein. este principe, depoi* de un reinado de
prospcruladc, cm nina dado avancada e rolado de
pozares, foi laucado fora sem piedade, e halado de
cobarde por lodos os jomaos uglczes, porque elle
nao linha comprimido a revolta com o auxilio de
sen exercilo. Agora uniros poderes e onlros prin-
cipa lem lomado seu lugar, ella 1.....sonam sua
aulordade de outra niaoeira, c eis que os jomaos
uglczes os Iratam de tvrauuos. t'.ada um lem o di-
reilo ile pensar ne-la coutaa como entender ; mas
osla lio a moral que quero lirarde ludo isio : be
que he muilo dillleil fazer nina opiniao obre os ne-
gocios da Franca ; o consegiiinteincntc por lodo o
lempo em que o povo franca for leal analta* tran-
saro, ciiniiiiercije-, e aniigavel cm suas relaeoes
polilica-, lie de toda a josliea que 00. ab-leuhanios
de Inda a parlicipaeao cm seus negocios interna.
Nao digo que a iniprensa ingle/a,011 qualqiier oulra
mpronsa Wangcira.iiAolcnhaodlreilodoraxerob-
civacoessobre a conduela e aclosdos solieranoses-
Irangeira; nenhum miiiislro, nonhum polenlado
cslrangeiro llie pode contestar este direilo ; porem
lio un negocio de discricao o que lem sua reaponta-
bilidado, He muilo iniporlanto saber o que lord
John Itussell pentOU ha um auno a esle respcilo ; a
pilliflode um grande minislro be sempre iuteres-
sanle desalier-se. por islo lie que citare! o que elle
diasc nesla cmara, na Besado do 'i de fevereiro de
1852.
Son olirigado a declarar, dizia lord John Itus-
sell, que o presidente da repblica, leudo a sua dis-
pnicao tantos meios de ser heni esclarecido, loman
sem "duvida esla medida o golpe de oslado de i de
dezembto depois de Icr hem considerado o estado
a mais propria para assegurar o bem do paiz que el-
le governa.....
Sei, continala o orador, que ha pessoas que,
dando muilo apceo s relaeoes de tina ulclligeueia
comas oulras potencias, I da 10 com leviaudade dos
deveres da diplomacia, c 11A0 Ibo attribuem no-
uhunia iuloencla real sobre us|aconleciraenlos. Pont
bem, devo di/er, que, 110 ttpaco bem curto de nos-
sa presenca 110 poder, estamos convencidos de que a
boa iiitelhgeucia com a Franca era de nina vaula-
gera Imnjensa, eque ella nosleineoaitjuvadoem as-
segurar a pal. e contribuido para a felicidade e ci-
vilisacao na luropa. He com o auxilio detas boas
ichicm-s OUCcoiisegiiimos aplaiuar as difilculdadc*,
ipin se linliam suscitado entre a Franca e a Sui-.i ;
estas dilliculdadcs (criam podido acabar por pertur-
bar a Europa ; nossos conselhos foram abracados, e
a niivem se diaiipou, Depois a Franca se ajuutou
comnosco para negociar a abertura da riada Ame-
rica do Sol, para o romuiereio do inundo, e mais
larde, a questao enlre a Trussia c Ncucbalel foi rc-
uiovida |K'las repicsentaces feilas pela Franca c In-
glaterra, obrando ambas do aceordo, e o monarcha
esclarecido que reina na Itussia se presin aquellas
sollicilacocs.
I ei.i quarla occasiao de aeclo coinmum da Fran-
ca e da liiglaU'ii-i. foi ipiaudo esc- dous governos
jiilgaram a proposito insistir junto do governo dos
Estados-ruidos sobre a eondusAo de nina liiplice
convenci, leudo por Um a renuncia da conquista
de Cuba, lie verdade que nao oblivemos o que li-
uliainos pedido, mas o elfeilo moral dcsta accao coni-
inuui fui consideravel, c deuotava pelo nienos no go-
verno fraucez toda a ausencia do um desejo qual-
qiier decntreter motivos de inquietaees, (m as ,-nin-
plicaccs de que o aecusam. Couscguiuos anda,
|Kir mcioda nossa arcAo conimuin, prevenir urna
guerra 110 llaili ; porm iusislirci cm um assump-
lo, que he sobretudo biini'oso para a Franca. 'I i-
iili.nn sido conipletainenlc baldados os nossos esbir-
ros junto do sullao, para o fa/cr modificar o tauzi-
mal noBgyplO. l'oslolquea Franca tenha sempreo-
lliado com iuveja a submis-ao do pacha do EgyplO
au po le do sulto, logo que o aspecto dos uegocios
tornou-se aincacador no Oriente, lizcnios 11 m appello
para os bous sonliuiculos da Franca ; a Franca foi
coinuosco, e a qaalSo foi amigavelmante termina-
da. Podcria ainda rilara parlo que a Franca lo-
uiou na queslAo da succcssio da Grecia ; a conven-
cao concluida a esle rospeilo garanta aos gregos sua
constituir,. Poderla igualmente lembrara cordial
eocipoincAo da Franca coma Inglaterra para prove-
nir as i'ei un liaene-., que aiucacavam a nova regeu-
cia de Tunos. Aqu lomos oito casos em que a boa
inlelligencia com a Franca prcvlnio (randa m.ile..
que leriam resultado, 11A0 so para a Inglaterra, senAo
anda para toda a Europa. Pois hem, em quanlo a
Franca coopera Iranquillamciilc com uosco, por
mcio da diplomacia, para atrancar os grandes benc-
licios do paz, coiii|ira/eni-se em representar a Fran-
ca como um bandido ou um cursario, iruo espreila o
nimicnlo favoravel de so arreinessar sem o iiionor
pre'lexlo s 110SMS nrains....
Aqu Mr. Disraeli se entrega a una critica muilo
vigorosa dos discursos pronunciada por Sir James
Graham a sir Charla Wmid, c que ja foram oujeelo
lasexplicaces na- do.is cmaras do pailaiuenbi!
Quaaj no liin do cu brllhaule discurso, Mr. Dis-
raoli di-c:
Agora no-la .....-na sessAo enlregarani-mo um
docunicnlo, do qual cu nao faria maneto se algun-
moiubriM do lado uiinislerial nao me livessem dado
a entender quo minlias inlorpcllarocs nio eram no
ceasariaj; veris qual he a opiniao dos iicgocrantcs,
dos banqueiros, dos induslriaes do Londres o do-
cumento db que fallo tu- un convite para uiill ron-
niJo publica desla* classes da sociedade, as quaes
sao chamadas precisamente inaitque as nutras, para
cxpiiniirem sua profuiuMnquIelacAo, vendo lodos
os esforca que se tem feil para crear o per|ieluar
-eniiinenlo- de dcsconflanca e de hoslilidade enlrc
os dous povos da Franca oda Inglalorra. A'quelaes
quo e-lav.iin disposlos a dcslombrar-so com miuhas
observacoes, aconsclharel quo vio i Braja de Lon-
dra, o digarn aos negorianla, banqueiros e indus-
Iriaa da tnglatciTa, quo ah se rounirem, quo el-
los dAo prova do um espirito faccioso, manifestando
suas approbcnsoes sobre nnssas rolacoescom a Fran-
ja.....
Lord John nuttell.Se Mr. isracll tivesso que-
rido obler do governo oxpliracoo relativamente aos
negocios oxlcrnos, loria |M)Jido limitar suas obscr-
vaciira a una mal pequea parle d'aquollas que
acaba de dirigir cmara ; porque as derlaracocs
que li/ oulro dia, deelaracoe- de que estavamos em
termos de amizade intima c obravamos de aceordo
com a Franca no fin do inanler a pai da Europa,
estas derlar.icoe-, digo eu, seriam sufllricntos a lo-
do o inembro que desejasso ouvir seguranras sobro
esta importante qUoslo. ( Applausos.) fin,m lo Mr.
Disraeli oceupava um lugar date lado da cmara
( quando era ministro ), quaiuln propunha, debai-
xo do ponto do vista econmico, algumas mudan-
cas no interior da administraco,' exprima o receio
do quo cssas limitneas (nio so Iralava scuflo do um
numero maior ou menor de empregados) nAo vios-
sc a ser una quesillo de |varlido c nAo so malogras-
sem pe .me a cmara. Certameulo se assim hou-
vcsscsuccedido, isto tera dado una fraca idea do
patriotismo da cmara ; mas quando o proprio Mr.
Disraeli fez da queslao do poltica cslrangcra una
queslao de partido, quando procura por cmsuspei-
la as uleucoes do gnvenio a repeilo de nosso mais
prximo visinho ( applausos;, quando busca scincar
a discordia enlrc dous dos mais Miderosos oslados
da Europa, entlo posso di/er que elle faz de nina
JucsIAo de partido una verdadeira calamidade, e,
isculindo esla qucstAo peraule a cmara com os
-eni iiueiito.. de cpie seu discurso esta todo chalo, o
papel (po elle reprsenla he o do una pessoa pro-
fundamente dominada do espirito de faccao. ( A|
plausos.) Dissc-o oulro dia c o repito ainda, que o
governo ingle/, eslava nos termos de amizade com
o governo franco/..
Folguei de ouvir dizer a Mr. Disraeli que a poli-
lira interna da Franca era negocio do puvo fraucez
e nao no-so, e quo nAo tinhamos de inlcrvir nos
negocios internos da Franca. Porque nao prevale-
cern! osles inesmos scnlimeiilns cm fevereiro de
IT'.f'l! Ter-sc-hia poupado torrentes de saiiguc c
lalvez que soiumas enormes se leriam ccouoinisado
applausos se, n'aquclla poca, lodos o* liomens
de estado nesla cmara livessem adoptado o princi-
pie de nio iutervencao nos negocios internos dos
paizes visinlios. t Applausos. )
.Mas, que outra eipticacto desoja Mr. Disraeli 1
Ello fez allus.io ao discurso pronunciado por iiiim
cm fevereiro de \K'r>. Parlilho ainda todas as opi-
nioe. (.pressadas enlAo ; porm, ha 110 Ihcor d a-
quclle dutenrao um erro que cumpre rceliliear. Nel-
le me faziam dizer rpie en cria, que as medidas lo-
madas pelo principe presidente linliam sem duvi-
da por fuii o hem da Franca. O que OU linha dilose
reduzia smiplcsiuiuilca isso, que011 cria que o prin-
cipe presidenteolbava sem duvida as medida*loma*
das por elle como ih-ccarias ao bem da Flanea. NAi
negava que em eerlosa-asos fosse neces-ario retirar
0 poder das inaos do povo, c eu dizia que o presiden-
te pensava que o momento (iuba cliegado prcrisainon
le n'aquclla poca, (.luo islo fosse ou no realmente
.....e--aiio, era nina ipieslao solire que cu nao ti-
nha exprimido iniuha opiniao, assim como nao ex-
primo ueste momento. Applausos. i Pensci (pie
fosse mu espectculo triste (piando, nos ullimos
anuos, vimos a Franca so dcsta/or de una inonar-
1 loa sol a qual ella gozava da paz c da prosperida-
de, para se constituir em repblica de mu modo
fio eslranbo, que se disso que todos os elementa
Otlavam danlemSo destinados .1 se romhalereni, c
que a guerrn civil, que dovia resultar d'ahi, nAo
terminarla senao tacrifleanda os |ioderes os mais
preciosos que mu povo pode excrecr. Era com ef-
feilo um espectculo doloroso,
lodavia cu esperava que oslo povo lao industrio-
so, dolado de finta- ipialidadcs, este povo que em
I7rt!> comecou a reforma do sua cousliluiro, chega-
ria a go/ar do que pode ser chamado o mais impor-
tante o O mais dcscjavel dos beneficios de um paiz,
c eroio ainda quo este povo, l(Tgo que (>s Icinnres
da democracia forein dissipados, achara os meios de
lUcllinrar seu governo, e que ainda o haremos de
ver gozar do liMlilnicoefl que, sem seren exaclanien-
ie ig......saneases, Iba serao todava aamalhanle*
apropriando-sc ao carcter frailee/, insliluicoes que
leudaui a aperfecoar e recompensar iiicessanlcnicn-
le o Irabalno pacifico eos tlenlos superiores. Ani-
mado deste espirito, euolhava o. gcontocimeota
da Franca com a convierto do que aquella que a
eiivornava linha ru-olvido por um termo anarebia
e ii desorden), o a fundar un governo que aegu-
rasso a Iraiupiillidadc do pai/. Succedeu que o go-
verno que nos preceden, o governo de lord Dcrbv,
livesse de examinar nina (pieslAo de nina grande
importancia, a sabor, o reconlierimenlo da dignida-
de imperial em Franca, o reconbecimcnlo lalvez
de nina dvuaslia, eem todo o caso, o reconheci-
menlo de um principe que lem o lilulo de impera
2
Era
llO-M 1
ISII.
qil
nonie de NapoleAo III
natural que as potencias europeas, leiuliran-
le ludo o quo linha siirreilido em ISIIi c
desojatsem recoba algura* aeguranea. de
governo qne la estabelocor-se adoptarla os
dos inleruaeiouae- d'aipiellcs (pie o linliam prece-
dido ; o governo ingle/. pelos conselhos de lord
Derbv e de lord Malinesburv, pedio, pois, garanta
que linha julgailo ueressaras, c. logo que as oble-
ve deu piesa em reconhecer o imperador de Fran-
ca debaivo donme de NapoleAo III. Nosao go-
verno nao espern que as oulras potencias (nmassem
sua ilelcruiinac.io a esle rcspeilo. No ineii ver o
governo de lord Derbv obrou bem e sabiamente
nossa ciiTiimsInncia. Exaiuinei a correspondeiicia
trocada u'aquella occasiao, e a conclusao a que rho-
guei he esla: ipic lord Mahueshury, maiiifeslando
o maior espirito de concilleejfo, manlovo ao mesmo
lempo a diguidade da Inglalorra. ( Applausos Des-
te modo 11.10 acho que o gabinete, que nos prece-
den, leuha nesla queslAo alguui passo ipte mereca
ser censurado.
He cerlo (pie um promplo rceonhcrimcubi con-
Iribuio para na conciliar com o governo franco/.;
lie porque, quando entramos 110 poder ja encoulra-
iiios una baso (oda estabelccida para as rclai;oes as
mais amigaveis rom a Franca.
Bslou perauadido, assim como Icnho dilo muilas
ve/c- nafa cmara,qne unta boa inlelligencia coma
Franca he da maior importancia para 6 felicidade
dos dous pai/es c para a paz da Europa, c nao so
rom a Franca, |mrquc relo que una polilica con-
ciliadora deveria ser adoptada a rcspeilo de ludas
as potencial da Europa, e, pelo que posso julgar.
todas estas potencias eslao disposlas a seguir nina
conducta deuatureza a assegurar a cemervacjMI da
pal na Europa, Na queslao, a que Mr. Disraeli faz
allo-an, a questao da Turqua, lie para desojar que
nella, mais do (pie em qualquer oulra, se possa
obrar na mais pcrfeila inlelligencia com a Franca,
porm eroio ao mesmo lempo que be do devena In-
glaterra, desiiilcressada como lie na questao, cunser-
var nina altiluile que I lio permit dar roiisclbos
.iinig.lveis a lodos o- e-lados entro os quaes poasam
snhrcvir desinlclligcncias.* de preservar a Turqua
de luda a aggrcssAo o de eon-eguir este lui por nieio
das negocaoste. Tanha etparanea do quo esta tre-
la ha de ser prceneliida.
Mr. Disraeli falln, o crcio (pie muilo inulilmen
le, dos discursos pronunciados cm publico por dous
de ineus collega*.
Perguiilo se. no caso cm que estes discursos li-
vessem dispertado algumas dimitas Cm sen espirito,
11(0ni bastante pergiinlar, qjacs eram as Inlencod
reaesdo governo a res|iei(o da Franca'.' Com que
litro liui so falla anda uestes discursos, senao para
produzir una irritaran n0 publico, e por islo duv-
das que sem islo nao leriam existido'.' E lodavia
nina semelhanle caMucla he a de Mr. Disraeli, que
ainda agora declarara que nada linha lauto a pcilo
como urna inlelligencia ro dial entre os dous paizes.
Os ineus honradissimos amigos, quo pronunciaran!
discursos pecante scuscouiinillenles.aos quaes expri-
mirn! sua opiuio sobre o governo trances, lizeram-
110 ccrlamento sem ncnliuma iiilene.in de pe lu leu-
do nenbuui modo nossas retacos externas. Ellcs
nao linliam lomado a prerauro do so preparar para
fazer esles discursos, c he pussivcl que palavras pon-
eo cireumspcclas lhes tcnliam escapado; |iorui os-
lou corlo de que nada eslava (Jo longo de suas in-
tcncoes, como o perturbar a boa inlelligencia que
roiua enlrc a Inglalorra e a Franja.
Devo fazer oliservar aqu que Mr. Disraeli disse,
que em sua declaracao cmara do-lord-,fu d Abcr-
deen se limitou a dizer que as retacos externas da
Inglaterra seriam para o futuro o que ellas lem sido
depois de Irint.T anuo.. Mr. Disraeli deixou coin-
plelamcnlo do mencionar oulras dcrlaraoAa feilas
H)r lod Alieed.iii.e cuino Mr. Disraeli as pestOOOm
silencio, pedirei o eaniura |ierniissAo para ler du-
na vezas palavras di
lo for posslvd, de loda a intcrvencSo nos neq*H
internos do seus vitinhos, de manler sua honra o o
cortado de seus interessa, e prnripalmenle pelo
tivo dfsejo de assegurar a paz da h'uropa por lo-
dos a ilion 1- de que ella jde dispor. Nao digo que
nao possa apparecer dainlelllgcueias, ou que cer-
tos alados nao possam eicitar sy mpalhias em seus
esforjos para animar a reforma constitucional e ob-
ler o governo constitucional. Mas o principio do
nossa poltica tein sido conslantemoiilo o rapeito
para a plena independencia dos atados grandes ou
(cqueiios, c a nao inlervenelo nos negocios utqrnns.
al ser a marcha quo continuaremos a -egi 1 irfe es-
pei amos conservar sempre a amizade o a boa volita-
do de lodos os oulra paizes, qualquer quo possa ser
a naturcta do seu governo ou de sua constiluijAo.a
(Apptausa.,*
Era ninadoclarajAo bem clara a rospeilo da pol-
tica do governo, dizer que, quaesquer que sejam
nossa vola em favor da liberdado dos oulra pai-
la, nao jiligan,uno- eoinenionio Juvolver-IIOS Clll
sua forma do governo o do sua ronsliluijao. Obran-
de deslo modo, o manifestando nossas inlenjocs pa-
cificas a repello dos governos cslrangeiros, contri-
buiremos mais para o progresso da civilisajAodos
jiovos do quo inlervindo activamente o Ibes impon-
do nossas luslituijoes.
Mr. Cubilen luinou a palavra depois de lord John
Kusscll.
Dopois de Icr dilo que os augmentas proposlos
pelo ministerio de lord Derby niio eram necossarios,
o linliam o inconveniente do croar iiiquictajocs, elle
proseguc assim: Mr. Disraeli clogiou batanla ser-
viros da diplomada, e nos referi cuino, por scu in-
termedio, se resolvern! ou se reinov eram diflicul-
dades c |icrigiis que nmeacavam a paz. Quanlo a
inin, proporei una larefa inicuamente dillcrcnlc
para a diplomacia inglcza. Porvcnlura o coveruo
quer empiegar sua diplomacia em por um lerinua
esta funesta rivalidade dos povos? Seo quer, esc o
estado dos negocios nos Estados Cuidos, em Cuba,
em lluenos Avres, be tal que exija nina interven-
Oslo, 11A0 poderia elle trocar com o governo franrez
CommunlcacAa a rcspeilo dcsla rivalidade do prc-
paralivosc de arinanienlosV l'aeamos -oiiiinas con-
sideraveis para a consorvacio de no-sos diplmalas.
NAo esla cm scu poder e nos limites de sua habili-
dad! fazer a I guia cousa deste genero para assegu-
rar nn-sas relajos amigaveis'.' Encairego-me de 11-
digir, no opaco da ao governo franrez, qual albgina perfcila-
niciiloscu Um. Porvcnlura ha alguma coiua ihi-
praliravel em nina tal propoticjfo? Tenho a certeza
do que una nota desta naluran mudarla nlcirn-
mcnle os seiitimcutos reciprocos dos dous patee*.
Nao sei porque nao so trata nesla circuinslaneia co-
inoja rcspeilo de Cuba ou de qualquer oulra questao
cstrangeira. Se nossos diplmalas podem ajuslar
oulras queslcs, deveriam obrar de modo que, nina
ve/ por ludas, eslivesseinos deseinharacados dcslas
nquiclacocs conlinuas, que os arinanicnlos cxcilam.
Accusain-mc do fanatismo na queslao da paz.
Pois bem, quero cnipregar os termos os mais mode-
rados, cscni Me pedir que Iriuinphea loda a forja,
desejo simiente que o governo Icule ao menos pro-
piir, |ior nina nota, o abandono deste svslcma de ar-
mamento e de preparativos. Se o governo inglcz li-
zesse a proposta, de que fallo, c se o governo frau-
cez recusasse seguir o nosso ueste caininho, enloeu
votara, se fosse necessario, ton milhoesde libras es-
terlinas para defender o paiz contra a invasAo fran-
ecza. Porm o que poco miles do ludo, he que nao
se augmente o armamento, que nffo se altere em na-
da a propoiTAo das forcas respectivas do. don- pai-
zes. Desojara (pie nossos liomens de estado Iralas-
sem esla queslao como nina queslao de arillunelca,
o quo se leinbras-em que, se as forjas navaes da
ti.no-1, relativamente s da Inglaterra, eram romo
para l.i, o que cada una dcstas |Hilcncas reduzis-
*e as suas de um le jo, a proporjao licaria sempre
a incsiua. Confio cm alguma rousa scmellianlc da
parle de lord Abcrdeem, que em oulra occasiao, do-
rlarou (pie estes preparativos de guerra eram o maior
perigo da paz.
-Mi. Cobden rila alguns exmelos dos jomaos fran
rezos, loes romo o Journal dc< Detall e o Comii
lUlionel, para provar que os temores de nina inva
sAo franeeza excilaiu o riso geral cm Franja. Elle
arabou por oslas palavras :
a Nao darei niinlia adlieso a nenhum governo,
que nAo procurar iiiqiedir, por mcio de eoniniu-
nicajocs diplomticas com os onlros governos, os
armamentos o os augmentos de forjas do Ierra e de
mar.
Sir James Uraltam.Mr. Cobden acaba de di/er,
que iiciihuin gabinete oblarla MU eoulianja, ame-
nos que 11,10 propo/esse aos uniros governos a ope-
raran do doarmamenlo. Pois bem, ainda quando
o honrado preopinante escreveeai uma nota neste
sentido costn cerlo de que havia de escreveruma
nota cxrellcnlo'. iniuha opiniAo dicisiva be, que
esla inda nAo loria o sueeesso que espera.
Em lodo o caso, quando pens as mil occasies,
que poilerian dar lugar a hostilidades c s couse-
qiicucias, que ellas leriam, sceslivesseinos cm lisia-
do, nao paito recusar inhiba adhalo as medidas de
prccaujAo, que cirrum-laiicias imprevistas piidein,
quanlo a ifim, tornar ncressarias. Aeresceularei ipie
neiilium luombro desla cmara deseja trata a paz o
nina admlnlflracSo e..........lica, duque eu o lenlio
desojado e o dctpjl.....e eu nao Uvera lomado a |ia-
lavra, se Mr. Disraeli nao livesse feito nllusAo a um
discurso, que diz ler sido pronunciado por lililll.
Disse que fura fulil suppi'ir, que eu pode-se rom-
melter urna inadvertencia, ipie en fallo com rellcviio
e depois do mulla preparacn. Mr. Disraeli he um
ilustre hbil da palavra. lodavia. sor-mc-ha per-
nnlliilo leiubr.ir-lhe que os proprios oradores pru-
dentes c habis rnnimcllcm algumas vezes grandes
Inadvertencias...
.... Mr. Disraeli falln muilo do discurso de meii
houradissimii amigo, o presidente da repartijo da
conladoria, mas nAo nio pergunlOU quaes eram as
expiessoes de (pie me serv na occa-io. (pial .....
rcliro, o por inadvertencia, me atlribuio palavras
que nao sao inhibas. NAocliamci jamis ao Impera-
dor aclual dos fr.'iuee/cs a lyramio e despola e
ainda mena rhantol aos rranreies esrravos ou
LinprLguii expressia.s njurlotl* 'i sen respi lio. Di-
rigia-ine a nina as-cniblea popular. Dechuei-nic em
favor de um augmento (lo sulliagio. Aeresrcnloi :
a Desconfa! daquelle*, que vos dian que xo--
sas liherdades nao eslo em seguraiija sem o sullia-
gio universal o o eseruliuio secrelo : e desenvolv
esta proplele diicndo : Porto de vosas praias lia
urna narao que I0111 nsiill'ragio universal o o e-ciu-
tiuio secrelo; o mas longe de applicar a essa naci
um epillielo de opprohrio, 011 de me servir de una
evpreao ullrajanle, disse e lenlm |ierfeila lein-
branea de que ai palavra*, que von repetir, sao as
mesmas de que me servi enlao ), cu disse :
" l.'ma najan a mais civilisada. urna narao cele-
bre as armas, as artes, na litteralura o as cien-
cias,as liherdades desse |kivo BftO arremessadas aos
pe- de um si homera.a
Ei-aqui as palavras de queme servi iimpidln oc-
casiao. ( Monileur.)
113 barrica cerveja; a C. J. Aalley & Corond-
71)'farda o caixa (ecidade algodo, T farda
capachos do dito, I cala o 1 fardo lecidosde laa, 8
calas ledda do linlio, I dita lencos de cassa.1 di-
la miudeas deescriplorio ; a Jones & Nash.
30 toneladas ferro brillo, 10 Jilas carvlo ; a C.
Star & Companhia. .
37 Tardos c 34 caitas tecida de algodAo, 3csuas
molas; a James Crablree 10 fardos o 44 caixas tecidos do algodo, 6 canas
lecidos do algodo clinho, 1 dita instrumoites de
eirurgia', 1 dita o 1 barrica vidra, 1 dita scllius, 1
dita roupa, 2 ditas rodas de carro, 3 farda pannos;
a Doaoe Voulc& Companhia.
200 barricas cerveja, 4 calas e II farda tecida
de algodAo, 2 eaiajn mimlczas, 1 dila lecidos de laa;
a Adamson liowe & Companhia.
3 caias validos de algodo; a Jeanie Francois.
1. farda lecida de lia, 2 dila dilas do algodo,
100 caias chopas de folba ; a Me. Calmonl & Com-
panhia. I
t barrica espirita,. dilas conservas em vidro, 3
caias hiscottos, 1 dita conservas, I dila queija, o
40 dila, I gigo praunlos, e .V) ditos, 3 barricas cer-
veja, t caita moslarda, 4 jarra passas, I pacotc
loiiiaidin c 12 folias dilo, 4 dutias cscovas, I bar-
rica oleo, I dita linguas, 128 giga o 10 barricas lou-
ja; a ordem.
2 caitas lenjos, 1 dita lecida de algodo ; a J.
lie le o, Compaiihia.
36Cala* e II fardos lecida de algodAo, 8 fardos
lecidos de 1,1a, c SO barris nianlciga; a Russcll Mel-
lors o. Companhia.
100 barris maoteiga, 23 caixas o 17 tardos Icrido
le algodo, 2coixoslccidos do laa o algodAo, 17 di-
las lecidos de algodo, de dilo o hlac de Hubo; o II.
Cihson.
11 caixas c 2 fardos lecidos de algodAo, i caitas
tecidos de algodo, o do dilo o laa, ditas lecidos de
linho e algodo ; a Fot Drollics.
13 barricas ferragens, 10 chapas do fogAo em fci
tes; a Brandara Brandis.
I fardo papel, I barrirasoln, t dila liuhaja, 2
dilas paos campeche; a Hravo.
:10 toneladas ferro, 30 taitas de dilo, 2 carros dr
dito ; a D. \V. Itovvmau.
II folhas de Humillo, I barricas zinco cm folbas
I dila prego* de lineo, 200 caitas chapa do folba;
A. V. da Silva Barroca.
8 fardse caixas lecidos de algodAo, 8 farda c
22 caixas lecidos de linho, o tecidos do algodo; a
II. Itiiylc.
4 caitas chapos do sol, I barrica entilara, I ra
xa bengalas, :i fardos barbantes, I caixa mimlczas
aE. II. Wvall.
ScaixateO tardos lecidos de algodo; a Koslron
llooker A Compaiilua.
10 caixas lecidos de algodo; a Piulo l.cilc &
Uro.
I fariln esleirs, I caixa eanhes de bula, I dila
nudas de algodo, I dila mimlczas. 9 dilas tecidos
de algodo; a 1.. A. de Siquelra.
1 caixa tarro de metal ; a Machado o. Pinbciro.
2 fardos (celda de algodo ; a llosa Braga c\
Companhia.
2 barricas ferragens, 3 caixas iniudezas; a S. 11.1
lidav.
Keudimeiib
dem do dia 21
CONSULADO ERAL,
do dia 1 a 21 .
63:4671671
l:7i.'te'W8
Itendimeiih
dem do da
DIVERSAS PROVINCIAS.
lo da 1 a 23
65:1819090
:.il'.l-,7:l7
221^003
COMMERCIO.
PHACA DOREC1FE 21 DEMAIOAS3
HORAS DA TARDE.
(aitajies otliriaes.
(aimpra de carvAo de pedia I7'J(K(0 rs. por la-
nciada.
Compnu iie minear.
Uascavado escolhido a 1*630 rs. por arroba.
Dilo regular superior a l:tf00 1-,. dem.
Dito regular a I5IO rs. dem.
Comprado nssuear em Mareiii poeto a bordo)
Urlico a l.-tKIO rs. por arroba.
Mawavado IJI30 rs. Idean.
Cambio sobro LondresaSBlile60d|v.
Dito sobro o Rio de Janeiro I ip>por cento ilcs-
conto as letras.
AI.IANDEC.A.
Roudimciilodo dia I a 23 228:K8:l.>>in
dem do-,ha J.......8:3."il308l
7431630
Exporiacao
Copenhague, escuna ingleza IjuIij Munsell. do
!18 luucladas, rundiizin o seguiule :1,200 saceos
rom '..'mi a. de assucar.
Cotinguiba, sumaei nacional Mor ioAngellm
le 00 limcla(las,rondu/,o (i seguiule :1 balius rou
, I caixa lencos, I encapado sellim, I dilo lear,
I caixa chapeo* 1,,'iOU saceos vasia, 4 arados de
ferro.
RECEBBDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
IIAES DE PE RNA.MIH CO.
Reiidiinenlododia21...... ISH-MinO
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilendiinenlo dodia 21...... 787.J20I
carrale* tln tfsttfcw, alijoiluo', e mais
'/o /mi:, i/ne se despartan/ na mesa do
'ilinlti de l'eniambaiv, na semana de 23
a 28 lie mofo de 1853.
2-0! KI
19600
l-.IIKI
31300
IrXi-V)
t$i60
396OO
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19100
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,-sOO
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9100
9180
.-1(10
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7-tHI
2.-OIKI
1960
II20
1.-280
.VslKKI
nina I"- "i
mu
ros irero
I'
Assucaremcaixasblanco I.1 qualidade
o 2.n
o 11 11 mase........
bar.otac.branco.......
o inetcavado.....
11 relinado...........
Algodo em pluma de l.s ipialidade
11 ;i 11 3.-'
o em cardeo......
Espirito de agurdenle. .
Agurdenle cachaca.....
11 de panno ....
11 resillada.....
(jenebra...........
Licor. '.'.'.'.'.'.'.'.'.'.'.
Ario/, pilado duas arrobas
em casca........
Azeite de mamona......
11 11 meiiiloiin.....
1 11 de peixe......
Cacan .............
Axes araras........
n papagaios......
Untadlas...........
Hiscoitos...........
Caf b...............
re.loll............
o rom casca........
i. moldo..........
ranada
. botija
. caada
. garrafa
um alqueiie
ranada
om
catea
1
ceulo
237:23t- Dtiearregam Imje 28 de maiu.
Barca Ingleaa i7orrMa-mereadorlas.
Ilarca ingleza V/r//ic idem.
llarca ingleza Creanmre liacalhao.
Patacho americano llalluirst farioha do trigo.
Rriguc americano Smyrna idem.
Brigue franrez Cesar mercaduras.
Brguc noriicuiiense Lamarline moendas.
Iliatc In.i-ileiio Amelia charutos o fumo.
Escuna brasilcira /Mura pipas vazias.
Importacao
Brigue Americano Smyrna, viudo do Baln con-
signado o llcury Forslcr A Companhia, manifalou
o -cguinlo:
1,208 barricas farinha dolrigo; a Matbcus
Aiisiin.'
42 barris rarne do vaeca, 200 saeca tarello, 30
caitas cha, 262 ditas fog oda India, aO barris prega,
6 inoi.i- barricas farinha do Irigo; aa mesmos con-
signatario.
Calera ingleza Helia, viuda de Liverpool, consig-
nada a Heme Voule & Conipanbia, mauifatou o
seuuinlo:
.'r barrica* ferragens, 41 taitas do ferro; a S. P,
primeiro minislro
A polifila da Inglaterra, dUmo elle, lem sido Johnalon o. Cumpaiihi
sempre asimilada pelo esiicilo devido ,10- e-l.nlos t barrica louja, 2 praunlos, c 1 caita doce
independeiiles, |ielo desejo tic se abster, lano quau-1 Johnslon Pater & Compauhia.
Chai utos bous
11 ordinarios........
11 regala e primor .
Cera de carnauba.........
11 em velas...........
Cobre novo mo ifobra......
Couros de Iki salgada.......
11 espitados.........
'i de onea..........
11 11 de cabra eorlidos. .
Doce ile calda...........
11 11 goiab..........
11 leeco............
jalea. ............
Estopa nacional..........
renp; gsc seira, mo d'obra. .
sudaadoo Iragramles.......
11 pequeos.......
Farinha de mandioca.......
11 > iiiilbo.........
11 11 aramia........
Feijao...............
Fumo boiu............
o ordinario..........
o cm folba hora........
o o i ordinario.....
o 11 reslolh'i......
Ipccaciianha...........
domina..............
licugibre.............
I.euha de aellas..........
11 loros..........
Prauehasdeainarello de 2 costados
louro........
Costado de ainandlo de 33 a 10 p.
r. o 2 ', a 3 do I.....
11 de dito llsuacs......
Cosladinhu de dilo........
Soallio de dilo..........
Forro ile dilo...........
Costado de loun..........
Cosladiiibo de dili..........
Soalho de dilo .-..........
Forro de dilo............
cedro...........
Toros de lalajuba..........
Varas de parreira..........
a o agiiilbadas........ ,
11 quiris.
S.-MKK
39200
liptK)
131(10
J-MKI
:l-2(Ki
Ihl(K)
IJOOO
2-Jinn
l-KI
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2-"i00
MKK)
S.-IHI0
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I5JO00
.-200
1220
Js-IKI
320
ttoito
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Isooo
-'-non
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21)000
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23J(iO
7.-000
.'HU
3.-OI)
7,-^KHI
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il^HtlI
-i.'i-SMKI
25OOO
2-IKKI
l-ti(HI
91000
nina 12-0011
11 73000
MOVIMENTO DO PORTO
^
Marios entrados no dia 24,
Marci I dias, brigue escuna do guerra bra-ilej.
ro Legalidade. commandante o capitn Iciimij
Lourenjo da Silva Araujo Amazonas.
Trate 98 dia, brigue austraco .iirone, de 272
toneladas, capilae Antonio Pileovlcb, equipa^sm
II, carga farinha de trigo; a Me. Caliuiinl
Companhia.
Navios sahidos no mesmo dia.
Genova Barca norueguense Fraixklin, capid,.
i. Ness, carga isaucar.
Copenhague Escuna ingleza Lady Man-'-i.. ,^,
lio S. M. Barler, carga assucar.
Babia Calera ingleza Quttn of Angland, ,,i|,,.
to Roberl Pcarson, com a niesiua carga que Imu.
le. Suspeudeu do lameiran.
DECLA.RACOENS.
O llliu. Sr. desembargado!- chele do y\\, i,
nterin.1 da provincia, manda fazer publico, w
segundo Ihe tai participado pelo delegado do lunno
do t: dio em ollii 10 do 17 do ro rente moz, ,n I1.1.,,
recolhida a cadeia d'aqucllo termo, por suspeila de
ser 1 -ei na, nma prela, que di* chamar-sc Kii-
inunda, o reprsenla ler viole anuos de idade, esta-
tura regular, o bem fallante, a qual derlarou .-lar
ha cinco auna no engenbo Algodoae-, d'aquellt
lermo, c Icr j Ira flllia, sendo que aules de pan
all seguir, 1 i-nlia nata cidade. Secretaria da |io-
lieia de Pernambuco 23 do maio de 18530 pri-
meiro amanuense, Jos Xavier Fautlino llamoi.
O arsenal de marinha compra para aa obran Jo
melhoramcnlo do |iorto, canoas novas ou usadss
cm bom estado.
O procurador da cmara municipal de
dado cm virlude de ordem da mama cmara,
se aiilorisadn a vender o- lijados, cal o scnicnl
se acham proiimo ao maladouro da Cinco Pi
as pessoas que quizerem comprar a malcriaes
inenrioiada, dirijain-so ao pajo da moma e;
lodos os dias uteis ale as Ira horas da larde.
O arsenal do marinha vende uma norjAo il>
bolacha arruinada, no dia 26 do coi rente mez |s'ln
II horas da manilla! os pessoas quo quizerem com-
prar dita bolocba, eoniparojom no almoiarifado,
nudo estar palele para, > vista della, tazeroiii .
suas pro|iostas.
Os Srs. tetom,
. Mendos.
. Bezcrra.
. Amoedo,
. (anta.
. Senil,1.
. Lisboa.
. Roicndo.
. Guleaertet;
. Sebiisliao.
. Santa Ros
I). M .11-
alipieire
, I
alipieire
alqueire
'I
. ceulo
quintal
. duzia
20:000
lll-IKKI
7->W)
(ir-HHi
:l.--jri
0,-000
:>92oo
:\vM>
-21H1
:wkio
16200
19280
liJliOO
,-OIJI
THETRO DE SANTA ISABEL.
RECITA EXTRAORDINARIA E LIVRE DE
ASSH.NATl.RA.
(JIARTA FKIRA fi DE MAIO lll ,851.
Hc[mi!* quo o prorcssorct* da orcbwlri Ncren
o\ecu(--lu Hiii.i CM'nlliiil.i c litMi.iiilc mufiini,i, W
Mu.i .i-iriiii, |el,t priincira \c/ nos II.cairos deni.
riiladc, o mamiillco drama om 5 aclos premiada
pclu oODOOTValorio real do Lisboa
A VESPfiBA J)F. LM DESAFIO
NA
IIEIE\CIA DE I). J040
/'erst'iiagen*.
I). Joo I. mcslrc d'Aviz. .
(ionios Kodriaues ....
I). IViliodel^sIro ..*...,
I'rci Aioslinho.....
I'adro Ansclinu.....
I .'i n.iii.l i......
Alvaro Dias......
Kamiro.......,
IHo........
Lu \i\ainloiro.....
I). Hoatri/ Giiimariies Toixcira
l'i'vn, alabanlciros, passavanlos, corle/ow,\emte-
IIihn d'ambM os sexos, religiosos c ele., ele, ote
A scena pa*a-sc cm Lislwa no dia 20 do junlio Je
1384,
Esle drama por sua lingua^cni, delirade/.a de en*
lrc\o, escenas \erdadeiramnclcdrainalicas,e por cer-
lo um doiipic maisavuHam c resplandecen) Dolram*
prenle menlo o noine do seu illuslrado aulor, o Sr. Gnu-
I'erini ilc I.ucea, para dar-llic um \crdadeiro incre-
cimenlo, e por isso o publico dcsla rapilal, que IiiI
salic apreciar as bellas produccocs do fcnio ii.m dei-
\ai de assislir a esla rcprcseutacAo.
Terminara O diverlimcnlo com a primeira reprc*
M'til;ic;,n da coinetlia em um aelo
A REVISTA DA BIXA
l'ei-miuujcns Os Srs.aciow*
Itobcrto srjenlo....... Mcndc.
AugUflo ourives....... Joaqun), t
l.uiz liiftit'ii........ Cosa.
Jos Nicacio......... I .-l''.i.
Loureiujo 'l'inoro....... Bczerrii.
Antonio Carrica (cali du bi\a ) S. Knsa.
.Major.......... Sent,t.
Ajudaulc......, Ho/eiidn.
Gapllflo.......... Bebaitlo.
CiruraSu......... Jorae.
Cauollna. ........ I). Carmeln
A re\isla lie um Lisboa cm casa do major das m
tll'IIIM,.!-.
Principiara as 8 Loras.
PIIIIJCACOES LUTEHAItlAS.
AU melado de aaoslo prximo futuro devo esta
(incluido c prniiiulii naru entrar no prclo mu COM
l'ENIIK DE DIREITO ECU.ESIASTICO, orsa
nisail.i pelo Dr. Jernimo Vilella de Laslro Taian-
lenle bstitulo da Academia Jurdica do Ojiada.
Esla ulna, fruido dos Irabalno* c lucubrar/ics di
Dr. Vilella laxares, lia pcrlo do auno e mcio, lie
de urna ueresoidade palpitante, mormeiilc pi
uso das Academias Jurdicas do Imperio ; por quanlo
Instiluiriics de direilo publiro ecclesinsl
de Xavier (uimeiner, que ale hoje (cm servido de
compendio nessas Academias, alm dos deleito
se Ibo imUrn. uiiaudp etiieudc doulriu.is, qu
|Kidcm ser.aceas c rcceliid.is, |iorque atan
dircilos da l-n-ji, c ncgani-llic muitas vezes, c em
olijcclos iin|iorlanlissimiw, sua maternal aalorwad*.
nao Iccni, na palle relativa ao nosso paiz, una J|
pliiaro tegitima c verdadeira.
O COMPENDIO DE DIREITO ECCl.ESI.tS-
TICO do Dr. Vilella lavares lem inuegavel mcri-
riinenlo nesla parlo : elle he claro, mclliodiro, e
quasi lodo ciiriqutciilo rom notas, lendcolcs a dc-
envolicr cevphraras principaes quesles dedirriln
ecclesiaslico.Abaixolranscreveremos o scu plan,
e os entendidos na materia calcularan o Iraballin,
o avallaran o nier i lo da obra. Elle deve ser d.
inesuio voluine, se n.to nm |miuco menor, que o de
liiiiinrinrr, a desde j pode-se calcular o prero de
cada xulunie, por assi",tinlura, em .^OIN) rs.
tlrexcmculc se anniuiriarao os liiiires, cm que e
receben narignatura*.
CO.Ml'L.NDIO L DlltKITO ECCLESIA-
TICO.
I.MRODlCCtO.
Capilulo I.
Do direilo ceelosiaslico, sua divisflo o nricm
(aplalo II.
Do direilo ecelesiastiro considerado couv
Gla, scu objeclojc relacito com oulras sciencia-, MU
litteralura
Capilulo lll.
Sasrada c da TradicAo: dos |n
|rar, c das re| adas te
li
,iri- re
Iia- ci
pue A
ilas:
aun
nara .r
I
dei
(ni
ra,l
bai
lab
as
i|OI'
I.....
que
pe
Ai>Ui
iiba
raei
Q
pipi
I a>
risn
ven
Man
ra *
dii.
fnii

Em obras rodas de sicupira para rarros. |iar iwkmi
citus u ii u 160000
Helaos.
Milbo.......
l'edra de amolar. .
i ii llltrar. .
i i> relilos .
Ponas de boi. .
I,iaalia......
Sola ou vaqueta. .
Sebo om rama .
Ivilc- ib- earneiro .
Salsa parrillia. ,
Tapioca.......
Lidias de boi. ,
Sabo........
Esleirs de preperi.
. caada
alqueire
. mu,i
. ccnln
ni,liba
. nieio
$
. urna
#
a
. cento
.
. nina
SUO
15000
H40
iim
800
:\ B320
2HI
13000
9200
I83OIIO
isloo
"-'I"
8080
ltiO
Da Escriptur.1
ripios do denion
a iutcrprelac.lo. *
LltHO I.
PRINCIPIOS (ilillAES DE DIREITO ECCI.E
SIASTICO. .
Capilulo I.
Da Igreja o seu fundado! : caracteres della.
Capilulo II.
A l^reja be tuna sociedade necessaria c pcr|ie
la : ella goza da infalliliilidade.
Capitulo lll.
Do poder impcraliio da Igreja ou do sua anmala
do: limites desto poder ; conscqueiicias nrrcii<|s
que dimanan) do poder de determinar.
Capilulo ir. >
A Igreja lem os poderes legislativo o judicial mi
limites destes poderes.
Capilulo V.
A Igreja lem o direilo do punir : o que seja jie-
na, quaes as que a Igreja pode impor, c seus cuel-
los. Do poder cicculivo.
LIVRO II.
Capitulo I.
Do governo da Igreja, seu limito e independen-
cia da enverno civil: o govorno do Igreja ulauOfj
se as pessoas o s cornos.
Capitulo II.
Da forma do governo da Igreja : do 1 apa e do
Concilios.
Capilulo lll.
Da oorarrhia Sagrada : |H"lcrcs de ordem e dcjii
risdiccAo. Iliflereiile* graos de ordem ; sua or
sem, materia e frim densas ordens.
Capilulo II.
Dos Rispos, seus direilos e obrigarocs. Dos Hu
pos titulares e eoailjiiclore*.
Capitulo I .
Dos Ilardiacs PatiiarrliasExarras Priiua/'1-
o Melro|*itas
Capilulo I I.
Dos Losados e Nuncios Apostlicos.
mili
Vari
lisa
lew
do i
aeja
ro,
cose
,-zinl
co II
cida
|
San
que
I
O
ven
-reul
olTei
dos
por
nao
desl
noli
Sillli
arre
dia
o fa
que
irresu
saif
vir
Ale,
liu-l
ftcA
Hvi
rife
ccrl
S.
vid(
MUTILADO
--*jj"f


Capitulo III.
su,i insliluicao,
direilos o obri-
Iki. Parorlios,
'*" Capitulo VIII.
|>a Se, Cabido, Concgos: seus dirciloi e obri-
W* Capitulo IX.
los Religiosos suas especies.
Capitulo X.
Do Clero cm geni, seus privilegise, foro : ligei-
n ideas sobre a ordom dojuizo.
LIVRO III.
Capitulo l.
. lio. ilireilos do imperante civil coru relelo
Igrcja cnigcral.
Capitulo II.
los direilos do impcranle civil cora relajo i
Igreja cm particular.
Oualquer pessoa pois que qnizer comprar a pri-
meira ediclo desle compendio, .ou mesmo a sua
l',>|'i iedade. podrr dirigir-so i\ cau do aulor, ra
Jo notario titrrita, sobrado n. 30, segundo andar.
Sabio a luz a inlereeeaote obra de direito, o Ad-
vocado dos Orphaos, ou guia platica do processo
Pruhanologico, adoptado ao foro brasileo para u-
> dos juies, cscrivaes c advogados, etc.; vciidc-se
ili eicmptnr |>or 3gO0O rs. : na loja do livros, ra
un Collegio n. 9, c na do livro azul, palco do Colle-
gio e na praca da Independencia n. 608,
L
AVISOS MARTIMOS.
"'.
0.
,"4,
ela.
ocle-
o de
011-
oer-
ans-
liea-
esar
ere-
mo
del-
iro-
'
1
lar
I.M
I -M-
......
Vilo
, he
ra o
-mo
tlict
o
que
n.io
ni 1*
! lili
dei
ip-
AS-
crc-
deH
Para Lisboa segu con bre\ idade, |>or (crpnr*
ii' Ja carga p rom pa, a barca porlugueza Marta Jtt-
t, (Ir que be capiliu Jur Fcrrcira l.cssa: para o
rcsiu o iiassagciros, para o que lem os mclliorcs
rom 1 nodo?), a fallar com Francisco Se veri no Ka be I lo
,\ I1II111 ou com o capillo, ua praca ou a bordo.
MARANIIAO'.
Souc ein poucos dias o bem coobecido brizne es-
run /Mitra, para carga e passaueirm Irala-so com
o ,.m>ii:iiilario Jos Baplisla da Konseca Jnior,
m.1 Jo Vluarto n. i, prmeiro andar.
PAKA A BAHA.
Viii seguir com brevidade, por ler
prande palle lo seu carregnmento Irala-
(lo,o Imite nacional Fortuna, capitn Jo-
se Severo Moi-eira Hios: para caiga, 011
igisiiigciro trata-t na ra do Trapiche
11. 10, primeiro andar.
PARA O PORTO E LISBOA.
Pretende seguir com a brevidade nossivel, a barra
Jjrasiloira tillara, para o que lem parle do carga
(rompa, juoni na inesma quizer carregar para
qualquer dos dous porlos, ou seguir lo passagem
para que lem bous conunodos, e so nlianoa lioni
lialainciito, pode dirigir-se a Iralar rom Amorim
binaos na rua da Cruz 11.3, ourom o cpilao lien
lo Josd'Almcida.
ParaoAracalv sali iniprclorivelinonlenoilia
:i de jiinlio proiimo futuro, o ljale flor ito Cuitt-
n/ii; para caraa c passageiros, trala-sc na ra da
Cadeia do Rcrifc 11. M, prinioiro andar.
PAKA O ARACATY.
Segu cm pouoos dias o bem conbecido bialo Ca~
pitaras para carga o passageiros, Irala-sc na ra
do Vigario 11. 5.
JIAKAMIAO' E PARA*.
A escuna nacional Emilia, do que be capitn c
platico Antonio Silvcia Maricl Jnior, lleven par-
tir para os porlos cima indicados, com a miiior
1,1 ovillado, visto j calar com o sen carrcgamcnlo
gu.i-i lodo engajado: por isso as pessoas que p.c-
Irnderoni linda carregar ou ir de passagem, dirigir-
le han 1111.1 da Cruz. n. 13, arinazcm do A. C. Au-
gusto da Silva, 00 praca do conunerrin, a fallar
rom o capillo.
JIAHIA.
Segu porra a Bala com milita bre-
vidade O bem'conliecido lale Amelia,
para carga trata-te com os consignata-
rio \ovacs 4 C, na na do Trapiche,
11. 51, un com i) ineslre Joaipiim lote
Sileir, no"Trapiche do Algoclao-
Pan o Cesto, Acarar o Granja, segu v iagem
por esle do/ dias o veleiro Hiato Aijuia recebe car-
io para qualquer dos porlos, o passageiros. (Is
nrclcndenlee dirijam-sa a burdo ou ao escritorio de
Manuel Connives da Silva, paro halare...
Para o Kio de Janeiro sahira com
.1 niaior brevidade ponivel, a umita ve-
lara e couhecida barca nacional Frme-
la, por se adiar prompto a inaiur parle
do sen carregamenlo : picni pretender
carregar, 011 ir de passagem, para o pie
Vita cxcellenlescommodos, pode dirigir-
se a na da Cadeia, n. 40, a halar com
.Manuel da Silva Santos, OU com o ca To
na ornea do Commercio.
LEILOENS.
redi
l.V-
Sevia-foia 7 do cor-
ralo as 11 horOS do nia-
uli.i.i. o agoBlo Auliines
faro loiloon. seu arma-
iem ra da Cruz n. -,
de Instes do (odas as
qualidades, novos c usa-
dos, cousisliudo ca ra-
mosas redondas, consolos, marquc/as,
1, guarda lauca, loucadores, lavatorios,
bracos, armarios de plnlio, cariaras-,
lejogo, c'oiuinodas, maogas ,\p vidro, cando-
labro, carrafas de crjslal, copo para champando,
porta licor, fruclciras, candeciros para molo de sa-
las, iiuadriM diversos, opingardas para raoa. dli or-
las ulinsdo prala vclba, c mallos oulros ubjcrlos
po seria enndoalio incnrionar, os quacs vnlcm|a
lenadescrem arremalados, visto que scus dono
1......ni vcudor baralo.
Novara A Componhls ruem porconlailcquem
ihotico provar pela imprensa a falsidado do quanto
tomos conslrangidos a dizer 110 Echo Pcnumbuca-
tio de 0 do correle conlra o muito caridoto co-
adjutor da freguezia deS. JosdoReeife, com ludo
nos Ibo faicmos a voulade, publicando o nosso no-
mo pui oitcnso. Proccdcndo desla mancira pare-
ce-nos,que damos .suilicienloincule a enlindor <|uo
preferimos licar de calumniadores (se he posflivefti-
carmos) do quo vefmos pesar tantas aecusacoes so-
Ine un rirfuoso ministro da sublimo religio que
eroressamos. Aguardamos a defeta.
Manoel Fonaca de Mtdeirot.
A. Lacaze successor de Casimir
CuaruicrOv Conipaubia, lera a honra do par-
ticipar ao respoilavel publico, que mudou
seu cstabclecimento do relojoaria do atorro
da oa-Visla para a ra Nova n. 22, ex-loja
dos ioosiiiu. -onlioros cima, e osforcar-sc-ha,
como dantos para merecer a satisfacAo das
pessoas que se dign|reni a conlinuar-lhe sua
confanca.
Qucm precisar do una amo, prefer
sa de lioincm solteiro : dirija-se a ra do Fogo
u. VI.
D. Jacinlba Emilia da Punlicacao rclira-se |ia
ra o Itio do Janeiro, levando cm sua conipanlun o
seu molcque, do nomo Flix, do 3 anuos de idade
Precisa-sc de una ama para lodo o sorvijo le
porlos a dentro : o Iralar na rua da Solcdade, casa
11. 42, confronto a venda o podarla n. II.
Prccisa-sc do una ama que sirva pala lodo o
serviro iiilcrno c externo, de una rasa do poura fa-
milia': no alerro da Boa Visla n. 2B, segundo andar.
Prccisa-sc do un caixeiro, que lenha pralira
de venda, de 12 a H anuos : lio aterro la DOS \ is-
la n. KO.
Preoisa-sc do 11111 Irabalbador le massoira o
para entregar pao em una fregue/.ia, sendo o bailo
por conla da rasa: (iieni prelcnder dirija-so a pa-
llarla do paleo da Santa Cruz n. (.
A lllma. Sra. II. Clan /.efeiioa CflMr anniin-
cie a sua morado, pois que se desoja fallar-llie sobre
mu aniiuncio que inscrio ncsle Diario, a rcspcilo
de un mualo, esclavo do Itevin. Sr. Jos \ cenle
Fcrrcira. .
cartorio de orpbao) mmioii-se
pura o paleo do Hospital do Parai/.o, ca-
sa de sobrado n. (i.
0 al>ai\oassigiiado la/, siicnle a lo-
dos aquelles sniores, pie tem penboi-es
em sen poder, que os passnra' a vender
para sen pagamento, no prazo de 8dias
da dala desle, visto que osdonos aipieni
pertence se tem descuidado, a vista do ha-
lo que para com o incsniocslao obligados,
cotbrmc o documento |Krmim passado
ida un por si lem em sen poder.
no futuro se nao cbamem a
ignorancia se luz o presente annuncio.
Recite 83demaiode 1853. Jose'Alves
da Silva (.uin.aies.
|)i-sc .tOllr-IKMI rs. a premio, a dous
aomoz, sobre ponlioro de ouro i as rua
11. 17, [iriiiiciro andar, so dir que
t) Sr. loto Martina dos San
NOVO MANUAL
DE
. MEDICINA HOMdOPATHICA
cpaia que
TTADUZIDO EM PORTliUEZ
PEI.O
* DR. PEDRO DE ATTAYDE LOBO M0SC0Z0
Esla obra, a primeira o prinri|>al de todas as obras que Iralam da buinu-opallua, boa unica que
podo preenclicr o ilm a quo be desliuada c salisfazor a curiosidade de todas os pessoas nao w> da arte,
como daquellas que, rom quanto nSo o sejam, lem precislo de cvercc-la para acudir aos seussoflruncn-
los e aos de sua familia, applicando-llios remedio ulil e quo cm pouco lempo possa cilingui-los.
N3o leudo olla sido feila de proposito liara as pessoas do novo, lem o inconveniente do se acbarcm,
o que nao iiodc deixar do acontecer cin'obra alguma scienlilica, nella empregados certos termos le-
cbnicos, cuja coniprebousilo so loma difflcil as pessoas que niio csISo familiarisadas com a lecltnologia
medica ; sendo verdade que nao basla saber o que be pneumona, tijpoi, tico doloroto, anoimia,
aenta, ele, ole.: no : ba muilos oulros lormos que so ciicoiilram cm mullas onlras obras, que a cu-
riosidade levar a ler, e cuja definicSo nao so adiar scnAo em algum livro especial: cis a razo por-
que o Inductor qnerendo tirar a unica dilllculdado que as pessoas do novo podem cnconlnr no ma-
uual do Jabr so nroiioz a romper um
1 DICCIONARIO DOS TEHMOS UE MEDICINA
conlendo' a dcnlcilo clara dos nomes dos molestias, especilicando os symplomos lelos quaes cada
una so fax ronhecer, o distinguir do outrn : a maior parle dos lormos de anatoma o pbysiologia com
explicacao snilicicnlc das funcrAcs que cada orgSo oxceula e sen macbinismo, mudos lormos de cbi-
mira pharmacia, ele, ele. Esia pequea obra mais que sulllcioulo para se entender nao s o manual
do Jabr romo Otilio qualquer livro .le medicina, a.ba-se quasi prompla 0 no principio do mez vin-
douro entrar nos prelosda Ivpograpbia do Sr. Manoel Figuciroa do loria. Os Srs. (|uo assignaram a
Iraduccao do Manual do Jabr rercbe-la-bao gratis, o os que a compraran d'ora cm vanle cuiiliioianlo
n iKigar atWKKl rs. por ella cucadernada, como ale agora. .
I.ogo que so o-abe a impressilo do Diccionario, cnlrarii no prolo o VADE-MECL'M IIOMOEMl'A-
l'HA ih-Io Dr. I*. A. I.ubo Moscozo, o qual be o resumo das prinripaes obras do medicina honm-o-
Ihica dos grandes mdicos da Europa, e coulcr as explicables suflicicnles para acudir toponUnameo-
(o a qualquer eiifcrinidadc no caso emquea prensa lulo d> lucar a ronsullar o MAM Ai. 110 JAIIH,
unica obra que pode servir de vordadeiro guia as pessoas que prerisain csludar e SppttOar a lioiiMeo-
palliia. Seu proco anlcs c lepois de publicado ser annuiieiado cm lempo, c sor o mais commodo
imksvcI. .. ....
No consullorio do Dr. I.obo Moscozo exislcm os mollinres mcdicanicnlos I101
(inluras como em glbulos, que ato se alleram com a humillado, 0 que poder*
soas que os lem comprado.
VOOde-00 lioliras de 2t mediranicnlos, le III a JttJ r
dade das colla*. ,.
O Manual do Jabr com o Diccionario com urna liolira ilc 3* nicclicameiili
des por tnwi delMi dilos 151 rs. ; de W dilos SO. Exislcm scinpro |>roiupl
boa por proco mallo commodo, oopromptMO com a maior Jireviiiadc iiualcjiier
u'opalbii'os lano em
atlcslar bulas as pos-
ouforme o lamanbo dos tubos o a quoli-
, liilxis mallo gran-
holicos de III lU-
neommenda do mc-
licai......lo. Cada noli
Tubos av ulsos ....
Viilros de lindura .
Consullorio bomii'opalbicu
arompauliada de um fraseo da (ENCINA TINTURA DE RNICA
rua do Collegio, n. 25, primeiro andar.
IjtOOO
28000
Precisase de 600>000 rs. a premio, |ielo lem
1 que seronveneionar, dando-so por aaianlc aqui
cidade, cscravos deseinbara(;ados, crioulos,
s, robiislos, sadios, e seni vicio ilgum : qiiem
llVJOff esle negocio aununcic para sor procurad
^B^aHo^iT! ESii'TOSeT %
j AVISO SO CaMIilEllCIO.
I Os abaixo ussignudos contnuam
1 (ranuucar a todas as classes em
I os seus sorlimentos de l'a/.en-
' mc-
geii
m d
. Cardo
r roulo
Kangcl
, naolra
dirigir-se ao sobrado de um andar em qUO inoroii,
n. 12, a negocie quolliodiirospolto.
Na ruado Crespo n. 12, ha para Irocar rous-
Iros do Div no Espirito Sanio, coloridos o doura.los.
Desapparcceu no dia IK do renle, um me-
nino de idade de 12 :.....os, forro o par.lo claro,
aprendi/. do canpino, fui com a roupa soguiute :
camisa de madapolo, bono! de panno, calca do
l.riiu pardo, 0 um chopeo de sol azul hl usado; clia-
ma-se Joan, lem em um dos pos dous dedos eiioai al-
iados; oslo menino era bem coidicciilo por ser dis-
cipulado carapina Jos Francisco ieivciia : rolla-
se as autoridades ou olguina peona do p*vo, cap-
luradodilo menino, polo se gralilu-ar....."11 gene-
rosidade. ,
Ollciecc-sr una ama para casado bonicm 801-
Iciro, que cugomma, colinlia e di conla de una ca-
sa, o de muilu bous cosliuues: na na das Irinclici-
ras quem cnlra do palco da mal iz a mo etqucrdS
' o abaixososigado, eserhCo do innandodc rio
Scnlior lloin Josas das Dores om S. Cunalo, lem a
honra de levar ao conlieciinenlo rio rospoilovel pu-
blico, o cspecialmcnlc aos dcvolos, que a IIMSS re-
gcdora delibeou fazer a reala ih.....logrosoScnhor
Rom Jess dos Pobres Aflliclos cm o da I i de a-
goslo prximo fuluro, e 1.....liado nos lu. e-pcia .i
ze-la com algum esplendor.
,\() I'IIII.ICO. P
naili
avisa aos se-
lavradores,
O ubuixoa
^j ubnres de engenbo
__, l'a/.eudeiros '
D que,
i-ciacs inglezaS, llan-
das por balsos puros, nao
nos de una pira, OU lima dn/.ia,
a dinlieiro, OU a pra/.o, Conforme b
se ajuslar : no sen urma/.em da y
PJ praca doCoi'jK) Sanio, esquina da FV
hi rua do Trapiche, n. IK. Ros-
f-' iron Kooker V Companla, nego-
Ci i'ianles iegle/.cs. Os .....sinos avi-
! iQoaorespcitavel publico que abri-
M rain no ilia 5 do i'orrenle me/, a
[i sua luja del'azcudas da rua do Col-
legio e Passeio Publico 11. 15, di-
rigida pelos senhores Jos Victon- nj
-'-''>:.............' Jos de Si- *
le
nfai
Olip
do
pcilc
leilodelO raivas rom 1,001) coila- de
11 Chini, e 21 barricas rom farinba do Mara-
o ; ipiarla-feira, 2> do concille ao lucio dia, no
es da alfaudega.
I.EII.AO'DE VIMIODA II.IIA.
Ouarta-fcira, 25 do crlenle, llavero leil.o de 5
|ias o 20 mcias lilas com vinlio blanco da liba do
ual, chegadoullimainenlc; vendido por conla c
.....lo quem pcrlcncer : rnmhco pois aos senhores
ndelhocs, amanlcs ilesta boa pinga, que mo rici-
111 de apparecer, na ccrlczo de que nenbuin sabi-
sem vinlio, por muilo pouco ipic ollcrcca, ascon-
1.1'ies ser.lo favoraveis: as 10 lloras cm ponto, de-
01I1 da 1 1 o 1.1 da al Luido- .1.
V
AVISOS DIVERSOS.
o
rido-
"*
,i"
II ri
'ellcr
PrecisSrSe de nina ama para casa de poura fa-
milia, que loaba bous costamos : na Iravcssa do
Panizo, n. I(, venda.
l'ierisa-sc alagar una niulher forra ou cap-
tiva para o serviro de cngonimar c lavar, c quo cn-
louda lambcm alguma cousa de coziuha : no segun-
do andar da casan. IC, la rua de Apollo.
I'recisa-so do una orna forra ou siijoJIs, qne
soja moca o iimpa, para caso de um boineni sollci-
10, eiiglndo-ss da mesma o serviro de engommar,
ooser rosluras finas do homom, lavar do soban, co-
zibar o comprar, pagando-se-lhc a quanlia de cla-
co mil reis ale seis |Hir mez, ronfornic a sua CODO-
ciliado, e dar a mosma fiador de sua conduela :
a pessoa |ue qui/cr dirija-se rua da Cadeia de
Sanio Antonio, no sobrado n. 15, lercoiro audar
que achara i-om quem Irular.
COM HATO DAS CARNES VERDES.
Os ronlraladorcs do abaslccimculo das carnes
verdes ncsla cidade, declaran) quo do dia 28 do cor-
11)07. de inaio, inclusive, por riianlo flcam cm
lid.ide as mullas que Ibes coui|ielciii haver
dos quo i.illi.uriii carne no districlo do ronlralo ;
p"i i-so que com a suspensao das uiesmas mullas,
nao couscgiiiram ncm o augnionlo no abaslccimculo
dolo genero, ncm a dimi))uicao do proco dos que
Holl lialicaram, |x>rquc sciupro I.11 >-ii.iiu |Hiuquis-
sima carneo peloallissimopceo de lli patacas cada
arroba; brando entendido que tanilieiii ri'nqucllo
dia cm dianle cessari, para os mesmos particulares,
o favor closacougucs c uloncilios do cnnlralo, vislo
I11-- al o |,resenlo ncnlium beneficio dosse favor
resullou.
l'rccisa-sc le urna ama do ncia idade, que
Mil coziuhar, lavar c engommar bem, para ser-
vir em rasa le homom solteiro : a tralor na rua da
Alegra, n. 26.
Se oSr. M.*. M. nuer ler um solemne dcs-
meiiliilo ao quanlo leve a imnrudeueia de jjVfto fcriHimoucaiiodo 20 a o crrenle, conlro o
tini. Sr. roadjilorda freguezia lie S. Jos do Re-
cite, digne-so declarar o seu nume por esla Diario,
lo de que nunca respooderemos a annimos: e se
* "ao a-souiii io 00 podido sora ldo o ha-
loinn um calumniador. O aUkolicp.
KE8PO6TA AO CATHOI.ICO.
niquaulo nada nillu.i o uosso uoio para oca-
>>. S
vidu
e ao publico ciu
e comliinacao nuil lllgtimiU k'.Jj
4 casas 1
j ce/.as, allem.'ias esuissas, leinalicr-
, lo na rua do Collegio, n, 1, mu
I 'laude ui ina/ein, ricamenlc sin li-
\ do de l'a/.enilas linas e gCOSSaS para
jjj vender por ;ross( 1 c a rclallm epor
irecos uitiis Ijiinos do pie cnitpial-
(juer oulrapailc. Antonio Luiz
do
10OS000
Itecebeni-se sllalos de ;mrm\ rs. ein Ir
2IS1 1.....as do ourO iclbas de IfiJOoO rs.: quem
precisar, folie noarniazeni II. 19 do rua da Cruz ao
pe do chalari/, que SO dir ipieni la/ oslo negocio.
Precisa-so de um fcilor, lillio das linas, pan
administrar o Irabolb ir cui um silio, o que lisio le-
nha conheeimcnlo : quem esliver nesUM circiims-
lanciaa, dlrija-oe a rua da Sen/ala VelhO II. 112,
lercoiro andar, a halar do ajuste.
O Sr. .Manuel Jo-o 1 011 eir liusiii.lo que lem
pndaria ua rua Imperial, lenha a bondade de appa-
recer na 111a Nova n. 211, a negocio do seu iiilcresse.
A abolso sssignsda, inorodon no colado do
Rio-Pormoso, ros publico, olUndoaos.....guomso
chame SOOngSDO, que seu lllbo Candido uedes A -
cuiloi.ulu. que viVO fora de sua campanilla, c de
qcm loin rerebido repetidas iugntidoos, ueuliuins
Ulorboeoo lem para contratar em seu iioiue, eme-
nos vender cousa alguma do pouco que po-siio a
annuiicianle. A rogo rio Francisco Robiin do Mello,
loti Antonio c Uo.
A abaixo assiunada, foi Scienls ao rcspi'ilavel
publico, (pie llingueni laca negocio com o Sr. Joa-
qiiim l'ereira da Silva, sobre una esclava por no-
mo llosa, a qual I lio nao pcrlcnre, e son a al
OSSignada, e para quo pes-oa alguma laca
so ras o prsenlo snuuncio para que ora lem|
nao se cbamem a Ignonncia.
Joaquina Benedicta I 'eir da Sitia.
Prccisa-sc de um fcilor portugus que calen-
da de plaularcs, paramo silio no Arroial : quem
quizer, dirija-se srusdoCollogli
-7- Negocia-w para liquida.
las OSSeguinteS predio!um sobrado de
dous andares com solo na rua Helia n.
para 0
1 Mag-
com (iiiaho
lOlOUlll
Arroial
.18.
o de coii-
57, una casa Ierren com (puntal
rio na ruado llenilica, passanem (
dalena ti. frentes no m la rua Helia nulo 80 rio:
os prcleiuleiiles dirijam-su a Iravcssa da
Madre de Dos, 11. .">, primeiro andar ,
ou na rua larga do Rosario, u. 50.
___ Deseja-se fallar com o Sr. Domin-
os Alves, OUCOm a pesson que O repie-
seule, para um negocio (pie Ibe inlei-essa:
na rua de Apollo, n. I i, em casa de Oli-
veira Irmaos ACompauliia-
AOS. DOTES.
J. Jane, o bem eoanecido Icnlisla ha mais lo lu
anuo, ncsla praca, pode ser procurado a qualquer
hora, ua sua residencia, na rua Aovan. 19, primei-
ro andar. __ -_
O abaixo assignario, leudo no Diario de ler-
namlnico de 20 do concillo, um annunrio do Jos*
Joaquim l'ereira de Mello, no qual faz publico que
o abaixo assignario j 1180 he encarregado das co-
bran. ;i, do sua casa, o para que o publico nao sup-
ponha que urna lal dcelaracSo leve lugar por fal-
las que possa arreciar a sua repulacAo, faz avenle
que na verdade dcixou do encarregar-so le laes co-
bramos porque ligo Ihe conveio mais,
/Oih) l'riinrhni Pililo.
Ouem aiinuncioii precisar lo oros ama, pors
reger nina casa: dirija-se a rua de llorlas casa ter-
rea, n. lu.
no de l'atva e Alltuoei jusc uo m- s
nucir Pitonga', para venderem K
r atacado c a retnllio.______ {]
AMA lili I.EITK.
Precisare de urna ama que lenha haslonlc leile,
e que nao India lilbo, para acabar do crear tuna
monino; na rus do Trapiche o. I, ou na da Cruz
annaxom a. 19.
Aluga-ooa poderla do rus Real n.87, prximo
ao UanguTnho, com arando; conunorios c lodos os
seus pertencos, por preco muito rommodo; a tratar
ua ca-a u. ( >\ LOTEHIA DE XOSSA SENHORA DO
IIOSAItlO.
O lliesourciro desla lolcria certifica ao
rcspeitavel publico, que corro iufallivel-
niente iiodia27docorronte,as rodas des-
la lotera,(iquemou nito bilhetes por ven-
iler-se : o irslo oiic existe aclia-se a ven-
da nos lugares do costume.Silvestre
Pereirada Silva (luimar,"ies
LOTEHIA DE NOSSA SK.MIOliA DO
KOSAKIO.
() eoiilolisla anniiiu i.i ao publiro.uuo as rodal des-
la lolcria correin iiil'alivelnienlo no dia 27 rio crren-
le, tupie ou nao bilhetes, < rosto do buhles eeou-
iclasque exislcmachao-se a venda nos lagares do
eoslunie _
mnele............."'-'i*1
Oiiartns............I0o
Decimos............ 600
COMPANIIIA DE liEBIKIBE.
O eaixa da compauliia aclia-se aitlori-
sado a pagar o dcimo dividendo, a ra-
zan de aVtSOO r. por apolice. Esciiptorio
da rompaiiliia de lleliiriln' l!l demnio de
IN.Vi.Odirector, Jooo Pinto de Lemos.
I'iveisa-se di......porlu;iie/., que
SUMI halar de vaecas, para encarrcj'ar-
8C de umaeslriliaria com do/.e loiuinas :
ua la Nova n. (i'.l, prinieirnandar.
Trecisa-se do urna parda, mi piola forra, jo de
alguma idade para ama SOCCS do una criauca, e Ira-
lar dosous pannos;quem osliver iicslasclrcumslan-
cias, qnerendo dar abono de sua boa rondada, diri-
ja-so a rua do S. Francisco, sobrad.....8.
IEITOH.
Precisa-so ilo um bilor para engonho, na comor-
a do Mmoeiro; quera pretender, dirija-so a rua da
Cadoia lo llcrifo n.21, primeiro audar.
Il.i-o i .", i -i m 1.1 rs. a premio a um c molo pul
couln ao me/, srdire penborcs de ouro: na Iravcs-
sa le JoSo Francisco, n. lli.
Alaga-so a casa dos orcos no lugsr do Reme
dio, com commodospan grande familia, estribarla,
rom glande lerreno para planlar cailipilll, calinas
c ludo o mais quo SO quier ; lem grandes pocos
Pagua que nao acccam, e 2 cacimbas, sendo urna do
beber : a Iralar na rua do Colloglo,botlcs n. (i.
Preciso-so ile umoomo de leile, proferindo-so
sem lillio. paga-so bem : ua rua dos qiuuiois II. 21,
"'^slfSM'S '&mfflB(BKM.
^a nru;a daInoopeudeneiOi loiauo atr.
Ilarbior Jaquini Jos Morona n. 10 aluga-
so bichas de Usmburgo de superior qualida-
de a 2ill rs. cada nina, e taudieinsc vendo por
coi......ido pceo, as quaes se reconimendain,
mo su por sua escolenle qualid.idc, que i
be coiibecida, mas anda pola melhorc )nais
iprecisvel de deivar livro do moleolla o com
perfeila saudc a todas as pessoas a quem silo
Para prestar cootas judicialmente
o testamenteiro do subdito hespanbol An-
tonio Luir. Mir tallecido nesta eida-
de. convida iiualiuier credor do mesmo
le
COMARCA DO L.IMOEIRO.
Limoelro 23 de malo de 1853.
CIIRHEIO THEATRAL.
Mea charo llai'bosa.Apelar de lormos ebca-
ilu poca cm que qualquer bicho carola levanta
arrabios lo eserevinhador, niio vospareca quesein
um nwllvoassa senlecossaulo, rieixasso cu as minbas
pacificas ticeupacoes pon vos riirigir esla missiva : a
iniulia sviupnthia pelu bello, niOUS ardeules deoojos
do pnigresso pora osle esqueeidu Limoeiro, eeinfiui
parasol dito de urna vv, ininba tendencia apaivo-
noda pela arlo dramtica, eis, querido Slngu^e>quc
boje leva o leus pis esle leu humilde ciiario.
Cuncluio-se einlinv 0 nosso lOOlro. Ol.inioeiro
ja loin anude desenliar os bellos pensamcnlos dos
Humas, Can os, Mondes Leal, ele. Que poderei cu
lizcr ncsle losen e-, ripio que revele o onleula-
iueulo dooles povost I! 0 nosso Iheolro, ineu Har-
bosa, esl mesuio um brinco. O lamanbo rivalisi
comodosso cidade, a piulura hcelegaule. linlas li-
aos, delicado pincel; vistas!.... obl nao fallemos;
ha de ser, sonio 1)0 J, o IvpO ill.....nial e nionii-
monlal do, Ihealroa conlieedoj.
Agora cunipro parlicipar-lc que j.l oquichogou a
nova roinpauhia; nova toda, mesmo em seu gonoro,
uiuuero <- pessoas, pie a cusa de rande dispendio
a por la alia onlervcnoao veio do Itio. A' vista dos
priiueiius rnsaios'|iroinolle sor cousa grande, mes-
mo exceder O pie aquello ITailOOS pie cu elu cuidie-
cemos, tlisse de um lliealro quo lia cm Caris de
Pronta, chamado a Porta de St. Martin.
J por aqui devos vorqueonosso lliealro osui
compailllis oslan cima do Ion decantado Sania Isa-
bel. A primeira dama he linda como os II.....OS, a
segunda poOco Ibe licaa dover, o os actores sao Her-
cules na figura e Adonis na belleza. O primeiro Ro-
lan he d un pollo e gontilea superior a lodo o elo-
gio, falo no rigor logico-rliolorico, o querosn como
ns mais adoros, so artistas de rnaO rboia.
Aununciei a aborlura para o primeiro de junbo,
a .siria ha do drania Prez Tboniaz. Desle calibre
nao lia pecas la noRccife; so menos nunca as vi
quaudoabi eslivo. A farca lie nova, lem por titulo
u Lucio abandonado, rom euros do bfalos, e be
proriuceo de mu joven poeta da praca grande, que
a fez entro pipas o pliosforos. Filialmonle, charo
Barboso, lu de sor cua-,\ por alii alera; aqui nao se
fallo seniio em lliealro; na verdade o divorlinienlo
lia do ser cousa Muda....
Dito a einpi e/ario, ailniiiuslradur o subsidi
ivi follar ainda em tal; por emqiiaulo
osi.ro.ioseu criado nageroucla do palco, o disposlo
i ido poupar esforcos poro quo as roprcsenlacoes
ejain melnoroodoquo as do leu Santa Isabel; c bao
de s-lo, a-siin o e-pero, porque aqu nao lia caro-
loiius, mol as enlrigos quo ah vi, asquees, segn-
lo me informara, lem por autores cellos mo<;os que
nada cnlcndendo da arle, fazeiu gola de deprimir
rom doi'stos injuriosos o ridiculas utileras, o mri-
to de adore-, que 0 publico iiuparcial nao COSSS de
pptaudir. I'iquemos aqui, o crrelo estas partir
e niio lenbo lempo para mais, mas om oulra oera-
io lolioidodar o desenlio das caricatures dos nos-
sos adores o arlii/os, o OUlO lioaias sabondoqili
disrripco be digllfl "lo ohjeel
peca nova, o no leinbnncas a
Sainle o patacas lo desojo,
Precisa-se Jo um caixeiro para lomar conla
do orna venda por bataneo, dando fiador; quem
esliver oeslas circumslanriaa e Ihe convenha, |kIo
dirigir-se Invessa da Madre do Dos, venda n. I,
que ochar com quero Iralar.
Perdcu-se na noile de domingo 22 do corren-
le, una pukeira de ouro pulido, toda de engastes,
n com una molo por lecho; esta perda rol feila da
praca do liria-Vista .al o Honre, rua lo Torres,
casa rio Sr. Rernarrio Antonio de Miranda; quera
a liver adiado, e a quizer restituir, dirija-se pra-
ca da Rria-Visla, casa da quina da rua do Arago
. 32, segundo andar, que ser generosamente gra-
tificado do Iraballio.
Samuel Power Johnslon, socio geranio rio casa
commcrcisl ncsla praca, soh a firma de Samuel
Power S C, vni a Europa com sua senhora e duas
mollinas, o deixa por seu procurador baslanle, en-
carregado da gesteo da mosma casa, o Sr. Benlo
Candido le Moraes. Hccife 24 do maio le 1853.-
Samiif Poieer Johiuton & C.
O iliesouioin, da lolcria de Nossa Senhora do
Rosario, guniinria aO publico que foi designado
pelo Exm. Sr. presidente, o lllm. Sr. I>r. Manoel
i.loiiioiiiinu t; o nene laCuiiha, para presidir a ex-
h.o.'u da dita loleria, cujas rodas o Ihosoureim
cerlifica corre no lia 27 rio corronlc, fiquem ou
nao bilbelcs.
Unjo (25) ha u reinal.ic.o rio uns inovcis, pc-
nborados a*Jos Firmo Alves Quintal, denos! da
audiencia, na praca que llier o lllm. Sr. Ilr. JosO
Itavmuurio la Costa Menezcs.
Roga-se aos Srs., cujos nomos v3o abaixo (rans-
criplos, e na Talla aos seus herdeiros, do comparo-
rerem na rua do sierro la Boa-Vislo, casa n. 10, ou
na rua do Vigario n. 7; para Iralarein do negocios
nc Ibes lizcm resuello, sendo: Leonardo Rozorra
o Siqueira Cavalconli, Joaquim l'ereira Haslos,
Franetsco llemarrin Cavalranh, Manoel Soaros ria
Silva, Jos Koririgues Lima, Luiz Caolano rio
Soasa, Joaquim Francisco le Mello Cavalcanli,
Luiz Aulonio do Androrie, Anlonio Correa de
Mello, Joan Paulo de Olivcira, Miguel Candido
do Modeiros, Jos Alvos llezerra Cavokailll. Joiio
i'bomaz, liento Correa Lima, Domingos Comes
ilo ndenle, Jos la Cosa Mochailo, Cvpriauo
Novaes do Souza, Francisco do Paula Azcvedu,
Jos Leandro da Silva, Joto Alloman da Camn,
Jos ticrniauo Pi do Carvalho, Manoel lavares
da Silva Coiiliubo, Malinas Vidal do Negreiros,
Heanlo rio Lima Lilis, Mauocl Correa Lima, Ma-
nuel l'erreira Campos, Manoel Lucas do Olivcira,
Ricardo Jos Alves, Marcelino dos Sanios Olivcira,
Jnao da Cimba Fimieiredo, Concalo Aulonio Alvos
do Pigucirodo, Pedro Alexnudre rio AVaujo, Vicon-
le Ferrcirn ItodriguesvLeilo, Fiancisco Duarlc tloe-
Iho, Josddo Moura, Iraueisco (iuncalves de llar-
i'cllos. Aulonio Csrtos, Matine! Poico,i da Costa,
Joo Hilieiro Pessoa, Anbmio le Alcntara, Aulo-
nio Cordeiro das .Nevos.
;a:9s:iK8Mis 8 111
lllm. Sr. Santos Marques. Tendo \. S. i
3?3 se dignado curar a meu lilbo Maximino ria ft
gagueo que padeci, oprazer de quemo aeho ;
jj possuido poressa cara mlraouloso, a qaoclis- @
, inareipbeuuuieiiu; o jubilo rio ver meu li- ,.
Ibo rallando perlcilaniente, o ja livro dosSO *
g uofeilo, que Irazonilo-lbe aeanbamonlo, lan-
f lo me mogoovs e alllii:ia, IninOe-aie o rigo- -
V roso dover de modirigir a V. S., parasiimili-
CJ car-lhoi......u cordial e eterno reconlieelmen-
W lo UJMV........sigo'1 lo beneficio. Dianc
i-5 piis v. s. crer na .,..
}.s) liil.io, porque pculiora
>: ro-ino ein ser de V. S.veuerndnr ltenlo, c ,':C
;:; obrigodo crodo.. ;;
3* Antonio da Siten Ciismto. 0$
i-'::::: :.::. ::;:::; ;.,: : :;
Quem precisar de una parda boa lavadcira,
Ionio de borrella como de SSbao, de uome Mara
lunaria, muilo verriailcira, dirija-se a rua da Con-
cordia, ilefronle rio una venda u. 2~i. casa de la -
boas.
No dio 22dn corralo, dosanporecoa lo noder
,iv sen senbnr, o OSCroVO, mualo, le uome \alen-
lim, de idade le21 anuos, pouco mais ou menos.
frente, altura regalar, corno pronordoasdo, feinics
resulares, cabello- grandes o um lano auolait
s groases e largoo: rol comprado na provincia da
inhiba do Norte, sabe ler, escrover o contar, be
muilu ladino, o sabe oollirio desapnlcho e aUeiolG
quemo capturar, leve-oao engenbo do Poco na fr
gui'zia rio S. Louroncodo llalla, ou em i-asa dn Sr
Mo
iilailojlo inilil
i paracmiTT'.'S. lirl
DEPOSITO feral !o rape' princea do
Rio e lino, na rua du Cruz do Hccife,
n. 23.
Viuva Pereira da Cunlia oncarregada
deste deposito, novamente noticia |ue
sempre se acha providu de rape da mc-
llior qualidade c fresco, aos presos ja su-
bidos de I #280 rs, os dous priineiros, c
900 rs. o lino, sendo de. cinco libras pa-
ra cima. A grande procura deste rape
na falta do ce Lisboa, que tem bavido,
tem provado bem que lie o que inclina-
o pode substituir. Aceita-se qualquer re-
claraacflo que baja por defeito e qua-
lidade.
Precisa-se de urna ama para servico do una
casa de pouea familia : ua rua da Cruz do Recito
n. 53, luja rio barbeirn.
Roga-sc ao Sr. Jo.1o Francisco do Carvalho
que lenha a bondade de apparecer no largo do Cor-
|H> Santo, armazem n. 4, para receber cartas viu-
das do sul, |K>r liavcr oulra pessoa do mesmo no me.
Precisa-so de um coziuheiro quo seja perfeito
na sua' occupac,So, que queira ir riaqui para Lis-
boa e Porto : quem esliver ueste caso procuro no
largo rio Corpo "Santo a casa de Jo3o Francisco de
Carvalho.
Do oli.uvu assignario, no dia 12 do correle,
desapparcceu uro escravo, crionlo, representa ler de idade, pouco mais ou menos, mais
de o anuos, estatura regular, chcio do corpo, o um
lano espadando; lem cm um los olhos urna caroo-
sidailc, lem pouca barba, quando falla com lemor
ou raiva gagueja, ento pisa firme por ler cravos lo
bribas nos pos: osle escravo foi encontrado que des-
oa para o Recifo no dia 13 do mesmo correule, com
calca o camisa brauca, o chapeo de pallia novo: foi
ao hccife o l obleve urna cariado apadrinhamenlo
de Domingos da Silva Campos, com a qual anda
di-iarciiinlo-o : rogo as autoridades policiaca, cam-
panbas, ou a qualquer pessoa que oncnnlnndo-o,
aiuarrc-o e leve-e a seu scnlior no engenbo Ro-
riizio, freguezia Je S. Lourcnjo da Malta, ou ao
dilu Domiugos da Silva Cam|ios, na rua das Cruzcs,
pie serAo bem recuni|>eiisados.
Sebantio Antonio Paet Bando.
::
iiiMiii:iii'\ni.
O Dr. Sabino (Megario l.udgcro Pinho mu-
3 don-so para o bairro de Santo Afitouin, rua W
- las Cruzcs n. II, casa onJc niorou o Hvm. 9
Sr. v igorio geral Dr. Meira, onde plo ser 99
procurado a qualquer hora pelas pesuas que M
S) o qui/.erem honrar rom sua conllaiiea.
Manoel Jos (ornes Braga avisa
10 seu* fregueses e devedores que, lem
conla na sua padaria, na rua da Sen/Jila
Vellia n. 98 at O m do anuo passado,
que sellie niiopngareinat o lim do cr-
lenle me/, le maio, terao de ver os seus
nomes por estenio neste Diario, e se
ct)7n"sli5 Kf>"5l"i*!'*l'em ,el"1 ''ebitos sc-
rSo chamados a uizo, i>eiC 'J^,e ^P"1"'.
subdiln iuslez,
pie venba
Ouai
iir.'iie
.Mauda-me alguma
i meninos.
o leu voltio amigo,
Sain/iaio.
de Joo la Costa
.esta praca, a apresentar o titulo tle sen
crediloem o viee consulado de Hespa-
uliii, rua do Trapiche n. 7, em oilodias
concilles desla data. Hccife IS de maio
de 1853.
- Precisa-sc lugar cinco escravo pa-
ra trabalharem na labrica de sabdo, pa-
ga-sclMim : a tratar na mesma fabrica ,
ou na travesa da Madre de Dos, n.SI.
Lava-so e engomma-sc com asscioc iierfcicSo:
no paleo da ltibeirade S. Jos u. 15.
Precisa-so alugar um silio por um ou dous an-
uos, quo lenha Iwa casa, com cocheira e boiso de
rapim, nos lugares segrales: Ponto de lienta,
Manguinho, Passagem c Capunga, agradando paga-
se bem; na ruada Cadeia do Recite u. IH, primei-
ro andar.
Sal tro Seral'un i\: Silva vai I cidade do Ara-
ialv, donando sua tojo de ourives no meso
obre I adraiiiisliacau do sen unan Aulonio Seralini
da Silva.
Na hija de liv ros
Dourndo, no pateo do Collegio n O.con-
tinuii-se afirmar papel ecartes, com lo-
do aasejo e promplidao.
ama rio rasa de boinein solteiro, ou de pouca fami-
lia, rose, engoinmo e enlcndo de cozillfis, para osla
pro{a, uu mosmo para qualquer silio porto : quem
prensar, dirija-seo Una \ isla ua rua ria Sania Cruz
n. 83.
Jooslfarilm de Castro deison deser coixoiro
de Cruz f\ Bastos, desdo o dia l rio concille.
Jos Joaquim de Polvo, Bresllolro, relira-se
para o Itio de Janeiro, levaudn em sua rumpanliia
o s, o escravo l'ehv, crioulO, de menor idade.
Provlno-oe so Sr. JofloPiros, que lem ju-ioe
ronlralodo a venda du Manguinho, porlencoilto 00
Sr. Jos Bernardo Ventura, que lonlis a bondade
ile so dirigir a rua Nova n. 65 para fa/.or seguro a
sua compro.
AMA DE LEITE.
Pi eeisa-se de nina ama que lenha
Inun ; baslanle leile, para criar luiiaen-
au<;a que lem ipialro me/.cs, iigraduutlo
nfioseollia o preco : para tratar na rua
do Vigario n. 19, segundo andar.
Porgunle-se ao Sr. director da companhia lo
Reliirihe, se o escriplorio ria lila companhia sii est
aberlo em cerlo- dias, meanio piando so IratS da
entrado das sejdes, orocebimcnlodoguiasde pag-
nlcutu.
ProcJsa-00 de nina ama rio leito, sem filli : na
praca la Independencia n. 38,
Precisa-se de nina ama mira, ou captiva, pie
cnsinhe, o faca as compras diarias para nina familia
de duas pes-'oas : ua rua Direila, n. 60, segundo
andar.
UAUAUB llOITIF.lt MODISTA ITtANCl-./A
NA III A NOVA N. 38.
Tem a boma rio annunciarao respoilavel publjco,
o parllcularmonlo aos seus frageles, que acaba lo
roreber um lido sorlimculu ric uaendas lorias rio
gusto, sonrio bicos de liiiliu, lili, peonas, llrese Il-
las, ricos cbapsos ric seda, e callenos de bieos, rn-
inoirasuuarnccidas de bicos, capellas rio llores, lin-
dos veo. de montaras lambem para casomenloa
luvas de pellica para uoivas, (curas para meninas o
criancas, gnis do imples de lorias as cores, chapeos
ric pallia para senhora c menina-, tiricias para ves-
tidos, nielas para senborasc criaueas, contras niui-
las tacadas por diminuios prec,os ; na iiiosina loja ,
fazem-so veslidos ,1c easanienlo e baplis.-ulo, locas
rio meninas e sonboras, capuliulms de tod.isas |ua-
liilaries, com perfeiciio, o pre;o coinmoilo.
Prccisa-sc lo una ama, fiara casa rio pouca fami-
lia, que -ado coziuhar o diario, c engommar : na
i na lo Queiinariu loja de miuilozas u. '>, so dir
quem precisa.
|io-.-i|i|i.ircceu no lia do corroiilcdocngonlio
Cuararapcs.uinescravo do nomo Eslcv.lo,quorepre-
seiila ler dOe lanos anuos de idade, estatura regu-
lar, socio rio corpo, pea pequeos, c a pello bastan-
te spera ; dasconfla-se que elle ailo por esla cilia-
do o seus suburbios por nao sor a primeira vez |ue
fnge, caqui menino lem sirio pegado; roga-se ir
tanto o quem o apprebender leva-lo a seu sounor
Loinenen de So e Alliuquerqiie, queuralilic.u.i ge-
iiein- miento.
Prw'isa-sc de urna ama, forra mi eocrava, para
o servico de caso, 0 compras de unto casa de pouca
familia'; na rua dn Padre Floriauo u.5.
el Aulonio Concalve., ua rua rioCobugii, que
r.i generosameule recompcnsailn.
ATTENCAO'.
Pode-so ao Sr. Tilomas Daulle,
ruin cocheira na rua de S. Francisc
mande pagar nina divida quo routraliio,ha mezcs.do
-eros para a subsistencia, n'uma venda na Lin-
ala: se nao vier pogor teni mais inronimorinse
vera o seu uuino ueste Diario.
Nao leude lirio Ingar a arremataran por renda
do silio da Capunga, que fui de D. Florinria Mara
rieJeois, o ImjC [lerlenccnle a seu lilil, u ilcnicnlo
Jos |)ioni/iu ria Silva, no lia Hiri correlo, por
ler sido feriado, ncm.....lia t) para o qual linba
sido Iranaforido, de novo so faz publico que asohro-
dila arremataran ba de ser ultimado peanle ojuilO
rie orpliosi no dia nogiinde-feira, :ui do crranlo.
(lll'ei ece-se una niulber ric mcia idade para
co/.iubar eOOgommar para casa Je houicui solleiro:
na rua ria Cuia n. 7, [ojo rie inarcii.eiro.
.Nariia Diieita, sobrado do um ailar n. 33,
ao p la iiolica, lem loecs SOCC00 le varias euilldo-
ries, e lanibcui rio calda, quo so vende cm barrili-
ubos calas, e sefazem bandejas de boliuliosarma-
das por novo modeloe enrolladas com nuiilo perlst-
5*0, Na mesma rasa se arranjam jaulares o abnoi;os
para qualquer pessoa que precise riiariumeufc. luan-
laii.li> levar.
SANAS.
Sa|ial'ii-o frailee/.,
intiriou sua rubrica llesspatos para o alerro da lina
Visla u. II. coufronte a modisto tenaceo*.
Precisa-se do urna ama.....GS para COSO de um
homom solleiro, quo saiba engommar c cnzinliar
na rua ria Aurora u.'M.
A nossoa que auuuncion pieroi saber da mo-
rada de I). Clara Zeferina Cesar para rallar-Ibes
broo mulato do Itvin. Jos Vicente l'erreira, prie
dirigir-se n rua das Cinco Ponas n. 63.
No domingo, l-i do enrenle, desapporecou i
escravo vellul do iioine Miguel, que cosluniava li
ar earanuueijos, c a vender eapini juulu ao liara
iz da praca da lloa-Visla, o qual lem os signaos so-
luinlos:corprela, alio, serr do corpo, esp.nl,ni-
io, ralla ronca, com o Im-muelo da peina esquerria
mais grosso, nuxendo un pouco por una perno ao
andar, o lora de idade 61) anuos ; quem o npprchcn-
rier, levc-o a casa lo seu scnlior. na rua ria Soleila-
ric n. t, ou ao Sr. Santiago l.ossa, que sera recom-
poosado.
Precisa--e alugar urna ama ierra ou captiva,
que saiba coxinhar e lazor as compras para pequea
familia: na na Direila u. 60, segundo andar.
FURTO.
Da rua do tlueimariu, rio segundo andar ria casa
u. 10, furlaraui mu jarro ric porcelana rie cima rie
consol: roga-se a quem liir ollcreeirio o ap|irebeu-
ria o manilo a mesma casa cima uu loja, que ser
recompensado.
Na ruado Fogo n. 16, faz-sc ahueco ojanlar
para :i ou i pessoas, por -oiumndo proco, niandan-
rio-se levar ou viudo buscar: quem quizer, dirija-
se a mencionada casa cima para Iralar.
LOTERA BE S. PEDRO AlTlI.
O thesOUl-eirO desta lolcria avisa ao
respeitavel publico, que no dia 10 deju-
nlio prximo futuro, andarto as toan
desta loleria, saja pial liir o numero de
bilhetes que exista por vender o resto
los biluetesestaoa venda nos lugares Ja'
annunciados.
O abolso assignario pcile cncarccldnmoiilo a
nonos pie na noilc de 16 do corronlc mez lovou
por engao rio gallineto porluguei do lcilura urna
bengala rio eauna.ciir de car.cnni COStfo prclo, baja
doler a bondade levar ao Passoio Publico n. LI, ou
lejiar licar no mesmo gabinete, o om Iroea reeol
ni a que ileisou.Dniniwjo* Jote l'ielra Braga
Dosopparooeram rio caes rio Ramos, ao anianlic-
er lo illa il do crranle, IS prnnchoos ,1c louroipu
_C acbavam amarrados com oulros no mesmo caes
com a fnreada man.1, ou por Icrcm sido sollos, pelo
que roga-sc a quem os livor adiado, participo ao
SbailO assignario, que salisfar qualquer desposa
Antonio Leal de Banus.
Na rua do Crespo 11. 9, rieseja-sc fallar i-om as
iwssoas abaixo declaradas a negocios que Ibo dizem
respeilo: roga-SO-Ihea o obstquio rio annuuriaram
suas moradas, quando iioquciram comparecer: l.ni-
za Mara ria Cosa, Joso Francisco Marlius, llenri-
que Jos lli avner rie Souza Hangel, Caclauo Jo Sou-
sa l'ereira Leile, Jos (oncalvos Pereira Lima, Jo-,
t V'icontO l'oi reir. Jos.' l-ornandcs Tavares, Luiz
Francisco W- llano- Rogo, l.ui/a Fnnrisca da Cos-
ta, Manuel rie Souza Chacao.
Os crcJorcs de Joso Morcira Cani|K)s quei-
ioiii apresentar as suas eonlas ao aluiivo assignario,
para enlroreni no raleio do producto que resultar ria
venda de sua taberna, visto que o dito Lampos a
ahanrionouesenllrnii sem ronscnlimoulo de sous
credore.Jooo Marlint di Barro
jtll/.O, |
assiin uo ncontecn.
l)o I. lo junbo e'ni liante, aluoa-sc o scgumlo
andar da rasa n. s. ria rua da Aurora : quera pre-
lcnder, enleud.l -o cora o lllm. Sr. Juiio Pinto lo
Lemos Jnior, morador no primeiro andar da mes-
ma casa.
Aqucm fallar Ircz saceos do fcijao, procure na
rua rie Sania Thcroza n. 60, venda da quina, tan-
jo sillo eulrogue alu em occasiao que o dono ria ca-
a linba saludo, o como oraiveiro iguorava dequoiu
era, as recebcu.
COMPRAS.
Compra-so carreros, o venric-se rcccbo-sc rie
rouiinissao, lauto para a proviucia, como para tora
delta : na lina Vclba n. j...
Conipram-se escravos, e venricin-se, racooons-
se ric roraniissao, lano para n provincia como para
rradclla; na rua dos Quarlcis n. 21, segundo an-
IJ Ompnini-so aalhosdcparrcira c sucira: E$j
^j i|iiuin UV6T aununcic. ,'';
nsaasBaum ?m. m$mgm;<*
('.oniprase mu lu.ieo c ronva di'balanea que
soja granilc: pieiu livor lirija-se au 39 A, confrou-
le ao Rosario de Sanio Antonio.
Compra-se nina escrava, pie lenha
bonita gura, eseja ptima (piitandcii;u:
nesta tyjograpbia.
Coi'npra-so una prela, lo .15 a 10 anuos de
idade, o mais sodio, que saiba cozinliar alguma cou-
sa, que niio beba o ncm fina : na rua da Soledadc,
rasa n. ii, rnufraiilo a venda e paciario n. II.
VENDAS
na rua rio
Veudc-se una eadoira do arruar :
ogo n. U.
Venric-sc um sola, una mesa redonda lo meio
ile sala, o um joso do bancas, ludo do Jacaranda,
Oin bom uso; e por praoo razoavel: na rua Direila,
loja de marcineiro n. .16. # .
Na rua du Oucimado n. 27, sodini omlo lera
mu casal do escravos prole* para se vender, pro-
prios para lodo o servico.
ATTENCAO i>200 US. A PECA.
Mariapollu com um |icqueno loque d'avaria. leu-
do vinte varas, largo, bom a -yita) rs. a peca: no
armazem de fasendas inglezas rie tiouvcia vi l.cite.
Panno lino azul, u covario a IjsSOO.-liOOO -I$HM
rs, proprio para farriasrio militar, capotes, ele: no
armazem do fasendas de Goavaksl J.cilo, rua lo
R'A NOVA N. 6, LOJA DE FEKRACE.NS.
Nesle eslabelerimeulo vonric-sc ferragens rie lu-
das as qualidailcs, assiin como cobro para for-
ro, armellas le cobro do lodos os lmannos e ric su-
perior qualiriadc, cobro pora roda, lito para rede-
le, cuines para engenhodo lorias as qualidades, es-
laubooin barra, Jilo cm verga, ferro para ferreiros
rie todas as grosuras, larguras o qualidades, tolba
rie rorro ric lodos as grossuras, forro sueco do supe-
rior qualiriadc para forrar carros, chumbo cm bar-
ra, dito cm Icucol, riti do inunico, lomos le lodos
os lanianbos para ferreiro, ennadas rie a;o, lilas
portuguesas, folha le (landres em raivas o a relalbo,
espingardas, rlavinnlos, o oulros muilos objeclos,
(pie so vndenlo por roramodo proco.
Vcndc-sc n Irora-sc por um mnloqiio ria
mosma Idade. una escrava rumia rio 15anuos rom
algons principios de costura, o ptima renricira,
muilu propria para andar com meninos por ser mui-
lu earinliosa ; o tanibom um molcqiio rom 10 anuos,
proprio para aprender qualquer ofllcio: os prolcu-
lenles dirijain-so a Antonio Leal rio Barros, mi rua
do Vigario n. 17.
IOLIIINHAS. .......
Alnunak administrativo mercantil o iiiriiisnal
rio Kio do Janeiro, fblliinhas le Lacnionerl para118*1
o papel de poso azul o branro, paulado a launo "
a resma : na livra-ia ria esquina rio Collegio n. JO.
Vcnrie-se, ua rua rio Crespo n. 9, luvas. o
pellica muilo boas para honicm o senhora a ibou o
1-s.WO rs. o par. ,
PAKA IECIIAKCOMAS.
Veude-se cera em velas em caixas sor-
tidas, mercurio doce milito superior e
.ni pequeas cai\inlias, azeite de peixe
em volme pequeos, barrica com li-
ubacaem grao, charutos da Babia, jacn-
laiua'em cossueiras. c de Superior tpta-
lidadc,' forjo du China em figuras, etc.,
etc., tudo se vende|>oroniaB bnixo pre-
co : na rua do Vicario n. 19, scjjundo
"'Na rua ,lo l.ivramcnlo ... 38, junto a leja rie
con, .islo para veuder-sc orna porcSo le canas
dos afamarios charutos Jo S. rolix. ..
Voude-se urna casa torrea, na EstrariaOova,
lodT daSotodade para .. .Manguinho ; a Ualar ...
roo do Clima n. 6. .. ,
__ Vende-se tuna nova e cvcellmn
machino le dagueii-eotj jK)^ com moldu-
ras para tjuadro e luminas, ouseiu ellas,
a vontade 1I0 comprador ; no armazem
de M. Carneiro. rua do Trapiche n. .S.
Na loja ria quina da rua do Crespo, que volla
ara a do Oucimado, venrie-so loncos rio reros, de
varias cures, ponto de mi. rie muilo bous gu-los,
llenados uliiinaineulo de Franca, sadm comobar-
lotinliosile retro pecio, iwnio de no, pon sssaini
u cabello los meninos, o agasalhar a cabera do ai,
para o que nada ha mais proprio, bonito c levo.
II
MUTILADO




4
1

1
s
Vendo-sc a ann.ic.ao de urna hija le calcado ,
propria para qualquer negocio : na rita Direila ,
. Hj.
Veinlc-M un negro com algunio habilidado:
na ra dot-ibtig luja do Sr. Augelo Custodio doa
Sanios, se 'lira quem rende.
Vende-ae fdlhetos la trezena ilo mi-
lagroso Santo Antonio : ni) paleo do Col-
legio 11. C, loja de livrosdc .otro da Costa
Domado.
EK3K3K
ANXIGA
BOTICA
HOMEOPATHICA
211 1U.V DAS I lll/l S SO.
Dirigida por um pharmaceutico approcado
Bale oahclccimculo possuc lodosos me- ;
difmenlos al acora experimentados, lano :
na Europa como no Brasil, e preparado* pe- :
la* machinas dn inroneao- ilo br. Mure.
Carlelrude liliibusal 100, por precos va-
riareis, ronronne a qnalidade dan catxas, a
qiinutidadc dos remedios c sitas ihnanii-
sacoes.
25:000 rs.
DMA CARTEIRA rom os 2 principie)
i soledlos homeopalhicoi e :t obra* alderenles,
iticlispensaveis para os principiantes que se
qiiizerein ron\.....er darerdade da nova me-
dirina ; ronlrndo alin de mullo ronsellios
clinicos, a palhoaenesia de 18 nicdicaiiien- .^
los.
Tubos a\ulsos( cada um).....18000
Tinturas dc lodosos medicamentos em fras-
ros\lc !s onca............2COIHI
Na mesin.i Indica ciiconlrar-se-lia sempre
um graiidemirtimenlo de livros ein porlu-
guoz o frailee/,e eiulini ludoquanlolie ne-
cessario para o esldo e pratica da hnmenpa-
Ihia.
NOVOS CORTES lE CASSAS I HA.NCEZAS
A 3|900 rs.
I uissinias cassas franeczas de barra, que se po-
den! corlar, para fazer de hallados, de iiiodernis-
siuios padroes, leudo varicilade de c.ires para csro-
Iber. e dando-se o gurino para modelo, pelo ba-
ralMmo preso de :15J0I> rs. o corle : na ra .Nova,
loja nova. n. lli.
NA LOJA HE SEIS PORTAS EM MIENTE HA
K.HEJA HO I.IVRA.MENTO.
Vende-se cbilas de cores, cnni inuilo liom panno
a MOn. o corado, risruditihos franre/es decores
oscuras a HU rs. o corado, alpaca de core*, liza
i- de quadros, propria para \eslidos de senliora a
21(1 rs. o corado, lencos de caiubraia, bramos e
com baria de cores a I MI rs. cada um. dilos para
menina a 811 rs. cada um, diales prolos de Lia pa-
la lulo, cassas prclas para lulo a l-JII rs. o corado.
Rl ,Y 1)0 CRF.SPO ii. .
Vende-te superior cbilacom BMes lira-a 12(1 r*.
o invado, lj w. lindos padr6cs n "Ra)T., dilos de dila com
Ripien e barra;; ^-m Mii elilla Iranceza com bar-
ra a ** r": o corado, c unirs niuilas faz.....las
por menos proco do que ein onlra qualquer parle.
Vendc-sc na loja de lirios do Metra Molifi-
ques, no paleo do Collegio: compendio de gram-
ni.ilica pnrluguc/a. recopilado dos melliorcs anto-
rea a acoomnmdado i Inlelligencia dos menino*,
pnrJ. A. l'assos: proco KM) rs. Eslc compendio
be un do- milis ooinplclos qnc erislcm, cotilendo
precisamente olyniologia, sudare, prosodia c or-
Ihngrophin. alni do uinensaiooit excroicin do ana-
Irse, lie mui claro I niclbodico as dcliniooes e
prcccilos ; e disliiiguo-so dos que ale agora se bao
publicado, principaliiienlc nos nrligos sobre as lin-
guagens rirluaes, Ionio do foimaeao tlnslingitagons,
regaen* dos verbos, eeoceolo rciri/. das palana-,
dando a- regras |io--iveis pata so conbecer quanihi
predomina a Dian, prnuliima ou anlipemdlima
-rilaba, c qoando o san lio acudo ou erare, cmo
Clll infiltro Ol "lllli'i'O.
Vendo--c lima nula ntuilo corda, mansa e
ora |uir proco comiiindo : na cocltcira da ra da
riorenUDa.
Vende-se unta poreo de Iraves de qnalidade
e de lonro de ill paluins de comprido, celtio e lan-
o- enramis de louro, e tuna porcao de praniAea
de bmro : os picletidcules podem examinar or;
ib Hamos, o dirijain-sc a Aulenio Leal de late
na rita do Vicapio, n. 17.
LOTERA 1)0 KIO DE JANEIRO.
Achain-se a venda os liilholcs da lote-
ra ~>j do .Monte Pin dos servidores do 6
lado, que corren no Rio de Janeiro em
17 do crrante, ealista vira' pelo vapor
braiileiro, que salte dnquella corle a 25
lo corrente, e que deve aqu che/jar a 5
do futuro me/, de jtnilio.
NA LOJA DE SEIS PORTAS EM FRENTE DA
IGREJA I I.IVRAMENTO
rend-so pecas de cbilas de cores, com intiilo bi
panno a VslKKI rs. corles de cassa-clnla a1|60Dr
rwadluhoa de linbo proprios pan jaqucla c palitos
a do/c riitlcns o covado.
Vende-se urna cabrinba rom !) anuos de ida-
do. com principio do cosltira: quem iptizct, diri
ja-sc .10 paleo da ribeira do S. Jos ti. II. E na
iiie-ma lambcnisc vende tuna trinla de idade
.111110-. com .ligninas babilidades que se dir B0 W
piador.
\'ende-se o assoalbo e mais o forro que -o acba
rollocado 110 arinuzem da casa do Sr. Jos I
da Cimba, silo no Herr di lloa-Visla. mulla .
Itrio para qualquer cslabelecimenlo, cm razan ilo
inin local c oplima capacidade do referido ai ina-
/ein : os prcleiidcnlcs |iodcrao entender-so com o
iiusino Sr. Cunlia ou com Kranklin llenjainini
ilieoloitio l'civolo, na ra da l'cnlta n. II, ptimeiru
andar.
SAVDS.
SALSA PARRILH!V.
\ cenle Josc de llrilo, tnico aceule cm l'eriiaiu-
biiiode II. J. I). Sauds. cbimico americano, fa/ pu-
blico, que lein chocado a c-la praca nina erando
porrao de frascos de salsa-parrilba de Sands, que
-.i<> rerdadeitmenle falsificados, e preparados no
Rio pe Janeiro, pelo que so derctn araulclar os con-
sumidores do lao precioso lalismati, de cabir ne-le
eugauo, lomando as futoslas conscqucncias que setu-
re cosltimaiti Ira/cr os mcdicamenlos falsiltcados c
laborados pela mo d'aquellcs que anlepoem -cu-
inlotesM's aos niales e cslracos da liiiiuaiiidadc. l'or-
t.tuin pedo para que o publico se possa lirrar dcsla
fraude c distinca a rerdadeira salsa-parrilba de
Sands da f.ilsilicada c re eiilenicnlc aqu cttCgada;
o ainiiinciaulc faz ver que a rerdadeira so rendo
iiiiicaiucnle cm sua bolica, na ra da Couceican do
Recifc o. I; c, alera do receiluario que aompa-
oii.i cada frasco, lem embairo da priuieira pagina
sen nonio iinpresso, e se adiara sua firma cni tua-
iiiiscriptii sobre o invollorio impreaw do inesino
frasco.
Ein casa de J. Keller A C. na run
da Cru/. n. ").">, lia |iai'a vender, e |M)r
preeo coinmodo, cornos nroprios para
cobl'ir carros, chejfados ltimamente.
PAO CRIOLO.
Na iwdarta da ra da Sonzala-Nova, n. 30,
ncjia-ae a renda diariainenle o bello |tao crioulo, fa-
at-icado |Kjr crlindro, moda da corle do Rio de
Janeiro, o qual alin da superioridado ao pilo com-
1111011. Ictn a vatilasein de ser iscnlo dorecebero
litis |iequeno golpe de suor do amassador, vislo
que be amasando |ior macbitia : na inesma padaria
acbarilo sempre as pessoas de Itont crnlo o seguiule:
lliscoilos de ararula o d'ovos a libra. 180
I-alias da tamba..........800
Rolacliinbas do ararula pura.......4111)
Hilas umerii .iii.i-..........200
Riscoiliulins de orva-iloce.......400
Hilos de l.ima...........400
Hilos do laranja..........400
Dilos de familia...........800
Dilos imperiaes..........800
Dilos amantes...........800
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de I). \V.
liovvmann, na ra do llrum, jiassan-
do o cliaurix ci mi nina haver um
completo tortimento de laivas de ferro
liindido e balido de a S palmos de
bocea, as ipiaes aeliani-se a venda, por
pnin cominod e com promplidao' i
eiiibarciun-sc ou cariv;am-8cciii cano
sem de*|>ezii uo comprador.
i"'.1
Vcndein-seent casa de Me. Calmonl & Com-
panbia. na praca dotlorpo Sanion. II, oseauinle:
' lio deManteilleem calvas de 3 a 6 duiias, linltaa
em iiovcllos e carreleis, breu ein barricas muito
arailes, acn dcjaiM sorlidj), ferro i
N'ende-ee lio de nl|;odao da Ra-
bia, por preco coinmodo: noea-
criptorio de Novac & Companltta,
la ruado Trapicbe n. o.
GHiJISI rABIUCA DE CHVEOS DE BOL,
BOA DO cou.egio iri. 4.
J. Falque fai scienle ao re-peilarel publico de
Peinambuio, e ein parlieitlar aos seus frecueres,
que acaba de recelier de Parta, como do Rio de Ja-
neiro, da fabrica de Falque Irmafts, um lindo o
complelo Mirlimcnlo do chapeo de sol do seda c do
paiininbo, lano para liomens como para senboras,
leudo para os priineiros um esrolbido sorrimenlode
eoapaoa de sol cun cabos inleiricos os mais lindos,
que lem viudo em caricaltirasdirersas, dilos de cali-
na, ele.; erando qlianl idade de sedas c paitiiinbos
cm itera para cubrir annades servidas, asiptc forem
de ferro, enrernisam-se que firain novas; baleias
laraas, eslreilas e de ac para csparlilln c reslidns
do scnltoras, bengala! bonitas ; cobre-se e roncer-
ta-se toda o qualquer qnalidade do chapeos do sol:
lodos osobjeclos cima inoiiciotiailos vendeni-e ein
porrao c a retalbo por menos preco que em oulra
qualquer parle.
Ventlem-se relogiot de ouro, pa-
tente ngleZi os nielbores pie lem viudo
a este mercado, e do mais acredita)
fabricante de Liverpool em casa de Rus-
sel Mellors A Companliia, na ra
Cadcia do Recite, n. 5.
Vendein-se iisrerdadciio--elliii-iucle/.es, pa-
lenle.de mola e sentidla: na rita duSoii/a la No-
va n. i.
Venilem-se saccas com farellos, a 38300: no
arma/cni n. I do caes da alfandeca.
A 500 RS. A VARA.
Ilrim trancado branca de puto Multo, nuril.....i-
eorpado: na "ja da esquina da rita do Crespo, que
volla para a Cadeia.
Venilem-se vaqueta! de lustre, para
eoberla d carros : na rita da Sen/.ala
Nova n. 2.
Vendoni-se hutas, In inza. brins e nieias lo-
nas da lliis-ia: no nrmaiem de N. t). Biobor a
Companbia, na uta da Crui n. i
No Korle doMalb
Sr. Joaquini l'ranci-co
lerrot
Alen
i. le
< I.....
le do
reinlcr-se ceta de carita
buiulhoe m.ii- elleilos, po
' Vende-tc sanas com
2 I|i> alqueires noves : n
Dos, arina/.eni n. DI.
COBERTORES
Escuros para escraros, ;
na luja da esquina da tita i
a Cadcia.
COBERTOR*'* ..
*?S-dS do Creapnu.fi, rende
lores de alcod.lo escuro, ptopn
900, IgOOO i-, el.-lliicida un,
CO ilc linbo puto, a .' rs. a ra
citio. a IsMOoSaOOOn., corle
dose barra.a HKKI rs.. lend
arinazcm d
aluda continua i
;ns, loalhaa de la
i coliililinlo.
mlllui mullo superior i di
il traressa da Madre di
DI. TAPETE
boo, isonoo i-riiiiis
i Crespo que rolla pa
APETJ
*upi
robar
iros, i
i litan
ores
n- para cscr
brilli trancad
ara. cries de dilo es-
te-docilita com haba-
Id curado- cada um,
.. a 160, INI. e 00rs.
orado. SClim pelo niac.io, a V-OMI e:l.-JIMI. pan-
prelo lino, a :l e 'i^l ra. o corado, dito azul
milito lino, a tJOOO rs. o corado, peca-de candil aia
le salpicos com V rara-, a i e 19300, e mullas mais
lazenda- por menos preco do que ein oulra parle:
ua ra do Crespo, loja n. (I.
no
cujas rodas
a i.s.iiin : no
oja de miuile/.as ili
NAO" SE FIA.
No alerro da lloa-Visla D. 49, venda nova i nm a
frenlo jtinlada doaiul, ronde-se ih scRUtles gene-
ro-: inanli'ica inalez muito lma, a 7-1)r. a H-
bra, chula India do inellior, a 29100. dilo a 2&000
rs., dilo prelo, a IJ920 a libra, lem 3 einbrulhos, I
einliiitlho por (itO, mate, a I8O0 a libra, esperma-
ceti', a 720, cafada priuieira sorle, all0, corada, a
IMI r>,,.lapioca, a 120, eslrellinlia, a 210, lotirinbo
liiiin, a 2M) rs., assnear rclitiado o nielbor possivel,
a IMI o 80 rs., cro de. bieo muilo proprio para 80-
pa, a 240, painso, a 100 rs.,aicile doce do Lisboa e
muilo honi, a 640, vinagre dilo, a 120, dilo da Ier-
ra, a 80 rs. a carrafa, e outras cousas mais quo se
far o preco vista do comprador.
Vcnde-sc capas de burracha prel, a vinlc mil
rs. : na loja u. I, da ra do Collegio.
Yeode-sc jaropes de fruas do paiz.: na Ira-
vem da Madre de Dens, n. 4 o (i.
Vende-so lli eneraras, sendo cinco escraras de
lodo servicp, mocas, de buuilas liguras ; uina mo-
tila do dado de 20 a 21 anuos, que citsamma o
cozinha ; 2 niolccolcs de 10 a 20 anuos; 8 escraros
de servico decampo: na ra Direila, n. 3.
Vende-e bilbeles da lotera de
Nossa Senliora do Rosario, a W500
aren da Coneeicao, loja n. V
antlain no dia i~ do corrcult'
Vende- sa Senliora do Rosario, a .vlltl
alerro da Hoa-Visl
Vi ciato.
ATERRO DA ROA-VISTA, I.O.IA 1)1
CALCADO N. S, JLMO AO SI--
LEIRO,
Nislccslabcleciinetilo vende-so ns fazondas pelos
-eciiinles preco- :apaloes de lustre para liomotn,
a :WiM)o|iar, ditos do bezerro, a 310001., sapa-
liesde lustre francezes para rapaz, a 3)600,sapalus
do lastre para senliora, a 1*280, IsttOe IS20, Iwr-
leguina para -enbnra, a 300, sapalos de cordarin.
para senliora feiloi na lena, a 720, apalea do niar-
loqiiini para boinem, a 8IK1 rs., dilos de laa lino-, a
|.%lKie IS600, bengalas, a tilo, ItOBOeMtOO, pen-
lea para tranca intilaiido tartaruga, a IstlKl rs., len-
cos do cambraia com grade e bico, a IJ600, lucios
holiis de bezerro, a .VHKKt rs penles de bfalo na-
i.i ili'-i'inliaracar,a lltttrs., assim como acua de Co-
lunia cm garrafas lapidadas, dita cm lia-ro- grandes
e pequeos, jarros com lianba, saboncles, pomada,
escora- para denles e casaca, um completo sorli-
iiienio do perfumarlas, marroquin, cauro de Itislre,
liezerro. c imitas iittiilas ron-as quese venderlo ba-
rato, a ilinheiro : os freguexea que comparecerem
ue-le eslabeh'cimeulo serAo hem sen ido-.
LOTERA DES. PEDROMAIITYR.
Ao I2:000)j e (i:0(IO,s ile rs.
Na loja de miiule/.as da prora da Inile-
pendeneia n. i, vende-se bilbeles inlei-
ros, meios, (piarlos, ipiinlos, decimos c
ri;I%mn.s, que corre no da lOdejiinlii
Rillii'tes inteiiiis
lylaj.aa rbapos de palhinlia para senliora,
muilo roodertros, e do diITcrcuIcs qitalidades, mui-
para a prsenle eslaco, c por iirccos
muito mdicos : na ra da Cadcia do Rocife, n.
21, primeiro andar.
Oeaeo.
Vende-so gessoem barricas, chocado ullimamno-
Ic : em rasa J. Keller & Companbia, na ra da
Cruz n. 58.
Vende-so para alcun euceiilio, ou para fura
da provincia, una mulata do dti a tOannos, o un
miiialiiiho de H anuos : quem precisar dirija-so Vi
ra (In Cadcia do Recifc, loja n. til.
Remedio especial para boubas e cravoa
seceos, continua a vender-se na botica da rita do
li'invel n. t-l,.|uc fui do finado Sebaslio Jos de
Ollvoira Macedo.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicno' de C. Starr. t C. Cm
Santo Amaro ncba-se para vender uni-
dos de Ierro de superior jualidadir.
Vendo-so um billtor. de goslo mollento, com
lodos osseiispcrlcnccs: na ruada Cruz. n. 18.
Vcinle-so unta muala anula moca, porfcila
costureira c cncoiiimadeira : na.ra Nova ir Gt),
primeiro andar ; os motivos da venda so dir ao
comprador.
Vende-e a rasa de dons andares alraz da ma-
triz, da lloa-Visla n. 28, romenrheirac grande quin-
tal, edificada cm chaos proprios; tambem se per-
iiiula por alcun eiicouho perlo de-ta praca : os prc-
londeules ilirij.im-sc a ra do Trapiche Soro n. II,
primeiro andar.
Moinhos de vento
roinhoinbasde repitvo para recar borlase baivas
do capitit. na fundicaA de I). \V. llorMitan : na ra
do Un......s. (i, 8 c 10.
A 6,000 rs. pequeo, e 5,500 rs. (raadea.
r enilein-se chapeos de sol de seda Ingleu de
superior qnalidade, pelos procos cima : na ra
-l Collecio n. 4.
Vende-ae um nearo de nacan, idade :i anuos
no aterro da lloa-Visla u. :l:l, primeiro andar.
LOJA DE CERA, III A Dtl RANtiEl. N. I.
E-la luja acaba de receber de Lisboa mu coutph-
lo -ni Mnenlo de cera ein rolas das melliorcs fabrica'
daqudle reino, de I al lli ein libra, a-ini com
Inicias propriaa para as rasas que fcstcjain o mea ma
riautiu o Santo Antonio, sendo de 1, lie 7 ein li-
bia, e -e render lano a retalbo, ionio cm cairas .
ronlade dos compradores c por proco co.....indo.
DEPOSITO DE CA. E l'OTASSA.
Cimba (i Amiirim, recrberain pelo u I limo n.irii
de Lisboa barris com 1 ii de superior cal em podra
para o fabrico de assucar, o rendein por mi...... que
em oulra qualquer parle ; c para fecbainenlo de con-
e-latile de polaa americana : na ra da
Meios......
Hilarlos.....
Quintos.....
Decimos.....
Vigsimos....
Ill I.M E
Andrado c\ Amaral, n
ni corle- de casimiras
mulo preco de sOOfl rs
I 2.Sl)ltO
li.slll!
5500
2x700
I.S.")00
,S"0()
DOCE DE BACORV.
r.hecnn rereiileinente do Maranhao nina pequea
pin cao desle delicado doce, o inclina que lia, lauto
pela -ua ercelbnle .pialidaile, romo por conservar-
se poi milito Ictnp....... porfolio estado: rende-sc-
eni casa de Koulci Irmao. na ra da Cadcia Vellia.
SAI'ATOS DE BORRACHA.
Na ra da l'.liiz. conliiinlii a Liugoela n. :'.li. ren-
de -i' supct lores sapalos de borracha, proprios para
o lempo de i duna, e por puco commodo.
VIMIO 1)0 PORTO MIITO FINO.
Veiitle-se superior villllO do Porto, em
barris de 1., e 8. : no armazcinda ra
do A/.eile de l'eive II. I i, OU a tratar no
eseriplorio de Novaes Companliia, na
ra do Trapichen, i.
PARA QUERER lli: PRECISO VER.
a inri.i pataca.
Na i ua do Crespo, u. 11, loja do J
Dias, vende-se urna poreo de cliil
lias eme- e Iwlll paniKM .1 160 is. o
cabnciasa 160 rs. dllaa muilo Iluta
miadinhas aOOrs.: di-so amoalra
uhores.
RAPE PAULO CORDEIRO.
NaruadaCadoiado Rccifeloja n.30, doCunlia*
Ainoiiin. vende-ae btese mciosdilosde rape Paulo
Corileiro.
Vende-ae prostinlos inejetesmnilo novos para
Hambre, latas rom bolncliiuhas de -oda iugloia.quci
JOS de pialo, con-erras muilo miras, sement
das .i- qnalidade- de boitalicc. ehi-c.ul.i-
ic: na ra da Cruz. u. lli, defionle
Cosme.

w Iranrisi-o
ondeadas de
avado : idotn
coi doriitho
deiraudo po-
de I
idlimaiueii
do Sr. Di
DAVID WILLIAM BOWMAN, engenlt
hini-i.i e fundidor do ferro, mui resnoiti
proprielarioa de ei
ro ma
itnenti
eitliin
il e-ta
vapor
halaiiz. ciuiliiina ei
iiiplelameule iiKinlad
publico, que n
porinacliina d
per-
as'da
. par
I"
es colis-
as fabri-
oiii'i ein
obra, a
l.i-
uiiiitinci.i aus -en
fazeudeiros, o aorospoilarel
heleciineiilo de ferro mor idl
na rita do llrum pausando
ellecliro evercicio, ese acba i
roni apparelh'is da primeira qnalidade para
feila coiifeccanila inaions pecas de inachinis
Uabililado pata cinprchoiidcr quaesquer ol
sita arle, Darid William lloninau, desoja ma
licularmenle rliamar a allencao publica para
cuinie-, pin lerdellasgrande sorlit......loja"
lo, em deposito na inesina fundicao. as qu.
Imillas em sua fabrica podem ronipelir.com
cadas cm paii eslrangciro, lano cm preco
qnalidade do materias primas o lilao de
saber:
Machinas de vapor da nielbor eonslrncaj}.
Modulas de calina paia encenhos de linios
manilos, movidas a vapor por acua, ou animaea,
Rodas de acua, muinliiisde renlo o sorras.
Manejo- inde|KMidenle-para car allos.
Rodas domadas.
Aouilliocs, bronzes o chuinaceiras.
Car tilines o parafOSOS de Indos os laliianhos.
Taina, parees, crivoee bocas de fbrnallia.
Miiiiib.is de inaildinca, mor idos a man un |poraui-
maes, e prensas para a dila.
Chapas de fbgaOa tornos defarlnha.
Canos de lefio. Inl neiras de lem e de In nnze.
Ilombas para cacimba c de repiti, mor idas a
man, por auimaes ou rento.
(iiiindasies, galochose macacos.
l'rcnsaslirdraiiliras ede parafuso.
I ciiaceuspara liar ios, carroso obras publicas.
Columnas, ramudas, erados e porles.
Prensas do copiar caria- e sellar.
Cania-, carros de maA c arados de forro, etc., ele.
Alcn da superioridado das suas obras, ja' ceral-
tnenlo reconluiida, Darid William Bowman caanle
a ni.ii-erada eoiiforniidade com os mobles e dese-
nliosremellidos |telos sciilmrcsqiiosc iligiiareni de
fa/er-lbc encoininendas, ipiur eilaudo a orcasia pa-
ra agradecer aos seus numeroaM ainicnsc fregueies
a preferencia cotn quo lem sido por ellos honrado,
e asseuura-llies que nao unpara esforcosediliceti-
cias para rontiiuiar a nierqrcr a sua conlianca.
TA1CIIAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
uta do Rrum lo|jo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Mai inba lia' semjire
i ni i izrande sorlimento de taiebas tanto
de l'abiiea naeionnl niiiin eslranjjeira,
batidas, linidiilns, j;rand r.i/.as, e fundas ; e em ambos os logares
e\isletn rptinilasles, para earregai
noas, ou carros livrea de despe/.a,
os mais conunodos.
precos sao
BARATO.
ua do Calmen 11.11, ven-
ilein corles de casimiras de noros pudines, pelo di-
irle.
ATTENCAO Al) HA RATO.
Andrado 1\ Amaral.na do t'.ahuc n. II. vendein
sapalos francezes de marroquin ecordavSO a SIHI i->.
o par, cbinellas de panno, franrezas. a *.HH) rs.
o par.
Vende-se as legiiintci KOicntes de
lint laucas, das mais novas que lia no incr-
eado, a saber : rbanos rabaneles
brancas e encarnados, nabos rovos e ufan-
eo, nlfaCC alliiiiaa, dila repolliuila, cot-
res sbila, tronxilda, lombarda, salea ,
cebla de Selubal, eoenlro de losseita',
segorellia, ccnotuiis, pimpinella, repolho,
\ieoria, e lmales grande! : vende-se em
pinino inaior e mais btalo para acabar,
na ra da Cru/. do Reeile, n. <>-. venda
de MarltnsV Irmao.
Vndese o iitcenlio Cumbo, silo na frocuezia
de San Jo- de lle/onos. situado ua malla do Sul,
be d'agua, o para muer n,lo precisa so ttlilisar do a-
cude por ler rio a mover-so com o mes...... pea, sor
muilo torio; lem linas ninas, ra de murado bedra,
boa limonita de asscnlamenlo, boa sortaria d',14.01a,
um ar amonio para fazor farinha.o.....cerrado.C com
le tas de caima : quem n prelendor dii iia-e ao cn-
conbo Roa \ isla, a fallar com o propriotario Jos
Antonio da Costa Iliaca.
LOTERA DE NOSSA SE.MIORA DO ROSARIO.
Na loja de t portas, esquina da ra da Madre de
Dos, vende-se os muilo afortunados bilbeles desla
lotera a i^.itllt rs.. que corro a 27 desle mea inpie-
lrlvclmonlo.
Depoillo do fabrica de Todos os Sanloi na Baha.
Vcnde-sc, em casa doN. O. Riebor &C, na rita
da la 11/ 11. i, atcodao liaocailo d'aquolla falirica
aiuilo proprio para saceos de assucar o roupa de es-
craros, por preco commodo.
AOS FABRICANTES DEVELAS.
Vende-so cera de carnauba, e erara do Rio Uranr
de inuiliisuperiiir, o por commodo proco: no ar-
mazn! de D. R. Andrado o. C, ra da Cru/., con-
trono o chalarla n. 10.
\'oudo-se um carrinlu do i tudas com i aseen*
senlos, -ondo 2 pata menino-,nun lancee varaos pa-
ra I o 2 oarallns, ein muilo tumi estado por ler sidd
fabricado a anuo < inotu, por prero commodo: o-
prelcndeillea ilirijam-sc ao aterro da Boa-Visla n. (i.
segundo andar, das (i a- 10 horas da iiianh.ia.
O abairo assicuadn, acento nesla praca do Dr.
Ilraiuhelb, faz. scienle ao respeilnri I publico, qur
pela barca americana Emilia Manioc, entrada 1111
corrale mea, lem recelado novo proriineuio do pi-
llllas recelaos ; es-as pilulas, elijo autor lunfa para
garantir sua cieellencia, lornam-ac muilo reo
inendarei- por ser um medicamento inleiramenle
innllensiro, [mdendo applcar-se ali; is criaticas re
com nascidas : ltimamente -e lem appticado a lima
iiiliuidadc de molestias julcada- iiicurareis, At: coja
appticacni -o lem lirado Mal felizes ie-ullados, qu
parococada re/mais resnlvido o problema do mu
romodio universal: vende-se na ra da Cadoia Ve-
**" Iba n. til, linlira de Vicente Jos de llrilo.
'.".Vn Vendes......aiionda-scnenconhuTclociaplin,
dislaulc desla praca iluas loctias e lucia, tmenle a
corrente, com boas mallas e Ierras de plantaran, lma
casa de rireuda, o animaos de roda : os pretenden-
les dirijam-so ao lerceiri.sobrado da ra do I i-nn
dos.
COLCHAS RUANCAS COM SAI.PICOS
a 1X600 cada nina
na ra do Crespo, loja da esquina que rolla para
a Cadela.
Vende-se :i ricos eoeiros bordados de inali/.
do boin cosi, por proco commodo : na rita da Ca-
dcia de Santo Antonio, 110 .secundo andar do sobra-
do n. I}, da esquina.
TOALIIAS ECONMICAS
para mesa a I.?5titl0
na. rni do Crespo, luja da esquina que rolla para
a Cadoia.
SEMENTESDE IIORTAI.ICAS.
Vende-se leinentet de liortauca de to
tas asipialidadcs, ebegadas provitiiaiiieii-
te do Porto, por prero commodo : na rita
Direila, venda 11. 7(i, esquina do beCCO
dos l'eecadosMorlaes.
Vende-se eolelias brancas de sal-
picot muito encorpadas, |tropriaspara o
lempo de fro, a 1,600 rt. cada urna: na
ra do Crespo, loja n. (i.
Vcnile-se ulna porcao de Mnraptm-
ma : no eseriplorio de Novaes & C., rita
do Trapiche, n. 54.
Vndemete relogios de onroe pra-
la, patente inglez : na rita da Sen/ala
Nova u. 42.
AGENCIA
Da Fundicno' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste csliibeleeiinento ('onlinta a llo-
ver um completo sorlimento de atoen*
das e mema niiienilas para eiiijenlio, ma-
eliinasde vapor, e tai.Vul de ferro batido
e coado, de lodos os ttimnubos, pata
dito.
ca-
Os
pi
:,!.t
i
Cadcii.....llocife n.30.
Vende-ae cora do carnaba,nrlmcira sorle :na
na da Cadela do Recite n. 19, primeiro andar,
Vende-so superior lio do rolla muito proprio
para coser saceos com assucar, cm casa do James
Crahlree A C. : ra da Cruz n. 1:1.
- AOS SENIIORES DE ENI.E.MIO E AO vy
PUBLICO E.M CERAL. &
& l'ara escraros-riquissiina fa/.enda amo-
x\ mcricana, de um lecldo inieirameulc no- su
Jg< ni, quenlliroce nina duracao imnicnsa, Mo ^
3 s pela mira fnrin,i porque he Incida, como ^
lamben] pelo granee COrpO quo lem : osla ^
boa foseada vende-se somenle no armazem S
r~\ armaaem de rasendas btalas da ra do Col- *r
vg lecio, o. 2, o pelo naralissime proco de loo 3^;
."itHl.StlOD RS.
Vendc-sc pm "iIHI-ikki r-......la Ir pncraphi.l rom
mais de TOO f de irpos multo bem sorlidoa. e un
liimi prelo de ferro o pao : a qiioiu eunrier dirija-so
a ra das Croma n. 28, secundo andar.
Vende-ae lencos, e loallias de labrrinlho ,
chocados acora do Aracalr por procos mui coinmo-
dos : na rua da Cadoia ilo Rocife II. 1!). primeiro
TAPETES DE ESPARTO
veiulc-M mi rus d<> Cadoll 'lo Herir ii. is
iiiciiii iimliir.
CAPACHOS COM ARERTURA.
Vndelo capadlos rom ibertorii para nctu inrjn ilc silii : na niii primeiro anuir
Na rua doVlgariOa n. 1!*, |nimciro andar, ven-
de-af superior farallo cm sacca, pelo prero da
-l>*i(mrs. porcada una.
Ajnela de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. (>, annaxein di- Me. Calmonl
fij Companlda* acha-ao couirtanleinciile dom wrll*
metilos de l;ii\;is de ferro roado Italiiln, (iiilo ra-
sa como fundas, ntocodas iiwliran loaa de ferro pa*
ra aulmacn. naoa. ele., dilas para armar em m.nlei-
ra de lodoaoslainanliose ntmlologoainafa, modornm,
macltiua horisonlal para vapor rom for^a de
l cavado*, cocos, passadeiras de ferro eslanliado
para rasa dr purear, por menos prero nucos de CO-
lire, esro\ens para na\us, ferro inule/. lano em
barras romo em reos c lolliss, cludopoi haralo
prero.
Vende-se vinliu da Madeira de superior qua-
lidadeemquarlosa oilavosdejiipai por proco com-
modo: noainia/.em de N. (?.Hielier <\ Companhla
na rus da Crui u. .
AO IM III.ICO.
No arma/ein de a/LMidas haralas, rua do gj!
Collegio n. 2, vendo-MS nm rompilo smii-{J^
moulodofaiendas linas e grossas, por preeo w^
mais liai\o do que em oulra qualquer parle, JV?
lano em porn'rcsroiiiourelalho, aliauraudu-
soaos eouipradores um s ircrn para lodos :
eslc eslaboleciinonlo abrlo-so de comhinacfio
roma luafor parle das casas rnmmerriaes in-
gloxas, Iraiicezasi allemAss e suissas, |Mra
\ender fa/endas maiscm eonla vondido: e por isso oflbrecondo elle maiores
vaniaKOns *l quo oulro qualquer; o pro- J,1^
priolario di-ssc imporlaule e*lat*elceinicnln f
convidas todosoa >eus |islrelos o ao puldi- iV,
U ro em izeial, para que \eidiam a hem dos S
^J seus Inlereasea comprar fa/endas baralas lT,
${ no armasen* ds raadoCotlegio a.% de An- ^
(i^J Ionio Lu/ dos Sanios. ^
i m-wt?m%mmm
NA RIA DA CRUZ N. I">.
Vemle-'-e na rua ta Cru/., arina/.em n. I.*, i* i:cue
ros seiminles:
Carne de vseca salgada*
(lobrc em follia para forro.
Itemos do faia americanos.
Oleo de lindara, IJS900 ra. < gala.
Tiula verde cm ina^a, a IWI rs. a libra*
Dila vermellia em massa, a ISO rs. a libra*
Calms de lindo de ludas as grasura, a :N?00n rs. o
quintal.
Vemle-sc a lal.erna silano horco do Pcixe-
frilo n. .'i: a Iralarna mesina.
Vcndc-sc um sitio na estrada lo Arraial, jun-
io ao do Sr. procurador (lenca Jnior, pela parle do
este, com casa de taipa. mullas anores de froclo,
boa sgua do cacimba para beber, e com proporeoos
para se planlar oque qui/cr por ser muito hoa Ier-
ra ; OS prelendcnles dirijam-sc a rua da Sen/ala
Volita n. l ou liS, a enlrndei-so CODlJoao Ahcsdc
Smi/.i. a qualquer hora do da.
Vende-se ii. 5 Ja ruadaCrut.
Na rua das Cruzes n. -22, vcnde-sc urna rriou-
la 030 anilOS, que engommamuitn hem, cose chao,
rOZloha c lava de sah.lo, una dila de ele|aiilc figu-
ra, de anuos, queonaomma liso, cose mullobem
chao, marca clava desalwo, c um inolci|ue, crioulo,
de I anuos.
lotera do ROSARIO.
Na bija do calcado da praca da Independencia,
esquina ipte rolla para a rua do Caboioi, vende-se
bilholos desla loloria que corro iiifalliroliucntc no
da Ti do corrodo, a luido rs. cada um.
DEPOSITO 1)E FUMO.
Vcndo-sc fiiiiio a lolalhoo por alacado, de pri-
meira i- muida qualidadc da Rabia, c primeira da
lena : no Jiairro do Rocife, horco de Jos Caob.....
n. i o 1, fabrica de charutos.
A PECHINCHA ESTA' OL'ASI ACA-
RADA.
Na loja da Estrella dos baraloiros Crcsoro^ Sil-
roira, rua do yueitnodo n. 7, defronlc do heceo do
Peise Frito anda lem um roslo do alcaides que i|uo-
roin botar fra |>or lodo o proco, como sojain oti-
las em retalhos, muilo linas, corado 110 rs. loratt-
Jo o rclalhu.
" Hilas cm licoa un |iouco iracas, covado 100
Hitas, muilo bonitos aoslos e coros livas IHO
Riscados franco/os muilo bonitos ctinos n 180
Camliralas de cres, muito laraas e proprias pa-
ra corlinados, mi onlrasobras idnticas, corado IJO
Corlen do lucias casimiras do algodao para calcas,
corte liW).
Alpacas da cine, mallobanllaa, covado6*0:e
um completo sortinicnlo de fazondas mais baratas
do que em oulra t|unlqacr parto.
AOS SENHORF.S DE EN6ENHO.
O indino (la itivoiii'iio' do Dr. Eduar-
do Stollc cm Berliu, eiitin-efrado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vitnuigeni para o melliurnmento ilo
assucar, aclia-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metliodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber c\ Coiponliia, na rua da
Cruz, n. 4.
MOEXDAS SUPERIORES.
Na fundicno de C. Starr & Companliia
em Santo Amaro, aclin-se pira vender
11 ii um ii las de caimas todas de ferro, de um
modello e construc^o muito superiores.
Charutos de Havana.
Os melliorcs (pie teem viudo a este
meirado, vendera-se continuadamente,
ein casa de Britnn Prtieger & Cotnpan-
liia, na rua da Cruz u. 1U.
MOBILIAS DE FERRO,
como sejan, endeiras de dillerentes mol-
des, mesas esol'a's, Indo do mais tnoder-
ilo gusto, viudo de Paris: vende-se na rua
na Cruz, n. 10.
DKPOSITO DE CHAPEOS DE SOI.
Francezes, rua da Cruz n. 15.
Primeiro andac.
tts Sis. Manool A Villan tcotn a honra do par-
licipar ao mspeilavel publico, principalmonte aos
senhoros loaistas que acahain de recelier um rico
o completo sorliinonlo de chapos do sol de soda,
para lioincm o para senliora, lieuunlas do todas as
qiialidiides o precos. As |>cssoas que ns bonrarein
com sua eslitnavel prosonca licarilo salisfoilas da
qnalidade dos dilos c da roducciio dos procos :
vomle-se em porcao, a pra/o v a ilinheiro, a casa
oslara abortado uieiodia as 1 horas da larde.
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Bi'iuui Praeger dt Companliia, na rua
ila Cru/, n. III, rcccliri'aiii de novo un
sortiinento de inslriiiuenlos de msica ,
Como se^ini, II.mi ns de clmiio <*m mi Ihv
mole fu, com \ cliarcs ; pistilos com sita
competente caixa ; flautas de buso; vio-
los de diferentes qualidade>,e comma-
cllillismo ; assim como violos ci(|iiis-
simos, lodos guarnecidos do madiepero
la ; tambem recommendam o son gran-
ilo sorlituoiito de lodos os mais iuslru-
monlos, lano para orcltestra, como pa-
ta mttsicn militar, por monos preco do
<|iic cm oulra palle, sendo pata liiptidar
contal.
Vende-ae un escravo pardo de idade de 18
anuos, cotn um pequeo defeito cm urna pona :
na rita do l'assoio, loja n. I.
FUNDICAO' D'AURORA.
Nii rundirlo d'Aurora arha-seconsluutemeiile um
complelo sortiinento do machinas de vapor, lana
ifalla como do balsa pressffo de modclles os mai
pprovadoa* Tambem se spromplam qualquer RWms u,ue
preslexa
da de
II. .1,
no iiossam desojar com a
ometaes lerfio mandados
pina as ir asseular, e os rabrleantos como lein COSlUinc aliaucam o pcrfellO Irahalho dellas, e se res-
ponmliilisim por mialqncr defeilo (pie pussa uella
ji|i|)aieter durante a primeira sala. .Militas machi
as de vapor concluidas uesle eslnhelccimenlo lem
oslado em constante servico nesla provincia lo, l,
e ale lannos, cai-cuns lem osipjdo mui Ensignift
cantes reparos, e Blgumas ate ueiihuns alisolulameii
le, ariresretiihi que o consunmu do ronhusli\el he
mui inconsitlcri\el. Ossenhoresdeenffenho, |m
i.....Iras qitaesquer pessnas (pie precisarem de mi
chinsmosilo rcspeilnsamenle convitlados a \isilar
eslahelei'iuiculo cm Sanio Amaro.
DAURORA
O..> V i --... '
C. STARR A C.
tospoilosanionle annuiiriam quo no sen o\lonso os-
laboleeiinenlo em Sanio Amaro, continua a fabricar
com a maior porfoicao o prontptido.loila aqitalidado
de in.iiliini-inn para o uso da agricultura, nav
cao o inainif.iclina, e que para inaior coinmodo do
seus n.....oreaos tregete* o do publico em aera!, lem
aborto cm um dos "raudos arniazens doSr. Mesqui-
la na rua do llrum, alia? do arsenal de iiiariuba
um
DEPOSITO lili HACIIINAS
cimslriiiilas no ililusoii eslaholociinonlo.
A lli acliarao os compradores um completo sorli-
.....Illo de mocadas de calina, com lodosos inellio-
ramcnlos alinins dollos novos eorlginaea deque i
orporioncia do niuilns anuos lem mostrado a eros
sidade. Machinas de rapor do luir o alia prossiio
lairas do lodo lainanlin, laiiln batidas como fundidas
carros do nio o dilos para eonduair formas do assu-
car, inacliitias para moer mandioca, prensas para di.
tu, tornos do forro balido para fariuha, arados de
forro da mais approrada i.....slruocao, fundos para
alambiques, rrivos e noria* para fimialhas, ci.....i
inllllidado de ninas do ferro, que seria oiifadiinlr
enumerar. .No inesnio deposito osisle i......peaso
inlclliscnlc o habililada para receber indas a'en
cominoiidas, etc., etc., que os niiniineianlcs conlaii
do com a capacidade do suas ollii inas o inaeliiiii-ini
e pericia do son-: utliciaes, so rniuprninellein a fa/.or
orecular, rom a inaior prstela, perfoii.au, o erada
couformidado r.iin OS modelos BU desomos, c inslruc
enes quo Ihe forem forneridss'
POTASSA SIPERIOR
-----Vendem-se por preco muilo cora.
modo, no armazem n. 7 de caes da
alfandega, dejse Jonrpiim Pereira dc
Mello, ou no esoriptorio de Novaes &
Companliia na rua do Trapiche n. Tii.
Veude-se soperior fariuha da torra cm saceos, p
mcsino a relallio, dila de barco de S. Malhcus, e do
S.Calhsrlna tambem em saccase a relaUu,carroid*.
casca, ludo por preco muilo coinmodo: ua rua do
Kangel arma/om n. 26.
Vende-se um prelo crioulo, moco e sadin, |ie"
Sanhador de rua, e unta ncgnnlia de Vinco anuos c
muilo bonita : ns rua larga do Rosario, n. 35,
Vendem-se verdadeiro vinlio de
champagne de excellente cjinilidndc, c
milito em coqtu, para I<| ii casa de Brunn Praeger i C., na na
da Cruz, n. 10.
ANTIGUIDADB E SUPERIORIDADE
DA
SALSAPARUILHA DE BRISTOL
sobro
A SALSA i'.Kl.ll.ilt DE SVMIS.
Attoncao'
A SALSA PAHRIMIADE BRISTOI. datados-
de 18.12, c lem ronslantenicnle manlido a sua rr-
pularilo sem nceessidade do recorrer a poinimsns
amiuncins, de que as preparacoes do mrito |nideiii
dis|ioiisar-sc. O successo do Dr. BRISTt)!. lein
provocado infinitas invejaa, c, entre outras, as dos
Srs. A. R. I). Sands, dc Ncw-York, preparadores
c propriclarios da salsa parrilha rotihecidj |iclo no-
mo de Sands.
Esles senhoros solicitaran! a agencia de Salsa par-
rilha de Itii-inl. ccoitio nflo o podessein obler, fa-
bricaran! unta imilafn de Hrislol.
Eis-aqui a caria que os Srs. A. II. D. Sands cs-
crcYcraui ao Dr. Brislol no dia 0 dc abril dc IK12,
o que se acba em nosso poder
Sr. Dr. C. C. Bri/lol.
Bfalo, &C
Nosso aprcciavel senhor.
Em lodo o anuo pausado Ictnos vendido ifiianti-
dailen considerareis do extracto de Salsaparrillia dc
Vine., o polo que our irnos dizor de mm rirltidc*
tpiellcs' que a lom usado, julgamos que a ronda da
dila medicina se auutuciitar muilittimo. Se Vnn
qui/cr fa/.cr um convenio cotnnosco, eremos que
nos resultarla multa vanlagem, lano a nos con
Vino. Tomos muilo prazer que Vmr. nos resnond.
sobre este assinnpto, c se Vme. vicr a esta cidad
daqui a um mez, ou causa scniclhanlo, loriamos'
muilo prazer em overem nossa botica, rua do l-'ul
Ion, n. 79.
Ficam is ordensde Vmo. seus seguros serridore
(Assigindos) A. R. I). SANDS.
CONCLUSAO'.
I.SA antisuidade da salsa parrilha de Brislol h
rl.n.......ule provada, pois que ella dala desdo Is(_'.
oipie a de Sands s apparereu ein IS12, |>oca 11.1
qual este droguista nao pddc obler a agencia do |lr,
Brislol.
2.c A siqicrioridade da salsa parrilha dc Bristnl
be incontcslarel; pois que nao obslaulc a coiiour-
renria da de Sands, ede unta |mrcao dcoulras|ire-
para.r.oes, olla lem maullo a sua reputacao ein qua-
si toda a America.
As numerosas experiencias fcilas com o uso da
salsa parrilha em todas as onforinidiides oritrinail*
pela impureza dnsaninie, co Imiu xito oblido ms.
ta corle pelo lllm. Sr. Dr. Siaaud, presidente da j
academia imperial de medicino, polo Ilustrado Sr.
Ilr. Antonio .los Prvelo em suactinici......ni -na
afaiii.nla casa do saude na (i.iniha, pelo lllm. Sr.
Dr. Saturnino dc Olireira, iqciliro do cxcicilo, e
por rarius oulros mdicos, pcriniltolll boje do iro-
clamar altamente as virtudes oUcazes da salsa par-
rilha dc Brislol, rcudc-se a ''NJi o rdio.
Vislo arhar-sc de tioru al"'cla a bolica do Sr. Jo-
ti Maria t'.oncalres Ramos, na enliga rua dos Ouar-
leis, niiidiiii-se oulra vez |iara all o deposito da sal-
sa parrilha dc Brislol.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continua a vender se na bolica
da rua do Rangel n. li i, a 640 rs.cada vidro.
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos,naBahia.
Vcinle-so cm casa do Domingos Alvos
Matlicus, na rua ila Cruz ilo Rocife n. 52,
primeiro mular, algodn transadodaojuclla
fabrica, muito proprio para sarcos c rou-
pa de escraros, assim como liu proprio para
rotlcs do pescar o parios para velas, por
preco muilo coniniodo.
lt()II (Al I
i. do nm o nafra mil'
e decreto imperio!.
t)s mdicos ibishospilaosrocuinineiidan o arrobe
l.all'ocletir, como si'iidii 0 iinicn aulorisado polo go-
rernoc pola Real Sooiedade de Medicina. Bale BM>
ilicaincnln d'iitn Koslo aaidarel. e fcil a lomar
em soneto, osl ein uso na mariiiha realdeadc mais
do titl :.....os ; cura radicalmente em pinico teinpo,
com punca despea, sem mercurio, as arrecen da
pello, impingons, aaeonseqocnclas das sarnas, ul-
ceras, c os accidentes dos parios, da idade critica e
da acrimonia lieredilarla doabamorea; coiirin aos
calharros, da bexiga, as conlraccos, e flaqueza
dos oruilos, precedida do abuso das inaecc."ies ou de
sondas. Como anli-srphililiro, arrobo cura cm
pouco lempo os lluxos rerenlea ou rcliehles. que rol-
rom iiioessanlos scui consequencia dn cniprcao da co-
paiba, da ciibeba, un das injceci's que represen-
lam o virus sem noulialisa-ln. I) arrobe l.allcclcur
I.....ipcrialmanta recommeniUde eonlra as docncas
nveleradas ou robeldcs an mor lirio o ao indurlo
de polSio. Vende-se cm l.ishda. iui botica dc Bar-
ral, e do AnUmio Feliciano Alves dc Azeredo, pra-
do II. 1'edi n n. KS, onde araba do rhoaar una
grande pnrefo dc carrafas grandes o pequeas, rin-
das iliroclaSenlc do l'aris, dacasa do Sr. llor roau-
LalTiTleiiv 12, ru llicber iris. Os rurinulai ios
ihim-so graliSjJiii casa do ageWe Silra, na praca do
D. Podro ihj|-. No Porto, em casa de Joaquiat
Araujo; na Baha, l.ima cv Irutos; cm Pcrnani-
huco, SoumlJ Rio dc Janeiro, Hucha & Pililos, el
Moroira, lojf de drogas; Villa-Nora. Joio Pereira
do algales IajIo ; Rio-Craiulc, Francisco de Pau-
la I .nilln v C
No boceo do (joncnlvcs. armazem de Dcano
Voulc tannpanliia rndo-e nieias liarricis rom
superior hirinha de Iri^o.
\ onde-so saces* cun muilo superior mho :
na isi adinlia da alfandega, armazeni dc Jos Joa-
qiiim Pereira de Mello.
VemlB-so coborlorcs Dseurea proprios para
criados, ou eneraros, pelo dimitilo proco de '.SKI rs.
cada um : na loja ti. I, da rua do Cres|>o ao lado do
arco de S. Antonio.
di
ESCRAVOS FGIDOS.
.i
J

li
Desnpparcrcu no dia 20 de abril de 1833 an
escravo por nonio Silvano, roga-se as |iessoas ijiic
pagarem dito cscraro Icvetn-o ao mesmo eoaeaMt
Sanio Ainat inliorrcguczia da Vanea, que scro bem
reriiinponsadas do scu Irahalho.
Est fgido desde o dia 7 dc abril p. p. ots-
rram Jns rriuuln, de idade de 18 anuos, pertencen-
lea Mariauna l.uiza do Albuqucrque, da ridade ilo
Poncdn, c j.i foi r isto ua barra de San Miguel e sup-
poc-sc ler viudo para esta cidade, o qual (em os big-
uaes segiiiutes: estatura mais que regular, cara lisa,
olhos amortecidos, leni a pona da orclha direila car-
iada, noqiicixo nina costura de nina queda em pe-
queo, pos arailes c he ofllcial dc pedreiro, cozinha,
cose c engoimiia : pede-se as autoridades poltciaes,
capitacs dc rampo e mais pessoas, o apprchcndaiii e
oletcm a dila cidade do Pcnedo ou nesla praca i
rua do Crespo n. ti, que se recompensar generosa-
nicitlc.
Desapparoeeu ha poucos dias unta prcla de
noinc Mariauna. magra, fula, representa ler vililcc
tantos anuos, e lerou panno da Costa : quem a pe-
gar, dirija-so a rua do Collegio n. 13, que sera bem
recompensado. ,
Esl rugido desde i de abril prximo panada
o escravo Eutraiio dc iiacao Mossainliiqic. repr-
senla 22 anuos dc idade, sem barba, alegro, altura
regular, bem foilo.nariz um pouco arrcbilado: quem
o [icgar ou dcllo liver noticia, dirija-sc a scu sciilmr
no engenho SanloAniaiiiihodarreguezia da \anea,
quo ser tem recompensado.
No dia tldn corrcnle aiiscnlou-sc dn engeillw
S. Pedro, um escravo de nomo Miguel, crioulo, al-
io, rheio do corpo, lem falla dc deules na fredo,
nariz afilado, a perita direila envergada para den-
tro, aspea grandesc largos, sen barba, c anda coi"
nina carta de padrinho: quem o pegar ler c-o an di-
to engenho, ou no Hceife, na rua Direila, no arma-
zem do-Srs. II.ni in \ Macedo, que sera gcncroia-1
meitle rocompciisado.
__Desappareccii no dia, 9 do corrente, um pre-
til crioulo, ponime Ceraldo, o qual representa ler
do dado 28allO anuos, lomudo valido camisa de
algodao trancado, calca dczuarlc.e com un sur-
rao ; este prelo velo do li rcmellidopelos seiihorw
Caniinha & Filhos, os quaes o linhatii compra-
do a Manuel Rodrigues da Costa, da villa ile-li-
lagrcs, comarca do Cralo. provincia do (.cara, leu-
do dilo cscraro pertoiuido lanihcm a Manool dc Je-
ss da CooceieoCunna ; c para maisesclarcruiicn-
lo Ictn os signaos scguinles : baixo, calicllos nraii-
cos nos pellos, bastante barbado! andar coroor-nK
c falla muilo liaixo: quemo pegar leve-o a rua d.o
Conrcico n. 14, que sor.i bem recompensado, nu
n.-i-nia da Praia armazem de Cuilhernic SoaresBo
leltio.
Desappareceu no da 22 do corrente, um tin-
to, crioulo, com ossgnacs scguinles:idoso, Ja com
alguna cabellos brancos na fenle, muilo paporre-
lo na fall, andar ragaroso c sempre Inclinado para
Maule, as pernas dos joclliospara baixo mullo lovei-
ras, em consequencia dc una moleslia que tere: le-
rou calca de riscadinho de linbo azul, camisa w
inadapublu com palto dc esguio, oulra camisa uc
algodaoda Ierra, ecroula compridadomesmo : quera
ti pegar, leve-o ao Hospicio n. 8, portan vcrdcjimv
lo a casa da riur a Cunta. .
Aluda se conserva fgida a prcla efenna,
desde o dia 12 de abril prximo passado, o consta
ler ido para a cidado dc Santo Auto |wr ler Jala
ippai crido em casa do Sr. coronel Ferraz c o Sr. 11-
Imrlino : roga-sc a qualquer |icssoa que a trourcr a
scu senhor, na rua do Vinario n. primeiro aunar,
l-sc ItjOOOrs. de sralilicacao, ou entrega-la ao
Sr. Dr. promolor publico da cidade da V ictorio l.uiz
Correa dc (lueiroz Barros, que tambem coni|>cnsara ,,
sou traliallm. ., .. an
Desappareceu na madrugado do da 11 do cor-
rente dn sitio do Canhcnguc, em Belieribe. umes-
cravo pardo dc nomo Bernardo, natural do m nao
do Ico, pcrlencenle a Vicente Ferrcira law.
que o comprou aos senhore* Ummha iV IH'"-;'
ii.u- o hotivoramdo Sr. Jos Paslor r erren a I. na.
rujo escravo lem os signaos scguinles: cor cura,
acahcxlado, cabello corredio, barba elTada. pade
paiMgaio, lom um defeilo no "e11^}"1 '
que qu.udo dobra o braco, sabe o osso, q J W i'
rsdo, hodc llura regular c grossiira lr"lK'"'
,1, be In.,. encarad* o aleare, a represcnl. cr .
.pannos do idade: lerouumfacao, o umsurra
com rou, dc pagem, jai|.iela, calca c eoliodc azi I,
na bianca e de ciscado para servir, urna rede
umebante de pello sem gablo : peile-s.- as .n
ules |l!riacs,oua quem ilollesoulier, o ob-o no
a inroliendor o inaiida-lu entregar a-cu -eulmr
Mlilnsilindellelieribo, oiinoR.-rife.n"......
..ti cscadiiiha, que Iwn do so pagarem Inda a-'"
pozas do sua npprohcnsio, sagralllicara gasierofl
tule n quom o apresenlar
ti
li
9mm.,-Tjr. 4.M. F. Part*. -*
MUTILADO UILEGTVEL


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