Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03174


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Full Text
> do-
idai
DIARIO
DE MAIO DE 1853.
N 110.
PERNMBUCO.
r
MVKJO DA SOBSC1UP1JO .
.ubwrove-se a 159000 juranno, o *SO0O por
quarld pago aiiianLdo, o 49500 por quarlel pairo
KFiirido, na casa do sou propriclario, M. Figuelra
ir Furia, naprar-a da Independencia, m. 6 e 8, e no
i;i.' de J. casa do Sr. JoaA Pcrcira Marlins.
Iliiu.i a ii ii- r. Dupratl.
Mani ooo Joaqun) Bernardo Mcndonca.
r H .iiii li.i oo Jos Rodrigues da Cosa.
Nalal ^ ,\i,n\ilf oto Antonio de Lemos Braga.
Cearay un Guiiherroe Augusto de Miranda
M iinliiin o a a Joat^uini Marques Rodrigues.
Para' o o o Justino Jowi Ramos.
fj
CAMBIOS DE 18 DE MAIO.
Sobre Londres 98 !(
Pars, :i o
Lisboa, 95 por cont.
METAES.
Ouro. On(Bhcs[Kinholas.........299500
Mocitas de U9UX)velhas......169000
o de CW00nuas......IGgOOO
o de 49000......... U9000
Prata. Patacoes brasileos........ 19940
Pesos columnarios........19940
a mexicanos......... I al
Aceces do Banco......... lo 7,
Descont doLctlras.......9aII
NOTICIAS IITHANSIIHU.
Portugal.
Ilespanba
l'iiiiii;.! .
Blgica. .
Italia. .
Alcmanha
Prussia. .
Dinamarca
Russia.. .
Turqua .
13 de Abr.
8 de
8 do
3 de b
3 de
3 de o
3 de
31 de Mar.
30 de
28 de o
Austria. .
Suissa .
Suecia.. .
Inglaterra .
B. Unidos 1
Mxico. .
California .
Chili
Buenos-A. .
Montevideo.
de Abr.
de
de Mar.
de Abr.
de Mar.
de
de Fcv,
de a
de Abr.
de
noticias so iursiuo
Para'. 2 de Maio S. P. do Sul 3 de Abr.
MaranliaO 6 de Minas. ... 5 do
Ceara'.. 6 de S. Paulo 6 de 0
Parahilia 10 do 1 K de Janeiro 25 de
Alagas 2 do Baha.... 4 de Maio
partidas dos commos.
Olinila, lodos os das.
Victoria, as quintas fciras.
Caruarii, Bonito e (iaranliuns, nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex eOrrurj, a 13 o 28.
(ioianna e Parabiba, segundase sextas.
Nalal, quintas leiras.
das sa semana.
te Scaiinda. ** 1.a O.
S. Joao Nepmnuceno.
17 Terca. 2, O. ; S.
Possulono.
18 Ruarla. S. Vcnenci
ni. S. Flix de C
19 Quinta. S. Pedro Ce-
h-liim.
20 Sexta. S. Bernardino
do Sena.
21 Salivado. Ss. Mancos
eThenponiiio bb.
22 Domingo, da SS. T.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
tlelacao'
tercas o sabbados.
Fazenda
lerdas c sextas as I Olieras.
JuizodeOrphaos
segundase 5. asIO boras.
I'rimeira tara do cicel
tercas o 6. ao mcio-dia.
Segunda vara do civel.
quarlase sab. ao mcio-il.
EPUEMEB1DES.
Abril 30 Quarto niingoautc as 4 boras 30 mi-
nulos e 40 segundos da manilla.
Maio 8 La nova as 2 bora, ti minutos e 42
segundos da manilla.
. o 16 Quarto rrescente as 8 horas, 36 mi-
nutos e 36 segundos da manilla,
a 22 La rbcia as 8 horas, 32 minutos e 27
segundos da (ardo.
, PBIAMAB DE HOJE-
Primcira a 1 hura c 18 minutos da tarde.
Segunda a 1 hora e 12 minutos da manliaa.
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO SO IMPERIO.
Explrate*' do Rio de S. Francisco.
Illni. e Exm. Sr. Depois que live a honra do
rtiniir a V. Exc, do porto da villa do Joazcivo, Sol
.i ilala de 9 de dezembro do auno prximo passado,
0 meo ollicio, om que partri|iCi que liulia conclui-
do ate aquella villa as operaro concernciilcs A ex-
plorar. do curso do Rio de S. Francisco, conliiiuci
iiiiii ella* al i villa da Boa-Yisla; e como as ca-
rliociras daquelle |H>nto, rio nbaxo, em tlircct-ao ao
l'iiiil'i Allonso, lian admittem a navegacAo por har-
a-, por isso mi obrigado a abandonar aquella em
que liuha u seguir a viagein do novo em ajojos ; as-
an) |naliqucr, e passei por lodos os pergos quo pa-
ra a navciiaco apresenlam as racboeiras dos Curi-
|ins, do Fu/.il, da Vellia Vicira, do Ferrete, do Sac-
ro Torio, do l'.-iicii", do Inhanhun, do Angiro, do
l'.iin, .la- Cabras, do Serrote da Panoli,i. da liba da
Villa de Santa Maria.de S. Flix, do Ararap., do
llesalara-Calrjo, do Marv, do furioso Canlaqallo,
ila Pedra do Rodo, do Moleque, do CamcIeAo, di
1 i liim. da Fouce, do Panib, do furioso Pamliuzl
nli, da lavclla, da Fazenda Vclba, doTucut, do
Moc, ilu/aliique, doCaxauhy do cima, do (Jnclirit
Canda, da Missiln, da Panclla, do Rosario, do lar
rali, do Caxanli) de baixo, do Artiipii do Sacro, da
Panclla do Dourado, do lim Vclbu, do Corlme, ib
Itiiilvllas, do Fura Olbo, do |ierigosssiino Espinho
da Croeira e do Vo, onde o mcu ajojo ouralhou so-
re loclieilos na maiiir eminencia do Sallo, c anda
que coirn inuila agua em aquella embarcarlo, lo
laiia fui salva pela roragein o iiilrcpidc/, dos canuei'
rus; passei depois |>clas cacbnciras da Ilaruliara e
la Panella, |>odco abaixo da Vargem Redonda, al
i fumcgaule cacbocira do Itaparica, que por si si
em Kf palmos de altura perpendicular, e na qual
lio lie possivel passar-sc ein canoas, pois ja pelo e
ailn cncacbocirado e empedrado do rio, achei-mc
ilirigado de dcixar o ajojo na Vargem Redonda
dosel pela margen) do rio, por Ierra, al 3 quarlos
ile legua ao thn da dila cachoeira, e seuui o cui"su
do rio dcste nonio ein canoa al ao arraial de Nossa
v-nlioia da Gloria do Corral dos Hois, o il.ilii rnin
i'i mi'ii-.i ihihenl l.i.lr. trabalho c imiuiioiile pcrlgo,
iihre cacbocirase entre penedos c pedras. al Ya-
lh.i-ine-Deos,silio no lado da provincia de Pcrnam-
Ihico, flcando o sitio da I 'tipoi a de Paulo Allonso,
i|ii,i-i ilerninlo na mareen opposla e lado da iirovin-
ria da Babia. De Valba-inc-Dcos desci iciua c
lucia por trra, |>cta margein do rio, o qual conti-
na a ser colicrto do pedras c racboeiras, e non atl-
iiiilleiiiaisnavegacSo al ti portentosa raclmeira de
Paulo Alfonso, OM iiassuasdiias primeiras calatln-
pa tem una ji palmos e oulra 66 de altura per-
|H'inliriilar. Apressei-me qiianlu me fui |ossivel
para aleaucar esta cachoeira ainda sein inaior cn-
rlienle do rio, para que, favorecido pela oslaran, es-
Ireu......culo seca nislas altura, podes inais con
\eiiicnloiiiciitc cvainina-la, o que alcancei. puis, em
los e confusos, como V. Evo. vera a sen loin|M> com-
paraudo-os com a planta que daquelle riocslou le-
vantando.
Escolhi este ponto, o Arraial da Malla de Agua
Branca, para deposilar parle do mcu Ircm, resta-
bcleccr a Brinda sadc c a dos ducnles d.....hiba
comitiva, quo padecem de febres intermillciiks,
dysenteria o sarani|>os,siipprir-me de maiitimenlos.e
levar iiuicameutc cumign os instrumentos inais in-
dis|iensaveis para concluir o nivclameiiloc mcilit.tlo
da cachoeira de Paulo Allonso, e seguir rom estas
operaras riu abaixo al Canind ou Piranhas, c do
luao mar. Para so cllerluar a coiidurco dos oli-
jertos que para isso iudis|ieusavcliuenle devo levar
coinigo |iara aquello agreste c desprevenido scrltlo,
apresenta-sc a maior diflieuldade, parlirularmeulo
|>olo fado que paraos aniuacs de carga nao ha na-
da de comer, c inesmu ha falla do agua em aquella
paragem, pois o rio be, excepto o porto do Salgado
cscinclhaiitcs pasugens, em feral Inaceenlvel, cor-
rendo entre paredn perpendiculares de rocha iw
de glande altura ; alm disso silo as suas mar-
geos lechadas pur IimI.i a casta de plantas espinho-
Espero anciosan.....le pila remessa dos iiislriinien-
tos que i'iil i no meii ollicio de 9 de ile/.cmbro do au-
no prximo passado que V. Exc. me tizesse a graca
de mandar.
Densguarde a V. Exc. Arraial da Malla il'AglM
Rranra 16 de Janeiro de 1853. lllm. e K\m. Si.
Francisco Coucalvcs Marlins, ministro e secretario
de estado dos negocios do Imperio.Fernando llal-
AM, engeoheirn encarregado da exploraelo do Rio
de S. Francisco.
lllm. e Exm. Sr, Com salisfacflo participo
a Y. Bxc. que liuuteiii I.- do crrente me/., noncus
instantes depois de minha clicuada a esta cidade. fui-
ine entregue poto delegado de polica do dislrirlo
do Penedu mu nllicin do prcsiilenle desla provincia
das Alagas, de 7 de fevereiro prximo passado, em
3lie rcmetleii incluso o ullieioque V. Exc. re dguou
irigir-niesuh adata de 26de Janeiro do presente
auno, ejunlaiiiculcditas latas que deviam conler os
iiislruiiienlos de nivelar que \ Evr. fez a graca de
mandar comprar |hh roinlta cunta ; abr laes lalas
em prcsenc.i dojnll de direiln, Dr. Jos Vicira Ro-
Irigucs deCarvall.....Silva, c, ero lugar de adiaros
inslruincnlosaciiua Indicados, acbci estampas de (i-
gurinosqucdevein servir para o modelo do futuro
fardanicnlo da guarda nacional. Devolv Inunedla-
incnle as referidas lalas ao delegado de polica com
o peslido de reenva-las sein demora ao governo da
provincia das Alagas, o solicitar a remessa ibis ius-
liiiinenlos ; e ueste sentido ofliciei au|nesidcnteda-
luella provineia mandando por mu proprio o iiieu
illicio para a cidade do Macelo.
Cun Inditlveis fadlgas, periuns c penoso, porcm
idno Irabalho, Iciilin concluido a exploraran do de fi
11 rali' iiiiv. dia seguinlc ao da......In clieg.i.
da, ciimecaraiiias aguas do rio a crcsccr oulra vez
rale agoraassimcontinan! lentamente; mas a scc-
i'a persiste ncslas alturas, e, por falla de pasto, j.
iiiinrean a inurrer inultos animaos ; pois a brola
de novemhro dn anuo |>assadti marcliini em eon-
SS|lieneia do sol abrasador, c estii presentemente
lorrilicada.
A' vista do grande numero ilocacliocirns queexis-
loi......Rio de S. Francisco cutre a tillada lloa-
Vi,l,i Igreja Nova)ea cachoeira de Paulo Aono,
\ cuino ja aulcriorinculc refer OSnameBdas princi-
pacs, o visla dos rirsulladus que colligi, seja-mc
IKTiuillido prevenir o V. Evc. que julgo evlrema-
incnle dispendioso nesla lecejlo do rio [anda que
i"n-iili'iii i'\i'i|ni\el o niclliurainenloda navegacAo,
que soenrresponde a seu lim quandu ella he livre
r daimpedidl a cada lisiante, |mjs se se lentusso a
i'anah-jt'ao. ueste caso seria necessario procurar
com o canal o terreno apropriada para isso, e una
olla mu extensa c lateral ao rio para se poder rc-
u/ii n forte declive que actualmente existe no cur-
io ilelle, na referidaseccao, "xailuacao suave que
leja conveniente fcil navegaran por barcas de va-
lva- c qnaisqucr nulras embarcarnos ; poder-se-hia
landiem inellinraro rio nosta partcconslruindo-sc as
i.....Duarlos eclusase seos cninpclcules canses; po-
ri'iu estas evigiraiu lat enorme soturna que desanima
lcnl.tr scmelhanles libras; tambetn ser iiironvc-
tiictilc, mi .....-un intil, quebrar-sc asracltociras,
i'......i se expressam gcrabncnle por atpii, porque os-
las cachoceiras nau silo formatlas de pedras solas, tic
ti'iili'-. mi de simplices ou eslreilos bancos de ro-
tli.i-; do iiiiilrario sao formadas sobre a baso de
ii.uiilrs scrrai que o rio no seu curso de Este a Oes-
I 'S. O. dcslliorniioll, calravessa al SO nivel tlu
actual leito secfics que s ve/es rompreheinleiii
i' leguas de coinpriiiienlo, e ncslas he a qualidade
uerochas de todas as cacbnciras sem evrepcao, tlu
Mili- iluro uranilo ogness, rujas rochas, slo sem
ilnviila aiiiiitinuar.lodaquellasde que he compwla
rordilheirade ierras que esblem entre a cidade de
II 11' i'm i. e o mar, e todas as furniaces de rochas
que se oiicoiilrtim cnlrc as ciliados de Barbacana c
Diamantina llraveSHun o rio j em altura superior,
que lio da villa de Carunbanha al Sent Se, as
qii.iiss.ioo llacolumte, oSchslu lalcosu, o Schislo
nroilifeio, uSchisto de ferro mracco c de ferro ol-
-i-Iii Jacutiiiga, mina riquissima tle ferro cmiro', e
padracalcrea. Deandomaisoa menos as villas de
Alguexique, c Pillo-Arcado no centro do curso das
loriiianies aurferas c diamantferas que laes rochas
'oni no seu seio.e quevtn to sol a norte, e loiuain
a mi,i direceie dc|K>is tle Icrem atravessadu a comar-
ra do Rio de8- Francisco, na provincia da Balda,
l'ira a do Piauhv, na parte limtrophecum a do
t.car.i, conforme |tosso presumir ti x isla tos mappas
das provincias de Piauliv, Pcrnainbuco, Alagas
Scr^ipe e Baha, cditos |ielo coronel (mrado Jacob
'I1' Siemeyere viscoutledoVjllicrs.sc estes mappas
torcni exactos nesla parle, pois no que respaila o
curso tlu Rio de S. Francisco sao totalmente iuenree-
RitiileS. Francisco al esta cidade. e ler-mc-hiajii
lirigidu t sita barra, se a catraia para o serv leo ina-
riliuio lliquella barra eslivesse prompUl, a qual ac-
lualmenlc esl-se concertando na nial'-ein tlu rio,
prximos esta cidade ; coma me nllirmarain, estar
0 concert dola concluido al O da 10, o parlirei
para a barra no dia 7 mi 8 tlu em rcnlc mez. Do
arraial ta .Malla tl'Agua Branca, e em 10 de Janeiro
prximo pasudo,dirig a V. F.vc. o mcu 8.' ollicio,
coi que dei parle tlu progresso que livoram enlln as
o|ieraciiosa mcu cantoroiircrnenlts .i cvpluracau do
Itio tleS. Francisco, 0 apenas wnlialguina mclhura
da minha satde part para a carhiicitu ile Paulo Af-
ftuiso, c ciiuliuuei com os mencin idos Irahalhns
al ao arraial ta Piraulias, o flualmenle avancel
ueste sonlido a ella cidade. A cachoeira de Paulo
Alhiii-o tem entre o denominado Vaiveni de rima,
e ti Vaitem dehaix mu nonio do Morcegueiro, 362
palmosde altura perpendicular ; levante! a plaa
especial ta cachoeira entre os referidos pontos, e o
meii ajutlanle lirn tinas v islas perspectivas da mes-
illa caehocir.i, asquees socantip|it>rluiiaincnlc apre-
sculadasa V. Bxc. na occasiao em quo eu liver a
huilla tle ilar nula dn resultado dos inoiis Iralialltos
raapeilo i cvplorae.in dasle rio.
lsiuu persuadido que com enorme despeu sen
possivel lazer-M! navegavel o rio neslc poni, porque
a cachoeira dn Paulo .Uliuisn nao corre, rtiiiui uci al-
enle se roppte, eulro sorras altas que cxislain as
suas margara; oleiloesM realmenle profundado
polo ro, para bailo do nivel tle tuna ininiensa pla-
nicie plato:.....le durssimo granito, a qual om
unlios os latios to riu so eslende por leguas, c per-
mute a cunslriiccao de mu canal lateral 110 lerrcnn
perteneMte < provincial da Balda o Sergipe, con-
viudo que tal canal parla to rio de S. Francisco de
un punto npropriado para t-sse lim, e na regUo su-
perior dila raclmeira, e que dcste puni siga om
direccao oriental doisanrio O Serrote to Careta o a
Scrra da Caimabraha ao lado septentrional, de ma-
ncha que enlrc no riu na parle inferior a cachoeira
to Paulo Allonso, prximoc superior a nli cidade
do Penedu, o que sem duvida lie Irabalho gigantesco
e dispentlitisissiinti, pola O canal tlevia ueste can e
ein son maior imprmenlo sor bloqueado em rocha
durbuima de granito, gneis o grel que se encunlra
naplaniee (platean i em que cunvria abri-lo, c exi-
gira a construccao tle grande numero de pvnles-a-
Jueiluclos sobre os riarbes, agora seceos, que con-
uein paran Rio de S. Francisco, para estas servi-
ln do conductor das aguasdo canal.
Tenlar-ae a comelo do leito tlu rio que compre-
hende a cachoeira to Paulo Afloran, para faz-lo
naveuavel nesla parnuem em tlirercan do -ou actual
curso, be ruusa inadmissivel o incx'etptivcl nao si
vista to sen, ctll aquella sentido, tlesfavoravcl esla-
ilu iialiir.il que actualmente aprsenla, mas lainliein
respello enorme despeu que as obras propriaa pa-
ra tal lim, como ccliisas eseus eompclcnloi ca-
laos, etc., ele., haviam de exigir, c em oulro la-
do o inleresM dos immensos rapilacs tlispcmlidos
ciuii sciiilbanles ulnas, comparando-0 como rendi-
111011(0 que so pide esperar om resultado do acriolla-
do estado da industria, cultura, trincan o commercio
na prsenle poca tloenvoiv Ido a helra do rio de S.
Francisco, nao poderu desde ja compensar a desne-
za que se lizer rom essas obras, e porsuailo-ine que
jiMi mu Mu- aunes futuros o nao far ; linalmente
lio jin|Kissivel cITcctuar-se a navegaejo 110 curso do
leito do rio tle S. Francisco da cachoeira do Paulo
Alfonso para baixo ; as suas aguas correni geral-
inonle rom extrema veloritlatlepor inulas vollas en-
tre rochas tle granito e gres (pedra do arca) que a-
pcrlo o seu leito s v ezes smenle a 85 palmos tle
larguia, tle 250 a 100 palmos do fuidurn,leudo elle
em renies siqieriores cmalgiius lugares 10,000 pal
mos de largura 110 seu principal braco : estas rochas
lu mi.in parcdes, ou lalhatlos medonhos, em parle
pouco reclinado!para ftira do lelo to rio, em parle
perpendiculares, c inesmo s vezes prtqiensos sobre
a lupcrflele ou para dentro do rio, importando a
RM altura em 850 a 800 Mimes; a raizdesles enor-
mes penedos be cm a maior parle da sua extemao
longlludlnal, c du nivel dorio para cima al u altu-
ra tle 30 palmes,raberta tle frarres de rorba tic ini-
Incusas ilimeusi'ies, que ftizem evlrcmameiilc tlitliril
a passagem ti p pela margein to rio cm aquellos
timares em que as carboeras nao anniquillaram tal
passagem. Com excepcao tle una insignificante ev-
lensao em fronte dosSititts Noves, ontle a superlicic
dorio aprsenla-*! platilla, cnrrein assuasaguasen-
cacboeiratl.is enlro at|iiellas metltiiilias penctlias, c
altin do seo principal brarn, que furnia a grande ca-
choeira tle Paulo Allonso, ha ainda tinas cachoeiras
de scmolhanlc altura como aquella, as quena ato for-
madas pelos bracei do rio que mseparam delle pou-
co cima da fazenda da Tapora, e enlrain para o
inesmo quasi un quarto de legua abaixo ta caebtiei-
ra de Paulo Alfonso ; por tanto he infundada a op-
niao tle militas pessoas que suppueiu tpic as aguas
to rio pnssasscni uiiiilas pela cachoc ira conhecida
debaivo ilaqucllc lime. Pouco abaixo tas tinas
mencionadas cachoeiras, compaiilieiras da tle Paulo
Alfonso, vein ainda ein seguimeiilo, aquellas ta
l-tirqtiilba. to Veado, do Ventura, to Vaiveni, das
Tres-lumias de cima, tas Tres Irmaas de baivo, ta
Boa-Vista, da Garganta, do Encantado, to Salgado,
do Riacho Fundo, to Lomaran, to Topo, to Ouro
Fino, c nalmculcdi) Canind ; cada unta tiestas ca-
choeiras lem rearaxtivemeulo 8 a 20 palmos de altu-
ra perpendicular.
Da planicie platean' em que o rio de S. Fran-
cisco, da cachoeira tle Paulo Afloiiso para baixo al
Piranhas, lem o sen curso, he a tlescitla pelos talha-
tlus que formam suas inargcus para os poneos porlos
que evislcni no comprmanlo de 13 leguas,os quaes
sito o Salgado, Moiile-Escurii, Sitios Novos c Canin-
d, extremamente spera,iuurcmc e |icri;osa, quau
ilo no Intermedio UOMOI porlos he o rio absoluta'
ineiile inaccessivcl ; o calor entre aquellos lalhadus
he insuppoilavel estibe at 115 graos l'ahrcnheil
ncslas margena lcam os ponetlos c seus fiagmeiilu
tan 1%.....In- pelos raios tlu sol como o ferro I n .ni
a esta, una rollina tle pedra tle granito durssimo,
c sobre esta una concavidatlc de 70 passos de com-
prmcnlii, 10 |i,ims tic largo c 15 a 25 de fundura,
Jnc esta ainda em parte cheia de rea tic granito
i'|'miii|hi-|m e tle ten-a vegetal, a qual cobro a ossa-
dacolosial pclrilicada tic un mcgathcrinii. O ci-
ma dito fazendeiro uniti-se, ha |Hiuro lempo passado,
rom os seu-\isiiihns |ara limpar a referida ronravi-
dade allm tle servir depois de descnliilhada ,
ilc tle|Hislo das aguas pluviacs c de bebedor para as
suas cracoes.
Agora, se V. Exc. julgar interessante colligir-sc n
resto ta ossatla que se acha ainda coborla part o mu-
seo ta curte, conv ira neslc caso que X. Exc. man-
tlassc dirigir pela presidencia ta provincia ta Main ,
as respectivas ortlens ao juiz de direilo tta enmarca
de Sent S, Df. Lcovgiblode Amorim Filgueirtis,
resitleulc na villa do Joazeiro, parosle providenciar
solirc a proseivaco e remessa ta dila ossada para a
curte do Rio tle Janeiro.
Dos nanle a V. Exc. Chinde ttn Penedo, 8dc
marro tle 1853. I lllm. c Fixin. Sr. conselheiru
Francisco (iimcalvcs Marlins. ministro c secretarlo
tle eslatlo dos negocios to imperio.Fernando llul-
feld, eugeuheiro encarregatlo da e.vploracau tlu Rio
de S. Francisco.
GOVERNO DA PROVINCIA.
S. Exc. o Sr. Prndente cia manda nnnunciar, que dar audi-
encia tollos os iliits litis das 2 as ."> lio-
ras da tarde ; o antes da hora designada
s recebera' os cheles de reparticOet pa-
ra tratar deobjectoi de set-vieo publico ,
que nao admitan demora.
ORESTES E PYLADES.0
(ron Esiepben de UHadelalne.)
SEGUNDO VOLIME.
XVIII
I)clamor tle um accidente grave cspalba-sc n'uma
pntoaclo ruin a rapidez da plvora, quando Ihe pe-
sa o logo ; elle acha 'lira segundo tantos cebos vi-
vos quanles O ruido ilaccnielh.i clcctrira cucoulra
as niivens.
He lotlos os lados viam-sc semblantes assustatlus
iia-jancllas, u iiiisalciradas raziain entrar seus fl-
u", e o- liimicns laraavam seus tiahalltns para cor-
" "'in para o lugar da desgrana.
Paulo lliimaiit'l instruido tamlicm da noticia lan-
u-se na ilirccco opposla. Elle bem tlcsconllava,
Pie iiiiiauein misara avisar a-Mr. thi Uucsunv do
frign, que rorria sua lilh.i. o aprovciloii esla occa-
"o para apresular-se segunda ve aos olhos to
nao.
Quando o rapaz rliegnu sem poder respirar, co-
Mt\l a haver moviineulo no caslello, o Iwalo do
'alai arniilccinienlo circulava tle bocea cm bocea.
Mullos criado* linham j parlido, os inais avisados
"avain rtnallos, o Mr. du yiie.nuv, que linha de
jOsuina surte atlevnhado essa agla{ao, ebegando
90|ki.i|, observava com una iiiquiclaco iuslinc-
nxao rclioliin que se razia. Jclle liuba reiln a al-
tiui i"'1"" l"'l!!""ll's' 'P'c clleslingiam utlo ouvir,
' '""'" ''"do lliimanel, ruja phvsiouomia eslava
nuliaila j,(.|0 es|ianlo o pela carreira precirdlada,
" 'un-, nina sella pela porla culreaberla do
mi.....
I'.ile
I ~ ^'iilia do pressa, senbor barilo, evelainou el-
"aii.-iinlii-ii |,|a manga tlu vellida.
p Que ha enlaof pergunlou Mr. tlu QuesBps,
jy?'"'*'"......lusilnigii.....-se lugo para sua filha
'M'cnda. yue ticonleccu !
i") Vidc Diario n. 109.
--> O cavallo de matlainisella Clotilde !... urlou
Paulo lliimaiicl, o qual linha perdido a respiraejo.
Que Ihcticonleecii ?
Tomn o freio nos tlenlcs !
Nessc lisiante un dninestirn faza sabir da eslri-
baria um grande cavallo tic carreta que mo litara
lempo de sellar. O baro que eslava carregado de
gordura, e que nao era muco, cousceiiiii com estf-
eos desesperados senlar-sc na manta que fazia vezes
tle sella, c parti a lodo o galope to pobre animal,
ao qual esle ambir nao era inais familiar du que o
cxcrccio u cavallo era ao seu cnvallciro improvi-
sado,
Mr. tlu (Juosnoy, guiado pelos grii|>os, que diri
giam-sc correntio para a planicie to (luche, MgUiO
esta ilu i'ii'.m eslimulaiido com os Ittlcs a liueireza
do anima!, a qual eslava longo tic eorresponder a
impaciencia, que o tlevurava. ti infeliz pai sujeiln
a tuna inquietado, que ia al i demencia, lirava
do fundo de suas cnlranhns palpitantes soluros, que
l'.ni'ii.iiu rugidos.
Quando elle vio que era preciso vullar para a
planicie mesmo que tonuiuav a n'iiin precipicio, as
forras o ahandimamm, elle agarrou rom nina man
desfalesrcnlc as crinas do cavallo para conservar o
equilibrio, que iaperdeudo. Felizmente haslarainal-
guns minutos para fazer que atliiigissc o lugar, em
que o povo eslava reunido. Nesse momento Clotil-
de inundada ta agua que lbe linhain laucado nu
i ii-Im. recobravn os sentidos.
Seu pai desceu, ou antes dcixou-sc cahir dianlc
della, e sem tomar o lempo tic levanlar-se, sem pro-
ferir urna s palavra, ahra^ou-a convulsivamcnlc.
A niea, que vio-o prestes a surcumbir sua ago-
na, c que coinprchcndeii que o dosinaio nao lite
iicrmillia exprimir seus temores, .ni..... fcli/inint,-
Instante foroa para ilizcr-lhc tpie eslava sa e salva.
Bntao um diluvio de lagriniaa vco slliviar o pai, o
qual leve muitu lenipn sua litlia a|H roraro, como se nu-.su uioiuciilu solemne 0/doBan
chamar a si todas ternura de quo sc.seutii privado
ha nluuns das.
Minlia lilh.i, disse ello einlim Com una mi/j
qufbi.na pela oiiiui.-.iii, lleu, me rcsliluo la vida
para que cu a faca, feliz, o para que eu viva da (ua I
ta forja, e a gente descalca que me acompa-
pauliou lit-nu com a sola dos seus |is em|nilatla, o ti
tos tpalos e botasqiieiinada ein iliuis dias ; einlini
corlilicii a V. Ex. que a fnrra iiiiuliaea dos ineiis
collogM licou om tal paragem exhausla, e se cnnl-
nuasse por inais 2 mi :i leguas senielhanlc cxplora-
ctlo era de esperar que um ou nutro da coiuiliva
suci-uinbisso. Sti om cada um tos sohrcdilos porlns
existo urna pequea o frgil randa de furnia de um
cuviulit......quesecostumadardecomer aos porcoaj
alm dessas nao bacaiuias ou embarcacoes em toda
a ovli-iis.in du rio as ai-iiuti referidas ti lealas. O
pee he oscassissimu em lal paragem ; a rracjlo do
gado vuouin e cavallar as margen! to rio he inse-
ravrl c magra ; sitas cabras prosperan!, menos po-
roin os rariieiros; ariillura de inantimcntos heara-
iihailissima, porque o terreno at 5 a t legu-s at-
rodado para os lados to rio be |K'dreuoso e seceo ;
as aguas ue ewaansslmai e laludas apanhadas
cm cacimojas) e o povo vive por ah em crassn ig-
norancia, iniscravcl e indigente ; sua moral he pes-
siina.c sua convcisaoau favurila be relalivaaosassas-
linaloi queriiminetlerain c que pur viiieanca anda
pretenden! fazer ; a vestimenta tlessa gente consiste
ein japona, calca e chapeo <\y couro, ou cernida c
camisa tle dgiHlao o chapeo tle como, o aiulan sem-
ine aunado, tle espingarda embalada, earlucbeira
110 cii, o tle nina un duas facas grandes dcpi-iiiiu-
radas uo iiieuin.
He Piranhas aballe em tlrecctln aisla cidade, o
riu curre ainda enlrc brranlos o morros elevados,
e lem ainda grande numero do pedral no seu leito
al a paragem denominada o llonilo, 2 einea leguas
abaixo de Piranhas ; |iorcin daquelle nonio cm di-
ante as suas aguas enrirn inais placidas, seu Iciln
he limpo de |ietlras, e as inargcus menos elevadas to
que om Pir.-iuli.is; os murros sao mal distantes e re-
clinados para (iiiti du rio, tpie einlim aprsenla um
aspecto inais agmdavel. O Huso to mar ronieca-se
a presentir pruvinio a inisstliiihi Collcgio, 7 e uieia
leguas cima desla cidado, un 15 leguas distante du
mar.
-Na occasi.ui tle mcu regresso tlirigiuiln-iuc para
tratar ilacvplnracao tlus coiiflutmles navegaveta du
i iu lio S. Francisco, prcleutlo examinar a paragem
enlro o Patid'Assui-ar e ti Vargem Redonda ; a pri-
melra he pnvuacti lloroscenle.scle leguas anaixode
Piranhas, ua marucui esquerda to rio, c me parece
ser u ponto mal rouvenieiile para o corneco tic una
estrada para carros tic quiltro rodas, ou inesmo de
ferro, que de la se possa abrir al o ultimo ineiitlu-
nado lugar, para, por esta va tle cuiiiniiiliicacan,
cimdiinar-scvnnlajtisanicnlc a parte do lio superior.as
cachuchas de Itaparica e Paulo Alfonso com aquella
interior s meamas e o mar.
Deus guante a V. Ex. Cidade In Pcticdo, 2 to
marco do IK5-I. lllm. c Exm. Sr. consclhcro
Francisco Con(alves Marlins, ministro c secretario
tle estado dos negocios to imperio. Fernando
llnlfeld, eimeuliuiro enoarregadoda evploracilo tlu
rio tic S. Francisco.
lllm. c Exm. Sr.Ponen abaixo ta cachoeira
de Paulo Alfonso, na margein tlirela to Rio tle S.
Francisco, urna legua traanle do Rio do Sal, ou da
Pedra tlu .\a\io, em direee.lo para a fazenda da BOB-
Visla, to Fcliv tos Sanios, existe, encartado a estra-
da, um earral oehoapana tic vaqueiro, e, proxluie
LE N. :mi2.
Josc1 liento da Cunlia e Figueircilu, presidente da
fOvincia do Pcrnamhueii. Faco salicr a lodos os
seas habitantes que aassembla 'leuislaliva piovin-
[ial decrettiu eeu sanecioue a le seguinlc:
Arl. L'niro. Os prufessures tic primeiras lellras
lesla cidade, Vicente Ferreira tleSitpieira Varejtio,
Josc Jaquui Xavier Subreirt, Joatpiim Antonio tle
Castro Nuiles e Alcvaudrina tle Lima e Albu-
querque, lem direiln a gralilicacau concedida pela
lei dooreanienlo provincial o. 961, artigo (i, de28
dcjunho de 1850.
1'icain revogadas lorias as leis o disposicoes cm
contrario*
Matulo, porlanto, a tudas as autoridades, a qiiem
n couhccmeiilo e execueau ta referida lei pcrlen-
ccr, que a runipram c faoam iniiiprr 1.1o iulcira-
menleciimiiuelbi se conten. O secretario ta prn-
vineia a faca Imprimir, publicar 0 correr. Cidade
do Rerife de Pcrnaiiihuro aos!) to mam de 1853,
trigsimo-segundo ta independencia o tlu imperio.
L. S. Josi' lenlo da (,'aiiha e Figueiredo.
(arla de lei pela mal l i:.vr, mandae.reruiar
o decretoiaautmblta Itgiilatica proneial, i/ne
reiotreu mnnionar, derlarandn que os profeuo-
rtt de primeiras lellras desla ridiule, I irenle Fer-
reira de Sii/ueira i 'areJSo, .lose Joaquim Suter
Solireira, Joaemlm ,lnlonm de Castro .Sime, e D,
.tlexandrina de l.ima e .tlhuijiieri/ur, tem direiln
ii grajtfiearo ctmeedUa pela lei do arrmenlo
irorimial n. 361, ortigo (i, tle Sbdelimito de IS50.
Para V. Exc. vr.|
Fraiwiseo /guari de Forres llomlrira, a fe/.
Sellada o publicada nesla secretaria ta provincia
de I'oi iiambuco, tu !l tle maio tic 1853.
Honorio l'ereira de .Izeredo Coutinho.
Registrad! a folln 32 do livro3.' do leis nrovln-
ciaes. .Secretaria to governo da provincia de Pe-
iiainbueo, aos lOdcmaiti de 1853.
Framisio lanado de Forresfandeira.
LEI N. 303.
Joso Rento ta Cunha c l-'igueiredo prcsidcnle da
provincia do l'ernamburo. I'aco saber a lodos
os MUS habitantes que a sssenibla leuislaliva pru-
vineial deerclou e eu lanccionei a rcsoluctio se-
guiule:
Arl. 1." Pica o gnvernu autorisatlo ti conceller a
coinpaiibia tle navoaactlu cosleira vapor, que se
encoi porar, cm virlude do decreto imperial tic t de
fevereiro do concillo anuo, urna subvenejo aniiual
que nao exceder a triiita eolitos tle ris durante os
dez primeiros auniis, c de quinte eolitos tle ris nos
de/, segnlnles:
S l*nico.|Eslti subvencSo sii coinccar a ter lugar
ili'l'ni i|uc a comptiiihia der priucipiu s viagens
tlus vapores,
Arl. 2. O BOverno ovignt as gar.intias precisas, o
ostaliclecer as fundinos convenientes, allm do que
a provincia COllll a maior SOmiUI de benelirios pus-
lessa eonceilBo, que potler ser diminuida
Regislratla a fulha 'III du liim :i.' do lei pruvin-
raes. Secretaria do governo ta provincia de Per-
namhuro, 10 de maio da 1853.
Francisro Ignacio de Torres Bandeira.
LEI N. 304.
Jos liento da Cunha e Figucirdu, prcsidcnle ta
proviuria de Periiambiifu. I'aco saber i todos os
seus habitanlcs, quo a tcsscmblca legislnliva provin-
cial tlecreloii o eu sanecionei a rosolucao seguinlo ;
Arligo I. I n .i i mu miIi.lii ti l-'ilippe Mena Callado
da Fonscca o produclo de tres lolerias de I20:U00>
de rs. catla urna, segundo o plano tpie o governo
bouver tlcdar, para o lim de crear e promover a n-
duslria do Inclu da seda nesla provincia.
Arl. 2. Ao governo provincial lca incumbido a
inspeceo sobre u emprego dn capital resultante das
lolerias concedidas, tlcveudo lixar as ciindii;oes ue-
t-oss.iri.i- para que se realiscm todas us vunlageus,
quo n peticionario olforece.
Arl. 3. I n .im revogadas as disposicoes cm con-
trario.
Mando, portante, todas as autoridades, a quem
o coiihceiiuculii o oveoiicau da referida resnluctlo
pertenec', tpic a cumpram e faoan cumplir lao in-
leiramenle como nella se eonlem. C secretario da
pro* lucia ti faca imprimir, publicar e correr. Cilla-
de tlu llccife de Pornainhiieu ans III de maio de
185:1, Irgcsmu-scguiido ta iiulopcudencia e to im-
perio.
L. S. .los liento da Cunha e Figueiredo.
Carla de lei pela a mohtrao da attemblea legislativa prorincial,
que resolten taneeionar, concedtndo Felipa*
Mena Callado da Fnnsent, o produelo dr lrr< hit.
lias de l20:00lr!KK) de rs. roda urna, segundn
plano, que o goeernn hOUBtr de dar para o fon d
crear e promover a industria do blCM da seda nes-
la proiuiria.
Para V. Exc.Vor.
Francisco Ignacio de Torra Bandeira a fez.
Sellada o publicad!.....rta-secretarla da provincia
de Pornamliiico em 10 tic nudo de 1853.
Honorio fireiru de.t.erriloCoutiiilio.
Registrada a ti 38 verso do livn>3. tle leis provin-
ciacs. Secretaria tlu governo tle Perutuuhuco, aos
12 de maio de 1853.
Francisco Iguaria de Torre- llandeira.
Finalmente o commandantc tas armas provine
aos Sis. commandanlcs doscorpos tle que,para acu-
dir as urgencias eventuaes do servido como aquel-
las tic que trota e nutras scmelhantesdcvem, contar
nitu s com as pracas promplas, como com os cama-
ratlas dos Si-, ofllciaes, ou oulras quaesqiicr pravas
iim im--,iiii supprir promptamente a deficioncia de
-i';.i numrica ; c se ttepois deexhauridos estes re-
cursos, u.iii potlcr ser prcenchitlo o numero tlaquella
que forexigido.devcrao fazer preparar a que exis-
tir o dirigir immediatainentc ao commandanlo das
armas a partiripacao da que fallar, para providen-
ciar-so convenienlenenle. F. a. Falcad,
Itrigadeiro e commandantc das armas.
EXTERIOR.
lodi vos que i ful tira pnMpefklAdfl dn compaalila
(lossa (Iisp.>iis.ir e^-Meri.K'iiMlos rtifri-s provDCMI
Atl.X FkADI k'rui:a Irario.
AI,nulo, portante, a todas as auluiidatles, a |iicni
o conliuriiiifilo ( ixenirao (HTlcurt-r, quo a niiiijiraiu o faram cumplir lao iu-
Iciiiiiicnlu cdimo nella MM-oiileni. O smclario di
pruvinriii a fa<;a inipi iinii, pulilirar e curri'r. Ciila-
dc do Kcrifc tle lVniamliiko aos! de maio de IK.V,
Irigttlmo tegumlo da iodependeDcia o do Imperio,
I.. S. Jote lenlo ila Cunha e Fitjncirrdo.
Carta de lei, irla i/ual /'. IC.ic manda circular
a retoturtto da assemblm ley ital ira prurinaal,
i/ue remiren mnrcianar, nutorisant offOttrno
conceder a compOMkia de iimrt/urio C0$teira a ra-
'/ur sccnair/Htrar, rm rirtnde dn derret* im-
perial de 1 de fevereiro deete anuo, ama tubrenrao
animal //* niio exceder a Irita conloe de rete,
durante o* detjiriinciro* anuos edei/uinze conlo.'i
de res nos de: $eguHlee,
Para V.E\f. ver,
Frimrisrn lijua-io de Torren Itandeira, l fe/.
.Sellada e |Milriicada nesla serrelaria da |ironiicia
(feperaunbueo aot9 de maio de lavi.
Honorio l'ereira de .Heredo Continho.
Miard exi-
das arma*
00-
it'lifhl.iilt'; mas lemos sem dOVMl de\eres| a cum-
prir, leu cavallo parou por si mesmo.'
A eslas palavras a mullidao dos lamponezes aliro-
-c dianlc delle, e mosIraram-He o cadver cusan-
uiieulado da CL'oa du/ p.issos dislanle do abVMftO : a
r-|iiiiL.'.u l.i tle Hlaise esla\a junio delle.
Oue quer di/.cr i>lo? niiiiiuuroii o barffo le-
van(aodo-Ms A Providencia suseiou um lalvador
minha lillia Moslrem-m'o, ineus amigos, c cu o
adoplarei |H>r mcu lillio.
I hus ou Ins ajirirullores miH>/cram silenrin aos
assislciilcs, c lizcram siuuala Mr. du Quesno> que
\icsseparao ladodellcs. OI>ariOs (o se&uio-os al o irrupo, que rodci.iv.i a Emilio.
QUO YCJO7 CM'lanmu ello a\islaudo o rapaz
rujo rosto cobcrlo do sauguc CAlavam lavando, c
que eslava eslendido sem ino\ enlo sobro arelva
O salvador tle sua Itlha rcspomlcu Haise rom
mu ar somlnio. Elle rosgaloufl Vida delta i cusa
da sua.
Mas lalvcz mo esleja morlo, disseo barao prc-
ripilando-se sobre o corpo de Emilio ; sen |eilo
ainda rab queiilc! Kilo cabio sem dimda como
roslO en Ierra, ca violencia do cipo delerminou
uniacoiicslao. Meusamitios, ponbam-so a caval-
lo! Tragaoi uin medico! Metade de minha forluua
a quem salvar esle infeliz, rapaz !...
Aluilas vozes so clovaram para dizer ao barAo,
que dous portadores j eslavam em camiulio para
procurar soccorro as povoaroes vizinhas; no cn-
i.ui in 11 ,i/i.nn um velho que tinba excrcido as func-
cc?) de cinn L'i.m n'uin rcumenln, o que ha milito
teui|K> eslava n'uin repouso completo na puxoarao,
cm que os|icrava inorrcr. A|wzarde sua idade o hom
homemera cousullados vezes nos caso pouco im-
(Mirlaules ou fenles, c como suas facilidades nao o
linbam abandonado iulciramciiln, sua presenca cm
Noinnond nao deixava de ter llgOma ulilidail*.
Estocirurniflo, queornuvamcom o nome enciito
te doutor, ainda qOfi elle nao livesse nunca oblido
nao o diploma de seu posto militar, o que chama-
>ainSansoiinct, diminutivo do seu verdadeiro no-
me, que cru SansAo, debrurou-se nciiivclmenle so-
bre o corno do rapa/, poz-lhe a mao no coracao, o
lonioii lite o pulso.
Enlu T disse Mr. du Qucsuoy...
Vamos ver, respondn Sansonnel arroaacan-
do ai mangas. Tenho iralado tle muilas quedas" em
minha vida, islo lio una Irivialldada n'iitii re^imeii-
(ode ravalliiria.
Que val fazer'!
Vou soniira-lo, lornou o clrargUK) tirando do
bolo um eslojii, quedalava provavelsuenle da sua
entrada no corpo.
< Mi.i,in. hj.h- ii .i |ii>n,.ni entendido, fez os pre-
paralivos necessarios, u ajudou o velho a praticar a
sangra ojuejulgava ainda til.
Aljiuinas otas de sanguc correram apenas. San-
sonnel movcii sua cabera calva.
O' mcu Dcos exclamou Hlaisecahindo dejoc-
Ihos. Kiti.M mo ha mais esperanca?
Es|crc! res|iondou o velho. Cada i;ola tlcssc
sanguc negro vale um auno de existencia para esle
pobre rapaz. Vejamos o oulro braco.
A segunda tentativa oblove mais "successo, o san-
guo golejou primeiro, c coireu de|iois com abun-
dancia.
A coiiqcsto era mniiucntc. disse o medico ; mas
quando o sangra be boa, a rllu/.m c-l.i prevenida.
Este rapaz cstarn aiuanhia do pe... a menos que
niio (cuna oulra parle oITcndida, o quo be pouco
provavcl -!.t allitudc fraucaiucDlc estirada do
curpo.
Mr. Sansomiet, disso Mr. du Qucsuoy abra-
cando o velho, cu ilobro a sua |*ci*si.o do reforma.
Um grito do felicitaces acolbou oslas uencrosas
palavras, c cclchrou ao mesmo lempo a reliz noti-
cia uuc ellas assi guala va m. Blaise, quo suslcntava
a caneca de seu amigo, c banbava-a do suas lagri-
mas, estremeceu lilaudo em Mr. du Quomoy um
olhar interrogador. O baro que o comprehendeu,
olleiiTeu-lln' a mao.
Eis-equi, me 11 lilbo! disse elle ostendeudo o
nitro braco sobre o jieito do Emilio, o qual como-
;ava a recobrar us sentidos.
No inesmo iuslanlc avKlou-c Marecot cMr. Kav-
Mun.in, qut* -iiiic\ iiiii.uo mu consternados. Todos
'orroram-lhe logo ao encontr pura acalmar sua
anuuslia ; osjovens camptinezcs davam gritos de
alegra fazendo saltar seus chapeos ao ar, e os dig>
nos pais ebegaram para receber os priuieiros suspi
ros c aeu lilbo querido.
COBkxOANOO DAS ARMAS.
Quartel ceneral do commando das armas da
provincia de Fernambuco, na cidade do Re-
clfe 17 de malo de 1853.
ORDEN DO DIAN. 7.
(I hriatleiroe coininandanle das armas, ordenou
ao Sr. capihlo c commandante da enmpanhia de ar-
tfices, que (Iicssq marchar para bordo San-Salvador, cm o dia lodo correnlc mez, nina
escolla ComposladO I cabo de esquadra, e ti solda-
dos, liim de vigiar l"> rccrulasquolransporlava pa-
ra acuite ilo imperio, COIIM requisilarao respectivo
ctuuinandanle. e o referitlo Sr. capillo, nao cmn-
priAcssaordenii pretcstandoa tallado pracas que
a deviam compr, por isso o porque o caso nao ad
milliadilacilo foi a escolla exigida ao II- hatalho
de Infantera.
Em o dia 1(, lamhem ilo correnle mez, orilenou
0 rnesmo brigadolro ao Sr. coronel o commandanlo
lo;- li,iialii.it) de Infantaria, que em coiucqaeoeJ
itc ordom superior lliessfl poshu as i horas da laitle
junto do caes do CoIIorIo* una nanla ile honra
jio.la de 1 capHSo, '2 ofltciaoa suballcinos, inu-
baihleia, e W bavonela--, alimde fazer as bou-
lev idas ao Sr. presidenlc da provincia da Tara-
billa, que parta para a corle do imperio, e aquella
ordem laiubem nao foi cumpritla, pelo inesmo pre-
texto de falla de placas; r por smi, foi ,
glda ao 'r. balalbao ile ;u titilara a pe.
Passando o brigadolro e commaudau
a averiguar a cxaciidao dos prolexlos llogadoi
iihcceu quea companhia de arlilices em o di,
leve promplosicabos lo esquadra, 11 soldado-, e I
reclutas, queacham-se fardados e revesan no serv
co ila guarnicAo com os soldados promplos, e |Kr
consequcnrlM eslava oSr. commandanlo de conpt
niiii de arlilices habililado para cumplir a ordem
que receben. Ouvldopolo coimnandanle das ar-
mas, este Sr. oflicial responden que o furriel daeoin
panilla be que o linha informado mal, sobre o osla-
do da loica combteme. O <)* balalhao de infan-
taria leve promplos em o dia Mi. 1 primeiros -.argen-
tos, I secundo dito, 2 fumis, ti caitos tic esquadra,
1 auspcraila, c 21 soldados e I rccrulas; ileveudo a
guarda ser composla de fOhavouctus admitlia of-
liciacs inferiores, os quaes cncornorados as oulras
pracas profaxlan o numero de 3. faltando nica-
mente (>. para o de f(>; o qual poda sor dedu/ido
de I" cantaradas dt>s Sis. ofHciaes, sem oirensa da
lei, porque os t amaradas dos g. ofllciaes S0 obri-
gados a lomar as armas, sempre que o regiment as
lomar, e leudo de marchar lodas as pracas promp-
las, verilicava-se o caso prcvislo pelo Icuislador
o de lomar as armas o re^iiuciilo. Ouvido (elo
commandanlo das armas o Sr. aldante do .) bata
lliflot oslo doclarou que lando 31 pracas, c faltando
l-, paiereu-lhe incompleto o numero pedidoc que
assm iiitonuara ao Sr. coronel e commandante du
balalho.
Na presonca de scmelhanles arlos, e ciimprind'
ao commandante das aunas providenciar para que
elles nao sejam rejvclidos; porque se as oceaMcs
cilatlas, o serv ico publico n.ui foi prejudicado |ki-
dem no fiiluro existir oulras, emque o seja e profun-
damente.
O inesmo commandanlo tas anras ordena, que
sejam presos a sua ordem, poi lempo de |."> das o
Sr. eapilao otommandanleda companbia de arlili-
ces, eoSi. oJudanlodo9' batalli.io, atpielle na for-
taleza to Hriun, oeste na lo Huraco, p.u terem o
primeirodiriuido, e 0segundo sido a orlgam de di-
iicir->e ao commandantc das anuas parlicipaeocs
inexactas, fa/endo a circuinstancia de nao cstarem
bem informudos, declinar a uravidado das fallas
comedidas, do arl. 2" dos do guerra, para a regra
goral, oaUbelocida pelo 3, do cap. n do regula-
lenlo de infantaria.
Parto 35 do marco.
O Sr. tle Itoulener, unidos mais habis emba xa-
dores da Kussa cm Constantiuopla, dizia um dia a
um viajante fraucez: ijiio o papel da Hussia em
Guoalaulioopla era uiuilo mais simples ilo quo se
pensava, era o de ser sempre a maior amiga ou a
maior iuiniga da I'orla oltomana. Nao conlieco ou-
lra detiujeo mais expressiva ta prc|xindcrancia que
a Hussia reclama cm Conslanliuejda, o que osacou-
lecimcntos da historia c a posicao geomaphica dos
tlous paires Ihe d uccossariamenlr. Se quizerem
tlcslruir a preponderancia tlu Kussa em Coustanli-
nopla nlo no o imperio otlomano que se deve pro-
curar reslaurar ; he o imperio russo quo cumpre en-
fraquecer. Emquanto houvcr no centro do mar Ne-
gro um poderoso imperio, o qual se estenda desde
o nitii d'AI/of ale o Hallco, emquanto esto ini|>erio
liver em Sebastopol sua esquadra sempre esquipa-
da, Cmslauliuupla ha de ser Traca, de um lado por
causa do sua propria fraqueza. do oulro lati sobre-
NiI", pela Torca do Sao l'clorsburuo.
( i
ClOlUdO, iiislniitla das circuinslaucias de sua sal-
vaeao, cuja honra o oneroso Blaisc deixava toda a
Emilio, fez-sc couduzii para junto do seu amante,
c dcixaiuos aos Icilores o cuidado de apreciar as
cinocoes tlcslc lindo casal, quando Mr. du (Jucsnoy,
pegando da mAo de Emilio, a poz ua to sua lilha...
lia momentos que o Creador semcou na x ida, co-
mo oasis no deserto, os quaes indemnisam o bomcm
Je tlez annos tle soll'rimcntos, c dao-lhe a cora geni
de proseguir seu penivcl camiuho alrave/. das pro-
vas de que est semeada a carreira ta existencia.
O quadro que temos aos olhos, o que profanara-
mos so tcntassemos Iracar as parliculariihnlcs, cuja
vivarittatle as almas ternas adexinharao! logo, era
a locante exprcaso de urna dessas grandes pori
peeas.
I'ara que nada Tallasse, Agalha rhegava para re
cetter a nao tic Blaisc cm faco dos jovens iioivos, o
quaes palpilavam de alegra aos olhos de seus pai;
deliciosameule commovidos.
O dito doSr.de Itoutenielt explica a missao do
principe McsuchiknlTem Conslanliuopla. A Aus-
tria, que era desde lonio IcinjMi una das maislicise
sinceras aliadas da Turqua, n,lo tinlia todava cm
ConsUnlinopla a Influenciada maior amigada Por-
la ollomana. A INirta lbe resista militas vezos, tan-
ta cnnlianca linha em seus bous senlimeutos. A Aus-
Iria se rancou com esto papel subalterno ; talln e
ameacoii; fez-so por alguus dias a maior amiua *da
lurqua, vintloa ser o seu inaior perigo. Toi cnM)iw^__
que, para reslahelccor o equilibrio, a" Russia enviou
o principo Menschkoll'. Vicua liuba bramido, Sito
Pelersburgo trovejado, atim de sustentar sua |H>si-
5*0 entro os amigos da Porla ottomana. A Kuss,(
Ufloquiz que uiuguein Tallasse e ameacasse mais al-
to do que ellacmConslantinopla. Nfloquiz deivar
de ser a maior amiga ou a maior inimiga da Tur-*
ojala.
Todava, no sera examinar a naturoza las coli-
sas, saUsfaxer-SO com esta explieacao. \l. un> das
ha, que nos oceupamosde urna memoria publicada
pela fJazetle d'.tiifjsboiirg; esla memoria era um
plano do asaoeiaco entre a Hussia e a Austria pai a a
par ilba da Turqua ta Europa. A dupla missao do
comiede l.einiuuen edo principe MenschikolT pa-
rece ler comecatlo eslo plano. As tinas potencias Ira- .
lam j de nina especie do desmembramento da Tur-
qua da Europa, sem consultar as oulras poteucias,
e, coiisa curiosa, he com a Porta ottomana que ellas
tralam tlesle desmcmhrainenlo. Com eleilo, niu-
uiiciii so devoilludr; so a Austria o a Kussa obli-
vernn da Turqua o direilo de prolcccio religiosa
sobre as populante.., ehrislaas ,|i Bulgaria e da Ser-
va, da Alaceduuia e ta Bosnia, isto be o direilo de
proteger orno mllhOeade chrisbios contra tres mi-
11mX's apenas tle Turcos, o grande numero contra o
pequeo numero, quem nao v as cousequencias
tiesto direilo A soberana sobre onze milhoes do
subdilos passa da Porta ollomana para a Austria c
para a Kussa. A Bulgaria, a Servia, n Maecdouia
e a Bosnia, nao pertcueem mais ao imperio olio-
mano.
O dcsmeiubramenlo est coiisumniatlo do fado o
de direilo; de direilo, pelo Iralado arrancado Por-
la ; de Tacto, pela preponderancia liiroiiteslavei de
onze mi Hies tic christaos sustentados |>cla Austria
e pela Kussa contra tres milhoes de turcos cm deca-
dencia. As queslcs que o conde do Leiningcu o u
principe McnschikoiT vao resolver, ou resolvern!
em Couslantiiiopla, mo slo pois qnestoes russas o
austracas, san vordadeiraincuto quosles eurtq>cas ;
he a Ojueslao ila partilhada Turqua da Europa cn-
Ire iluas potencias, ciuprejuizo do lodas as potencias
europeas.
.Nao defendemos a conservadlo integral do impe-
rio otlomano ; dcTcndcmos somonte o direilo que
lem toda Europa de ser consultada sobre o dosinem-
bramento daquelle imperio.
Oque Taz (jue nAo dcTendamos obslinadamcnle a
'iiservacao inlesral do im|iero oltomaun, he que
militas ex|erieucias se tem Toilo para Tazer onlrar
upiel i.- imperio uo circulo da civilisai;ao europea, e
uciihiiiua deslas ex|>criencias tem (ido resultado.
Tcm-se feilo sobre a regeneracao do im|)orio ollo-
uiauo as mais eugenbosas o brilbanles theorias. L'm
tos homonsde mais espirito, dos mais activos da In-
Claterra, Mr. Irquliarl, conqidz dous ou tros volu-
mes para provar, que a sociedade lurca tinba mais
vivacldade do que a sociedade curo|>ea. Mas ludo
islo (ni intil ; os prosressos da agona turca deram
em todos os ollios ; e uao Tni o sigoal menos eviden-
te desla agona o ver a Turqua, do|>ois de ter pro-
curado sua salvacao uaeivilisaco europea e no par-
tido da rcTorma, vollar-sc iinmediatamcnle para o
partido tos volbos lurcos c pedir sua cura a* fana-
tismo. He nesla ultima tentativa que ella expira ;
slo os vclhos lurcos que estilo eiicarregados dosfu-
iieracs de sua palria, funerae* sem glora, se os v ,-
Ihos turcos nao soubcrcm abaixar a calieca s exigen-
*
cas da Kussa e da Austria, como diante de una
Talalidade soberana.
Nao temi a Turqua |>oditlo reviver, o que ve-
mos mis ? um imnerio nuasitAo vasto ainda como
nos lempos de Mabomct II e dn grande Selin, o qual
oncena os mais bellos c oulr'ora os inaiscivilisados
paizes da tena : a Asia-Menor, a Svria, o Euvpfo,
Nunca se explicou hom a saba precisan dn liro,
Jucsalvra a vida de Uollde ; Blaisc liuba obtido
o Emilio, como nico lestcmunho, que quera acei-
tar de seu rcconbccmcnlo, que osegredo dcsta cir-
umstaucia fosse cscrupuhtsamontc guardado. Emi-
lio que comprehendia (oda a sua mporlancia, sti o
dcscobrio a Clolildo ; porque sabia, que para as al-
mas vulaares um servido, por mais eiuinciite que
seja, n.1o lem precoseno quando be coreado pelo
SIUTCSSO.
Sera preciso anda um volume para contarmos
as cousequencias dosacuutecimcnlos que acabamos
decslioijar. A alegra de Marcele do Mr. Kav inun-
do por verem seus dous lilhos ricamente enlahvleci-
dos, seu justo oruulho dianlc da esplendida recons-
11 ii.'e.i.i tle sua liiln ira, cujo ougranilecineiilo pare-
ca urna reparacHo da sortc por crucis dores, mere-
calo seguramente um capitulo particular ; mas eu-
lAodovcriaiuo-, lamben! i -untar 0 filicidade dos dous
eazaes, a qual so traduzia por una evpre-so tull-
ronte, segundo o caractei ardenlo e enlhusasta de
um, o o ueno limido o modoslo do oulro. Eitas
particularidades nos levaran, mullo longo, c nao
queremos abusar mais lempo da benevolente atlcu-
J rito de uorkm Icilores.
Blaise desposando Auatha, assouurou-lhe urna
pensil de duzentos mil Traucos, c sua prenda Toi um
rico dote para sua cunhada, o qual, ha muilo inn -
po cortejada por Paulo Dumauel, casou-se depois
com um joven agrnomo dos arredorot para livrar-
10 das pi'isemiiYoes interossatlas de sen anligo co~
nhocitlo. Blaiso licou em Normnnd, onde mamlou
construir junio da fabrica urna linda babilat;ao, c \
vive cm familia cornos pas de sua inulhcr. A fa- j
/i-nda hcailminislrada pela vclha Marianna.a qual *
ha muilo lempo he madama Kenaud, cujo curral
est enriquecido, segundo as predicen do seu ctia-
ro aminhu, dos dous mais bellos bois, que eiistom
no cantan.
Mr. du Qucstioy acbou meio de pagar sua divi-
da de reconhecimonlo, efa/er a Telicidadc de sua
lilha Iimiiii.li)-m' ao mesmo lempo dos |>erigos judi-
ciarios, que ameacavam sua honra, o ombarac^ivaniHi
cruelmente. Eslabclccondosua filha, elle nao per-
deu a menor partcula do suas rendas; porque Emi-
lio (omou om honra nao receber nenhum dolo de
seu sogro ; ello tem continuado com successos eni-
protaaquo em |voucos annos o tciu |>oslo na no^w do
urna Tortuna considcravel. Sua c^isa lio em Paris
o nonio de rcuuiao da melhor soccdatlc ; Clotilde,
cojos altraclivos cslao apenas em sua maluridade.
Taz as honras da sua casa com urna graca completa.
Todos van passar a bella estacao cm Noirmonl om
ceennanhUl de madama Milloraies, quo lio a me-
lhor das mulhcres, dejwis de ler sido a mais bella.
A lerna c comanle aUeicaodc Emilio embellece a
existencia desla generosa amiga, e nada Ihe deixa a
desojar. .
Blaisc s lem um flllio. oqual lolntmcnlc uao so
parece com o pai; Emilio mais feliz do que elle,
lio pai de dous rapazes e do urna rapariga, quo mu
iialuialuieiile desliuam ao fillio de Blaiso.
IVa/a aooo que osle casamenlo nAo leuda para o
Tuliiro nenhum obstculo, e nao de a nenhum litle-
ralo (se os houve ainda em Franco neasa poca (
o is-iiinpto de um romance que possa ser parelha
dcste, cuja conclullo o leitor acha cmtiiu como re-
compensa mu legitima de seu iudulgetilc iuleressc 1
ITM.
MUTILADO
IL E GTVE La
J


I
r&
as llias as mais bellas do Arcbipdngo, que se oslon-
ili'ni de Bagdad al Belgrado, bindtado |ielo Medi-
terrneo c pelo mar Negro ; o nimK imperio,
que parece rliamar a civilisacao europea, no spe-
la* ri(|tie/as de seu solo cimio por suas rccordnrdes,
esle vaslo imperio ral eiilrcsuc barbariae asdos-
povoacao. O descro ubi so cuconlra por loda a i>.u
le; elle principiadas porlo* deCoiislanli
ni" pira cin nenhuina parle. Dianle Icsti
prouressivo, a Europa, graras a paz, Iruhulliu, en-
riquece, c povoa, se aglla o prodiiz cada dil uovos
envaines de popularlo, os quaes voanipara alm dos
maros, para a America, nao podendo adiar mais cm
siiavdliapalriualcrra e-a riqueza; do nuidoquo, por
un conlraslc fatal, cnlic no na Europa, os habitan-
tes nao lem Ierra, ao passo que perto de nos, na
Asia-Menor, na Syria, no Arclilpelago, na Maccdo-
ni.i. a lera nao lem babilaulcs.
(.Inundo a America cresco caugmenta cada ilia,
quando un mundo novo se tazaos nossos olbos com
una acliwd.idcincritcl, n vellia Europa niio pndji
sustentar a concurrencia dpsle mundo novo o am-
bicioso, scniio reiitiindo todas as suas tarcas, nao
dcixando perder-so nenliuina dcllas, lomando, se as-
sim posso tlizer, por ronla da cixilisacilo europea,
a exploradlo de ludas csses ricos c bellos paites for-
tilisados e aformoseados oulr'ora pelos iiregos c po-
los romanos. A Austria e a lluvia lem pressn de
abrir as arles c as ciencias da Europa, os palzcs
que forniam nina es|iccic de vaslo qiiadradoenlrc o
Danubio, eslreilo deConslaiilinopla, Mcdilcrrauco,
Adriticoe as fronteiras da Austria. A rixilisacflo
europea deve levar a hem cala pessa olllciosa ; mas
a Asa-Menor o a Svria, Chio, Rliodcs c tirela nao
lem menos necessidade do que a Utilitaria o a Ma-
cedonia do contacta da civilisac.no europea. Sebe
nnis em nome c no inlcresse da civilisnrlo que o
ini|ierioollninaiin merece perecer, n.lo he Menle
na Turqua da Europa que he iliister sarrilica-lo, he
por loda a parle.
Tennis procurado algumaa vezes mostrar que a
igreja grega, de que poucas ppssoas se occiipam no
Occidente, liuba um arando futuro, c queso piepa-
rava una grande lula enlrc o calbolirisino occiden-
tal c a igreja bvsanlina; se as informarnos que nos
ilo sobro a misso do principe Mcnsrhikolt forcm
approvailos, esse fuluro da igreja grega principia a
enlruver-sc no Oriente.
Nao he i vi Mnenlo um fultirn de iiide|ieiiilcnca :
a igreja arega n.lo ler/i mais Grcaoiio \ II. Aoos-
lumaila desde os Cesares dcBvsanrin a sen ir o |>-
der lemporal, a igreja groga continuar sua hisloiia
siibmcltendo-so aos czaies de San-I'elcrsliiirao. t)
ciar ser c he j sen papa.Mas sua siibniis-ao lar
Ma forja contra o iiuihomclisino de nina parle, e
contrae calholecisiuo de ottlra. SusleiKada pe
Huela, ella reclama era ComUnlInopli i Indepen
ria a respeiln do successor dos califas, pela VOZ im
periiisailoprinripcMoiiscliihi.il. Silo o
da igreja (raga que bfo de normar, corm
Silriarrhn de Conslanlinopla, c he o inq
tuda que romo o nico imperador mili
m a investidura no palriareha, islo he, qi
greaa sihedo circulo do imperio alloman
dominio iude|icndenle no imperio e loma
esnio lempo que ella reivindica
n Consl.miiiiopla, reclama coat
Fin Jerusalcni a iaualdade e tul)
icia. (Jue |irovas mais exilenle
. primales
tlinin,
orador til
Klozo, ila-
ie a Igreja
i, Gu un
miro che
i indepen.
10 ralbo-
i. a pre-
da aran-
re. Ao
delicia i
lieiamo
ponden
diva I que aspira a iareja gn
Esla igreja, que loma sua tarea na Rusta, ib
lanibem motando Ibrca i Rsala. Ella llie di
para subdilos lMos os clirisllos orientaos; da-I lli
llio incio de ataque c de conquista o que ha di
nais iBidcroso no mumlo, as crearas populares. Nai
lia um rhrislio do Oriente, nom Uopoueo um rtUHO
que mo etela que Santa Sola deva ser um dia en
treguo aos chrislAus, c deixo do ser nina muquid
nara Iransformar-sc em nina iareja. Esla Irans-
ii
fniinarao de Santa Sola he o soulio do todas
innsihii-lans no Oricnlc. Este sonho (em |
lulo leaeudas.
Onaiulo alaiiem visita a mosquita de Sania Sola
em Conslanlinopla, moslrain-llie as gateras supe-
riores um baiiorelevoengatUdo na parede, oqual
repreeeaui as |iorlas mcio aberbu de um lomillo, e
Iheconlaiiique.iioinoineiilo da lomada de Con,
lanlioopla pelos lurcos, baria ah um padre que e-
lawidizcnilo missa em Santa Sola, em um altar que"
b.ivia naqueiie lugar, o padre levantara a hoslia
quando os turcos eulraram na igreja, enlionar. oc-
rullar a hostia ausprofanadores, o padre baten < ..ni
a bnsliu liaquella porta, a qualse abri, deizou
padre pasar e a hostia, e depois so fechon: mas no
lia em que os turcos forcm laucados fura do Cone-
laulinnpla, a porla se abrir o o padre Imendfl a
hostia aiinla erguida, vira acabar -n.i mista. Tin
diplmala a|.......iladn, bnmeiii rlieio de espirito e
de mulla experiencia, meeonlava lambent que em
Sao l'etci sbiirao havia senipre em um dos palcos da
residencia do ministro dos negocios estrangelros,
ama grande carniagcm de viaaem prompla pura
partir. Era islo em IttS, durante a guerra que a
Hostia nuil a Turqua, e que acabou pela paz. de
Andiiuople. f) diplmala Iriuinv la mullas vena
visitar o ministro dos negocioseslraugelms o oihava
de paseagem para a carruagetn sempre prompla.
a (.loe carruagem be esla, I he disse elle um da, que
Andes no xos-o paleo '!Esla carruagem responden
o ministro, coniein urna iinagcm milagrosa da Vir-
gem, salva cmS..nla Sola, quando os lurrns cnlrn-
ruin em Conslanlinopla, o que deve v ollar comnos-
co para Sania Sola, quando cutannos em Cons-
tantiuopla : e, cnnliiiuon u ministro, peco-vos que
ncon-clhcis ao Rabinclc das Tulhcrias, que proeuro
obrar de nimio que a pal seja o mais breve possivel
entre os turros o mis, porque se lizcrmns partir a
lmacem.se a envirteos na trente do ooaeoezerci-
io, ser preciso que ,\ panagia a Virgen entre em
Santa Sola, o lodo o nosso exerrilo a seguir scni
i/uc possiiios*dclc-lo.'.
Cito e-las legendas para mostrar qual he o arras-
lamenlo religioso que leva oechrisMoa do rlenle,
e os russos asila trente, para o livrninciiln de Santa
Solio, e que alavanca a creiu;a popular poc as man.
da Kussia ; lio a alavauca que a llussia araba de
laucar inAoou quer tazo-lo.rerlamaiulooprorlctara-
do de lodosos cbrisloa da Turqua.
(Journal jet Dtbali.
Excossito foi o eicitamenlo no dia i do marro em
Washington. To grando era a lociedade em leslc-
munliar a innugurucao do general l'icrcc, romo pre-
sidente, que cnia noile antecedente centenares de
pei.-n.i-, inclusive senhoras, dormirn! na llolimda
do Capitolio, ao passo que im riadas passeavam pi-
las mas, aguardando o ainanheccr do dia, ou por-
que nao pi.dessein atrancar aconimoilacao nos bu-
lis. O congrosso adioit-se al mcio dia. Os mein-
bros de ambas as casas se achavan em Cmplela
dcwrili'in, e |Kiucas ou nenhumes OCCUpacOes se of-
feotuarain. A bandeira na rasa do lanado eslava ar-
icada, mas iinmcdialaiucnlc foi irada ao reunirn
so os noves incmliros.
benoisde meloda o
urna sege, o diriaio-se i
eosu do senado, onde
Mdciilc eleilo iaciupi
meosagem, a maoeira vehemente porque foi profe-
rida, o helio accionado, o varonil e firmo porle, a
pnllidez do semblante, em que brilhavam inlclli-
eenria e curagem, e a voz clara c sonora, dlstlnrlB-
nicnleouvida |>elo espectador mais dislanlo, ludo
com nrreit para proditzir urna profunda imprcsso
em favor do general l'icree, c inultos asseveram quo
esta tara a mcllior mensagem de inaugiirarJIo pro-
nunciada naquelle lugar. Inilubilavclmoulc ello lie
um perfcilo orador. Esleve dcsroherlo al o encer-
rameuln do nelo. As senhoras oslavam eilasiudas, e
em algumas a anriedade ora tul quo as obrigavaer-
gucr-so para vc-lo, ouvj-lo,o aIrepar-se |>clas colum-
nas do Capitolio, nao olislanlo o risoo que corran).
Era um glorioso espoolaculo de sublimo magesladc,
que obscurece o intil |Mimpa o v9o apparalo da co-
roac.lo de res c do imperadores.
Depoisda conclus,lodas formalidades do csl>lo,'o
prcsidcnle I'ierce chegou-se para a fenlo da plala-
linni.i, e, cnlre vivas|eulliitsiaslicos profer" a men-
suaein i......aural :
a Coiiciihublos, he salisfaclorionnniinciar-vos quo
o meo coracilo tmenle pialo conbcccr o pcssoal
ronslranginionlo o ador amarga que ospci iinenlci
ao acliar-mccm urna siluai;.lo maispropria para un-
iros, do que appelccida |ior inini.
n As ciicumslancias em nuc fui chamado, para
n'iim limilado periodo, presidir aos destinos da re-
pblica, inqiiram-iuo um profundo seiilimenln de
responsabilidade, massom a mais levo pprchensao
de suslo. Assumo o iioslo que me foi assianado,
niio procurado,mas em obediencia n.lo solleiledl
cvpressao da vossa vonlade, siimenlc rcspnnsnu I pin
um llrnic. fiel c diligente cvcrcicio das niinbas mc-
lliores allrihuicocs.
n Em verdade ronfesso-me sinceramenle gralo
rara maiiifeslaiao da conlanca nacional ; mas islo,
loiigcdrsiiavisara8ininhasobrigacf.es, aiinla aug-
mcnla-lhes o peso. NKo livesles em consideracao i
miiilia fraque/a; cuniprc que mecoadjuveis com a
vo.sa lona. No luanle a saludarn de razoaveis exi-
gencias, 'nao vos cupierais da- grandes niiidanrai
que lem occoi rido, durante o iillimo quarlo de secu-
11, e do Inevilavel augmento ocompleiidade de de-
vores mpnslos adininisIracAii dos negocios nter
nos o cvlcrnos.
So na repblica os elementos de foron mlicrciili
Imo acompanliado a sua incomparavel proares-o cu
Icrriloiio, popularan a riqueza, lamben! lein sido i
assumploda maisprofiinda rellexiio c discii-sii en
ambos os Indos do arcano. Ha qunsi 63 anuos o pa
de sua patria Tez D da cnlilo rcenle addieilo do im
prtame oslado da Carmine do Norte eoustitule*
dos Esla.los-I'niddos unidos ol.jeclos da sua cape
cial conaralulacii. Com ludo naquelle momento,
quando a aailaivio tlllia da ci.ntenda revoluolonaril
se iaai.placanilo quando iamns saliiudo da fraque-
eo odas ilillieiililadesda confederacao, manlleiUv
se urna evidente consciencis do vigor Igual it grandi
missilo lio sabia e energieamenlo realisada por no*
sos ms. Nao ora urna presumida coiiviero, nai
mu,, r placida, oriunda das fonlcs do poder n'.in
govcrnoeensliliddoeonioheoiiosm. Nao bu para-
doiodlzdr que, pesio que comparativamente Iraca.
ni-eromnasclda nuci era Inlriusecainanlo lorio. In-
sianiflcanle em nopulaciio e apparentes recursos,
era inanlid.i por una ampia e inlelliac-de consclen-
da do dircilos, e pin um firme proposito de man-
Un.
. ferie do quo exordios. Semellianlo
iiouienii sabio das cnlianlius da revolucilo, lem-
iib. pela necessidade dos lempos. (is pensamen-
ilos lioinen- daipielle illa eiuin lio pralcaveis,
io cranvpalriolicMos sen- senlimoiilos, Nao .les-
licu'um una parle da sua eneraia cni iiiulcis e
esneeulacoos; mas, com lrmo o inlropfdo
,.,-,,, canil......vamalem das Imlisas govern......n-
les iiucal enl.io linliam sido Iracadas.pelos liini-
FSila sabedoria lunnana.c lincaramoscu o-lainl.ir-
1 onile elle se acha, conlra os perigos que anicacavu
inlerna aailaeao.....c naquelle lempo ai.icar.ava o
iilcriordo paiz. Moslraram-se iguaos t solocSo do
raiide problema, para cuja ciiinprohcnso a inlelli-
encia de cada um lina Iluminada pela luz inaluli-
ilaren.liieo. Oobjoclo procurado nao era urna
,a realisada. l'aie......i-
hisli
ousa sondada,era urna
.......08* O poder de ellec
ia aflirma ser mullo .....
nanlcr. Os opprimMoa i
arte, ilesdo aquello dia ali
idos |iara osle lude nfl
pagada, ou o menos porq
fn-se apagando, mas pura -
los pelo MU vivoccese
Tcnho pura niiin. q......til
-iiinpriilo o -en mais alio devor para ron
iiiilade-olfredora. lein-se falladn, e aiud
liiuiua fallar, niospor palavras,mas |ior
''raro,' a capacidade do
mundo em qual-pier
prsenle, volveruin os
porque vissomessa lu
lomes......quo ella se
riu con-laiilcmenle ai-
le fulgor.
z ole hojo
liu-
I"
rio
da
Mi
Id
".....lo
em r.ivi
nullini
polonb
a
analvse,
apnelloi
perieiniu
onsislo |n
ra.
pro-
ra da
no.-o
e di-
pios
.....
i na
ila.
(enera) l'icrcc mellcii-sccni
mi grande arompaiihamciilo
licgou a urna liora. O pre-
igcm, com o |
ido de ni.i
denle l-'illmnro asoulado, cerrado de niniccli
saud.ulo das jancllas por constantes vivas e I
lentes lencos. Os ministros cslrnugeiros seguiam
oatruagens. Ao rhegar casa do sonado o presid
lie o presidente eleilo lomaram assenlo em fre
d,i mesa do secretario, rom a commissao de pnlici
direila cesquerda. O primeiro juz o os uniros
iiioinbrns do supremo iribunul sonlaram-se dcfronle
ocorredor. Os corpos diplomticos acliainm-se
direila da principal entrada, c oschcfos dos dcparla-
nicnlos c os giixcriiiidores a osqiierda. I'ni quarlo
Iojhis de urna hora o marcchal dndislrielo, com os
'jiiizcsdo supremo tribunal, acoiupanbados pelo pre-
sidente en presidente eleilo, c por lodosos quo se
nchavam reunidos no senado, dirigiram-so ao capi-
lolio em cuja frente so havia levantado um Inmenso
labiado com piopoirocs para anuninudar a lodos.
Como linio eslivesse pininpto, moio hora dopuis de
mcio din, o Juramento do carga foi ronferidu ao ge-
neral Pitreo pelo primeiro juiz da maneira se-
gundo :
i Alllnno solemnemente quo bei de cumplir com
Odeudade o cargo de presidente dos Eslados-Uiiidos,
c, qnanlo ronber em miiihas forcas, bei de inanlcr,
prnlesor o defender aconsllliiico dos Eslados-lni-
dos. o
O general Picrcr ao prestar juramento, nflodisse,
romo er cosliime, juro solemuomenle. a mas
o ullinno -iileiniii nienle ; .. e em vez de henar ol-
\ro como se pralica no -ul, levaulou a mo direila o
ronscrvoii-a nasa posieSoaM liudar-so a leilura do
acto do juramento.
liniiiediatamenle anles da mensagem, di um
narrador da srena, na occasi.lo do goneral l'icrco
prcslai juramento, coma cfboca doscoberla, e le-
xaiilainl" a in.ioao ico. ao|ia.-i, que IiiiIii anuir
obre o litro sagrado, os cspeclailorcs lainbrm se
desrobririm, sem embargo da nevo que eolio ra-
bia, ciniiilos levantaram as unios como so ostivessein
n'uin aclo da mais fervorosa devorjo. Era urna sre-
uasolemne. A menmatjo, que o proideule rerilou
de memoria,' sem aponlamenfn algnm, foi recebida
ruin grande enlbiisiasmo pela immenso mulliilin,
parliriilunncnlcuslrechosque dizian rospcilodou-
trina Mnimo, prolei e.io dos ciil.ulos americanos
em palies eslraiigciros, i firme adhe-n do prcsidcn-
le acerca de recios medidas, edn dclerniiiiuiao eul
que esta de levar a vanloa loi sobre os escravos fu
sidos. Gritos da a mallo be......uiilohcui c ou-
tras apiiivonadas expresses de iiiliniacn roram prn-
feridas |>cla inullidllo. Usseuliiuciitos, o lom da
pcrai
lvidos ,IS X0ZCS pi
ampia libcrilade ra
i maja animador a
libcidadescr.i asi
e Iriiiinpl.i... A lo
polOgia con-i.le |im cxcclleni ia em o
._.....; mus nenh.iiii exeinph., pon.....n-e-i
co, pode ser imleraopara obem durador.po
lodu a vez que nao fot bu-eado nos Olemos pin
lo direlto e da juslica. Nossos pas decidirn)-
iipn.prios lano na hora da imiHlfoslacao a
luna de piulca-la. Eramos teus propriosjuii
ii i no,.Inicias em que Ibes era forcoso ploilcar a.
uas vidas, rortunaa c sagrada honra pclaacquisicao
da inapreciavel heranca que mis li.i legada. A ener-
ga rom que esse grande conflicto era encelado, c,
iba direccao de palale c benfica providencia, o
ralo sol, inionli. ruin que se prosegua na sua rcu-
saro, eraiu sonicnle excedidos pela prudencia e
pililo palriiiliro da concc-siln que caraclri i-a\a
todos os consoilios dos nossos a vos.
A nisis inconlestavol evidencia doste modo do
eder vcrilicn- no laclo de que o actual trba-
lo iinv.li syalema lem deasipadoum aran dono-
licllllde que perturba inlrepidOS coraroes 0 supre-
mas Inlolligencias. A apprehenslo de perigos em
viiiii.lcilccvien.il lorrilorio, do mulliplicados os-
ladas, de riquezas ai 'cumuladas o do augmento de
pupiilae.lo lio um relo sem riiiidainenlo. O numero
original das estrellas da vossa bandeira quasi que se
acha Iriplicadn, as voseas posses-es dciisameule po-
voatbu cingem aspraiisdos ilous grandes ocanos,
e com ludo esse vaslo augmento de povo c lerrilo-
rio nososelia mostrado compativel com a hanno-
iii",u ai'e.io dos osladosc do govorno rederal na sin
-especliva phera constitucional, mas lem produ-
cido una addicloiial garanlia da rorca c iiilcgrldadc
le ambos.
,i Com nina experiencia desl'arte incilanto e nni-
nailora. a polillca da ininlia odiuinisliaco utoSC-
.i abalada por uonhum limldo horoseo|)o de da.....
irovcnicnie da expun-o. Com ell'eilo. so nn po-
I......iireicr que a uos.a allilude cuino uacio, e a
nos-a pnsico no globo, loinain a acquisicao de cer-
ta- poaaaBMM -, que se ni..... fura da USJM jurisdi-
c.lo, niiii.-i11.'nt.-ii:.- niporlanlc para uos-n prolcc-
.y,,,, ou no fuluro, esseneial para a presorvajao dos
direilos do coiiimcrrin o da paz do mu...... Se con-
scaiiis-einos islo, lulo seria por xia de um espirita
de dominarlo, mas por amor da leguraoca. e de
evidente inlereasa nacional, o de urna maneira n-
lalrai.....ile compativel com a mais estrella observan-
cia da fe nacional. Nuda possuinuu em uossa bis-
loria ou siliiariln que provoque aggresaSo ; linio nos
convida a cultivar relaccs de paz c utilizado com
as diversas nactea. Assim, inlentoas ao mesmo
lempo Jimias e parificas ser claramente manifesta-
das na direccao tos nossos negocios eslrangoiros.
Presumo que ii niiiiha admiiiisliau uo ha de man-
char asnoaas bellas recordacaes; c aseevero-voa
que nciihum aclo que c-livcr no legitimo espaco da
niinlia tuparlnlendencia constiluclonal ser lolerado
na parle de qualquer poican dea nossos concilladlos
que nao poeta desaliar urna proinpla justlficacSa
lieriinle o tribunal do mando civilisado. 1,'ma ail-
iniuilrue.io fina indigna de ronnnrn no Interior
ou tic respeilo no exterior, se deixasso de ser inspi-
rada |icla roiiviccn de que iienhiima apparenle
vanlagom |>odo ser comprada por um preco Uo caro
como o ila injuria ou deshonra nacional. N.lo he
vosso privlcaio, como nuco, rallar de um remlo
pausado. Os palhelicos incidentes da vossa bisloriu,
rcplcla de inslruco, e quo ministra abundantes
landamonloa de animadora coniiunca se acham com-
irolicndidos-ii'um perodo comparativamente breve.
!asse o vos-o passado he eiieuui-eiiplo, o vosso ru-
luro nao lem limites. As nhrigac/ics quo Dio sin
hrcules 0|icrlam a niio explorada vereda do pro-
gresso, o sero ilimitadas como a duracilo. Per-
ianto, urna sita o vasla polilira nao abracarla menos
o lonaiquo tuluro do quo o urgente presente.
t O grando objerloi dos nossos cstartos, como
pino, serie mcllior ronscauidos por via ila paz. e
sin loliilineule mropaliveis cOm a Iranquillidadc c
intaresses do resto do genero humano. Com as na-
e.",es v-iiiha- ein onoan oonUnenle cullivaremns
benignas o rralcrnaes rclar.oes. Nada mais pode-
mos dwejar-lhcs do que ve-las consolidar a sua fdr-
ca e proseguir na cslrada do cngrandooimenlo e lo-
iciilade. Se no decurso do sen cresrimento abrir-
moa nevos eanaes de npgnciu a rrearfnosaddtewnaea
lacilidniles para amigavn riunuicriio, os bcnelicins
alisados scio iguaes c mutuos. Temos vivido in-
peiiilenles dos complicados SVStemN eurupos de
IK.liiiea nacional, a per uHeMada qoasi inteiramen-
le m;iiIi>- das suas guerras, lumullos a anrledaibit.
Emqiianlo iiirarem deiilro dos limites das Malea
que ibes dau evislencu, c na sua legitima jurissli-
ao, nao podem aucclar-nos, copio se ellas apiwl-
2
em par
sus svmpalhias em favor da liber-
ilado humana o do progresso universal. Mas os
vastos inlcrosscs do oommercio sao comiuuus alodo o
genero humano, o as vanlaaens do ne-orio e ronv
ineuio intcruncioiial sompro oBercceni um nobro
com para a infliicnrla moral do um grande povo.
a Se proseguimos ueslo designio de urna msnoi-
ra firme c honesta, lomos diteilo a esjfcrar prompla
rceiprocidodc, c osla ser exigida sob qualquer cir-
cuinslancia. Nao devemos ter smente em consi-
deracao os direilos que nos pcrlcncem como naci,
mas aquello, que compolcn a cada cidadio om sua
capacidade individual, qur no inlcrior quer no
exterior devem ser inviolnvclmcnle defendidos,
l'ur mais distante que seja a paragem em que se
ui-hc um cidado americano, se d'alii elle poder
distinguir as estrellas d'aqurlle pavilhan, anda que
nao possua riqueza con) que compre posto ou titulo
que llie as.ov.iiro nina posic.lo, seja seu privilegio,
e torc,a be que seja seu reconhecido direilo, mos-
(rar-sc bomem digno anda cm presenca dos princi-
pes, com a orguuiosa consriencia de que elle be
incinliro de una nae.io do soberanos, oque, cm le-
gitima deligencia, uno psle divagar lao longo da
palria que o agente que deixar no lugar que ou oc
cupo aei".lmenlo no veja que alguma rudo mil
de poder ou paixuo IxTannica he |H)sla sobre ell
Impunemente. Conven) declarar que cm ejnalqua
mar c cm qnalquer lerrilurio em que o uosso espi
rilo de cinnrcza procuro com razo a prolcccflo da
OOSta bandeira, u navio mercantil aincricann he
uma inviolavcl' armadura pura a BegOranea dos di
reilos americanos. E nesla ronnexao piide ser ne
cessario reiterar um principio que enlo seria con
slderado como ftmdamanlal. Os direilos, a segu
ranea c Iranquillidadc desla confoilerarao repelle a
idea de interferencia ou coloiiisacilo deslc lado do
ocano por potencia alguma eslranaeira, alm da
prsenlo jurisdicao, como lotnlmoiilc inailmi-siiol.
a As iiccasif.es de ohservaro siihininislradas por
miiiha nula experiencia como soldado conlirin.im
em meii proprio entendimenlo a opiniio mantilla o
pial rada por oulrns desde a iiiaanisac.lo do govcrnn,
deque nconscrvnrAo de arailes cxercilos pernia-
nonles em o notao paiz, nao su lora eousa perigoaa
sena., dosnecaataria. Ellos lamben llloslraram a
importanciaId pesao dlior a absoluta necessidade
da scioncia militar c pericia pratica, ministrada
cm mu gran lio eminente pela nsluie" que le
n vosso cxercilii o que be actualmente, sob a disci-
plina e uslriicc.ln dos olliciacs nao mais dlstinclOS,
por sua solida adlicsfo, inaanificciicia a dedicacan
ao servico publico, do que pelo sen racil'movlmon-
lo o alia inoralidaile. O excrcilo oraanisadi. devo
ser o ncleo em nula do qual, em qualquer lempo
de necessidade, a forra do vosso poder militar, o
seguro baluarte da vossa defezauna milicia na-
cional possa ser taimada proinplaiiicnle n'uina
hem disciplinada aefueienle organisaclo. E a pe-
ricia e propriu de.lirueiln da marinha VOS amanean)
que podis lomar a pralica do pausado como um
penlior para o porvir, e podis cerlainente. esperor
que a bandeira que lem 0111111111,10 as suas brilbaiilcs
deliras sobre lodos os mates, snmprc llucliiaru cun
intacta honra. Mas esle, bcni como ouln- muitos
assuinplos, iipiirliinuiueiile serio sidiinellidos u al-
leneao dos rom,leados ramos do enverno, o qual
sempre bei de considerar com profundo rcspeijp c
cora a confiante de que elle me ha de prestar
roailjmaeao e'o apnio que OU lano proclsarei, e
que a sua espcricucia o sabedoria promplamenle
li.o de siiggerir.
o Na ailininislinc.il. dos negocios internos deveis
esperar urna dedicada inlcgrldade no publico servi-
co, e una observancia de severa economa em Indos
os ramos da admlnblracio, t.io assignalada que
nunca ser contestada com Juslica. Se esla raioa-
vel esperanca nao fiir realisada. francamente con-
fc.-n que nina das VOSsas pi iinipue- aspirari.es fiear
malograda, e os meas nrorcet tolalroenle Iruslra-
dos. Os empican, podem ser propriaiuenlc consi-
derados lmenlo como auxiliares pura o runipri-
niciilo desle objeclo, o como oc.iipaea" nu po-
dem conferir prorogativa, non Importuno desojo
de alcancar jus alguin, parque o inlcresse publico
exige Imperalivamenle que s sejam consioeradee
referencia aos devores quo devem ser cuin-
prldo*. tibnl.los hiine-los podem sem duxida re-
laniar a prolecco do hoin govemo; mas direlto a
impregoa he coosa que nunca n povo de una rep-
blica roeonhecoria. Nenhum lumiem raxoavedc
pialquer partido que seja lem direilo a esperar que
i a.linini.lincao seja lio negligente da sua respnnsa-
bilidade e dos ev denles eleincnlus de Iriumplin.que
conserve as pessoasquo se aeharem sob a Influencia
le hostilidades polticas o de pnconceilas do narli-
Ins, em posiees que cxijim niio s severo Irabalho
uas sincera cooperaco. Como nao lenho compro-
nissos serrotos a ratificar, iicm recompensas a dar,
iieni reseiiliinenlo. a vingar, c iicm dtelos pes.oaes
a consultar na escolha para a calaceo ollicial, cum-
rei esta dillieil e delicada lurefa, nao admiltuilo
livoalgum como digno ou do incu carcter ou
lieflo, sem que lenha em vista a eflicicnlc salis-
racio de deveres e os inellioret inlereatet do mcu
liz. Ti idilio os nioiisugrndoiimontos smenlo aos
eusconcldadios em acial, objeclo maisarave do
do onde elle asiste lem Jus a effleientes remedios
que reforcem as prtivisocs constitucionacs. lio
minha opiniio que as leis do ItCiO, vulgarmentoi
cliamadus medidas de circumslancias, sao -tricta-
mente conslilncionaes, e sem demora dovem ser
poslas cm execiifo. Tcnho para mim quo as au-
toridades conslilucionaes desla repblica sio obri-
gadas a rcspoltar os direilos do sul da mesma sorle
que resprilariam oulros lgaos o conslilucionaes
direilos, c quo as lcis que se fortifican) deven) sor
acatadas e obedecidas, n.lo com uma reluctancia
animada por opinioes abstractas quanto proprio-
dade dellas, n'um diflercnle estado da sociedade,
mas salisfacloriamenle e segundo as decIsOcs dos Iri-
bunacsrospeclivns. Taeslcmsido o sao as minbas
convicroes, e pretendo obrar de coiitormidado com
ellas. Acho que a qttesiao esl concluida, c quo
iienlnin excilameulo de diviso ou de amMfio ou
de rnnalismo amearar novamenle a duracilo das
nossas inslilucocs, ou obscurecer a luz da nossa
prosperidade.
i. Mas o ideal das nossas esperanras lulo devo II-
car somcnlc na sabedoria do bomem ; niio basta
que os prcconccilos de diviso nao ciicontrein lugar
uas dcliliertcfies publicas; mo basla que os desali-
ados conscllios do paixiio humana sejam regeila-
dos, mas he tarta conressar que s lia seguranca
nacioiuil na buinililc e fiel dependencia da nueu.i
para com lieos o para com a sua reguladora pro-
ii Alravcssamos lixrementa urna crisc pcrigisa.
Sainos cnnscllios, scmelliaules aos que nos ileruui a
rousliliiicAo, ronscguiran cmdarga-la. Seja esse
periodo lembrado romo adinneslacio, c lulo c
eslimulo, em qualquer lcele da L'nilo, a se pra-
licarem experiencias quando as experiencias san
lao perigosas. Oxal quo fique gravado cm lodos
oscoracr.es que, bella'como he a nossa machina,
nenhum poder terrestre ou sabedoria nunca llio po-
dci i.im reunir os rraainenlos.
ii Achanilo-mo dianle do cspeclacuhi dos verdes
declixes do Monliccllo, c visnho do lumiilo de
Wasliington, com todas as ralas reeordaeOea do
passado ciingreaando-se pin Innio do mim, hem rn-
i.....imilns vuzcscloqucnlcs da exhortae.lo do eco,
nao possoexprimir um vol mais sincero em favor
do mcu paiz do que supplicar a benigna Provi-
dencia que lano proleaco a nossos pais, se digne
habilitar os lillios a conaervarem os dons que bar-
daran!, i.
tirando salva de arlilharia
geni, que o presidente reelloi
papis i.cn olas, a diz um
rccituu-a ale o lini do nina ma
vil e.em a menor talla. Coi
presidentes Tavlor, l'olk, c
mensagens cm mu manuacripli
pico da nicnsaacm que trata
dadi.s americanos no exlcrioi
Mr. lillinore e para osror|
poz a lei com I
vez voltn,i-sc pa
o vaslo ipiadrad
do constituir casas com paredes dobradas, feonvin-
do providenciar para que cesse semelhanlo incon-
VtiflcTile, por domis prejudicial a esto municipio,
requeiro quo por urna postura esla cmara autoriso
que so tacam de parodos singelas as casas de 90 a
4 palmos de largura que so houvesscm do levantar
em ditos ni rehuido-.
o Paco da cmara municipal da cidada do liento
20 de abril de IHjX O'amciro.
Aulorisou-se ao fiscal de Santa Antonio a mandar
plantar na ru do Passeio Publico as arvores que
para esso llm llie oflerrcerain.
Kcsolveu-sc quo os papis sobro o negocio do ma-
ladouro, quo devolveu o Sr. Olivelro,fo-.em remet-
lidos rada um dos veroadores para os considera-
ren!, e depois lomar-te a respeilo alguma delibora-
ejto,
l>espacbaram-sc as petiees de 1). Anna Joaquina
de Mello Selle, de Chrislovio Santiago do Nasci-
mcnlo, Joaquim Aurelio Percira de Carvalbo, do
l.uiz Aiiioni.i Percira, de Marcelina Mona da t.un-
ccco, Paulo l.eilio Ixiureiro, do Francisco Mor-
lins Ra|Hizo c levanlou-se a siwiio.
Eu Manool Ferreira Accioli o escrevi no impedi-
mento do secretarlo. Viaiina, pro presidente.
Mamle.l'.amciro. Reg. Miranda.Mello.
./hh Atihur, de 151 toneladas, rapilao p0ule(
cquipagem 14, em lastro; a Schramm \vhutei, a'
Compaohia.
Da commissao Briguo de guerra brasilciro Cali-
pe, ciimiiiaiidanleoc.ipilnde trgala Filippe J0.
so Ferreira.
EDITAES.
rUBLICACAX) A PEDIDO.
pie ongrandcclmeiilo pcasoal Veram direccio c
Fiieraia nos seus osforeos na iillnia ruuleiida clelo-
ol. e espero que nao bao de ser mu logrados. Ellos
nlgcm de mim cuidado, inlcgrldade c capacidade
.me quer que h.yait doveles a riuiiprir. Somet-
as qualidauea nos servonlumlos pblicos serio inu-
lei-u. leis mais severas par.....evinire piinii a frau-
le, a negligencia e opoculalo; e com ella-cu,
leis se lornain dcsnccetsarias.
n Mas nao .un e-ios o. nicos nonios sobro que
laviscd.u alenlos. Os perigos de uma runoen-
Iracan de lodo o poder no govcrnn gcial de uma
.....redoraran como a noita se nao devem desprivar
le maneira alguma. Assim, leudes diroilo a espe-
rar que os VOSSOS uacnles em qualquer ramo de mi
liiiislinro, rcspeilcm c-trii-lamcnteos limiles ipn
Ibes forcm prescrlpua pela couslituitao dos Bslados-
a O grande enloma da noesa llberdade conslllo
ional ., acha n'iiina |.rcci-a dislrduir.ln de pode,
L'iilre O estado o as autoridades rederacs, e a expe-
ricncla ha moslrado que a harmona e felicidade
lonosso povo dependo de una justa di.ci iiuiiu-
rn cnlre iis direilo- separados e a retpousabilidadc
los estados, e os vussos direilos ci.ininiius e as ohri-
jacoes sob o enverno geral. E na minha opiniio,
lio estas cun-iderueoc, quocnn-liiiiiriain as xerda-
leiras bases da futura concordia acerca das que
loe. que de um modo mais grave Ido perturbado
nquillidado publica. So ocoverno federal se
ar ao exercicio das allribuicfws clramenos
lillidus pela cnisliliiieilo, ilinicihneiilo poda
locar que a sua arcan em alguma quesillo
iicccdeu ii mensa-
Elle niolinlia
respndeme, mas
ra bella eaarada-
sm lembrar que os
Iros liiim as suas
Ao rhegar no lo-
t proleceao aos el-
elle vollou-se para
diplomaliros c d-
la amonase, c quando oulra
as niassas do povo que uceupava
brailaram com cnlbusiasmo, c
lodos os O.OOO homeiis que coalbavain as mus de-
clararam : .. l'icree he o Inuncn da poca.
Ao cnicluirein-e |as ceremonias o prcsidcnle tai
escollado at Wbiie Uouse, onde'ae aehava grande
concurso de povo. Os aclos do dia tamul encerra-
dos rom um juntar particular em Wbile UousO.
O e\-pie-idciiie l'illinoro volioit para os aposonloa
no liolel em que o presidente Pierre residir.
(Times:
l'HIW.IIIM.O.
COMARCA DE SANTO ANTAO'.
Victoria 18 de malo de 1S53.
No dia 10 do correle morro! na cadeia desla ci-
liado de beiigas Ismael Xavier da Funseea, brauco,
casado, kladede lll anuos, natural do l.iinooiro, que
linliu sido pelo jurv desla ei.l.iJc condcinnailf a ga-
lea perpetuas polo erlme de homicidio : esse indivi-
duo era urna mira humana, se llie allribuiam varias
mulles, c esla pela qual tai conilpmnailii, dizpui que
I le/ por ilinheiro. Dos se rompadera da sua alma.
Aiinla depois do niorlodeu inronimodos, porque
niio bavando qnom o quiweso carregar para o cemi-
Icrio |K>r causa das bexigas, o delegado de poliein
vio-sc na necessidade de mandar recrular a alaitns
individuos para o carnearon i 0 que a primeira
v isla parece lima arhilraiiedaile, necessuria porem,
porque o cadver nao havia Heai insepulto.
(Carla particular.)
Sesao
CMARA MUNICIPAL,
extraordinaria de 27 de abril di
PrnUtiuiadoSr. liaimu.
1853,
Miran-
ale, tiln
> Sr. Amorini, o ron
por se adiar desdi
Donando de membro d
urso, ahrio-se a sessao,
d'anlecedcnlc.
ipi
.Mu
iili.pi
.....Ilu-
ramenle do
vo povo.
,i Esprn
Ijuslii
iSlilllil
eos,seg
i resurt
di
dii
s oslados, lu iulro-
,li> dos negocias luis
vonlade dorespecti
Uto
Igilq
ule N inciis deaig
nporlanle que da pi
I, ii
iiiuisaidenli
que nos tez i
nos, c confe-
issos pais ciiir
rilo de .....a maneira le
lio por oillru Impulso que no
desala pela perpeluidado doasa nnli
que tomosderramando dona tobe
rindo um poder o Influencia que os
diulciild.idc anticiparan), nao obalanle
upaixonadas eaperaneas dirigidas ao mais longin-
quo porvir. O aanlnhenloa que cu agora annun-
cio nao ei.un dasconhecidoa miles da manifeatacBo
ilu vol que me i mu ve a este lugar. A minha pro-
pria -iliiue.ln a este respeilo era clara c sem equivo-
co, no registro das miabas palavras e dos meta actos,
e, apenas record essa ipeca, porque n silencio lalvea
possa ser mal interpretado. Com a unilo as mi-
iidus inellinres e mais caras a-piraees lerreslres sa-
rao realisadas. Sem ella o que seremos mis indi-
vidual e conectivamente' O que ser o nodre
campo sempre abarlo ao progresso da nossa rata em
leiigij", governo, arlas, eem ludo oque significa
c adorna o genero humano Se se perder nina
uulca e.lrella deesa enn.lellac.lo que Ilumina a
nossa propria cslrada, c inostra lis nares esforcadas
oscu curso se mo limosse total csciiridade, an
monos o brilho do lodo ficarii olfisrado. Assim lio
eacnaado assavarar aos mos eoneidadioi que aanie-
llmulc catastrophe so no verificar em quanto eu
posiuir o poder para inpcdi-la. Nulro a mais ar-
ilenlc c vital crouca de que assim como a unilo
lem sido a tanto sob a Providencio divina, da nos-
sa prosperidade ole boje, lambn he o mais segu-
ro penlior da cnnliuiiai.au das truclos que lomos
gozado, e somos inviiilavclnienlc obrigados a Icans-
milli-hi intacta aus nossos lillios. O campo da dis-
cussilo livro o calma cm o nosso paiz so acha liber-
ta, o sempre sc-lo-ha ; mas nunca tai c nunca se-
r alravcssado nipuncmeiile por um espirita de di-
viso c talla de amor lo |>roxmo. Os fundadores
da repblica Iralavam as cousas medida que
ollas so llie- aprsenlav.ini. com o sacrificio do pro-
prio palriolismo, c, assim como o loni| ha prova-
do, com a comprehensiva prudencia quq sompro
nos ser pennitlido consultar. Todas as medulas
Icndenles a tarlalecer os scnlimcntos rralcrnaes dos
mcnibros da litiiao lom merecido-a minha cordial
Spprovtcao. Opporei prompla e cruel resistencia a
qnalquer Ihoorla do sociedade ou govemo, quer te-
ja lili... da lelo I ainbie.io, qnei de mrbido eillllll-
siu-nu, calculada pura .lis.olvor o vinrulos da lei
o da olleii ,1o qup mu une. Tenho para mim que a
hio Involuntaria, como existe em difieren-
tes Estados desla confeileracaii be roconherida pila
istiluieo. Creio quo esle fado permanece co-
mo varios oulros direilos admitlidos, e que os csla-
Pro-piiIpsosSrs. lleno, M
la o Mello, fallando sem causa o Sr. Ainorim, O com
ella o Sr. llego c Albuq
illa 17 do correulo fu
nsclho municipal do
tailidaeapprovadaaac
Foilidooscgiiiiile
EXPEDIENTE,
fin ofliiinihiExin. Sr. presidenta da provincia dp
4 do crlenle, convidando acamara a assislir au
rio da posso do sen successor o Evm. Sr. cunsclliei-
i. foso Benlo da Cunda Fi-uieircdo, no dia BOgUiute
(43) empalado do goveroo. Inleiradl.
Ouln. do mesmo Bxm. conselheiro, parlicipando
le lomado po-e no referido dia 4:1 da adniiuislra-
cio desla provincia, da qual tara nonicadii presiden-
te por caita imperial de 41 de marco ullinio, alim
de que a cmara llie dirigisse a correspondencia ot-
ticial. t,iue se acensaste a receptio, c se parllci-
paflte as enmuras de tm.
Oulra noc.......andante das armas a espedirn de orilem
ao eonmiaiidanle do dalall.ao ora cxislculc no quar-
tel das Cinco Ponas, para que as respectivas senil-
ncllas vigiem durante a noita na cnuservaro do
malcrlal da obra do inaladouro publico, que existe
uo anal das Cinco Punas, pinximo aodilo ipiurlel.
lulciraila.
Oulra do mosmo, remellando copia do aviso da
reparlicao do imperio de :in de mareo ultimo, no
qual te determina quote uioregbtirem noslivros
das cmaras curtas do liaturalisacao de cidadios hra-
sileirus, scni que di lias cnale que j o lem sido lia-
quella reparlicao e transitado pela chancellarla; e
rccommend.iiidn que esta cmara, sol sua respon-
sabilidade, cuniprisse resli idamente n dispnslo em
diio aviso.Quo Bercspondesteasscgorandoocum-
priment do aviso.
Oulra do bacharel Uai.....I Clemonlino Carnolro
da Cunda, juiz de direilo Interino da primeira vara
criminal dela comarca, participando ler rnlradn no
dia >> da crranle i.....torcido do cargo de ehefe de
policio iulcrino da prov incia, por ler sido do mesmo
exonerado o Ib. juiz do direilo, Jos Nicolao He-
auoira Costa. Inleiradl.
Onlro do procurador, aprcsenlando de conformi-
dadccoin o 3 :! arl. 7 do regiilamenlo do ccinilerio,
0 inuppu dos obilot da- qualro rreguezias desla cida-
ile ,i.....e o primeiro dojaneiro a :il do mar.;., uliimo.
Que se mandasso publicar.
Outro do administrador do comllorio, remetiendo
aquaulia do 4">Sqiic pagnit a pe-son cnrnrreaada
do enterro do cadver de Manuel Percira de Mora,-,
para o poder Inhumar em ralucuuidu de proprioda-
ileiluccmiiciiii, visto que a guia obtlda don, l,56t,
foi araliiila. Mundou-sc rcmcllcr uo procurador
dllaquanlia.
Oulro iln engcnliciin cordeador, dizcnilo que rom
aciiuslruccao de una |iei|iieiia exlemila do caes, c
brlgando-SO a Anlonio da Cosa Hcao Mouleiro fa-
zcr estacada em frente da sen terreno, se poderla ai i-
lar o desahaiiicnlo pruveniunlo dus embales das ma-
res, dolelliciro nn arcal das Cinco Puntas, que ser-
\ io de bobedouro ao gado antlgamenlo. Mandou-
sc que ereasN a despcia dessa obra.
Ouln. do mesmo, iiiformaulu poder-sc rnreder a
Joaquim Maria deCarvallu. a liccuca que pede pa-
ra levantar em sen Iclbeirn na ra do Alerrim um
Iclheiro para guardar inalcriac-, urna vez que seja
previaincule marcado o lugar cm que deve ficar essa
obra, c suas proporc.es. Concolcu-sc a liccnta
iiim tormo, da intariu u.-.lo.
Oulro do fiscal de San Jos, remelleiiilo o mappa
do gado ni o I" para ronsumo na semana de IH a _'i
ilocorrenldilSrczcsinrlusive lis pelos marchan-
tes avulsos.) (iie se arehivasse.
Eulra em discussilo o ..Hiri que eslava adiado do
fiscal da Vanea, requsilando um exemplar de pus-
luros c um padnlo de liosos e molidas, c rcsolvcu a
cmara que o procuroilor llie forneresse siimenlc os
1 io.i mus c qu inio" mais que ficasse adiado. Sen-
do lelo o parecer asslgnado pelo Sr. Bernardo An-
tonio de Miranda, rerra da prctencao de Manuel
Peroira Teixeira, rcsolvcu a cmara llrassc adiado
einquanlo se constillava ao advogado sobro seinc-
ll.unlo prelene.lu iiicumliiiido-se da cn-illla n Si.
vereador Mamcde.
O Sr. vereador Vianna prnpoz, e a cmara anuido
que se nomeasso uma rouiniisso para reljcilar o uo-
io adminislrador da provincia, e fnrain uoincados
U senliores tiuslavo, Mamle c Miranda.
O Sr. (iamelro o,un.Ion a mesan segiiinle reque-
rimenlo, queflrou prejudiead>t
i Sendo corlo que raminlia morosamente a edifl-
>acilo nos arrebalites desta cidade, por nao oslarem
odos os possuidores de terreaos-em circumslancias
Jos Anlonio tiomes Jnior requer a V. S. dig-
nc-scdeinandarqucocscriv.lo Cunda, i vista dos
autos do luidlo, autor Alcxandre Jos Comes, rea c
s'iipplicanlc o seus lillio-, llie de por ccrlidAo a sen
lema pioi'eini > por V. S. prximamente, eerllflcao
ilo mais o dia, mez o anuo do termo de conciliaciK
(a rc\ dial cnlre o siipplicantc c o supplicado, e que
se acha em di lo lihello, c so o supplicanlcj oficre
een a i iinllal leil.nle ao lllesmo liliello.
Pede ao lllm. Sr. Dr, juiz de direilo da I. van
do civcl deferinicnlo. E II. M. Paste. Recite 7 di
.....u. de 1853.Aflea Gtrmoriet.
Pedro Tertuliano la Cimlia, acrtcHo rlaliriodat
tarOi nirit r dnmmmerrio imta citlade do lle-
el/e du Pernambaeo por s. M. l. C. o Sr. D.
Pedro //., a qmm l)eo Certifico ii vlslados nulos ser o llicor da senlencs
de que faz niencilo a pclicilo supra, da forma, modo
cmaneira segulnle Recebo c Julgo provada a ex-
capelo II. :l:l7, parqnanlo, cnlcndumlo-sc por lapse
de scineslrc u silencio no l'eilo em lodo esle lempo,
e que a nica excepets para se nao contar lito se-
nieslrc lio a que se conten nosilous niez.es de feria!
ou de e-paro delcriniiiodi |.da oidenarao liv. i.
III. IH. ; lli, son que se pos-a eslender no caso dn
cilarilo cm vigor, porque osla circumslancia depen-
de lamlicn de lapso de lempo, do contrario tornar.
SO-llla na cxeepe.in mullo niaior, do que aqucll;
que 'refere as ferias, lien evidente ler-so verifica-
do a petenipcilii da instancia, segundo consta di* ler
uios nos autos, ucrosccnilo que dos inesmos unios se
evidencia, mrmente da prouracio Da. 236, ser au
lor na prsenle causa Alejandre Jus Cenes, qit(
ronsliliiia a Feliciano Jos Comes seu enrarregadr
do njusle e liquidarao com u cxcppienle, leudo ha
vido aumente resso do direila do cobrar, depois de
quo dito procurador Ido deve dar cenias, como re-
condece o accordam lis. 475, pelo que mo se pode
contratar que, sendo dito Alexanilre Jos Comes au-
tor tiesta cau.a, e havendoconstituido a procurara
lis. a.lli, que vi. dcsapparecer a de lis. Su, lorna-se
roii.eq.ieiilemenle insiilllcicnte o procurador, que
lem ofliciado na causa, servindo lamlicn para pru-
redenria da referida exceptan lis. o argumento Ion-
dado no S 4. do derreli. numero ni de III de jtillio
de ISV), vislu como n.lo se COqtesU quo dilo ilutar
he cslrangeirn e residente tarado Imperio, termal
em que llie roce a pena cslnholcchla cm dilo para-
grapho segundo. Porlanto julgo pcrcmpla a instan-
cia da causa pelo lapso decorrido e iinprocedeiilc a
nulilicacilo follias, julaando lanibcm inadinissivel o
lidelln loldas, em qnanlo se nao consliluir cm juizo
legitimo procurador na canaa, allcudciuln-se aoipie
cunsla dodociimcnlo lis. 345, cuja declsio lio a|>-
plicavel .i prsenle canta por versar sobre o mesmo
objeclo. Pague o autor excepto as cusas respectivas.
Ilcrfe i de inuio 1853.Custodio Manool da Sil-
va tiulmariesCertifico mais que consta dos mes-
mus aillos a lis. 411 da corlidio cxlraliid.i da ucm-
oilinc.ln, de que taz incnco a mesma pclii-ilo, ler si-
do a me.ina ineonciliueoCoila Boa 4:1 de ...ilul.ro de
IM.'. Certifico milis que dos mcsnios autos no
consta ler osupplicante Jos Anlonio Comes J-
nior oll'ereciilo a ronlruripilnde uo' mesmos autos id
lihello.
Ii mais sp nn conliiihn, c iiem nulra alguma si
declaravn um dila scnlpiica nqui copiada por cerli
dio dos propriosautos, aos quaes me reporto; 01
prsenle val na verdade sem musa que duvida fu
ca, conferide e eoncerlada na forma do csix lo; sub
serila c asslgnada nesla sobredila cidade du Itccifi
de Pornambuco aos 1-4 tilas do mez de malo di
1853.Subscrevio assignei Emfde verdade.r>
droTntntiaimda lunhu.
Joo Henrique* de Carealho Mello, capililode mar
e guerra ia armada nacional e imperial, ecapi-
Io do torio da produca de Pernambuco, por
S. M. I. que Deo guarde ele.
Faro saber, paracoiihecimcnto de qiicm intere.-
sar, quo (endo de lomar providencias mmedialic:
no sentido do aviso imperial expedido [ida secreta.
ia de eslado dos negocios da mariaha, cm 4 duesr-
renleincz. acerca ilnseiirraes, por SSO mando ng.
blicarodiado aviso, para que muguen) possa alie-
gar ignorancia, quando veiiham a selfrcr pcl,,. ._
Julas de que se houver de lancar man.
Capilania do porlo de Pernambuco 46 do abril c
1853. Joilo Ilenriquetdc Canalla Mello.
Copia n.88. Circular. lllm. 6 Exm. Sr. _
S. Mu Imiwrador, i vista do que ponderou o el,
te do divisao capilao desse porto, cm oftlcio de 7 de
ile/euiln o "II".....-"Ii O. I :l!l,acerca .los gi.n |lroll.
ve.....nie. quo resullam do cstabelcdmenlo de cur-
raos de pcixc, determina que sejam demolidos lojm
os que existen), eom prcjutzo da navegue m ro
so consinla que se tac un oulros que csiisein -..,,,._
litante daino, cm qualquer poni da rosln ou .tos
nossos porlos c rio ; oque communicoa V. Exc.
para a seu conhcciincnln e expeditio das necea*.
rias orden, pelo que diz respeilo a esla provio-
Dcos guarde a V. Etc. Palacio do Rio de Janei-
ro cm 4 do abril do 1853. Zacariat de Cei i
l'atconcellot. Sr. prcsidcnle da provincia de Per-
nambuco. Cumpra-sc. Palacio do governo de Per-
nambuco -i de abril de 1853, Jlioeiro. Confort,
O secretario, Thom I-minales Madeira it
Castro, o
Joilo Henrique' de Carealho Mello, cavalteiro il-fj* i
oruYi de S. Benlo d'.hi:. capililn de mar ,
guerra da armada nacional e imperial Intpeck
do arsenal de marinha, e capililo do porlo den
prorincia por S. M. 1. que Dos guarde ele.
Allendcndo aos graves prejuizos quo resullam i
roinincrrio, a navegatiue mesmo os riscos do vid
que corren) as Iripolac&cs das barcadas, como v,
Informado haver aconlecido, e lio natural ; leuh
resolvido que neuhunia Iwrcata possa navegar so
que lenha a seu bordo dous trros c duas amarra
para a sunscauraiifa ; concedendn para esso I
prazo de 30 dias, a mular da dala ileslo cdilal,
di os quaes, scrilo lomadas as medidas nccessariai,
para reprcssAo dos infladores.
Capitana do porto de Pernambuco cm 27 de
bril de 1813.yodo llenriques de Carealho Met
DECLARAt^OENS.
COMMERCIO.
PHACA UO RECIFE IS HE MAIO AS 3
IIOHAS DA TAHDE.
Colaebes ofOciaes,
Cambio sobre Londresa 4s l|i d.
Frelepara o Canal a i.".|-e .", % ruin a enii.licao de
seguir para o Ballico a j'q-c 5 0|0 e a Trieste a
u.-q-o 0|0.
Compra de aunear.
Bramo 4. sorle a4*100 rs. por arroba.
Hilo 3, sorle n 29150 i- 49300 dem.
Mi.seava.ln regular u IM.VI o latKO dem.
......
II,
hielo a ls50 i
AI.FANIIECA.
ilo,lo dia I a 17 .
dia 18.....
137:62(9127
48;."it.-;ik;
166:1329133
mi
De
l!l de malo,
is Hallan fui
liu
$
trregam ha]
a S. Mol
Cha c bulucliiuha.
Briguo porluguez ramio fmercadorlas.
llana nalpza juna Caniphell cun.io.
Barca inglexa Corrida Earinlta de Irigo.
Baten Inglexa Olieron liacalho.
Barco ingleza llrgun Ymor mcrcadnrias.
Importciciio
Briaue inalez llri/an i/ mor, viudo de Liverpool,
nsiguado a Hoslroo Itooker \ Companhla, mani-
teslou o scaiiiulc :
.ti toneladas carvio ; a C. Slarr \ Companhla.
II gigot e (i barricas louea, l!l raidos o 13 caixas
idos de algodio, 11 eaixoea diloa de lindo, 18 di-
cliitas: a Joiiii.i.m Palor & Companhla.
H caixase4 fardos leddos de algodio, 4 caixas
..n., 3.lilas lecidos de linliu, Ii ditas edapcosde
sol, I dila lencos deseda a H linde
14 Cornos, S barritas, I caita a I gigo terracens,
barricas vidio-, _>! caixas conservas, I ditas cha-
peos de sol, i barrica cuteleria : B. II. Wyall.
56 fardos o 40 caixas lecidos do algodio, 4 cai-
xas lucias, 7 ditas lecidos de lila, I dila dilos de li-
nlio, I dila dilos de lia e seda ; a Hoslron llookcr
Os Coinpanlua.
10 caixas lecidos de algud.lo, 2ditas dilos do I
nbo; a II. Glbton.
I raiza obras de scllciro, 3 barricas ferragens, i
ditasaivaiade, I dita colla, 2dilas tinia. I dila sul
pin.....lo cobre, I caita linliis, 2 barricas grellms
a s. P. Joiinsion & Companhla.
14 fardos c 30 Caitas lecidos de algodio ; I Fox
3 fardos Iceldosdo algodio, 8ditos ditos de li-
ndo : a J. Crablree i'v Companhla.
:li caixas e 9 fardos lecidos dp algodio, t cinbru-
Iho romos, ;^| barril manleiga ; a llussoll Mcllors
\ Cotupanhia.
3 fardse 4 rai vas lecidos do algodio, _> caivas
dilos de dila e lindo ; i llosas Braga ,X; Companhla.
10 tardos lecidos de algoihlo a N. O. liicbcr &
Companhla.
10 caixas chales do algodio, 8 ditas lecidos de di-
, ti fardos dilos de linlio, 4 ilos dilos de lila; a
Jones Nash A. Companhla.
3 fardse 13 caixas lecidos do alcodao ; a Adam-
son Uowie Ov Companhla.
CONSULADO GBBAX.
Ilendinienln do dia I a 17 ... 42:69Ub8I I
dem do da 18........4:7819158
BISPAIH) DE PEKNAMIIICO.
S. Exc. Kvin. o Sr. hispo diocesano comparecen]
na matriz da freailezia da BOa-Vi.la, pelas 11
da larde nos dias 40,41 c 22 do crranlo, para ad
minislrar o Sacramento da confirmadlo, a lodos of
que sedispozerem para rccclicr esle Sacramenta |h.
meto da coullssiio sacramental, qual para esl
llm devem recorrer. As csinolas destinadas a el,
administrado, sao applieada tiara a detpexa da res-
la do SS. Sacramenta, orago ila mesma matriz, que
prximamente se ha de celebrar. Palario da Solc
dado 14 de maio de 1853. Tadre, FrancitCO Jo
Tarares da Gama.
KEALCOMPAMHA DE PAQUETES IX
GLEZESAVAPOB.
No dia 41 deslc mp,
espeta indo sul o va-
por Teeiol, comnian.
dantaOnslnw, oqual
de|Hiis da demora d
ustumeseguir para a Europa, para passageira
Irala-sc cm casa da agencia, ra do Trapiche No
numero 42.
O arsenal de marinha compra para as obras it
iielhoraincnlo do porlo, canoas novas ou u- -
cm boro esludo.
O procurador da enmara municipal desla ri
dade emvirlude de ordem dn mesma cmara, rda-
se aulnrisitdo a vender os lijollos, cal e scmeiilo qut
se acham prximo ao maladouro das Cinco Ponas
as pessous que quitaren) comprar os malcriues tciral
mencionados, dirijam-te ao pato da mesma camtn
lodos os dias uleis al as Iros doras da larde.
A adiniuUlrar.lo do rorreio desla cidade en.
aajn dous humens para servirem de corrcios
qu
du
ver cu
dirija se a
umsta.
nesma adn
do,
"1
THEATRO DE SANTA ISABEL
n!iYHiiin!iiii: maio de I8S3.
38.' HECHA DA ASSICNATIIRA.
Depois de brlllianle ouvertura, rcprcsenlar-sc-li
o sempre appldudido drama:
lllnltlY.
OU A
Vitandeira.
Os papis principacs serio cxeculados pelos arl
las Manoellta Luecl, Costa, Cuimaraesc Mondes.
Principiari as 8 doras em poni.
Os liillielcs eslilo i venda uo cscriplorio do (di:
Iro.
AVISOS MARTIMOS
17:1839974
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rcndimcnto do dia 1 a 17 4:0tilff305
dem do da 18........ :r>9372
4:1445(17
HEC.KBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS CE-
IIAES DE PERNAMBUCO.
ltendmeu(odo,lial8...... 4459084
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilcmlimcnlododia 18......2:11I}W)4
MOVIMENTO DO PORTO.
Varios entrados, no dia 18.
Aracaly e Ass do nllimo porta 10 dias, l.iale
l.ra.ileiii. Cupiltarilie, dn 39 loiielada-, no-lie
Antonio Jos Vianna, equipagem 7, carga varios
gneros; a l.uiz llorges de Ccrqueira.
Mancilla |K>r Cibrallar 5 dias, briguo francez
A ML'ITO VELEIKA
barra brasileira Flor d"OUteira, sali para o lli
de Janeiro no dia 44 do correle mez Impreterlv*
mente pudo ainda receder alguma carga miada,
frclc, escravoa e passageiros; para os quaes leii
bous coinmodos : Irala-se na ra do Trapiche Non
u. 11, cscriplorio do consignatario Manocl Abes
Guerra Jnior, ou rom o capilao a Imrdu.
Pata' o llio de Janeiro anhe ale
ilia 26docorrente omuitovcleito l)ti;t
llccife, oqual lem a maior parte de sen
carregaoiento prompta, c poro o vetMu*
le, [lassa^citos c escravos a n-le, trala-si
llanta doCoegioil 17 segundo andar,
ou como capitiloa Iwrdo.
PARA O IMO DE JANEIRO.
Segu com muita bravidade o liiaten*
eional Piedade, forrado e pregado de co-
in, e do primeira iuarelia: para o resto
dn carga trata-te com os consignaliu '.
Novael v Companliia na ra do Tra|ii-
che, ii. "il, primeiro andar.
PAItA A BABIA.
Vai seguir com hrevidatle, por ler
grande parte to seu carregninenlo trota-
do, o hiate nacional Fortuna, captao Jo*
se Severo Moreira Hios: para carga ou
passageiros Irala-se na ra do Trapiche
n. 40, primeiro andar.
PARA O PORTO POR LISBOA.
A barca N. />'. da Ikm-riagem, cnpihlo Antonia
Ferreira Leilc Jnior, scituc rom a maior breida-
de: qiiem na iiipsma quizer carreeur ou ir de pu--
sagem, para o que lem os mclhores coinmodos, diri-
ja-sp ao cscriplorio do francisco A. da Cunda A
Companhla, roa do Vlgarion. II, ou ao capillo as
PORTO E LISBOA.
A barca portuguesa PuqiieteSnudadiftr'
de primeira marcha, segu para aquer-j
les porlos eom multa brevielade, por ter
quasi o ciirregamcnlo completo: para o
resto da carga e passageiros, para os tptae
tem evcellenlcs connnodos, trata-se com
o OapituO na praca, ou com os ennsigna-
tnrios Novaes & Companliia, na rita do
Trapiche n. ^ii, primeiro andar.
Para Lisboa -alie com bieiida.lc a niiiilo vc-
Icira barca pnrliisueza Mara Jos do que I
13o Jos Ferreira I.csmi : para carga mi pai
Pira o que lem muilo bous eommedos, Ii alus.....
rancisco Sevcriam. RabetlaA Fillio.oii rom o ca|-
lo, na prora do rommcrcin, ou a bordo.
' RIO l>K JANEIRO.
A escuna Sorieilnde Feliz pretende seguir rom
breviilade; recebe carga e passageiros: Irala-sc rom
Cadmio C. do C. Moreira, an lado do Corpa SanM.
toja de inassamea n. -'. mi rom o capito Joaqu'1
A- C. dos Sanio-, n.i prai I.
PARA t) PORTO E LISBOA.
Pretende sennir com a brcvidailc |iossivel, a dar
brasileira llytlra, para o que lem parle de carga
-.o
'Jo
l'l
Ir
la,
I'i
cara-
lisas,
MUTILADO

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i'i i
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ge
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O
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"
' nronipla- Qucm na mesma qulzcr earregar par
miiiliiiier los dous portos, ou seguir de pnssagcm
'm ,i o quo lom bous rommodoi, o so Bllanca bom
llmenlo, pode dirlgir-s a Iralar com Ainoriin
tinaos na ra da Cruz n. 3, ou com o capillo Bcn-
i Jos d'Aluieida.
PAHA O ARACATY.
si'iic cm pouros dias o bem condecido hiate Ca-
piharibe para carga o passageiros, Irala-se na ra
ilu Vinario n, 5.
Para o Rio de Janeiro sabe com mitahrevida-
(liniliriuuo nacional Sagitario, para carga, passagei-
r,i< e escravos a fele. Irala-se na ra doOollcgio n.
17, sejundo ailar, ou com o capitn a bordo.
_ Para o Aracaly -alio com brevidade o liiale
flor do Cumripe: quem quizer earregar nu ir de
iij--a'-i'in, dirija-ae a ra da Cadeia do Hccife n. t)
iiriniciro andar.
' MARAMIAO' E PARA'.
A escuna nacional Hmilia, de que lio capilao o
|iralico AntonioSlveira Maciel Jnior, dcvci.i par-
tir para o porloa cima indicados, com a maior
liu'iidade, vislo j estar rom o son carregamcnlo
quasi lodo engajado : por iao as peasoas que pre-
tendern! ainda earregar ou ir depassagom, dirigir-
se-blo a ra da Crui n. 13, armazcm do A. C. Au-
:nslo do Silva, ou a prosa do commcrcio, a fallar
rom o capullo.
LEILOENS.
Eduardo Bolli, lendo de rctirar-se dcsla pra-
t-,i, far Icilflo ti.iiisiVfiJo ilo din 17 por CflON da
fniva), de (oda a mobilja da casado sua residencia,
ciin-islindo em camr.i de ferro e do madeira, nofs,
contlos, marque/as, mesas, ratlt'iras u-ii.h -, de
ni"- c de bala neo, Aparadores de mesas, guarda-
ioi;pa. com modas, lavatorios, alui:s com pcrlcn-
cos il" porcelana, cspelfios para salas, toucadores,
relogM para cima de mesa, rlirislacs, apparcliiosdc
ini-,i o clu, cpiadros de rara escolha, c&ccllcnlc |n
anu lorio quasi nevo, una liv rnria de obras dos
niellionM autores francezes, hem en ('ademadas o de
imii.ittoti.ros arligos do gosto e ulilidado : sonun-
da-feira J3 do corrcnle as 10 horas da mandila, na
referida casa, ra do Sc*e, sobrado do Sr. Jos (lo-
me* Leal, prximo aodasenbora viuva de Joan Ala-
ria Seve, onde oulr'ora ciislio o collciiio Santo An-
- -i-.....gggggggg i
Illm. Sr. rorrwpoi.dcnlo da Paraliiba.Amigo,
V. M. disse-nosjia sua uUima correspond'
por la apparecia un sighnl no Oo, c quo di/inm nl-
t: unas velhfii que clavamos no lim do mundo, mas
consolc-se, que os.vclhos de c dizcm o mesmo, por
que lem apparcrido por c tres raridades, a pri-
meirasocca com chovas, a segunda bode dar leile,
a (creclra o bolicario Paranhos constituir-so aferi-
dor sem ser 1 111
Meu caro amigo, a mancira maiscclobre Iw quo
ello anda de pona cm noria das casas de negocio,
pergunta pelo Inlticle da aericao, moslram-no, o
elle ili/.: venlto reveros pesos c medidas, e quando
acaba de rever, diz ao pobre diabo: eu levo o bilhe-
le da aili'i'ii;,ii, e quando for lempo cu annuncio pe-
lo Diario para Vine, ir buscar e pagar a rovisao, c
jtfMMI rs. do meu traba Iho de vir sua casa ;- mas
nole V. Me. quo esle sermo ninguem euconunen-
dou ooSr. Paran los, desla mancira fa*cr-sc servi-
do sem ninauem o chamar, e dar #000 sem se con-
cordar com as parles, be melhor do que ir para a
California buscar ouro c 1 11 Nada mais de admirar
be que osl oSr. Parando* com roncas de lineal o de
emprciado publico, (toriiue chega na noria das ca-
sas de negocio, pede o biibclc da ;illrn<;Mi, |kiS jul-
go quequem lem esla auloridado be os Srs. lisraes ;
diz que ha de abrir a C*M da alrerieo as 9 boros do
da c fechar as 2 da larde, lem honra de empreado
publico, c quando enconlra algum menino do ollio
aberlo, que nao quercaliircom os dous bagos, loma
o nomc, diz: cu l o espero j>ara !!!!! \Vja quo
fin do mundo, meu caro amigo. Sou de V. Me.
criado obri^ado. O Tarilo
Kerife l7demaiodo IsVI.
Com autoi-HUcSo a0 Exm. Sr. presidente
provincia, Francisco Antonio Ribeiro, II. I.uiza .\
c Ajirfradi' I.cal o suas man.i 'minlia
ne^ESeTBilaiirourt Leal de Bczende, I). TlrMl
de Jess Leal leem ulierlo em sua casa una aula pa-
ra o sexo (bminino, onde se cnsina a ler, eserever e
ronlar, grammalica nacional e arilhmclica, doulrma
clirisISo. franco/, inglez, msica vocal, ooulraqual-
qaer faculdade, que os paisqueiram mandar ensi-
llar ns suas lilhas, paro o que j leem contratado
moslres pira aquellas facilidades, que nao so acham
habilitadas para ensiiiar; ensinam Umbem a coser,
bordar de seda, de marca, de susto e de froco, cm
Udagara, eaeaadt, labyrnbr, eoulras habilidades
de agulha proprias do senhoras. A casa tcmcomnio-
dos para 6 pensionistas, recebe ineias pensionistas, c
externa* medanlo un preeo razoavcl: os pob quo
as qnizercm honrar couando-lbps a cdnca^iio de
uasprezadas fllhas, (icarnsatisfeitos pelo augmen
5
SHiBLlCACAO DO INSTITUTO IIOUCEOPATIGQ DO BRASIL
DICCIONARIO POPULAR
DE
loque ellaa lerilo, para o que se nodcr.lo dirigir
' ulr'ora ragiindea) qucm
sobrado ao pe do do varan-
l.'ll l-'-
IVrca-feira -i do rorrenle as 11 horaa da nia-
nli.'i.i cm poni, no armazcm do M. Carnciin, na
ra iln l'rapicho n. :IS. baver.i grande leilo de nina
mnl.ili i. < oulrus nmilosobjeclos perlcnreiitcs a lima
peno) que rcliroii-sc para fura da prounria, assim
romo iliiu* ptimos pianos que val pena aluiiina
|Kama qiw ipicira aprender aproveilar a occasiao,
lambem ira a leil-lo ramas de ferro, espingardas pa-
ra caca, un rico calejo com pislolas, una cmara
'uliwu'ra que rom a maior farilidade lira-se qualqucr
liria, icio-'ios para csrriplorio, c para alaibeira,
ohrasde prala vellia, uin carro do 1 rodas, e un) ca-
varlo do sella muilo bom rarregador.
yuinla fcira 1!1 docur-
reule.as II luirs da nia-
nba, o aaculo Anlunes
far leiltoemacu arma-
zeni rua da Croa n. 25,
de Iraalea de ludas ,'i
Vi irJWHfllfW cualidades,no\oscua-
BrSbV dos, quadros com eslani-
espingardus novas de -
para meio de sala, re-
ios de prala ede ouro para algibeira, dilus de p-
rele, diversas joios de ouro, nallieiro ocupo de pra-
la, rbarulos da llahia. una igrejinlia de madeira
iniiilo liem preparada para diverlimcnln de ineni-
nos, e oiilros miiilos objecin que sent vendidos
por qualquer pre^o.
Ilenry horsicr & Companliia fariln leiliio por
inlervcnr.iii do agente Olivcira, c por conla o risco
ilc quem perlcnrcr, de cerca de 110 barricas de fa-
rinlia ilc trigo, a prazo ou a dinlieiro com descont,
elulo.i \ontadc dos compradores: quinla-feira, I1>
do curenle, aa 10 boras da maiiliaa, no scu arma-
/eni un caes do Ramos.
Ilenry l-'oralcriv; Companbia farao leillo cm
prr-enra do Sr. riiiisul dos fcstodos-L'nidos, por in-
ervenclodo agente Oliwirn, e por cenia e risco de
qucm perlOBCW, de cerca de 890 saetas de cafava-
ri.nl", e da mita da ISOdilaado mc-nio genero cm
bom eslado.scndo parle do carregamcnlo da barca a-
inerraiioDrlauare, Icgaluicnle rondeinnail.i n'erie
porlo : manliaa ompoolo, no trapiche do Angelo.
ns coloridas e em fumo,
inos para caca, eaudieiros
AVISOS DIVERSOS.
I'iccisa-st' rmilw tratar de vareas, para encaiixjgar-
s'1 de uma estribara com doze tourinai :
na na Nova n. (9, pi'inii'iiiiaiiil.ir.
.Manocl Jos' de Araujo Maclia-
do e Jote'Joaquim Das Fernnndca
agradecen) mu coraialmenle a lu-
da a pesnoa*, jue e uignaram
nl)se(|uia-los por occaiifio uofalleci-
nii-niii de su.i iniiiiii prezada con-
sorte c fllha, llosa de ViterJio Dios
Macliado.
Na prea da Independ iicia, luja .1
Ilarbier Jiiaquim Jote Moreira n. 10 alga-
le bichas de llainhurgo de superior qualida-
dc a 210 rs. rada una, c lamlicm se vende |Hir
commodo preco, as quacs se rocominendam,
nao sii piirsuaevcellente qualidade, que j
he condecida, na* ainda pela melhorc mais
apreeiavel de deivar HvTO de niolcslia c com
perfeila sjuilc a todas as poseuM a quem sao
appliradas.
IVecisa-se de mil bom lofUCiro : na na iM n-
pollo, vendan. I.
OlTorece-se urna ama de boa conduela para
casa de homom wllefro. cose, engomma, enleade
do cozinlia : quem precisar dirija-se ruada Au-
rora, toja do sobrado mide mori o Sr. Dr. Itc-
Sueira.
FRONTISPICIO l0 CAKMO.
Em consequeneia de nflo se ler arroeadaito lodas
as c*.....las para a l'est.i da Seuliora do Carino t\o
Frontispicio, nao pddeler lugar iiodia l7ilo cr-
ranle, o quo ser imprelerivcinle no din iidoju*
nlio prximo futuro ; rosando pela ullima vez a
lodos o devotos aconilnuacao de suaconlrlbuicao
pan a ine-ina feslixidado.
A poma que livor nina eslava, que saiha co-
zinhar, e lodo o servio de nina casa, dirija-se ;i i na
da Cadeia, na casa onde fui a sociedade Apolliuea,
que achara com quem Iralar.
Deseueiiiniuliou-se Ires saccofl pequeos de fci-
1 ja vernielboojiic so entMgou a mu negro no arma-
cem do Sr. Candido Sodio da Molla ; quem eslivor
de posso dellaaquerendo-os entregar a seu dono, os
poder mandar nariheir.1 do Boa-Visla, venda n,3,
de que se the leara obrigado.
Preeisa--ic de una nuilher hranca, de niela
Idade, e moho boa conduela, para reger urna casa, c
fazer ao mesmo lempo 0 sci\ieo interno della, eozi-
uhar, rnnommar nuiilo penco, sendo a familia lao
somenlc de uin tioinein nina pela a dous moloques
pequeos : qucm qui/er nnnuiuio por e-te Dlio
para er procurada.
Preclsa-se dfl urna parda, ou piola forra, j; de
ahuma idade para ama secca de nina crlanca, e Ha-
lar desein pannnsjquein esliver ucslas eireuinslau-
cias, querendo dar aoonodo sua boa conduela, diri-
ja-se a rua de S. Francisco, sobrado n.8.
Sumio-sc da easa aballo aasignado, nina
cabra mocha, prela, com ninas uialhas e dA leile!
Iuem a llver e a queira onlrcgar, sera recompeusa-
o; as (aneo l'onlas n. 71.
josr Cnrncii'i ili Silva
Alugft-Munta cacrava para vender na na ou
sen ico de casa; qucm a pretender, dirija-se ama
do Padre Floriano, casa n. 'l.
I'recisa-se de mu raiveiro para venda, de M
a Ili anuos, embora inda dos novalos para estar com
oulro : queiu quizer procure na vonuado Joilo Ma-
noel Rodrigues Valonea: na rua larga do Rosario
i. (i.
Deaappareecu no da H do corrcnle
horas da inauh.ia, o prelo Dlonizio, de na*
de l> anuos de idade; levou camisa do
(raneado le Iblnu asuos, sem chapeo, all
do enrpo, sem barba, com prinripii do bm
falta do uin denle na li rule de baixo, nari
ro>io comprido, bstanle barrigudo, pcagroaHM quo
parecen) Inciados, quando falla he aliapalhado. nao
inoniineia boma" palanas, bastante canelado do
rua de Sania Kilo n
vem da riboira primeir
da encarnada.
Arrcnda-sc o cnuenbo Tcriri levantado as
Ierras do engonho Aliodaes, na comarca do Cabo
dislanledacidadoTleaoas: qucm ipiizer pode ir
ao mesmo envendo, ou ponlc de t'choa a Iralar do
negocio, cm rasa da Illuslrissima Si ,i. I). Maria Pe-
lismiua do Heyo|lloiiies.
wiso AO COMMBRCIO.
Os abaixn agsij'iiados coiitiniiait)
a ranqueor a indas asdatMsem
(eral os son sortinii'iilos de l'a/.cn-
das por l>ai\os prefjOS nao' mo-
nos di- tima pora, OU tima duzia,
B clinliciio, on a pra/o, conformi
se ajtutar : no leu armaiem da
pi'aoa do Coipo Sanio, osrptina da
ma do Trapicho, n. iS. Itos-
Iron Hookcr ev (ann|>anliia, nOftO"
cianles i'j'le/.es. Os mesmos avi-
san ao i i j u i' i' i l-^ mi iImii rnusilin-
rain no tlia 5 ilo corrente mee n
lia loja de la/cndas da rita do Col-
li'l'o e l'asseio Publico n. 15, di-
rijjida pelos srnlini'.'s .lose \'irtor-
no de l'aiva e .Manoel Jost' de Si-
queira Pilangu, paro venderem
iiir atacado e a relallio
J:-'
WS !
mmz&i ^2313^5
Obra indispensavel a' todas as pessoas que se qnizerem corar e suas
familias homceopnthicamente, contendo :
4 dr/inirto clara dea termos de medicina : as cansas mais freqncnlcs das molcslias : os Bvmplomas,
porque eslas se fanein cnnbocer: os medicamento* que melhor Ihcs correspondem : a quantidade das
dsca de. cada inediramenlo e sem respectivos nlcrvallna na molestias agudas c chronicas : a mancira do
curar os eiivcnenamonlos, as mordeduras de cobras, facadaa, liro, quedas, pancadas e fracliira, o lodas
as molcslias conhocidas, principalmente as que Rrassam no Brasil, qur lias |icsoas livres, quer as
cscravas: os soccorros que se devem prestar niulher durante a prerdiez, na occasiao do parlo o depois
leile : os cuidailos que A crianza reclama, qur logo depois do nasrimeiilo, qur duranle a infancia :^ os
pericos, i quo tatito sujcilos lodos os que loinam romctlio allopalhicos : o muilos outros arliooa de vital
inlcrcMc, hem como nina dcsiripcao concisa, o cm liiiguagcm accommodada i inlclligencia das pesaoaa
eslranhas nicilicina, dosorgaos mais importantes, que cotram na composir,go do corpo humano, etc.
lili. SllilVl 0LEI1AR0 MOCERO l'IMIH.
Medico pela imperial faculdade de medicina da Babia : memoro do Instituto hmoopatliieo do Brasil,
c seu represenlanle as provincias do norte.: primeiro propapador das doulriuas bonueopalbicas em
l'crnambuco, o cm lodas as provincias do norte : fundador das sociedades homceopalhieas da
I'arabiba c do Marauhao : fundador c direrlor da esrola hoimeopalhica de l'crnambuco : membro
correspondculc da academia bomo'opalhica do Kio de Janeiro : do instituto liommopatliico de
Taris : das sociedades llatmemannianas de l'aris o de Madrid : das academias honueopalhicas
do Turini o I'alenno, ele, etc., ele.
Todos os homens devem esludar medicina ; por-
que ella lio nina ncrupneflo honesta c til na >ida,
mxime para os homens eruditos c elocuentes ; c
porque a medicina be,irmaa 0 conipauhcira da M-
licdoiia.
Nao vos |ieco que dis credilo hs minhas pala vara;
peco-vos snmcnle que faeais experiencias; mas fa-
xeiaa como eu as fa^o, seffiludo os preccitos que
\os dou, cucareis entilo convencidos.
Hahnnemann.)
pelas
fio U
algodf
rrecisa-se de urna ama do leile que nao Icnl
IflillO! na ruada Cruz do Recita n. 31, secundo
andar.
I'rceisa-se de nina ama que cozinhe eonsom-
me. para mu homem sollolro : no aterro da Boa-
Vbla n.70.
I'ilippc Teitlel, socio ecronlo da casa Fefdel
i'i::'-> ,\ Gompanliia, indo faEor urna viagero, deiso
por seus baalautea nrocuradoroi para nirar a sua ca-
sa tic negocio, em primeiro lunar o Sr. lao IVmi-
t.i Piulo, cm segundo o Sr. Lino Jos da Silvera,
e cm lerceiro n Si. Ernesto Srhramin.
Prcrisa-se tle una ama aocca paia eoiinliar 0
fa/er compras para urna casa de poma familia ; no
lamo do S. Pedro n, ls.
precisa-te de un amassador: na auarla da
rua to Mondego n. 29.
FElTOft.
I'recisa-se tic un fcilor para enzenho, na comar-
ca do Lunoeiro : quem protouder, dirija-se a rua ta
Cadeia do Ueeife n. i\, primeiro andar.
AMA si;cc.\.
I'rerisa-se de una ama para una casa de pouca
familia : na rua do Crespo II. 1:1.
I'recisa-se de urna ama pata ajudar o scrvlro
ile nina rasa de pouca familia : na rua do Rosario
indo para os l.luarlcis n. 21, segundo andar.
Naeiiraderuae.lo da piara da Independencia
n. \2. precisa-C de un nnlri.il de enradel nador.
chalo,
pliyiiouomia, abre i......oosollios, quando anda pa-
rece espantado, loi eteravo de NlU.....iano Jos di
Barros, quo morui.......noonlio Pilub, boje elige-
libo das Cobras, frcgueiia do Cabo. Iledosup-
Xa rua do Crespo n.U, deseja-.sc fallar rom as
Ina- aballo declaradas, a negocios que Ihc dizem
n peiln: rnsa-sc-liies o obsequio annunriareiii sua
lidiada, quaado mo quciraui comparecer, Osae-
Uhores:Antonio Joaquim da Gama, Candida llo-
Badu lle^o o Mello, Caelauo de Sou/a Pcreira l.ci-
le, Feliciano Francisco Xavier de Hollando, Feli-
'l;.....Rodrigues da Silva, Francclino Auguslo, llen-
.'ii'iui' Jos iir.ijner. Jos Goncalve Pereira Urna.
Jos Antonio de Snu/.a, Jos Vicenle Fcrreira, Jos
Fernando lavares, Jos Mura Honleiro, l.uil
Francisco de HarrosRcgo, l.ui/a Francisca da Coa-
la, .Manoel de Sotiza Cliaco, l'cdro de Alcanlara
l'ircs. _
Temi sido penhorados pela fazenda provin-
o.'d uin predio e mais hemfeitorias quo lem n capi-
lao Firuiiiio Teolonio da Cunara- Sanliauo, na po-
voajilo dos Afogados, junto a ponte de Molocolom-
'li, o coronel Jos Peres f.ampello avisa em lempo
qoeas lenas emquceslo dito predio e hemfeilo-
nasllie alo foreiras, e quo o mencionado capit.o
lliedevealgaM anuos de furos: pelo que quem
flaerque arrematar aquellos bous Ihc ser respon-
mh'I |H'la divida, assim como devera Iralar com o
aiiiuineianlc novo aforamento, visto ter u dito ca-
pilao cabido cm commisso. do qual o lulo pretende
relevar.

f, rm\nonio mammm.
Rua do Trapiche Novo n. 9, no hotel Francisco.
O Dr. Casanova contina a dar consullas .*f
cremedios gralis aos pobres, das" huras da fc
. nianhaa al ao meio da. As pessoas que 4$
K nao forein pobres su pau'aro de "i a trjotil W
5 rs. |K'lo Iralameulo. Os escravossi pailarEo
A$ de 5 a 10*000 rs, #
8K*fltii>5f5JSf!38a#
Prti'isa-sealiignrciiiPOescravoi |ia-
ra traballiureiu na lubrica deiabSo, po-
;a-si'Ih-iii : a Iralar na mesilla falirica ,
mi na travesa da Madre de Deo, n. 21.
Oabajxo anignado declara que, na-
deve a D6M00 lignina neila orara ,
porem se ulgnciu tejul-
apreiente sua conta, na
r(i, que lent' immedinta-
,'a{o.Antonio deSoojca Marinlio.
COMI'AMIIA DE HEBlItlIli:.
Non w leudo elleetiiado areuniao an-
unciada imra o dia 17 do corrente, lao
Be I10VOconvidado! os senliores aeeionis-
lai, para" se reunirn cm assemhlea (;i
tal no din I!), peliu 10 horas do dia no
Mcriptorio di eompnnliia, alim de ele-
Bei' nova adnthistrae,io, e aitlorisar opa-
|;aniiiit(i do dcimo dividendo. F.scripto-
|*o dn companhia ISdemaiode 185a.
Odireclor, Joo Piulo ile Lemos.
IIIDIIEOI'ATHIA
pul- ,,,:
!0 a poM
liem (iirailella ;
jar sen orador
na Direila n.
mente
s
f
:-; '' l>r. Sabino Olegario I.udgero Pinlio mn
;-.; utu-separa o Imirro de Sanio Antonio, rua
aj da (u/is n. 11, eana onde morou o Rvni.
^ Sr. vicario ral Dr. Meim, ondo podo wr -'i
Ifforuradoa qualquer liuru pelo* pessoau <|ue #
'> i|ui/'ii'm honrar rom sua conflau'*8.
". i.iiiiaiina Purcell vai a Europa Iralar de
Ma .autle, levando rm sua companbia os scu* Ires
hHios nicnorei.
I
ilsoem o M'du/isso ou o Icnha occullo i
veiititi a algum aenhor de onaenbo; Irnbalbnva em
criua/oni de aducir : |ir isso rORa-fO a ipiem elle
rr ollroeido. o m anlorldadei polrlaes, capiOcH
de campo, ou peaoofl do itovo* o apprcbondam o <>
lovoni a rua da Crui do Hceifc n. 33, quew urali-
Dcar seneosainenlc.
ROUBO.
Bm A noitodefogunda para Icrca-fera docoi-
rcillfl lUO, louli.iiaui ua luja da rua dosQuarlobj lis
:i. pe teiiiTiile aos abaX0 assuii.nlos, a ijuanlia lie
l:T70o lanos rail rois, -eiulo :> sedulas le i>ik^in:.i
rs. do Ihesouro o banco, i dita do inosxm r-. >->
banco, Oti 5dilas do .lugflbOn., nina porrao de 80-
dulan do20, Id,."., ^>, o I9OOO rs., :i ou i inueilns do
901000 re.on.ouro, I sedla do OpOOOrs., amarcl-
U, bastante dilacerada que |do mu mo eatadose
siippr>e falsa,a (pial (em uin rcmcmlo do papel Uno
(pie aeoinpanba a-, rusias tic Imla a sctlula, sendo
este remondogrudailo coragorama-orabia, l >li(a de
2H)00h.orno meiUaOcttailo] levando mais alera
dstO diubeiro uns penborcs constando do I nolSo
de nuiu .le abertura sendo lodo liso v puntudo, eiu-
brulbado em tini papel ipie COUtilllia um letrciro ou
nomc leflulnlo [Pedro Jow? de Barros', e unas livel-
las de eucjio*, antigs, de piala, porin a prala bs-
tanle bassa, com mai: nutro boblo tlu abertura Igual Tefio do ouro rabo, Nnbrulbodoeni um papel
com o nomo le Francisco Pacheco do Olivolra:
qucm lal ronbo descobrir ou dar alguna esclareci-
mentos calo reapeHo, dirija-se a mesma loja quo
ser.i generosamente reeonipeiisado, e prolcslando-se-
11*0 guardar lodo o segredo para esto flm.
Cruz i\ Bof/oi
Jos*'' Joaquim do Na-einionl. faz scieulc ao rci-
peilavel publico, que o Sr. Joaquim Elias de Mon-
ta Gondini, osla nulorsadu dosdo o l. de mai<> to
correnlfl anuo, a fazer (oda a suaenhranea.
Porgunla-so aos diroctores do certa confrara ,
qual o motivo to na mandaren! concertar o (ciliado
ta easa da rUfl (lo l'i.inel n. :ii, que cJlQVO eomo na
rua, o j |H)i mullas \ezes se lem pedido eoneerlo ;
esc so ba tlireilo para rcccbct bom alugucl do
11|000 rs. por me/, C nao concertar 1
I'reeisa-se de mu trabalhadoi de patlarin.pava
Ir a Santo Aino : quem quixer 8 ostiver neatascir-
Cumttanciaa, tlirija-sc a rua da llorenlina n. li, que
achara* rom (piem (rilar.
A rasa da rua da Sen/ala n. '2$ aelia-se eoltlra-
lada por compra que della se (nz a sua propriotarla
Da Antonia Joaquina de Miranda, \iu\a do Tallecido
Manuel Lopes Kcis, a qual bnuvo por lierauea dfl
seu pal Manoel dfl Miranda Castro. Se aliucm bou-
ver quo m julgufl ptvjudkado com a referida venda,
queira aiuuiuiiir 011 tancar nulo dos inaios a seu fa-
vor, poiscpjcpretcnile-se passur a aacrlplura neates
diai.
Ollerere-so una inulber para ser ama de leile :
na rua da Cadeia dfl Sanio Antonio n. 90.
Jos deOliveira l.eile vai para o llio de Ja-
neiro, o leva cm sua companhia as suas dttflfl esla-
vas, mulatas, Mttrcoliua ctierlriidcs.
iViciias BE iiamiu:iuo. i
9 No aterro da Bon-Vblfl, loja de baibeiro
9 u. .">|, aluga-se o vende-se biebas tle llum- *;
t hurgo. ::
Os Sn. (iuilberme Auguslo Correado Frci-
las, Joaquim Ferrcira de S, Alcxandre Aurello^do
Castro Ozorio, Fernando Al VOS dfl Carvalbo, Dr. Jo-
s l.uiz da Silva Moura, Manocl Francisco, mora-
dor na liba dcNocueira, e Maria lunaria deSoaza,
lera cartas na rua du Vigario n. 4, primeiro andar
Prceisa-se alugar um prclo jiara fazer o ser-
vico de urna easa de pouca familia, lambeui so alupa
urna nina forra 011 captiva para o mesmo, que sai-
na cosinbar o diario e para mais alguna lervicos da
casa ; na rua (Ja Senzalla ve I ha n. (iO primeiro an-
dar, das ni.mi ha i* de 0 al as i lioras da larde, pode
ser procurado.
AUiga-sc a casa dos reos no lugar do Rente
dio, cora commodos para grande familia, aalribarU,
cora grailde lerrcno para plantar eampin, eanuas
o ludo o mais quo se quier ; lem grandes poyos
tl'auua pie nao seceam, e '2 cacimbas, sendo U"i de
beber : -1 Iralar na rua do Collegio.bolica 11. t.
Lava-se e cngorania-se cora assoioc pcrfci''il:
no pateo dn Kibeirade S. Jos u. 15.
iiriiiit'int- ruuimia, peio
Bj lista i'i" osla promplo
: monte aos que o procura
DAtiUERREOTYPO.
t Avisa-so ao rcspcilavcl publico quo o osla- ;
1 Iwlcciracnlo .lo nlerro da Boa Vista 11. lo, 'm
, e-l,t passaclo para Santo Antonio, rua do -3
--; Quciniatlo u. M, seuuiulo andar, onde o re- jv3j
!* iraiisia poderi ser procurado daa 9 horaa da D
^t ui.inhaa 893 da larde; atpii os pretendeules Q
B saliirlloIntclrauenlc salUfeilos, nao spelo Q
^-1 variado e bello sorliincnto exdenle para os
ify rclratof, como pela semclhaina da peasoa
ieluionie copiada, pelo elertrolvpo, o relra-
llisFazcr completa-
que o procnrnrem.
::
1'rocisa-M itu um ainassador : na pauarla da
roa Dirolla n. i.
Oabaiso aasignado fus sricnto ao rospcilavcl
publico, o iui corno d............crcio, quo admitlio
para suri" do siiu loja do forondas da rua do Quci-
iii.iilo, 11. I, desdo o primeiro do corronle, ao Sr.
I'iiuirisru IVri'ir.i la Costo, auando dosta dataem
dianlc ainrar o n.....nooslabcrcrinionlodobailoda
Itriiia do Ainnrini & Coso. Recito I! deniaiodo
Isvi. Joti Joaqmm Barbota Amorim.
I) Sr. Antonio lturiuinln de Aruuju Irniui i
linndado do apparocor na lujn do Pastlo Publico u.
9, para panuro que no Inuora.
Pede-seencai-ccidainonle ao Sr. AntonioNu-
iic do Mello queira apriaroccr na rua larga do Ro-
sario n. '''- podarla,
Itasappareceu do palco da Sania Cruz, no dia
1:1. uincavallo romcangallu ocastiuaesdoc.....lu-
zircarvOi niclladOi orinas e cauda brancas c gran-
des, froulo pouco aherla, tuna poreflo do rerros,
unta lieniga j. rocbada, o duas feridas naicoslas,
sondouma grando : quom doli soulior dlrija-flo i
nadarla dcfroulo [\ Paulo Gagnou, dentista.
*S Pode sor procurado a qualquer hora em ^
f('arla de Democn'/'t a 11 ppar rales acerca da na
I ti reza hujnana )
Todas as obras, menlo bojn lera sido publicadas em porluquoz cora o lira do ensinar aopovoa
prnlica da llOOlOSOpalhia. flfltffo tongo de nreeuebcr os hmva^eis dosojus de seus aulures, e muilo menos
sasfa/er a euriosidade tas pessoas eslranhas a urtc tle curar, les obras sao somenle proprias purn os lio-
mflmprofflaaioiUKM versados na Iccbnolo^ia medica, o na arle do diaunoslico ; e nao para aquellfll OUfl
muilo potu-o, ou iienhuin ronbeeimenlo leein da medicina, o que tlesejam entprc^r a houiieopalliia
por ROMO fl para ulilitlatlo sua, de suas familias, de seus ainiuos u los ueccssilados.
Nao basln quo se diga: \t\n\ plnmiili/iiia. rypAof, lita doloroso, anoxmia, antea, ele, ele., ele,
itf--. tae$, ttaa medicamentos. Nao; islo apenas indica quo esses medicamentos curara essas nm-
lesas, e jamis poder dar o IndispenMVflJ conhecimento dellas para se Ibes applicnr o remedio
Sendo pois palpitauio a nece-sidade do urna obra, que peulll as (icssuas curiosas 00 abrigo das
difHculdadoJ, que eonalanloroenlfl enconlram nos Hvros de lumueopalliia, touiei sobre mxn o penoso
Irobalho de eserever o DICCIONARIO POP! LA HE MEDICINA UOMOBOPATICA, obra ver-
dadeiramonlc popular, cm quo teuho casi o muito lempo, o nimia paciencia cm consultar os autores
tle medicina, e aecoiumodar a liuuiiauem ta ciencia aquella usada pelo povo.
O DICCIONARIO POPULAR DE MEDICINA IOMOEOPATHltA be urna obra completa
de bominqiatlua ; lio o resultado da pralica dos honnropalhas europeus. americanos, parcularmente
dos brasileiros. e da miuba prupria experiencia ; ella satisfaz inleiameide OS mdicos, que qnizerem
experimental, ou cvcircr a urna medicina ; e muilo mais anula aos pais tle familias, qur das citlades
qur to campo, cheles de eslahelccinicnlos, capitana do UftVKIi cura!) d'alma. etc., que por si mesinos
qnizerem conbeccr os prodiuioso- elleitos da homo-opalina.
l ta obra, que deve constar de 'i vnluines, catla un dn mais de 100 pai^inas, ser procedida de 011-
ira jgnalmonte muilo fnloressanto. era umvoluroo domis de 500 panjuas, queja aeacha nosprelos
dalvpogrnplda ao Diario ie Pemambaeo. Intitulada: VAHK-MECIM l"> QOMOEOPATHA,
a (pial he o resumo das malcras emitidas no Diccionario Popular de Medicina llonucopa-
i/iim, eqno deve lempre ser consultada, quando se bouver de tratar qualquer molestia aguda ou
rhronica. ,
Proco da asignatura aOHOOOn.
Pagos em Ires prcslacoea; melado na oeeaalRo da entrega t\o VADE-MECL'M; urna (piarla parle
na entrega do primeiro volumo do Diccionario, o n resto na entrega do segundo volunte.
A awgiialura se fax nesta rldade emcaaa do autor, na rua um Crasas, n. II, o na botica central
linniiropalhicn, rua ta Cadeia do Hecifc, n. 51. primeiro andar.
As duas obras depois de impress.11 custarao 3OJ00 rs, para os que nflo forem assignantes. (103000
oVado-Mccum, cO}o Diccionaro Popular).
Perdeu-se, Sabltado, IS lo corrcnle, us I e
mola horas da larde, do paleo do Carino era direo
caoa rua de llorlas, pateo de San-Pedro, rua lli-
reita cniseuuinicido ao pateo da llibeira e rua de
Saula-Hili, a qnantia (le 000000 M., semlo tim.i
Sflduta de lOtKNK) rs. o duas de 50NMH) rs. cada
una. Quemachou, querendo restituir, dirija-se
venda da quina, que entra para nCamlioa do Car-
ino, n. ii, que, alera de so gratifica* se ucan agra-
decido, porque a pessoa be pobre
HKBOL.-.
CONSUI.rOBIO IIO.MEOI'ATIIICO
tiossel Rimonl, professor do liomeopalhia >1
pela DSCOla dn lti<> de Janeiro, continua a H
dar consol I as arali< aos pobres todiisonlias ",
uteis, das K horas da inaulia alean meio dia ^
no seu consultorio, rua las Cni/es n. '2H. ^
tts nbaizo aasignadoa fnzem srioiilc ao rospel-
lavcl publico, i-mu ospccialidcdo ao corpo deeom-
nicrriu, quo amiuavclnienlo dissolvcrain no da 30
do abril |oiiniu inusado, a ttociedado quo linhain
na loja do razondaa da rua do Queimado, n. 23, a
qual gj ravam debati da ilrnia de Fonlej A Amo-
rim, ncando a carao da oilincla linna loilu u ,-icli-
iii epassivo, Reeire I i de malo do 1853. Ma
wirl .lnloni'1 i/*
Barbota Imorit
I'recisa-se
venda no pateu
Aluga-sod
cm cutocas, c
Sanio* Foiiln. Joti .'<
lUliiiin
le
le un) caUoiro rom prnliru
lo Paraiio, u. 0.
H^ esclavos quo saibam Iraballuir
liiuilicni se cuiupriiin ncraduiuln :
rasa na rua lar
scsiimlo ailar.
a do Rosario, n.
lio l, de jiinliu nu iiianie, aluga-ae o segundo
ipirin prc-
lo Pinto de
ir de con-
ailar da rasa I. H, da rua di Aurora
leudar, ontenda-ee ruin u Illm. Sr. J
Lomea Jnior, morador nu primeiro au
in.i rasa,
.WjMina-si' para lliikliiri
tas- osscRuintes predios:uin sobrado el
iluiis :iii ")7, nina casa Ierren com (|uintnl para o
l'IO na ina (Id llcnilica, |i s>;;'i'n) (la Ala{;-
ilalcna n. li, c mu terreno com (ittatii
Ircnlis no lint du rua Bella junto no rio:
os |iivleiiilriiles (liiijain-sc a li'.ncssa il:
Madre de Dos, n. .">. primeiro anilar ,
ou na na larga do Hosario, n. 50.
Deseja-sc tallar cora o Sr. Domin-
gos Alvos, OllCOm a pessoa (lite o rcpi-c-
sente, para lun negocio une I fu- interessa:
na rua de Apollo, n. I i, cm casa de Oli-
via ra Irniaos & Companhia,
& CONSULTORIO HOMOSO- 8
m p athico
B Aterro da Boa Vista n. SO, 1. nj
andar.
r Ctl.NSt I.TAS E RK.MF.IIIOS DE (HADA S
AOS 'oitiiiis,
Desde as 7 boras do da s 2 da larda.
II. A. C.liau's AinO, iirnfcssur cm i.....uro
palliia pela escola uonMDopalioa da Perum-
iiiiin, i- conflrmado pela du iiiu de Janeiro,
lem a linnra de olforeccr sen oreslimo ao pu-
lilirn, arudiiulo piniiiplanienlc a qualquer
cliamido, quer de dil quer ile noile, lauto
na ridade, romo fura da nicsina.
Jm O Sr. J(iso Jnaqiiun l-*crrcira Katicltu declare
sus morada, ou dirija-se rua d'Auoas Venlen n. lii
segando andar, para llio ser ciilrcuue nina cario viu-
da do Ili.i de Janeiro, a qual por ual nome fui
linntem Ifi lirada do crrelo.
Acliam-sen venda, na rua dn Queimado, loja
o. 4, de Francisco [goal lo Fqrrelra Uias, raias do
velas do conde Csrnsuba pura,c confeccionada,
Li,iiiiii. .le niiiitu bol (ualiiiadc a IKMI rs, >. libra
cm caixas de dina arrulla, clicgadas ullimamontc
na escuna Hmilia.
Prcrisa-sc alujar un preln para fa/rr o sor-
virode una casa df pouca familia: na rua da Cru/,
an'iia/nn n. Kl, .
Prccisa-sc do um fnrneiro, sondn liom paga-
se liem : na rua das Cinru Ponas p, 63.
precisa-soda urna ama de lllo, preferindo-se
sem nilm, paua-se bom : narua dus quarleis u. i,
scuiiUu andar
naruiNva, armaicra de trastes de
nuncio,
Apparereu em rasa ila alia'un assianaila, un
dia 13 do corrente, um oscravo motlo, qoedis an-
dar fgido procurando senhor, o que dli lombem
peileiuer au Hmii. padre Jus Vicente l'crrcia,
moradoroin Quipapn: porisso o mesmo senboro
pude mandar buscar, certo deque tifio baver res-
ponsabilidado alouma da parle da abati assignada,
un referido oscravo.Clara Xtferina Cr Picrisa-se alugar nina ama forra ou captiva,
quoaaiba coxinliar: na rua do Crespo u. Kl.
Tlialia Augusta do Kaselinenlo Aaevodo rell-
ra-so para o tilo de Janeiro, e leva cm sua rompa-
nido as suas cscravas, mulatas, Julia o Mora, e
Juan, mulato.
Tondo-so cilravlado amo
ropa no ultimo paquete uele/
uppie ler viudo um Iclra sae
lavo Adolplio llamos Ferroiro
(|iiein for opraooulada a dita
senSo ao proprio.
,-JSj*;':>.-::r.r.r ::::::.....
DENTISTA AMERICANO.
li. W. IIavnon, cirurgilodentista, ronlinna a w
.' eiorcersuo prulbaao, raicndo lodas as opera- A
J roes que forein precisa- de qualquer niilurc- rf
la, lauto por fura, romo na sua rOOldoncla, $
':& .....lepiideser proruiudii a qualquer hura
caria vlnda daEn-
Srmn. na qual SO
rada favor dous-
n\isa-se a pe-soa I
etra, de nao a pagar
anulo ailar,
i lle-
:::::;;i;
<$ na rua ila l'.ru/. n
?} rifo.
LOTEKIA DE S. PEDRO lURTtl.
O llicsourciro dcsla lotera avisa ao
rcs|iclavcl publico, CIUC nodia 10 dcjll-
ulio provimo lili uro, andar" as indas
dcsla lotera, seja (lual lord numero de
liillicics que exista por vender: oresto
dos hilliclcs estn a venda nos lugares ja'
annniiciados.
Aluna-so a nadarla da rua Real n. i!7, proilmo
aoManguinho, rom Rrnndes commodos cuidosos
seus perlonccs, por pre^o mullo commodo: a Iralar
un rasa n. (i da mesma rua.
I'rerisa-se de una ama : na na do Hospicio,
rasa n. 17.
A llalliino loso da Franca liiliel n, morador na
prala dfl Sania l,ii/a, fugio na noite de -JJ de mor-
ro do crranle anno mu pardo de nomo Antonio,
lilho do Pcrnamboco, que reprsenla ler :i anuos
do idade, li.iivo. ullius aullados, cabellos quasl cor-
ridos, denlos mludos e ilgoma cousa separados, e,
quando l -se, frailM toda a-pello do rara poma har-
Iki c rom una cicatril prdilma ao olho diroilo; osla
mulato fui comprado em Pernambueo, segundo cons-
ta do passaporlo por Jos l.opeo Rodrigelo veio
liara esla orle no vapor Macar;/ cm deemlirn pro-
\ino passado.
(1 aballo assignado faz puldieu a ludas as pes-
suasque rom elle tccni neeorio da praca de l'crnain
lineo, que desde o dia I- de fevereiro dote auno
leivou de ser raiveiro de sua casa o seu lillio de nn-
ne Epifauiu Franeelinu Coellio da Silva, c lodas e
(uaesquer conlas a pedido do niesino raiveiro em
nnme meu au leran valiiladc de dinlieiros c fa/.en-
las. Cidado do Arca II) de maiu de ItiVl.yoilo
C'oelho da Silva.
.. ::-;:::::: : -;:":::: .....;:::
S CONSULTORIO llt).MOEt)PATIIICOUHA *
!-J TU1TO PARA OS FORRES. #
Na casa unaiella paleo do Collcgio, primei-
ro andar, residencia du general Alircu c Li- $
ma. Esle runsulloriu lio dirigido polo proprio jp
$$ general Aluciio lama, e nello dam-sccnsul- ;.;;
las aratis aos iiulires em lodos os din* uteis 4-
desde as de/ ila manba al una hora da lar- X
de. O mesmo senhor pode ser ronsullado
por oulros icssoasa qualqucr hura do dia ou #
da nuilc. #
:-k :<**.##
O Sr. Jofio Llliz Almeida Kitieiro, morador
na ridade d'Oliuda venlia salisfa/ci na rua da Cru/
a qoaulia da 98)1760 r. ini|>orlc da cera que se gas-
lou na feslade.N.S. do Monte.
Manuel TtHNuai de l-'arias avi-a aos seus fre-
_-iiczesquom'iduii o sen eslalielccinienlu para a
mesma roa do lado opposlo n. i(i.

1)0
CONSULTORIO CENTRAL II0M0E0-
PAT11ICQ Di: PERNAMBUCO.
Una da Cadeia do Uecil'c li. 51, pi'iinciro
andar.
Ricas rarleiras de meilieamenlos lionin'opalliirus
preparados segundo Lodas as ragrai pAarinaco-a'y-
namlcat, routondo de SI a 160 medicamentos.
DanHio da groes os llvroa Indiinensaveii para a
priiiira da hoiiueupailua, liem como regimons tu
iressos para direccjlo das dietas as possoas que com-
prarem boticas do iH medicamentos para cuna.
Dam-se lambem do graca vidros da mellior lin-
lara VEL A'TODAS AS FAMILIAS.
./ so/iprioriiladc do* lardiraninifoi da botica do
consulloiio central hohMBopalbleo de Pernainhuro
(i linios o* OHlrot i/iir por ai/ai lem ap/iarccido, re-
riflrada na clnica du Sr. Dr. Sabino desde 1818, r
por mana- pettoat jas os lem ttptrimtHlado, r
rtcoHhetem teut prodiqiotoi efritos, Htpeiua dr
/aal'/arr rrrommrnilarito. ,
liada viilro de uicilii-aiuenlo em tintura ^-'irn
Tubos avolsos o............... 1(000
A. /.'. 'todas us earleiras, que sahirem desla lio-
llco, lovaro una nota dos mcdiraiuentus rom n
emblema cima eslampado.
''"coNs'i^i'fn'io' 1 iaTi "Kiil'.v Vi f :< I.
lina do notario, Inquina ato Catinga, cata
n. 90, primeiro andar.
006 Firmo Xavier da comalias gratis aos
pobres, opresta-ee o qualquor hora a qucm
se dignar oeeupa-lo, lano para ilenlro rumo
para liira da ridade
I'recisa-se de urna criada, que soja de mui-
'lucla, Irancea, ti portucucra, ja do
aiorldsnV, que lie para nina rasa rapaz para tra-
tar de urna enanca : na rua do Rosario larga, loja
de lou se dir qucm precisa: na mesma loja so
dir quem vende urna escrava que servo para servi-
codc campo, por eslar a laso aeoslumada.
AVISO AOSSKNIIOIIKS DE i:\i.l.\llo.
ltenlas as grandes viiulanens na moai(em de
canoa, provenientes de ler as tambores das moen-
dos perfei lamen le lorneados, o abalso assisoado res-
peilosamenle lendira aossenhoresde enaenlio, que
na sua fundicad de ferro eui Foro do Pnrlas, se p<'>-
de porfeltameolo (ornear do novo un joro do tam-
bores, e aparar c endircitar os denles dos cairelas
com lauta presteza, que se pode en Ireua-lus no mes-
mo dia, ev ilando-so assim o inconveniente da demo-
ra dos carros o o empale da moagem ; assim como
que a me 111.1 Itinilica-o ailia sempro surtida lian
s de novas moendas de diversos lamanbos e mode-
los, seuoo lambem de rudas dentadas, lauto para
agua como para animis de lodas as proporr^es, a
sabor : volta por volla, volla c quarla, volla o Ier-
ro, vulla e meia, duas, Ires, qualro Millas, elc.,etc,
c portanlu qualquer seubor de cngeuho que-
rendo aceelerar a sua muenda, alim de moer .-nais
canna no mesmo lempo, ou retarda-la, alim de es-
|ii(iiiia mais liqsido da mesma canna, podo sem de-
mora escolher aslalas eoinpelenles. Fundi^aO do
ferro, na rua do llrmn. passando ochafariz.D. W.
Boicman. engenheiro.
COMPRAS.
Compni'Se um preto cozinlieiro, o
uin 11 mlc( 111 e que tenha de 12 a 16 anuos
(le idade; agradando paga-se liem : no
rsi-i i|ilono de N'ovaes & Companliio, na
rua do Trapiche n. 34.
Compra-sc elTeclivamouto sapalos fritos na
Ierra, para humera csc-.ihora,dc todos os laniaiihos:
11a loja do miudezas da rua larga do Rosario n. 33.
Compra-se escravos, e \onde-so reeclie-se de
roimnisso, lano para a provincia, eomo para fra
delta : na Rua Vellia n. j5.
Compra-so para urnas cncommendas, e paga-so-
hem, um posinliode rosas de Japilo, e oulro de cra-
vosda ludia : confronte a riheira da Boa-Visla, so-
brado de um andar de varanda de pao.
Compram-so escravos, e vendem-se, recebem-
se de cnnunissaS, lano para a provincia como para
fra della; na rua dos Quarleis 11. 21, segundo an-
dar.
Ounpra-sc una burra do ferro j usada, oque
nao ferhc |H>r segredo: quem liver aiinuucie.
Compru-sc una cabra que d de urna garrafa
de leile para rima, naga-so bem : na rua eslreila
do Rosario u.2H, primeiro andar, das II horas cm
dianlc.
VENDAS
ATTENCAO, NICO hEl'OSITO NESTA
C[l)Al)E.
Paulo Galnioiio douii^ia rocolirn agua dcol-
IVco do Dr. Pierrej osla aa;ua conhecida como ,i mc-
Ihor quo lom i|>|in-oftlo, f o ltm miiilos elogioso
iauor,l lem .1 nroprodadadacnniervar a Imicci
dores de denles: lira o
em Doral o charolo, al-
io iragua rfo stiiiicicii-
uonlfrico oxcollenle para
: na rua lana clit'iinsa 0 pTOBCTvar das
goslo deMgfaolavcl nne d
pUnuU golas desla n um c
Qg ; lambem se achara [
.1 fou8orvaca*o n. 38, BOfflindo andar.
I'ABUICA DE CHAPEOS DE SOL DO
ATERRO DA liOA-YISTA V 1.
O dono deste eslahclccimenlo lem a honra do par-
licinar ao rcspeilavol puUicOi principalmente ios
seus fiejiit'/es, (pie pela derradeira harta de vapor
vlndodo Kio, reccbeuum arando e rico forllnwalo
do chapeos de sol, lano de seda, como de panno,
com canoa de canoas nlciricos, ricos chapos deso
naraianliora ; lamltem recebou um grande sorii-
meulo de peras, lano de seda, como tle panniiho,
proprio para eolirir ariuarocs usadas, fa/-scipial(pier
COUCOflo 0 ludo por pi eco mata em coula do que em
oulra (iiiahuier parle.
AO PUBLICO.
O abuxO assignado avisa aos 8 nliorcs di- engenho, lavi-adores,
r.i/.rmlcii'os, e 00publico em gernl
jj3 ([tic, (le coinliinarao ruin alf'iimas
jj rasas roiuiiicrciacs Dglezat, l'rati-
\.\ ('('/.as, allrinaas csnissas, tetualier-
1 -i ti) na rila do C.ollr;;io, n. i, um
K3 grande ai mazem ricomenle sorii-
^ do de l'a/.ciidas (iuas e gixniai para
rj vender |Kir grosso e i rMalho e |)or
m |)i-eeosiiia8))ai\osdo(|iicem()iial-
k (titei-oulra pai-te. Antonio l.uiz
f% dos Santos.___________
Otlerere-se para rnixciro do padaria um moro
porluauez rom muila pralira econliucimonludu uc-
Bocio, o qual da fiador sua cnndiirla : qtiem pre-
cisar annuncio ou dirija-se aocacs do Hamos n. i
armazcm.
Papa prestar contal judieialiueute
o leslaineiileiro do subdito liespauliol An-
tonio i.ni/ Mir r.illrriilo iidln riil.i-
de,convida qualquer ciedor do mesmo
uesta prafjft, a apresenlar o titulo de scu
(-rdito em o vice colindado de liespu-
nlia, rua do Trapiche n. 7, em IJttO das
eorrenles desla data. Iteeife 18 demaio
de 1853.
liase una porr,to de lijlo* quebrados,. call-
eo, projo-ios para olerr, mallo porlo de embarque :
na rua dos Quarleis u. 1, segundo audar, so dir
o lugar.
I.OTEIIA 1)0 100 DE JANEIRO.
Aos 20:000/1000.
Na casa feliz dos Quiltro Cantos da rua
do Queimado n. 20, vende-se os muilo fo
li/.es liillieles, meios bi I leles, (piarlos, oi-
Invos e vigsimos da 58 lotera da Miseri-
cordia, ruja lista chega ate o dia 20; Jl
elles (pie estao no resto.
I'ECUINCIIA.
Vende-se |ior 1TR9 rs. una ma iulia de 5 annos,
rom um pequciio defeilo as cosas, he muilo boni-
ta e esperta, c milito propria para quem precisar
do criar mna escrava a seu ({oslo; pols ella teru
muilo hua memoria para aprender o quo se Ibe en-
sillar : na rua do Queimado, n. 7, hija da Estrella
ilefrnnle do beern du Pcixo l-'rilo.
V PECIIINCIIA ESTA' QUASI ACA-
BADA.
Na luja da Eslreila dus baraleiros (.naanao ,\ Sil-
veira, rua do Queimado n. 7, dcfronle do becco do
l'eixe l-'rilo ainda lem um rcslo do alcaides que quo-
rem bular fra por lodo o prc^o, eomo sejam ca-
las cm rclnlhos, muilo finas, covado 110 rs. levan-
do o rolallio.
Ditas cm peca um pouco tracas, covado 100
Hilas, muilo bonitos uoslos ;c cores lisas ISO
lliscndos franceuM muilo bolillos elinoo i> IHtl
Cambraias de cures, muilo laras e proprias pa-
ra rnrlinadns, ou uulras nbras idnticas, eovadn 120
Corles de meias casimiras do algodAo para cairas,
cirio 19280.
Alpacas de rrcs mullo lionilas, rovado MU ; c
din cmplelo sorliinenlu de fazendas mais baratas
do que em uulra (|ualipier parle.
LOTERA DO KIO DE JANEIRO.
Espera-se do sul boje ou iiiuanli o va-
por conductor da lista da 58.a loterin a
beneficio (la Santa Casa da Misericordia ;
ainda se jide encontrar um resto de bi-
Ibetel as lojas do eostume, pelos pirco
annuncados.
NA RA DA CHUZ N. 13.
Vcndc-se na na da Gru, armaiem n. 1:1, osgrno-
rns seeuinles:
liarne de varea saleada.
Cobre em Tulla paro forro,
liemos de faia americanos.
Oleo de liiihaea, o IJ600 rs. o galio.
Tinta verde cm niassa, a tflO rs. a libra,
Itjla vcrmcllia em inassa, a 120 rs, a libra.
Cabos de liuho do lodas as grossuras, a 28^001^ rs. o
quintal.
Vcndc-se um casal de escravos com urna cria
sem v icios nein achaques, ptimos para o sen ico de
rampo, por eslarcm acnsliimndos a islo : na rua de
Hurlas u. :is, das G as II horas da niauhaa, c das3 as
(i da tarde.
Vende-sc a taberna sita no becco dn l'cise-
frilo n. -i: a Iralarna mesma.
PACIIET POST.
Venladciru papel paquete, proprio para poopar
Iiorle de carias pelos paquetes insleics: veiule-s na
oja de ferragens, rua da Cadeia do Hecifc n. .'>< A,
de Vidal.
Contina-so a vendor manteiga ingleza nova, a
--ii. .ViO, c 610 rs. ; superior cha llysson, a 1*760
c 2O0O no paleo do Carillo venda nova n. 2.
Vcndo-scerva-male milito nova, rhegada lti-
mamente do llio tirando do Sul, cm parco es c a re-
lallio: no armazcm de moldados da rua do Vlgarlu
u. II.
Vende-sc um silio na estrada do Arraial, jun-
to ao do Si. procurador Correa Jnior, pela parlo do
sle, com casa de urina, mullas arvores de frooio,
boa amia de cacimba para liolicr, c com proporeftes
para se plantar oque qui/er por ser muito boa Ier-
ra ; ns prelcndenles dirijam-so a rua da Senzola
Vrlha n. !ll OU 08, a onlcnder-so com Juo Alvcsdc
Sonta, a qualquer Imra do dia.
Vende-se una prela mora, que colinda, lavo,
engomma liso, o faa tudu o servido de casa; na rua
da Muiila n.7, segundo andar.
Vende-sc (leus caixues grandes com lampa,
proprias pan deposito de bolachas ou assncar, |ior
serem fcitos para esse lim : na roa Nova n. 10.
A i $000 rs.
Vendo-se meios casemiras de afgodlo, pelo dimi-
nuto i'ivi.i' de 11)000 rs. o curto : oa rua o Quei-
mado, loja n. 0.
A LAMARTINE.
Chegoii a loja da rua do Queimado n. I.'um riro .
au.......alo de chapeos de pcll de Follro.proprios
pora montar a ravallo, e para campo, os quaes se
vcndcinpor.baralo prcro.
ItESTAM POBC08 COI1TES, A 2S800.
Cassas francetas de barra, de cores de rosa, azul,
verde c rosas, quo pode-sc corlar para fazor do Iros
bahados, fazenda nova, c do ultimo goslo, pelo ba-
ralissimo precu de 20800 rs. o corto; na rua Nova,
loja nova n. Ili.
DEPOSITO geral do rape princezn do
Rio de Janeiro, grosso, meio-grosso,
c lino, na rua da Cruz do Recifc,
n. 23.
Viuva Pereira da Cimba encarregada
deite deposito, novamente noticin (juc
lempre se aclia provida de rap da me-
llior (itinlidudc c fresco, no preyps ja sa-
bidos de 1280 os doui prunan, e
900 rs. o lino, sendo de cinco libras pa-
Agr
_ do de I
lem provado bem que be o (pie mellior
o pode substituir. Aceita-se ciuakiuer it>
( lainarao (|tie baja por defeilo de (pia-
lidade.
ARADOS DE FERRO.
Na 1'iindieao' de G. Slarr. & C.
Sanio Amaro arlia-se para vender
dos de ter.ro de su|iwior (pialidade.
na. A grande pi-ocura dcste rap
na falta do de I..sIkui, (pie lem baviilo.
etn
ara-


r"^


*
v>_
LOTEKIA ES. PEDKMAHTYR.
Aos 12:001 e-6:000* de rs.. Nn loja de niiudczas da nra^a da lnde-
l>endencan. 4, vendse billieles "intei-
i-os, meios, i|n,irlos, i|uii(is, dijimos e
vicsimo*, quecorre no dia lOdejunho.
Itilhctcs intuiros
Meios .
Quartos. .
Quintos. .
Decimos. .
Vicsimos ,
l$000
GjOOO
."(.100
>-700
I 500
!700
(ES IX
TTENC.A SEMI
E BARATO.
Coiilinua-se a vemlw muilo Ima manlriga
inglczi, |m-i.i I .i.'r.. proco ilo -W0, 5t e610
rs., o oiilroj mais cuero irais liarato do
que ni niUni qualquer parle; vamos a elles
anlcn quo so araliom : na ra larga do Ko-
sario, tema de 1 porlas confronta ao I
rio n. 39.
\ enJc-se os obras segualos, por menos
valor: Amaulil, Euvros pliilosnpliii|iie, 1 \oluinc
rom ,i lgica de Porto Real; V. Hugo, N. I), de Pa-
rs, 3 volumes. Selectas, ^voluntes, Diccionario li.i
lia o'. 1 volunie, o Iris, jornal de Caslillio, .'I volu
mes, revoluco do 17, I volume, arilhmelica de l.a-
i mo, I voliiiue, I....... de Saluslio, t volume
na do Collcgiu n. 8, ciiradernador.
No escriptorio de Novaos & Compu-
uliia, na ra do Trapiche n. 5i prititeiro
andar, vende-se o seguinte : Iranras 6S-
Ireitas, caixai de pnpelo para rape, co-
llieres do estanlio para sopa, rosarios de
iiiiss.inj;a. Millas de aljofares, rendas, pon-
Ios para sonliora, linlia do roriz, palitos
bordados, cscovns pura sapatoiro, oorlos
He vestidos de lia e seda, dilos do lil di
soda prolos, oliapoos pequeo*, gTOSSOS o linos, dilos pardos o
pretosdoltio do Janeiro, ludo so vondo
por preoos baixoi para fechar conta.
AKAKUTA SUPEKIOH E GELEA DE
MARMELO.
Na ra eslrcila do Hosario n. 1:1, vende-sc aram-
ia do Itio polo diuiiniilo proco do ArtOO rs. a Illa,
dila |ieiloral, a JSWUOrs., olea do marnelo peilo-
ral, a 800 rs. o copo, c doces bordados para presen-
tes.
Vende-so a laliorna da ra dos Pescadores n.
ls. Iicm .iiirjih'/,i 1,1 para a Ierra; vendo diarianiou-
lo v inlc c lanos mil rs.: a tratar na mesilla, ou na
rila da Cadeia do Sanio Antonio n. -''
Vendo-so bonilos novilliolcs, crioulos ede ra-
ra cslrungcira, proprios para carro o mesnio para
arengue |K>r estarn mullo curdos, o tamlicm nado
de criar : nocngcnlio Curado, a Iralar com tierva
siojoseda Costa.
Vende-so un elegante cabriole!
'|tiii novo, deboaoonstruooao o comco-
_lifrla, junto com un bonito oavallo para
0 mosmo : a ver na ra da Guia, co-
clieira do Sr. Wollicltard, o a tratar na
ra da Cruz n 10.
No armazem de Tazenda baratas, ru.i do
Gollegio i vende-sc mu rompido sorli-
incutndc Ta/endas linas c arossas, por preco
in.ii- baixo do que ein oulra qualquer parte,
I,mo em purretes como a relalho, aliancatido-
seaos compradores un s proco para lodos :
osle csla.H'lecimriin aluio-.-c de combinarn j
toma maior parle das casas cominero i aes In-
glesas, franco/as, allemlai o BOtsaas, pMM
vender fa/.endas maisom cotila do que se lem
\ endido: c por isso uUercceiido elle maiores
vaufauens do que oulro qualquer; o pro-
priclaiio dea iinporlanlc cslabeleciinculn
comida a lodos os seus palricios e M publi-
oo om coral, para que \euliatn ( beni dos j
eoa InlerMMS) Comprar fa/.endas haralas |
un armazem da rtiadoCollcgio u. 2, de An-
tonio I,uiz dos Sanios.
PARA (JUEKfiK LIE PRECISO VER.
a meiii pataca.
Na ra do Crespo, n. 11, loja de Jos Francisco
llias, vcnde-sc un,i porrao de dulas ondeadas do
liras cores o. hons panin a IfiO is. o covado ; idem
i:abuelas a 160 ra.; ditas muilo linas cor de violto
niiudiuhas aSOOrs.: d-se amostras dcixando pc-
nliores.
Deposito da fabrica de Turto* o Santoi na Baha.
Vcndc-sc, em rasa de N. O. Iliehcr <\ ('., na ra
dar.ru/. ii. i, aluodao trancado d'aquella Tabtira
muilo proprio para sarcos de assucarc roupa to cs-
cravos, por preco oomnitMln.
Afmela da Edwin BSaw.
Na ra de Apollo n. ( armazem de Mr. (ialmonl
t\* Companliia, acha-so conslanlemonle Ihuis sorli-
mealos de laixas de ferro coado o balido, lano ra-
sa como fundas, nioeudas ineliras lodas to ferro pa-
ra animae-, auna, ele, ditas pata armar em marte i -
ra de lodnsoslamanlioscm<>dch>sosm.ismoilerii<><,
machina horisonlal para vapor rom forca de
1 caballos, cocos, passadeiras de ferro eslauliado
para casa de purear, |mr menos preeo queoade co-
fire, esco\ens para naNos, fono lugle lano em
barras como cm arcosa Mitas, cludunur barato
preeo.
Veinlo-se vinlio da Madeira de superior qua-
litladecmquarlose ota\osde pipa, |Mtr preeo coin-
inodu: no armazem do N. Biebor iV Conipauliia
na ra da Cruzn. i.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para rosar borlase liaixas
de eapim, na fundi^ad de I). W. Bowman : na ra
to 11 un ns. 6, 8e 10.
A 5,000 ri. peqaenos, a 5,600 n. srandai.
Veiideni-se chapeos deso de seda listeza de
superior qualidade, pelos procos cima : na ra
-I Collesio n. \.
Ocuo.
Vemle-sesossoem barricas, ehesado ulliinamiic-
letem casa J. Keller & Compaiiliia, na ra da
Ciu/ n. .>'>.
TAICHAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, o la'mlioiu no DEPOSITO na
i na ilo Rrum loj'o na entrada, o defron-
te do Arsonal de Maiinlia na sempre
mu grande sortiuiento de taiclias tanto
do fabrica nacional- corno estranfjeira,
Iwtida8, fundidas, grandes, peuuenas,
raza, e fundas ; e em ainlws os logaros
existem (|uindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livre de despeza. Os
precios sao' os mais coinmodos.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fimdicao de C. Starr & Companliia
pm Santo Amaro, aolia-se para vender
inoonilas dooaunas lodas do ferro, de um
modcllo o construooao milito superiores.
POTASSA SfERlOR
Vendeui-so ]ior jn-eco milito com-1
modo, no armazem n. 7 de caes la
alfaudcga, de Jos Joaqun] Pereira de
Mello, ou no escriptorio de Novaos a
Companliia na ra do Trapiche n. 34
Vcnde-so su|icrior farinha di lorra om sacros, o
mcMiio a rclallio, dila de barco do S. Mullicas, o do
S.Gilliarinalambcnicni surcase a rolallio.oarrotdc
casca, ludo |ior prflCO muilo cominodii: na ra do
KaiiKcl armazem n. 2(i.
js3Si{Sstjiia*Hf
0 Vcude-se |.alili' (ou soliroludo de horra- ff
cha c seda, propriM Mr rcsuiiarilar di rliu- 0(
;:; va, o por preco mais liaralo do ipio om OU* ,';.;
^ Ira qualquor parle: na luja do sobrado ama- g$
* i ello, na ra doQueimid n. O. W
SK5iCPK::;;;.;;:;: ::;.;:.:;.;;:;;.::::
Tixas para engenhos.
Na fundioao' le forro do I). W.
Bowmann, na ra do Itruin, passan-
do o chafari/. continua liavor um
completo sorliii'onlo do taivas do forro
fundido o batido de "> a 8 palmo* de
lioroa, as maos aeliain-s proco commodo o com promptidao' i
ciiihareaiii-so ou carrogam-soom carro
sera dospe/.a ao comprador.
Vondoin-scoin rasa do Me. Ciliiionl A Com-
panhia, na praca do Corpa Sanio n. 11, o aaRuinle :
vinlio do Marscillecm oaivas de :i a li du/.ias, linh.is
cm novollns ocarrolois, bren om barricas muilo
urandes, acodo milaoso -I ido, forro ingle!.
AOS SENHORES DE ENGENIIO.
0 arcano da invonoao' do l)r. Eduar-
do Stolle cm Berlin, empregado nal co-
lonias inglo/.as ( liollandezas, com gran-
de vantagem para o mellioramento do
assucar, aclia-so a venda, em latas de 10
libras, junto com o inotliodo de cnipre-
'o no idioma portuguez, cm casa de
na ra (la
. O. Bieber & Compauuiu
Cruz, n. V.
CHANDE rABRICA DE CHAPEOS DE SOL,
BDA DO COLLECIO N. .
J. falque fa/srionlo ao rospeilavol publico do
IViiiainbiieo. o om parlioiilar aos son- rreauezcs,
ipio aciili.l de locobcr de Parb, romo do Kio de Ja-
ni'iio, da fabrica de t'ahpie Irniiis. um lindo o
completo sorlinionlo do chapeos de sol do seda o de
paiininlio, lano para Innneiis como para sonhoras,
leudo para os primeiros un ewolliido sorllinenlode
chapiiis ilo sol com cabos iulciricos os mais lillilos,
ipioiein vindo om caricaturas diversa*, ditos de can-
oa, ele.; erando iiuanlidade do sedas o pailllillUOS
em |ieca paracobrirarmnoossorvidas, asejue forem
de forro, envemisam-so que fleam novas;baleM
larus, eslroilas o do ac para esparlilhos o volidos
de sonbiiras, bouiialas I.....las; cobre-ee o conecr-
la-e toda cqualquor qualidade de chapos de sol:
Imlns ns objecloi cima uicnnouadns \ondom-so em
porcai oarolalliopor menos proco que em oulra
qualquer parlo.
Vendein-so relogio do miro, pa-
tente ingle/., os niollioros (pie lein viudo
a este mercado, o do mais arredilado
fabricante de Liverpool: em casado Rus-
sol Molloi's <.V Compaiiliia, na ra da
Cudcia do Rccife, n. Tili.
Veniloni-so os vordadeirossollinsinalezos, pa-
loiile.ilo mola e soinolla: na ra diiSrnza la No-
va n. t.
Vciidcin-se laceas com farellos, a 39300: no
srmaiem n. I do cao da alfandcga.
ftmsmimm mam
'
CALCADOS A 700 E 5$000 rs.
No aterro da Boa-Vista, dol'ronte da
boneca n. li,
lufclicaado |ielo ultimo navio francez, um novoe
roniplclo sorlimciilo de cacados dado, lauto para liomcm como para senliora, mc-
niuos c meninas, assim como os bem conhecidos sa-
inlosde bezerrode Nautcs para hoiiieiu e meninos,
muilo proprios para a eslocao prsenle, sapatocs do
Ar.icalv, a 700 rs., o de lustre da Babia, a .1SIKI0
r.-.. c um soiiimciiio do lamamos c perfumaras,
ludo por preco limito commodo, a Iroco de sedulas
ninda momo vellias.
PAO CRIOULO.
Na paitara da na da Sonzala-Xova, n. .',
adu>le a venda diariamcula o bollo |io crioulo, fa.
brieado por eyUndro, n moda da cilrle do Kio do
Janeiro, o qual alm da su|ierioridade ao pao com
mu, lem avanuutcm de sor iscnto derecebero
mais pequeo golpo do suor do amassador, vislo
que be aniassado por machina : n.i niesma pad.irii
arbarao sempre as pessoas de bom Koslo o soeuinlc
Biscoiiosdoararula o d'ovos a libra. ... 4
Palias da rai aba..........gnj
Bolacliiubi dcararulapura. ...... tO
Dilas americanas..........
fiisooiliiihos do orva-doce.....] [ 40I
Ditos de l.ima..........] 401
Hilos do laranja.......'.!! 1
Hitos de familia..........i 801
Ditos iniperiaes..........01
Hilos .luanles...........gU
*f Sania Mara, lia pono levantado, na co-
(ffi marca do Cabo, oqal dividceoinosenitc-
iibus Sibir de Sania Cruz, Cacliocira,
ueluz,e Gaipid, bode boas mallas, ler-
iff) ras de muila produreao c j demarcado;
itjualmcnle vende, se assim convior ao
comprador, Inda a lavoura : osla vendase '
olli rlu.i para pagamealodu crednr o by|io-
1 li.-.-n n. do iliin cngenbo, Jos Marques da
lawla Soares: qoesn o pretender dirija-se I
- dilociionlio, ou .10 refendo credor.
Thorna: Mari/uei da Coila Soarrt.
Vende-so lio do algoduo da lia- a?
1 1 Bi
la, por proi'o COinmOUO luios- y:
criplorio \\' .Novaos .\ Cniiipanlna, |V;
na ra do Trapiche u. "il. ^c '<
hu casa doj. Keller & G. na ra
la Cruz 11. .").">, lia para vender, o por
proco commodo, couros proprioi para
cobrir carros, ebegados ltimamente.
A 500 BS. A VARA.
Ilrim trancado branca de pino linho, muilo ou
corpailo: na luja da c>i|uiun ilarua do (irespo, que
'la para a Gidcia.
Vendein-so vaipielas iloluslre, para
eoborta de carros : na ra da Seu/.ala
Nova 11. \'2.
Vendom-Mlonas, brinzaft, brlnae mciu lo-
nas da Kussia : no innii/i'in do N. O. Biebeff iV,
Companliia, na ra da Crui n. i.
Vende-se urna typographia com
um bom piolo, 00111 grande ou poipiena
poroao de Iv pos, enleitct, o milito boas
caixetas ; emm ludo a vontade do
comprador ; esta' (fio bom montada pie
se pode inmediatamente entrar cm tra-
ballio : na ra da Praia 11. 53.
OVAS DO SERTA O.
\rndc-se tivas do serlo muilo frescaes, c porba-
mln prego, |iut nao caUnuos ua quaresoia: na ra
do (>Huiado n. ti.
Vendc-sc umn casa terrea sita na freuue/ia de
Sanio Antonio, por nrego commodo: no largo d
Collccio, 11. (I, primeiro andar.
RAPE PAULO GORDElKO.
NaruadaCideado Rocifeloja a.50, de Timba V
Amorini,voude-so bolese iiieiondilosderapc Paulo
Cordciru.
Vende-sc prcsimlos inRlexcs mullo novo* para
fiambre, laltf com bolarliinlmH desoda in*Io7.a,fititi-
jos de pralo, cousena muilo novas, penenles de to-
das as qualdadcs de borlalice, ebegadas uHimamcn-
Ic: na ra da Cruz u. 4G, dclroule do Sr. Dr.
Cosme*
^\ .\\>X
DAVID WriJ.IAM BOWMAN, cncenbeiro ma-
cbinisla e fumliibir de ferro, mu respeilosamenlo
annuiH'ia aos senbores proprelarios e onueulios,
fazeiideiros.e aorospeilavel publico, que o seu esla-
bolecimenlo do Torro mo> ido pt>rinucbtua de vajior,
na rna do Drtim passando ochafarit, contina em
ofl'oeliu. exeroicio, eseacbaoomplelamenlo moolado
com apparelhiw la primeira qualidade para a per-
feila conreccad;K maiores |>ecas tle maebiuisuio.
Habilitado para oniprobemler qtiaesquer obras da
sua arle, DaMtl W illi.no Itowman, ileseja mais par-
licularmenlo chamar a allenca publica para as ge-
no i ules, por lor dolas tirando sorlimenlo ja* promp-
lo, om doposilona inesma rtimligao, as qnaes oon<-
Iruitlasem sna Tabrica podom couqtolir eum a^Tahii-
cadasem \\\\\i e^lratiuoiro, tanto om proco como em
qualidade de malerias primas c mao de obra, a
saber:
Maebinasde vapor ta molbor conslrnca.
Moendas tle caima para engenhoa de huios os ta-
maitos, movidas a vaporpf amia, otiauimaes.
Rodas de auna, moinhos do vento o sorras.
Manejos indepeinlenlesparacavallos.
Roda* denudas*
Auuilhoes, hronzes e rlmmaceiras.
C,n\ IIh'h'S o para fosos de lodos os tamaitos.
Talus, parooSi crlose bocas de fomalba.
Moinhos de mandioca, movidos a mao ou poraui-
maes, o prensas para a dita*
Chapas de IbfiaAe Ibrnoa do farinha.
(anos de forro, (orneiras de ferro o tic bron/e.
Bombas para cacimba c de repuxo, movidas a
mao, por animaos ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hidrulicas o de p.trafuso.
Ferrauonspaia na\ios, ra ios u obras publicas.
Columnas, verandas, grades o portos.
Prensas de copiar cariase sellar.
(lamas, carros Aln) dasiiperoridade tas suas abras, ja' ueral-
menlereconhecida, David W illi.nn lloutnan uaraule
amis exacta coorormidadecomos moldes c dese-
nhosii-inejlidos pelos senhores queso dii;uarem de
fa/er-lhe onroimneudas, aproveilamlo a oecasia pa-
ra agradecer aos son:- numerosos BmiSjua e fromie/es
a prol'orencia com que lein sitio por ellos honrado,
e asseuura-lhes que nao poupara esfornisediligen-
cias para continuar a merecer a sna conuanea.
AO BARATO,
Na ra doQueimado, loja n. li, ha para vender
chitas calmrlinlii's nites lixas a ti-^MK) rs. a |>cca,
corles do casomiras elsticas muslos moderos a .">^>(Ml
rs. o corle ; para acabar, brins largos de quadros, i
Hi rs. o covado, be propriu para ulverSOS misleres,
riscadm fiaucaKes, e chitas largas, a Jim rs. o cova-
do, esleirs da India lartas, a 2->sihlrs.: e oulras fa-
/ontlas, pof presos mdicos.
Veuile-'O um tarritdio ilo f nulas com i BSSen-
sontos, sendo3 para meninos,rom lauca o maraes pa-
ra I o J cavallos, em muilo botu estado por ler sido
i lu. ..iln n auno v. lucio, por proco eouuundo: os
pretondonles dlrijain-so ao aterro da lloa-Visla n. (,
Segundo andar, tas lias 10 horas da inanhaa.
Vende-sc tres predios de casas( \ht-
tenCeulesuo Sr. JoscJoaquimAlvos IVi-
\eiru, i primeiix) de tres andares nobair-
ro do Rccife, travesa da .Madre tic Dos,
i. I (i, oseguudo asCdgo Ponfas n. 32,
eo lercciro 11:1 ra dos Pescadores n.37
ii^ ppelcndeiites dirijum-ee i Oliveira Ir-
anios & C, no ra de Apollo n< li, pata
tratar.
AOS FABRICANTES DEVELAS.
Yemlc-so cora tle carnauba, e grau to Itio (rau-
de muilo superior, e por commodo proco: no ar-
tna/ein de I. II. Aitilratle >\ C, ra da Ou/., con-
fronte o chafarla ti. li).
BOTICA
4
(
Vuiulum-ae relogios de ouro e' pra-
ta, patentu ingle/ : mi ra d SflbEala
Nova u. \i.
*~
:.;.'::;,..:;.';.;:---:-s;.;-;;;:3aaa
m PALITOS IKITOS. <*
):J Vcnc-s(! pillios ile pauoo AM prclo o ilc fa
cores, scnilo ilii iilli'ii.i nimia.r prplih Igr-
J:; dar ao comprador: na luja do lObrMO ama- $$
$, rallo, na roa ilu QuolDIMO n. -Jl. ^
;;.::, :.:::,:,:.:....... :.::: :.;
COBERTORES DE TAPETE
Esouros para craviw. 1900, IsOOllc lH0rs.:
nn loja da esquina da I ni doCropo (po volla para
a Caileia.
COBERTORES DE TAPETE
Na ra ilo Crespo n. t. veinlc-se sii|ieriires rolicr-
InresilealBOilao csruro. proprim para esnav"-. a
iXM), I500 rs. clffillliaila un. Iiriin Iranrailo liran-
co de linho puro, a ,"i curo, a ltl() c :2gnt)0 ., corles da rhila com halla-
dos c barra, a IS(KJ rs., lendo 13 covados cada un,
chita escuras de Unas scauras, a KKI, IKC>, c JIMIrs.
o covado, sclini prelo mar.io, a :i3000 c :RK!0(1, pan-
no prclo lino, a :l e 18000 rs. o covado, dilo azul
muilo lino, a i00O rs. 0 nado, pecas da candiraia
de salpicos com 7 varas, a \ e f&iOO, c inuilas mil
lii/rinl,i- por menos preco do que cm oulra parle:
na ra do Crespo, loja n. 0.
DOCE DE BACOBY.
Cheuou rccciilenlcnle do .Maraulio nina pequea
porfo ilesle delicado doce, o mellior que ha, laulo
pela' sua eiccllcule quatidado, como por conservar-
Mi |ior muilo lempo em pn Tei i o oslado: yende-so-
eui casa de Foulc & Irmo, na ra da Cadeia Vellia
V'uiiclem-se venladeiro vinlio de
eliaiuparrne de cxcellente (jiialidnde, e
milito em eonta, para liipiidarao' : em
Citsa de Brunn l'raegcr d C, na rita
da Cruz, n. 10.
SAPATOS DE BORK.VCIIA.
Na ra da Crui:, eonfronln n Lintroela n. M.von-
.Ic-e -nperiotes ttapalos tle Imrraclta, |iroprios para
0 lempo do obuva, o por proco commodo.
VIMIO 1)0 POMO MITO FINO.
VendQftetuporior vinlio do Porto, em
liarrisdei-, ">. e 8. : no anr.a/finda van
dbAzcif'de Pei\'f*l. 14, OU a trillar no
eteriptorio de Novaei & Companliia, na
rua.doTxupidien.3.
HOMEOFATHXCA
Hit llt'A DASCRUZES 28.
Dirigida /"/ um p/uitmueeu4co ttpprorudo
Bale eatabelccimenlo poasue lodoaoa me>
dicamcnloaal asurac\pcrimon(ado8, tanto
Yt na Europa como uoBraailie preparadoa pe-
laainacliiiiasda Invon^AO to lr. Mure.
Carloirasde I -2 luoBalo' U'A\, pot procos \a-
riavela, cnnlorme a qualidade las caixaa, a
quanlldado dos remedios e suas tUuami-
saces.
2S-.000 RS.
I.MA CAKTEIKA com oa 31 nrinclpaos
remedios liomt'upalhh'osc:! tdirasdifrerenles,
iudispeusa\eis para os principiantes tpte so
(pii/orom convencer ilaw'rdado ta nova me-
uiclna ; contando alcni de mallos consellioa
clnicos, a pelbogoncsia de48medicamen-
los.
Tubosavtilso( catla um ).....IrMMM) i
Tinturasde todososmedicamentofl em fraa- ;
cosde 'i mica............3|000
Na inesma Imliea eiiconlrar-se-lia sempre
mu m*andesorlimenlo delivros em poriu-
Ruexe francote emfim ludoquantobo ne-
cessarit.para oesludo o pralita la uomoopa-
tlii.i.
A. /;. REFOHMAM-SE GRATUITA-
ME.NTE todas uBcartciras vendidas......s-
labelecirnenloi cujos romcdlos, pela hmida*
do ou por qualquer oulra causa, liveem si-
do deteriorados.
Vende-se superior fio de volla mullo proprio
para coser mocos com assucar, em can dfluJlBJstt
ioei& C. : ra da Crol n. 43. ^i
kr*^ O abaiio assi en a do, aaenle nesla jn.n.a tm I>r
Mcuidrelb, faz scieule ao ros|>ei(avel publico, que
pela barca americana Emilia BaniiR, entrada no
concntc ni./, tem reoebidu novo provimenlo de pi-
lulas veaetaes ; cssaspilulas, cujo aulorbasla [tara
garantir sua ex ce I leticia, lornam-c muilo recum-
inendaveis por ser um medicamento inleiraniente
inoAenalvo, podendo applicar-se al s chancas re-
ce easrklas ; ultimatuenle se temnpplieado a una
infinidnde tle molestias julgadas incuraveis, de cuja
applicaco se lem tirado-Un felizes i estillados, que
|iareee cada ver mais rosolvidu o problema tle um
remedio universal: vende-sc na ra da Cadeia Ve-
Iba n. til, botica le Vicente Jos deltrilo.
DKPOSITODE CAL E POTASSA.
Cunda & Amoriin, rccchcram pelo ullinio navio
do l.ishoa liarris com t nu do superior ral em podra
para o fabrico de assurar, o vendcn |Kir menos que
eni oulra qualquer parle ; c para fecliainenlo de cun-
tas um radiola de poUn americana: na ra da
Cadeia do It.-.-I.- n. SO.
_ Vende-seou arrenda-sc ocngcnho Teleurapho,
disimile desla praca duas leguas c mcia, moenle e
corrale, rom boas mallas c ierras de planlacao, Imw
casa de viveuda, e animaes do roda : os prelenllen-
les dirijam-sc ao lerceiro sobrado da ra do Facun-
dos.
COLCHAS BRANCAS COM SALPICOS
a IJMHIO cada una
na ra do Crespo, loja da e-quina que volla para
a Cadeia.
Vende-se por proco coininodo, rollos de al
U'ilieira Juidc/es, de paleule: na na da Cadeia da
Becifc n. ). arnia/.ein de ll.u roca k\ Caslro.
9 \cndc-se corles do voslido de chita lam, $
J5 rraiire/a.coies lixas o padrcs esciinw.a '-1?!")
$ rs. cada corle: na luja do sobrado ainarello, ^
-) nosqualrii canias da ruadoQueiinadu n. ). $i
Vende-so nina baratea nova de primeira via-
scni e muilo hoa.du vela, de Inlc de 11 raiviis e.....i-
(o bom rouslriiida, a qual so vende a pia/o ou a
troco de il. un i casa sendo lorrea, se exceder de scu
valor d.i-sc orcslo: a Iralar na ra da Cadeia do Be-
elfo,' loja u. 54.
TOAU1AS ECONMICAS
para mesa a MlO
na nn do Cres|io, loja da esquina que volla para
a Cadeia.
SEMENTES l)L" IIOUTAI.IC.AS
Vi-iidr-si' scinentes de hortaliras de !>-
las ns|ualidudes, cliegadas proxtmarneu-
l dn Porto, por precocomino Direita, venda 70, <-~< | i do becco
dos Peccadoi .Moraos
Vende-se colchas brancas do sal-
picos muilo encornadas, propriaspara o
lempo de fro, n 1,000 rs. cada tuna: na
ra do Crespo, loja n, 0.
*:*^:-ij3^awra'' 11
CORTES DE CASSA SEDA, A SSOOO.
<:? \*ondc-sc ciirlcs do voslido do enta, seda,
;:; pelo dimiuiilo preco de .Y--HHI ,-,. na loja );$
^>.) do sobrado amarcllo da ra do IJucimado ?g
i n. S9.
09*>t*Ml : ':;iaJ3ii$S;a;i{
\ ende-se J ricos cairos iKirdados de maliz,
ile liiin so-lo, por proco coinmodo : na ra di Ca-
deia do Sanio Antonio, no secundo andar do sobra-
do n. l, da esquina.
ANTKil IIIADK E SUPERIORIDADE
HA
SALSAPARRILHA DE BRISTOL
sobro
A SALSA l'ARRILIIA M SAMIS.
Altencao'
A SALSA PARRILIIAUE BRISTOL dala des-
do IK:Il?. o lein eonsianlemeulc minlldo a sua ve-
pul'uoo seni noceoridade de recorrer a pomposos
anniiucins, ,1c ipic as preparaeocs do merilo podein
dupenur-se. O laecM do Dr. BRISTOL lem
provocado iulinilas invejal, e, oulro oulras, as dos
Sr. A. II. II. Saint-, de New-York, preparadores
e proprielariw da mIm parrilln conhecida pdoao-
ne de Sands.
Esle Benhom soUcilirini a igencli de Salsa par-
ilha de lliislol, econio mo o pnilruMOm ohler, la-
brciram una imil/trto t\c Brislol.
Kis-aipii a caria (pie os Sis. A. B. II. Sands cs-
cieveiam ao lli. lliislol no dia J0 do abril de 1812,
o (pie se acha cm nosso poder:
6Y. Di: C. C. Brlol.
Burilo, Ac
Nosso aprcriavel scuhor.
Em lodo o auno piindo lomos vendido i/tianli-
ilatles ronsideravois do cxlraclo de Salsa parrillia do
Vnic., c pelo (pie ouvimos di/.er de suas i-irlutlr*
iquellos que a lem usado, juluanios que a vendada
dila medicina so augmentar mmlimmo. Se Vme,
ipii/.er Ikier um convenio comnosco, en......s que
no- resultarla muid vantagem, tanto a mW como i
Vine. Temos imiiln pra/cr que Vine. n,ri responda
-olne esle assuniplo, o so Vmr. vier a osla cidade
laqui a um me/, ou cous seinelbanlc, lerinmos
muilo prarer em o vcrcn nossa botica, ra de tul-
l.......711.
I'icaiu a- ordena do Vmr. seus se-'iiros servidores.
A-siunailos; A. B. 1). S.V.NDS.
CONC'ISAO'.
I. A inlimiidldl da-,ilsa parrilha de Brislol he
diramonle nrovadi, pota que ella dala de-de ih:u,
oque a de Sands so appareceu enr I8i, poca na
qual oslo drogubtS nao iiodc liler a mnciado ll(.
Brislol.
!.: A Hiperioridide da salsi parriUia do Brislol
iuconle-lavel : pota qi......lo ohslanle a eoncur-
U|M:f
|.D.= |-3g.3

0
o
3
Veode-ie duaa eecrava de bonita* t mi ras,
M'ihlu urna tle leiCo boa (tara criar, e a oulra boa
qnitandeira : na ,riia ta V.u, n. 'M.
Vende-ie Ir* portadas de podra, lavradea:
Iralar com o canteo Bernardo Pereira Coiutbra, no
arsenal de marmita.
Na ra do Vicario, n. ll, prlmalro andar, \en-
tle-sc superior farello em saccai, pelo preco de
-"i(H) r>. por ca Vende te um inolcquo, crouk*, deldado de i
anm) com principios de sapaloiiti: ni ra da Cruz
n. 13, lerceiro andar.
Vende-ee cortea de cinta franceu peledimi-
n o I o preco de 2cMK) rs.; na ra to Groapo, loja n.
3 ao lado dtt arco do Sanio Antonio.
Vende-sc panno de linbo de I '. palmos de lar-
mira, proprio para lenoes, a3|800 rs. a vara: na
ra to Crespo, loja n. 3 uo lado to ateo de Sanio
Antonio.
Vendc-sc capas do boiracba o cbapoos da mes-
illa la/enda : na loja da rita do 4>cs[h> n. 3 ao lati
do arco de Sanio Antonio.
Vende-fe H escra\os, sendo niolecoles eri-
oulos, I dilo bom co/.inlieiro, 1 tllu sapateiro, ((.-
cra\Ob do li>doser\ico, 5 pelas dequitanda, I mu-
ala tle bonila Ogun que cuijoiiiiiia eco/inbu: na
ra Direilan. 3.
Vende-se una cscrava parta escura, cria de
casa, nitic i c itilni-.l.i, -cm \ icios nein dereilos; a qual
engomma sotrrivolmenle, cusaU'ia, e eulende bem
do seo ico interno de una casa do familia ; na ra
di llorn*, sobrado n. 138.
Vende-se urna prota do 22 bihiot, de muilo
boa figura, quo ciiKomina, ro/nba, c lava roti|in,
ludo faz muilo bem; na ra do Gollcgio u. 21, pri-
meiro andar, se dir quem \ ende.
Vonde-sc superior manleiga iuglcz, a til,
hW c "Ors.; na ra ireiU u. U.
Vende-se banlia de perca muito fresen, em
barr c em lulas de unta arroba, a vi rs. a libra,
cha preto, ladrilhos tic marmore, ceneja em gjgoi de
una e duatTdunas, al>s>ntbio du Suissa, a I9UN) rs.
a narraTa, azciloiias, a IJSSM) a ancoreta : na Ira-
\essa da Madre de heos, armazem piulado deedr.
Mi i 11.
Veede-eeaun negro do nacAo, do IdadeSS an-
1104 pouco mais ou menos, tle bonila lisura, o qual
be uanliador de ra; o motivo porque se vende setli-
n ao comprador i ua ra da Cadeia do Rccife n.
38 loja.
I
I
rencia ta de Sands, ede una pmcao de oulras pre-
paraeocs, olla lein mantidoasua repulacao em qua-
N lo.l.i a America.
As numerosas experiencias feitas com o uso da
nlaa parrilha em todas as cnfernildades oriftiuadas
pela impure/,a dosanguo, co bom eviio oblido nea-
la tile pelo lllm. Sr. Dr. Siuaud, presidcnlc da
academia imperial de medicina, pelo illuslrado Sr.
Mr. Antonio Jos IVivolo em suaclinica, o em Hia
afamada casa tle leude na Gambai pelo lllm. Sr.
Dr. Saturnino iletHi\eira, medien do esercllo, c
por varios oulrns mdicos, permilletu buje de pro-
clamar altamente as virtudes eflienzes da salsa par-
iillta de ltrisiol, vende-se a "k^kmi o vidro.
Visto ncbar-se de novo aborta a botica do Sr. Jo-
sMatia Coucalxes Hamos, na anliuania dos (Juar-
leis, mutlou-se oulra \ez para alli u deposilo de sal-
sa i'.inillia de Hrislol.
:.;;-; :;;:.'.;:.
' GANTOIS PA1LIIETE 5 COMPA-
NMIA.
Oiiiiinua-se a vender no deposito geni di
A i na da Cru/ u. ,">, o ovcellenlo o honi con- $t
# ceiluado i ,i|ir areia prela da fabrica do lian- C-
9 tois l'ailliole & C.....panhia. da Baliia, cm
';; urandes opequonasporces, pelo procoeslabe-
M le. ido.
; a _
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro oabollo, continua a vender-se na bolica
da ra o Rangel n.Ct, a 640 rs. cada vidro.
Vcndo-ee no armazem do Antonio
Aunes lacome Pires, silo no largo da il-
andega, paneiroscom sal do Maranlifio,
uito recommendavel pela sua limpeza
para gasto de casas e jx'lo barato preco.
do 00 i-s.
Remedio especial para lioulias o cravos
seceos, continua a vendor-se na bolica da rita do
Rangel n. 04,que foi do finado Sobastiao Jos do
Olivoira Macodo.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Nestc cstahcleciincnto continua a lia-
ver um completo sortiinento de moen-
das e nicias moendas pan cngciilio, ma-
chinas de vapor, e tahas de (erro hntido
e coado, de todos os tamattlios, para
dilo.
CHAPEOS DE SOL, A 2.<300.
.Na ra Nova, loja nova n. lli, vende-sc chapeos
de sol do pauninho piulo eoin barra de cor, astea do
balea o bonilos cabo, pelo baratsimo preco de
2|300 rt.
A .".00 US. O COVADO.
Vende-ee metas csemelre de padi-oc* ciaron e os-
curos, leudo |K>ri;Jtu para csculhvr, nclo banilissimo
preeo den*VM) rs. O covado: na ra No\a, loja nova
n. ffi.
\ emle m' una cscrava do bonita ligura, o sem
vicio algum, ao comprador se dir o motivo por que
m: vende ; ua ruado lluspiciu li. JS. ~ I
Charutos de Havana.
O mclliores ciue teem vfaido a *stc
nuTcatiti, vciKiciii-Jk coiillniuliinuMilc,
em cata I* Itrnun Praeger & Compan-
Iii.i, nn ra da Cruz n- I0>
Vcntlc-sc BSSeRuinles semenlcs tic orla ices
das mais novas rpic lia m> mercado, rbanos, ralia-
neles brancos, encarnados, nabo roso e braneo, al-
face allemao, diia repolliutla, muses s.tboia, Iron-
ebuda, lombarda, salea, sobla tic Setubal, mcnlro
Ibo, vicoria, lmales grandes, vende-se om poroao
maior mais bandas para acabar: na ra da Cruz no
Itccilc ii. '>-', senda tle MartinsOv Irimlo.
500000 RS.
Vende-se por ."ilXK^lOO rs., una tsposrapbia com
mais de700 h tle tspos iniiilo bem sortldof, c um
bom prlo de ferro e p.io: a quem mus icr dirtja-se
a ra das Cruzas ti. _'*. secundo autlar.
Vende-se lencos, c (albas de labyrinllio,
obelados agora de Aracits por precos mu comino
ilos : na ra da t^uleia do Itceire n. VJ, primeiro
TAPETES DE ESPARTO
venderse na ra da Cadeia do Hccife n. fS, pri-
meiro ailar.
CAPACHOS COM AlitiKTUKA.
Vende-se capenos com aborlura, para mesas tle
uni de sala: na ra da Cadeia do Hccirc n. \X,
jirimeiro andar.
LOJA DE COIMOS.
Vctulc-sc una esccllenlc loja de couros cstahelc-
col.i na ra do l.ivramcnlo n. 37, lia mais to '<*' an-
uos, multo afrefiueieda, com sesureneedaeooser-
vaeto na loja, pelo mesnio proprietario: dirijam-sc
i mc.'ina toja ou no sobrado.
BOLACHA RGLEZA.
Vende-ec em tioiTo ou u rciallin ,
r|ui-
bolacha uigieza, em
arrobas, a molbor tnie tcm viudo a este
mei*cado por seren leboa farinha ede
marca grande, a .sOO rs. u arroba : cm
\dfimsoii Howic !v Companhia,
I )id u
barricas de2 Ii2a!
casa tu
ra do Trapialie n. i '.
PASTILHAS DE SOUIXI
Vegetacs contra as lombrigas.
Appiosatlaspela junla central de bv(tiene publi-
ca e preparadas por J. M. Son I li. pbarutacculieo,
iiiemliio ulular ila academia imperial tle metlieina C
di sociedede le pnarrnacia do Kio O nico dopostlo serdadeiro tlessas paslilbas be
eslalieleciilo pelo mesnio autor na Indica doSr. Jos
ta Mocita 1'araubos, ra Dircira i. KH, em l'ernani-
bueo.
Desdo muito lempo a me medica estay prc-
rtira de um medicanieiilo tpte fosse fcilmente ad-
ininiMiado as criancas stijeilas s molestias sormi-
misas, molestiaslerriscis tpiecoiidii/ein lodosos dias
ao luniulo um grande numero dolas.
0gesto o cheiro dos anllieiminllcos empregados
aleluye eiain uniros tantos olistaeulos sua admi-
nisliac.io ; f>or isso oremos ler prestado um grande
trrico l bumanidade, c priiiripalmeule BM pas
tle familia, aiinuuciaiido-lltes un m-ihuIi...... dc-
haiso da fot na de paslilbas, sem ebeiro esem sabor,
que posstie a acc.lo a mais enerutea romo aiilbel-
uiinlico soriuicido contra as lombrigas intestinas.
LombrgWi oryurus, efr r/c.)
A eoniposioilo das paslilbas be purameiile sese-
tal. (Jtiando em IHf.'i li/emi-s a tal preparariio, cs-
lisenios lio CSttO da SUS acedo vermicida que udo
I es i lomos um instante em c\pcrimciila-la em nos-
sos proprios lilltos antes de a fa/cr rnnbcrcr : o ef-
fcito fot espantoso, c loyoqucos lluslrvs professo-
restlo Hio de Janeiro e das mais provincias do im-
perio a ronbeecram, ndo duvidaratn empresa-la cm
(otlielas molestias verminosas.
t) elleilo deslas pastilhas be lao eerlo que nao po-
de baser a menor tluvitla sobre a sua oflioaoia, ro-
mo consta tas opinioes de mu i tos il lustros mdicos
qtieabaiso Iranscrescmos. Coinludo, como as en-
ancas esli sujeilasa oulras uiuleslias eujosssmpto-
massto quasi os niesmos tas molestias verminosas,
aconselhanios, nos casos rases, tic constillar um bo-
mein da arle a ules de administrar as Jilas pasli-
Ihas ; iiiloipic ellas peeSBRI protlu/ir akom ni.io el
feito, porque na sua mmposic,do nada entra de no-
civo ; mas porque pensamos mis que n'aquel les ca-
sos rases udo tlcsc atlmiuistrar-str remedio algifm
emquanloa moleslia nao be pcrfcitaincnlc diaguos-
ticatla.
A dsedas paslilbas be a seiiinlc
linas ,i >eis pastilhas em iejum, para as cr i ancas
do 2a6 anuos,aimmcntancoa dse radunlmentc
secundo a idade. De tlez a dozo paslilbas para os
adultos, e quinze a sinlc [iara as |>cssoas de 30 an-
uos para cima.
Repete-M I mesmadoee Ircsdasn fio, c noquar-
to (lia |kkIc-so dar um puraaulc de oleo de ricino.
N. B. rode-so auamenlar a di'we das paslilbas
sem receiode produzir irrilaeflo alguma as viasdi-
geslivas; ese almimqs veies nSo lia lombriyas c\-
pujsas, pode-so estar eerto que todo e qualquer
sjmploma de molestia verminosa tem desapar-
enlo. Seguem-sc os altestados de diflercnles me-
t icos.
INSTRUMENTOS DE MSICA.
lti'lli'ii l'iac|;i'r & Cumpatiliiii, na rila
da Cruz, n. 10, receberam de novo un
sni-iiiiiciiiii ili' Nstiiunentos de msica ,
iiiiiio Sejain, llautins de eltiinii em mi be.
molcfa', i din i chaves; pistoes com sita
competente caixa ; llantas debiixo; vio-
lOes Je dlei-entcs (|iiulidudes, e coiutna-
cliinismo ; assim como 2 violOes
simos, todos guarnecidos de madren!',.
la ; tambeiu recommendam o seu gran,
de sortimento de todos os mais instru.
meutos, tanto para orchesti-a, como pg.
ra msica militar, por menos preco do
que em outra parte; sendo para liuidj,.
con tas
NlIOHESliE tNtESH E Ao',
PUBLICO EM GEHAL.
--Paru cscrivwir(iiii#im;i fazenda ame- j
mericana, de um lecido iiloirainenle no- <
vo, qucolTerece urna durarlo immcnta, nlo
s |'l.i nova forma porque he lertda, como
lamlicm peto' Rrande corpo que lem : na
boa f.i/rihl.i vcnde-e somcnle no armazem
armazom de Tazendas baratan da ra do Col-
Ioko, n. 2, c pelo baralisaimo prero do 1611
rs. 'o covado.
'^""Vede-Se cioif'de imirelio ae uraMpii
sem o mais pequeo deleito, por preco comniodo'
|ior querer se despejar o armaiem e tambem y
vende um sillo no luRar do Caldeireiro, com I)
casa de vivenda, eslriluria, casa para prelos, c miu.
tu | ln ln do lu ii lio: a fallar com Jos lligiuo de Mi-
rauda.
Vender a taberna do pateo do Terco n. i
proprin para principiante |>or vender diariamente
OI) rs. a prazo ou dinbeiro: a Inlar na iiicwij.
Vcnde-sc um bonito molccole de 20 anuo
bom oilii i.il do pedreiro e sem vicio ; dous preloi
bous para lodo o servico ; dous dilos do mcia ilt-
de, bous para silio, um dos quaes be mestre cano-
cro ; duas pretas muilo mocas, que engommant
i n/iiili.iiii e lavam; urna dila de 18 anuos com
principios do habilidades: na ra dos Quarlci-, n.
-'!. se^mido andar.
Vcnde-sc um terreno do 6t palmos de frente,,
do fundo 168 com una casa de taipa fcila de novo,
rom sala adiantc e alraz, dous quartos e coziulia tiaa
j comcrada.c terreno conlendn .i." ps de coqueirn
miando, roseirasc oulras varias plantas que se ileiva
do mencionar, e chai* proprios; na ra por delranli
fundicao, defronle de um cercado na inesma casa.
Vende-sc urna tartaruga verdadeira, a Iwrdo
da escuna Socicdado Feliz, oulr'ora Maria Firmiiia,
ESCRAVOS FGIDOS.
Desapparereu no dia, 9 do corrent>, un pre-
lo crioulo, pm- nome (leraIdo. o tptal represeiiU ler I
tle idade 8 a 30 aunos, levando vestidu camisa di*
aluodao trancatlo, caira de zuarte, e com um nuiH
rilo ; este preto veio do Ico remet ido ocios senhoi
Giminha & Fillios, os quaes o (inliam compra
to a Manool KotlriRues da Coftta, da silla dcMl
legres, comarca do Crato, provincia do Ccar. ten
do diloescrasu pertencldo lambem a Manocl do Je-
bus da CoueeiCiloCuulia ; o para maisesclarecimeii-
(o tcm os tiifjnaes seRuinles : baixo, caMlos Itraii
eos nos pellos, bastante barbado; andar curcosadi
e Talla muito baixo: quemo pegar lese-o a ruada
Conceieao n. H, que ser bem reronincnsmlo, nu
na ra da l'raia armazem de (uilbcrmc SoarcsDi
(cilio.
Xoda lo do correnle, ausontou-seda casa tl
abaixo assignado, um escravo pardo, por mmif
Francisco, tciitln vindo de Sobral remcttitlo por sen
seiibor o Sr. Uoiuiiros Carlos de Saboia, para ser
vendido tiesta praca; reprsenla ler 36 a *0 anu,
* aixo, rcrorcado, iwuca barba, ej branca: quero
o peuar oiidellcdcr noticia, ser pago de seu Ira-
baldo. JotoJosde Careatho Moraet.
Esl fuaido desde 21 do correnle, o escravo
Manocl, crioulo, representa 20 amim de idade, Mtu
barba, Tallo de denles, c dcITeiluoso dos ps prove-
niente de cravos; levou loda a roupa, e vestida cal-
ca c jaqucla ; quero o penar ou dolle tivor noliria,
dirija-se a scu scnbor do HeciTc, ra da CaJcia Ve-
Uta, luja de Joo Cardozo A\res.
Contina a estar Tugida a prela MagtlaleiM,
rom os signaos seguirtes:altura regular, cliciauo
corpo, cor prela, lem Taita de denles na Trente to
lado superior, beicos grossos, poscoto alto, homhrw
baiiM, tem alguns pannos pelo rosto e corpo ; levnu
vcslido de cbila dcsbolado com flores eiicarnatliis
brincos rompridosde ouro Trances, cotilas azues no
|M-M-m ..; iiLm -. ella ler ido para a banda dos en-
genluts Quilinduba, pois Toi encontrada no Mon-
leiro: roga-se as autoridades policiaca c capilla
lo campo a sua apprcIicncao,e leva-la a ra do Col-
legio n. 8, quescrAo generosamente gratificados.
No dia 1'' to correnle desappareccii um escra-
vo, crioulo, de nome Joaqun), de idade 22 annost
|K>ueo mais ou nienos, com os signaos seguintcs:
estatura reuular, bem prelo, com Talla de denles na
Trente de cima ; be bstanlo Tallador, e (cm a Talla
um punco Tatiliosa; levou camisa de madapolito,
calca de brim de quadroj usada, chapeo tle inasM
braneo; quem o pegar, leve-o a bolica da ruado
Hangel, casa n. K. que ser rccomjieiisado.
Desapparcccu na madrugada do dia II do cor-
renle do silio do Canltenguc, em Bcberibc, un es-
cravo pardo do nome Bernardo, natural do seriar;
to Ico, perlcnccnte a Vicente Fcrreira da (^osla,
que o comprou aos senhores Caminha & Fillios, o
tpiacs o bouveramdo Sr. Jos Pastor Fcrreira l.itua,
cujo escravo lem os signaos seguntes: edr clari
acaboclatlo, cabello corredio, barba cerrada, ps papaiaio, lem um defeilo no cotovcllo esquerd",
t|uc quando dobra o bra^o, salte o osso, que Toi do-
locado, he tic altura regular e grossura proporcio-
nal, he bem encarado c alegre, e representa ler K>|
:t"> aunos de itlade : levou um facao, c um suit.io
com roupa de pagem, jaqucla, calca e collelc azul
roupa branca e de riscado para servico, una rc-lc
e um chapeo tle pello sem galilo : pede-sc as aulnri
datlcs poltciacs, oua quem tlelle soiiber, o ob<>ei|iiio
tic o appreltcnilcr cmanda-lo entregar asen senlior
no dilo silio de Bchcribe, ou no RcciTe, no armazeiQ
da uscadinha, que alm de so pagaren) lodas as des*
(tozas de sua apprchensflo, so gratificar generosa-
mente a quem o aprescnlar.
No dia 10 do correnle auscnlou-se um prclo
de nome Joaquim dcnacAo, alio, com Talla de den-
les na hcnii'. ou poneos, c o maior signal he ler
ambos os ps cuchados, julga-se ler levado calca de
casemira de quadro verde, e a calca azul: queni o
pegar leve-o a ra do Amorim u. 33, que ser
compensado.
Na noilc do dia II'para 12 do correnle, do
engenbe Novo tle Santo Antflo, desapparcccu um
escravo do nome Manocl, do idade de 40 para 50
anuos, de Angola, estatura baixa e de bom corpa,
iit'in Tallante, um tanto Tulo da cr, pouca barba, e
bem ronhecido (vor urna barroca qua tem na testa
procedida do um couce de cavallo, e ja o anuo pr-
ximo passado Toi preso na provincia das Alagoaspur
andar Tugido : roga-sc a qualquer pessoa que oap-
prchender, leve-o ao diloengenho, ou no KeciTca
Antonio Joaquim de Mello, que ser bem recom-
I m i isa to.
Da Tabrira do caldeireiro ta ra do Bru n.
28, desapparcccu no domingo, 8 do correnle, o |wc-
(o Miguel, tic nac,o, oflicial de latoeiro, tpic repre-
senta ler 25 anuos, estatura regular, um pouco |c-
ralta, o cosluina embriagar-so i he escravo do Sr.
Manocl Joaquim Carucfro Leal, e j trabalhou na
Tabrica tos Srs. Andradc \ Leal : quem o peu ou der noticia, dirija-se a mesma Tabrica cima,que
se recompensar.
Desapparcccu no dia 14 do correnle, pelas 8
horasdainatihila.o prelo Dimiizio, de nacAo L't,
de 20 anuos; levou camisa de algodo Iran^adoda
ll.ilii.i com marca M, cal^a de algodAo de lislr.u
azues, sem chapeo, alto, cheio do corjio, com Talla
de um denle na Trente de baixo, nariz chato, roslo^
um tanto romprido c bstanlo barrigudo, ps bs-
tanle grossos qtic parecen) estar incitados, c pouco
Tallante, trabalhava em armazem de assucar : rega-
le as autoridades policiacs e capiles de campo que
o apprchciulam o levem a ra da Croz do HeciTc
n.::(, quo serflo generosamente gralilicados.
Desapparcccu na noilc do d> 28 do correnle
abril o cabra Lourcnco, tle idade do 30 a 40 anuos,
baixo, rosto baslaute descarnado, ollios redondos,
apitomliados e brancos, rabcllos carapiuhos, |htii.ii!
arqueadas ccabclludas, Tallam-lhe alguns denles na
Trente e nos qncixacs, he alguma cousa corcunda,
Tallante e mentiroso, escravo do padre Fr. Manocl
do Santo Senulebro Pavlo, religioso franciscano
ilo convenio de Santo Antonio, tiesta cidade do Ke-
cife, por compra fcita ao Sr. Antouio Tcixeira dos
Santos, o qual escravo diz ser forro, e seguio para
Pjauliy, ou em companhia de uns scrlanejos para
os Carirfs novo o velho, ou provincia do Ceam
donde havia sido remoltido por Antonio l.uiz At-
/<
Co
t
t;
Sllf
"!
"M
ni
l'n
ves Pequeo Jnior a Domingos Hodriues de Ab%
(hade, o qual o levou hasta (lublira cm que ol
arrematado pelo dilo Antonio rei\cira dos Sanios,
queovcndcu ao annunciaiilc : roaa-so poli H*
loridnilcs poliriacs de Pedral de Foso, onde hlbiU
iii.ii do referido escravo, o ipimltendan, aliiu d
I....I,, ~,- verificar a ventado, assim como se recnui-
niciiila a talas as mais autoridades desla prov inrii,
e de oulra qualquer onde |wssa appareccr o rrf-
rido escravo, o appielieiidain para o mean fiii:
assim romo oiniiuiicianle aalilica rom iquanlia
le .IIK^iini rs. quajqosr |)caioi que Ihc iiircsen-
le o mencionado escravo ; ou o enlreinio a l>oi.....
gos da Silva Campos, na ra das Cruzes.______
lili
M
k
qil
T
(!<
I
OH
ler
H
ve
nn
M'l
I
ra
Mi
lar
I,
se i
ver
ns
Pm.t-Tn>. H.M. r. d. r.ru. -iws.


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