Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03172


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Full Text
lilis.
DIARIO
JUW& MjM.EMJX
UMU IHJklU i/t 189.
N 108.
PMMMBIJCO.
FHE^O DA SUBSClUPgAO'.
Snlisrreve-se a 1.9009 por armo, c 48000 por
qii.iriel paso 'limitado, c 48300 por quarlcl paan
>enrielo, na casa do scu proprietario, M. Figueira
ir Fama, naprac.a da Independencia, i. 6 e 8, e no
Kiii de J. casa doSr. Joao l'creira Marlins.
Halda o o F. Duprad.
M iniii a Joaniiim Bernardo Mendonja.
Paralaba a o o Jos* Rodrigue da l'-osta.
Mal oso Joaqun) iRuacio Percira.
Aracaly a a o Anlouio de Lemos Brasa.
Coara' o o Guillierrae Augusto de Miranda
Maraulia o o o Joaquim Marques Rodrigues.
Taia' o a Justino Jos Hamos.
I i
CAMBIOS DE 14 DI MAIO.
Sobre Londres 28 )i
a Pars, 310
o Lisboa, 95 por ccnlo.
METIS.
Ouro. Olivas hespaidmlas.........208500
Mocitas de 68)00 vellias......I6JO0O
a de 6t00 novas......IKJKKH)
0 de 48000......... O9OOO
Prala. Palacdes brasileiros........J8940
Pesos columnarios........18910
1 iiii'vii-aiui.......... l"V>l
Atmii'- do Banco......... lo
Uescontu de Ledras.......OalLv
NOTICIAS ESTHA1IOEIHAS.
Portugal. l:i do Abr. Austria. . 3 de Abr
Hespanlia . 8de Suissa . 6 de
Franca. . 8 de 0 Succia.. . 28 de Mar
Deigd ,1. . :i de Inglaterra 8 de Abr
1 Lilia. . . 3 de E. Unidos . 23 de Mar
Alcmanlia 3 de Mlico . 3 de
Prussia. . 3 do 0 California 1 de Fcv.
Dinamarca 31 de Mar. Cliili . 15 de s
Itn-iii.. . 30 de Buenos-A. 3 de Abr.
Turqua . 28 de Montevideo 6 de
NOTICIAS DO IMPEIUO.
Para'. . 2 de Abril. S. P.doSul 3 de Abr.
.Mjl'.lllll.ni 2 de 0 Minas. ... 5 de
Ceara'.. . 6 de 11 S. Paulo 6 do u
Paraliiba. 2 de Maio H de Janeiro 25 de
Alacias , -' de ' Babia.... 4 do Maio
FAB.TIDAS DOS COBJUIOS.
1IIi 111 l.i. lodos osdias.
Victoria, nasquinlas feiras.
< '..1111.1111, Bonito e Garanliuris, nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Eui e Oricury, a 13 o 28.
1 .ni,11111,1 c Parabiba, segundas e sextas.
Natal, quintas luirs.
DIAS DA SEMANA.
(0 Segunda. ** 1." O.
S. Jofio Nepoinuceno.
17 Terca. 2, O. S.
Possidonio.
18 (Juarta. S. Vcncncio
ni. S. Flix deC.
19 Quinta. S. Pedro Ce-
lestino.
20 Sexta. S. Bcrnardino
do Sena.
21 Sabbado. Ss. Mancos
eTIicupompo bb.
22 Domingo, da SS. T.
AUDIENCIAS.
Tribunul do commercio,
segundase quintas.
nrluriui'
li'ir.i. esabbados.
Fazenda
lena- rsevlasas lOlinras.
Juizu de Orphfto*
sesundase 5. as 10 boras.
Primeira vara do civel
tercas o 6. ao moio-dia.
Srtjunda vara to rirel.
quarlasc sab. ao incio-d.
EPHIMEIUDES.
Abril 30 Quarto mlngoanle as 4 boras 30 mi-
nutos c 40 segundos da manirn.
Maio 8 La nova as 2 liora, 14 minutos e 42
segiiudos da manhaa.
' 16 i.inai lo crescente as 8 horas, 36 mi-
nuto o 36 segundos da mauliaa.
o 22 La clieia a 8 horas, 32 minutos e 27
segundos da larde.
PILEAMAB I HOJE
Primeira as II horas c 12 minutos da mandila.
Se'.'uinla s 12 horas o 6minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
f M1NISTEBIO SO IMPERIO.
Decreto a. 1134 de 30 de ureo de 1863.
D,i iiucoieitatutm ao* curto* jurdico*do imperio
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(Couliuuatao do n. 107.)
CAPITULO II.
Do *ccreario da faculdade.
Ail. 239. Cada faculdade ter un secretario; o
qual, alea do oiilras rtincc6es que llic incumheni
|nn' estes6tlalttlosl ser eucarregado do servico in-
terno da secretaria, e da correspondencia do direc-
tor.
Arl. 210. Para o anular no dcsenipenliu de seus
lodos os papis que 11A0 cilio romprehciididos na
ili-l'u-ii ni anterior, e delle l.u .1 uso o secretario.
Arl. 255. A' exrepcilo dos Icnles o dos emprega-
dos da larulilaile. nlo sera permillido ncni aosalum-
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,li\iiis haver 11111 (inicial de sccrelaria, o qual la
i ra o erviro que pelo secretario llie lar eneai regado,
pmlcndo o diroelOf assignar-lheos Irahalbos que 0.11-
leiiricr; substituir aquello nos seus impedimentos
. I.illa-,
Arl. ti. O secretario ser habilitado ionios estu-
dos pruprios da faculdade. Para o lugar deoflinal
lera preferencia era igualdadc do eireumslaueia* n
que liu-r as mesillas habilitadles que se cxigeiu para
o de sccrclaiio: anillos esses funecionarios scrAo de
uoniearo Imperial.
Arl. 2t& O secrcl:irio reger a sccrelaria, ron-
fiirinaiido-W com estes estatutos* edebalxo da ins-
liei'cao e segundo as deteriniuaeocs *lo ilircetor.
Arl. 213. Far o inventario, lancaiulo-o cm livro
pinpiio, ibis nbjeclos |icrtenccnlcs assim secreta-
ria romo ao servicu das aulas e dos actos aeademi-
111-; e 0111 goral de lodos os que esliverein no nsoe
serviru da faciibladc, fAcepcflo dos da biblioteca,
que lem chefe especial. A' prnporco que occorre-
iii......iilauras. far-se-ho no livro as deelaracoes
neressai ias, e de quatro eni qualro anuos, se antes
iliw. nao hoinernecessidade.
Arl. 211. Atoilia 25 do cada niez aprcseular
an director o arrunenlo daadespsxas ordinarias ns-
11 o mes seguale. Com eslo ortamenlo, depois de
a|i|iinvailii pelo dircelor, orgauisar/i a tulla moiual
ila-uicsnias dcs|ie/as, eados ordenados; aeerescen-
l.iudo as despezas extraordinarias que o director or-
sejaincoiilempladas, segundo a aulorisaeai. que
do goieruo. As folhas assim organlsadas, e
aii|iro\adas pelo director, serao por esle ulliino re-
uiellidass oslarnos eonipeteiites, arl. II, :- 7.
Arl. 215. Deven preparar, enl lempo que potsl
-el apresenlaibi ao eorpo leu'islalixi, o oreamenlo
geral das despezas da faculdade para o anuo linau-
eeiru seuuinle. Este ori;aineiilo ser apresentado
ao dircelor, que llic far as corrcceies neressarias,
aeiresieiilaudo os pedidos extraordinarios que en-
leiulei ereuieller an goveruo.
Ai I. Jti. O secretario lie aulorisado para receber
da- respeetivaa Ibetounrias as quanllai arbitradas
para asilespezas ordinarias conslantes da folha.cpara
ilell.i- fa erdeni do director. Onatiin s exlraordinarias, o
dircelor, 011 aiilori-ani ao mi-sino secretario para ic-
eelu asquanliai para ellas dcslinodas e para fazera
del ida applieaeo, 011 nomear 011I1.1 pe-m para
essofim, oquesc praliear smente quando o ao-
\eiiHi unir roiisa nao delerniine sobre o 11101I0 por
qur doveill ser einpregados esse- diiilieirn-.
Arl. 217. Para os actos acadmicos que lona de
-e; eveieilados pelos lentes, |K>r ordem deanligulda-
ile li,i\er.i na seerelaria livrosespeciaosc de-linados,
eni que se apoiilcui os que j servirn!, para lia\er
resularltadeno servir.
Arl. 218. A sccrelaria estar .iberia desde queco-
ineeaiem n- evames das materias preparatoria*, al
queso iinrluan os liahalhns acadmicos do 1.....0
e un intervalo das ferias se conservar .iberia por
lodo o lempo que for necesario para o expediente
-e |N'ir cm dia.
Arl. 219. Oaarvico daaecrebuia ser diario, ex-
repluados si'imenlc os ilias meneiouadoi lio arl. 2'MI;
nnnerar.i snove lloras da manilla eacabar arduas
da larde; salvas as (pocas dos exames preparatorios
rile, arlos acadmicos 011 outraqualquei em que se
auxilenle o Irab.dbo; pudendo, ne-los casos, odi-
reelor accresccnlar as horas de snico, 011 dema-
ndas ou de larde.
Alli 350. Para facilidade do oxpedicnle haver
na porta da secretaria una caita, para se laiicarein
1 roquei menlos. A rliave oslar na nio do sccre-
llrio, que a abrir, pelo ineuos nina vez por dia;
excepto no lempo dos examea e actos em que sera
.ilierla ria diias em duas lioras. Os roqueriincnlos
-iae apreteDlada pelo secrolario ao dircelor, e de-
pas de despachados scro entregues aos inlcressados
.....ei lelaria, quaudo por sna ualiireza nao leiiliarn
de ser archivados.
Arl. 251. Dosdoeunienlosconiqueforeni Instrui-
dos a- leipierinieiilos, ou desloa meamos, quaudo
un. e uniros tciihain de ser archivado, passar-se-
liiii cerlidiies, se as (iiirles aspedrein, preredendo
despacho do dircelor.
Arl. 52. (Is requrrimentos ja despachados c OS
|uii|irins doeiinienlos que os aeompanlian, nos ea
os em que isso he peruiillido. 011 o director o nm
ceder, au serla entregad s parles sem que esta
nos c ncm a pessoas oxlranlias enlrar na secretaria,
sean para Iralar negocio relativo a objecto acad-
mico.
Arl. 2.16. O secretario far aflixar osedilaes na
iwrla da entrada da sccrelaria ou no lugar mais pu-
blico, tpie for assgnado peto director. Tora vigi-
lancia c inspeccao no asseio e lini|iezj da sccrelaria.
das aulas c de lodo o edilieio; e em geral cuidar na
conservarao, nrrerailaeAo c guarda de lodos os 0I1-
jcclos pcrlcncenles faculdade, exceprao dos da
bihlollieca.
Art. 257. O secretario exercerl a polica denlrq
da secretara, tasando sabir os (pie perturbaren] o
Heocio, lavrando ou fazendo lavrar os termos no-
cessai ios, que remellara ao direclor, e a eslo dar
parle de lodos os aronlcchncntos que (noioiii lugar
denlro do edilieio da faculdade, e far cxccular suas
ordens pelo .porleiro, bedeis, conliuuos e serventes,
os quaes lodos Ibe serlo subordinados.
Arl. 25K. Na secretara se cobrar os segulnlea
emolumentos: I.- por eerUdlo de tame preparato-
rio, flOOrs.; deacloacademice, axcluiriasasconclu-
soes maguas, l,>; desla, 25; 2.-. por rcrlidilo de
grao de dnilor, 381 de baebarel 2); .t.-. por cerli-
dAo de oiilriiqualquer olijeclo pela primeira pagina,
I?; por rada una que so seguir, 500 rs.; paseando
porem de t.-s cals.-- cobrar na razAo da melado, e
daquarla parle dabi em (liante; I.-, |air facturada
caria de doulor 1^.
Art. 259. O producto dos eiindunienlos o propi-
nas i'-lahele uliis estea estatutos ser dividido pelo
secretario ollicial da secretaria e bedeis; sendo ludo
dividido em qualro parles, duas para o serrelario,
una para o nlliiaal.la secretaria, e a quarla ser di-
divilla pelo porleiro e hedis.
Art. 2(MI. O secrolario que nao tler ennla dos d-
nbeiros que liouver reoebido ser suspenso pelo d-
recliir, quedar parle iuiuiedialainenle au governo,
ou an presidenle da provincia, para o maullar res-
ponsabilisar. A gerencia dos dinlieiros que receber
eempregar soreputani eouipeu-aila com as duas
paiies que se ibe assigmun dos emolumonlus c pro-
pinas. O goveruo pnder exiair de-lc enipre-ailo
liaiiea idnea.
CAPITlI.d III.
Do jmrli'tro, betlei* r riiuliiiiiof.
Arl. 961. (I porleiro da faculdade ser de 110-
meacAo do governo imperial, sob proposla do res-
peclivo director. Ter em sen pudor a cliavo do
edilieio e das ditrerentes divisos delle (pie forera
confiadas sua guarda. Ser obrignrio a compare-
cer hora mareada para lodos ns Ir.iballios da farul-
dade e recebar as ordens do dircelor e secrolario.
Arl. 262. (1 porleiro, alin de oulras incumben-
cias que Ibe locaui por osles eslalulus, ser encaire-
gado de enlregar s parles o- renjuerimonlus despa-
cliadostfUfl para e-se liiu Ibe fnreni indicados pelo
serrelario, assim como de cuidar, debaixo das de-
lerininaees do nicsinoserrelario, do asseio e linipe-
za das aulas, e 1-111 geral de ludo o edilieio.
Arl. jii:l. Elavcr rious bedeis, e os contines (pie
foreiii necessarins |i,uaoservico proprio das aulas e
do- .icios acadmicos. 11 numero dos continuos ser
pronoslo pela congrega(lo lo governo, que o mar-
cara, e nina vez Alario nao pariera ser alterada se-
an por lei.
Arl. 261. Os hedis e os continuos iijudarAo o
porleiro cm lodos os seus encaruos, e farAo o servi-
r que Ibes for ordenado pelo director, pelosocns-
lari.....1 pebiniesnii porleiro;e 111
acadmicos de ejualquer naturexa
o porleiro exocularlO asoiileii. I
VCO poder ser ile-euipeiibailii peb
necessidade de coadjuvacao dos 1
desempeubaiAoas funecesdesle
Arl. 265. O porleiro, n-hedis e os nuil 11111,1. do-
VPrlo dar parle ao director e ao secretario, aira
cuino nos Ionios em exercicio de suas fuiccnes, de
lodos osacoiilecinienlos (|ue livcroin lugar. Os he-
dis lerlo ns mesniis \eurinieuln' dos continuos.
Todos lorio os distiuctivOS que ful..... a|ipro\ados
pelo governo. sendo propustns pela congrega{So.
Contina'
mado pusse da adniinislra(;Ao daqiiclla provincia |Kir
ler de seguir para a corle, como ricpulado assem-
blea geral legislativa, o Exm. Dr. Antonio Cocllid
de S, o Alhuqucrquc.
DitoAojuiz relator dajuula de juslica, envian-
do parasorcm rclalados cm scssui da mesma junta,
oa ilous procestos verbosa feilos aos soldados, Jos
Malhlai llonifacio o Joaquim Antonio Kibcirn, osle
do 9 balalliAo de iiifanlaria o aquello do 4- de ar-
tilharia a |. Commuiiicoii-se ao comniandaiilc
la. ai mas Interino*
DitoAo inspector rio arsenal do marinlia, ro-
roiuincnriaiirio a expedirlo de suas ordens para que
0 conimandanlc do palar'ho l'irapama conduza ,i seu
Iwrdo rom seguranca, a ser entregue ao connnaii-
ilaulc do presidio de Fernando, o 2- caricle sonlcn-
ciado lien ulano de Andradc Pessoa, que Ibe ser
mandado aprosentar pelo coinniaudaiilo das armas
inleii.....Couimiiiiicoil-sc a esle.
DitoAo dircelor das obras publicas para (pie,
enlendendo-sc rom o inspector inlerinn da thesou-
1 ana 1I.1 fazeuda |iroiincial, mande fazer os rouccr-
los de que precisa a cubera dn edilieio. onde esta
collocada aquella Ihesouraria, a quaL segundo roni-
imiuica o inenciouailo inspector, arha-sc arruinada.
lulciroii-se a esle.
DitoA Ibesoiirari.i da fazenda provincial, iulei-
rando-ade hiver sido julgado iinproiedcutc u sinn-
mario instaurado contra o carlorario daqnella ihe-
souraria, baeliarel Manoel Uenriqoea Cardiin, de-
vendo por isso conliuusr elle no exercicio do scu cin-
prego.
DitoAo dircelor do rollegio dos orphaos, dizen-
do liear iuleiradode haver o vicc-dircelor noineado
para aquello rollegio, padre Jos Joaquim Camello
de Aorado, entredi.....exercicio de suas funecoes.
Dito.Ao baebarel Vicente Percha do liego,
Iransiiiilliiiiln.pAra seu rnnhecinienlo, copias das par-
les que deu o Ibjcal do contrato das carnes verdes
relativas aos dias 27 e 28de abril ultimo.
KiloAn inesiiio, dizendoeni retpotla ao scu of-
licio do boje, (pie parece necessaria a conferencia en-
tre Sine. o o arbitro noincario por parle dos roulr.i-
ladores das carnes venios para o jiilgameulo (las
mullas por jiifrarcoes do coulralo; e qiiunlo ao dia,
hora o lugar, nodoSmc. eulender-se rom'o oulro
arbitro para designaren! o que mais cunvcnioiilc for,
COIItantO que nao baja demora.
HiloA cunara 1111111icip.il destacidade, inleiran-
do-a de haver a asseinhla legislativa provincial re-
solvido, que se chamen) seis supplcnles para siibsli-
liiirem osdepiilados quo fallam, o recuinniendandn
a evpedicao das convenientes ordena para cuinpri-
meiilu de semelhaiite resoluco.
I'orlariaAo dircelor do arsenal de guerra para
fornecer iiinaudade de S. Josda Agona, median-
il' a Complanle indeninisanlo, o carluxaine deinos-
queloriu sem bala que for preciso para a salva da
fcsla do Sr. Rom Jess dos I'assos.
alni de ser evado ao conhecinienlo do Exm. pre-
sidente daquella provincia.
Dito A' Ihesouraria da fazenda provincial, pa-
ra |iagar ao arrcnialanlc do vigsimo lanc,o da es-
trada da Victoria, Jos Lopes Guimarcs, a ini|ior-
lancia da scguuda presla^Ao, que elle lem direilo,
por ler feito rious tercos das obras do seu contrato,
segundo parliripou o director das obras publicas.
Dito A' mesma, para quo pague ao arrematan-
teda punto sobre o rio Pirapama, Joaquim Rilieiro
de Aguiar Monlarroios, a ini|Hirtaucia da primeira
l>!e-i,11;.ni. que elle tein direilo, visto ler fcilo a
lerca parle das obras do sen contrato, conformo de-
clarou o director das obras publicas. Inteirou-se
ao referido dircelor.
Dilo Ao romnianrianlc inlcrino rio corpo do po-
liria. Sobre o ohjccto rio scu ullieiu ,1o 26 do inez
passado sob numero 5. resDarnin:
I.' t.lue pido mandar icceher do ex-rnmniandan-
Ic interino desse cor|io o fardaiiienlo mamifaclura-
rio, o ronserva-lo em arrecadaro.
9." Que piisleriorinoiilc providonciarci sobre o
mel de rorraecor-ae fardamenlo s pracas, ruinprin-
do, entretanto, que por ora nao se tire as reaocoea
de innslra a ronsiunacAn para fardamento. Com-
inuuicoii-sc ; Ihesouraria da fazenda provincial sa-
nenle esta segunda parle.
Dilo Ao inesnio, ilizendo (pie pode fazer reco-
Iber Ihesouraria da fazenda provincial os papis
queexislian no archivo riaqucllc corno,antea de S.
..... lomar o roininanilo delle. Inleirou-sc a re-
ferida thesouraria.
Dilo Ao mesino, riizenrio, em resposta ao seu
ofliciode27 de abril ulliino, quo os nflieiaes da-
quelle corpo, que se achan suspensos leeni direilo
a perceher a motado dn sold, o (pial se llevo pedir
na folha mcnsal dos vciicimentos. Parlicipou-.e a
Ihesouraria.
(riachos) servem do communicatAo a tres hairros ;
al ncnbuina ponte existe, pela qual se passe |iara
ir a mi-,1 conventual na captlla dos Remedios.
1.1 ave embaraCO iwrcill SC oppOC anula a execu-
CAo de qiiabpier ulira ; falla-nos cal, o lijlo, que
si com muila demora se poriem mandar vir do Pa-
r, visto romo, 11A0 sei porque, o vapor nanos con
duz ; cric mais falla-nos (qierarios.
A oulros restieilos, creio, se dar maravilhosa,
lueuie o novo administrador; roiihecco lerrcuo cm
quo pisa, lem pralica, lino, e cxrcllcnlcs maneiras ;
e sohrc ludo, ao menos por algiini lempo, seregosi-
jar ile observar quo lodos dispiilam deriieaco ao
governo.
Tanto gabei a sauric. dequcgiwavamiis, quo como
po rciisligonos apparcccu nina tossczinha, gracasa
Dos, sem maior perigo.
Isto, eaeaeaeex de novidadetDM priva desorex-
lonso.
O scu bem estar desojo.
s excrcicios e actos
ipiesejam, elles o
ns lentes. S.....11-
s rious bedeis, sem
iiniinuos, aquelles
. lanibem
o remel-
. me. re-
ludio Jo
B que se
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente de 21 de abril que deliton de ser
publicado.
Olliei,.Ao baebarel Jos Nlcol.io Itegueira Cos-
a.Altondendo au que vine, me repretenlou cer-
es dn estado desua saude, iiedimlo dispenta do car-
go interino de chefe de pulira detla prvviucia, alim
de poder tratar dos meios de reslabelece-la no in-
tervallo, que Ihc he concedido por le para apromp
lar-se c seguir viagem para a roinaica do l.imoeiro
mide tem de exorcer as funeecs de juiz de direilo,
por haver sirio removido da de tiaranliuns, vou do
(Uixcm clareza de os haver receblo, na qual se es-
nerilicani o scu ronlcudo. No caso de entrega dos
dneuinenliis por ordem do director poder-se-ha exi-
gir a evliacc.io de copias para licarem na serrelaria,
e ileslas se pagarAo ciiioliimeulos como se fossem
inlulies.
Arl. 25:1. A secretara ser provida de livros o do
lodosos objecteoMeeasariospare o servicoquelhe
lie proprio. Caria anuo ter livros esped.....para a
matricula dos alumnos; lodos scrAo nuuieradose ru-
la ii .idos pelo direclor. Na mesma seerelaria se con-
len aro os sellos da faculdade, os quaes scrAo cint-
ilados .1 guarda do secretario.
Arl. 2.51. Oscilo grande da faculdade so servir
para os diplomas aeadeniiros que a mesma faeulda-
dfl i'.issar c Ibes ncar pendenle; -('enle o direclor
<' poder cini reu ;n . ( sc-lln K'qacno soni ;. i-n.i

"
(l.ir.ir-llic f|iii'csl;i (lisjn'iis.ido, o ni r.minnmtl.iilc
(Lis in~lnnvin's to govortio inipt'riiil >cr-llic-lia
marcado o pr.izo, denm du jimI d6VOC|iVQsenlar-fo
cmiaa ora comarca.
Ao conrcUcr-lhc lspt?ns.i do rarco ile rlioTe de
|K)lii-ja nlopuuo roiiliccimciilo pela Kd ruatljuvar;. me proslou i
Megovorao na dllUelt commlatAodo iliruii* oh nc-
godoada provincial a <|h.<1 far juslica ao scu njef-
rMimen lo, como magulrado intoiro, illustrado e
siiiniiKinieiilc dedicado causa publica, qualidadea
ipir mullo o dblinguem, c o laxoi crador da eral
csiima; e dus rclevanlce ervtcoa, nueproalou cau-
sa publica, nenhum premio podo iuualar-so .no da
salisfirfm o rnnsricncia ilc ler dciempenhado as o-
brisacOct do cinprcii deconlianra, para rujo e\er-
fjrit fui chamado potos precedenlca pie o recom-
mendavam.
dem do da 2 de malo.
OAIcloAo K\m. aegundo vloo-preaidonlo dn
Pandaba, dlzendo lcar srieidc de haver S. E\c. lo-
ORESTES E PYLADES. 0
( ron Estephaai da la Uadelaine.)
SEGI.NDO VOLfME.
XVI
Blaisc passouo resto da larde cmils|ir roniEnn-
1.....Plano da halalha decisiva, que iam dar a .Mi.
duQuesnov. Decidiu-sc que os rious amigos pc-
diriam a Clotilde urna ciilrevisla, tonta qual alias
nao era possitcl seren beuisiieceilidus. Eiuiliii ipie-
ii.i i -i rever a iiniva dotOU curacAo urna carta, ipic
llosa accncarrcgaria sem duviria voluutai-iamcnte
de enlregar-lhe em sagrado. Ksla idea nao obleve o
ewnlimeulo de lllaise. o qual lnbaa Irrevogavel
ileli'rnunaeao de razer s por si mcsino o resto do
pande neoi'o, que emprcheudra. o deevilar nes-
i Fircumslancia a Inlervenclo ncrii.o*i dos domes-
tniis. Vi oudrugadado da tegointe digno ra-
pas diriaJo-M para o raslello ; mas om vez de en-
trar pelo paleo, eonlinuou scu caminho, paaseiando
pela lileira de aores que servia do cerca ao jar-
lm, que o bario chamava o parque, lllaise sabia
que man eslavaiu fazemlo um alerro, o qual
seaaHlava das e viudas derarros ; elle panul um
jslanle dianlc ria iwrlaabcria, e receben com Im>-
lumua li.lu a.11 oj coniprimciitos rio jardinciro que
Irigia os Irahalbos.
Umbellodia para as tulipas, Mr. Blaio dis-
n rampnnez ajioiando as maos nos quartos para
iiiiu.ir um......n.-iili, Jo repouso. O sciibur barAo
rnHWrou-llie nimba planlacjto deslo anuo'.'
Nao vi anda o iardiui depois da minlia volla,
esiKiiideu lllaise.
inT '.'"'s.1'1'.'-' l'c"a. Mr. Ilonvallcl, vine, nju lem
U.1 miial a isii, | |,| fazenda, porque o pai/inho
|somata das rousas de recreio. hile pretera o
'""i e nAo eslava limito einerro; vine, sabe dis-
.iisiiiua(i,,,,,,. Mas as lulipas, he preciso v las.
"iie,ioioca,-,|ei,|a por Iris das sorveiras. '
, ~ "bu-le,,, Kniln. set que inadainesella Clolil-
* I''"1'1'1.....do redi
1......Wria-la,
na
uliii
i jardni, c n.io quero
N i'le Diario n. 107.
Mo ha Ineommodo, Mr. lllaise,
he nina boa moca e nao orgulhosi, S-
.....iinlrar, hasta eorlcja-la rom o ehapco. li alten-
cao a plantarlo uiimero rious, lulipas de Briiicllas;
as semenlot foram cornadas pela soeicdarie rio orli-
riillnrade Kijon, da qual vine, sabe que mu mem-
ora correspondenle, acrascentou o iardiHira n-
(linnnilo-se dianle desle titulo honorilico.
* lllaise nAo hesilou mais enl levar as semenles co-
rdadas o Irihulo de sun adm.raeAo, e a presenea de
Clotilde nao tarilnu em realisar sna esporone. A
moca, que avislixi-o primeira, aprii\imoil-se delle
no monieiitncni que seus ollios. iiabilualmeiilc lio
IranipiilliH, diriuiam-se para todos os lados com nina
etpresso de mpaeieneia, que Ibe nao era ordi-
naria.
lie a mini que procura, Mr. lllaise'.'
A sonbora mi^sino. lenho (|iio fallar-lhe.
I',a- I.um-ii cm duas palavras, nicu pai est
all.
l'.iuilin c cu carecemos ele conccrlar-nos com
a sonhora hoje.
E como ?
Sei que Ibe aconselbaram o ctcrcicio i ental-
lo. A sonhora monla bem ?
Son iliscipulajle Baucber.
l'ois bem Aparte Com um prcletlo qualqucr
o criariuque a arompanhar... linju ler licitado ra-
bil* una Im.i. ou quahjiicr nutra rousa.
Emquanlo elle vollar para ir procura-la, u-alo-
iiHe para o lado da planicie, que d sobre o Duche.
Emilio e cu l a esperaremos no hosqiiczinho do lie-
lulas, o lugar be descro, nao haver nada que to-
mer-sc.
Conlo comiso, riisse Clotilde sem a menor hc-
silacAo.
A quo horas ?
Depois de moio-dia... nhi vem meu pai.
Senhor barAo, a|irosenlo-lhe miiiha honiena-
ssan, disse lllaise iuelinandn-sc com una caudura
le-|ieil0Sa.
Mr. lllaise, responden o harn iudireilaurio-se
com una allivadignidade, inuiloeslimo ve-lo: creio
quo temos tiiieconliiiuar nina euiiiersacn. Helira-
le, Cl.....de.
Clotilde rcliroti-se ilemiis de ler prendido ii'uma
casa da roupa de scu pai uina rosa, que liulia co-
lindo.
dem do dia i.
Ollicio Ao ciiuimaulanle das armas inlerinn,
para mandar prestar ao inspector do ai-en.il de na-
riuha a escolla precisa para ronduceao rioviule c
-iucn presos, 111.- lem rio seguir hoje para o presiriio
le l-eriiaudo a bordo do patacho /'irapnoia. Fi-
seram-se as necessariaa coininunicacrtcs.
Hilo Ao mesmo, Irausiuitlinilo, por copia, o
ollicio com (pie o Evm. presidente da l'arahiha rc-
melleu oresulladoda uispccc.io. oque maodou pro-
ceder no cadete duscuundu balalliAo de iufautaiia,
l'raiikliu do Ileso Cavaleatiti, qoe, tendo ido para
aquella proviucia com licenea, alli etisle (lente.
Dilo A' thesouraria de fazenda, rerouunen-
danilo, emvislailo que etnoz o commandaulo da
eslaclo naval no ollicio que remelle por copia, que
mande pasara bordo dos hriuues Ceareusr e f'ri-
lmpe os /encmenlos las res|iectvas ijuarnieocs.
Communicou-ao ao referido commandante.
Dilo Aojuiz municipal da primeira vara, in-
lcirauilo-0 de haver espedido as convenanles or-
dens, n.io -i. |i.n i ipie o senleueiado Anibro-io Ma-
nuel da Silva teja recebido a buido do palaclio l'i-
rapamat o conduxido para Pernando, ma
para quo o ciimmaudanlOgUa(|uellepiesidi
la para esta capital as (estemunhas que >
quisitoo, alim de rieporein no proceste do
s Yieira. Etpediram-se as ordens di
hala.
Dilu Ao iuspcclor do arsenal demarinha, cun-
cedeiido a aulorisacAo que |icdiii para enmprar,
ii.ln sii o (ahoailo de oilieica c pao carga que fnr
precito para cnnlinuarlo das obras do inelhoramen-
lo do porto, mas lamben! para contratar a niarieia
le amarello absolulaiueiileuei-essaria para cuiisliuc-
e.iu e I.ih ico dus navios ilu armada nacional c das
canoas daquelle ar-enal. Commiinicou-se Ihe-
souraria de laxenda.
DiloAoilireclnr rio arsenal rio guerra, para
fornecer ao carcerofro da cadeia desla ciliado duas
jan as de madeira para o servico da inesina cadeia,
env lando a cunta dessa desneza para se prot ideneiar
n.....a dn pagamculo delta. Commuiilcou-se an
chefe rio polica.
DiloAo bachaiel \ cenle l'eroira do Rogo,
Iriiisnullindo-lhe, para o lini ronvenenle, copia da
parle dn liseal do contrato das carnes verdes relati-
va ao dia 30 rio abril ultimo.
dem do da 6.
Ollicio Ao Etm. presidenle do Maianho. ili-
zendo, cm resposta ao seu olhrio de lli de abril ul-
linin, que ns arlisos de eqiiip.uuenlo e fardamentn
vencidos do arsenal de guerra da orte com destino
iquella provincia na barca Flor da Dliirirn, achain-
screcolhiihi-,-iii'ai-senalde inariuha desla, alim de
rom enviados na primeira uccasiao de condcelo,
Dilo Ao direclor do arsenal de guerra, para
contratar com os machinitat C. si.ur iV Companliia
a factura de qualro grades de ferro para a caricia
la capital do Coala, rom as couilices eligidas nos
idlieios, quo remallo por copiaj enviando i uiilii ni
por copia o coolratiKpie S. me. lizer nesse senlidn.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das armas da
provincia de Pernambuco, na cldade do Re-
cite 14 de malo de 1853.
ORDEM DO DIAN. 4.
Tendo no dia .", - nitvi's, qno por de Janeiro dn rorrele auno obVOra para se demo-
rar na corle, o Sr. rapilo do quarlo balalliao de ar-
lilliaria a p Jone Carlos tic Vdlauram Cabrita, rnn-
forinc se fe/ publico eiu ordem do dia desle quarlel
goncraldo -22 \entlo aprescnlado em lempo, o liripideiro rotuniaii-
danlc las arma., em exenirao do-i arls. I c '.) da lei
de -2ti de main de 1835, declara ausenle o referido
Sr. capilAo. F. .1. FttUSo,
Uriaadeiro erommaudaiilc da* armas.
BDITAL.
I)e ordem do Sr. briuadeiro Feliciano Anlouio
FalcSo, rommandanle das armas desla provincia, se
ii/ publico que em ordem dn dia datada de Itnjc.
sob o u. i, fui declarado ausento por exceoso do li-
cenea o Sr. capllao do (piarlo balalbao de ai lilbaria
a pe, JoffO Carlos de Vlllagram Cabritas E para (pie
esle Sr. (-apilan [inssa e\lar a pena designada para
os nflieiaes deserlnres imarl. I da lei tle (i de malo
de ISS.I.M be pelo prsenle rbaniado fa/er opporUh
namenic a sua aprosenlacfto, de conformldade com o
disposto no arl. 'i da mesma le.
Cundido fsttl i'e.'irirn,
AJadanle ifordens oncarrcflado lo dcialbe.
ORDEM DO DIA N. 5.
O briadeiroc cuniinandanle das armas, manda
Iranscrovera partoseguintoi do decreto i-- .*> de
marro de ISH, para que ns Srs. coininamlanlis de
COrpOi barnionisem cun ella,o niuneroile pracas em-
preadas como camaradas dos Sis. nflieiaes, e as
secretarias dos memos corpos.
C.npia..Naoser.i permillido que oflicial aUum,
dcsile coronel a alteres inrlusixe, tenh.i mais de um
Oldado enm o nonio de caniarada, o qual ser obri-
Kado peb> menos a lodo o sen ico que lizer o ollicial
le quera for caniarada. e a peffar em armas sempre
que orogiminlo as lomar, e todas as rev islas econ-
micas, quo o coronel Jul>oir convcnlenles. ()s oID-
ies nao eoiiibaleutes niiu lerao camaradas, ncm
tambero IC (toderao dar a nlliciaes, que lo forem ef-
feclixos, ou aumeuadm nos reclnenlos. Os nflieiaes
que forem com Mcenca, nAo ledo camaradas, iieni
tambem a(|iielles que estiverem doontCS por mais de
dous me/es, exceptuando 0 caso do coronel ik jul-
gar absolulamonto indispensineis parairalaremdos]
ditos nflieiaes. Os soldados cantaradas nilo poderfio]
ser e.e:dbids da primeira lileira, iiem lanibem se
podei obriuar a snldado aluum a ser caniarada de
ifllclal, iguatinento n.io noder ser eaeotliido para
son] apenaa sua fl-
poder on\i-lo, que
;i a m si Je, com que
i que i
mas i
subon
Creio, Inrnou .Mr. du o
Iba esle\e asss longo para n.
1 vniC. iin beitlmi, Mr. lllaise,
me honra.a o n-nlior seu pai
Perdoe-ine, senhor barAo. Tildo
pfle a successao perleiice-nio do direilo
sabe queas afleicm's de meu pai eram
tas aos seus inleie.^es.
Islo quer diior, quo \me. nao aceila a Iteran
cade >n,......isatle por inini seno com o bcuelirio
tle inveolarfOa l'ois bem, senbor, examine e decida.
Vine, niesinu beque decidir, senbor baio;
conceda-me um intmenlo de allcnco. M ao pr-
senle lenbo litio um so interesse em miiiba vida, be
a mfniuiafleicffo exclusiva o dedicada pela familia
lta> mundo. K^aalleir.lobcinacbocfemea, ella en-
cerra ora si bulos ossentunentos que pudem eocner
o corai.-jo de um bomein. I'ara Kmilio be a Bmlsa-
de de um IrmSo, pai a madamesclla Aualba, a COfD-
panbeira da iiiinlia inrniicia, c que ser a de (oda a
niiiiba vida, be ocasloanior de um nnivo. para .Mr.
Ha\uiuiido be um resucito lilial capa/, de lodos os
sacrilicios, e quanlo a Marccol...
lie a amisade de um sobrinbo, nlcrromjteu
Mr. dn Ouesno} rom al^uma impaciencia
Melbor do que isso, senbor, eonlinuou Ulaise
com um sanfiuc fri, deque Mr. du Ouesnoy min-
caojulgiira nusccplivel, cquepresaiiia\a urna dja*
russAo cerrada; lie adiniracilo pelo mais nubre ca-
rcter que oxisle no mundo. Basta dizcr-lbc. se-
nbor balito, quo os inimigos desla casa nao podein
ser nieus amigos.
Vmc. engona-sa, meu cbaro scnlior, ho me
consiilera adversario dessa boa c rcspcilavcl fami-
lia. Ilonlom noilo concluimos juntos nina pazdu-
raval.e a reconciliacjlo bccomplcla eolre seus ami-
gos e iiiiin.
Da parlo delles pelo menos, sol disso; mus
quem paite de um principio falso, so oblem COtue-
qooncins errneas.
One ousa di/cr. senbor? cvclainod o berilo
com una voz irrilada.
l.hieii.i uini-ine rom pai iemia, senbor, -eon-
(innou IMaisc rom redoblada friera. Nao lenbo no-
iibum desiRuio tle ce I lar sua colera. B4amos aqu
para disculir ia\es inlcresses, e cumpre que vmc.
me permita oMwr-lbe os fados era lodo a sua ver-
da soldado alquil que lenba ofllcio. TV
aos coronis ser permillido um ollicial tu-
le orden!, pudendo destinar 'bms para esse
, e para ajudarcm asesetipturaeoesdo regi-
n fa/ondo-o correr por lodos. Sendo os
to rogimeulO da obrinacodo ajuiiante, nao
ser dispensado do servico como lilulo de
uippista, mais to que um oflicial inferior, que Mea-
r rom ludo obligado ao sen ico da coinpantua i de-
creto de 2S de marco tle 1810.) /'. .1. Falco,
Brigadoiro econuuaudanlc tas anuas.
cantan
mciilc
fe rila-
sen i en
ment,
maiqia!
imder,"
INTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Barra 23 de abril de 1853.
O vapor Marojo, em sua quarla viagem, linuve-
nos o I'ain. conselbeiro l'errena l'eiuia, presidente
nomeado para esto provincia, de cuja admiuisiraciio
lioulem tomn poaes com ipplauso geral.
Oengeoheiro, que acompaobou S. E\c, velo
milito a proposilo; alen) de nao se arliarem nivela-
das, ncm calcadas as ras da cidade, cabio a velba
igrejn malrte, lia muflo incendiada no interior; o
be lastimoso o oslado das puntes, que sobre i taraps
verdade lite pareja uf-
datlo, mesmo quaudo OSM
fen-i\a.
Conliuue, senbor, ln;esle o nico ineio de ler
minar mais cedo una enlre\ isla, que nao solicilei
e que me desagrada.
Eucouliuo. A recoticiliacao, que so fe/liou-
lem eulre vine, eos Itavmundos foi um negocio di
sorpreza.
l>e sorpreza, senhort
Naodeoulra cousa, opara-poupar ama e\-
l'hf.n;.!! i Intil, eu Ibe direi que ouvi loda a sua ex-
plicarlo.
palavra quo
Maranbao' 7 do mato.
Desla vea, n quailra be bem deqdda de novida-
!'-. Comecando p s mil maravIlhaSa l'in alomo, se quer, ta iulrign, de mniloalgiim lem, al boje, iinpnssi-
bililado o ilumnenlo regular, que se ola Has Gran-
des rodas do ampio mecanismo tas deas concilia-
doras e pro^ressivas, ipieearacleri-am o peitsaineii-
lo pnlilico, quena acluaidatlcpredomina.
A Irauquillitlade publica e a seuranea Indivi-
dual, naos dous agentes Indispcnsavois felicidade
dequalquer |iais, reinam enire nos; o so esUvsso*
mosem circnmstanclasdo dispor deoutros nao me-
nos imporlanles recursos, potleramos allinnar, que
tlenlro em nooCO, tocariainos a nieta do que se ebu-
iiiii un eslado de allacivilisaco, c do verdadei-
ra felicidade.
Tentamos, porrn, bstanle f nn prsenle, que
rom o esludo do nosso passado, de cerlo de\ eremos
contar com um futuro digno de mn. Vamos,porin,
hb particularidades.
Permilla-me Vmc, que eu antes de lutlo, anda
que rom inuilo asco e repugnancia,d duas palavras
i una pequea rurrc*inmdaira, que logo depois
da ebegada da inhiba rcmessa de -SI do me/, prxi-
mo passado, sppareceuno Constitucional de :io
mesmo me/, assiiiada pelos Sr-. Eduardo do Frei-
las e A. Vicira de Sou/a. Oprimeiroo o pai do
segundo conforme rouslain das denuncias ano-
nvmas e da ro./o///( enunciada em quasi (odas as
ga/elas, e por iiiiiumeras lesleinuu'tas, que jiiraram
no procesw como j. deve saber, sao os denuncia-
dos uulorcs da morlepelo venen, do dcs^racado
Paiva.
.Viquella minba correspomleuria cm que Ibe ro-
alo o fado dos soceos, occorrido entre o negociadlo
AI. A. dos Santos, e o A. V. de Sou/a, as segulnles
expreasoes O negociante desla praca, Manoel
Anlouio dos Sanios,contra quem os denunciados au-
tores to enveiienamenlodo infeliz Paiva, preleu-
tliam ttesearregar as consequenrias de seu ncuro eri-
meelc. ele. s sendo em principio (rausciiptas por
iquelles correspondentes no artigo a que alindo, en-
aixaram no ircebo da minba sobredila correspon-
loneia, una maliciosa virgula, assim adulterando o
meupeiisamcnlo,pelasegulnto forma: o neg-
danto desla praca .Manoel A.dos Santos, contra
quera s denunciados, amores do envenenamento
iln infeliz Paira, preleiuliam ele. Como v, a vir-
gula colocada pelo toes correspondentes, enire as
petoffasaVfttfJawaaofl cantare*, fe/ apparecer no
periodo una piaqtosico de incidente, itclmnitiati-
ivi, quede cerlo eu a nao bavia estabclecido. Dou
assi Mlisraco ao publico, para (pie \ejamal anu-
de pode cbe^*ar a nialesolencia ; ou lalve/. para de-
monslrar at aonde podo cbeuar una mrente
cousciencia, quando ella por bulos os modos procu-
ra (iefeiiitri-se. Ouems.ibe. se aquella virgula,
que assim eslabeleceu unta afliimaliva, nao foi una
Ingenua eonfisso, passada dos labios do Sr. E. do
Froitas? Desse hornero, cuja dironica sendo J bem
cohbccida, o publico lia muito que o juluoii, mesmo
antes qm> os tribuuaes oboiivesseni feilo Nilocon-
lenie com o oslropeoroento, que produilo na miaba
correspondencia, os nossos bcres prorompeni em
quanlas invectivas Ibes aprax, diunas inteiramenle
la peona que as Iracou, conlra esle sen criado ; ao
poni do me cbamarem assassino da repulaeao
albeio Na verdade, cu assassino da repulaeao a-
Ibeia !! I o que sera cnl.\o o Sr. E. de I-Veilas!
CU'1, (pie mal se pode Inrar d'uina tremenda impu-
taran, declarada por quasi bula a nossa imprensa ,
segundo elle mesmo o allirma ; que em todos os seus
OSCriptOS sobre ocrlma que Ibe Imputan., quasi que
nlo poupou um s( dos seus proprios narcnles; 00-
inecaudo pelo domado Sr. Dr. Soto) Tiberio, ale o
Sr. A. Augusto ; c que al ofleudeu as cinzas do
outiK, que lodos enilimatas-alboii, sem que A si
se lenba al boje podido deflender ]
Dadaro-lhe solenineroenle, *vw sen"n> fosse oszc-
los que lenbo de scinpi e ilelfender ns verdades, (pie
llio annuiwifl ; de cerlo, resposta algumi dara ao
(al Sr. I!. Frailas, everia laxer o mesuio que aqu
fa/em lodts os seus prenles, e aquelles a quem sua
liugua nlo ponpa ; eulrega-lo ao mais formal des-
piezo, capacitaudo-mc sempre quo vanlageinalguma
so piMlc lirar 0001 seinelbanle adversario, que por
sua prnpria nalure/a se ac.ba eslranltamenle incou-
racadt! O que se llic jwdor di/cr, que ello j o nao
lenba omido Sem modestia, digo : nina lucia enire
mim c elle, Ira/er-me-ba o momo resultado, qu<
rolde uina moca honesta travamlo-se de razos, com
a mais dosprez el regatalra. NAO Icndo.por lano;
.illiiiii.ulo o queseiuC imputa na roirespondeiicia a
queme retiro, a tiremos para um caninos Iaes iniw-
i ente* e honestos correspondentes, com loda esse
immundicia, que de si exnalaram,e llmpsudo os b~
eos ta minba petin.i por julua-la le licado impura
ao escrever aquellas lirmas, passenios a oulros as-
sumptos. Bsqoocea-nW diier que o Conslitacional,
pela bocea do sen rodador em ebefe, me d, como
que nina especie desilisfarfio pela lal publicacoda
vespera, a qual sabio luz sem qoe delta livesso
elle o menor conbecimnlo. Agradeco-o cordial-
meiilc.
I'or aviso do ministerio da guerra de 21 do nuz
prosmo passado, fo confrmada a iiomeacAo quo o
governo provneial fez dos vogaesdo conscbo admi-
nistrativo, creado ncsla provincia na confnrmidade
do regulamonlo de 11 de dezembro do aouo prxi-
mo passado. Os membros do consellio sao os Srs. :
iii.ii 'i Joo Viclor V. de Souza, caplao Valoulo
(lordciro, Kirmino J. da Silva Braga, Joaquim An-
tonio da Cimba. Como podor ccrlificar-so, oslas
mnncacAes caliram em pessoas do reconbocidas lia-
bilila^ocs.
Dcvo rctraar-medo um engao, qoe so nota na
iiiiiili.t i iii i ni.i ; e venia ser, quo o Ibosouro pro-
vincial osl vendendn farinba, nao n -i^OOOeomo llio
disse, mas a tjtOO. Em razSo do alguma iniporla-
e.lo pie desse genero de primeira necessidade tcm
bavido, parece-me quo denlro em |x>uro (cm do
ver-so cessar alisolutamcnle a sua eareslia.
O governo rcntral, em virludo de requisiees do
presidente da provincia, mandn por dis'posira
deste, eerla qiiantia para soecorrer a pobreza "no
cato que fosse iieccssario. Paran mesmo i m S. E*e.
ba de organisar por intermedio d'uma eoiiimis-
s.lo de respeilaveis cidadlos, una sultscripeAo quo
ja sobe a Jiii'Mt^l.Mtis.
O briguc do guerra Itapariea, em dias da sema-
na passada. parti para o Para segundo me consta,
alim il'.ihi ir proceder no respectivo arsenal a mu-
ilanca ou concert no maslro de fiopa.
Em Alcntara, ojuiz municipal tein fcilo desali-
os de todo o timaiilio ; j prendendo o imperador
do Divino Espirito-Santo, queandava s estillas,
no (pie desesperou grande parto da populacho da-
quella cidado j arrumbando a cadeia publica ;
eatjulgaodo do incompatibiljdade de delegados, o
nAo sei mais do ipie... Consla-mc que esl, ou lem
de ser, denlro cm pouco, competenlemoule rcspnn-
abilisado.
Para maior cumulo de ilcsi:ra(;a, |Hir motivos quo '
rbeiram cobres, o J. Paro acaba de brigar com o
padrastro,o brigadeiro Lobo : (Cambas asparles sc-
uuudome romiiiuuicou mu amigo, lem cbovido des-
composturas do lodo o i, 11 n. m I ni. K)i:oii.is no caso
de que, brillando as comadres, desXoorem-'aB as ver-
dades. ^ .
Morrcu bonlcm, victima de um tremendo alaijuo
do (igado.o li'iienle-coi omd Anlonio Jos da l inba,
genro do boiuadoeoinmendadorJ.tiiialbei lo da is-
la. Sua morle foi gcralnienlo sentida, nao so por- -
que era ello um bomem do cxcellenlos qualidadcs,
cuino porque no momenlo do seu passamenlo dei-
vou bracos com a morle a sua iurousolavet cs|H>sa.
O lunar de bibiliotbccario nublieoquo exercicia,
consta-mo quo vaiser prccnctido |wlo bonrado Sr.
Anlonio Quina.
No Fahtieador do primeiro do corrodo moz, l-so
este sei-iiinle annuiicio que i lodos dove por de quei-
\o i banda. Ei-b O echo do hra>o defensor da
llnmaniade do llrasil no Maranlula Sabir a
luz logo ipie teulia assignantcs suflleienles para fa-
zer face as despezas da imprcssuo. Ocbn a"o bravo
tlcfensorda llumanidade do Brasil no Maranbao ;
que (em por lint defender os innocentes nos imputa-
dos crimen de lesa magostarle, assassinato*, ron-
bo* f de*ercao noscrimes pblicos, e particulares
Assigna-sopor Irimeslre na lypograpnia do Pro-
gresso a ahoOOrs pagos adanlados, ou na entrega
dol." numero E quo tal? Isso nao pode dei\ar
de ser parto do algum idiota, ou do algunl supino
charlaUo.
O (beatro coiilina a brilbar, poi- o seu empresa-
rio nao so poupa'do esfor^os para agradar ao publi-
co.A nao ebegada da IsabelHlia,dalIaliia,quonouI-
(imo vapor era blo aiieiosaincntecsperada.lrouveal-
muis momelos de zanga aos nossos enlbusiaslas do
palco. Na verdade, quo foi grande asneira ((aquel-
la cmica, o nao querer v ir a osla cidade palcntear-
nos os seusincreeimcnlos arlislros. So ella vjesso '
estou quesera o idolo da rapaziuila; porque, como
sabOi no uosso llieatro apenas temos duas damas,
ninrnieti/e a Castiga, de grande mcrccimculo como
artista, porera sendo potada cm anuos, uno be
capa* de lirar dos nossos dleilanlcs cssosinm*. quo
s uina rapariga, como a Isabelinba, ora capaz de o
fazer. Cons(a-me, que abi va i ser contratada a Emi-
lia Valonea. Nao sei o que ser ella. O quo que-
remos, be urna actriz, que sendo mo^a, soja bstan-
le galonleadora o quo oplimmnenle so prcsle para os
papis graciosos.
Durante o inczprovimo passado, consla dorespor-
ti\obalaucodo ai;ougue publico, que se sau^raram
para o publico consumo boise III porcos ; fi-
cando armazenados 777 couros. lcndo-so exporla-
do 3,150.
Orendiiueulo para o cslabclecimculo anda i>or
995,500.
O rcndimeulo da alfandega, duranlco inez pro-
\imo passado foi de b7:3l2OI7 rs.
disse o barilo com
porque eu lamben)
Lodoso* lenbo
FanlO melborl
He que o scnli
ilesgr.icaila do Mr.
Eu mesmo a Igner
r mnora queja
ivoisol.
:i lioulem.
lie responder:
sei da morle
Cinda partido
rom I.ma press,i pata Dijtni, (pie n.io li\e lempo de
abrir minbas carias.
Isso bepossivel, (omnu Ulaise, anda que mui
lo para admirar da parlo de um bomem lio incido-
dfeo como vine. ; mas as carias perdidas?...-
O senbor ouvio a explicacao desla circums-
(iiucia.
Sim, a sua maneirn. Malbcos Renaud deve
ler-lbedilo que cu sei da verdade.
Mntlicosnao me fallou im scnlior.
Ali! ad! disse lllaise depois de um instante
do ilcncio. Acaso sera sua iutenc^io negar as ordens,
que vmc. linda dado a Matdeos'
Que ordens, meu sendor.
Ea reeompensa, que ello receben de vmc. o
de meu pai por sua culpada con descendencia ?
Ouo recompensa, e que condescendencia. Mr,
Blaise?
Vmc. deu duas vareas a Mal lieos Renaud.
Vend, senbor, vendi! Eu reeebi o pieco deb-
as, e elle ligura em scu lugar as minbas cotilas,
as quaes eslo muilucm regra.
E os termos de arrendameno quo meu pai
perdoou a (lie?
Nilo coiibecoos negocios do senbor seu pai, o
agora cllessd inlorcssam a vmc.
Cuidado, senbor, dase Matee, quo eoniec,nva
a compro)tender o auolacfoso Byatema do bario.
Cuidado I vrnC val enlrar n'uina'estrada, quo o le-
var.....ais loime do que cu mesmo suppiiuba. Ma-
lbcos Ucuaud fallou, o fallou peanle (esiciiiunliib.
Vamos ao taoto, senl
una impaciencia calcula.
nao o comprobando mais.
IHaise hesilou um momenlo dianle da firmeza c
calma superiores de Mr. duOuesn >s ; mas niio ba-
via que recuar.
O faci be esle, eonlinuou elle com um sau-
gUfl fro igual ao do baro : Mr. Raymondo e Ma-
reen! instruidos por mim da sobtrarr.lo das duas
caria fcila por Malbcos llcnaud, e da morlo do
Air. l.a\oisoi, apreeiam o passo de vmc, cm sen
justo valor. Elles prelendem licar para com o se-
ndor na posico, que sua citac.lo Ibes deu, o que-
rein que suas relajos (uanceiras sejaiu reguladas
pelos Iribunaes, alim de que vine, nilo possa mais
vollar um dia a prelcun'ics, s quaes renuncia bo-
je por um simples aclo do tirina particular.
NAo se piule impedir aos loncos de laxaf suas
loucuras. Nos pleitearemos, senbor, nimia que ndo
vejo nissopossibilidaile do demanda.
Ifc |iorquc vmc. nilo oda bem do |erlo : abi
da dua-,
Eu lenbo alguma experiencia, c admiti to-
das as possibilidades. Nos pleitearemos, j que Mr.
liaymuudoo quer.
Nao careno lembrar-lbc, sonbor, que vmc. lem
as milos um mcio de arranjo, ao qual lalvez seja
juslo recorrer.
Esia allusn be do mais, meu joven senbor ;
ponjHo d s singulares allcgncoes, cujo alcanco cu
nao comprebendia inlciramcnlo, o caracler de urna
ameaca codicional, c dc?lroe do um so golpe (oda
a possibilidadc, que reslaVa a Emilio.
Mullo sinlo isso por ello c pelo sendor, disse
Blaisc lomando uina ti-siiliieflo corajosa. Vmc. quer
a guerra, ella r-er lerri.vel 1. l^eos sali qu da aqui
um culpado por punir ; veremos, se a iristlcj los
liorneni pode atlmgi-lo, e se Mr. liilquain, assegu-
Hmdo-me posilivamciilc islo, eiiganou-ie sobro a
aullieuridadc flamante dos U|et0S, 011 sobro o scnli-
doda lei que os condemuo.
Ilai>e rTIrou-sf, inclinando-se ap<'iia>. e sem
aprosentar desla ve/ -ua costumad.i boiiiein^em.
Apezai de sna sayacidade nalur.-rl, ello lo podu
adevinlian)baapparencia de urna tranquillidade
pcrfcilaa Icrrivel iiuiuietac.lo. que p;eS|>adacavf......
segrodo o corado de Mr. duQuo*noy. O conlicci-
Parablba 10 de malo de 18S3.
Alai peusava cu quo (An depressa se realisasso a
lilinaria que Ido davia prognoslicado na miuda
iillima dos patriotas tilieraes desla Ierra sobre i
joudemnacao do Sanios l.eal, Carila, Ueij, lial-
liuo, et retioua canutante omnium thugalium po-
tentorum, digna o merecidanicnlc suslenlada pe-
lo coiisciciicioso e esclarecido jur> da cidade d'A-
. De cerlo n.io precisava grande provid(*ucia
para suppor-se esle resudado, muilo principalmen-
te quem ronberer o caracler dos hossoh /iheraesti
os e-l'orcos que empregaram para absulvic,ao dos
seus protegido ; mas indo foi am vao, foram os
dilos condeinnados, e logo apparceeu o amigo /fr-
ijos cm o seu n. 1:17 clamando conlra o governo,
conlra o partido da ordemy o ruialntonlc conlra a
cousciencia dos jurados: para o K\\ amigo nao ba
nada boin neslo mundo, ludo iic dcspolismo e per-
M-iiir,\o, urna vez que nao so dei\e impune o cri-
me, passeaudo os criminosos doqueixo levantado;
lento completo, que ello linda da sublracc/m das
arla', a conlissao de Alalbeos Kenaud, en aflirma-
cao positiva, quo recebra de Mr. (lquain, acaba-
vnm de ser (Ao frianioute combatidas pelo aslucio-
o barao, que Blaise, inleiramenle desmoldado |M>r
osle prumo imperlurbavcl, juluava a cm-.i dm Itay-
imiudns, scu.lo perdida sem rceursds, ao menos mu
arriscada.
De oulro tado Mr. du Ouesnoy, que nao (inba
por si scnAo a imlil vaulageni lirme conlra um perigo iucvilavel, e que cruzava
t>s bracos sobre o polo na uobre allilude do vir im-
pvida* do pocla romano arraubava asilbargascom
asunbas cuidando no resultado infallivcl do dba-
le judiciario, ijuo ia abrir-se.
Alalbeos Kenaud, ensillado |>or elle, linda cnu-
scnlido em proslar-so aos arraujos do bario para
rcs|K>iidcr (telo (bema, que Ibe diclaram s que*-
locs, que urna simples curiosidade poda suscilar-
(be da parle do Kavuiuudos ; mas quercra elle af-
fronlar peranlc a juslica o castigo reservado aos
falsos (cslcmunbos^c Mr. du Qucsnoy mesmo podia
e\|K>r sua linura em soinelbanle tumulto ?
Os dous campeos so liiibam ferido nmblamono
sem o saber, o emquanlo Blaise relirava-so sujeMo
s apprebcuscsmais peniveis, obar^o lodo aturdi-
do com esse golpe llcava pregado no limar, como se
as rnixos das famosas lulipas do Denlo so livessem pe-
gado a seus pos.
Que diz de nossa* plaas? pergunlou ojar-
dineiro com arde Iriumpbo, quando Bluise passou
por .Maule ddle para sabir do jardim.
Esporo que nAo serAo bem succedidos I respoji-
deu o rapaz medindo ocam|Miucz com indignaco.
Bcul". quo paasava com jusla rarlo por um ora-
i tilo na (Dvoar.lo e lugares circumvUinbos, lieou cs-
luiH'faclo com esta sabida inopinada, e nAo pode
roinprebeiidor nunca o despropsito em aecAo, cu-
jo senlido ampbibologico elle nAo |>odia adevinbar.
Muilo lempo ilepnis desla memnravel nianbaa o
jardinciro. quando Ibe fallavain cm Blaise, coslu-
mava roaponder:
Air. Ilonvallel, lilbo, be um digno rapaz,
bom e compassivo enm os desgranados, o s<'r\iral
para lodo o mundo; porm nao enlcude nada dn
Roresccucll das lulipa!,
{Continuarse-lid. )
J MUTILADO


?"
ora seria muilo nlcressanlo se o mundo fnsse drl-
gdn por lo sabios pilotos ; felixnicnlc nao calamos
no lempo do jubileo, ea indulgencia nao lera de
aproveilar scno nos airc|iendUlos. .
Tcndo su llio noliclado a rondoiniinr.aii do dous
din- lacs thug agora diroi que lodos ellos liverain
a inesnia scnlcncn a que hoviain sldocondemnadoe
da primcira ve/., a exeepoan da madama ('.arlla,
a (|iicinsemprc aprovcilou o segundo julgamcnlo,
pois leudo sido senlcnciada da nutra Vea |icna
iillhiui, leve asura priso porpcrlun, o cpio muilo
llie 'agradou por ler esperancaa do eui algum lem-
po aluda respirar molhores aren.
I)i/.em que o noer advogado dos reos tentara
"liiin iMK'or o derraieiro recurso cin favor dos
scus consliluintcs, o qual do mesmo modo nlo oor-
respondeu a sua espeelaliva, |>or quanlo vendo pe-
lo re5ullndo dos dotis primeros das do scasao que
o negocio nao Ihc corria bem, leinlifou-ec de pro-
leslar no lercciro lia |icto Incompetencia dos jura-
dos, e suppontio quo niesuio dn juiz, mas esleque
mclhormcnlc ronhecc c oxenla a lei do quo aquel-
lo, nao se deu |>or adiado do acinclhanle extrava-
gancia, so propria de quein nAo lem a quo peear-00,
f foi conliuuando a rumprir o seu dever, pelo que
muilo inflammado licou o advogadu por ver-soalia-
tido em sen orgulho. E grilam sementantes Immens
ronlra os protectores dp crime, contra, o patronato
c contra a conupcao 1! E nao -r nejam de pelo*
scus artos dcsinontircm as suas paiavras ; he al
anude podo cliegar a falla de moralidailc, e a cor-
rupr.to mais doscarada. Desejava pcrgunlar no
notire advogado onde aprenden esse modo do pro-
tostar pela incompetencia de um tribunal, j do-
lis deconvir na legilima competencia, cousen-
lindo que fossem julgados, dous dos reos acensa-
dos pelo inesino crime ; s se a incoinpclcncia np-
pareceu no lerceiro dia por ser de la, que clareou
melbor a intelligcnria do advogado, c os oulros
ha .mi de escuro pelo que nlo pode elle com as
trovas dcscebrir nada, cuino sim, ter.i razo, do
ronlrario he palacoada.
l-'oi adiada a uossa assembla 'provincial, que l-
nlin de abrir-sc no dia 3 deslc mez para o pri-
meiro de agosto vindouro. Disseram-me que S.
Ex. o Sr. virc-prcuMcnle rovinci.i havia loma-
do casa resoluto |>eln falla de deputados cm nu-
mero suflicicnlc para traballiar a assembla, pois
cm qualro sessocs preparatorias, que houvnran,
lulo clicgaram a rcunlr-sc 12, e segundo ouvi di-
zer mo passariam deslc numero, porque qunsi In-
fles os dcpulados do matlo nao viiiham. Eslc mez
ile inaio iiilo me pareccj muilo conveniente para a
rcuuiao da assembla ; ordinariamente grande
parle dos dcpulados sao do mallo, o elles ueste
leni|M) esln |ruidando ou cm rcfnzrr a criaran
do scu gado, so sao madores, ou em plantar as
-II.i- lavouras, se silo agricullores ; para todos be
prejudicial, o que assini nao acoulece nos metes de
analo c selembro, quando j esl acabado o inver-
iio, o nado criado, as lavouras colindas, c lodos
dcsocru|iados. Assini, anda que ponen i-nlcjiddo
soja na malcra, julgoquc S. \. adiando di 1ra-
Imlhos da assoinbla para agosto e selemliro mui
Jichi concilinii na nleresses de bulos os dspuladoa
sem prejudicar a provincia, a qual nada perde com
casa |KM|ucna demora, e laivez ganhe alguna cou-
sa, porque para la imdem rcunir-sc (mos sera ser
preciso cbamar-sejgraode quauliiladc de suptenles,
que para inin julgo nunca lomaran aquello inle-
resse como os propriclarios; sao catea emprestados,
e islo basto, ___
AiWJ poVOv_di>^ujdaik--fflTi1oalvoiIl(ad(i
por>aiisa de um signal que dizcm eslar appare-
rfluiln n.....o, cj prognostirnm caslign, de-gruca,
guerra, pesie, Unalmcnlc al dizcm quo o mundo
so acaba desla vez; muilo velado Icnhn ailado
rom eslas historias, e com rozno, pois nunca o inun-
do quiz se acabar aules de eu nasecr, logo agora que
me apanhou em si, qner dar cabo de niiin aules de
lempo, por isso me arrcpcnilo do uo ler iiasciduha
mais tcinpo, porquo largava a casca sem ser leslo-
miiuba de lana cousa, que, como se diz, lia de
apparcrcr quando estiver para se acabar o inundo.
Oque me anima anda, cinc faz suppor ser lodo
isso historia- de vellia.<, lio que aules de Chegar
fin do inundo, lom do apparcrcr pregando o nnli-
Chri-lo e al agora nao me cumia que este si-nlmi
M lenlil aiiuuiiciado a na chcgndu, por isso rogo-
llic, quando livor noticia d.. sua apparicio, publi-
que-;! logo no ico Mario, porque so enlao acredi-
tarci, c Irataroi de |'ir-..... no camlnho da salva-
cao, fazciuln o nu'ii acto do roiilrirco; por ora
anda llovido de ludo qiianto dizcm as vclha* pelo
laclo de seren mesmo Caltas, e nao regularen)
mala.
Contina anda ma nesla rulado a snlubridudc
publica as fcluos que de quando cm vez Vio ala-
cando anilinas pe-oas, saofalacs, do 5 a 8 din- vo
decidindo ; he verdado que nao Icni acronunelliilo
I mullos; porm abrumas peatn por ellas visita-
das Icen morrido, aprcseulando cm scu romero al-
KUma licnignidadc lornam-sc ao depois forlissi-
in.i-; as cmaras de BBUglM lainliciu cnnliniiam
rom forra, mas su lecni sido talaos para as manca.,
da* quaes lem morrido atoamos, por nao podercto
resislir u fur^a da moles! ia. Sempra pcnsel que
nuil a entrada do invern melhoraasemoi da salu-
bridade publica, a; baje |iorin lulo so lem mia-
do eslc feliz resultado.
lio centro nada sei de novo, c quanlo segran-
os publica c individual nada fia occorrldo esta
Mimos dins, quo Icnha chegado ao meii onheri-
nicnlo.
ti Htm. Sr. Dr. Flavio val marcliando hem cm
Ma adminislrai.ao ; coiilniando no cainiilin se-
guido pelo seu antecessor, cslou que ramiiiharii se-
guro ; a sua illualracuo c prudencia asseguram-nos
um hnm govcnio, principalmente Juntando elle o
conhccimeiilo que lem de (odas as pessoas desla pro-
vincia.
Nada mais Iculin a dizcr-lho : saudc c dinheiro
para nassar vida folgada llic desojo, cm quanlo nao
se arona o inundo.
iln da casa de sua residencia, o que cm certa occa-
siilo cliegou a rcalisar, como tanihcm punha cm
grande risco a lodos que por all passavam, diapa-
raiiilo-lbcs al liros do bala, como por duas vozes
soccedeu. Informada a polica dcslas occurrcuci-
al, coiisoguo no da lo, depois do urna arriscada di-
ligencia, capturar o pobre hornero, o mcllc-lo no
liosnilnl de caridade, onde boje so odia.
i evo liontcm ligar u? igroja do Coneci^ao dos mi-
litares a festa do Diviuo Espuilo Sanio, promovida
pela respectiva irmanaadOi com apompa c esplen-
dor cuslumados. lodo (i templo eslove magnirlra-
monleadornado ; a msica foi nova, o bem desein-
pculuula ; a concurrencia do povo inmensa ; e o
mesmo Enn. prcsidcnle da provincia, ja livre dos
scus incommodos, l lamhein so aclinu.
Aulos de principiar a fesla, fex-se a dislribulcno
do |mo e carne pelos presos; no lim subi ao aro
baldo ou machina do iioin ctptcie ; o foi nessa oc-
usilo, que o povo affluin do veras, capinhoou-scom
urna boa parlo da ra Nova. O preronisado balao
ludia a ligura do nina morelona bem reforrada,
com scu vcslido bordado moda ele. ele.; e bem
quo ao principio moslrassc poiica vonlndo de suliir,
no meio de lanos cspccladorcs de sexo diffcrcnlc,
lodavla resolveu-sea fazc-lo, porem n.loscm algiim
dengue. Subi, sim ; mas com opeilo reclinado pa-
ra um lado, c como que cnvergouhada : e l so foi
poi cases aros, ionrr dos ventos, sozinha e dos-
acompanhada, sem um bom aeronauta que a sou-
besso guiar. Parnbcns ao autor da obra, que a tan-
ta genio logrn divertir ; c quo so prepare, visto co-
mo frcSuczcs nlo tllanlo para rccomiiensar o scu
Irnhalbo c hbilidadc.
Se at aqu nada retenmos da sobrcdila fesla,
que nao soja digno de elogio, oulro lano nao acou-
lece com o escndalo quo deram as inTcrnacs bom-
bas (muilo em moda segundo se diz mesmo na cor-
lo) pondo cm eslrcmecimcnlo lodo a ra dcspeili
da expressa prohihicao, coiisignadanoarl.fi do lil
G. das posturas manlclpaes. He com entilo incipli-
cavcl um abuso desla nainrcza, quando sao hlo co
nhecidos os graves males quo doli pndem resultar
aos enfermos ccriaiicas das proximidades ; o quan-
do por oulro lado nao pode haver a menor mea ou
deleite em ouviro estampido ensurdocenle de duas
ou iros duales de bombas do enorme lamanho, como
se rbasem de oulras lanas pecas do grnsso calibre.
Quanlos surdns mudos, quanlo* idinlas nao bao fci-
lo de pobres enancas os grandes cslrondos! E toda-
va con(iniia-sc anuw-los, na nicsina visinhanca da
cunara municipal, cujas postores os prohiben!, co-
mo d istmos, aob aa penas do IQVOOOra* tic mulla.
a doiisdiasdc prsilo! Nilo ha fesla que nao lenha
a sua saha com as taes bombas: eslc be o lom ; c
naos e quiz rematar por lana a do Espiro-Santo,
sem que ellas cslnurasscm? lie que serve pois fallar,
e ler por si a lei '.'
Enlrou hiinlem lamban dos pollos do nnrlo o va-
por s. Saloador, havendo doiado ludo por all cm
pa/csiicego. As noticias recebidas, le-las-lulo os
loilnres cm logar conipclulc.
Kulraran diiranle a semana linda II embarca-
ccs c saliiram IH.
Keiulcii aallandoga Bl:tlfi9003 rs.
fallecoram 36 possoas, 9 hiimciis, II mulberesc
li; prvulos, livros ; "> liomona, i niulliercs e s pr-
vulos, escrav os.
COMARCA DE NAZARETH,
3 de malo de 1853.
" Esla'irT Y.li'liiiTi'i'snniiM'liuenlc, sondo que
ncnl.....i incidente lem apparcrido, que ncrlurlio o
soreg publico, neni a scmirauca individual, depuis
i|uc aqui osla o Si. capiliio CamisflOi oqual couliui'ia
a dar provas do 80U incansavol zelo, alim de rcsla-
bclcccr ludo no sen anillo eslado, para o que sere-
se ja da palana, e j.i do medidas preventivas ao
scu alcance.
No da 9 do me/, que val corrondo juramenloo-se
8 enlrou cm evcicico um dos supplenles do subde-
legado desla cidado, que desde sua iiomeacao nunca
o quli fa/cr.
No da l do nicsino niez apicscnlnu-se, e enlrou
oin excrcicio o subdelegado desla mesma cidade, o
qual desde sua pos-e nao linha lamben) querido
evcrrT o lugar.
Alguom aelia mjalerioan csia aprosenlac3o do sub-
delegado, mas ello ronleaaa que nfio pouondo ser
ndillcienlo por m.ii. lempo ao oslad......i nouce
excepcional por
lispoiore a prosla
X
mi\\.iiin:o.
pie lem passado osla clda
o- -cu- snicos.
Ilonli'in deu-seaqiii um BUCCOMO, quo cu Dio cba-
marci dosgracado, o qual foi ludo mais nolavcl,
quanlo occorrido enlre peasoas de eduraco!
Hem qui/cra cu dei\a-lo em csquecimonlo, se
niio fos-e elle presenciado por lodo o inundo desla
cidade, c se nao Incssc. de ir a publico, Segundo
me ssseveram; ei-lo, da manoira por que me cou-
eontaram:
Tciidno doiilur juii municipal concluido o pro-
ceaso por cansa da- bonJoadas dada- nos presos
ipiaila-l'i'ira de trovas, ionio por vezosj.i llio Idilio
dilo, maulou dar visla ao doulor promotor publico
para, depois do parecer dc-ic, julgar aflnal: o dou-
lor pronioloi, de pono dos aillos;, leve do nao dar
logo o scu parecer, Bulrolanlo liouvo quem aaseve-
rasse aojuii, ou dio disto se persuadi, omvirlude
de conversas com alguom, queo doulor promotor
Ir propoillo liiilm demorado u parecer espera
que O ]nit i/n'.'.-c para unta eiagtm, qiuprojec-
laru, ufna de i/uc remenease o* auto* ao tupplentt,
i/ne o ub.lilu:-, ees/a Jlgauo improcedente o
irarcUmcnta n/firiul.
Islo den lugar ao juiz mandar cobrar os aulus .li-
gninas \ezes, e cm.....i promotor Insblissc emnlo
qucr-lus enlragar, o Juta mandou-lho um billioto,
dizeni que concobido em termos enrgico*.
Ao receber o bilhele foi o promotor acconunelli-
do de um accesso de raiva hlo forle ipio proroinpeu
em i;randes urilos conlra a pessoa do juiz, que fc-
lizinenlc para elle OS nao OUvIo, por aclur-SO ca-
siialincnle janlandn no interior de sua casa, cujas
podas da frenlc csla\am ludas fechadas.
Iinmcdialameiile acodiram o riimmaiidaulo do
dcslacamenlo, o delegado, o juiz de diroito c oulras
mullas possoas, as quaes poderam acalmar ao pru-
molor.
Dlienwne que eslc negocio val ser levado, |uir
anihas a- parlo- helligciantes, ao coiiliecimeulo dn
Exm. Sr. presidenlc da provincia,
Nonhum proeedlmento lem havido al agora
CI dos ilislurbio- e asmada da noile de 27 do niez
pasando, sendo que algum lem havido acerca do
11 'ii-iii mauduii adrar noalfercs Scipio, o qual par-
lio hnnlcm d'aqui para ir rccolher-so ao sen Corno,
Al ni.n- ver. ,V.
( Carla particular.!
to Jacinllio 1300 pesos cm ouro c 52SO09 cm papel
oalerrados n'uma alcdva.
ii Eslo dinheiro e o rouba depnailados cm man do fiscal Denlo Jos Alvos No-
gucira, porem ja eslo culregues ao scu verdadeiro
dono o Sr. Daniel II. II. 1,'plon
Quanlo s lolras,ii prorurac.io c maco do reci-
bos, ainda niio loram dcscohei los
ii Anillos os aulorcsdessc roubo atrevido eslo
presos o he de esperar quo cm breve soffram a |iciis
do sen criino.
" O roubo, quo a principio so arredilava fora
commeltido snmeute pelo prcto Jarinlho, o pelo
msico Machado, parece ler sido (airibcm auxiliado
por um oulro prclo, chamado Jos Calraio, quo di-
zcm tra enconlrado com 930 posos, 610 cm prala.
c MtfOOO cm papel, c j est preso......
. .o Ja apnareccram as letras, recibos e mais papis
que (inham sido suhlrahidos com o dinheirol-'eli
citamos por isso o Sr. Uplon.
I.c-se no Ir5 de maio o soguinle quadro csla-
lislico :
o Morlalidadt em o auno de 1852.
ii Janeiro 93 ; fovereiro 39; marc,o ; abril
53 ; maio 57 ; juuho 60 ; julho 83 ; agoslo 76 ;
setembro 5i ; outubro 6t; novembro 35 ; dezem-
bro 12 ;Ao lodo 665 peasoas. Em 1853Janei-
ro 50 ; fovereiro 53 ; marco 73 ;Ao todo I76J
pessoas.
o 1851 a 1852.Valor da impor-
cAn directa.........
o Valor com caria do guia. ,
a Valor dos gneros nacionacs. .
2,299:6363615
289:662391
:t09:3li!>672
2,898:611826:
ii Valor da cxporlaro para fura
do im|icrio.........
a Valor para as provincias do im-
perio...........
1,935:531891
I) Oar conlinuava a ser favorecido |iclo in
verno.
Tinha rhegado a cidade da torlaleza no dia 26 di
passado, o Evni. Sr. Dr. Joaquini Villcla de Castre,
lavares, o j se acbava a Unta da adininisIracAn
provincia. S. Ele. foi muilo bem acolhido, at
mesmo pelo orgao daopposic.lo, o (carente.
imniiMano.
Diutio ni: mtwiiKo.
1IECIKE 16 DE MAIO DE 1853.
AS 6 HORAS DA TARDE.
liUlliisi'Kilo SE1AIIAL.
Acha\a-se no prclo a nossa ro-la naamlll quan-
do fumos infurmado do um Icrrivcl dislurliio que
bauve om Olioda, eulrc varios csludanlcs da aca-
demia, no dia 7 do correte, |wlas 11 horas da ma-
ullan.
Ao sahircm d'aula os ralouros, cliegou alai c\-
cesso o loueaeel rosliimc das cacoadas, que al-
guna veteranos que os protegan), virain-sc na no-
cesaiiladc de repellirein com loda a energa os >io-
Icnlu- alaqucs dos selvalicos aggrcaaorcs ; c romo
quer que cslcs, desatinados, nao reciias-om, Irn-
vou-so um riinllirlo dn liva forca, un qual rerve-
r.uiKi fraude as bengalas a chapeos deso, resul-
tando il.iln diiorsos fcriiuentos econluzocs. Dsuli-
dclcgado do dislrirlu, que inora na mesilla ra do
s. Benln, onde eshi enllocado o edificio daquclla
academia, acudi ao molim ; mas rom 1:1o pouca
relicnlade que, longo do conseguir apartar os con-
tendores, o prender os delinquemos, parliripou
pelo ronlrario das Incomiiiodas remessas que calos
se i.i/i.iiii. relirando-sc alinal, depois do rourluid
arlo, sem que nada conseguase, a|iczar de loi
0 auxilio de unfa guarda do cinco piaras do linha
quoalli havia.
Consla-nos que, a nao seren os valiosos esforcos
ompregados pelo Sr. Dr. Nuno, Icule da taculda-
dc, o juiz municipal suppJjMt cm eiereleio,' a
maia lena chegado o negocio ; o bem nsaim que
por diligencias do ineamn, ncham-so indiciados seis
Mudantes, IcudO-se feilo corpo do dolido em um
do principal-- oggres-urcs, cujos foriiucnlos del iam
sarar cm seis das, segundo o juizu dos faciillali-
vos. O Sr. director interino aohava-sc enlilo au-
scnlc, leudo viudo para osla cidade, logo deimis
uc ler dado nula no mesmo dia.
He-no- em verdado penoso o referirmna (como
por vetes otemos feilo) fados desla ordem, que
lao llmenle dc|iocm conlra a edurni-ao da nns-a
nincidade do cscolha ; c ainda mais, |ir ignorarino
alo quando nos ubriganlu os cus aulores faze-lo.
t eliziuenlc pora nos, he hoin sabido sercm toes fnc-
loaapenas f resollada do Irostoocatnanlodmela du-
na de insubordinados o turbulentos, que nao so ne-
sani da eoinpronicltcr os credilos de una respailara)
curporaro.oudc se dislingueiii lanos jov cus da mais
apiunda edui aeo c eicmplar comporlanicnlo. Em
nomo pois da moraldndc publica, e poi honra da
iiii'-mi.i academia, um dosphariics da uossa civilisa-
s.io. uascenlc, chamamos ainda dosla vez a alfen-
1 i" -lo, -rnlion-, lentes para tilo escandalosos abu-
sos persuadidos de quo Ss. Ss. cm perfcilo accordo
c iiiii.io, tem cm suas mSos urna sanccilu hasiau-
l'inenle poderosa c capaz do cohibir os refractarios.
Hi-lincrilo aos bous, severidade o iiiallcravel cons-
lancia nojulgamcnlo dos nios, cis em nosso pen-
sar, o quosoiuenlc podo vlr a cilinguir as dcaor-
deos provonieoles da aelvageria das cacoadas com
insultos e virulenlas descomposturas, e livrar ao
niesnio lempo o paiz ollliial de caroadoret. for-
ntudoi, que de cerlo nunca sao doa mais morigera-
dos o estudiosos.
Exista ni-il.i cidade. no largo do S. Pedro, um ex-
biiiirario, oqual, duioiiiuilii pela idea dequcoqiir--
" un assassiuar, Ininai.i-e do lempos esla parle
uiiipeifcilo 111011u111a11i.ini, c, nos mais fortea ala-'
ques ila iiKiIcsIia, uo t pralirav desatinos pan. -
rom sigo mesmo, quercudo prcclpilai -se du \ aran-1 dos no quiulal dentro de um saccoc em casadopre-
Enliou aulc liimlem dos porlos do norle o vapor
S. Salvador, Irazcndo-nos dalas do Amazonas al
23 do passado, du l'aru al 2 do Crrenle, do Jlara-
uhao e I.. ii .i ale 6.
Nada lomos a ncrcsrcnlar ao que em SUAS carias,
exaradas cm oulra parle, rcferein os noo- corres-
pundenles na primcira e (cnillima das proiiurias
ineiicionadn-.
O Trezeilemuio nulicia ler sidn concedido pelo go-
vcnio imperial oprivilegio da navegaran a vaporno
Tocantins, livre de subvenfaoalgaras, no Sur Ircneo
Evancelisla de Soiiza, sem que todava soiibcssc
porquo lempo, e que mais eondiem-s hoineram.
ror esla occasiilo diz a icdaccao d'aqucile jor-
nal :
Devenios mais osle Importante sen ico ao nosso
comprovinciano o Sr. Joan Augusto Correa, que lia-
venilo, ha mozos, olfcrecido ao mesmo goverun una
proposla para esla importante empreza, arcelcrou,
e auiicou oslionsdc.-ejo-do Sr. Ireno cm dolara
nos-,i provincia de mais cale beneficio.
Em a noile de 26 do passado fui rouhado, pelas 7
ou 8 horas da noile, o arina/.cm do roiiiuiercianlc
Daniel It. II. l'pton, ealabolecidona na do Acou-
guo da cidade do llelem. Eia aqu a hialoria d'um
roubo importante, Inl como a refero o Diario do
(r 2 do correle :
ii Scriiim 9 horas desse mesma noile, quando, por
rdicidndc, passou o Sr. Tulon |iclo sou armazein, e
vendo-ocom urna porln abcrla, lomou una luz c
reconliocep ler sido roubado'l'inhain partido a
linguada fcchndura dn |iorlo, que deila do arma-
zn! para um corredor, o conseguindo enlrar carre-
garam a burra com 2770 posos cm ouro, I i rs. cm
papel ; c 3 ledras de Itaio ,\ II. La-Moque lio va-
lor do 1:0188000 rs.una irocuracao do Benjamn
L'plon, c um masso de recibos.
u Urna pessoa quo mora lauhem na ra do Acou-
giiedisse a polica, quo filra iinmedialamonlc rha-
mada, que vira o msico do corpo provincial Joa
AnlnnioMachado, depois das 5 horas do lardo do
referido dia 26, om pe na porla do corredor, que se
i-ommiiuicn com o armazcm
a Um oulro individuo, qtio eslava nos qunlro
cantos ilisse, que vira passarcnlrc as 7e 8 horas da
noile do mesmo dia o prclo Jaciulho l.codoro da
Silva com urna caixa na rabeen, c o mencionado
Machado
< A visla desles esclarccimonlos segnio logo a po-
lica .i dar busca na casa dos indiciados como nulo-
ro. do roubo, o encontrnera casa do Machado a
Inora mohada, porem vasin, e por dcnii.oa de
urna mitinee << mesma casa chamada SalusHana,
ara I H7ll|iesos em ouro c 928000 rs. cm papel, enterra
Demonstra^ao' jurdica da nucstao' existente
a respeito do contrito das carnes verdes do
Recite.
He principio incoiilrslavcl, que por mais gencri
casque sejam ascxpresses de um conlralo, nlo
coiiiprchcnde elle scnilo uquilln que as partea se pro-
pnzeram aronlralar; c nunca aquillo que nao foi
oscoglodo, antes cvpressamcnle exceplnado.
No conlralo celebrado aos 6 de unlio do 18)1
foi expresaainenle reservado o exceplnado o -aso for-
tuito de .iVciqucrcrlaineulc se pode dizerOta (Ii
ria, el ftale ttamnuin, cui nenio rciMcrc lotcsl
Picando entendido (ato as paiavras com que se
fechou o conlralo 1, que se rcscrvnm os casos forlui
lo-, do guerra, ifeca ou peale, ele, ole, etc., por
quo dado algum desses casos o governo da provincia
udmiiiini (falla Imperativamente), as moilili
cOea necessnrins cm ordem a reparar-se os eueitos
de urna forra inaior, c habilif-' os ronlraladorcs a
rumprir o conlralo i-m um pn'juizo eerto c infat-
liccl.
Dislo se v que as ohrigaces ConloUdas nnsuili-
gos auleriuics, loram cslipiiladns para os casos ordi'
narios; c que verificado qualquer dos fortuito
exceptuados, a obrigacfo dos conlratadoroi licou
dependente das habUiM(Oes que o governo llic
desse, com modilicacoes c providencias necessaria:
para reparar oseneiloo de una forra inaior, eevitar
um prcJii:o cello e infallicel; o fallando o gover
no rom casas babililnrocs, dcixarain de existir nos
conlraladoresohrigneoes noeasoexce|Konal; porque
estos Deario enlao, pclu expresso no paci, depen
denles das halnlilacca; c porque se o governo nao
riimprio de sua parlo oquedevia, c a oulra parlo
licou desonerada.
Dados cslcs principios, compre principalmente
cxniiiinnr se dense fortuito da xcea; c te o gover
no iiabilitou o' contraladore com ns providencial
necessarias, c se ellos as pedirn cm lempo np|ior
lunn.
A area que prodiiz a cslcrilidadc nos campos
m.ule dos aniniae-, e iinpos-iliilidaile de desceren)
esl prnvada : primeiro, pelos ofllrios do governo
dolados do 18de Toverelro de 1853, e Diario u. 95
de 28 de abril; segundo, peloa documentos de ir
I a 7, Diario n. 93 de 26 de abril; lerrciro, pelos
documentos n..., Diario n. 99 de 1 de maio; quar-
lo, |ielas ca las,-.....ovas em n Diario u. 93 ; quinto,
pela Inquirirle do lestemunhas no juizo dn blonda
que por cerlidao se aprsenla : scxlo, pela piiblic,
c gernl nnlorieilnde: selinio, jiclo parecer ilacin
inis-ao da a--cmlila provincial: oilavo, pelo arlo
do poder legislativo provincial, que aulorisoii a rea-
ci-an do conlralo, onasim rccunlicccu omolivo le-
gal fora do, casos ordinarios; o nono, pelos arlos do
governo geral do 15 de marco, du ministro do Impe
lio ao gerente dos vaporas noKio de Janeiro,
II i teccasempre que lia falla decbuvas no lem-
po proprio, o que produz o acabaiueiito do pasto
que lodo se rcdiiz a p, o d'abi a morlalidade dos
auimaos pela falla de alimento, Jropossibllldadc do
descerem c aiidarcm longo- espacos pola magreza e
falla de fi'ucas, o que faz Inmbciu perecer as jorna-
das, 'toda- oa- circiiuislancias se dernni de sc-
leinhro de 1852 al mareo de 1853; porque nesse
periodo deivnr.'im de haver chovas nos serlocs, c
muilo- pos-uidoies de gados sollrcrara perdas consi-
deraicia; c lira manifcalo que a secca nesse periodo
Hilse pode de hiia feou.leslar.
as felras onde so vendiain 700 o WK) bois apenas,
apparociam ISO e 300 bois, cuja mxima parle era
i......piada pelos conlraladores, jM>r si e por Inlerpos-
los possoas, visto como mullos noqueriam vender
nos coulcalndorea, o que fncililavn a oulros as com-
pras para rornecorein diversos mercados.
Se a secca est concludentomenle provadi, lam-
houi conrludonleinenlo provnda csl.i a obrigaeo
que o govemo linlia de inodilicsr o conlralo ; por-
|iio a cala obrigacln se siijeilou, aaaim como a do
evitar o maldoa alravesaadorea.inimigosdocoulrato;
ca ludodc|ioissc siihlrahio; c pelo sou faci, fallado
babililacao proinellida na hvpolhesc aoa conlralmlo-
res, produzio o dcplnravcl calado de colisas, e he
respons ivcl pelas conacqucncias c pelo prejuizo cor-
lo c inlallivel que causn.
Scno fnssc roronhecido pelo poder leuislnlivo, o
forluilo da seecn, nao sena rerouherida a causa
para a rcarisao du conlralo. e pnrn medida nlcm do
conleiido uellc ; e u acto do governo gem a case
respeilo lira luda aduvida. l'ara ocaso do secca
nao oram os conlraladores uhrigndos a ler depsitos,
porque csso fortuito foi exceptuado no conlralo; e
niugueiu he obrigado a prever eonlingenlcs ,-i que
se u;lo oluigiiu, c deinaudavan novas providencias
o modilicnciioa; e os depoailoa quo pnrn lempos or-
dinarios, li.iM.ini i......mo foram mais que sullicieii-
lea, vialo que cvarlanieiile poderam aupprir al 2
de abril, leudo ha miiilo rnniei;ado a secca, c d'ahi
por dinnle esla impossibililnu o Irnnzilo, mnlou
muilo gnd.i, e na falla- de habililaccs c providen-
cias que o governo se rompromctlcu, collocaram
>a coiilmladnrcs un iinpoasiliilidadc do lomnrem ou
rns medidas, c de repararan os effeilos de urna
forra maior.
As providencial foram requeridas em lempo op-
porlUUO, o negada) al boje. Em 18 de fevereiro
o governo cm seu ofllcin, respondendo rcqubclo
dos conlraladores c providencias pedidas lamben]
pelo li.rnl, coiividuu-os a que ccdcsscm dns mullaj
para com os particulares, na rallo do 20 a 30rez.es
por dia, islo be, a supprossno de una garanti do
conlralo; dizcli lo, porm, que sem embargo dessa
eonceaaao lieariam oorigados, como d'anles, a malar
o numero de rezos eslipulado, de fiinna que a pro-
posla era para cederem de umidircilo que linham,
lo .ni.lo com a mesma ohrigaeiVo; enllocados na mais
Irialc po-irlo, soni que a medida ollerccida aprovei-
lasse, porque a talla de gado, provcnicnlc da talla
de bois, quo em razio da secca linham mis morrido
c oulros n.io podiain dcsccr dos scrloes, sulisislia.
So cun o privilegio o contrato nao poda couliiiiiar a
rornecer lanos bois, quanlos eram precisos, sem el
le menos o pedera; porque a rompolcneia dos
alravossadorcs, que o governo dovia pelo arl. 2 evi-
tar, ficava nleiramciilc franca, c os inimigos do
conlralo ganhavain terreno, o pela cxliiicc^lo do pri-
vilegio acabado o conlralo.
Dada cm28 de fevereiro a resposla comanle doofll-
cosob n. 8,Diario n. 93do26 de abril,qOehavia che-
gado o lempo previsto no final do contrato c que nes-
se sentido cslavam os conlraladores promplos a oc-
cetar o auxiliar ao governo cm qualquer providen-
cia, que a hem da populacho lomassu com juslica
segundo as circumslancias, o governo nada quis tn-
zer ncm coiivcncionar, c nada resolveu nuo |Midos-
sc lazer minorar a crisc, motivada pela forc,a maior
c circumslancias Imprevtslas, cxpressamenleeicc|>-
luadas no conlralo.
Dos rcquerimcnlos c oflicios dos conlraladores,
cxislenles no archivo da assembla c na secretaria
da presidencia, consta quo nada se propoz e reque-
ren conlra o jnslo ecimvcuiciilc, deivaiido-se al ao
governo arbitrio oosmelea e providenras.
Em |7 do marco, iiislou-ae ao governo, ase rc-
quisitou mesmo moa uiodilicnco provisoria quoser-
visse emquanlo dura- cm as circumslancias excep-
.jonacs da secca e seus eflcilo, pedindo-so a sus-
pensilo reci|iroca das imillas, oo oulra quaquer me-
dida, que o govdrno em sua sabedoriu migaste pro-
ficua |>ara evitar o clamor publico, dcsembarasi-
os conlraladores, reparar os citeitos de ama frc
maior, e o prejuizo corlo e inlallivel no caso excep-
cioual, quo se havia exprcssainonto reservado no
conlralo; mas o governo nao sdcixou do dar a me-
nor nrdvidcncin, como arredou-sc da obrigaco con-
Iraliida, e remclleu ludo i assembla provincial,
com quem nada linham os pnlraladorcs; e cnlo
li/ei.iin c-lea sen protesto a 23 do marco, Diario n
69 do 26 do marro; c prova elle assini como os de-
niaia documentos; e o laclo da rcmessa de ludo
assembla provincial, que nao concedeu o goveruo
as habililaccs pedidas cm lempo opportuno.
lio tanto maior a rcsponsahilidadc desse proced'
mcnlo, quanlo he ccrlo, que cnlo as comarcas da
provincia,so veodia a carne verdea 11 c20patacas
de dezembroem diantc, o bem assim as provincial
da l'aiahilia. Alagoas, llahia, Rio Grande do Norte
e Ccarn, doeumcnlo numero; o cm Pcrnambuco o
bacalluio subi de Janeiro i marjo, ao prer,o de
I88i;l0 rs. a barrica, e a carne secca, at 68000 rs. a
arroba, t) consumo ougmciilava, porque lodos af-
uman) paro a carne verde; porque o contrato a lor-
neci, n preco do 38200 rs. cm juneiro c reverciro,
c 2800 rs. de mar^o em diantc, c consequentenien-
te muito barata em ivlae.io nos oulros gneros ali-
mcnlicios c as freguezias de fora dn cidado vinhan
prover-se lia capital, c seria precian elevar o preco
da camo verdo ao nivel daqncllcs, porque so venda
una demais comnreas da provincia, alias coiilinua-
ria a ahlucncia dos moradores das oulras frcguoziaa,
que oa conlraladorca se mo obrigaram a prover de
cu ne, o e-e a o-melo do consumo exiga muilo
maior quanlidade do gado c eslc fullava pela secca.
1,816:79781*25 Alm do mais era neressario elevar o proro das
carnes na freguezia do Uccife, c diminuir o numero
88:7818889 (|a matonea, porque a impossvcis ningucm he obri-
gado, c uo liavendo bois, era imposaivcl ser a ma-
tonea do mesmo numero, c a experiencia mostra
que anidado preco dimnue n ennsumo, c por sau
quando o prero da carne verde he de 18000 rs. para
cima o consumo da cidade he de 50 a 60 rezos poi
dia, co ni.n"i consunto provinha da baraleu prin-
cipalmente em relacao aos oul'-os gneros alimenti-
cios, mas o governo nada fez, iicni providenriou co.
mu llic ciimpria.
A sii-pensilo das mullas aos parlicularcs, so por
si, uo remediava o mal, |M>rquc nao havia uado cm
quanlidade para o consumo, que a popolacjo fazia
da carno vente ao proco de 28100 rs. pelas razes ji
ponderadas.
Nao leudo porm o governo dado as providencia
e remedido o negocio a naaembla, os ronlraladures
abriram maedas mollas em 21 do mareo (Diario
n. 65 de merco), na conformidade do que o governo
havia pro|ioslo, para moslrareni que estovan) dis-
poslos a ludo que o governo lembraase e fnvorecesse
no publico; mas o mercado uAofoi proxido; porque
nflo havia gado, o npcznr dislo o controloconlinunu
a supprir sempre, com 15 a 60 bois por din, c a
28100 rs. a arroba de carne, quando ns particulares
vendiam poneos rezes, c por 11 a 20palnras a arro-
ba, segundo o custo dos bois o despezas, c lalvcz
(odas casas rezes reunidas, fossem sullicicnlcs so o
proco da carne so Iivesse elevado a .^HKI rs. ou
1>S00 rs. lie pois bem snlicnlc que a falla de pin
videncias liuuvi.....i prejuizo enorme aos conlrnla
dores cao publico.
A oinissilo voluntaria do una obripnco iniliiz
ciilpahilidadc, e d lugar a pedas c dainos, c una
vea provada a ralla, commellida coma deucg
das inodilicnces c diligencias quo o govern*
havia coiiipromcllido, lira provadn a obrigac.lo de
inteinnisar as parda* sollridaa pelos conlraladores
pela falla das babililaces, c moilidcacca |iromclli-
dns no caso do sorra.
'leudo os conlrntailorca salisfeito Indas as sua:
ohrigares al o dia 2 de abril de 1853, ruin enorme
prejuizo o sacrificio, as fallas pelas quaos so quer
exigir o pagamento da mulla do 85OOO rs. por cada
rez, queso deivou do malar depois de 2 de abril
do 1853, c denegaeo das hnhililsccs c providen-
eiasque o furluilo evigia, de modo nlgiim podem
sobrecarregaros eonlrntaitorcs, visla dos arla. 2 o 3
do conlralo, porque pro\ierain de faci alhoio, fal-
la de hnbililaccs c moicacocs, quo o governo na
hvpolhesc se ohrigou a fazer, e mo fez; c so no caso
do secra aobrigacau do- conlraladorca licou depen-
denle deaaaa mndirnccs a que o govomo se coni-
proniclleii, nao eoiiccdidnaealna mo exialia a obri-
gneo nos conlraladores, c scu prnredimento niln foi
voluntario, e conseqoentemante nao podem conside-
rar-se cm culpa, v bto que podlram providencias,que
lio- lio foram concedidas, e nao havendo culpa uo
pode haver iniposirao de pona.
He inconlcstovcl que o governo nunca den a me-
nor providencia, o sempre foi omisso acerca dos
a 11.i\eadores de gados o inimigos do conlralo, que
cniharaearaiu os conlraladores, uesi iando oa poneos
gados, quclinvinni, para uniros mercadee, o que oa
conlrnlndorcs sendo nos lempos regulares olu igados
siinicnlo a rornecer as 6 freguezias da cidade, no
lempo da secca, as fivgucziaa do fura, no circuito do
lo leguas, vieran) prover-ic na cidnde de carne, a
2bI00 rs. porque cm suas frcgucias se vendia a 11
c 20 polacas, documento n.9 Diario. 95 de 28
de al.11|, olli iu de 18 ite fevereiro de 1853, c sendo
esla urna causa que nuflncnlou consideravelmente
o conaumo e prejudicava a marcha regular ao ron-
Iraln eslava o goveruo obligado providenciar, co-
mo toase conveniente, c se linha obrigado. Docu-
mento n. I c3, Diario n......ollieio do liscaldc.....
de marco, c nllcsladode...... de marco.
Da conlrnlndorcs liuliam deposilos siiflicieiilcs pa-
ra ninnlcr o forneciiiiculo a que ae ubi ignrnu, e se
nao fus-cni c.aaca depoailoa, o mercado lio leria sido
Hinprido, ale o lempo mencionado e depois.
Alais de 3 mil bnia, linbnin na conlrnluilores cm
lepoailoa coiivenieulcs pnra supprirom as fallna, se-
gundo o roiilralo c lempos ordinarios, sendo una cm
Cariris Velhoa, o oulroa no Itio tirande do Norle, e
nos arrebaldos do Uccife, mal doa serlocs, Cariris
Velhoa, c Kin Grande du Norte clc.,nn podernm to-
los desear, pclu difllculdade que a secca liouvo,
in.11.1 o.I. a mullos, c iinpoaaihililaudo que oa oulroa
lesee-sein, e os deposilos dos arrchnulcs uo podiain
bastar, c soffiiam alguiis o meamo inconveniente
pclu falla de paalo.
Do espolise v, que os conlraladores cumprirain
de sua parlo o que Mies iiicumhia o pacto em lem-
pos ordinarios, c que dado o forluilo da secca, o go-
verno dcixou de fazer as modilicncoes nece-aaiii- o
babililar com providencias plidas opporluuamcn
lo, para cuinprireiii os paelunnlcs o contrato, sem
um prejuizo cerlo e inlallivel e leudo calo sido ev-
prcsanmeule incluido no caso forluilo, doliendo o
governo de cumprir o que de ana parle prometteu,
he reapon-avel pelas pedas e dannfua sollridiis pelos
conlraladores rom o fornecimeiilo feilo no lempo
excepcional, visto que da parle do governo, segun-
do o conlralo, eslava ludo a prever c dos riuilialn-
dores s a rumprir dc|H)is dns modiraccs o habi-
lilaccs concedidas pelo governo, o oa roulralndorea
livres dn mulla, porque duraiilo o forluilo da secca
o musefleilososeo precedlniento eslava dependen-
te da- uioilificncocs o providencias do govcnio ; e
em quanlo calo ns nlo desse uo liuliam elles obri-
gaeo a rumprir.
Sent havininobrigaeBea, cnhlon cumplir |ior-
qoo naohaviam modlllcaoaoso providencias queser-
visacni do base para ser oxeeutado o conlralo, sem
um prejuizo corloe iufiHivcl.pnrcrc claro, que du-
r.inlc n secen c scus elfeiloa nao boiivc infracen,
porque enliTo uo hav iam nnruias, que eram ns mo-
lilii .iri,, c providenciase coiiseqiionlcmciile o casi)
nao o-l.i comprehendidn na segunda parlo do arl. 3
do conlralo. eslnbclloeido para os casos ordinarios;
mas -oh a aleada o comprclieuso du |Hider .poli-
ciano.
Ilocifc 13 do maio de 185.1.
de a calas lindas em seu jornal; com o que contera
msls um em o numero dos que Me slo gratos.
Uccifo 16 do maio do 1853.
- Canalo d Almeida Souloi
i -111101'-
NAUFRAGIODOBRIOUE CAROLINA.
Sri. nedactoret.A 6 do abril prximo passado
rcialamoscooseienciosamcnle lodas as cirruraslan-
ciasdo lofaulo naufragio do briguo sardo Carolina,
em viagem do Rio do Janeiro para este prlo, so-
guidoda uossa prisSo, cm consequenria do una fal-
sissima e absurda denuncia de termos desembarca-
do cscravos africanos na costa d'osla provincia, ou
oa das Alagoas. Sentimos ler de dizer, que nlo obs-
tante ser notoria a uossa innocencia, nao obstante
todos os empenhos do nosso coosul para com ns ao-
loridades desla provincia para conseguir nossa sol-
tura, conlinuamos presos ha |icrto de 2 meics,
sem quo se nstaurasse processo, como foi pedido
encarecidamente ao ci-presidcnlo da provincia,
para podormos refutar a njuslissima aecusocln que
nos foi fcila. Appcllamos para a juslica doS. Exc.
o presidente actual, para que decida da nossa norte
cin conformidade com as Icis do paites eivilisados.
Fortaleza do linn 13 de maio de 1853.tapilo
F. Dodero, pillo o director A. Dleiich.
COMMERCIO.
PKAtA 110 RECIPE 1* DE MAIO AS 3
HORAS DA TARDE.
Cotaefics ofilciacs.
Compras de asmear.
Mascando regulara 18150 rs. por arroba
Dilo escolhido a I86C0 idem.
AI.KANDEA.
Ileiidimeiilo.lo di.i I ,i II 108:3168116
Idcindodiall.......18:0118256
126:3608672
Desearregamlinje 17 de maio.
llriguc brasilciro Hecife o rcslo.
Hriguc inglcz flii/mi Kniou inerrndorias.
liaren ingleza Ijiura Campbell fariuha de
Irigo.
Patache americano charlle e. Tay idem
Han-a ingleza Corriduidem.
llriguc norueuiiense /.amaitine lava-,
llriguc porluguezTnrnjo Iinercadorias,
I.ONSLI.ADOtlERAI..
Ilcndimenlo do dia 1 a 13 31:0638782
dem do dia 11........2:980s2l8
37:05tr30C3
DIVERSAS l'ROVINCIAS.
Rciiilimeiilo do dia 1 a 13 .
dem do da I f........
1:87281
1258821
1 oosjgooo
Cambios
Algodi
Aiu.o
COIIIir.srOMH'MiKS.
UM VOTO DE GHATIDAO .
Na OCCasilO, cm que o Exhi. cx-urosidcnlc do Co-
ara o Sr. Dr.JOAy I.M MARCOS DE Al.MUIDA
REtit), segnindo para a curte do Rio de Janeiro,
salla cm l'erii.iinburo, onde mo arho do presente,
cu devra or sem duv ida ser lachado de ingrato, so
do um modo lo solemne e ninnifcslo, qual o quo
me subministra o vehculo da Impronta, no vcaae
depositar as maosde S. Exc. aniinha gralido pe-
lo que lhc sou devedor.
Em verdado, S. Exc. lanos liluios rene ao mcii
agradeciincnlo, quo mesmo quando ao houvcssc
recebido as mais signiliralivasdcmoiislra(6csdegra-
iid.'iu e sjmpalliis,como son informado, uo pstera
hesilar lih) s momento cm fazer calar no animo
dos nuil- nobres comprovincianos o seu sabio, justi-
ceiro, so nAo imparcial governo. Mas, grac,aa aos
Ccarciises, sou dcscncarrcgodo dessa larcfa, quo
alfs me fora lo honrosa ; valo como os mena pa-
tricios, eminentemente agradecidos, deram S.
Exc, cm seus ollimos das de demora entro elles,
as provas menos equivocas do quanlo so acham pc-
nhoradoa.
Agora pois s me restando a honra do, par das
hem nicrecidas mosteas do amizadec gralido, que
pelos mous presados conterrneos llic foram prodi-
galisadas, fazer ouvir a miiiha dchil voz, cu inc pro-
valeeo doopinrluno ensojo para significar a S. Ex.
a unidla sincera gralido, o assegiirar-llic de quo,
cm qualquer parlo acmpre acharo em niiiihapessoa
i iiiii-. deilieadu e respeiloso criado.
Kogo-llie, Srs. redaclorcs,o favor de darpublicida-
Exportacao'.
Mahin, lancha garopefra nacional /.irracao, de
lo toneladas, condoli o seguinle: 30 caivaa nt
zeiulaa, 1 caivaa lalaa doagua-rnz, 2dilas couroade
bezerro, I dila bolees do porcelana, 15 harria azeilc
doce, .50 cnixns Velas do cspcrmncclc, 5 barras pre-
gas de ronslriicoo, 121 saceos carnauba, 60 mullios
courinhoa de cabra, 72 ditos calchas, 3 barriquinhas
c I caill macar candi, 2 harria oleo de cupabba
I barrica borrachas, I saces pexuliy, 18 calios va>
BECEBEDORU DE RENDAS INTERNAS CE-
RAESDEI'EltNAMIILCO.
Hendimciilo do dia II...... 5138585
CONSULADO PROVINCIAL.
Ron.lmenlododia Ii......3:1208107
*MH<-------
IRACA I") RECIPE 11 DE MAIO DE 1853
AS TRES HORAS DA TARDE.
Resilla semanal.
- Sacou-se sobro Londres a 28 111
d. por IsOOO a dinheiro, o tara
liein a prazo;c sobre l'nrisa 310
ris por fr.
- Enlrnram 613 saccas c as vendas
regularan) de 59300 a S|6uOrebi
por arroba ; leudo (ainbcni havi-
do venda de nina parlidacm Ma-
rojo a 69000por arroba posto a
bunio. .
- A cidrada foi menor quen sema-
na antecedente, c uo ha deposi-
to ; oa ninacnvndoa ao mnis pro-
curados quena blancos, eoblivc-
lam de Iffillo a 18690 ris |wr ar-
roba ; c os brancos de 1J800
2s>|IIO ris; hav endo tambera ven-
da do ordinario denominado so-
inoiios a I880 por arroba.
- So procurados, o houvc venda a
125 rea por libra.
- Vriuleu-aea IH-7OOO rs. o quintal
- Iilein a 9s.2IIOrs.o dilo.
- Ilelalhoii-se de I2i00 a I3J500
ris a barrica.
- Vendeu-sea 13)0001*. por quin-
tal cm barra, c uo ha om lencol.
- Em eensequencui das cnlrailai da
emana o deposito boje monta a
29,1100 arrobas da do Rio tirando,
Icndo-sc vendidode38700a 8l00
ris a arrolla. Existe no piulo um
rarregamento do Buenos-Ayras
Com I2,IK>0 arrobas, mas ainda
Ma duvidosa sua descarga, di-
nnde atouns que seguir para
Hilvana.
- Vcndcu-se a 760 rs. por libra pa-
ra forro, c a 700 ra. para raldei-
reiro.
l-'olha ilel-Taiiilrea-ldem a 28 por raiva.
Ferro em barra Idem de 68500 a 78 por quiulal
do inglcz.
l-'ariiiha de Irieo- Eulrariiin dn-.is cnrregnmenlos,
dos quaes um seguio pana lln-
ha : os preces coiiliuunrum de
lo-vioo a l!'>5<: 1 por barrica.
Vcndcrain-sc de 118 a 128 por
arroba dos do Porto.
dem de 785 a 808 por pipa,
dem do 1.508 a 1.58? por pipa
dos liuloa de Lisboa, a a ISOf o
liraueo.
Rehalerain-sc Icllras do 8 a 11 por
cont ao anuo.
Ten) bailado, o boje podc-se co-
lar o doassucar para Liverpool
ilc 50 a .55 s. c 5 por ccnlo. Ha-
vre a 60 fr. c 10 por cenlo, tic-
nova a .501-5 por cenlo. Medi-
terrneo a 50 e 5 por cenlo, Co-
penhague a 60 e 5 por cenlo. Ca-
nal, T'riealeo llamburgo a 50c 5
por cenlo, Marscillc a .55 c 10 por
ccnlo.eparallucnos-Avrcsa I pa-
lacio e lll ; cdoalgodo para
Liverpool a l|2 o 5 por remo, lo-
dos ollcrccidos.
Ficaraoi no porio 75 embarcatoos: sendo 3 amei i-
canas, .10 lira-ileiras, 2 diiiaiuarquezas, 2 franecas,
2 licspiiubolas, 2 liull.iiiiIc/ii-, I hainbiirgucza. 19 111-
elezas, 2 norueguenses, 8 porluguezaa, 3 sardas o I
sueca.
ctica'o, de 192 toneladas, canillo Joaqliim Fer-
retea dos Santos, oquinagem 13, carga carne sec-
ca ; u Manoel Alvos G-uerra Jnior.
Madcira 2* dias, oscoaa ingiera IMy Mansctl
de 59 toneladas, capillo Uarler, cquipsgcm n*
em laslro ; ao capilo.
Philadelpliia 37 dias, hiato americano .1. u.
Waln, do 148 toneladas,capillo Sclleman, equi-
pagen) 8, carga familia de Irigo ; a Mathcus Aus-
liu ,\ Compaiihla.
Navios salados no mesmo dia.
Buenos-Ayrcs por Montevideo Brigue hraaileiio
Duque da Terceira, capilo F. Marlins ll.i-ii, ,
carga assucar o agurdenle.
Rio de Janeiro o porlos intermedios vapor bra-
silciro S. Saltador, comraandanlo o primriro.
lenla Coulinho. Leva a scu bordo desla pro-
viucia, D. Mara Demonay, vigario Jos Marques
S. Jos le 1 eir, Joaquim Jos Fcrreira, Carina
Cordn, capillo Aprgio dn Silva Piulo,D. Fran-
cisca Mara dos Res, Thomaz dos Rea, ThcophU
lo Olegario de Andrade Olivcira, Dr. Antonio
Coelbo de Su o AIbiiquerqiie c 1 criado, 4 recru-
laspara u mariuha, e I escravo-que veio do norle
com escala por eslo porlo.
EDITAES.
c
h

y
c
O lllin. Sr. inspeclor da Ihcsouraria provin-
cial, cm cumprimento da ordem doBxm. Sr. pre-
sidente da provincia de 11 do correte, manda fazer
publico, que nos dias 23, 21, c 25 do correle ir a
praca para ser arrematado perante a Junta da mes,
ma Ihcsouraria, a quem mais, der as madeiras va-
inas da pon 11- dos Afogados, constantes do ornamen-
to nbaixo copiado.
As pessoas que se propozerenl a esta arrcmafactjJH
coinparcc,am na sala das sessocs da mesma jaula no?'
dias cima declarados, pelo meio dia.
E para constar se mandn atibar o presente e pu
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcsouraria provincial de Pornani-
huco 13 de maio de 1853.O secretario,
Antonio Ferreira ttAtMHMiae.Ho,
Oreamento das madeiras Inulilliadm que deten
provlr da demolieo da ponte dos Afogado
120 eslcios a 600 rs. cada um
30 madres a 100 rs. cada tima. .
8 contra-madres a 500 rs. rada urna
I20linhas aoOO rs. cada una. .
31 conlra-linhasaOOOrs. cada nina.
1150 estivas a500 rs. cada urna. .
Parapcilos.........
7AJ000
i2niii
l.-l|'M
6281)
20Blll
.32580011
8! WO
' 5038100
Conformo.O secretorio,
Antonio Ferreira d'Annunciacio,
O lllm. Sr. inspector da Ihcsouraria provin-
ctal, cm cumprinicnlo da resoluco da junto da fa-
zenda de 12 do corronlo, manda fazer publico que
us dias 21, 22, o 23 do junho prximo futuro, ini
a prac,a perante a mesma junto, para ser arremata-
do a quem mais,dcr o rendimento do imposto do di-
zimo do gado cavnllar nos municipios segu
l.imoeiro, avaliado annualmenlc por. .
Ilonilo, uvalindo annualmenlc por. .
Garanhuns, avahado annualmenlc |ior. .
Ilrcjo, avaliado amiualmeute por. .
Cimbres, avaliado aniiualmculc por. .
Florse Florestas, avaliado annualmenlc
por.............
Boa-Visto e Ex, avaliado annualmenlc
por. ........
A arremalacosern fcila por lempo de 3 annos a
contaedo I' de julho dcl8x3a30 de junho de 1">5.
Oa licilaulcs quo so propozerom a oslas arrema-
(aees, comparceam na sala das sessocs da mcsm.i
jimia nos das acuna indicados, pelo meio dia, com
scus fiadores competentemente habilitados.
E para constar se mandn aflixar o presento c pu-
blicar pelo Diario.
Secretarla da Ihcsouraria provincial de Pcrnam-
buco 13 de maio do 1853.O secretorio,
Antonio Ferreira Annunciacilo,
di
Ir
'i1
X.
If
0
la
Ti
le
l.li
1278000
65J000
Mino
1238000
DECLARACOENS.
Couros--------
AcodcMilo -
Arco, de ferro -
Bacalluio -
Chumbo -
Carne aecca -
Cohrc-
Presunlos-
Vinagre-
Viuhos -
Dcaconloa-
Frclca-
MOVIMENTO DO PORTO.
.\atios ..altitlos nodia 11.
I'biladclpha llriguc inglcz llcform, capillo Da-
vid Miirrav, carga aasucar.
Mahin Escuna braslcira Adelaide, mcalrc Paiu-
philo Julio da Coala Ciruo, carga varioa gneros,
tiiilheinbiirgo Falucho nglez Dote, capilao W|i.
Tucker, carga nssucnr.
Nucios entrados no dia 15.
Par e porlos intermedios II dins e 8 liorna, du
ulllnio porto II horas, vapor brasilciro S. Salta-
dor, ronmiandanlc o primciro-lcuciilc Coulinho.
l'aasngciros para cala provincia, padre Dr. Ma-
noel Cnclnno de Alenla c Alhnquerqiir, Rav-
nuil In Alexandrc Valle de Carvalho o scu esera-
vo, Manoel Franriaco da Cimba, Porfirio Thco-
nhilo Alvcs Ribciro cscu eacravo, Jos Antonio
l'crera Pacheco, Antonio Coies Pcreira, Torlu-
liano da Coala Pinhoiro, Francisco Igoario Fer-
reira Jnior, Jos Joaquim de Souza Serrano,
Fcdro Anlnnio llernardiiio v ico-cnsul da Para-
biha, Caolano da Silva Azcvodo, Antonio Joao
Hamos, Manoel Rahcllo do Olivcira, Francisco
Ferreira de Novacs, Jos Tclles do Rogo, Fran-
cisco Flix do Reg, c Antonio da Cosa Rogo :
pora o sul, dopulado Dr. Francisro de Assis Pc-
reira Rocha o seu cscravn, dcpulado tcncnle-co-
roncl Aulonio de Souza Mendos c 6 cscravos, ca-
|nl.io-lenle Jos Mara tialhardo, Dr. Joaquim
Marcos de Almeida Rcgn. Joaquim Bclola, tt
prar,as do prcto 10 cscravos a entregar.
Terra Nova 33 dias, barca inglesa Olieron, do
279 toneladas, capilao William Williams, cqui-
pag ni 15, carga hai-alli.iu; a Jame, Ciablrcot
tlompanhia.
Genova llriguc sardo fimacli, capitn Miguel
Demoro, carga aasucar.
Balita lunclm braalcira /.cracao, mcalrc Jo
Fraucisco do Faula, carga varios gneros,
Natos entrados no diatti.
Rio tirande do Sul28 dias, briguo brasilciro Con-
KHVLCOMPANI1IA DE PAQUETES l.\-
l.l.EZESAVAPOK.
No dia 20 deslo mez
cs|iera-sodo sul o va-
por Teciol, commaii-
dnilc Onalovv, o qual
depois da demora do
cosluinoseguir para a Europa, para paasageiru
trala-sc cm casa da gencta, ra do Trapiche Novo
numero 12. I
O arsenal de mariuha compra para as obras do
melhoramenlo do porlo, canoas novas ou usadas
cm hora estado.
lautas seguras vindas do norte pelo vapor
San-Saltador, para os senhores:Amcrico Jau-
sen Tclles da Silva Lobo, Barlbolomcu Francisco
do Souza, Francisca Mara Tcixeira no rccolhimen-
lodoOliuda, Joaquim F'orlunalo Coclho Cintra,
l.uiz Lopes Cusidlo Ib aneo. \|ai ia .ln-i- da Concci-
e.in. e o coronel Manoel Muniz 'lavares.
_ o consclho administrativo, cm cumprimento
do despacho da presidencia do 10 deslo mez, lem de
comprar 3 haudoiraanacioiiaes,izrande8, de filcli,c2
pequeas, acudo una grande para a provincia da
Parabiba, oulra para o Ro tirando do Norte cora na
2 pequeas, c oulra para a forlnloza do Brum ; as-,
sim como compro pnrn a pinlura dos reparos dn ar-
lilbnrin desla ii.csina fortaleza 1 > do alvaiade, 5
ditas de oleo do linhiien. I ,'j dlas de pos prclos,
2 '., ditas do vente crome, I dila de tezes do ouro, I
diins de ocre amarcllo, c 1 dila deroxo Ierra : na
pessoas a quem convicr a venda do laos objcrli.
aprsenle as suas propnslns cm cartas faenadas,
nconi|innhndns dns competentes amostras na secreto-
ria do consclho administrativo csliilwleeido ncslo ar-
senal de guerra, as 10 horas da manhaado 18 do cr-
lenlo mez.
Secrelai indo consclho adminislralivo II doman)'
de 185.3. Josde llrito ingle:, coronel prcsidcn-
le. llernardo l'ereira do Carino Jnior, vogal c
secretorio.
O consclho adminalrallvo, em virludc da nu-
loriaanlo da presidencia, em ofllco de 9 do corre-
le mez, lem de comprar para o oilavo balalho de
infanlaria, 386 pnres dn snpalos : as pessoas a q
convicr a venda de loes objecin, nprcsciilcni a
proposlas cm carias techadas, acoiiipanhiul e
competentes amoslras, na secretaria do cora
i--i.il.el-. Obi noarscnolde guerra, ns 10 lion
nianliado dia 18 do concillo mez.
Sondara do consclho ndminislralivo, pnrn fornc-
ciiiicuto do nrscnnl de guerra II de mnio do 1853.
__Jos de llrito I nglez, coronel presidenlc. Ber-
nardo l'ereira do Carino Jnior, vogal c sccrc-
lrin.
O procurador da cmara municipal desln ci-
dade em virludc de ordem dn niesinn cnmnrn, nchn-
-o auloi isado a vender os lijollos, mi c semciiln que
c achnm prximo nomaladouro das Cinco Ponas:
is pessoas que qiiizerem comprar oa mnleriocs ariinn
mencionados, dirijain-sc ao paco da mesma cmara
lodos os dias ulcia ule as Iros horas da larde.
nal
daa
II...,
.la
THEATRO DE SANTA ISABEL.
37. RECITA DA ASSItiNATLRA.
110.1! 17 DE MAIO K 1855,
De|iois que os |irofcssores da orchcslra livcrcii)
cvceulado urna esrolhida ouvcrlura, tora lugar i re-
prcscnlarJo do muilo npplnudido c desojado drama
cm lacios, ornado de msica, que lem por ltelo
A FILIIA DO CEG.
DENOMINACAO' DOS ACTOS.
Primeiro. .
Segundo. .
Tcrceiro. .
I.lu.irlo.....
PERSONACEfiS.
Julio.......
A mir......
Covcruador .
Pa-ioal......
Vigario......
Id ae. de ferro. .
Primeiro campone-z. .
Segundo dilo.
Theohaldo.....
Um criado.....
I.in/.i......
Joaniiinha.....
I). Laura.....
Pascua.
A mercadela de flores.
A praca nova.
O paraizo.
A rosa.
ACTDIIKS.
.... liuimaraes.
.... Costa.
.....Monde-.
.... Sena.
.... Amodo.
.... Santa Rosa.
..... Jorge.
.... Lisboa.
.... Joaquim.
.... Rozcndo.
,...!> Mnnoella.
.' ." Orsat. ,
.... Cnrmclln.
..... Jezuina.
Oa liillictcs ncbiiin-se a vendn no lusnr docos-
lurac.
Principiar as 8 horas,_______________
I
1-r.i
prc
qu.
pin
lili
In
In.
hn
dia
nnl
-i-i
cid
pcl
1110
lllll
nut
del
Si.
Ma
in.il
de
lili.
-_>"
a \
Cnr
na-,
de
-e 1)
AVISOS MARTIMOS
.inp-
l'AKA O IUO DE JANEIHO.
Si-ouc ncslcs 10 dins a barra hrasileira Mol
Oliveira, iior ler parlo dn sen carregainenh
la:que.....,-lln quizer canegar o resto oii u
ua-i.-ein. enlenda-se cun cnisinnalano Manoel
i,.- i.uenn Jnior, na raa dn trapicho u. tt, pn-
meiro andar, ou cora ocnpiliio a bordo.
MUTILADO


^
fio.
lt*N
000
joto
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sooo
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xoo
aa,
i ta-
que
ira
Ita-
uli-
i .
OOOI
000
'SKI
IKH)
000
pu-
, Para' o Rio de Janeiro salie ate O
ja 2."> do corrente o muito veleiro hrirjue
Hccil'e, raiwgaraento protnptu, e pina o restan-
te, passaffeii'os e escravos a lile, trata-se
na na do Collegio n. 17 segundo andar,
oh com O eapilao a bordo.
PARA O RIO DE JANEIRO
Segu com muita brevidade o biatena-
cional Piedade, forrado e pregado de co-
pie, e de prirnoira marcha: para o resto
,|a carga Irata-se com 08 consignatarios
Novacs A Companhia na ma do Trapi-
che, 3-1, primeiro andar.
PARA A BAHA.
Va i seguir com brevidade, por ler
runde parte do seu carregaraento trata-
do, o biate nacional Fortuna, capito Jo-
s Severo Moreira Rios: para carga, ou
jiassageiros trata-se na ra do Trapiche
a W, primeiro andar.
PORTO E LISBOA.
A barca portuguesa Paquete Saudade
de primeira marcha, segu para aquel-
es portos com muita brevidade, por ter
quosi o carregamento completo: para o
jeito da carga e passageiros, para os quaet
lem eveellentes commodos, trata-se com
ocapitSo na praca, ou com os consigna-
laros Novacs & Companhia, na ra do
Trapiche n. 3V, primeiro andar.
Para Lisboa sali com lircviilaJc a miiilo ve-
leta barca porliuroeu Mara Jos de que lio capi-
lo Jos l'errcira l.ossa: para carga ou paasageiros,
para oque lem muito bous commodos, Irala-sc com
francisco Sctcriano Knhclln & Filho.oucomocapi-
l.lo, na praca ilo commerrin, ou i bordo.
TAHA (ll'OKTO POR LISBOA.
A barca ,V. S. da lloa-tiagcm, capitao Aulouio
Ferrcira l.eile Jnior, seguo com a maior hrevida-
do: quem na mosma qutxcr carreiar ou ir de pas-
sagcni, para o quo lem os mclborcs eonmodot, dri-
i.i-c ,i" escriptorio de Francisco A. da Cuaba A
Companhia, roa do Vicario n. II, ou ao capiblo na
RIO DE JANEIRO.
A escuna Socieiude Feliz pretende seguir com
brevidade; recebe carga c passageiros: Irala-serom
(.icl.ui" <",. ila ('.. Moreira, ao lado do Corpo Sanl
luja de massames n. 9B, o com o eapilao Joaquim
A1 ti. dos Sanios, na praca.
Para o Arncaly safio com brevidade o liialc
flor do Cururipe: quom quizer arrasar ou ir do
imsogcm, dirija-se a na da Cadeia d Rccife n. i!)
primeiro andar.
Para o Coar o Acarar segu ncsles oilo das
por ler Iralado quasi lodo o carregamcnlo a escuna
. Joii para o reato da carga c passageiros Irala-sc
na ra da Cruz do Recife, n. *I3, ein can do S
Iraujo.
* Para o Rio de Janeiro sabe com mu i la brovid.i-
iiobriguo nacional sagitario, para carga, paseagel-
ros o escravos a frole. Irala-se na ra do Collegio n.
17, segando andar, ou com o rapiblo a bordo.
PAR O PORTO E LISBOA.
Pretende seguir com a brcvidaile poeslvel, a barca
h asileira llijdra, pora o que lem parle de carga
|iioiiipla. i.i.irm na mesma quizer carregar pan
]iialqncr dos dous portos, ou seguir de passagem
.ira oque tcm bous commodos, c se nlianga bom
Iralamcnlo, pode dirigir-se a Iralar rom Amorim
[riuilos na ra da Cruz n.3, oucom o eapilao JJen-
o Jo-i' d'Almcida.
LEILOENS.
MI
i a-
IIH
:,:!
ros
IVO
ilo
las
- Eduardo linlli lendo de rclirar-se d'esla piara,
i.ii.i loilao, por nlorvcnean do amala Olivcirn, no
din Icrra-fcira, 17 do correte, as 10 hora da ma-
nilla em ponto, de toda a mobilia de sua casa, con-
rislndo em ramas, marquezas, sol, ronsolos, mesas,
radeiras, aparadores de mesas, guarda roupa, es-
pclhopara sala.rclogiode mesa, vidrns, aparelhosdc
iiii-.i e cha, hu excedente piano lorio quasi novo, e
OU llvrarla com niais de l.0 lomos dos mclhores
nteresfiauce/es ele.: no logar da sua residencia,
delroolQ da OBlflda nova do S. Amaro, sobrado do
!i. Jos lionies Leal, junio ao da Sr." v iuva de Joilo
liara Heve, onde eutr'ora existi o Collegio deno-
minado S. Antonio.
II ajenie Oliveira fara leilo por conla c risco
do quera parteoeer, de cerca de 86 barril com ba-
lda de porco, 100 caitas rom passas, :tti qiiartolas o
-i' barril vinbo branco, c de algumas inassas, lotes
a \Dnladc dos compradores: Ojoarla-feira, 18 do
torrele, as 10 horas da maiihaa em ponto, un ar-
maran doSr. Aulonio Jos di Silva, ra da Madre
de lieos n. 22.
Quinta feira 10 do cor-
rcnle,as 11 horas da ma-
nli.la. o agente Anluues
fan leilo cmscu arma-
ran roa da Cruz. n. 95,
de Iraalca ilo ludas as
qualidades,novse uza-
'ixSur. ihis, ipiadros ruin cslam-
iluridasc cni fumo, espingardas novas de 9
para caca, landiciros para nieio de sala, re-
do piala ede ouro para algihoira, dilosde pa-
diversas joiasdeonro, palilciro o copo de pra-
liarulos da Babia, nin.i igrcjinlia de inadcira
lo bcni preparada para divcrliincnlo de mci:-
o "litros muilos objeelos que serilo vendidos
ipialqucr proco.
" nrv horsier A; .Cnmpauhia farAn leilo por
1 agente Oliveira, e por conla o risco
tu quom perlenrcr, de cerco de I ill barricas de fa-
milia de trian, a prazo ou a dinheiro com descont,
c'olca vonlade dos compradores: quinla-feira, I!
ao cerrante, ai ID horas da maiihaa, no sen arma-
zeni no eaot du Ramos,
l'lr
nlcriciii

AVISOS DIVERSOS.
lt"-a-sc apessoa que no domingo do Espirito
sanio, na groja da Santa Cruz, apannou un lenco
de cambraia cora as iniriacsJ. V. S. M.no con-
Iroe bordadura cni roda, quo querendo fazer o fa-
voi de reslilui-lo a cu dono, pode manda-lo levar
a ma da Coneelelo da Boa-Vista, casa terrean. 4,
'! mallo se Ihe agradecer.
Oal>aiioassignado, faz scicnle an respeilavcl
puliliro.que o annuncio inserido no Diario de Per-
lamban n. 12, sobre a Venda do sitio da estrada da
Casa Parle, confronte ao sitio do Uado Antonio da
pilva & Companliia, nlo fb elle o autor de seme-
Hianle annuncio, c sim de pessoa que quiz abusar,
.valeiido-sc do sen nomo c do numoni de sua casa
paiascniclhanlc|>rorcdincnlo,nao obslanleser lam-
bein oahaivo as-ignado um dos herdeirns, com lu-
do procurara vcndc-lo logalmenlo ; oabalxo aoiig-
nado pode no Sr. redactor desle jornal que declare
lir quem fui assigiimlo o anuimcio.
n c uln'""} ''" ''alimento da .silva Bailot.
*l Sr. M. N. s. Bastos nAo be o autor (lo aviso,
mas o referido annuncio esli competenlcmcnle as-
-ignado. (l,,tlL
I'rccisa-se de um forneirn, sondo boni paga-
je.pam: na na das Cinco Ponas n. Kl.
fmzmmumo
" PATHICO.
Aterro da Boa-Vista n. 20, 1.
andar.
CONSULTAS E REMEDIOS DE CHACA
AOS POBRES,
Me u 7 horas lo da ai 3 4a Urde.
I- A. Chaves Ain, prnfessor em liomiec-
lalliia pela escola hnniirapaliea de Pcrnani-
iiico, e conlirmado pela do Riu de Janeiro,
" l honra de olTerccerseu presumo ao pu-
acudindo promplamcii|e a qualqui
blice,
llamado, ipier de'din quer ^OiTe7lai
MS?iS?!. ('0I" I"""'1 r"r" rill'1l'e-
fm
l'SmcoDlieeici
proeedjdi
viinn |,.i,
Kajolle do dia ll pa... .
mgeolioNoro de Sanio Anlau, deuppareceu um
wrato de nomc Manuel, de idade de iO para ,
anuo., le Angola, estatura balsa c de bom corpo,
rallante, um lano fulo da cr, pouca barba, e
|ior una barroca qua (em na lesla
le um couco ilc cavallo, cj o anno pro-
I ir'r i'" fo' '*cso "" llrov'nrn dos Alagoas por
ir man,,. rsa.s(, a qlll4|quer pena,,, <,,,,. ,.
Ani .' "c" (lil" engenlio, ou no Rccife a
l*n"" '""I"'1" dc M .-.Tj. a,,aivo assignado fas scienle ao respeilavel
Lr,.C0,e ,"" ''nrll de commcrek), que ndmittio
ocio d sua loja ,|0 fazendas da ra do Qnei-
' jt, ilesdo primeiro do crranle, ao Sr.
" ereira da Co>la, passondo desla data em
"jrar o inesino cstabelecimenlo dcbaiioda
1WI_!',"""."" ^ <:>-t.i- Rccifo Hdemaiode
WJ.-A.C JoaqMm liarbota Jmorwi.-
in.i
I.
ili;
tirina di
O abano assignado eslava aeguindo nm pro-
arami dosrifoa auligos de dcixar ludo a disperi-
cao do mundo, e do lempo, que ellca eomo niclhor
ineslrc ensiiiariam a quem s deixc esperances de
prestar, depois de bem sufrado pela Juiti^a, porem
como este inUcrnxel que nao usa como elle aso-
bras do misericordia de castigar nos que erro romo
elle, que comcllc um altcnlado, e couxerlo por ou-
tro caso, dizendo que tinha ido raptar urna moja, so
m misler quo as iisjicciivas autoridades chamom a
aliento este caso, sailiam quo moja be esla, quem
seu pa, paia que fim Marcolino Ferrcira da Coott a
lirava. He preciso levar ao eonliecimenlo do res-
peilavel publico e avisar algumas pesaoas, que ai ma
sao incullas sobre os fcilos'de scmelbaule minislro.
O abaixo assignado morador no scrISo dos dentlos
da provincia da Parahiba do Norte, Taz scicnle que
dirigindo-sc a esla praca a Iralar de scus negocios
como cosluma, o prova com Francisco Ignacio de
Souza Tinoco, c Simplicio Xavier da Fonscca e Cu-
nda, succedeu por vir ler a desventura de communi-
cor a Marcolino F. da Cosa, que diz ser natural
desla praca, este infeliz quo seu juizo claborou so-
bre fundas ideas de moldado, oslo \ i Iliaco do prolls-
sao, boje j bem condecido lingio-sc ler a dislincta
honra de |ierlcncer a |iolilica liberal, c que esla
causa era a base fundamental de sua completa der-
rota, o que as lucias do ilia mcmoravcl 2 efe feverei-
ro de I8i9, e oulros vai como a propendi faziam el-
le espiar, c suflrer miserias, e al [icrscguicftcs, o
abaixo assignado, que tcm o coracao temo o alma
bemfazeja, c exaltando osle sua compaixo nao se
furlou a curar suas prccisics desle desgrasado, que
nAo condece seu bem foilor, daudo-lbc dinheiro air
vezes em allenc.lo ao scueslado por elle indicado de
desgraca, mu serias Porem o mao, que nlo |ode
viver om solidilo, |>orquc os scus feilos mallratam, o
dcscobre-mo a si proprio. Diz o infeliz M. F. do
C. Reccbi boje urna caria de um amieo de Pedras de
Fogo onde olli'j fui preso por ladra", mas estes ac-
tos para elle sao progresso na carrea de sua \ rin-
de, apresontou una caria falsa assiguada por um tal
Manuel Comes, que diz ser prenle de sua concubi-
na o que osle Sr. Ihe mandava dous cavallos para
elle os vender pelo proco, que ulgassc conveniente.
Assim podosle perverso illudir a innocencia, e as'J
hora da noilc do dia 7 desle crranle, depois de ler
dado aquella cxlraco que cosluma ao dinheiro, que
pouro, ou nada Ihe cusa, sim sua astucia, den elo-
gio ao sed bem foilor; e cbamoiioipie Ihe fa/ia um
especial favor irconiolle a um sitio da um nniigo.on-
de elle dizia ler os cavados e que os cunservava fora
ilesla praca pelos despeza-, que crain croscdaSj elle
lindaini|irelerivclmciitcccrlasordens paradar a res-
pailo, Longe do pensamenlo do abaixo assianadocs-
lavam funestosnsulladosueslaviauem, porem umal-
vadoeucrcioquepensandu-sebemsecoulieceque elle
avista do sen proeedinicnlo cosluniadu cuuduzin no
sen hemfeilnr para uaqiielles desertes roubar-lhe a
existencia, e nlguns violen! que elle eonduxla, ape-
na, passararn petoquarleldo Hospieio adianto, quan-
do largaran! a estrada da cidade de Blinda que se
eucaininhavania um sitio, senlio sabir de una em-
boscada um ininii'iii desconhecido e descarregoo so-
bre ambos lerriveis pancadas, porem a providencia
que nao dorme, sim vela'a favor da innocencia esca-
pou o abaixo awgnado ilesta iraico milagross.....n-
loscm scroireudido, esup|Hisloquo possuido de ter-
ror. Scgulo l'azeiulo suplicas aos justos Ccos em
agradoclinentoi E o monsiro porsagiiidor do bem e
da Innocencia M. F. sua algumas bonloadas. Nao lie possIveT, que as
auloi id.ides policiaes conservein debaivu ilc sua ju-
risdijao velbaco, cholo de tantas maldades, sua vida
he sustentada com loda scnsualidadc as tabernas,
as cavas de jugos, a cusa da quem Irabalha hones-
tamente para malar sua preciso, cllepartilha secri'-
lameule |ielas ras, denegre, o iinmacula a repula-
co dos cidadSoa e nao lie possivelse afollar e-la le-
ra dcstes pastos, onde est lo habilitada para ron
bar, e nada apparecc para sua puuic'n. O abaixo
assignado roga com instancias as primaras autorida-
des da provincia, que com as formalidades d lei, e
com jiisliea f.icain nrredir osle frentico, sonncllo
com -na idea conliiiuanieiile nesla praca roubando,
o be capaz dereduiira iniseravel estado qualquer
individuo que desconheca sua babililada proliasfo
como bia fazendo. porem a lei. c a juslica que o cas-
tigue eos seos mnoivldoa serio lesleniunha o levar
a masmorra, ou a victima.Antonio Mttt da SH-
veira.
Para desvanecer suspeilas de algumas pcasoas,
que qiicrein rorcasamente ipie ao cmico estoja ar-
raigado ludo (planto ha do ordinario, declaro queso
nc dirlgi ao Sr. Amador para Ihe alianear que me
'aliiiuuiav.i, ipiando ii'uin sen comuiunieailo disse
que cu nao era iuiliireronlo nos arliaos quo me clo-
giavam e depreiiiiam meiis companheiros, c pedir-
le i|uc melhor informado se retratas-e desso trecho
que lo de eucontrn a a nilnliti ropulacSo de lio-
inein honrado ; outra colisa nao se pode eolliglr
daspalavia- do Sr. Amador no sen ultimo eoinmu-
nicailn. E o dizereui algumas possoas quo ao Si.
Amador me dirig para Ido pedir inc poilpasie como
artista nos seu> coininunieados, he falso, e recorro
ao me o," senlioi que o pude alicatar.
Joaquim Jo$ Btxtrra.
O Sr. Aulonio Bernardo de Araujo lenlia a
hondade do apparecer na bija do Passeio Publico li.
Separa pagar o que no ignora,
Da lalii iea de caldeirciro da ruado llrum n.
J.s. dcsapparcccu no dominen, H do crrante, b prc-
I" Miguel, de naca", oflleial de laloeiro, que repr-
senla ler -2", anuos, datura regular, mu punco pe-
ralla, e cosluma embriagar-sc ; be escravn do Sr.
Manuel Joaquim Carneiro Leal, ojii Iraballioii na
fabrica dos Sis. Ajobado & Leal : quem o pegar
OU der noticia, dirija-se a niesina Fabrica aeinia,ipie
so recoiupcnsara.
Pede-se eucareeidanicnlc ao Sr. Antonio No-
nes de Mello qiieira apparecer na ra larga d" Ro-
sario n. ;s, pauaria.
Desapparacou no dia l do crranlo, peii-s
horas da manida, o prolo Dionisio, de nacao Un,
de 211 anuos; levou camisa de alodo Irancadoda
Babia rom marea M, calca de algodgo de lislras
asues, sem cliapdot alio, cholo do corpo, com falta
de um denle na fenle de baixn, nariz chalo, rollo
um lano ronipriilo e bstanle barrigudo, pea bas-
tante grouos (pie parecen! oslar indiadas, 0 pinico
fallante, Irahalhava em armaran do assiicar : loga-
se as autoridades policiaes e capiles de campo que
Oapprelicndnm e levem a ra da Cruz do Recife
d,33| quo senio generosamente graiiiicados.
Desapparaeeu do |ialeo da Santa Cruz, no dia
III, um cavallo com caugalha c cassuaes de cundu-
zir carvo, mellado, crinas o cauda brancas o gran-
des, frente ponen aborta, una porco de ferros,
nina bovina ja fechada, e duas feidas as cosas,
sendo una grande : quem dello souher dirija-sc a
padaria defrontc da Santa Cruz, n. ti, que se grati-
ficar.
Desapparacou nanoitododia 28 do coi rente
alo i! o cabra l.ourenco, de idade de 1' a 111 anuo.,
baixn, rosto bnlanto doscarnado, olhoa redondos,
apiloinbados c braucos, cabellos carapiulms, pernal
arqueadas ecaballudas, fattam-lhe algunsdonlos na
denle e nos qucixacs, be alguiua colisa corcunda,
lilianie e mentiroso, cscravo do padre Fr. Manuel
do Santo Sepulcbro Pavlo, religioso franciscano
do convenio de Sanio Aulonio, desla cidade do lle-
cife, por compra feila an Si. Antonio Tcm ira dos
Santos, oqoal escravo diz ser forro, e seguid para
Piauhv, ou ('ni companbia de uus aerlancjos para
os Cerns novo c velho, ou provincia do Ccar
donde havia sido remollido por A ni.......Luis Al-
ves Pequeo Jnior a Domingos Rodrigues de An-
ilrade, oqualolevoii hasla publica ein que foi
arroinnlado pelo dito Aulonio Tcixcira dos Santos,
que o venden ao anuiiueiaulo : roaa-se poli as mi-
loridades policiaes de Podras de Fogo, onde habita
a ni ii do referido escravo. o apprcbcndam, nlbn de
poder-se veritiear a verdade, assim como se recoiu-
.....ni l.i a todas as luaisaulmidades delta provincia,
e de oulra (pialquer aonde pos-a apparecer o refe-
rido cscravo, o apprciiendam para n mcsnio lim :
assim como oaiinuucianle gaatilica com ai|iiautia
de IIKI^'IOO rs. a (pialquer pessoa que Ihe aprsen-
le o mencionado escravo ; ou o entregue a Domin-
aos da Silva Cam|His, na ra dasCruzes.
Manocl Jone de Araujo Machado e
Jos' ,lii.i(|iiini Uias I'i.'iiiandcs agrade-
osni mui cordialmente a todas as pes-
soas, rpie se dignaram obaequia-loi por
occasiriodofalleciniciitode sua muito pre-
sada consorte e filba, Hosa de Viterbo
Uias Machado.
Nejocia-s< para liiptidacao de eon-
tas osseguinle predios:um sobrado de
dous andares com solo na ra Bella n.
57
I)eseja-se ftllar com o Sr. Domin-
gos Alves, oucom a pessoa que o repre-
sente, para um negocio que Ine interessa
na inn de Apollo, ti. H, em casa de Oli-
veira Irinaos 1S1 Compnnliiu
CONSULTOUrO HOMEOPATHICO
GosselBiraoitl, profcsnor de lioraeopdiiii
pela escola do Hio de Janeiro, ronliiuni a
dar conaullas gratis ao* pobres Indos os dia*
ufis, das Hl.o.jiHtb manliaa alao mciodia
no seu coDsoltorio, ra das Ou/.es n. 28,
3
issignados fazein scienle ao respei
Uvel publico, cenm espeeiilidadc ao corpo doconi-
mcrcio, que amigavelmento dissolveram no dia :>
de abril prximo passado, a sociedado quo linham
na loja do fazendas da ra du Quemado, n. I, a
qual gyravam debaixo da firma do Fonlos ( Amo-
rim, lie.inilo a cargo da extiucta firma todo o acti-
vo epassivo. Hccifc It de malo de 18.il. Ma-
nuel .iiUmin das Santo t'ontes.' Jos Joaquim
Barbosa Amorim.
I'rccisa-se de um caxeiro com pratira de
venda : no palco du l'araizo, u. -20.
Na ra da Madre de Dos, n. 1, 1.e andar,
oDcrecc-se um olllcial de lauociro para Iraballiar
na porla da alfandega das tres horas cm (liante,
em lodo sen ico inherente ao seu ofllcio: quem
pretender dirija-so mesma.
Aluga-sc dous escravos que saibam Iraballiar
em crnicas, e laujbeni se compram auradaudo :
na ra Nova, armazcui de trastes de Pinto, ou an-
nuncio,
Appareceu cni casa da abaivo assiguada, no
dia 1.1 do frrenle, um escravo mulato, que diz an-
dar fgido, procurando senhor, e quo diz lamhein
perlenrcr ao llvm. padre Jos Vtenle Ferrcira,
morador cm Quipap: por isso o mcsnio senhor o
pide mandar buscar, corlo de (pie nao hovera res-
pnusahilidadc algiima da parle da abaivo assgnada,
no referido escravo.Clara '/.efarina Cesar.
Contina a estar fgida a prela Magdalena,
com os signaos seguinles:altura regular, chela do
corpo, cor preta, tcm falla de dentes na frente do
lado superior, beicos grossos, pescoco alto, hombros
finitos, lem algiins pannos pelorosloccorpo; levou
vestido de chita desbulado com flores encarnadas,
brincos comprlos de orno frailee/., cuntas a/ues m
poseooo; jutga-ie ella ler ido para a banda dos en-
gcnlios Qulinduba, |kis fui encontrada no Mon-
leiro : roga-se as autoridades policiaes e capiles
de campo a sua nppichenco.c leva-la a na do Col-
legio n. 8, que sern generosamente gratificados.
Ilcscja-se fallar com o Sr. FranciscoCavalean-
ll do Albuquerque Ccenla ; na Solcdnde n. 8.
I'rccisa-se alagar una ama forra ou captiva,
que saiba cozinhar: na ra do Crespo n. 10.
Thalia Augusta do Nasrinicnlo Azevcdo reli-
ra-sc para o Hio de Janeiro, e leva em sua compa-
nbia as suasescravas, mulatas, Julia e Mara, e
Joan, mulato.
Tcndo-se extraviado una caria viada da Cu-
ropa no ultimo paquete inelez Sema, na qual se
suppee ice viudo nina idra saccoda a favor de Gus-
tavo Adolpho Hamos Ferralra, avbn-te a peana a
quem fr apresenlada a dita letra, de nao a pagar
sean ao proprio.
1) abaivo assignado faz scienle ao carpo do
commcreio desla praca, que leudo aini^avelinenle
dissolvidoa sociedado que linda com 0 Sr. Tboinaz
l'crelra de Mallos Eslinu...... sua taberna, lila no
Ierro da Boa-Vista n. 80, tica a mesma giran-
do de boje em (liante na tirina do aliaixo assianado.
[2 AMSO AO GOMS1EKC10.
Os abaixo assignndos continuam I,.!
n franquear a todas asclnsseseni h
(eral os scus sorlinicnlos de l'a/.en- t-i
das por bai\os precos nao' me- *..,
nos de lima peen, Ol nina ihizia, C
a dinheiro, ou a prazo, conforme M
se njustar : no sen iinnn/ein da ,
praca do Corno Sanio, esquina da WB
ra do Trapiche, n. S. Kos- K
irnii Rooker vV Compnnliia, neg- K
cintiles ii'glc/es. Os mesmosavi- Im
soaorespeilavcl publicoiptcabri- ^
rain no dia 5 do corrente me/ a H
sua loja (le fazendas da ma do tlol- 3
legio e Passeio Publico n. I5. di- M
rgida pelos senhores Jos Victori- B8
no dePnivn c Manuel Jos' de Si- D
queira Pitanga, para veuderem (H
DO!' nieado c n rclalho.
O abaixo assignado participa an
corpo do coininereiii e peStOal 0 quein
pos inleressar, (pie cni coiisciuicniia
do fallecimento do Sr. S. Bataillc, socio
gerente da lirma social de l!.ii.. il l< i\Com-
paubia, lrn em data de i do corrate
nomeado pelo Se. cnsul de franca l-
qiiidntario dos negocios da referida lir-
nia ; porlanlo previne a quem liver ne-
gOcioSCOin ella, que se dirija a sua casa,
na rita dnCrnz n. 27.Vctor l.asne.
Prccisa-SO de urna pessoa forra, ja de idade,
para ama seres de una crianra ; quem esliver nes-
las clcumslanclai dando abono a sua conducta, d-
rij,i-e a ra do S. Francisco, sobrado n. 8.
I'rccisa-se de alugur una esrrava, ipio rozi-
n|ie,eerngommo,parao servicode urna casa de pe-
quea familia : na ra da Cadeia do llecife n. _'i.
segundo andar.
lio I. de jiindo cm dianle. aluga-sc o segundo
andar da casa u. 8, da ra da Aurora ; quem pre-
tender, enlenda-se coiu o lllni. Sr. Joao Piulo de
Lomos Jnior, morador no primeiro andar da ines-
ina casa.
Paulo Gaignou, dentista
S Podo sor procurado o qualquor llora cm
g sua casa na ra larga do Rosario, n
w MG, segundo andar.
ATTENCAO.
I'rerisa-se de um calxelro, este ipie lenha bastan-
te pralica de venda, preferc-se portugucf I na ra
da l.iugnela n. 3.
PRECISA-SE nlllgai' tuna casa para
pctpiena, jinre'ni decente familia ,
seja Ierren, ou sobrado,!? ein (nial
Precisa-so alugar um prclo para faicr o ser-
vju do urna casa de pouca familia: na ruada Cruz,
armazctii u. 63.
Aluga-se a casa dmareos no lugar do Reme-
dio, com conunodospara grande familia, estribara,
com glande lerrnjj! para plantar campim, canoas
o ludo o mais quo se (puzer ; lem 2 grandes potos
d'agua que mu secram, o 2 cacimbas, sendo urna de
beber : a Halar na ra do Collegio,botica n. 6.
que sahire
mcdieainei
. 29000
. I .-om i
testa hu-
s com o
Jos
I"
DO
CONSUF.TOHIO CKNTRAL IIOMOKO-
PATHICO DE PERNAMBUCO.
Una da Cadeia do Recife n. 51, primeiro
andar.
Ilicas rarlcras de mcdicamenlos bomiropalbicos
preparados segundo todas as regras pharmaro-tly-
namicas, conlendo do >\ a I(i0 medicamentos.
Ilam-sc de urai;a os livros ndispensavois para a
pralica da honiu'opalhia, liem como regimens im-
pressos paro dirercilo das dietas s possoas que com-
prarcni boticas de 18 mcdicanienlos para cima.
Dam-se lambem de gcaca vidros da meldnr tin-
tura de arnim, MEDICAMENTO IMHSI'EIVSA-
VEI. A'TODAS AS FAMILIAS.
.1 superita idade dos medicamentos da Iwlica do
consultorio central homieopalbico de l'crnninburn
(i todos os oulros i/ue por '/i teut appareeido. ve-
tfieada na clnica do Sr. Dr. Sabino desde 1818, e
por militas pessoas jae M /cni esperimenlado, e
reeonheeem scus prodigiosos e/feitos, dispensa de
t/ua/i/aer reetminiendaato.
Cada vidro de medicamento cm Untara
Tubos avnlsos a............
A. /;. todas as carteiras
tica, levaran nina ola d
emblema cima estampado.
iiua do Rotarlo, euuina do Calinga, tasa 5*
u. >. primeiro andar.
lino Xavier d consultas eratis aos gj
ires, e presla-se a qualquer hora a quem g3
-e dignar occupa-lo, tanto para dentro como i&
para lora da cidade. iz
ATTENCAO, NICO liEl'OSIKi NE8TA
CIDADE.
Pauln Cnignou, denlisla receben agua dent-
frico du Dr. Cierre, esla agua couhecida como a ine-
'lor que teni appareeido, (o lem muilos elogioso
seu autor.) lema proprledado de conservar a lincea
(lenos;!,, preservar das dores de denles; lira o
asi desagradavcl que d em oral o charuto, al-
gumas golas desla n'um copo (d'agua sao suflklon-
les ; lambem se achara p denlifrire escolenlo para
i innsen.i,;,., ,|s denles ; na ra larga du llusaru
u. 86, segundo andar.
AVISO AOS SENHORES me ENGEVIIO.
Alenlas as grandes vanlagons na moagem de
calina, provenientes de ler os tamborea das inoeu-
das perfcilamento torneados, o abaixo assignado res-
peilosamenle lenibra nosscnlioreede cngenbo, que
nasua ruudicaoile Ierro em Fora de Corlas, se nd
de perfeilamenle lomear de novo un; jugo de lam
luiros, e aparare endireilar os denles das carreta
rom [aula prstela, queso pode enlreea-los no mes-
inii dia. ov iianiln-c a-siin o Inconveniente da demo-
ra dos carros o o empale da moagem;assim como
que a mesma fuudica -o afila B.....pie surtida nao
so de novas moendas de diversos lamanlios e mode-
los, senoo lambem de rodas dentadas, tanli
agUS como para animaos de lodos as propon
saber ; tolla por tolla, volla e quarla, vollae loi-
ca, vollac ineia, duas, Iros,qualro vollas, elc.elc.,
e porlanlo qualquer senhor de engendo quo-
nnilo,ueelei.ua sua inoenila, alim de moer .'liis
calina nomesmo Iran.....>u relarda-la, alim de es-
preinermais liquido da mesilla calina, pode si-m de-
mora esrolber a-rodas rninpelenle-. luiulieao de
ferro, na ra do llrum, passaudo oeliafarz.. II".
y AO Pl'HLICO
S 3fSIS-iAS i
l33 5sc2?Itg.~s,
""11 2 3 K'-= 3- 1 ".s
. iirS-" = "?2.5:s-3iiV>
S||:I"E|>8-i
a!|"3S| -gas.:
= 3 -3 S3 f-fea =-5'g
nf|?l5|!li!
* S C^Z 9 = *(l 3
O.J5 fl'?l3;Ji: C-
iilMfpff
"=-,,* A o a B
iiifiIlCl
BHlllllal
'.Sv,s-C spffS
S'lf iB-r*! f
r^'S < 2.
. 5
I
3 a
2 T
i
g
|!cfM?
b.!s$1.|
n o ( i 7 i *
Os I ilms Srs. Dr. Francisco Caetano de Al-
meida (.ahilo o Thcopliilo Olegario Andrado o Oli-
veira, do Olinda, lenham i bondade de ir ou man-
dar roecbor cartas para Si. 8s., na ra do Vigario,
casa n. 7.
ONSLTOUIOIlOMKtlTA^ffc-SI
Ra do Collegio n. 25. pri- X
meiro andar:
O Dr. P. A. Lobo Moscoso, da' 9
consultas gratis aos pobres, lo- jj
(los oscilas das 8 as 12 horas du
iiinnliaa. rf
Pratica qualt|ucr operacSo de
ciriirgia, ou de partos..
Recebe escravos doentes para
tratar de suas enfermidades, ou
fozer qualquer operaefl, por pre-
co commoao.
A casa oommercifl de Se. (jilmonl & Com-
panbia nesla rulado contina o seu giro sob a gl-
ido do Sr. Alfredo Willers coosliluido procurador
com mandato para este flm na ausencia do socio
Sr. Carlos Poingdeslre, que vai a Europa.
Precisa-so de una criada, que seja de mui-
to boa conduela, Iranceza, ou portuguesa,' ja de
manir idade, que be para nina casa capaz para Ira-
lar de una enanca : na rua do Rosario larga, luja
de diuca se dir quem precisa: na mesma loja se
dir quem vende una csrrnva que serve pan sen -
(0 de campo, por estar o isso arosluinada.
Sr. Bernardo Fernanda Vlanna lem urna
carta v nula do Itio de Janeiro, na rua de Apollo, ca-
sa li. H, segundo andar, a qual Ide diz respeilo a
negocio de sua conla.
COMPRAS.
;;.;;;.:
para
O abaixo assignado avisa aoste-
nliores de engenho, lavradores,
fazendtiros, C an publico em ;i'ial
que, cosos commercioes inglezas, fran-
cc/.as, ollemSos esuissas, tcm nber-
lo na rua do Collcdio,
IIOWEOPATHIA.
@ O Dr, Sabino Olegario Lodgoro Piulio mu-
JU ilou-sc para o bairro de Sanio Antonio, rua
X dasCrusoa n, II. casa onde uiorou o llvm. ijp
... Sr. vigario gorol Dr. Ueira, onde pido ser U
prorlirado a qualquer hora pelas pessoas quo
oqolierem honrar com sua conflanoa, 6;t
'-:': rr.KH::.:<:: :-imt999
GOMPANHIA DE BEB1BIBE.
Os senhores acdonistas da componhia
deBcbiribe, san convidados para se peu-
nirem em assemlilea gwal no dia 17 do
corrente, pelas 10 hot-as do monliaa no
esciiptorio da mesma companhia afm
lt^ se dar execurao ao disposto no artigo
17 dos estatutos edeexercerem isattii-
bmcOesque Ihe competem, elegendo nc*-
va adininislcacao, o tomando contas a ac-
tual. Escriptorio da companhia 9 de
tnaio ilc 185.1. O director,
Joo Pinto de Lemos.
'< i .aat*i
Ji> (J).\M I.TDIIIOIIOMOKtlCATlIlCOlillA St
TUTO PARA OS POBRES.
Na casa aniarella palco do Collegio, primei- Q(
M ro andar, residencia do general Abreu c l.i- ;;{
;,{ ma. Esle cou-ullorio be dirigido pelo proprio ,;;.'
;.; general Abreu o Lima, o neUc dam-se cnsul- t
;.; la--ralis aos puliros em lodos os dias uleis 7.
Compra-sc um bra^o de babanca de Ilornao A
Comnanbia du 3 112 a 4 palmos, em bom uso: na
rua larga do Rosario, venda n. 33.
Compra-se um preto cozinheiro, c
um molcqiieque tenlin de 12 a 16 anuos
de idade; agradando pa;n-se bem : no
escriptorio de Novues & Companbia, na
rua do Trapichen. 54.
Compram-se escravos, c vendem-oe, recodem-
so de commissaft, tanlo para a provincia como para
fora dclla; na rua dos Quarlcis n. 24, segundo an-
dar.
Compra-so effectivamentc sapalos feilos na
Ierra, |iara liomcm cscndora.de lodos os lamaodos:
na loja de miudezas da rua larga do Rosario n. 35.
VENDAS
LOTERA de S. PEDROMARTYR.
Aos 12:000 c :000|J de rs.
Xa luja de miudezas da praca da Inde-
pendencia n. \, vende-se bilhelcs intei-
os, meios, quartos, quintos, decimos c
vigsimos, que corre no dia 10 dejunbo.
Hillicleshitciros......12,s000
as pi
desde as dez da mandan at una dora da tar-
5$ de. o mesmo senhor pode ser consultado
por nulias pe-nasa qualquer dora do dia ou
da noilc
'laude
n, i, un
nrmozein,
izendi
(juer
urna casa terrea com (|tiintal para o
rio na ruado Bemlica, pnssiigcni da Mag-
dalena n. 6, e um terreno com quatra
frentes no lim da rua Bella junto ao rio:
os pretenden tes dirijniu-se a travessa da
Madre de Dos, n. O, pcinieirn andar ,
ou na rua larga do Rosario, n. 50.
Pcrgiinla-se ao Pitorra lonel, como Ido fui de
viagem no dadlo de nova iuveiicflo, que mondos
Krrnrreii I i pidas regios elhereas, aonde fina-
iii a sua evcursAo, o (pial a sua optadlo a rospoi-
(o do novo interna aerosttico.' ti Curioso.
rua dos bairros daBooVisto, ou S.
Antonio: a tratarno rua do Aragflo, n.
I 2, segundo andar.
Arrendarse um engenho montado
com 25 escravos, 25 bnis decorreia, e
85 animaos de roda, urna grande distila-
vm>. una salea pura tres mil pfieS de as-
siicar, grande porcSO de rocas maduras,
perto de embarque, e comoutras vanto-
gens que aopretendentese dir': no tra-
vessa da rua do Vigarion. I, segundo
andar, a Iralar com Antonio Gomes Pes-
soa Jnior.
IIAUF.IlllKOTVCO.
Avisa-so ao respeilavcl publico qucocsla-
beledmento do aterro da lloa Vista n. lo,
esla passado para Santo Antonio, rua do
Queimado n. (f, segundo andar, onde o re-
tratista poder ser procurado das 0 horas da
manlia as3 da lardo; aqu os prctcndcntcs
sahirio luleirauonle salisleitos, nao spelo
variado c bollo sorlimenlo existente para os
retratos, como pola semelhaiica da pessoa
fielmente copiada, pelo clcclrotvpo, o retra-
tista pois esla promplo salisfazer completa-
mente aos que o procuraren!.
IHWMSHUIWIVWWIWWWU^
-Oobaivn aengoadufaz publiroquescdosenconii
nliarainletrasda quanlia de lfijrs. cada una,sa-
cadas por Manocl Juaquim Alvcsl'itomlia, a favor de
Juan Aiilonin Autunes, rom dala do Ulideabril pre-
viniu passadoa jet mezes.end.issadasuns costas le-
lo mesmu Jolo Antonio Autunes com dala de 3 do
corrente asquaes letras sao para pagamento do abaivo
assignado e como o acceilante e endonante, eslao
si-ieules para as nao pagar so nao au abaivo sesiona-
do, por isso provine que uinguem facalransacao.il-
puna com ditas lellras.Jos Joai/mm Uias l'er-
naiules.
ricamente sorb-
as linas c grOSSaS para
vender por jjros.su e a rebrillo e por
precos mais boixosdonueem qual-
quer oulra parle. Aulonio Luiz
dos Santos.
FABRICA DE CHAPEOS DESO. DO
ATERRO DA BOA-VISTA X. 2.
O dono desto cslahclccinicnln lem a honra de par-
ticipar ao respeilavel publico, principalmente aos
scus fregueses, (pie pela uerradolra barra de vapor
indo do Rio, rtcebeuum grande e rico sorlimenlo
de chapeos de sol, tanto de seda, romo de panno,
com callos de caimas iiileiricos, ricos cliapos de sol
para seuliora ; lamlicm recedeu um grande sorti-
inenlo do |iecas, lano de soda, como de panuinlio,
proprio para cndrirarniacos usadas, faz-e qualquor
concert c ludo por prego mais ein conla do que cm
oulra qualquer parle.
Desoja-SO fallar rom oSr. Francisco Pac. Br-
relo, ou rom seu procurador nesla praca a negocio
(tesen interes-e, a fallar com .Manuel l.uizda Verja
em S. Auiarinlio, ou no llecife ao inein dia na sala
das audiencias.
:::;.:.::i;^;:::::r::;:;::::::-.:::;;;;>:;;;;:;
DENTISTA AMERICANO.
9v D. W. Ilav non, ciruieio denlisla, contina a
W evercer sua proflssSo, Duendo (odas as opera-
.') ee. que foreiu precisas do qualquer nalnro- w
i'; /:.\. lano por fon, COI.....la sua residencia, ':
J onde pode ser procurado a qualquer dora : t
na rua da Cruz u. 7, segundo andar, no Re- ,''
W cife.
...........: ';::; :
rondo o fallecido Jos Joaquim fopesHorcira
logado em seu testamento aquanlis de 5O|000 rs., a
roda um dos SCUS atildados de baplisnin, que juslifi -
cassem por documentos legaes ser reconlwcidamen-
le pobres, aquellas qno se icliarem neslas rlrcnms-
taneias liajam de prov a-las pelo nieio eligido no p
... i.. .C-^ *- .. ,,(... C ,i_ :..*.........' -i
zo de S dias, peranle o
tY->. vara, prnveitord
iceelier da leslainenlei
lllni. Sr. Dr. juiz municipal
iduos, alim de poderem
'efeiidu legadu.
LOTERA M S. PEDRO aJARTYR.
0 iliesoureini desla lotera avisa no
respeilavel publico, (pie no dia 10 de ju-
nlio prximo futuro, andarlo as rodas
desla loteria, seja (pial loro numero de
bilhetea que e\ista jxir vender : o resto
dos billieles eslao a vndanos lugares ja'
ai'nuueiados.
Cara se cncarregar do fazer escriplnracoos de
tajas do fazendas, miudezas ou do oulros estabcle-
riinenlns, e mesmo de lirar com promplido copias
:lc quacsqiier papis, -c ollerccc nina pessoa com as
aeei-.i- uabilllarfles para desempenhar csses Iraba-
bn.: na rua da Cadeia do Rccife, casa do cambio do
Sr. Vieira, na do Queimado loja de fazendas dos Srs.
(ioncalvc* \ llilieiro ; c na das Trincliciras, carlo-
i i do Sr. escrivao Esleves, se dir quem de a pes-
soa. .
Aluga-sc a padaria da rua Real n. 27, provimo
ao Moneiiinbo, rom erandes commodos c lodos os
scus pertenec, por proco mullo rommudo: a Iralar
na casa n. 6 da mesma rua.
Precisa-fe do una ama : na rua do Hospicio,
rasa n. 17.
I*. Caucanos, ralira-so para a Europa
Eiigomma-ee com perlcIcSo, epor commodo
proco : na rua do Tamhi, n. 38,
Precisa-so alugar urna ama para o servicode
nina casado muito pouca familia, paga-sc bcni: aira/
la inallizilc S. Aulonio u. -JH, primeiro andar.
I.ava-se e en::.....nia-se rom asscioe perfeicdo:
no palOO da lliheira de S. Jos n. I "i.
O abaixo assignado faz publico que perdeu
lina-letras da quanlia de 1869100cada nina, saca-
das por Manuel Joaquim Alvesl'ilomba, a favor de
JOAo Antonio Aniones, rom dala de -Jii do abril
proviino passado a -' 0 mozos, endossadas as cos-
as |iclo mesmu Joo Antonio Anluues com dala de
I do ron enle as quaos letras lio para pagamento du
abaivo a-signado, e como 0 aeceilautc o endossanle
eslao scienles para as nao pagar Sent ao abaivo
assignado, por isso previneque uinguem faca Iransa-
c.lo alguiua com ditas letras.Jiilonio de S Lopes
fernandoi.
A pessoa que for dono da propriodado It.un
Vcrmclno,no municipio la villa da Impcralriz,alias
Santa Mara, quo fora do. coronel .Manuel Duartc
Cocido, auniuirie.
: : : !: .:
CO.^SI'LTORIO IIOMOPATIIICO. f
2 Hua do Trapiche Novo n. 9, no *K
hotel Francisco. &
O Dr. Casanova contina a dar cnnsullas
?} e remedios gralis aos pobres, das 7 horas da
manilla ate ao molo dia. As pessoas que ;':
nlo foroin pobres s pagarSo de o -ti,-(SK) }:;
Sf rs. pelo Iralamcnlo. Os oscravoss pagaro
8 de ., a Msotio rs.
O Sr. Joao l.uiz de Aducida llibeiro. morador
na cidade d'Oliuda veuha salisfazer na rua da Cruz
a quanlia de :iN37(itl rs. importe da cera que se gas-
tn na fesla de>. S. do Monte.
Challes J. Poingdoslre, rclira-sc para a Ingla
Ierra.
Quem precisar de um raiiciro portugus : di
rija-se a rua das l.arangeiras n. 1.
I'rccisa-se de una ama : na rua do Rangel
Meios........... OaOOO
Oiiarlos.......... 5*300
Quintos.......... 2A700
Decimos.......... 1500
Vigsimos......... j700
*" ^ ^ 'iroiasem de fazendas baratas, rua .
f Collegio n. 2, veudo-sc um complotn sorli-
menlo do fazendas finase grossas, por prego
mais baino do que cm oulra qualquer parl,
lano cm porgos como a rclallio, afianrandu- |
se aos compradores um s prego para iodos :
esle cslalH'lecimcnlo abrio-sc do combiiiago
coma maior parle das rasas commcrcaes in-
gleaa, franrezas, allcmaas e Suban, para
vender fazendas maiscm eonta do qucsolcni I
vendido: e por sso olTercceiido ello luaores
vanlagons do quo oulro qualquer; o pro-
priclario dosse ini|Mirlantc cilabclcriiuculo
convida a lodos os scus patricios o ao publi-
co em geral, para quo venliam ( bem dos I
scus inlcrcsses) comprar fazendas baratas [
no amaten) da rua do Collegio n. 2, de An-
| Ionio Luiz dos Sanios.
VltAKUTA SUPERIOR E GELEA OE
HABMELO.
Na rua estrella do Rosario n. 1.1, vende-sc aram-
ia do Rio |ielo diminuto proco de tViOO rs. a lata,
dita peiloral, a2s0Urs., gela do marmclo pcilo-
ral, a 800 rs. o co|w, o doces bordados para presen-
tes.
Vende-so a taberna da rua dos Pescadores n.
38, bem ofreguezada para a torra; vendo diariamen-
te vinlc o lanos mil rs.: a Iralar na mesma, ou na
rua da Cadeia de Santo Antonio n. 2(1.
Vende-so bonitos novilliotes, crioulos c de ra- f
ga cslrangcra, propros para carro o mesmo para
agougue |ior cslarcni mullo gordos, o lambem gado
le criar: iiocngoubo Curado, a Iralar eom Uerva-
Jos da Costa.
Vende-se um elegante cabriole! ,
quosi novo, de boa construcrSo e comeo-
berta, junto com um bonito cavallo para
o mesmo : a ver na rua da Guia, co-
dicien do Sr. Wollichard, o a tratar na
rua da Cruz n. 10.
Vende-se Ires perladas de podra, lavradas: a
Iralar com o eantoo Bernardo l'creira Cuimbra, no
arsenal de mariulia.
Na rua do Vigario, n. 19, primeiro andar, ven-
derse superior farollo cm saccas, polo prego de
.ViOtl rs. por cada una.
m aWencao1 senhor \mr
i:n\si i.niiiio iiiniiiKoi'Aiim o
No Mallo drotiAOt comaiT.-i lo Cabo
JNi|uri.i Civ.ili .me di comaUa
ralis ios pobres, lodosos
roaulifl a 1 da lanlc.
I'erqiinl.i-sc a algunsdoi Iralnnlos i; \odise
nlre ellos Rlguns .alnenos) que .un.un pelas ras
isla ridailc hiculninilo^c por rorreelores, ou a
pontailoies ilc escravos, qual foideeulre elle> o que
veiHlCU un escravo que ili/ein s?r furlado; deseja-sc
labordlslo rom mala clareza parase participara po-
lica, e o corredor e o que vcmlcu ambos receberem
o rompetoulo eaaligo.O pepeo
Preclaa-M do um rapa/ para eaiveiro lo urna
fabrica do diaruloa quo tenlia pralica de ambas as
COOSla. nao se e-collio brasileiro, ou porluucz dan-
do llador a sua conduela: quem esliver neslas
citmslancias dirija-se ao palco do Carino principio
da i ua de Jimias n. I. ou na run do Itangol n. S.
Desapparacou no lia 19 do correle] um prc-
lo de nomo Aulonio, rom os signaos seguinles ; ol-
i ni i regular, idade 80 aonos, muco mais ou menos,
lem em urna das orelbas um brinco, um (nllio pe-
queo no roalo, levou urna camisa de madapolao
c calca de brini de quailios: quem o pe;
a rua eslreila do Jlosario n. % que sen
K i.ito'i.s de <;A\iTnTrTA
A O primeiro bar>lono A. I.. Garda.
5} de demorar-te nesla cidade, propoc-sc dar
g lices de cado e piano, por prego rommodo:
l nodo ser procurado na rua da I'cnba n.
;> \. i.
nadapoi
;ar, c\c-o
i bem gra-
jiu/, itc iiuciiii merina da primeira rarai
lime desla comarca, reside na rua da Morenlina
obrado de um andar n. 16.
LOTEIUA 1)0 IUO OE JANDIHO.
Corren no (lia O (Jo aliril n roda du
lotera 58 da Snntn Cusa du Miset'icordia,
e espern-se n lista pelos vapores brasilei-
roou inglez de 19 a 21 do corrente.
LOTEIUA DE NOSSA SENHOIIA DO
ROSARIO.
Por Icrcm lirado alguns billielesinloirosporvoii-
li'i. de maneira (pie o Ibesoureiro nao pode arris-
car o seu valor, todava afirma esle, quo marca n
dia :>" do corrente me/, para o andamento das me-
mas rodas fiquem ou n.iu bilbetos para vcndcr-so,os
Ojuaai Bdiaa>ee a venda nos lugares do cosluiuc.
Dcolara-so ao publico, que o Sr. Manocl ilo
Nasciiucnlo da Silva llaslos, nSonOde vender o si-
lio que auiuinciun no Diario de 12 do correle, por
ser pcrlcncente a orpMoa, o estar arremalalo pelo
juizo coni|ielculc al o dia I de novenibru Otte.
anno.
Manocl Francisco (ionios, rclira-sc para a pro-
vincia do Parii.
ATTENCAO' SEN 11 OSES
ERARATO.
Coulirnia-sc a vender muito lioamanlcign
inglesa, pelo barato prego de 4H0, 560 o lu
rs., o oulros mais gneros mais barato do
que era oulra qualquor parte; vamos a clles
antes quo se acabem : na rua larga dqj^o-
sario, venda do t portas confronle ao Rosa-
rio o. ,
\rcude-sc as obras seguinles, por menos do seu
valor: Ain.mili. Buvres pliilosopliiquc, 1 volumo,
com a lgica de l'orlo Hcal; V. Hugo, N. D. do l'a-
ris, :i voluntes, Solelas, 2volumc>, Diccionario Ita-
liano, I volunte, o Iris, jornal de Caslilho, 3 volu-
ntes, revoluran do 17, 1 volunte, aritbmclica de La-
croi*, I volumo, burro de Saluslio, t volumo: na
rua do lailleiiio n. 8, oncadernador.
o escriptorio de Novaes iVCoinpa-
nliia, na rita do Ti'apiche n. 3V primeiro
lindar, vende-se o segninte : tranras es-
treitas, caix.is de papelo para rape, co-
llieres de cstnnlio para sopa, rosarios de
missanga, voltnsdenljoliires, rendas, pen-
tes para seuliora, linlia de rori/,, palils
hordiidos, escovus para supateiro, (xirtes
de vestidos de lila e seda, ditos de (il(i de
seda pretos, chapeos do Chile grandes e
pemjenOS, prossose linos, ditos pardos o
pretos do Uto de Janeiro, tildo se vende
por precos haixos para fechar contas.
ROB I.AFFECTEUV.
O uiiiro avtorisado por derisiio do tbnttlho real
e decreto imperial.
Os mdicos dos bospilaes rccumnicndam o arrobo
l..illciii'iiv, como sendo o nico aulorisado pelo go-
vernoc pela Keat Soccdade de Medicina. ste mc-
dicanieutn d'uut goslo agradavel, e l.inl a lomar
em secreto, esta em aso na mariuba real desde mais
de 60 anuos; cura radicalmonto cni ponro leano,
com pouca dospea, sem mercurio, as Hecccs da
pello, impingons, osconsequoncias das samas, ul-
ceras, c os accidentes dos partos, da idade critica o
da acrimonia hereditaria (los humores; cnnviu aoe
ralbarros, da bovga, as conlrucgooi, e i fraquc/ir
dm orgAos, precedida do abuso dos ingocgOcs ou de
sondas. Como anl-s)philitico, o arrobo curo ern
pouco lempo os Husos recont ou relielik, quo vol-
veni iiiressantcs scni coosequoncia do cniprego da co-
paiba, da cubeba, ou das injccgflc quo represen-
lam o virus sem nciilrallsa-lo. O arrobo Lallertoiiv
be SspCcialinenle reconiniciidado coulra as doancas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio c ao iodurclo
de polasio. Vondo-se cm l.isha, na liolica de llar-
ral, o do Antonio Feliciano Alves de Aicvedo, pra-
ca 'de i), redro n. 88, mide acaba de elicgar una
raudo pnre.iii de garrafas grandes c pe(|uonas, va-
is directamente de I'aris, do casa do Sr. Boyvcau-
l.airccteuv 12, ru Kicbcv a Pars. Os formularios
dain-e gratis om casa do agento Silva, na praca do
I). Pedro n. H>. Nu l'nrln, cm casa de Joaquim
Araujo; na Haba, l.ima c\ Innaos; om l'oruaiii-
tnicu, Sdiini: Hio de Janeiro, lloclla o* Filbos, el
Moreira, loja dedrObaS Villa-Nova, Juan l'creira
do Magotes l.eile Hio-tiraude, l'rancisco de Pau-
la toulo \ C.
k..
I


Vende-sc cadinhos para ourives, chumbo cm
barras pequeasc -ramios, /inco em barras o follw
de Flainh-es, linio por proco commodo : im rua do
Bruui, fabrica n. 28.
3 Veuuc-se pitillos (ua Robretudn de Imrra-
<$ cha e seda, pioprit pura resanan Inr il.uliu-
W va, c por prcroipaw barato do que pin 011-&
W Ira qualqucr parte: na luja do sobrado ama- ft
W> relio, na ra do Queimadn M. 99,
Vomlc-sc as seiiiiinlcs semenles do orUlires
da mus novas que lia no mercado, valanos, ralia
netos broncos, encarnados, nabo rdioe hranco, al
face allenijo, dila rcpolhuda, couves saboia, Iron
rhuda. lombarda, salea, sebola de Sctubal, coentro
de to3se.ni, scflorellia, cenouras, pimpencla, rvpo-
lbo, xicorlft, lmales grandes, vcnilo-sc em poreo
maior iiwi* baratas para acabar: na ra da Cruz no
Recite n. fii, venda do MarlhinV Irmfl*.
Ni ra la I Vnba n. 23, primeiro andar, so dir,
quera vende '2 correntes para reloiiio, i par de pul-
reiras pares de brincos, 1 par do rozetaseom um
alfineleda ultima moda, um reloRo dourado, cor-
dese caracoes do cornalina encasloadas, e oulras
obras diversas.
Vendo-sc superior rarinba da Ierra em saceos, e
niesmo a relalbo, dita de barco de S. Matheus, c do
S.Catbarina lambemem saccase arelalho, c arroz de
casca, ludo por preco muito commodo: na ra do
Itangel armazem u. 26.
Na padari na na da Seuzala Velha n. 9, c no deposito da
ra do Viiiario n. 6, vende-sc pilo crioulo melhor do
que o aninmciado em oulra padaria, e a vista faz
fe ad\irlindo quo be Iraballiado |x>r machina
hraral, aem impostura. _____
.VITKNCAO SKMIOIUCS 1)0
B0M E HABATO.
Veiide-se mautei^a nglcza de superior
qualidade pelo liaralo preco de tt, (>10, e
7O II. a h ; assim como milito Ihuii cha da
India, a ifjOOO rs. a ; dito de S. Paulo, a
!>7 120 ^ ;viuliu del.ishoa ilc superior qualidade,
a 210 a 280 rs. a carrafa ; bolachinha de 10-
da nara eli, a fiO rs. a f; cbampamic em
meias garrafas de milito boa qualidade, a
10300 rs.; familia de Sao, moflo nova,a :(20
i | ; aramia muito nova, a 20(1 rs. a fi ;
assim como oulros muitos poneros por nic-
1 nos proco de que cm oulra qualqucr parte :
iaa larua do Rosario venda de qualn
las, ronrronlca iureja Ku 500x000 BS.
Vende-sc por ."tOOsOOO rs., uni.i Ixpogrnphia rom
lliai.de 700 3 de lypos muilo ln'in surtidos, o um
bom prclo da ferro c pao: i qiicm convicr drija-se
a roa das Cruzcs u. 28, segundo andar.
NA I.O.IA di: seis portas em fren-
te DA IGREIA DO LIVRAMENTO
vende-sc chitas de cores rom muito hom panno
a 7 viulens o covado, riscadinho Trance/ de cores
escuras a Hit rs. o eovatlo ; alpaca de cores, li/a
e de quadros a 210 re. o covado ; lencos brancos
de rambraia ; ditos rom barra de cores a itiO cada
um ; dilos para meninos a 80 rs. cada um ; corles
rtc caasfj 1 ~'.i h11T.-i hujio proprio para jaquclas e palitos a ll) rs. oco-
ido.
VMIO DE nOHDEAL'X.
Vende-se superior >nho delfordeaux em caivas
.! 12 garrafas cada una : na ra da Cruz, n. 8,
noannazcni de F. SoimiacA C.
SEMENTESDE HORTALIZAS.
Veiiln-ac emente1" di horlalirus de '"-
dasasqualidade, chegnda prximamen-
te do Porto por preoocommodo : na ra
Direita, venda n. 7<, esquina do horco
dos Peccados Moraos.
PARA QUERER HE PRECISO VER.
a meia pataca.
Na ra do Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
Dia*, vcudc-sc una porejo do chitas ondeadas de
ricas coros e Ihiiis pannos a IfiO rs. o covado ; idem
clmelas a 160 r. ditas muito linas cor dcvinlio
miudiiihas aOOn. : d-se amostras dohundope-
ti hoics.
Dcpoiito da fabrica de Todot o Santos Da Baha.
Vende-^e, emeasa dcN. U. Itieber i\C,M ua ra
daC.ru/ n. \, a I odao trancado d'aipiella fabrica,
muilo proprio para saceos de assucare roupa de es-
na\os, por preco comniodn.
Agencia de Edwa Maw.
Na ruado Apollon. 6, arma/em de Me. CalfflOnl
,V Companhla,aoha-M coaslanlemanla boni sorii-
iiicnlos de taixas de Trro cnado e batido, lano ra-
sa como rundas, motadas iludirs todas de ferro pa-
va animaos, ngoa, ele., ditas para armar em madei-
ra de Indos os tamaitos c modeloaosmaiBinotleriKM,
machina hoiisoutal para vapor coin forra de
\ cavados, cocos, pas-adi-irus de ferro cslanliadu
Iiara casa de punzar, por menos preco (pie os de co-
ire, eacoveas para navios, ferro iiu-le* lauto em
haras como cm arcse ful has, e ludo poi barato
preco.
Vende-se vinho da Madeira de superior qua-
lidade emquarlose oitavosdepipa, por preco com-
modn: no ario izem de N. O. Ilicbcr A Companhia
ua ra da (iiuzn. i.
Moinhos de vento
coin bombas de repulo para reuar borlase haixas
de e.ipim, na fundieaO de 1). \\ Ilowmau: na ra
doHrumus. 0, 8cl0.
A 5,000 ra. pequeo, e 5,500 rs. grandes.
Veudem-se chapeos deso de seda (agiota de
superior (pialidade, |>elos procos cima : na ra
^oC.ollesio n. 4.
Vende-so urna propriedade ilc (erras cerniendo
um iande pomar, na frcRuczia da Taquara, provin-
cia da l'arahiba: tambem permula-se por urna casa
lenca ncsla cidade, por escravos ele. l-az-se Im.l-
menle lodo naflodo rom quem pretender: a tratar
rom o Sr. Jos de Mello Albuquerquc Moutouc-
0TO| murador no caes do Hamos.
* Cmi.
Vende-sc cessoem barricas, cheuado ullimainne-
le : em casa J. Keller & Coinpanbia, na ra da
Cruz u. 55.
CALCADOS A 700 E .0001.
No aterro da Hoa-Visla, (k-frontc da
Iiiiiil.m II. ti,
lll cliegldo pdo ullimo navio francez, um novo u
nini|)lelo sorlimcnlii ele calr.iilos de (odas a quali-
il.nlps, lauto para homcni como para scnliora, nio-
niihwo lucilinas, .1ini romo os Lem contiendo- -.1-
palcsdc he/.enode Nanlcs para lioinememeninos,
nimio propriK para a eslacao prsenle, sapaloe do
Aracaly, a 700 rs., o de lustre da Baliia, a 3*MK)
rs., o um sorlimcnlo de (amneos c perfumaras,
ludo |>or preco muito commodo, a troco de scdulas
anida incsiiio v.lhat.
EXCEI.I.EMES BICHAS.
Chcgaram o arliam-se na a I fa ndeaa 3 millieiros de
ramosas bichas, viudas de Malaca ua inilaca liespa-
nliola >imiila, entrada rccciilemcnlo ueste porto :
os prclmdcnlc dirijam-sc a ra da Cadeia do He-
rir n. 12.
PAO CRIOULO.
Na padaria da ra da Senzala-.Nova, n. 30,
aclia-so 11 venda diai iamcnlc o helio pan crioulo, fa-
hricado por cylindro, .1 moda da crtc do Kio de
Janeiro, o qual alin da superioridade ao po com-
nnun, lem a vanlaccm de ser isonto de rcecbor o
ninis pequeo golpe de suor 1I0 amassador, vislo
pie lie amassado por machina : na mesma padaria
adiarto scnipre as pessoas de bom costo o secuinle:
BiKOltns de aramia e d'ovu libn.....i80
I-alias daiainlia.........f sjqo
llolacliiuhn. de aramia pura......'. no
00
TA1CUAS I)E FE URO.
. Na fiuidigab' d'Aurora {-.va Sanio
Amaro, c tambem no DEPOSITO na
na do Kriii loeo na ciitrada, c defrori'
te do Arsenal de Maiinlin lia' eempre
um grande ortimetito de tarchas tanto
de fulirica naiional como estrangelra
batidas, fundidas, grandes, iKMlueias
ra/as, e fundas ; e em amJxis os logares
existem ((uindastes, para carregai- ca-
noas, 011 carros livres de despeza. Os
brcol sao' os mais commodos.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicfto de C. Starr & Companliia
cm Santo Amai-o, aclia-sc para vender
iiineiiilas de cannas todas de Ierro, de um
modello c construci'au muito superiore
rOTASSA 'Sl'PERIOR
Vendem-se por preco muito com-
modo, no armazem n. 7 de caes da
alfandega, de Jos Joaipiiin Pereira de
Mello, oii no escriplorto de Novaes A
Companhiana ma-do Trapiche n. 5*.
Taixas para engenhos.
Na fundieao' de ferro de D. W.
Rovvmann, na ra do Brun), paitan-
do o eliafari/. continua liaver um
completo sortimento. de taixas de ferro
rundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaet acham-tea venda, por
preco commodo e com promptidao'
embarcam-te ou carreganweem carro
iem des|ie/.a ao conipraclor.
Vendem-se em casa de Me. Caliniml S Ouii-
panliia, na praca do Corpo Santo n. II, o MgainfO :
vinlio deafunUleeni ciiiu de 3 a l> iluzlas, linha
em novellos eearreleis, bren em barricas muito
grande., aro de milao surtido, ferro inglex,
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Qtureano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stollc em Ilerliii, empregado nos co-
lonias inglesas e hollandezas, com gran-
de vantagem para 0 niellioranicnto do
atracar, acha-te a venda, em latatdelO
libras, junio com 0 nielliodo de empre-
ga-lo no idioma porluguez, em casa i le
N. O. Biebcr & Companhia, na na da
Cruz, n. i.
GRANDE FABRICA DE CHAPEOS DE SOL,
ROA DO COLUCIO N. .
J. Falque fa/scienle ao respeila\(d publico de
Periiainbuco, e em particular aos sens l'recuezes,
que araba de recebor de l'aris, cuino do Rio de Ja-
neiro, da lahrira de l-'alque Irinas, um lindo e
completo snrliineuto de chapeos de sol de seda e de
panninlio, lauto para luiineus como para senhoras,
tendo para os prinieiros um csrnlhido sorlinienlode
chapeos de sol com cabos inleiricos os mais lindos.
que lem viudo em caricalurasdixersas, dilnsile can-
ua, ele.; grandequanlidaile de seilas e panninho-
em peca para cubrir arinacoesser\ idas, as que forein
de ferro, enverniaam-M que hcain nova. baleias
larcas, eslrcilas e de ac para isparlilhos o vestidos
de senhoras, bengalas bonitas : cohre-se e coneer-
la-se toda equalquer qualidade de chapeos de sol:
lodo- Mobjeetos cima inenciiuiailos vendenl-~i' em
porcao c arelalho por menos preco que em nutra
qualqucr parte.
Yeiideni-M' relogios de ouro, pa-
tente ingle/., os iiielliores que lem viudo
a ette marcado, c do mais acreditado
fabricante de Liverpool : em casa de llus-
sel Mellors >V Companliia, na ra da
Cadeia do Recife, n. 30,
Vendem-se nsNerdadeirossellinsinule/cs, pa-
tente, de nuda e semella: na ruadaSeu/.a la o-
va n. i.
Vendem-se saccas com farellos, a 3?00: no
armaran u. t do caes da Blrandega.
4
OVAS DO SERTA O.
Vcnde-se o\as do serlao muilo rescacs v por ba-
ra(o.prerf por olla i'quare>ini: na ra
do yiieimadol*. H.
Vende-sc urna casa lerro^ila na froffUClia de
Sanio Antonio, por preco roMbodo : no largo do
rollciiio, n. (? piimeiro andar.
RAPC PAULO C0RDE\R0.
N ra do Cadeia ilu Kccifeloja n.SO deCunha &
Amorinj, vene-oe btese meioditoUerapc Paulo
Cordeiro.
Vende-se presiinlos inglczes muilo novos para
Hambre, lalascoui bolachinha. desuda IngUaa.quei-
jos de prato, conservas muilo novas, sement, de lo-
dos as qualidade. de horlalicc, chcgadasullimaineu-
tc: na ra da Cruz u. 46, dcrronlo do Sr. I ir.
Cosme.
lio de algodao da Ra-
bia, por preco commodo: no es
Criptorio de Novaes cv Gompanliiit
na ruado Trapicbe u. i.
Vende-se
por preco
ip
\ eude-se um prclo bem proprio para armazem
de as-tirar, mi milro qualqucr serxico, heefioulo,
moco, robusto, e lem muilo boa conduelo : na ra
largado Kosario, toja u. 3.">.
Em casa de J. Keller iV C. na ra
da Cruz n
DAVID WII.I.IAM 110WMAN, enaenhelro ma-
rliiuisla c fundidor de ferro, inui respeilosamente
aniiuneia aos senliores proprielarios do engenhos,
fa/endeiros, e anrespoilavel publico, que osen esla-
Merimenln de ferro movido por machina de vapor,
ua ra do Brum passando orhafaliz, ronlina cm
eueclivo evereicio, ese acha coniplelameule moulado
com apparelhos da primeirn qualidade para a per-
feila confcccaOdas maiores pecas de macbinismo.
Ilabilitailii para omprohoiider quaosquer obras da
sua arte, Da\id William llowman, desoja maispar-
ticularmenle chamar a atlenca publica para as se-
guidles, por ler dolascraude sorlinieulo ja' prom|i-
to, em deposito na mesma fundica, as quacs rons-
liiii.l.i-einsua fabrica pralem coiiqielir com as fabri-
cadas ein pai/. eslranueiro, tanto em proco como cm
qualidade de material primas c ma* de obra, a
saber:
Machinas de vapor da melhor ronslrucao.
Moendas de caima para onuenhos de lodos os la-
nianbos. mi idas a vapor por anua, nu animaes.
Hodasde aiaia, inoinhosdevenlueserras.
llanejos indepe:idenlespaiaca>allos.
Iludas dentadas.
AgoJlhftBSi bron/es o ebumaceiras.
Cavilbrieseparafusos de lodos oslamanhos.
Talxaa, naroe., erivos e boeai de forualba.
Miiiubos de maiiilinca, movidos a ma ou porani-
ui.es. e preiMM para a dita.
Chapas de IbRaSerornoi de farinba.
Canos de Ierro, lorneim de Ierro e de brome.
Bombea para cacimba c de repulo, movidas a
ino, por animaes nu vento.
Guindados, guinchle macacos.
Prensas Indi ulicas ede parafiiso.
l-errauenspara navios, carroso ohra Columna!, vareadas, erados o portfle,
Prenmide copiar carias e sellar.
Camas, carros de mane arados de ferro, ele., ele.
Alm dasuperloridado das toas obras, ja' geral-
menle reennhecida, David William Bowmaugaranto
amaisevacla conroiniidaile romos moldes C dcsc-
nbos reinellido- pelos senliores queso dignareffl de
fa/er-lhe enciuniuendas, apruveilaudu a oeeaiia pa-
ra agradecer aos seui numerosos amisua e Ireguezea
a preferencia cun que lem sido por ellos honrado,
e nssoiMira-lhes que n puupara esforeosediligen-
cias para continuar a merecer a sua conlianca.
AO BARATO
Na ma doQueimado, leja n. 19, ba para vender
i hilas eabocliubM cores Das a (>s(KKl rs. a neei,
corles de caseiuias rlaslicasgustos moderniisa SUMO
is. o corte ; para acabar, brins largos de quadros, a
20 rs. o covado, he proprio para diversos misleres,
lisiado france/.es, e chitas lamas, a mi rs. o cova-
do, esleirs da India laraas, a ,>S00 rs. : e oulras f-
mulas, por procos mdicos.
Vendo-se um carrinho de f rodas rom i assen-
senios, sendo -i para nteninos,eom lauca e varaei pa-
ra I e -2 ca\allos, em miiitu liuui oslado por ler sido
rubricado a anno e meio, por proco commodo: os
preteudenles dirijani-se ao aterro da Boa-Visla n. ti,
segundo andar, das tas lll horas da inaubaa.
Vende-se I res predios de ('asas, per-
leneeiilesaii Sr. Josi' Joaipiim Al ves Tei-
irimeiro de Iresandares nobair-
travetta da .Madre de Heos
Cinco Ponas n. ~>-2
00, ha para
commoilo, eolitos
carros,' cbegndoi ltimamente
vender, e por
Dropriot para
Ditas americanas
Jliscnilinho. de erva-doec
Dilos de l.ima. ...
Dilvsdo laranja .
Dilos de familia. .
Hilos imperiaes .
Ditos amanto.. .
4(10
400
400
800
00
800
-.?. O abaisoassi^nado vende o scu cugcnbu
]* Sania Mara, ha ponen levantado, na co-
\) marcado Cabo, o qual divido com os enge-
* nhos Sibin de Sania Cruz, Cachoeira,
'W (luelu/, e Caipi, be de boas maltas, Icr-
(^ ras de muila proitucjao c j demarcado ;
(b 'Klla,nlcn,c vende, se assim convicr ao
jA elhs-tua para pagamenlu do rredor c hv|io-
*" becario do ditocngcnliu, Jos Mlrnues da
fy Cosa Soarcs : qocm o pretender dirija-se
,. aodiloengcnho, ou ao referido credor.
&I 'fliamaz .\/nr//ur< Ja Cotia Soiim.
-- Vendem-se relogios de ouroe pra-
ta, |iatenle inglez : na ra da Sen/.ala
Nova n. -t2.
proco
cobrii
\ 500 US. A VARA
Brm trancado hranco depuro linhn, iniiilueu-
corpado: na lujada esquina da ra do Crespo, que
volia paraaljideia.
Venilem-se vacptelas de lustre, para
coberla de carros : na ra da Sen/.ala
-Nova n. V2.
Vendcm-se lonas, hriu/a, hrins c meias lo-
nas da lUissia : no armazem de N. O. Biebcr (\-
Companhia, na ra da Cruz n. i.
Vende-te nina typogrnplun com
Um bom prclo, com grande ou pcipti'iia
porcSo detypos, ciileiles, e muilo boas
canetat emm linio a vontade do
comprador ; esta' tao bem montada que
ie pode immediatamente entrar em ta-
balbo : na rita da Praia n. 55.
.':; I'AI.IKIS i El ros. i
Vcnde-se pallios de panno lino prclo e de
cores, sendo da ulli'ua modo, o preco de agr- ;:f
4$ dar ao cumprailor: ua hija do sobrado amo- fc
y? relio, na ra do (Jiicimado n. ). f
COIlliltTORES DE TAPETE
Esruros para escravos, a 000,' I^-OIKI e I?il0rs.:
na loia da esquina da ma do Crespo que Milla para
a Cadeia.
CORERTORKS DE TAPETE.
JVa ra do Ci'espo n. 0, vcnde-se superiores colier-
lore- lc algodlo esi-uro, pioprios para escravos. a
1KXI, I3IKMI rs. elpiidcada um, briin trancado blan-
co de linho puro, a 00 rs. a vara, corles de dito es-
curo, a 19)40 o SjOOO rs., corles do chita com halla-
dos c barra,a 3OOO rs., leudo 13 rovados cada um,
cilas escuras deludas seguras, a l!0,180, c 011 rs.
o covado, selirn prclo maro, a 3^100 c:ts00, pan-
no prclo fino, a 3 c 4DO00 rs. o covado, dilo atol
muilo lino, a 49000 rs. o covado, pecas de camhraia
de lllpicoa com V varas, ale ifrOO, e muilas mais
fazenda* por menos preco do que cm oulra parle:
na 1 u.1 do Crespo, loia 11. 0.
DOCE DE BACORY.
Chegou recentemenle do alaranhao nina |iequena
porcao dcsle delicado doce, o melhor que ha, tanto
pela sua cxccllenle qualidade, como por consonar-
se poi milito lempo em pcifoilo oslado: vende-w
cm 1 as.i de l'ontc o, Irmo. na ra da Cadeia Vclba.
Vendem-se verdadeiro vinbo di
\cira, o
ni do Kecifi
n. I li, OICglindO lias I
eo terceiro na ra dos Pescadores n.57:
os pretendentet dirijam-se a Oliveira li-
maot&C, na rita de Apollo 11. IV, para
halar.
AOS FABRICANTES DEVELAS.
Vcndc- demuilosuperioTe o por commodo preco: nu ar-
nia/c.....le l>. II. Andraile tV C, na da Ou/., con-
fronle o chafari/. u. 111.
TOAMIAS KClNOMICAS
pura iiiO'ii a l.-H-IHl
na nn do Crespo, loja da esijuina a Cadeia.
BOTICA
HOMEOPATHICA
I! lU'A HAS CRZES 'I.
Oirif/da por mu ptuurttuueutco approtao
Bale eslabolecimento ponae lodosos me-
dicainenlosali' agoraevperinienlados, l.inh,
na Europaci......un Brasil, e preparados po-
las macliluas da inventas ilour. .Mine.
Carteira.de liUubosal loo. porpreeoiva-
riavei., conforme a qualidade das caivas, a
quanlidade dos remedios e suas dMiaini-
saces.
Vende-se rapas c chapeas do borrarba, ulli-
mameulc rbegados de Inglaterra : na loja a.:) ao
lado do arco do Sanio Anlonio.
'O abaiso aMiguado, agente neata praca do l)r.
Bnmdrolh, faz .denle ao mpeilavcl publico, que
pela barca americana aHmirla Baning, entrad, no
correlomer, tom recebide DOVO |>in\inn'nlo de pi-
tillas vegelae. ; csms pilulas, cujn autor basta paca
garantir sua exccllcncia, lornam-se mfltto
ni, ii.I.ivcis por ser um medicamento iiilciaiiienle
inolTi'iisin., pudendo applirar-sc alo s cri.inc.is re-
comiiawidirs.; ulliinameute se lemapplicado a urna
infnidade de moleslias julgadas incuiavei-. de cuja
.i|iplicacao se lem tirado tilo felizo. resultados, que
parece cada vez mais rcsolviilo o problema de um
remedio universal: vende-sc na ra da Cadeia Ve-
lha u. 51, botica de Vicente Jos dcBrilo.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cunlia A Amorim, rccebcran pelo ultimo navio
de Lisboa harris com 4 Tp de superior cal em pedia
para o fabrico do assucar, e vendem |r menos que
cm oulra qualqucr parte; e para rechamcnlo dren-
las um restante do potassa americana: na ra da
Cadeiado Hccifc n.50.
_ Vendc-scou arrcnda-soocngcnho TclcKr.ipho,
distante desta praca duas leuuas c meia, muente e
crrenle, com boas maltas o Ierras de planlacao, boa
casa do viveuda, e animaes de roda : os pretenden-
tes dirijam-sc ao lerceiro sobrado da ra to Fagun-
dcs.
COLCHAS BBANCAS COM SALt'ICOS
a I.NiHi cada urna
na roa do Crespo, loja da c-quina que volla para
a t.adeia.
Vende-te por proco commoilo, rclnsins de al-
oiheira inalezes, de patente: na rila da Cadeia do
Kcrifc n. I, armazem de Barroca Caslro.
fts4stsiass
Vende-so enres do vestido de chita larga, C
J.J franrcza.rores (ivas e padrees escuros.a -254100 Clt
f( re. cada curte: na loja do sobrado amarado,
S} nosqualro calilos da rila doQueimado n. -20. }
Vcndc-sc una barraca nova de primeira via-
ueui e mulla boa.de vela, de lote de 11 calas e mul-
lo bem construida, a qual se vende a prazo ou a
Iroeo de alguma casa sendo terrea, se exceder de sen
valor di-seorcslo: a tratar na ra da Cadeia dolte-
elfe, loja ii. 51.
Vende-te sacias com milho : no Hccifc herco
L.iuii, lalierua n. I.
NA LOJA DE 0 PORTAS EM FRENTE
DA IGREJA 1)0 LIVllAMENTO,
vende-se pecasdo chitas de cures, ruin.....Itobom
panno, a .V-IKKI rs., dilata 15SIKI is. ; corles de cas-
si chita a l>IISIrs. rom I, ', varas.
Vende-se colelias lirancas A<: sal-
pirns muilo eneoipadas, pi-opriaspara o
lempo de fro, a 1,600 rt. cada urna: na
rila do Crespo, loja n. (i.
>:;.;:'::: ^-?'- sr;-- ;:::'; .':.-"..;: :f-.-
;.-3 COIITKS IIHC.ASSA SlllA, A v-oiki. ;(
JQ Vendc-sc eiirlcs de voslido de cassa seda, &
;j pelo diminuto proco de .Vsouo i-s.: na luja ft-
do sobrado ainarello da ra do yueimado (i-
n. SB. ;.
:.;;;;v'-;:;:::':";r-;::;;: :::;;;:::;::;:;
Vende-se 3 ricos coeiro. bordados de mallz,
de bom .'iislo, por preco ennimodo : ua ra da Ca-
deia de Santo Antonio, no sogundo andar do sobra-
do n. II, da esquina.
ANTIGUIDADB E SUPERIORIDADE
DA
SALSAPARRILHA DE RIUSTOL
sobra
K SALSA PARRILII1 DE SANDS.
Atiene ao'
A SALSA I'AHIIILIIAIIE BBISTIIL dala des-
de IS32, c lem cnuslanlemeiile mentido a sua i'r-
pHfanlo seni necessidade de recorrer a pomposos
annuncins, de que as preparaces do mrito prnlein
dispen-ar-se. I) SUCCOHO do llr. IIIII.-lu. lem
provocado infinitas nwjas, e, entre oulras, as dos
Sis. a. II. I). Sands, de New-York, preparadores
c proprielarios da salsa parrilha conhcriila pelo no-
mo de Sands.
Eslcs seiihnri's solicilaram a ageneia de Salsa par-
rilha de Brislul, c mino nao o podesscni obler, fa-
bricaran! una iiiiiliiriiii de Brislul.
Eis-aqui a carta que ns Sis. A. II. II. Sands es-
creveram ao Dr. Brialol no di.a 20 de abril de 1812,
e que se acha cm nossn poder:
Sr. Dr. c. C. DrUtol.
Bfalo, t\c
Nosso aprcciavcl senhor.
Em todo o auno panado lentos vendido i/uaiiti-
ildilr.' eoniideravell do extracto de Salsa parrilha de
Vine, e pelo que nuv irnos ili/.er de suas riiimle<
aquellos que a ti-in usado, juluamus que a vendada
dila medicina se augmentar iimilhsiinn. Se Vine,
quizer fazer mu rwuriitti coinuosco, eremos que
nos resultara muila vantagem, laido a mis cuino a
Vine, 'reuns iiiuilo prazer que Vine, nos responda
snhre osle assumplo, e se Vine, vier a esla oblado
daqui a um mez, nu cousa semelbaule, (criamos
muilo prazer em overeni nossa botica, ma de Ful-
la......79.
Ficam is urdens de Vine, scus securos scr\ idores.
(Aaignados) A. R. D. SANDS.
CONCLUSAO'.
t. : A anliguldado da salsa parrilha de Brislul he
claramente provada, pobquo ella dala desde IK32,
cque a de Sands sii appareceu em 1812, poca ua

(13 CM Aa ->
lilil
o
4
0
i
Vende-se dons mdalos : na ra da Cadeia do
Rocllo. n. :\2.
Vendc-sc :i \arras, sendo nina parida : nu
ra do Sebo 11. Xt.
Vende-se loncos, e loalhas de lah>riiiflio ,
chegadosagora du AraeaU por procoi mui commo-
dos : na rua da Cadeia do liedle u. 18, |nimciru
andar.
Na loja u. -2 da rua Nova, aira/ da matriz,(em
sempre sorlinieulo de roupa leila. c eamisas bran-
B, ealrados c eliapeoii para I........ni.
Vendc-se una linda muala,nioea, propria pa-
ra mucama, por" ser linda figura, e um mulaUnlm
para pamun, muilo bonilo, rom Mannos: na rua
I.ii :.i do Itosario u. :>>.. emitido andar.
Na rua dasCru/.cs u. 1, veode-flO nina esera-
va, rrioula, en^ommadeira, cuse chao, co/inlia e
lava tlcsablo,
TAPETES DE ESPARTO
vendc-00 na rua da Cadeia do Hccifc n. f8, pri-
meirn andar.
CAPACHOS COM ABERTURA.
Vende-se capachos rom abertura, para mesas de
meio de sala: na rua da Cadeia do Kccile n. 18,
primeiro andar.
LOJA DE COUROS.
Vende-so una cxccllenle loja de couros cslabele-
cida ua rua do l.ivrainonU n. 37, Im mais de :i(> an-
uos, muito alregueuda, com segnranei da consor*
\ac,in na loja, pelo niesmo propiielario: dirijam-sc
a mesma b>ja ou un sobrado.
Vende-so cm ]iiiirao ou a rclalliu,
"i
iliiins'nio ; assim como 2 rolOcs
|IIIS-
sinins, todos guarnecidos de madi-epciv>.
la ; laiiibeni.recommendam 0 8cu gran-
de sortimento de todos o mais imtru>
mentos, lauto para orchestra, como ia.
ra iiiiisica militar, por menos pirro |,,
que emoutra parte; sendo para liquidar
con tas.
MOBILIAS Di: FERRO,
como srjain, radeiras dedillercntes mol.
des, mesas esofa's, tildo do mais moder.
do goito, viudo de Pars: vcndc-sc na na
na Cruz, fl. 10.
Charutos de Havana.
Os melliore que teem vndo a cstc
mercado, vendem-ac contnuada:nciilc,
em cjisu de Brunn Pracger & Compan-
'lia, na rua da Cruz n. 10.
ARADOS DE FERRO.
Na fundcno' de C. Starr. 4 C. cm
Santo Amaro aclia-se para vender ara-
los de ferro de supe ior qualidade.
ESCRAVOS FGIDOS.
23:000 RS.
I'MA CARTEIRA rom os 31 principaos
remedios hemeonalhieoae3 obras ulffcrenles,
illdispeusavcis para os principiantes que se
qui/ereni convencer daverdade da nova me-
! dicina ; conlendo alm do nmilus cuiiselbus
i clnicos, a palbogcnesia de W medicamen-
' los.
'I'uhns avulsus( cada um ).....I^IMK) i
'l'iiilurasde lodos os inedicamenlos em Iras
eos.....(onca............39000 j
Na mesma Indica enconlrar-se-ba sempre
um L'raude sorlinieulo de li\ros em porta*
guoie franco/:, e emrun luduquanlohc no-
cenarlo para o esludo e pralica da liomoopa-
rV?" //. RBFORMAM-SE GRATUITA-
MENTE todas ascarloiras vendidas noos-
labeleciuienlo, cujns remedios, pela hmida-
leon pnripiahpier oulra iau-,1, liveremsi- '
lo deteriorados.
champagne de excellente qualidade, e
muito em canta, para liqmdarao' : cm
casa de Brunn Praeger & C, na rua
da Cruz, n. 10.
SAPATOS DE BORRACHA.
Na rua da Cruz, confronto a l.ingocla n. 36, ven-
do-He superiores sapalos de borracha, proprios para
o lempo de rhuva, e por preco commodo.
VINIIO DO PORTO ML'ITO FINO.
Vende-se superior \inho do Porto, em
barril-de4., 5. e 8. : no armazem da rua
iln Azeite de Pcixe n. i\, ou a tratar no
csi/riplorio de Novaes & Compendia, na
rua do Trapichen. 54.
FAZENDAS DE I'IIAMEZIA.
I'.a-i'iiiicas curdo lama de Taris, propria. para pn-
lihts, colleles o calcas para os rapaie.de Ikiiii gusto,
fazenda da (bina propria para vesluaiin. de meni-
nas do bom lom, dila para collele da rapaaiadado
bom lom. cortes de caseiniras da llussia por383UO
rs., proprias pata o invern: ua loja u. da ma
Nova, aira/ da malr.
Vende-te o muito superior vinho
francez, branco e tinto cm harris, che-
gado ltimamente, o gigol com cham-
pagne, tudo pelo prerjo o mais commo-
do posiivel: na rua da Cruz n. 20.
CU SITI E l'M TERRENO.
Vcnde-se um silin na estrada i|uo segu para Re-
leni, na eurrii/ilhada entre as de Sanio Amaro e
Rosarinlio, e fronlelro ao do Exm. Sr. visconde de
(ioianna. cun casa de \i\uuda de pedra e cal, ca-
cimba, porl.io. arvores frucliferas, e luda em nula
com cerca de liinoeiios, com Ihiiii e prudurliMt ter-
reno o urna pequea hai\a:'o mesino siliu lainhcm
so bv|Kilheca, ou com elle soAupcr.....la por casa
uesl cidade: lamhem se ^eude um terreno tiesta
cidade, no lugar dos Coelbus, na rua chamada do
Jasmim nu l'ia/eies, proprio para so linear una
casa Icrrea recular : ipicui pretender ipiabpicr dcs-
le. negocios, pode dirigir-sc ao alono da Hoa-Visla,
loja n. 58.
Vende-se sujieriur fio de vclla muilo proprio
ara coser saceos com assucar, cm casa de James
rablrcc & C.: rua da Cnu n. 13,
Na rua No>a n. IH loja de M. sempre um grande sorlinieulo de obras feilas de lo-
das as qualidadcs, lano superiore., como mais ordi-
narias; camisas brancas linas franrezas c do cores;
chaiieos francc/.es linus ; dilos de baca d'alia larga
broncos, cor do chumbo, prc'.os c cor de vinho, os
mais linos quo ha no mercado ; dilos do sol de seda;
um sorlinieulo de pannos linos e merinos de todas
as core- ; brins branco. c de coreado puro linhn, e
de oulros muilos padroca; lencos de seda para al-
gilieira ; dilos para grvala ; suspensorio ; bonetes
para omiit.it la de MOboraH; dilos para homens; pale-
Ida; calca, e Jnela, para pequeos de 10 12 an-
uos-, um'vrandcorliinciiln de palelii- de ludas as un,s
equalidaili- I'a/eto M \i-lidospara senhoras monla-
iimii a ravalio de merino de nualquereor de Ojjivmi w
O90OO rs. Ha um sorlinieulo de charuto, hitos che-
gados da llahia, e oulros mais baratos pal a ai altar ;
enilini o fregu/, que enliai ncsla loj.i, labira
promplo de um laclo completo, Ira/endo sempre o
governador do inundo o seuhor diulieuo.
qual osle droguista nao pode ohler a agencia do llr,
llrislol.
2.- A superioridade da salsa parrilha de Brislul
he iucimlcsIUMd : poil (rae nao obstante a concur-
rencia da de Sands, e do unta pnrcao de (ultras pic-
paracoes, ella lem inaiilido a sua rpulaco cm qua-
si toda a America.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
salsa parrilha em Indas as t-nfermiilades originadas
pela impureza dosanguet eo hom xito oblido ncs-
la corle pelo III111. Sr. llr. Sig.ud, presldonte da
academia imperial de medicina, peto illuslrado Sr.
llr. Auloniujos Peivolo em suacliiiiea, e cm sua
afamada casado muido un (anilina, pelo tiln. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do evciciio, e
por varios oulros mdicos, permuten) boje de jto-
rlainar altamente as \ irluiles cica/es da salsa par-
rilha de llrislol, vende-se a 3)000 11 vldro.
Visto achar-se de novo aborta a holica do Sr. Jo-
s Marta Goncalvea Uantos, na antiga rua dos Quar-
leis, mudnu-se nutra ves para alli ti deposito da sal-
sa parrilha de llrislol.
;.:;:; .';-: .v;::.-: ::;::::.::.:;::;;:::.;
i GANTOIS PAILHETE c\ CO.MI'A- i
j| NHIA.
C.nnlinua-se a \euder 110 tleposilo gcral da v^
& rua ta Crai n. ". 0 OXcellontO e bem con- i
jf5 eeituado rap areia prela da fabrica tleau- &
?$ luis Pailhelc V Companliia, ta llahia, em $;
fO gratulescpcqucuasporcos.pelo |trecoeslabc-
; i lecido.
:.:r::::::-::::;:::i::-:::::;:::::;
Olooospecifico para curar a caspa o con-
sorvnro cabello, continua a vontlor se na botica
da ruado Rangel n.64, a 040rs.cada vidro.
- Vcndc-sc no armazem de Antonio
no armazem
Aunes Jacome Pires, sito no largo da al-
fandega, paneiroscom sal doHaranhao,
muito recoiiinicndavel pela sua litnpe/.a
para ;aslo de casas e pelo barato preco
de OOrs.
Remedio especial para boulias o cravos
seceos, rontinua a vendor-sc na holica da ma do
Rangel n.G-i,quc fui do finado Sobaslio Jos de
Oliveira Macodo.
AGENCIA
Da Fundieao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Nesle eslaheleciinenlo coiiliiia a la-
ver 11111 completo sortimento de moen-
das e meias moendas para ciigcnhn, ma-
chinas de vapor, e taivas de Ierro balido
e coado, de todos os tamaitos, para
dito.
DEPOSITO DE CHAPEOS DE SOI.
Francezea, rua da Cruz n. 15.
Primeiro andar.
Os Srs. Manuel ,\ Villan (cen a honra de par-
ticipar ao respcilavel publico, principalmente aos
-'"i.....a legistas que acaban de receber um tiro
e completo sorlimcnlo de challos de sol de seda,
pira bninein e para scnliora, bengalas de todas as
qualldadei e pregoa. \~ pestua que os bnararasn
luinsiia e-liin.tM'l pic-nira lir.11.,,1 salisfeilas da
qualidade dos tlilus e da redcelo dea preces :
vcntle-M em porfi, a pra/o c a diiihelro, a caa
oslara abarla do meloda a-1 horas da larde.
PARA CARROS.
Cascmiras para forros de carros por ser de una 1
su cor ; ua loja n. 2da rua Nova.
bolacha ingleza, em barricas de 2 I yl
arrobas, a melhor que lem viudo a esje
mercado porserem de boa fnrinha,ede
malva grande, a5^500 rs. a arroba : em
casa de Adainson llmvie >\ Companhia,
rua do Trapiche 11. V2.
PBCHIMCHA.
Spalos de couro tle lustre para scnliora, a IJ380
u pac, hor/eguiis ilcdito, :l--ooi) ,- :v.Ji 111 : ricas li-
tas de sarja lavrada de nevos gustos para cinleiru,
e chapeos, luyas tle seda asclinada, branca o cor do
calina para menina e scnliora, lastle Imlas as cores
|iara burilar, ilando-scas ainoslras aos compradores,
e oulras muilas colisas por proco commodo : na na
da Cadeia to Hccifc n. lll.
PASTILHAS DE SOULLI
Vegeta es contra as lombrigns.
Appravada pela junta eenlral de liygieae publi-
ca e preparadas por J. M. Suulli, pharmaceiilico,
ineinluo lilulnrda arailemia imperial de medicina e
ta sociedado tle pharmacia do Itio de Janeiro.
(I nico dopoaito verdadeiro tlessas paslilbas be
eatabclecldo pelo mesmo autor t\i\ botica do Sr. Jos
da llnrlia l'aranhos, rua llireira n. SK, cm l'ernani-
hucti.
Desde muilo lempo a arle medica eslava pro-
cura tle um meilieameulii que losas facilmculc ad-
ministrado as criancas sujeilas s moleslias vermi-
nosas, molestias lerri\eis que coitilu/em lodosos das
ao tmulo um grande numero deltas.
(I goslo e eheiro dos aiilhelminllcos empregados
ale boje cram oulros tantos obstculos sua admi-
nistrando ; por isso eremos ler prestado um grande
serviro humaiiidade, e principalmente aos pas
de familia, aiinuneiaudo-ihcs um \erinifugo, de-
baixu da forma de paslilbas, sem rheiro e sera sabor,
que possne a accflo a mais enrgica como aiilhel-
uiinlico veruiicido eotitra as lonibrigns inleslinas.
i Onnbrigtu. oxgura$i e/e., eir. 1
A composicao das paslillias he puramcnle vene-
lal. yuando em I Si:, li/emos a lal preparaeo, es-
livemoslao rcrlo da sua acert vermicida que litio
hesitamos um inflante em cvpcrimeiila-ln em uns-
sos proprloa lillms entesde ;i fa/er ronheecr : oef-
feilo foi espantlo, a logo que os Ilustres professo-
restlo Kio de Janeiro e das mais provincial do im-
perio a eoiihcccraui, nao dimdaram emprcga-la cm
lodosas moleslias verminosas.
O elleilo tiestas paslilbas he liio eerlo (|ue ntlo po-
de liaver a menor dnvlda sobre a sua eflieacia, ni-
mu consta tas upinies tle muilos illuslres mdicos
queahaiM Iranserevemos. Comtudo, como as cri-
ancas oslan sujeilas a oulras moleslias cujos sv mpto-
mtis sao tpiasi os meamos das moleslias verminosas,
aconselhanios, hoscosos graves, tic consultar um ho-
mem ta arle antes tle administrar as ditas pasli-
lbas; uAuque ellas possan protlu/ir algimi man cf-
feilo, |ior(|uc na sua composicilo nada entra tic no-
civo ; mas porque |teiisaiuns mis que u'aqiiclles ca-
los graves Dtkt deve admiuis!rar-sc remedio algiim
emquanto a molestia nao be [tcrreilamentc diaguos-
lieatla.
A th'iscdas paslilbas he a seguiulc :
Duas a seis paslilbas cm jejum, para as criancas
de 2 a (i anuos, augmentando a tlse gradualmente
segundo a dude. De de/ a dozc paalillta. para o.
adultos, c quinze a v inte para as pessoas de 30 an-
uos para rima.
Ho|iclc-w! a mesma dtisc tres das a fio, o noquar-
(0 di. pode-se dar um purgante, do oleo de ricino
N. II. Pode-so augmentar a 'dse das paslilbas
sem rercio de protluzir irrilaetln alguma na. v jas di-
gestivas ; esc algumas vezes mo ha lombrigas ex-
pulsas, pudi'-se oslar ccrlo quo lodo e qualqucr
symploma tle molestia verminosa lem deeappare-
cido. Segucm-se 09 allcslatlos de diuercnles m-
dicos.
, INSTRUMENTOS DE MSICA.
Brunn Praeger & Companhia, na rua
da Cruz, n.l, recebera 111 de novo um
lortimento de iiistrumentoJ de msica ,
como sejaiu, llautins de bano em mi Ix-
im)l i- la', com chavea ; pistos com sua
competente caix ; flautas de buso: io-
r.
I"
ni
rt
rt,
ni
lt
I ir-appareceu no da, 9 do correnle, um prc-
lo crioulo, ponime Geraldo, o qual representa ler
do idado 8a30 annos, levando vestido camisa tic
iilgodao trancado, cal^a de zuarlc, o com um sur-
rao ; este prelo veio do Ico rcmellido pelos seiihore
Caminha & l'illios, os quaes o liubam compra-
do a Manuel Rodrigue, da Cosa, da villa de Mi-
lagros, comarca do Cralo, provincia do Ccar.i, Ion-
io dilocscravo (tcrlcneido lambein a Manocl tle Je.
ais da CoiieeieaoCunha ; e para inaisesclareeitneti-
lo lom os -un.es seguimos : haiio, cabellos bran-
cos nos lcitos, bastante barbado; andar corcovado,
o falla muilo Imiso: quemo pegar leve .1 a ruad.
Conccieio n. II, que ser bem recompensado, un
na rua da Praia armazem tle (juilbcrmc Soaresll'i-
Iclho.
Dcsappareccu no dia 3 do correnle, o prelo
Justino, haiso, o grosso, com falla de dous denles
na frento, levou calca o camisa azul, bstanle rola,
he muilo prosisla, consta andar com os lieicos iu-
llammailos de brigar, consta ailar nos suburbios
dosla cidade, por ler sitio encontrado por vezo-;
assim como no Poco, Casa Porte, Monteiro : ru-
ga-sea qualqucr itcssoa que o pegar mmlc levar
a casa de seu senhor na rua Direita n. 7(i, c 78, que
sera generosamente recompensada.
Nauoilede II do correnle, fugio da casa 1I1
ahaixo assiguado, urna cabra por nomo llosa, repr-
senla ler 3J anuos, he um lano gaga, lem nina cos-
tura no |iescocodo um (albo queden cmsi; lio has-l
laule fcia, levou um vestido usado, foito de bocatlt
de chita ; queni a |iegar leve a rua du Trapicho, 1..
II, hotel Francisco, ou na Passagein da .Magdalena
sobrado do Sr. Vcigas, que ser bem recompensado
Francisco Anlonio Cocino.
No dia 10 do correnle, auscnlou-se da ctua di
ahaixo assiguado, um eseravo pardo, por nonti
Francisco, leudo vindo de Sobral remelllo por set
senhor o Sr. Domingos Carlos do Salioia, para se.
vendido ncsla praca; reprsenla ler :lii a i" anuos
bailo, reforcado, pouca barba, c \i branca : quein
o pegar ou del lo der noticia, ser pago de seu Ira
balbo. Joo Jos de Carcalho Moraes.
No dia 13 to correnle dcsappareccu o prole
Havmuudo, do cor fula, estatura regular, grosso da
corpo, beicos grrssos, rendido do una vcrillia, pon-
co volumosa, mas bom visivcl, he lllbo da cidade da
Ic, o bastante civilisado : levou calca de riscniltt
escuro, e camisa do algodao azul : quem o |tcuar,
leve-o a rua Dircila n. 76 e78, que ser recompen-
sado.
Pcdc-sc as autoridades a apprchcnsaO de um
mulalinbo tic 12 a 11 anuos de idaile, que desanpn-
recei a das vistas do abaiso assijinado, com 2 cinbrii-
Utos, conlendo um, um corle de veslido de cassa, un
oulro de chita, um de casemira, um par de sapalos
dorourodc luslrc, para scnliora, um pardotuvasde
seda, amarclla, mais um par tle sapalos tle pela
para boincni: gralifica-so aalgom parliriilar.a quem
sejain oITcrccidos os mesmos nbjaclos: no aterro da
Hoa-Visla, sobrado 11. 8 Dcsappareccu na noilc de sesla-reira, 22 tic
abril do rnrrcnlo anuo, urna muala de lime He-
nedicla, de uladc 33 anuos, pouco mais ou menos,
lem urna lielitle cm um dos ollios, o urna marra que
parece ler sitio de chicle om una tas espadoas.eoni
pes apapaguiados, quando falla inclina a cabera pa-
ra a banda ; levou vestido de chita rdia j.i usado 0
desholado, porcm be de suppdr quo tonha mudadn
|ior ter levado (oda a roupa cm urna Irousa; jul-
ga-sc que foi scdiizida por ler sido encontrada bol-
sa mesma noilc com um liomcni seguindo-a: roga-
se a totlas as autoridades poliriaesccapilaes de cam-
po que a apprchendam o levem na ruadoApoll
110 primeiro andar do sobrado da esquina n. 23, quo
se gralificar.
lisbi fugitlo desde 21 do correnle, o eseravo (
Manocl, crioulo, representa 20 .nios de itladc, sen. >_'
barba, fallo de denles, e defleiluoso dos pe. prove-
niente de cravos ; levou loda a roupa, o vestida ral-
ea c jaqucla ; quem o pecar ou tlcllc liver noticia,
dirija-se a sen senhor no Recife, rua da CaJeia Ve-
Iba, luja de Joilo Cardozo Aj res.
Continua a csl.11 fugitlo desde 17 tle dezemhm
pruximo passado o eseravo cabra, natural do Assii,
jior nomo Miguel, representando ler 2i anuos de
idade, com os signaos seguinles : estatura recular,
cor|Ki reforrado, mtlos e pes grandes, tendoT dctln
grande do pe baslanle separado dos oulros, sem bar-
lia, rnslo triangular, olhos pequeos, denles lima-
dos, c falla mu pouco fanliosa: levou camisa de ris-
cado com mangas curias, calca do algodao azul, cha-
peo tle pal ha; c foi vislo a cavallo guindo a Mira-
da do Norte : roga-se a quem dellc souber milicia-,
ou o poder aprehender, do eommuuicar ou mandar
cntrogar a seu senhor na rua da Cadeia do Recife n.
i, ou no sitio do sua residencia na Passagcrqjla
Magdalena em frente do viveiro, que prometi pi-
lilirar com gcnerosidailc.
Dcsappareccu na madrugada do dia 11 to ror*|
rcnlc to sitio to Canhcuguc, cm Hebcribc, um es-
eravo pardo de nonio Bernardo, natural do serbio
do Ic, pertenecido a Vicente Fcrrcira da Cosa,
que o eomprou aos senliores Caminha & Kilhos, 01
quacs o houveramdo Sr. Jos Postor Fcrrcira l.ima.
rujo eseravo lem os signaos seguinles: cor clara,
acabildado, cabello corredio, barba rorrada, pos tic
papagaio, lem um defcilo no colovcllo csqueido,
que quando ilolira o braco, salte o osso, que foi des-
locado, he tic ollura regular c erossura proporcio-
nal, he bem encarado c alegro, o reprsenla 1er 30 a
3i anuos de idade: levou um faco, o umsurrao
com roupa de pagem, jaqucla, calca c collclc azul.
roupa bronca o de riscado pata -et vicu, urna redi
e um chapeo de pello sem galtlo : petlc-sc as autori-
dades policiacs, ou a quem dclle souber, o obsequie
de o apprehcnilcr omanda-lo entregar a scu scuhoi
no dilo sitio de Bchcribc, ou no Keeife, no armazem
da eseadinha, que alm tle se pagarem Indas as des-
pe/as tic sua apprebenstlo, se gratificar gencros.i-
metile a quem o aprosenlar.
Na noilc de quarla-fcira para quinta feira, 12
to correnle,dcsappareccu ta olaria do abaivnai--
nado, nos Hcuiedms, mna escrava, to nomo Bernar-
dina, rom os seguinles siguacs: na^ao Mossnmbi-
que, idade .Vi anuos punen niais ou menos, alta o
magra : lem as duas faces mis lalbo-, signaos de
sua (erra, e lamhem em cima do bcieo lima cova
funda, tpic iiareec lambcm signal da Ierra ; leven
comsigo um balmsjnho e una Irouxa de roujia : |>c-
tlc-se a lotlas as atitoriatles policiacs e captlcs de
campo a captura desla escrava, mo stt ncsla praca
como fra jtara os scrloes, aonde dcscoulla-sc ler si-
tio condiuida em algiiui eomboi.
Manocl Anlonio de Jesut.
No dia 10 do correnle auseiilou-sc um prelo
de nninc Joaquini denaco, alio, coin falla de den-
les na lii ule. ou poucos, c o maior signal be ler
ambos os ps cnehados, julga-sc ler levado calca de
casemira de quadro verde, c a ralea azul: quemo
pegar leve-o a ruado Amorim u. Si, quo ser re-
compensado.
No dia 10 de revoreiro do correnle anno, dcsap-
Krecen o prelo Koherlo crioulo, eseravo do J"^|o
le do Reg, e que foi comprado a Jos (encal-
ves Braga, que lem loja tle barbeiro no principio
da rua da Cadeia do liairro do Hccifc, sendo os sig-
naes do ilitn eseravo os seguinles: alio, cheioj*
corpo, lem o roslocompridooscm liarha, com algu-
mas mareas tlehcxigas.eosemblanle fcchatlo, lian/
grantlcc grosso e lem as ponas algiim tanto lorias,
a falla gro-sa e deseaucada, e he bstanle prelo :
iiie-ino e-eravo he bom conliecido por andar Iralia-
lliatiiln na estiva, em eanoeiro e carreiro : quem n
aprehender leve-ua casa de -en Sr. no segundo mular
do sobrado, n. 18, da nu do Queimado, cminpH'lu
lado direilo o vollarparaa rua eslreila do Rosario,
que ser bem recompensado, o prolcsUne eniiire-
gari meins ciiininaes cnilia quem o liver ocrtilla-
lo. o exigir o- dias de sen icos na raza'o de "> pala-
cas diario-. *
I
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di
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di
loes de dillerentcs <|ualdudes, e com ma-1 para.i Typ. de. F. de rru. 18*3.
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