Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03169


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Full Text
i
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DIARIO DE
N. 105.
PEMAMBTtlO.
pniqo da suBsenrpfAo
Sulcrcvc-sc a 133000 por anuo, e 4)0110 por
quartel pago adianlado, e 45500 por quarlcl pago
iciiiiili". na casa do seu propriclariu, AI.Figueira
ile furia, na praja da Indcmndencin, n. 6 c 8, c no
Hi> de J. casa do Sr. Joao Pereira Martina.
o F. Duprad.
Joaqun) Bernardo Mendonca.
Jos Rodrigues da Coala.
a Joaquim Ignacio Pereira.
n Antonio de l.euios Braga.
u (juilhermeAugusto de Miranda
o Joaquim Marquen Rodrigues.
(i Justino Jos Hamos.
Ilnliia <
Macelo a
r.n ilulia a
Natal
Aracaly o c
O.ira o
M.ii.inliad a c
Para' a
CAMBIO! sr 10 DE
Sobre Londres 28 X
o Pars, 340
Lisboa, 95 por cenlo.
11 ii ni.Oncas lies|ianliolas. .
Moodas de 6*00 vclhas.
de GaiOO novas .
o de 49000
Prata. PalacAcs brasilciros. .
Pesos columnarios
a mexicanos .
Acetas do Banco. .
Descont de Ledras ,
295.500
114000
IO9OOO
99000
19910
19910
19800
10*
9a II
noticia estrahioeihas.
Portugal. 13 de Abr. Austria. . 3 de Abr
Ilespanha 8 de Suissa . 6 de b
Franja. . 8 de 0 Suecia.. . 28 de Mar
Blgica. . 3 de Inglaterra 8 de Abr
Italia. . 3 de 11 E. Unidos . 23 do Mar
Alemaiiha 3 de d Meiico . 3 de
Prussia. . 3 de i> California 1 do Fcv
Dinamarca 31 de Mar. Chili . 15 de >
Russia.. . 30 do u Buenos-A. 3 de Abr
Turqua . 28 de Montevideo 6 de o
NOTICIAS DO IMPERIO.
Para'. . 2 de Abril. S. P.doSul 3 do Abr.
Mamullan 2 do o Minas.... 5 do 0
Ceara'.. . 6 do 0 S. Paulo 6 do
Parahiba. 2 do Maio H de Janeiro 25 de
Alagas . a de Babia.... 4 de Maio
PARTIDAS DO COIUIEIOS.
Olinda, lodos os das.
Victoria, as quintas feras.
Caruani. Bonitoe Garalhuiis, nos das 1 o 15.
Villa Bella.-Boa-Visla, Exi c Oricury, a 13 c 28.
(joianna cParahiba, seguudascscitas.
Natal, quintas fciras.
DAS DA SEMANA.
9 Segundo. S. Aulouio
Are.
10 Terca. Ss Blanda, a
Alfco nn
11 Ouarla. Ss. rabio ,
Anaslacio c Serno.
12 Minuta. i. Joanna
Princcia.
13 Sella. S. Pedro rc-
salado.
14 Sabbado. S. Boni-
faci.
15 Domingo. P. doF. S.
Tribunal do commercio-
segundas o quintas.
felacao'
tercas c sabbadns.
Fazenda
tortas cscxlasas lOhoras.
Juizo de Orphaos
segundase 5. as 10 horas.
I'rimeira vara do cicel
tercas c 6. ao meio-dia.
Snjuiuta vara do cirel,
quarlasc -.ib. ao meio-d.
EPUEME1UDES.
Abril 30 Quarlo mingoanto as 4 horas 30 mi-
nutos e 40 segundos da manhAa.
Maio 8 La nova as 2 hora, H minutos e 42
segundos da mauhaa.
- 16 Quarlo rrcscenlc ar 8 horas, 30 mi-
nutos c 30 segundos da manhaa.
1 22 La cheia as 8 horas, 32 minutos e 27.
segundos da larde.
PIVEAMAH DE HOJE
Primcira s 7 horas o 42 minutos da manhaa.
Segunda s 8 horas o 6 minutos da larde.

PARTE OFFICIAL.
1
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do di* 18 de abril de 1863.
tHlicio-Ao commando das arnias,coinmmirando
luner prnrogado a I i cenca, con que so acha na pro-
vincia ila Parahiba, o cadele do scRundo bntalJi.lo
de nfautaria, Fratiklinda Reg Cavalcanli deAI-
buquerque, nAo excodendo de tres mozos, inclusive
o. quarcuta dios que Ihe foram concedidos x>r por-
tara de 7 de dezembro nllinio.Parlicipou-sc au
Evm. presidente da mencionada provincia.
luto A thesouraria do fazcnila, remetiendo as
retacos das despezas feitas por Mauocl Jos Vereira
Boracs Jnior, com os bcxlgucntos indigentes, exis-
lenlcs na enfermarla da cidade da Victoria no inez
de marco ultimo, alim de que soja paga a sua im-
portancia (27 I *23 rs. ao referido liore.es, confor-
me requsilou o presidente da cmara municipal da-
quclla ridade. Coinmtiuicou-sc a este.
Hilo. A' mesina, devolvendo os pa>cs relati-
vo a ratificarAo que pede o segundo ctrurgflo,
|lr. Miuucl Joaquim de Castro Muraren lias, pela
ci.......isCio de que foi enrarregado na ddadoda Vlc
loria, alim de que mande pagaraosupplicanledu
raute <> lempo que esleve empreado na ilita rom-
missAo, una gratificarn na raz nn', nniuindo-so nclla todos os vcnrimcnlos dellc
ruino vmpregado do rorpo de sade do exer-
rito.
Hilo Ao juiz relalor da junta de justira, Irans-
millindo para ser relatado cm scssAo da moma jun-
ta, ii processo \ crbal feilo ao soldado de nono bala-
lliaodc infanlaria, Pedro de Souza. Couimunirou-
si' ai i rouimaudaulo das aunas.
Hilo Ao iiispcrlor do arsenal de marinha. d-
zondo lirar scienlo de ser necessario laucar Smc.
rn.lt> ile duas das antenas que existen) depositadas
nos arinazonsdaquolle arsenal, para fazemn-se del-
lasus ni astros doMigue Itamarae.
Pilo Ao hachare! Antonio Domes Leal, juiz
municipal do termo da Agua Prcla. Temi ouvido
o delegado de polica do Kio Formosn sobre as ar-
laiieoes, que Vmc., na qualidadedc juiz de dlreito
mlerlnu da comarca do mesmo nouic, Iho Hiera cm
nlli'jo dirigido esle governo cm dala de (i de fe-
\creiro nudo, leudo adzer-Ihe, que, i visla da res-
|mtla do nicsmo delegado, nenhuma providencia
Un a daresle goveruo, pois que cite nega o fado,
que lllO lio imputado, dizeudo, alcm de mitras ra-
/'is. que nolic |Kissi\elt que elle, dirigindo-sc a
Vmc. p.u.i ohler um a\or, fazcndo-lhe promessas
que suppunlia capa/es de o mover a Ih'o conceder,
ronici;a*o por amcacare insultar a Vmc.: uze, pois,
Vine, dos meius competentes, para venlicarao do
faciijue imputa iquelle delegado, o qual nao pode
ser julgado cm inaleria (3o grave pela simples ami-
Niejoque Vmc. Ihe faz, a qual nao leudo milia pro-
\a alcm da sua assercAo, lira destruida pela neflali-
\a ilo deleuado, quo todava nAo so limita a negar,
.....io Ihe era bastante, mas expendo muilas razOcs
nn -na evlensa resposla, rcpelliudo a acensadlo, e
Misten lando oseu c redi lo e repulacao.
Dilu Aojuiz municipal da primcira vara, re-
inclleiulo por copia, as informacries que o E\m.
proideule da Parahiba ininislrou sobre o preso
11.....i-i o Pinto, que sem guia se leba eumpnudo
scnlem.a no presidio de l'eniaudo. IgUaOS copias
lor.un reiuetlidas ao coinniandaule do mencionado
presidio.
Hilo Ao director das obras publicas, devolven-
dooallesladoqueM'io aunrxo ao sen nllirio u. Ii'.i.
alim de que o aprsente a Ibesouraria provincial no
adu de apreseiilar-lbc as Tontasda rcparticAo a scu
ramo.
IH(o A<> director da cobmia dcPimenleiras, di-
zundo que I -oluro dos pedidos, a que se refere o
hu nllirio de ti de mareo ultimo, ja Ihe foi dada
i'inJIdo ni.-uto mes, podendo Su*. diriuir-sca
Utesouraria de fazenda, para llic os mluaier;
qu;uilo, porm, a compra dos dous cavados para
< onduzir inalcriaes para ai ulnas da colonia, diq
i!' de saber-so a importancia dcjsa ilc-peza, para ser
aulorisada se anda coubcr no restante da eonsign
cao relativa aquella colonia. Kcmcllcu-sc COJ1
do odleio cima a inferida Ibesouraria.
Pilo A' IllOtOUraria de fazenda provincial, i
ronunendando, cm xisla de sua infortnarAo, que
mande entregar ao guarda da bihlibthcra desta ci-
dade. Manuel Hodriues do rato, a quaulia de
^iK^iO rs., de>>|>emlidacom vaiios ohjcclos, que san
na-sanos a referida bibliotlieca, segundo declaiou
n tillo guarda no ofllcio que remelle, acompanhado
doMlucuuienlosuclleiuencionados. Gommunlcou-
seao mencionado guarda.
Hilo A inesma, inleirando-a do liaver tifio so
ildelTcrido o rcqucrimcnlo, em que o arreinalanle
da ponlc los Afogados, Antonio (.oncalvcs de Mo-
ntes, nflereceil a quanlia de MHrMKM rs. pelas ma-
deiras velhas da mcsina puide, mas lambcm olliciado
ao diieclor das obras publicas, para fazer avallar as
ditai madeiras, alim de seren arremaladas peroute
aquella thesouraria, que recebetulo navaliacau, de
que se traa, dc\c mandar por cm praca as mencio-
naijas madeiras, aiiuuncaudu logo a arremataeo.
t Hlkiou-90 a respeito ao referido direiior.
Hito A' incsmn, para mandar (Kir em arrema-
i larao a obra da ponte sobre o llio Capibariho na es-
li'"l.i ile Paod'lbo. luteirou-sc ao direlor das
ninas publicas.
HiloA' cmara municipal doKccifc,par lonfurmidadccom oque requisilou a asamblea 1c-
lI iliva provincial, expeca os compelenles diplo-
mas .i qnatro supplenlcs que devem substituir a un-
iros lautos deputados ellcclivos que nao po-
ilein tomar parle nos Irabalbos da referida assem-
1
llea.
I'ortaria Nomeando oalfcres reformado Epfa-
nio llorjes deMenezes Doria, paraorcupar juterina-
itientc 0 poslo dcajudante do corpo de polica.
I i/cram-se as necessarias roinmiinirarcs.
Iila Omccdendo, em vista da informaeao do
director das obras publica* do 12 do crrenle,' qua-
1.....uves de prorogac.io para dentro dede prazoo
arrematante do segundo lam;o da estrada da Sacada,
Jos (jorgonio Paes Brrelo, concluir as obras do son
contrato. t'zerain-seas necessarias commuiiica-
n'ie~.
Dita Nomeando o Dr. Vicente Pereira do Ite
go, para arbitro |mr parle do governo, alim de jul
par das mullas cm que lein incorrdo os contrata-
tUi\c< das carnes verdes para o consumodesla rida
de, pelas nfraccics das coudi^oes cslipuladas no
contrato celebrado cmGdc junbodc 1851,visto ter-
se escusadu de prestar orne lertico, por motivos at-
lendhei?, o Dr. Jos Francisco de i'aiva.Cuiniiiu-
inruii-sca eslee ao nomeado.
dem do da 19.
t inicio,Ao Exm. conselbciro preaideule da rcla-
rAo, Iraiumillindo por copia, o aviso circular da
rcparlicao da juiUea iie 10 de marro ultimo, no qual
luV 5" M ara ,eraPP"r*Wo un errp no artigo
Ul do cdigo commercial mpresso na t)pographa
nartonal, n i|u.il altera iulcirameiile a disposcao do
tnesino artigo, mas lamben, se determina a maoefra
porque deve Ser elle observado.Nestc scnlido olli-
'uiu-H'an presidente do tribunal do coinmercio, ao
juiz doci\ol c aoa municipaes da provincia.
Dito.Ao commandaute das anuas, ilerlaraudo,
wn visla de sua infnrmarao, que a escolta requisi-
iwla pelo chele do polica interino, alim de acompa-
jibar os criminosos, que (em de ser enviados para
'aranliuu*, deve ser nprcueiilada ao.mesmoclicfc
' |iohi-ii sem decora, indo cada una das pracaa
ii referida escolla fornecida de lOdias de sold e
eiaiie, |iara o que Oca espedida aronvcnienloordcm
'iiie-uiialinde fazenda.fllciou-sc a rtspeilo |
mencionada ibesouraria.
Dito.Ao nicsmo, di/.endo, que pode avista dos
p pcis que devolve. coplralar por oilo anuos me-
"miieii premio de !tu(I000r*.,0 soldado da com-
''"bia de arliliresJoao Daniel mu v(. oncreceu para continuar no servlcodo eaer-
\m "us11('......' ilo decrclo o re-ulainenlo de 18 de
^'ud.ro de IHH L< av leo de 3 de puiubro de IH'yt,
aini(,m|(l ,|ei)lll> ||jls|n ,iH|a K c i pede ordem ao
JS f .lnc*maria de faienda para mamBt
JfJra','l.l',."l;i qiiiiilia pela maneira i eslabelo-
Pcctr lou"sc rcspciw ao mencionado ius-
Dilo.Ao mesmo, recommendandu a e\|icdcao
de suas ordens, para que seja posla a ilispi"-it;ao do
"iinn-iii huiic inii'iiudo corpo de polieiao primei-
ro cadete do quarlo balalbau do ortilhari. a p,
Joao Alvos dos Sautos Nogueira, para exerrer iule-
rinainenlc o lugar de secretario do mesmo corpo.
Inleirou-so ao referido commandan le.
Dito.Ao inspector da Ibesouraria de fazenda.
Devolvo a nctic,ao de Joaquim Pereira Hamos a que
so refero a informacAo do V. S. de IS do correte n.
31, alim de ser entregue ausupplicnnle,vistoiiAoler
lugar a sua protencAo, (mrqtianlo o Ululo cm que
etlcsc funda, he uullo, o como lal nao Ibe podedar
dirctoaUnun, he uullo, porque declarando a ven-
dedora Mara Venancia de Abroa l-ima Daslos |uo
o terreno perlencc n fazenda nacional, nAo Ihe era
licito vcude-lu; e no caso de lbc Icr sido aforado, a
ees- to do scu dominio uiil depeuilera da licenca do
senbor directo, que he a fazenda, representada pe-
lo governo da provincia, neao anda le ro aforado
como so v da informadlo, que vai junio a dita pe-
lii'ao, docugenheiro cucarregado das niedices do
marlnhas, nem mesmo anda so sabe, que poieaolho
cabero dos terrenos que ella e os bc.rdeiros de Anlo-
oioJoteTeixeira llastos redamam, allegando que
este era po*sciro do terreno de que se lala e de un-
iros musanlo- da rilada iirnrinaco, dos quaesa e\-
leneao nao est vcrilicada ; e linalmenU' he millo,
porque nao se nagOU si/a dessa venda, O coiihiiii-
leinenlc o supplicatite nSo se aprsenla cm termos
de ser alteudio,convindo culrelanlo que essa Ibe-
souraria lenha cm v isla o precu dessa venda, para
saber regular-scuaapreciaco do valor que se coa-
tuma dar aos terrenos de inarinhas para sedcduzir
o foro. Healisadasque sejain as diligencias de que
faz nieucAo o referido enueiibero, o legitimadas as
posses dos ki renos a que ellas sedeslinain, lori en-
llo hmar qualquer cessloeni que ngoveino cunve-
nha, praheadasas foi-maliitndcs do est>lo.
Dilo.Ao mismo, iulcirando-o du'haver ronee-
didu aojuiz municipal do lermo de Ourieurv, ha-
cbarel Joao Francisco da Silva Braga, trez me/es de
lirones, com ordenado para vir esta capital halar
de sua saude.lizcrain-sc as oulras coimnuu-
cacflef.
Dito.Ao mesinn, dlzoildu que, vislo nAo liaver
inconveniente em se adianlar de dous cm dous me-
zes o suido o mais vencimeiilos lo deslacamento de
raqtiaiilinga, cvpedio ordem ao coronel coinman-
lanle das armas para mandar lirar por DBU inaneira
M Miieiinenlos do mencionado deslacamento.
Ncsie sentido offlciou-sc ao referido coronel.
Dilu.Ao mesmo, inleiramlo-o de haver ronec-
.lido 80 hachare! Marcos Correa da Cmara Tama-
rindos promolor publico da comarcado Garanhuns,
luus mezes de licene.i com ordenado.Evpcdiram-
se as necessarias roimniinicacoes.
Dilo.Aojuiz relalor da jimia dojustica, Irans-
mitlindu para seren relatados em ifetsflO da inesma
junia, os procoasoa verbaea feiloa aos soldados Do-
mfngos JosTeixeira, Joao Vicira Barbosa, JosoSe-
verino, Ignacio das Nvese Jos Rodrigues doSpu-
za, sendo o primeiro do segundo nalalll io de infan-
laria, o quarlo c quinto do dcimo primeiro da mes-
illa arma e o soguudo e lorcoiro do quarlo batalhao
le artilharia a p.Coinmunieou-se ao coumiau-
laulc das armas inlerino.
Dilo.Ao inspeelur do arsenal de niariuha, dc-
larando que, por despaebo de boje, aulxrisuu ao
Inspector da Ibesouraria de fazenda para mandar
pagara Domingos AlvosMalbcus, estando nos ler-
legaoj a factura que Smc. romolleu, a impor-
tancia da farinba onviada |iara o presidio de Fer-
nando no hiato Caprichoso.
Dito.Aojuiz municipal do termo de Flores, rit-
iendo que, com a nloi inaefto que remelle por copia,
do inspector da lliesoiiraria de fazemla, reSPOOlleao
cu ofllcio ile (' do corrontCi aeereAcoulando porm
que deve Smc. fazer reeolher a eolleclm ia d'aquella
comarca as retidas c foros do terreno deque trata o
citado ollieio, dando logo parle a presidencia, e beni
assm eneorporar u dilo uTonocomo indica a mea*
cionada Ibesouraria.Communicon-oe a osla.
Dito.Ao inspector inlerino da thesouraria da
fazenda provincial, dizeudo liear inicua.lo do quo
expozeram os empreados por Smc. encarrcaadosdo
oame da caixade admiuulraco ile fardamenlo do
for|H) de polica, c recommemlando que aquella
thesouraria examino a dila administrarlo para a res-
peito dola emillir um juizo si-uuro, nAo sa icspeilo
da quanlia que devla estar cm ealxa, mas lambem
sobre o prefini pannos, dando para isso mu balan-
ce em forma legal, como lio coslume. (piando se c\-
liiisuc urna repartieao.
Dito.Ao nicsmo, inleiandiM) ile liaver lians-
mitido.i assomblealegislativa proviucial, para ser
tomado ua de\ da ColttidcracSo. o ollieio em que
Smc. parlieipou baver-se excedido a quola consig-
nada no artigo 33 da le do ornamento Tlaouto, pa-
ra o susteoto dos presos |Kibres ilosla provincia.
Dilo.Ao mesmo, dizeudo que, aebando-se reco-
lliidus a biblioteca publica desla cidade os livros,
que sr rnandaram vir do Lisboa ua importancia de
(HOQ900 rs., em moedi molalica de Portugal, re-
mella Smc. urna letra da ineucionada quanlia a fa-
vonio cnsul brasileiro em Lisboa, Vicente IVrrei-
ra da Silva, dedoxindo a iniporlancia da referida le-
ra da consignado votada na le do orramenlo vi-
ucnle para o cslabeleciuicnlo da mencionada bi-
blioteca.
Dito.Ao mesmo, dizeudo Picar inlcirado de ha-
ver Manuel Tbomax de Albuquerque Maranhao,
dando por liadorLuzdc Alhuquenpic Maranhao,
arrematado a obra do 16* laoco da estrada do Pao
(PAlhocom oabatede 38 porccnlo no respectivo
orcamcnlo; e declarando que appruv a essa arrema-
taeo.Communicou-se ao director das obras pu-
*a
Micas.
Dito.Ao mesmo.Inlcirado de quanlo Vine,
evpoe no scu ollieio dalado do 15 do crrenle, a
respeito da multiplicidado de negocios quo sobrocar-
ivgain a sua reparlico, lenhu a di/cr-lbe com re-
ferencia ao periodo onde vem citado o arligo 73 do
rogulamento de :t de agosto do auno pasudo, como
aulorisando a falla de lscalisac.'io dos dlnbelros da
dosao corpo do polica, que casa dbqwsicflo ae cn-
asse um lal absurdo nao poderia ler sido pro-
posta pela llieoouraria, nem aceita pelo ejoverno.
O artigo 7.1 aulorisji noToadiaotaineolo sem oxa-
nie previo do aoteriortueule feito, mas o exaroo de-
ve neeessariameiile cauinhar apoa 0 iiomi ailianla-
mcnlo. E como deduzir-se da eveepeao eslabekvi-
da nessearligo a respeilo dos adiamntenlos an cor-
po de polica c rcparticAo das obras publicas urna
coiisequcncia (ao prejudicial a fazenda, qual a de
se proseguir no fornecimento de dlnbeiros por
udiaiihnneulo sem ev.inie c lomada* de eootas dos
anteroruieule feiloa f
O artigo est dcaccordo com as leis de fazenda e
com a uatureza dos ncuorios a cartio dessas duas rc-
particocs. (>s alcances do corpo de polica proco-
dem, nan da falta de lomadas de contas, pois nAo se
clava 0 caso dos rcccbedorcs. (besoureiros, rollcclo-
res, c oulros cncarregados de dispender dnlieiros
puhlicits, os quaes devem prestar contal em certas c
determinadas oceasies, procedem da falla do exa-
DMordinario, quedevia fazer-se impreterivelincule
a proporcao que sefosse fornerendo diulieiros p.u.i
pagamento daspracas. Paga-se por cvemplo o piel
de 10, 0, c .10 de abril, avisla do numero de pi aras
que aprcsenlam nao convindo demorar-sc o paga-
mento do ul(inii),at fazer-sc o exame c eouferencia
da rel.ir.io do moslra que a elle vem auneva; m,<- o
prel de 10 de maio nao pode iiagur-se sem que is-
teja feilo o came rclaliwi ao mezdc abril. Se as-
sim se pralicasso nAo teria acontecido rcccbcr-sc por
duplcala noe&ercico passado mais de oilo cotilos
de ris, c no correte mais de onze conlos. N3o sao
meros engaos csim Iraudcsrcpcliihis. Nao so il-
ludna boa fo da Ibesouraria com presumpccs ou
conjecluras fundadas no ctimprmenlo de deveres
los quetcm de Iraclarcotn ella sobre quatojuef ne-
gocio e sua competencia. Examine, liscalisc, c
empregue todas as cautelas exigidas indas los e re-
uulainciilos, c cuconlrando malversaces proceda
contra os responsaveis na couforfnida.de das mesmas
les c regulameulos.
dem do dia 20.
Ottlcio Ao commaudanlo interino dat> armas.
Tcndo rumetlido i thesouraria da fazenda. |>ara in-
formar com oque Ibe occorrer, os dous oficios de
V. S. delimiten), relativos eulrega por ella exil-
ia dos livros c saldos das cxliuclas raixas de farda-
ini-nio, c notando, pe' que perlencc ao 4. bala-'
I Ii.im de artilharia a pe, dizer o scu commandaute,
no ofllcio V. S. dirigido em It do crrenle, que
No pode reeolher a quanlia de rs. G:ll8>tWpro-
redenlc da consignajAo de fardamenlo, tirada dos
prcls dejulho a dczonibro desle auno, por Icr sido
dis|>endiilu cm se pagar o que so distnbuio pelas
pracas as dalas marrullas por Ici, cumprc que V.
S. Informe, se nesse semestre ellas vcnccrain far-
damenlo, equando foi manufacturado o distribui-
do; por quanlo se essa quanlia nAo poda cinpre-
gar-sc no pagamcnln de fardamenlo vencido em an-
uos anteriores, e pelo contrario era destinada ao
do exercicio corrcnlc, anda nAo vencido, parece
fra dedos ida a leualidade da requisirJo da Ibe-
souraria, c segundo as ordens do governo imperial,
lambem parece inqueslionavcl que a romessa dos
livros e saldos das referidas caixas nAo pode ser de-
morada por ajuslamento de conlas c pagamentos de
faldamentos vencidos, jhis eslAo extinclas as mes-
mas caixas, e devem passar os saldos para a thesou-
raria, alm de com ellcs pagar oque se de ver as
pracas; e lando esssado as funeces dos conselbos
do adniinisIracAo, nada mais Ibes ora pcrmillido
fazer senAu cllecluar a reincssa dos livros e sabios
para se executarem as ordens do go\crnu. Todo
quanlo Iherein os conselbos pralicado a respeilo de
ajtistamenlo de cuntas com as pracas, e de paga-'
mcnlo de fartlanieulos vencidos, he una conlra-
vcncA s mesmas ordens, c una cdbUnuacflO de
excrcicios depois de cslareincxlinctos.
Dilo Ao mesmo, inlcirando-o de liaver de con-
formidad!! rom a sua requisc.lo, expedido ordem
DIO s ao aien(e da coiupanbia das barcas de va-
por, para dar passagcni para o l'n liraiide du Nor-
te ao alfercs lleiirquc Eduanlo da t>sta Gama em
algum dos limares para passauciros do estado, mas
lambem a (liesoiiraria da fazenda, para dar uuia de
soccorrimento ao supra dito alfercs.Expediram-se
as ordens deque se trata.
Dilo A Ibesouraria de fazenda, para mandar
payar ao arrematante do caes do Apollo a inipor-
lancia da primcira prcsIacAo do sen contrato, visto
j ler olio feilo a terca parle da dila obra, do con-
fnrmidade com o respectivo oreamenlo, segundo
eouuuuncou o director das obras publicas.Com-
municou-se a este.
DiloA o che fe de polica inlerino, inlcirando-o
de haver .remedido thesouraria du fazenda pro-
vincial a COIlla da despeza Coila com o sustento dos
presos pobres da cadeia do Brcjo no mez de marco
ultinto, alim de que, estando ella nos termos legacs,
seja a sua iinuuitancia paga a Simplicio Jos de
Mello, quainlo liouver crdito.
Dito. Ao hachare! Viccnlc Pereira tmKcgo, rc-
mellemlo copias de varios oflicios dirigidos pela
presidencia aos ronlcaladores das carnes verdes, c
l-erii asslm do duas represeulacoes desles, alm de
que Ihe sinam do csrlarcehnculo no juluamculo
das mullas, para que foi Smc. nomeado arbitro.
Dilo Ao commandaulc inlerino du corpo de po-
licia.Faca. Vine, reeolher a esta capital todas as
piaras .desse corpo destaradas ou em servico fra
ilclle, alim de lomar conbecimenlo dellas c a scu
respeilo proceder aos precisos assenlamentos, expe-
dinuo para iSN asmdensercqniseocs necessarias,
corlo deque por pretexto nenhum deverao dcxar
de reco|her-se ao mesmo rorpo, e com dcclaracAo
deque as pracas destacadas llvenlo xir limo que
ebeguem as de prmeira buha que vao lubatiuii-
las, nimios o deslncaiucnto du Hio Formoso, que
lleve vir iimnedialamcnle. (Hliciou-so au com-
inandanic das armas interino, para mandar substi-
tuir por praeas de primcira liulia os destacamentos
do polica, o llieram-se as necessarias eomniunica-
coes.
dem do da 21.
Ofllcio A' Ibesouraria de fazenda, dizeudo quo,
estando nuda a commiaslo lo ebefede pulicia do
que foia oncarregado o doutor Jos Nicolao Riguel-
a Costa, inarcou-lho o prazo de qualro mezes para,
dentro dellc, entrar no exercicio do I usar de jull
do direiio da comarca do Llmoeiro, para a qual foi
retno\ ido da de (aranhuns, arbitrando a quanli
de60QV000rs.dealuda de costo que Ihe conipete,
a qual ser paga pela verba josllca de primci-
ra Instancia. IVesle sentido ofHeiou-so aoconse-
Ibeiro presidente da rolaran e ao mencionado Dr.
Dilo A' mesma, para que, nos lernios do aviso
du ministerio do imperio de I do crrente, mande
abonar a gratiflcacSo animal de I.Vl^KH) rs. ao en-
carroado da guarda e coniervacae dos movis c
mala objeclos nerlcncenles ao palacio da presiden-
cia, Andrc Avelino de Barros, acontar do dia
do reverefroullimo, cmque foi ello nomeado.
Dilo Ao mesmo, communicaudo, que, em 11
do corrcnlc, enlrou no exercicio do limar de pro-
motor publico da comarca do Hio-rormoso, o bu
charol Irancisio Cuncahesda Hucha.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qariel do commando das armas ata cidade do
Recite em 9 da abril de X853.
ORDEM DO DIA N. 220.
O coronel coiiiniaiidanlc das armas interino, em
visla das communica^ocs rocebidas nesla dala da
presidencia desta provincia, faz publico paracouhe-
cimcnloda guamieflo, c dovida observancia.
I. Que S. M. o Imperador em confonnidado do
dis|Kwlo nog4 do art. 10 e no art. 13 da Ici n. fiiH
do 18 de agosto do auno lindo, bouve por bem de-
terminar por decreto n. 11' i de VI de abril ullimo,
que seja desde ja elevada ao dobro a gralilieacAo de
Iransporle dos olliciaes do rorpo de engenbeiros, si--
gunducoiislou do aviso do ministerio di>s ucgoeit>s
la guerra de l do dito mezdc abril.
8, Que |wr decreto de ."i de julbo do anuo passa-
do foi servido conceder passagem paran seuuudo
balalhao de infanlaria ao Sr. alteres Jos Mara do
.Nasciincnlo, que dover ser considerado como clec-
tvo ueste lal.illi.i. ao qual esta addidn.
3. Que bouve S. M. o lmporador, por sua Inme-
diata c imperial rcsoluioode :10 de marco desle an-
uo, lomada sob consulta do conseibo supremo mili-
tar, determinar que O Sr. alfercs do segundo bala-
lhao de infanlaria, Jos Francisco de Oliveira Mos-
quita continu a perteucer a prmeira ciussc do qua-
dru do exercitu, jwr nao estar provado que teulia ti-
llo ni.i" comporlaniculo habitual.
. Que por aviso da reparlico da guerra de t
de abril, foi mandado seguir para esla provincia,
alim de ser amoragado convenienlenicnlc o Sr. ca-
piao du quarlo balalhao de iufanlaria, Jos 1 ni/
Icixeira Lopeii
j. Flnalmento, que por aviso de 13 do supracita-
domea de abril, se fez certo, que fdra approvada a
nomcarao du Sr. lenle reformado, Iranciscode
Paula Meira Lima, para o lugar de purleiro do con-
selhoadininistralivu para u furueciuienlo do arsenal
de guerra desla provincia. Aailgnado.
Mam/el Mttz Tarares.
Conforme.
Candida li Ferreini,
Ajudanlc d'ordens cucarregado do delalhe.
oi'-em DO da n 221.
O Exm. Sr. brigadeiro I elieiano Antonio l;alc.io,
nomeado couimandanle das armas desla provincia
por decreto de de abril prximo (indo, acaba de ser
devidamenlc cinpossado nesseemprego.
Felicito a briosa cornoracao militar desla guarni-
cao, |>orquc vai ser dirigida por lo disliuelu ebefe,
cao mesmo teui|Ki agradeco-lhe a valiosa cooperu-
eAo que me preslou no curto periodo em que interi-
namente a coi.....andei.
Manoet Mitniz Tarares.
Quartel general do commando du armas da
provincia de Penumbuco, na cidade do Re-
clfe 10 de malo de 1853.
Dilo Ao inspector do arsenal de marinha, ap-
nrovando oconlraloque S. me. cclebrou com o mes-
Irc do liiate .l/igelica, segundo o termo que remel-
len por copia, para i "ii.lu; ni de IScaixoes e um
fardo com arligOS de fardamenlo desuados ao meio
balalhao da provincia do Cear, e enviando para
Icr o conveniente deslino onlllcin que a semelban-
le respeilo dirige ao Exm. presidente daquella pro-
vincia. (Uliciou-sc a esle.
Dilo Ao mesmo, enviando, por copia, o aviso
da rcparticAo da marinha de -JO de marco ultimo,
exgindo o plano do hriime //amarar, alim de po-
der-so delIterar acerca da armacAo do mesmo
bruno.
Din Ao mesmo, Iransmiltindo copia do aviso
do ministerio da marinha de de mano ullimn,
do qiialcoiisla que o primeiro lenle da armada,
Francisco Duarle da Costa Vidal, j- enlrou para o
cofre da pagadura de marinha ila corle com a quan-
lia cm que esta\a abancado. Neslc sentido ofll-
ciou-so Ibesouraria de fazenda c acnnladoria de
marinha.
Dito Ao juiz municipal da prmeira vara dos-
la cidade, dizeudo que, eniquanto nao 'oroulro Ho-
rneado, fique S. me. sen indo o cargo do chele de
polica, vislo icr sido dispensado de o oceupar, por
assim o haver pclido, o bcharel Jos Nicohio lij-
gueira Coala* Par ici pou-se ao conselbciro prosi-
dcnlc da relaeAo.
Dilo-r- Aojuiz municipal nomeadu para o lermo
de Igaarassd, meommondando qne, independente
de titulo, entre quanloanfes no exercicio daquele
cargo, por assim euuvir noser\o puulico, certo de
que tica marcado o prazo de lies naves para, deudo
dellc, S. me. aprescnlar o mencionado titulo.
l-'i/eram-sc as noce&sarias eomini;nicacoes.
DiloAo bacbarel Vicente Pereira do liego,
Iransmiltindo, para o lim conveniente, copia, nao
t do ofllcio do polica dalado Je huntcm, mas tam-
bem as parles que elle so refero, sobre as fallas
commcllidas pelos contratadores das carnes verdes.
Dito A' adniinisIracAo dos oslabelw'imenlos de
cardadeMcoiumuiiicaudo que, visla du sua infor-
inarAo, proferio no requerimenlo de Jos Estoves
Vianna u despacho semiinlo:
O aforamenlodo terreno hado ser dadoaopos-
(i sciro anliuo, que o presuma de scu dominio, o
a por sso o aforuu ao sunplcantc, salvo so mo o
ii quizer, por ser esla a dclcriniuac.au do governo
imperial, n
Portara Ao atiente da companhia das barcas
da vapor?a para fazer transportar al o Cear, cm
um dus lugares para passageiros de estado no vapor
S.-Salrador, o lente reformado Luiz Ignacio Je-
ronvmo dos Santos.
Hila Ao director do collcgio dos nrpliaos, pa-
ra adinillir no mesmo collcgio em as primeiras va-
gas que liouverein aScbasUgo do Kego lamw e
Joodo Bogo Barros, orphAos por falleciinenlo de
sen pal Joio do Aeao Barros, umi ra que nos ter-
mos doseslalutos em vilfor aprescnlem certldlo de
Idado, e provem Icr ldobcxigas.
Dila NOBBeaodo, em visla das informaeocs dos
.n-perlores ta Ibesouraria de fa/enda e arsenal de
marinha, a tiedeo Forjas de l.acerda para oceupar
iiileiiuanienle o lugar de guarda dos aflUASOM do
inesino arsenal.--rizerom-sc as necessarias eom-r
muolcacSes,
ORDEM DO DIA W 1.
Por decreto de 5 de abril prximo prelerilo, foi
S. M. o Imperador, servido uoinear o brigadeiro Fe-
liciano Antonio Falcao, ahaixo assignado, coinmau-
daule das armas desta provincia; e leudo boje, com
ii posse, e exercicio do dilu cargo* sidu plcuanienle
exceulada aquella toberanadetenuioacao ; o mesmo
brigadeiro ordena, que 0 servieo conliiuie a ser re-
culado pelas ordens evislcnles, at que futuras even-
lualidades, e o bem do nie-nio servieo, reclaueiu .i
sua alleraeao. Itecordar nesla occasiAo, parlo do
exordio que constiltic a guarnicau de Pernaiubueo,
jeveres, que ella lautas c (lo repelidas vezes (cm
palenteado que sabe cumprehemler e rcspeilar, se-
ria oOeoder o sen bro militar; por issu, o brigadei-
ro e cominandanle das armas limila-sea declarar,
queesperaa cunliiiiiarao de tflo dllioclo procodi-
inenlo. Feliciano .Inlonio FolcBo,
Brigadeiro e coimnaiidautcdas armas.
ORDEM DO DIA N. 2.
Tendn Sr.capellaoda reparlieao ecclesiaslica do
excrciio padre Antonio da Cunha Figueircdo, resig-
nado peanle a presidencia desta provincia, a li-
leiica com que veiu da de Alagoas ; u brigadeiro
couimaudante das armas em virtude du ollieio da
mesma presidencia de hoolem datado, doterrnina,
quceslc Sr. capelln fique ligado ao conliiienle do
oilaMi balalhao de nfautaria acpi existeule, para
nelle fazer o BOrvlcoque compali\el for com usen
eslado descuide.
(> mesmo brigadeiro nometa o Sr. capiUtu do quar-;
to balalhao de infanlaria Jos Luiz Teiveira Lopes,
para exercer o emprego de ajudanlc de ordena de
pessoa, lieandu addido ao quarlo de artilharia a p.
/. ./. FalcUo,
Brigadeiro c coinmandanle das armas.
ORDEN ADDICIONAX A DE N. 2.
Por decreto de 30 de UOVCmbro du anuo pretrito
lizeram passigem para o balall......i. !' de infanlaria
m Srs. lenles liuillierme I.uiz Beniardes, c alfe-
rcs Joaquim Caldoso dos Sanios, como se fez publi-
co cm ordem do dia deste quartel general de H. de
Janeiro .do crrente auno, sobo n. 171. e nao se (eli-
do ellos al mura nprcseuladu, segundo partlcipou
o rcspccli\o Sr. coronel coinmandanle do balalbau,
o brigadeiro conunandanle las armas, em observan-
cia do aviso circular du ministerio da guerra de !'
de agosto ultimo, ede coiiformidadc com o dlsposto
nos arls. I e 3 da lei de _'' de uiaiu de I s:i >, declara
ausentes os sohreditos olliciaes.
F. A. Falrao,
Brigadeiro c rommaudanlc das armas.
EDITA!..
De ordem do Sr. brigadeiro Feliciano AnIonio
Falcao, conunandanle das anuas desla prmiueia
faz publcu, que em ordem addcioual a do dia de
boje sob o D. foram declarados ausentes por esta
reni comprebenddos na dis|>osicAodo aviso circular
doniinislcrio da guerra de 5.'i de agesto ultime
Srs. (flenle i iuillii i me l.ui/ Bcruardcs, e alfercs
Joaquim Carduzo dos Sanios, que |>or decreto de 30
ile novemhru de IK,"i lizeram jiassagem para o ba-
lalhao u. 9 de nfautaria, c ate agora se tulo apre-
cuLiram.
Fpara que|>ossam cvilar a pena impnsla aos olTi-
ciaes desertores pelo art. I da lei de 2( de maio de
183., sau pelo prsenlo chamado*, fazerem suas
apresenlaees como he expresso no art. 3 da mes-
ma lei.
Quarlcl general ua cidade do Kcrife cm 11 de
maio de IKW. Candido teal Fcrrcira,
Ajudanle de ordens encarregado do delalhe
pordizer-so peridicamente que, se nAo for na \tr\
inavera, ser pelo menos no outono, quo dovo ler
lugar una expIosAo qualqucr. A liabilidade e pre-
v ideucia dos governos saberAo impedir; nAo duvi-
damos tlisto, que nAo ser nem no outono, uem
na primavera ; porm be um motivo de |mas para
observar este estado singular, cm quo urna certa cs-
peranca ilquida *c euvolvc na necessidade do so-
cego, como succede, quando se tom agitado bastau-
to, c so (rahalha para rcslabclercr o equilibrio.
Nolc-sc alm disto, quo inlosAo svmplomas par-
ticulares a um paiz; sAo communs a ludiw us pai-
zes, porque lio esle anda um dos effeilos das reVo-
luccs; ellas cslabcleccm entraos povos urna inti-
ma o iuveiicivclsolidariedade, a qual mostra sua vi-
da govemadu pelas mesmas inllucncias superiores,
unas vezes entregues, como ha alguns anuos, ho
mesmo espihlo do vertigem o ilo agtarAo ; oulras
vezes, dominada, como boje, por urna corren te uni-
versal de rcaro, que toma por loda a parte o mes-
mo carcter, lie isloquo faz que, debaixo du pon-
lodo vsla inlcruoc externo, nada do que perlencc
a um paiz, nada do que o abala un ameaca, seja in-
diferente aos oulros. Cada novo Incidente allcsla
esla solidarcdade avivando o scntimenlo desla si-
(uaeAo precaria de que fallamos. Cerlamcnlc nada
he mais borr\elnieiile odioso em si mesmo do que
esse allcnladu, de que acaba de ser objeclo o joven
imperador da Austria, quando passeava as mura
Ibas de Vieniia : rusla-sc a conceher esto fro e erl
minoso fanatismo do assassinatn, que pareco fazer
depender a sesuranea de um puvo da luucura de
um si'i homcm; mas o que augmenta anda, *se lie
poasivel, a gravidade aesomelbante atientado, o
que nada augmenta a sua sgniliracAo, he po elle
se liga evidentemente a urna slUiacJb geral, na
qual lodos sio solidarios ; beque elle atlngc um
insliiiclo universal, nAos-i pelo faci mesmo do cri-
me, como pelo incensante perigo columpie vexa as
imagiiiaccs.
EXTERIOR.
CHRONIGA DA QUINZENA.
Parla, 28 de faverolro de 1S53.
A polilica do mundo, e particularmente a do ron-
tinento curopcu, mo muda felizmenlc de aspecto
cada da, no momento cm quccslamos. Nao osla-
mos mais uaqucllcs perodos nefastos dos ullimos
aunus, cm que nao era possivcl deixar cada um do
perguular sobre as calaslrupbcs da vespera, sobre
asrevoluccs (riumpbanlcs, sobre os Mirnos abala-
dos, sobre as roroas arrastadas no lamaral das eo-
moces. A corrcnlc vultou ao seu leilo. Aseguian-
ra geral leu feilo na verdade progressos mallo
rcacs, c, ncslc rcslabelcciincnlode urna corla segu-
ranca, uinouein ih'hIc dcsconhccer a parle que ca-
bo a iniciativa da Franca e do seu governo. Com-
ludo nao ha um espirito justo crcflcclido que nAo
-mi.i em summa, que lia sempro na situadlo da
Enrona alguma cousa de inccrlo o de precario, lao
dinicil he a um continente firmar-se na* CODdlejM
regulares c naturacs, depois das comocOes as mais
poderosas. As revolucos leom com efleito um rc-
sullado cslranbo c fcil de oliscrvar-so ; beque,
quaodoso lem lancado fra seu jugo, ellas sobrevi-
vem pelos cnihara^os e complicaccs que deixam
aiiosii; m ull i plica mas occasines do irritar/es ou
lessidencias; accumulauos ferinculos perigosos, os
lementos inllauunavcs, cromo todos sabeni hemslcr punca cousa, um arrcbalanienlo, um ar-
lor irreflectido, una faisca para incendiar lanas
paives afanas adormecidas0 refloadas, para Irans-
formar ujogo nalural dos aniaeouisnios lulernacio-
naes em lerriveis conlliclos, arosluina-se a viSer
em nina cerla inquielac,Sot pcrgunlando frequente-
menlo sobro u futuro; iiinguem sabe oque teme.
is sabe que (eme. Parece que ha urna forra das
cousas, que couduz os acunleeinieulo, e acaba-sc
Nao be certamenlc um criniedesla ualure/a que
pode modificare (amparara correnleda rcaerSo quo
reina na Europa, elle a jusliliea pelo contrario. <
mesmo snecede em oulra ordem de fados, lia hojfl
na Europa um grande numero dequestoca que so
debalem. Os aceotcclmeolos de Milao posetam a
Austria, an que parece, na necessidade de lomar
medidas rigorosas contra a Suissa, por meio de um
bloqueodo Tessiun, c do por este paiz dehaivo da
ameaca de tuna ucean mais directa anda. Talvezquc
esles acunlecimenlos tenham disperfado em alguns
gabinetes u pensamento de Intervir Junto da lu-
glalcrrapara leclamarema cvlinrcAo deste foco de
propaganda revolucionaria, que ella enlrelcm ou to-
lera em seu territorio. De outru Indo, debalcm-sc
no rlenlo lodos csses negocios do Monlcnegro, dos
Sanios Lugares, os quaes pcm emconlaclocem lu-
a ludas as influen.'ias, ludas as rivalidades, ludas
as amhices, o parcceui fazer varillar anda mais
urna vez a independencia do Imperio nllomaiu).
Cada um desles aconleclmeolos lem cerlamente por
i una grande importancia, porm nque faz dar-lbe
um iuteresse anda mais vivu, be que lodos sahem,
pie cada um del les be um como to, ao qual es I i
presa a paz geral. De todas as partes se fez ver esla
soldariedade, que existo caire lodos os povos ; so-
lidarcdade na polilica interna c eviena ; solida-
rcdade as necessidades de ordem c de paz ; solda-
riedade no perigo e al as inquielaeoes, que uas-
cem do espectculo das complicaras, cujo resulla-
do iiiuguetn prou1. Estas cuniplicacocs sao rcacs;
ningiicm pode duvidar. He talvez sobre um dos
pontos que dav.unos a eonheeer. que agora se pre-
param no Oriente, 88 c\enlualidades as mais gra-
ves, e al mesmo na Inglaterra, um dos priueipac*
orcAos da niprensa pareca iilluiamcnle presentir
una singular niudain;a na opiniao publica ingleza
i respeilo do imperio oltomano. Km summa, a In
glalcrra nAo cuida de nenhum modo senau do quo
Ihe rnuvciii para Icr sua parte em UOU succcssl
que ella prev, quewdeva abrir. (Juer islo dizer
|>oi \eiitiira, jaque nu. servimos deste termo, quo
este fin, un qual esl presa a paz geral. deve ser cor-
lado em qualquer puulo por um capricho repcnli
no? Creinosquc se deve augurar mclhor da -abe
doria dos governos* Alcm disto, ha umitas raziVcs
parase crer ua conservadlo da paz ; a prmeira, be
que se est multo prevenido, ha moli tempo que
se vi\o em um estado de alarma perpetuo, cnnlia-sc
talvez demasiadamente em ludo, para que nada
sueceda. Ha oulromotivoainda, beque, romo ta-
mos dito algiimas vezes, nem os desejos, nem os in-
lercsscs dos povos esln cm conflagracao. Antes rei-
na por luda a parle um deseju ardento de por os
pi imeiros hens do civlisacAo cima das quesloos in-
cidentes, das siiM-epiihiiidadcs o das rivalidades se-
cundarias, dos alarmas fkliclos. Aldmdblo, ha sem
duvidaem todos os governos a Inteligencia desta
soliflaricdadc que cxisle cnlro a ordem interna de
cada paiz, e esla ordem de una especie mais eleva-
da o mais geral, a qual se chama a paz du conti-
nenle ; talve que mo baja mullos governos na Eu-
rupa, que nao livessem de sollrer de um abalo que
se (oruasse boje nlalivelmenle universal, e parece-
nos que se deve relleclir nisto.
Quanlo a Franca, ella be natural c csscncialmcn-
Ic parle nesla siluncAn, e 0 que ha de singular,
visla das perpeluas accusacoes feitas conlra ella, be
que de nenhum lado (em viudo mais luki'i .i'la- pro-
vas em favor da paz. O imperador ronuv;na ainda
oulro dia estas segurancas nn discurso de inslalla-
cAu da ses-An legislativa. Elle fazia anda mais, an-
nunciava una nova rciluccao no exercito de ^0,000
huinens, o que lovaarO,()00acifrA da reduccAo lei la
as forrasmililares fraueczasdepos del8"2. Todava
seria eslranho, que a Franca foSM a nica qticcon-
Qrmasse por actos suas decUracjOos pacificas. Ao
passo que a Inglaterra parece fazer muilo inolim
rom OS armamentos dos oulros iiuicainentc talvez
par.t augmentar us seus, ao passo que i Hussia c a
Austria fazein senliro peso de sua preponderancia
na Turqua, lora singular que a Franca fossea ni-
ca, que nAo occullassc ncnbunia ambicAo debaixo
de suas palavras. Nao he porque a Franca nAo li-
vesse de fazer scu papel, no dia em que corlas ques-
locs se estabelecessem na Europa -Qualquer que for
0 governo que esleja sua frente, lia para ella ci-
ma de ludo, inlcrcsses permanentes de inlluencia,
do grandeza, inesnio de seguranza, e o governo ac-
lual nao o-trcsconhccc mais duque aqucllcs quo o
lem precetlido. Mas eslas queslocs, qur ellas so lo-
vantcm no corac.o da Km opa ou na Turqua, niu-
guem |m'hIo dissimular, que ncllas esta presa a paz
do mundo, o fdra ilifllcl comprcliendcr da parlo dos
gahinelcs urna babilidado o iiilclligencia, que cou-
sistissem cm fazo-las uasccr, c impur assim an nos-
so paiz sua accAo immediala. Pon entura nao ha
buje para lodis os governos unta conducta mais na-
lural, mais justa, mais conforme s noressidades da
civilisaco, c queso reduz simplcsmenlc a permit-
ir que a Europa se firmo o fique Hvto das cataslro-
pbes que lem perturbado a sociedade universal at
seus fundamentos, que adqoifa suas forras para as
applicar, nao i guerra, mas ao progresso moral c
inlcllcctual, ao dcscnvolvimenlo da industria, do
commcrcio o do lodos os recursos do genio contem-
porneo? De qualqucr modo quo se encaro a silua-
seno duas polilica-cm presenca. urna da oulra;
aquella que, vigiaudoa paz, hado garantir a segu-
ranca interna, a ordem material dorada pjBm, e
aquella quo, pondo em perigo a paz, ba de Irazer a
revoluto, como sua alliada para mis, como um ini-
mfgo para oulros, o provavclmente para aproveflar
dos desastres do lodos. A escolha dos caldncles uflo
poderia sor duvidosa, como o governo fruucez paro-
ce ler fcitn a sua at aqu.
11c esla, como diziamos, urna das principos pas-
sagens do discurso do chefe do eslado na iuslallacao
da scssAolcgislaliva. O Imperador refere ainda man
nina vcx a ptdilira eviena da Franca ao peiisaiiieo-
toda paz, de urna paz digna, honrosa e mil para
lodos. Esle pcnsnmenle parece ser para o chefe do
novo imperio o objeclo de urna viva e constante
mais; muitos hbitos liveram de ser transformados
nesla nova phasc, cm que a Franca enlrou.
Os proprios parlidos, cnsaiados pelos acontec-
montos, sAo ubngados a procurar ronovar-se, a forli-
licar-se ao contacto dos interesso roacs o permanen-
tes, u despedir-se de lodo o espirito mesquinhu de
'.i' -.."' ou do seila. Nao ho deslo modo quo a si-
tuarlo de um paiz ebega gradualraenlo a polir-sc c
a engrandecer-so ? Nao be assim que so podo ir pas-
so a pasto parosla liberdade, de quo o imperador
nos fallava oulro da, o que elle ropresenlava uflo
como um insimlenlo de fundaco, mas como a co-
ra dos edificios polilicos, que o tonino consolida ?
So us fusse permillido interprelar eslo elevado o
grave peusamonlo, poder i amos dizer lambem, sem
uuvtda, a liberdado |>or si inesma c considerada al-
solutamcule, nada eslabeleco ; ella he apcuas uina
palavra com quo se lsougeia as paixoes.
A liberdado nflo be poderosa, cuicaz e*rcal sango
dom os coslumosquo a enlrolcm, como o iiulincto
moral quo a disciplina, com (odas as noyes cjusli-
ea uno Ihe assignam o camiiiho, c cnlao ella he a
cora nalural dcslas virtudes o desles movis, quu
ella, suppe, osemos quaes ella be una decepcAo
perjudica. Por islo, o quo be misler pregar aos po-
vos, nao he a liberdado em si inesma, he o lodo do
virtudes que a fazem possivcl, infallvel o fecunda ;
o mo so deve mostrar-lite na liberdado, uAo be o
dircito quescadquirc por nascinionlo, ho urna con-
quista laboriosa o lenta, comprada (icio respeilo da
le, pen vigor Interno da consciencia, por urna per-
petua vigilancia em si mcsinu, c por um esforz per-
manente para conciliar o respeilo da sociedad com
ousoli\redas faculdados individuaes. lio assim
que poderiamos inlerprelar um pensamento, o qual
alcm dislo diz ccrlamenlo ludo u que quer dizer.
A sesso comecou agora, o os Irahalhoa quo a (e-
rAudc alimentar, vAu seguir seu curso. Se o corpo
legislativo lem hnje menos brlbu o cslrondo que ou-
Ir'ora, rcsla-lhc polo menos o dominio dos negoems
praticos, onde elle pode c\crccr una iiinucncia ulil.
O senalus-consullus do mez de dezembro trarou,
enmu se ba de estar lembrado, de um modo disltne-
lo a esphera do arclo do corpo legislativo e a do go-
verno. U cor|K> legislativo vola as leis que Iho sAo
suhinuttdas, diseule a le do orcamcnlo ; o goveruo
obra, administra, sorve-se dos recursos jioslos sua
dsposico, dirige ou modifica suberamente o lodo
dos serviros pblicos, o sua aclividado esl longo de
lirar suspensa. Promulgou nesles ullimos das di-
versos dccrelos, que tratam do inlcrcsses igualmente
graves, ainda que de urna nalureza muiludillerenlc.
Um dos mais importantes desles decretos ho o que
augmenta 0sold dos ofllciaes subalternos do ej-
ercito : he a realisacao de um pensamento provavcl-
mente lidu ha muilo lempo polo governo, com o cu-
bo do um espirito de solliciludo. O angmciilo do
nido dos ofliciacs subalternos absorvo naturalmente
urna porcAo da economa oblida |>ola reduccao do
CxercltO. A nica qucslo que so poda aprsonlar
era a do saber, se esla diminuirn de despozas do
um lado e esle augmonlo do oulro lado uAo (razia a
necessidade do urna sancho legislativa. O governo
resolveu nuseulido do sua prcrogatvn, c uhrou do
mesmo modo cm oulra ordem do ideas, tirando una
porcAoda directo das bcllas-artes, thcalros, mu-
seos, ele,, do ministerio do imperio para o do es- -
lado.
Assim ora no lempo do primeiro impero'e na
rostauracao, estas mesmas allrihucos oram da alca-
da do ministerio da casa du re. Esla resliluico na-
da tcm que seja novo. O quo so pode perguular
somonte he, se existe bojo urna reasalirao bem real ou-
lro a vigilancia dos oulrosllbealrm, a censura e o
que ficaem urna palavra da direeeAo das bellas ar-
les ao ministerio do imperio, c as allribuicdes desle
ministerio, tal como acaba descr organisadopor um
decreto ultimo. Alm dislo, nao he aumento o mi-
nisterio do imperio que soIIre estos arraujos. lia
I.....eos dias, O ministerio dos negocios eslrangciros,
lambem era rcorganisado; o o ministerio da fazenda,
segundo dizcui, esl a poni do o ser.
lie mu pcnsamenlo .usual de cada novo governo,
as vezes de cada novo minslcrio, orgausar assim os
serviros pblicos. Na verdade ba mmlificaces que
as citcumslancias exigem ; acxlensao ou dimimii<;Ao
de cortos Irabalbos, a mllanla dos uegoeios o dos
inlcrcsses pdem exigir novas organisaces. Entre-
tan lo, para fallara verdade, se ha algum progresso
que so dove seguir, o que au nosso ver nAo padeco
duvida, ho por venlura sobre us mecanismos e qua-
dros administrativos, que devem versar as altera-
ra'! fino deviam ser feitas autos no espirito que
presido escolha dosempregados, dreccio do seus
Irabalbos, a (i xa rao do suaposicao? Iiifeli/.inenlo
ha em Franca um pensaniciilo, quo lodos favore-
cen!, poique. csIAu nelleinlcressados o he que cada
um deve (cr seu lugar as admiuislraccs publicas,
c que para a salvacAo do eslado se devo eulreler o
maior numero possivel de empregados, anda quan-
fosse uceessario restringiros emolumentos deTca-
**
preoerupaeo, mauifeslada depois le algum lemp
le divcisa-
.olmpera-
uamfnar a
Bdb do repouso,
tuna nacional, u
m, odiseiivnlvi-
em mais de uma oceasiao, e debaixi
formas pelo governo. Quanlo o iulcr
dor mu seu discurso nao podia -cnAi
wtuar.nMla Franca, depois da um mu
lina do paiz, o prcuresso da fi
mclhoramcnlo dea recursos publi'
mejilu Ua industria o du couuuercio. Quanlo ao
I
la um. Eo que resulta dabi? Hu que as mais das
vezes sele ou oilo pessoas fazem fracainenlo o sem
zelo oque dousou Ircs homens inlelligeiitcs o labo-
riosos poderiam fazer ; be que as adinnislrac,6cs se
povoam de mancebos que pensam scni|irc quo fazem
muilo, peto ordenado quo lem. NAo fdra urofcrivcl
I i mi i ni ir o n ii meio dos empregados, mclhurar sua
lituacAo e fazer dcstas vanlagons a recompensa da
capacidade e do zelo?
Em geral, o eslado se avanlaja cm cslabclccer ge-
rarebijs, em estipular regras do promocao, cm fixar
Ijinilcs de idade para a entrada c a|oseii(adoria,
em uma palavra cinorgauisar o reorgauisar. Tildo
(alo Dio tcm jamis impedido, ao menos que saina-
mos, nenhum aclo de protecc,Ao. Dopois do cada
mudanza, cada muso acha no lugar cm quo eslava
antes, cada um (urna uulra vez seus hahitus, as cou-
sas sogucni scu curso, a machina funecioua at que
ipparcea uma nova organisacAo quo, como a precc-
dcnto, uAotnca na qucslo. Em summa, a adminis-
trarlo franceza, que est felizmenlc purgada do
muitos vicios das adminislraccs estrangeiras, sidfre
um mal bastante commum do nussu lempo : he quo
se faz pouco caso das coiidicOcs roaos do um iraba-
Ibo serio o ulil. Muilas nocoes confusas so tcm pro-
pagado nestas malcras, as quaes uAu loruam mais
fcil uma refurma verdadeira, profunda o cllicaz.
E so devenios dzcr ludo, sorprende por acaso es-
ta incerteza de nocoes c das ? Nao se eslende ella
a oulras regios, ao dominio mesmo do pensamen-
to ? Una alteracAo estrauba as ideas, nAo pareco
muilas vezes raanlfestar-sc no meio dos eveessos, dus
arrcbalamenlos dos caprichos contemporneos sobru
a arle, sobre a invcncAo litleraria, sobro as cousas do
espirito e da imagnacao, sobre a propria critica ?
Nada he mais singular do que snlH-r o quo se dove
fazer, e como iijnguem o sabe bem para si, nutural-
menle ignora-so ainda mais para os oulros. Assim
(em raccedido muilas vezes a osla revista altcrarom-
Ibe do um modo singular seu espirito o scu fim; e
se lem admirado da maocira porque ella entenda a
critica, do cuidado.quc linha cm reproduzir o nio-
\ menlo .las litieraltuas estrangeiras, cm iniciar nos-
so paiz na historia dos povos deseenliocidos, o do
olvido cm que dcixava a Franca de nossa propria
litler.ltura. Multiplicar as investigantes e os ele-
mentos de compararAo, dcscrcvcr o inovimento das
raras, indagar o imsterio dascivilisaces estran-
geiras, osludar o carcter dus povos cm sua historia,
em sua poesa, as obras do sua imaginaciio, nflo he
cm realidado o espirilo nicsmo da critica moderna
no quo ba de mais elevado o de mais novo Infc-
lizinenle ha sempro em Franca quem leima a vista
lAo enra, que so admira do que os mais nao sejam
mvopes. Algiieinloinumajaiiellinbaqueabre sobre
so jardimziubo, onde crescem pequeas plantas de
um perfume mediocre, ou antes da porta ilo um sa-
lao recebe os gracejusolegaiiles, os ruidos que cir-
culan., as noticias que se succedem, e islo ho
certamenlc lilleralura 1 Pois seja, he um genero
uno como a um outru se devo na verdade deixar
us sectarios ; mas he um costo que rigorosamente
nflo podia ser universal: eseui duvida he permillido
preferir o esperlaculo do inunde, he permillido
dar preferencia no ir procurar u rellexn da civilisa-
cffoda Franca nos palias os mais jonginquiM, dar
algum valnr aos episodios mais curiosos que si? |os-
sa dar, aehar algum gusto no pensamenli da Alle-
manha, do Inglaterra c dos Bfllados-Unidos, Islo
oxclae o estududa lilleralura francei? (Juai he,
pois, olime cmiucuic quo nao leuha Ilustrado cs-
m-

MUTILADO


rrzrsz-vriisrvaimmrnmi
X
las paginas eos nonio mais obscuros quo figurassem
junio dclles yuol a obra imporlunlo que niio Ic-
nha adiado ma approciar,.1o, sean romo desoja o
aulor, ao menos exacta e sincera 1 i.in il lie mesnio
n ensato tentado c desconhcddo ainila, quo nao te-
lilla sillo procurado c observado ? E como aquellos,
que peiisam litio lema esquecido Franca, (cm cer-
laniculc papel o pciina, nada Iba lie mais fcil do
quo festejar as novas obras primas, cm vez de so oc-
iiiparem algumas vezes cin descubrir cscriplorcs, c
obrasISo dcsconliecidas como o Mcdllcrranco, antos
que Mr. Alejandre Humas o vesse dcscoliorlo. O
quo lie verdado he, quo a lilleralura actual presta
(jrosseirosserviroscritica, collocando-a entre nina
escola decadente c oulra que se rsenle ainila bas-
lanto das circunutancias em quo ella cresco penosa-
mcnlo.
De mu lado, enlroas obras da esrola de lia vinlc
anuos, o que so ve liojo '? Un noio romanee de
M.i' Sand, Monl-ttettrhe. Hi nenias paginas algu-
na falseadooalorde oulr'ora, algum reflexo da-
quella cloquenria arrebatadora c perigosa, dapai-
\.o anlenle, rujas emocOcs se scnlia 1 No prefacio
do Monl-llethhe, a autora diz, que seu romance
nada prova, o doemos ser dosua opinhlo e acres-
rcnla quo o romance nao deve provar nada, o que
pode ser verdadeiro 011 falso ao nicsinn lcni|io. O
(pie prova alguma cousa em un' romance, Dio he a
nioralidadc intil, que vem mostrar na ultima pa-
gina eslcou aquello personagem, nao lie a arrogan-
cia |icdanlc do aulor dos scrmOes rovolladn, quo. so
lia do descubrir em cada linba; o que exprimo o
liensamcnto de urna obra deslo genero, lie o movi-
menlo da a.v.i... he a combinado dos caracteres, o
jogo das paitos.
lie justamente dcbaixo dale poni de vista qua
Moni neeehe nada prova, o que todava deveria
provar. l'm dos Hroes do romance diz a um poe-
ta de scus amigos, que tambem reprsenla um papel
na historia :" Mcu les! como as ledras lem acaba-
do omeu pobre Julio 1 Compoo tanto quanlo piu-
las, lio mi|.....ivcl ver atravez da tua fantasia al-
guma cousa que possa existir ', eu desconllo de la
mullid- dcjirovincia, etc. a Nao se pode dizer oulro
lano das nutras personagens de Moni Rtvrehe '! Na
verdade que sim, deve-sc desconfiar dcsla joven
Evelina, a qual na idade de desoilo annos se entre-
ga ao mais sabio manejo da ousadia femiiiina, c se
distaren cm camponez para ir so, noite, oncon-
Irar seu amante em um vcllio caslello accresrru-
le-so que nao be o amor que a conduz, lie a curio-
sidade. Eslojuizo que Me. Sand applira de um
modo 15o singular ao seu poela, n.lo poderla appli-
ear a si mesilla \' Ella com|Klo tanto quanlo piula.
A paixaD resriou nella, c ella lirou um espiritoain-
ila brillianle sem duvida, mas que se divcrle cm
jugar coni lodos os seus personasens para escarne-
cer drlli-s. reunindo no lim nn um casamento uni-
versal, lia grande distancia entre Moni llercrhe
c la Marr OH DiaMc ou a la Pelile Fatlrlle c ao
nano que desle lado a uspirarilo parece declinar,
quaes slo os s>mptimias da nova insnirarao '.' yuacs
s,lo as obras, as quaes se revela o vigor da moriila-
de'.' Bem iluvida alguma ha, c n.lo lie da nossa
parle que I svinpalbia |K>dcria fallar-lhe; ha la-
lenloa mo se elevan) c vigoran!; ha espirito, chelos
de sublime e pciiclranle delicadeza ; he um muvi-
inrntn quo procura ilesciihar-sc, mu grupo que M
furnia. Todava, em mullos deMe* espirito.....vos,
qilcnasrem desde atoran lempo para a vida lutera-
na, n que se pode observar cm gcral he ; urna cor-
la sublllOXl de inspirar.ln, una rerla complcioao
delirada c d-agil; o que dios falla, he csludo e re-
Oeitu ; be o |H>der original c fecundo. O drama
que o theatru francez representava oulro dia la
Mitrara, ropindurofiu de um dos episodios mais
dramticos da Dirim Comalia o de la Pin otaria
lonno de provar o ronlroi o. Ningucni deve enga-
nar-sc a respailo ; se as novas escolas lem instado
minio a se formar ; se una inspirarao mais nova lie
lenta em germinar ; se ha boje lana apalpadellas
e incerteza na vida luterana, a causa nao ola so-
menlc na fraqueza individual dos tlenlos; ver-
dade he, que a geracao arlual he renos feliz do
que aquella que a preceden lia lanos anuos. Na-
quella poca o vcAlo enfunava a vela dos lvenlo-
re-; ludo favorcria seas toreo; ludo eslava para
lenlar, para transformar, para revi ver na poesa,
no romanee, no lliealro. Eiu prcscvvra de um lim
iiatiiralnienle toncado, o menor estoico era cou-
do por genio, llavia noslcilores e nos pealas una
orla fre-eura de iniproso, que depon da da au-
rora do una poca nova. Os que vem boje, cu-
ronlrain um terreno devastado, lodos o lioneros
Iliterarios agolada uu falsificados, 03 espirito iu-
rerlM cm sua direcciio, um publico embolado
dislrahido, sem ardor e sem escollia cm suas sv
patinas. Nada os serve c sustenta na almospiera
que os rerra ; pelo contrario, ellos lecni de abrir o
raiiiinliii por si momos c prcciirhei seu lempo sem
lieulmm socoorro das rircumslanrias. Nao lie mu
motivo de mais para pedir forras ao csludo, me-
dllarft, ao Iral.allio. afun de arhar o segredo das
m.i.i-i-ronreproes, das lindas pinturas e de le-
da as poderosas delicadezas da arle t lie simiente
deslo modoqne se pode formar escolas novas cupa-
yes de dar vo imaainaefio, prestigio ao espirito
de lioso pail c conservar seu ascendente no meio
do movimento das relarocs inlcllecluacs conlcuipo-
i aneas,
Cousa eslranha. oslas rdaMei iilolleeluncs oxis-
lem ccrlamenle culrc a Franca e a Inglaterra, as-
sim romo as relarocs de comincrrio ; as industrias
dos ilous paizes se prcslam um mutuo apoio ; silo
oulras tantas garantas da paz, o he este o mnten-
lo quo a Inglaterra, escoilicu para representar esta
'.....Milla, ao abrigo da qual nrganisa as milicias, c
alinenla scus armamonlos martimos I lie faci,
era este (alve nicamente o fim real, c tima vez
conseguido o lim, nao he impoalvol que o panno
desea sobro a mal succedida represcnlarao da ln-
vasao franeeia. Nao he scrianiente, como pensa-
mos, o rrreio de um prximo desembarque da Fran-
ca, que foi o priineiro mnliil desle aiigineulo das
torras do Inglaterra. Scus humeo de e.lailo nio
estiloacosllimados a nulrir-sc milito lempo ilerhi-
meras desle genero, c he iufiiitamciilc mais pio-
vavcl, que, em sen pensamcnlu os armamentos ma-
rilimos tenliam oulro dolino, por exemplo, o d
pin a Inglaterra em olado de representar um papel
na rnso do rlenle. Finalmente he para a cmara
dos coinniiins que fui levada a quesillo das relarocs
da Inglaterra e da Franca, por nina iiilorpellacau
le .Mr. Disrael, o em definitiva o que Vcsulliiii des-
la iliscussAo? Ccrlameiitc nula delimito amcaca-
dor, nada que ropouda ao movimcnlo facticio ex-
citado fura do parlamento. Mr. Itisracli fez um
Mlhanle coloqucnlc discurso, ao qual John Rtis-
soll responden, e o dbale ficou uislo, deixandn
intacto dosdoiis lados, o ainila que por motiva dif-
ferenles, a manutencao Jas boas relarocs com a
Franca, rom quanlo um dos membros do gabinolc,
sir Charles Vvood, cm um discurso pronunciado em
llallfai, livease lomado aiaumas Uberdadea a rea-
pollo do govcnio francez.
Nlo he por una quoljo desle genero que o gabi-
nete inglez podeseiilir-scamoarado. Sabe-sc que na
Inglaterra ha urna grando latilude concolida aos
lomens do estado om ludo o que diirospeilo n po-
lilica eterna. O povo inglez colina en! seos ene-
fes, porque sal que o nome, iiXercsses c prepon-
derancia da (,raa-llrclanba sao |ior loda aparte
sustentados, o que as Iradiccs de sua poltica nao
securvain diante de iieuhunia considcracfio. He
por Uto que o gabinete nciuai otolenha laivezde
lemermuilo por agora de urna disriissiio sobro os
negorins cslrangcnw, pelo moiins debaiio do pon-
to de vista das relavos oulro a Inelalcrra o a Fran-
ca ; mas nao be menos para notar o iiileressc que
se il.i desde algum lempo lis quolcs religiosas na
Inglaterra, lia nina verdadeira recrudescencia
do espirito anglicauu. provocada e animado, como
lodos lulo de esto lembrados por lord John Itus-
bcII cm sin caria ao Mapa do Uurham, a res|icilo
do que so cliainavaaggrcssos papes, c quo por
um singular Iranslorno se vellora ronlrn elle. O
gahinelr ncbar.i esle espirito anglicano liante de
i na discusaao de seu bil sobro a emancpacilo po-
lilira e civil dos judeus, a qual araba do'solfier
leli/meiilc apruneira provac.lo ; ello o adiar na
piojuisla ja cita parasupprlmlr a dolacn do semi-
nario catholico do Ma.vnoolh; achara na quesillo
das rvemu Oo clero no Uado, a res|ieito d qual
Mr. Irederico Pccl, lilho do Ilustre slr Roberto
acalia de aprcsonlar urna proposia. Ora esto ospi-
rilo anglicano, lie o alarma o mais lemivcl do par-
tido lor>, c dcve-*c crer que lord Derbv se servir
hbilmente dellu ronlra ominilerio.. Oqueainda
|inde ser um novo e singular embanco para o ga-
binete lie, se os suvertios do conliuento so decidi-
rrin, romo so allirma, a | eilir-llio a evpulsao dos
principaes rhefos da emigrarlo revolucionaria,
piincipahncnle de Kossulh odoMaziini.
A Inglaterra lem onrguloda hoaplUlidade, qne
da a lodos os refugiados ; mas be mislcr anda que
drsle asvlo hospilnleiro nao saiam todas as cxrita-
i.es para a guerra e para novas revoluoOea.
Iinnhnenlc nao be esla a nica diflieuldade que
os arontecimenlos de Milao Irazem aiioz si, S.iln-,
so as caiiseqiieucias desla tentativa desesperada de
alguns insensatos deslumhrados pelas predicas denla
gogicas, I ma lenlaliva semelh.mle nlo poda O.....e-
rernenlium resultado favoi.ivcl >siisreptibiliiudeI
nacionaes, que os coracAcs italianos poden, nutrir;
Y';' "'.....""i delsar da lar o resudado que levo,!
^"o.oiidiio ,io vigor da parte das auloridadea aus-
I lacas. I al |, vado interna da Umbardia o
eflcilv man evidente de una empieza organiMda
por cssa ocrulla demagogia, do que Mazzini he o
puntilleo : he a massa da popnlacao pacilica o eslra-
nha a osles aconlecimcnlos, quo paga boje per al-
'guns revolucionarios. Mas oslo negocio do Milao
nao'deixa do ler conseqiiencias anda mais graves
dcbaixo de um oulro ponto do vista. As medidas
de dofeza lomadas pela Auslria n.lo se appliram s-
menle l.ombardia, ellas se cxlendein tabea,
que carrega com o peso de mudos complicidades
revolucionarias.
Algum lempo ha quo os rclajocs da Austria c da
Suissa se linliam complicado por un incidente de
naluroza, que dcspcrlou a allencao do gallineto de
Vienna: he a supprcssAo dossominarios de i'alleg-
gio e d'Ascona pelo govcnio do Tessino c a cipul-
sao de alguns mongos naluracs da I.omliardia. Em
quanlo progrediam as ncgoclatoos a esle rospeito,
appareccram os aconlecimcnlos de Milao, e nada
mais foi preciso para decidir a acc.au imnicdiala da
Austria, fundada nos incidentes precedentes o na
anitai.io permanente, cnlrelida ou tolerada pela
Suissa na fronteira lunbarda. Nilu smenlo o can-
illo de Tessino foi bloqueado, como loda a popula-
cao tessinense resideuto na Lombarda rcccbcuor-
dem para deixar o pala. A l.ombardia conlava
perlo do 8,00X1 lossincnses, os quaes vollaram prc-
sculcmcnlc liara a Suissa.
Qual ser o desenlace desla complicarlo ? No
otado actual, ello nao poderia ser duvidoso. As
rccIamaeOcs da Austria, principalmente a rcsncilo
dos refugiados, devcr.lo nceessoriamcnlc prevalecer
ou pek) conscnlimento do govcnio suisso, ou pela
I8r{a. Neslc ultimo caso, nao pido escapar a nin-
guem que a queslao entrara cm urna nova pliasc,
cmque sera cerlaincnlc ull que rcinasse um gran-
de espirito do conllaiicii c de benevolencia mutuas
entre os gabinetes da Europa.
A Suissa, ja o dissemos, expa mudas complici-
dades revolucionarias. O que Ibo accede boje j
lito tera succedido senao fussem as cslranbas corno-
toes que lecni abalado a Europa, lia um pai/ na
Italia ao qual os acontecinioiilos do Miblo poda cvi-
denlcmcnle crear embarai;os, lalvez linda mais
eravo: he o l'icmunlc. Nao sii pelo papel que
elle reprsenla na Italia, pelas Icmhraiiras recento
da nllinia guerra, mas anda pelo asvlo momo que
elle lem oncrecido a um grande numero de refugia-
dos lombardos, o l'iemonle podia llcar cxposlo a ser
arraslado ou comproinellido. Fcliznienlc nao sur-
cedeu assm, e islo he devido prncipalmenle a rec-
lidao e nueza do govcnio plemonloi. Ao priinei-
ro rumor da cscaramuca de Milao, elle lonmu as
medidas ns mais promplas o as mais severas nara
impedir que os refuciaJos passassem a fronteira;
evpulsou um grande numero e Inlernou a outros;
hoiiveram mudos que foram Iranspnrlados para a
America por terem sido presos com as armas na
nao. A opiuiao publica eslava alero disto de arcor-
du cor a alltudc do govcnio ; fnuio-e al nir-iuu
de loda a nterpcllar.lo as cmaras a este respedo.
Assim o que podia ser um perigo para o l'iemonle
servio pelo contrario para eolloea-lo em nina situa-
do mais deaembaracada c mais Cranra, lano he
verdade que a firmeza e o espirito de conduela sao
os mclliores consellieiros dos govcriios. lista silua-
r.losi pode Iraxer Celiiea resullados para o I'ienimi-
le. I'erlenro ao gabinete de lirim inauler, con-
firmar, desenvolver em caso de nccossidada ocarac-
ler conservador que deun sua polilica. OSr. de Ca-
voui- he cortamenlo urna InloUigencla bastante ele-
vada pira lrar partido deslas novas condicics. O
espirito de conservar:!!, que lem euipreaado na po-
lilica externa, elle tambem ha do empregaraom do-
vida nenhuma na poltica Interna.
Oual ho boje, na rralid.ule. o inelbor svsleina
liara o l'icmoiite? a n.lo ser o de ovilar as agilacAes
Inuleis e perigosas, de apartar Bjquesloes proprias
a levantar tempestades, e por em lula as paitos?
Os honiens de estado quo leem governado o l'ie-
monlo depois de alguna anuos, aquella que o go-
vernain boje, lee.....lustrado una grande aplid.lu ;
ello comprehendem cortamente que o meio mais
egttTO de firmar alrin dos Alpes 0 svslcma eouslilu-
rional he impedir que ello se desvair, be fazer
dalle um Kovcrno conservador sobre ludo, protec-
tor da aaguranea publica, c de lodos os ntcrcsso
legilimoa que pmlcm sobreviver aos reginions anli-
so dada ao momo lempo ao principo Mcnsrhikoh*
do ir aprescular Porta as quoixas da Russia. aug-
monliir som duvida a gravidade da do Sr. do Li-
nange, mas nao he a primeira voz quo se v a ltus-
sia o a Auslria animadas de urna emular.*, igual.
A queitao dos refugiados hngaros c polacos da um
espectculo exalamoute aemelliaulo. A siluatJo II-
nli.i mesmo cuUtu umladn mais melindroso: n'aqiiol-
la jioca o oiorcdo russo oceupava a Valachia. To-
dava venecu-se a dilllculdadc. Ho verdado quo a
Turqua se collocou pela oxpeditJo do Montenegro
cm una posicao lamentavel |iara com as suas ponu-
lafoa cbristaiis ; ella suscitou nu provincias visi-
nlias d'aquellc pequeo paii urna agdatao que of-
ferece urna occasiao favoravel s influencia lioslis.
Comtudn operamos que a Perla-, instruida pela
iulcnroesquc so perceno na alliludc da Austria o
da Rlistia, sabera entender-so em lempo com os
Munlonogrinos o occullar a olas duas polcncias a
forfa quo Ibes procura ala erro capilal commcllido
cm um momoiilo de iirefleaiio.
Tal he a rapidez e muiliplicdadedasrelatfioque
exislom boje entre o vclho e novo continente, que
so podo seguir de algum modo, dia por dia, a par da
historiada Europa,a historia desses otados trans-
atlnticos, os quao lem presentemente sen Iucor
no movimento do mundo. Poder do um lado, dia-
soluciio de oulro. lal he o opectaculo li.il.iiu.il que
nflorocm aquellos paizes cm seu duplo descnvol-
viniculn anglo-amcricano, o hispauo americano.
Os Estados-Unidos esperan! hojo a entrada do ge-
neral Frankln Picrco no poder, o quo dove ter lu-
gar no dia i de marro, o he entilo que a poltica da
nova presidencia so ha do desenliar. Al la, o so-
nado de Washington suspendeu os scus dbalo so-
bro as moros do general Cass. Quanlo a oulra por-
tan da America, sua historia se faz notar pelas rovo-
Incoo. Teios fallado algumas vezo do Mxico ;
elle boje ola mais que nunca cabido no golpho da
anarrbia. Al aqu exista no Mxico una sombra
de poder legal; esta sombra se dofez. O general
Arista demitlio-so do seu Idilio de presidente, e
foi provisoriamente substituido pelo presidente do
supremo tribunal de jasliea, o Sr. CevaUos. lia
milito lempo que o general Arisla pedia aocongres-
so poderes extraordinarios para dominar a situarlo
e (enlar arrostrar lodos os pongos quo ccrcavain o
Mexiro. Balea poderesllio forain recusados, o ello
te relima. Ello nao quiz lomar o que lhc nega-
vain i recuou dlanle de um acloousado, o qual mo
loria sem duvida senao una complicacan de mais
sem resultado. Se o general Arisla fusse dictador
no Mxico, deque servirla islo em presenta do mo-
vimento revolucionario que so atondo por lodo o
Mxico)' NooladodoTamnulpas, Indas as tro-
pas se passaram para o lado da insurreiro; em Ma-
taveozos, no Rio Grande, popularan o exercilo se
pronuncam a favor da rcvolucao. Mas qual he es-
la revolelo 1 A queslo est ah; ella lem lauto:
movisc bandeiras, quanlosslo osllicalros erhefes,
Nada prova inelbor do que o que se drueni Tan
pico. Doiis chefea insurgenlcs se reuniram para
tomar a cldade logo que ehegaram aos scus una,
um dellcs roincroiiafazer fogo sobre o oulro c i
procurar eilormina-lo. Quas que surcede o mo-
mo por toda a parte. Oque ha de mais singular,
he que, leudo-so relindo o ncneral Arisla por nilo
querer apoderar-to da diclailura^tqiicllequeosabs-
tiluio, o Si. Covallos, presidente do supremo tri-
bunal de juslira. acalia de dar um golpe da Otado,
pcranlc o qual tinlia recuadoseu predecessor. Dis-
solveuocongrwso pela Corea, e ao mesmo lempo
piibliruiium derreto convocando una convenci
para I., do junlio prximo. Esto golpe de oslad
2
ale
disto
Nada he ma
um homem, como o Si
duilr o l'ienionlc lies
lieral an mesnio Icnq
Lina grande quoln
a Prussia o a Austria
resse coninicrcial, que
nos, c que linlia viml
suas rivalidades depo
llano de tentar a and
r. de Cavmir, do que
de caininho conservad
All
de
eli-
iiha;
nlc-
incluio-sc i
; ciilcnderain sobre
divida ha quasi dous an
romo prolongar Calahncnl
da irise polilira de IKIH a
INV). O zollvvcrcn nao Mi llisjolvido r a Austria
nio Ca parle dalle; porm ella concl.....om elle
um tratado que satisfaz as necosidado da industria
austraca, e que pcrmitlirS apreciar de anlomao
quaa seriam as vanlagens o incunvenientea de ama
iini.io de alTandega de toda a Allemanha. Esta
olocae eslava prevista lia muiloa.....rea, A Austria
ilepuis de ler impendido muda artividade o tlenlo
pan crear orna rjaeciaejlo commerclal do toda a
Europa cenlral, vio que dosporlava sobro suaam-
birors polilira-, jii suspeiliis na ronrederar.lo depois
do congreaso do Dranla; raspeilaa pouro favora-
veis an desenvolvimciito ullerior de sua influencia.
Ella tinlia cedido dlanla desla runsideiarao pode-
rosa c linlia enviado a llerlin um dos prinripacs
proniolores de idea de um zollvvcrein auslro-alle-
inn, u Sr. Hrurk, para pronor li Prussia um meio
le nirt.que esta nao podia mais regolfar, c era de seu
interese arcil.ir. A Prussia cm diflniliva lem ra-
zan de se felicitar de-te resudado: ella n ilove n
lirnic perseveranca que doscnvolveu n'aquolla oc
casnlo, a dwpeile da compressao que mudos esta-
dos da All.....aulia meridional Icularaui n.n.-i so-
bre ella por causa de odios concebidos durante a
crlse federal.
O gabinete de llerlin Mgaio nesle terrenn nina
polilira anloga aquella que as circumsh.....ias llie
tiiihaui inspirado no congreaso de Drcsda ct
A Prussia aliaiidoiiou as novas combinarnos,
par
filo, porquanloo
piisitogovernosu
fiostidades conlr
osla oual a dis-ip;
prxima coiivcnri
Ir
.la
ole
i Ir
'1'
r. llevados ordem
licndoscm por toda u" parlo a
os insiirgenlo. A confusao u
-se na Mxico, a menoi que i
nao dio derrame alguma luz.
I Heme den teic.r moiule*,'.
m\\\u\(\).
1815
is pro
-se cu
jcclns de innovaran aos seus i ivac- ; eiirerrou
un papel Mteilramenlo conservador, collocou-se ao
brigo do pacto o das intlllulcOes exilenla, e ..
Sr. de Manlenfell, reparando assim as leincridado
lo Sr de RadOW.lt, soiibc desviar as represalias,
que o gabinete do Vienna promedia exorcer sobre
a Prussia, ou por una reforma do paci favoravel
i preponderancia austraca, ou pela creaelo de um
inllwereln auslro-gcrmanico. A rivalidade ihs duas
grandes potencias atlcuias nao est evidcnlemeiilc
cxliucla ; cluT so renroduziria na primeira occasiao
decisiva, porque ella esta ndo so as Iradiroes bis-
lorcas dos dous paizes, mas na nalurcza inesina das
colisas. Aqucsiao das alfamleiias, assim como a
do pacto federal, bao de rciiasrer inlallivchnenlo
01.....n futuro dado. A Allcinauha lian deve feli-
citar-so menos por ler escapado succe-siv,enle ao
duplo perigo que, dcbaixo da forma polilica e cum-
incrcial, poi um niumcnto cm perigo o equilibrio
das fiircas federaes.
1 .luauto o Toronja, ella nao dcxa de ser 0 objer-
In das nreocupacoes para seus adversarios c para
seus adiado. Compre dizer, que aquellos, queala-
cam boje sua polilica, sao mais numerosa c mais
fortes na sua linguagciu do que aquellos que a de-
rondem. lia mudas censuras que, da nossa parle,
podciiamos fazertho. Todava vendo o ardor que
a impronsa allemiia (cousa tronlin! c a proprla ini-
prensa inglcza moslrain nesla polmica, porgunla-
mos a na mesinos, onde se quer ebegar, e o que
siunliea esta dcsenvolliira de injurias, mide, ao la-
do do uluiimas verdades, so v ferir um paridlo im-
placavcl.alaeadodc desnaturaros faca a confundir
todas as nococs do justo c do injusto, lina memo-
ria ulliniamcnlo publicada pelo oraiio o mabacra-
dilodo da piitilicidade allemiia, se enraiTcgOU de nos
dizer, que a Allemanha c principalmenle a Austria
Icram onioiiioinleresse que a Russia na pardilla
do imperio ollomnno. Pur Ingenua que soja esla
cronta, ella he especiosa ; mas seria curinso saber
se a I nglalerra lamben er poder cntcndcr-sc- de
boje em dianlc com a Austria o rom a Russia para
assegurar a ota a posse do Conslanlinopla, o so he
oto o segrodo dalas viriileulasilcrlamarocs.aquo o
jornal mais importante da liran-llrclanlia se entre-
ga lia algum lempo, com una eslranha bondade.
Esla iielcmirri de que a Turqua he nato momen-
to o alvo em una parle da Europa, acaba de provo-
car na Blgica urna raspla assignada por dous ofll-
ciaes turca do exercilo odoninno, c que seria inte-
resunta, se ella nao tivesso Uto grande cunho occi-
dental, se ella aprescnlasse menos os voligio9 do
una rollaboratao evidenlcmeiilc europea. Com
quanlo Riistem-Etrendi. e Scid-Dev, fallein um
IHiiicn mais que simples belgas, que livessom loma-
do o fe: para a occasiao, lodavia defendem son pala
com ama viv a susceptibilidad*, e no molo dos ar-
gumento apaixonailoj, oam o quao Unlam rcpcl-
lii-o. ataques, rom que silo opprimiib. algutls ha
que nao deivam de ler urna certa apparencia de
t'odavilio inelbor argumento qoo a Turquia lem
paraempregar contra seus adversarlo, ho seguir
nina polilira prudente e liberal, prudente no exte-
rior .le manclra que nao suscito conflicto ou ques-
los ombaracos.H, liberal no inferior nllm do que
aquella que podem desojar o onfraquecimcnlo du
imperio, nao achcni sen principal apoio om suas po-
pulara ilesconlenlo. Nao he porque |
que o imperio ntlomi
ie faca I
CMARA MUNICIPAL,
Sessao' extraordinaria de 20 de abril de 18S3.
Pretidtneia to .Sr. nanita.
Presentes os Srs. Reuo.Maincdc.tjainciro, Miran-
da e -Mello,* abrio-se a so-ao, c foi lidao approvada
aartad'aiileredrnlr.
Foilidooscguinte
EXPEDIENTE.
UmofllcJodoEim. presidente da provincia, man-
dan.lo de ronfurmid.iilc rom a resolurao da assom-
bla lecislaliva provincial, que a cmara expedale
diploma a qualrn supplonlo que deveni subsliliiir
aoatjualro doputado eOeelivo que nao podem tn-
inar parle nos lialiallms da mesilla assembla.
Que se evpcdisscn n. diplomas.
Oulro do cnsul deS. M. Iltaiiira, pergunlan-
lo se acamara se impon a que elle se sirva de amil-
anar propriedade sita ao lado opposto ao do sido do
l.eau de Otiru, para abi situar u huspilal ingle/.
.V ce.....dssao de saude.
Oulro do juiz municipal supplenle da primeira
vara, obacharel Francisco do Farlas Lema, partici-
pando ter entrado no exercieiu da moma no dia I i
do crranle, por haver o sen proprlolario assumido
u cxcrcicio da primeira de dirollo criminal desla co-
marca. Inleirada.
Oulro do c.....ador, parlicipando que por motivo
lora......ta. provada pe.....ocumo.....quejuntava,
'.....pndia e.....paire, r a reparlirio. Inteirada, c
pie paasatse a fazer as suas vezes o aniaiiucnsc,
Francisco Canuto da Roa V'iagcm.
Oulro du procurador, lembrnudo a cmara para
requerer do novo a rcsliluicao da qnaniia de i'i'kki^
dispendida com os Clela da acclani.icao de S. M. o
Senlior II. Pedro I, ojl paga n fazeuda publica, vis-
to com) leudo sido esla divida remedida pelo ani-
so III, capitulo :i das disposicoe- geraa da le de 11
da -eleiuliro de IK.">2, susritou-se posleriornieiiledu-
vida que ainda nao Coi resolvida. Que se ofllciaase
ao Dr. Auguslo FrcdcrlcodeOllvcira, rogandc-lne
do oncarregar-so de solicitar na corle, do govcrno
imperial, a solucan desle negocio.
Oulro du administrador do ceinitcrio, rcquisltau-
do una barrica de cemento para embucar as cata-
cumbas inisluradii rom ral. Maudoii-se quen lis-
ral de Sau Jos enlTOgasse una das barricas da obra
doccmdeiiuipic eslau sb sua guarda.
Oulro do mesnio, datando sobre a inconveniencia
da condiicrao, em carra do pa-seio, de cadveres
quo muda vezes deixam miasmas nos mesmo
ranos, o logo depois jireslam-so estes i roiuliiccao
de pes-oas, pdenlo de scmclhanlc praliea resollar
mal saude publica, em cnnseqiiencia dos caa de
Cobro amarada que lem agora appareeido, o diiendo
mais ser islo devido ii s.i ler o arrematanle dos car-
ros fnebres iimuu dnisrarrus quo niio rhcgain pa-
ra a coudiiccan diaria du cadveres, sondo os seu:
pe lencos cm loo man oslado que causara repugnan,
cia a qiiem dedos precisa. A' commissao des.iu.lr.
Oulro do mesmo, dando as razoes porque lulo con-
eolio o ingrean no comlerioda msica que aeom-
paiiliou ao enterro do cadver da lidia domajor Kcl-
Iv. Nao foram julgadas plausiveis as raziles pro-
duzidas, c nale sentido se lhc mandn responder.
Oulro do fiscal de Sanio Antonio, informando quo
Antonio Jo- M niel nao lem com cfleilu objeelo al-
gum cxposlo a venda em sua ferrara, poli
rccclta e dapeza muiiicipao, no mez do marro ul-
timo.
Foi lamhom approvado o parecer da mesma com-
missao sobre a prelentao do amanuenso da secreta-
ria municipal, dcclinaiido a commissao para ojuizo
da cmara, a qual rosolveu se informasse presi-
dencia, para levar ao coiihocimenlo ,la assembla,
ser exacto o que allegaran! es-e- empregado para
podircm augmento cm scus ordonado.
Entran em disrussau as pelitocs das iriuand.i.lr-
de San Pedro odas almas, erecta nalgrcja malrizda
Roa Vista, vindasda proidoncia pora seren infor-
madas; aquella pedindo na forma do artigo 21 do
rcgulamenlu ducemileriu, pormissae paro comprar
terreno a pcrpeluidado para |- sepulturas o abi
construir ojazigodos scus irmSos deCunto; e alo
Sara poder continuar n edilirarau desu,is cataciiui-
as, o quo dio Coi obstado pelo administrador do cc-
mitero, nos (ermoi do artigo 65 do citado rcgula-
mcnlo, c resolvou a cmara so infurmasso a favor
de urna e oulra prelentao.
Mandou-so remoller ao ndvogado para emillirseu
parecw, as petieSa viudas da presidencia de Ma-
nuel tiregono Pao de Andradc o Francisco Joaquim
da Silva Barro, juzo de paz oleitos do segundo
di-ineln de Mu diera, juntando docimicnlo cornos
quao provamque su indigentes o sem habditotoes
para excrecrem dilo cargo, podindo exonerara,
dellcs.
O Sr. vercador Maincdo fez o scgulule requer-
ment que foi approvado:
a Sendo os guardas c repoadores empregado ex
tornos, o lornaudo-so irregular o serem elles classili
cado na folha nicnsal do mais empregada dol
cunara, requeiro que sejam separados dosa meami
flba, organisando a conladoria urna nutra lamben
mental, e islo cm face de alleslato que dcvcni da
os fisrao no primeiro de rada mw, em como dilo
guardas e repesadores foram asiduo por todo o mez
lindo, nu i iimp hlenlo de seus develes, prcccdcndt
OM nova folha o rompclcnlc dopacho da camar;
conCormo n praliea c eslvio,
Paco da cunara do Recito i de abril do lavi.
-O vercador, ,1/rtmciiY.
OSr. (iameiro fez o seguinlo rcquermrnlo que
foi approvado:
Sendo de ulilidado publica a conslrnccao de
una ponte que oficreca prompla e rommo.la passa-
gem do.Manguinlio para o lugar dfl Capunga ilono-
iniuadn Uaixa Verde c se nao podendo por (un
duvida que Im municipal umasemcllianlo obra, re-
queiro que esta cmara mande orear as dapeza .1
fazer rom a indicada construccilo, o que approvado
o nrrameiilo, baja de providenciar pora que seja
ella levada a elleilo.
.i Paco da cmara muncipaldo Recito 20 de abril
do 1853. Vameiro.
Resolv cu-so que se oflrassc ao vercador Antonio
Josde Oliveira para devolver os papis quo olao
em seu poder sobre o negocio do maladouro, afiu
de se tomar alguma dcldieraeao acerca da conlinua-
tao da obro.
l)opacbaram-sc as pelitoo de Anua Joaquina dn
Monto Fonseca, de Antonio Jos Maciel, de Adele
Poirsom, de Domingo Jos do Andradc & C, de
Honorato Jos le Oliveira Figueircdn, de Joanna
Carila de Miranda, de Joaqun! Jos da Cola, de
Jos da Rocha l'aranhos, de Jos Jaciullio Silvcra,
de .lei.au mu du Monto Baplisla, do .Manuel Snaros
Carnoiro Monleiro e levanlou-sc a sessao.
En Manocl l'ei reir Accioli aeserevi no Impedi-
mento do secretario.Vionna, pro piesidculc.
Mamede. (iameiro. Rogo. Miranda.Mello.
I'il.ll.l, A PEDIDO.
SUBSCRIPCAO A FAVOR DOS MAUEKENSES.
Arliando-se grande parle dos habilanles da bella
Una da Madeira redolido i maor penorvlapela fal-
la da principal prmluccao da dita libaO vinho
cm coiisequencia da molestia que ullimamcnle lem
all atacado c nulilisadu as vinhas, privando assim
asrlasscs mais necessiladas dos meio de subsisten-
cia, que d'aquellc producto Ibes podia provir, o go-
vcnio de S. M. a rainlia do Portugal, romo lid in-
terpreto dos mnternao desvelos da augusto soberana,
solicito cm aecudir por lodos os nietos ao seu alcance
as calamidades publicas, en governailor civil da
mciirionada ilha promplo cniodender s necosida-
des d'aquella frarcan importante do siibddus porlu-
suezes, cojo bem otar lhc foi confiado, encarrega-
rain aquello ao primeiro do abaixo assgnados como
cnsul de Porlugal ola provincia, c ole ao lercci-
ro dos niesmns abaixn assignadns por inlcrvoneliO do
lilil. Sr. ChrlslovSo Jos de Oliveira, negocianle no
Fiinrlial de promovercm pelos briosos habitaiito
desla cdade a acquisican dos donativo e KKCOrro
que a sua licm eoulimda plilanlrupia Ibes suggerr
em provcilo do una grande parle d'aquellc povo ir-
mao que lauto dedos neressiia. Incumbida desla
larefa.juluarain dever chamar para rnniparlilltar
de Iralialho 13o honroso as :1 posseas mais abaixo
Inscripta, as quaes promplamenle so preslaram, of-
ferecendo-se para do commnm accordo os coadjuva-
rcm cm la.....criloria mlarto.
Conipondo-sc, puis, a roinniissoo para lio justo c
luiivavel lim dos ., menibco adianto indicados, elles
appcllam para a proverbial benclirencia dos brasi-
leiros dos pnrluguczci, odo de dentis oalrangeiro
residenlcs tiesta cida.le, e confiam que de todos ob-
loi.iu us resullados quo lano desejam, ennrorrendo
por um modo ilgniucallvo e ofllca para uiodilicar u
inaleflca influencia dacrise que lano lem aggrarado
asiluataoronslcrnadora,ciii que se acliam os madei-
A cmmasao leudo de promover por si a oblon-
silu das quanlias que ,is iicssuas henilazejas aprouver
dar, declara que almdsso se recebem desde buje
aagualuraa para o mesmo lim no consulado do Por-
tugal i na .lo Trapiche n. (i o no oscriplorie do ihc-
soiueiro da coinnissn, Manuel Alvos Guerra J-
nior, (ua mesma na n. II ) bem como as rasas dos
membros adjuntos Joilo lavares Cur.leirn (ra da
Madre de Heos n., c tiuilbcrme da Silva liulmarilo
(ra ,bi Crespo n. .1) e nppurlunamcnlc sen por olla
publicado nn Diario desla cdade para devulu co-
nheciinc......las pesnai nhilanlropica e Inleressada
u roiilladu desla sulisiripcao, n Importancia recebi-
da, casita rapeeUvo applicicao. Recifo Iti de
abril de. 1853.Joaquim Baplisla Moreda.Migad
Jos Alvo.Manuel Alvo Guerra Jnior. Joilo
lavares Cordeiru.Guilhermo da Silva Guiniarilcs.
0 Anjo novo, ajoelha, o era
s Por um povo quo no chora
Pelo leus que chorarao! o
Radiante as azas bateu
' Sola ja du humano encerr:
Era a Ierra o son datsrru,
A sua patria ora u co I
a Miuli.i inii a dr modera
Diz sorrin.lu-se Ello espera !...
Filha do Osares, vai,
Desee ao Pato derradeiro
A consolar o guerreiro,
Malar saudades de pai 1
Musa, que o eco conlcmplavu,
1 fu v. i os olho sobro a (erra.
Nao vs lu que o espioho cravas
Na augusto dr que so cncerra f
Nao I fio doce na amargura
O ausento bem recordar.
Alma que lis alma murmura
Que oulra cousa ha de e-rular ?
Ouvi, pois, Magolado !..."
A musa s va repolo
A sympalhica uudade
Quo cm dous inuudo se refleele.
Ai I s ella riirln t podia
0 crino, o vacuo, a solidSo,
Que nasa santa agona
Vo circunda u coracilo.
A vosa noilc, senhora,
S lem agora urna olrella I
E o seu pallar vo namora
E vsiuimoras-vos nella!
i .-1,-,, tu ni.ule aos impulso,
Casto Ivro.murdiocm flor,
Sob o sculos convulso
Do materno, Immanso amor!
Doosanjes'pela existencia
Vos guiavam, Magolade;
Era o .i En anjo da caridade.
Moje, nos rudos caminho,
1 ni s lirou!... Honro igual
A' vossa c'roa d'cspinhos
E vossa c'roa ducal!
Radiante as azas balen
Sella j do humano encerr:
Era a Ierra o seu desterro,
A sua patria era o co.
ci Mnlta .lidiadormodera
lli/surrindu-sc a Elle esliera!...
I ilha dns Cesaro, vai,
lloco ao Pato derradeiro
A consolar o guerreiro,
Malar saneado de pal!
III
Soldados, mo limpeis a Cace adusto!
Nlo lira o pranlo mal!
Soldados, vaipassara lidia augusta
Do voso general!
Nao veda sobro o Crelro atendida
EM rula bandeira ?
Ai! he o maulo da gloria que, aem vida,
Cubre da gloria a berdeira.
Nn luslodoguerreirosdo Mindcllo
Corre o pranlo calado!
Oulr'ora voldisse: o pranlo he bello
Na* faces do um toldado.
IV
Scimpavidusjiicrtizastes
Voso ferro na balallui.
E a tormenta da melrallia
D'olbos filos alronlaalea,
Essas armas denodadas
Vestal an chito, ramaradas ;
Asperg do vosso louros,
Em svcnnioros lomado,
Bata rolos mairadndos
Iloiitcm do gratas thesouros.
Planta! vs mesmo os cj presla
Em turno a Irla morada :
Sorrr-vo-lta, penliorada.
A rma das virgeus celles!
Cullivai cu' as mos coloas
A roscira d'alvaa rosas
Que, velando a toda a hora
Oulra flor, que all repousa,
l.be lia de chorar sobre a lousa
O o valho de cada aurora I
Radianle as axaToalen
SdHaJdoh.....anoenreiro:
Era a Ierra o seu dolerro,
A sua patria era o co!
.. Miiiha mala dor modera a
Diz sorriu.lo-se a Elle espera!... o
lidia dos Cesares, vai,
Desee ao Paco derradeiro
A consolar o guerreiro,
Malar saudades do pai!
Mende* Ual.
(AUi.l
(llrazTizana.)
gos louca do barro. 2calas conservas em frasese
musanla, I dita conserva, 1 dito s.ilmu, ;, dil.i,
bisadlo, 2 bairls c meto dito presuntos, :t calvas
queijo, 12 barricas cerveza ; a I. Galls.
2 calase 2 fardos lecido de linliu; a Joliusloii
Paler & Companhio.
12 calvas arenques, -21 presunto, 1 ralo di-
lo, 5 caixa queijo, 1 barril conserva, 2 calvas bh-
coulo, 2 barris agurdenle de Franca: a n.
Green.
2 picasloueinbo ; a E. Feulon.
2 fardo, 2 ca vas e 4 paroles locdos de alsod j,
1 caixa ditos de Lia e I i n bu. 1 dita dilo de soda .
dilo-1 dito dito de Ihiho ; a Roliun Rooker (\
Companhia.
2 cato presunto, \ caixa queijo, 3 barris cer-
veja i a ordem.
t einlii ulbo livros; a C. Slarr A- Companhia.
I raixa falo ; a F. I.. Guimaraes.
I uceo amostra ; a diverso.
CONSULADO GERAI..
Rendimenlo do dia i a 10 2d::i2.i-(lsi;
dem do dia 11 ....... 41S9.V2
aknsftm
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do da 1 a 10 .... ^IJSIW
dem do dia 11 ........ Il'-Jm
lr73IS,V
Exportado".
Ccani Maranhao o Par, brgue cscana nacional
.Ircelina, de 206 tonelada, conduzio o seguinlo:
1 caixa lento, 66 eaixas, 9 fardo e 9 paroles f,i-
zcndas, 3 eaixas chapeo o fazendas, 2 eaixas miu-
dezas c armas, 6 ditas o 3 pacota niiudexas, 1 caixa
couro de luslre, 2 eaixas chapeo, 1 dita com livros
cm brauco, I dita com lindas, 6 penas de estopa, i
caixa com relogio e faxendu, 1 pacule com lo, 1
caixa com phosphoro, 3 eaixas I .ai vol com drogas,
I riinlieie ato, barricas com grava e ferragem, i
eaixas papel o opingardo, 5 eaixas com (erragen
e tozendas, 2 barricas o 1 embrulho cum pregos, I
fardo alfazema, 18 barrica com bacalluio, 6 barril
mauleiga, 1 barril a' airan. 1 embrulho ferragen-,
(amarrada com ps do forro, 9 barricas ferragens,
1 i barrica gonebra, 4 eaixas paasa, 1 caixa com
garralasvlnho musralcl,3 barricas com grasa, 1 can-
dciro do lalo, barris de vinho, 1 cana com ra-
me, 1 sacco o 1 barrica eravo, 3 eaixas calinda, H
eaixas masas, 3 gigo liolijas vazias, 7 barricas com
cerveja, 2 caliach, 31 caixa com Iraquo, Xt bar-
. i,lunilla- com bolacluuhas, 175 barricas farinha de
Irfgo, I caixa ferragens, 1 caixa chapeos, 3 fundos
de alambique de cobre, 2 eaixas com objeelo para
scllciro, 200 lilas com labio, 2 caixa chii, 1 cailio
violas, I barril com espirito, 16 podras de mollar,li
barris com louciiibo, 100 barricascom farinha de tri-
go lOOOladrilhos de mai-inore, i rindiles cnxofre,2i
chapas de ferro para fog9o, eaixas fazondas, phos-
pliot... o p i pe. 12 eaixas vedas de spermacele, I
vei ...lli lo de ferro, 1 embrulho com damasco, I cai-
v.'.o com apardho para cavado, 4 eaixas abysinlh,
13 rodas de torro balido e fundido, dilas quebra-
das e roncerlada, 3 eixo e 6 mangas de forro, 2 re-
lilo de podra, 2 encopados com doce, 2 latas de
oleo de Ricino, t fardos com fumo om folha, I cara
de avocar, pozando I .- l:l ... 2 caixoes eaixas
com cb, I0 barriquinbas com 636 o 18* do
assucar, 1 caixao ciixas com doce, lo rolos do fumo,
8 eaixas com cola, 5 eaixas rap, 2 eaixas miude-
zas, .~i0 caivascom passas, -'"i b.-u i npiinlia- cum bola-
chinhas, I caixolc cora lacre, 250 barriquinbas com
I,OH p e 25 a do assucar, 150 saccascif, 75cai-
xa cora velas do corarHwico, 1 rodete de ferro, I
caixa com latos do oleo Ricino, 1 sacco com colla.
Marsclha, polaca francoza Mara, de 186 tone-
ladas, conduzio o seguinlo : 2,400 saceos com
12,000 a de assucar, 10,000 nidias, 3,000 chifro.
HECEIiEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PER.NAMBUCO.
Rendinieiilndodiall...... 3523867
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia It...... -'-'I i I"

MOVIMENTO DO PORTO.
'ni-odos no dia II.
hiato brasilciro Aquia lira
\
COMMERCIO.
uiihiui.:.
|ien
leja boj
or sua ev
he provMef que missito do cunde del.einingeii le
nba o raracler anieatador comuas ultimas noticia
de Conslanlinopla parecem allribiiir-llic. A rali-
julaa un casi, de ser altenilidn. em vista do artigo S.'
S 1.- dn regulaineiite de 15 de junto, do 1811. Hc-
solvcu-sc qne a conladnria drasc liaixa na rodela
relativa ao supplirante.
Oulro do lisral de San Inte, commuiiicando que
ascncbciiles das mares lizeram lisabar a casa quo
era contigua ao lelbeiro das Cinco Ponas,.....le foi
ligamento bcheitouro do gado, equeo iiiesmo lc-
Iheiro e-lava aniiMcadodc ler Igual surte. Que se
ordenase ao engenheiro rordaidor de lalwinar a
rrspeilu duque riimprc fazer-sc para acaulelarsc-
iiiclhaule iiicouvcnicnle.
Oulro do mesmo, cnminiiiiic.indn ter-se evlravia-
do por meio do furto alguns ulensis, e mesmo mate-
rial da obra do maladouro, leudo appareeido limo
oscavaeau por baixo da porta que Ceiba o lelbeiro
aonde otilo rodilludos os ulensis c parto do mate-
rial. Que o fiscal tizse remover os ulensis para
o quarlo do andar Icrrcoflla casa das scsso, c o pro-
curador prorurasse venda para m malcraos, rcsol-
vendo-sc guahnciilc que se ofllclassc ao Exm. presi-
dente da provincia, roganilo-llie houvcssc de provi-
denciar do modo que a. -enHuellas do haladme exis-
tente noquarlel das Cinco Ponas viglassem duran-
te a noilc, na ronservai;ao doses ohjcclos, vedando
que sejam ello extraviados pala mancha referida.
Oulro do mamo, tr.izcudo ao conhecimcnlo da
cmara, para que prov idenciasse, o abuso pralicado
lele arrumatanto do imposto das medidas de fari-
nha, de fechar a respectiva proca as Ira c qualro
hora da larde o as vozo antes, fazendo relirar d'ahi
os matulo c oulro ncgoclonlra dale genero, o pri-
vando dcsl'arlc o abaslcrmicqto do mercado, com o
lim lalvez de chamar a procura para a sua (averna
fronteira > mesma praca. do mercado aoiido se ven-
de o mamo genero. Mandou-sc expedir ordem
terminante au fiscal para au consentir que o arre-
ni,ilanlo continu a assim obrar, fazendo enm que a
tirata oteja aberla das seis horas da manliaa as seis
da larde.
Oulrodo mesmo, remellando o mappa do aado
lado muri para i .insumo n -emana le II a 17 do'cor-
Nao rente (127 reza, inclusivo 128 poros marchantes
a videos.) Qeaaeareliivi
l.eu-so eapproiou-so o parecer da rnmmiss3ude
pulicia, daudu por conferidas e exaelas as coulas da
si li IMIIII.I ll.l.iniM TI .1111 M PROTE-
OS mi's.
Na sentida moni de sua alteza Imperial a
augusta princesa Dona Mara Amella de
Brinc.a.
Sol rlti iinit lauia Iteredilii d'afferlli
Pocaginjalia de ritma.
r. Foselo:I. Sepojchri.
Ainsi ifun peuple cntir je fcuillclais l'hiltore,
I,ivrcfal.it de dciiil, do grundeur, do viclurie,
El je sentis frcinir mol li.-.b runlcmponin
Chaqu fois quepassail um graiul imm...
IllOdes.
O sepulcbro dos rcis, ci lo negrela
Vcstiudo creponovos f
O cypreslc inclinado lhc goleja
0 pranlo do dous poros !
V musa, que nlo dobra auto os ptenles,
Hoja caula a saudade ;
Eau Solio ajoelha, que enrerrou, plangenlcs,
A dr c a mascslado !
I
Radiante as azas balen
Sola ja do humano encerr :
En a Ierra o seu desterro,
A sua patria era o co I
o M iiih.i nii diz sorrinilo-so a Ello espera !... i>
l-ilbatCesares, vai
Doce no Paco derradeiro
A consolar o guerreiro,
Malar saudado de pai!
E, livro o espirito fui I
l;oi juntar-so pressurosa,
Sombra adorada c formosa,
A' grande sombra do herc.
Como cm longo abraco eslroito
Ello a cinge oo furto pello !
Como cm scus labios farlou
Paixaodosqucianlo amura !...
No mundo a fllbo dcixra,
No einpv/rco um anjo cnconlrou !
Oulro unjo, seus irmao,
Vem saiida-la Iriumphanle ;
Na bucea um livmno incensante,
As palmas d'ouro uas mi.
Km vo do Cragil diadema,
Qoo a pololadc sbprema
l.bo Coz na campa lumbar,
Sobre a Cronle de alabalro
Pem-lhc Dos, por c'roa, um Miro
Quo uinguom pode apagar.
E o guerreiro que a revio,
Qual vir oulr'ora a victoria,
Atravci de lana gloria
Da Ierra asdres senlio.
Desvelado em seus extremo,
Filha minlia.. diz renlo ;
Ouves 1 pedem-tc a orot:.
PRACA DO RECIPE II I1E.MA10 AS 3
HORAS DA TARDE.
Ciilnenosollioinos.
Cambio sobro Londres a i8 d. u dinheiro.
Dito sobre dito a28l|ld. a prazo.
Cumpra de atondan em Macci a 651KIO rs. por
dem do assucar brauco 3. sorlc a 29200 idem.
Ifaacavado regulara 18150 o IVK) rs. idem.
Dito escolltido a l600e IJ6.1O rs. idem.
Dcscouln de letras de (i mezes 8 por ccnln ao
anuo.
AI.I'ANDEGA.
Rendimenlo do dia I a 10 61:7629731
Idem do dia II....... 8:5389929
AVu-i'i
Acarac 29 di
fera, de 53 toneladas, niolre Francisco Jos da
Silva Ralis, equipagem 7, carga sola ; a Manuel
lioncalvo da Silva. Passagciros, Roborto .M-
ximo de Araujo, Joao l.opa Porto o 1 ocrio a
entregar.
Santa Catncrina II dias, paladn brasilciro .Voro
Uu, de 131 toneladas, mralro Vilal Jos da
Molla, equipagem 9, carga Carinha de man-
dioca ; a Manuel Icnacio de Oliveira.
Rio de Janeiro10diaiT barca iugleza .Iriadne,
do 261 tunela,la-, rapil.io Corklou, equipagem
15, cm lastro : a Richard Roy lo & Companhia.
I nmi do quarcnlcna.
dem 17 dias, barca inglcza Forlilude, de 351
toneladas, capitao Ueorgc Win. Spuring, equi-
pagem 12, *i 11 lastro ; a I loa no Voulecl Compa-
nhia. lirou do quarcnlcna.
Lisboa-33 dias, briguo pnrluguoz Tarujo I, de
233 toneladas, capullo Manuel de Oliveira Pane-
ro, equipagem 15, carga vinho e mais genero; a
Manoel Joaquim Ramos o Silva.
Saaoi lahidrn no memo dia.
Para rom escala por Cear c Morantolo briguo J
escuna brasiiciru Jrcelina, capilo Jos Miglicl
Pcreira, rarga assucar o mais gneros. Pasugei-
ros, Manuel Nuns do Mello, Joo Correa de
Mello, Francisco Candido da Fonseca, Candido
Xavier Garca.
Rio Grande do S11I patacho brasilciro Amizatlc
Feliz, rapilao Malina- Jos do Corvadlo, carga
assurar.
Masselha polaca francoza Mara, capilo Oli-
vicr, carga ossurar.
Paralaba briguo inglez Titania, capiln Hcnrv
Pearce, om lastro. Suspenden do lamelrao.
IM
|ie
h
Al
Ai
lo
Pe
y
f3:30l660
Dei,
gamhnjt \> ilemaio.
Barca imerlcana Moi/ui aieile de peixe.
Ilrigue Ingles l'liecmeian mercodorias.
Escuna ingleza Ztalom idem.
Barca Ingiera aura Campbell farinha do
trigo.
Briguo noriicaiirnsr Ijtmartine mcroa.loi ia-.
Hiato brasilciro Jguia bratileira genero do
paii.
Importacio
Barca inglcza /tura Catnpliell, viuda de Liver-
pool, consignada a Doane Yunto & Companhia, ma-
nifesloiiosmiiinle:
100 toneladas de carvaodc podra, 2.50 barris man-
' 000 barricas Carinha de trigo ; ao cousigtia-
vindo de Li
& Companhia
larii
Ilrigue inglez Phoeniia
consignado, a Jolnistoii Pal
folou o seguale:
1000 barrica farinha de digo, 17 fardo, 10 fard
nli.i- c i eaixas leeldos de aluodo, 5 eaixas Iccid
le lilil... 2 dilas dito de dito o algodao, 4 barrica
fcrrnucns, 70 enibriilhos pus do Cerro ; aos menino
70 ha
panbia.
28 ba
EDITAL.
Pela inspectora da alCandcgado Pcrnamburo
so faz publico, que no dia It do crranle, depois do
meio dia, so ha de arrematar em hola publica .1
porla da mama reparlir-Io. 1H garrafas de un
quai lilluiile champagne cm meo alado, 110 valor de
268200 rs ; I caixa com MU milheiros do e-il--t.i-
averiada, no valor do 258000 rs, 37 lentos de oliila
nn valor de Ve'.l.'O rs., 61 dito do cssa, no valor to
128800 rs. ; 2 chatos tambem de casso no valor do
l600 rs.,2dilos do chita lio valor de 18200 rs c I
lata com I 5 do phopboro por 388100 rs ludo a-
bandonado pelos direilos por diversos; sendo a ai-
rcnialaeao livro de direilos aoarrcaialanle.
Alfandcga de pcrnambiico II do raaio de 1843.
O inspector inlerino. nenio Jote Fernandez Bar-
!!'.

el
pa
DECLARA(?OENS.
cas biscoilo ; a Adamson Ilovvric e> Com-
tiras cerveja, 12 caives queijos, 2 barris
carne, 2 ditos diurnas, 2 ditos .nomine-; a E. II.
Wvall,
1 barrica e I cnibrullio presuntos; ,1 J. Robera.
6 eaixas toclos de algodao ; a Fox Brolhors.
96 caivas linba de algodao, 12 dilas hales, 2 bar-
ricas droga, 29 barricas e I raixa ferragens, 1 rai-
xa desollius, 2 barricas video, 1 caixa linba do li-
nho, 2 barris anuardonle, 60 sacras pimenla, I bar-
rica sal inglez, 2 ditas alvaiade ; a S. P. Johnston &
Companhia.
5 toneladas carvao c il) presuntos ; ao capililo.
t caivas lencos de algodao, 6 ditas mcias o cami-
sas du dilo, bico, renda, chales de dita, vestidos le
dita liso, dilo de dita de or, veo do dita, dito do
dita lanado, e dilas do dito do blondo, 5 eaixas lo-
eidos de lila e algodao, c de linho.
Escuna ingleza /.ealom, v inda do Liverpool, con-
signada, a R. Rujie \ Companhia ; inane-lou o
seguinlo :
I fardo lrrido< de laa o algodao, 19 caixa o 2
fardo te. ni..- de algodao ; a C. J. Asllev & Compa-
nhia
2calvas collclo de algodao ; a llrunn Pracgcr &
Companhia.
I caixa te-idus de linho, 3 ditos dilo de algodao ;
a Joa & Nash.
7 fardos c :15 railes lecido do algodlo, II eaixas
chapea do sol, 2 ditas dilo de laa e algodao, 50
bariisccrveja ; a R. R05I0 tft Companhia.
33 calxo c 10 fardo lecido do algodao | 1 caixa
ditos de dilo e laa; a II. Gnon.
22 barris ferragens. 2 dilai culilcrias, 10 cala
chapeo de sol, 10 dilas indias, 2 fardo fio ; a E. II.
Wyalt.
3 eaixas le, ido. do algodao o linho; a A. C. de
Abren.
3 fardo, lio, .1 eaixas lecido de ludio, 1 dita falo!
a S. P. J.....aten i, Companhia.
!U barris mauleiga ; a Holhe & Bidoulec.
17.....dadas, i I ou o 86 f do Cerro; a Andradc V
U.irrueo. >
t caixa ponnas, 2barricas sal, 1 (Jila lijvlios,2gi-
O lllui. Sr. inspector da thesouraria do fazeu-
da dcsla provincia, manda faxor publico, para co-
nhcciinonlndosinlercsssados.arclacao abaixo Irans-
criptade dividasdo oxercicio lindi.-.que. cm virlu-
dod.-i ordem do Irlbunol do Ihesouro nacional de 211
do abril ultimo, n. 55, devem ser pagas pela paga-
doria dola Iboouraria, s pessoas nella mencio-
nadas.
Secretoria da thesouraria dn faxenda do Pcrnam-
buro II de maio de 18.5:1.O otiiei.it maiiir inte-
rino.Emilio Xacier Sobreira de Mello.
Heladio doscrednro do dividas do excrcicio lindos.
dev'iil,iinenio liquidadas, quo leem de ser pagas
pola poeadoria dn llioouraria de fazenda dcsla
provincia, por couta do crdito ronceilido pelo
paragrapho 1.- do ari. 11 da lei de 11 de seteni-
liro de 1852, 11. 668 o com fuudo do oxercicio de
1852 a 1833.
Altores Joaquim Pedro do SouzaMa-
allies.........
Herdciros do copitilo Flix Correa da
Silva..........
Pacifico Loiks do Siqucira ....
Candido Liberato de Oliveira Maciel .
Joflo Francisco do Araujo ....
Joo Paulo Maciel Montcirn .
Jus Tliomaz Goncalvo do Rosario .
Mara Joaquina da"Annundar.in .
Secrclariada (hosouroria do faxenda do l'ernain-
bucoll de Maio de 185:1.
O comedio admlnislralivo, em imprmenlo
do dopacho da proidoncia de 10 deslo mor. Icm de
comprar 3 baudoiras nadonaa.grandcs, de filoli.c 2
iwqiicnas, sendo urna grande para a prov nieta 1I.1
Parahibn, oulra para o lim 1 ramio do Norte com as
2 pequeas, c oulra para a fortaleza do Brum : as-
'.... como compra para a pintura do reparo da ar-
iiiaria dola moma fortaleza i g de alvaiade, 5
dita de oleo de Hnhara. 1 H dilai de |io prclo,
2 k dilas de verde crome, 1 dito de fezo de oaro, 1
ditas de ocre amarado, e 1 dito deroxo Ierra : as
pessoas a quera eonvier a venda do lao obicolos.
presento os suas propala em cartas fechadas,
cnmpanliadas (las complenlo amoslras no secreta-
rio do conscllioadiiiinislralivoolabeleciilo nole .11-
senal do guerra, a 10 horas da iiianhaa do 18 do cr-
renle mez. .
Secretoria lo fonsclho adniinislralivo II de maio
de 1853. .'o. lo. Bernardo l'ereira do (armo Jnior, vogaii
secretario.
2:5368120
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proni
iual,

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IL EfoTVE L


_ O roiisellio administrativo, em virlade dn au-
Inrisacau da presidencia, em ollicio do 9 do trren-
la mi'/, lom do comprar tara o oilavo baCnlliflo do
inijiilnria, SS6 pares do sapatos: as pessoas a quem
ronvicr a venda de toes objeclos, aprcsonlem as suas
proposlas em carias fechadas, acompanhadas dns
competente* amostras, na secretaria do consellio,
e,1.ibclccido no arsenal de guerra, as 10 lloras da
iiianhaado dia 18 do correle mez.
Secretaria doconsellio administrativo, para forne-
riincnlo do arsenal de guerra II de maio do 1853.
Jote de Brlo Inglcz, coronel pi-csidonle. Ber-
nardo Pereira do ('armo Jnior, vogal e secre-
tario.
Em observancia no dispollo no artigo 19 das
iuslruccocs de.'II de Janeiro de 1851, SO bao da ar-
remalar em praca publica, presidida polo Sr. Dr.
jui* dosfeilos da fazonda, depois da sua seguinlc
audiencia, c |ior otecucSea da niesma fazenda os bens
abano declarados: a renda annual do ongcnlio Ha-
mos, Mnenle e correle, silo na freguezia do Pao
d'Alhu, por i:1008000 rs., peuliorado a herdelrade
Bernardo Jos Lopes do Moracs, dila do silio na
Iravcssa do Arraial, com boa casa de vivonda e ar-
tores de fructos, por I0030O0 rs., Manoel Eer-
reira Chavea, dita do silio na estrada do Mangui-
nbo, com casa de bastantes commodos, aores de
i mi. o oulras bemfeitorias, |>or 3009000 rs.. .,
Antonio Ecrrcira da Costa Braga, dila da caar. tor-
rea n. 4 do beeco tapado na Iravcssa do Monleiro,
fresuezia de S. Jos, por 609000 rs., a Jos Mara
de Amoriin Jnior, uiri terreno na ra da Concor-
dia com 81 palmos de frente o 469 do fundo inclu-
sive o Icilo da ruada Palma que alravessa dito ler-
rrnu pelo centro, por 8(109000 rs., a Antonio Jos de
Albuquerque, uro terreno eontendo uns aliccrro9
para edifiracJio, e dculro dellcs urna casa construi-
da ile lahoas e cobJBa de (elhas, por 1:0003000 rs.,
a Jos da Silva ieves, a renda annual do obrado
de um andar c duas lojas n. 50, silo na ra Dircilo
do liairro dos A Togados, por 728000 rs. o andar, o
_- i ; ? : t rs. cada urna das lojas, Manuel Connives
Senina, uns moveia de casa avaliados do por si, c
lodos na iinportaucia do 593500, n viuva de Gaspar
Jos dos liis: quem laes objeclos pretender, diri-
ja-sc a hora c lugar do coslumc.
O arsenal do marinha compra para as obras do
niclhoramcnlo do porlo, canoas novasou usadas
001 boin estado.
O procurador da enmara municipal desta ci-
liado rm virlude de ordem da moma cmara, adia-
se aulnrisndo a vender ostijollos, ral o scinenlo que
i mi prximo ao maladouro das Cinco Ponas:
a. pt.....as que quizerem comprar os niatcriacs cima
mencionados, dn ijam-sc ao paro da niesma cmara
lo.los us das uleis al as tres horas da lardo.
LEILOENS.
- O agente Olivelrn rara Icilo em um s lulo, por
ordem do capillo William, em presenta do sr.
cnsul deS. M. B., c porconla e risco dequem per-
lencer, de varios salvados do navio ingloz Prince
Arlliur reecnlemenle naufragado, os qliaes se
achara sob a guarda da Sr. padre Bonifacio, domi-
ciliado no Cabo, c cuja lisia ser presentada no
acto do loiao ;.o assim mais ser incluido no mesmo
tolo, as ancoras e amarras, eslaes, cordoalha, mas-
tareos,' rnaslros, vergas, vellame, aocoreles, tres vi-
radores, dous chronometros, o juntamente parle do
caico do referido navio, os quaes arligos, por se
acharcm sobre o Recifo d'aqucllo lugar, serio ven-
didos a risco do comprador, eicepluaudo as referidas
clirouomelros pertcnecntes ao dito capillo, que oflb-
rece recompensa, correspoudeolc ao sea calado,
a quem delles Ihc fizer entrega : seila-feira, 13 do
crranle, ao meio dia em poni, u porla da assocla-
oo commercial desla praca.
Eduardo Bolli lando de relirar-sc d'esla praca,
far lcflo, por intervenc,Ao do agento Olivoira, no
dia lera-feii .i, 17 do frrenle, as 10 horas da ma-
nilla em ponto, de toda a mohilia de sua casafacon-
sislindo em camas, marquezas, sofii, consolos, mesas,
cadeiras, aparadores do mesas, guarda roupa, cs-
I ni lio 11.ii.i sala, relogiu de mesa, vidros.aparelhosdo
mesa c ca, um e\fcllcnlc*piano forte quasi novo, e
urna livraria com mais de 150 -lomos dos inelhores
autores francezes ele.: no lugar il -n.i residencia,
defrontc da estrada nova do s." Amaro, sobrado do
Sr. Jos Comes Leal, junto aodn Sr." viuva de Joao
Mora Scve, onde culr'ora eiislio o Collegio deno-
minado S. Amonio.
O leil.Vi ilo agente An-
lunes antiunciado para
quarla fcira 11 do ror-
rele, lieim transferido,
Ioii rausa dainuila clin-
va, para buje quiula-fri-
ra 12 do frrente ns II
horas da inanliaa,cinsoii
, ra da Cruz n. 2..
AVISOS DIVERSOS.
t- Proei-a-se fallar aoSr. Jlo Florcnliuo Ca-
valcanle Albiiquerque, e aos Srs. I.ulz Epfauio
Mauricio Wanilcrlov', a negocio de seu iuterestie, ou
a pessoa que faca suas vetes nosla praca, Islo be,
ate o da 12 do maio do 1853, no paleo do Terco
n. 3i.
Preciso-so de nlugar un* cscrava', que coii-
nlio, e engommc, para o servico do luna rasa do pe-
quena familia : na ra da Cadeia do Rccife n. 29,
segundo andar.
Na ra Augusta n. 91, por cima da venda, prc-
fisa-se nlugar anniialincuto a^cscravos, quem os li-
vor pode la ir coai os mesmos; pois a vista dellcs so
faro o ajusto.
Precisa-so do um liomem forro, sern familia,
ou cscravo para paslorar algonias viccas em um si-
lio porto desla praca, o tirar o Icitc, ao qual se da-
r sustento, a o que so ajuslar, em a ra da Soleda-
decasa n. 48, confronte a venda n. II.
-- No dia 12 do frrenlo moz do maio, na pbrl
do Sr. Dr. juiz de orphlos, lera tugaras 4 horas da
lardea arremnlac.lu da escrava parda, que tinha si-
do nnnunciada para o dia 28 do mez provimo pas-
sado, no Diario de 26, e 27 do dito mez.
Precisa-sc de urna pessoa forra, jn do idade,
para nina sorra de urna manija ; quem esliver nos-
tas circumslancasdando abono a sua conduela, di-
rija-so a ra do S. Francisco, sobrado n. 8.
Para a taberna da ra do Collegio n. 16, (aber-
la do novo ha punco lempo) precisa-sede nma |>cssua
rom ;i- linbililacos necesarias, para lomar conla da
mesilla por bataneo ; da-scmtii(o homordenado, ou
soriedaifc nos lucros : a tratar na niesma, ou na
rua do Queimado n. 10, segundo andar.
Os possiiidoifs do bNieles obaixo
declarados, la sejjimda lotera do estado
sanitario, cuja lisia acaba le 'llegar do
RlO di' Janeiro pelo vapor li.ilii.na. ix'
c"
3
Aluga-so o quorlo andar do sobrado da ruado
Tia|ni lio Novo n. 42, a tratar no primero andar do
IlliMiin.
Paulo Gaignou, dentista.
Pdo.sor procurado a qualqucr horo om
la casa na rua larga do Rosario, n.
30, segundo andar.
Arromla-se o segundo andar da asadarua
Cacscm l'ira do Polas: trala-se uoesiriplorio de
F. A. da Cunha e\ C, m;i do VigoriQ n. 11.
ai*
.S^^^S

&.- ^ 2
sara 2
x3-
- --
" 8,3
s:5
s a.
lem vir receber os competente! pennos.
Oiiarlos n.127.......10:000,000
Meio bilh'ete n. 2052. 4:000.000

THEATRO DE SANTA ISABEL
mi>r.FElR\42 iiKiimiiH-: is:;r.
BENEFICIO SO ACTOR L.UIZ CARLOS
DE AMODO.
Iiepoisde nina escollada oiivcrlura, subir a ace-
a "-I i i-i i.....ira vez nesta empreza o cvccltcnlo
drama cm 4 actos
O SONHO
(i FRATRICIDA.
Dcnomiuarflo dos actw.
1. O 1,1111.1*111.1.
1. ih rcmonws.
:t. A Hcufcnra de morlo.
\. (l somnambulismo.
PerpMOfftM
Eiluaro Conde dcfileulornc
Aliredo.luGlonlorne.....
Rodolplio, capillo das guardas i\o
rondo.........
I'iilh.-ti.i lilliil......
Rtranlo, \alido do ronde. .
Lord SiiTson...... ,
Srt, arlare*
O hcncfciadoi
Ue/.crra.
qiiiN pescador .
luvi^i / ,
) .Soldados.
Sena.
D. Alanocla.
Mondes.
Sebasli.lo.
Usliiia,
Cosa.
S-nit.i Itosa.
Hozcndo.
lunes, sarcHto. .
Soldados, jnizes, ele.
A m ona |ia>sa-se no condado de Terminar ocxpeclaculocom a nova farra cm 1
O MEU PAISIMIO.
Na qual a Siv 0. Leonor Orsal desen)|iciiliara
Ira papebdifferenle cnlre cllcs o inlercssane pa-
pel ile manijo.
l'rrsi'iiiii/c/is. telores.
Pasco*]........... Cosa.
Al"iir<...........Sania Rosa.
iVmlnozio.........Jorpe.
lurenllm.........l'creira.
loiolhea ,.....]). Orsal.
Perpelu........ RlU.
O hcneliriado ndo se noupar despezas para (uc
liain.iseJaOMCalado rom loda a |>ompaaue rci|uer.
Sondo esle o primeim cspiTlaculo dWr o l ii lem a honra de olTcrercrao illtislrado publico
desla cidade, espera merecer lodo o acollimenlo e
prulecc^o.
" reslanlc dos hillie(csarlin-sc i venda no holel
I r.mrisco rua do Trapiche n. ), c no csrriplorio do
lln'alro.
AVISOS martimos.
para a baha.
Vai seguir com brevidade, por lu
ramlcjiarlo lo ou carrejjaiiu'iilo trata-
do, u hiato nacional Fortuna, CapitO o-
eSevero Horeira Rios: para carga, ou
do Trapiche
fksta do divino espirito santo.
A mesa renedora dcla irmaniladc leal de reslejar
solemuemenlf,adejacldt de sen devino pailrociro,
sobro os apo^loliw c a Santa. Yirgem no (lenariilo,
em o domingo proviino |j dororronlc, na i'-'nj.i da
Conccicao dos Militares ; uuiriarn no aelo n Imii.
Vinario desla frecuezia, n scrinilo be do llvin. pro-
bador da capella imperial, padre mostr Joio Capis-
Irano de Mondonga; a mssa ser raulada a erando
orrbcslra dirigida polo digno pmfessor o Sr. Theu-
doro Oreslis. iiiusica Jo sua mesilla romposrilo, in-
ti'r.inienle nova e evofulada pela priiniira el do-
poisje dilireis cusaioa, locando o inrsmo professo
algnmas varia,;es em sua robora. Knlre oiilros
canloreso Sr. t.arfia professor Italiano radiar al-
uuns solos do cjuria. o lim da fesla tem de subir
.10 .m n mi halan do aova imciifo. Tenido liaver
vespeas e rc-l>eiini. musir militare arros de il-
liiiiiin :. iii em loda a rua .Nova, remalando lodo o
actos lirada da bandeiraciini a moma sotciniinl.i-
do rom ,pie Toi ,-irMirado, pelo ipio so roga 008 ir-
maosijiic lem do mandar suas ineiiiuas, as maiiilcni
para o i-onsislorio ;is 7 horas da Bolle daquollfl dia.
Iloga a mesa aos Srs. irm.los da irinanilade da
(onceicodos .Militaros o foaiparecinicnlo a Oslej
aclos fin conformidade do convite quo j se Cal
mesa renedora, e espera que lodos os seos iriniio-
compareraui igiiahiienlc na \espera c dia, alini de
alirilbanlar a nossa solemnidadc. Juualnieue um
nos Sr>. unaiiini-s n.-i rua Nova, se dimiem Ilumi-
nar as frentes de suas rasas, navospera o no moncionado, pelo que a meta Bullo Ibes lirar.i
agradeolda.
No da lOdocorranlo, auscnlou-sc da rasa do
ahaivn MoigaadOi um esrravo pardo, por lime
l;ranesco, leudo viudo dq Soliral reinellido por sen
senbor o Sr. Domingos Carlos de Sahoia, para sor
vendido nosla praca ; reprsenla ler lili a (0 anuos,
llalla, reforrailo, poue.i bnrha, e j branca : quem
0pagar OU doli dar milicia, ser pago de seu Ira-
balho. .hilo Joscdc Carrallio Moran.
Illnis. Srs. aeririillores.Snlo dolnrosamenlo
romniiiiiir.ir-vos que doli por niomenlo as poni-
nas doria rolda de que leaho sido ori!io a boaoclo
da agricul|ura,fl das arles por ler de relirar-mo lia-
ra o Itio ; seniprc coulie-nie a disliiirla honra em
ler-ine oncarrogado deoan miatSo a que lloreccaic o
pai/ romo Tonle da riquo/a publiea ; .ipe/ar de mi
ler ja monlada essainiporlaiile indiislria, mino de-
sejava, nao perdi as esperaiicas^iinda de possuir a
gloria de ver caaiiahai por suas propriafl forcasfom
paasos oigaalescoi para o eagraadociaiealo ilo im-
perio. Senborcs, foreoso he coul'essar a inipossbi-
lidade do aindi mis podorois coBliauar a voasa in-
diislra fino bracos eseravos pe|;i eareslia em que
afham-se, e o capital que be preciso euiprogar para
montar qualquer oslaboleclniealo; olim de ser
um Irahalho piiranienle brillo, sem mclhodo, mmii
arle, cujo capital aiii.e.iili-siino: einlini causa pri-
mariaido airoso da nossa agricultura? Sonl........
o capital empregado com colonos ollerece todas as
pTObabilldadca de "aranlia? laes quaes IKldem dar
o emprego dolle em bem do rail produilria um juro
creacido. No primeiro raso o laiendeiro lem o Ira-
halho dna administrarn arriscado!... e no segundo
esta Inlciramonto sooegado, e esperando pelo pro-
duelo da safra no lim do anuo. Sonhoros, be pro-
sumivel que a siibsliiuic'io do servico livro compa-
rado rom de eseravos he superior duplo, tripulo,
clr., porque se COuhece o liouiem livre que naliual-
inenle leinanil.ices a salislazora dianidado de si,
Quarto* n.
>i
Ollavos "
n.
Kil.-.
1S(I.
rmns
1 000,000
wo.ooo
100,000
e otttroa preflKa de 200,000 e 100,000
Acham-ae venda os hillndcs da 58. lo-
tera a benelicio da Sania Casa da Miseri-
COrdia, corrida a .10 do mez ue abril ; a
lista vira' pelo vapor nacional Ouinglez
ile 10 a 21 do corrcnlc, ospri'iiiios scrao
li.ij'osa clicijada da lisia.
ANTsoAo t;oM.\ii;it;io.
Osahaixoassijjuados coiitinimni bj
a raiirpicar a todas as classes em
eoval os ieui sortmentot ilclii/.en-
ilas por liai\us pnros nao' me-
nos de urna peca ou nina dti/.ia,
a dinliciro, ou a pra/.o, conformo
se ajuttar : no eu arma/.oni da
<'- praca doCorpo Santo, csipiiua da
'i i'ita do Trapiche, n
li'iui looki'i* i\ l.iiiiin.iiiIii.i
ciauli'S ii.'j'lc/.cs. (Is iiicsmosavi-
san an 'csiicilavcl publico qu abri-
rn! no dia do concille moz a
Slia luja de lii/.cnilas da rua do Col-
legio O Palacio Publico n. 15, di-
rij'id pelos sciiliorcs Jnse' Victori-
no de l'aiva e Manoel Josif de Si-
1)0
CONSLLTORIO CENTBAL IIOMOFO-
PATII1C0 di: PEUNAMBLCO.
Rua da Cadeia .do Heeife n. 51, primeiro
lindar.
Hras earleiras de medicamentos homiropalhiros
preparados segundo'todas as rearas pharninro-dy-
Namicni, ronlcndo do l!i a 160 mediramcnlns.
I*ani-se de rara os li\ros iudispensaveis para a
prlira da boino-opalliia, hem romo regimens im-
|ircssos para direcro das diclas s pessoas que com-
pr.irein huliras de 18 mcdiramenlos para cima.
Iiiun-sc l.iinliem de erara vidros da melhor lin-
liira dearnira, MEIIICAMK.NTI) INDISI'li.NSA-
VKI. A- TOIUS AS FAMILIAS.
A typtriortdaie dos nwteammioi da botica do
consultorio ccnlral homawpalhico de Poraarobuco
o indos o< outrot iiic mr ni/iii itmapparteido, rr-
nfleada na clnica do Sr. |)r. Sabino desde 1818, e
por nniitat peuoat i/ae o.< lem rsperimeiilado, c
reroiiherrm triit prodigioso* rffeilo*, dispensa de
'ualijiirr recaoimendarilo.
Cid.i ridro de medicamento em Halara SgOOO
Tulios ,'iMilsus a...............f94NMI
y. II. Todas as earleiras, que sabinal desla bo-
lleo, levarn una nota dos mcdiranieiiliis com o
emblema cima esUnipado.
iSfilfJ
ifiifllgiit
" =.Z."r, 2.3 S23'?- S
lllllifls8
='5.3||=38r 3 3 a
I s* irlilJ
3= IffgJ.'I..S-s'S-
se. 3 a. 11 r x ,a "i
s B?-s-fS'3 s .
i
(XJ
ff5
WI
lM
=2o|5|5' =
i.iliSi'i
g. X d a o-2.2. S. 5'

iS. Itos-
iicj;o-
para veuilcrcn
passui'ciros tratare na rua
iO, primeiro mular.
PORTO E LISBOA.
A barca port ugiigzn Paquete Saudade,
;primeira marcha, egue para aquel-
I portos com milita brevidade, por ler
l'iasi o carrerjainento completo: para o
resto dacarga epassngeiros, para os (juaes
jfin eveellentes commodos, trala-se com
Scnpito na praca, ou com os consigna-
lai'ios Novaes &Companbia, na ruado
Trapichen. 51, primeiro andar.
PAKAORIODE JANEIIK).
Sesiie uestes 10 das a barca brosleira Flor de
Oltreira, por ler parle do sen raircL;,iineiilo pronqi-
w:qnein nella quzer carrejar o rcslo ou ir de
pSMagcm, enlcnda-*e rom caBolanalario Manuel Al-
J^liucrra Jnior, na rua do Trapiche n. II, pri-
Ariro andar, ou com o capullo a liordo.
I'ara a Haba scuue imprelerivclmcnle no dia
3 do correle a garopcira /Jvrario, para o rcslo
ja cara Irala-se oaA sen ronsignalario Domingo:
Alies ilathens, na rua da Cruz n. ~r2.
I'ara l.islioa sabe com brevidade a niuilo ve-
ira barca fiorlumieza Mara Jos de que he capi-
as Jobo' l-'erreira l.essa: para faria ou passageiros,
'que lem imiilo bousrommodos, Irala-se com
francisco Sc\eriano llabello^ KUho.on como cant-
o, na piara do foiiuncrfn, ou a burdo.
PARA O POlt 10 POR LISBOA.
A liarca ,N. .s'. ia lloa-tiagtm, capilAo Antonio
gierreira l.cile Jnior, scuue com a maior brevlda-
: loeni na niesma qui/.er rSrre^ar ou ir de paa-
iii. para o que tcm os mclhores comniodiis, diri-
iio esfiplorio de Francisco A. da i'nnli.i ,\
"opanlua, ruado Vgario n. II, eu aocapiUo na
RIO HE JANEIRO.
Ih^,-7""" Soc'"l'"lr I''l<~ pretendo seguir com
Iwnlaclc; rccelic carga e passauciros: Irata-sccoin
luciano (;. ,|, (-.. .Moi-rira, ao lado do Corpo Santo,
jailc massainei n.8i, ou com o capilo Joaquim
nos Santos, na piara,
jr-l'nr ter a maor parte do carreganianlo promplo,
flcnile seL'iiir para a Rabia, com brevidade a ga-
,|K?na Lirraeilo, c para o rcslo Irala-se com o con-
JJWonlirio nominos Alves Malhcus, noseuescriii-
iwio, rua a Croa n. 5, primeiro andar.
I, !''/" AraralV ""''O rom brevidade o hiale
1 mi do I ururipe: quem quiler carregar ou ir de
'" Mi -ni, dirija-sc a rua da Cadeia do Rccife n. 49
IPruiirim andar.
loTiinirn." ,'^car* c Acarac sege ncsles olio (lias
rier tratado quasi lodo o carrcgamenlo a escuna
'" i; para o resloda carga c p"asageiros Irala-se
Wjo d Uwlfe' 33, cm caM do &i
i enhri' "io l,c Jnoirosliocora mnilahrevida-
hos,, c l,i,r,<"'ri Sagitario, para carga, pauagei-
U7 L V1* frelc- 'rala-se na rua do Collegio u.
" "^""do andar, ou cora o capiWo a bordo.
P !AKA ''ORTO E LISBOA.
broa i."*"""' lh 1 brevidade poasivel, a bar-
,,,,,"' "fi''"' l>ara o que lera parlo de carga
|'|ii.iliinrr i ,cn' "* .lnc,nia quixcr carregar para
" que lem I
o deseus devores, que Iraballia cm provcilo pro-
prio, e desoja ver prosperar, o apparecer seu servi-
co, envidando ledas as Torcas em prol da Industria.
Senhorcs, lomos ja no Brasil cicmplo, he-preciso
abandonardes os bracos eseravos, o enlreuames a ca-
ses babalhos ruraes cun tiraros li\rcs, mandando
vir colonos na forma seguinlc, ao denois de lerdea
organisado una sociedado o osse lim ; designando os
logares proprios para reecbimontos dos colonos, l.
em ligar o colono ao solo, lornando o proprielario
drlle, mediante una mdica renda ; 3, em e-lalie
lecer na rnlonia um deposilo do colonos, para que
os fazendeiros dos arredores possam lili encajaros
Irflbalhadurcs, que precisarem, sendo livre o con-
tracto do colono com o fi/eiideirn, u.lo servindo o
administrador nesse contrato se nao de fiscal, para
que o colono nao aoja engaado) mas o raiendeiro
mies de condimr o colono tic\c paoar-se a sucieda-
ile ludo nanlo esse deveria a mesma, e mais ama
niiiiniisso pelo Irahalho : 3. os rolnos que se qoi-
/.erein engajar, em quanlo nao o fuerero Irabalharlo
na colonia panasociedade por um mdico salario,
aliui de que nao eslejam em ociosidade, os quo po-
rem quizerem se estalielerer na colonia recebero
as Ierras e um rancho onde se rerolbcro pagando
com seus produrlos a sua divida com juros que
marear a sociedado: I. os (rabalhos agrcolas sorao
a prodcele do pail caima, caf, arroz, millio ele.;
esses mmeros eolouiaes em tirulo sern manipulados
pelas machinas da sociedade, porrclicndo della por
isso a parle que o uso e roslumc do paiz lem por
loda a parle cstahclccido : ."i. eonslcaindo enlo a
sociedado todas as obras de iulercssc gcral da Co-
lonia, e roiumtinidadfs piecisas para os calose
eiuirauderimenlo da Coloola.
Eis abi is-e pequeo esMco que me parece no
futuro lisongciras esperanca-, se mis quizerdes ine-
lliorara Missa iiulosliia agrcola.
I'ois lomos jircscnlcmenle mu presidenlc clicio de
zelo c palnolismo, que, nao so nulpara a animar
qualquer induslra n beuelieio do paiz; do cojos
sciilimcnlos disliuilos he dolado, c nobrexa de -en
caracler pelas provas sobejos que tem dado pelos
seos relevantes serviros prestados ao paiz ; sei quan-
lo he piKsudo do ver osla pm\ nria florceenle, (|iic
foi confiada a sua admloislracao.
Osceoso galardoem a 8. Evo. na carreira inre-
ladada sua adininstrai;orom plena irguquillidade
para a prosperidado publica ; pois lodos os per
uamhucanos o ronsagrarao o maiscnlranhavel amor
|iela sua Ilustrada admiiiislraco. Assiin deseja e
es|iera seu aflcirirado palriein,
Joaquim Jos de Carralho Siquc-ira l'arejio,
Pcrnambuco 25 re abril de 1853.
(>uem achou no dia t dr maio um carhorro
il'.ieii.i. querendo resliluir a seu dono, dirija-se a
nu do S. (jonealo, padaria n. -JO, que ser recom-
pensado.
Precisa-se de urna ama forra on captiva, para
cozinhar, eugonimar, comprar, e fazer o mais sni-
co do duas pessoas : na praca da Independencia ns.
(8 c 20.
NAO1 OFFENDEA SECLINTE PERGUSTA
7, (JUOira IM ni; i.
H por atacado ca icliillui.
L01EIII.V DE XOSSA SI^MIOIIA DO
UOSAHIO.
No ilia lo do corrcnlc, as 0 boias da
manhaa, .'unanlas rodas desla nterin no
consistorio da jroju de -Nossa Scnlioia do
l.i\ lamento, o rcslo dos bilbcles acbam-
se a venda nos lugares (lo COStlime.
Precisa-se alugnr nina ama prefi-riinlo-se pre-
la, que saiba cozinhar o cngomnur para lodo o icr*
vico de nma casa dr pequea familia, o Iralar na
rua estrella do Rosario, Iravcssa para a doQiici nu-
do luja de miudezas n. I8-C-
Ha fabrica do caldoireiro da rua do llriim n.
28, fugio, no ilomiuuo 8 do correnlo, o prelo Mi-
guel, de naco, oflicial de laloeiro, ipie representa
ler 25 anuo-, oslalura celular, mu pouco pcralla,
o eosttima cnibriagar-ao, l'.e cscravo do Sr. .Manoel
Joaquim Ca lrico l.e.il. i- j.i lialiallion na fabrica
dos Srs. Auili.iilevrA l.r.il: quem o pagar ou der no-
ticia, dirija-sc mesina fabrica cima, que se re-
compensar.
ATTENCAO.
Tiram-so passaporles para deuiro o fra do Impe-
rio, ralbas corrluas, liiulos *\c residencia, daspa-
cham-sc esecavos, ludo poc pirco ca/oavel c com
mulla rapidez: na na da Cadeia de Sanio Antonio
n. 15, primeiro andar em que lem escrlntorlo o ud-
voaado Jos Narclio Camelo, sr achara com quem
3 da lardo nos das
'""o ldo .hrglr-a,
">s na ruada''-
Jowd'Ahncida
orlos, ou seguir de passagem
ni ciimniodos, c se alianca lioin
un... "lr|l"r-sc a Iralar rom Ainorim
WS^' 3. .n o capilo Be-
Ser.i verdade que inorrcu o pinlo na casca ao
quar>o dia da luz? nflo o Violo porque sou uorniii-
uiIa puro.O mesmo.
05r. Manoel Jos I-'errera (insmao apparci;.i
na rua Nova n. 26, a Iralar negocio do seu inlc-
resse.
Para UquniacSo docoulan, fax-so ncg'H'io com
urna loja com poucos fundos, sila na rua Nova, e
propria para (pinlquer eslalolerimeiilo; ipieni a
pretender dlrija-so u rua da Cnue, primeiro andar,
numero 19.
OSr. M.innel Jnfl \ioira Uraga annuncio sua
morada Mra NT prniurad.
Precisa-so de urna ama : na rua do Hollino,
casa n. 17.
Joau Seol, ulidilo Drilnnlco, vai para a pro-
vincia das Alagoas.
Indar das'.I horas da maidi.
u(n* lomeles
I" I. de jiinlio om dianlo. ahiii-se o sesiindo
andar da casa n. 8, da rua da Aurora : quiiu prc-
ici'iit'i. rniciiil.i-M' min o IIIni. Sr. JuSoPinto de
f.ciims Jiinior, morador no primeiro andar da mes-
CONSULTORIO HOMEPATA ICO
IiiksoI lliiimul, profesar prl.i cncobi ilu Hio de Janeiro, conmina a
dar COnsulIflsi iji'titi* aos polires Indos os das
ulcb) dan 8 horas da manliaa ale .10 meio dia
110 m'ii niitviillurio, rua las (lin/es n. JK.
Aluga-so 11111 sitio rom casa de vivonda al
iioveiubro por 511^ rs. : na rua alrai da .Matriz, da
Boa-Vista, a. iti.
No berco Largo do Herir, venda que vira pa-
ra a Sen/ala ,\'o\a n. :ill, l.-in saccaa com perfeilo
iiiilbo. nTaOOrs.
Ai.li.vci.V VE PASSAPORTES, E TTULOS
HE RESIDENCIA.
I.Inmuno do He.o l.ima lira passaporles para
dcnlni c roa do iinprriii, e Ululo de residencia pa-
ra eslraagelrOB. rom presteza, c roiiimodn pirro: i
na da Praia n. 13. primeiro andar.
DAtiUERREOTYPO,
|K A\isa-so aorespeila\el publiro menosla- $
a lieirrimciiio do aten o Ja Itoa Vista n. 1(1,
ffi oU'i pattndO para Sanio .in. po, rua do i
t QuoJinttlo Da l se-jiimii) sudar, onae o re- v
ii.iiisi podor ser urocuradodas 9horas di 1
ni .i'i .1 us :t da larde; aipii os nralendentcs
sahirdo Inteiraujonle saiisfeiios, n3o spelo
variado c ludio sm lmenlo cxisleiik' para os
retratos, como pida M'inellhinr.i d.i pessoa
lielmeute ripiada, pelo clcelrol\po, o reir*
lisia pois esl.i promplo salisfazer niiuplcta-
nenie aos pie o proeararent.
* 'iwwiwmaMmmwBBUL.
_ l mi .-ii-M! alugar um piolo pata fazer o ser
viro armazn) n. (:).
I.ava-sc e oneomma-sc com asscioc pcrfeicJIo:
no palco da Itilieirade S. Jos n. 1,,
AUi'^a-sc a rasa ilos arcos no lugar do Reme
dio, com commodos para grande familia, estribarla,
rom grande lerreno para plantar eampjm, raimas
o ludo o mais que se ipiizer ; lem 2 grandes poyos
d'agua ipic nao seceam, e il carimbas, sendo uiun de
lielrcr : a Iralar na rua do Collegn,l>oliea n. (i.
l'reelsa-so de alugar una prela cscrava que
saiba vender na rua e s(ya llcl, paga-sc l0}j0XI0rs.
por mez, quem livor dirija-se a rua de Santo Ama-
ro n. '2H,
Precisa-se de um amansador para padaria, a
Iralar na rua eslreita do Hosario n. '2.
AMA DE l.l.l 11!.
Prcrimi-sc doiiiua ama de leile sem (IIlio, para
acabar de criar urna crianea : na rua do Trapicho
Nono n. 1, ou na rua da Lrut, armazem n. 19.
I'rccisa-se do um proto para o servido ordina-
rio de urna padaria, para alugar: quem o liver diri-
ja-sc ao palco da Santa Cruz n. 1(N>.
y A >iuva l.oonor Jorge lem juslo e conlra-
j: lado com o Sr. Jos Louronco da Silva a com- #
pra dosiiio, silo na eslrada de llelni, de
2 fronle da propriedade denominadao sitio da ;0
2 cscala.Se aluuoin por qunlmier Ululo se
** adiar rom direilo a dila proprioilade poder x
U dirigir- o ii" praxo de H das, a casa da dila "
viuva, na rua da Cadeia de Sanio Antonio 0
n. -2'), primeiro andar. m
#*##*#
I'rorisa-sc alugar urna ama torra ou captiva,
quo saina eoahJhar; na rua/lo Crespo u. to.
COKSTiLTOBT HMOEOPATlTICO
f/liia do Hosario, esquina do Calmg, easa g
n. ti, primtn andar. Ci;
Jiisr l'iriuo Xavier dii rnn-olias cralis aos M
Q pobres, eprcsla-sc a qualquer llora a quem r&
Q se digaaraeeuna-lo, lulo para dentro como }
CIPADE.
Paule Gaignou, donlisla rerebeu agaa denii-
friro do Dr. l'ierre, osla agaa I.....Iirrida romo a me-
lluii' iue lem apparcrido, (e lem muiliis elogios o
seuauor,! lem a propriedade de conservar a bocea
rbeiriisa e preservar das dores de denles: lira o
costo desagradavcl que U em coral o charolo, ai-
Sumas -"las desla i.....i ropo d'agua san sutlii-irn-
tes ; i.iihIm ni so adiar pii ilenliTi ice rvrrllenle para
a ronservarao dos denles : na rua lama do Hosario
u. lili, legando andar.
Precsa-4c deofllciaeidc funileirp :
na rua Novo, n. 58, defrontu da Con-
ccicao.
ra CII!\SlLTORie IIIIIKIlOI'AriHCll- %*
|h No Mallo Orosso, comarca do Cabo, m. dci
Hraiqueira Cavalranle d consultas o nicdica-^
Mroonlos gralto aos pobres, lodos os das das (l&'fl
fsjlioras ,|,i iiianba a I da larde. S--1
Precisa-se lagar .....silio que nao soja mullo
prqiiciiu, oque estoja liem planladu de frurleiras,
rendo pello da piara alada iiiesnio quaiido a easa
mo soja de miiilos eonnniidos, o que uaosooxlgC!
quemo tivci o quixcr alugar, annuucie para ser pro-
carado.
AVISO AOSSEMIORS DE l'.VCEMK.
Alenlas as grandes vanlagcns na moagem dr
calina, piwenienlrsile teros lanilmirs das iiiorn-
ila. prrl'rilainrnle lomeados, o alioivoassienado rrs-
poilosamenle leitibra aossenliorcado engenho, que
na sua fundicaode ferro era I ora dr Perlas, sr pi-
de priTrilanieulr lorurardc novo BJalogO de lain-
bores, o aparare endireilaros donlea dascarrolas
com lana presle/.i, quo SO pode riilrrua-los no mes-
mo dia, rv iiandii-se assiin o inconvoiiicnlc da demo-
ra dos carroso o empalo da moagem assim romo
que a ine-ina fuiilicasr aiba sriuprr surtida nao
s de novas moendas de diversos lamanhos e miMle-
los, sena lanilirm dr nulas dentadas, lano para
agaa como para animaos de Indas as pioporees, a
saber: volla por volla, volla o quarto, voluta in-
ca, volla o meio. duas, lies, qiialru Millas, ele,ole,
e pulanlo qualquer senbor de eugeilllO que-
readoaccclerarasuo moendn, aflm de moer naia
raima no mesmo lempo, oa rolarda-la, aliui de es-
premernwb liquido da mesma canno, pido si.....la-
mora rsroibrr as redas rorlipctcntes. Puudieaa do
l'rrro, na rua do liriini, pasnildo ocliarari/. II'.
Bowman, ongonheiro.
Aluga-se a padaria da rua Real n. -1~, prxima
no Mangiiiulio, i..... graodea commodos dudosos
seus peiicnces, por proco iniiiln eoinniodo: a Iralar
na casa n. ti da iiiesmn rua.
S 3#@ S*S
DENTISTA AMERICANO.
D. \V. na>non, ciriirgiiiileulisla.conliiua a
oxereer sua prohssfo, laxeado lodosas opera- i
JS cies que /orein precisas de qualquer indure
? ta, lano por fra, c.....o ua sua residencia, 5,t
onde piidcser procurado'a qualquer hora :
ii na rua da Cruz n. 7, segundo andar, no He- .':."
cife. ;
::;:;:s;;:;^3"39:i
FABRICA DE CHAPEOS DESOL IX)
ATERRO DA BOA-VISTAN. 22.
t) dono deslo eslabelcciinenlo lem a bonra de par-
ticipar no respeilavd publico, prineipalmenleaos
srus freuiiczcs, que peta ilerradeira barca do vapor
viudo do Itio, recebeu um grandeC rico sorlimcnlo
de chapeos de sol, lano de seda, cuino de panno,
com cabos de canuas inlolricos, riros cliapCos do sol
para scnliora lambem recebeu um gniiulc sorli-
meiilo de peras, lana de seda, romo de paiininbo,
proprio porarobrirarinaci's usadas, la/.-sc qualquer
concert c Indo por piern mais cm conla do que em
oulra qualiiiier parle.
Os abados asslgnodosraiemscionloaoa aewlro-
guexes, cao rospeilavel publiea, que mudaram o sen
eslabrlcciinrnlodo pbarm.icia e rasa do drogas, da
| rua doCoUeglo.pars a roa do Haniiel rasa n/k ; on-
''dc os acharao promplea a desampeahai1 as lUaccaai
de sua arle, rom /.elo e prstela a qualquer horado
dia e iiollc (po sejaiu procurados. I'cixnlo Piulo.
Precisa-sede una ama pata senil- em una ra-
so de punca familia : na rua dn Cadeia de Santo An-
tonio, segundo andar do sobrado da esquina a. It.
O proprielario da padaria da rua da Senzala
Nova n. 'Mi, avisa as pessoas .ipaivonadas do supe-
rior pao crioulo, que lli'n mandara entregaren! -n.e
casas, c para isso llio dcvcni mandar dizer suas nio
l.ulas.
I'rcrisa-so do Ulna ama de Icilo sem tiln, u,i
prai;a da Indepenilencia n. :18.
AO PUBLICO.
O ibni\o ssijjnnelo avila nos se-
y iliores le engenbo, lavrodore*.
^- lii/.endeiros, e no publico em (eral
K3 <|no, le coinbiiiiico com iili;niii,is
'?>{ cusas coiiiniei'cmes injjUv.as, lian-
Q cc/.us, alleiuaiisesiiissiis, tcm liber-
na to mi rua lo Collegio, n, 2, um
ff| (jiaiule ai ina/.eni, riciiniente soi'li-
X do de iazendus finas e givissas para
J vender por grosso e a retillio e por
11 mis liai mis iln ipic cm (jiial-
oiitra parte. Antonio Lniz
tos.
LOTIKIADE NOSSA SEMIORADO
HOSARIO.
Ocaiilelisla annuncia que as rodas desla lotera
andar no dia l:i do corrento no consistorio da gro-
ja de N. S. du l.ivramenlu: o rcslo dos bilbcles e
cnidas que oxisleni acham-sc a venda nos lugares
ou cosame.
'Hieles......... ISOOO
Mcios.......... (Kio
Quarlos......... |poK)
_ Decimos........ (KK)
'K.;.'.-:,;*oOOeO
iiuiiiKor.iiih.
ODr. Sabino Olegario l.uilgero l'inlio mu-
jj dou-se para o bairro de Sanio Anliinio. rua
das I'.ruz.es ii,ll, rasa onde moroii o Hmii.
Sr. vinario gcral Dr. Meira, onde pode ser
procurado a qualquer hura pelos pessoas quo
_ o quizerem linnrar com sua ciiulianea. t
;MssaiM:"jjMa)
UI.MI'AMIIA DE Kiiiuim:.
Osscnliores accionistas la COmpanllto
lellebiiiiic, |3c "Ctividadot l)ari|-sc> reu-
nirein cm assemlilea (;er.il lio lia 17'"itrjj
loirciilc, pelas 10 lloras da Uianlifia'no
cscriplorio la inesmn compaiiliia nliin
de se lar c\ecu;ao ao disposlo no artigo
17 dos estatuios e le e\ereerein nsallr'i-
Imiccsipic llic competen), cUgendo no-
ac-
PHECISA-SE alugar umn casa para
]H!tpieiiu, poi-eni decente familia ,
sejn terrea, ou obrado, e em pial-
quer rua los bairros du Boa Vista, ou S.
Antonio : a Irutarna rua lo Araguo, n. -
12, segundo andar. ,
Airenda-ae ura engenbo montado
com 25 eseravos, 23 bois de concia, e
25 imimae io, urna sara para tres mil |>aes de ns-
lucar, grande porcao de rocas maduras,
perlo de embaixjue, e com outrai vnntn-
gens <|ue aopretendentese dira': na tra-
vesa da rua do Vigario n. I, segundo
andar, u tratar com Antonio Gome Pjj-
soa Jnior.
P. Cancanas, retira-so para a Europa.
O Sr. Vicente Ferreira du Costa he
agora o agente do eorrcio particular da
Parabibn,
Roga-so ao Sr. Joo Xavier da Emisora, o ob-
sequio de dirigir-se a na do Crespo n. 16, que se
llic doseja fallar.
Precisa-so do una criada, que soja de mui-
to boa conduela, francesa, ou porlugucza, ja de
maior idade, que lie para urna casa capas para Ira-
lar do urna enanca : na rua do Rosario larga, loja
do louca se dir quero precisa: no mesma loja so
dir quem vende urna cscrava que servo para servi-
co de campo, por estar a aso acostumada.
I
COMPRAS.
u
no
nu
de
va a(liiuiislra<;ao, e lomando eonlas a
tual. l'Jicriploi'io du cdliipanliia 9
maio le 1855. O director,
Joio Piulo de I.cmos.
Hoea-sc a pessoa a quem for ou lenba sido of-
crcrulo a compra de.....a bcnuala de iiuieorno com
casiiode ouro lanado, ponleTrade labio, c rom
dous furos logo aliaivo dn casillo, porciu sem lavra-
i?cni de miro, por se ler perdido, leve-a ao sobrado
de iandares no aterro da Boa-Vista a. -M. da onde
a furlaram,que se gralineard com unerosldade. Es-
la bensalla perlenceii ao 111 ni. Sr. rnmniendador
Joaquim Aurelio Perolra de Carvallio que della fez
prsenle ao aliaivo ussigiiado.Jos llebello Pa-
dillm.
Ollerccr-sc para administrador de engolillo
una pessoa que lem bastante pralloai quem preri-
sar, dirija-se a piariiiba do l.ivraincnlo, luja da cs-
Irella n. I. que achara rom quem Iralar.
iV-,,v;i v i-;; : :f-"'* sass@s;
W CO>.| I.IOIIIOIIO.MOEOI'.MIIir.lM.HA *
TOITO PARA OS l'OHHKS.
j Na casa amanilla paleo do Collegio, nrlmel- 99
10 andar, residencia do general Abren c l.i
Compra-so um prelo do 35 a 40 anuos, quo sai-
ba Iralar do vaccas o tirar lelle, o que aeja robusto
c naobebado o fujo: na na da Soledado, casa 11.
i... confronte a venda n. II.
Compra-se prala brasileira o bcspanhola : na
rila da Cadeia do Rccife, loja do cambio n. 24.
Compra-se um prelo cozinbeiro, c
um molc<(iie pie tenlia de 12 a 16annos
de idade ; agradando paga-se bem I
esciiptorio l^ Novaes & Companhia,
rundo Trapiche 11. 34.
Compra-se o primeiro c segundo volunto da
rc*olueao franceza, por Thicrs cm porluguez :
qoeni liver, aiinuncie.
Compra-se 1 scllim em bom estado com lodos
os seos 1.-1 lomt- : na rua da Soledade casa n. 42,
roiifronto a venda n. II, ou annunrie com brevi-
dade.
Compra-sc palacoes Mexicanos, c Soberanos:
na rua du l.ivramcnlo 11. 10.
Compra-sc osseguinlcs objeclos, preferindo-so
ja usados, um calla, urna pedra d'Ara o ura missal
i-le-,nle nado: na rua do Queimado, loja de miudezas
n. .
Compra-se um prelo cozinheiro e
1111 molcipie de I li ai.....s de idade: no
escrptorio le Novaes & Conipnnhia, na"
1111 lo Trnpiebe n. 34, primeiro andar.
Coinpram-se eseravos, c vendrm-se, rerebem-
sc dccmiiiiissan, lano para a provincia como para
fdra della; na rua dos Quaricis "rir 21, segundo 1
dar.
Compra-se eseravos, o vende-se reeebe-sc de
rommissSo, lauto pora a provincia, como para tora
della; na Rua Velba n. M.
Compra-so para ciicommenda eseravos de am-
bos os sevos do 10 a 40 anuos, na rua da Praia, pri-
meiro andar. 11. 43. .
VENDAS
i na. Esle consultorio be dirigido pelo proprio u
;.; morral Abren e l.ima. c nclle ilam-se cnsul-
X
,'.; las uralis ans pobres em IimIos os dias uleis
ii desde as del da 111 mia al una hora da lar- S
iC de. O mesmo senbor piulo ser consultado
? por oulras pesaoata qualquer hura do dia ou
(; da noiie. A
-.'': itMUMMI
D-se nma porcao de li.ulos quebrados o cau-
ca, anp doombarqne: na rua dos Quartebl n. .
Segundo andar.
Manoel Uoncalves da Silva llarros. doixou de
ser raivriro do Sr. Joan Josi'1 do Carvalbo ^lorars.
- I'rceisa-se de una ama de boa conduela para
casa de pouca familia, masque seja de incia idade,
na rua da Hoila n. j-.
g 3 9 S 9 9#a
CfflSULTMIl lloniEOPATIIICO. i
2 Rua do Trapiche Novo n. 9, no 1
hotel Francisco.
O Dr. Casanova eoallnaa a dar consullaa
v c remedios ralis aos pobres, das 7 horas da
?i nito forein ludiros sii pagarn de ."> a JUglNIO ;.;
J rs. pelo Iralainenlii. Os escravoss paaariio SaV
.';; de :, .1 Iii-ihki rs.
: -i Sf 9 %tt
Alexandrina .tneelira Viraos, viuia de Jow1
Antonio l.ourcuro Virar-, faz publico que pelo jni-
/. dos 01 -pliios, escrivo llrilo, se aeba proeedciulo
a inventario dos nena de seu casal, 0|ior isso avisa
a todas as pessoas que linliam pciibores cm poder
iloliiiado seu marido vcnbaiii rcsgala-tos no prazodc
oilo dias, do conlrarrn serlo vendidos para paga-
mento de seus dbitos. Herir (i de malo de 1853.
>'a rua Dircila, sobrado de un andar n. 33,
00 pe da^bolica, vende-se latas de qualro libras,
jnlcia de manga, de abala, de pitanga c de ......_-.,
muito bom, e por ennunodo proco; lanibeinse faz
bandejas de bollabas, com ramos, florese diver-
sas galautarias com inuila pcrfeiro ; lambem se
faz liasteis de carne, do lala, arroz de leile, paude-
10, lorias, c o mais que for de sobremesa.
- OHeroce-se um rapaz moco, porluguez, para
eaiocirodc padaria, o qual lem minia platica, o cc-
nbecinienlo de negocio, e que dii liador a sua eon-
diuia: quem precisar annimcic, ou dirija-so ao
caes do Hamos n. 4. arinazcni.
ROOA-8E
a lodos os senborcs que padecen! o llagello da cas-
pa lia rnli.'ca. o Ule Cal O cabello, lelil.mi a lionil.l-
de de ireoniiirar o lionuropalbico oleo quo se ven
de em corla bolira ; nclle autos que o consclbo do
II'; ii-ni' 'publica roudemue toboin pliarinarculi-
co lis ponas quo merece.
I'm logrado.
Mgtiami.1 llnrolliea Joaquina,berdeira o lesta-
menleira de son tinado pai Jos Eianeisen Urlein,
lando de proceder a invenlariodos bens do seu ca-
sal, iimigavclmeiilc avisa n todas as pessoas quo so
julgarem credorasdorercrido casal, quo aprcson-
lem as suas eonlas no prazo do .'10 dias ; bem eenio
Vende-se nina prela robusta roziulicira, cnsa-
boadeira, por prci;o romraodo: no Aterro da Boa
Vista n. O, segundo andar, c serve tambora para
engenho.
Vende-so duas mualas : na rua da Cadeia do
Itecifc, 11. 89.
Vende-so una harcaca. novo de priinoira via-
-einc 111 n iln ba,do vela, de lote de iteaixas o mui-
to bem construida, a qual so vendo a prazo 011 a
Iroro do algunia casa sondo lerrea, se evreder de seu
valor dii-sc o reslo: a Iralar na rua da Cadeia do Re-
cite, loja u. ">4.
Vende-so ura silio bem plantado ora chAo pro-
prio, ronlcndo duas salas, cinco quarlos, estribara
fura, silo na rua da Casa Eorlo defronle do silio do
fallecido Silva A Cl Quera o prelciider dirija-sc a
rua VellM n. l, a fallar cora Manoel do Nascimcu-
lo da Silva Bastos.
asa3oa
)'0 V ende-so corles do veslulo de .-hila larga,
franceza,cores litase padrqcs escures,a 2s rs. cada corle: na Injn do sobrado unarello,
ii nos qualro cantos da rua do Queimado n. -J*.l.
j:-.*
Vcnde-se nOO rs. a garrafa de Icitc superior
sem agua, o ncm oulra qualquer mistura: na rua
largado Rosario n. 44, na portada escoda.
Vende-so 12 cadeiras, i consolos, I sofn, I
mesa redonda de meio desala, 1 serpeuliua com 6
lanlcrnas, I cuna franceza paro casal, c 1 quadrn,
ludo de piio d'oleoceiu bom uso: na rua da Sulc-
[ dade, rasa n. i', confronto a venda n. 11.
CALCADOS A 700 li 5,*000 r.
No aterro da ltoa-Vistn, defronle da
bonecn 11. 14,
lia chorado pelo ultimo navio franco!, um novo o
completosorlimcntu de ca'endos do todas as quall-
dades, lano para liomcm romo para scnliora, me-
ninos c meninas, assim como os bom conlioridos sa-
palesde bezerrodo Nanles para humera c meninos,
muilo proprios para a estarlo prsenle, sapatfirs Ao
Araealy, a TOI) rs., e do lustre da Babia, a 390110
rs.. e um sorlimcnlo de (amneos c perfumarla,
ludo por proco muilo rommodo, a troco de sedulas
anda mesma velnas.
.#S
CORTES 0 CASSA SEDA, A .'(100. Jt
Vcudc-se cortos do vestido de cassa soda, #
pelo iliiniuulo preco de j&tHNI rs.: na loja aj$
,':J do sobrado amarello da rua \o Queimado 2
11. -_l. <#,
8
\ enilc-sc mu molecote de 22 anuos, bom oftT-
cial de pedreiro, um prelo de meia idade, proprio
para silio, dous ditos de 25 a 30 anuos, para (ouo o
scr\ico, duas prelas, sendo una de IS anuos o ou-
lra de 2., que cngomm.im liem e coxinham: na rua
dn. (.Iiiui Iris 11. 4, srgiindu andar.
di:psito di: chapeos de sol fhan-
cezez, hua da chuz n. 15, pri-
meiro andar.
Os Srs. Manoel & Villan leem a honra do par-
lielpar ao rcspeilavcl publico, que acabain de re-
ceber um rico o completo sortinicnlo do cha|ioos do
sol do seda, para hornera e para scnliora, bengalas
de dulas as quididades c procos. As pessoas que os
bonrareni com sua eslimavol presenca ficanlo salis-
Icilas da qualidadc dos ditos, c da redueco dos
precos: vende-so om porrjlo, a prazo c a dinbeii
Vcndein-se ns do eoquelri, proprios para se-
ren plantados, a 320 rs. cada p :
roga lodas aquellas que livorcm pcnliorcs, quo lia
jain de rcsgala-los no meucionado praxo, sob
pena
quer n'umaqucr n'oulra
ranci.cn ile Moura irhra-se para Ser
|ip< 000 sua familia, levando ara sua ronapanbia n
eseravos da seu servado, de nomo Ezoquiel, pardo,
Porliria, t nonl.i.
Preolsa-se de una iiiullier para fazer um bico
lino o lamo, ungii-se liem: no paleo do Carino, es-
quina que volla para a rua de lim las 11.3, segundo
andar.
MUTILADO
de 11.10 scrcm oltcndidas
cousa
Dcsapparcceu no dia 3 do correle, o prelo
Justino, balxo, e grosso, com falla de dous denles
na frente, lovou calca o comiso atul, bstanle rola
lio muilo prosista, consta andar com os lricos in
flamniados do brigor, consta andar nos suburbios
desla ridiide, por ler shlo encontrado por vezes ;
assim como no Poco, Casa Eorlo, Monleiro : ro-
ga-so a qualquer peiwoa que o pegar manilo levar
a casa de seu sonhor no rua Direila n. 7, e 78, que
sera gcncrosamenlc recompensada.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
Iloje vai sceno, ncslo llioolro, cm benchcio do
ador l.uiz Carlos Amoedo, um especlaciilo do mui-
lo Ikni esculla, eque pela variedado deve agradar a
lodas as opinifies. Sendo aprirooira vci quo esle
artista recorre a gonerosldade dos Parnamlucanos,
lio bera quo ella Iheseja lieucdca : vamos pois nao
desde inioccnie divcrlimenlo, como loro
prazer so rnnceiliilo s almas nobres, do roncorrer
paran bem, de que o benclieiadobedigoo.
II icrdadeiro amador.
Ererisa-so do um coixeiro do i'2 a l.'i anuos,
rom i'iaen ,1c venda, nu sem ella, mas prefere-se
desles chollados bu pouco do Porlo, mas que d fia-
dor a sua conduela: ua ru das Cruxes 11. W.
na rua das Trin-
cliL-ii.is, junio ao nicho.
A'lTENCAO^ 8ENHORES 1)0
BOM E BARATO.
Vonde-sc manloiga inglcxa de superior
qiialidado |iclo borato preco do jfiU, (O,
(21) rs. a i; assim como muilo bom clui da
India, a * 19760 rs. muilo novo; chocolata de Lisboa, a
:l:M ;vinbodoLislHlade suporiorqualidadc,
a 411 a 280 rs. a garrafa ; bolachinha de so-
da para aba. a .Vltl 1 -. .1 ; eliampagnc cm
meias garrafas de milito boa qualidadc,
IMiMt rs.; r.n inli.i de Sag,muito nova, 11320
rs. a it; ararula muito nova, a 200 rs. a a ;
assim como uniros mullos gneros por me-
nos preco de que cm nutra quolquer parto :
na rua larga do Ilusorio venda do qualro |>r-
iifronlea Igreja do Howrio n._3!i.
Cliegaram e aebnm-sc na alfandcga 3millic ros de
famosas bichas, viudas de Malaga no polaca hespa-
nln 1I.1 Prompta, cnlrada rcccnlemonlo ncslo porto :
os prolendeiites dirijam-se o rua da Cadeia do Re-
cito n. 12.
Charutos de Havana.
Os melliores que teem viudo a esle
mercado; watfdem-e continOndamcnte,
ementa le Bnirm Praeger & Coiiipan-
liia, na rila da CrirZ 11. 10.
MOBIMAS DE FERRO,
11 mu si'jain, cadeiras de diUciciiles mol-
des, misas i'solii's, ludo do mais miulcr-
do godo, viudo de Pars: vendte 11a rua
nuCi'UZ, 11. 10.
<
^

m


i

V
N
I
ARADOS DE FERRO.
Ni fiuidirao* de C. Sturr. 4& G.'eiu
Sanio Amaro ucha-se para vender ara-
dos de ierro de superior (ualidade
Wmle-5 as seguinlcs semen (es do oriol ices
ilas m.n- novas que ha no mercado, rbanos, raba-
neta brauros, encarnados, nabo roxoc branco, al-
facc allemo, lita rcnolhuda, couves Minla, tron-
chuda, lombarda, salea, sobla deSeluhal, coentro
de losscii.1. scgorclha, ceuouras, pimpencln, repo-
Iii<>. MMiii,-. lmalos grandes, vende M- cin porfo
maior mais baratas para acabar: na ra da Cruz no
Kccife n. 02, venda de Mari ins A Irmao.
Vendc-sc caixoes vasios de pinito, de landres,
e I '.ii 11- que foraiu de oleo de linhaca : na ra larga
du Rosario ii. 36.
Na ra da Pciiha n. 23, prlmelro andar, so dir,
quein vendo 2 crranle! para reluci, 1 par de pul-
reiras, 2 pares de brincos, 1 par de rozetas com um
airiueleda utlinia moda, um relogio dourado, cor-
docse cramos de cornalina encasloadas, e oulras
obras diversas.
Vende-se superior farinlia da Ierra cm saceos, e
raaNDM a rctalho, dila de barco de S. Mathcus, o do
S.Calhariia lamboin eni saccase a rctalho, c arroz de
casca, ludo por preco muilo commudo: na ra do
Kangcl armazcm n. 2t.
Vende-so muilo nota c superior farinha ta
Ierra, para i|uem nao osla da chamada de barco,
por preco muilo commodo : no Boceo Largo u. 1,
segundo andar.
Vcnde-se um cabriole! robcrlo, com lodos os
MUl arrcios, com cavallo ou sem elle : na travessa
da ra Bella, coebeira n. 2.
Na padaria de Aulouio Jos Pedro (ioncalves,
na ra da Senzala Velba n. !Hi, e no deposito da
i u.i du Vigario n. 6, vcnde-se pao crioulo melhor do
que o aununciado cm oulra padaria, c a vista faz
f, advirlindo que he Irabalhado por machina
liracal, sem imposlura.
Vende-se cortes de cintas finas i'ran-
eczas das mais larcas que se tem visto,
rom 9 eovadoscada um, jmiIo diminuto
pi-eco de 2.S000 rs. a vista : na ra do
Crespo loja n. 3, oo lado do arco de S.
Antonio.
Vendc-se um cavallo muilo novo
bonl figura ptimo andar, ou iro-
ca-so por 2 mah ordinarios: na ra
da Senzala Velba cocheira do Sr. Joa-
quim PaoaPereira da Silva.
500*000 RS.
Vende-te |or SfJOffOUO rs., una (ypoerapbia com
inais de 700 if de I y pos iiiuito bem sor I idos, c um
l'"in prclo do ferro c pao : a quein convicr dirija-se
amadas Cruzcs n. 28, secuudo andar.
Vondc-se umsellim com lodos osseus pcrleu-
ces, c cm Imuii oslado, |K>r preco commodo : noa-
lorro da Roa-Vista loja de seleiro de Manuel Coc-
ido da Silva.
Vende-se saceos com milho pelo barato preco do
5^)00 rs.: no Kcife Bccco Largo n. 1.
MILIIO NOVO
cm saccas de alqueire por preco commodo, para fe-
cJiarconU: na ra do Collegio, venda de Francis-
CO JoM l.cilr.
Vcnde-se queijos londriuos superiores, diloa
Baraengos, presuntos da Weslphalia para fiambre,
Dolacliinlia docoinglcza, ejp laJas de ',) C$ libras,
chegadas no uHUVVpoV ilo Liverpool, assim cbTOO'
'Hi'TVs iuglczas, manleiga superior ingle/a, dila
franceza cm frascos de 2 libras, e varios gneros,
mullo era Orla : na ra do Vigariu, urmazein n.
i i, do Jeronymo Jos Teiles.
CASSAS FRANCEZAS A 2J500 US. O
COSTE:
N na Nova, loja nova n, Ifi, venden* cassai
francesas le aires livas, de padrees O mais nnidcr-
nns i|ue Icm n|>|iarecidn, pelo l>aralissiino preco tic
28300 r. o rorlc, a visla do |irci;o c qualidade de
hunda, Mpeaeees <|uc ivlremnlo delurfio de
comprar*
Vende-es O eseravo*, sendo Ircs mnlcrolc*
de idade de 12 a 20 anuos ; um lioni co/.inliciro ;
dous dilos pardos, sendo nni oMirial de sapaleiro, c
ooulcoaabe lieni Irabalbar em carraca de peine;
olio eseravo* de iodo serviro de rani|io ; dons par-
dea rom boas haliilidades ; Irae escra\as moras.
quilandeias ; duas ilas de mcia dado : na ra
llircita, n. 3,
NA l-OJA DE SEIS PORTAS EM FREN-
TE DA IGREJA DOLIVRAMENTO
vende-se chita* de cores com muilo bom panno
a7vinlcns o covado, risradinho (ranees *lc cores
cm uras a I (O rs. o cebado ; alpaca de cores, liza
c i\v quadros a 210 rs. o covado ; lencos hrancos
dr rainbraia ; ditos com barra de cores a IWI cada
um ; ditos para meninos a 80 rs. cada um ; corles
de cassa-chita decores com sois varas c mcia a
1)600 O corto f chales pretos de la; riscadinho fie
linho proprio para jaquelas c palitos u 210 rs. oco-
v.ido.
VIMIO DE UOHDEAl'X.
Vendc-sc superior vinlio de Bordeau\ cm caivas
de 13 garrafas cadl una: na ra da Cruz, n. 8,
iioarmazem de F. Souvauc $ C.
SEMENTES E HORTALIZAS.
Vendte tementei le hortalicat de lo-
(lis nsquatidadet, chegadat proxinuunen-
lo do Porlo, por prero coimnodo : na rni
Dirt'iin, venan n. 70, esquina do lieeco
dos PcccadoeHortae*,
N.....!.---<- os iwrlcnces de una padaria : no
aterro da Bot-VMa, loja n. j8.
Vcnde-se un eseravo, rrioulo, de 2 anuos de
idade: na ra do Pilar u. .V>.
PARA QUERER HE PRECISO VER.
a nria nalaca.
Na ra do Crespo, ti. ii, loja de Jos FranoiKO
Dias, vcnde-se una porr/io de (hilas ondeadas de
ricas cores e bous pannos a ItiO rs. o covado ; idem
cahorlasa ltiO rs.; dilas muilo linas cor deviuho
miiidiuhas a^OOrs. : d-se amostras donando pe-
n dores.
D Sanloi oa Baha.
Vende-s', cm casa dc. U. Bicber & C., na ra
da Cruz n. 4, alcoda (raneado d'aquclla fabrica,
muilo proprio para saceos de assucar c roupa de es-
cravos, por preco commodo.
Acencla de Edwin Hiw.
Na ra de Ai>ollui). (i. armazcm de Me. Calnlont
<\ Companhia, acha-se couslanlcinente bous sorli-
menlos de ta\as de ferro coado e balido, lauto ra-
sa como fundas, moflidas innliras dnlas ra animaes, auoa, ele, dilas para armar em madei-
ra de lodos os lamanhos c modclososmais modernos,
machina horisontal para vapor com forca de
4cavallos, r C"Acata de purgar! por menos preco que os de co-
re, escovciM para navios, ferro inclez lano em
bairas como cm arcse folhas, eludo por barato
preco.
Vendc-sc vinlio da Maeira de superior qu
idade emquarlosc oilavosdepina. por preco
modo: no armazcm de N.
lidade cmquarloso oilavosdopipa, por preco com-
modo: no armazcm de N. O.uieber
lia ra da Cruz n. 4
& Companbia
Moinhos de vento
com bombas de reputo para rocar borlase bailas
de capim. na fundicaddc D. W. Bowman: na ra
do Brumos.6, 8ci.
A 5,000 r. pequeos, a 6,500 r. srandet.
Vondem-st* chapeos deso de seda inpleza do
sujierior qualidade, pelos precos cima : na ra
ioGoflogio n. H.
Veude-se um prclo bem proprio para armazcm
de assucar, ou oulro qualqucr sen ico, he crioulo,
moni, robuslo, e Icm muilo boa conduela : na ra
larga do Rosario, loja n. .'V>.
Vcnde-se urna nropriedade de Ierras oonlcudo
um Rrandc numar, na freRUczio da Taquara, prov iu-
cia da I'arahiha: lambem permula-se por urna casa
lenca nula eidade, |mr cscravos ele. Faz-se llnal-
menlc lodo novicio com quein pretender: a Iralar
com o Sr. Jos de Mello Albuquerquc Montene-
gro, morador no cau do Ramos.
CHITAS A 4,500 RS. A PE^A, E120 RS.
O COVADO.
Na ra Nova, loja nova n. f fi, vendo-sc pocas do
chitas de cores seguras, padres claros e escuro pe-
lo barato preco de 4,500 rs. a i *.- c 120 rs. u co-
NO VOS COKTES DE MEIA CASIHIRA A
2,000 RS.
Vende-se corlu de mcia casimira, padrdes claros
c oscuros, li'inid porr.'io para csculher, pelo baratis-
aimo preco de 2,000 rs. o corle : na ra Nova, loja
nova ii. 16.
flOOSOa
Vcnde-se Ressoemjbj.....SiCbogado ullintamne-
to:cmcasaJ. Keller \ CompanbUja, na ra da
Crui n.55.
Vende-so doce de goUba lino: no armazcm
n. Tula ra da Cruz.
-*- Veudem-e rclo^ios de oiiroc pra-
la, patente inglet: na ra da Scn/.ala
-Nina u. 42,
Ll
TAICIIAS DE FERRO.
"Na fiunlirao' d'Aurora cm Sanio
Amaro, lambum no DEPOSITO na
ra do Bruin lo(jo na entrada, e defron-
te do Ancnal de Maiinlia ha' semprc
um (raude sortiineiito de laiclias tiuito
de i'abriea nacional como i'8lraii;cir.i,
batidas, fundidas, grandes, penuenas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
eliltem qunaoste*, ]>ara earregar ca-
noas, ou carros livres de despezu. Os
precos sao' os mais coinmodos.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Slarr & Companbia
eui Santo Amaro, aclia-se para vender
moendas de cannas todas de Ierro, de um
modello e construccao milito superiores-
IMITASSA SUPERIOR
Vendem-se por precoinuito com-
modo, no armazem n. 7 de caes da
alfandega, de Jos Joa(|iiim Perora de
Mello, ou no cscriptorio de Novaos <&
Companbia na ra do Trapicho n. 54.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de W.
Bowmann, na ra do Brum, pastan-
do o cbafariz continua haver um
completo sorliment de taxai fundido e batido de "> a 8 palmos de
bocea, as unacs acbam-se a venda, por
>reco commodo e com promptidao':
embarcam-sc ou carre(;am-seem cairo
sem despe/.a ao comprador.
Vl'IuIciii-scciii rasa ili1-Me. CslBIODl t\ Con>
panliin, na prarailo Oirpu Sanio n. II, uscuiiinlc
viohodaManellleeni caliai da 't a i; dalias, llnliai
om novellns acarralis, broa mi barrieaa maito
gratulen, aro do inilaosorliild, Tcrrn nslcz-
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da nvencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias nglezas e uollandezas, com gran-
de rantaeem para <> melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas da III
libras, junio com o inelbodo de enipic-
ga-lo no idioma portuguez, em casado
N. Bicber & Companbia, na ra da
Cruz, n. i.
Vende-te eera de earnanba, primeira soric, n
fisomi rs. a arroba oarua daCadoia do Reciten-
'i'., priiiieiro andar.
Vcnde-se a taberna dn nalcoou travena do
Paraizu, Icm multo nuucoa (undoa, c propria para
ipiein ip/er nrineipiar sna vida s, por sen rom-
incrcioscr lodo adinliciroc para Ierra, con grande
'|iuni,,f. Sina eaein;!),!, s:i!i... ole. ele. : Irala-sc na
im, -ni.i. ii. ii. vista se dini o motivo de vender-so,
a ii* se duvida darsociedade aquem estiver habi-
litado en der llanca ile si'.
GRANDE FABRICA DE CHAPEOS DE SOI,,
11UA DO COLLEGIO N. t.
J. Falque fa/srienle an respeilave!publico do
Pernambuco, e em particular aoo sen' treBuezos,
que acaha de receber de Pars, como do lli<> de Ja-
neiro, da fabrica de Falque Irma*, um lindo o
completo aorliinento de chapeos de sol do seda e de
panniilui, lano para limneiis cninn para senlmras,
Irndii para <> priineiros nin esnilliidn surtiinenlndc
ebapeaa de sol com cabos iureiricos >s mais lindos,
me tem vindo em caricaturas diversas, diloa de cali-
na, ele.; Brandefluanlidado de sedas c panninboa
u pera pala enlinrarinaresservidas, asipie forem
de ferro, eiiMTiiismi-se pie licain novas; ballas
birgas, estrellas e de aro para osparuihos o vestidos
de senhoras, benoalas bonitas; cobre-so e concer-
tarse toda e qualqucr qualidade de chapeos de sol:
iodos osobjerloa cima raoncionadoa vendem-se em
porrao carelalliopor menos prero ijue em oulra
ipialipioi parle.
Vendein-tc relogios de ouro, pa-
tente inglez, os melliores nue tem viudo
a este mercado, c do mais acreditado
fabricante U- Liverpool : em cusa de llus-
sel Mellors -\ Companbia, na ra da
Cadeia do Recife, n. (i.
Vende-ae lencos e loalhas de labyrinlbo] rhc-
gadas agora do Aracaly,por precoa pralos, e lilas
pelo preeo de IcMHNJ rada par: na ra da Gidcia do
Kerife, u. i'.l, priiueiro andar.
Em casa de .1. Keller V C. na rila
da Cruz n. 55, lia para vender, e por
preco commodo, eouros proprios para
eobrir canos, cliegados ltimamente,
A 500 HS. A VAHA.
IlriiuIrancadobranco depuro linho, muiloen-
eorpado: na loja da esquina ca ra do Crcs|.....|uc
volla para a Cadeia.
Vendem-se vaquetas de lustre, para
COnerta de carros : na ra da Senzala
Nova n. 42.
Veiiilem-se lonas, liriu/a, brinae molas lo-
nas da Kussia : no armazem 'le N, O. Dieber
C.....panilla, na ra da Criis n. 1.
Vende-se una typograpbio con:
um bom prclo, com grande ou pequeo
porcao de t\ pos, enieites, c milito boas
caixetas ; emm ludo a vontade do
Comprador ; esta' tan bem montada ipii'
se pode inmediatamente entrar em tra-
balbo : na ra da l'raia n. 55.
Vendem-se osverdadeiroeaellinsinglexesfpa-
Icnle, de mola e sem ella : na rila daSeu/a la -No-
va ii. 13.
Vendem-se saecas rom farollos, a 39500: no
arina/cni u. I do raes da alfaudciM.
S i i i f&
Vende-se lio de idgodSo da lia- M
bia, |)Oi preco coiiuiiodo : llOCS-B
Criptorio de Novara V Companbia, ';
na ra do Trapiche n. 34.
Sanio o luz. o odvogado dos nrpliuM ou gnli
nralica lo prucono orphaoologlcof adaptado m rro
urasiloiro, para o uso dos juizes, oscnv.los o advo-
cados: vende-so por :i-'"ki rs. na l\raria n.ticK
da (iraca da Independencia.
COBERTORES DE TAPETE
Boearoipara cscra\os, 900, i^oooc WiOrs.:
na loja da es(|uiua da ma do Crespo que udla para
a Cadeia.
COBERTOItCS DE TAPETE.
JVa ra do Crespo a. C, vende-se superiores roiier-
loresdcalEoilAo escaro, proprios para eseravos. a
UUU, l0IIO rs. elnileada um, lirim Irancailo Illan-
co do liulio puro, a ,VN) rs. a vara, corles de dilo es*
euro, a l^iiO e 7)000 rs., ciirlesdarliila rom halla-
dos c barra," 1l000 rs., leudo 1:1 imados i).i um,
cliilas escuras delinlas seuuras, a l(K>, IK(l, c 'JOrs.
o covado, wlim prclo maco, a :wio e :i--?2(K), pan-
no prclo tino, a 3 c Ixkmi rs. o covado, dilo azul
muilo fino, a IdUOO rs. o rotado, pcc,as de camliraia
de salmeos com 7 varas, ale IjJOO, o muilas mais
fazeiida por menos preco do que em oulra parle:
na ra do Crespo, loja 11. (i.
DOCE DE IIACOKV.
ClieROu rccculemciilc do Maranlio urna pcipicna
|hii r/io denle delicado dore, o lucidor que lia, lano
pela sua ciccllculc qualiiladc, como por conservar-
se po muilo Iriupo cm perfcilo eslado : vende-ge-
em casa de Tonlc A IrmOo. na ra da Cadeia Vellia.
Vendem-se verdndeiro vinbo de
champagne'de excollente qualidade, e
muilo em conta, para liquidacao' : em
casa de Ilrunn Praeger & C, na ru
da Cruz, n. 10.
SAPATOS OE BORRACHA.
Na ma da Gnu, confronto a I.ingnctn n. 'M>, vm-
de-se su|H*riorcs sapalos do liurrarlia, propriot pan
o lempo de cliuva, e por prOOO OOnDOdo.
VIMIO DO PORTO MIJITO FINO.
Vender superior vinbp do Porto, em
liariisdot., 5. e 8. : no arrr.a/.omda ra
de A/.citc de Peixe n. 11, ou a tratar no
eteriptorio de Novaos & Companbia, na
ra do Trapichen. o\-
f flHIriBf i fifi
lJ 2.I8*
6o.iT j
''*.:
4
|,|Si-3tlT||f|aj _
ifKiU*lfr!i!l>*
1 ~ ^^a 5 2
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I AtfftU ftS iiir
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=.E-~g.g-?5--!?S5-.|.S-
" s; 3??o2-i SS-sg-' SI
s5S5 i B 1S ff =L* 2- =
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x 'lis""
* 5* I gil
2 =
m
a a ipS st las :, -
iiiiHififfi
ri IrtiHli

=
11 r-
RAPE PAULO COKDHIKO.
Na roadaCadoiailo Rccifc loja a.50, de Cunha t\
.Viiiorim, \cndc-se btese ineiosdilosdc rap Paulo
Cordeiro.
Vcndc-se preauntos ingleses milito novoa para
fiamlirc, latas com holacliinlias de soda iii|li,r.a.i|iu'i-
jos de nralo, conservas muilo novas, scmcnlcs de In-
das as qoalidades de liorlallco, chegadas uiliDiamen-
Ic: na ra da Cru n. i, defronle ilo Sr. Dr.
Cosnic.

, muilo em coula : no arma-
na ruada Cadeia du Kecife,
DAVID WILL1A1I BOWHAN, engeohelro ma-
cliinisla c fundidor de ferro, mili reapollosamonto
anuuncia aoa senliores pronrielarios ile engeahoa,
fa/eiideiros, e aores|ieila\el |iulilico, (|iieosi......I.i-
lielecimenlo de feTO inmiiln por iirjcliina de vapor,
na ra do liruiii amado ocliafaiii, continua cm
eileciiMie\eiTicio,esear1ia completamente montado
rom apparelhoa da primeira qualidade para a per-
fciln coiilecrao da iiniiores pecas de inacliinisnio.
Habililado para emprehender quaesqoer obras da
sua arle, David VVillian llownian, do-eja mais p,u-
licularmcnlerlumar a nlloncaOpublica para asso-
miinles, por lerdellasgrande sorliinenlo ja' pionip-
lo, ciii depoaitoDa mesma fundicao, as qoaes cons-
iruidaseui sua fabrica podem competir com as fabri-
i .na- iiii paiz eslrangciro, lano om preco c.......em
qualidade de materias primas c mao de obra, a
saber:
Machinas de vapor da melhnr constracao.
.Moendas de caima para engenhos de todos os la-
nianbos, movidasa vapor por agua, mi animaos.
Iludas ile agua, moinhos do venlocserras,
Uancjosindependentesparacavallosi
Itmlas dfiilud.'is.
Agullhoos, bruiizes e cliumaceiras.
Cal ilhdofl e par.ifusos de lodos os lauanbos.
Taixas, parvea, crlvoae focas do fornallia.
Monillo de mandioca, movidos a mao ou porani-
maes, e prensas para a dila.
Chapas de ficaoe Ionios de farinba.
Cano-de Ierro, lorneiras de ferro e de brome,
II.....bas para cacimba c de repuxo, movidas a
mas, por animaos ou vento.
Guindaslea, guinchse macacos.
l'rensaslinlraulicas ede parafuso.
Ten auens para aavlea, carroso obras publicas.
Columnas, virandas, gradeas porloes.
Prensas do copiar carias e sellar.
Camas, carros de ma carados de ferro, ele., ele.
Alini dasuperioridaile das suas obras, ja' ucral-
menie recouliecida, David VVillian Bowman garante
I.......-evada coiiformiilade cornos moldes o de-e-
nbosreinellidos pelos senliores queso disnarcni de |
faicr-Ibc euroininendas, aproveilando a occa-iao pa-
ra agradecer aos seus niinierosos omigus e fregueses
a preferencia com que Icm sido por riles bourado,
e asscjura-llies que nao poupara csfoTCOSO diligen-
cias para continuar a merecer a sua conliauca.
AO HA RATO.
Na ra do (.liieiniado, loja u. 19, lia para vender
chitas raboclinlias cores lisas a (i^HMI rs. a peca,
corles de casemiras idaslicas muslos DMMleruofl a SyOO
rs. o corle : para acallar, brins largos do quadros, S
l rs. o covado, be proprio para diversos niisleres,
risesdos franceses, c cliilas largas, -i> rs. o cova-
do, esleirs da India largas, a iis***x> rs.: c oulras ta-
adas, por procos mdicos.
Vende--e um carrinlio de i roda- com i assen-
scnlos, sendo para iueiiinos,coni lauca e varaos pa-
ra I c i cavados, em muilo hoiu estado por ler sido
fabricado a anuo c mel, por preco eommodo: os
prelendenles dirijam-sc ao sierro da Boa-Vista n.6,
segundo andar, das (a- 10 horas da manhSa.
QUEPECHINCHAI
\ ende-se -arras rom farinba a preco de 2?8()0 rs.
rada sirca: no arina/.eni da ra do Itaimel n. 'Ji.
BABATKIROS, MNDE AS PECUINCUAS.
.\ lff*il rs. corles de casimira de aluodao, pa-
droas claros o ocuros; S 881) rs. covado de alpaca
com mais de vara de largura e muilo encorpada,pro-
pria para hbitos de frailes e vestidos, e maulas do
mulheres ; a 2WI rs.o covado de i iscadinbos de II-
iilios.biiuilospadioes; a IWKSI rs. corles de cassa chi-
ta ;a JOOOrs. pecas de chitas escuras e a lltlu co-
vado, o oulras minias facndas novas Indas baralis-
limai: Aa ra do fluciniiido loja de 1. V. Cesar n.
XXI.
Vcnde-se tres predios de casas, per-
tencentesito Sr. Jos Joa<|iiini Alvos Tei-
xeira, o primeii-o de tres andares nobair-
ro do Recife, travena da Madre de Dos,
n. IG, o segundo nas Cinco Ponas n. 32,
e
Vendem-se lonai
icm de l;o> Brothers:
n. 6>.
DU SITIO E UM TERRENI
\'cude-se um sitio na (airada que segu para lle-
lem, na ciirrii/ilhada entre as do Sanio Amaro c
llosarinho, c froiileir.i ao do Evm. Sr. visconde de
l.oianna, com ca-a de vivenda de pedraocal, C*
cimba, [loiiiu. arvores fruclifei.is, e toda cm roda
com cerca de liinoeiros, com hoin e produclivo ter-
reno e urna pequea baiva: n inesiuo sitio lambem
se livpoibeca. ou com elle se faz permuta por casa
uesla cida,le: lambem se vende um terreno nesta
eidade, no lugar dos Cocllios, na ra chamada do
Jasmim ou Praieros, proprio para se edificar una
casa terrea rogulr : quein prolcndcr qualquer des-
tas negocios, pido dirigir-ee ao aterro Ja Boa-Vista,
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cimba v Aniurini, receberam pelo ultimo navio
do Lisboa harriscoin i a. de superior cal em podra
para o fabrico de assucar, c vcndcn por menos que
em oulra qualquer palie; e para fechaiiienlo decon-
las um restante de polassa americana: na ra da
Cadeia do Reeife a. SO.
Vende-seiui arrenda-sooengenho Tclcgrapho,
distanlc dcsta praca duas le-uas o mcia, inoenle e
corrale, com Imas mallas o Ierras de planlacao, boa
rasa de vivenda, o animaes de roda : os pretenden-
tes dirijam-se ao lerceiro sobrado da ra do Pagua-
des-
Negocia-se para liquidaco de con-
tal ossegiiinles predios:um sobrado de
dous indarescom soliio na ra Bella n.
57, urna casa terrea com quintal para o
rio na ruado lleinliea, p.issageiu da Mag-
dalena ii. (i, o mil leireiin coui (JUOtlX)
Irenlis no lim da rila Helia junio ao no:
os prctendentcs dirijam-se a run do
Quarteisn. 8, do meio dinas 5 liorusda
tarde, on na ra larga do Rosario n. 50.
Vende-se O niuilo SUperiOl' vinlio
liance/., branco e linio em barris, die-
gado ltimamente, e (jigos com cham-
pagne, tudo pelo preco omaiscommo*
iln possivel : na na da Cruz n. *2ti
BOTICA
HOMEOPATHIGA
'20 BA DAS CMJZES Sil
Dirhjitla por um ihavnmi'eulivo ttppt'OWItto
BslO osliiliclcciiiionlo ponafl lodosos me- j
(lic.'iinciiiostic muraoxpcriinonladoHi lano
n.i BuroMConM no Bnwili o irc|)ara li machinas da inventan do Hr. Muro.
Carlciraado ISlubosalo' 160, por procos va-
rlavein, conforme a qualidade dna rahas,
(|iiiin(iil saeos.
25:
l'.MA CARTBIHA com os 24 principacs
remedios homopatllicoa e3 obras difieren les,
indispensaveis para os principiantes que se
qulierem convencer daverdade da nova mo-
uiclna ; contando a!6m do muilos conaolhos
clnicos, a palbogoneaia do 18 medleamoa- |
l.ls.
'lulios iv.. ,is( cada um ).....1(KKI ,
Tiiite.asdc lodos oa medicamentos em fras-
r^dt,1! onca............-.I-IMSI I
Na lilsima liolica encontrar-se-ha lempre ]
ara grande aortbnenlo de livroa era porlu-]
kiiczc fraiircz.o cuitan linlnqu:......lio no- :
cessiiriopara ocsiudo e pratica da liomopa-
o lerceiro na ra dos Pescadores u. 57
os pretendeiites dirijam-se u Oliveira lr-
mfios & C, na ra de Apollo n. 14, para
tratar.
AOS FABRICANTES DE VELAS.
Vende-te rra de carnauba, c grasa do Kiu Gran-
de inuito superior, c por commodo prero: no ar-
mazcm de I). B. Andrado '& C, ra da truz, ron-
fronlc o rhafari/ n. IB.
OLEADOS PINTADOS.
Veade'se oleados piulados, de ricos padrnes, e
diversas larguras, e cuberas do inesnio |ra mesa,
por prc^o muilo cominodo: na praca Ja Indepen-
dencia s. 2i, ai, as o :.
TOALHAS BCONOMICA8
para meta a lafiOO
na ra do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia.
\. //. RBFOBMAM-SE GRATUITA-
JS{ -MENTK Indas as i-arleira- vendidas i.....--
lalielecimcnln, cujea remedio., pela hmida- *
^x de ou por qualquer nutra causa, livcromsl-
^1? do deteriorados.
Vende-se superior lio do vella muilo proprio
para coser saceos com assucar, em casa do James
Croblrcc & C. : ra da Crua n. 13.
RAPE PALLO CORDEIRO
Na Praca da Independencia loja do miudc-
zas u. :, vende-so superpr rap l'anlo Cordeiro
rlicL'adu pro\iniaiuen(o em lucias dilas o oila\as.
COLCHAS BH.VNCAS COM SAl.rCOS.
n l^liOO cada una
na ra do Crespo, loja da esquina que >olla para
a Cadeia.
Vendc-sc algOOfl cscravos, cnlrc eslos lia nin
carapina c aponlador oin feilor: nu
ra das I.aran se i ras n. ff, Segundo andar.
Vende-se |rrpret;o commodo, relouios de al-
yiltuira inylc/es, de palele: na roa da Cadeia do
llcrifc n. it armazcm de Barroca & Cuslro.
Vendc-sc o cntcnlio Canoa Hachada, na riliei-
ra te, dUlanle do embarque cinco loglUS. inoculo c
corrcnlc, enm muilo Imas oliras, nio com agua elic
to urna produccAo cxlraordinaria: a pefMM que o
preleuder, ilirij-se ao enyenlio Boacica era l|nju
ca, ao endeudo Sou/.a, frcRuc/ia de Aua l'rola,
mi iic-ia pr.ica, nrua Dircilc n. 3, segundo andar.
PARA O INVERN.
Vendc-sc su|icriures hnnclcs de olcadu iuulczcs,
por preco muilo baralo : na praca da Independencia
s. U,86, SBeSO.
Veinle-s,. a mellior i.iiiola que lia no mercado,
.1 l.ordo do briguc Sdyiario, ancorado defronle du
Trcin.
__Vende-se 3 ricos cnciros bordados de matiz,
do bom oslo, por preso commodo : na roa da Ca-
creia de Sanio Antonio, no segundo andar do sobra-
do n. ti, da esquina.
NA LOJA E 6 PORTAS EM FRENTE
DA IGREJA DO LIVRAMENTO,
vende-sc pecas de ralas do cores, com muito bom
panno, a M00rs.,dl(aja 19800 rs. ; corles de cas-
sa chila a l3600rs. com C ;,' varas.
Vende-se colchas brancas de sal-
picos muito encornadas, proprias para o
tempo de fro, a 1,000 rs. cada una: na
ra do Crespo, loja n. 0.
NOVOS CORTES DE CASSAS DE BAR-
RA A 2,800 RS.
Vondc-so corles de cassas de barra que se pod
coi tai paaa fazer do 3 babadas, fazenda nova, c do
ultimo Rosto, pelo haratissimn preco de 2,800 rs,
corlo: na ra Nova loja, nova n. i6.
Na cocheira do Sr. Quinteiro, na
rtiu-fXova acha-se para vender, muito em
coma um carrinho de rpialro rodas ,
muito leve, para ser puchado por um ou
dous cavados.
::;;.';:;::-:!:.':.:i;!:>-:;:'::;";:3SSS3
} Vcnde-se cha nacional do primeira quali- J
;; dade, cm lalas de 9 o l libras : no largo da ,':(
asscmbla n. 21).
CASSAS ROLXAS COM BARRA PRETA
Vcnde-se corles de cassas romas com barra preta
que se |>odc corlar para fazer de babados, fazenda
novac doulliiiiogostoa -J.800 rs. o corle: na run
Nova, loja nova n. I(>.
A Mili LIDADE E Sl.l'EUIORIDADE
DA
SALSAPARRIL1IA DE BR1STOL
sobre
A SALSA rtltltlLIIA DE SAN9S
Allcnca)'
A SALSA PARRILHADE BRISTOL dala des-
do IK-'t:, c Icm conslanlemciilc inanlido a sua re-
wldfiio sem necessidade de recorrer a pomposos
aimuucios, de que as preporaees de mei ilo podem
dbpenMr-M. o moceaio do Dr. BRISTOL icm
provocado iufinilas invejas, c, enlre oulras, as dos
Srs. As R. I. Sauds, de Ncw-Yoik, preparadora
0 proprialariol da salsa parhlha conliecida pelo li-
me do Sandia
Esles MUlhora solicitaran! a nuencia de Sato par-
rillia di* 1 11i 1. cromo nao o podessem oblcr, l.i-
liricaram nina imilunio de Brislol
Kis-aqui a caria que os Srs. A. U. I). Sands es-
creveran no l>r. Brislol no da i) de abril do J8VJ.
c que se aclia cm nono poder:
Sr. Dr. C. C. Brislol
Burato, &C.
Nosso aprcciavcl seiibnr.
Ero lodo o anuo paando lemoi vendido quanli-
iltulc* ennsideraveis do cslnfilo Vine., c pelo que ouvimos di/.er de suas rirtiule*
Anuellcs que a Icm usado, jutgamos que a venda da
dila medicina scatiumeular iiittifissiino. Se Vine,
quizar Tazer um ro/nr-i/o comiiosco, eremos que
nos rcsuiiaria muia yanlagem, bulo a nos como a
Vine. Temos muilo pra/cr que Vine, nos responda
sobro oslo assuiiiplo, e se Vine, vicr a esla eidade
daqul a um me/, ou comw seinelbanle, leriaiDOI
muilo pra/er em ovcrein nossa bolita, ra de Fui-
Ion, n. 70.
Ficarn ua ordena de Vun. booj BOgoros servidores
AssignadosJ A. R. I). S.V.NS.
CONCLUSAO'.
|.CA anliauidadc da salsa parrilba de Brislol lie
claranieule piovada, pois que ella dala desde is:t2.
Oque a de Sands s appareccu em IS1, poca na
qoal oslo droguista nffo pode obler a agencia do Dr
Brislol.
2. A superioridade da salsa parrilba de Brislol
lie inconleslavel; pois que nao obslanle u coneur-
rencia da de Sands, ede urna porcao de oulras pie
paracAc-s, ella lemmanlidoasua repulacaoeui qua-
si luda a America.
As numerosas experiencias foilas com o uso da
salsa parrilba em ludas as enfeiinidades originadas
1 tela impureza dosanjue, co bom oiilu oblido nes-
la corle polo lllm. Sr. Dr. Siuaud, presidenle da
academia imperial de medicina, pelo illoslrado Sr
Dr. Antonio Sot PolxolO em suadinica, e em su;
afamada rasa de saudc na Ijamboa, pelo lllm. Sr
Dr. Saturnino de OJiveira, medico do evercto, <
por varios millos mdicos, perinillcm boje de pro-
clamar al (menle as virtudes efllcaiei da salsa par-
rilba de Brbloli vende-ae a 5|00 o vidro
VSlo achar-se de novo aberla a bollea do Sr. Jo-
sr Mara lioiicalvis llamos, na anliiM ra dosijuar
leis, mudou-se oulra ve/ para allio deposito da sal-
sa parrilba de Brislol.
.:-.:-::::';:::::::-:':^S^
GANTOIS PAIUIETE&COMPA-
$ MIIA.
I.oiilinua-sea vender no dpposilo acral da
9 ra iLi Crui II. "i^, 0 evcellenle e bem cull-
3 ceiluado rap areia preta da falirira de lian- tf
;.j luis l'uihete,' Couipanhia, da Baha, ora S
^ ^raiidesepeipienaspiiicoe>,pelo precueslabe- \i
i; leeido.
:::;;;:::'::::;;;:;::::::;::::::::;:::;;:;
Oleo especifico para curar a caspa e con-
sorvaro rabullo, continua a vunilcr se na bulica
da ra ilo Rangel n. 64,1 'iO rs. cada vidro
Vende-se saccas com inilbo : no Keeilo bccco
Largo, taberna n. I.
Vende-se no armazem de Jos Joa-
iiiiiiii Pereira de Mello.no lugar du nlfaii-
doaa, batatas cliegados ltimamente de
Lisboa em porcOes de arrolla para cima
c por pirro mdico.
Vende-se no armazem de Antonio
Annrs JncOmc Pires, silo no largo da al-
laiidcga, paiiL'iroscom sal do Mamullad,
muito recomraendavel pela sua limpeza
para gasto de casas
do tlt) rs.
Vendc-sc nina mesa redonda de amarclln para
mein de sala, em bom estado, c un par de mangas
de vidro lisas! ua ra Nova u. 5&
Vcudc-se um casal de cachorros d'auua,viudos
de Lisboa, ua na larga do Rosario n. 31, fabrira
de elaarros.
Vande-sai muiaiinlio da idade da 0 s lo an-
noStCoai principios de cuiveirn de venda : na ra
Dircila n. '27.
A (O.sOOO ItS.
Vcndc-so chapeos i\u Chile, fums, para sculiora, a
30, l0eS0)OQ0rs., cliapeos de castor branco sem pe
lo, para sciilinia nwalar a cavallo: na praca da In-
dependencia, loja c fabrica de ebapeos de Jo;>ipiim
Oliveira Maia.
Hoiiteio csjiecial para botibas o cravos
soceos, continuo a vender-so un botica da ra do
Rangel ii. 64,que fui do finado Sobastiao Jos, Jo
Oliveira Maccdo.
AGENCIA
pelo barato preco
da
Da Fundicao' Low-Moor. Ra
Senzala nova n. 42.
Neste eslahelecimcnlo contina a ha-
ver um completo sorliinenlo de moen-
das o mems moendas para cni'ciilio, ma-
chinas de vapor, e taivas de Ierro batido
e coado, de todos os lmannos, para
dito.
{() (* -diaivo assiutKulo vende'o sen cugcnbo /A
22 Sania Mara, lia |mum Icvanlado. na co- W
(t^ marrado Oibn, oqual divido com os ence- !)
/# nbos Sibir de Sania Cruz, Cacliocira, /Jf.
*w/ Qucluz, c (iaipi, be de boas mallas, ler- ?v
ifi ras de muila produceao o j dcnuircado ; ifi
i iuualmciilc vende, se assim convier ao
Hrv comprador, loda a lavoura : esla vendase 'fy
#, cITeclua |>ara i>a|amenlo do credor c bypo- ,*%
W Ibccario do dilo cnienbo.Jos Marques da W
h CosU Soares : quein o prclender di rija-so ;
^. aodiloenucnbo, ou ao> rorcrido credor. 22
tP? Thomaz Marques la Cosa Soares, (p)
(4S^sjsSM9SS1a$S!
OVAS 1)0 SERTA'O.
Vende-so ovas do serbio muito frescaes. o por ba-
rato preco, por po oslarmos na quniesma: [na ra
doQueiinadon. i i.
Vende--!, por itiuimoilo preco um pequennso-
brado de A andares, silo na rua do Caldern desla
eidade, aramcouio uro sitio dea mclborcsque esis-
tein na Vanea, ludo por orcen commodo : a Iralur
n.i cambia do Carino n. IB.
Vcudo-sc una casa torrea sita na freuueaia de
Sanio Antonio, |n preco rommodo: no largo do
Collegio, n. Ii, primciru andar.
7m M J R^~
o
Vende-se 18 eadeiras de Jacaranda em bom es-
lado, l^cadciras, iimsofa, um par do consolos, Q
urna mesa de meio de sala, c um aparador, ludo de
amarclln o com pouco uso: no paleo da Uibeira de
S. Jos, n. II.
PECHINGHA PARA O INVERN,
\cndc-sc Iwllos (amneos para bomem epara sc-
uliora |Hir muilo baralo preco: nos qualrocaaloi
da Hoa-Visla, p. I. No mesmo eslabelecunenlosc
acba muilo boa manleia ingleza a 0i0 a libra, dila
Ir.iiiff/,! a 7*H), c oulros muilos genero* pcrlenron-
tes ao mesmo esl abe lee i ment pelo mais commodo
preco possivel.
PAO CRIOULO*
Na padaria da rua da Senzala-Nova, n. :io,
aclia-ee a venda diariamenle o bello pao crioulo, fa-1 >n
b'ricado por cvliiulro, moda da corle do i; de
Janeiro, o qual alcm da superioridade ao pAo com-
miim, icm a vanlayem de ser iseulo de recclicro
mais |irf|ti<'iio golpo que he amassado por macbina : na mesma padaria
achanlo sempre as pessoas de Iwm goslo o scuuinli*: p'
Biscoilos de ararula c d'ovos a libra. . . 180 r<
l'alias da rainba..... . 800 I
Itolacbiiihas dcararuta pura. . . 1ISI l.l
Dilas americanas..... . aoo 1
Iliscoiliubos de crva-docc. . . iim di
Hitos de Lima....... . i"i 4ci
Oilos do laranja..... . bi ' c,
1.....do familia. ...... . B sr
Ditos imperiacs..... . Wl
Ditos amalles...... . MKI ni lii
ESCRAVOS FGIDOS. 3' iji

qu
I"1
MI
lar
lee
I
mi
nli.
do
;ei
al
pai
I
Va
ver
vil I
ma
dei
pin
"-CIK,
l i.I
arn
Desappareeeu no da, 9 do corrcnlc, um prc-
lo crioulo, |>ornomc (eraIdo, o qual reprsenla ler
de idade 28 a 'M) anuos, levaudo vesdu camisa dit
aluodn Irancado, calca dezuarte, e com um '-"w-
rao ; este prclo vea do Ico remedido pelos senhord c'
(laminba & Fillios, os quacs o tinbam compra-
do a Manocl HotlritEues da Cosa, da villa deMi-
lamcs, comarcado Cralo, provincia do Cear., leu-
do dilocscravo perlcucido lambem a Manocl de Je-
ss da Conecic.loCuulia ; o para inaisesclarecimeii-
(o (cm os siRiaes scRuiulcs : baixo, cabellos bran-
cos nos |citos, bstanlo barbado; andar corcovado,
o falla muilo bai\o: quemo pefar leve-o a rua da
Conccicao n. Ii, que ver l>em recompensado, ntf
na ruada I'ruia,armuzem do (juilbermu SoaresU
tellio.
Desappareeeu no dia fide marco prximo pas>
sado um eseravo de nomo Hilario, que representa
ler J'i anuos de Idade. com>os siunacs secuintes: al
tura recular, secco do corpo, rosto rcKular, denle
limados, pouca barca, c Icm uus pannos prclos m
rosto, cosluma andar com um cbarulu a traz da ore-
Iba, sup|H">c-sc que estoja cm alguns dos lugares se
uuililcs onde Icm conbecido e prenlos: Assuilc
(jrande c Kedemunbotcngcnlios perlencenlcs a co-,
marca de Saiito-Anlao; eiigcnlio Paulisui, I"
llamarae.^a/arelh, engenhos Pill, Ilapirema de
tama, doMeio,(loianna: quemo pesar leve-o anw
da Madre de Dos loja n.7, qucrcccber a cralii-
ca<;Ao de .(O^tKK) rs. o lambem paRa-se com geooro-
sidade quem tlcr uina noticia exacta onde Oliste
dito eseravo.
Desappareeeu no dia 4 do corrcnlc a esertvl
de lime Magdalena, que foi comprada ao Sr.
Francisco Cavalcanlc do Albuquerquc Lcenla.
0 fui cnconlrada no dia 5 por urna cscrava do
mesmo Sr., c diase ir para casa do dilo Sr
l.arerda ver sua filba, ; levou vestido branco coW
ores encamadas j*i usado camisa de mada|i
IflO nova, brincos fraiicczes, c contas azues no p
cojo, elem ossicnacs seguimos: crioula, cor nrcM
estatura recular, idade -IX anuos o lem o peil<
l>escoco cliciodc pannos, falla do um denle nfrenlo
da boca, muilo esperta c bem fallante: roga--c a
autoridades o eaphao de canqio. a |iegucm e leveni ai
largo daSolcdauc n.lti.a sua scnboraque ser bc
pago.
Desapparcecram do cngcnlio Vicente Oimi'i-I-
lo, d dia "2 para 3 do corrcnlc mez demaio. don
eseravos, sendo um de nomc Gaspar ene non ea
a ler a idade de 10 anuos, altura regular, clielodi
corpo c cor preta, com falla de denles, pones Irte*
ba, e pos um |touco grossos, tem um siunal i' pe*-
coco de ler andado com ferro, levou v estillo c
misa de algodAo de listras, calca aul do mesmo c
bapeo de palba : o oulro de nomc }>:>< l.ui/ 'i11
reprsenla lera idade de 28 anuos, altura na.....*
quo regular, seceo do corno, cor fula, bem barbado.
I>ernas e pos linos, levou vestido camisa de algodo
azul c scroula branca o chapeo de palba. Quein <>'
apprebcndcr poder lova-los ao niesino eni'enbo, di
a casa do lllm. Sr. JoSo Pinto de Letnos Jnior,
quo ser recompensado gcucrosamcnle de scu tw
balgo. i
Esla fgido desde 21 do corrale, o eseravo
Manocl, crioulo, reprsenla 20 anuos de Idade, sfl"
barba, fallo de dentes, e deneiluoso dos pes prove*
nienle de cravos; levou loda a roupa, c veslidarat"
i;a o jaquela ; quem o pegar ou del le liver noln m,
dirija-so a sou scnlior no Koeife, rua da Ctela > 0-
Iba, luja de JoAo Cardozo Avrcs.
Continua a cslai fgido desde 17 de dezeinbro
prximo passado o eseravo cabra, natural do Ass
por nomo Miguel, representando ler 2* anuos*'
idade, com os signaos seguintes : estatura recula
corpo rcfoTcado, mflos c ps crandes, londo o ileol
grande do |> haslaule separado dos outros, sem i-r"
ba, roslo Uiancular, olbos pequomu, denles lia*
dos, c falla um pouco fanhosa: levou Camisadfl "*~
cado com mangas curian, calca de alodao a/ul. cba-
peo do palba ; e foi visto a cavallo leguiado a esle-
da i\o Norle : rnua se ,i quem delle souber iiolirfa*i
uu pote aprehender, de commuakar ou nunaai
entregar a seu senlior na rua da Cadeia o Itccifc
0]
A
luid
a. ~i
ilc I
riso
A
lian
que
niel
^uci
un
l'lllli
nin.
De i
bi
mas
M
mili
i-ll.ls
re. I;
le i
*P
IIICC
lnais
Ilion
esfcol
a
ris i,
llCIIS
mli
i|*.
i-l
an
mal,
Uaer
silln
M, i
_. no litio d* sua residencij na PanaBenidS
Magdalenaeu| frente do viveiro, que proniello p*u
lilirar com gcuerosidade. __________,p
orm.i Tjrp. ae K. F. e Farla. -18&1
i <*!
isssassasejajaf
i MUTILADO
IILE6TVEL

:.


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