Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03168


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Full Text
m
alar .
Oft-
DIARIO BE
PEMAMM10
PIH9O DA IVBSCBXP9AO'.
SuMcrcvc-se a 15JOO0 por auno, e 49000 por
quaricl pago mliautado, e ^IOO |>or quarlel paso
vcucido, na casa doaeu proprielario, M. Figueinia
de Furia, napraja da Independencia, 1. 6 o 8, e no
Hio de J. casa doSr. Joa6 Pereira Marliiis.
Il.iln.i F. Duprad.
Mwei o o Joaquim Bernardo Mendonga.
l'.traliiba a a a Jos Rodrigues da Coala.
Natal a a a Joaquim Ignacio I'ereira.
yVi-n.il>' a o Antonio de LetnosBrasa.
Ceara' a a Guillierme Augusto de Miranda
M.iratihad a a Joaquim Marques Rodrigues.
Tara' a a < Justino Jos Ramos.
CAXBIOIDI II DK NAIO.
Sobre Londres 28 X
o Paria, 3i(l
o Lisboa, 95 por cento.
Ouro.Ontaslicspanholas. .
MocdasdeoWOveWas.
a de 6i>UX> novas .
a de 49OOO
Prala. Palarftes brasileiros. .
Pesos rolumnaros .
a muicanos .
Accfies^n Banco. .
Descont de Ledras .
299500
Ki-JiUK)
109000
98000
199W
19910
18800
W%
9n II11
NOTICIAS IITRINOrlIUI.
Portugal . 13 de Alir. Austria. . 3 de Abr
Hespanlia 8 de Sitiara . 6 de a
Franca. . 8 de > Suecia.. . 28 de Mar
Blgica. . 3 de > Inglaterra 8 de Abr
Italia. . 3 de E. Uuidos . 23 de Mar
Alemanlia 3 de o Mxico. . 3 de
Prussia. . 3 de California 1 de Fev
Dinamarca 31 de Mar. Chili . 15 de w
Russia.. . 30 de Buenos-A. 3 de Abr.
Turqua . 28 de Montevideo 6 de
noticia so nrnwo.
Para'. . 2 de Abril. S. P.doSul 3 de Abr.
MaranbaA i de Minas. ... 5 de '
Ceara'.. . 6 de s S. Paulo 6 de a
Parabiha . 2 de Naio Rdc Janeiro 25 de
Alagoas . 2 de a Batea. ... 4 de Naio
partidas doi connzios.
Olinda, todos os dinw
Victoria, nasquin'as reirs.
Caruar, Bonito e (iaranbuns, nos dias I e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, ExcOricury, a 13e28.
Goiaiina e Parabiha, segundas c sextas.
Natal, quintas leiras.
das da semana.
9 Segunda. S. Antonio
Are.
10 Terca. Ss. Blanda, c
Alien nuil.
11 Ouail.i. Ss. Fabio,
Anastacio c Scrino.
13 Quinta. S. Joanna
Priureza.
13 Sexta. S. Pedro re-
salado.
I Sabbado. S. Boni-
facio.
15 Domingo. P. 1I0F. S.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundas e quintas.
flelatao'
Iiti.-.i- esabbados.
Fazenda
d'i i;,is esexlasas lOlioras.
.lu : secundase 5. aslO horas.
Primeira rara do cicet
tercas e 6. ao meio-dia.
Set/uuda rara do cicel.
quartas e sab. ao meio-d.
XYHEKSaiIDSa.
Abril 30 Quarlo miugoanle as 4 horas 30 mi-
nutos e 40segundos da mauliAa.
Maio 8 La nova aa 9 hora, 14 minutos e 42
segundos da manhaa.
16 Quarto creaceute as 8 horas, 36 mi-
nutos e 36 segundos da manhaa.
a 22 La cheia a> 8 horas, 32 minutos e 27
seauudos da tarde. -
""* DE HOJI
Primeira is 6 horas e 54 minutos da manlia.
Segunda s 7 horas e 18 minutos da larde.
miMiiinin.
:
re-
.
Ii'in
lera
ilm
iros
no-
ili-
rle
du
1 di
ida
ada
mis
ul-
I Ira
ai,
ni
He.
lu
ur-
*e-
iua
ASSEMBLftA PROVINCIAL.
Discurso d. Sr. .Vapulado Dr. Fraaclsco Joao'
Caraaaraia Caaka, aasaaaa' d23 ala abril.
11 si Franeitcn Juo:Si. presidente, eu uo
i|ucru ilc modo algum, toinaudo boje a palavra pre-
sentar em met procedimenlo alguma cnusa que sir-
\a a revelar qjiae. confundo obstinar.10 com cons-
tancia as opuiies. Oesejo sernella perseverante,
mas nunca |iertinaz. E tic por isso que temi j
1 .iiil'1'.^iln a minha disposicao de animo, em aceitar
a-. ininliticai;ies cuja aceitarlo podesse ser rnndu-
aiilo |h-I,i discusso, em nina das ultimas sesgues, en
ili/1.1 aceitar o projeclo substitutivo do Sr. A. de
Oliveira, como medida de Iransiciio, romo medida
que pura seu complemento exiga a adjuurco do al-
l.....a das deas de inn niilro projeclo substitutivo
ilu Sr. Florencio), quv era cnnjunclameiile sujeilo
a ilisr ussao, lornando-sc |>ortan(o indis|iensavel o
,|i>M>iiMilsiincnto, ou antes a enrreccao dos pensa-
mi'iilos de mu c outro projeclo, c he ueste proposito
i|iie, a allcnrjlo da casa vouollcrecer alguinas con-
-iileraijfies, que acredito ponderosas.
E iirui tan |iara cslranhar, Sr. presidente, que
un iirosruuincnto deslc meu svstcina, teuha eu 1!
analisaiiiloo pensamenlo oflererido no arliuo 2 do
ni njri'ln substitutivo, firmado pelo Sr. A. de Oli
vera, faca delle compararan com o outro que Ihc he
roinoque correlativo do Sr. Florencio, b anles de
luda me ser permiltido o prevenir, que nenliunia
iiiriiliciciii'ia enxergo na approvac.io dos dons
lii'iisaineutos que existem, de ser |iosta a disposicao
iin |iu>-iitcnte da provincia, a altrihuicao de lodos
u. lucios convenientes para a remocAo da crise
artual, eaoiiiesmo lempo perinitlid, ou anles iu-
sinuadi a idea da rcscisAo do coulraio, enmu aquel-
la que acompanbada de medidas preventivas, e ten-
dcules a suirocar de um modo completo o cnosso do
1......1 "iliii. he a idea doniiiianlc nesla honrada sala.
F n.at deixa,'Sr. presidente, do tornar-se hein s-
llenle a coherencia e abracamcnlo de ambos os pen-
samcnloa, nao s porque se elles irinanam, c servcui
romo que mutuamente, se uo tainhem as condi-
ijoes de existencia dos Tactos deploraxcis. a ipie so-
mos chamados a dar remedio, oxiucm que, licaudo
nitorisada a admiiiistracAo publica, lir.nnln aulo-
1 i-ida ao cui|ireco de iiroi idcncias apropriailM a
icninro, e cvliiicrn i'iiici'iieni'ia, |iossa como urna das mais proficuas, c
ilr.i'cs, ser ennsideradaa da resrisao do conlrato,
drbaixode laes e taes coiidicftcs....
O Sr. I'rmdrnle:l'erduo o nohre depuladn, dc-
\o observar-IlM que, o que est em discusso, be o
(i 1
'. Francisco Joito:E agora, Sr. pnsidcnle,
que V. F\c, me ini|ioc o prcceiln I\m' lio arl. 2 em discusso, corlando assim lodo o
liu a nliscrvaccs que com o mesmu artillo linhaui
lula a rurrelaco, mas cuja forca principal lica
romo que denunciada heni ipenr ineii, segundo a
dinvcao quejior V. Exc.mo he trabada, en com-
iMlrri o arl. 2 que relTere-se ao quanlilalivo, ou
ilu-i' allonalhica, dos 30 ronlos, cuja consi'.'iiaro po-
de ser lioj1 dispensada, una ve/, rjuc o priiuciro
liensaiiienlo do |irojeclo se ach aceito, yma ve/ que
a casa parece animada, c iuclinada aceilaran do
lii'iisainculnda rescisilo, pensamenlo {que he for<;o-
oue pasiageill dizer-se' deve vir cercado de unirs
nrovkJenrias. Beni conbeco que nesle pruposilo
mais de nina ve/, scrci atalhailo, pela viva opposicao
que naturalmente ser.i apresculaila pilo autor do
projerlo o Si. A. de (lliveiri e pelo adjunto na
lo inesino (o Sr. Paes Brrelo)...
. fnef Harrclo:Esl engaado....
. Fruiirifco Joito :Os seus apartes o reve-
dclc/a
II Si
II .s"
lavam
os
O .Vi
l'ae* /larreo:>No lia lu....
Famcixco Joo :Mas, Sr.
no
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1U
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IJO.
,lo,
,|J0
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w,
IVO
ni
VI'-
S.I-
|iro4iilenlc,
inmdo romo me cumprc MaoalyMdo artigo, de
nnilium nimio inc compromellerci n,mra\i' gm-sirm
ile surialismu, c eumniunismo, siisi iljnla e rom tau-
iiM.ilor eHlabeleri.la enlrcos Sis. A. ile Olivcira o
I iiuiiiio de Mello ;deixam que esles Imnradoscol-
leifati entre ii amlgavvliMnlc fjiraino ajnsle lc>sis
muas fritara*'
Otnlenlai-mc-lici, Sr. jircsidenlc. rom o exami-
nar as ariiuiNciilaroes (|ne foram Ira/.idas pelo aulor
do ailiio, cin suslenlar.u do mesmo; c se me n.ln
Iip inrala a inliiha memoria, foratn elle* dediui-
di, nra darohereiiria, que dvil esla honrad.i Ma
Ipreienlar em o sen |iroretlimenlo, dando lioje an-
lori-arao pu.d, a preshnla em otilros lempos ao ad-
ninbradordt provinria, > fazendo rerereuria a le
unlralo) ora da imponsiltllaile ilw dinlu'iros ruusignados para isso, Irarcndo romo
.irinnciilo animadur oscxemplos do passado; ora
la iHii'idadi' de nasquesles eU rasa inlrlra e cmplela ao Mloal adiniuislrador
"Sr. Jos Beolojf ora limilmcnle de ser a ailmis-
to de ronsfunaroes desla ordem autorisada coin os
Blemnlos da Franra e Inylalerra, para os quaes fez
.i[>|il|o, azendo referencia das ionsiuna-.rH*s que
'illi o prestadas aosio\enios para orrorrer, C po-
vera necaMdada puldici da onlem desla. Taes
me parerem Icr sido os diversos pontos de apoio do
peitaaiucilfo do nolin* tlepulado, tal me parece ter
Mito a iiiiiirha ilocnliada pela sua aren meu Carao,
que pn< Tratando ein primeiro limar do arpunjculo de ro-
litreticia, e que se apesa o defensor do arliuo, cv-
l'lk'aiidn-o,como ludoparerea fa/errrer.pela neres-
dade em que esl esta casji de rcproiluzh lioje, o
mesmo peusameulo qoe levo na admitiistru^flo
Soura Ramo?, lenlio para mimquo deve ser inlei-
ramenle repudiada una lal coherencia, porque nao
seria ella seno a repetirn do desacert em ipio ca-
himiw; nfin imporlaria ella mais, que a reinciden-
cia da nossa menos acertada dclilierarilo, em que
dando ao admiuslrador { Souza Hamos i lodas as al-
IrihuirVos iudispensoveis, para um Inn tilo impnr-
laiile, deixavamos de roncorrer rom o nosso pen-
samenlo. em esrlarecimenlo e sorcorro do sen, ms-
lu\.mu- alinciiiir.h) ine\plira\el de nossa psito,
presenlando-nos como urna assemlila dominada
pela incerteza c dnhiedade, denunciando-nos romo
enlciadus 110 mcio das difliciildadesda siluarao, mo
nos saliendo dar iiem o raminlio, non o ronsellio,
etperlaculo, que e presta a rominenlaiios menos
lisouuriros, e que de ncnlium modo desejo viV re-
pelidos. Se sao estes os niatizes da idea de inrul-
c.ida coherencia, neiihuma ililllruldade siulo em
meu animo em conlra ella pronunciar-me.
E quaulo ao seuuudo poni da imposMhilidade,
do abusod<% onalgnatio prestada, por argumento
de que este, nilu leudo sido dado na admiuislrar.lo
Souza Hamos nAo seria huje ollcrerido co artual
adniiuislrador, cu ohscrvarri siuiplesmente ao noliro
deputado, que DM qucslesile inew admiuislrali-
vos, necessarios p.11,1 a acrao do iivcrnn, he lioje
iilrt as-rulada, n.u poder haver iiioImi leuiliino,
que sirva a jtiftiflcar a re.pua-u.inria, ou rerusar a
preslaivui disscsineiiw. I-aliando assiiu, Sr. presi-
dente, eu fujo de entrar em qucslcs pessoaes e rom-
panices, entre o Sr. Souza Hamos, e o actual ad-
mini-tiadoi. nada tJi-i me reroiiherer o primeiro
romo administrador InfelUgenla e prohido-o, poden-
do icr errado por forra das cucuinilanrias em quo
seachou rollorado, naila nielante reronhecer o
actual administrador romo um dos mais helios ca-
racteres do nosso paiz. ttvilado esse perico, eu di-
rei que lenho hoje motivos para \olar roulra a ron-
simacao fcila, porque a inesina di Heroica he grava
enlre a siluacao de entilo ea de lioje. Naquelles
lempos di/ia-se ser necessarioo empreuo ch-sse mejo
romo uiachadinha destinada a derepar aqui e lili,
os idieiites do monopolio, hoje dir-sc-ha que o
eniprco desse ilinheiro lie alavanca indispeusi\rl
para liiar por Ierra, esse colosso que foi por nos
creado, o uiono|Kilio leial.
Sr. prcsidenle, suppomlo excusado em carerer
aindamis atU pouderarao quellcji feila, eu des-
rerei a delalhcs que sirxam como que a mostrar as
divenas irradiaroes do meu pensamenlo...
O Si: A. ile Ofireiiit un mu aparle....
O Si: Frauri: han :Oh! (Hir heos, oue he o
uohic depuladn, e rom elle mais alticm, con-lan-
temenlepara cOTnlgO injusto. 1'm cadamente me
traz a srena, a miin diriuindo-se dircrlaineule, me
fazeudo iurrepac.H's inmerecidas, e hoje mais i\o
que nunca injustas; tois que a haseque Mips torva
deassenlo, uo revela en lo nti'l vonladfl a meu res-
poHo, suas maneira pouco justa de julCar-me. E
porque, diz-ine o nohre deputado que me interrum-
pen: porque \os que assim pensis nAo propoiOSleB
como xos eumpria, a rexouaro doronlraloquaudo
elle convertido em lei foi stihinctlido ft approxaco
da assembla f
Deixara por ventura de arcudir a lemhranra do
nohre deputado, e daquelles ipie o aeompantiain,
que (piando esle cunlralo foi li.i/du a esla easa pa-
ra Ma reviso, leve de serflomeada una ronunissio
especial, de que nao l/ parle, e qurciln deivoii de
inlerpfirn sen parecer, por forra do ciicuinslanrias
Integramente eatranliasa minha vonlaile.eqiieaaslra
nao fuiaherto o campo dl lo responsabiltsar-nie por fados em que uflo p.wso
ile maneira alguma ser conslderailo rulpadot l'a
prnvaval que coiiscicuria de cada um dos dilTereu
(es denulados nao Vesse elle acudido, mas o quo he
Tora de toda a duvida, lie que o resultado de nossa
deliheracao, e eslo inlerprelai;lo naluralmcnlc se
presta va, oque heverdade...
tlm Si: Deputado : O nohre deputado leve es-
se arrien ien* auaodo \olou pela lei ?...
O Si: Francitco Joo: Se eu volei ronlra,
como poda le-lo lido...
O Si: l>ae* farrefo : ~* E como |M>dc asseverar
que os oulros xotaram assim '!..,
O Sr. Fi'ani'hro Joan : A minha asseveracao
lie por indiicc.iu, e inferencia racional...
O Sr. Mello flego: Seria al imliuno desla
easa...
O Si: Fmiiri/ico Jotio; O que lie, e deve mt
em lodo OCaSO, he qnercr-sc romineller lodo o pe-
1 i::' de sohre nossos houihros loda a responsallidade
della...
Um Si: Deimladn : Isso he una expliracao
quequer dar ajjsscinbla ?...
O Si: Franrixro Julo : Mas eu rrein, Sr. prc-
idenle, que esla differenca mesmo na posir.lu das
nossas vistas, como dcpulados; esst ditlereura
mesmo de nossas all'eices particulares deve Ira/er
iiiuaes no nosso procedimenlo de hoje, levando-nos
a recusar ao actual presidente por amor delle, e
por amor de nos essa lei decouliauea...
O Si: A. ile Olireira : Nao he lei de rouliaii-
ea...
O Si: Francitco Joao : Enlao de que lie? he
e mo he ? Em que licamos? Eu nao desejo, Sr.
presidente, levado pela idea de couliaiira, fazer
mimo de ofl'erenda hio fatal romo esla. Arredilo,
Sr. presidente, que se acaso a resrisao do Contrato
lio medida de nerossidade puhlira, leve sor ella de
rrelada, ou aulorisada directamente por esla rasa.
Si' porm a sna ronservarilo he jusla e ronvenicute
Incumbe a esla assembla lio Uluatrada como he,
1.1o poawlda romo deve eslar da forra das suas ron-
vicroes, ISO penetrada como deve ser de verdadei-
ra oevocSO hlo superior romo dove ser as paixoes
populares, o nao romnicllcr ao simples juizo do .id
ministrador publico a ilornAo dessi grava ilitlirul-
dade, Incumbe, Sr. presiilenle, que pos-anda esla
assembla do srntiinenlo de sua dignidade, da hi-
|iorlaucia de sua missao, marche de accordn rom a
adminislracrto puhlica, arompanhando-a e auinaii-
ORESTES E PYLADES. C
(POR Etiephen de laMadeUtne.)
M
ili,
de
SEGUNDO VOl.l ME.
XII
Tudo mu hein, met-, charos amibos, |lisse
Blaise mirando em rawidcMr. Ka> mundo, isfohe,
ludo ira hem se voss*% quzerein seguir mcus con-
MdhW.
Marerol sacudi a rabeen coi um ai de deslen-
lo, que nao llic era ordinario.
Que aoer f.izer? perL-uiilou elle. Hem sei que
pude-M- pleitear, c provar lalvcz a Mr. du Quesnox
que nadase Ihc deve ; porque oque he que nao
'Vrova qoem teni dinheiro? Mas nao lemos o menor
desejo hw.
- l'ccn-llic que creia, Marero!, que a honra dcs-
la casa me lie lao preciosa, como a minha propria,
e Mo por mullas razes, que xoss ronliere lauto
rumo eu. Semdu\ida est iuualmcnle convencido
ilequc minha delicadeza he lao susrcplivcl como a
na, e que me afligirla deler um sold, que nao
fosse minha propriedade leuilima. Mas, para fazer
jiMic.i ;is reclamacoesde Mr. du yiesnu>, o qual
giem maismaliria no sen dedo minimo, do que nos
m\ loilos os nossos, dexemos cei liftcar-no se ellas
.10 hem rumiadas.
Ser acaso, cxrlamou Mareeol levantando-se,
cs*a agencia simplesmeulo unta apnarencia?
Altsolulamenlc nAo, respoiidcu. Blaise, mas
piro falla para isso. Mais larde voss saliera* o que
ne, aunra turno a ncrgunlar-lhe, quer fazer oque
W lliedissc ?
t)uca-mc, meu pequeo, disse Marerol paa-
nndo a mao pela caliera calva, \ossd he um rapaz
honrado, nao resta duvida. Mas...
.Mas nao Invente! a plvora, nao he? Tem ra-
i pnrcni nao uhro so-undo minlias proprias iis-
l>u-m;is, anda que ouso dizerrque a primeira idea
>oi mu.h...
Voss ronsullou os advocados ?
i,.~~ t.oisiilici u inelhor advouado de lijon
'il.pinin.
O reme div. homens de liem c.xrlamoii Mr
*>ii"im|0. Mr. t
HlflO.
Nano
lavante I
lie preciso ir j rasa de Mr. du Qnesnpx
ra que pols o nohre deputado mr arrasla pessoal-
monte para o poenarioT
l'm Si: De/iulailo:Entilo, romo a rommlssSn
dormio, o nohre depuladn nao arorilou....
O Sr. Mello Unjo :A ronunissao foi borneada
Irez das antis de ser encerrada a sesso....
O Si: Franritrn Jado : Eu lito me faco car-
gO de acrusar a uiiiuuem, apenas siinplesmeule 01-
poullO um fado, une scrxe a Ira/er-me justilirarao,
e nao nwu^moraroi emcmisidara-lo, salblanndo-nw
rom a sua simples apreseularAe; e deixando ao bol)
senlimeulo de jiislira do nobre deputado, que me
inlerpellott, o dardlie lodo o peso e ronsideiarao
que entender increeer-lhe*
Seimiudo, Sr. prndenle, o meu pensamenlo, e
aruiiipanhando-o em as suas diversas direccc-, eu
direi que em ludas ellas descubro motivos para det-
\ar de prestar asee inculcado xolo deeoulianca oo
actual administrador, a quein pre-laudo-o, mo la-
riamos mais du que dar presente fatal. Eu presu-
mo, Sr. presidente, que sem meller m;1o na rons-
rieuria do nohre deputado, que eu sei re-peilar,
sem querer de maneira alguma insinuar quo leva
esta rasa o pensamenlo calculado de descarregar de
seUS homhros Inda a dillicuhlade dasiluaeau sohre
os hombros do Sr. Souifl Hamos, rommellendo a el-
le Imla a respousahilidade das providencias exii-
xeis, sem querer de modo algum allhhuir casa
um iirrihc pent egoistlro, |MMS0 sem grande Ic-
marblade diter que este nosso procoillinenlo de una
dadiva de lei ampia de couliaiira, em orra-i,iu em
3ue esta casa nao a linha no administrador, hem p-
a lora della ser Iradu/.ido cuino resultado de um
lal espirito...
Os Srs. /(* /arelo. Mello llego, 1. tic Ol-
veira derhiram que de sua parle nao houxc lal ion
lencao .
O Sr. Francitco Joan : prOSeflUJlldO lio hein
proxaxel que nao IVOSBBOI es-e pensamenlo, he bem
do-a, mas uAo em rasu algum deixando, romo si'
pretende, ae poder execOlivo toda a re-ponsahilidade
c loda a doria, o a esla honrada sala reservada
apenas, comlir.lo inlciramenlc passixa, espirito in-
lelramenle duw.....
O Si: J'act /telo : Esl fallando contra o
veurido...
O Si: FraiieUco Joao : Hem descubro o 1a-
mauho da rollia, mas de mim IhedigO, que uella
nao peoareii a ainda menos mcllerei na hin-ca.
.Mas,. Sr. presidente, rollando a direcejh) do meu
pensamenlo, na re* isla que me propuz, das ar-
mentaries eslaheleridas (h'Iu nohre depuladn au-
lor doprojei lo A. deOliveira\ cu nAo sei dizer se
foi punen opportuna a refereneiji que u mesmo quiz
fazer aos procederes dos ovemos iuulvx e francez,
em quesles que dizem respailo ao laxamculo dos
prerus dos x i veres. I'ersiiado-mc que o utir de-
ntado, exrilado pelo ralor da controversia, e af-
rogado pelo sen eiilhusiasinn, exai:erou-sc nasoh-
erxarm's que quiz dcduzir na mairha eslabclecda
pelo governu de um e mitro paiz. Se aliro as xis-
las paia a Inglaterra, se prnrmo alli seguir mar-
cha das ideas indusli iacs, xejo que no reinado da
ralnlia Victoria lem sido idea prinei|ial de seu gO-
verno destruir lodas as medidas que pela enligale-
islacao cxisliaiu, rom tendencia ao faxonviuieiilo
da rlnsse dos grandei proprleUrlosi oslabeJerendo
racililacAea A livra roncurrenetai sendo para mim
inrouleslavel que serxem deassenlo a esle pensa-
menlo as disposiees liscaes ahronalorias das im-
po-iee* quasi prohibitivas para inlrodurrao de ce-
reaes c gados etrangeros. E ueste prosegoimeulo
lem marchado aempre aquello paiz, rom a lenteza
rosliiinada nos seus levoliicionameulos indiislriaes,
rom o resguardo necessaro aoainlereaMM de uma
chive Uo Importante e poderosa romo a dos pro-
prielarioa. Se laliindo dela paiz, hixemos paasagem
pela l-ranra, ahi venios que loilo o favurerimenlo
do goveriio prestado a* Industria o tem sldosempre
deliaixo das viftas do sxslema indirecto, c se at-
Huns n.......polistas exislem, sfu da naliirea daquel-
les que ronsliluem por si conlralos de renda puhli-
ra, runsliluiudo assim mais medida de carcter lis-
ral, mais providencia creadora de ineios de renda
puhlica, liem romosurrede no ronlralo do sal e ou-
lros, do que verdadeiramenle medida- a recular i
sa^flo permanente do prcro dos gneros.
Assim fritos estos breves reparos aos cxcmplos
citados de Franca e de Inglaterra, o arredlaoslo
que lira demoiisiiada a improcedencia, e InOppOT-
Innidade mesmo da sua referenria, deixarei de iu-
sislir mais nesle ponto, fazeudo marueni romplela
da qiiesl.lo que considero especulativa e acadmica,
sohre os Srs. Thiers e Hastial, deixando que a dis-
ruSBK) sobre esle ponto corra por COOla daquelles
que a encelaran! aponlaudo para os Srs. Haplisla
c A. deOliveira K agora, Sr. presidente, des-
rendo ao exame dos me ios praliros, islo lie au di-
nheiro. roiisiynarao ronlra a qual ja proteslei, nao
possn deixar de declarar como inlciramenlc iii.nl-
missivcl a jusliflcacSO que se pretende dar, consi-
derando urna tal verba como desuada a aaecerroa
pblicos. Eu ereio que ha loda a inrouveuieucia
em que ella seja aipii marcada, eu cieio que as des-
|>ezas que leve em vistas o nolire autor do projeclo,
decididamente mo foram a de proltcc.o a eslalicle-
rimenlos de sorrorros pblicos e de heueliceheia,
nao foram a de Buhvences a hospilaes da caridade,
a de asxlo deexpostos, a de alhergarias para po-
bres, foram -un inlcnciunalmenle sohre fnica-
ment de carne. K mesmo, Sr. presidente, quan-
do semelhaiilc lim podesse por hxpolhcse ser conce-
dido (o que he pratiramcnlc ini|ossivel) Iraria como
resultado o ser rornecida carne mais barata lano
ao rico como ao |H)hrc, e lalvcz mesmo que prali-
camenlc mais para o rico do que para o pobre, mo
deveudo licar em esquecimenlo a insumeicuria do
meio proposlo (:H>:(MMj^ rs.) que |>ela sua exiguda-
de para nada serve.
POrtanlO, Sr. presidente, concluiudo ludo quin-
to linda a dizer, em resumo declaro que nAo he
arcjlavel o arl. do provecto, pelas consideraces
que j;i licain expidas, devendo em Iodo o caso ser
approvado quaudo disto se Iralar, o arl. '2. do pro-
jeclo do Sr. Florcnciu, ao qual he iudispcusavcl
sejam addiladas providencias tendentes a preparar
a concurrencia ampia, a abrir ludas as |orlas aos
compelidores do foriieciincuto de carnes verdes, a
mo secoulenlar esla casa com derrocar o colosso
du monopolio, mas sim retirar-lhe IimIos os ineios
de acrao que |mssue, de modo que se possa dizer
liavennos progredido relroradaiido ; de modo qti
so pus-a formar de nos o Jateo que merecemos, evi
lando assim o perigo de levados por exallanieiilo
de patriotismo, proeurarroos nao desarreigar pre-
juizos, como nos cumpre, mas a elles preslarmos
accrescimo de forra rom a nossa voz, e com a nossa
inlrllicencia. E lano mais a esse respeilo siulo
serias apprchenscs, laulo mais se me apcrla o ce-
ra cao, quanlo en nao posso esronder a minha dor
ao ver que lalcnlos procmiiieulcs, coranies yene-
rosos, dentro e fura desta rasa...
0 Si: /Mr* llarrelo : Quaes sao os prejui/os
a que nos damos torea ? Kara ohzequio de explicar
islo, dia se acaso n refero a mim *.'...
O Sr. Francitro Jo.lo : <> nohre deputado pa-
rece querer ronvidar-me para uma discusso loda
[icssoal, quaudo eu nada mais llz que apresen lar
proposircs, que romprchende a muilos, e aue por
isso deixa de ser odiosa, direelamenlc a lal ou lal
individuo... Mas, como eu dizia, Sr. presidente,
lamento que lalcnlos preeminentes, c coranies ge-
nerosos lenham lomado a si o cmjiciilio de despo-
pularisar ideas s;ls, mas uo meio dessas diflkulda-
dea me atenta aosperaara de que a populacho Jii
xai ante-vendo, o desi'obrir |Hir lim que he urna
falsa densa a quein foram rendidos eullus, e enlao
alirado mr Ierra esse dolo de Haal.ser.1o pelo mes-
mo povo arrancadas essas coroas de louro tomadas
de sorpresa, suas llores ja eslarao cminuiriiccidas.
eem troco deovacoea serio apenaa escaladas voel-
ferares ronlra aquelles que mal diriiiiram o nio-
vimenlo das ideas, que temerariamente lzeram
ronreher esperanras Iouims e insensatas.
Seiiao' em 6 de mato de 1853.
/'retidenria do Si: Pedro Caralcanti.
Ao meio da feila a chamada, aehain-se presentes
21 senhores dcpulados, rallando oa senhores, llanos
foleto, Aquino, Jos Filippe, Cosa (lomes, Urilo e
Manel Cavalcauli.
" Se, /'retidente abre a sess'io.
He (ida e appiovada a acia dasessao anlacedeille*
0 Si: I.* Senetario menciona o scuinlc
EXPEDIENTE.
1 m ofliriodo serrelario da provincia,, rcmcltendu
outro do inspector da Iheaourarla, dando os moti-
vos peliH quaes nao pi'nle apresenlar a juslilicarao
das dividas que por fallidas liouveasera sidu elimina-
das dos resperlivos (piadros na forma da lei. A'
ronunissao de orramenlo provincial.
I:m requerjineulo de Juu l'essoa t'.avalranli Ce-
sar de Mello, arrematante do imposto de 500 ra. por
rabera de cado no muiiicipio de Olinda, pediudo
um abale de 30$. A' commisslo de orramenlo
municipal.
lie lido e approvado OSeguInte parcrer:
> A eommiseao da eoualliuic^io o pulieres a quem
foi presento o diploma do Sr.depulado snpplcnle,
los Rodrigues UOSINUSOI Jnior, eoufronlando o
mesmo com a lisiada apnrova^o geral dos votos pa-
ra dcpulados proviiiciaes, eachando conforme, he de
parecer que o mesmo Sr. tome assento.
i Sala das sesses da assembla provincial Icuis-
laliva de IVrnambuco 11 de maio ile |K">:1. /. /.
Machada Portel la. Fia mitro Joao Carnciroda
Cunha.J.j. Ferrrirade Jijaiar.
O Sr.depulado he inlroduzido na sala com as for-
malidades do eslvlo, presta juramento e loma as-
senlo.
ORDEM DO DA.
mitra em segunda discusso a emenda ollererula
ao projerlo n. _', deslc anuo, que manda illummar a
ridade ile t.uiauua ruin :WI lampis'-es, a qual lio ap-
provada, hem romo o projerlo.
Me lido c approvado em lerccira discusso o pro-
jeclo n. I ."i, que julga rom dircilo lialilicaco que
deixou de wrceber o professorjuliilado Iranciseo
Rodrigues \anda.
Entra emlereera iliseusso o projerlo u. l, que
aulorisa o presidente da provinria a jubilar o pro-
fesor do colleglo dos orplios, Jos l'olicai'po de
l'reilas.
Val mesa c he a|Hiada a legolnle emenda:
R Sendo o jubilado pai;o pelos cofres du palrimo-
uio. S. H. Catiro edo.fi
O Si: Soaza /leit: Sr. presidente, cnlcnden-
do nao dever volar pela emenda que se urha sohre a
Mr.
i Mr
I...... nSo p'"le dar mao ron
1 "id. no n manobra, disse Marerol,
Vlde Diario n. 103.
Oh lenho hem medodc que elle nao meqiiei-
ra receber. Fallei-lhe rudcmeiile, c elle leon um
tanto aflronlado.
O b,ii .tn nao he homem de aizaslar-se por uma
palavra esrapada na colera. Elle rompreheiider,
que xoss lulo volla, seuao para fazcr-lhe proposi-
ci"h*s, c a- portas Ihe lerfioabertas Immediatamenle.
Illaisc Iraiismillio a Mareeol as iuslrurces,(pie
Ihe linha dado Mr. (lquain, e que au dev iam ser
I tosas em execuco, scn.lo na hvpolhCM de Matheos
tenaud ter doixado MVpeHar uma connivencia
qualquei rom o haro. Ora aroulissao, que o rapaz
linha ohlido, era completa, iracas a destreza que
desenvolver nesla cireumstanciai e da qual elle
mesmo linha a modestia de admirar-se.
Mareeol santo ptra ir tentar aemprea couiiada
flfseus cuidados, emquanlo Hlaiselicava na fabrica
para aguardar o resultado desla conferencia, e
obrar em cnnscqucucia.
Os preliminan^sda cnlrcvisla justificaran) as pre-
visoes de Blaise. Mr. du Quesnox admillio imiue-
di ilainenle o ronlrameslre sua |ireseuca ; mas des-
la vez seu acolhiuicnlo foi glacial e altivo.
Coiisenli em recebi'"-lo, disse elle a Marerol
sera Tevanlar-se de sua poltrona ; porque suppuz,
sem duvida rom razHo, que xmr. refleclio piudeu-
lemcnlc sobre minhas proposlas a Mr. Haxmundo.
Foi isso mesmo que lizcmos, senhor har.lo.
E espero que me traz palavris de coiiciliaeao
e de paz.
Conforme- Nos nao queremos a guerra com o
senhor. Eis o que be mu certtt.
Se vmc. for razoavel, me achara dkpoato pora
as Iransacccs maisjuslas o mais uencrosas.
Penloe-nos, senhor barao; mas mis mo que-
remos nem o seu rancor, iicm a sua gneros i da le.
Queremos o que he juslo, nada de mais nem de me-
nos. Emilio llie deve dar conla dos lucros que lexe
com o seu dinheiro, pois o senhor nao Ih'o adi.ni-
ln, scno com eslas condires ; mas lie preciso que
o farlo seja eslabelecido.
Eu Ihc perdoaria duxidar de minha palaxra,
rcs(ioiHlcu Mr. du Quesnox rom uma seceura eslu-
dada, anda que miiiha delicadeza coiihecida, o o
oslado da iniili.i fortuna dev iam por-me ao aJsrJjan
de semelhante oITcnsa ; mas admiro-me de que vine.
euipndieii.ia Bagar I evidencia.
- O senhur liarn nao me comprehemle ; esla-
mos cem leguas distantes daaidcas, que vine, nos
Mippi'ie : leiiainus urande |iezar de ollendO-lo seja
era qe for, e nao cuidamos em negar o que he ver-
dado; mas o senhor aincacou-nos com a injerven-
t jn >\:i |ii-iica, pnis bem, nos niesmos he que a pe-
dimos. Queremos que as coalas, que vmc. e\iue
cun loda a eqoidade, sejam reguladaa par uma sen-
leura do tribunal do commercio; ellas tcem bstan-
le Importen
que a apiu.
ia para is<
dellas
i. Desejaimis n'uma pala
ja mu deniuiliva, e que o
senlior nao possa maisaliaun din vir apreseular-nos
al'jum oiilio reuislro no caso de Emilio, que he mo-
co e I niel ljente, recomer r suas emprezas, que po-
dem ser-lhe proveilusas.
Suas precaucoes ile boje, cxrlamnuo hanlo le-
vanlaudo-se com colera, sao mais uticos i vas, do que
as palaxras de sua. ultima cnlrcvisla! Vejo que he
uma demanda, que querriu romii*n. A perda da
que os arruina, uevia l-loi lomado mais circums-
pecloa,
Dos nos preserve, senhor barao, de urna de-
manda com vmc., rcspondcti Marerol rom nina
mausidao perscveraulc. Fique ronveurido deque
Dea nao pedimN semlo um simples juizo arbitral,
ao qual nlicdevcrcmos rom muilo goslo.
Peta seja scuumlo o seu desejo, senhor Mare-
eol. Vine, rreiiza minhas olleras amiuaveis, quer
ronsummara ruina de sun casa, e lambetu a de seu
Hibrinhn. Lemhre-scdeqiie he vmc. quein me Tor-
ca a isso. Vou citar Mr. Emilio para estes oilodias
luanle o Iril.....al do commercio de llijon. He o
meu direilo.
Nao vemos nissoiicnhum inconveniente. Em
lio estar aqui denlro de quatro dias. Piule mandar
rila-lo em rasa de seu pai.
Elle n sirr simullaneameble aqui o em Pars.
Diua-uie |Kir favor onde mora elle "
Harreira Fonlenehleaux n. TT e.rtra-murot.
O barao Inmou ola desle documento, e fez a Ma-
reeol urna pequena saudacAo que equivala a uma
despedida.
Desejo, disse o ronlramcstrc inclinando-sc
com uma deferencia respeilosa, que o senhor har.lo
se digne Icmbrar-so de que eu nada disse nesla en-
trevista, quo possa irrila-lo pessoalmcnlc contra
mim.
Sim, senhor, respondeu Mr. du Quosnoy com
um gesto de condescendencia allix a : amauhila sem
mais lardar vmc. lera noticias minnTH.
Em menos do dez minulos Mareeol, cujas pausa-
das equivalan* ao Irulc de um caxallo, eslava na fa-
brica.
O bar.lo cabio plenamente na ralocira, disse
elle baledo em suas largas m.io*. Elle enfreiou-se
a si mesmo com a maim"grac,n do mondo* Ama-
nhau (eremos a cilacAo.
Elle esl seuuro exelamon Hlai-e. Salieri.....i-
esta uoitew parti para Dijou, ou se enviou um
monsageiro.
A familia n.lo licnti milito lempo na duvida. An-
tes de passar urna hora ouvio-se no eaminho que
conduzia estrada de|Kirlameiilal, porto do qual es-
lava situada a fabrica, um rodar de carruagem. Hc-
coiihei-cu-se acalora do barAo, o qual incliiiava-so
mira dianlena iiilcuro maiiifesta de ser xislo pelos
Ra) mundos.
lie impossivel ser mais enmplarente! disse
Mareeol. Agora o neuor i o esl em boa marcha,
aeoila, cocheiro!
Blaise muilo loria uoslndode passar alarde rom
scus amigos para ron versar com elles sobre seus
prujeelos de futuro, os quaes mo (inham mais obs-
tculos algum ; mas eumpria Instruir Emiiiu do
que se passaxa.e ouvirseu parecer; porque olio era
o principal inleressado na qucsIAo de que se Irala-
va. Algum passos distante desua fa/enda Hlaise
avislou uma moca escondida n'uma limita de rosei-
ras selvaueiis, a qual saino para r-llio ao encontr.
Era Kosa, a linda camarista de madamesella du
Qucsiiov.
Senhor Hlaise, disse a moca olhando por pro-
canelo de um lado c de nutro para rerlilicer-so de
que nao era v isla, eis-aqu um liilhele, que mada
mesella Clolilde encarregon-ino do culregar-llie.
Ella mellen uma caria as inilos do rapaz, c des-
apparcceii rnrreuilo alravez dos campos com a II
geireza de nina corsa.
Hlaise abri a carta com impaciencia ; mas achou
segunda capa com sobrescripto para M. Emilio, e
Com eslas palavras escripias por liaixo do sinole :
Com urgencia.
fislanio* adianlndos, disse Hlaise moliendo
Irauquillamenlea carta na algjhcira ; madamesella
Clolilde nao salte que Emilio esl aqui, o quo ella
luido Icr urna res pos la e i n menos de uma hora.
Entrando em sua rasa Hlaise, achou na cozinha
( a tu/iiili.i de uma fazenda he uma especie de lo-
cutorio, onde se (ralam os negocios, o onde so rece-
bem as visitas da viziuhanea jo rendeiro Malhcos
Henaud, o qual pareca j quasi desembriagado, c
eslava caliisfiaixo. Ellcconvcrsava com a velha Ma-
rianna, a qual sem Irala-lo mais nolidamcnte do
que aos oulros serxos da casn.moslrava em suasma-
nciras para com elle uma especio do preferencia.
Os maldizenles, porque nunca ha falla delles as
poxoacAes, allribuiam esla mspeiU de aHabilidado
relativa, posicAo do rendeiro, o qual era cclibata-
rio, e linha levado a eoragem natural a um solda-
do de ariilharia a ponto de procurar publicamente
a mau da hnrrivel furia.
.Madamesella Marianna manifi^slra a voulade de
>.....rarvirflS aoservioode Mr. Jlouvallel; maso
le.l.uiienludu I...... b.iilH'Ul |Hlllllo-a 11.1 (MlSSe de um.i
summa de olio mil francos, dr que Mr. Huiivallel
naasra una declaraco nulos do seu accidente, sem
fallar de algumas economias, poda mudarsuas
ideas ,i respeilu du um islahelerimenlo, o a ama pa-
lera disposEa indulgencia, quaudo Blaise enlrou.
Eu muilo desoja \ a saber, disse ella rom essa
voz ruile e rabugenta, quecoslumava inspirar ter-
mesa, ped a palavra para apresentarasraioes justi-
Ocalivas do meu voto.
Entcndo, Sr. presidente, quo u.lo doxe passar a
emenda que manda que o prufessorde primeiras let-
Iras do rollegin dos orplios seja pago pelos cofres
do patrimonio respectivo, porque deveudo estesdi-
nheiros ser destinados smenle para o que possa in-
leressar aos mesmos orpliAos, me parece que esla ca-
sa nao piule dispor delles em beneficio de um tereei-
ro. Com esles fu ud amen I os, Sr. prcsidenle, me pa-
rece que he jiislilicaxcl o meu vol, uo precisando
as ideas que lenho apresenlado desenvolv intento al-
gum ; o por isso lenho du oll'erceer casa um reque-
rimento pediudo o adiamenlo desla discusso, para
que se |iossa pedir ailniinistracAu do palrimunio
dosorpliAosinrormaroes i respeilo, nAo si'i quanlo
ronvenieiiria ilc ser pago o professor, no caso de ser
jubilado, pelo cofre respectivo, como lambem se es-
te professor esl uo caso de obler nata favor; porque
emendo que nlnguom inelhor du que a adminislra-
ro |khIc salier dos serviros que esse professor ha
prestado, .tpaiadot. I.e o reyueriment.)
Sr. prcsidenle, com orequerimenlo quearaliode
f.izer, me parece que conseguiremos o lim que eu
desejo, qual u de orienlar-nos inelhor n'esla queslao,
urna vez que por va das informarnos que eu pro-
ponhoaopera, se pmle resolver as doxidas que cu
lenho na adoprau da emenda. Assim, |mis, eu o of-
ferero consideraco da rasa, c espero que ella o
approve alenla a sua rouveiiieiiria.
val mesa e heapoiada a seguate emenda da
adiamenlo;
Kequeiro o adiamenlo do projeclo que se dis-
cute, c que aaoura a respeilo aadmlnlslraelodo
palrimmiio dos orpb.los; nao so.....ule quanlo jus-
lira da preteiicao do pi-liriouarin, como da conve-
niencia de ser ou uAo paga a jubilarao |Hdo rofro
respectivo. Souxaeit.o
t) Si: Catiro edO : Sr. prcsidenle, vejo-me
forjado a sustentar a minha emenda eromhatero
adiamenlo oo o requerimenloquc pede infurmaees,
como quer o nohre deputado.
A nica razAo que nprcsentou o nolire dopulado.
foi que 0 dinheiro do cofre do palriuiuiuo OevioiJ
ser empregado em sen beneflelo; mas eu quizera
perguular ao nohre depuladn se os serviros presta-
dos por esse professor mo foram em beiedieio dos
orplios....
O Si: Soma /ieit;Esscs servieos jeslAo pagos
O Si: (a*lro $0l Uma lei ronsiderou esse
profOMOr como empregado publico...
<> Sr. Barro Bar reto i E outra pode nAo eoo-
sidera-lo.
O Sr. Catiro /so: Ento he inelhor nao se
fa/er nata.
Mas, Sr. prcsidenle, este argumento nao proxa
nada, porque est claro que os servieos prestados
por esse professor foiam em benelieio dos orphAos ;
e si> elles (iveram esse benelieio, nada maisjuslo do
que ser pagua juhilaco por elles. Foi esta a unir
razo que o nohre deputado aprescnlou, e por isso
ereio IcMbe respondido.
Agora, quanlo ao adiamenlo, he urna laclica j.i
velha na casa, que ha poneos das leprovou um igual
adiamenlo; porque nem Mvoueoiaas ini'ornia-
eoi's pedidas em terrena diseussao, sao urna morlo,
que se quer dar ao projerlo; mas anles eu quizera ','
pie elle eahisse, do que ver eslas medidas empre-I
(jada*, M quaes como que iiidicam mu voulade. Me
parece mesmo que esles adiameulos indeterminados
nao sAo permit idos. Domis, se o nohre depulado
quer saber dus servieos preatados pelo professor
collcgio ilos orphilos, x pasla da rnmm.sslo,
achara documentos muilo valiosos a seu favor, quer
da [idmiuisIracHo daquelle collcgio, quer dos presi-
dentes da provincia, porque he um professor sem
nula. Supponlio ler respondido as raiOOS do nohre
depuladn, que devem eahir necessariamcnle; ea
casa pan ser coherente deve volar contra o adia-
menlo.
S'. SoH*a Ueit; Sr. presidcule, o nohre de-
pulado que araba do sentar-se, quereudo destruir os
argumentos com que fumlatuculci o requeiimcuto
que mandei mesa disse, que firmando-ule eu em
que os dmhelrosdos orplios snwiitedeviam ser an-
plicados cjulllo que dfuesSB resneito aoa inleroaaes
dus meamos orplios, rom raiao novia ser paga a ju-
hilaco do professor pelo cofre da administrarn res-
pecUva, porque esle professor tinha j prestado ser-
vicosaos orphilos, eronsaguinlemenle, esle dinheiro
devia-s,e julgar dispendiihiem benelieio delles. Mas,
Sr. presidente, quaudo cu disse que os dinherosdo
patrimonio dos orphlos sii dev iam ser appliradosein
benelieio dos mesmos orplios, he sem duvida ea ca-
sa concrdala cmiugo miquillo que pusa nlCTSSSar-
Hies, e nao miquillo de que, ns ui phAns j se bouves-
sem aproveilado, porque desle Irabalho ja foi o pro-
fi.....i pago sufllcienleinente; oquando esle profes-
sor se propoz cusinar OS orplios j sabia que ape-
na- linha direilo i um ordenado c nao jubilarao.
OSr. Catiro Ardo: Isso se prova, proxa de
mais.
O Si: Sonsa /leit: Prova lano quanlo he suf-
lieiciile. l'orlaulo, Sr. presidente, eu entcndo que
a minha argUinonlacAo lica em p, > destruida a do
nohre depuladn. Quanlo, porm, ao aiiiamenlo que
o nohre depulado ruin bal cu por ser indefenido, cu
direi que uo leudo esla casa lempo por esle auno
para Iralar de semelhante queslao; que sendo ella
muilo melindrosa, porque diz respeilo a iuleresses
de orplios, sobre os quaes esla casa deve ler milito
lo, me parece qoe deve-se ter entendido, que
essa queslao ilcve licar para os (rabalhos da sesso
\imbuir, e por cousegiiiule desnecessario boque
se dclermiue o lcm|todo adiamenlo.
ror ao hoiu rapaz, eu muilo deseja
uc. pude dizer a Mr. Matheos para pi
siher o que
r esle b
rapaz no estado em que cst
Silencio Mnriaiiua, responden Hlaise sem
allerar-sc ruin esla porgunla dosrespeilnsa, quanlo
00 fundo e quanlo forma ; islo uo diz resjieilo
sua reparlicao, Irale da ceia, minha ama e deixe-me
conversas>com Matheos.
Nao se iueommode gritn a ama apoiaudo as
m.los no lugar em que linha existido oult'ora o que
ja n.iu se (mili,i chamar sua riulura. Oulro lauto
valcria dizer: Cale-se, velha louca !
Snu muilo pulido para dizer isso, Marianna.
L'm oulro leria dito : Muilo justo, conliiiuou
a velha, a qual linha CflejBO ao seu estado habitual
de colera. Enlao he assim, que se lembra de ludo o
i|ue lenho feilo por vossi, menino ?...
.NAo (eulia o Irabalho de acabar, Marianna, disse
Blaise com (oda a Iranquillidadc do seu caracler bran-
do o positivo. S ha um senhor na casa, eu he que o
sou em falta de oulro inelhor. Ser hom d'ora em
diante, que veste reluca uisso para nAu ser (culada a
csquece-lo segunda vez. Quanlo a esla, nao fallare
mos mais uella, lie uma dislraceAoque comprehendo
lano melhor, quanlo a mim mesmo foi precisa al
guma atlenco para ronveiicer-inc bem de que sou o
unicoc legitimo proprielario de tudoo que ha aqui.
Presentemente eslou j alteilo a isso, o mesmo Ihe
acontecer, minha lua Marianna.
Assim ser preciso, resmuugou a ama, a qual
linha tido lempo de rellcclir na evidencia das ver-
dades que Ihe deduzia o rapaz com urna hrandura
que nao era isenla de lirmeza. Eu quera smenle
|>erguiilar-lhe, que teiti vine, conlra Matheos He-
naud que era o favorito de seu pai.
Meu pobre pai nAo linha favorito, Marianna.
So Matheos veio a stMo, foi depois de minha ausen-
cia. Quanlo pequena dlterenc,a que temos, ella
s impiN'ia mim, o vou conversar a oslo respeitu
com elle no meu quarlo.
Quem jamis ouvio fallar em quarlo, murmu-
ra va Marianna com uma indignA^Ao sabiamente
comprimida, a inenosquc seja para delar-se, como
fazia Mr. Uouvallel, loo que ahi enlrava T E quan-
lo as ordens, o pai, Dos lenha sua alma na gloria 1
linha dez mil volitados, o que vonlades O lilho nAo
ser j.imais lao duro como elle : serei uma velha
muilo loura, romo elle por pouco nAolne disso, se o
forcara repetr-me oque Mr. Huiivallet me leria
lito duas vezes sem desjiedir-ine.
Emquanloa velha Mariannaenlregava-se a eslas
prudenles e I.....inosas consideraces, Matheos dte-
naud desua paite lirnva|uma segunda prowdocarac-
ter posilivu c plausivelinenle dotciminado de Hlaise.
Eu eslava un lano ebrio, quaudo vmc. foi a
minha casa, meu diana aminho.
Sr. presidcule, eu onlendn, que esla casa nao po-
de decidir a questo sujeila sem inftu-mac.io da ud-
iiiinistrarAo do patrimonio dos orphAos: o nobre de-
pulado me remellen para a pasla, mas segundo es-
lou informado a admunslrar^o tem dito alguma cou-
sa conlra semelhante prelcne.Ao...
O Si: Catiro Iaio : Veja os documentos.
O Sr. Souza Iteis: E quaodo mesmo alguma
eousa houvesse dito, nao eslava prevenido a respei-
lo dos casos que cu aprsenlo uo requcriineiito, isto
he. a resjH'ilo dajustira, d.i jubilarn do peticionario
c a respeilo da conveniencia de ser paga essa jubila-
rAo pelo seu cofre, e eu enlendo que versando a
quesllo sobro esles duus |miiiIus, se uao deve deixar
de ou vi-la. He assim, puis, que eu tambem enlen-
do Icr sustentado o requeriraeiilo, esperando que a
casa o approve.
O Sr. Florencio :Sr. presidente, voto conlra a
emenda que mauda pagar a jubilar.m pelo corre doti
orphAos, porque me |iarece cruel que quem precisa
de dinheiro seja obrigado a dispeude-lo |>or esla for-
ma ; |iorque me parece que, uma voz que urna lei
provincial ronsiderou a esse professor empregado
publico, desde logo devia ser pago|ielos cofres pro-
viiieaes ; e anda que isso nao estivesse claramente
especflkadu, me parece urna rruehlade, que a as-
sembla eonsiderasse esse homem empregado publi-
co para ser paco pelos cofres do palrimunio dos or-
plios, quo lano precisan, de favores, e os ndop-
dem por forma alguma fazer : islo seria uma desnu-
mauidade.
c/m Sr. Depulado :Eulovole conlra a emenda.
OSr, Florencio :Nao llovido quo esle professor
lenha muilo bous serviros ; nao duvido, que teuha
direilo ser jubilado, mas pelos cofres dos orphilos
nunca...
Um Sr. Depulado :J se regeilou a idea de ser
pago pelos rufres pruvinciaes.
O Sr, Florencio :Eu sinty islo. Se o peticio-
nario lem direilo, rumo presumo, qui/eraque fosse
paga jiela provincia; mas pelo cofre dos orplios
uo, |iorquc elles precisan! de favores, c manir quan-
lia quizera eu que se podesse dar para esse cstabe-
lerimeulo.
Eu enlendo, Sr. presidcule, que urna vez que se
ronsiderou esse professor empregado publico, se Ihe
deve pagar pelos cofres da provincia, c nAo leria du-
vida em volar |H>r isso, porque lambem rouheco que
he bstanle duro, he alictivo mesmo, que esse
empregado se digaesl ajiosentado; mas quem
Ihe hade dar o dinheiro? o collegio uo pode, e a
(hesoiiraria pela inesma forma. Por lano vol con-
tra a emenda.
O Si: Cucdes de Mello { Nao resliluio o seu dis-
curso. )
O Sr. A. J. de OHceira : Sr. presidcule, voto
outra a emenda de adiamenlo, por entender, que a
informarlo por ella exigida, se pode dispensar, vis-
to (pie na casa exislem documeulos a lid respeilo.
Vol a favor da emenda, que mauda pagara apo-
sentadora pelos cofres proviuriacs|iur me parecer
isso mais razoavel.
A administrarAo do collegio dos orphAos |Kir mais
de uma vez reprosenlou a presidencia, e esla Irou-
xo ao coiiheciineuloda assembla a conveniencia do
revugar-sc a lei, que ronsiderou professor publico o
lllegfo dos orphSns, ou enlo determinar-se,
uuo elle fosse pago (icios cofres provmriacs ; c o Sr.
Souza Hamos no seu relalorio de lH.il, tratando da
adminislraco do palrimonio disse : (t. /
Ora, se a assembla mo allendeu a esla represeu-
lacAo da adminislraco, julgo, que hoje esl na obri-
gaco de mandar pagar essa jubilarlo jielos cofres
ila provincia, lano mais quanlo aquellc eslabeleci-
inenlo se acha era apuro, e esla casa o acahou de re-
conhecer, volando uma quula para occorrer as suas
urgentes despezas..
Parece-me |iois, que roso I vendo-so agora, que a
adninislrac,Au dos orplios pague essa aposenta doria,
a assembla dealsuiua maneira cai em coulradic-
i;Ao. Esse professor lem o ordenado de bote-noo i-., -
e mais nina gralllcaro de l'ihinhmi rs.; jubilndo-
se rom o ordenado correspoudenlc a 1H anuos de *er-
xico, vira a perreber mais de (iOODOOrs.
A coinmisso que formulou o projeclo, reconlie-
cemlo, que esse professor eslava no caso de ser ju-
bilado, devia, sem duvida, ler declarado qual o co-
fre que devia sals fazer essa despeza, mcsino para
evitar duvidas ; jiorque se o professor hir thesoiis
r.iri.i esla Ihe nAo pagar ponpie a lei o nao decla-
mo ; se hir a adininislraro do palrimonio dos or-
phAos dir-se-ha o mesmo ; e assim ai ho rouveiiien-
le, que no caso de ser jubilado esse professor, se do-
clare, que elle |lerccberii o seu ordenado pelos co-
fres da provincia. E, Sr. presidente, rrcio, que a
assembla conveo oslo, (endo deixadode altender
rcprcscnlai.'ilo da admiuislrarao ; por cousequcucia
agora se nao deve jubilar o professor para ser pago
pelo palrimonio...
O Si: /tarro* /trrelo : Pode nao ser jubi-
lado.
O Si: A. J. de Olkeira,: Mas se o for enlendo
que he neoessaro, se declare por onde deve ser |u-
a a a|Hseuladoria. Portadlo repito, be desnecessa-
i i.i a iiiformaeo exigida pelo nobre depulado, [jor-
que essas i n lu macee aqu exislom...
(i Si: Souza Heis'E a respeilo da conve-
l icucia?
O Si: A. J. de Olireira ; A admhiislrac,o re-
presenlou presidencia para que esse professor fos-
se pago pelos cofres proviuciaes, ou alias, que se
revogasse a lei ; a assembla nao revogou a le, lo-
go estarna ohrigaco de mandar pagar a oposenl.i-
doria pelos cofres da provincia.
Chame-mo simplesmeulo Mr. Blaise, disse o
rapaz com o lom de quem concede um favur, ou Mr.
Houvallet, como quizer.
Por agora, eonthmou o rendeiro fazeudo dina
reverencia, cuja fallado geilo iudicava suas appre-
liensTies, lenho a cabeea um lano perturbada de lu-
do o que nos dissemos.
Qur que torne a comcrar'
He iuulil, Mr. Hlaise, o vinho niin me lira do
lodo o juizo, c Icmbro-mo do quo liz, quaudo estivo
embriagado.
EnlAo 11,1/ me asearlas?
Ah 1 meu salvador 1 vmc. persiste anda em
quere-Us ?
Eu i'iT-i-ln em ler o quo pago.
Mas, Mr. du Quesnox' pagou-as lambem ; el-
las eslAo as oaos delle, cmo suas duas vastas lias
ni i u has.
Isso nAo me importa, disse Blaise com uma
franqueza que nao admitlia replica. Vmc. me dar
essas carias, ou pagar os anuos emalrazo.
EulAo devo ir casa do Mr. diiQuesnoy, dis-
se o camponez com um ar profundamente desani-
mado reliramlo-se a passos lentos. Elle he oulro lei
muso. Dos sabo se oblerci delle outra cousa, seno
lotices.
Mr. du Quesnoy parti agora para Pars, ob-
servou Hlaise.
l-ogo s piderei fallar-llie quaudo elle vuh.ii.
I le junto, e nao vejo nenbum inconveiiieule ein
espera-lo, vislo nAo |>oderserdo oulro modo ; mas
aponas ello chegar...
NAo allaiei de ir v-lo imniedi.ilaiiieiile. disse
Malbeos dando um suspiro doloroso. Oh I minhas
duas voceas, as duas mais bollas vareas do lugar, e
lao boas leileiras, a branca principalmente!...
Oh como so vai isso preparando, e lomando
um bollo geilo I dfosecorasigo Blaise, emquanto o
rendeiro no cumulo da tristeza retirava-se fazendo
anlecipadamenle sas despedidas ao prsenle de Mr.
du Quesnov. Quaudo o barao votlar depois de ler
feilo suas diligencias para arraohar a Emilio, eHe
he que vai receber urna dentada, como os Bouvallct
sabem dar... Mas uo disse Hlaise com sigo inler-
roinpendo o curso dosis pciisamento, que Ihe parc-
cia ir-sc inclinando jiara a maldado ; acaso eu me
honrara do seguir as pegadas de... Mas nao julgue-
imis i ninguem, o a meu pobre pai menos do que i
qualqoer oulro, e giiardeiiiu-nos de alegrar-nos com
o mal que acontece aos neassos adversarios, mesmo
quaudo esse mal dova sei vir au Iriumpho du nossos
mais charos amigos. E agora, runlinuoii elle tiran-
do u hit hele perfniuido de Clnlihle, vamos dar es-
peranras e prazer a Emilio. Isso be melhor do que
rir do infurluninde Mr. du Quesnoy, anda que el-
le bom o merece I (Confimwr-w-Au. J
MUTILADO



Encerrada a disrusso, he orequeritnoolo de ada-1 Ngo esli all o Ierro da ru< du Aurora
nenio regeilado, aernlo approvada 1 emciuln Jo Sr. | sem duvida com Inda o contedlo, o
r.ado
orna-
I'iiilii'liiin. c prejudlcada do Sr. Castro l.ert'
Eulra oin fercoira ditcusjo o projecto u. 17, que
nutorba o governo a mandar liUKar saucillos de
raima c do algodoo para seren distribuidas na pro-
\iucil, <-11. approvado.
Entrando ein lerceira discussao o projeclo n. 21,
relativo ao torneriincnlo das carnes verdes.
Val mesa a segiiinto emenda substitutiva, quo
lie approvada. '
a Art. i. Ogoverno du provincia firanulorisado
a adoptar as providencias que julgar ronvcnloutes,
curea do ciiiiln.li. do forncriinento das carnes ver-
des, podcmlo rescindir o mesmurnulralo se oulcndcr
quo o l>i ni publico ossitu u exige.
Arl. a. (liando lonlin lugar a icscisilo nao ser
osla concedida sem oxpressa roiiiincia dos conlrata-
dorcsaqualqucr iudeumisacn, seja a que titulo for,
e bem assim scui que aea referidos roulraladnres II-
que imposta a obrigarlo do rescindir o coiilralo cc-
lehrado rom a cmara municipal a respeilo dos anu
guos i nicsina |ierlcuren(es.
I i,', un derogadas as dsposiroes ein ronlrario
o Paro da asscinblo provinrial de l'ernamhuco C
de maiode 1853___Mello /lego.
He approvado lanilicm em Icrreiru disrusso c
projecto n. 26, que supprimo algn* dislrirlos du
pa.
Segunda discusao das emeudas oITcrecidas ao or-
ramculo provinrial ein lerceira discuseflo.
0 Sf. Carneiro da Cunha: Sr. presidente,
acaba do |ussir autorisarao para a Iluminarlo dai
ridades de (ioianua, c augmento para a do (lliuda:
l mi ii i eslaudo ja o ornamento concluido ein terceiri
disrussau, tulo sei que moto haver p.ua se marrai
as quutas res|ieclivas para aquellas des|>ezas, alin
de que nao liquo sem cITcito a deliberado lomad*
l ii-l. rasa sobro a Iluminarlo.
O.Si: l'resldeate:Nao se admidoui mais ornen
das.
O Sr. Carneiro da Cunha:E para a subven
rao a cunipaiiliia du barras a vapor!
/ ni Sr. DepultulolIsso j passuit.
O Sr. Carneiro da Cnnha :l'oslo quo u qui
eslea ein disrusso sejam as emeudas ao urr,amonlo
Vi Eva, Sr. presidente, me permilllr, j que cs-
1ii mm a palavra, que cu della uso |ura fater al
gumas eonsidera<;es, ainda que scjnni breves, i
res|ieilo d'uina correspondencia insera no Mari,
de Pernatnbiten de I do correnlc inca, antiguad.
pelo senliur dircelor das obras publicas, na quid
prolciidc ello refular certas proposires inhibas. E
pero que a assombla nao eslrauliani quo en traga
para aqu esto rurrospondeuria, visto como ella ver
sa sobreobjcrlos que se disculiraui tiesta casa, c se
ble juina nella cniitliilos.
i.liian.lo sclralava, su bem me lomillo, da prc-
lenclo do Sr. Joao Jos Lopes ((limarles, arretnu
lauto de UBI dos lauros da estrada do norte, o qual
pedia se lbc mandasse paaar o Itahalho que ilu i
Uvera rom a rondiu-rn pira alerros, de Ierras do
lugar mu longo ; Irahalhu esto nao cuinprehendid.
no orranioule, disso cu, dirigindu-ine M nubro de
pillado, que |ierlenre o essa reparlir.lu, que lizes-c
sentir a KUa rnllegas, un Ibes rccuinniendasse mi
alienlo na confa-orln dus orcninciilns; porque ap|i
Nebral rerlauacos lodos osdias. Eis, ein liarle,
que den lugar c.irros|.uudcnria do Sr. Manale
rom a eplgraphe nm tanto liommopaluicaKm npt
ceiba; que parece, na opuitto .de S. S., imiit
bem rbida ; porque ronsideraeftes tinliam sido di
rgidas iKir alguns dcpulados ( rerlamenle en sol
um ,li-llr>) repurlicuo dus obras publir.is, as quae
titihttm par fundamentos fados que iiunra Cristi
rom, e infrmarSm ituxaetai.
i ao menos se concederii ipic evi-le u fac-
o Sr. Joto Jos Upa Uuimaria MI
lio roinpreliendidos no orc.imonlo, o
nbia reconheccu c mantlou pa
%
tanto, por mil rcquei intento dirigido a cita assetu-
IiIi'm, proleslando contra elle, porque pede o paga-
mento du obra que de mais fuera 7
E o cinliarreaniculo da estrada, que val parad
Cabu, nao nos dil lambemqiie o orcamcnlu daquel-
la obra tora feilo coin todo o esmere 1 Entro uus
lances c oulros do einbarreamcnlo uio llavera Hi-
la rupaics 1 (Jue indica islo t Que os prhneirus
orcameulos (oram do proposito atuim confecciona-
dos ; deUundo essas iulcrrupc,ocs, para niolhor-
menle seren onibarcadas?
Se quanU venlio do djor be ciado, Sr. presiden-
te, (ou lio ucm du\ ida seguido o pcnsnincnto da epi-
grapln da coriespotidenruRes non verba ; |ior
que fados acabo do osibir, o nao palavras.
Cun as refloioea que llz a ven passada, eslava eu
bem longo ile pensar quo ollcudcria o Sr. Mamcdc ;
aqucm,nom do leve, quii molestar quanlo mais o-
Tender. Aiuda desse animo me conservo, apoaar
de dfaier S. S. que iniulias pro|iosli,'ocj tinliam por
ruiidamenlo Tactos que nunca oiisliram. He pois
natural que ou inoslie casca fados, vondo-me por
cswi niancira Toreado a lucar cm cousas quo possoni
desagradar aoSr. dircelor, o quo doccrlo lulo deso-
jo. Nesla posirao porcm ipe collocou elle. onAocu
pronrio.
OSr. Florencio da um aparie.
O Sr. Carneiroda CtMMt(L6 um (rcrlio do
Diario;. Segue-so dislo, que fui pelo menos incon-
siderado, acensando una rcpailic,ao I quem ros|iei-
lo, o ainda mais inconsiderado faendo leCUaMoes
NBI Tundaineulo. l'orein cu inuslrei quo bavian
iiievaclidocs cm varios orcamonlus, o orcameolo
suplemciilari iiuo nao abonavam os priuiciios, co-
mo na rasa do dctcuc,io 1
OSr. /foreniio -Tomara eu que se facam mi-
llioesdc orcainanlos, para nao dareui dinbeiro para
una obra geni
OSr. rar/ieiroi/u iViihAu --Quanlo ao arude
de8. Bculo, lio bompossivel que noesleja culieni
illTornudo. As nTorniai;ocs que 1i\c me furain lia-
das pelo propiioarreinalanleo Sr. Jos Rodrigues da
Silva Valen.;.!, que infeli/menlc suc.i......i., victima
da feure a.....relia, durante o lempoque ealeve ml
cidade, Iralundo do rccclwi
acude.
Eslou bem lcinbradi) que elle me d
do marrado nao linlu base, a alturas sullir
para a duiarao ,i,, ,,hi,,, c conscgiii ro I
cllasopropiinba. .
Parece que elle jului
npInUo, porque de fiel
dodiquo.lcqualn.palm
elle iivcsse querido lanr, cm
ereteime de obra, mo bavcndi
de della, como di/ o Sr. direrlor das ol
quclb'o liavia de glosarse elle prelendisse paga-
iiiuiitii, c al iih'-i.....leven le-lo ronslranuido I
desmanchar, .. MI rusta, um augmento de obra,
nocivo sem duvida ao dique, .pie nao linbasid.i
calculado para li altura quell.e dril o ail.i.ialanle.
Nao pos acollar a opinilo do Sr. dlreclor das nina-
publicas quanlo pretende que-fdra feilo dilo 8
ermeimo de otra um loiavia toes, e forma dos .Va.
II Sr. Mello llego da um aparto;
ii Sr. Carneiro da Caima : l'orein, scnbores,
Mam necossarlos ralis us qualro palmea de illun
no dique para a seguraufa do acude'.' Parece qui
sim, segundo a narraran que se l M rericspouilen
lo doIcr
lraballios nao
qaam rila o
gar?:
O Sr Florencio
o Sr. Carmn
garIII Mandn,
pare, er da commfa
iNI.....aiiiimi pagar.
da Inulta iNao uiaii.lou pa-
sim, senbor, quando appTOVOU ,
o de obras publicas; q.....ol
diversos fundamentos alli evarados, ronclui
ni.....-11.1.1 o acrcs.ii.ni de Iraballm, u.iu previsto por
qnciu n O me.....culo, o qual deveria MI pago ;
iui iiinbiudo ao gnverno tilo Minenlo avallar o rus-
to ou Importancia deaac Irabalho.
r) Sr. Florencio: A aaaemblea deiiou essa
apreciarlo a arbitrio do govarne,
n sr. Carneiro da Cunha:Perdoo-mo; .. que
o liebre depulado asaevora succc.leu cora o prinwire
parecer, que se envin ao governo, o qual devolved
is papis du pelirionariu coin as ragnMS cm que M
l'un.li.u p.ua o iudcfcriuieulii. Mas a Msembla
rer.insi.lerando o ni'o.iciu, reconhereu linalinenle
esse arresci..... de Irabalbo, assim romo direilo m
panmenlo.
O Sr. Florencio:A assembla reronbcrcu que
liuhain bavido obras de mais ?
OSr, Carneiro da Cunha:Sim, senbor; eso
ubre depulado pcrsislo ainda uossa duvida, re-
ao olllcio do governo, que aroinpanboii esses
papis, o qual deve eslar na secretaria, esedosen-
gai.ar.
OSr. Florencio di um aparte.
OSr, Carneiro da Oinli'i;Pois a as-einbla
decidi cala quesillo em favor do arrematante, cm
vista do mulla bem deduiido parecer da rommisso
desla casa, a quem foi allcrlo o negorio; em vista
de aUegacoea mal valiosas c dorumenlns rom que o
pclicionari.i inslriiio scu reqiiciimcnlo: como una
vesloi ia no lugar d'..nde se ctrabia a Ierra para o
alem da estrada, Ierra esta que, segunde 0 on.a-
inciilo, devera o arrcmilaule lirar do inesnio baivio
que se ia atorrar, para se ronverler cm estrada:
sendo quo o pclirii.nario Toi inilcloi idu pelo govci nu
porque a .le-isnacau do lugar d'oiule .leve evlrabir-
-. ., maleriaea para fazer-sc uma obra, nada signi-
fira ein queslws de indcninisaries. De sorlo que
ainda que a Ierra necossaria vetilla de Ira leguas
isso pouro iiiipnrla I I
O Sr. Florencio: Isso nao pode ser.
O Sr. Carneiro da Cunhii l.....
(' Sr. Florean,,;Eu logo vi; o que digo lie
que o engcnboiro nao pudia d/.er islo, o se o disse
n.... deve dirigir as obras publicas.
O .Si: Carneiro da Cnnha:Mas o governo diz
que assim decidi, preeedendo iuformarAcs .la di-
rectora das obras publiras; anesrenlando que a
de2iiarno desses lugares lie apena Interlda nai
coniUctti e cUmitltai dos oreamenloi, \m- icr en-
leu.li lo a repartirao das obras publicas que assim
os arrematante ovilariam ronlwlni;fics rom os ;iro-
pcietario* doi tifo d'onde devesscni evlrabir-sc os
nuleriacs.
II Si: Florencio:luto be um absurdo, \inia as-
neira ; e cu din i.lo que ello disse-sc islo.
O Si: Carneiro da Cunlia :Essa qucsblo fique
para quem a quier. A ininba be nutra ; be da
advertencia que lia cm oulra occasio.a respeilo
das obras publicas, o quo enlao me lulo parcecu b.-
ra de nro|Hisilo ; quando um arrcinaluulc se quei-
pagainonlo desso
1
bal
ules
'I
un i lo I
Ligmcnl
bascada su
lio a allur
bedcsiipporqu
pura peda, esse m
luiina neceando
publi
!'
Pois so o dique devi
.....' das margen, do ril
pasaando por esses pon
poicimadobalde.anlcsuies.nl
I..II. iiein pelos valles. E que ll
balde do lena Msim lavado pe.
cli... ou riacho* repicados N
.pie para so evitar isso heq
.levado ao poni n,
egue-ee que as ag
-sanio inlallivelmei
mo, talvez, de sod
tiiu lora un. dique ou
enrlienles do ri.t-
iirabucnlc ic dir
ie faz um aaugra-
louro. Mas cnl.io que neie-'sidade lu do um san-
gradouro.si se pode poutiar essa obra rom M qualro
palmo, de altura que o arreinalaulo den ao dique,
nina ve/, que as anua", queso nao podran couler
no acude, e escaparte pelos valles 11
l'alvcx .iii.l.i--.' .i. menos acertado .piando li/ as
prioieiras obsorvacoes.....lo inenoa agora. Pode
mullo bem sei que o Sr. dlreclor das obra publica!
sohrerarrcgado com lanos .tll.izcres, como lein. vc-
li.i a enuecer a ci.uliuuarao da estrada mais vigi-
lia a morada de quem leu. dilo estas colisas.
Mello llego : 1......lio apoia.lo.
Carneiroda Cnnha: lie inuiln para
que vetilla a loe raaaoonobrc depulado;
lio alo ignora como vcio a meu espirito es-
Eu n8o dircl que aacxprosstcs deque se servooSr
Matnodc acjam as mais apropriadas para oiprinur o
sed pensamenlo ; uio dirci que baja mulla proprie-
ibide nos leriniHdo qlie so servio ; purm bem se v,
que o que ello quil dizer toi,quo a repreza foila u.io
liubii solft ido altcracAo.quo posto sa levanlassc o bal-
do, a massa d'agua nao auutuentou. Par mais que
fosse levantado o baldo, ou antes o acudo, (porque
acude propiamente he a obra foila para rontor ou
represar a agua una ve/que as aguas so elevas-
som a altura do terreno adjacct.te ao acude, eUas
-e evlrava-ariain indcpcnilonle do maior ou inetior
altura do baldo ; a por{ilo d'agua aprovcllada seria
scinpre a mesilla, Islo be, semprc a tnesina que po-
desse ser conlida m-spuro determinado sesundoas
couiiiroes do (erre**. Eis porque o Sr. Matncde
di/ que as dhneiuoss da obra, islo be, a canarida.le
da represa, nao foram alteradas: a massa d agua se-
r setnpro a mama em lodo (I caso.
O Sr. embolino d um aparto.
O Sr. Mello Reg: Essa be outra quesillo, c
talvez a que .leva ser animada, mas de que se nao
Iraluu. Se convm eliminar se o sangrodouro (cm
i -uili. icnii- capacidado para dar sabida ao oico-
Ictilo das aguus : nao Icnbo notilinmas iiili.i ina......
t esse respeilo; porm devn rrerque o eugeidicirn
que fui inuloii o ori;atnciilo da obra nao deivaria de
lor I. un.ni.. todas as cautelas c providencias indis-
dando ao saugradouro as precisas d
siles.
O Sr. Iluedet de Mello: lio o coulrario ; nao
.-i., toi lo.
(I Sr. Mello llego: Tambcm uu sei se se po-
de assegurar isso. O nobro depulado leva-se pela)
inforinacoos dos arrcmataiitcs, di. muilo |iesu a lo-
das as ronsidcracOes que ellos Taiem, >ctn allcndct
quo ellcs i lev ci n ser suspoilos: cu nesla parlo acom-
l'.ii.Ir. ao Sr. Florencio....
O Si: (luedei de Mello: Eu loiivo-mc no al
testado do ciigcnbeirn.
O Sr. Mello llego : Emitan, eu nao eslou mes-
ino inleirado do quo se ha passado acerca desse aru-
de ; nao ronbero o lugar, nao vi a obra, mo sei o
que se leui Tclle ; pedi I palav.a sement liara ev
pliraroquo se arha csrriplu na correspondencia ib
Sr. Manicio.
Agora coulnll o nobro primeiio serrelano, niel
amigo, que Ihc fara uma observaco. O nobro lado disse que reconheria Icr feito muilo mal en
lor Tallado, porque isso bina coin que a Mirada poi
onde elle pana snllrcssc....
O Sr. Carneiro da Cunha : Nao disse Islo
dbM al que a estrada mo era para Manuel Joa-
II Sr, Mello llego:i) nobre depulado al rc-
Terio oque llie dissera uma nema;....
II Sr. Carneiro da Cunha : E Ibo deilaroi
em particular quem era c-sa pcs.ua. Arba-a capa/
de incidir-.'
O Si: Mello llego : Nao quero dizer isso :
porm acbo quo o Sr. Mamcde al boje nao lem da-
do motivoi para te erar que mal eomprenende n
seui devores, ou quo seja cap*] de abusar das allri-
huiooesque Ihc da o regiilamunlu das obras publi-
ras, romo director daquolla icpailiro. Isso que I
nobro depulado recela nao esta no arbitrio dille :
be a directora em consclbo quem rosolve cerca da
urgencia c preferencia das obras, cujea ornamentos
silo levados ao ronheeimento do governo, que o
appiova, |.ara mandar clfecluara arreinatacilo. Sai
bao nobre depulado que nao est as minado di
redor das ulnas publiras preterir a Taolura de obra
nocossarias ; por quanlo alin do correctivo da di
rectora, ah etla o governo para curiar lodos o
abusos; e de mais ucnhuin bomcm em certa posi
cao, quercvpmasua repalaclo como Tunee.....an.
publico, rallar a sens devores por pequeos capr.
ches que nada significan!. Cnnboccndo o Sr. Mi
modo inuil.i bem os seus devores o os encargos qu.
o regulamcntu Ihc impoc, lulo posso adnullir qu.
elle por jaclancia do um poder quo nao lem, cvpo-
zesse-sc a censura que boje Ihc Taz o noble dcpula
do: olio lie um moco discreto, e que eonipreheud
o-seus devores. Nao q.....o dizer que a penoa I
quo se referi o nobre primelro scrreiario seja .apa/
ileinenlir: ella repirlou-se anula runversa parli
rular, a musas que so disscrain amigavehuento, .
OS os
doseja porcm se ron
OS elle na II S
: Mello /,'.., : lato he muilo pequeo, o
ocracapa/'dcodi/er.
i: Carneiro rf.i Cunha : Em lodo o caso
so lie pequeo, a pequeo/ pcrlenro ao autor, o
aos quo o nuil,.....e referan, bu sa islo .le p-
sol mili sisinl.i, e incapaz, de fallar a verdadr, e al
islou aulorisailoa invu.ar scu leslenuiuh.i. Porcm
lucro crer, que ludo ido uio viesse das iulcucos
lo Si. Mamcde, mas iia-ce.sed'uiu desahafo de mo-
no.....por .-ansa de algumas c......ariedades.
O Sr. Florencio : Aid nouvo equivoco.
II Si: Florencio : Sr. p.osi.lonle, pedi a pala-
na, porque entend que u nobre depulado liuha .li-
to, que ludia mandado recado por algiiem. e eu dis-
se que nao Icviu ia rerados, sondo cugcnlieiio...
(' Sr, Carneiro da Cunha : Mas ou nao disse
las cslrados novamento feilas ou cm execuclo. sem
que soja marcado pela repartilo das obras publicas
o aliiiliamcuto da Trente, o qual paraos rancho-,
engonhos, niolnhoj, curraos o oiilras couKrurr.ics
somclhanlcs, nuuc tlqara em menor dlsUucllde M
palmos da margan da estrada.
.. Para as uutras rouslrurjoes, bies como casas de
vivenda, cercas, muros, valas, rogos de esgolo ele.
ele., essa dialanrii nunca scril menor de quinte
palmos.
o Arl. 3. Ntlo ser pormellida a conslrucrao de
pontos sobre os vallados das estradas, nulo do ilve-
nara, dando-se-1'ies vos suTllcienles, para a passa-
gem das aguas, e de conTormidadc com as dimen-
sOcs que forem dadas pela reparlco das obras pu-
blicas.
a Art. i. As cuilrucsOcs, doqualquer nalure-
za, que ejain,come(lilas cm distancia de monos d
20 bracas das margis das estradas, semipi pela rt
partlco das obras publicas Icnba sido marcado o a-
liulumenlo dellas, serio embargadas pelos agentes
daquolla rcparlico, levando-sc o negocio aoconbe-
cime nlo do governo, |>ara providenciar sobro a do-
mollsao da obra.
u Arl. 3. Asoouslrurr,ocs do quo trata o arl. 2 o
ora oiistculos, continuarAo comu se arham ; mas
n^o se podcrii fater reparo alguin as partes arruina-
das que cslvcrem f.ira do aliiihamcnlo.
I As innlcs porcm, cxisleulcs aclualinonle
sobre as valas das cslradas, qne niln esliverem feilas
de contorindade rom n dis|Misto no arl. terceiro, se-
rlo demolidas depois do intimados os seus respccli-
v... donu-.
..Arl.fi. ()s ilinliiincntiM de que Iratam o arligos
precedentes, serodados graluilamoiilc pela reparti-
rao das obras publiras c por escripia, Ta/cudo-so no-
la disso no archivo da mcsnia reparliriio.
i. Ficam derogadas as dsposicoes ein conlra-
O Sr. Fio
...i., aceitara
..oes i
IPoli
idverlcn
ento
eu se Tossc engenheiro
O Sr. Carneiro da Cunha :(com Torca) Pesso
dlzc-lo, sim ; p.... dizer que os ornamentos so im-
eomplclos, posso recommeudar mais cuidado n'cl-
les ; posso rciisurar scu. autores, se uio parecer
queches o merecem. E porque uilo ? b nis.o
1 nao farol mais do que everrer um dircito que me
eal.e, como ao nobre depulado ; o do qual meo ol-
Ic, quando a sua vonlade rensiiruu o corpo de poli-
ra. Se o nobre depulado cm vez de cncaminhar
.1 discunio para onde cu nao quero ir, me dciasse
acabar o meu pcnsaincnlo nao me loria entendido
Ka mal, e menos amargarla em minhas palavras o
senlidu quo indiraui seus apartes, c que nao lio o
meu.
" Sr. Florencio :O nobro depulado disse, quo
liuha mandado recado.
o Si: Cuntir da Cnnha -.Nao disso la!.
Sr. Francifco Joao :-M) nobro depulado he
muilo polidn para que dissesse islo.
l> Sr. Florencio :E o Sr. cshi aqui feito mes-
Ir de poltica 1
(' Sr. Francivo Joilod um aparte.
O Sr. Carneiro da Cunt.o :Nao mndei reca-
dos aos seuborcsengeiiboiro-.nem poda assim obrar
rom pessoas |ior quem alias lenho toda a considera-
rn, c u alguns auii/a.h- ; dislincuindo parliculat-
menle entro estes um, que lem asseuto nesla casa, a
quem pedi, que rccoinnieiidasse a seus collcgas ni lis
aliene.iiieinsciis urcanieiiloi. E nessa oreadlo bem
evpressei que esse meu zelo uo nascia da m;i von-
lade de niinha parto, ou do desojo que eu livesse de
censurar a repartirlo ; mas das iiicni roces dos Ira-
balhnsd'aqiicil.i nalure/a. que nessa necasiao me
lembravao rcqiicriineulo do Sr. JoAo Jos Lopes
Quimil le,
E o nobre depulado, que tanto repelle essas ro-
. "inineudaces, nlo leu. milicia, ncm oiivio Tallar
dos orramc'iilos sui.pleiuenlarcs as obras Teilas por
alniiinslranlo Nnesl alli visla e conhcriincn-
l.i de lodo.*., casa do drlegciin para alle.lar a csis-
lencia de o...amado, supplcmcnlart 7 l'o.lci -......
I., o nobre depulado dizer quanlo. nerrescimos de
deaueas, n.1o calculadas | principio, lem havido
< i.iai.ii. ...ais do oreado ja se lom gaslo, sso si'in
se l<( dado novas causas, e sucressos, que ra/oavel-
lnc.de ..o primen., o.caioeulo r planta da obra, ll io
|...de..i-in >er mencionadn |>ar.-i Irazerem ori;amci.-
I... sopplanenlaros (Jue siuuilirain poisesses or-
ramonlos supplemcnlaros 7 Toda a esaclidao, o
coatt'coes nos priluciros, talvct I I!
i uos pi
(' Sr, Florencio; Perdc; del osnUear o
meu pensamenlo rom calma, porque as dieus...le.
,ein calma nao prcslam.c provnn as veta a falla de
razan. Mas, eu nao entend como o nobro depula-
lu agora diz : entend que liuha mandado um lca-
lo; c cnln disso rom torra,cu sendo omiouhehu
i.-iu levava recados ; mas o nobro depulado que
lava a miaba diralla.
o sr. Francl/coMo: Fui cu.
OSr. Florencio : .... eque agora so senil do-
Triinte de inini. com mais calor do quo cu, o com
lo quo o nobro orador, apozardo eslar muilo
periodo iiiim...
O Si: PrOHCiteO Joiio: Nao cosliimo lomar
mallo calor.
O Sr. Florencio : (I nobre dciHlUdo lirn lilo
rnicllio. eanda ca '.' .... Mas o nolne depula-
do, nao obstante ciar Uto junto do inin, por f,i-
lalidado uu ouvioa minha propwleao, e petnou
que cu liuha negado ao nebro depulado o direilo
lo censurar os einprogados publico-. Seria ncecs-
'ario, Sr. presdeule, que eu eslivesseem perToila
'onlradiccAo contigo inesnio, para que por um mo-
mento ronle-lassc esse direilo, .loque nao ha tnuilos
lias ii-.'i ein toda a sua plonitude. bu nao neguei
ao nuhto d.puladn o direilo de fater censuras, los-
sem ellas do quo qualidaile f.i.scm : cu ronsurci o
nuhre depuladu Icr mandado um ivra.lu, o disse que
eu como eimenhci.....u o roceliia, porque conhecu
muilo bem a posirao do empregado publico quauJo
ello se salle rcspeilar. Mus o quo don lugar a islo,
toi o uohre depulado nao me entender; o depoi.
toi continuando tilo baivinho, que quasi me |ulgo
dispensado do conlinitar. lodavUi farc lajupre al-
alinas relleves. (aun quanlo eu uu soja da acien-
peeo perdi ao nobre depulado se passar por
'los : eu quando Tallo cm direilo, lo-
bo malo dos jurs-consultos, c quando Tallo do en-
golillara, leulio malo dos engouher.is. ) UlSdis-
te u nobre depulado que as nTurniaces dadas pelo
arrciiialanlc do ardc de S. liento eiaiii laos ; logo
o engenheiro nn liuha previsto ; logo o arrematan
le he que liuha razo etc. ele.
bu tinto que o nobre depulado esleja semprc a
cumiar lauto uus arri'inalanlcs ; pela minha parle
declaro que as inf.iimanes dus arrenialanlessilosus-
peilas. Ha una lula semprc entro o arrematante o o
engenheiro, e a casa, ueste raso deluda, a uilo dar
crdito ao engenheiro, nao deve lamban..la-ln ao
airemalanle...
Ilm Sr. Depulado: tOquc he verdade be, 'que
ello Tez mais do quo o que clava no orcamonlu.
(( Sr. Florencio: Talvez que nao. (lualqucr
que be buje arrematante, j quer sor engenheiro.
Mas o nubic depulado nao me d alten..'.,., e visto
isso, sonlo-ine.
O Sr. Franciico Joto: Ha a cvplicacao .1.
aeus apartes.
O Sr. Mello Reg : Sr. presidente, eu tillo es-
lava na sala quando TaltouoSr. primeirn scrreiario;
entrando no fin apenas ouv i-lbe duas rcllciocs, que
|ie?fl lieenea, nao para conlcslar, mas para cerra
deltas dar uma ciplicacjio que me parece razoavel.
Nenliiiina necessi.l.ile lci.hu do entrar tiesta disrus-
so ; a quesiuo esto buje reduzida a unta polmica
entre o Sr. director das obras publicas c o nobre de-
pulado, c pur iasoereio que ninguem se devcinlro-
mcller nella; mas leudo cu amiga do Sr. Mamc-
de....
li Si: Carneiro da Cunha :E mcu.uao;
ll Si: Mello Reg : lam.ein; mas be que o
nobre depuladu esta cm urna pu-inio muilo mais
favoravel, lem asscnlo nesla casa, c daqtti, Iho di-
rige as een*ura\que quer; no oanlo quo elle nao
e-i.i no inesmo caso, c leudo do .lefetulcr-se nao
lem as mesilla- vaulauens. Pulanlo he de minha
nurigaco acudir ein soccorro de um amigo ausenle,
. pro.-.'..... desde ja .lesvi.......er a imprcsaii que as
palaras do nobre dept.....lo, meu amigo, produti-
i.no na casa em desfaVOC do director das obra, pu-
blica*.
i ') Sr, Mello llego le o trecho da corropouden-
cia do Sr. Mamcde, a que r rlfiria o Sr.primeiro
e.retarlo. >
pian sali que raininho toinou a runversa. o a qu
proposito lalvoz vcio o dizer o Sr. Manalo isso
Quem ubo sobro quo puntos versuii i conversa
Perniilla-nie u nobro depuladu que lamben] Ib
d um ronsollio, jn que elle gosll de os nao da
-,'i.iiniin, min.i aos cugeiibeiros das obras publica!
che que as conversas partirularos nilu sAnasinai
prnprias para seren Ira/idas a osla rasa, o servir!
de base para dbcussoos. Sim, san cousas ditas ni
seio da imitada o que nao pndem ser aqu sulli
eionleiucule explicadas: e anda assim eu DIO pol-
io admlllir queoSr. Mamcde oslentassc poder man
dar nuera leu bel pnucroai ou aquella estrada
lauto mais quanlo elle nunca Tez isso....
(* Se. Carneiro da Cunha: Esporo pelo re.
non certa'.
ll Sr. Mello llego : Bem, esporo pelo re noi
verbo I vera se leve miiila razio nes.e Julio que j.
avoilturou ccrc da sorll que aguarda a eslrada di
.....le ; nao foi aiilccipa.hrmcnto um jiti/o hlo des-
favoravel do um funccioiuuio publico, que, em ver-
dado, p.nesso lado nao merece a menor censura
pero pelo curra do lempa para cnlin queivar-so
h e Isso o que me patero mais prudenlc.
I lia um aliarle.)
li Sr. Mello Itc/o: Ello usava do un tneioih
d.ro/a, eslava un sen direilo; fui aqu acensa to di
una mancha milito desabrida, o eu al aclm qui
ello nlo exceden os limite da prudencia ; doren-leu-
se com luda ,-t moderarlo, l-inalmonle ueste |H,nl<
e-pereuins pelos fados.
Encerrada a disrusso, silo as emendas sulinielli-
dasavolac.ln e approvadas, bem como o projecto,
Entraman son.....la discusaao, c sao inprovidll
as posturas da cmara municipal de (ioianua, a cx-
reprau do arlivn (I.
Tendn-so rsuola.lo .1 ordem .India,
O Sr. prctidenle designa a ordem do dil seguiu-
le, o levanta asessiio.
Sessao' em 7 de malo.
Presiden,in ,lo sr. Pairo Carahanli.
As ll horas o mol da manilla, relia a chimada,
aclum-te prsenles30 Srs. doputados, hllindo m
Srs. llanos PalcAO, Ibilu, Aquinn, Alvos da Silva,
Cusa l.o.....so Manuel Cavalcanli
II Si: Pre.idente a\ I.ida a acta da anlocedenle, be approvada.
ti Si: I." Secretario inoneiotiii o sctiinle
EXPEDIENTE.
Umnfficlo do tocrelirioda nrovlncli, parjicipan-
do Itaver o Elm. Sr.presidente marrado I urna llura
da larde, para recober a oommisso que lom de le-
var ns arlos legislativos a salieran.
San Horneados p.ua essa commisslo ns Sts., Bar-
ros Brrele, Francisco Jeto e Jiis,i Podro.
SAolido-,jiilg,i,lnsuhje,lodo.lcliheraco,c man-
dados Imprimir os seguimos prujoclos:
.. As .ununi-.fic reunidas do negocios en le-ias-
licos, o de cantaras niiini. ipaes, evauiiiara.u com a
derldi allenctoos requerlmenlos das irmaudades du
lliviiioKsplrito-Santu, du palriar.ha S.Jos da Ago-
na, de Nona Senhora do Terco o do Nona Scuho-
ra da ConceicAo, us quae hioui llgumai leclama-
coea contra o regnlamenlo da de novembrodc
1833. E nchando as cu.....ibiooa reunidas, que to
r.i/uaveisn, Tudaincntus das allcaacoosapresouladas
pelas .lilas iiin.inda.lcscm seus reqerlmenlos, nto-
iiin quanlo a revogicaa do arl. lili do pnellado rc-
gulamento, pur quo nn ovisleui os inroiivenionles
aponlados, cu. Taco da leji.lai.Ao quo vigora sobro o
Imposto do tello lvo achindo pur nutro lado, que
de forma ilgumi se devenrpor.....huraco, e diflleul-
.lados ainanulonrio c dccnvolviuioul.idas associa-
com religiosas, Hiles peto conlrario se Ibes deve fl-
cilitar c dar Inda a ainplidau o progrosso possivoii ;
sAo as coinniissocs reunidas de parecer que so delira
OaulordarsTv(i vaos ostoreos do Iguoranles da arle dramtica, que
(ndas as votes que appareccram no Diarlo do fier-
nqmbuco, alli os cobro do ridiculo que cabe a J-
quellcsque cscrevem sobre malerii do que nadi
cnlcndetn ; c qui espavoridos iMiaram um campo
leal c Tranco, como salomas columnas do um Diarlo
do una piiblicidado iininonsa, quo podo aspirar aos
foros do segundo Jornal do Imperio, para recolhe-
rem-so nojenuts arpias, a escuro antro, nnde Torne-
rom pasto infecto M parcialidades, que Julgam ali-
mentar. Mesquitiba genio !
Parece, pois, que poderetnos continuar a uossa
revisto ; mas antes, um pouco das celebrelras das
caretas de letra redonda, a mencionar todas nunca
acabaramos ; aprat-nos, porm, dar voga a uma.
Conserve-so na trpodo em que so collocou o cotn-
inttnicaitor do lercelro numero do peridico das care-
les, que no prsenle caso ha uma tal iripn.lc, banco
do arougue. .
A pagina C, ludias 10, Tallando da revista Ihca-
Iral eslampada no Diarlo de Ptmambuco, n. 7K do
8 de abril, diz dosla : ondo hlTum csljlo arrlei-
I Ji so snbo gratuilamcnlc. IHsse o meslro. Por
jora ai i .'.lar.mi..- o nosso nariz das quesillos do es-
tilos, quo narigucs uisso nao podem entrar. O
meslro deveria dizer-nos porque rato o cslylo era
eiral. Obrando do outra ntanera toz o papel de
, lacaio de um sabio, quo londo muilo na
olebro capitulo, do qual no eilava um
i, por estas, por aquellas c nutras razflcs
icnbuma ) e mais por islo o por oqullo
lor observac,.!.! ) sobro cdurat;ao era um
P-
al
de nulo d.
i palavra en
i. Paro da assctnblca proviu
1853. Mello llego. "
O Si: Caslro Uo : I1
lempo.
UltDEAl mi DA.
SAo lidas o approvadas as redames dos projoct
ii. JI, quo appiova alguns eumpruinissos ; n. I
quoiulga com dircito a umagralifiracau o profese
Francisco Rodrigue! Xmdi; u. itH que tupprln
ligan dislriclosdepat; en. lide orcamenlo pro-
vincial.
O Sr, Presidente i Tcm a palavra o Sr. Casi,
Lelo.
OSr. CatiroLeSo : Sr. prcsidcnio, V. Bie. c
a casa, eslarflo loinhiados de que, n'uma das primei-
ras sessnes .leste anuo, apresenlci un roquerimenlc
pedinduinformaress.....e a .amarado Oliuda, itt
Tnruiaces que vcrsavaiu subi diversos objerlos
Esse rcquerinieulo fui approvado c remedido a pre-
sidencia, que csigio Mm ntormacfics da rainara.
Eiilrelanlo, al boje nlo vicrain essas inrorni.irc
para cuino que por essa forma alarem-incas luios,
para que cu nlo Iratasse dessa materia.
Quando eu live occashlo do acensar o procurado!
da cantara, apparcreit urna c.ni.spimdeuria detle.
podiuduao publico siispctulcsso sen itii/u, al que a
cantara nonicasso a coninussAn que devia Iralar do.-
seassumplo, esperando sem duvida, que a conimis-
san au desse o scu parecer, ale que esla casa en
cerrase ns seus h-abiihot, o eu nlo potnaM icr oe
ci-i,io de provir que o procurador da cantara d(
Olimla era prevaricador. Como cu suppunho qui
Me proeurador agora se aprsenla cnamando-mt
rato.....ia.lur, desde j protesto ronlra qualquor pro
codimonlu do uiesiiio, visto cu nao ter li.ln urrasiAi
.le provaras minha. asserooes, islo he, que o procu
radar da cmara lieptcvaiicador.
De mais a mais, Sr. presideule, deu-so um helo.
que slevo mencionar, c lie que as cutas vieraut as
tignadas pur um liomera. quo nin be vereatlor [a Sr
Estoves.) Faro, |H.is, este proleslo, porque, nao sa
lleudo se para o atino lerei a honra de ter mente
nesla casa, nlo quem que so me imprima na Ttenlt
u ferrete do cilomniador, c cliamo aticncau do go
vento sobre ,t cmara de Oliuda,' bem cuino para a
ill.....inacan daquolla cidade.
Entrando em seo.ut.la dbeusslb a anicnda otroro-
cida cu. lerceira an projecto n. 19, que inan.la ju-
lilar o profemor Joao Poljearpo de Freilas, be ap-
provada ruin n projeiiu, hein como a emenda subs-
titutiva duSr. Mello llego ao projecto n. i das
carnes verdes.
bnlrain cm lerreita iliscusso c silo approvadas as
posturas de (ioianua.
Tonda dado I hora, sai a roiiuiiissao da sala, c nao
hlvendo numero suspaide-sc I scssilo.
A' I hnrac moiavullaudo a runimissiiu.
li Sr. Francisco lio declara ter sido reeebldl
rom as Tormilidida do eslvlo.c Icr o bxin. Sr. pre-
lidoniedeclarado, quelomariaei icloa leglslilivos
na devida consideraclo.
Enlrain em discussio e sao ipprOVldlJ, as redae
c.lcs dos projeelus n. 17, I i o 21, e as po.luras ll
Cuaima.
l-.'-sc c he ipnrovidl a arla da pcenle sos
sAo.
ti Si: l'retiilcnle declara terminados us traba
titos legislativos .leste anime levaula a sessilo.
IIIAKIO D!. I'FIIMIIIIO.
OSr.brigadoIroFclli
Itonlem cunta du comn
vincli, para oquilfon
vendo detislido da licctt
ranhn, segillulo noliri
semanal de 7 do rorrea!
ano Atilouio Falro lommi
indo das armas d'esla pro
ltimamente nomeado, ha-
a que liuha para irau Ma
unos em muso relrosperb
CDIlll Mull.
*s pel,
inarias
l1
-lo
nllcreccm
.I,.
soguinli
projecto do le
Arl.l. Todos as rmamladcs, confraria. e Ordena
religiosas, que livorcm ralariuubas nu rouiileriu,
podarlo cunilii/ii o. cadveres dos seus irmaos em
o. proprius,,. da qualidade que quizerein, pa-
g.uiilu por cada cadver que coiiduzam, a lava de
IOtlOOrs.,quc ser rornlhida ao cofre da camal.......-
nicipal.eo.....rend sua.
Arl. -2. Fira rclu/ida a :>< a lata de 79U0II rs. de
que traa o arl.I doregulauaito de 'ydc novem-
bro de 1888.
ir Arl. :i. Ogoveriioilclcrmiuariomclliormoilo
de arrecadar-sc I lava do arl. I.
ti Parodaasscniblca legislativa pruvinrial dcPor-
nnmbuco aos 7 de tnao do 1853. -i/i/ono Hpti-
minondiu de Mello, Antonio Jos de OHeeira, ;>-
tire lieente Ferreira de Sitpteira l'arejao, Fran-
cisco tfAitls mirara Maciel, Cosme de Si Pe-
reira.
n A assembla legislativa provincial de Pernain-
bitco resolv:
Arl.l. Pnra ciimprinrcnln d dbposicnes doti-
lulo :l.- da lili provincial n. 286, lica o prcaidinto
da provincia aulorisado a desapropriar adiiiinislra-
tivanionle, tantas |Kiralos de leirenu ao lado das no-
vaseslradas da provincia, quanlas forem necessa-
rias para a cdiliracn de rasas para os guardas de
roimervacin, e para deposito do inalcriaes. I-M...
iHirroes de le reno ler.in ,111 bracas de Trcnle I .'. de
nwde i piileud.i todava tere* nimlillradas es-
lasdintais,K~, segundo for inaiscnnveiiienle ; mu
lano que a sita suicrlicie tranca seja menor de 150
bracas quadra.la
a Art. 2. Ninguem podera edificar a margen)
REVISTA THEATRflL.
Molivos da pausa da ravlit.1.' Origem e cele
brelras das earetai em letra redonda. Os
beneficios da Sra. Leonor Oraal e do Sr.
Cosa___Reflexo'u aobre o drama A Fa-
milia Horel. O Sr. Beierra.
A critica nunca matn o t/ue tic-
te ticer, e o elogio nanea den vida
ao que deve morrtr.
| Chateaubriand. I
Parada esleve a nossa revista, c bas raW.es
liuuvr para sso ; iiuiiuiiiiiirani-nos que um pe-
riodico saldra, que exclusivamente so ia orriip.tr
ila arlo dramalira. licuando nollo numerosos cam-
peaos o caliles da citlatlc... capacidades cap.tci-
la.les dizotnos as polutas de rorro coiupionicllom !
ala.
>o obstante o tioisoavtillado nariz, Ionios al-
rumlaclo oque nlo lie incoinpalivel I,edissemoi
a para mis: ns lioineui solios o eruditos vooni so-
bre os tissosdozearligos, como corvos sobro sen-
dolro tnorlo ( 0 prevarlo se soiidciro sumos 1 ou ge-
nerosos o modesto! com sooin ser rapacidad
pois de relevaran a uusa.lia tic um tttntiior
rain da arlo dramtica ev-prufe-u.
No primelro cato nlo Jugamos opperluno oflera-
cermais.rnica para ter ileponira.la polo, carnvo-
ros ; no togoiido, distemos : cila-IC lagarclla ; relira
ilo llio.it..' n nai i-,ln ibelhudo ; aprende, se pode
'es, das capacidades, ....... estas Iratam q
de-
traa
lie
Si.mu- ein
..a de 1853,
01001 di
dagr
que fa
dos an di.. 1 de niaiu du
t agorl nos Iros period
cm carolas ein letra redunda nada se cnconlra qu
rolaran Iculia ruin a arle dramalira. Iiidepciideule
e imiiarciaes ellcs se nruleaui porque distribuida
sao do grara, c com um aliara o cniponlin que id
mira ; verdade lie que a tul Ta/enda mln nblcria de
res no mercado, soja embuta toncada, quinquilba
ra ou ininle/as, que a mauoira do cncaixar por
todas as tojas, nnio grado dos douus delta., Ilbellm
lamosos iiAu dcmonslra I ran.lura e singoleza di
iinparciali.la.lo ; quo o andar por pullas a indepen.
dela el ImparclilidiJe lio nm triste deslino e do-
plnravel niis.,1,, de quem isso proinovc ; ludo isti
lio verdade. Queroiiilcnniiiinar-se independenles i
iuipurriaes, que nial islo nos Taz 1
Assoveramos, iiorm, aTaulamotile pelo muilo cu
nliocinicnlo quo lentos da pulidez o morigeran!,
du. hahilaulcs desla cidade, que cm casas honesta!
nlo torio entrada os HbellM ramosos. (Juo a opiui
publira do que lodos Tallatu o puucos comprchen-
dcni o valor o Torta, larde ou redo ir doscobru
aquellos que tanto se escoiulom para Torir rovarde-
mente ocssar.tinba do mundo oplulto publica
dcsaTrunlar a sua honrada mili, a Itbcrdade da im-
prcusa.
Que origom (iveram tacs libcllos ramosos ? Boa
porgela SAoaspiraiiles a empreza do thcalro,
que somearam algumas palacas, c oslas teom servi-
do para procurarandcsronociliiar a actual cuiprcza,
cncliuvilliarcm alguns artistas e morderetn no au-
tor da revista, que leve uusadia do dcnunriar o man
gojlo planlado no thcalro, c que alli so propiiuha
arrclgar.
Ouaiito Tullir empreza, desenganem-sc que nao
sernporcertooulreguea pobrelOcsque se propoem
a especular com o subsidio da provincia, as algi-
belras do publico, o ale rom o estipendio dos arlistat.
A empreza, a nosso ver, a nao ficar o thcalro por
administrarn pur Talla de pieleii.lentcs halnliladiis,
dcverl lmonle sor ronrcdi.la a quem teuha as qu.i-
li.la l.'-e-..|iciacsilluslracao, goslo e meic.
Us artistas lnjuria.hu [orebein lodos os dias aplan-
en eprovns brm scnslveis da generosidado do utn
publico que salie recompensar o Irabalbo.
ai
Mr. Jasmiti
abeca um i
nico Irccli
(san dar
(sem a me
iibvsmo. Mr. Previsto licou do bocea aberla, ovos
sotihores da tripodc quo imilaslos o lacaio do sabio,
e culi i-liai.i-io- os vn-.o. N.e .'i-,.-, li.'.n- sendo para
nos M.. Jasmini cinquauto nu provardes quo o
nosso eslv lo be arriciral, e rlastliquoitaquc genero
pcrlcncc o vosso alenlo c polido pin aseado.
Mais do tuna vez temos avancadu, que a Sra
Leonor Orsa(, ora uma eircllcntc primoira danta cu
1.i<- nos oulros gateros dramticos era tif
ir mancira aprovcilavcl -, de ludo islo s
tcm dito o quo ludes sabom, e a audacia hoiivc d
escrcverciu que para nada presten, por causa de
que na cantura a sua voz ora Truca, ( a que vem is-
lo ao caso .*) e que nenhuma sjmnalhia olla liuha
do publico. Esto publico llustradn e generoso M
imito do 31 do mea de marro du atino actual, don
um solemne desmentido aos lacs entendedores na
oceasiao do iwucueio desla senhora ; Toi ello bri-
lliinlbnimo pela rauniao que illrahlo, como Toi o
Mpaeteeulo digno.da illustrada concurrencia; o
dcsi-inponho da arlista ucsla romo em tudas as 00-
casios quo entra cm Itcoua, Toi salisaclorio. l'li
lal beneficio pin.lu/in-llio 1:2009 livrcs do des pe
zas. l}uc tal he o parlidu, voga o conecilu quo me
recem ns iiiimigos graluilus da digna senhora e da
espirituosa actriz 1
O Sr. Costa, esc artista de subido mrito, qu
lem sido guerreado de unta mancira gnobil,
porque be cullidor < respOlUIVel dos Irahalhos di
palco, e por ronsequenau de necessidade ha de di
rlglr os seus cultogas, tpte laliam goato (nem lodos
em u seren pur uillro, ou aiidarciu inleiramenle
sua faulazia, como se ubscrvou di urinal empreza, al que esta uio se pon pando i
dispendios prorurou para dirigir os Irahalhos d.
palco do thcalro do Santa Isabel I artista que hl
viole inane Irabalhi debaltodM vistas do illustn
Sr. Joao Caclauo dos Santos. O Sr. Costa, pois
Taz o scu beneficia, o que arunlcreu'.' Elle puderi
coiii ipulorhslc Imitera plinto quo um dramalur-
go poz na bocea do um dos seus hroes alar-
guati-mc e-l.i- abobadas o e cvelamaralarguen!-
me MlO Ihcalrn! Coin cffeilo, depuis.lc nu liavcr
um canto quo deilISSC do sor occupa.lo, depois de
liiverem hospedes em todos us camarotes, que nt
se poderam resolver a ir para casa desjoslosos, un
Iiiiiii numero de pessoas livcrain de vullar ao lar do-
mestico mais cedo du que pensaran!.
Que lal foi o artigo de fundo, c eum todo o fut
demento, que 0 Ilustrado c gencioso pul.lie d
Pernainbucn cnnipu/ na nnile de :M) de abril ()|i-
limo, a DOMO ver, o que alcn disso deve Icr o mc-
reeiineiilo de nielhorar muilo os funda do Sr. Cos
la. Que ellcs aprovoilein ao luniradn pil de fanti
lia. ao honietn laborioso c ao artista disliurlo
t) episodio i. familia Morel nos Misterios de Pa
lis, romanee que nao pudo gozar os toros do um:
Ctrellente novelll.lem alli uut pensamenlo e he .'II.
a cmplela dontnusIracAo das Tunelas eonsoqueu
rias do abuso dcninlianca, o o quanlo a sociedad,
so lem ni.i.Irado poucu solicita cm evitar lal criine
cainita menos austera em castigu-lo. .1 familia
Moni, drama que nn tan pensamenlo llgUIII, I
alin dissu au drautalurgu Talla mais ludas as quidi-
dades para u sor; dcsconhcceua missao moralssima
o rivilisadora do llicalro. c al lio libele o adiamos
das regras e convenieneiu da arle que uus Taz .1...
Datemos a razo da nosso dilo, se honi quo para us
entolldendoras do thcalro,-que so limilum a dislri-
buir apodos c injurias, o chamar careteira, poden-
go. maraco sensicel, tapo, etc., e 0 mais que a
decencia cala ; seja dar razo do scu dito com tuvo
.IOS.'.,......Illl.lt.
Diremos que as trenas da brutal sedurco de Fcr-
raii.l, sem duv ida bem otecutadil polo artilla o Sr.
Mondes, se tornara immorallssitnas, tanto mais sen-
do repelidas c prolongadas. Dirhius que na trena
maravilho-ainonlo cveculada pelo Sr. Costa ea Sra.
Leonor (Irsal, cm que esla arlista Tai o papel de
Hilte ; foi necesario grande dispendio do talento
para o publica so nu ufa.liar da prolongada lula.
Huiro lauto diremos da pristo de Morel, da marte
appareule da mulla' dele; pioloiigadissimas sao
o-a--i cuas, acresrendo quo o espectculo de tan-
tas miserias na habilacAu du lapidario devom ohri-
aar o exportada- a afiliar por vezes ns ulltos da src-
Ita. Fiialutenle diremos que n cusamculu du prin-
cipe achanio, ali,urdo. A virgem virtuosa, candi-
da e pura. :i .nial a Kainba dos Alijos cmprcsi au-
reola do estrellas, que se veste com a Itiuica llviavV
nia e hrilhaute cenla pela m.'io dos aojo-, jamis
estar expolia s iguobeis scducccs d'utn Ferratid ;
por multo perverso que elle fosse c ainda mais que
o deaerovoram, cahlria fulminado, sem poder arcar
ui.in a randiira virginal, pudor cvirlude que aquel-
los emblemu s> nibolisam: so, |ios, a lacs ataques
mo pode oslai ovposla unta virgem, cont um prin-
cipe que deveria Icr ns estmulos de Julio Cesar que
di/ia : .. nao liada que a minha espesa soja honrada,
ho necesario que lulo lenha cntreli.lo a malicia da
critica ..como um lal principo csculhe upen que,
pa-andu pelas sedcenos mais ignnheis. as quae.
nenhuma vriudc manifetta a moca que resisto, i
que seniprc so considerar que a (aos llaqUM olla
den lugar. O principo casa eum a lili... do Moral I!
O drama leve boa ovccucAo, o por isso uilo ca-
ldo, do ludo. o. artistas que nellc cutrarain, o bem
que si- hotiveram niln nos sorprchendeu ; cvccplua-
tnn. purm o Sr. Mondes, que exceden I nossa es-
pcclaliva, como lambcn a Si." Leonor Orsil. Des-
la arlista diremos que nlo obstante a siluaeAo do
(Irania evigir dola unta IransrormacAo hedionda,
sotihe eum ludo niaravilhar lodos os cspccla.1.... -.
A pernla fui por ibnogaclo laucada a unta eslru-
nicir.i ; mas d'alli mosmu le coiihccer a liiiura .lo
sen oriento.
I'allanio. ein itrola. estamos aviados ; mas que
importa Sahorno- que aquelles quo so rompra-
zem com as eomparejoM do /torro roncador o do
ote dosnrs tacto, quo Tallam era cotices c caberas
de barros ensalmadas, adiarlo do milito inuo os-
lo amerito nrlisliro svmbolisado por um objcrlo
p.eci...... II.i enn-cqueneia uisso.
O arlista o Sr, He/erra nos Tez ronherer que uo-
liilina parle leve na rurrospomlcncia assignada p*-
I. fmpareiai. Cmivencidos de quo cstavamns ein or-
ro, louvamns niiiilo o passo quo den n Sr. He/erra,
no qual ns bous procederes eslivcrant a par da cor-
lala, fin amador.
papel ceir ello, e nem sei o mea amigo,
Lopes, vendo minha Tranquea, como conten
parecer o meu lime, .pianito contigo foi lAo cava-
Ibciro, que mo disse na occatilo da deiejo, que otn
nada rae Tallava sobre votos, por ver que eu nao ia
do eucoulro ao meu prenlo e amigo Maitocl lleu-
rique ; logo, admira-mc que eonsontisse em. tal;
eslou persuadido que nao suppoz mo causara de-
sar cm lal assigualura, porm me eausott, e jamis
esperava quo assim surtiste, lendo ou tanto me et-
plicado ua occasilo em que me talliram, como po-
derlo allcslar os inesmos sigualarlos dn dito papel,
trac alli se acharara iu occasilo; nlo quero Allrt-
buir islo a malvadezl do meu amigo, o bem longo
eslou do assim pensar, atlribuo-o sim a um erro que,
por tnuilos auazeros, o prallcou sem ajuizar na mi-
nha coiidicflo, ele., etc.; porlanlo ao publico de-
claro, que Toi o meu neme gurar na reproseula-
cao com esta etpressa condieao ; onlrelanlo alguns
igoblas Icem posto o meu carcter cm duvida, d-
.en.to-se, al alguns mal intcnroiiados, qne o Sr.
Lopes me perdoara uma divida para a (al asigna-
tura : ora, islo nln merece resposta, c sd diiei que
Quem por I roejulga. me nlo olfende, |m[s o
carcter do Sr. Lopes nao daril pfame rallar cm
-.niel haue cousa, i nem eu me sujeilaria a uma lal
Taraia, e anpello nasle caao pat u o publico sensato
que me Tara a devida justica.
Eis, Sr. redactor, i minha oipliciflo sobre o fi-
gurar meu nomo contra o Sr. .Manuel llenriquc,
cora quem eslou e sempro estive proinpto a -..Ilm
a mais dura persegulcito, e csle'Sr. bem sabe de
minha Icaldade, que, por parle dellc, uio careca
esla oiplicacao, mas a taco ao publico em gcral.
Nao posso dcltar do Tazor a Justica ( papel) um pe-
queo repara, e vem a ser o nulo julio que os nies-
ntos redactores Tatem do Sr. Manool Itonrique, o
julgando capat de ludo, quando Me Sr. lem dado
eviilieranies prnvas de sen carcter sizudo ; c ha
mais de 18 aunos oceupa nesla comarca os maiores
emprogos, c nunca sua honra foi polla era duvida,
ora prerlso baver iulrigas de cclales'!... E quem
dira que um peridico, que se denomina Justica,
fosse este nicsmo o acoile da honre de um cidadla
que nunca o oTfendeu, e que al he eorreliaionario
politicn..
Mo lado, Sr. redactor, he a poltica de nossa
Ierra, e cada vet mais me eonvenco, que nu
silo os I..uncus desla poca ( ralla cora ambos os
lados que inTelr/mciite divdem lodo o Brasil),
que liio do tolicilar esto Imperio, porque os
poneos que de boo Te Irabalham para esla al-
mejnda Tcltridade (rabalbam de bable, |kis que
nao deitam cliegar ao lira que ellcs dcsejain ns
niiulns quo nos CUTIclea scgttcm um lllllnr pro-
prio desrcgra.to: einllm, senbor redactor, dirci
ao- saibores da Justica, (papel) quo sendo ellos da
justica, lizeram a maior das injusltcas ao carcter dn
Sr. Manool llenrique, adiando digno que osle Sr.
e seus ronipanbeiros, m |>or suspella, fonem presos
c rccolbidos no calabouro do Rio Formuso, c fossein
nivcllados com verdadeiros criminosos c relos c-
rravos?... Muilo podem Iulrigas de elciclcs. Per-
doem os senhores da Juslica, se cm alguma palivra
os aggravci, se assim surlir ereiain que s foi dislo a
causa a curten de inhiba fraca coraprchensao, |his
que nao cendemno o quanlo obrou a Justica nesla
causa, c s rae admiro.
Ib ojo Novo 8 do marro de 1853.
Sou, Sr. redador de Vine, alien, i.,.,, patricio o
obrigado criado Manoel Caldino ll'anderley
l.ins.
P. S. Esla evpnsico ha minios dias esl (.ala.
pni .i nin Toi logo a Talla de portador, e por sao
nao causar espauto a demora.

COMMERCIO.
PHACA 1)0 IIECIFE 10 DE MAIO AS 3
HORAS DA TAHDE.
Colarcs ofllciacs.
Cambio sobre Londres a 28 l|i d.
Frote para .. Meujlerraneoa 55|-e ."> por cenlo.
Me-, nui.i c 0 l|2 pur cenlo por lelras de 1 e 2 me-
tes.
Compras de assucar.
Atracar bronco 3.> e .sorle a 28000e 29l50is.
por arroba.
Mascavado regulara 18350 e 1*180 rs. dem.
ALFANEUA.
ltai.liincnlo.lo da la9 .... S9:JS9H.1
dem do .lia 10....... 5:20:lc.2SH
It:7(i297:ll
Desearregam hoje 11 de malo.
uiicricaiiu Charlle F. Tay firinlu c
Imlachinbas.
gle/a Laura Campbell torraba do
trigo.
igloz Pltcenician lariuba c bolachi-
nbas.
irucKuriiHo Lamartine mercadortas.
glez ll'alte Buine bacilhuo.
igloza JCeatans nicrradorias.
CONSULADO GERAL.
Hcndimcnlo do dia 1 a 9 ... 16:371J>V.<>
ll.un slu dia 10........3:1)538517
Patacho
Barca i
llriguc i
llrigitc i
Brlgua i
Escuna i
20: to* m;
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimoiiln do dia 1 a 9 1:307. I _
dem du dtu 10.........'iir,s'.i.i /l
I:I393.V
RECEUEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DU PEHNAMIILCO.
Rcnilimenln iluda 10...... 5328371
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiiilinentododia 10......1:582rfiliti
MOVSMENIO DO PORTO.
T
<;ini!iKsro\i)KM:ii.
EDITAL.
Srs. Redactores. Apczar de viver retirad...I
embales da poltica, a qual s iulcressa a cerlos hu-
mens, lodivii vejo-roc forcido a iacommodi-laa,
para mefezerem o obsequie de publicar leipealctoi
que passo a evpondcr.
I.cn.lu casualmente utn novo peridico denomi-
nado Juslica de 2 de toaren prximo pasn-
do, depare! com raen nomc em urna representaran
reilaioBtm. presidente da provioela por varia
olcilorcs.la comarca do Hiu-Formoso, na qual, com-
q.iaiiiu se nu lira inloirameulc o mllindrc do Sr.
Manuel llcuriquc, com ludo me compromede, a|>-
parerendu o nieii nomc cm urna cousa que mais ou
meaos be contra u inesino Sr. c oulros, por isso (levo
narrar como Toi meu nonio assignado.
No dia 10 do dezembro do atino passado, dia em
que o collegio oleiloral do Rio-1'orraoso suspctideu
sous Irobalhos, para consultar a presidencia uilo
sei que equivoco, Tui eu despcdir-inc do Sr. Jos
Antonio I .upe-, na qualidade do amigo, quo ha mul-
lo cnlrcliiihamos boa imitado, rbogando alli achoi
a muitos Srs. oledores da diver-as Treguezias, os
quaes com o Sr. Lopes, mo convidaran, para assig-
iim papel, quo alli se oslava assiguaudo, eu
respond, que duvida nei'liunia punha ein prestar o
eu nnino, rom tanto que fosse justa a cousa, o quo
u nada l....e coulra n meu pan-ule o amigo Ma-
.el llenrique, o talos me iospou.lcr.im, que nada
a ...lira .til Sr. ; enlao convi.n que a,-i:;iia-. o
meu mime, c p... cuuli.iuca em aquellos Sis. mu. li
lal papel : ora. nao liana eu suppur .pie eleilo.e-,
que volaraiu no-.'ol,I., do Sr. Manoel lla.ii i.|.ir,
sobre ucloicio do collegio, se issignastem era utn I
um
II Di: .Simo lyt/uc de .liedlos .lunes de Brito I
ale;, jai municipal supplenle do termo tiesta t
dude por S. M. I. e Constitucional, que Den*
guarde, etc.
Face saber qac, peto Dr. Adilino Antonio de Lu-
na Freir, juta de dircitn Interino da primeira vara
da comarca do RcciTe, me Toi participa, o
invocara para o dia .30 do correnlc me/ de
linio, a primeira sessilo ordinaria dcslo tormo, rujo
sorleamenlo levo lugar hoje, e para u qual lahirliu
sorteados os 18 juizes de Tacto que teteguem :
Francisco Jos do Ainaral.
Jusii Mauricio Tciteira de Albuquerquc.
Rav mundo Jos l'crcira Helio.
Francisco do Rcgo Barros.
Antonio Joaquinido Nojosa.
Francisco Carnudo das Chagas.
Jlo Antonio do CarvallioCerqueira.
Frincisco das Cbagas Salgueiru.
Antonio Pinto de Araujo.
Jos (crimno de Lira. .
)r. Antonio llore-ulano de Snuza Handeira.
Caetano Alvcs de Souta Filguciras.
Manoel Esleves do Abreu.
Dr. NuaoAvque.loAlvellos Aunes do Bulo Ingle'
Jos (ortuanu 1'avaiM.
Jlo Antonio de Carvallto Cerquoira Jnior.
Jos de Barros Cavalcanle.
Antonio Lobo Alhcrlim Miranda llenriqucs.
Jote Xavier Cavalcanle da Uncha Waudcrlev.
Carlos Morlns de Ahncida.
Bernardn Juaquim de Azcvedo.
Autouio Augusto da Silva (amato.
Manoel Antonio Alves de llrilu.
Jos Leonardo de Avellez.
Braz Machad.. Pi.uenlel.
(aasnie Damin Garrete.
Marea! Beierra de Paula.
Filippe DinU (tvalranle.
Manuel I eireira da Silva.
u .la l'urciuiirttla rerreira.
/Vacos entrados o dia 10.
Mar Pacifico leudo sabido de Now-I.oikIoii lia 2
no/os, salera aincricana Mogul, capillo Fil. li,
arca azeilc de pcixo ; ao capillo. \eio reTrcs-
ar e segu para Nevv-Loiidon.
Rio do Janeiro 2 dios, briguc inglez ,/o/i Ar-
llier Prichard, de 107 toneladas, capilao Samuel
James, cqipagcni 10, em laslro ; a Dcane Von-
le & Coinpanhia. Ficou de quaronlena. 1
Montevideo -23dias, litigue Tranceztl DoradoJU
de 185 toneladas, .'apilan J. Mazo, apupase."**-
10, em lastro ; a N. O. Ilcbor & Coinpanhia.
Rio do Janeiro 23 dias, barra ingiera Chrisltin
de 351 toneladas, capilao II. T. Saundens equl
pasan II, cm lastro ; a Dcane Youle & tonino
tibia. Morreriiu un viageiti 4 pessoas. Ficou de
quarculcua. ,
Montevideo :li dias, escuna dinamaiqucza Jo-
Itanna. de III toneladas, capillo loniat N. Je-
sen, equipasen! 7,cm laslro ; a ordem.
Rio Grande do Sul pelo Rio do Janeiro 22 das,
brfgue brasilciro Magano, do 221 toneladas, ea,
pilan Manoel Comes de Olvcira Magano, equi-
pagem 13, carga carne secett e mais gneros; a
NovaesM Cutnpaubia. ,
Rabia II dias, barca 'raneen Lccermer, .le
230 toneladas, npilae l'ej.m, equipagcnt 5, .
ga assucar ; a Lasscr & Cunipanhta. \ co a
liado a esto porto |ir lor perdido do sua Iript
rilo 5 pessoas na viagem o licou de quarcnleni
h,
1 fj
In
A
l'i
ni


n.
5
Je
ia'
I.
jojo Cancio Prospero Mnnlaiiha.
I ,j/ (ionios Fcrrcira.
jjanocl Viclor do l.una.
i) Piulo ila Silva.
Cav alcaide ilo Albuqucrqitc.
j, francisco Ribiro le Souza.
Amador Alotsndre Jos Uornellas.
Manuel Escarias da Silva Braga.
n Diooizio Gomes do Hcgo.
jo*1 Manocl dos Santos,
orlirio Antonio Esleves da Silva.
\ iiiiinio I ihi'i't* Manuel de Chrislo Leal,
luir Joa (iouzaga.
Antonio Nunes de Mello.
Ivo Corroa l.iina Wandertev.
francisco lu/ Viraos.
ttt i|uaC8 bao de servir durante a referida sessAo,
l>i.1 que sao pelo prsenlo convdados, devcndo
comparecer assim como os inloreesados, no indicado
da, a* 10 lioras da manhaa, sob as penas da Ici.
I. para que chegue a nolicia de lodos roaudei pas-
ir o prsenle, que ser afiliado nos lugares mais p-
blicos ilesle (enno.
liado e passado ncsfa cidade de Olinda aos 6 de
ni .m de 185:1. Eu Fllippedo Naseiinenlo de l'.i
ri.i. csrrvao escrevi.
Ur. .Vano .ijy-ul de Altello Annes de Brilo Inglez
Flor do Curuript: quom quier earregar nu ir de
passagem, dirija-se a rua da Cadeia dQ Hecifo n. 19,
prlmeiro andar.
Para o Cear e Acaracii segu uestes oilo das
por tcr tratado quasi todo o carrcgaroento a escuna
.V. Jote; para u reslo da carga e passaReiros Irata-se
na rua da Gru-do Hecife, n. 33, cin casa do So
Aranjo. .
Para o Rio de Jancirosnhc com nimia brevjda-
deobriguo nacional Sanitario, para carga, passagei-
ros e escravos a frote, trala-sc na rua do Collegio u.
17, segundo andar, ou com o capilifo a bordo.
l'AKA O PORTO l)F. LISBOA.
Pretendo seguir com a brevidade possivel, a bar-
lirasileira Iluda, para o quo lem parle de cargo
prompla. yucm na mesma quiur earregar para
qualqner dos dous portes, ou seguir de passagciu
para o que lom bous commodos, ose aliauca l>om
(ratamentu, podo drigir-se a tratar com Amorim
1 rin.ii i. na rua da Cruz n. 3, oucom o capitn Ben-
lo Josd'Alinciila.
5
Os posstiidores dos hillictcs nbni\o] Aluga-so o quarlo andar do obrado da ruado
declarados, du segunda lotera do estado iSSnIe!"-
sanitario, cuja lista acaba de chegnr do
Rio de Janeiro pelo vapor Baliianu, po-
dra mi- receber os competentes j> cunos.
Quartosn.127.......10:000,000
Mein liilhele n. l,r)2. 4:000.000
Quiirtoii u. 4717......
>. .. 1613......
Oitnvos 2180......
e iiiitrns premios de 200,000
1:000,000
iOO.000
100,000
c 100.000
LEILOENS.
DECLARAQOENS.
de
III
(I arsenal de marinha compra para as obras do
inellinramenlo do porto, canoas novas ou usadas
ein Ihiiii estado.
A ordem do subdelegado do Poco da Panella,
for.i rcrulhlda a cadela por andar fgida a prcla
Ucrnarda, escrava, que diz morar no ongenhn Mas-
sansana : pelo mesmo subdelegado lambcm foro
a|ipri'lieudido um eavallo riisso, os sonhores de una
c oulra cousa eoinpnrcoan com os seus ttulos.
Pela sulHlelegacia do S. Jos do Hecife se an-
ilina m na pprohensAo da preta Mara Benodilade na-
c.l.i Angola, esrrava, que deelarou ser de Mara d<
Santos, moradora em ro d'Albo : quem se julgar
i-oiii dircilo a referida escrava, aprosenle-sc nesta
suMcIcgacia, quo provandu o dominio o posse. que
nclla lem, llic ser entregue.
O procurador da cmara municipal drstn i i-
il.ule pa virtud! de ordem da mesma cmara, adia-
se auloi sido a vender os ljollos, cal e sement que
scarhain pruvimo aomatadouro das tunco Ponas:
as peasoas que quiercm comprar os materaes cima
iiinii inii.iilus, dirijam-se ao paro da mesma cmara
lodos Pela adniiiusIracAo dn mesa do consulado de
lYinamhuco precisa-sc comprar, pina o c*|iedicn(e
la mema os segundes objeclos, a saber :
_'ii i canas de papel azul primoia sorle.
2u ditas de dito branco primeira sorle.
lIi ditas de dito almaro ordinario.
I dita de dito mala-boriao.
1 dita de dilodc |ieso primeira sorle.
2 ditas de dito meia olunda marca maior.
.'.lilas de dito dita marra menor.
.VI -'arrufas com linla prela.
IMHI pciiuas de secretaria.
I grnsa de lapes linos.
Niudssosdc lila oadaoo largo.
S ditos de dita dilo eslreilo.
1 duiias de lioneras de giimina-nraliica.
100 massos de obreias ( cor encarnada. I
1 peca de paliuo de linlio lluo.
2 duzi.is de quartinlias.
2 espauadores grandes.
I panno para cobrir banca.
ls livros grandes para csrriplursto.
1 quadoriHH ein papel paulado.
As pessoas que liverem ditos cueros, compare
rain na inosina rupai licito nos dias ules das U hora:
il.i maullas, as 3 da larde, munidos das romiietciilcs
amostra* e scusprecos.
Mesa do consulado tic Pernamliuco 10 de inaio de
1833. O cscrivo,
Jm-ome (erario Mara Lumachi de Melli
- O agente Olivelra far lelliio em um s lote, por
ordem do cnpito. Williams, em presenta do Sr.
cnsul de S. M. II., e porfonla e risco tlequem per-
tencer, de varios salvados do navio iuglez l'rince
Arlhur i ri'i'iilr.......Ir naufragado os quaes se
mil.mi sob a guarda da Sr. padre Bonifacio, domi-
ciliado no Cobo, e cuja listo ser aprcsenlada no
aclo do leilao ; c assim mais ser incluido no mesmo
lote, as ancorase amarras, eslaes, rordoallia, mas-
(areos, mastros, vergas, vcllamc, ancoreles, tres vi-
radores, dous clironomctros, c juntamente parle do
casco do referido navio, os quaes arligos, |mr se
acharara sobre o Recifo d'aquellc limar, scriio ven-
didos a risco do comprador, escoplunudo as referidas
elironomclros pcrlciicenles ao dilo capitn, que oire-
rece recompensa, rorrcspondcnle ao seu estado,
a quem ilcllcs llie flzrr entrega : sexla-feira, 1:1 do
crrenle, ao lucio da em ponto, porta da ossocia-
co commerrial desta praca.
Eduardo Bull leudo de relirar-se d'esla praca,
farii leilu. por inlervcneao do aueule (lliveira. no
dia lerca-feira, 17 do crrenle, s 10 lioras da ma-
nb.i.i ein poni, de Inda a mobilia (lesna casa, con-
sislindoem cunas, marquezas, sof, consolos, mesas,
cadenas, aparaduies de mesa-, guarda roupl, es-
pclliu |iara sala.relngiude ine-a, vidros.aparelliosdc
mesa c cha, mu eviellenle piano fui te qnul novo, e
.....o livraria coin mais de 190 Ionios dos melliores
autores france/es ele.: un limar da mu residencia,
defronle da Mirada nova de S. Amaro, sobrado do
Sr. Jos Gomai Leal, Junio ao da 8r. viuva de Joo
Mara Seve, onde euli'ora existi O Collegio deno-
minado S. Aulonio.
iVeham-se a venda os bilbelcs da 58. lo-
tera a benelieio da Santa Casa da Miseri-
cordia, corrida a 30 do uiez de abril ; a
lista vira' pelo vapor nacional oiiinglez
de 19'a 21 do corrente, os premios lerfio
da da lista.
iVVISI) A COM.MKRCIO
Os abaixoassinuados contiiinam
a tranquear a todas as classes em
eeral os iemtornintotdeiaz6i>*
tas por baixos preros nao' me-
niis de una era mi iiiiin (lu/.ia,
BWE
Paulo Gnignou. dentista.
Podo ser procurado a qualquer hora em
sua casa na rua larga do Rosario, n.
36, segunda andar.
Arrenda-ae o segundo andar da casa da rua do
Caes cm Fra de Pollos: trata-so noescriplorio do
V. A. da ('.mili,i \i'... rua do Vigariv n. II
THEATRO DE SANTA ISABEL.
_U\TA Fi;ill\ HDE.li.U0 DE 18S3.
^BENEFICIO DO ACTOR LUIZ CABX.OS
SE AMODO.
|)i<|)oisde tuna escolliitla ouvcrlura, subir a src-
na pela primeira vez nesta empreza o excellenlc
Irania ein 1 arlos
O SONHO
OU
0 FRATRICIDA.
Deiwminanlo don ocios.
I. O fantasma.
J. i ls leinorsos.
.1. A senleni;.! de morlc.
1. ti somnambulismo.
I'erwiagttu Srs. arlara
Kdiiardu Conde de tilenloriic O beneficiado.
Allredode tilenlorne..... Bezcrra.
Hodolplio, capitAo das guardas do
ronde.........Sena.
I1 i -n.i lilli.i......11. .Manuela.
Ricardo, .valido do conde. Mendos.
l.oid Slcrson......, Scliasliao.
J.upies |>escador......Lisboa,
ISHjglIi-cliiwui- ....... Coala.
I ) Soldados.
141 Jouas (.......Sania llosa.
limes, sargento......Buzendo.
Sidilados.juizcs, etc.
A srena passa-se no condado de tilenlorne.
Iriniiii.ii.i u evpcelaculu ruin a nova tarca fin I
161
Quarla felra 11 do tor-
reute, as 11 limas da ma-
nlifia o agente Aiituiies
fai leilao em BOU inin.i-
zem, mi rua da Cruz u.
l'i, do trastes de ludas as
Dualidades, iinvus e usa-
dos, videos, limen azul ,
n metal, caluagai de dlla, qua-
oloridus, ISO ehapeos de pello
feilos em l'nuifa, podras de video coin en-
feites pura escriplorio, um cabriolel de patente er
mnilo li..... oslado coin lodos os arreios, e oulrus
iiiuilus objeclos. No mesmo dia se far lainliem lei-
l.iu as ]-2 lioras da mauliaa em ponto, de aluiius es-
cravos crioiilos de diversas idades, entre elles, al-
uuns uiuleiiiies e molaliolios de hunilas figuras, que
lulo de agradar aos compradores.
tima pee
a dinheiro, on a pra/.o, ( nil'iu-uic
se ajuttar : no sen ai'ma/.cm da
praca to Corpo Sanio, estpiina ta
rua to Trapiche. n. 8. Ros-
tron llookcr tV Companhia, nego-
ci.'iiiies inglezes. OS memo$avi-
SiioaoicsjieiliiM'l pitlilicotpteabri-
rarn no tlia 5 (lo coiit'iile me/, a
sna luja de la/cinlas da rila (lo Col-

9
f
le
;io (
rgida
no de
lucir
AVISOS DIVERSOS.
E-
171
arto
O MEITPAISINHO.
\.' ipial a Sr. Leonor Orsat deseinpenbara
lie- papisdilTereiiIcs entre elles o inlercssanle pa-
pa de murajo.
Permiiagtm. Adores.
{con.......... Costa.
AI""'.o........... Santa Bosa.
AiiiI>i.,/Jo......... Jorge.
"ucnliin......... Pcrcira.
Boroluea ,.....O. Onal.
'"peina......... Kila.
II heiieliciado nao se poupara despezas para (pie
(drama seja cu-culado com toda a pompa que requer.
r Sciidii este o priuiciro espectculo que o liencil-
lo lem a honra de olferecerau illuslrado publico
la cidade, espera merecer lodo o acolbimcnto e
Ore
anlc dos bilbelcsaclia-sc venda no bolcl
o rua do Trapiclic n. c no escriplorio do
AVISOS MARTIMOS.
PARA A MUA.
I* \ui Kguir com brevitlade, por ter
Caiide parle to seu cairc{j:imcnlo Irala-
00, o Iliate nacional l'orluiia, capilio Jo-
ro Moreirn Ros: para carga, ou
na rita do Trapicbc
_ -- r----
'leprimeira marclia,
se Se
passaciiis Irata-se
n. 10, primeiro mular.
PORTO E LISBOA.
A barca portuguesa Patptctc Saudade
segu para aquel-
es poil(,s com milita brevidade, por tcr
I'""" o i'ariejjaint'nto completo: para o
resto da carga c passageiros, para os quaes
te extrllenlcs commodos, trala-sc com
Ocapitao na jiiaca, ou com os consigiia-
lanos N'ovaei di Gompannia, na rua do
Trapiche n. 34, primeiro ailar.
Para Babia segu iinprclerivclnieiilc no dia
a (lo correute i garopetra Ucraeiln, pora o resto
caiaa Irata-se com seu consignatario lloininuo":
oes Jlallieus, na rua da Cruz n. :>.
riel, i '";l ''4'"''1 "a,,e ni brevidade a nmilo ve-
J iv ,:"r,u'i"m" Maria JmAc que be rapi-
''"'"' rerieira l.cssa: |ara carga ou passageirus,
para oque lem mallo bous commodos. trala-sc com
""cisco ScuTiano Itabello & Killio.oucom ocapi-
, na praca do rommcrcio, on a bordo.
PARA O PORTO POR I.ISBNA.
l'" .lrcil A. .''. ila lloa-viaoem, ciipillo Antonio
I ,''""a 'cite Jnior, segu com a maior hrevida-
1 I1".....a misma quizer carreuar ou Ir de pas-
. para o que lem os melliores cuiiuiii.dos, diri
l\m ,lu'"l"l'llo de Kram-isco A. da Canda &
lu.u'i'" IJ'r""''Vioari"n' "' aocapilflo na
IUO HE JANEIRO.
una Socleade Feliz pretende seguir com
, "'"de; rerobe rarga e passauoiros: Iraln-seeoin
l i" ''" M"reira, ao lado do Corpo Santo,
J" de inassanies n. i, ou com o capllo Joatmim
'!< Santo,,^^ na praca.
r lera maior pm le dnrarreganionlo promplo,
unir para a Babia, rom brevidade a ga-
i'ifiio, e p.u .i o resto Irata-se rom o ron-
- aiarm li.,ii,iWK .||, m.Umju,, noscuescrlp-
la Crin M, primeiro andar.
Aracalv sabe com brevidade o dale
.les
Pretende >.
roiwira /.
Para
I'm pantoque, da (ianca a sua coaducla, se
olerece para ludu o ervicn : a fallar coin o Sr. pa-
dre ineslre .Manuel Tboinaz da Silva, na rua du So-
bo da Roa-Vista.
Ka rua Augusta n. !li, por rimada venda, pre-
cisa-se alugUr animaliiii'iili' > eacravos, quem os li-
vor pdela ir rom oeviesinosj puis a vista delles se
far o ajuste.
THEATRO E SAMA ISABEL.
Roga-sc ao empresario do lliearn de Santa Isa-
bel, que baja de mandar numerar as radeiras das >
ulliniasul'ilius para COmmodode ilglllls espectado-
res ; espero que nao l?/rail.
Ileclara-sc que o aviso de Antonio Vrenle
Cuimar.lcs, que diz relirar-se para Anyola, d*onde
be natural, lie perleiirenlc a mu prelo forro.
yucm precisar de una ama de leite, dirija-se
a i ua Direita n. 13.
Prccisa-se de um liumein forro, sem familia,
ou eseravo para pasturar aleimias vaceasein um si-
tio perlo desla praca, e tirar o leite, ao qoal so da-
r sustento, c o que se ajustar, em a rua da Suleda-
decasa ii. 1-2. roufionlc a senda n. II.
.No dia 12 do crrenle me/ de inaiu, ua porta
do Sr. Di. jiiiz de oipbaos, lera lagar al 1 limas da
lardea arrciiialac.ao da e-cr,i\a parda, que linda S-
du aiiiiiinciada paran dia 2S do inez proilmo pas-
sado, no Diario delit!, e Ti i\*\ diloinez.
Preeisa-se de una pessua forra, ja de idade,
para ama tecca de una crianca ; quem e-livor nes-
las ciiTiiiusliineias dando abono a sua conduela, di-
rija-se a i ua de s. Francisco, sobrado a. H.
Para a lalierna da rua dn Collegio u. I(i. alier-
lade aovo lia pouco lempo) precisa^odo moa uestoa
com as babililaroes uueessarias, para lomar conla da
incsinn por balance ; da-semtiilo bomordenado, nu
sociedade nos lucros : a Iralar na inesina, ou na
rua doljicimado u. 10, segundo andar.
i'cdc-sc ao Sr. empresario do lliealro de Sania
Isabel, que lenlia a bouiladc de levar sceua o mul-
to a|iplaiidido drama tirara de lieos, de rujo favor
llie lien.. siiminaiiieule ciato. O aiiiijonailo.
Srs. Redactores. Uincasoque sem duvlda
merece alguma BlIOn^So, acaba de ler lugar no
qiiarleii.lo du ineu domicilio. Eisu caso :
Cm rapa/de ba eunducla, reqiiesla\a tuna moca
orpliaa lilha do tinado J. K. C... c prctiudendo ca-
sar-sc coin ella, fui pcdi-la 00 sen Inlin e.le llic re--
pondou, q......ada decida sem que piimeiro inler-
rogatM .'......nina a esle rcspeilo, e seudo-o, pola,
esta llie responden que siui, eque loria nissu eran-
de prazer. -Mas, os manos a cimbados, ou por an-
(patbaquc livessem anr.ipaz.oualguma lalrigapar-
licular, oppo/eram-se forlemcnle, dizeudo tpie nao
consculiriamque ella easa-se cun tal pelinlra.e para
louo propozeram-se a iiisulla-lo, ullrajando a sua
bunra ruin eslupidus e iusuleiiles pasquius que pie-
gaxain pelas e-quinas, e al fora'ii em sua presenca
espaiifar o seu relalo, (pie elle dra a dita moca;
mas, elle com milita prudencia loioava-se ceg o
surdo a todos estes insultos, lornando-os cun islo
anda mais colricos c embravecido* por verem a
neuliiima iniporlaiuia (pie elle (lava a ludo islo; e
romo elles prociiravaiu o ineiu leo fa/er res-enlir.
fornni buscar mu pobre diaho caiveiro do nina ven-
da,viudo liapuiicuilo Algarve, o levaram-no emum
carro com a dla moca para a Capunga, di/eiuto le-
\arem-na para o convento da Gloria ; mas ella tre-
men em preaenca desse bicho, que di/iam ser esta o
lioiuem i|uecscolliera para sen esposo. Na rcalida-
de, scnboi es ledaclures, lie um bicliu que apenas se
parece com a lenle: apenar de empresarem indos
us lucios seductores para ohlerein o siui, ella, cu-
tan corada c ebeia do pudor peraule um buiueni que
iiu aniava einnuulece, e nada decide !... ets vol-
lam ralvoaoa, proeurandodo novo vingarem-ao i\o
pobro mo(;o.
No dia leguinle foran em presenca de nina au-
loridade. apre-eiilando urna fal-a denuncia, de (pie
o rapaz era um pelinlra.e que difainura a inenina,
a auloridiide Iludida |ior esses inaullanlea, o fe/
prender. Ora, seuliorcs redaclores.be difamador
de una moca um rapa/ que pretende com ella ca-
sar-se '.' be pelinlra um rapa/ que esln preparaudo
nina rasa para eslabelecer-se '.' tiilaooquoscr.lo os-
les seus detractores, que andam pelas mas vagando
dia e imite, f que pregam pasipiins t
Dizem que nlinal ella mo pudendo resistir lau-
tas soducees, dra o sini c que ja ludo se prepara
para os cspi nisaes ; mas, quem sabe te esse siin Irs
alguma conscqiiencia !c que al leuios sslo no pro-
prio diado iccebimenlo as cousas lo......em nu\a fi-
gura '.'! (pieni sabo' !
Digneni-se Srs. Redactores, dar publicidade a
corres|ioiulcneia supra.quc niuilolliea gradecer o
Bspreilador.
O abaixo assignado pliarmarruliro approva-
do, morador na rua do Itaugel, casa n. 7, nao leu-
do feilo o abundo, que se acba esl.uupado cm a
columna quinta, pagina lerreira, dos avisos diversos
do n. mi desle jornal de II) do correule, c nao ba-
vendonn mesma casa mneo algimi, quo enlenda de
liumieopalliia, cscoflereca para caiveiro de botica;
ruia aos Srs. redactores, cvpli(|uem, e dcclarcm a
razAo (pie lveram para publicar o mencionado an-
iiuneiu. Jote" da Cruz Sanios.
Bein que nao seja dislituida de jmpcrliueiu-ia a
rogativa do Sr. Santos, julgamos todava convenien-
te declarar-lbe lulo termos lidn oulro motivo para
publicar o annuurin a que se refere, seno o dircilo
geralineule reconbecido de pnderem lodos foxenuas
[ubliraccs, com tanto que bajam de responder pe-
,i- abusos fommctlidos, ua eunformiiladc das leis
dopaic: loquanloa legalidade; equanlo a nossa
conducta parlicular lbc dcclaramof mais que, nao
devastando o tal annuncio osanluariu de f.uiiilia
alguma, nem a vida privada dcqucn quer que seja,
procederiamns sem razao se o reuelasseuios ii quem
im-lo Iiouve. Os lili.
Passcio Publico n. 15, di-
K'loS SCIlIniIVS JtlSc' ViflOli- BS)
aiva o .Manocl Jos' tic Si- M
Pilanj'a, para venderem fc
nu- atacado c a retallio. (jl
LoterK de nossa senhora do
ItOS.MtIO. .
No du 1") to corrente, ;is \\ botas da
manlifiu, ananmat rodas deata lotera no
coiisisldi-io da (jreja de Nossa Si'iiliorado
l.i\iMinciiio, o restodobilhetesnchnm-
Se a \i'iida nos lugares ti" cnslinnc.
PrerMM alagar orna ama preferiodo-ae |>rc-
la( <|u<' mIIhi coxiiiliar c enKoniniar para lodo o aer-
\ioi ii ana casa ilo pequoia familia, a Iralar na
rua ealroila Roaaro( Iravcwa par*) ilu Qoetina-
!< luja .! miadetM n. ls-C-
I'rcrsa-sc ilc urna ama para linio o ei\ii;n jn-
leniu (l(> ulna rasa do powa amilia : Da 1*08 la Cruz
lojii de harlicro n. *>3.
Arrenda-ao um eagcnlio monlado rom -i" ee-
cravoa, -" bola da crrela, o :, anlmaei de nula,
mua yr.tmle (Jislllafflo, unta sala |iar.i lies mil piel
deaaaacar. grando porfflo doroeaa maduras, perlo
do embarque, o com unirs ranlaseiw njueaopre-
lendonlc M'dii: quem u uiii/er, dirija-sc ao Sr.
Jusr do Helio Allaiqueique rNiilenemu, morador
no raes do Uamus, aogODUO andar du miiro BObrado
de dous indares.
ATTEKCAO.
Tlram-te pn-isnimrles para dfulru e fra do impe-
rio, roiiias corrloaa, litlos de residencia! despa-
clinm-sc eBcraToa, .lado por proco raioavue cum
muila rnpide/ : na i ua da Cadeia de Satilu Anlnnio
lo, primeiro andar cm que lem c>erip(orio o ad-
ifiado Joa Narciso Camelo, se achara comojaem
halar das *) lioras da maiiliiia as :t da larde nos dias
uleis Mmenle.
.1. Jacob J.upiH'kcr, sui-Mt, val a Europa
Joaojaln l'inlu Alveadoixoa de serrai\eiru
da c,i-a do liuailoCaelanu Pcrcira <.oneal\es ta Cu-
nli.i, desdo o da 6 de inaio de 1853.
Mu i. do jimlio em diaiilo, aloga-so o segando
andar da casa n< H, da rua da Aurora : quem prc-
lendcr, enlcnda-c comolllnie Sr. Juau Piulo de
I.cilios Jnior, morador no primeiro andar da mes-
I? GONSt'LTOltIO I1OUEOPATUIC0 H
'& Uoaaet Binionl, proftwtor'do lioiaeopalhia *^
0- pela catla <\>* Hio tle Janeiro, ronlimi a ^
^i" dar consultas grttlh aos pobres lodos os dias 2
Uleis, das S lunasda manliaa alao meloda *R?
0 no sen consultorio rua das Cruxes n. "is. ^
AlUffa-80 llln filio ruin caa (le Mvcinl.i ale
ihiv.....lu) |im 50 i. : mi rua alia/, ila Mal i/ ila
lloa-\ isla. n. It.
l'tMiIra-sii no dia 211 du panado, nina a/eilri-
ra di' cairn,iiov,i ; pede-te a neasea que arlion, que
leveao aleo ila Boa-Viala, ein rara do Sr. lliauol
Segclru, que icrn neneroaanienle recoaiponn.tlo.
>' horro l.art;o do Hecife, vuinla (|ne ^ ir.i pa-
ra a Sen/ala .Nova a. illl, lew 'arras rom perleflO
iiiillui, a 7-SHKI ra.
Aluga-M un prelo para o sciv iru de ama rasa,
ipirin o livor ilirija-sr a rasa do lacrlllAoUa orileni
'!." ile S. 1'ianiisco,
No (il.iu do Terco, lobraao ipie faz quina para
os Matlnius, tMifeila-sr liamlcijiis iiioilcruas, do mc-
llior loslo (pie he possivel, rhcuadiis lia pomo de
Praaca.
I'ede-sc ao Sr. J. A. du .M.,,1.....ador perlo de
Naiarclli, o obeequle de pasar -u.i letra vencida
de ls:iNJMI, i|iic deve a nina peawa d'uoi enuenhu,
junio a S. Aiildu, cuJoaMgaaioalo o pode ra/.er na
na da Cadeia du Itt'.-ife n. til, se pois n.io pagar
CONSULTORIO CENTRAL 110.MOKO-
PATHICO DE PERNAMBUCO.
Kua ta Cadeia to Ueeil'e ti. 51, primeiro
andar.
Uicas rarlciras de incdicaiiieiilos lioiimiipalliicos
preparados se|iundu ludas ns rearas iharmaro-du-
namlctu, conloado de 21 a Itid medicainenlus.
Ihuii-ac de araca os livros imtisponsaveis para a
pralica da hoauBonaila, liem ruino regimeni im-
pressos para direrrflo das dietas lis pessoas nuc roin-
prareni bolicaa de 18 niediranienlos para cima.
Il.un-se taiiiheni de uraca vidrus da nicllioi tin-
tura ite rnica, MEDICAMENTO IMHSI'ENSA-
VEI. A- TODAS AS FAMILIAS.
A inperloridadl do medicamentos da botica do
cunsuiiuiiii eealral honMEopalblco de Peroarokoco
.i (u/(i.< os oulrot i/ue por ni/ni lem apptrtcido, ic-
rlficada na clnica du Sr. Ur. Sabino desde I81S, r
ior iintitn* pessoas gat os tcm etperlnunlado, t
irconhercm seus prodigioso! r/feitos, dispensa de
i/uul'/urr rei'i'iiiinendacao.
Cada vidru de medicamento cm Halara jtHH)
Tubos avulsus a............., I^MI
A. /(. Todas as rarlciras, que sabirein dla fo-
lien, levaran una nula dos inedicaiiienlos com o
emblema cima estampado.
& <;(>siTT()itii)iii).\iiiwrrArifM(()r
|9 Rua n. t, irimeir andar,
Jos Firmo*Xavier d consullas craiis aos
pobres, oprasla-ee a qualquer liora a quero
se diiijir uiTiipa-lo, landi para donlrocomo
i fora daridatle.
;o i*
CIDADE.
Paulo Galjmou, dcnllsla receben auna dcuii-
frire do Ur. Fierre, esta amia molienda COfAO a nie-
Ihor que lem appareeido, ( e lem muilos elogioso
seo autor,) lema propriedadedecAoserva a bocea
cneiroaa e |>re>er\ir das dores de denles: lira o
tzosio desagradavel que d em acral o oharulo, al-
Bumas uoias dcsia u um ropo d'asua sao suflleien-
les; lambein se achara p doullfricc exccllenle para
a conscr\aeao dos denles : lirua lama do Itosario
u. 36, BORUndo andar.
Precisarse tleoiflciaesle [unileiro.
ua rua Nova, n. .18, dciunlo ceiro.
Com aulorlsacXo do Bxm. Sr. nresidenle da
provincia Dr. Prancsco Anlonlo Ribefro, I. I.ui/a
Aunes de Andrade Leal lem aherlo em sua ensa
urna aula para o sexo remenino, aonde se cnsiim a
escrever a contar, grammalica nacional e ariih-
niclira, doiilriua clirlslfla, franee/, Ingles, e OUtra
qualquer faeuldade que os pas queiran mandar en-
inar ai -as flllias, para o que ja* lem conlralado
meslres pata aquellas lcuidadcfl que nao acacha ha-
Itiliatia para cnsinar, ensiua lambem a coser, bor-
dar de seda, de marea de susto c de Troco em lala-
nrra, cacond^, labyrlnlar* e oolras obras de aga-
!has, piopiias desdidilas. A casa (em commodos
para rcccncr de i ai pensionistas, recebe mofas pen-
donistas o externas, mediante mu puco razoavel.
'- |mis que a qni/ereni lioiuar, rouliaiido-llie a
ednrarao de suas preladas lilliiiilia^, lirar.lo s liste i
los pelo auomenlo que ellas lorio, para oipiesepn-
derflodirlgir-se a rua do Kasundes n. .", quem \em
da ribeira o segundo sobrado oo p do de veranda
encarnada. _____
CdNSII/KIR IIOIIIKOI'Alilil V
No Mallo iiiosso, comarca dn Cabo,M dt'i-l
I
IITIT.OS
iissa|Hirles
i rendeiK
para
pa-
denlro desle mea de malo, paajarn pelo dissahur de
ver o sen iioiue revelado*
At.B.NCIA DE PASSAPORTES,
DE RESIDENCIA.
ClaudiOO dn He o l.iina lira p
dentro c Tora do iiujieiio, e Ululo q<
i.....Ii,muchos, coin prele/.a, e ro.....iodo preeo
na i.\.i l'raia n. 13, piiiiieiro andar.
It'ifv'llJ*"'. t'l\H*WIWKIt*K WIWW R.'r'H >^M*Ti^HX*1W7*X*liim <^T..Tv>fc >r^
DALKHKEOTYrO,
\\sa*-se ao respeilaxel publico queoesla- ^
j): belecimeulo do aleo da loa Vbla n. 10,
esli passado para Sanio Aulonio, rua do 3
Uueimado n. I secundo andar, onde o re- ^
tiaiMa poilei ser procuradodas 9 liaras da i
nianliaa as.' da larde; upii os pieicndenles iM
si Ii rao lulciraiueule salisl'eilos, nao spelo *
variado e bollo sorUmcnlo exhitoole para os :w
r retratos, como pela sonielliuca da pessoa ^
_;.; lleluienLc copiada, peloeleclrot\po, o reir- :.;,
lista poisesui promplo A salfsfaicr completa* s&
'a menie aos que < procuraren).
Procutt-so alagar um prelo para (azer o ser-
vico ile una casa de punca familia: na ruada Ou/,
armasen) a. 03*
Lava-ae t* enajamma-ao com asseiue pcrfciriio:
no paleo da Kihciradc S. Ot B. l.
Alaa>ea> a caaa dos arcos no lugar do itrmc-
dio, rom comuiodus para urande familia, eslriliaria,
rom grande ternao para plantar campim. rannas
c ludo o mais que se qui/er ; (em 2 arailes, pocos
d'agua que nao seccam, e '2 eacimlias, sendo una do
beber : a Irah.r na rua do Colleglo,bolca n. .
rrecisa-se de aluuar urna pela escra\a que
saiba vender na raa e seja fiel, paga-so luOOOrs.
por me/, quem ti ver dirija-se a rua de Santo Ama-
ro n. JH.
l'recisa-sc de um amassador parapadaiia, a
Iralar na rua estrella do Rosario n. i.
AMA l>E UtlTB,
l'recisa-sc de urna ama de Ici le sem fillio, para
acabar du criar nina crianca : na rua du Trapiche
No\o n. I, ou na rua da Crat, anna/em u. t).
I'recisa-se de um prelo para o ser\ico ordina-
rio de nina |i.id.11 i,i, para almiar: quem o I\cr diri-
ja-sc ao paleo da Sania Crux n. lUti.
^ A uu\a Leonor Jorge tcm juslo c contra- ^
lado comoSr. Josc l-ourencdu Sihaacom- (
pa dosilio. silo na cslrad.i de llelm, de- ;.(
*'. fronte da propriedade denominadao silio da (j^
cscala.Se alguem |mr qualquer lilulo e ^
''' adiar com dircilo a dila propriedade inider f*
; ilu lui-sc no prazo de H dias, a casa da dila '*'
'i.:,- viu>a, na rua da Cidria de Sanio Aulonio $
$i n. 'ij, primeiro andar. %
Houa-seao Sr. thesoureiro da loleria de V S.
lo Hosai io, de uAo migar o billiclc de n. 'Jll so por
acuso sabir premiado, w ao dous assiRiiados no ver-
no Antonio Jos tioncalves e Mora elliua, oqual
bilbele pordaa Be, e lie a prcsenla lotera que corro
no dia Cldo crlenle.
Prccia-se alagar uina ama forra ou captiva,
qur-aiba co/iuliar: na ruado Creso.i n. 10.
OSr. Jujto I.ui tle Almeida Kilu'in, moradn
ua (idade de Olinda. queira app;irecer na rua da
Criun.W'.
T^Siipieira (^a\alraulc d consullas e medica-*3
raneutos gratis aos pobres, lodos o dias das (3
?Jlmras da maulias a I da larde. *
Precisa-sealugar para casa do |x>uca lamilla,
nina prela cap iva que saiba cnuoinmar e lavar, e
enlenda lambein de ro/iiiha : quem a li\er e qui/er
alagar para este senico, dirija-sc ao souuudo andar
da casa ll, l(> da rua de Apollo.
Precisa-so alugar um sillo que tifo soja multo
pequeo, o que estoja liem plantado do rrucleiras,
rendo porto da piara ainda mesmo quando a easa
ntosejade muilos commodos, o quo nao se exige;
qu#mo livor c quier alugar, annuncio para ser pro-
curado*
aviso \ossi:\iioiu:s ni: i:xu;mio.
Alenlas as grandes vanlagens na moagem de
Canna, proxeiiieiilcs de loros lambores das inoen-
das perfeiaiueiiie lomeados, o abaixo assignado res-
peitosamente lembrs aossenhoresde engonbo, que
na Ma fuudicaode ferro em lora de l'orlas, se p-
de perMIameute torneaaale novo umjogo de lam-
Ihiics, v aparare endireilar os lenles das cairelas
Com lana presteza, que se pode enlreiM-los no mes-
mo da, oYifaudo-se assim o inconveniente da demo-
ra dos carros e o empale da inoagem ; assim como
que a incsina fundica se acba SCinpre surtida nao
s do novas mocadas do diversos lanianlaM o inode-
los, sena lambcm de rodas denladas, lano para
agua romo para animaea de (odas as proporcOcs, a
saber : \olla por volla, volla c quarla, \ollac (cr-
ea, \olta 0 meia, tinas, lies, quaiio vollas, ele,ele,
e pulanlo qualquei seubor de entiendo que-
mlo areclcrarn sua mocuda, aflu do moer vais
caima no mesmo lempo, ou relarda-la, nlun de pi-
premer mais liquido da mesma raima, pode sem de-
mora escollier as rodas competentes. I'iindicao de
ferro,na rua do Ilriuu, pasSando ocbafari/./'. II .
/i'iiriiifin. engenbeiro.
Aluga-sca padaiia ifhrualteal n. 27, prximo
BoMangulnno, rom grandes commodos a todos os
sen- perteuces, por prec/i mallo conimodo: a tratar
na rasa u. f> d.i mesma rua.
>: DENTISTA AMERICANO. -C
- 0. \V. Haxuon, ciruruiaoilenlisla.couljm'ia a
.'P evercer sua piolissao, fa/endo Indas a-apera-
y ees que forein precisas tle qualquer indure- U
."; /a, laido por fia, como na sua residencia,
onde ptlc ser procurado a qualquer hora : $i
# lid rua da Cruz n. 7, segundo andar, no He-
# cife.
FABRICA l CHAPEOS DE SOL 1)0
ATERRO DA UOA-VISTA \. 22.
(> dono dcsloeslahelccimeiilolciH a honra de par
llcipar ao respeilaxul publico, priucipalmeiilo aos
MUS Iregaexos, que pela derradeira barca do vapor
viudo do Hio, recebeaum grandeerico soriimonio
de rJiapM de sol, lano do seda, como do panno,
com cabos de rannas iuleiricos, ricos chapeos tle sol
para senhora ; lambem recebou mu grande sorU-
mcnlo do pocas, liiulo tle seda, como ilo pauninbo,
proprio para cobrir armaces usadas, laC-8 qualquer
coucorlo c ludo por prc^ inaU cm conla do que om
oulra qualmicr parle.
Os ahatxos assignadosfazcm scicnlcaos seus fre-
giiezes, c ao respcilavcl publico, que mudaran, o seu
estabclcclmculndc pliamiacia e casa do drogas, da
rua t\o Collegio,para a rua do flaugel casu n. 8 ; n
do os adiarlo promplos a tlcDcmponhar as funreOes
do sua firlc, com zolo e presteza a qualquer han d<>
dia e nOllS que sejam procurados. PtiXOtO&PHtO,
i'recisa-se de una ama para servir cm nina ca-
sa de ponea familia: na ma da Cadeia de Sanio An-
tonio, 'o andar do wbrado da esquina n. 14.
l .J0a-sc aslojas c terceiro andar da rasa da
rua do Amorim u. i<, e a <.,~,\ Icrrea cm l-ra-ilo-
l'orlas no palco to Pilar : os prelcndcnles Iralem
com o proprielari Antonio Joaijuim de Sonsa Ri-
belro, mi rua* da Cadca do Recife n. IH.
O propriclario da paitara da riia da Senzala
Nova n. ;d), avisa as pessoas anal ton ada do supe-
rior | mu rrioulo, tpn< Ih'o mandara en I regar uinsuas
caus, u p.ua -.-o ilu- devem mandar di/er suas mo-
radas.
Precisa-se de urna ama de kilo sem lilliu: na
piara da Independencia n. 38.
LOTERA DE NOSSA SENHORADO
ROSARIO.
Oraulelisla annuncia que as rodas desla loleria
andam no dia 13 do corren le no consistorio da gro-
ja de N. S. do Lvramenlo: o reslo dos Milicias e
cautelas que cvi|in acham-se .i \enda los lugares
do coslu me.
Bilbelcs.........JjUtO
Melos..........29MK)
Quarlos.........1WW
Decimos........ 600
H09HE0PATHIA. t
(I Ur. Sal.ino Qltjariu Ludgerl i'lnlio mu-
(Ioii-m paro o baMv de Santo Aulonio, na S
das Crur.en o. II, rasa onde morou o Rvoi. #
m Si. vigario Rpral l)r. Mcira, mulo piiilo wr #
l'i nriii ,nlu a (iual(|iior hora pelas pessoos (|UQ j,
i'f o quicreni honrar rom una i'onlianr.i. #
&9**9TMtm9m&tmeBp9*mm*9
Na rua de IIorlas n. 40, precisa-sc de una a-
iii.i do leilc, que n&o (cuba fillios.
No da s do corren le, desanparcccu do primei-
ra andar do sobrado da rua do Queimado n. IG, um
canario mestico do imperio: a pessoa que apauhou
uereudo o en(rci;nr, quoiradirigir-sc a mciicioua-
a easa, ou ua rua larga o Rosario n. 16, que ser
scncrosamcnlc recompensado.
COMPANIIIA DE BKB1KIBK.
Osuenlion1* nct'iouittas da coniptitiliia
(lellol)ii'ilx', fio convidado para se reu-
nirein em nssenihlea (eral no dia 17 do
colente, pelas 10 horas da mnnlin no
escriptorio da mesma conipanliia afim
de se dar exeetieao ao disposto no artigo
17 do* estatuto! edeexercerem isattri-
Iiiicm(S(|iic llie competen), elegendo mi-
va.adjniiitracSo, e tomando coiilas a nc-
tiial. I.-i n|ii t., du coinpnnliia 9 de
inaio de 1833. 0director,
Joo Pinto de Lemos.
Roga-M a peam a quem for ou Icnlia sitio of-
fcrcriiloa compra de nina bengala de iinirornc rom
caallode ourolavrrado, ponlelrade lal.io, e rom
iIoih funis logo aballo doradlo, pnram sem livrra-
ffem de ouro, pur se ler penliilo, leve-a ao solirailo
de ;!.iinlares no aterro da Uoa-Visla u. 'Jti, de ondo
I ritrlaraiu.que se graliAearf rom seneosiilaile. Es-
la ueogalla perlenreo ao lllni. Sr. rommendador
Joaqulin Aurelio Peieira de (liirvalho que dola tez
presente mi nbalio atalgnido.Joii fcbello Pa-
dilla!.
Um moro Ina.sileirn de lua coiulurla, (pie po-
do aliamjitr, anejando preaofemenla einpregirHe,
se propfte enainar em algom engenbo un lunar dis-
lanle ucsla praja, primeiras letras, lalim, rrancez,
Seograpllla, ole, no que so acha hastaute habilila-
do, medanle urna mndira gratilirarilo; prouiellou-
ilo fa/oi \w\i\ e ipialipier airaujo a son respeto:
quoiii pois de son nrealimo se qui/er utilisnr, an-
iiuucic para ser procurado.
Ollercco-se para adminislrador de eogenho
una pessoa que lem liaslanlo pralir.1: quem precie
ar, dlrlja-ae a praeinhi do l.iVramenlo, luja da o-
Irelll n. I. que adiar rom quem Iralar.
S t.o.NM i.it)Hi()iio.M(ii:oi'ATiiu:iH;it.v I
W II lili P.VIIA ttS 1MIIIIIHS.
Na casi amarella paleo do Collegio, prime!- 5$
, ro indar,residencie do general Abren cLi-
;; ma. Esle consultorio be diriiiido pelo proprio
< ceueral Alireuo l.iuia, e iielleduin-soronsiil- (.*
M las ui.ilis aos puliros om liidus os dias ulpj.
;; desde u del da inanlia al una bora da lar
}.j de. O mesmo seubor pode ser ronsnlladu
M |icii unirs pessoas a qualquer hora do dia ou
% du nuile.
.;.:.;': ':.,,*.'.r\':".''/,;.';-" s* *;; K'~''''''
Quem piorisar de nina ama pitra rua de piaT-
ca lamilia, diriju-sc a Uoa-Visla, rua do Tainbiii
11. 19.
Oencarregido do reeonheeimenlo e iiiediriio
dos lerronos de nurlalu, eonvlda aos Srs. abaixo
lran-cii|ilos, 011 a S0IU pniiiuailoios |iara que rnin-
parocain na casa de sua residencia, ua rua llircila
11. 7S, de manliAii das 7 as !l horas, c de lano das :i
a> 5; .iliin de se Ibes marrar o dia em que h.iu do
sor medidosos terrenos de marinha que Mies Toram
concedidos, e seren denote passadoi os respeelivoe
liliihi. de afn amentos pola Ihesouiaria da lueodl.
O senhora:Jos tu.....Iseoda Silva, Itutiuo Jos
l'oiiianiics de Figueiredo, Amaro Jos Gomes, Joau
Pcrnindec da Ou/, Manocl .'os do Nascimenlo,
.Manorl Jiiaiiuim Valida, Joiio Alvos Podrote, Ii.
Candida Vielra Lasscire, Joan Manuel de Si(pieira,
Jos h i.m-.ii'. Codiceira, Fortunato Corroa de
Uouezcs, Joa HygiDode Alranda, Harcoliao (ion-
calves da Silva, Antonio da Osla llihciio, Joai Fer-
nandos (la Silva. Caldillo Aulonio Alvos l'orioira.
Jos Iran i-co de .Monra relra-se para Ser-
gipecoinsoa familia, levando em sua campanilla os
osemos de son ier\icO| de neme Bzcqulel, pardo,
l'orlria, rrjoula.
rieoisa-so de nina niiillier para lazer un bico
lino o largo, pegn-se bom: nu paleo do Carino, es-
quina que volla para a rua de Hurlas n. 3, secundo
andar.
..::;:;::::::.:.. :: ...: ... ::;:.:;;;:
S (;il.\SllTOIIIII IIOtlIlOI'ATIIICO.
;: Rua do Trapiche Novo n. 9, no g
hotel Francisco. #
;: ti Dr. Casi.....va......Ilnaadar i.....sullas 'C
$0 eroinodios gralis aos puliros, das 7 horas da 0i
H nianha al ao ineio dia. As pessoas que Si
#{ nao forem pobres si pagarlo de :> uaim &
ip rs. pelo Iralamenlo. (ls escravoss pagaro ftj
ja) de a KWlKi is.
((tiMtNM9MMSMN
Prccisa-se fallar ao Sr. Joo l'lorenluo Ca-
valcanlo Albuipionpie, o aos Srs. I.uiz Epifanio
.Mauricio 'aiuleilev, a neuocin de seu inleresse, ou
a pessoa que laca suas ezOS nesla praea, islo he,
at o dia I Jilo inaio do 1833, no palco do Terco
ii. :i-2.
l,reci>a-se do nina ama de boa conduela para
casa do punca tamil ia, mas que seja de incia idade,
na rua da Koda n. ~r.
Preeisa-se de alagar una escrava, que ro/i-
iibc.c euiioninie, paran sen ico de una casa depe*
quena familia : na rua da Cadeia do llccifc n. '20,
SOgUadO ailar.
Desapparcreu honloin, 0 do corrente.....i pio-
lo ciionio, por iiome (ieraldu, o (pial reprsenla lor
de idade oaSOannes, levando vestido camisa de
algodio liancadu, calca de zuarle, e rom um sur-
rao ; esle prelo velo do Ic remetlldo |>olos seuliorcs
Camin i\ Pilhos, os quaes o linliam compra-
do a -Manuel Itodraues da Cosa, da villa de.Mi-
lagres, comarca do Cralo, provincia do Oar.i, leu-
ilo dito esclavo perlenriilo laiiihein a .Maimol de Je-
ss d,\ Cuiiceic.totaiulin ; e para niaisesrlarcciiuen-
lo teni os signacs so^uinlos : haivo. cabellos bran-
cas IHM peitos, hastaute barbado; andar corcovado,
e falla tiiuilu haixo: quemo pegar leve-o a rua da
Coucelrfio n. I i, (pie ser bcni reconipensado, ou
na rua da l'raia annazcm de liuilheinic Soareslio-
Srs. redactores^-Faltara ao massagradodever,
se ileiiassede agradecer ao raeu amigo,-o Sr. Jos
irmo Xavier, u araude Irabalho que leve em cu-
rar ama lilba nimba peb sjstema homirapalliico,
do una biliosa ; a nao seT esle raeu amigo, lerla do
pausar pelo desgoslo de ver niinha iunoccnlo filba
niorla : seno espato do 13 dial desolTriniciitoa nao
viesas realabelecer, nao lendo sidoto por esta vez
quo este amigo lem tratado por esto sjstema a mi-
nli.ifamilia; fallara romo i disse a esle dever do i
llie agradecer, njo su pelo grahde desvelo que sem-
pre toma coin os doentes, como coin delicadeza quo
os traa. Receba o Sr. Jos Firmo Xavier os agrai
docimentos de seu amiRo aflccluoso.
Francisco Antonio da Fon/era (aleo.
COMPRAS.


Compra-se 1 scllim em bom estado com todos
os seus pcrtcnccs: ua rua da Soledade casa n. 42,
confronte a vouda n. II, ou aluminio com brevi-
dade.
Compra-so palacSes Mexicanos, c Soberanos:
na rua do l.hramcnto n. IU.
Compra-seos segundos objeclos, prefer nilo-se
ja usados, um calis, urna pedra d'Ara e um missal
enradernado: na rua doueimadu,lojade mludezns
11.25.
Compra-se urna salva de prala de lei, do mo-
dero auligo, ou moderno, pelo peso, eque sirva pa-
ra 2, ou 4 copos : na rua da Aurora n. 38, do meio
dia a 2 da larde.
Compra-se um preto cozinlieiro e
mn moleque de 16 annos de idade: no
escriptorio de Novaes & Compnnhin, na
rua do Trapiche n. 3i, primeiro andar.
Na rua da Senzala Vcllia, defronle do Sr.
Marlins, pintor, compra-se todas as qualidades da
ferros vellios e metaes, assim como ourelos de pan-
nos linos c casemiras, c mulambos de lodas as qua-
lidades que servirem para fazer papel; assim como
cabos voltios, lonas, etc.
Compram-se escravos, e vendem-se, rerebem-
e do cnnuniasaS, lano para a provinria como para
fura .Icil.i; na roa dos Quarleis n. 24, seguudu su-
dar.
Compra-so escravos, e vende-se recebe-se do
coiiiiiissiio, lauto para a provincia, como para fra
lella : na llua Vclha n. Hi
Compra-se garrafas vazias de l.ero), a 100 rs.,
c lainheni se cunipra garrames que liverem sido de
azeilc; na rua llireila u. 17.
Coinpra-sc para ciicomuicuda escravos de am-
bos os sesos de 10 a 10 anuos, na rua da l'raia, pri-
meiro andar, u. 43.
Compra-se mu negra com habilidades e que
seja recolhida, de viiiloe tantos annos : ua rua du
Crespo, lojn n. 3, ao lado do arco de Santo Antonio.
VENDAS
SEMIENTES DE HORTALIZAS.
Vendivse sciiiriilcs de liortaliciis de to-
das uxpinlidndes, cliefjaclas proxiniamen-
te do Porlo, por prcijo coinmodo : na rua
Direita, venda n. 70, esipiina do beceo
dos Peccados Mortaet.
Vcndc-sc os perlenccs do urna padaria : no
alono da Uoa-Visla, loja n. oH.
Vcnde-sc um csrravo, erioulo, de 22 annos do
idado : na rua do l'il.u n. 55.
PARA QUERER HE PRECISO VER.
a meia pataca.
Ni rua do Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
llias, vende-se nina iiorro de chilas ondeadas do
ricas cores e Ikius pannos a 160 rs. o covado ; dem
abuelas a ICO rs.; dila* mullo linas cor dallaba
mu lilil i- a200rs.: di-so amostras deiandope-
nhures.
Vcudc-so grasa do Rio (raude, por menos do
(pie em oulra qualquer parle: ua rua da l'raia n.
Vendc-sc 20 escravos, sendo Ires molecotes
de idade de 12 a 20 anuos ;. um lioni ruzinhclro ;
dous ditos pardos, sendo um odlcial (lo sapalero, o
o oulro sube bom Irabalhar em curraos ilc |ieise ;
oilo escravos de lodo servir do cani|Mi; dous par-
dos cun boas habilidades ; Iros escravas moi;as,
ipiilaudeiras ; duas ditas de meia idade : na rua
lliioila, n. 3.
NA LOJA DE SEIS PORTAS EM FREN-
Ti: DA IGREIA DO LIVRAMENTO
vende-se chitas 'de rores coin mullo bom panno
a 7 violan) o covado, riscadiuho francez de coics
Oscuras a Hit) rs. o covado ; alpaca do coros, liza
e de quadros a 2f0 rs. o covado ; lencos broncos
de i,.nilii.ii.i ; ditos coin barra de cores a 1G0 cada
mu ; dlos para monillos a 80 rs. cada um ; cortes
le i i-a-ehila de cores com seis varas e meia a
IsOOOo corle; chales prelos do la ; riscadiiibo do
[ i iilm propiiu para jaquelas c palitos a 240 rs. o co-
vado.
VI.NIIO HE HOHDEAL'X.
Vende-se superior vinlio dcBordcauz em caisas
do 12 garrafas cada una : na rua da Cruz, n. 8,
no annazcm de F. Soiivage & C.
Vendc-sn una prcla anda moca, furto para
lodo servco, e de milito boa conduela : no aterro
da lloa-Yisla. n. 80.
Vcnde-sc una casa terrea sila na fregiiozii de
Sanio Antonio, por preeo coinmodo: no largo do
Collegio, n. 6, primeiro andar.
All I.IH i NOVO
em sacras de alqucire por prcrojcominodo, para fe-
char conla: na rua du Collegio, venda de Fiancis-
ooJoso.cc.
Iclho
Desapparcreu no dio 20 de marco protimo pas-
sado um cscravo de nume Hilario, quo reprsenla
le 2i anuos de dado, rom os llgnaes scgunles: al-
lara regular, seceo do corpo, rosto rogular, denles
limados, pouca barca, e lem uns pannos pelos no
roslo, costuma andar com um charuto a Iraz da orc-
llia, suppot-ee que estela em alguns dos lugares se-
guililes .....lo lem loiiliecidus e parcnlc: Assude
tirando c Kedi'iiiuiulio.cngriibos H'rlcncenles a co-
inarea de Sanlo-AnlAo ; engolillo l'aulisla, liba do
II.....ar.icn, Nazarelh, engeollOS l'itt, llapirema de
taina, do .Meio.tioianua: quem 0 pegar leve-o o rua
da .Madre de Dos loja n. 7, que recoberi a gralill-
caedo do 5091X10 rs. c lamlicn paga-se com gencro-
-idado ii quem der una nolicia ctarla ondo esisle
dilo escrav.
D-sc una |>oroAo de lijlos quebrados o cau-
ca, au p de embarque! na rua dos (juarteis n. 21,
segundo andar
AO Pl'BLICO.
O ni>ai\o assignado ajisu nos se-
nliores de engciilin, Twailores,
fa/.eudeiros, c aopublico ein gerul
qUC, de combiuacao coin iilgnmas
casal ciiiiiiiiciviiics inglezai, Iraii-
cezal, nllciuilas esuissas, tem ulici-
to na rua do Collegio, 11, 2, um
grande ni mn/.eiu, riciiincnte sorli-
do de iuzendus linas e gnissus pura
vender pirgrossoe a retalllO e por
piceos niiiis l>:ii\iis ilu (iiier 011 trftparte. Aulonio Lu/.
dos Santo*.
leisou uc
ser caiieiro do Sr.'joo Jos de Carvalbo Morae*.
Vcnde-sc queijos londruos superiores, ditos
lianiengos, presunlos da Weslphnla para fiambre,
bnlacliiiiba doce ingleza, em latas do 3 e 5 libras,
chegadas 110 ulliino vajior de l-iveipool, assim como
conservas inglezas, nisnlciga superior ingleza, dila
franreza cm frascos de 2 libras, e varios gneros,
milito em Anta : na rua do Vigario, annazcm n.
II, de Jeronv 1110 JosTcllcs.
CASSAS PBANCEZAS A s'500 RS. O
CORTE.
Na ma Nova, loja novo n, lli, vondo-se cassas
franrezivs de cores litas, dopadroes os mais moder-
nos que tcm appafecido, pelo baralissimo |irceo do
2?500rs. o corle, a visla do preeo e qualidado do
Duenda, as pessoas quo a vircm uAo deitarao do
inprar.
Vende-se corles de cintas linas l'run-
Cezai das mais largas (pese tem visto,
com 9 covados cada um, [Kilo diminuto
preeo de .s'OOO 11. a vista : na rua do
Crespo loja 11. .1, ao lado do arco de S.
Aulonio.
Vende-so um ravallu muilo novo
bonita ligura c uplimo andar, ou Iro-
ca-sc por 2 mais ordinarios : na rua
da Senzala Vclha coebeira do Sr. Joa-
quim l'aes l'creira da Silva.
OOSOOO RS.
Vende-se por 5009000 rs., oina I v pographia com
mais de 700 i de (vpus milito liem sorullos, o um
bom prela de ferro ejwo: a quem conv ior dirija-se
a rua das Cruzes n. 28, segundo andar.
\ cielo--,' um sellini rom lodos 09seus |ierlen-
ces, eem bom estado, |r preco coinmodo : uoa-
terro da 8oa-Vista loja de seleiro do Manocl Cec-
ilio da Silva.
Vcnde-sc saceos com niilho pelo barato preeo do
5*000 rs.: no Krifc llcceu Largo n. I.
Vende-se superior farluba da Ierra nn saceos, o
mesmo a relalho, dila de barco do S. Malhcus, c do
S.Calharina lambem em saciase a relalho, o arroz do
cosca, ludo pur preco muilo commodo: na rua do
Ha 11-el ;n 111.1 'el 11 II. 20.
Vcndc-sc muilo nova c superior familia da
lena, para quem nao gosla da eli.nn.nlii de bairn,
por preco muilo coinmodo : no Beceo Largo 11. I,
segundo andar.
^fciule-sc um cabriolel cobcrlo, com lodos os
scusaiTeios, rom covalloousem ello: na. Iravcssa
dama Bella, cochclra 11. 2.
Na padaria de Antonio Jos Pedro tioncalves,
na rua da Sciirala Velha 11. 90, c no deposito da
rua do Vigario t. 0, vcndc-sc |iilo erioulo mellior do
que o onuunciado em oulra padaria, o a visla laz
f, advirlindo quo he Irabalhado |>or marliina
hraral, sem Impostura.
Vende-se as seguimos snenles de orlaiircs
das mais novas que ua no ulereado, rbanos, rsba-
neles hrimcos, cncarlidos, nabo nltoe brinco, al-
faco allcino, dila rc|Hilliuda. couves iboia, Iron-
clmda, lombanla, salta, cliola deSotubal, coenlro
de losseira, segorelha. eonouras, punpciiela, re|Hi-
lh. vioiiio..........esgrondes, vende-se ero jmrrau
maior mal blralM \:a.\ acabar: nrrua di Cruz nu
Hecife n. B2, venda de Marlinsci Irroao.
__Vende-se caites vasios de uinliu, de nandres,
o bnrris que fora 111 do oleo de liuliaca : na rua larga
do Rosarlo n. 3fi.
Na 1 nada l'cnha 11. 21. primeiro andar, se dir,
quem vendo 2 coirenlps para relogio, I par de pul-
reiras, 2 paro- do brincos, 1 par do rozlas coin um
allincleda ultima muda, um relogiu douiadu, cor-
dfiese earaeoes de cornalina eniasloadas, o Miras
oblas diversas.
y
y
y~
MUTILADO
r^r-, ati^ -


(i
H^""
\
TAICHAS DE FERRO.
Nii ftindionV TAurra rm Slito
Amaro, c i.iimIh'hi no DEPOSITO na
ni ilo Briini logoajna entrada, e defron-
Ic do Arsenal de Maiinlia lia' scmprc
un (i'ande sortimento de tait'lias tanto
de fabrica nacional como cstrangeira,
batida, fundidas, grande, peauenas,
i./;i>, 8 fundas ; e eni ambo* o logares
e\istem <|iiindastes, pura carrpgar ca-
-noas, ou carros livres precos sao' os inais cninmodos.
Vende-se tresprctiosde catas, pcr-
tcncentesao Sr. Jos Joaimim Alves Tei-
\eira, o pi ini<-i> < > de tresandares no bair-
i-o do Recife, travcssa da Madre de Dos,
n. 10, osegtmdo na Cinco Pontas n. 7r,
eo terceiro na ra dos Pescador n. 57:
os pretendentcs dirijam-se a Oliveira Ir
mam & C, na ra de Apollo n. 14, para
tratar.
AOS FABRICANTES DE VELAS.
Vende-se cera de carnauba, e arana ilo Rio liran-
de muilo sii|eror, c por commodo preco: no ar-
ma/em ilc I). H. Andradc & C, na da Cruz, con-
fronte o fh.il.iri/ n. 19.
OLEADOS PINTADOS.
Vcnde-se oleado piulados, de ricos nadrucs, o
diversas larsuras, c roberas do mesino para mesa.
|Hir prern muilo commodo: na praca da Indepen-
dencia nt. 34, 26, 28 c 30.
PARA O INVERN.
Vendc-se superiores Inmoles de oleado inidozes,
por preco mullo baralo: na prara da Independencia
us. 2V.-26, 2Hc30.
A OO.s'000 US.
Vende-sc chapeos do Chile, linos, para scnlinra, a
30, 10 c JOJOOOrs., cbapeos de castor blanco sum pel-
lo, para sciibora montar a eavallo : na praca da In-
dependencia, loja e fabrica de cha|>eos de Joilquim
Oliveira Maia.
Itomoilio especial para botillas o cravos
SOKOi, ronlinua a vendor-sc na botica da roa do
Rangel n. 64, que foi do linndo Sobosti.io Jos de
Oliveira Macedo.
Vendem-se Vinlio di- champagne
legitimo, e de superior qualidade : em
casa de Keller i\ C, rita da Cru/. n. 55.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
N'esle cslaliclccimenlo continua a lia-
ver un completo siirlinienlo de inoen-
das e mcias moflidas para engeiilio, ma-
chinas de vapor, e taixai de (erro batido
o coado, de lodos os tatnaulios, para
dilo.
Bcpofilo da fabrica de Todot o Santo* na Babia.
Vende-se, cni rasa deN. O. Bielier 6|C, na na
da Cruz n. 4, algodao Iranrado d'aipiella falirira.
mullo proprio para sarros de assucare roupa de es-
clavo-, por preco coniniiNlo.
OVAS DO SERTA'O.
Vendo-so ova ilo serlao mullo frsenos e por ba-
i alo prero, ixir alo eslar.....s na qiiaresina: [na ra
doQuelmidon. II.
Vende-se por coiniuoilo prero mu pequeoso-
brado do 2 andares, silo na rua do Cablcrciro desla
cidaile. assiinroino un sitio dos iiielborcsquc oxis-
lem na Vence, ludo |>or prero roinniodo: a Iralar
na ramboa do Carino n. 16.
Vende-so ou faz-se oulro negocio rom una
lellra, aceita pelo Br. Ignacio Basles de Oliveira,
de principal c juros al liojo 2:l(ll;s|000 rs.; quem
prelcnder oslo ucg.M'io cntciida-so rom Cosme Jos
dos Sanios Odiado, na rua da Cadeia do Itecifc
n. 18.
Afenela de Edwln Haw,
Na rua de A|iollo n. ti, armazem de Me Calmonl
(\ Coinpauliia, aclia-se ronsl.iuloinenlc bous sorli-
menlo- sa romo fundas, niocudas ineliras (tulas de ferro pa-
ra salmees, agoe, etc., .lilas para armar ein madei-
ra .le Indos os tamaitos enioaelnsoaniRis modernos,
marliina boiisonlal fiara vapor rom forca do
tcavellos, cocos, passadoiras de ferro eslanliado
uemeaN de purgar, |wir menos proco que os de ro-
bre, estveos para navios, ferro iule/ lalo em
barras como em arcse folbas, e liniopoi baralo
preco.
Vende-se viulio da Mudcira de superior qua-
lidado einquarloso oilavosdepipa, por prero roin-
**modo: no arina/ein de >'. O.ieber A Coinpaiiliin
na rua da Cru/ n. i.
Moinhos de vento
coin botabas de repuso pare rosar borlase balsas
decapita, na ruadlcaddc i>. W. Bowmau: na rua
do llnnii ns. (i, 8 e 0.
A 6,000 re. pecjaenoi, 5,600 r>. grande..
Venden-ee cbapeos deso deeeda ingleu do
superior qualidade, pelos precos urima : na rua
*4oColloi:o n. .
- Vendem-se relogios de ouroe pia-
la, patente ingle/. : na rua ta Senzala
Nova n. 42. a
Vendc-se um prclo bem proprio para arma/em
ile assurar, ou nutro qualquer snico, be crioulo,
moro, robusto, c Icm muilo boa cumiada : na rua
1. 11 do Kosacio, loja u. ;U*.
Vendc-se urna propriedado de Ierras conleudo
um sraude |Mmiar, na freguezia da Taquara, prov la-
cia da l'arabiba: lamlieui perinula-sv po> una casa
terrea nesla cidade, por osrravos etc. Faz-so linal-
mente lodo notorio rom qiicm prelonder: a Iralar
rom o Sr. Jos de Mello Albuquerque Montene-
gro, morador no caes do Hamos,
Vende-sc um osrravo, crioulo, liel, e que Ira-
hallia betu de olivada c fonre, o sabe desloilar v anas:
quem o quizer va a rua da l'eiiba II.
CUITAS A 4,500 RS. A PECA, El 20 RS.
0 COVADO.
Na rua Nova, loja nova n. Ib", vcnde-se peras do
chilas Je cores seguras, padrotes el iros c escures pe-
lo li.n. f prero de 1,500 rs. a |icca, e 120 rs. u eo-
NOVOS CORTES DE MEIA CASIMIRA A
2,000 RS.
Vcnde-se rorIce de meia casimira, padries claros
o escures, leudo portan para csculbcr, polo baralis-
simo prero de 2,000 rs. o corlo : na rua Nova, luja
IMITASS. SUPERIOR
Vendem-se por preco milito com-
ntodo, no armazn n. 7 de cues da
alfandga, de Joie Joaqim Pereira d>
Mello, ou no escriptori^de Novaes &
Companliia na rita do Wipiclie n. 3'.
Taixas para engenhos.
Nn fundicao' de l'eito de D. \V.
Bowmann, na rua do Rrnm, pastan-
do o chafarir. continua baverOTim
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido ile-"i a S palmos de
Iwcca, as (piaes acliam-sea venda, poi
pret;o commodo e com promptidao':
emliarcam-se ou carregam-seem cario
sem despeza ao comprador.
Vendem-se em rasa de Mr. Calmen! A Com-
pauliia, na prara do Corpa Sanion. II, osoituinlo:
\ inli" deMarscillecm caitas de 3 a 6 dullas, linbas
em novellos c carrelcis, breu em barricas muilo
vi.i ni Ir-, ac;o de niilaosorlido, ferro in^lez.
AOS SENTIORES DE ENGENHO.
O arcano da inveneao' to Dr. Eduar-
do Stolle em Rerlin, emprcgatlo as co-
lonias inglez.as e hoUandezas, com grdn-
de vanlagem para o inellioraincnlo to
assucar, acha-se a vetilla, em latas tle 10
libras, junto ano o melliodo de empre-
ga-lo no idioma porlugtiez, em casa tle
N. O. Beber & Companhia, na rua da
Cruz,, n. 4.
Vonde-so cora de carnauba, primeira serle
lt- V.l, priineiro
ib Reciten.
armaclo : na rua Direila, loja
1
nova u. IB.
Seseo.
Vende-se cesso em barricas, rbesadn ullimanine-
lo : em casa J. Keller oV Cuinpanbia, na rua da
Cruz n. .">,>.
Em casa tle J. Keller & Compan-
bia, na rua ta Cruz. n. 55, lia para
vender dous evcellenles pianos fortes,
de tuna das melbores lbricas, e ebe-
gatlos ltimamente da Europa.
Vende-so u inelbor farinba que lia no morcado,
a bordo do bri'.'ue Sagitario, .aurorado defronledo
Trem.
N'endc-so doce de foiaba lino : no armazem
n. "i da rua da Cruz.
TOAI.HAS ECONMICAS
para BMSS a Ia600
na rua do Cres|K>, loja da es<|uina que volla para
a Cadeia.
Cbegou a muilo conliecida, |torsiiaS
virtudes, agua azeda ta illia tle S. Mi-
guel, da rpial se fu/, boje um usijJin-
menso na Europa, principalmente naiii-
glaterra donde concorrem os tloentes uos
inilbaies para esta illia a l'a/.er uso della
na milagrosa fonte, c be muilo reconi-
mendada pelos mais abalisatlos professo-
res do continente da Europa, as moles-
lias to estomago c geralntenlo de todos
ns.intestinos ; dando viffbr ao estomago,
rcgiilaridadc aos iuteslinos provocantlo o
appetite, e vigorando todos os sistemas
da economa animal, milbares de pessoas
sem esperaIIC&S desande lein com tla a-
glia reciiperatlo lodo o seo vigor c saiule
em militas cidatles da Europa : vendc-
se nas Cinco Pontas n. 71.
' A l.s-OOO es.
Ricos pablsesobrerasacas: so veiiile na rua do
Oucmiadon.il, loja de A nlonlo Luiz de Oliveira
A/evedo.
mi.
Veiid'-se nina
u. 36.
Vcnde-sc a taberna do palco ou hvi\os-.i do
Paraizo, Icm muilo |xiuros fundos, o proprbj p.ua
qiieni quizer principiar sua vida s, |hii -ou roin-
incrciosor lodo a'dinboiroe para Ierra, rom luandr
qiiiulal, boa carimba, solao. ele. ele : Irala-se na
mesilla, n. ti, \ visla se dir o motivo de vendec-sc,
eno so duvida darsociedado aipieni csliver babi-
lilado ou der Ranea de -i.
CHANDE FABRICA DE CHAPEOS DE SOI,
ROA DO OOLLEGIO N. 4.
J. Falque faz srienle ao respeilavel publico de
IVrnamliucn, o em parlicular aos seus freiiczes,
ipie araba do rereber de Paris, romo do Kio ile Ja-
neiro, da fabrira de Polque Irinas, um lindo o
i.....iplelo sorlimenlo de chapeos de sol do seda o de
paiiiiinbo, lauto para boinens romo para scnboras,
leudo para os primeiros um esrolhido sorlimenlode
cbapeos de sol com cabos inleirijoa os mais lindo-,
que Icm v indo em caricaluras divenas, dilo. ib' c-
ele. ; urandequanlidade de sodas c paniuiibos
ni poca pal a cubrir ariiiarcs servidas, as que fnrom
de ferro, enveruisini-se que lirain novas; baleias
laraas, eslreilas e de aro para espai lilbos o vellidos
le scnboras, licuadas bmiilas ; robre-sc o eoncer-
la-sc luda o qualquer qualidade de cbapeos de sol:
iodos osobjeclos cima m.....ionailos vendem-se ein
pnrcao earelalbopor ineiios pirro que ein oulra
qualquer parle.
Vondc-e saceos com farcllo, rom 96 libras, lio
lo mais novo que lia no mercado o muilo em cotila,
lo ipi......i oulra qualquer parle: lia ruaoslreila do
Hosario n. 31.
Vende-se un cordo do ouro do le de boa
Brossara, ovaras obras de ouro e piala, ludo bao
sem feilio: na rua Imperial n. 135.
Vende-se dous palanquins com alKnm USO, e
um par ilo podras para consol- : na rua da Cadeia
do Recite n. 18.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tente injdez, os inelliiires ipie Icm vintlo
a esle mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: fin casa de Itiis-
ll
na rua (la
(
preco
cubrir
sel Melloil >\ Ciiiiipanbia,
Cadeia do lenlo, n. 56.
Vende-se lenco- o lualbas do labjriallio; rbo-
adas agora do Aracaly*por presos iieralos, c bolas
pelo preco de l!4ltl rada par: na rua da Cadeia do
Recife, II. i'*, priineiro andar.
A IjOOO US. A VAHA
Brimde linbode quadros o lislras, de muilobom
aoslo: so vende na rita ilo (.lueimado n. !l. loja do
Anlonio l.uiz de Oliveira Asevedo.
Em casa de ,1. Keller A (',. na rua
la Cruz. n. 55, lia para vender, e por
commodo, couros nropriot para
carrea, ebegatlos ultimamenle.
A 5(10 RS. A VA KA.
Id mi Iranrado brani'o de puro liltbo, muilo ell-
rorpado: na lojada esipiiuada rua do Crespo, que
volia para a Cadeia.
Ycndein-sc vucilietas de lustre, para
Coberta de carros : na rua da Senzala
Nova n. 1-2.
.Na porta da AUtuidegn armaxem
n. SO, vende-se iilen de linbaea.eni por-
eo'es a vonlade dos compradores \ acode
milito', chumbo de inunujao'. e suecas
com farello a ,11(10 rs.
Vendein-solonas, briuza, brins o meias lo-
nas da Rusts : no armazem de N. O.
Coropanllia, na rua da Cruz u. i.
Vende-se tima tvpogltipllia enm
um bull preln, coin gratule ou peipiena
porcao de typos, cnleites, e milito IjoaS
cahetas ; einim tildo a vonlade do
Comprador ; estn' tfio bem montada tpie
se pode iminediatamcntcentrar em ira-
ballio : na rua da l'raia n. 55.
Veiulein-se os verdailcirosselliusiuule/es, pa-
tento, do mola e sem ella: na rua daSen/a la No-
va n. IS.
Vcndem-so sarros rom Carelios, a 39300: no
armazem n. 1 do raes da almtldosa.
vmkmmrM wzmtm:, ws
?g Vende-se lio de algodflo ta lla-
S hia, por preco commodo: nocs-
3 criptorio de Novaes & Companl.....
-1 na ruado Trapiche n. 5V.
llhrElltiSlf
zt?-. lisi-s!.
1 AI1IMIA DE MANDIOCA
Vemlf-sc por prero roinmoilo : a bordo Soeinluile Feliz, ou ao lado do Gorpo Simio, l.<|.< de
ma8Minic8 n. ~J~:
VeiHle-86OU iirrnitita-sc un. |KM|uouo'silio ror-
cado o amurado,* rom fwa de peora o rali lodo
lioni |ii.mtgii'. icm tiveiro de peisee 1"'i pbmlfi de
rapini, e inuios roquoiros. por prero commodo.
ikhAHi'Udos. rna doOlura: almiar no momio
rom Jofio hespiidiol, ou na Llnguela. casa n< i".
rom .Manuel Joaquini da Silva.
RAPE PAULO CORDEIRO.
Nn roadiCadeiado Rorifcloja n.M, de Coima i\
Amorim, veude-OO boleao mejosdilosdo rap Paulo
Gordelro.
Vende-se presuntos InfIozosmuHo DOVOfl para
wil.re, laia^ rom bolachuihas tle soda ingleza.piri-
jo-% de pialo, coiuonafl muilo ni(\as, seinenles de lu-
Vendem-TC ln
de Fox Brollior
muilo cus -otila: no arma-
da rua ila Cadeia do Keeire
le:
Losiue<
i ipi.didades de liurlalire, rliegadaa iillirnamen-
iiia da Gnu ii. i, defronle lielier ^

nwiliwii.i.iAM BOWMAN, enaenhetro.....-
rhiiibla o fundidor de ferro, mu respelloeameulo
anniinria aos senhores pro|iielarios de eiltielihos,
fas.....leiros, e aorcspeilavel publico, qneoseu osla-
lieleriinciilo ,le Ierro movido |ior nurliina de vapor,
tui ruado llinin nassaado ocliataiii, coaliaa ca _V ..^
ellerlMieM,.rio'e-ear|laro.nplela.ne..lemoulado iJoilS anduM COHI soli.o im VlUX
ron appardliu da primeira qualidade para a per- .>7, umacnsa tcncii coin ([iiintii
feilar.uirerea.dasinaion^^easdeinaeliiinsmo. | ,.() ,,., ,.,,., (| |{rll,|(.;ii pu8g|F(>m i
llaliihlailopara eiuineliender nuaepier tilirasda i
sua arle. l>a*i.l William Itounu.....le-eja mais par- l;.l.'n;i II, (i, r Mili Iciiviid
lieularmeiil
auinles, por I
em ilepooilo.na ni
/em
ii. 62.
I M SITIO K UM TERRENO
Yemle-se um'siiio^ta eslrada que segu p leiu, na eucrii/ilhntl.i eulre as de Sanio Amaro i
RoaarinliOi e Irontero ao do V.\i. Sr. vtaeonde de
Uoianna. com casa de\ivenda de podra o cali ca
riinlia, porlilo. ar\orcs fruelileras, e lodoeniroda
rom cerca de limoeiros, com bom OproduclKoler-
reno e urna pequeabaixa: o mesmo siiiu lambcm
se liypolhcca, mi com elle se laz permula |K>r.casa
nesla cidade: laudiein se \eude um (erreno nesla
cidade, no limar dos delitos, na rua chamada do
Jasmim ou Pa/eres, proprio para N edificar nina
casa lerrea renular : ipiciu pretender qualquer da
U*h neyoritK, pode diriuir-se ao aterro ila lloa-Vbl
DEPOSITO DE GAL E P0TAS8A.
(aiuha i\ Anuirim, receuoram pelo ultimo navio
tle Lisboa harri* C0H1 i i tle superior cal em pedra
para olaJiriCd de assucar, e \eudem por menos ipie
ein oulra qualquer parle ; e para ferhamenloile coti-
las um restadle tle polassa americana: lia rua da
Cadeia do Recife n, 50.
Vende-se um rarro de 'i nulas rom iirroose
cavaltot. ou sem ellea: na rua da Cruxn.'IH, em
Casa de Scliaflirillin ,\ G.iupaiihia.
Veinle-seou arrenda-oooongcnlio TcloorapliOi
dislanlcdesla praca iluas leguas e meia, lmenle e
crrenle, rom Imas mallas e Ierras de planlarao, boa
casi le vlvenda. e anliuaes de roila : os prolcnden-
Ics dirijan.-*! ao le crin sobrado da rua do KagUli-
des.
Nejociu-se para licrtiuiaijSo de con-
his os8eguinte8 predios:timsohradouQ
Belhi n.
.ii'a o
coin ciuatro
ini.u a alletirati pnldica para as se-' iVtMiles no fin 'li rua lclla junio UO rio!
'.....q{^tl<> Pretendonte dninm^c a run d<.s
lo. em deposito na nie Irnidascnisnafalirira podri rompelir rom asfaliri- Ollillll'is II. S, (lo llll'Hl illn 118 l lliiliisil
ra.lasem pal eslranaeiro, u......em prero como em |;11.(|,,_ ., ,.., |.u.f;il ,|(, Ktisalio n. 50.
is primas e inao tle ohra, .1 .. *' # 1
- Vende-sc > muilo superior vinho
le materias pi
Saldo a luz o aihouado dos orpli.ms OU aun
Eralica do processo urpliauolotzico, adaplado ao loro
rasileiro, para o 11*0 dos j 11 i/.es, eterixi.es e advo-
ua.los: vende-sc por ;i?ooo rs. na lltraria o.6e8
da praca da Independencia.
COBERTORES DE TAPETE
Escaros para esrraus, a 900, 1*000 e l&OOrs.:
na loja da esipiina da tua do Crespo i|ne Milla para
' COBERTORES DE TAPETE.
,Va rua do Crespo n. ti, \enilo-sesnpcrioro> rolier-
loresdeslgodao esiuro, proprioa para eaeravos. a
900, ISOOlini.claiiOrada un, liriiii Iranrado Illan-
co do linlio puro, a tlO rs. a \ara, nii les .le dilo es-
curo, a 19111) c jODO rs., corles decidla rom baba-
des c berra,a IjOO rs., leudo i:i cavados rada um,
chitas escuras deludas seguras, a 1(10, IHO, e JXIrs.
o covado, scliin prelo niac.m, a 9|000 e :IM(NI, pan-
no preto lino, a II c lOOO rs. o covado, dilo azul
muilo lino, n 000 rs. o covado, pecas de randiraia
de salpiros rom V varas, a l e 19500, o muflas mais
raseoosi por menos preso do que ein oulra parle:
na rua do Crespo, loja n. ti.
DOCE DE BACORY.
Cliegou rccenlcnienlc do Maraiilulo nina pequea
poir.io desle delirado doce, o mellior que lia. tanto
pelii sua encllenle qualidade, romo por conservar-
le por tralla lempo em perfeilo oslado: vende-se-
cin casa de Konle i\ Irinio. na rua da Cadeia Vellia.
\ i'iiilrua*r M'riladfito vinlit) tic
champagne do escolente qualidade, e
milito em contu, pan lqjJidaqao': em
casa de Bruno Praeger & C, na run
tl.-i Cruz, n. 10.
SAI'ATOS DE RORI1AC1A..
Na rua da Cruz., confronta a l.ingoela n. 36, ven-
desse superiores spalos de Uirrarha, proprios para
o lempo de rliuva, e pot preto rnlllinodo.
VIMIO DO PORTO MI ITO FINO.
Vcntlc-sf fuperior. vibo to Porto, em
barrisde ., "> e S.: no arBusemda rua
,lci A/iilc de Pc\c n. I i, ou a tratar no
scriptorib tic Novaes 4 Companliia, na
tita do Trapichen, i
qualidatk
saber:
Machinas de vapor da mellior ronsIrncaA.
Moendas de caima para ennenho-de lodos os la-
manilos, movidas a vapor por asna, ouanimaes.
Hodasdc asna, moinhos de vento eeerras.
Manejo inilependenli-pararavallos.
Rodas dealadas.
Asuilhocs, hion/i's e rliinnaceiras.
CavillnN-se paralusosde lodos oslamanhos.
'laivas, paros, rrivose hora de fniiialha.
Iloinhos de mandioca, movidos a maO mi por,mi-
maos, e prensas para a dila.
Chapas de 10880 C fornos defarinha.
< linios di- Ierro, loraciras de ferro e de bfonxc.
Bombas para racimba o de repuso, movidas a
inao, poraiiimacsou venlo.
liuladaslos, Buincliose macacos.
prensas hidrulicas ede narafuso.
Ferrasens para navios, ra rose obras pulilieas.
Coluninas, varaialas, srades c porlOes,
Prensas de copiar carias e sellar.
Cama, carrode maOearadosde ferro, ele., ele.
.Ali'in dasuperioridade da snas ulnas, ja' ucral-
nienlcreronlicrida. David William llovvman seranle
amaisexacla confonnidadecomoa moldes e doae-
uhosrenieiiidos pelos senhores que se dianarem de
r.r/crdlie eiiromnieudas, apioveilaudo a orrada pa-
ra aaradecer aos seus numerosos amibos e rreguexes
a preferencia rom que lein sido por ellea honrado,
e asseuura-lhes que nao poupava esl'orcoscdiliuen-
ciaspara roniinuar a merecer a sua roiiliaura.
AO BARATO
Na rita doQtieimado, loja n. 10, ha para vender
chitas caboclinhes cores livas a i-jkhi rs. a peca,
imii- de raso.....'as elsticaskosIos nioderoosaSsuuO
rs. o corle ; para acabar, brius laraos tle ipiadro, a
>ii rs. o covado, he proprio para diversos misteres,
rbrados Iranceses, e chitas lama,. ^iki r. o inva-
do, esleirs da India largas,a-.4800rs,: e mitras ra-
leadas, por proco mdicos.
Veutnvseum carrinlradetrotlaseom i aasen-
senlos, sendo para lueninos.coni laura c v.iracs pa-
ra I e eavallo, ein milito houi oslado por ler sido
faliricado a anuo e nieio, por preco commedoi os
prelendenles dirijam-se ao sierro da Boa-Vala 11.6,
eoRUUtlo andar, da ta 1(1 horas da nianhaa.
A ."i.sOOO rs.
riuissimas casemiras mescl.idas i: lisas, de cores:sc
vende na rua do (.lueimado n. 9, hija de Antonio
l.uiz. de Oliveira Azcvcdo.
Vende-se urna labonia em un dos aieUnircs lu-
gares da Boa-Vista, rom rommodos para familia son-
que precise, e adverle se que he mu dos niclhorcs
do para rclalho para a Ierra, c ao comprador se dir:
qurm prclender dirija-so a rua da t.oiiccic.lo u. S,
loja.
Vendc-se queijos londrinos, prezunlos para li-
amhre, viudos |ielo nllinio navio de Liverpool ; as-
siui romo salame muilo fresal; hoiachinha de o-
da, c conservas em frascos : no armazem da rua do
trapiche n. 31, do Ravinond A Companhia.
QUEPECIHNCHAIM
Vende-sc suecas com farinha a preco de 23WHI rs.
ii.Li sorra: nn armazem da rua iln Hansrl n. ti.
BARATEIROS, VINDE A'S PBCHINCHAS,
\ l-isn rs. corles de casimira de aliiodiio, pa-
Irfies claros c oscuros; a KSt) rs. o covado de alpaca
niiirc/, bronco e linio em l>arris, che-
pido nllimamcule, c ;i;os com clinm-
tagiie, ludo pelo preco o mais commo-
do IKMsivel : nn na da Cruz n. '20.
BOTICA
HOKEOFATHIGA
.:.; nr.\ das <;m /i;s ao.
I'n n)iihi por mupluiiiutireiilirt ttppriH'tHio
Ksfe eslaheleeimenlu pttssue lodostis me-
dicaiueulosal atua e\peruuenlailos, lano
na Kuropa ruino no Brasil, e preparados pe-
lea machinas da liiYcncai. do br. .Mure.
Carlcirasde llaboaal 160, por preco* \a-
ria\eis, conToi ute a cpialidade las CHlxas,
quanlldade dos remedios e siias tl\nami-
25:060 RS.
I"MA CARTEIRA rom os i nrinripaes
remedios lioineiipa Mi icos eMolirasdilferenle*,
hidispemavefai para oa prinrhiianloi que se
tpii/erem convencer daverdade da nova me-
' dieiua ; conleudo alin de inuilos coimelltos
clnicos, a paUlOgeneala lo IS medicamen-
to--.
Tubos n\ul-i Tlnluraade lodo*ce medicamentos em fra--
eostle ', anea,............jnhm 32
Na mesiua botica oneonlrar-se-lia ROmpre \{>
um grande sorlimenlo delhros em porlu- \1
mioze Iraine/, e emliiu Indoquaulo he lie- ),
cessariopara o esludo e prallca da liomeopa-
lina.
A. //. REFORMAM-SE GRATUITA-
MENTE ludas asearleiraa vendidas nooa-
laheleciineulo, cojos remeilios, pela luunida-
: tle ou por qualquer oulra causa, livoreni si-
1 do ili'h'i inr,i,].i-.
Vcnde-se 3 ricos coeiros hordatlos de malii,
do boro golo, por |>reco commotlo : na rua ta Ca-
deia de Sanio Anlonio, uo segundo andar do sobra-
do n. 14, da esquina.
NA LOJA DE 6 PORTAS EM FRENTE
DA IGREJA 1)0 L1VRAMENTO,
vende-se pecas de chitas de cores, com mudo hom
panno, n AjOOOrs., dilasa 1800 rs. ; corles do cas-
ita chita a ISGOOrs. com 6 < varas.
Vende-se colchas brancas de sal-
picos milito encornadas, propriaspara o
tempo de fro, a 1,600 rs. cada tima: na
rua do Crespo, loja n. 6
NOVOS CORTES DE CASSAS DE BAR-
RA A 2,800 RS.
Vcndc-sc cortes de ansas do harra que se pode
corlar paaa fater de 3 hallados, fazenda nova, c do
ultimo goslo, pelo haratissinio prei^o de 2,800 rs. o
corlo: na rua Nova loja, nova n. 16.
Na cocheira do Sr. Quinteiro, na
rita Nova icliii-sc pura vender, muito em
contu nin carrinlio tle quatro i-odas ,
muito leve, para ser puchado porum ou
dous civnllos. *
J Vcnde-sc clin nacional do primeira fluali- ,i
jj dade, em hilas de i o i lihras : no largo da ;,f
i essemMea a. o.
CASSAS KOL'XAS COM BARRA PRETA.
Veude-e corle de cassas roiuas com harra prcta,
que se |Kide corlar para fazer de habados, fazenda
novac doiilliino gosloa 2.H(K) rs. o corle: na rua
Nova, loja nuva n. Iti.
ANTIGU1DAOE E SUPERIORIDADE
DA
SALSA PARItIMIA DE BRISTOL
sobre
A SALSA PARRILIIA DE SAMIS.
Atlcnciio'
A SALSA PARRILHADE BRISTOL daladet-
IK't, c Icm etmslonlemcntc mantillo a sua fe-
mlai'iio sem ncces-.itlatle tle recorrer a pom|iosn$
anmiucios, de que as preparaces tfe mcrilo podein
.wusir-se. O success do Dr. BRISTOL lein
provocado inlinilas invejas, e, eulre oulras, as dos
Srs. A. R. I>. Sands, de .New-York, preparador
e proprielarios da salsa parrilha conliecida pelo no-
iiii' Esles senhores 'olirlaram a airenria de Salsa par-
rilha de llrislol, a COmo nao o podessem ohler, fa-
briearam nina iiiiilnnlo de llrislol
Kis-a<|iii a caria que m Srs. A. lt. I>. Sands es-
erc^eralll ao Dr. I.rislol no dil de abril de I8i,
e que se aeha em iios.o poder :
Sr. Dr. C. C. llritti'L
Itiir.il". i\r.
Nusso 11 i t'v'i.iM'l senhor.
Km lodo o anuo passado lenios vendido qumtU-
thule* COGlideravels do e\lraclu tle Salsa parrilha d
Vmr., c pelo que om irnos di/.er ilc suas rirhule*
aquellos que a lem usado, jugamos que a vendada
'l:!.i medicina seanunieiilar mitifissimn. Se Vine,
qui/er fazer um convenio romuusro, cremt'S que
nos resullaria inuila vanlatiem, lano a mis como a
Vine, 'lemos muilti pra/er iiue \ inc. uos rcspontla
sobre esle assumpln, c se Vine. \ier a osla eidatle
daqui a um me/, ou cousa semelhanle, leriamos
muilo pra/er em o \erein nossa bolita, rua tle Ful-
Idii, n. 70.
Firan nrdrns de Vmr. seus seguros ser\ iilores.
Asslgnadoa) A. H. IK SAM-S.
CONCLUSAO'.
|.eA anliiuitla.le da salsa parrilha de Mrislol be
Claramente provada, pola que ella dala tlestle IH.'i,
eque a de Sands to* appareeeu ein ltti-, pOCfl na
qual esle droguista nao pode tdiler a agenciado Dr.
llrislol.
'-. = A superioridade ila salsa parrilha de llrislol
he Incoilteslavcl; pois que nao ulislanle a oouciir-
renria da de Sands, ede nina porcao de unirs prc
parantes, ella lem inaulidn a sua repulacaoem qua>
si luda a America.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
salsa parrilha em ludas as enfermidades originadas
pela impureza dosanauo, eo bom exilu olilido m
la corle pelo lllin. Sr. Di. Sii-aud, presdenle da
academia imperial tle medicina, pelo Ilustrado Sr
Dr. Anlonio Jos PcfoolO em Ma clnica, e em sua
afamada casa de saude na (.amboa, pelo I Un- Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do eiercllo, t
por varios oulros mdicos, permiltem boje de pro-
clamar al I amen le as \rlude> ellica/es da salsa par-
rilha de Itristol, \ende-se a ."iNNtO o \idro.
Visto aeliar-se de novo a borla a iHilira to Sr. Jo-
s Maria (jOncalve Hamos, na ulica rua los Quar
leis, inudoii-se oulra VW para all o deposito da sal-
si parrilha de Drislol.
x ; u k :: :-: hh-:::-::: :.: x : H GAXTOIS PAILHET & COMPA- K
MII.V.
Gonlinua-aea \ondernotlcposilo coral da W
$ rua da Crui n. 5, o excellenle e bem eon-
'& reiliiado rap areia pela da fabrica de lian- $
vi luis l'ailbete ^\ Compaubia, ta Haba, em ^
,':f uraudesepequenasporcoes.pelopreeooslabe- @
i lecido. 4
u x x y-: ;; :-: :;:;:-; % & n ft H i & ^; x u x x
leoespecillroparanirar a caspa e con-
servaro eabllo, conliniia a venderse na botica
da rua do Rangel n. (i, a CIO rs.cada vidro.
CAFi*. SUPERIOR
ehogado recenlemenle da llahia ; ventle-se uo ar-
ina/em de Anlonio Aunes Jacomc Pires, defronle
da escadlnlia.
SALSA PARRILHA
de boa qualidade, diegada ha poueo do Para ; ven-
de-se por proco romincdo, na rua lo Trapiche n.
M), priineiro andar.
VKKDADEIHA (ENEBRA DE IIOM.A.NDA.
Vende-sc na rua do Trapiche n. id, priineiro an-
dar rasquelrascom excellenle aeneura de lloiian-
da, ebeaada mu reronleinenle.
PTIMOS SE LU.N SDK PATENTE INIil.IV/.
Vcntlc-se sellins de patente inide/. os mais iogU-
ros e mais haralos do que em qualquer parle : ein
casa de Adamsun llow (\ C, rua do Trapiche
u. L>.
TINTA BARATISSIUA.
Vendo-sc liula emolen, pela, a/ul, branca, em
latas de 38 libras: em casa de Adamson llow t\
Ce, rua do Trapiche n. i-'.
Vende-sc saceas ciun milito : no Heeife beern
Largo, taberna n. I.
NA RUA DOARAGA'O N. I".
ha para vender mn cabriole! cun cubera posta, no-
V0 o de bom u'uslo.
Yoiule-so nO arma/.cm deJoS-iJoo*
iuirrj Pei*ern de Mcllo,no lugar da auan-
lialalas rlu'f'ailas iilliiuaiiH'iili- de
Dcsappareceu no da i do corrate a esrnoa
tic nome Maiidalena que foi comprada ao Sr.
Franriseo Caxalcanlc de Albuquerque Lcenla.
e foi eneunlrada no da .' pur una escrava do
mosnio Sr. e disse ir para casa do dito Sr.
I.aeerda ver sua lilha, ; levou veslitlo branco corfi
flores encarnadas j usado camisa de mad;i|>o-
liio nova, brincos franeczes, o cotilas atuei no pes-
clo, elem ossiiuiaes segiiintes: rrioula, cor pela
LlUlOA eiU HH'rfS de airona para cima, (estatura recular, idade 21 aunse Icm o peito e
(ir-i-iirn cheiode pannos, falla de um denle nfrenle
da boca, muilo esnerla e bem fallante : to'A
I! titff ti
r*z
m

1. 1 s
era
i*, m.
u
=. ^
Z*Z
e*a
0
0
SS r
Vende-so leilo devacca. sem mistura aluuma,
das 7 horas da manliaa, alti 8 du da : na rua do Ito
sario larca, na porla do hotequim n. 25.
Vende-se una mesa redonda de amarello para
mel desala, em bom oslado, e um par de mangH
de vidro lisas: na rua Nuva n. 52.
Vende-se Iraselins de ouro de lei, a H&'iOOr
aoilava: na na larga do Rotario n. 17, junio ao
quartel, e compra-se Diarios a :i.--Jiwi-, a artolu
Vendc-se um casal do cachorros d'ana,vhulQj
de Lisboa, na rua larga do Rosario n. 21, fabrica
de ciaarros.
Vende-sel mulalinho de idade de 9 a 10 an-
uos, rom principios de caixeiro de venda : na rua
Direila n. 27.
<#, O abano asediado vende o seuengeubo A
^ Sania Mara, ha pourn levantado, na co- *;
^l marcado Cabo, o qual divide rom os en^e-
nhos Sibir de Sania C.rux, Cachoeira,
Quelu/, e liaipi, be de boas mallas, ter-
rf ras * ivnalmcnte \endc, se assim convior ao
V comprador, toda a lavoura : esla vendase
t+. eireelua para pauamculu du crodor c b\po-
*' Ibccario do tlilo engenho, Jos Marques &.\
Osla Soarcs : quem o pretender dirijae
j. M dito engenho, 0U ao referido credor.
i^l Thoina: .\fartfuet da Conta Soare*.
Vende-se 18 c nlrir.i- de jacnranili em Imni i1**
lado, l: i-.iilciiii-, iiinsori, um par de cuiisoliw. c
una mesa de meiodcsala, c un aparador, ludo de
amarello c com |Hiuro uso: no paleo da Ribcira de
S. los, n. ti.
PECHINCHA PAltA O INVERN,
Vcnde-se liellos taniancos para lioniem e para t-
nliora por muilo baralo preto: no quatro ranlij
da lloa-Visla, u. I. No mesmo eslabclerinH'iiln t r
arda muilo Ihis maiileica imilc/.a a (iitl a libra, dilfl
fraiiccza a S0, e oulros mulos lioneros pertencen.
(es ao mosnio cslnliclccimenlo indo mais commodo
prero poorivel.
PAO CRIOULO.
Na padaria da rua da Sciuala-Nova, n. '<".
acba-se a venda diariamenle o bello oto crioulo, fa-
bricado |K>r c\lindro, moda da corle do Hif- de
Janeiro, o qual alcm da superioridade ao pilo cnin-
niiiui, lem a vanlouoin de ser isonlo le reecber ] f
mais |teqiieuo uol|>e de suor do amassador. \i*l''
que be ,iin,i".iilii por macbina : na mesma padnrin
icbarilo sempre ns pessoas de bom oslo o scgiiinli
ni
> 61
lliscoilos do .ii.miiI,i c d'ovos a libra
l'a(ias da rainba......
Iliilarliiiihas deararula pura. .
Ditas americanas.......
Itiscoilinlios do erva-dnec. .
hilos de I.un i........
Hilos de laranja......
Hilos de familia.......
hilos imperiaes......
hilos amantes.......
IWI
ROO
lid
n>i
r,
r
SI
Mil
StSI
ESCRAVOS FGIDOS.
Vende-se Arras-da liba de S. Mignel na rua
das Cinco Ponas n. 71.
Vendc-se cobertores oscuros pelo diminuto
proco de !NN> rs. rada um : na rua do Crespo, loja
u. 3, ao lado do arco de Santo Anlonio.
Vende-se superior lio tle vella muilo proprio
para coser saceos com assucar, cui casa tle James
Crabtree c\ (*.. : rua da Cruz n. 4.'l.
RAPE.
Joaqun Fcrreira Mendos tinimares, reeebcu ul-
limameiile |ielo paquete .s'. Salvador, nova romessa
doevrelleulerap nacional prince/a, ila fabrira de
J. J. da Kocha Ov Companhia to Hio de Janeiro, on-
de be muilu apreciado, c (ido pelo nico que melhur
suhstitueodc Ijslroa, pela grande scmelhanea que
com elle lem, lano em cor como em aroma. I.I
be lamhem j heni apreciado na Haba, ftfaccid, Cea*
rn e Maranlulo, cgcralmeulc ein ledas as partan onde
(emsido mamlndo. A'visla das fallas que se dilo uo
de Lisboa como actualmente acontece, V sendo dito
pe tin ludo quas semelhanle aquello, esprate
w\< de vara de largura e muilo cucorpada^iro-itnc, os amantes dello, oem gerala lodos que anda
pria para hallos de frailes e vestidos, e maulas de i lulo lem conheeimcnlo do mesmo, venbam compra-
nudberes ;a 2S0 rs. o covado de riseatlinbos de li- lo, allendondo que sempre o ar ha rao fresco, e J-
ninis so danto taos fallas, asquacs nurjlo sensvefse
loruain a quem osla acoslumado rom elle: \elde-
se no deposito da rua da Cruz. n.."7, segundo andar,
o para mellior commodidade tambein o acharan na
lojada mesma casa.
uiios.biiuibi-. padrOes;a l*MK>r. cortes draasaa chl
;a 5iau00rs. pecas (le chilnseaeorai e a HOo co-
do, c oulras militas farendaa nova-* todas baratis-
narua do Qucimado loja de J. P. Cesar u.
la
val
limas
XXI.
B |M>r pre^O mdico.
Vende-ee nonrinuxein deAntonio
Vimi's .lacoim* PiV, silo no largo da al-
iiidcga, paneiixMcom sal do Maranhao,
muito joommendavel prla sua limpeza
para guato de asas 6 |('l" barato [uceo
(lo MO rs.
VeiUuXe una amarra de ierro pa-
ra liarrara em perfeilo estado, eeoinmo-
do preeo : na rua do Pilar n, I M .
Vendc-se alguus i'-ilimi-, cutre osles ha um
Garapia c aponlador de eni&Bnho,e hom feiior na
ruadas Laranizeiras n. II, segundo andar.
Vendc-se por preco commodo, reloia'os le al-
gibeira iuule/es, de patente: na rua da Cadeia do
Kecife n. i, arma/em de llarroca iV (Rastro.
Vendc-se o engenho Canoa,Radiada, na rbei-
ra de l'iia.coin una lecua de fundo e meia de fren-
te, distante do emba (pie cinco lemas, moenle e
crrenle, com muilo boa* obras, moa com agua c lie
do nana producan evlraonlinara: a pessoa que o
prclender, diriju-sc ao euuonho fuaciea em I|hijii-
ea, ao engenho Sou/a, freguc/ia de Agua Prela,
ou nesla prara, a rua Direite n. 5, seuuudo andar.
A I 920 rs.
Corles do rassa chita lina, a sois patacas: na rua
doQucimado n.9, loja de Anlonio l.ui/. de Oliveira
Axevedv.
COLCHAS BRANCAS COM SAI.PICOS
a I -i.ihi cada una
na rua do Crespo, luja da esquina que \olla para
a Cadeia.
Vende-se una porcao de cera de carnauba: na
rua ilo Crespo n. 10 ; na mesma vcnde-se um negro
escolenle padeiro.
RAPE PAULO CORDERO.
.Na Praca da Independencia loja de miudo-
zas n. :i, venoVaa Mparior rap Paulo Gordelro
ehogado priuimanieiile em ,i, meias ditas e ojiaras.
Veiidc-st um lindo cavorro tl'agua com bahili-
ilados, o qual se vende por prccisilo : na rua do Ca-
no ii. 24.
o
iiiiui i,Luir-1' rapilAodeoampo.a pcmiem eleveni SO
largo daSolciladc n. 16,a sua seuboraque ser bem
pego.
hesappareccram doengenbo VicenleCaiiiiicl-
lii, do dia -J para :t do correule mez demaio, dous
oscravos, sendo um de iinnic liaspar que ropri'-ni-
la ler a dado de 10 anuos, allura recular, cIicimI;i
oorpo c cor prela, com Talla de denles, |khici bar-
ita, c ikss mu nnino urossos, ln um -iun.il no pe*-
coco de ler nidailo com Ierro, le^ou >clidn m-'
misa de akinlAo do listras, calca a/ul do mesmo t
. Ii.i|.., i de palba : o oulro de nome Jo^o l.m/ que
reprsenla lera idade de 28 anuos, allura menos
que regular, seceo do corpo, cor fula, bem barbado.
peros* c pes linos, levou veslido camisa de algodeo
azul o seroula branca o rlia|ico de palba. Quera "*
apprebender pwler leva-Ios ao mesmo engolillo, un
"casa do I llm. Sr. Joo Piulo do Lemas Jnior
quo ser recompensado generosamente de seii 1T
Delga.
Esta fgido desde 21 do trrenle, o estrave
-Manuel, crioulo, representa 20 anuos de idade, sem
barba, fallo de denles, e delTeiluoso dos pos nrove-
nicnlcdocravos; levou lodaaroupa, e vesliuarfll-
ca e jaquola ; quem o pegar ou dellc tiver noUria,
dirija-se a seu scnlior no llecife, rua da Ca Joia \ c
Iba, loja de JoAo Cunlinua a cstai fgido desdo 17 de de/oiiibn
provimo passado o esrravo cabra, natural do Asn
[ior nomo .Miguel, representando ter 21 annos ti
idailc, com os signaos seguinles: estatura recula!
corpo reforjado, inAos e pos grandes, leudo o dea
grande do M baslanlo separado dos oulros, soni !>'"
lia, roslo triangular, ollu pequeos, denles li*
dos, o falla um poueo fanbosa : levou camisa do ri*
cado coin mangas curias, talca do algorlao aiul, rn
pide palba ; e foi virio a eavallo MRuioilo a eJr
da do Norle : roaa-se a queni doli suulier nolirissjj
ou o poder aprobondti. do roinniuiiit,ir ou manila"
onlrecar a sen senhor na rua da Cadeia ilo Recifs'
1, ou no sitio de sita residencia na PaaMisM
Magdalena ein frenio du \i\oiro, quo |nmuelle '->
lifirar toin generosidade.
di
'I
I >
IK
O
i la
n
ni
C
Bii
m
ln
de
lil
ni
m
iU
hl
Je
pi
gn
ili
di
le
ni
II
ni
ni
I"
ti
u
u
"i
J MUTILADO

Pera.i Tyv- de K. F. de Fara. -18&3.
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li,
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