Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03165


This item is only available as the following downloads:


Full Text
SABBADO 7
DIARIO DE
DE MAJO DE 1853.
N. 101
PERMMBMO.
fHI(?0 DA SBSCIUP9AO'.
Suliscreve-sc a 159000 por auno, c 40000 por
quirlcl pago adiaulado, e 49500 por quarlcl jiilm
vencido, na casa do seu proprelario, .M. Figueiria
de Furia, na pracada Iudepcudencia, ns. 6 e 8, e uo
Rio de I -' do Si. Joao Perera Marliiis.
labia a a el1'. Ihipr.nl.
Jlacci a a Joaquin Bernardo Mendonca.
Parahiba Josa Rodrigues da Coala,
fialal i Joaquin Ignacio l'ercira.
Aracaly < a Antonio de Lomos Braga.
Ccara' c a GuilherraeAuguslo de Miranda
Mamullad Joaquin Marques Hodrigucs.
ara' a a Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DI 6 DI MAXO.
Sobre Londres 28 X
o Paris, 334 a 33.') .
a Lisboa, 9o por cenlo.
MXTAJC.
Ouro. Oucas hespanholas.........298300
MocdadcGIOOvclhas......16000
de 6i00 novas......llioOOO
a do 43000.........99001)
Prala. Palac&es brasileos........19940
Pesos columnarios........1&940
mexicanos.........10800
AccSes do Bancos........ ln %
Uesconlo de Lcllras.......9all>
IOTICIAS UTX1AHOUBAS.
Portugal . 13 de Abr. Austria. . 3 de Abr
Hespanha 8 de i Sussa . 6 de
Franca. . 8 do o Suecia.. . 28 de Mar
Blgica. . 3 do Inglaterra 8 do Abr
Il.lli.l. . 3 de E. Unidos . 23 de Mar
Aleraanlia 3de > Mciico. . 3 do
Prussia. . 3 de California 1 de Fev
Dinamarca 31 de Mar. t'.llili . 13 de
11 ii-u.. . 30 de o Buenos-A. 3 de Abr
Turquia . 28 de Montevideo 6 de
noticias do nomo.
Para". S de Abril.
MaranliaS 2 do
Ceara'.. 6 de
Parahiba 32 de
Alagos 20 de
S. P. do Sul 3 de Abr.
Minas. ... 5 de
S. Puto 6 de
RdeJaueiro II de
Babia. ... 18 de
PARTID Al DOS COBJUIOS.
Olinda, lodos os das.
Victoria, as quintas feiras.
Caruar, Bonito e (iaranhuns, nos dias le 15.
Villa Bella, Boo-Vsla,EnicOrrury, a 13e28.
Iioianna o Parahiba, segundas e sextas.
Natal, quintas feiras.
DAS da .imana.
2 Segunda. S. Alhana-
sio ald>.
3 Terca. ** Invcn-
co da S. Crui.
4 Quarla. S. Mouica
rio.
:. Quinta. ** Aseen-
cao do Seuliur.
6 Seila. S. JoSo H.i-
masceno.
7 Sabbado. S. Eslanis-
lio.
8 Domingo. S. llcladiu
ADDDENCIAS.
Tribunal do eommercio.
segundas c quintos.
Urinal')'
tercas e sabbados.
Fazenda
lerdas csexlasas fOlioras.
Juiznde Orphtiox
segundase 5. as 10 horas.
Frimeira cara do eicel
tercas e 6. ao meio-dia.
Segunda rara do ricel.
quarlasc sab. ao mcio-d.
Abril
Moio
mianiDis
30 Quarlo mingoanlc as 4 horas 30 mi-
nutos e. 40 segundos da mantilla.
8 l.ua nova as 2 hora, 14 minutos e 42
segundos da maiihfla.
nutle 36 segundos da mauhaa.
i 22 La ebria as 8 horas, 32 minutos e 27
segundos da larde.
MUCAMAS. I HOJI-
Primcira ns 3 lloras o 42 minutos dn larde.
Segunda as 4 lioras.o 6 minutos da manlia.
I-HB!
EXTERIOR.
uii
|U!

iili-
FRAN^A
Diicurio de Mr. Troplonc no senado francei
por occaUo' da abortara d inas teuo'es.
N'iiliores.
Chamado pelo imnerador a ...islinrt.i lioitra do
nrr-idir a iwlaaSBeinbla, pero-yos a ponnissAo de
rcMitnir em algutnas paiavrasossenlHiionloa que
nnlro.c es[>cro encontrar aqui para o successo da
obra (talriutica, i qual nos lomos dedicado.
(ramlcHaronlecinientos Irveram lugar de|M>i-i de
\tma 11' i im i -f;ii> ordinaria. O poder revelado
icio j ,l- riexemnro, man anda niio cslabelccido, se
Icm noderosarnenle cousolidadn ricbaiio do nomc e
i im. que s podiam dar-llie popularidadc em
I f.iiM.M. A sociedade lornon a lomar seu equilibrio,
o poder mi.i larefa de dirccc.ao, o povo seun uleis c
pacficos Irabalhoa, e lemos mostrado Europa que
se c-ii' generoso paizscdeixa algunh-mcxossoipren-
der pelas ideas revolucionaria, elle iiilo se coli-
lla jamis scnfto as iisIIiicoch fundada na razan,
nn Ihmii se i i so e no inlercssc publico.
Senliorcs, \s vos a&sociasies i wla regeneraco
MCial pelos aclos os mais solemnes. Interpretes do
intmenlo nacional, leudes fundado a ordem poli-
in-.i. noein concep^oes caprichosas, mas na reuniac
de ludas as forras iudividuacs, e vossos sciialus con-
hiillus Icm admiravelmenle merecido dos publicis-
tas osla deliuicAo. a saber, que a lei deve ser a cv
l'u-.n da \on(adctgeralpor(iue (recorro historia)
j.unais estado alijum, forma de uo>crno esleve de
maisaccordo coin o nciitimculo de lodos, jamis po
der algum respondeu mellior s svrupathia e ne-
(i'>>idades [lublcas. He porque este |H>dcr, por
manir que soja, nlo impe, como diz a cscriplura,
senao urna sujcic,Ao razoavel; [Hirquc be a razao pu-
blica, esclarecida por grandes cnsinos, quemotivou
i >cu estabclecinicuto, e collocou bases c scus li-
mites.
Nao temo de arropender-nos, senliorcs, dcftla
i do na razao do nrourcsso do poiler ; ludo o que lo-
mos dado ao principio de autordade, ainda mais o
IciiMl fcilo ao dwenvolviineiilo recular d< iuleres-
sc lcifitimos deste |iaiz, i paz. ordem, acl ida-
de das forjas fecundas da iiarao. Quinzc mezes nos
separalH apenas dos males iucalculaveis que no* dc-
v.aineamanTi o ja apro^peridade publica os tem le-
\ado lo lonsode ih'w, que umitas pessoas parecem
te-Ios esquecio. Masosbomcns sensatos conser-
\aiu cuidjilosVJicntc a inemoria, delles alim de me-
direin melhor a distancia dos aconlecimenlos, a
gratulen dos servaos c as vanUigens da situarao
prasentoi
Se esta siluarao nos aparta da marcha que a po-
ltica inferna tiuha seguido haquarenla annos, nao
he porque OS tiomens do bem a lenham abandonado,
clin he que fallou de repente ao paz abandonado e
ucscoiicerlado. Ora a habilidade do pitlo consiste
ni ntodilicar sua direcro conforme os escarceos e
(einpeslades. Talvez que em nutras pocas se
iilin applica ya obra (lito generosa alm dhlo e I ao meritoria
a coustiluicflo.da liberdade.sem lomar-se em con-
niiiMderaco ascondieesvilaes do poder. I'or is-
to, a licenca c a inatenta lem faeilmeuto arrebatado
us diques de um equilibrio im|erfeilo, e os Jarosos
mais sagrados da humanidade Icm estado a ihiiiIo
de seren quebrados pela lovaslo da barbaria dema-
|DgCta
DcmIc aquello momeulo, umoulro Irabalbo, mais
urgente e mais capital foi assi^nadon poca presen-
te ; loi mislor soccorrer-se o principio de auloridade
desconhecido e avillado ; foi necessario ele\ar o po-
der do governo ao n'i\cl dos pericos de nina soeie-
dade ameai.ada de dessolucao. lodo aquello que
lie amigo solicito da liberdade, D*0 pode ser inimi-
go dcsta causa reparadora ; porque o poder nao be
menos necessario liberdade do (pie a ordem, e be
por esta nicaniedeacao que ambas se podem conci-
liar em urna constante harmona.
He por isloque nao coinprchcudcmos que, quan-
do nossas ruinas eslavam apenas remediadas, ea
lorenle reprimida c nao esconda, que se li/essetn
objerroes serias contra os actos, polos quites collo-
ca"les o poder uas coiidices que exige o estado do
paiz.
lngana-se completamcnlc acuelle que ponsa que
fra da monarchia imnerial existem outras combi-
naces possiyeisde dar ao paiz a mesma seguranca,
c.....mais liberdade de urna parle, e menos autor-
dade da oulra. Yin lu <-iii mu solo atormentado
pelas reyolucOcs c ainda trmulo de snas roimno-
coesque be ncrmitlido qualquer adiar o raro e
dilUcil equilibrio das iu^liluires parlamentares;
-n.i liberdade seria mais urna yez a Mcenra, c seu
pinler una nova causa de conlcslacdes e de fra-
que/a.
.Nao nos engaamos, senderes, ucm da hora nein j
docaininho, na marcha que temos seguido. Nao
bem rom seu coracao para fazer sabir delle palavras
ainda mais leaes o honestas do que eloquentes,
'raras unta uniflo que lao proniptamenle res-
pomleii ao nppello do paiz. Ello saber realzar os
esplendores do llirono lelas virtudes domeslicas
qucsAn o perfumo das familias, e que para inslruc-
cAo dos povos, deveriam ser seiuprc o principal or-
namento das coreas. Esse casamento com'ell'eilo,
que nao foi dictado pelas duras exigencias do inle-
resse dinstico, be um d'aqjiellcs que repousam na
aiTeicAo, e por esle lilulo, leos o ha de proteger dc-
baixo do diadema, como entre os bomons que com-
prchendem os deveres da mais santa das instituirnos
humanas. A Krauca espera os scus fruclos, ea no-
lilica, com quanto o nao lizesse, se aproveilarn del-
Ic im ns do queso fosse sua obra.
Eis-aqui, senliorcs, sob que auspicio chegamos
nossa sessAo ordinaria le I8.VI. Antes de comecar
notaosIrabalhns, congratulemo-nus por ver que as
portas do senado se abran para os homeus dislinr-
tos, que o imperador nos tem dado para rollegas.
Soaconsliliiieao quiz ile um lado consolidar au-
niilo do imperador com o senado, dando-lho o di-
reilo de presidir aisla assembla, u adinitlindo nel-
li osmemhrusda familia imperial, dooulro lado, o
imperador nos ojuil dar nina prova de sua alta es-
tima, ajuulanduaosiion.es Ilustres (|iie ja possnia-
mos, outros uomes eminentes no excrcito, na ma-
gistratura e na poltica. E-da uniao ilc lodos os
mritos, que se lem assgualadonotiahallio tao com-
plicado c tao diverso da nossa ciyilis.ic.io moderna,
ser um realce* para o senado c um ensiuo ulil e
animador para lodos. Elle inoslra que OS seryieos
feilos ao paiz, sem dislinccao de partidos, sao o pa-
trimonio da Franca, e que o imperador quer hon-
ra-Ios.
relicilcind-nos lambein por ver, que esta polilira
do conciliacao lem por cortejo a poltica de boa in-
lelligenciacom nosco sobre nina das mais delicadas
malcras da alia adminslraco. Quando se den a
discussaodo artigo eonslilucioual relati\oaos trata-
dos de conunercio, y m a ni fes I as tes um voto dicta-
do poryossa Milieilude pelos nleresscs da agricultu-
ra, da InJusIra c do eommercio ; tono pensamen-
lo foi comprehenddo, c o decreto de 1 do feveruiro
de 1853 o sallsfoz. Este decreto declara que o go-
verno (juer obrar com prudencia nos pontos peiieu-
ccnlcs as fon tes vitacs di produccAo nacional ; elle
prescreve as medidas necessarias pan que as ques-
le econmicassejam examinadas com sabedoria e
maduren* A agricultura, o eommercio e a indus-
tria poderAo |Kr tanto cnlreuar-se com coulianea s
suas fecundas emprezas. Ellas viyem debaixo de
nm goveruo esclarecido c lirme, o qual couheceo
canqK) vaslo que oceupam nos elementos da prospe-
ridade publica. Seus dircilos, que sao os do Iraba-
lbo, o seus inlercsses, duesao OS da elasse operara,
nao serlo coniproinettidos em suas iniios.
Kesla-me dizer-\os, scnbores, quanto necessito
de vossa indulgencia pan chegar-iuc a esto lugar,
outr'ora (Ao dignameuVo oceupado pelo irmAo de
Napoleao I, pelo veOOnvel cidad.iode noSSOS (Oin-
pos heroicos* lo venuo trazer aqu nonhumdes-
ses antecedentes polticos, que ImpOe a conlianija,
poreiu acharis em iiiiin OS seulimenlos de jiislica,
osquaeslem dlralto a estima, o cardeal Rlclie-
lien.lizia; a Qliaildo aquelles que sohresabem na
parte judiclariamlolJvcssoin urna Brandoesleiwftodo
espirito, elles ufo deixarian de ser uieis ros esta-
dos, a llcccriamciiio a boa opinMo do imperador
para um magulrado o qual elle elOVOU brstantc al-
io na ordem judiciaria, une eu devo a posicAomais
cousideravcl, queme quiz aqu ion liar, (onlicco
lodos os perigos dcsla lumia. Se lodavia a polili-
ea consiste (como creio) no amor do que he lale
verdadelro, na Adelidade a um governo nacional,
no temor salular das rcvolucis, SM -mc-ha mais f-
cil fa\mecer as y islas do imperador e iiiarchar de
anuido com vosco nesle terreno de homeus bo-
uestos.
Este discurso, nuvido no mcio >lo mais profundo
silencio, foi seguido de ignacs prolongados de unta
appro\acao unnime.
Oscilado, depois de ler procedido arcccpcAo dos
iioxoj senadores, compor a mesa ditinitiva daseseflo
de 1833. Os Srs. conde l.ariboisiere c Amedeo
riiaxer foram eleilos primeros secretarios ; os So.
FOHe de Hcaumont
;uudos secretarios.
almirante Cecilb
Moniteiiv;
Par* 26 de marco de 853.
A leasBo das corles de Hespanha foi aborta no I.*
do marco ; as cmaras comer a rain seus trabalhos im-
meiliiitameule. O senado linba de proceder elei-
cAo dos secretarios que devom formar sua mesa com
o prcsidenlc e os qualro yicc-presidenles, cuja no-
mcacilo perteuce raiuha.
A opposicao moderada e a npposicao progressistaii
se rcuniram o os oniatro eaudiuatos do sua oscolha
obliverama niaiona ; esteprimeiro y oto for consi-
derado como ii lija derrota para iijutnisbrii); em lo-
aMninemos no compicmenio dos rotos politfcoa/P^?**Itetnfo derrota, daquat nadase deve con
ileyem assegurar a salvacao da sociedade. A
custumando a democracia franceza ao principio de
auloridadc, a qual Ihc linba parecido longo leni|Hi
suspeila, farcinos mais pela sua elicidade do que
mil ros que oll'erccem ao seu orgulbo o cnuodo de
*uma iudcjKMidencia turbulenla c exagerada. Telo
principio de auloridadc havemus de chegar or-
dem material e moral ; [tela ordem, ao Irabalbo, ao
commodui ao progresso de (odas as elasses, a liber-
d.ide regular c moderada do bom cidadAo, \ paz so-
breludo. l'orque a Europa ronipreliender que o
iitiperio nAo cxlinuio cnlrc nos a chama rexonicin-
naria paraaconde-la no exterior dchaixo do nome
fallaa de gloria militar, por mcio de guerras sem
ra/Jo, sem juslica e sem utildade.
Tal be, scnbores, segundo nossa conscicnciosa
aprcciacSo, o carcter da pitase memoravel, em
(|ue o imperio nos fez entrar. Acresccnto, para o
ampielar, que o principe, o qual lie a sua perno*
mlicacito, nao faltar a iienliuma deslas espenn-
cas. Todos nos couliccemos suacorauem, seu amor
du jiuvo, seu espirito nobre, o qual se concilla lam-
ORESTES E PYLADES.0
( ron Estephen de la Madalaln*.)
SEIILXIM) VOI.IME.
XI
Marrrol sabio da rasa de Mr. du (Juesnoy n'um
anitar.io extrema. Suas feirOes Muran UMlidM,
seu |ieilo ,in|ur|;i\;i ; ello in.ii Im' .1 rom |irrci|i(a-
Cfto cambalcando, romo um boineni ebrio. Tomou
lullnelivanienl.0 c.imiuboi|ueiuntlu/.ia fabrica ;
as un c;dK> de uns rem passos eouseuuio por algu-
na ordem em suas ideas. Coin|ircbendeii cpic antes
9Je lavar o lulo c *< descs|iero .i r.i-.i de sen cuubado,
iurorniiiuilu a lamilia dos funestos resultados do sua
rnlir\i>L......i o bardo, era niiiis natural ii lar ruiii
Kuiilio para explienr-se rom ello sobre as prclcn-
w* inopinadas de Mr. du (Jucsno), c salier oque
ilevia crer de suas alleKarcs.
'.'liando Marecot dir)a-sc para o pa\ilbo bola-
trn a Paulo Dumanel. nosso anlii^o condecido.
Ah be vmr., Mr. Marceo!! disse o rapa pa-
rando. Como est uallido!
L\ Nao se inquiete rom isso, respondeu Marecot
t^.i/cndo siuual i Paulo Dumanel para dcar-lbe a
estrada li\ re, nao lenho lempo du conversar agora.
O que quer dizer: Nao lenho (ciii|hi a perder
rom \Mf, \ejo que j sabed novidadr. Oconlra-
inestrc parou iimncdialamenle, como se scs ps se
liveaseni preuadu u.i terru. Ello linba a cabera 15o
'liria iIik nrgiM'ics ,||. Emilio o da calaslropbe, cuoj
resullado ia levar-llie, que love o louco p.-n-iiiiiii-
w de suppi'ir qua h......niel quera fallar da demira-
lue alarava cnlao a familia EUjmundo.
I Que iwvidadc 1 diao elle ora urna neiedade
menle irrcflcrliiU. Enlao nossa ruina lie ja a.
^fahuladc toda apovoaejol
') Viile Diario n. lt).
cluir para n rebultado da *Jsi>
Sabia-sc lia milito Irnipnque a maioria do semnlo,
a qual se mostrara mili hostil ausenhor Bravo Muid-
lo, n.i i era mais fevoravelto uo\o liahiuete. c j se
liuha aiinuiiciado que bavaril una crcacao ilrsena-
ores antes da ahrrlura da es*io, alim lie uinditicar
as disposirrs dcsla maioria, e pd-la em harmona
com a maioria dn novo congreso. Isso uicsino he
que se fez: a rainha nuincou quarenla c tres sena-
ilinv, cilio concurso aMOgura a muiorm ao iiiiuislo-
riona prlmolracantara ; porcina mor parle dos no-
vos membros, nioforam anda adiuitlidns por csla-
remii esperadas justilicacrsque afoobrlgadoi ailar
alim de provacciu que prilrucsm um.i das calhe-
yorias que a constiliiicao creou.
O ministerio, que acliou-se em minora no senado
nomoineulo da cojnposifjio da mesa, recobrar mol
provalvcmrnlc todas as suas vanla^cus, louo ipir o
senado estiver completo.
No congreauo as iillimns eleicors dcrain ao minis-
Icrio nina maioria inesniosuperior aipirlla rom que
elle centava.
Esta cmara compoe-sede 319 membros; calculan-
do-sc quo as op|wsces moderada e progressila le-
uliain oblido 80 nomcacles, licun ainda mais de'270
para o ministerio, o qual osla pois, u'uma siluacao
inui favoravcl ; desejamosque cllesaiha nproveita-
la. Isso nein sempre he fcil ; ovemos_ parla-
mentaros, mormenlo aquelles, cuja e\|iericncia nfto
he ainda consumada, nao se acaulclam sempre do
perico das maiorias, d abusar, c que sao tanto mais voluveisc caprichosa
(planto mais numerosas.
0 ronijrcsso diflero do senado em elle nomear lu-
da a sua mesa sem que a cora nisso lome parle.
Oiniuislerio levea boa leiubranra do cscolhcr o
senhor Marlinezdc la Rosa para sen candidatos prc-
lidcucia. O senhor Marlinc/. de la Rosa fui elcilo ;
o congreso uomeou tambem srus vice-presidcnleso
seus sciTclorios. llr|iois destas primeiras operacoes,
a assi'inldcaoccuiHiu-seconia vrriliracao dos polle-
ros do seus iiicniliros. (I ministerio passou por esta
prova sem daino. O counresso eslii hojo diliuiliva-
inejile consliliiiilo, elle paiile rnlreuar-sc ao rvamc
das pro|wslas quo o overno deve suhmelter-lhc.
Einquanlo o counresso verificara os poderes ilc
seus mcnihros, o senado orcupava-sc rom duas uro-
postas nasi-idas em sen srio, as quaes Ihc foram suh-
niclliilas or inemhi os ila opposicao. A primcira li-
uha por nhjcrlo e siluarao da Imprenta em eral u da
imprcusa peridica em particular ; a seijunda he re-
laliva ns medidas que o senhor HravoMuri|lo lo-
niou contra o marccbal Narran, c que 0 ministerio
Roneall raanlive. >
A iinprrusa licspanhnla he tratada scvrraincnlr
pela Icuislai-Ao que Ihc deram ; ella era resida |>or
um decreto d lOdo abril de \H\> do qual militas
dispoiices foram modificadas por um decreto de 2
de Janeiro de 183.
Este ultimo decreto he ubra da adniiiiislraro ar-
Iti.il. e nos applaudimos os mclhoramcutos que elle
fez no reuinirn da iiiiprcnsa. Todava compre di/er
que a appliraco deste decreto Icm producido siuiiii-
lares rll'rilos.
Nunca as apprchensfics de jomaos foram mais fro-
qiieulcs, r alienta a siibmissao resignada dos jornacs
ipprchenclidos, podia-sr bem pcrL'iiular se a lilierda
le da imprrnsa exista anda na Hespanha.
Com efl'cilo, dciiosdodccrcto de i de Janeiro nio
se passou um mi da sem que niutosjernaes nao fos-
scni apprcbendidos pelo fiscal de Madrid, c esses jor-
nacs nunca erara lubmetUdoi aos Iribunaes; ew-
aqui arvplirarao desla singiilaridailc : segundo o
derroto de i de Janeiro uenhiim ecripto impresso,
diariooii nao, |Kde ser publicado em I lespaulia se-
nao depois de ler sido C'iiiiiiiunicailo ii auloridade
rompelenle, c esto auloridade pode suspender a ven-
da e a dislrihiiicao dclle, scjulgarquo dabi pdere-
siill.n algum inconveuieole para a Iranquillidailc
publica ol para a moral. Mas nesse caso o esrriplo
acensado deveser denunciado dentro do \ iulc o ajua-
ro horas c submellido aos Iribunaes.
Alr aqui po le-se dizer que o decrclo nao desco-
nheceos principios de direito, que pudem com mais
ni iiieiins jiislieire nioderacao, scrapplieadoi im-
prensa ; porm eis-aqui o que nos parece proprio i
feglllacflo da Hespanha: quaudo um cscriplo im-
iresso lieapprcheudido anles da sua dislribuicao, o
iilin, o rdilor e todas as pessoas, qur podem ser
erlarad.is responsavcis.leiii um mcio de evitara ac-
in indiciara, basta rei|uerciu-nodentriideibi/e bo-
as depois da apprehensao. Bullo a arelo judicia-
ria iiaolcni mais andamento ; porm o esrriplo Oca
suppriinido. Segundo esta leuislac.o, eis como se
l>.........a- colisas quanto aos joi naos: o fiscal que nao
pnrova o numero de.....jornal, prohibe a disiri-
luiicio dille. O. aulores, o edilurcs ou OSgerontW,
iiu-se presa a rcqucrc-lopara que o negocio nao Ic-
uha audaiiieui.....preparara logo non nova ediro
emendada de sua Tulla.
Assini vin-sc um inesmn jornal ser apprcbcudido
em (res edicocs successivas do......ni numero, ini-
pressas preripiladaincnlc : sii na qnarla prova be
queojiscal sideclarava salisfeilo. Seiurlhaiile r-
gimen ser acaso accommodado liberdade da im-
prensa ? He prrmiltido duv idar-se disso, o era esta a
oplniao dn proprio gabinete ; porque iNtamos lein-
hridii-de que (piandoelle propoz rainha a docre-
todc de Janeiro, aprcsculoii-oriimo tuna medida
|Hiuro regular 0 lemporara, que seria prximamen-
te substituida por una lei livrcincnlcdiscutida c vo-
lada |ielas cortes,
Apelar deslas promesas o governo da rainha Isa-
her promulgou iiltiinaineiitc um novo decreto r(inrcr-
nenio puhlicai.ao dos dbales parlamentares, c (los
discursos que forera pronunciados n'uma ou n'ou-
Ira cmara, lamlra osles actos do governo he que
en dirigida a primcira. prnpoda, que foi submctlida
i senado, c que o senado rcueilou.
(I mareehal Narvaer.siibinellrii a ronsidcraeao do
senado as medidas que o governo liimoii seu res-
peilo. Todos sr drvein lemlirar do que poneos dias
iinlcsdc su i retirada, OMnhor Bravo Morillo pronoi
i rainha dar an duipie de Valonea nina inissao mili
ungular, a qual elle devia ruraprir ora Vicua o
|uc nao liie foi perincllido recusar.
A queda do gabinete llravo Morillo u a subida do
gabinete Roneall fizeram erar ao mareehal, que sua
ordem de partida seria revogada ; elle parou fin
Bayona, para ah amiardar a nova ilccis,1o (pie espe-
rava; porom as primeiraa disposicocs roran confir-
madas. t t
O mareehal reclampa ; dirigi ao senado urna re-
/irrsrit/'c'lo, na qual reivindica o direilo de assislir
coino senador a sessao que acaba de abrir-sc, ena
qual o governo pretende impe-lo do tomar parle.
He |Hiis, ao me-iiio lrinpo,iiina queslao de principios
e una questiO de pessoa, a qual be agravada |ielo
caraclcr de qucui a suscita, e pelas circinuslaiicias
particulares quealiieram nascer. No fundo he ym
conlliclo cnlrc o governo da rainha c o duqiienlc
Valenca, conlliclo seguramente mui lauenlavel c
vasse a lesislcnria do illuslre mareehal; |Hiripie a
eoroa uaoeedcrii provavelmenle, cnio havcrla nc-
nli.......icio regular de fazer ciwsar cssr duelo drsi-
Pois os soiihnres e-hlo difliuilivi......ule arrui-
nados disse Dumanel .ijunlando as maos rom um
arde rnmpaixao hvpoerila. Sua xisita au caslello
Ihe lera sera duvida feilo mais mal do que bem. Ru
i dcsconava isso, quando o vi entrar esta inanba.i
era casa de Mr. du Quesuov ; |his eslava conversan-
do com Malbcos Reiiaud, iiin dos reudeiros desse
pobre Mi. Bonxallcl, quando vine, paaaava na ave-
nida. Nos o saiidanios, mas vine, ia dislrabido, c
nao nos deu altenru.
De (pie enlao quer vmr. fallar? exrlamnu Ma-
recot cora colera rccoiihcrendo sen erro. Nosso* ne-
uocios nao Ihc dizem respeilo. Qual he a sua novi-
dade?
Mr. Bonvallel niorrcii.
Eis ja um pago segundo seus mcrerimenlos,
murinurou o conlrameslrr continuando sen cami-
ulio com dobrada ligeireza. Talvcz Heos seja justo
al ao liin. .
Marccol lialcu mullo lempo a j,mella do pavi-
lli.'ei. Emilio eslava passciando n'um bosque vizi-
nho; elle axislou fclizmcnlc sen lio alraxcz dasar-
vores, e veio abrir-lbc.
__ Eslamos perdidos exclainou Maicrot dcixan-
do-sc cahir sobre nina cadeira.
Perdido? disse Emilio. Quom?
Nos e tu tambera, estamos todos perdidos !
Esls cm leu juizo pcrfcilo, Marecot!
11 xah que cu fosse um pobre louco! Nao se-
ria Uo desgratado.
__Um revez poderia alacar-mo aqu ? Mas ojo,
he impossivcl. alinha fortuna est o abrigo de lo-
dos os acasos.
Tu eres isso, racu pequeo. Pois bcui, animo I
Vou dar-lo um golpe que esmacaria iilu Inii. Mas
antes deludo urna iiergnnla: Mr. du (luesnov li-
nba-lc dado una caria liara Mr. Reberourl, quan-
do parlisles para Uijon'T
Sim.
K mo rae disscslr nada a esle respeilo cm
Paris I
N'ao,-|iorqiir esta circunstancia nao lem a me-
nor importancia. Peni i csni carta no camiiihn com
a la. luformei disso a Mr. Relierourl, o qual Iran-
quillisou-ine sobre as conscqucucias desla pequea
ilesgraca.ellocouhecia d'anteniao o ohjeclo da mis-
siv.deMr. du (.luesnov, c ccrtamciite escrexeu-
Ibc sobie isso.
Ello juluava coiibccr-lo ao menos ; mas enga-
nava-se. \ou j dizcr-leo que contiiiha essa carta.
O acaso quiz que a ininlia, (pie encerrava landiem
un maullado, fosse a causa du erro, que lulo poda-
mos explicar, o que le arruina boje.
Marecot, quej[iulia una cxeellculc mrmoria ron-
Ion ipiasi palavra por palavra a Emilio o roiilcdo
das duas cartas escripias a Mr. Hchccourl por Mr.
du (luesnov, c fcz-lbo claramente conhcccr as in-
Icncoes do barao.
Que fars agora? pcrgunlou o conlramcslrc
ao terminar sua uarraco.
E's lu que me fazes seinelbanlc |>crguula ?
re-pnideii Emilio com una cxallarao, na ipi.il a
magua ca sorpreza linliam grande parle, lie Mare-
col quem inc'pergunla o que se deve fazer cm sc-
inclhantccircumstanria?... f.uinpro entregar ludo,
c consolar-nos rrpeliiuln estas palavras de pessoas
honeslas : Est ludo perdido, menos a honra '. a
Eu bem linba dito exclamen Marccol sal-
tando ao poscoro do Emilio. Eu eslava eerlo de ti!
Mr. du Quesoov nos arruinou duas veros; mas
nossa desgraca fari nossa gloria, c nos Ihe dejare-
mos a infamia da dupla v doria |quo alcance sobre
nos. Agora vem para casa, nao lons mais conside-
raeflos q,ue ler com niugucm, c leu incgnito nao
lem mais motivo.
Espera, Marccol, nao nos ponhamoi Iflo de
presta obra. Parere-mc pelo contrario mais neces-
sario que nunca, guardar o segredo da iniulia che-
gada. Mr. du Qucsnny julga-me cm Paris, o deve
suppnr (pie vas e- i evrr-me o resultado de la en-
trevista, e que nao poderos lor una rcs|iosta anles
de leil dias. Einquanlo o pao val e vem folgam as
cosas, e i.......ni adiniltindo como prinripio que uil.i
posso conservar um so olilo do ludo o que ganliei
com os seis mil francos de Mr. du Qnenoy, podc-
roi ao menos rcflcctir um pinico sobro essa indigna
macliinacAo ; porque alii ha sorpreza do ininha boa
fr, e fraudulencia evidente. Restituiremos priinci-
ro, c pleitearemos talve depois,
gual, do qual era de temer nflo resullasse alguma der-
rota para a propria consli(ui(an.
Eslamos quasi tranquillisados pelas ultimas noti-
cias que recebemos de Madrid. O senado enviou a
una commisso especial a roclamarao do mareehal;
militas opiniftes foram proposlas no seio desla com-
inissao, qualsiibincltcu-as (odas ao senado: |ien-
sa-se geralinciilcquo o senado adoptar um mcio ter-
mo, que ha de conciliar lodos os nleresscs.
Domis nao be a primcira vez. quo esla questao se
aprsenla pcranlc esla assomhla; ipiaudo o maro-
chai Narvaczrra presidente do coiwelhodos mlnis-
tros, o general Serrano, senador, recebeu una niis-
so que o aparlava de Madrid no inomcnlo rm que
i.mbiir-sc a sessao das corles; elle resisti c appcl-
lou |iara o senado, cujas prcrogalivas ditiam lam-
hem quo crain violadas. O inareelial Narvaer sm-
tentou ao contrario que nflo se tratan de prcroga-
livas do sonado, mas nicamente das obriearnesdo
um general, que dev a primeiro que ludo conformar
sua conducta o scus aclos cojn as regras da discipli-
na mililar, a qual (icreccria no \\\.\ em que um olli-
cial, qualquer que elle fosse, podesse sublrahir-sc
impunemente as ordens que linba receblo do ni-
nislro da guerra, sen superior byerarrhico.
Pela nossa parte que scinprc deplrame, a lula
(pie so Iravou cnlrc o goveruo da rainha c o iiiurrs-
cbal, applaudirrmos rom iiiuiln uoslo ludas as me-
didas, quando resucitando os dircilos da eoroa o a
auloridade da raiuha, lemperarem os rigores do exi-
lio, ao qual o duque de Valenca foi condemuado pe-
lo Sr. Bravo Murillo.
Disscmosquc o governo preparou projeelos de lei
ue ral apirscnlar asramaias, e que esses projeelos
evein resolver as qucslocs que o ministerio bravo
murillo po/. na ordem do 1 i.i O primeiro de lodo
he a reforma da consliluico. As niiidancas que
ipierem proporas corles quasi niio lema niesmaun-
porlancia que aquellas que oanligo gabinete liuha
pensado. Parece que ellas se rrduziro i alguma.
iniidaiiras que ipierem fazer na organisai;ao do sea-
lo. Ilojc o numero dos senadores he illimilailo; lu
a rainha quein os nomca; seu cargo he vitalicio, <
riles nan podem ser cscolhidos em categoras deter-
minadas.
Qiiercn que a raiuha possa crear ventada sona-
dores vitalicio, c senadores hereditarios; islo be
uaran Inlroduxir na constituirn hcspauhola una
dis|Hiro da carta franceza de ISIi quo o uso qua
si abrogan. Esla mudanea nao ollcude os princi-
pios da consliluico.
Modilieaccs mais profundas van ser inlrnduzi
das na legmarUo elcitorol. Segundo a lei aclual pa-
ra ser clcitoi he (ircriso pagar una corla somina de
runlrihuiries directas, c pouco importa que cssas
cuulrihiiiriics srjam asentadas sobre um bem de raiz
ou resulten) do enercicio do nm eommercio ou de
una industria; he o momio principio sobre que es-
lava fundada a legislaco franceza anles da revolu
(Sode 1818; uiaiilciidu-o, O gabinete roncali quer
augmentar a Inllueneii da proprledaile e diminuir
a do eommercio e da industria; asronlribuicoe
que paga um Industrial nao serio mais muladas se-
an por nina fraea parle no censo elriloral, o qual
ser formado cm mui grande parte de una ronlri-
hilico de bens iimuovcis.
Nao podemos apreciar aulecipadamcnle o alcance
desla mudanea, mas rrconlierrinos que o governo
Icm direilo de propo-la, e as cmaros de vola-la. A
consliluico nao ser ofendida e por or. isto nos
basta.
Annunciam-M grande, reformas na legislarn ad-
ministrativa. Ogovorno osla convencido deipir oda
Icgislac. deixa milito a desojar em tuduoquo P.'s-
|icla lsallribiiircs das auloridades c das corpora-
crsinunicipaese prnvinciacs, cque be urgente dar
novas legras adininislracflo, alim d. lulo retardar
por eslorvos imitis a prompta expedieflo dos nego-
cios.
Cerlamente esta inloncjto he boa, veremos como o
minislcrio a rnniprc. Crcoii-se unta conunissao com
a inisso de preparar ro. Itio das iris que organiM-
ram todas as parles da adininistracAo iutcriorscm
oicepluar otajHiUatiiieiUot. Esla couuniatio euirou
iminedialamenle em runceOea.
linilim aiiiiuiiria-sc que proposires de grande
inipnrlaueia r de eveellente elieilo van ser fritas ao
i.....groan pelo Sr. Llrenle ministro da raienda.
I) Sr. Llrenlo que oceupa um grande lugar nos
cuiiselliiK da rainha Isabel, 0 que pan-ce dOMiuado
a um fuluro brilhanln conseguio oblcr a conliauca
do publico be.panhol. Asse'-'iirain que esle ininis-
Iro lie dolado de raras e preciosas qualidadcs; re-
presciilam-uo cuino um espirito verdadeiraraenle
progrearivo c siiiccrainenlr amigo de una liberdade
sabia c moderada; romo um liberal aoqual as catas-
Irophrs do ,-.....o de 1818 e dos anuos segrales nao
resfriaran! o que permanece fiel aos principios que
(cm professado cm Inda asna vida, Asshn romo
inuilosoulros, o Sr. Llrenle cnincrou por jornalis-
to; elle redigio rom grande disliurro um jornal
Importante de Cdiz, mas o que amamos ncllc he
queteudo rhegado no poder, nflo renegn sua on-
gcin. O Sr. Llrenle esteve cm Paris einqiiauto o
general Espartero governava a Hespanha; elle pro-
curou os homeus omnenle, do punido conservador
fr.ncei, cuja grande intolligencia c carcter elevado
honrava; hesuaanihiro rontribuir para Tumlar o
governo constitucional cm Hespanha e merecer as-
shn o reconheriinenlo de seu paiz. (I Si. Llrenle
he um ministro laborioso, ortivo c perseverante; elle
einpreheiideu a ililliril larcfa de reuularisar a silua-
ru liiianccira da Hcspanhii c eslabelccer o equili-
brio de seu (irrainenlo, e nisso esl Irabalhaudocom
rara cnergia.
Este ministro cnlaboluii nina negoriacao, da qual
j demos i-nula, c que nn foi bcni succedida, como
sresperava; Iratava-se da venda das olu-igacnr- a
(rrino ipie o goveruo receben dos compradores de
cerlos dominios do clero em pagamento le suas com-
pras, O Ihcsnuro lirn desla operacao pcrlo de KKI
milbue.deleales "i milhoe.de francos.! As coorii-
ees proposlas nflo for.un aceilas pelos capitalistas
quedeviam foroecer os randos. O Sr: Llrenle nflo
sr desaiiimou; depois do ler naufragado noria prl-
Marecot, anleade voilar para a fabrica, julgou
dexer passar |icla casa do morlo, a qual arhou chcia
de amigos c de curiosos. O aconlcciinenlo que pri-
vara lilaise de sen pal, linba naluralmenlc iniluzi-
doo rapaz a revelar o mxsteriodcsua volta, ou an*'
les dr sua ressui rrir.lo. filie coutinuava bem a seu
pozar ocurso dos exerricios, que linham marrado
sua rhegada, narrando rada inslanle os myslerios
dcsuaiuorlc. Esla narrarao, xinlcvczes inlcrrom-
pida, c oulras lanas recomcrada, servia do dislrar-
i.ln dor filial, de quo o roiisidcravam upprimido,
einquanlo d'oulro lado osla dislracro disfarrava a
scus proprios olhos a culpada inansidflo de suas
pana..
Quando Marecot apparcceu na fazenda, o cura
do Noirinouldeserapcuhaxacouscicnciosamcnlcscus
dexcres oirerccendo ao orphao as consohi(;cs da re-
ligiao. Estes podcrosissiinos soccorros linham pro-
duzido um rileilo inlriiainenli- contrario ao que cs-
licrava o vcneravcl pastor ; porque a cmo{io que
resultava mu natiiralraenle da solcmiudadc mages-
losa da siluarao, linba dr-pri I id<> a seusihiiidadc
do digno rapa/, o qual chorou mui lo lempo sem sa-
ber bem |"u ,|im-.
Dchaldc Blaisc procurava iugenuamenlc as mais
antigs lembnnea. de sua infancia alguma parliru-
laridadc, que podesse rcconlar-lhe algum'relmpa-
go de afioicflo da parle de sefl pai; ello ralo pode
consegui-lo ; mas suas lagrimas, devidas aos discur-
sos pathetiros do cura, assim como s cirusocs de
amisade do que eslava cercado, nao Ihe fizeram rae-
nos honro, lano aos seus proprios olhos, como aos
dos notaveis habitantes de Noirmont o dos lugares
irrumvizinlins.
No dia seguintr, depois do enterro do dcfunlo, no
(nial Blaisc se comporlmi, desde o cunicco atao
lim, euin lodoo decoro desrnsibilid.de, que se po-
lo deaejar, o alflicn mancebo escollado por Mam
um braco, o seguidos de nina en la parte d.i paro-
i-liia.'eiinn na fabrira para prorurar ah urna dis-
Iraccfln, que seu estado nervoso loman com eficitn
awsnecessarin. Ocurlejn foi arolhido no luniiar da
pnrla por una nioia duzia de persouagcus de muilo
raeira tentativa, emprchendou urna operacio mu
diversamente importante. |>os lera |ior ohjeclo um
cmprcsliino de 500 railhftcs do reales (125 milhoes
de francos) ou mesmo do 900 milhoes de reales (225
inilboes de francos.) Sabc-se quo esla operacao yu-
levo um pleno successo. O Sr. Llrenle rhcgou a
coucluir um Iratado com a casa Baring de Loudres o
osle tratado ser prximamente submellido a appro-
vacoo das corles.
O Sr. Llrenle lomando |>ossc da pasla da raicn-
da qui lomar una conla (exacta do estado era que
sen predeccisor dcixou o Ihesoiiro, c rhcgou a pni-
var (|uc no monicnlo da reunida do Sr. Bravo Mu-
rillo exista um dficit rercnlc de mais de 500 mi-
lhoes de Kalcs, indepciideiileincnlc do nina massa
de dividas mais antigs ; o que dnicilmcnte se ro-
hrii ia esle delicil com a Bjuda dos recursos da dixi-
da flucluaute, siluarao chcia de incouvciiicules pa-
ra o thesouro, o qual eslava a mere* dos banqneiros
c capitalistas todas as vezes que cumpria |wgar as
sonunas que se lurnavnni evigiveis. O thesouro sof-
fria as mais duras rondicocs: o Sr. Llrenle quiz
remediar esle oslado de rousas siihsliluhiilu una di-
vida perpetua a divida lluiluanle. He este o lim da
negociarlo que ello felizmente (crminoii com a casa
Baring.*Diz'cm que o Sr. Llrente obleve coiidirocs
a que a Hespanha uflo esl habituad.: o empresti
nm ser eoiitrahido nicdianle un interese de 7 por
100, ao passo que o llicsouro nunca aohoii diuheiro
a menos de 10, 12 e mesmo 15 por 100. So como he
de esperar as corles approvarem oenipreslinio, a
Hespanha lora dado um grande paaao para o rcsla-
bclecinieulo de una iirdrin rcgulansra suas linan-
ras, che cslcuui progresso que ella dev era ao> es-
forros do Sr. I.lorriile.
Breveinenle salironlos o (pie drvcinos crcr dos
projeelos quo devem resolver (odas estasqncsloes
lao diversas e iinportaole, opoderemot cnlflo aprc-
ria-las era lodos os |ionlns dr vista.
(Journal des Debaten.)
LONDRES 4 DE MARCO DE 1863.
Cantara dos commum.
//mi John lluisell, respoiidrndo as inlcr|iclla
roes de lord Dudlev Sluarl! Quero crer que racu
nobre amigo nao insistir mais sobro a communica-
cao dos documentos, quo exige, quando Ihc disser
que as nrgociaces, relativas i esta queslao, ainda
nao iri inin.it .un.
Procurare! todava segui-lo cm alguns |ioiilos
que elle submelle allcncflo da cmara, c farei al-
guias observadles sobre o estado dos negocios no
Montenegro, km primeiro lugar, concordo com o
prinripio .eral oslanclecido pelo mcu nobre amigo,
islo he, que o paiz (leve dezejar vivamente luanler
a indepeiideucia c iulcgridade do imperio Turco.
, apoiaitt.)
A Turquia he, ha milito lcni[io, una parle essen-
eial dn fuodamenlo do ediflicio europeo. Sua in-
depondeneia c inlegridade tem sido repelldameale
assegiiradas por Iralados c sancrionadas era una
poca ipie nao remonto alm de IKIS, Esla indo-
liendcncia pode ser ku- milito lempo protegida, ro-
iiui confio. Confeso quo ojo posso eonceber pre-
sentemente para a Europa Ulna desgraca inai-ir do
que a do se ver forrada a examinar o (pie Ihcriiiu-
priria fazer, cm um i-asn igual an do ilrsineiuhra-
nieulo da Turqua, <' apoitiot '..' a/miadm! )
Tenhu xislo rom pelar as aspeculBfde. o conjec-
luras cniil lidas sobre esto assiunplo ; porque na ini-
nha npini.iu, nns nflo pndcriainns tentar o dcsuicra-
branicutn da Turquia |iela forea de aggrrsso, sem
nos fazerniuscrimiiKisos para com ella de sem gran-
de ciinie ede nina violacao da fe jurada, um romper
as relacBea que ligara as narrs entro si. Estou
convencido de que nao h.-i um s nglez, que se qui-
sesse asociar a actos guaes aos que acompanbaram
a parlilba da Polonia, (afoiaiot.) Mas se infcliz-
incutc, jior causa de sua fraipicza iulcrna, a Tur-
qua viesse a desmoronar-se, |K>dera cnlo surgir
rana questo da mais alia imporlaocla. Quanto a
inin hr nina queslao tu grave aos ineus olhos, que
apenas rae atrevo a encarar a sua sulurAu sera ex-
perimciilar os mais vivos recelos. .
Quando xolxo os olhos sobre a posiriln das dlfle-
rentes potencias, Icino que nn fusse hrin diillril o
prepai .ii -se para um seinelhaiile aronlcrinientos, em
prodiizir na Europa una preponderancia, que des-
pertase a inveja eopposicao (lo lodosas potencias,
a BO niesmo Iciiino um lal estado de anarclua na
Asia,que be Icrnvcl ler de coiilcmpla-lii. Creio,
DOS que cm virlude do direito inlcrnacional c da
boa fr para rom um alliado, em v rinde da polilira c
ulilid.de nacional, a conservad da independen
ca e inlegridade essenrial c capital da publica deste paiz. i -
Sobre o que se lem passado iilliinanienle, Iraca-
rei, sera entrar nos |iormenorcs deslas ncgociacilcs,
o eslioeo geral dos fados que livcram lugar rclaliva-
niriilc ao Mnnteucgro. Nao fallarei das quesillos
(pie dizem respeilo as oulras naees : mas no que
palonee e rehicnes entre a Inglaterra c a Turquia
creio (pie posso dar ii cmara ao menos algumas ns-
Irucocs.
O pequeo (erritorio do Montenegro, romo disso
mcu iiiihre amigo, lem sido habitado por una rara
le robusto, inonlanhezes, os quaes pcrleucein
igrrja chrislia, marqese apartara, como N (levo
recouheccr, dos preccilos chnslflos, porque seu cos-
lume Icm sido o de enlrcgarem-sc os aclos de rou-
bo e pilliagein contra scus visinhos c de coramcllc-
rem contra elles as nubarivaaensuoorpaoijoa. To-
lo ia, bem que os Iralados de Pisloia r de Ca un ilz
lenham rccoiihccido como subditos dos soberanos
urco. riles Iriu consrivadn desde milito lempo luna
especie do ndepeuilencia iclaliva.
Nflo obslanle, esla independencia, assim como he,
i i,n em ler sido adinilliil.i pela Rusia. Presentemen-
te cis-aqu a difirronca que ha entra as prelenees
la Austria c da Russia para com o Montenegro : he
qw, aopas-n que a Austria lem reeonherido em lo-
do o leni|Hi al hoje que o Montenegro era subdito
la Turquia, o governo russo parece lulo ler reconbe-
m.i caladura, c inleiraiiicntc cslranbas povoaco.
A (|ucm procurara viras. ? iierguntou Ms
Ravmundo com nina voz que se esforrava cm xflo
para fazer calma ; ponpie liuha reeonherido uestes
lesconhccidos o sagrado caraclcr do meiriuho, fa-
zcudo os funecocs do guardas do coinmercio, c o de
scus aeol>los elevados moinoulanearacule diguida-
dede heleguins.
Da parlo do rei o da justica disse o chefe da
escolla exbihiudo as insignias de suas honrosas func-
cocs... 0mui ronslrangijiiiiienlc, accrcsrenlou elle
cm frmade parcntbeses, nosJcronymo Duviquel,
nicirinbo publico...
Basta, senhor, inlcrrompeu com dignidade
Mr. Ray raudo largando o braco de Blaise para to-
mar o de sen runhado, aqui eslamos, Marecot c cu,
proinplos asegai-lo.
Para onde ? pcrgunlou Blaisc com una voz
quasi horrivcl, o acuitando oar com scus dous lou-
gns bracoi ao mesmo tcm|io.
Para a priso do dislriclo, moii joven senhor
como determina a scnlenca de quo sou executor.
A esta palavra de priso, Agalha. o sua irinfla
que i'.i/iam parlo do cortejo fnebre, laujarani-sc
nos bracos de Mr. Rax inundo dando glifos lanien
losos, cmquanlo osassistenlcs consternados parlilba-
\.un-ni ai i,'in mi cutre a familia ahlela eos hele
guins, os quaes comec,avam a smilir-so inconminda
dos uo meio dessa gente indignada.
Para a priso, disse Blaisc, c porque, mcu
Dos ?
Para pagar, respondeu o racirinho, a somma
de oito mil ccnlo c doze francos, c cincoenta o Iros
conliuios de principal e cu-las.
Que diz o senhor ?
O.....iiinli., repello ruin cninplaivncin o enuncia-
do da somma.
Espere um lisiante, disse lllai-e, you ouscar-
llie issu.
Mas. dis-c Marccol relcndo-u, nos estoma, per-
didos sem reenrso. e um.1 euu-a (pie vine, ignora lie
que Emilio foi tainbeni agora cninpUtameute ar-
Niio he posivcl disso Blaisc no cumulo da
cslupcfacco.
cido os direitos de sullAo, c tem tratado os Moolc-
negrinos como estado inde|icndeiite.
|la bem lempo que o hispo de Montenegro, o qual
reuna cm suas man- o poder ecclcsiaslico e civil, se
tiuha acosiuiuado ase dirigir ao patriarch. russo era
Sflo Pelersburgo, para oblcr a investidura, era vea*
do recorrer ao palnarcha de Constaulinnpla, que lio
igual cm auloridade, e com elfeilo, o palriarcha de
ConstanlinopU he lido em mais alia consider.^ao
pela igreja grega.
Todavia, por occasiodaultima nomcacAo,na mni-
le do bispo precedenlc, o qual era um liomem inuilu
notavcLscu sobrinho foi a Sao Pctersburgo e decla-
rou que nao queria entrar no estado ceelesiasliro,
masque seus amigos e compatriotascsluvam dispos-'
los a recouhece-lo por seu chefe.
Consegunlemcnle elle pro|>ox governar o povo,
na qualidado de chefe Independcnle, c que o bispa-
do do Moiilcncgro fosse conferido a oulrcru. O im-
perador da Russia pareca ler arolldo favoravel-
inonlc esta combina^o, e segundo a doclaracao do
governo russo, o imperador o despedio era termos
muilo corlczes; aconselbou ao mesmo leui|io, que el*
le nao atarasse a Turquia c vivesse em paz com esta
piiii-iiri.i. como rofii lodos os scus viziuhos.
(aira ludo nao parece quo eslo novo chefe abrar.s-
sc esle parecer, purque ouvimos logo fallar de ata-
ques feilos ao povo de Montenegro, da destruic.ao de
sua- propriedades, iloassassinio dos habitantes, do
incendio de suas casas, ludo islo pralicado por aquel-
les 11 ne se cbamavaiu subditos do chefe de Monte-
negro. O governo turco resolveu, com inuita razao,
como creio, coiiibater esla aggresso e castigar aquel-
los que se liiibain fcito crimiuosos deslas aggressocs
contra os subditos do sullao.
Mas, obrando desle modo, elle adoptou um plano,
Sue consista em tentar fazer a conquista absoluta do
lontoncgro. Pora esto lim, armn um exercito nu-
iiii'insissiir.o de 50,000, i freole do qual pdx un che-
fe muilu hbil, Omcr-Paehi. que se sppoe ler pro-
ineltido ao sulto suhjugar complelamoulc o que
elle nlhava como a parle revollada de scus estados.
Parcceu ao governo nglez, assim como ao gover-
uo francez, que ora da parle da Porta una medida
inprudento ; que era, em primeiro lugar, ronside-
randu os recursos llnaucciros da Turquia e o estado
de scus recursos mudares, um esforco ledenle a es-
gola-los, o que |ior conscguinle, era um aclo que a
prudencia nao juslificava. .Em segundo UlgSr, es_te> __
governos entendern! que era projravcl, que a dcs-
ii un. ni c completa submissflo, e segundo toda a a|ia-
rencia, a expulsao de urna grande parlo dos cen rail
habitantes dlrMonlcuogro, derraniariam um vivo
alarma no seio da populaban cbrislAa dos cantiles vi-
ziuhos, e que umagucira religiosa seria a sua inevi-
lavel eonsequencia.
O benigno consclho dado ao sullau, para que nao
eniprehendessc a expedirn cm una lao vasla escala,
fui oderecido pelo gabinete de lord erby, e eu o
dei oulra vez quando linua os sellos do Foreign-
Offire. Creio que o governo franrez olhou era geral,
a posiro da Turquia da mesma manciraqueo go-
verno nglez, c que arabos doran o mesiuo ronsclho
a um lempo. Entretanto a cx}iedicomarrhuu.
Nao fallarei dos acontecimculos militares que se
seguiram. Porcra vcio logo a grirade queslAo, sobre
qual fui chamada a alientan do goveruo britnico :
he a inisso do principe de Leiniugcii junio da Por-
Quulqucr que tenha sido o lim dessa raissAo, he
evidente, conforme a primeira communicacao que
ne fez o governo aiislriaco, que o principe Lciuin-
geu era rncarregadode apresuular Porta, de ura
moaVprcrcmptorio, as exigencias da Austria. Em-
ipianto que, do ura lado scpromctlia que, se estas
exigencias fossera satisfeitas, as rolardes amigaveis
cnlrc as duas potencia, seriara reslobelecidas no an-
ligo|ide rordialidade ; dooulro lado, fazia-sosa-
ber, que a sua refusa teria as mais graves cousc-
ipiencias.
Informado disto, o governo de Sua Mageslade jul-
gou necessario ter immedialamente una declararlo
franra comogoxerno do imperador da Austria. .\es
llir zrmos ver a niancira {lorquc sempre lindamos
encarado a politica que consiste era manter a inde-
pendencia c inlegridade da Turquia. Sem discutir
finido o mrito das exigencias, que linham sido fei-
las, mostramos o perigo de ludo o que podesse pa-
recer urna anicaca para a Turqua, e o de um cho-
que entre as forras dos dous ini|>erios.
Dovo dizer que a explicaco, quo recebemos da
Austria, nos moslrou que, qualquer que fosse a fie-
ceshladc que ella tivesse de fazer essas exigcucias
ueste momento, ella eslava, pelas seguranzas que
nos dava c s quaes domos plena fe, animada como
nos de um desojo de manter a independencia da
Turquia. Ella exprimi o voto o mais ardenle de po-
der reslabelecer as relaroes de amizade, que (inha
tan longo lempo inlretido, e adherir a polilira de
coiiscrvaco relativamenlc iudepcudencia olloma-
na, polilica, como so sabe, daquello grando im-
perio.
Depois de ler esposlo relativamente s iiegociaeoes
nutras pai liiiil.n nl.i'lr-, que |h>uco acrcscculara ao
que fica dito, lord John Riissell lemhra que, entro
oulras razes que motivaran! a inissao do principe do
Lciningcn, a' Austria mlu xia sem inquietarn pela
Iranquillidadc de suas rronlciras a invasio do um
exercilo cousideravcl, o (pial cntrasse era canipauha
para suhjugar o_ Montenegro, e o necessidade dcsla
potencia conservar em cll'cclivo tropas numerosas
para maiiler a ordem cm scus estados.
A Austria fez observar que |H>rc,&es de territorio so
rnciavaram no seu de mu modo inconiniodo para
ella, o que desde 1832 a 1833, ella linba querido
comprar a sua soberana Turquia. Tambem ella
se qucixa da prolecco coucedida pela Porta aos re-
fugiados llungaros, os quaes, dc|iois da guerra do
Hungra, tjnbain sidu admillidos a servir uo exerci-
lo de Omcr-Pach, c ncllc liiiliain aindu hojo mes-
mo patentes elevadas. Nao posso, continua lord John
Russell, fazer conhcccr exactamente i cmara os
ajustes que tveram lugar cnlrc aquellas potencias.
Sei que sflo questocs, que foram subnictlidasao go-
verno turco.
lloiivc alguns dias una graude delibcrac.ao a esto
respeilo, mas parece, pelas represeutaoes feilas
possuo
He possivel, he verdade. Einilii
mais um sold.
Hozflo de mais, lornou Blaise fazendo um cs-
foreo superior para livrar-so dasinAos de Marccol.
Meu |iai levo porte nisso, e ello n.lo so desgoslar.i
no lugar em quo est agora, do que cu vou fazer.
E o bom rapaz tomou jima carrea lo rpida cs-
leudendn suas langas pernas, que foi possivel .pre-
ver-se urna prompta volta. Com elieilo alguns mi-
nutos apenas se linham passado cm fallas itiuleis,
entre a gcute da juslica c as lesleinunhas de-la -re-
lia dolnrusa, quando vio-so appareeer Blaise voltait-
do com a mesma celeridade.
Tome, disse elle ao meirinbo dando-lho niivo
bilbeles de mil francos. Pague-sc, e livrc-nos da sua
presenta..- nn que eu Ihe queira nial por isso;
vrac. foi para mira a occasiao do maior p'razcr, que
lenho easerimentado era minha vida. Vmc. fez-mc
conhecer, conliiiuuu elle de raaneira que s fosse
ouvido de scus amigos, a felicidado de ser rico, o
senhor de suas aeros... Tolo era cu de uto cuidar
nisso 1 Eis cerlamente o primeiro pousaucnto que
me vera depois da inorle de mcu pal...
N6o trago aqui o troco necessario para dar-lhe
o restante destes bilbeles, observou o meiriuho.
Ouca-mo : eis-aqui o senhor Msirc de Noir-
mont, disso Blaisc designando o Mr. Dumauel. quo
fazia parte da asistencia, ello lora mullas vezes ne-
gocios em Dijon. Faja favor de eolregar-lhc o res-
lanle da somma. o qual elle guardar para distri-
buir pelos pobres do lugar, einquanlo nflo Taco
mais... pela memoria do racu pai.
Um murmurio do felicit-acOe. acolhcu estas gene-
rosas palavras. Os heleguins rclirnraiii-sc lii-les
saudaudo a conipanbia. Blaise csqucccndo com ii
candura que o caraclerisava sita posieflo de herdei-
ro sabio do ceiniterio para eiilrcgar-so os impres-
soos do momento, osfregou ruidosamente as mflos,
urna na nutra, cm -igual de alegra evliaordinarla.
Blleia mesmo dar a risada mcphslophlica que
ludia ha pouco esp.inl ido madameaelia Nanefte,
quandn a lembranca de seu pobre pai, como elle o
hain iva. veio feliznienlo reprimir indecencia dcs-
a deninnstrarao iirellcclida.
(CoN(inwai'-c-/ia.'
1
'
MUTILADO


"^^

pelo nosso oml.;ii\a verno auslrico est uti*fe.(o deque a luissflo lo
priuripe iln LeiniuRcu litosM cflcito, e c*|icro(|Ua
loiiiis o-i.i- .-^il.iri's terSo de i xa do de eiistir preseu-
tomentc. Ten lio a certeza de que biivcmo de ver
que as rvlares eulrc ai duas polen cas sero Uloao-
luase IJo auiiftnvciii coiuo nuuca,equc>vitAoen
tilo boa inlclliu'einia como d'auleii.
Sobre outras quesUVe siiinladaspor Mr, Milnc-,
lord Joliu Kuwil nflo ere que >eja til o paiz Iru-
la-ias agora. Elle diz qneoeiuihiiadnr brlolcu
foieucarregado de pcratimlr Porta a reiiun idea que perlenciam a poca da conquisla, a dars
popu.ac.oes lirisl.las um uoverno lo kiiii como o que
ellas haviam de obler pruvavelineulc dos soberanos
dos estados \zi.hos.
Se a Turqua, arresroitU lord Jolin KuovU, mar-
cliar nesle caniinho, se ella escalar os sabios conse-
llios do nosio erabahador, que se diric prcsenle-
niente para aquella parte do mundo, no preciso di-
/c--1o que ella acbam scinprc rm nos un aliado flel.
"osso liiu, c nflo Icmos oulro, lie manter as rclar/ies
as* mais amisavels.
\.n queremos ler uenhuma parle do sou territo-
rio uem de suas colonias. Nomo interesse, como o
de toilas as pac-otv europeas, lie que a Turqua Ilque
ni1 .ri.i. Indepeiidente.equc seja sovernndade modo
que estoja ao abrigo das insurrecto odas ilcssideu-
ckm perpetuas, que silo muilas vezes um molivo para
a ambicio de um iuimi^o cslrangeiro.
Creio que todos *paados ; orque todas as qtieslftes poden recelter
nina solucao pacifica, e a distribuirn territorial jo-
cle ser resucitada- { apoiado.)
Durante o curso da negociadlo, Uve com o nover-
no franrez frequcnlas coimiiuniracoes; e c%cepluan
do-se urna questfto deploravel, deque no quero Tal
lar, eque para dizer a \erdadc nos interessa inuilo
Ihiuco, a queslo dos Santos Lugares ( es (tero que
ella u 5o sera suscitada), declaro que, depois desla
exeeprao, temos, ciu lodos os nossos Uns, obrado de
peiTeito accordo con o governo francez, c lenln
intima confianca deque ludo o que esperavamos, se
leui felizmente feito. f Pretse. )
CONFEDERARAO GERMNICA
Discurso que o bario' de Profcech-d'0ltna
prOMuaclon na MMO1 da dieta germnica
a 11 de favarelro.
Su;i niat;eslade o im|>cradr, mcu augusto sobe-
rano, liouve por bem numear-mc seu ministro prest
dente da dieta germnica. Eslou compenetrado
tiesta alta missao, o comprelicudb os deveres c obri-
j:inies que ella me impe.
Eslou lirmemente resolvido a nao perder de >ista
> lim da grande coufcdcracflo, c conlio nesla asseni-
bla de bomeaf de mude mrito c animados de
um amor ardeute pela patria ; be isto o que susten-
ta a miiiha coragem nesle momcnlo em que appare-
rn no meio de >s como presidente desla assein-
bla. .
A confcdcracto germnica, como comprebende
mcu augusto soberano, uto be urna combinarn ar-
bitraria, nina obra bumana, no sentido cslriiio da
palavra ; be una forma necessaria da nalureza de
Deam POVO c da tonga serie de aeonledniontos, que
i'onstiuem o prsenle c O passado de nossa patria.
As raras alleinaas exisliram limito lempo espalba-
las anles que Bfl i eunissein por meio de um laro
commun; corporales polticas, ligadas por inte-
lesscs communs, se tem formado no solo da Alleina-
nba rom o auxilio de elementos altem.ui, *
Neuliuma forma predominante apaga sua origi-
nalidade propria, como (em succedido em outras
parles. O eleinento particular tem, do sua naliuv-
za, o mesnio direilo que o clcniculo eral. A mis-
iau de cada forma, que representaa o interesse
commun i, era assegurar a cada urna tiestas formas
particulares seu desenvolvimcnlo conforme HI rir-
ciimsiaucias, e ser ainda o da forma aclual csla-
belecida.
as pocas mais remlas vemos as raras alloman*
propemeram par a rusti por meta de ledaracOei
pare ia es. Vemos este lim aleaucado pelo grande
imperador, cujo espirito poderoso soube rcalisar a
unidade, nao |>ela uniformidade forjada, mas pela
sulKirdinaco prudente dos partidas ao lodo, c col-
Iik'ou em mu.i base solida o imperio ao lado e como
iniuom leui|H)ral da igreja; cncunliamos o nobre
edilicio desenvohendo-ae lias formas maravIllHMM
do mltiplo em pro\ indas, em organisanVs niuoi-
ripaes, ci\is, iiithreza e principes, em bisp;ulos e
cidades li\rcs, brilliar como noosti calliedracs alra-
\c/ doi seclos ale a reforma ; sentios que osoon-
Icmporaneos orgulbosos vt'-em CODI ar de despre/o,
O todava estes scnilos ediliraiain as cidades e .i-
localiados, que aluda boje habilamo; conslrui-
i .un os monumeulos os mais sublimes e ai i auraaini
leulamcntc, mas eomsegiiram.'a i violencia c bar-
baridade da poca, a espuda pela juslira e (telo di-
reilo ; sculos qucncni a preco de trabalbose sacrifi-
cios, leem no principioeleclixo preslado bomenagens
ao poder supremo, respciluudo sempre OtfotercssCS
parliculares e modelado lamben uislo o Miado enra'
lao pela igreja chrisjiaa.
(.tuando por esle concurso le cousas, (pie nao n-
de ter aiiribuido tanao (Mr orre nomo* ndivi-
duaes, a uuidude da igreja se quebiou, e o laro do
imperio seafroxoucrompeu-seemlimaos goljie? \io-
Iciilus de um conquistador todo eslran^eiro, as I ri-
ba-. eOBCOrpOR polticos particulares sobres iveram
a esla queda e se organisaram em soberauias, para
conserar a Vida as nicas partes onde nao linlia
dci\.i lu de existir. Nao foi o conquistador cslrau-
geiro que orgauisou as soberanas, ello nflo fez senao
dar um nomo correspondente ao queja e&ba.
Elle se inclinla dianie da poca ipie quera do-
minar. Tilo natural era, no mntenlo do perigo de
urna ruina tolal. no momenlo em que O veho impe-
rio dcsaba\a, que os partidos lomassem urna forma
salienle, lao natural era, dizemos em lionra da Al-
lemanba, ver a lendenria para una aova uuio,
loco que a liberdade da patria ItvecM Iriumpliado,
gracaa aoa esforeos de lodos.
A tonfederaro di>s oslados se formn pela reu-
iii.i i dos elementos parliculares, que n tiuiiam tor-
nado quasi iudepeudenles, ao passo (juc linliam um
carcter commum. leni-sc exigido, uem Kipre
do un f, mas (ambem iwr medo c um erro descul-
|)aveis do.cslado foderalivo, cousas que elle nao
poda iii'iu devia dar segundo a sua nalureza.
l'.tii com scmclbanles preteucoes, a confedera-
<;o parece fraca, e o lio realmente, II.- seu Ululo
a estima de lodos, l'orm ella be forte na direcrao
que llitti'onsm, lito forte como urna furnia predo-
minadle qualquer, c se, no que respcla a seguran-
za i nlerua e exlerna da Allemanlia. ella fosse iusuf-
licienle, a culpa nao cubera as suas luis fuudamcu-
laes, mas siin aos que eslo encarregados de as exe-
rular.
Somos um nara con ocslraugciro; unpara nos
defenJer tambeirt no inlcrior, um na scicucia e as
arles; umem (autos estalteleeiiuenlos, OffanisacOef
ernedidas; um, so aprouver a Dos, em enlender-
mo-flM insensivelmeule sobre ludo que (em um
carcter gcral, sem opprimir ncm embaracir vi-
da poli'ica des estados. He axerdadeira "unidade,
|Hrque be a nica poivel, porque so ella pode fa-
vorecer o desenvolvimcnlo lecuno dos elemeute*
particulares, proteger os I ir riles dos estados parti-
culares, sem compromcllcr os inleresses de lodos.
A Allcmaiilia era urna como reuniao de provin-
cias ; liojo be urna confederaco de oslados sobera-
nos que sincera c liclmenlc se sacrilicam no aliar da
palria. lu tojo que ba_chegado a uin alio grao
de civilisaeao jm.lc ro^xistir s em una igual rcu-
nAo. (rande sabedoria, umita inoJcraco, jusli-
< i e amor da palria, podem, nos oncruos dos esla
dos particulares, inauler urna igual assoeiacAo, .
qual realisa em um grande espado o que nobres re-
liquias deM'jain para o mundo rbrislao.
A Austria, etda velba Ierra allem.la, esla fronlei-
ra eonlraosiil e orienle, nao pedir ronfcilera
i'Ao senio o ouc esl no inleresse da propria confe-
deraco. Ella coucilia e reivindica para *\ mesma o
interesse particular necessario sua vida particular,
Alas lambem concebe o respeila o que lie commum
a lodos, conforme s leis fundamenlaes, e nao te
eximir de utubtima prcslacfio que des le titulo Ibc
resollar; ella coala com a intelligcncia c mais aln
da com a energa elesada de lodos os seus nfede-
rados na apreciarlo das exigencias de todos de qual-
quer nalureza que sejam, e que inlerna e exter-
namente se fazem claramente ousii.
Ella quer a uniao de lodos, a nnijo verdadeira,
I i | -i i'll.i lir ,i ciii.r.'io primara e a gara ul i a da
l>rosperi nilo o progresso desorganisador (|ue, deluixo de um
falso eslaudarle, engaa os corar/tes o dcscafrea os
espirlos. Qoerumnovo allemflo, grande c poderoso,
c por islomosmo quer que cada individuo tenliacou
o mesnio orgullio o nomo de seu paiz e da patria
rominiim.
Em conrlusio, expreaso ao scnbor ministro da
' IVussia, que se dignou presidir a ossembla duran-
te a ausencia de mcu predooessor, os agradecjmen-
los da iniiba corle; eu o faco com lano- mais pra-
zcr, quaulo reconheco uelle um Iiomem dolado de
Mniiimmlii- elevados, e animado de um zelo esrla-
rcciilo e ilo amor da patria o mais ardenle, o conlo
com (aula confianca rom n sua cooperarao como o
dcada un dos bomeus que lenln a honra de cba-
niar de boje em dianlc lueus collegas.
fUpota ilo Si: de fitmurl.-Schiiriihutfr.
Ksloii roiivciieido que o disrirso que .i .diaoiiK
de oujir deaaartoo em Iodos uoa o sonliaMalo de
rahdo pera -om sua mnajestade o imperador da
Auslrla, porque elle nosprovaqoe a laaioac/to da
presidencia rocaluo em um Iiomem cuja experioncia
na carreira diplomtica, ronbccinieuto exacto dos
negocios da Altemanha e o nome brlliautc no mun-
do scienliQco, o lornam apio para dirigir os nego-
cios desta assemblea, mais que a rranbum oulro.
E posso assegurar, en uome de todos osnnnislro,
que huvemos de prosar ao aeillior presidente, a con-
liana com que acaba de honrar-nos, c que no* he
permitlido esperar que, de accordo cora o nosso
presidente, liavcmos do conseguir firmar a exocu-
cio c o aperfeicoamento das lnstHuleos da confede-
raro nos llmHca do possivcl o no sentido de que
eslavam compenelrados seus fundadores na poca
DIARIO HE MIMIHHCO.
A ;i- niM.M .|>|imvou li.iiiirui um parecer da
commi.ssolc connliluirilo o poderes, reconheeendo
enmo aeMlUIo nipplotttC br. Jos Rodripucs do
Paco Jiiniur, o qual foi admitido alomar assenlo.
Approvoii em lerceira diwiliwao os projerlos ns.
2 o l.i; o primeiro que manila illuminar a cidade
ilc Olinda rom M) lampeoes, com a emenda ao ines-
mo oll'erccid |wlo Sr. liveirn, e o sei(iiudo i|ue
Higa com direilo gralilica^ao o professor jubilado
Francisro Rodriciics Xamla.
Approvuu iuiialmenle a einemla oflorecida ao
projerlo 19. que manda jubilar o professor de
primeiras ledras do collenio dos orpliaos, Jos Poli-
c*|io de Frailas, licm como o projeelo n. 26, que
aulorisa ao Koverno a mandar buscar scmcnle da
inelbor canna c algudao para sor distribuida pelos
fa/endeiros.
Enlraiido cm lerceira discussAo o projerlo n. 2i,
sobre o ronlralo das carnes verde*, roi-lbe oITcreci-
da, c logo de|Hiis approvada, a scguinlc emenda
-m)-iiiiiiv.i ;
Arl. I. (1 liovcnio da provincia fica aulorisa-
do a adoplar ns |irovidcncias que julgar roiivciiien-
len, acerca do contrato do fornccimciilo das carnes
verdad, pudendo rescindir o mesnio contrato se cn-
lomlrr que o bem publico assim o cniae.
a Arl. 2. Quando Icnba lugar a rescistlo uo se-
r esla concedida sem evpressa renuncia dos conlra-
tadores a qualquer ndeiniiisaro, seja a que Ululo
fr, c bem nssim sem que aos rercridos eontralado-
res liqnc imposta a obrigai;ao de rescindir ocontia-
to celebrado com a cmara municipal a respeito
dos arougucs i mesma |iertencentes.
F'icam derogadas as disposicocs cm conlrario.
ii Paco da asscmbla proMiirial de Periiambuco
t; da m.io de 1893.Mello liego.
Furam npprovadas cm segunda discusso as enicn-
das ollercriilas em leiceira ao ornamento pro>iuciaI
o hem assim as punturas da cmara de (ioiauna..
A orclem do da de boje coniprclicnilo a secunda
dbcaafo dMtjMndal ao* proiecloi nmeros 19, -Ji
o Ti. c Ierre-ira das posturas do (oianna.
COMHIMIIO.
MEZ DE MARA.
ARTA DE I M SERVO DE MARA, A AfONSB-
MIOHN. N.
Mousenbor. rermitla V. Exc. que sem le a
boura de conliece-lo, um dos nfimos servos de Ma-
ra Ibe propoulia o recoromcude seus cuidados
uiiiii prailca de pledadc, que nao lie de lodo nova,
masque lie Mibremaneira ayradavel Mara e de
extraordinaria vantauein as almas que l 111 sido sa-
blameole confiadas ao paternal coraeflodo V. Esc.
Esla niodosa prailca cbama-oe Beralroenle o mea
de llana ; o lem-sc-lhe dado esla denominarflo, por-
que be especialnieiile nesse lempo que occupar-nos-
liemos cm honrar Mara, e foi eacoliiidoo mea do
malo |H>r ser o mais bello o mais proprio para eslo
santo evercicio; WollO, o me/, que aprsenla o que
lia de mala precioso em nsonlrannas da Ierra. V.E\
conbecera do pequeo livro que Idilio a boma de
passar as suas lagradas nulos, em que nmsi.de osla
dovocaodo mei de Mara, e cu eslou convencido do
que V. Exc. enprogan a aulordade e lodo o ido
quecsiiver ao seu alcance pura propagar eale santo
coslumc en I re os liis da sua doceac. Ainda que
Icnlia eu iodo o lugar paia capacltar-mo que o co-
rae.'io de V. Evc. iiiclinc-se fcilmente para eslabe-
loceruma prailca t"i gloriosa para Mara o ISo uiil
e necessaria paja 01 fiis; cu emprchendo todava
ubiueller-lhe algumu relle\es que lalvflzpod
ainda
mais vigor osen almejadi
rao activar
efello.
Bala devocjfo (tim norabjaclo a Mara, amAlde
Orn.. nossa uiJi O nii de V*. K\c, mouseubor. He
bstanle 1*90 pira que V. E\e. apre*S0-SO por fa-
zo-la honrar. Ilererlo que V. Exc. logo que ({ver
iiununciado esta dOVO^ao em sua \enera\el diocese,
ver sen rebaulio ir a prensa a esle mananta! de >al-
i; pois ainda n4o acaba-ae de pronunciar o
sanlissitno uome de Maiia, que no mesmo instante
iissim osju-tos como f)specca(loreilicameulernecirlos
e nm.-oiidos. Mara he o doce atractivo a di/ia
Jesiis Cbristo a Sania Brgida, com que eu alraio a
iiiiin as dmas dos percadores. Com efleito, a mes-
Irado lodaa aa cousas moslra que lodas as almas, al
ntesino is mais limMssJvels, pelo menos eouaervam
aempre alguma aflelcSo Mana, le, pois, um cam-
po vasto c ameno que abro-aa aos ollios de V. Evc.
para tributar aeu reeonlieelinotilo, seu respailo e
BOU amor para COfft nina lo amavel mai, e para Mil-
lar a um mesmo lempo os COMCOCS os mais \ irluo-
BOSdoscu numeroso rebiinlio. E.olliando Ba COUSM
para inelbor lado, he como impossivd que Maria
n.iii gosle em gro emiiioulC e que queira ella rallo-
cer a gralldo de una devocao que rene lamaiiho
numero de christaoi piedosos di.me de seus ollios,
para cautaiem em compauhia dos Anjos seus mag-
nifico* I ni\ores, e oinireui, dos labios do* iuiihIios
do Seuhur, suas glorias! E se he real que por in-
algnifleaiilca cousas, pur umjejum, por urna eamu-
la, pur um rosario rasado emsua honra, esla arando
ni 'i de misericordia lein amludadas ve/es obtido a
conversao c a salvacio para os peccadores, os mais
obstinados! que de heneaos pedir ella a seu divino
lilho eiiigalardao de una lito longa dovordo por V.
Exc, monsenlior, que alera inlrodu/.ido c por seu
rebanbo quando a Iner pralieado!? He mislcr ae-
cre-H'cnlarinos pie ne-les deplora\eis lcm|ios em
que Mana Sanlis-ima DOSSa lUflJ ac'ha-se em muilos
paiiea privada da conipauhia da seus Hilaos, espo-
liada dos atavos de son celeste esposo, abandonada
de seus serves, e o que mais de lambem exposla a
ultraces o insullos entre na, os calbolicus!! :! (pie
compensado guardar ella para V, Exc, monso-
nboi', K em CODSeOJUefflCla to que eslou-lhe evpen-
dendo recebar alguma repara^ao das aflrontas tpie
BOflrel Sem duvidl, Mara enriquecer a generosa
alma de V. Evc. e a dcil ndole de seus diocesanos
com aquellas unirs que apparclhara para oulro.,
masque as (em udiunumciilcdcsprc/ado....
E-ta louvaval pralieado mea de Maria em anda
consigo una oulra vanlagonii Este pequeo livro
aprsenla lima curia nmsidcraeao, para Bada da
sobre una maviina eterna e chris'l.i.i. Veja poisau'o-
i.i, nionsciilior. que colbeia pode esperar aquello
que se mear eslas niaviinas por um me/ inteiro. Es-
tas verdades SAO propostas com simplicidade e e\ae-
litl.lo, sem fuleis floreos c cm ludo conformes com o
eaplfllo doevangelho; e por isso serao igualmcnle
comprebendidas pelos sabios e ignorantes, asna du-
rarlo nilo enfadar* aos relaxado!, a sua brevidude
nada timar para desejar-se, e o seu cncadeamciilo
afU'lar.i a uravareui-se mais profuudameiilc cmseus
coranies. I'or meio do que, eslas mximas religio-
sas, que a penersidado deslroe ou pelo menos mi-
nora lodos os das, por-sc-ho cm uso, e demaiscor-
rohorar-sc-bi7o insensivel o agiadavelmcule cnlrc
suas ovclhas.
Cada considcracSo he seguida de amexeoiple que
apona o grande poder, a prolece.io de Maria sobre
seus devotos. Estes factos olfereccm urandes moti-
vos de confianca e de amor aos cbrislaos, que senao
leem dado aos prejulaos inspirados pelo diablico
philosophismo do nosso seculo.... Monsenlior, V.
Eic. nolara sobreludo aspralicas Mtrdeoadas para
lodo o me/, c para cada da do me/. E que lueio
mais proprio c mais doce poderia-sc acaso adiar,
para insinuar nos espiritoso amor da \ ilude e a
mortiliraeflo das paixoes tilo necessarias para a aalva-
cao Compracm-se os modernos do Vivar nos bra-
cos del olce far ltente e na ambicao do des-
cubrir nu os sistemas para augmenlar os rozos da
vida, o obligar a nalureza para fornecer as mais tor-
pes blandicias seus furores, e oa nimos se enfra-
quecem pel^s daiumidas usancas dos nossos lempos...
V. Exc. lera observado que se nos, boje, pregannos
enmalgum rigor austeridades gonte acosluinada ao
infame sensualismo, nos nlladigaioos colheudo fei-
chesde espinhos.e uoucosou neuhuns fruclosl Mas,
oh como lornar-sc-lia fcil o obler o desojado efleito
pelas vas desta celeste devuco, cuja docura ntiliua
um lano a rudo exterioridade das peuilencins enris-
i as, i)^ lernosraulos.a variedade dasaccfiea,a Cdi-
Aoante isseoajdea dechrislaos, urna elegapla imagern
de .M.ui.i ili-ceiilemciile etornada por Irnla e um
das, lodos os objeclos reunidos S inclinado que lem
os (tu isos para com Maria, e principalmente beu-
ro, que Ella laura sobre scusdevolos; reconcliam
ismaravilhasosespirilos, e amollecem os coracoos,
-s mais empedernidos l.eile vos dei a bclicr
eserevia S. Paulo eos CorinUdos, como a paqueo-
nos om Jcsiis lihrislo, c non comida de solidos ali-
im-ulii-tpon|ue ainda n,iu podies digeri-lon I. cor.
Iteos < lieio du bondade,eale l'ai lao amaulc, sabe ac-
omodar os remedios ; os de nossa salvaeao as fra-
que/as e enfennidades de nosso coracoos. E para
que V. Bxc possa avaliar quaulo esla devocao soja
fcil o agradael, cu vou-lhe apreseular a maneira
porque pralica-so as grojas c oratorios.
Un sacerdote ao pedo aliar invoca do primeiro a
asssloiiirnl r Dos cm nome do poyo, con a rosa da
daoracSo Actiones iwslra* Dopois cantam so
deolamentc dous oslroplies debyinnos, c aqui os-
ccrdole sle ao aliar, ou ao pulpito, e /irado com a
face para o povo, sortea uina das Irnla o urna flores
designadas para cada da do mez, o a propoe cm al-
ia voi para odia inmediato.
O Sacerdote 1 ou rccila pausadamente a consde
iac. 3uo devem lambem servir para odia soguiute. Alrna
a lcilura ou ortica, canlar-se-hloaiuda duas es-
tancias do cnulico, e a lotlainha da Santa Virgem
no lin de ludo dar-so-ha, quando pdc-o, a ben^Ao
do Sanlissimo Sacramcnlo.
Esla ceremonia no simples, brovo o |>ouco dispon
diosa. Alm do qnc ho preciso lembrar-so da sen
lenca preciosa do 8. Francisco de Sales ; a sabor
o supremo grao da esmola chrislila, he o procurar
a salvadlo das almas (letlre au Duc de Sacoie.}
Ser oulro sin, fcil V. Exc, obrigaros v garios
de seu blspado esla pralica. JSo ha ver um se
driles que no possa ler. ( senao souber pregan a
cousideracio todos os dias ua occaslo da sua missa
pro|ior ao povo um acto do vrlude em honra do Ma-
ra, c urna oraciio jaculatoria. as parochias cam
|>eslrcs poder-so-ha faze-la ao menos nos do-
mingos o dias saulos o designar para luda a
semana, ou de urna fesla a oulra, urna fldr c uina o
racao jaculatoria, a qual o viajarlo applicar i capa-
cidade o precisos tos seus parocluanos. As obscr
vagues dos fados evidentes que cm lotla a parlo lem
produzitlo a simples lcilura daquilloqc osla indi-
cado pur esle livrinho, depois ila missa, fazem-na
rccommcndavel, sem ser preciso laucar rnao da forra
dos argumentos. Os vigarios, pois da cidade, po-
derao so ellos o preferirem,fazcr a mesma cousa. lio
verdade que rorolhom-somaiorcsfruclos, quando os-
la devocao pralica-sc por exicnsn, mas no om Imito
M'i.m deven tloi\ar perder seus menores frucl
sondo que lamliom estes cspalbamem lodo o lempo
una suaic fragrancia do paraizo. Ai! as almas
re-compradas pelo precioso santme do Jess Cbrislo
perdem-sc pela inaor parle uestes ulluno* lempos
e ipiasi ninguem Irala de dar-Ibes o opporluno re
medio.... A casa do Dos consoine-se pelo fugo da
mquidade, do selusma, das heresias e da irrcligiot
ecom punca djflcrcnra olham Indos trauquillamenlc
para esle fuueslo incendio I! 1
He dos bous pastores que eslas almas allondem o
aoeeorroa. Adevoeajoajuerea proponbo he loeoatea*
lavel, que nilo be ludo o que pode-se fazer noale
leni|H> para salvaras almas chrislilas; sin, he mu-
lu pouro, mas be comludo alguma cousa ; c cu jul
ge, por assim dizer, que be iniilo por causa da lien
cao que espero por parte da Mai de leos. Ese senilo
poder crear esla devocao assim l mi 11 mi romo he
ai! que cnlan rom ir ehorarmos com o propheta a
lomiiel vlogancaque lieos lomar dos cbrislaos pec-
cadores, em permlUlr que SOJam ellos privados dos
mais (orles o dos mai< facis indos de salanlo, sm
precisar dixermo* com Jeremas tt o Scnbor se lor
non romo nosso InlmlgO, tlerribou a Israel: derribou
lodas as muralluu : deslrulo as suas foriifiraroes:en
Ireuou ao esojueclmanto cm Si;lo as feslas e o sab-
bado....e rejeilou o seu aliar, ainabliroou o seu san
lu templo !! (TliT. '2> Monsenlior, V Exc. provan
sem duvida osles seiilimenlos de dor, uiaselles orea*
llooarfto zelo c ardor pur solicitar a salvaeao tic seu
robando.
Eu sou ron um profundo respeito, Monsenlior
de V. Exr. o bumilissimo c obedienlissimo servo.
consagrado Marn. Tratluzida do.... o feila pu
blfcar por um M.
O immorlal Papa Pi V| | ronrctleu com suas le-
tras apostlicas de 21 de marro du 1615, as seguin.
les indolgencias a pralica do mez do .Mara, islo be
urna indulgencia de traanlos dias para rada da tic
evercicio, o una indulgencia plcnaria, urna voz, no
mez de Mara, rom lauto que cumpram-se t roslu
madas condiees, que\em a ser a ronlissao, a com
muiihilo e alumas preces para as precisos da sania
i.:n'|.i, por leiiraodosummo Ponlillre.
Por pequea que seja a puhlicarao desla rarla,
cu a aprsenlo ruufidourialmcnlc ao respcilaicl po-
vo pornambucaiio, como urna humilde liomeiiai:ein,
c eslou cerlotlcquea nflo rejcilar ; pois n seu nl>-
foeto (ende i augmentar a devorao da Mai de Dos,
a qual lem-so lao fallamente plantado em son solo.
O Irahidho he miilo inferior a magnilireuria do (he-
a, mas lie justamente nislo que iniii.ii.i a boudado
de .Maria, a qual areila com i_u.il indiligencia os
diamantes que denositam en) seu Saniuaduas mos
los Keis, e as simples llores i.i monlanba, com que
o paslor dos Alpes adorna OS seos rsticos altares.
Noia do traductor.
a
MH
CllllllESrOMIFACIA.
Aliracei, Seuliores Kedaelorcs, dcsilc o conicijo
desla polmica o cjlylo nico que me ronvinlia. e,
ruin ufaDia o diSO a conscioncia nao me acensa de
ler fallado as reurasda prudencia, da eivilidade, c
da ilelicade/a, por lanas ipianlas VOVOS me lenliu
OXposloaojlUEO do pnliliro, e o pnldii'o lia |>rescn-
ciado ; a despeilo de Indo islo lenln sido tratado
rom e\pro>s>es fortes e (o fortes ipie desla VCI BOU
forrado dizer nao inc affn cabidas. asim dc-
baixodauais viva odoM&jadavel impressoipic me
ralsima lcilura da rorrcspoudeiicia do lllin. Sr.
I)r. Jeroinuio Villida. insera no /.ihrrtil n. I(i!l,
onde alem do mais, s.*u claisiflcauo (.lo impropria-
nicnle de vioarlo U'ini'isn, dUHpuUl niiMitla, me
conviria mudar do cal)lo para reanondera ana cor-
retpoildeneia, que com diniculdado acredila-sc ler
sido Iracada pela peuna do meu illuslre lenlef
Creio que nao; e lie pois com a mesilla pliraseolo-
-i.i com que cncelei esla queslo, que liei de con-
clui-la. Dcando a rada qual a liberdade de usar do
ealylo que llic lie mais proprio, mas co-nalural.
Iliije nada mais se irha cm discusso do que ai-.r-
actiio ou iiic.ia'lidii (lo mirilla consiilla, mas
esla \ou dlculir aqni mesmo com osineus eolleuas.
porque son incapaz, de discutir clin o illuslre lente,
a respeito do que cu eslava perfcitainenlo enuana-
do : eu penwvaque emuDia qaolSode ecdeaiaali-
C0 poda. Iiciii que de lonize, acompauliar ao illus-
lre hule ; m is ln.jo depoil da lcilura do l.iheral,
convencido do mea engao, desisto do miulia pre-
smnpcAo, c ligo I opini.lo de meu illuslre lente, i-
lo he, que aou tneapa: ir iiKHlir quttOtt dr ctrla
oriem: loda> ia llca-nio o detpraier de nao ver
mostrada pialieameiile miiilia iiirapai'idade, o que
seria fcil, alienta a desiuualdado de furcas ; cquan-
las ve/os os (iganuM uo se tem anadiado no campo
do raciocinio para medir-ae com os pygmeui'! I o
resullado disto '.' lie sempre um tnuinplio duplo,
o Iriuniplio infallivcl resollante das forras, e oulro
au menea inlallivel c glorioso o Iriiiuipno da honra,
porque o giganlo honra ao pigmen llic oHerccendo
cmbale. K nao licaria eu mallo mais amagado
com aspodorosas forras de inlelligeocia, de que com
facilidaile dispoe o illuslre lente, do que com os
enilliolos de riytirio leimntn, tsetpmo ousJi/o ?
Creio que siin. Ou acaso son altidma crianza, ou
al^iim dessescsludaiiles que de tal s lem o nome
para ser tratado com todo eapa despre/o, despre/o
que so eosliiina arremessar-se contra quem no mun-
do nAo lem siuuilicacao alyuuia ? Nao. com oruu-
llio o diyo, mil vem nao. Nao eslou enllocado na
alia posirao do Sr. Ilr. Jeron>ino Villela, porque
Ingenuamonie o confeaao, minlia iutelli^eucia he
mili inferior, e Idilio (iilo falla qoasi ahsolula do
necessario, apezar de meu pai nao ser meudiiiii;
mas eu jalcnlio posicao na sociedades como ella lie
de\ida iiiiicameule a ineus limitados recursos, ja-
mis consentir! que se me considere, romo cousa,
paisa minlia di^uidadeo independencia de carcter
eu nao percosem perder a vida.
.Nesle momcnlo, Seuliores Hcdactorcs, mil ideas
dolorosas e consumidoras uieassallam e me abalem,
Juaiido pens que uina queslao scienlilica liaja pro-
u/ido lanas indispusicoes, odiosidades c mal que-
reucas mesmo! Quem dira que una consulta fei-
la na mellior lioa f c nos termos mais rouvemen-
les o precisos, indispuria o lente com o discpulo,
por ultimo compromeleitia o auno inleirof I Colie-
gas e amigos lueus mais dedicados, segundo confes-
savain, cujos nonies nao retiro para nilo llies aggra-
var lao melindrosa situaran, os quaes muilas vezes
incdisseram.na presenta de alguns amigos do Hccifc,
nao ha a menor iucvaclidao cm (na consulta, silo
osproprios que, conlradizendo-se, me veem des-
mentir om pulilico! Que lerrivel coliso no foi a
sua Eu llies relevo. E que crilica posicao nao
lio a minha, quani/osou coiislrangidn fa/cr urna
tal rcvelacAo, o u dar-Ibes urna rcsposla rabal! lie
duro; mascinliin convem que Iheseravo no fundo
d'alma o agiiilhao do remurso, para que de oulra
voz pensem bem e obrem melbor.
At hoje, suppondo n'uns precipitar;ao, n'oulros
ignorancia do queso havia passado, o ua mor parle
demasiada e sempre culpada condescendencia, jul-
guci que clles refloctindo melbor, a eseinplo do
grandes homens, viessom em publico relroccder do
iorluosoe errado passo que haviam dado, fleaudo
desla arle do algtuna forma cquii>aradosa um Agos-
linlioquo se desdlssc do que havia ensillado coulra
os jielagianos a respeito dagrara, um Fene-
louquc do pulpito qiieiinon urna de suas obras por
incapaz de appareror : mas nao, dosla vez veriflcou-
le literalmente O leilo sanio ahyjtHi aby*nmH-\
mcat. Por ventura se convonceriam do queeu es-
magado com o i inmenso pei do 4) assignaluras
n.i" piulen,i ncm sequeraiqiiejando.arguir-lliesesso
procediincnlo Hllaineule condemuao pela imparci-1
...idade ndopendenle, e provar porante o publico
no maior grao de evidencia a falsidade de suas as-
ersoesT Engao pe feito ; porque boje be que cu
respiro um ar vre, embalsamado da nalural li-
berdade, que em lodos devo sor, mas quo dolgraca-
dameiito ncm sempre o he, o primeiro olcinonto da
personalidadc humana ; ja boje mlodeiio soccar o
tinta no hico da peuna, escogitauJo phrasos de obe-
diencia o respeilo ; escrevu de corrida, porque ja
noreceio offendera susccplibilidade do mcu ilus-
tro lento ; o assim se Ibes for amargosa a minha
resposta, resiguem-se com paciencia, quo eu lam-
bem me lenbo resignado com o quo nunca esperei
de mcus collegas.
Mas com que goslo vou discutir urna questjlo-uies-
qiiiuha o mlseravel de exartidio t inxaclidilo 1
l'cnsci fugir dola atirando-lhes a luva para a
queslo scicnlifica, nica que convinhn i morbos que
prni-ui.iin cultivar o espinhosoeampodas scicncias ;
mas clles recuam por frivolos protestos, e me collo-
1,1111 sobre um terreno estril c improductivo, pelo
qual, he osla a ultima vez, hei de trilhar, supposlo
vigarto leimoto.
A commisslo redaetora depois de largas horas do
conferencias aturadas aprsenla quatro iiitxactidilet
cm minha consulta A'pagol se mais mundo hou-
vera hi chegara! E ncm sci mesmo como nilo ron-
lou cada India ou mesmo cada palavra para enllocar
no numero das ine.raclidiiei I E nom odmiraria,
porque as qiie ella aprsenla sao de urna aualvse
lo supe lici.d, o de urnacomparaijo tilo fraca, que
lijo cilaudo-se a itrcga do una sdeminhas phra-
ses itiexaela*, equivalen! quasi a isto, o romo que
dispensavam-mc de rcspondcr-lhes. Mas vamos a
ellas.
Como inlroducrao consulta que eu ia fazer, la-
mcnlei nao lermos nina le de padroado, em cujo
tilulo vago e tem limite* /undavam as mai* iishi*-
da*pretennlc*, como jor\cx.yac o princijie tem o
direilo de convocar comilios riacioiiaei. etc., etc.:
ora se s porque fallid em comilios, islo lio urna
consulla, enlao lamhem a lei de padroado cm que
falle) he uni.i consulla, ou por outra, todas as ex-
presses de respeilo c obediencia de que me servi
para com S. Exc, al os ele., etc., lie ludo consul-
ta. Islo he irrisorio E lauta in f reinou na dcs-
eobcrla das inexactioc** que depois que fallei no
segundo perodo do minha caria cm cousilo, le de
padroado, clr., etc., no principio do terceiro perio-
do disseasliypn/ltete* i/tte *e eniiaram con em
Inrce expor al'. /V./r.,' logo evidentemente al all
cu nao havia cvposlo poni algum do consulla. Co-
mo pois concilios he poni de consulla? Se islo
mo lie in.i f, lio outra cousa qualquer, pela qual
a eommissao nilo pode comparar os diversos |iensa.
montos que cnuuciei cm diversos periodos.
Vamos a segunda. Eu disse no princip) du se-
gundo periodo de minha carta quo se havia susten-
tado queos empregados publico* cecidias! ico* io
ViiHi ser proaaaaot no foro commum, o no lim
desso mesmo periodo disseque havia concordado
com o illuslre lento quando elle explicoua propos-
cao assimguc como ao carcter dos $mprtttdot
publico* eccle*ia*ticos, propriamcnlc dito, a lei ci-
vil havia anexado disposiciies por verlo extrnse-
cas de sen carcter de ordem e jurisdinio, pela
transgressaa dessas dispiisirdes o empregudo eccle-
siasliro ira responder no foro commum: luyo npre-
seular-se como inexacta nina proposicao destacada,
viudo no mesmo periodo sua verdadeira evplicacao,
ou he m f, ou o quer que seja, ou ilesconlie-
cer nlciranicnloas regras mais triviaesda hernie-
neulica. E todo aquello pcnsamcnlo no se neha
incluido nnslas palavras da carta do illuslre lente
obriijuciies mixtas? Por certo quesim; porque
oto iuarocs mixtas signiliri.....pie lia duas leis, don-
de nascc o mixto das obruaces ; ao conlrario, se
evislissc uina s le, as ohrigaccs serian) simples.
E iiciii sobre islo, alm de lulo ser punto do consulla,
poda haver inexaclid.loalguina, (piando concordo
com a Ihcsc do illuslre Icnlc, s divergindo n'appli-
cacao della a diversas li> potheses.
' Vamos a lerceira. Eu disse noprincpio do quar-
lo periodo da uiiiiha caria que so havia cnsinado
que os parodias eslavam sujeilos ao foro commum
qiiandu naocnsin.ivan o catliccismo, e(|uese havia
rilado ueste sentido a carta rega de '.) do selembro
de I7H11.Esle poulu de consulta so ada ovada-
mente i amurillado a pag. 17 da calla do illuslre
lento, com a nica dillrenca accidental do illuslre
Ionio, em tugar de rilar aquella lei, rila oulra quasi
dous serillos mal velha. Ora anda mo querendo
agarrar-ule aos anonlamoulos, o redondo de hom
grado que a lei rilada por iniii nao he a mesma
que foi cilada pelo Ilustre lente, quem cm boa f
|iM,|,.|a dizerque aqu ha em essencia ineXKtidfo7
Po. a essencia do poni de consulla nao he o ensillo
do calhecismo, o isto nao est confirmado ? Foi
milita vonlade ou goslo especial do enumerar ine-
xacliddes l
Vamos a quarla e ultima. No principio Ao sexto
periodo de minha carta eu disse que se havia diado
O arl. '217 du cod, criin., quando qiii/, provar-sc que
eslava sujetoao foro couimum o eedesiastico que
nao cunipria as leis reguladoras dos casamentes,
e concordando |>erfcilameiile com esla doiilriua,
ripie o iiialiimonin lambem be considerado como
contrato, depuis de expender as ra/es do meu as-
seniiincuto, disse no lim do mesmo periodo-*- moa
'le m/ui no se conrlua ca liosamente etc.: ora ci-
lada as-lm ovadamente a minha plime, peen aos
meiis eollegas ipio evplquein ao publico (pie nos
aprecia o como se rege esta oracao impessoal nao
se conclua leudo pur agente della lima lerceira
'cssiia, romo avanrain em sua corrcspoiidcnra; e
ni quaulo nao declararen! de que idioma he osla
inlaxe de regencia, permiltain que cu suspenda
meu jui/o. Esla phrase nao pode referir-so ao Sr.
Ilr. Villela, com cujos principios, a respeito deslo
poni, concordo ; e (piando assim me exprim fui
fallandocinalislrarcoeonlia quem quer que peu-
KaaM diverso de mis. Como puis vem islu romo una
inevactidilo de coiisulla t
Apreciadas pur esta formaos lae* inexnctiddcs,
nlu seria mais conveniente que os mcus cullegas se
livcs,emroculhidu aus bastidores, do (pie vrein iie-
raulc o publico agarrarem-se em leas de araulia.
que cun o menor esforc se rompein? Creio que siin
mas cm lim lotsuiil rpita i/uol senlcnliir.
Pur lim agradoco-lhesa macieza coinqui; me tem
tratado, e lauto mais agradecu, ipiaulii se a iulru-
sau no que cm nada llies di/ia respeilo livesso sido
frita do um modo arrogante, como eosluma-se i pra-
licar, quando nao se ten) razn, talvez me livesso
desviado do eslvloqiie lenho alo arado al boje. Nan
menos agradero o Icicn me proporcionado esta oc-
casflo de poder provar que em inhiba consulta nao
exisle o--.i preconisada c decantada incxaclidau.
Olinda 7 de abril de 1853, Seu assignanle c
nbiigado, vigario Jntonio da tocha l'iannu.
5 caitas lecidoa de algodo, 1 fardo Igoora-sc o
conloiidu ; a Rosas Braga & ompanhia.
1 sueco amostras e encoinmcnda; a diversos.
Polaca hespanhola Prompta, vinda de Barcelo-
na e Malaga, consignado a Bailar & Oliveira, ma-
nifcslou o soguinle.
92 pipas o 16 inciis ditas viuho tinto, 100 lia iris
de dilo lirani-o, IIKI caivjs viuho muscalel, 100di-
las sabao, X) ditas massas, IW ditas liaos, 50 ditas
amcixas. 20 dilas chumbo, W) ineas ditas passas,
I) sai cas amondoas, 12 dilas cominhos, III ditas er-
v,i-doce, 20 fardos alfazema, 25 lalas papel pardo,
10 barricas alpisla, 30 qu, sebollas, 500 resinas do
allios, 1 coia sanguisugas aos inosmos consignata-
rios.
CONSULADO EHAI..
Itendnieiiln do da I a i 5:9W.5
dem do da ti .-. 2::tyn>l.!>
B:396WI
DIVERSAS PK0VI>'C1AS.
Rondiinonlo do din I a i iiii--iVi
dem do da 6........ 1i(tj.iK)
782V080
Exportacao".
Parabiha hiato nacional Conveicio fiordo Vir-
tudes, de .'ti tonel,olas, couduzio o seguiule : 152
*volumes de motilados c 4H dilos fnzendas.
Aracatv, hiale nacional Duvidoso, de <3 tonela-
das, conduzio o -egiinle : 375 saceos com nV
rinlia de mandioca, 145 calas durillos, i dilas
chapeos, II vuliimes fazeudas, 22 dilos motilados.
Cidade do Porto, galeota nacional .S'.S'. Trindade,
de 223 toneladas, conduzio o seguintc : 211 bar-
ricas c 901) saccas com 0,181 f 2H t do assucar, 191
qq do latajuha, II praneliftes de amarcllo, 6 barris
vazios, I barrica com 6 n de gingibre, 121 caixotcs
com 11 ti de doro de goiaha.
RECKBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNA.MRLCO.
Rciidimenln do da (i...... 59IS0HI
CONSIM.ADO PROVINCIAI..
Rendimoiilodudia (i......1:295982*
PAUTA
do* piceos correales do astiicar. nlgoilao', e mai*
genero* do paiz, que se despach/im na mesa d>
nsiiludo de l'rrnambitco
a 7 de mtin de 1853.
Assucarenirnivashranco I
na svnianii de 2
qualidade |
ii liar. osar, brauco.......
" inaseavado.....
relinado...........
Alcodau em pluma de l. qualidade
S.a
o ii 3.
cm carolo..........
Espirito de agurdente. .
Agurdenle cachaca.....
de cajilla ....
reslilaih......
tionebra...........
centrado som conductor: quem se julgar eom direi.
lu au mesmo eompareca ueste jui/o que, provanilo
Iba ser entregue. Subdelegarla dos Afogados 38 de
abril de 1853.Franciico Ferrein de alcntara
Barro*, subdelegado.
A repartidlo das obras publicas compra para
a obra da casa de dctencilo os nialeriacs scguinles:
dous mil alqueires de cal prela c 30,000 lijlos de
alvenaria batida. As pessoas que se propozerem a
foriieccr dilos nialeriaes ronpare^an) ua mesma re-
paiiican no da 10 do correnlc mez ao meio ilia
com suas proposlas em carias fechadas. Dirertorji
das obras publicas ti da innio do 1853. 0 secre-
tarlo, Joai/uim Francisco de Mello Santo*.
A ordem do subdelegado do Poco da Pauclla,
fora recolhida a cadeia por andar fgida a prota
Bernarda, cscrava, que da morar no eiigeulm Mas-
sangana ; pelo mesmo subdelegado lambem fora
apprehcndido um cavallo russo, ossoliborcs de urna
e oulra cousa comparce,am com os seus litulos.
callada
Licor
Arroz
Axeil
COMMERCIO.
PIUCA 1)0 REt:ilE(iDE MAIOAS3
_ HORAS DA TARDE.
Colacoes olllciaes.
Cambio sobre l.ondiesa 28 l|t d. 60d|V. a dinlieiio
Descont de lelras de (i mozos 8 por renlo au
anuo.
Compras de assucar.
Branro 3." sorlc a 25000 rs. por arrolla.
Someiio n l->S50rs. por dila.
Mase.ivado regulara I9l"0 o ll.V)rs. por dila.
Hito escomido a l.-vm IStiOO rs. poi dila.
AI.IANDEA.
Roiidiineulodo da I a i .... 21:090je07
dem do da .......1I:I,.'-M7
pilado duas arrollas,
ciu casca.........
de niamuuj........
i ii mandoln........
" de petse........
Carau.............
Aves araras..........
paiiagaloa...... ,
Buladlas.........
Bisroiloa.........
Caf bom.......
ii reslnlho.........
a rom casca..........
ii nioiili.............
Caruosecca.........
Cocol cun casca.....'.,. .
Charulns bou...........
ordinarios........
regala e primor .
Cera de carnauba.........
ii em velas...........
Cobra um.....3o d'obra......
Couros de lioi salgados.......
espixadoa.........
de onea.........,
ii de cabra corlidos. .
Doce de rada...........
guiaba..........
sirro............
o jalea.............
Eslpa nacional..........
reiiE gsosein.....ao d'obra. .
suda,oleo Iragrandcs.......
pequeos.......
I'ariidia de mandiuca.......
milhu.........
o ii aramia........
Feij.................
Fumo hiiiu............
o ordinario..........
ii cm fnlha bom........
o o orilinari.......
o rcslollio......
Ipecacuanlii............
(omina..............
(jengibre.............
I.enha de adas..........
ii o loros..........
Praiirliasdcainarollo de i costados
ii i) Inuro........
Costado de amarcllo de 35 a in o,
e. e2 >, a 3 de I.....
ii de dilo usiiaes......
Cosladhiho de dilo........
SoalllO dedil............
Porro de dito...........
Costado de lauro.........
Cvsledinho de dil...........
Soalbo de dito..........
Fniruiledi...............
ced............
le lalajobi..........
. Imilla
. canuda
. aarnla
um atqueiro
ranada
'!
-SKKI
tStUKI
USMMI
2S2IHI
l-,:,l)
20.56
.iwgio
10900
1O5II0
1*12.
0-520
*H
OtIK)
taoo
sMOO
9180
100
I80
RJOIK
2^KII)
D060
Ifil-I)
i vaso
.500110
' lima Hi-'ui
. um :wkhi
| :i200
(ioKKI
19400
,i 29500
!- li.l
60)00
ItOOO
28000
I -i. >
0600
20VK1
(LNKK)
8-(HKI
-lllll
MI5
0110
9000
. o 9300
, S220
. 02IKI
, 0320
. 9M0
j I0000
I8000
. um -MMKI
. o IMKK)
alqucire l-nmt
a -20IHI0
" 29560
ilquelra "otKW
a. 51000
o 3HO0
n 79000
ii 19500
n :,-oo)
'.50000
29000
2-NHMI
IMKI
o 09000
nina 129000
ii 79000
renlo
ii
l.-i
alqueiie
!
. relllii
ilo
\ aias I
l)
parreira. .
aguilbadas
32d6l65l
Dcsi avrcgam hoje 7 de maio.
Barca ingle/a Toicn of Liverpool laivas de
ferro.
Ilarca porlugiieza Maria Jote podras.
Rrigue ingle/ ll'allc Itaine liacalho.
Patacho americano Sallg-.tnn farjnhu do
trigo,
Polaca hcspanuola Pronta mercadoria*.
l'alaclio brasileiro Sania CriU gneros do
paiz.
Importacao .
Ilrieuo noruegiionse lAimartine, viudo de Liver-
pool, consignado a Me. Cahnoiil & Compauhia; ina-
nifiwlou oscguinlc :
51 fardse 13raixas lecidosde algodo, 7fardos
dilos dclinbo, 3 caixos lencos de seda, 12 ditas vi-
iihn, 103 uigos, 12 liarricas o 2 ceslos louca, 21 lle-
ras c ( raixas maqumismo, 16 laixas do rorro balido
33 dilas de dilo cuado, 100 toneladas do carvo, 200
harria mauteiga, t caixa nialeriaos para escrever;
aos iiiesmos ronslgnalarios.
6 raixas c um liarrilinho ferragens, 5 caixas fio,
15 pacnios ajo ; a E. H. Wyall.
2 caixas material para escrever, 11 fardos leci-
dos de algodo ; a C. 1. Aslley Compauhia.
4 caixas e 5 fardos leridos do algodao ; a James
Cr.diln-e A Compauhia.
3 caivas, 9 nacnles o 3 fardos lecidos de algodo ;
a Russcll Mcllors ,v, Companliia.
1 caixa cassas; a J. Ryder & Companhia.
f"fardo hacia; a II. (jilison.
19 caixas lecidos de algodao: a R. Rovle.
18 fardos e 9 caixas leridos de algod.l'u, 2 fardos
ditos de Ua ; a Roslron Hooker >\ Companhia.
I caixa les'idos de seda c de algoiljo, t dila inei.is
de dilo ; a Fox Rrolhers.
7 fardo lecidos de algodo, 5 caixas cassas; a Jo-
nes & Nash.
o ii quilas
Em obras rudas
i) i> cixos
Mclaco......
Milita.....
Pedia de amolar.
i ii filtrar.
o ii roblos
Puntas de boi. .
Piassaba.....
Sola ou vaqueta.
Sebo em rama .
Pollos de carncit
Salsa panuda. .
Tapioca.....
t libas de bol. .
Salan......
Esleirs da prepe
2O9OOO
l) lllofKIO
o 7o500
11 S9000
o 99500
11 (0(100
II 59200
11 382(10
29200
11 2NK.MI
quintal l->-1K)
. dii/ia 10280
. o 19(00
........... 11 Mino
lesiriipira para carros, par 409000
11 11 11 11 11 11, -11 1
............amula
.........alquitira
............urna
. conlo
inollio
. meio
. I
. nina
I
. conlo
. ii
nina
8110
i.NKXI
0610
(MIIIO
OSOO
:i.--,oi)
8320
20000
loooo
8200
I8SKKI
J0"0
8200
9080
Ii."
MOVIMENTO DO PORTO.
Dia 6 do maio. .
Obsrrvariio.
A galera ingloza liscount Saniloa, capiliinj.
B. Milchcll, suspciidcu do lanieir.lu para a Babia
rum a mesilla carga que Irouxc.
NOTICIA-MAHITIMA.
Por carta rcrebida da villa do Cabo, fuios infor-
mados que se perdura ua barra de Suopo ao ama
nheccr do dia 3 do correnlc, una einbarcacilo in-
gloza, a qual fora a pique sal\ando-se tnicamente
tres barris,vazios c quatroargolclas de ferro. Aau-
loridadc policial d'alli acudi ao aniaiibeccr ao
lugar do naufragio, mas nao encontrn pessoa al-
guma da Iripitlariio |ior se Icrcm rccolhido logo de-
pois dclle a fnilalc/a de Nazorclb tlcz |iessoas,
o ocajiilao rom o restante para esta cidade; asse-
gura-nos que ninguem fulloceu.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
34.* RECITA DA ASSK.N.l l'l'IIA.
SABBADO 7 DE M.IO DE IS.
Depois que os profestoresda orebestra livcicni oie-
i-tilado urna escolhida ouverlura, dar-se-ha priuci-
piu a 1 epi 1.....iiiaciin de um dos mrlborcs dramas que
lem subido secna uesle Ihealro, o qual lem |..,i
tiiulo
0 L1MPA MMEIROS.
Este drama he em ciuco actos e dividido em seto
quadros.
Personagens Actores.
O lenhore* :
Domingos ( limpa candieiros) Cosa.
Joaquim ........ Meudes.
Antonio.......... Arnoedu.
D. (inncalo......... Scnna.
D. Joo.......... Beicrra.
ttfl-i*: : : : SSlt:
Carlos........... liiiiinai 11-.
Antonio ( criado )....... Jorge.
Amhrozio ( laverneiro )..... Santa Rosa.
/ Fatlista......... Joaquim.
Antonio Marujo....... Hozendo,
A* tenhorat :
Emilia.......' Manuela.
Joaquina (cega) ....... Carmel la.
Mana...........Orsal.
(crlrudca.........Rila.
Os hilhelcs acham-so vontla no lugar do cos-
lumc.
Principiar as 8 horas.
AVISOS martimos.
PARA A BAHA.
Vni seguir com gratule brevidade, por
ler grande parte do eu carregamenlo
tratado, 11 veleira escuna nacional A1)E-
LAIOE, capito l'ampliilio Julio da Cos-
ta Cirne : para carga, ou puisngeims trn-
la-sc com os consignatnrios, na ra do
Trapiche n. 40, primeiro andar.
RIO DE JANEIRO.
O patacho Santa Crur. segu 110 dia 7 do corren-
lc, ainda piido roceber alguma carga: trata-sc 111111
Caelano Cvriaco doC. .Morena, ao lado do Corpa
Sanio loja de massames n.2o.
O briguo porluguez Viajante, sabe para Lis-
boa imprelerivclmenle no dia 9 do corrente ; qucni
no mesmo quizer ir de passagom pana o que lem o,
mcllioresciis assoiados commodos, dinja-se sai
seus consignalariusT. dcAquiio Fouseca Si Fillm
na ra do Vigario n. 19,1. andar, ou ao capilo 0.1
praca.
Por ler a maior parle do carregamonto promplo,
pretende seguir para a llalli,1, com brevidade a ga-
ro|ieira IJvracito, c para o rcslo Irata-sc cem o ron-
1-11,11,1101 Domingos Alvos Malheus, 110 seu escrqi-
lorio, ra da Cruz n. 52, primeiro andar.
Vcndc-so 2 barracas novas de primeira via-
aom, una de nomo .Santo Antonio de Ijiboa, de ]
lolc de 22 caivas, de muilo lioa ronsti ucean, c oulra
de 11 clisas de nomo Mariquita, asquees se ven-
dein 111 ui(n cm cunta, c estn tundeados lio I 01 le :,
.Mallos li-apiclie doalgodAo, ou na loja de Jnaqaim
Ribeiro Ponles, ra da Cadei.i Velba 11. 54.
Para o Araealy sabe eom brevidade o hiale
flor do Cururipe: quem quizer carregar ou ir de
passagom, dirija-sc a ra da Cadeia do Itccifc n. 19,
primeiro andar.
Para o Rio de Janeirosaiieeom iiiuila bicvida-
do obrigue nacional Sagitario, para carga, passagei-
ros c cscravos a frote. Irala-sc na ra do Collcgiu 11.'
17, segundo andar, ou com o rapilau a bordo.
PARA O RIO DE JANEIRO
segu com a maior presteza |iossivel a veleira bares
Sania Maria lloa Sarle de primeira marcha, por
ter a maior parte de seu carregamenlo prompta ;
recebe pureiu ainda alguma caiga, cscravos e pas-
lagoiros, pura o que lem mili drenles cotnmndos.
Os prctcndenlcs dirijani-sc a bordo a Iralar mino
capitn nu com Manuel Onncalvos da Silva cm seu
escriplorio na raa da Cadeia doRccife.
A muilo aercdilada barraca llosa da Cuaba,
meslrc Anlonio l.oiiroui;o do Uarros vai aoAssc
Rio Crandc do Norle, o quem nclla quizer carre-
gar 011 frela-la, enlenda-sc eom o mcatre, ou diii-
ja-so i Praca do Comincrcie escriplorio n. (i.
Para o Ccara o Acarncii segu uestes oilo dias
por ter tratado quasi lodo o carregamenlo a escuna
S. Jo*e', para u teslu da carga o passageiros Irata-sc
na ra da Cruz do Recite, n. 33, em cosa do S
Araujo.
,ii
LEILOENS.
Ilcurv l'orslcr S C. fanlo leilju 0111 presenra
do Sr. cnsul dos Esladus-Uuidos, por iiilervcnrao
do agente Oliveira, c por muta e risco [de quem
perloncer, do casco, maslros reacs c guru|)s anco-
ras, e mais perlences que se acharem a bordo, ein
un s lulo da barca americana Delaicare, capital
Whilc, c assim mais, om differenles lulos, de mas-
tarcos, vergas, cordoalha, vellas, inoiies, e variM
outros arligos da referida barca, surta na ancora-s
geni do lugar da descarga, onde os prctcudcnles |mi-
dem ir cxamina-la com anteeeileueia: (erea-feira,
10 do crrenle, as 10 horas da manila em puni,
priuripiamlo pelo primeiro sobredilo lele, nu caes
do Ramos.
Francisco Scvcriauo Rabcllo Si Filho, fara
leilao, por iulcrveiicao do agcnleOl'veira, por coa-
la o risco de quem porlcuccr, c cm lolcs a vonlade
dos compradores, de cerca de 130 barris de sujierior
v nilo, de l.islia, lu anco o linio, en) barris de -)
empipa; do 110 dilos do encllenlo mauteiga de
porro; e de di)ditos de chouricas muito (rscaos:,*
segundo-feira 9 do correnlc, as 10 horas da mniihaa
no armazn do Sr. Anlonio Jos da Silva, ronfron
le a igreja da Madre do Dos, n. 22.
AVISOS DIVERSOS.
Francisco Jos da Silva Macioira rclira-se pa-
ra t.ni opa. a (raanle sua saudc, licuando sua nui-
Ibcr Cordolina Mar-a da Silva por primeira prora-
dora, licando sempre a sua casa de negocio no mesmo
giro o sou Irmo Manocl Joaquim da Silva Marieira
cuino admiiiislrador, c segundo procurador, em ler-
ceira lugar seu sogro Francisco ta Silva Doavisla.
Rernardiuo Frouciscu tl'Azcvedo Campos ti
do de retirar-sc no proiimo paquete, roga
lodo
DECLARA50ENS.
Pela rapilania do porto desla provincia so dc-
rlara que foram adiados na praia da fortaleza do
Uruin os scguinles objeclos: 1 verga de gavia, I di-
la dcjoaucle, I iiiaslarcodc dilo, I pega de dilu, c
7 moilocs, os quaes se arhnm recolhidos 00 ai-scnal
de 10.111 oh.1. assim quem se ochar eom direilo aos
mencionados objeclos dirija-sc aquella reparl^ao
que prnvando a sua propriedado llies sordo cnlrc-
gucs.salisfeilas as despene que se lizeram rom a con-
duelo. Capilania do porto do Pernsmbueu 29 do
abril de (8>3.Osccrclarlo, Thom Fernandes Ma-
licien de Castro.
O procurador da cmaro municipal desta ci-
dade em virluile de ordem da mesma cmara, adia-
se atilorisado a vender os lijollos, cal e sement que
se acham prnnimo ao niatadonro das Cinro Pontos:
as pessoas que quizerem comprar os niale iae- Acim.i
niciiciniiailiis, ulrijam-se ao jiaeo da mesma cmara
lodos os dias ulols al as Iros limas da larde.
Pela subdelegada da fregue/ia dos Afogados so
faz publico, que foi legalmenlo depositado um ca-
vallo melado, com diversos signaos, o qual foi cu-
lo S
lie
.11111
11c
ni 'l
k,
M
a/ei
Ii
"in;
Mai
'illi;
"S|n
<
I
os seuliores rom quem (cm cotilas de livro, Iridian)
a blindado de mandar-lh'as apresenlor, quaulo ules,
aiiin de ler lempo de confer-las e mandar pagar; c
c ao mesmo lempo aproveiluaoccasiaodoolfereccr-
Ihesseu diminulu prestimuna cidade do Porto, onde
(endona demurar-se alguns inezes.
47r. Redactores.Temi sido halado liomaotia-
licauenle pelu Sr. Francisco do Paula Carucjio
l.oo, na grave eiiformidade, que sollri ciu um |
quandd recciava aloque fosse necessario pass.11 MU
dolurosa oporarSo do eorla-lo ; c achimdo-me hnj
liorfeitanicnle liom.rcrorro aoseujorlial nao so pa
ra pul.In-,iineiilo agradecer ao Sr. Caincuo l.eao(
cuidado c zelo, que sempre levo coimuigo cm incm
padecimenlps, se nao lambem para leslilicar os sa-
1111 aits eHeito. dessa medicina, que me salvou, quan-
do me achava proslrado, e quasi que desenpanodi
de oblor mclhoras com oulras apPlicje/Jes.
' l!i.:oein--e pois vinos, de inserir estas Jimias, ron
oque muilo ohrigarlo 00 seu Icilor oliripado.
Jos Claudino Lcile. / ii(0
Dcsappareccram do eugenliu \ icciileCiinipil |. Jj,
lo, do dia 2 para 3 d<) curenle mez de maio, dnu- ivet
cscravos, sendo um de nome Caspar qnc reprsen-
la ler a idade de 10 anuos, altura regular, cliein do
corno c cu- prela, rom falla de denles, punca bar-
ba, e pos um pouco grossos, lem um signal no |"-
coco de (cr andado rom ferro, levou veslitlo ca-
misa de algodao de lislras, ralea azul do mesnio "
chapeo de iiallia : o oulro de nomo Joao l.lliz ipu'
reprsenla ler a idade de 28 annus, llura inenus
que regular, seceo do corpo, cor fula, bem harbaMk,
pomas c pe- linos, levou vestido camisa de .dgfJBr
a/ul e seroula branca o chapen de palha. (Jueiirw^
pprchender potlerii leva-lns uo iiiesmo ongciihu, ou.
..casa dn lilm. Sr. Joilo Piulo do Lomos Junioi
ipie -eri recompensado genorosaraenlc de sen [y
balgo.
lid.
oda.
o.i,I
di,,
le se
a lie

ira
iu si
MUTILADO


(".caire Arliille Diimesnil relira-se paro n Eu>
()> abaixo assignndos contuiuam
i tranquear a todas n elasset cm.
geral o seus sortimento* defnzen-
das por baixos presos nao' rue-
o de urna pera ou una dii/.in,
a ilinheiro, ou a prazo, eoiilbrme
se ajuatar : no sen armn/.em da
os praea doCorpo Santo, esquina da
'f. na do Trapiche, n. i8. Ros-
tron Rooker & Coinpnnhin, nego-
eiantes ingieres. Os momos avi-
spo ao respeitavel publico que abri-
r 111 no dia 5 do corrente mez. a
sua loja defazendas da ra do Col-
legio e Paucio Publico n. 15, di-
rigida pelos senhores Jos Victori-
no de Puiva r II.......I Jos de Si-
(jueira Pitonga, para venderem
atacado e a retnllio.
o IIICU ensllate
iz o mcu proposi-
srn. Heaaelorei.
cloiliar a iiingiieni, deiio denla
|o cin alinele ,10 inri ||o a ju-l ira quo se leve la
zer ao cuidado, vigilancia c energa do subdelega-
do de S. Ji'-r o Illin. Sr. Frauriseo Haiitisln d'AI-
meida, c ius|ieclor o Illm. Sr. capilao Manocl Joa-
quim Kcrreira, a quem Bao ihxIciii escapar os cri-
minosos, bein como nao pode escapar o malvado
Manuel Joaqulni Hodriguc* roiuplicc no assassina-
ln [indicado na pes-ua de ineu com-cnnliado Jos
Joaqun) de barros no dia 1K do mez de agosto do
mino paseado, cojo processo se aclia instaurado le-
la -iilnlcIcL'.icia le Muribeca, e lalvcz concluido,
segundo |ieno e he de esperar datiuclla aulnridadc.
Honra seja fcila ao Illm. Sr. Almeida, essa nulo-
ridade que sabe cumprir com odcvcrdaauloridadc
obre ser cnerica c vigilante ; assim como
Illm. Sr. capilao Fcrrcira. Sou seu criado, Jos
Antonio Moreira.
Aluga-sc uin silio com casa de vivenda al
iio\emliro por .VI rs. : na ra aira/, da Main/ da
lloa-Visla, n. 16.
FRONTISPICIO DO CAltMO.
Kroii*lmc0i rogam aos senhores proeunidoro* ta
mesiiia (eslivuladc, que aclivcni a rnlirant^ dan es-
tillas de lodos os de\oos da dita Scnliorailo Fron-
tispicio, vislo que se aclia muilo perloodia 17 do
mrenle marrado para o festejo.
Acba-se depositado um cavallo rm;o rom nina
rama de cal,o uual fot apprulieudido pelo subdele-
gado da lua-Visla, no dia 10 de mano de 1853:
quem for seu dono, queira fe entender na rua do
Pires u. -J.
Acbou-sc rio sitio duTrcmpe n. 1, urna calira
liii'lio] devorndoos plantas : quem for seu dono v.i
rerebe-bl e paitar o prejuizo que fez, e a despeza
teste annuncio; nomosmo silio que tcm um sobra-
11 eoOl venda por baixo, vendc-se pe\( de sa polis de
lodui os (ainanhos e os inaiores que lia, por prego
Mauoel Lu? Coelliode Almeida, fax publico
que dehojoenidianle Acara denenhum ctrY
quer procurarn que tenlia passado. para esta po
viurii, visln o mu uncid ule acliar-so na mesma.
AlUga-Se um silio na pRwagem da Magdale-
na, con um escolente cobrado do um andar pinta-
do di' ntivu, com bons rommodos, tima casa lerrca
no Tundo, Cochelra, eslribaria para Ir* cavados,
baixa para capital, casa para pretos, otilra dila pa-
ra Teiior, e baulw no rondo: na rua Dirclla n. 3.
l'tecisa-se de urna ama forraouctiflva para
| ca*a do potica Tamilia, ua rua Nova n. 36, loja de
cntflero.
O Sr. Francisco de Paula Barros, doivm Se
er caxeiro do abano assiunado, desde IM) de abril
do corrente anuo, Domingo* Altes Alathctu.
AO PUBLICO.
Sabbado 30 do passado, furlaram de ama loja de
r.i/fiul.i- da rua do queimado, um carlflo com 3 a
4 duzias de lencos de seda para algibeira, sendo de
cores, mn arel los com rama en i branca', cor de caT
com flores verdes o encarnadas, brancos com ra-
niagem verde, c encarnados com barra eslreila de
diflcrcnlos cores ; c leudo o dito carlita um pedazo
do lampo coaido com barbante; roga-so as autori-
dades policiaes, e inspectores de quarleirao a ap-
prcheiiSao do tlilo roubo, ou as pessoas que os dilos
lenrosTorcm ullcrccidos |wis tambein se promcllo
guardar segredo a quem os descubrir que pode dar
parte nesta tjpograpliia que sera geneosamcnlc
recompensado.
LOTERA DE N. S. 1)0 K0SAIU0.
No dia 9 do correle deisnram derorreras rodas
tiesta lotera, pela Talla de concn enca a compra
dos bilhctcs,as.sini como |wr ciislir cm bilheles quan-
lia que uflo so pode arriscar; o Ihesourciro espaea o
andamento das mesillas rodas para o dia 1:1 .le niniu
cmprclerivcl, assim como pede ao publico a sua co-
ailjuvarau para nao MpaCar mais a loleria: o reslo dos
bilheles arliam-se a venda as blicas dos Srs. .Mo-
reira A Chagas, na loja do Sr. Fortnalo, c na do
Ibesourciro.
Os Srs. Doarle, rom loja do miudezas no aler-
ro da lloa-Vi>la, e l.cile no piulo das canoas an pi-
da ponlc da lloa-Visla, em Sanio Anlonio, fanlo o
IhVOT di/er quem di I :ii i-ilki ,,n limi-mil r. eom
hjpolhera em casas Icrrcas.
Antonio da Cuulia Soares Gtlima-
rSet, actual vice-coiuul da (recia netbi
provincia, declara que nao lie o innivs-
sor do jornal intitulado0 Carclciro
Contundo aoabai'oassienadoquo o Sr. Jone
do Sanios do (lli\ciia pretende vender a sua labcr-
iu, sila na Pun da lloa-Visla n. 1:1, avisa-so a
qoSlrp*r"iim Sr. que a queira comprar, de u.lo fi>
rbr ewe negocio som se entender com o abaixoas-
sigaado a respailo da mesma labcnia, ou o que o
niesmn cima se olniaR.Joo JonLopes Jo3o da Silva Boa-Visla, retira-sc pata Kum-
pa, a halar de sua saudc ; feando sua casa do ne-
gocio nomesmo giro sobre administradlo di' sen n<
iniio Manoel Joaquim da Silva Marceira, o.lcixa co-
mo seos procuradores em primeiro lugar no Sr. Joa-
aquim Francisco d'Alm, em segundo seu lio Fran-
cisco da Silva Roa-Vista.
Aluga-sc o prirneiro andar do so-
brudo da ruada lloda n. 17: a tratar na
na do Crespo, loja da esquina n. IG.
z
barato
I'erdcu-se no dia '2H do |iassado, urna azcilei-
r.i de carro.nova ; pede-so a pessoa que acbou, que
lc*e an aterro da Boa-Yisla, cm casa do Sr. Miguel
Segeiro, que sern eenerosamenlc recompensado.
Ilrvipparereu no dia ti do abril umaeserava
por nome Candida, rrioula, rcprew-nla ter SOanaos
de idade, baixa, serrado rnr|Mi, milito prelt, nariz
lilaila, nlbos urandes, ceoslunia cnibriagar-at; Ic-
vou \csli.lii de i hila encarnada e mais oulros.de ca-
m, um panno da Cosa c brincos comprlos deouro
rraurez: foi vista em companbia de um negra nos
la (iraca: qiicm a pegar leve-a ao aterro da lloa-
\ i>ta ii. :lt, lerceiro andar, que sen recompensado
No berro Largo do Ilecife, venda que vira pa-
ra a ii/.il i Nova n. :19, lem snecas com perleilo
|mHho,aT9000M
A pessoa quo comproii uns barril que foram
de ideo, na rua largo do Rosario, \enba quanlo an
le- hosca-los.
Osabaixa aarigaado*. leudo reeebido de Ma-
crio a priineira va de umalelra de rail3000000, sa
eauapnrU.G, llenniss cm :ll|de inan-o piovimo
Panado, ...airaos Srs. C. J. Aslley ; Coinpanbia
dalaprara.SkTdiH visla, a nnssn favor, valorre-
ccliuln do Sr. I'loriano Vieia da Cosa Delgado l'er-
algio, recuaaram estes aceita-la com o ruoda-
mcnlodejn tercm oeeilado a segunda ta, a qual
nin foi |Hir mis recebida ncni de modo al.'uin nego-
nada; porlanln prevenimos IOS senborcs aecilanles
para nao pagaren) essa segunda via, o a qualquer
|>e\soa a quem imssa ser oll'erecida que a au nego-
aicni, pois que lie falso quali|ucr indosso ou traspas-
hi que dita letra lenba.(iuimarni > Itorlm.
Na rua do Sebo, casa n. Cl, aclu-se nina aula
ladilirado sexo femenino na qual eusina-se as pri-
laiiras lclraa, a coser, bordar e marcar de lodos as
'lu.didades; promelte-sc lodo o disvelo com a~ suas
lunillas: os senbnres pais de familia que quizerein
lilisar-se ilo presumo da professora, dirijain-se a
isa cima.
t:ti.\sii.Tliio HO1IE0PTHIG0
Gcaaal Himoni, prolaaiM de boeaoopalliia
pela escola do Rio de Janeiro, continua a
dar consultas grali* aos pobre- lodosos,lias
uleis, das S horas da manhn al ao meio .
' no seu cnsul lorio, rua das Cruzes n. S.
Ill .,.
i para
I'icrisa-sede lima pi-.soa i|iii telillapralca de
juirespoiidencia cuninicni.il. cboa letra,esaiba de
iVmTipluracJo, para se oceupar dnas ou (res horas
pr da cm um eseriploiio ou de in.iuli.la ou de lar-
l'ie: na hija de Anlonio Jos l'ereira, na rua do Ca-
I iium, se saliera quem precisa.
AO PUBLICO.
" Icrrivcl mal da gaguea me alorniciilava, e boje
placas ao Illm. Sr. Joaquim Comes dos Santos Mar-
Mues, arho-nie Iire dclle! Sou pobre, mas sou gla-
s nao lenlin bens da fortuna para recompensar
. Sr, Marques, Icuho um roracao agradecido
Inbular-lhe elcruo reeonherimenlo ; mas a
lidao nao se contena com o pequeo rcrinlo de
lum rnrarao, precisa epnndir-se ; por isso lauco
imau de altminas linhas ilesle Diario para pedir ao
Illm. Si. .Marques que aceilc o mcu cierno reroube-
|nnwiilo. Se anda esiale incredulidadc a rc|ivilo
Iw lucios empregados jielo Jllm. Sr. Joaquim Co-
lines dos Saulos Marques, sirva mais esle fado
toda cilingui-laGabriel da Ciinlu
1 ~ l'recisa-sc do um caiiciro que lenha |)ratira
Inc tonda, de 1:2 o 16 anuos, o que allanera sua ron-
|>'la: na l'onlc Vclba da Rna-\'isla n. |.
r Precisa H alugar um preto para faier o ser-
l111:11 de una casa depouca familia: na ruada Cruz,
| llMerecc-se para feitorisar c Irabalbar em um
l'ilio perloda praca, um bomem brasilciro, rasado,
1*01 lllhos. o qual entende de planla(.oes c lio milito
rayanlo c llcl: os pretendcnlcs, dirij.un-sca rua
, """"ordia, uliimosobrado ao sul, ou aniiunriem
a morada.
, O abaiw assisnado, vendo agora o aimuucio
' w.:Antonio Joao Jovmiauo do Mello, rcsiwiule
ique nao offende, ucui jamis ofrenden a vizhiho al-
"m>. e que usardeseu direilo, rcroiilicrido [mr seu-
11 c accordain, proferido pela relaclo da Rabia
' Mde dezemhro de IKIO, a favor da orphaa M,i-
i.eiilaosenliora das Ierras que liojc perlencein ao
ano asMiiado, c por oulros ttulos justos, nao be
i iniuriaa ninguem. Abi estilo assenlcncase
ii i ""' 'i'''" '''"'," ""a'Mrvcr; eilcpoisdeva-
llids,! l'"'l>onda quem quizer com imparcia-
1 "-i, se o odioso, a que me quiz onir o Sr. Jo-
ano de Mello, lem fundamento justo. Assim
......''' au Sr. Antonio Joao Joviniano de Mello
consianle leilor.Jet Claudiiio Uilt.
SOCII-.DADE KECKEIO DA TA-
DACI KIIIIEOIM'tl.
A\isa-se ao respeitavel publico que o esla-
belecimenlo do aterro da Roa Vista n. III,
esl i pastado para Sanio Anlonio, rua do
Queimado II. I i. segunda andar, ende ii re-
iiatisia poderd ser procurada das Olieras da
maullan as9 da larde; aipii os preleudenlis
sahii.io Inteiraiuenle salisfeilos, ufa spelo .
variado e bello sin lmenlo c*siente para os ffi
relralos, corno pela semelbauca da peasoa
belmente copiada, pelo elcclrolvpo, uretra-'
lista pois Olla prmnplo ii salisfazcr completa-
mciiic aos que o procuraran.
Com aulorfsacao do Esm. sr. prcsidenle da
provincia Dr. Francisco Anlonio llilieiro. Ii. I.uia
Aunes le Audrade Leal lem aliarlo em sua casa
nina aula para o sexo femenino, anude se ensilla a
ler, eterever e eonlar, grammalica nacional o arilla-
melica, doulriua cbrisl.la, fraucez, ingle/.....ulra
i|ualquer faculdaile que os pais queiram mandar en-
sillar as suas Binas, paraoquo'jd lem contratado
meslres para aquellas facilidades que nao seacha ha-
bililada para ensillar, ensina lainbem a coser, bur-
ilar de sena, de marca de susto c de troco em lala-
garea, cacond, labvrintar, e oulras obras do agu-
lias, proprias de si'nhoras. A casa lem coninuidos
para recebar de i ali peusionislas, recebe mcias pon-
sinnislas e externas, mediana um prero nizoavel.
Os,pais que a quiserem honrar, ronnando-Rio a
educarn de suas preladas lilhiuhas, Mcarta salisfei-
los pelo auunienlo que ellas lerao. para o que se po-
derlo dirigir-ee a rua de Fagundes n. .">, quem vem
da rlbcira o segundo sobrado ao p encarnada.
OSr. Juno l.uiz de Almeida llibeiro, morador
na eidade de (Hinda. queira appareccr na rua da
Cruz n. IKI.
Fax saber ao rwpoilavol publico ||a......i llar-
lins l'eruaiidcs, negocianle na eidade du Riu-l-'i.r-
inoso, que se aclia saldo cmn todos os eorresiion-
denles do llccife ali1 psta dala, e pnr isso (pialquer
cunta, ordens, ledras, ou qualojuer decntenlo que
se ade de iiiiin para com elles, com dala anterior
a esla, tica sera elleito alguulj ese bouver o eon-
Irario dentro em Ii dins aunuucieni por esla mesma
folha. llccife de malo da 1833.
Na Iravessa da l'rempe n. '.* ba quem d ven-
das, lano demanlula como ii larde, a qualquer
pretn que queira ir vender, pagando ISO rs. de ven-
lagem dcada pataca, sendo seus senhores oa res-
poaaaveis das faltas que houverom,
AlUganM as bijas e Iciceiro andar da casa da
rua do Amoiiin n, Iti. e a casa tenca em Fiira-de-
l'orlas, no pateo do Pilar : OS prclendenles Iraleul
coni o propriclario Anlonio Joaquim doSoula lli-
beiro, na rua da Cadcia do Hecife n, IH.
I'iecisa-se de nina ama de leile, pomo j o
cm lilho, que Icnli.i bom leile: na rua da Cruz do
Hecife u. :il segundo andar.
Na rua de IImas n. 10, procisa-se de iiniaa-
ma de leile, que nao lenha lillnis.
CuilheinieSelle desoja fallar no Sr. Joaquim
l'ereira Sobral, a pedido de lllll mano -en do Para :
na ma do Kangcl n. 15, ou nucir annunriar.
Os Sis. Manuel Coins Barbosa de Araujo Pe-
rcha, .loan de Reos Moreira de Carvallio, Francisco
Jos Alvos Cama e Auloilio Conealves l.ima deS.
Anlao quoiraui ira......andar ma do ItaiiLi I n. (.",.
I'recisa-se de nina ama de leile sem lllhu: na
praca da Independencia II. .US.
v pessoa que anuiincleu no Diario de :l do
concillo querer compra um piano al IHfOOO, di-
i ija-se a rua do Oiiclinulo u. :i", segundo andar.
I'rccisa-scde um feilnr que enleuda de plaula-
ees, para a.liinisliai mu silio c Juntamente Iraba-
lbar ; da-se preferencia a um tiibo das libas, quem
esliver neslas circuinslaucias, dirija-sc a rua da
Sosala Vellia/ casa n. iu, 3.andar Iralar do
ajuste ; lanibem se enu'aja mu pequeo de I i a fti
anuos.
. Ollcrere-sc um rapa/, deviiilee lautos a.....w
com bastante platicado venda,, c que nao duvida
lomar Blgoma |ku balauco : quem quizer, aniiuiicie,
ou dirija-se ao aterro tln lloa-Visla, loja de miudezas
do Sr. F.stimn que llie dir quem lie.
Fol perdido o quarlo de bilhelen. 1871 da lole-
ria do Rio de Janeiro, da qual se espera a lisia pelo
primeiro vapor: pede-se ao taiilclisln qucovcudcu,
de o au pagar antes de euleuder-sc com Manuel
Carneiro Catalcanli l.acerda, a quem o mesmo pci-
lence.
CD>SL' I.TORH) TIOMOEOPA"'
fua do /losara, esquina do Cabttgn, casa m
m. ^9, primeiro andar.
Jos Firmo Xat ier l consullas gralis aos g
pobres, c presla-sc a qualquer hora a quem SJ
se diguar occiipa-lo, lano para dentro como jet
para Tura da eidade. i
INSTRUCCAO1 PKfMARfA
KLA IKyi'EIMAIN. I^FKIMKIKOANDAH.
O abaixo is.siytiad profesor particular de pri-
niciras letras aiilori^ado pelo Eim. Sr. presidenlc
da provincia, continua noc\crcicio da sua aula, on-
de recebe uovoH alumnos, ao quac* ensina por me-
Unido claror acoiniiiudadoa capacidade dos meni-
nos ludo que diz re*pcilo a sua primeira instruccjlo,
lano Iliteraria, como moral 0 rel.gtOM. 0 Mo pe-
queo numero de discpulos, que leudo comerado
c ronliiiiiatlo na dila aula, dclla (em filudo promp-
los, c com (oda a sudicieiicia para H esludus secun-
darios, ou para as suas prnlisse*. serve de leslcinu-
nlmao que lira dilo, nada sendo preciso aciesccn-
lar i respeilodu liom Iralo para com os inesmos, e
Itoa moral da dila aula, por sei- islo publico, c pnr
miiilos abonado. Os Srs. pais de familia, que uella
qui/erem matricular seus lilhos, mediaiilc urna mal
mdica e raioavel gralilicario, podem dirigir-te
lila casa i qualquer bora.
Francisco Joai/itim dc\Mcne:c*.
Aluca-se o quarlo andar do sobrado da rua do
Trapiche No\on. Vi, a tratar no primeiro andar do
mesmo.
O abaixo assiunado faz publico que lem CMH
do os |Kidcrcs, que por prociuarAo eonredeu ao Itr,
laOareoeo Avefno d'AbiKpierque e Mello, na ci.la-
de do Hiu l'orinoso, em nina causa de tellras que
Iras con Ira Anlonio liermano Ui-juciia l'inln de
Sou/a, c lem nomeado M lenle coronel Jos An-
lonio Lopes, para prrcnclicr o limar daqucllc. Iteci-
U- 30 do abril de S;..Joan Francisco teChaby.
Arrenda-se o segando andar da casa da rua do
CacaC1U l'ra de l'orlas : hala-sc no eMiiplorio de
F. A. da Cunlia iSi C. rni do Visario n. M.
AlTKMAt, NICO UEPOS1IO .NESTA
GIDADE.
Paulo Galgnoa, denltsla receben auna denli-
frlce do Hi. Fierre, esla agua conlieclda como a me-
Ibor que lem appBTCCfdo, I C lem muilos elogioso
seuaulor.i lem a proprledauedoeonservar .\ bocea
ehelrosa o prosenar das dores do denles, tira o
goslo desaBradaTcl que d em geral o charuto, al-
inimos golas desla noin cupo daoua s3o suITlcien-
les ; tambein seacllOli pdenlifiiie exrellenle para
a conservarla dos deules : na rua larca do Hsario
n. lili, segundo andar.
ra OHM I.T011I0 H010E0PATHIC0-
r/1 .No .Mallo Ciiis-o. enmarca da Cabe, M. deja
KJiSiqucirn tivalcaute d coiisullas e medica--
|cnieultis gralis aos |Hibres. Indos os dias das (i^3
f j......,- da uianb.Nl a I da laido.
Aluua-se a padaiia da na Heal u. 27, prximo
aoMangoTnhOi rom grandos rommodos ciados os
seus perlences, por preco muilo cmimodo: a tratar
ua casa u. (i da mesma rua.
Pircis-se de Olcinesdti (unilciro:
Nova* a. 38, de'ront da Con-
rrccM-sc do lima ama nrela ou parda, forra,
para una r a de pouca lamilla, para comprar ecct
vs*vxfimM3ss&$p%
m TllTO PARA OS POBRES. I
Na casa amarcOa palco do CoDeeio, prlmcl- f
' i" andar, residencia f oencral Ahreu o I.i- ;;
j:f ma. Esle roimullorio nc dirigido pelo proprio Q
i{ general Abren c Lima, e nelle dam-se consol- 3
j$ tas gratis aos pobres em lodos os dias olis
;^ desde as dez ta inauli i.i al ulna llora da lar- 9
file. O mesmo senhor pode ser consultado
por oulras pessoas a qualquer bora do dia ou %
da noite. m
Prcrisa- pequeno, e quo estoja bem plautadu de frliclciras,
rendo porto da prava anda mesmo quando a casa
Hilo seja do muitos conimodos, o quo nao se elige:
qiu ni o I i ver e quizer alugar, annuncic |>ara ser pre^
curado.
Contina a estar para se alugar a casa lerrea
n. 10, sila ua rua do Aragao, muilo propria para ne-
gocio por ler tres portas do frente, ser cm Lom lu-
gar, o estar em armazein ; da-se por preco milito
cominotlo: a tralar na botica da praca da Boa-Visla
n. 6.
Aluga-sc um molcquecoziuliciro c proprio pa-
ra qualquer sen ico de casa: a Iralar na rua da Pal-
ma ao p doSr. Miguel Fclicio, cirurgiAo.
Lava-te o engomma-sc com asscioc perfci(;i\o:
no palco da llibeirade S. Jos n. II
?-g|,
ri
DENTISTA AMERICANO.
9 II. W. Ila.tnnn.cirurgiaodeulisla.runlina a W
i& exercer sua prolissao, fazendo lodas as opera- '
J? ees que forciu precisas de qualquer uature- .*.C
O za, tanto por fra, como ua sua residencia, t
i$ onde poda ser' procurado .1 qualquer lona : i
ii na rua da Cruz n. 7, segumTo andar, no Ue- fy
W rife.
I'recisa-se alugar um prclo para lodo a sen ico:
ua rua du Trapicho Nov^u. 16.
ini'iiiiiim diuiiviiiv.
PUBLICACAO' PERIDICA
EM I.INCfACEM PORTUUUEZA
-^15 csi n n ir^o c
I i B
HlvjiiniHl
sz 8 e 8 i i e Bisa -o
3| l|,2.72.-2.3l5- "
;> 1 a| t SI al I so
15 |?i|!lfll 5
m .
KJi
ff5
:
rrecis-se de (una ama para casa de pouca fa-
milia: ua rua Nova n. 50.
COMPRAS.
a.
I Vi
o a
T
S3fg.n*xST2,
S = S5,S2,i-
-g.:s3.iiv?
do,
Mclliores e mais nademos dramas, comedias ele.
DO THEATRO FRANCEZ.
I lliblioilicra Dramtica publicar as melhores
iroduces lliealraes de .lle.r. Damas Jlai/ard,
Iaoii (lisian, .Inicel-llounieois, Dnmanair.i/t-
ckroij, Mclescillr, Frederic Soulic, l-'eli.c l'ijnt,
Kuijene Sue, .Imjusle Maque!, Ijiurencin c mi-
llos din mais opplaitiUot autores dramticos
de l-iniira.
l'uhlicnr-sc-hn um nuinerorada mez.cunleudu um
drama uu comedia da :! ou mais actos, hnprcsso ni-
litla em quarlo fraucez.
Assigua-se, o veiuler-se-lio atulsos logo que sa-
hirom ii luz os nmeros desla |ieriodico, no lleno
da lloa-Visla, loja di, Sr. Estima 11. M.
CONDICOB8 DA ASSICNAILUA.
Uoriloze nmeros pagosadidiilados. .
or sel
ida
K3IHH1
laooo
I.5IKKI
IMOO
un na
cclro.
^nyroc^J
^
P&3U
IKI
CONSULTORIO CENTRAL H0M0E0-
PATIIICO DE l'i:it.\A.MI!l CO.
lina ila Ctulein do Recife 11. 51, [iriuieira
andar,
arleiras do inediramenlns lionuropalllicos
s segundo lodas as regras pnarmaco-ig-
i-ontemlo de >\ a 160 metllcamenlos.
de eraca os litros iudispensaveis para a
prlllra da Ih.......opalhla, bem cuino reglmens Im-
>r.....'- para difcecnu das dietas as pessoas que eoni-
prarcm blicas de K uiedicameulos para cima.
D.iin-so i.uubem degraea tldros da nielhor Hh
lua ticiirniin, .MEDICA.MKMd INDISI'ENSA
V'KI. A'TODAS AS FAMILIAS.
li
prepi
iiilmi
Ha
I supciini iduilr ilus mcdicaincnlos da botica du
consultorio central lioinienpalhico de l'ern.unbiico
11 lodos ns uniros i/ae por m/iii lem apparecido, re-
ri/iiinla na clnica do Sr. Dr. Sabino desde ISIS, r
por limitas femoa* o/ae ns lem etpirimmtao, e
rccniliriTiii .seus prodMofOt elidios, diipcnsa de
ualijiicr reciiniiHcniliiiiin,
da video de medicamento em tintura
Tubos atulsos a............
rV. /7. Todas ns carleiras
lien, levarse nina nota di
emblema cima estampado.
mmxMKaaam t&a&aam
g Paulo Gaignou, dentista.
ffi Pode sor procurado a qualquor hora em
jg la casa na rua larga do Rosario, n.
05 'ii, scsunilo andar.
-intKHi
......... 19000
que sahirem desla bo-
* medicamentos com n
011 meusalmeule, pago m
acto da entrega do exem-
plar.......
Pareada atulso.......
. Na mesma loja du Sr. Estima, rerebem-so MSiaua-
tura- |iara 11 (ilobo jornal' iiupresso no .M.iianho.
I'. Concauo tai fazeruma iagam a Europa.
^. A tinta l.euuur Jorge lem justu c cunlra- .'.;
J.-; lado com o Sr. Jos l.ourencu da Silta a eum- 'i
x prado silio. sito ua estrada de Itelm, de- ;:;
Irooleda propriadada denominadao sitio da @
.' cscala.Se algucm pnr qualquer lilulo so *
^ achar com direilo a dila propriadada poder.i r
diiigir-sc no prazo de K dias, a casa da dila s*
$d tinta, na rua da Cadcia de Santo Anlonio $
;:; 11. "i, primeiro andar. ;;
g ..:::;;;.:;:;::;;-:i:'::':::: : :;:;
Aloga-aa ou rnmpra-se urna padaria, sendo un
bairro do Hecife: quem liter amuincie para ser pro-
curado.
Aluga-sc a casa dos arcos no lugar du Heme
dio, com commodos para grande familia, eslriharia.
com glande terreno para plantar canipim, calinas
e ludo o mais que se quizer ; tcm .: grandes pucos
'Tagua que au seccam, e '2 cacimbas, sendo una de
beber : a Iralar na rua do Collagin,bolica n. t.
.,A rua i\a Aragffo 11. I:.'. segunda andar, se dir
quem precisa doiOO a 3004)000 rs. a premio, queso
]iagar inensnlmeiile ruin parle du capital, sendo es-
le aaranlidocom um bem de muilo mainr valer; a
fallar de mauha al as 8 horas, c de tarde das (> em
dimite.
Alua-se por preco commodo una evcellcnle
casa ua l'ussaucui da Magdalena ii margem do Ga-
! -i 11.11 ilir. a doi'ronlc da do Sr. JoRO Fcrreira dol San-
ios : a tratar cun Anlonio \'aleulim da Silta llar-
loca no mesmo lugar, uu na rua da lanicia do He-
cife n. I.
No dia II do passado desapparecen a prcta
Clara,eaerava do abaixo assignado, a qual lem os se-
gundes Biguaes: cor fula, estatura alta, coi |h> regu-
lar, ps e nios secas, dedos compridos, tcm u'iuna
das urelhas mi lugar dos brincos um buraco, e be
bastante ligeira, e (.tedenle engommadeira e coz-
nheira : levou teslidn de chila, e panno lino prclo
com barra de pello do chapeo, consta ao ahaivo as-
signado que ella se acha oceulla em urna certa casa,
e para que nillgnem se chame a ienoraueia, decla-
ra proceder contra Inda e qualquer pessoa que a
lila escruta orcullai, essin] cuino premiar gcuo-
'osanieule a quem a aprehender o letar a praca da
Boa \ islasobrade n. lo../",-' .luio de Sonsa Ma-
i/illliiicf.
uilico que se acha preso o
lauocl de liouioia, Sr. do
: morador no boira do rio
le campo, Josa Patricio de
adeia pelo subdelegado da
Aluga-sc a casa terrea 11.35. da rua do Moras,
1 tintar com Antonio Jos Rodrigues de Souza J-
nior: na rua du Collegiou.-Jl, segundoaudar.
Ollereee-sc um boinem jmrluguez sem familia,
para raiieiro, o fcilor de cugeulio : quem precisar
annuneie pnr esla folha.
Oaacrivao da irmandade dn Divino Espirilo-
Sanlo, crela no convenio de Sanio Antonio do Re-
cife, convida a lodos os seus ca i-simos irmlos, que
domingo K de ma'iu, pelas !l horas da mauliaa, se
develo achar reunidos cm sen consistorio para o
lim de, em mesa geral, proccdcrcm cleic.oi dos
notos funecionarios, que Icem du reger no anuo
de I8.ll n l.-||.
Aluga-se a rasa da esquina da rua do Padre
I'loriano, n....; a Iralar na rua da Cadcia do Re-
cife u. i.
:
(('.SI liilii IIOilOi'ATIIICO
J Rua do Trapiche Novo'! 9,"no S
M. hotel Francisco.
t$ ti Dr. Gasanova contina a llar consultas 'C
e remedios mutis aos pobres, das7 horas da t
manilla ala ao meiu dia. As pessoas que :;
nao forcm pobres s pagarlo 1I0 ."> a ifcjlKS)
rs. pelo Iratamenlo. Os eseravess pagarae ,"
de..1 10,-jOOOrs.
l'recisa-sc de urna inulher capaz do meia ida-
de para administrar urna casa de bomem tinto, que
s lem duus lillnis pequeos: quem estiter nestas
rirrumslancias dii ija-se a rua do Rosario eslreila 11.
JH, lerceiro andar, uu a Praca da Independencia lo-
ja n. 3,
Precisa-so comprar um cordiio de ouro de lei
que soja grosso, o um Iraucelim, obra do Porfo,
Ja mesma ferina : quem livor annuiiric pnr esta fo-
lha para ser procurado.
Hima-se ao Si. Ileruardu llcnriqucs, que em
oululiro ilc H-Vt fez 11111:1 cobranra da beranc.i lio
linado padre Flores, queira apparerer na rua da
Pcnha n. "i. O dilo seubor dase pressa em allen-
der a esle convite, que muilo lbc conten.
Na fabrica de lamaucns da rila larga do llosa-
rio n. 1(1, piecisa-sc de olliciaes para taiiar, c pa-
ga--e III rs. por cada par.
Preeisa-se aliiL'ar una eserava, que eosinhe o
ordinaria de urna casa, late c compre u necessarlo:
quem* liver, pode dirigir-se ruadaUniao, lado
esquerao indo para a loar, ua Icrrcira casa antes
ba esquina, para o ajuste.
Compra-ae un caaorriulio de raca doaue: no
asouguo da Rlbcira a fallar com l.uiz Moreira
,V da ScniaU Vclba, defronle do Sr.
MarliiH, pintor, compra-se lodas as qualidade da
ferros velbos e nielaos, assim coiuo ourelos de pan-
nos linos c casemiras, e mulamhus de lodaaasua-
lidaibs que .-ertirein para fazer papel ; assim como'
cabos velbos, lonas, ele.
Coinpram-se escravos, e vendem-se, recohoni-
se de rnmmissa, Unto para a provincia como para
fradella; na rua dos Quarleis n. S4, seoundo an-
dar.
Compra-ae escravos, e vende-so recebe-se de
roinmissao, lano para a provincia, como para fia
della: na Rua Vclha n. ,V>.
Compra-se una canda de carga de 1000 a
l-IHI lijollos de alvenaia grossa, que estoja em bora
estado, de amarello, e born. csvernanie : na rua do
Rangel n. 54, a Iralar com Victorino Francisco dos
Santos.
Compra-se urna secretaria, ou carteira pro-
pria para escrever em cadeira que lenha algiins
coiiiumdos para guardar papis, preferiodo-se em
bom uso, quem liver dirija-sc a rua dos Quarleis u.
-'I, loja de miudezas,que te dir quem precisa.
t/unpra-se una veneiiana para janella de sa-
cada : na rua dos (Juarleis loja n. -_' .
Compra-so urna eserava rrioula, ou africana,
que seja niocyi e boa coxnheira, c que lambem en-
gomraa: na rua Nova n. 30, primeiro andar, ou an-
uuucie quem a liver.
Compra-se na sellim de virola, o borroneas,
cm bom uso com os seus perlences: na rua da Sole-
iladc casa n. M, confronte a venda n. 11. ou annun-
eie.
Prccisa-sc para diversas cncommendas os se-
uuinlcs objeelos, os quaes se comprara sendo pin
coramotlo preco: urna lipoia para rede, um cavallo
<|ue sirva para viageo estando bem carnudo, um se-
lun de boa qualidade usado, urna maca eum par de
1 "'i un'.....le lustre : na rua da Crui o. 34.
Compra-se 14-i ps de plumas prelas de abes-
Iruz de 8 a 9 polegadas: na Iravessa da Madre do
Dcos, arinazcm n. .
VENDAS
wsmai2rm}WmMzmn&
AO l'CULICO.
rInIIXO assijiiailn
MARINEARA
ont ida a Indos o- socios para a
"oda soriedade, quo ter. lugar as seis c
a lloras da larde do da7do correle, alini
le alguns objeelos sobre os quaes
ilo pode deliberar.
A dii
I Iralar*
I ella por ali
s
Al.'tandrina Anglica Viriles, viutdeJos
"i" l.oiircnro Viraos, ftz publiroque pclojui-
ttcn,LU,'il ,ao,',escrl,,a Bri|o.se acha procedendoa
.,!,"'. '" lw"" (lc scu eaaal, o por isso avisa a
'" '-fo.sonsqnelinha.i, penliorc em poder do
",,mr..... tenbain resgala-los 1.0 prazo de
e 'u'-VbS';"'" ''r'"' ,*a I pagamenlo
ttTeila^ii01*''100 uc a juros sobre hvpolhe-
''....."''' na.uaUireila n. 1*9.
COSTCREIHA.
a nan, ...wS'i*"'"' mo Bol,era porlugucaa, pa-
ralftu, unu '"J" ,,e modsf. franceza, ou
lu.TTnni Zat^ >",r,""r' abendoVoser qual-
i'?^":'.::^; *<**> fa/\l.trinlho,
fi e esereter, p |i|de servir
bu presli-
esmeter,
menina: quem
ra ensinar alguiua
O riniixoaMignado ansa ios Si
iilinics de engenho, lavradorea,
Gazeiitleirot, e ao publico em ge^nl
que, de combinn^So com iIjjuiiiis
casas conuuerciaei ioglezat, fran-
t't"7.is, alliMnins c suissas, lem allcr-
75 lo un rua do Collegio, 11, 2, um
Pj grande armazein, ricamente torti-
Pj ilu do l'a/.cndas linas e fjrOMai para
t2 tcnilcr |ior j'ios.su iva nlallni c por
m [ircrnsiiiais baixosdo(|iieem mta"
Rjj quer ontraparte. Anlonio Luiz
iiI^rSSl^SQ^SpsaE^S
O .itho^ado C>pri;ino Fcnclon Guciles Alro-
furadn inutlou seu cscrplorio c rcsiilciicin para o sc-
t'uiulo andar da imsina casa, o m que moraba, na rua
Nova 11. H.
-Oprocnrnilorliscal dn Ihesoiiraria provincial nui-
dou w;ii eiu-riplorio c residencia para o segundo an-
dar da mesma casa, em que moma, na rua Nena
n. 44.
Na rua da Solcdade, casa n. 12, confronle|a
venda, e padrjn n. II, existe urna preln possanle,
e diligcnle a qual se alu^a pun ser\i<;o denlru de
caso smenle, ou para entregar pAo diariainenle ;
/SCndo ,ir,iii|i,i Caiirlido arcia Chaves, re(ira-se para o Vara,
Henrique Jos da Cunlia, hiiIkIIo iiorlugucz,
vai fazer una \iagem, para fra do imperio.
Aluga-sc una casa na Iravessa do Alondego n.
4, a qual lem commodos para grande familia, leudo
no fandoUU Icllirro grande, c um exccllcnle torne
de padaria; e na mesma vende-se mu cavallo bom
andador, e urna vacca leilera, que di diariainenle
5 garrafas, a tratar na mesma.
Prcrisa-so alugar um prelo para o servico da
ifin.n;;lo franceza: ua rua da Concordia n. H.
O ahaixo assignado, pelos seus muitos a faic-
res, no se pile despedir de lodos os seus amigos, I
o que fai |ielo prsenle, olTerecondo HuIrMOprat-
limo na daadfl do l'urlo, para onde parle.Domin-
aos tiheiro du Cuaba Olkeira. I
1 AltltlCA BE CIIAI-i-os 0ESOL 1)0
ATERRO DA BOA-VISTAN. 22.
f) dono desle estabeleriinenln lem a boina de par-
ticipar aa respcilavel publico, prinripalmeule aos
sen- rrcglICICS, que pela dcrradcia barca do vapor
rindo do Itiu, receben mu pandee rico lorlinienlo
de chapeas de sol, lauto de seda, coma da panno,
com cabos de calinas inleiricos, ricos chapos do sol
para senhora ; laiiibem receben um inunde sorli-
mciilo de pecas, lauto de seda, como de DI.....inlio,
proprio para cubrir armaces usadas, ra/.-sc qualquer
COOCeno c i niln por preco mais em cunta du que cm
oulra qualquer parle.
Os abatios aasignadoaiaiem srnnic aos seos Ira-
guan can raspeilavel publico,que mudaraoioaau
csiabrici.....mo de phaf.....ciaacaaa dadroaaa. da
rua doColleeio.para a roa do Manuel casa n. H ; nu-
do os achirlo prumplos a desempenliar as ninccSea
do sua arle, cun /co e presiona a qualquer bora do
dia e noila que srjam procurados. I'eixolo (Piulo.
I'recisa-se de urna ama par Sel i Ir em una ca-
sa de punca familia : na rua rCadebj de Santo An-
lonio, segundo andar do lobrado da esquina n. II.
Quem precisar do 600)rs, a premio, dando
por garanda una casa larrea nesta cidadc,dirija--ea
ruada Viraco n.l, ipie se dirn quem da.
I HOMIEOPATflIA. i
aij O Df. Sabino Olegario l.udgrro IMuho mu-
** dou-se para o hairro de Sanio Anlonio, rua 5
** das Cru/es n. II, casa mide morou 0 Hvm.
i Sr. viuario geral Dr. Meira, onde pode ser ;.;
*'' procurado a qualquer hora pelas pessoas que @
;*;' 0 qulwrom homar com sua cunliaura. 0
AMA DE I.E1TE.
Proel deuina ama de leile sem Jillio. para
acabar de criar tima enanca : na na do Trapicho
Novo o. 1, ou na rua da Cruz, armazcm n. 19.
(Hlerecc-se urna (wssoa para caixeiro de ven-
da, a qual lem haslanle pralca e d fador a sua
conducta : na praca da Independencia n. 21 a 30.
Trccisa-sc de um menino porluguez, de Ida
14 anuos, para caixeiro de venda, con pralira, uu
sem ella : na rua do Pilar em Fra du Portas n. 8*.
Aluga-sc a melado de urna casa: ua rua da
1 llli'lO II, |.
Prcri*u-se alugai para casa d pouca familia**
una prcLi rapliva |tt saiba engtimmar e lavar, e
entend lambem de rozntaa: gnem i liver o quizer
alugar pura esle servico, dirij-se ao teguudo audar
da casa n. It> da rua de Apollo.
Faz-se scienlc ao
prelo Vicente, do Sr.
englobo de Yaca-brak
preso pelo capilao mur
arvalro, recoIMdo na
IVoguesia lo Hecife.
Prccisa-se de um prelo para o Mrvloo ordina-
rio de urna padana, para llagar quemo li\cr diri-
ja-se ao paleo da Sania Cruz n. lti.
Aluua-se una pela para n ser\ ico de casa, c
vender na na : quem liver dirija-se a rua to llma-
rio n. .'ll-A.-
Aluua-se a casa terrea n. 12, da IriveaM da
Sen/ala, a Iralar com Anlonio Jos lt Souza Jnior: na rua do Odleio n. -Jl, segundo
andan
Precisa aluar-se urna prela ; na rua da Calta
ifAgaa n. (ii.
Anlonio Jos Marques de Albuquerque, relira-
se para Portugal : a halar de seus neuocios.
Na rua larga do Rosario padaria n. .H, preei-
sa-se de um rapaz para caixeiro, dando fiador a sua
conduela,
Se baile arremataron Ib' do corren Icem piara,
de renda, pelo juizode orpbos, um silio grande no
lugar 4a Capuiiga* com cande aobradOt poriodo
mar, v com b.islanlc aruucs de fruto, o qual per-
lenceu a l>. Plorhlda Maria de Jess, e boje a seu
lilho, o demenle Jos lliouizio da Silva, de que he
curador o Sr. padre Joaquim llaphacl da Silva.
AMA S1XCA.
Preeisa-se de una ama para casa de pouca fami-
lia : na rua do Crespo n. III.
Os abaixo asonados fazem sricnlc ao publico, C
piiuripaliueiile ao corpo do comincrcio desla pra-
ca, que desde o dia ~ do prximo passado, amiua-
veliiienle dntvolvaram i soclodadC que linliain ua Io-
ta da ruado Crespo n. 10, soba iinna social de
iahorda v\ M.dvtir.i. (cando a cargo de Malveira,
lotlo activo e passivo, nAo s da mesma (Irma como
a da exmela de Ignacio l.uz de Brito 'I aborda, li-
caiido Tabonla desonerado de ludo nao so pela inso-
eucia da mesma Iinna de Tabonla, como por com-
pra que lizera Malveira a TalHirdadeseusfumlos.
//naci Luiz de Ilrilo Taborda.Josc Goncalcef
Mulreira.
AVISO AOSSKMIOIIKS IIK K\GE\HO.
Alenlas as mandes vaulauens na moaueiu de
caima, provenieiilesdeleros* tambores das moen-
das pcrfeilamenlc lomeados, o abaixo assinado res-
pi'ilosjimenlc leinbra aossenlioresde eiiiienbo, que
na sua fundicao de ferro em Fra de Portas, se po-
de peiTcilHiiientc lonicar do novo unijoao do lani-
Imrcs, v aparar e eudireilar os tlenlcs das canelas
rom lana presleza, que se ptde enlreua-los no mes-
mo dia, evilamlo-se assim o inconveniente da demo-
ra dos carros e o empale da uioaflcni ; assim como
que a mesma fundicao se acha sempre surtida nao
s de novas mocudas de diversos uunauLA, e modo-
Ios, seis tambein le nulas dentadas^auln para
apua romo para animaos de (odas as proporees, a
saber : voila por volla, volta c quarla, volta Ier-
ra, \olla e meia, duas, Ires, qualro vollas, etc.,ele,,
c POfianlO qualquer senlmi de engMbo ^ue-
reiiilo.uTi'li'i.u a sua iiiiiemla, alim de moer 11,11-,
caima noHMSOKl leni|Mt. ou relardj-la, am de es-
preiuer mais litpiido da nirsnia caima, poile iem niora csrollier as rodas competentes. FodUmo de
fero, 11,1 rua do Bru, pausando ochafariz.. II',
Howni(ii). eniicNheiro.
Hoya-se ao Sr. (i. que lenha a boudaile de-
clarar por esle Diario a quem se dii iiuo em cerla
loja na rua do Queimado, quando nao farcinos ver
Precisa-se de um menino para criado, dndo-
se um ordenado correspondente ao seu Irnhalhu, c
susleulo: quem quizer dirija-se rua da t'niao,
na I orce ira casa an.es da esquina, lado esquerdo
Indo para a maro.
OUerece-sc para ama de casa de |iouca fami-
lia, nina inulber de meia idade, a qual coziuba
perlViiameule, encomma liso e faz ornis sen ico
interno: na rua do Foso u. I'.K
Precisa-se arrendar urna casa no povoado do
AfogadOi decenlc, com commodo para familia, que
lenha bom quintal e porlaoao lado piira |>or elle cu-
(raresalilr anlinaessem paisar por deolro da casa,
o se fur silio que lenha eslriharia c plaa de eapim,
se dar preferencia : a halar na rua da Sidedade,
n. 42, ou no aterro da Boa Visla luja de funileiro
junio ponte.
Herpardinu Francisco do Amado Cimpas va'
Europa, o regreasan cm muilo pouro lemito, li-
caiuln suas casas de negocio no mesmo uirosona ad-
minislraco de seus respectivos caixeiros, c deixa
(or -cus bstanles procuradores a sua mulber I).
lacia Joaquina d'iHvoIra Campoai e a sen sogro o
Sr. Manuel Joaquim 1'erreiia e aos Srs. Narciso .!>-
s da Cosa O Joaquim Manuel I erre ira de Souza.
Mauoel Lopes da Silva vai a Porluual, e dei-
xa por seus procuradores aos Srs., Jos Rodrigues
Ferrara, ruado Queimado n. H, Antonio liomes
de Araujo, rua da rainbua do Carino u. :i, Manuel
Anloiiiu Vieira, rua da Cadeia do Hecife n. 9. O
annuncjanlajulga nada dexer, se purm alguem se
julnar seu credor aprsenle seu Ululo, que sendo
legal, ser.i immedialamcnle pafio.
Ooroce-s para mestre de barcacu una pessoa
com as melhores babililacespara islo, por ser pra-
lico de hua- as barras, desde o Kio de San Trancis-
eo al o Ceara, o qual dar infrmanos, ou mesmo
abono tic pessoa idnea, de sua conducta : a pessoa
que pretender queira annunciar para sar procurada.
-- Na rua das Cinco Ponas ns. 101,precisa-sc saber
se existe nesta provincia l;raueisco Jos da Fonccca,
lilho de Maria Joaquina de Santiago, da freuuczia
de Pinjiaes, blspado de l.ameto, viudo para esta
provincia ha mais de auno,
Precisa-se de una ama'le leile: na Boa Vista
rua da Sania Crol 11. 38.
O abaixo as>iinadu roga as pessoas que (lio eslao
devendo, o favor de vircm concluir seus dbitos de
qualquer Iransacjao que for, ao conlrario serAo Ira-
lados pelo julio eumpclenle.'rct/t'nco de Souza
Come.
Precisa-se de una ama de leile forra 011 cap-
liva, preferndo-se eaerava sem Dlbo, jtara acabar de
inaineiilar umarriaiiea : a fallar na rua da Cruz n
SEMENTESDE HORTALIZAS.
Veiule-se: sementiw de hortulioia de to-
dai nsquairdadei, cliegudns prximamen-
te do Porto, iwr jirel, commodo : na rua
Direita, venan n. 70, esc|iiiua do becoo
dos Pee-cutios Morlaes.
Vende-sc um prclo bem nro|irio para armatem
de assncnr, ou oulro qualquer servico, lie criolo,
moco, robusto, o tcm muilo boa conduela : na rua
larga do Kosario, loja n. 35.
Vende-sc na rua do Crespo, loja n. 3, ao lado
du arco do Sanio Antonio, panno verde proprio pa-
ra lillbar.
Vende-sc bramante de lindo puro, com l
palmos ilc largura a 2gHU0 rs. por vara, dem de
10 palmos a VB500 rs., proprio para leucoes inlci-
ricus : loja da rua do Crespo, n. 3, au lado do ar-
co de Sanie Anlonio.
Vendc-sc cobertores escures pelo diminuto
preso de iKIO rs. cada um : na rua do Crespo, loja
3, ao lado do arco do Santo Anlonio.
Veudo-se pciie em salmoura, leudo algnin de
Camorim-pim : na rua do Queimado, loja n. II.
Veudo-se una fazenda cm Mosot, distante,
de Pesqueira onze leguas, a qual conten quasi Ires
leauas do rundo, c meia do Icslada, curral, casa de
vivenda, cercado, boa malla, e um ollio d'agua :
quem a pretender dirija-sc a Antonio Jos de OI-
veira, na rua do Collcgio, casa n. 20, segundo
PARA QUERER HE PRECISO VER.
a niein pnlnci.
Na rua du Crespo, n. 11, loja de Jos Frauriseo
Uias, vende-se una porco do chilas iindeadns de
ricas cores c bous pannos a ItKI rs.'o corado ; dem
cnbnelasa KiO rs,; ditas muilo tinas cor de violto
miudinlias a200rs. : d-se amostras deixando pe-
nbores.
Vendc-se ou permuta-so um |>e(iiieiio silio ecr-.
rado o amurado, rom casa de pedra e cal, lodo
bem.plantado, lem viveiru de pcixe o bou planta du
r.ipun, e muitos coqueiros, por proco commodo,
nos mi.i_m.Iii-. rua do Catuea : a tratar no mesmo
com Joao bespaitliol, uu na Liugucla, casa u. I",
com .Manocl Joaquim da Silva.
M0ENDAS SUPERIORES.
Na liiiulinio de C. Stiirr dt Conipanliia
cm Santo Amaro, acha-se pnra vender
mocudas de cannas todas de Ierro, deuni
luodello e comtraccdo muito Mneriorel,
Na coclieira do Sr. Quinteiro, na
rua Nova aelia-se para vender, muilo em
conla, um carrinno de rpintro rodas,
muito leve, pnra ser puchado porilin ou
duus cavallof.
Vende-se una prela, sabendo eozinbar e en-
geinmar com pcrl'eic.iii. cose, lava c faz. lodo oservi-
le urna casa : ua praca da Independencia, lo-
ja n. t.
Vende-sc suecas com Tardo, rom 1)6 libras, lio
do mais novo que ba no mercado o muilo om conla,
iln que cm oulra qualquer parle: na rua eslreila do
Hosario n. 31.
Vendc-se um cordo de ouro de lei de la
grossurn, c varias obras de ouro e piala, ludo isso
sem .cilio: na rua linpcri.il n. I>.
Vende-sc dous palanquins com algum uso, o
um par de prdras para ronsolos : na rita da Cadcia
do Hecife n. 18.
Vende-sc eb nacional de primeira quali-
dade, cm latas de oi libras: uo largo da g)
asamblea n. IW). @
BAR-
XOVOS CORTES DE CASSAS J)E
HA A 2,800 RS.
Vendc-se corles de cassas de barra que se pode
corlar paaa fa/.cr de '.\ babados. fa/enda nova, c du
uliimo gosto, pelo liaralisimo preco de .2,800 rs. o
corle: uui'ua Nova loja, uova n. I<>.
CHITAS A V.5URS. APEC.A, KI20 RS,
OCOVADO.
Xa rua Nova, loja nova n. I ti, vende-se pecan do
liii. i- de cores segura, patlroes claros o escuros pc<
lo bacilo pceo Ue 4,500 rs. a pec.i, c 1:20 rs. o co-
vado.
NO VOS CORTES DE MEIA CASIMIRA A
2,000 RS.
Vonde^'C corles de meia casimira, padrnes claros
e i'., un-, leudo porcio para esculber, pelo baralis-
simo preco do 2,000 rs. o corle: na rua Nova, loja
nova n. 16.
18 primeiro andar, ou un prinriiiio da estrada dos
Allliclos, primeira cosa do lado direilo para Iralar CASSAS ROUXAS COM I A IIIIA PRETA
do ajuste. [ vcndc-sc cortes de cassas rouas com barra nrela
- Na Boa VIsU rua do Aragao n. I. loja, ciisle que se pode corlar para fazer de babados, fazenda
violilo de cvcellenlcs vozes, c um melbo-
nlijeclos esles quo so
I sua iguurancia por esle mesmo Diario,
um ojilim
de de snlfejos por Kodolfo,
vendan] ppr rommudu preco.
Prccisa-se do um euivciru porluguez de Ifi a 18
anuos rom altama pralca de venda, em Santo A-
lliaru ao p da fundicao, venda de Jos Jaciitllin de
Can albo, advcrlc-se que nao lio na venda da esqui-
na, ipic cusliuna dar boas informai;ns, |>clo que so
llic tica obrigado.
(III'crecc-*c nina ama livre para lodo o servido
de portas a denlro: quem pretender, dirija-so ao
boceo do l'adr n, 3, que ser respondido.
UM VOTO.
I.i segu ocaininbo maritimo da crica liordudo
vapor Teciol, o boncmcrilo dopulado geral o Sr.
Augusto Kredcrico de Illivcira, recleilo para a le-
gislatura geral, assim romo foi para a |trovinciaI.
Se vivosscnios u'un lempo escoimado do intrigas e
le dclraccao, osle fado provaria no Sr. Augusto de
Oliveira inmiemio lilulo do benemerencia: mas na
actualidade, o odio de partido eiiegrecc ludo, c o
que tic si llovera resultar em gloria, se lorna mar-
Ivrio : connotemos islo; mas a despeilode todas as
preveneeda cmulaciio egoislir.t vem sempre a re-
frigerante aura da verdade re|M>r em Iraiiquilidadc
a eottsi icncia. Por esta senda cnlber sobraneciro
o Sr. A. de Oliwita o merecido louro de sua popu-
laridadc. Elle pude ufanar-se, que os rotos q......a-
loinsao os da aiui/adetcquo a estilita do jOO ami-
gos nao he cega para com o seu mercrinieulo. Cinc
S. Ele. descmpcnbc com a independencia o bonra-
dez quo Ihe sAo (teciiliarcs os altos deveros de sua
>' e volle pnra o lar de sua familia, para os
braco* de seus amigos, lio quanto annbela um del -
lesJ. U. S.
ATIKM.AO'.
ti daa da pi'laria da na da SetizalaKova n. 3tl,
fas tlenle aos fregueze que lite lem encoinnienda-
dnsupetiores fallas Imperlaes, que domingo, 8 do
correule, scacliaiti promplas.
nova e do ultimo gosto a 2,800 ts. o corle: na rua
Nova, loja nova n. Ib'.
Veudc-se a laberna do paleo ou Iravessa do
l'araizo, (em muilo poueos fundos, c propria para
tpicm quizer principiar sua vida s, por seu com-
ini'icjoscr lotlo adiubeiroe para Ierra, com grande
quintal, boa cacimba, soto, etc. ele. : Irala-se na
ii-' -ni i. n. 20, .i visla se dir o motivo do veuder-se.
e ii.ih se duvida dar sociedade a quem estiver liabi-
lilado ou der flsnca-de si.
ARADOS DE FERRO.
Nn fundirjao' de C Starr. t C. em
Sanio Amaro nclni-se para vender alti-
llos de ferro de lupeiior qualidude.
savos.
SALSA PARRILHA
Vicente Jos do Ilrilo, tnico agona em l'crnaiii-
Imcodc II. J. 1). Sands. cltiniico amerieatio, faz pu-
blico, quo lem ebegado esta praca urna grande
porco de frascos de salsa-parrillia ile Sands, quo
tulo vcrtladeirainenlc falsiDcados, c preparados no
Rio fe Janeiro, |>elo quo se devem acaulclar osnm-
siunidoros do lio precioso lallsinaii, do caliir nesta
engao, tomando as funestas eunsct|ucncias que sem-
pre cosltimam Irazcr os inediraineulos falsificados e.
elaborados pala niao d'aqiiclles que auteticm wus -
es aos males e estragos da lionianidade. I'nr-
l.tuiii pede para que u piibilro se posso livrar desla
frinide c distinga a vcrtladcira salsa-parrilin de
laudada blsiflrada e receiileiiiciilo aaui chegad.1;
o anmincianle faz ver que a vcrtladcira so vende
nuil.menle cm sua botica, na rua ta Conreicao du
Recife n. til; c, aln) do reeeltiiario que aeomna-
nha rada lia-in, lem iinliaixu da primeira pagina
seu aome Imnroaso, eso achara sua linn.t emma-
iiiiscriplo sobre o involtorio impresso do niesino
frascu.




MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E2BEP81S6_9XAY73 INGEST_TIME 2013-03-29T18:26:46Z PACKAGE AA00011611_03165
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES