Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03163


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Full Text
ANNO XXIX
QUARTA FEIRA 4
DIARIO DE
DE MAIO DE 1853.
N. 99
PERMMBUtlO.
mifo da unicnxP9*o
Subcreve-e a 158000 por auno, e 48000 por
quarlrl pago .uliantado, e 48500 por quartcl pano
vencido, na casa do u proprietario, M. Figueira
irFaria, na praja da Independencia, n>. 6 e 8, e no
II i. de J. casa do Sr. Joao Pereira Martius.
i F. I > 11 j i .> t.
Joaquin Bernardo Menilonra.
Josa KwlriRuea da Cosa.
" Joaquim Ignacio Pereira.
Antonio de Lentos Brasa.
Guillierme Augusto de Miranda
Joaquim Marques Kodrigues.
a JusIiiuiJom! Hamos.
Baha
Harci
Paraliiba a t
Natal
Aracaly
Coara' c
.Mu. mil, ni
Para' c (i
CAMBIOS DX DI MAIO.
Sobre Londres 28 X
c Pars, 334 a 335
Lisboa, 95 por canto.'
MXTAJtf.
Duro. Oncns despalilllas........'. 99*500
Moc de 8400novn...... 18*100
a de 4*000......... 98000
Prar. Palacoes brasileiros........ 18940
Pesos i "Iiiinri,ii ni-......... 18040
a mexicanos......... 18H00
An-ici do Banco......... lu".
IK-sconlo deLclIras....... 9aIIa
MOTIOIAS UTUAJKUWn.
Portugal. . l:i do Abr. Austria. . 3 de Abr
Hespanha . 8 de o Suissa . 6 de
Franja, . 8 de Snecia.. . 38 de Mar
Blgica. . . 3 de Inglaterra 8 de Abr
llalla. . . 3 de E. Unidos . 23 de Mar.
Alemanlia 3 do a Meiico. . 3 de a
Pr'uwia. . 3 do California 1 de Fev.
Dinamarca 31 de Mar. Cliili . 15 de >
Rusia.. . 30 do * Buenos-A. 3 de Abr.
Turquia . 38 do Montevideo 6 de
Para'. . 2 de Abril
Maranha a de
Ccara'.. . 6 de
Paradina . 22 de
Alagas . 20 NOTICIAS DO IMPERIO
8. P. do Sul 3 de Abr.
Minas. ... S da
S. Paulo 6 de
HdeJaneiro II de
Bahia.... 18 de a
r AMIDAS DOS CORBXIOS.
Olinda, lodos os dias.
Victoria, as quintas reirs.
Caruar, Bonito e (iaranduns, nos dias I e 15.
Villa Bella, Boa-Visla, Ex e Oricury, a 13 e 28.
fioianna e Paradiba, segundas a aellas.
Natal, quintas fciras.
DIAS DA SKMAJf A
2'Segunda. S. Alhaiia-
sio abb.
3 Terca. !<>}< Invcn-
cSo da S. Cruz.
4 (Juarla. S. Monica
viu.
5 Quinta, -/ffift Aacen-
eflo do Sendor.
6 Sexta. S. Joto H.i-
masceno.
7 Sadbado. S. Estanis-
lao.
8 Domingo. S. Heladio
ADDIKBrCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Relacao'
lerdas e sabbadoa.
Faztnda
lerdas eseilasas lOlioras.
Juz de Orphos
segundase 5. as 10 horas.
Primeira vara do civel
lerdas o 6. ao meio-dia.
Segunda cara do cieel.
quartase sab. ao meio-d.
Abril
Muio
30 Cuarto mingoante as 4 doras 30 mi-
nulos e 40 segundos da manhaa.
8 La nova as 2 hora, 14 minutos e 42
segundos da manhaa.
ci 16 Quarlo creacente as 8 horas, 36 mi-
nutos e.36 segundos da manhaa.
a 22 La cheiaas 8 horas, 32 minutse27
segundos da (arde.
PRXAMAK DX INI'
Primeira a 1 hora c 18 minutos da tarde.
Segunda n 1 hora o 42ihinutos da manhaa.
feas*
PABTE OFFICIAL
ii*
|iu.
nile
qiu
m (
-IU
V
i
COMKAMBO DAS ARMAS.
Pom Pedro, por grac d* Dos e unnime acclama-
ro dos pocos, imperador constitucional e defen-
sor perpetuo do Brasil.
Paro saber aos que esta minha provisAo vrem,
.ii.- leudo subido luinba augusta presenca una
consulta do conselho supremo militar, datada de 2f
deuovembro do anuo prximo passado, a que man-
de i proceder sobre a represen laco da contadura co-
ral de auerra, relalivamenle duvida cni que -te
cha, acerca da gratitiracAo que deva compclir aos
Vaos dos corpos do ctercito, quando nao forem ma-
jores effcclivos; e coiiformaiido-inc inleiramenle
rom o parear do ronscllio : lie por bem, por minha
iaunedlaUe imperial resolucAo de 15 de desmoto
ilo sobredito anuo, mandar declarar que, os olliriaes
que servirein de majores liscaes dos corpos do oxer-
riln, deverao nerreber a gralflcaeAo manada no de-
rroto ii. 5f&de9l lo maio de 1850 para os majores
elcclivos, pralicando-sc assim com aquellos niliciacs
o mesmo que se arlia esta Mecido para os que scr-
vcnfde rom manda n les de corpos, embora sejam do
|Nl(rtdiflereiite..
I'eln que, mando autoridade a quem com|iele, e
mais pessoas quem o roiibcrimenlo desla perlrn-
rer, a cumpram c guarden), (ao inleiramenle romo
deveni, e uella se conten.
mi,i Magostada o Imperador, o mandn pelos con-
scllieiros de uuerra abaixo assignados. Jos JKran-
rbro do Ainaral, a fe/ nenia corlee cidade do Kio de
Janeiro, do auno do nasciliicnlo de Nosso Scnlior
JcsunCbrislode ih.">;i.
K eu, o coronel Joao Baplista l'erreira, oflieial-
inaiorseniudode secretario de guerra, afz escrever
e Milxre\i. JoAoChr>MMlomo Callado. Antonio
Blesjaro de Miranda c Brito. Conrorme. Joao
Baptntl Ferreira. Courorme. Antonio l.eite de
proceder sobre o ofllcio do Icneute-general rominan-
dante das armas da ctkle, em que ekpondo os incon-
venienles, que resullam ao servico de seren contra-
tados pelos commandantes sanos, |>ede i>ermissAo para que d'ora eui diunle Ins
contratMe os de tambores, clarins e cmelas, sejam
feilos no r|u;n irl -::i'nei.il, como se urlica com os
voluntarios ; econformaudo-me iutetramcnU* como
parecer do conseibo : bei por bem, por minlia im-
mediala e imperial rcsolunlo de i!7 de no>cmbrodo
sobredito auno determinar, que d'ora em dianlc os
Mili,iius lano para msicos, como para tambores,
clarins o cornetas se tac.im pelo quartcl-ccueral, pu-
dendo ser esses contratos de tres anuos ou mais, per-
celiendo taes individuos as vaulauens projioreionaes
ao lempo deseos respectivos cncajamenlos, que sao
actualmente COIMOdiaM s placas de pret do everci-
lo ; quanlo porin aos que j esli Mmodo em vir-
lude de conlrabw feilos pelos rommandanlesdoscor-
flevcr-sc-lia cumprir fis cmitralos com ellos
PiiiIh
Dom Pedro por grara de Dos e unnime acclanm-
r "" perpetuo do Brasil.
l;aeo saber aos que esta minba provsao vireois
]uu leudo subido i ininba anguila pn-senca urna
nm-uli.i do ronsclbo supremo inililar, dolada
de Muhibro do auno prximo pausado, a quemaudei
proriHler sobre o ofllcio do leucnle-gencral commnu-
I......- I-- anuas da corte, em que represenlava a res-
jteilo di abuso de so dislribuirem banderas aos cor-
poi de liiip.i- liueiras.romdppor cxemplo, u primen o
balalhao de artilbaria a im^, e o rorim de arlilices,
juluaiido do scu dc\cr, i vUU da tabella; que bai-
Iouioid "decreto n. .">7 de R de Janeiro de IHiH,
que n:lo menciona tal disposJcUi para os batalliocs de
irlilliara, nao de\er iiermiltir a coiiiiuu.ic.in de se-
melliante abuso. E atlcndcndo, que compelindo un
estandarte n cada cs(|uadrAo dos reuimcnlos i\r ca-
vallara do excrcito desde a toa origem, as>im como
aos corpos desla arma fia guarda nacional do Impe-
rio, em virtudc dasdisposicfiesda leln.602def9
ft selemliro Je IH-Vi, quedeu nova oraanisacaodi-
l.i suarda e inesiuo aosesquadriies avulsos. que nao
ciiImiii em n'mpo>irao de corpos; mas nao se adian-
do expressainentc eslabelccidoo que deve semiir- esse respeilo quanlo s oulras armas o que ludo me foi prsenle na referida consulta pelo
mencionado ronselbo com o parecer do qual inleira-
iiieiilr me conformando: bei por bem por minba im-
mediala e imperial resoliK;ao'do I." de do/embro ul-
linio, mandar declarar que jamis deverip ser pri-
mados do uso das banderas os corpos. qu aclual-
nienle uozam dessa boura, e em jera! que do\criio
ler banderas ou estaudarlcs cada um dos corpos
\ri> ou de guarnilo, que l'orem composlos de
18 ou mais companliias, de que (rala o plano da
SliisacSo do exercito publicado com o decreto n.
! de III de abril de 1H52, lim de que em toilas as
armas cxislam iguaes reualias, escremo\;un as ri-
validades, que por \cntum poderAo oriuiuar-se da
ilisiualdade de consideracilo, cmque de\em serli-
)<>s lodos os corpos do exercito, de\endo por tanto
."7 doR de Janeiro de IHR, que reaula os pre-
i dos diversos arliuos de armaineulo, equipairlu-
. arreios, fardamenlose mais objeclos para o e\er-
tilo o forlale/as, as dis|Hisii.ves necessarias, para que
aos ditos roriHts se focam os fonu-cimentos las res-
|nrli\as bamleiras e eslandarlcs.
iVIoque, mando a autoridade a quem compele, c
mais pessoas a quem o couliecimeuto desla perlen-
er. a cumpram c guardem, (ao inteiramenle como
de vera e nellate eoalean.
Sua Maueslade o Imperador, oinandoupcloscon-
wllieirosde uuerra abaixo assianados.Joaquim F-
lixConrado, a fez nesla eurlee cidade ilo Rio de Ja-
iciro, aos II dias do mez de Janeiro do auno do nas-
imeulode Nosso Senbor Jess Cbrisio de 1853. .
K en, o coronel Joao llapiisla rorro ira, nfllcia.
aaiorsenlnde desecrctario de auerra, a Ii/ escrever
esubscrev i.Jos Joaquim de l.ima c Silva.Jojo
':)ir>MK|nm Callado. Conforme. Joo llaplisU
leiteira.Confornie.Antonio l.eile de l'iulio.
Dom Pedro por grara de Deo* e unnime arrlama-
eao do* sorra*, imperador constUwiiinal c defen-
sor perpetuo do frasii.
raro saber aos que osla minba provsao virem,
que leudo subido a iniiba augusta presenca una
mi I i.i do Doussjbo supremo militar, datada de
leoulubro do anuo prximo passado, a que mande!
C-s,
ilm
Pelo que, mando autoridade a quem roin(iele, e
mais|>essoas;iquem oconliecimenlodesla pcrlcncer,
a cumpram e uuardeiu, 1.1o inteiramenle como dc-
yem, o nella se coulm.
Sua Maueslade o luijiorador, o mandn pelos con
sclbeirnsde uuerra abaixo assiunados.Jnaquim F-
lix Conrailo, a fez nesla corte e cidaile do Mi de Ja-
neiro aos II dias do ii.e7 de Janeiro do anuo do uas-
cimenlo de Nosso Senbor Jess Juislo de IKVI.
E eu, o coronel Joao Baplista Ferreira, oflleial-
maioi lerrlodo de secretario do auerra, a liz escre-
ver o subserevi.Manuel da Konsoea Mina e Silva.
Jo.io Paulo ilos Sanios Harrelo. Conforme.
Joto Haplisla l'erreira.Cuufurine.Antonio Leile
de Pinito.
Dom Pedro por gran de Dos e unnime acclama-
rio do* poro*, imperador constitucional e defen-
sor perpetuo do llrasil.
Faro saber aos que esta ininlia provsao virem,
que leudo subido minba augusta pi(>seiica urna
consultado consclbosupremo militar, dalada de :l
de de/embro doaimo prximo passado, a que maudei
proceder sobre o oflicio n. ."iK'ide I do novembro ilo
mesiuo anuo, do lonenle-ueneral coimnanilaute das
armas da coi le, em que pedia fosse evplicilamenle
sanecionada a prallea de uaver nortaHnacbades nos
balalbcs de iufaularia, desiuuando-se o numero de
laes pracas, c confnrmando-ine iuleiramenlo com o
parecer do conseibo: bei por bem, por inhiba inuue-
dialae imperial resolueau de 13 de Janeiro ullimo
determinar, que oscoi|kn de iuzileros desiunados
no plano da ulliuia oraanisari.do exercilo, (pie b.ii-
xou cun o decreto u. 7R3 de MI de abril de I s I de-
verao (cr porla-macbados na raiAo de dous por rom-
paubia, os quaes senlo conunaiidados |H>r um caito
de esquadra da escoluado coinmandante do corpo.
Pelo que, mando ii autoridade a quem compele, e
mais pessoas a quem o couliecimeuto desla perlencer,
a cumpram e unardem, lao inicuamente como de-
>em, e uella se eonlm.
Sua Mauestade o Imperador, o mandn peloscon-
selbeiros de guerra aballo assiyiiadns.Jo;lo Mar-
linsdeSou/a Caldas, ,i fez nesla corlee cidade do
Kio de Janeiro, nos ."i das do mez defevereiro do
anuo do nascimeulo de Nosso Senbor Jess Cbristo
de 18X1.
I en, o coronel loao lliph i.t Ferreira, ollicial-
maior servimlo de secretario desiieiT.i, all escrever
esubscrev i.Jo-c Joaquim de Una e Silva.l.uiz
da Cn.ili.i Mureira.Conforme.Joflo Haplisla Fer-
reira.Conforme.Aulonjo Lello de Pinito,
EXTERIOR.
ORESTES E PYLADES. 0
( ron Eslephen de la Madelalae.)
SEGUNDO VOI.IAIE.
XI
l'ava meia-noilo, quando Marero! ebesou dianle
da fabrica, e levanten drelamenle a aldraba da
portado paleo. Como aja vspero de sua parlida el-
le linba aserilo a sen cuubado, sabia que oro espe-
rado ; mas iiilo quera acordar as moceas, ne.....s
"I>rcirosque dormiam ua.ofliciua. A primeira pan-
cada elle ouvio abrir a porla da fabrica, depois dis-
linguio pasis numerosos c apressados, que se mis-
lura^am com os latidos de impaciencia do dous caes
ecoma voz de mocas. Kilo W o pateo esclarecido
r uma viva luz, e icboii-se depois nos bracos do
nmbado, das solirinbas e de tres ou quatro senos,
que ba\iani ipicrido velar paro esperar a ehegada
do bonrado contrameslre. Todos Mo prodlgalisnvam,
hiis apos Otttrog e ao mesmo Lem|>o, os Icstcmunlios
de uma ordenle BlTeicao, e o diuno bomem mo po-
da responder a lodas as affecluosas boas viudas que
I he lan^avam, como bencos.
A carta que el le Ii nlm cscrplo.cra concisa. Marc-
.coi que era um liumcm de ac<;ao, mauejava puuco a
l'.ii.i\r.i, e menos anda a |>cuua. Elle se conformara
^crupulosameulecom as inslruccoe de Emilio, as
^Quaes Ibe reco minen da vam o silencio sobre o quo
llie (lt/i.i respeilo, e limilara-sc a iwrliripar summa-
'lanienle ao cuubado que linba f>oa uolicias que
lovar-lbc. Ora Macecol pesava mal, sobreludo no
Ivlo epistolar, o valor de suas exprossocs. Elle
jultiava nada ter diio ; nas sua aleara se deixava
"illas cnlrcver.c a familia que nao poda com>re-
Iteiidcr as os pora o cas que tirara dessa bemaveutu-
rada caria, esoerava com uma iii>aciei>ca febril a
oplicaeflo deste enigma.
~- Que noticias nos Irazes ? disse o |i do fami-
sva< quando se aralmaram um pouco os primeiro
inipulM- da alegra, que sen I ira com a volla do Ma-
rocol.
A expressiio profundamente anciosa c na appa-
reiina jovial que acompanliava estaspalavra- foi di-
fwiamrnlcaocoracao tlievcellenU contrameslre,
''qual linba formado^esliico piojeclo de ser im-
penelravel; mas sua leW svmpadiia ternou-se re-
pnlmaincnle sem for
AMERICA.
MENSACEM DO PRESIDENTE AO SENADO E
A* CMARA lOS REPRESEN! AMES.
Em inhiba menaaseni dirijida ao cousressn, na
abertura ila sessilo, fallei de neuociaces pendeules
onlre esle goveruo e o da (iraa llrelanlia, a respeilo
das noscaruM t da questffo de reciprocjdade eom-
mercial cun as coloilfas inylezas da America. Coil-
aegulnlemento Iransinlllo para asclareelmenlu do
congreaw o rejalorlo Incluso, emanado da reparli-
e.to do oslado sobre a Minarn actual das neyoeia-
Cftes, o lenbo a bonra de ebamar a alleneo das (las
cmaras sobre as observaees con!idas na ultima
parte do natatorio.
Celia de Mr. tirerctt ao presidente don Untado*
t nidos.
O secrelario de oslado leui a bonra de submellcr
aojprosidcnle o seguidle relalorio sobre a negocia-
do pendente cnire esle governo o o di ifla Brola-
nba, sobre as pescaras e relacOes de reciproridude
comas-colonias inule/as da America do nore, n,i\c::.i'. ni do San LoureUCO c ilo* cauaes que ilelle
depemlem. 'No principio da sesso S4! falln em le-
mos Befaos, na niensagein do providente, do oslado
das negotiacoes. Es|i secretaria se OCCUpOU o mais
cedo que foi possivel desle objeclo, 0 a qUCSlaU lu
seguida com acvIdade, vlo-se com satisfarn que 0
goveruo de S. M. Krilanica esl proinplo a eulrar
em ajustes, alim de admillir que os navios pescado-
res dos Estados-Unidos partlefpem sem reserva das
pescfliias publicas as costas o no lilloral das provin-
cias, excepto presentemente do Terra-Nova, o do
dircilo de preparar eseccar o pcxo lia praia. com
a coiidiro de admillir livresde direilos nos mcrca-
dos dos Estados-Unidos os productos das
coloniaes, sendo concedido aos subditos brilanicoso
gozo dos inesmos privilegios, debaixo de igual con-
diciio, as cosas c no liltoral dos Estados-Unidos.
HeiRtialmcnteeiileiidido que o goveruo inalez de-
soja, de accordo com as colonias,ebegar a um ajuste
com os Estados-Unidos sobro o res la be I ec me i ilo
dalibcrdadec ommercial recproca comasprovin-
clas para corlas produccoes naturaes ; o que a livre
navcaacAo do ro S. Lourcnco, assim como dos ca-
laos Welland e Ridean seria concedida, como fa-
zendo parle do ajuste. I'm accordo desla na tu reza
(em, lia muilos anuos, lixado a alleneo do con-
cresiio, e cni uma ncfaeias a cmara dos represen-
tantes approvnu em bit relalivo libcrdadc com-
mercial reeifiroca para ccrlos rticos.
A secretaria dirigi as negociaces acluacs no
peraameoto de que, se as particularidades do ajus-
to podossciii ser reguladas de um modo salisfalorio, o
deinaoeira que trouxcsscm urna vantagem recipro-
ca, o rongresso oslara disposlo a concorrer para a
sua eu'cucilo, quando mesmo os Estados-I nidos,
como fazcmln parle do Iralado que abre nutra par-
le o mercado, o qual be por cerlo o mais vasto, jul-
Basse necessario restringir em cortos pontos, e auy-
menlar a outfoa respetos o numero dos artigoscom-
preliendidos no ajuste1 alom d'aquillo que o gover-
uo ou as colonias preferissem.
O secretario foi do parecer, que as principacs
clausulas cima mencionadas promclliam de ambas
as parles ln aramios vaiilageus, que se compreben-
dia a nlih.l.nle de concluir u ajuste |mr um lempo
definitivo, dcixando a lesislacflo ulterior o as nego-
cfacftea fUluras, esclarecidas pela eipericncia, o cui-
dado de o tornar mais salisfalorio anda por meio de
.....a nova limilaco ou de urna nova oxlenso.
O numero e a diversidade de pormenores que se
ofl'crecerain >"i si mesmos no curso das negociaciH>s.
e os graves nteresses sobre ditlerenles pontos, nao s
los lislados-lnidos scinlo das provincias brlanieas,
ucccssitjim de ser examinados cuidadosamente o fun-
dados na ncccsssdado de recorrer a Londres para ob-
ler iiislruccocs, assim como de se referir a lodas as
quesles importantes, que podeni nasccr repenliua-
meiile. Toilas estas cousideracoes leeni poderosa-
menle impedido, o provavelmcnle tornaro ini|Kis-
ilvel a eoncluaSo de um ajuste deste genero, o qual se
tralava de submeller no senado en lempo opporiu-
iio ; ellas lamliem lein impedido de receber a sanc-
rj\o legislativa na curta essflo actual.
Todava cre-sc (pelo proaresso feiloo 0 eslado ac-
tual das negociaces^ que si'ibc misler de leni|m pa-
ra ebegar a urna convenco satisfactoria entre os
dous aovemos sobre todas as quesles, de que se lem
fallado. A nica parte dos ajustes projertados, a qual
poasa ser julizda do natureza urgente, be um reau-
lameulo da queslo das pescaras, que seja do nata
reza que posan apartar lodo o perigo de perturba
cao as pescaras na prxima sessao. lio esla urna
queslAo ile arando importancia e diana da atlcueao
inmediata do conaresso. Como ella se refere a um
regulamento Bjerai, o goveruo Ingles nao quer trata
la separadamente ;* maso secretario do estado be de
parecer me na posicAo actual, se o conaresso adop-
[asseumacloqueadiniltisseo fcixe das provincias
livre de direilos nos Estados-Unidos, rom a condi-
c;lo le que as pitearas dos Estados-Unidos sejam
admillida> em completa participadlo as pescaras
provincines, o goveruo ingles daracllbilo n medida
pela legislaco necessaria do sua parle, na expecla-
(iv.i, dos dous lados, deque a queslo de reciproci-
dade c da navegacao do San l.ourenco e de MUS ca-
laos, ser tratada ulteriormente em um espirito fa-
voravel o concliiso de urna conveiic.lo miiluamenle
vaillajosa, relativamente a esta parte da queslo.
Noeasnmi'siim, em que um lal aclo nao prwlnils-
seo elleilodesi'jado, o que ulo be para erorl, ello
lvrariaos Estailos-Uuds da responsabilidado das
coiisequencas.
Secretaria do estado. Wasbinalun feveroiio do
1833. HdHardO l-rerett
Esla niensagein foi reenviada cununisso dos ne-
gocios estraugeiro*. {Monitenr.)
(a geral de apurado, lie de parecer que o mesmo
Sr. osl una termos de tomar assenlo nesla casa.
a Sala dascommissoes 2 de maio do 1R53. Joao
J. Ferreira de Jguiar. Francisco Jo&o Carnet-
ro da CunJut. J. P. Machado Portea.
Inlrnduzido na sala com as formalidades do esty
lo, o Sr. deputado presta o juramento e loma as-
sentu.
(Continua o expediente.)
Un oflicio do secretario da provincia remetiendo
o orcameiilo da cmara de Caruar uu exerrico do
i&~r a MI.A' commissao de orcameulo municipal.
Sao Hdas o appruvadas as reda^m-s dos projoelos
ns. le -2\ desle auno; o primeiro que lixa afora
policial, o o segundo quo aulursar o pagamento da
divida nassi\a.
S dados imprimir os scguiites projectos:
a A assembla leaislaliva provincial de Pernam-
Iiuco decreta:
" Arl. I. A gralificaeiu) concedida aos amanuen-
ses e porloiro da serretaria do goveruo desta pro-
vincia, de que (rata o artigo R do regulamento d.- -ji
de Janeiro do crrenle anuo, lica equiparada a dos
escripturariosda mosma secretaria na forma do refe-
rido artigo d'aquello regulamenlo.
Arl. Ficam revogadas toilas as disposicoes
em conlrario.
(i Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, -2 de maio de 1833. FirmiHO >lr
Mello.
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
co resolve:
Fica croada uma comarca na \illa de
udo |K>r dislriclo o termo da niesina
Ficam revocadas Indas as leis em con-
Art. I
Tacaral,
lia.
Art -2
Irario.
Paco da assembla leaislaliva provincial de Per-
nambuco '2 de maio de IK.Y1. Jos Filtppe de
SOUSa tsao.n
O Sr. Presidente a requerimento do Sr. primeiro
secretario, nomeia para substiluirem a falla dos
dous ineuibros da commissAo deorcamento munici-
pal, que se reliraram fiara a corlo, aos seubores
A -ni.ii o Souza Res.
Val mesae bea|ioiadooseauinlerc(|uerimenlo:
o Acliando-sc incomplelo o numero de membros
desla casa, requeiro, que pelos cauaes competentes
sejam ebamados os rsped vos supplenlcs. .n>//o
Hego.n
O Sr. Presidente: Como islo seja nina indica-
cao, val connnissAo de constluico < poderos.
OSr. Jme Pedro requer que sejam mandados re-
mctlor a lliesouraria uns documentos que foram
isseinbla, vislo a mosma ji ler deliberado sobre a
preteucAo a que alies se aehavsjn junios, niandando
pagar ao peliciunarin.
Consullada a casa decido que sejam os documen-
tos remcllidos ao goveruo.
ORDEM DO DA.
Entrain cm primeira discussAo, o san approvados
os projectos ns. J| e ^7 .leslc auno, sendo dispensa-
do o intersticio de ambos.
O Sr. .Iguiar: Sr. presidente, fallando poneos
dias para se loriniuar a sessao, e se se enlendc que
se deve obviar ao caso denflo poder baver sessjlopor
falla de numero, o que luppontu) leve em vala
i'FiiMfliiim
|*escar ii
ASSEMULIA PROVINCIA!..
Sessao' em 2 de maio de 1853.
Presidencia do Sr. Pedro Cavahanli.
Ao meio da, feita a cbamada, verilica-se esla
rom prsenles I seubores depulados, fal'andons
seubores liarros FalcAo, .Maeiel Monlero, Mauoel
Cavalcanl, Rrilo, Cosa Comes, Alvos da Silva,
Aquiuo eS Pereira.
t> Sr. Presidente abre a lenslto.
I.ida a acia da sosslo anterior, be ajiprovada.
O Sr. I.* Secretario menciona o scauiulo
EXPEDIENTE.
Um oflicio do secretario da presidencia, aecusaudn
recebido nutro da assembla, utindoos noines dos
aminores depulados que eompareeerain pnscnte
lesslo duranle o mez prximo lindo. Inleirada.
Acliando-se sobre a mesa 0 diplomado Sr. depu-
lado suptente loaquim deSousa Res, be remett
do n commfssio de eoostulcjao para toterporsobre
elle o sen parecer.
A connuissilo rol ira-so da sala, o vollaudo pouco
lepla, be liibie appCOVado o SOguinle parecer.
A commissao do conslituicoc podoresaqiiem foi
prsenle o diplomado deputadosuppleulo l)r. Joa-
|iiim de Souza Res, acbaudo-o conformo com a ac-
que
. roulra a ilolorou inquieta-
1 pinlou uas feices de seo Irssjao deaf-
Dos i
inna torrente
'alvou excl.unou elle ^derramando
le lagrimas, e lanc.indo-se segunda
P abraco, ^ Ra>ma|uio '
i
(*) Vide/
n. 97.
heos nossalvou respomleram todos em cboro.
As moras batiam palmas c abracavain-se choran*
do, os obreiros sallavam de aleara erguendo o ella-
peo ao ar, e os caos que lodo este movimcnln pu-
nba em bom humor, faziam retiir ao lotice no si-
lencio da noite seus aleares latidos.
Ab meu Dos, dase euiliin o manuracliirei-
ro, ao qual mil cuidados aperlavam a mnilo o mili-
to fortomcute para que podesse lomar a tcincridade
de deixa-los todos ao mesmo lempo. .Muilas cousas
sAo precisas para nos salvar! Nao ajo esperances que
bao de defender amanilla nossa liberdade, e quo
daqul ;i tres diaa reagalarao a fabrica.
lie do dinbeiroque careces, nao be isso? res-
iiondeu Marecol procurando na algibeira com urna
Importancia, cuja laluidade, Inteliamente extraor-
dinaria nos hbitos do liguo boinem, pareca de
bom ai:ouro familia... Irra disse elle depofs de
mu momento de imitis pesquizas, esse eslouvado
de Emilio auardnu a carteira.
Todos os semblantes se entristecern!.
Tranquilliscm-se, disse o bom contrameslre,
elle m'a tornar a dar amanhla... Umco que eu
soii! exclamou elle batendo na algibeira do redin-
gote, oh ci-la aqu, essa chara carleira Da-iue a
mo Ra> mundo.
Rav mundo esleudeu a mo, mas via-se que sua
attenco eslava em otilra roal*
Cinco! seis! sele c oilo fazia Mareen! desdo-
braiiilocadabillielena mito do eunbado. Que dzcs
disto, meu bom bomem ?
He a vida que me das!
Os gritos de aleara e de felicilacoesrecomecaram,
c desla vez o contrameslre ajiinlnu-Ibes um lirado
que despertou Indos os cebos do valje.
_Masa fabrica? disse Aaallia, "uestes Ires dias
vo i "'-la cm leilo.
E aofllcina, que ser preciso demolir agora
quo est na flor da agua 1 dissoran os obreiros.
Ah! quercm saber como arranaremos isso,
u.iii lie, nuil- (ilbos? respondeu Mareeul. Nso ar-
raigaremos, lio *'i o que Ibes posso dzer : sim, abra-
cem-se anula cm nomo de um bom bomemzinho e
abracem-mo lamliem.
Mas sou um grande tagarella, murmurou elle cn-
xusando com a manaa do redingote as golas d'a-
gua, quo o ar da noite, como elle dizia, Ihc fazia vir
aos olfios.
o cui.ir.ii bumano he um abysmo, cuja profn-
dela so olbar de Dos pido sondar. He um dda-
lo, cujas mil veredas se cruzase), o no qual nos mi-s-
inos nos perdemos, nao obstante o lio, que a r.i/.m
nos d pan caminnar nellc sem muilos erros. Um
instanleanlesda ehegada de Maiecot Ra>muudo
Irria dado metadeda exislencia, que Ibe eslava re-
servado percorrer, para receber as noticias, quo Ibe
Irazia o cuubado, c para ouvir as Iwas seguraucas
dequeo ronlrantc-dre ora mais prodigo, do Queoe-
v ia s-lo para cumprir as promessas fetas a Emilio;
mas urna s palavra de Marecol linba levado os pen-
sanienlos dopai de familia mais longo quo sua fa-
brica, e que sua propra couservacAo.
Marecol, disse elle com um ar penetrado, que
fe/ prever ao contrameslre uma lula, pela qual no-
via esperar, lu me farsconhcccr a fonlcde (oda es-
la felicidade, do conlrario coinprchcndes bem que
nao quero aproveil.ir-me della.
Explicamos ? essa he boa respondeu Mare-
col. Ja disse de mais; porin agora mugiicm tirar
mais uma palavra de inui. Sou mudo como um
pcixo.
Meu amigo, disse o inanufacturciro aporlan-
dn-|hc a mo, e aproximando-a do pelo, bem sabes
n que be o coracAo do um pai.
Como mil raios, uosoi, nAo exclamou Ma-
recol, cuja imaaiuaco se achava eslimiilada pela
secna. em que elle fa/ia um papel lio imporlanle.
O que he que ha eulAo nesso pedo ? Teus lilhos nAo
m'o poderiam dzer, (Hibres anjos !
Tu s sen segundo pai, Marecol.
Nao lia primeiro nein segundo, sou o pai del-
les. Nao darla en inhiba vida porqualquer, c mais
bi que inhiba vida pelo nosso bravo Emilio, a liou-
ra c o orgulho de sua familia 1
Pois bem, meu amigo, so laes sao leus scnli-
nieulos paro com o nosso Emilio, cnmprehoiido en-
UoOSmeusI Tuestas instruido do aluuma cousa
qucmeoccultas, ejulaas acalmar miubas agonas
paternas, dizendo que le be probido fallar... Ouvo-
inc, Marecol, lu nao os assaz fino para me desespe-
rar assim. Anda agora deixasle escapar nina pa-
lavra, ile que quero uc\plcac,ilo. Emilio, dizias lu.
dovia cnlrogar-lc amauba a carleira, que julgavas
perdida.
Eu disse isso ?
Disseste, sim.
Disseste, Marceo!, exclamou, (otla a familia.
Pnisliem, responden o contrameslre fazoudo
voar o chapeo al ao ledo da sala, onde tiubam lia
um instante cliegado, j que ilissc isso, lano peior!
Emilio ralbar comigo, be possivel, be mesmo cer-
lo, pois elle lem suas ideas; porin nAo eslou por
lal...
Duranlo este aparte, as mAos do manufactureiro
se arripiavam de impaciencia, sen cor|Ki era agita-
do de um Iremorcouvulsivo, escusolbos pareciam
beber vidamente as palavra de Marecol.
Eutao? perguntou elle.
EnlAo disse Marecol, elle est aqu...
Ravinundo <-ambaloou, c depois precpilou-se pa-
ra a pni la.
-j|s#lliiil<'\ai .' -i iluit o conlramoslre re(endn-o.
Emilio esl em Noirmont ; mas prohibio-mc fazer
i.....heces sua ebeaada por muito importan (es ra-
lOes, as guaesellc proprio Ihe dir ; nesle rnomest
to elle deve estar no pavilho da fazeuda de Mr.
Bonvallel.
Todos os vamos l, disseram osassislenles. '
bre deputado que oliereeeu a indicaco. eu me per-
suado que esse remedio deve soldado logo ; no en-
Unto, nAo designndola iudcaco quantos memhros
Icvain sor chamados, m como memhro da conunis-
sAo me achoalaiiin lano embaracado.
t> Sr. Presidente: Foram quatro os membros
que se reliraram.
O Sr. .iguiar: Entao requeiro nrgencia para
apresenlar jo o parecer sobre a indicacAo, e para
que elle entre loao em diseussilo.
Approvada a urgencia lio lido o seauinlc parecer:
A commissao de cunsliluicAo o poderea, consi-
derando a indicacAo do Sr. depulado Mello Heao,
pela qual prolendc que secbamom lautos suppleulos
quantos os membros que fallam para completar o
numero legal, que deve compor esta casa ; callcu-
deudo a que se reliraram para a corle os seubores
Maeiel Monleiro, Paes Brrelo, Paula Haplisla c
Augusto de Oliveira; be de parecer que pelos meios
competentes se chaman qualro supplenlcs, alim de
subsliluirem aquellos seiihorcs.
Sala das enmmissoes 2 de maio de IKVI. A-
guiar.Francisco Joao. Portella.
Vai mesa o lio apoiada a seauinlc emenda :
Em vez de ipialro, diga-se seis supplontes.
Mello Itcgn.
osr. Mello Reg i Sr. presldentoi eu Julgo
que se devem chamar seis e nAo qualro suptenles.
A casa esta com :(o membros; fallam por COUSe-
queiicia MUS, 0 comquauto so baja expedido diploma
a dous supplenlcs, lie muito natural que estes c
iioveiiham, porque morando, principalmente um
dvlles, muito longo, s recebera o diploma quaud
sessAo esl i ver encerrada? nutro morando jierlo, se
quizosse vir, ja estara c. Portaiilo sentimlo nos
falla de membros, IcmnVso niesnio dado o CMO de
Hilo (or havido seaslO em atgUOS das |hir falla do
numero, cuniprc que tomemos uma providencia que
nos salve dos embaraces em que nos temos achad
llevemos chamar suppleulos que venliam lomar as-
senlo; vistoque precisamos Irabalbar e anda muila
COUH nos rcsln a fazer.
<> Sr. Jguiar: Sr. presidente, nAo acbo muito
regular o que pretende o nobre deputado qno acaba
de sentar-se. A assembla deliberou que fossem
chamados tantossupplonles quanlos fossem necessa-
riospara completar o numero legal: a commissao
verirtcou fallorem qualro membros, e entSo consig-
nou em seu parecer que fossem chamados qualro
sunplentes, sendo que |w>r isso nao me parece legal
c nigua do adopco a emenda pela qual se manda
convocar mais dous supplenlcs, alm dos iieeessarios.
Se o nobre depulado coufessa que lia na casa 30 de-
pulados, que dous j foram chamados e expedirom-
sc-lhcs os compelciilcs diplomas, como communieou
casa o presidente da provincia, be claro que se
nao pude razoavol 0 loaalmculc chamar mais dous
supplenlcs cm lugar desses que j foram chamados.
Em lal caso lalvez fosse mebor o nobre deputado
pro|>or urna medida que, com quanlo me nAo pai r-
ca lamliein muito regular, vem acautelar o incon-
veniente, islo lie, que sejam chamados os supplonles
que possam mais proinptamenlo comparecer: he
veidade que eu lainhem nao volarei por isso.porquc
enlendu, quese uAondc preterir o dircilo daquol-
les que embora estejam mais longo, devam ser cha-
mados de preferencia por seren mais votados. Mas
se o nobre depulado quer provenir com seguro re-
sultado o inconveniente que ponderen, so quer que
casa nAo falte numero, cntAo o meio he esle, se
entender que se pode prescindir do chamar os in-
termediarios, embora mais volados, mas que se nilo
arhem ao alcance de comparecerein promptamenle...
O Sr. Mello llego: ilo o mesiuo que chama-
rom ae seis.
OSr, .Ujuiar : Nao; porque j foram expedi-
dos pela cmara municipal ns diplomas desses dous
supplenles, em lugar dos quaes 0 nobre deputado
quer que se chamem nudos, e por censcquciicia
sem suas resposlas a assembla nao deve proceder
deesa manelra, uma ves que nao existan .MI mem-
bros somonte, mas sim \\2 em razan da convoracAo
desses dous supplailcs, me] anda nao comparece-
rajn. Porlanlo a assembla rigorosamente fallando,
nao pode nein dexe chamar mais de quatro supplen-
les, (auto mais quanlo chamando-se mais essos dous,
nao acaulela-se a emergencia que se pmle dar, e
que 0 nobre depulado recela. Ej examiuou o hon-
rado memhro, se chamatido-se os seis supplenles,
eslo comprehenddas nesse iiumeru |>essoas mora-
doras na cidade?
OSr, Mello liego: Sei.
O Sr. Jguiar: Pois eolito faca a assembla: o
que entender, enlrclanloque a proceder como acabo
ao monos mais cerlo o mais proficuo.
O Sr. Mello llego : Sr. presidente, ou insisto
a i iida na nppiniao que emilli lia pouco, porque he o
nico mcioque vejo de se sabir da difliculdadeeniquo
nos adiamos. Ceuibrou o nubre depulado, que mais
fcil sera chamar qualro supplenlcs sallando por
cima d'aquelles mais volados, que nAo jHidesscm vir
a lempo de lomar parle nos trahalhos desle lti-
mos litis : mas se ha irregulardado n'aqueUecaeo.
nesle lamhom h;i. Dcvoainda re|iolir ao nobre de-
pulado, qu? dos supplenlcs chamados, um |ielo mo-
nos nao vem ii casa, porque mora em Paje de Flo-
res, e lalvez s receba o diploma depois que for en-
cerrada a seasSo, por cerlo. Nos temos poneos das
de sessao, e precisamos cnmpletar o numero da casi,
por que temos sempre lido falta de membros para as
tessdes ; COUVem chantar supplenles que DOSsam
comparecer ueste resto do sesso. Ora, dos seis sup-
plenles que se Mgueni na nrdem da volaeAo o quo
leem de ser chamados, s ha prohahilidado de x irem
qualro, que os Srs. PassoSi quo me dizem estar nes-
la cidade, Malaqnias, Calanho, que lamliem osla na
cidade e Amorim r o Sr. Silva Braga mora
em Ouricurv, e anles de recebes0 diploma esta-
e encerrados os nossos Irabalhos: o Sr. (iilirona
lainhem he natural qno nAo venha de tioianiia t
por (Ao poneos das; porlanlo s levemos conlar com
os qualro suppleuta queexislem nesla cidado. En-
lendo, |H)is, que nAo ha risco om e\pedir-sc os diplo-
mas a seis supplenles, porque s qualro virao : en-
trolanlo islo me parece mais regular do quo o expe-
diente apontadn pelo nobre depulado..,.
OSr* AffuJar t He a mosma cousa.
OSr Mello llego : Mas emliin cu o nAo repil
Entra em segunda discussoo projecton. 29 deste
anno, que approva os compromissos das irmandades
do SS. Sacramento de Sau-I.ourenco da Malla o de
Nossa Senhora da Cloria de lioil, sendo dispensa-
do o iolerslicio do mesmo.
He igualmente approvado em segunda discussao
o projeclo n. 17 desle auno, que aulorisa o goveruo
a mandar vir sement da melhor caima e algodo,
para ser distribuida pelos fazendoiros, sendo tambera
dispensado o intersticio.
Enlro era segunda discussffo o projeclo n. 19 desle
anuo, que aulorisa o governo a jubilar o prufessor du
colloaio dos orphos Jos Policarpo de Freilas.
O Sr. Francisco Joo la/, algumas reflexdes leu-
lentes a mostrar a duvida em que esl, sobre se deve
ter o cofre provincial, ou o do collegio dos orphos,
quedeve carregar coma despeza dajublac^>otdeque
Irala o projeclo.
OSr. Portella: Sr. presidente, como memhro
da commissAo que den o parecer que se acba em
discussao, corro-mo a obrigacao de defciide-lo, pois
o nobre depulado lachou-o de manco por nao decla-
rar o cofre por ondedeviaser pagoopolicionario,no
caso de -n jubilado, se peloscorresprovinciaes.se pe-
lo do patrimonio dos orphflos. A commissAo proce-
da bem, procedeu milito cm reara. Esle negocio foi
commissao de legislaco por suscitar-se duvida so-
bre a lei que devera vigorar a respeilo do peticiona-
rio ; se a por elle citada do 10 de junho do 1837, so
o regulamento de l_' de maio do 1851 ; e sobre islo
lie que a commissAo deu o seu parecer, abslrabiudo
da considcrac,o de dever ser pago por este ou por
aquello cofre.
arque de qiUUquer modo desojo quo sejam cba-
lie isso, disse u contrameslre. Para estarem
mais rerlns do silencio, nao lio '!... Com cflau>, con-
liiiuou ello tomando pelo hosqiiczinho, a eslas ho-
ras s (Kidcuios encontrar cocios, os quaes pullu-
lam depois que Emilio nao est aqu para mala-
los. coiladinhos! Vamos Iodos, escolle se aaaslar,
eu Ibe dar um sea redo, quando fallando pode dar tanto
pra/er aquellos a quem ama mais que a vida.
Tu nao me disseste, donde vem esle dinhern,
disse cu i camiiiho Mr. ftavnuindo ao contrameslre.
lie impossivel que Emilio tenha |>odido fazer eco-
nomas lo cousideraveis cm (o pouco lempo
lo cousideraveis, respondeu Marecol erguen-
do os hombros coinar dcconuiaixAo. Oilo mil fran-
cos he urna miseria para elle !
Como lu chamas oilo mil francos urna mise-
ria, quando nossa fabrica cm seu bom lempo nAo
fazia oulrn (auto em dous anuos, pagas as des pozas!
Pdc ser ; mas o que he uma fabrica de aldea
em com para cao comcspeculacocsque faz em Pars..
quem (em diuhero !
Eutn, Emilio toni dinheiro? Quem Ih'ol cria
dado?
Quanlo a isso, juro pela minba parle do Paraso
que nada posso dzer, c por uma razo bem simples,
porque nAo sei nada absoluiamonlc ; mas pdo-sc
jnlaar do eslado de suas finanzas pelo palacio que
elle habita.
Cm palacio Emilio n'um palacio? Estas so-
nliantlo. Marecol.
Eu disse palacio, c nflo me desdirci, replicou
o conlramoslre parando um instante para dar sua
assercAoo grodeiinporlanca que mereca. Segu-
ramente nao he um palacio como o das i ulhorias,
uem tao grande como uma calhedral ; mas he bello,
lu nunca viste nada mais bello. A sala de vi-ila de
Mr. du Quesnoy nAo ho nadaem cniiparacfo da
dello. Emilio mo quercria essa mobilia ncm para
seu porleiro, pois elle lem um porteiro, o qual lem
para si s uma casinha, como a do seiihor cura.
Eessa casa, esse palacio, como lu chamas, be
del le ?
Delle s, eu vi os seus ttulos de propre-
dade.
Mas o diuhe.ro, o dinheiro 1
Jaque he preciso dizer-tc ludo, o dinheiro he
delle. Eu vi-o tirar estes bilbotes de uma carleira
que eslava bem chca ilclles. Ests conleule rom
isso ?
' Ma* conteni estara, disse Raymundo dando
um profundo suspiro, se "oubesse como Emilio ad-
quiri lodas essas riquezas.
Agora perguiilas-me muito, eikOpOSSO mais
resjHinder-le. lio uma felicidade, contiiiiiuii o con-
Irameslre fazendo urna vnlla tarda sobre si nseanie,
he uma felicidade ndo me ler Emilio inlerado de
|mhw os seos negocios; pois que na marcha que le-
vo, nao Ihe deixaiia nada a te explicar, ludo o
nudos supplenles para poderme* Irahalhar regular
nenio. Aluda nos resta muito o quo fazer, o se
eonliiiuar a nao baver casa como lem acontecido, es-
lamns mal.
Ha Irinla membros com assenlo na casa, contan-
do o Sr. Iteis que entrn boje ; mas oslamos vendo o
que (em acontecido: muilos dos nossos collejas que
aqu deviam estar comnosco, nao quercm c vir : he
isso muito censuravcl, he inuilo feio mesmo, porque
nao foi panucaran cm sua caiaom santo ocio,depoii
de lorem tomado assentn c eslarem percebendo o
subsidio, que a provincia osclegeu; mas o que be
lamban verdad c be que nos, nem unguem, sen lo o
sen limen lo do proprio dever, os podemos obligar a
virem. O unico remedio que lomos he chamar sup-
pleulos que possam lomar assenlo.
OSr Francisco Joo faz ligninas rellcxes oppi-
uando pela emenda do Sr. Mello Hego.
Encerrada a discussao, be o parecer approvado
com a emenda do Sr. Mello Reg.
Entra em primeira discussao, e he rcgciindo o
projeclo n. 28desle anuo, que crea urna cadeira do
ptimeiras letras para o sexo femenino na villa do
llrejo.
que posso dzer, e podes crcr-mc, i.....pie deves sa-
ber so Marecol entonde do gente de bem, he que a
fortuna dessa rapaz be legtimamente adquirida, o
111'- seus escudos sAo mais proprios do que o de dous
ricassos de incuconbcemeuln, que nAo quero no-
mear.
I'm palacio, dinheiro, uma fortuna inurmu-
va o manufaclureiro, pareec-me que cstou so-
lidando.
Tanto mais quo velaste osla noite ale mais lar-
le que do coslume ; observou jtH'osamenle o contra-
meslre, o qual conversjindo com o cimbado, dava de
quando em quando um ajiorlo de mo, ou uma pal-
mada amgavel nos (teatros quo se aproximaran.
delle com nina famliaridade, que suas linndades li-
ubam sempre aulorisailo.
Foi fallando assim que a pequea (ropa chegou
ao pavilhAo, que servia do alojameutu aos dous
amigos.
Ve-se luz alravoz ilas jancllas, observou Ma-
rceo!. Nao leremos necessidade de aoorda-los. Obi,
amigos, disse elle cm voz baixa, mas de moilo que
fosse ouxido, e batendo n'uma janclla^sou eu, he
Marecol I
A janolla ahrio-so immcdialamcnlo, o o grande
rosto de Biaise aprcscnlou-sc. Todos osassisleulos
sem' exceptuar Mr. Haymundo recuaram a este as-
pecto nesperado.c Agalha cahio seni movimenlo nos
bracos de sua irmAa.
O* pavilhAo era um pequeo edificio balxo, cias
salas caxan ao rez do chito. Klaisc sollou pela ja-
nella para ir apresenlar sua homonagem a Aga-
lha, como elle dizia oulr'ora, o ajudar a irmAa della
arcanimar-lho os sentidos ; poique ningucm Ibe da-
va a menor altencito. Duranlo este lempo o manu-
faclureiro com a agilidade de um calador de gamos,
sallou pela janella quo Biaise dcixara aberta, o ca-
hio nos bracos do filho, o qual (inha lomado iposse
de um quarto visinho, donde nAo ouvia o rumor que
faziam fra. Kenunciamos piolar os transportes de
aleara desla familia do pessoas honestas, que se rcu-
niam com os melhoros aaspicios depois de uma ton-
ga c dolorosa separaban. Biaise que ha mnilo lempo
se via obrigado a justificar a cada instante sua exis-
tencia e eulrar cm novas explicac,oes sobro as lusoes
de sua morte presumida, narren o mais summaria-
menle que poae as circumslancias de sua partida
paro Paris, c recebeu as cordiaes felicilaci.es de sena
amigos.
Sreslava uma cousa dflicil, era asseuiirar a In-
v itilabilitla.lt' de un segredo que se achava enlao com
uma meia diuia de cmplices.
Emilio desesperavn de consegui-lo. e esta dea
misliirava alguma amargura com es mais doces pra-
.eres, que elle linba salioruailo diante sua joveu e
bella existencia.
E'sjum parisiense, dlsse-lhe Marecol, enao
conheces mais os dignos coraedesque dcixaslo en
Noirmont, Ora, ikis, mous amigos, disse ello dii i
O Sr. Frqncitco JoSo d um aparle.
OSr. Portella: O requerinienlo foi a com-
missao de legislarlo para o flm que j ludiquei : um
memhro da commissAo (o Sr. Quintino ) assRnou-se
vencido, por eulcnder diversamente, islo he, que
o peticionario devia ser jubilado em virlude da le-
gislado .miilm, enlrelanlo que cu o o outro meu
nobre com pan bei ro entendemos, queseado o peti-
cionario por uma le provincial considerado professor
pubbco, devia eslar comprehendido na dlsposi<;o do
art. 51 do reaulainento de t'2 do maio do 1851, que
be o que trata da jubilacSo dos proressores pblicos.
Assim salisfoz a commissao o sssji dever. Avenla-se
pui.-ni uma idea, de que ella uSo Iralou, e nem
isso eslava obrigada ; mas o nobre depulado que a
apresentou a desenvolva, suscite-sc a discussAo, e
veremos o resultado.
Vai mesa, o he apoiado, o segrate requer-
monto :
Kcqieiro quo o projeclo volto commissAo de
legislaco para, consideraiido-o, inlerpor o scu pu-
rocer.Barros Brrelo, a
lie i:. Sendo pago o ordenado da jubilaco pelos co-
fres provinciaes.Castro Leiio. a
O Sr. Portella : Nao posso deixar de opnor-
me ao requerimento do nebro depulado, pois pare-
co-mc qucdosuasexpreasoes se deprchende ler ha-
vido alguma culpa da parle da commissAo; por-
quanlo diz o requerimento, so nao me engao, que
volteo parecer novameulc commissAo para o re-
considerar, ole... Julgo que a commissAo cumprio o
seu dever, como j deinonslrei. Se trata-so agora do
saber porque cofre deve ser pago o pelicionario, pa-
rece-mequo esl slo remediadocoin a emenda doSr.
i.iiiinimu ; ella entrar em fllscnssao, e a casa lo-
mar a dclibcra^ que julgar acertada. ynan|o a
mim julgo mais razoavel que a des|icza eoulimie a
ser paga pelos cofres do patrimonio ; lodavia aguar-
do a discussAo ; olla nos ha do esclarecer, o lalvez
me leve a dar meu voto emenda. Julgo, pois,
desuccessario o requerimento.
a Sr. Barros Brrelo : Sr. presidente, o hon-
rado memhro he injusto, suppoiidn quceu lve por
fin com o meu requeriiiionlo censurar a commissAo
(Kir (ercommcltido uma omissAo. (louressoao ns>
bre depulado, quo no meu entender a commissao
cumprio muito bem com a sua obrigaoAo ; mas ha-
venuo-se suscitado na cusa uma queslo, que no meu
pensar deve ser aqui iralada, slo he, aquella quo
lera |M>r Ilm demonstrar qual deve sor o cofre quo
deve pagar a aposentadoria, cueiileudi que a nobre
commissao era a mais habilitada para inlerpor o seu
parecer a respeilo. Peco, porlanlo, ao nobre depu-
lado, memhro da comuiissao, que nAo encarto meu
requerimento como leudo por lm fazer una censu-
ra do que cu eslou muito longo, mas enlendo que a
commissAo do legislarlo he a mais habilitada para
inlerpor o seu parecer quanlo ao cofre que deve sa-
lisfazercsta despeza.
Porlanlo, Sr. presidente, enfeudo quo o meu re-
querimento esl muito un caso de ser approvado, o
espero que a casa vol por elle.
O Sr. Francisco Joo insisto om suas ideas.
O Sr. Portella : O nobre depulado que acaba
do fallar, disse quo a commissao linba ido alm do
que devera, eauejureproprio bavia apresenladn
mu projeclo jubilando o pclieionario. Nao sei se o
nobro depulado lem razo. A commissao aprecien
as razes expendidas pelo pclieionario, razos corro*
horadas nao por um.inasjior varios documentos, d<*
quaes consta que elle se acba impossibililado de con-
luiuar uo exercicio do sua cadeira ; esses documcd-
los sAo aulhenlicos, e ahi eslo patentes, e provam
quo elle lem molestias incuraveis. A' vista dislo, ,<
commissAo, cm xirtudo do disposto no arl. ot do re-
gulamcnle do doze do maio de tK.il, que para a .
gimlo-se lodos, somos nove para guardar um se-
gredo, inclusivo aquellos quo no-lo confiara ; mas
aqui nAo ha seno pessoas honradas, o por conse-
guinto nin&ueni de mais. Agora vamos deitar-nos, o
amanliAa fica enlendido que nada viraos osla unilc, e
que mo salinos da fabrica. S Marecol ho quevol-
lou, o ou lerci cuidado do que mjnha ehegada nao
faca bulhacm Noirmont. Omiprehcudem o que dc-
veni fazer ?
Nn momoutn em que a companbia ia responder
cm cboro, ouvo-se um rumor porla do pavilliAat,
do lado da nropriedade ihj Mr. Bonvallel, e a voz s-
pera da velha Marauna. Biaise lornou a onlrar o
fechou a janella, depois corrou a abrir a porla
ama, a qual comecaxa a impacientar-se, segundo o
velho habito, que linba contrahido, e como nesle
lugar su havia uma filcira de arvores, dis(inguia-so
o colloquio scguinle:
Ha uma novidade? dizia Marinuna com a voz
andaesbaforidapor ler viudo apressada epelopesodc
sua gordura. Mr.Bonvallet fallouagora quasidislhic-
tameute pela primeira vez depoisde seuataque. Pare-
ce que le rcconheceu.e que tua vista hoque Ihc fez
esse efleito. Nao comprehendi bem o que elle mur-
murava entro os denles ; mas julguei ouvir leu ne-
me, e elle o acompanbou do gesto que fazia oulr'ora,
quando desejava fallar-te. Qualqucr uulra pessoa
nAo leria comprehendido nada nsso: mas cu ce
libero mullo bem esse bravo bomem.
- Louvado seja Dos, respondeu Biaise. Vou
voslir-me de pressa... colAo meu pai esl melhor?...
d-me anuir manga... he uma felicidade iucspe-
rada.
Sobre isso, disse a ama retirando-se com o ra-
paz, nAo posso dar-te grande esperanca, peto con-
lrario. Ha nos nlhos delle um fogo que nao me pare-
ce de bom agouro. He urna luz quese anima anles
de apagsr-se, a alampada nao pode arder sem azei-
tc. Tcnho dito isto a elle a proposito de oulras
cousas.
Amanhfla haverao bellas noticias no lugar, ob-
sctvou Marecntcomumar sentencioso. Ouvi o me-
dico dizer que se Bonvallel recoperasse suas ideas,
isso seria sua agona. .....
Doosojulgiie em sua misericordia, disse o
manufaclureiro descobriiido a taboca, e Ihe perdo
a mal que causou a pessoas honeslas, que nunca fi-
zeram nada para justificar scu odio !
Amen i acrescenlou Marecol com um tnm de
voz que dava urna singular significarn formula
de sin* ucifau.
Era com efleito, um bomem muito mo! disse
mu obieiroacompauhando e.ta oracAo fnebre de
um eslato de denos mai> significativo anda do que n
man de Marce!.
Silencio, meus lilhos. o acamiuho disse Hav-
niundo apartando uma ultima ves a uiAo do lilho.
Heos nAo perdoa, sesteo aquelles que lamben, tem
1 perdoado. > Continuar-*t-ha. j
MUTILADO


A
IIIIU V ,1 ,<,, liwn ,i,n,|
Ihenlivos quo silo aqu Ira
tro mcio. Quanlo a yivortq
V. Exr. sabe, c osnobres
, jubila exige aclo legislativo, Iprescnlu o pro-
-' jeelo.
ii Sr, Francisco Jolo da um aparte.
O Si: Portilla : Parece-me, poi, <|U a rom-
msslo nao aprosenlnu o projcrlo l.r-juie proprio,
comu o rutando o nobre depulado ; o sim do run-
formidado com n atl. "il ilu rcgulainciiln que dli:
(Uni.)
V, poi, o nnlire dcpuliulu, que c elige aclo Ic-
gidallvo : leiaonobre depulado (entrega o regula-
ment no Sr. Francisco l
l.ogo leudo sido altelo oslo negocio eunimissao
de Iegistao5o,c leudo ella considerado qual u lci com
ii'lcnlo, e visto <|uco protessor (lava no caso dewi
ululado, aprescnlnuu prujerio. (Juanlo a atilhcnl
cidade dos ducumentus,...
O Sr. Francisco Joilo : Eu nao neg.
O Sr. Portella : Enlao como qur o uobro do-
puladoqiic seguiasse aoonunissu seno por essos
documentos 1 Por deuda proprin ? Eu nao a (e-
iiImi ; o a nao nos giiiunnos poi domnenlos an
'.idos, nao sei por qual ou
teriio, favor ao peticionarte
diputada! lerao visto pcl
inen modo de volar, que eu nao son amigo de pa
Ironalos : as iniuhas volae&es o manifestara :quan
ilu eu c o ilion honrado collcga c amigo o {Sr.Sotti
//lio), lavramos esse parecer, nao I vemos cm visl
proteger alguem. Tivcmos cm ronsidcrncAo o- do
mnenlos, as raines do peticionario a a disuosic
do rcgulamcnlo citado. A commissSo |kit lauto pre-
euchcu o lu > que levecm visla a nsscuibla quau-
do Un' roinmetteu csse negocio.
OSr. .4guar :Sr. presidente, eu nAn ped a pa
lavra para impugnar o projeclo, mas para ver se
posso sabir das duvidas cm que anda me acbo a rat
pcilo do corre que deve pagar cssa jubiladlo. Il
sobre a mesa um rcquerimenlo de um inen nobr
amigo rcinctlcudo o projeclo rommlsso para re
eonsidora-lo suli esta puni de visla, o urna emolid:
de oulro honrado memoro designando os cofres pro
vini'iaes como aquelles, que dcxeni sollrer o onu
dessa juhilactlo. Eu devo dizer, que nao me parece
muilo justo que os cofres prov iuviacs paguoni essa
deapaga, embora uvoqucm os que assim pensam e
qiiereni o (icnsaniciito Jt por loi adoptado nesla casa
cousideranilu esse professor como emprecado publico
Se bem roinprohoiido a qucsto.Sr. presidente, creii
11.I11 ei rar, eutenilendo que a rosoluvjo que se refere
floi'iiladaoaposculailo.nailamaislcz do quedar a os-
le individuo o carcter que elle niiliulia.e habilila-
lo a gozar das vaulagens iulioreulesa qualidade de
empregado publico; porvn Luiibcn oslou peraoadick
do que uessa resolucan lulo est implcitamente com-
proiiendido o pciisoineiilo de que aos rufres pro-
vinciacs corre a ubrigacn de pagar cssas vanla-
OSr. Cauro Uto di
ti Sr. .guiar : Ser
lizer que soja pago pe
ventura os -civici prc-l.
mi uparle,
iluviila.m
lu
silo de nalureza purai
lal dev
io qn
I proviuciaes. So |
ir osse profrssor n
ivincial, nao descubro
a/.5o pela qual deva ello ser jubilado cargo de*M
rtveila, c lauto maisquanlo. para ler elle o carada
de empregado puhlicn, epor consequencta dlreiloii
o-sn jubilarn,tai neoessaruv una resoluctlo especial:
losiillaiulo daqiii. roinii iialural corollario, que a
quoni elle presin essos serviros incumbe a remune-
rarn dol.-.
Se esse individuofoi ronslanlonicnlc prof.-or di
eolleglo dosorpliAos, se csse vollecio lom una rcrei-
la na, se lem lie* parlirulurcs que conslllDom (
sen palrimuno, Insta dos quaesse manlenie pro-
pias suas necessiilailes.beilaro que csse patrimonio
be quciu dey'-upporlai upo/o da juhil.ico resul-
lante dos Serviros quo lliefuram prestados
Se porveiilura a asscinlila entender que un om-
|irciado municipal deva ser aposonlado, quera pa-
gar cata apoaeuladorja 1 liado ser liuoo-amonioa
amara municipal pelas rendas do son palriiuiinin.
poique do contrario 'lia ferroso consagrar o ab-
surdo de que i um cumpria remunerar os sen ion
prestado cm fa\or d'oulrn, oque, scinduvida. nn
se compadece com a raane a justioa.
O Sr. Catiro LeitO d um aparte.
ti Sr. enriar :Eu j disse una vez que cssa lei
nao fez mais ilo cpic ooiishlcra-lo empregado publi-
co para eozar das vaulagens do lunar, mas nao csla-
luio que a provincia carrecasse com o oiiiis de sua
jiihilaro. Sao sei como se pnssa entender, Sr.
presidente, qu.......cniprecado.duronlc o seu exor-
ciclo, soja seraprc pago pelos eolios dn patrimonio
dos orpnlos e no monienlo que se u|Hiscula passe a
ser provincial easa deapea Abrm os nobres
depuladns as roulas d'aquello eslabolecimcnlo e l.i
aueontrario casa verba; coiiilarneraenle applicada
i" pag.....ente do proeasor, c agora que se Irala
do sua jubilaoao. con.n pretende! que, por Mrlmlo.
por inilagae deesa lci que Ibe den o carador de em-
prendo nublico venba a sor pago polos conos p,-
vinciaes !
Seohoree, aluda liaveria um iucomonienlo mullo
grande, se acaso passasse i sle precedente : a verba
ailual dasjuliilacies lase ada Uogrande c lao ele-
vada que ral causando serios temores, o ostou mii-
uoijuo, a coulinuar nesla progretaao, d'aquia meia
duza d'annos.,.'.
f Ha algunt apartes)
ti Si: .Iguiar:Molade das rendas da provincia
ser absorvida p iranoieoladoriiue jubilarlos, ospa-
cialnientesese aiinillireni laes pieoodenlos, porque
qoilquer empregado municipal, ou de oulrs qual-
quer ordem piulo juluar-so com diroilo a pedir ano-
senladoria,quaudo Uvero lempo necettarlo. l'or
quo lazan nutro empregado do eolleglo dos or|iliaos
nao podara pedir igual favor ?
ti Sr, Castro Le!w :A casa ja indeferio.
o Sr. "Hgaiar :Pudo nao Indelerir de nutra
vez, |nrqno ni uSosOiqual a razao para que un de-
va goiar dosdireilos, das imuuidadesde empregado
publico e os "lilio. mo po.-ain ler igual aspiraran.
Por lauto, leulio duvidas c duvidas mullo serias .1
esto iospoiio.
Eu nao voto pela emenda do nubre depulado,
porque acbo, que ella |Kide laier un mal incaico!
Vel n provincia, porque cnlendo quevai abrir u
precedente muilo perigoso que deve dar lugor ac
Rolarcm-se iuulilmcnlc as rendas proviuciaes. I'r
miaslo j.i deu o seu parecer. Vejo, portante, nenio
adlaineiilo, romo disse ha poucos das um iilustre
ilopul i ln. una morlc que se quer-dar no projeclo.
Nos Icuiii" poneos dias de seato, o prtenlo temos
que nao bovor lempo.para aadiscutir o projeclo.
O peliclonsrio rccorieu ncala casa, por j ler
sido iinloferhl.i pelo iirosidenlo.....
O Sr. Francitco Joo:E por que foi iiidcfe-
rido'
O Sr tUittro .eao :Oo sei. Mas, digo cu, o
policiouario recorreu a esla casa, c ella ralo |iodc
fazer niais do que fez: aulorlsar o governo a jiibil-
lar csso omprogudo, que prova quo o seu estado i lo
saudo Ibe nao permillo coiillnvar no oxerclcio do
seu eraprego; pelo que acbo que a coramlsso obrou
mo bem. Eiilcudo, pulanlo, que a emenda
deve passar, e cnlendo quo estas comidcracflcs sao
bastantes para iuslilicar O meu voto.
Encerrada a discussSo, be o proieclo pprovado,
c roaeilado o addiainenlo c a curada, que foram of-
ferecidos.
Enlram cm :1." discussilo, c sSo approvados, o
projeclo n. 22 quo approva o camiironiissoda rinan-
dade de N. S. da l'enba de Seria lulbada, e o pro-
jeclo de iircnnieii|o municipal, com as emendas a el
leolTerccidas.
ConlinuacJo da 3." discussao do priijcepi n. 2, des-
te auno, que mando illuminar a cidade de Ciuianue
ci/in 30 luni|ioocs.
O Sr. Mello fego :Sr. presidente, leudo sido
cu o autor do requeriinento que pedio o adiamento
da discussao .leste projeclo por 2\ horas, c leudo a
casa asscnliilo ao inen pedido, julgo-me na obrigarAi
de dar os motivos porque o propuz. Eu disse na-
Suella occasiAo que precisavo recorrer a certos da-
os, que nao linba mo, para juslillrar o inou voll
contra o projeclo ; boje aclio-mc munido desses da-
dos, o vou aprcsenla-los casa para provar que, sen-
do nsuuloicnlc a lllomiMeao que se prope pan
Goiauna pelo menos por osla razao, Molo por ou>
Ira deve o projeclo ser rcjeilado.
Eu quaudo fallci pela priinciiu voz oppuz-ino ao
projeclo pela ralao de que sendo a illuminacao um
benelicio local concedido a urna cidade, a sua des-
lela devia pesar sobre aquellos que o gozasscni, c
nao sobre lodo o municipio ou sobre oulros muni-
cipios, mas a casa nao allendeu a essa razAo c ap-
provouo projeclo om prlmolra e segunda discussAo,
c por i-o nao iusislindo inais ueste poni, cucara-
rci a queslo |Kir oulro lado, porque cm ludo quero
arouipanhar os nobres depulado-, que siislenlain a
idea que cmbalo. Propendo o projeclo, que so di
III lainpeesn Golanna, eu disse que anda |Hir esse
lailoelle ora mao, |iorquc esse numero era m-uili-
cenlo. A casa, pola, me porinillra que eu cite as
prucipacs ras daquolla cidade, bem como a exlen-
slo do cada nina deltas, |iora que se saiba, que espa-
co se prclende Iluminar.
ti Sr. ElteUlta :O nobre depulado medio?
(' Sr. Mello fago:Bu luedirel depob. Diaso-
sc aqu om oulia nrcasiao que se dev a conceder II-
I.....luaeJoa (ioianna, oomo um elemente de segu-
lanoa publica, que tenda a evilara perpdiaoao dos
riiincsr a facililar a acrAu da indicia ; eu disse en-
laolquc por easa raaao deviam ser Iluminadas as
na- ni.o. datarlas e temlas, onde so podiain com-
meller orimes mais laoilinente do que lias mas con-
Iraese mas puroadaa; respondeu-ae-mo que no,
que deviam-eo illumlnar as mas princlpaes. Bem,
eu quero conceller ludo aos iiohros depulad
i pelo lado que ellos | lano de (
clpio, sent aos babilanles da cidade de (loi-
anua se fosse para o municipio luteiro eu vola-
ra...*
ti Sr. FtelUln da lirfi aparte.
" Sf. Mello fago:O uobre dojiutado podo
responder a si inesmo, so recorrer ao hala neo da
rccolla e despeza, ah ver que a renda da dcima
arrecadada na cidade do Hccife lie superior i des-
peza da illuiuinacllo: e note bem que o benelicio
,la lliiiuinai'An nao lio propriamcute dcsfructailo
pelo municipio do Hocifo, mas sim |iela cidade do
Recite. B nlo tenlia o nobre'depulado iluviila de
que a popula desla cidade lenha dircto nio s
ao bonelfeio que est gozando, como a todos os me-
lln amentos de que ello linda precisa, porque para
isso paga com sobra: no mesmo caso, porm, se nm
acba a cidade de oiauua, cuja renda be muilo di
minute.
Mas, Sr. presidente, como ia dizendo, so se pre
Icndcssc conceder qualquer benelicio ao municipio
ib- (oiannn, um dos mais ricos o rendosos da pro-
vincia ', se so Iralasse de qualquer uielboramenk
para o seu commercio e agricultura, eu seria uir
deaprimeiros a preslar-lbc o meu voto: a aberlnn
do rio Uoianna, por cxcmplo, be um inclboramcii
(o imprtenle para aquella comarca, e nao menoi
para a cidade, porque elle trar como consoquen
ria oulros quo aproveilaro quasi que gilmente aos
habitantes da cidade Irar a neressidade de cons-
lruc(o de um grande caes, cm una das principacs
mas, bem romo o mcllioramenlo de certas ras:
obras estas que sao |wr sua nglurcza muniripaes.
mas que se achara ligadas ao mcllioramenlo do rio
o para as quacs esla casa lom volado quola. Por-
tento lie manifest que acidado de (inannan.lo leu
sido esquerida, c nao esl mal aiiuinhoada; pele
menos est actualmente muilo dcbaixo das visl.-e.
desla assembla odas do governo.
So porm sso n3o bast, c se quer que mais al-
guma omisa se d a cidade do (Ioianna, cu acompa-
nliarci ans nobres dcpulados, ou rollucar-mc-lio
ilianlc delles, se fosse nossiv el nesla discussao, c pro
poria que cm voz de ilar-se esse dinlieiro para Mu
minelo, m den ontw ImpreatasBa cmara muni-
cipal para a lacinia da fonledolanquinho apoiiuht
u que seria mais provoiloso do que os :W1 lampcc
para IluininacAo. Seria isso mu benelicio nao ti
para I cidade, como para o municipio; porque come
-al.....i lodos ipi.-mn- conliecem aquella cidade, lie
n Tanquinho um lugar do muilo transito, c por
do enln.....dteassucar para embarcar na cidade. c
nnde ali is lodos os anuos acontecen! mollas desgra
oas c ihlo-se niuilos prejnizos, por falla do um
ponte. Ilir-nie-hao quo cssa obra tic municipal
bem o soi; mas conin a cmara municipal, pela c\
cuidado de suas rendas, nAoa pode fazer, c os uo
bies depulados se acbain lao possuidot da idea d
i'onreder-sc mai- um inelhoramvnlo cidade de Gol
anua, ao poni de so ircui Icinhrar da illuminaco
prnponhamquoa poni do Tanquinho seja folla po
coma do-eolio- iia provincia, e veno se eu me lio
de recusara USO...,
ti Sr. Bilellila:Isso lie una dospeza de 3 niil res.
ti Si: Mello llego :Esla ensaado; he obra pa
ra porto de 2 eolitos de ris, se so quizer fazer un:
obra boa ; porque 0 que l exisle nao preste pan
nada, nem piulo ser aprovoilado : saiba que fui a
c.se lugar examinar o que ora neeeasirlo.
Sr. piosidenlc. eu nunca ouvi dizer, que a pnpu
2
parte di
ii da evleu
h,
quero encarar a quo.lao s.
m apresenlarem ; o desde ja rcs|iouilcri
iiohio depulado, di/.eiiJii-llio que ooiihi
rto das ras de Go.....a, porque rom
uobredcpiiladu, adida ha ponila eslive Irabalban-
d, o Tul encarroado de levantar a plaa da cida-
de. Vejamos quaossao as principaes ras, e que se-
gundo os defensores do projeclo devara do preferen-
cia seren Ilumina la-, sao as segiiinles: Rui lliioi-
la, ra do Amparo, Una do Meto, boceo do Parlo,
ra detrs do Rosarlo, ra Augusta, ra do Rio,ra
da Ponte, ra do Rosario, beceodo Cavaban! i, na
da Misericordia, pateo do Carmo.rtia Nova, ra da
Soledade, ra d CoCOicSo.
En peo,, io nobre depulado eoltando-u para o
Sr. titulillo, que he o principal asignatario do
projeclo, eque lera pleno conhecnienlo do logar,
que corrija qualquer Inoxaclldilo que en commeller,
|ue diga-moso nSosS.....ia- as mas principios.,..
t) Sr. Belillita:Sao.
OSr. Mello llego:...So qualquer dolas pode
Miar de ler lamnoes, no c......le dar-ie a illumi-
f'i Sr.Reputado:A ra Nova hunbem?
OSr. Mello llego :-E porque nao'! (indo Uta
iihlo a ra Nova'.' N.io legue loco do pateo do Car-
noque he central? Sla- om lini ou eolio.......udo ;
liM-me e o noble depulado se a ra Nova podo
dispensar a i........naejoi
OSr. EelellltasBaila que sejam Iluminadas
i na- eommcrciin.
OSr.BarroBrrelo -Mas o commercio nao
faz a noile, la/ e de illa.
o Si: Mello llego:lleno de mencionar indas
doinilsiiia-, queiuTosaoccnlraos,eque no en-
tender dos nobres depulados podem dbpensar a illu-
.lo : mi.....o assim as que lenlio rilado rorinnm
xteiuaode l.->J(luaoa-, para as quae- d o
lio :i" lampeos. Vejamos como sao
dos.
Retire relo, na
car o- lampeos
tt3
l>n......pul.......
._' I palmos do olervallo. Ut
I,261 lig.....pelo mellos, (I lampeocs, de sor
i......s laes :ll) laiupeois do projeclo mal cliega
i para a ra Diroill, ra do Amparo, berro da
tas de Roma, hocen do Cavaleanll, ra do -Meii
um.i
piojo
Irib
No
los
loln
dis-
nssesi
i dlsli
i que
ni"C
ote
o, quo eosKima-i
ioia ,1o 25 nawos,
ni Goiauna se una
ludo seja
adislancii
f,r
lupl
lito p
s sejs
tad
cidade mi
Jusllra lln
sentimental o
que lodo-o- am
pW...... '
prejnizos c ilain
recelos; e por i-
duvida deque e
es-aria do qu
soirre-so malesedesgravas porril-
lo ; aseguro a V. Exc. que he una
ciliea, e os seos habilamcs, honra e
un fcilas, sSo dolados de mullo bous
limito bous cosanles i enlretente
......mvsniopeb, vorto, se d.io na
anquinlio mullas desgravas, mullos
ios: n.io se |H>de passar por lili sem
io creio que se nao poder por cm
sa obra seja mais pioveilosa c nc-
illuminneao proposta
na do llio ; lii
Ora jase v que h
is lampones.
O nobre depulado, q
I so aqu na casa, qu
do tedas as unir:
leeeatirlo duplii
ese
llllliwmil ile
que oslo
,1.11.1 o se
negocio,
liare
habe
pndt
lio
limicio-nic pois peloadiai.ic.ilo, |
Oc que a comnusso rellcxiouar
vvrdopoisilelicni meditado sobre
litara a casa para volar....
o Sr. Cauro use: -O nobre def
apii.'-oulai urna iinoiiila.
O Sr. .Iguiar:Eu nao mo iueumbo de cmen
dar, c somcnle cncirrego-ino de combalcr i cinciuli
do nobre depulado pelo grande alcance que Ibe en-
jergo, e pode ler pnis om casos desloa, que lano af-
foolam as rendas uublicas.acho quo he materia mui-
lo seria em demasa....
O Si: lustro Uo :-No aflcola lal.
O Sr. guiar:Pois dar um dirciln semelhaii-
le. que pode Inriiar-se extensivo a outras innil.o
crasses de que esta livrc a renda provincial, uj
um diieilo iwriiioso ? lulo lie um prcrcileiilc I
*1? nao altela ns rendas publicas'! rnlciido que
sim.,..
t> Sr. Catiro laSo :Conformo a oecasiAo.
. OSr. .lMar:-Euii.loeBloufallanilu,neiiiineio-
jo pelas oecasioes ; uAo teuho un volitado ao peticio-
nario, mas quero nicamente, quo a assembla sejs
milito eiicuinspieb na ilo-iguario do cofre que de-
ve paliar laes aposentadorins ; desojo que olla alien-
to bem, veja c evile quesev abrir urna vos por
onde dc\u correr lodo o saiiuue provincial permil-
la-se-mc a cxpressAo vm favoi dessasii|ioscnlailori,iso
jubilavoes que ja sao cm numero liein cresrido o
(|iie niaior so turnar se se lizer vxlcnsiv o aos cin-
prcaaitos do collvgo dos orplioos e do outras repar-
lioie-, que devendo ser panos por oulros eefns, p.i--
sarem a se-lo polo- provinciacs. Sou obrigado a
inanifcslariicasacom lealdade os mou- nni,-. ,.
sulimeller-llioas miulias consideravcs, e cnllocsta
assembla deliberara como I he parecer mai- cee>
veneute e mais justo.
O Sr. Catiro Uto t-Jir. presidente, lenbo de
dar a raan |iorque me assignv venvido, e de jusli-
ficar una emenda que niaudci mesa.
Assignci vencido o parecer, na so pela comido-
ravao do que eutendo, que o lempo que o emprega-
do esta dociile nn deve ser dcsvonlodo, romo iior-
quoiluvidavaseellodova-cr juhillado om rozao
la legislaro antiuo, ou se pelo regulainenlo da IJ
do mato de i > 1 : foram estas ai razos que rae le-
varain asngnar vencido.
nanlo emonda que manda quo essa ,-i|m-on-
ladoria seja paga pelos coflres provinciacs, cu
lirei ao nobre depulado que loria lazo se
liouvcsMn muilo* empresados da nalureza des-
los : ucsaecaso inxler o nobre pepulado ler molo,
porque enlo poda essa dos|ieza consumir grande
parle da recoda ; pus, -v apenas ,-i um empregado
lu enneedida esla grava descr considerado cni|irca-
coniiderna esse eiii|irvgado como empregado publi-
no parece que pelos cofres proviuciaes dev ser
mi me Iciil
, despeza poder
onlando eoiii :H> Il
rom ailluniiiiaoio bu elevada a 81, lu
lais de qualru conlos de res. Ora com
II.....hi.ivuu para (oianiia. nao llavera
i conccdel-a lamheinaNazarolh, Vicloi
io-o, que lem tan bous dlrellos coran I
I cun razan se queivaro, se nina \vi
lea da illuminaco, rccusar-ao-lboi o qu<
feridu
lien
lvud.i
I"
II
lln Sr. Depulado: Enl
pago at agora |iclos msmos cofre-.
O 8r. Cmfro Ulto :- Ouando elle lirou a eadei-
ra nao era empregado pablieo.
' m Sr. Diputado : Mas dc|>ois que foi. devia
ser paco polo. .olio, provinciaos.
ti Si: Castra Ulto : Mas ronlliiuou como es-
lava. O adiaiinnio proposlo innuMla ionio que nina
medula para hu lar a iiilnui.au da casa porque n.lo
sei cm que po-a autimoiilar o birlo de ser o nnn-
ioicucllidu de novo roinin-sin, poi que a com-
tl Si: Florencio : E Pao d'Albo, nao se cs-
queca.
O Sr. Mello llego : Anda nao traja as loura-
uia ib> cidade; c por isso mo fallare!.....Cao d'Aillo,
para quo so nle diga que eiirreio caprichosamente
o projeclo, argumentando rom villas epovoacoes. Eu
nAo quero que SO pense, que desojo que o projeclo
Caa sem mu motivo justo.
Mas porque raz.Ao so nao ha de conceder a mesnia
grata aos lugares uuv estn em idonlieas oireuins-
lancias '.' As quiln ciliados, a (iuiki-ikhi de ra ; ra-
da urna -. Ira/.oni nina desposa de Ib .mu-mu i. ; ,.
pcruuuloeu no estado em que nos adiamos, podemos
fazer cssa dcsiicza '.' acli.lm-sc os cofres proviuciaes
cm tilo -prosiicro oslado que possam coniporlar vs-v
vxrvsso itoiles|icsn aiiniialinenlc, quaiulo do da vin
da as uossas nvvessidadcs vrvsvcni 1 Ser prudente
aguravar assim a rcrcita da provincia 1
Sr. presidente, j veera os nobres depulados quo
nAo lie porque eu buha nui vonliulc ao projeclo.
nem ma vnnlado Goilnna, que eco o meu vol
- medida proposla: altciulam an eslaUi dos cofres
da provincia, altciulam IU necessidados a que (cilios
de oceorrer, o verAo os nobres depulados que eu
teuho rallo. Eu uAo quero cansar a paciencia da
casa; mas farei anda nina oonsidcraeiio, c he, que
quaudo nos na cidade do Recite nao lentos illumi-
uavao que salsfava as necessidados da liopularAo,
que roncorre de um modo l avullado para as ren-
das da provincia, como tic que vamos dar lampeos
(ioianna ? Os nobres depnlados que roiiherem o
bairro da Boa-Vista, lulo de ver que elle osl limito
mal illiiminado, c que (mintilo nao temos traa-
lo do nielhorin easa illuminav.ln, romana poiifuc
iw cutres provinciacs nao podcni comportar cortos
i'M'o-.o- de des|ieza. A Soledade o o Hospicio eslao
muilo mal Iluminados, o Corredor do Hispo i lera
Iros l.unpoc; do Clioia-Moiiino Maudalena mo
ha un lampean : da Estancia ao Maiiuuinhii o Ca-
nunga nlo ha um lampean ; o deslricto dos Coo-
Ihos esl as escuras; c linlavia cm lodos cuses lu-
gares so paga a dcima urbana.....
O Si: Cauro Uilo: Como nao podo ser comple-
to acabo-so com toda.
O Sr. Mello fago:Digo que, quaudo mis,
Mnente para na auginrnlannus a nossa despeza,
solliomo tuna m illuminaco aqui no Recite, on-
da alus a renda urbana he superior ao que se gaste
com lal illmninaeao, he quo devenios Ir Ilu-
minar s rhlkdes ilo interior, o cnlSo de um modo
completo, como quer o projeclo, com o que se
quo
l'nrqu
ao conseguir o bem que so lem em visl
ja di-e. a Miiieedei -o illiiiiiinaeo a Goiauna, ilo-
ve-se proceder do mesmo modo para com Kio-l'or-
inoso, Nazarelh o Victoria.....
Cm Sr. Depulado:(liiando fdr posslvel.
O Si: Mello llego:Sim, quaudo Mr posslvel
de-se a ledas ; mas nao se eslabilerain preferencias
quo lio odiosas, (.lito nnlhores ilhoilos lem (ioian-
na do quo aquellas onlras riilades! Tom-se dito que
lioianna he um municipio muilo rico, que roncor-
re muilo pata a renda da provincia, alas, eu mes-
mo fui o prinieiro a dizer isso, assim romo disse
laiiibiin que este bonelirio nao be fcilo ao rauui-
linlendo |iiiisqiicoprojocln deve ser regcilado cm
3.* discussao.
ti Si: BtlllliU :Que inlercsse que innslra u no-
bre depulado!....
OSr, Mrlhllego:Inlercsse meu! Que inle-
rcsse posso ler eu nisso! O meu ulerease lie o mes-
mo que lem o nobre depulado, c quo devoros ler
todos, he o interesse de seren bem applirados os di-
iiheiroe da provincia, que nos eleccu para i-ssc lim.
Nao teuho nem posso ter nutras vistas, nem ulitro
iiilotosse nesla diseussAo.
Naoroncluirei sem fazer anda urna vonsideravAo
queja em unir oecasiAo avcnlurei. Senliurcs, d-
gamosi verdadv, embota ella desagrade qunn
quer que fr; lodos sabemos como sao feilas nscou-
a vm nossa hit a. Nao diogando os Irinla lain-
pooes, como dcmonslrci, para illumlnar as princl-
I.....s i atas de Golanna, lll de acontecer que sern pre-
feridas aquellas ras em que moraiem certas O de-
rramadas pessois influentes do lugar.
Os que livorein haslaiile.inlluoncia para fuer col-
ear um lainpv.uivin-iia porta, lirarlo servidos, au
isso quemas quo mais uerossibiin de illiimiuaeAo
arlo n Mearas, porque nao Itrio um advocado no.
ro-o, que poriulcresse prlnrlblliearrinjjem um so
inpraii! E d'aqui o que sesesuir'.' As qucias,
as rivalidades, os ciuuics, as iulricas, as disseiices,
II lese.....po-ltiia- o lricas, oniliin. Ilcniaueira que
a tal illuminaco, como se quer. M antes produiir
males em vez de bous, porque ha de daroni resulta-
do muilo- do-coslo-, multas lricas : lodos bao de
adiar que a sua i na he B que mais precisa de illiuni-
nac.io. Ora, nao pod.....lo lodos seren salisfoilos, ubi
lereinos o- descoslos mu entupo.
Prtenlo, nina vez que se nlo |h.,Ip dar lluinina-
'."""......piola para (ioianna, lllvlho, he que se non
d i.....hiiina. \ ubi anda vonlra o projcrlo.
O Sr. Frawire Joilo proniinvia-sc contri o pro-
jeil.
Vio 4 mesa e-,io apuiadas as egullllol emolidas :
ii Suppiiina-soo arliuoaddilivo. que augmente a
illiimiiiacAii do (lliiula i...... :lil lampino.'......i pro-
jeclo em lugar de30dlga-ae60 lampeos.Cns/ro
tsllo
ii Requoiro que o projeclo quo so discute soja re-
inolliilo roiiiini-so do ropinirrrio a acricujliira,
para, considerandos malcra, proporo que Ihe pare-
ce, mais ajuslailo a realisar^ bonelioio que se pro-
poe para lehladl de (ioianna.Prancim Joto.
O Sr. Sonta lleh : Sr. presidente, aehava-tno
bem cuiliarncado na prvenlo queslo, porque eu a
linba encarado por iblloietilos modos ; ronlimiii
anda uvsses ciiibaracos; tendo porm oiivido o un,
tire depulado, que prmieiio fallou nesla quosIAu,
nao pude lo ai silcurioso alim do demonslrar, que
dleMicha em perreitaengane verlos respellos,
mi a ic-peiin do alguna fiimlaiucntos cora que sup-
pdi luslcnlara suaopinllo.
Sr. presidente, quaudo n nobre depulado que pri-
men..........o falln, quiz fundamentar a sua oppi-
niAo, Iroiixctomo prova a poura renda provincial
da cidade de Golanna : elle confessou, que o muni-
cipio lodo liulia nina renda consideravel, mas, quo
coniu o benelicio que se pedia,da illuminaco smen-
le era apruvoilavel aos moradores da cidade, dev bi-
se na discussao ler allone.in na i ondas projirias
desla.
Comquanlo eu cutenda, que semelhanle nrcu-
inonlo nAo deve valer para que o projeclo que so
discute passe ou uAo, i.....pie me parece quo nenliu-
malel existe que designe pata a Ihimiuac.lo das ci-
lla des, ou oulro bonelirio dolas, tal ou lal ronda ;
cuniquantuviilenda assim, o por talo mes..... pareca
que en n.io dev era Halar de combalcr semelhanle
arcuiiioulo, eoiti ludo ou ostou proinplo a deinuus-
liai, que a mesilla leuda da cidade be sullicienle para
essa Illuminaco.
Julguei que dovera pedir a palavrac demonslrar
ovidciilciucnlen que disse, pnis quo para ro.....ovar
esla un uli.t oplnllo, eu lenha nAo so o relalorio do
uobre inspector da Ihesnuraria, comii mesmo o sen
lesteinunho :i respeilu do algumas rendas cujas ver-
bas nao vein especificadas, e |M>r isso as nAo |iusso
ipresonlar em visto do mesmo rotatorio.
Senderes, como lodos sabom, ss rondas provinciacs
constara dn sello de bcranvo c legados, de ).( sobro laJNca do gado, do do -JO |ior cenlo
sobre a agurdente consumida, do de II) rs. iHir ra-
nada de bebidas espirituosas, do do 3 por cenlo do
assurar exportado, ote. So pois eu poder demonslrar,
que -oitioule o imposto de s.VKI por cabera de gado
consumido cm Goiauna, o o do sollo de liera'ucas c le-
gados silo sitHlcienlos para quo se conceda i Goiauna
nao ji :g) lampeos,seno (MI, pareco-inoler chocado
ao lim a que me propuz; islo he, do demonslrar
Iiio o nobre depluadoosl cm pe bulo engano.quan-
o awteuuruii, que se no potito vencedera illumina-
co a cidade de Goianna, porque as suas rendas nlo
chogavam para sso.
O Sr. Francitco Joao: Esses iniposlos nao sAo
urbanos.
ti Si: Soasa Iteit: E enllo o nobre depulado
nn quer considerar o sello de licraucas como imposto
urbano? .
O Sr. Francitco JoSo : Nao senhor, nao pudo
ser.
ti Si: Sonta lien : En digo que pode al cerlo
nonio: qoando se perceber o sello por herantes de
individuos que houvessein morado na cidade, nao
piale dcixar de ser este imiioslo considerado urbano,
porque he do nalureza lal...
OSr. Friuirheo Joilo: Pode coulinuar,eu nlo
Ibe quero dar apartes.
O Sr. Soma elt: Eu son vloro lie verdado,
e lalvez que estes apartes mo perlurbeni; mas lo-
nho mnito prazer em res|>onder-lhe, c secundo fo-
rein ellos dados, porque me paiece, que alguna I
apartesservemdemelhorortonlara discussao, qdan-
do ellos nao teem por lint embarara-la.
Mas, comodlzia, eu considero verlos iniposlos co-
mo urbanos, c como laes os ineus nobres collegas
mo podem dcixar de considerar pelo manos o im-
poste da decima, o o de 29300 rs. por cabrea de
gado consumido na cidade, o so me roncedem, quo
este imposto lie urbano, me hao do laiubcm conce-
der, que o imposto do sello do herancas e legados
das pessoas que liouvcsscm inorado na cidade s3r
lamhein urbanos; porque o fundamento que so di
para quo o priraeiro seja considerado lal existe lam<
licm a resueilo do segundo. Nao ponto exactamente
dizer qual o valor tle:lo imposto ; porque nlo sei
qiianlo elle ronde, considerado assim : quanlo, po-
rm, ao imposto do 29-100 rs. sobre cabecade gado,
do relalorio to nubre inspector da Ibosouraria se v,
que om Goianna foi arrematado poi b:VH-i......-
Scnhores, na comarca de Goianna cxislcm certoi
lugares determinados onde smente so mala o'ga<
do para o consumo ; cuses pontos sao : a cidade, i
povoac3o de Podras do Fugo, a do Nossa Scnhora dt
O' o a do I ejicupapo, onde nicamente se mate un
lioi por semana ; iito eu posso assenurar porque ei
antes to vir para esla casa, leudo lido as discussoes
que nella houvcram osle rospeito, o persuadido di-
que lalvez livesso de ser rbiimiulo a lomar nssento,
preveni-mo loinhcm para esla tlisrnsslo com o lim
principal de rebaleros argumentos do nieu nobre
amigo .porque cites oltendeni do alcum modo lci
tiatlo tle (ioianna, apresenlaudo-a como una vida-
tic de punca ronda.
Mas, como ia dizendo, na povOecSo de Tvjuru-
papo mata-sc um lioi por semana, na do Nossa Sc-
nhora do O' oilo lambem por semana, c em l'rdras-
dc-Fogo do vnica trilito nos dias de lona: he, pnis,
iucoiilcslavel, que por um cainita, que nao pndi
falhar so deve concordar que pelo menos tlous ter-
cos dessa renda silo arrerailailns na cidade ; c poi
con-eciiiiilc temos doste imposta una renda urban
de qualro conlos de ris pelo menos; ao qual se de-
ve reunir mais o ta dcima que anda por mais dt
200 mil ris ; o que boje lie realmente quasi nada,
porque este imposto j rendeii mais de um riinlo dt
ris ; mas em v irlude ta redcelo que se fes, man
dando-so que o pagassem stmeule as iiovoooies tpu
livcsscni mais de rcm casas, c que rendcsscni mai'
de rincoenla mil ris animaos, lirou elle muilo di-
minuido ; piuipio as casas em Gniaunn sin mtiih:
baratas ; mas nao obstante temos j 1:3001 lOOr.,
lomo- aiuila o imposto do sello de herancas, aln:
ileuulrus ; por ronsequencia podcuuis tlizor, sem rc-
coio de errar, que a renda ta eitladc he pelo mono
tle cinco conlos tle ris, c como, segundo rae pare
re ler oiivido dizer a um nobre depulado, I de-pe
za dos .-IO lampones esl calculada era ilous conlos
tle ris pfluco mais ou menos, lie claro que se pil
cm odor, nlo so 30, Molo (Ul lampetles. lomando
so por base dessa conrcsso a ronda urbana.
Este, scnhores, tai o lim a que mo propuz o suppo-
nlio ler doiiiuusirado evidentemente o quedeseji
Tondo por lauto respondido esta parle do discurso
to nobre depulado ; eu passarci acora a tlizor al
cuma musa a respeilu do vota que lenbo de dar ai
proieclo em discussao.
NAo vota, seuhores.para que se roncedam 3(1 tan
pedes para Goiauna. o au vota porque cnlendo
que ln lampona nao prcenrhcni ti lim que os no
brea autores do projeclo Uverarn em visla.
Scnhores, en cnlendo, que a illuminaco de um:
cidade llevo sor considerada por don- lados, ou con
O lim de prevenir dolilos que se possam commeller
uu como mero luxt,; e siipponho, que nao haven
erro em dizer-sc que actualmente seinclhanlc be
neltcio seno concede, Mnloporlusoj porque se
tibores, o que boje nicamente piule prevenir os de-
lirios au he a illiiminacu, be a boa educacAo, ht
a moral quo so deve procurar introduiir na socieda
tic; porque sem os bous cosliimes, sera essa mural
rae parece que senAu utilera esse lim que so dcsvjt
alcancar, por vil da lllnminarao ; porque mis lomos
vislo que, al luz tlu sol na sua manir laritlailc
lado
lera pert
de imagd
i nina ou
conceder
OS deiiclo.
l'clizincnlc. *
[ioianna ; purqi
lous oulro- fac
la eidatle, que n
es os mais horrorosos que se
Nao boa luz haca de um lamp
ra rua, porque assim succeder
10lampeos, queso ha tle previ
liberes, nao so pode npplirar isi
uc cu moro all lia 3 anuos c api
desla ordem se lem tlado dentro
ccaiii monoao, mu assasslnalo
ilguus ferimenlos :n nsstsslnllo mesmo leve ln
un ilia tiiiiitn uolavel: notlia em qiieum inissioii.it i
apuchitiho la/i a a sua pretlica c era um iiiaiitl
po assassinava sua miilhcr. E leudo nosse inesin
lia reconeiiiad i-so com ella de mancha que s
luppoi, que elle fura ti isso levado para porenl pra
tica seu 11:111111:11111 inleulo. Esle faci o alguus le-
ves feriinenlos, slo unicamenteos queso lem dad
na eidatle de goilnna, vm 3 anuos ; parvee, pois.que
islo prova siillicienleinenle a Iranquillitladequeroi
lia nossa eidatle.
I ull,ni-ln assim me prete ler tlonionslradu que
eu repulo nvvvssaria a illuminaco de (iiiitinna, litio
para prevenir os delici-, mas por tuvo, porque eu
quero que Goianna litve, nn eom M) lampeocs,
'.....i 00 ou mais so for possivol. En porein ntlo es-
Ion a par das rendas do provincia, nao sei mesmo so
oslar as tareas dola voinporlar seincllianle despe-
za : ou Iciihodesojusdo ooneorrer paraos inollinra
minios ta cidade de Goianna, quero mesmo que el
la itixe : mas olla conten em si pollo de 50 rita
sem exacoraco nenhuina ; o nubledepuladii 111011-
oiuiinu as principaes. utas dciiou de inoneionai
mullas por oxeniplo as da MassanuanaHlo-Touqui-
nhii-diwGihi-do-llarro-Xermelho-da-Praia-da-For
011 Ira
1 fosse
abo de
Jllsli
Se
lili
l'i
te 1.....ilivo para so conceder iluini-
iincnle a pieveneAo des deliolos, dc-
:1o nessas mas principaes ; porque
I Mua nseslabcleoimcnlos abortos,
iaiii cm parle prevenidos os tlelit-
tpte sao menos frequenladase quo
inorar. Assim pois me parece ler
1 meu vol nesla questeu fapolaim .
inda podease comportar esstt deanexi,
por ella ; mas oslando convencido do
otoconlraella; voloconlra o projeclo.
oque lambem esl em diseus-o tuna
o augmenta a lluniinaco.dc Oliiula ; a
da eu nao posso dcixar tle lipidi-
es que leiiliu presentadoa rea-
Itiiraiuarn de lioianna ; slo
ssidade da illumiuacAii porque
1 a par das rendas
Esloii pois disposto
ntla, bem como pro-
mi quinta mo nao
e-arrogar eom essa
indi, que aucir
respeilu desla einoi
r as mesillas ra
pello da pretelidid
quanlo 1 nec
intii au mota nao estando I
sa cidade nata posso di/.oi
otar lambem conlra esta ei
leudo volar conlra o projocll
piovarctn que pode a provin
Icspeza.
Encerrada a disrussAu he
mcndl de adiameiilo,tpie lie
I endo dado a hora.
OSr, l'reiidcnle, desidia
a a sossao.
ihmelliel:
empalad
ordo
lavoluoAo
do diaelevait
COMARCA DE NAZARETH.
l.-lo mato de 1863.
Continan) nimia por aqui os eludios da pcrll
prximo pnssadt
lila Mil
u
il
nuiellid
acora vollado
isla terom p
l.llla
bacn dt.....ile tle 21 to |iroxiino ptissado inez di
abril
jlilnecominiiiquei.naolcnd
seus chotes, alguus dosquaes i
curarado essa capital.
No da 2S do p. csliverain aqui O delegado co su
delegado, c ouvi dizerquclotlosollosdesapprovaru
o proecdinienlo ta imite doS7 ; mas nao sei que pi
videncias lomar:..... para se nao repruduzirem I
laslimaveis sienas, coran as daquolla noile.
Na noile de 20 alguus encuetados entraran! ro
a mainr sera oorimonia pela venda tle um Anlun
Teixcira, c- foram-lhe desandando alctiinas biislon,
ilas : o Tcixeira, uoaoslantlo ta gracs, e querendo
ver e livrsde laes hospedes, poz-se ao frosoo, viinhi
a pagar o palo tumi porrtlo do loura, que que-
uii-se as csvaramuvns.
lie de nolar-so tilias colisas ueste suceesso: l.,
que essos niascarados so alrcvcssem a vir perpetrar
semelhanle rriinceiu una casa paredoc mcio dn do
llr.juiz iniinitipal, e adez pasaos, quando inuilu.do
quarlel do destacamento, c da guarda da ratlcia ; e
La, ,p,e se rcthassciii era paz Todava, cuinprc
dizer, que o l)r. juiz municipal aprescnlou-M ira-
ino, lia lamen l o, que senlioo barulho em rasa de seu
vizinho, mas, como nina aiidorinha sii nao faz verlo,
lirartun fruslradusos sens bous desejos pela inercia,
ou iniliilereiie.i dos soldatlos !
Iloiilcm houvcram Tercios de novas pcrlurhacftes,
porm, ai-liando-e aqui u major llerrulano Francis-
co II i n,leu a do Mello e oulros, sahumo polas ras ti
aroinmodiir .ilciun rec.ilcilranle. queandava puralli,
fazondo o Dr. juiz municipal o mesmu -, de manei-
ra que a noile nassou-sena maior Iranquillidadcpos-
sivol ; posso ella coulinuar I
Foram honlem dadus sepultura os restos inorlacs
tic Joo Autouiu de Moura, pruprielariu du eugu-
iihu Terra-Nova dosta comarca, o qual, dizem, sur-
cumbira a um ataque de apoplexia fulmiiianlc: u
i lln-Ir Aado gomada nomeada de lioinenidcboin;
a Ierra Ihe seja leve.
Tudo quanlo be Iwni Ihe desojo ; mas deve tain-
Inun repartir alguma ruusa romigo : doul de/.
X.
tunta particular.)
CfaMUlDOS.
AO PUBLICO,
AlsuU a dofeaa toa eentrauuloras do fomacl-
lueasa dan oaraM verdos.
Julganioshaver siitllcienlomcnlo provado que leu-
do os coulraladorcs cumprido de sua parte o conve-
nio al 2 de abril de 1863, o mosmo convenio nao
tara cumprido em iicnbiiina das suas-condirnc. li-
la oulra parle: c que a falta deasc riiiiipriinonlo,
esseneiulnienlc da ullima cinuln cm, que erand-
millir niudilicavOesno caso ezcencionnl de secca,
o que tara opporlunamenlo requisilado, molivou o
clamor publico, e deu orlgem a que o coulralo nao
podease ser cumprido dopois daquolla data, a secca
icio so est provada peto noloriedadc publica,como
ja o foi mil liideiiiemuiile com ns documentos
apresen todos no Diario n. 03: c agora o fazemos
com os documciilos abaiso de n. 1 a 8.
Releva porm alguma cousa mais dizer rospeito
ao oiricio tic 18 de lev oroi i o que o governo nos en-
viou i vido Diario n. 95) cm dito odelo o governo
recoiilicccndo a secca o desojando que o mercado fos-
se mais abastecido; oque fcz'!prupoz-nos o lcvanla-
nento das mullas aos particulares, que matassein
gadu, quo era a nica garanta para a suslenlactio
do contrato, porque fazendo matar a competencia,
i.....av a ainda menos inexequivel a execuen do mes-
mo contrata, lui du que, para mis lev nilarnin. as
multas para bonelirio Uo publico, uAo prccisavainos
da permissao du governo, pois que era um dircilo
iinsso, o se o governo quena bcneliriar o publico, o
devia ler fcilo 4 cusa de suas regalas, e ntlo I cus-
a ilas pasas!.
O remedio porm nAo eslava no levanlamenlodas
mullas, poi'pio rom islo nao vinham bols; a prova
abicslii, |mis que sendo iteposlcvanladas por nos, os
particulares lem vendido a carne tic 14120 patacas;
o que liarla a fazer, era diminuir o consumo, c este
sti |iotlio ser diminuido pela elevaco no proco tic
29100 para o nivel do preco lias domis enmarcas da
provincia, o para O nivel tos demais gneros, u con-
sumo diminua logo, o o tiliaslcviincnlo diario sea
fcilo sulOcienlemente cora O o 60 rezes, para cajo
iiiiinoio havoria sompre catn ; espcrialnicnlc se a
medid! fosse lomada cm lempo uppurluno, porque
ti consumo tle marco loria sitio menor, e lirado so-
bras para o me/, de abril, e assim pur ilianlc; mas
u governo enlenilou litio dever fazer sacrificio algum
ile sua parte, o acunselhar-iios que abrlsscmos mo
da tnica cai.mlia do ronlralo, islu he, as mullas
cun o que nada so romcdiiiva. Inda mais rerouhe-
r<.....o que o consumo era maior pola concurrencia
di populaco tas rrociiczias de tara, que nao linhan
sitio omit aladas, n que lenilusidu o contrata para o
foruecimonlo de seis frecuozias, uto poda ser obri-
gailn ao rorneciinenlo de 12; dit-nos que nao podiain
sor ilisrriininatlns os coni|ii adores, sem alinelo a
obricarAo que lluvia ronlraliido de remover os obs-
tculos a marcha recular lo ronlralo, do forma qui
nada absolutamente prnvidenciou.
Fomos porlanln vctimas da falla ele provldentil
du enverno o he contra ello que a |iopulaco se devi
queixar, que nao Conlra mis quo ludo sacrificaran
para bem ciunprir nossas tibrigaoios, sem que po
leas.......- sor intrcpailus por falla alguma al 2 di
abril do 1K.VI. Os ronlratadorrs, Manoel Joai/nin
do /tei/o c .ilbuqueri/ue, Justino Pcreiru de Fa
rio, Meiquila \ Dutra, tote Jocumim llotelho.
IIOCIMEN T OS.
i:.i liarlo de urna curta do leo de '.1 de Janeiro de
1853.
N. I. Dizem os vonlraladorcs do fornerimeiil.
da-canies venios desla eidatle, que a bem de sei
dircilo, se Ihe faz ucressario que qualquer laholli
a quem os supplioanles apresenlarem nina caria da
bula tlu leo em 9 do trrenle inez, dirigida a Hav
mundo de Araujo Lima por Francisco Manoel Dias
Ibe passe por ecilielAo o theor do que Ihe tal oprc-
senladn, roconhcocndncni ditaccrlidu a lclra csig-
nal da dita varia. V. a V. 8. Illm. Sr. Dr. juiz do
rivel assim Ibes delira. ER.M.
Pa,.. 31 tle Janeiro de 1853. C. S. M.
i Francisco de Sales da Cosa Monloiro, laliellio
publico de notas, ,1a comarca da cidade do Itocife
do Pernainbiioo, por S. M.o Imperador, que lieos
guarde, elr., ele.
tt Ccrlilico que.por parle dos suppliranlcs contra-
a.....s do fornecimvnlu das carnea verdes tiesta cida-
de, me foi apresenlada nina carta cun datado nuve
tlu presente mol de janoiio.ilo frrenlo :.....o.tlirigi-
da to Ir a llav niundn do Arauju Lima por Fran-
cisca Manuel Das, que I nconheto venladera, na
qual caria tai npontadu o periudu da mosma ta for-
ma sectiinlc!
a Vamos multe o mullo mal a falta de climas, lo-
nho perdido muilo gado; senao chover daquilo
lim do rorroiilo, neceo lodo 0 mou gado, i sena be
coral datpii lo o Piaiihv, u projuizo he icual para ta-
llos os criadores; o llolicrlo c sua ii'iua foram mais
lili/e-, pnis na blenda desle don unta boa olitiva
que b/ rama, lem este citado durar mais um inez,
ele., o meu projuizii ja monta a mal do300bicllOS,e
u que raaisesiutiioce-ine, lie nAo chover para parle
ale.....a; o l.ahal, lilho do Uernartlu jt sabio para o
Cirirya vender os gado-, he de suppor fazer ptimo
uecoeio. li mais so nn rnulinhn no periodo que
fui apuntado em dita carta, que ou subrrdito label-
liAo. un principio declarado o uu lim asignado, m-
menle liz exlrahir por rerlidu di dita corla, a qual
me repollo, loinei a entregar a quem m'i aprosen-
ttiu, evai por iiiiin suuscripla o assignatla nesla ci-
dade tlu Recite aos 31 de Janeiro de 1853, cuja carta
e-lava sellada dia era uINupra. Subsrrcvi c assignei
cm te de verdado. Francisco de Sales da Cotia
Monleiro.n
BxtrakUO do Diario n. 32 de 9 de fettreirodt
853.
i. N. 2. No Coar M umita so senta a falla do
chavas. EU O (recito de una caria escripia lloQucl-
xaraiiiobim vm II du passado, o publicado polo Ce*
rente, onde se coulirina Uo de,icr,iibivel noticia:
o Anda nao lomos invern por aqui, o assim por
n loda a provincia, segundo as noticias quo de todas
ii a parles lenho lecebiilo. O prejiiizu j he
a Iraordiuarlo, o MMo chover por lodo osle mzale
it^noado de tav oroiro, lomos umronsi/mu/nw esl.o
XlraclO do Diario n. 38 de 16 de fercreiro de
1853.
o K. 3. O invern vil custando a comecar: o que
alinile ser-nos prejiitlieial n saiido.cm razan douraii-
ile calor que reina; nao deixa lambem tle sor lorivel
lavonra. Os experciilos alianciim quo estamos
amcavados de sollrer osle auno alguma secca, oque
n.io he nada Ihiiii.
Bxlraelo io Diarto 52 de \ de marro deiKH.
N. I. Em mo da falla tle rhtiva, a furinhn
lera subido a AjHOOo a 3f rs., O que lie una vorda-
loira calamidatle, mormenle para a pobreza. 8.
Evo. o Sr. presidenta da provincia, sempre solicite
utliitlo promplo s urcefilo norossitbidos des-
la boin povo, acaba tle iiianilar c.....prar pnr esle va
por, ahi ou ta Balita, nhr.i tle oilo ou dn oonlus di
is daquolle genero de primi'ir.i necossiilade, aliu
leque, ahasleiendu a eidade, livrc a pobreza da
carras dos inonnpulislas.
BxtrahUo do Diario n. 59 de \2detnarcdit IH.W
o N. .",. A falla tlite vainos sonlindti tle cciierot
le priiuoira ucccssidadc merece inoiivo rom prefe-
rencia, e por isso lite lirei que a tertulia, hao.dli.o i
.ame secca, lem chocado a um orescido preco. ne:
inoro Tallar no poive. que ueste lempo sompre sol
iiiuilo, e ncni na ral ne fresca que depoh tlu coulra-
lo dessa provincia, ao contrario do que pensei, lor-
ni-so possitna no itllimo arao, c cara cuino 0D.ro,
o As chovas que team hav ido uestes Iras dias, nao
u animadoras, porque aliu do panas c pumo du-
ilonras. sao lucccdidas por um sol artlcnlcqtic cs-
II.i as tav ninas o promov tuna cviqiurai;u sulta-
ilorados animaos c causadora de molestias imiie
lino.....- o inalolicas.
Ha tlous tlias, vimosuns rcl.uii|iacosr para o se
lo, que iam auiinaudii, mas essos momos cess,
seria se podease dispensar esto Irahallm. Vizem p.
rm os entendidos que breve memoraremos do sorle
porque havendo cliuva no serllo, com facilidailc
retez lodo o gado, ms o cerlo he que cm quauu,
nao cbegl esse lempo, vamM roendo pellos, e o..,,.
Cerliillo da cmara munieipal da Parahiba.
ti N. 8.Illms. Srs. presidente, o mentaros ,|a
cmara municipal da Parahiba.Diremosconlrala-
duros do foi nocimenlo das carne* verdes da cidade
do Recita, qoo precisan! que VV. 88. se sirvam
mandar ccrliAcar, ou alleslar pelo respectivo n.. ,|
densa Illm. cmara, ou por quem competir, o -o-
guinlo:
a t.iniil o pivro porque (cm sido vendhla na
vidade da l'arahiba a carne verde, nos mezes de ic-
verciro, marco, e abril desle auno.
ii 2- Se acidado lem sido abundantemente upi-
ela to dito genero, mi se (em bavido cscassez,e nes-
le caso qual o motivo ta falla, ou raridade quo ir-
idia occasionado a falto tos gados, c a qualidade
desles.
a 3- So t dita cidade da Parahiba he foruccida a
carne verde por ronlralo, ou livremenlc pelus par-
lcularcs, e por isso pedo a V V. SS. Ilhus. Srs. pre-
sielcnte, c membrosda Illm. cmara municipal da
cidade da Parahiba, se sin am assim o mandar por
seu respectivo despacho.E. R. M.
tt Recite 14 de abril de 1853.O caita do contra-
to, Justino Pereira de Fariat.
i Atiente o Use al do bairro da Cidade-Alta, avis-
ta to que constar. Paro da cmara municipal da
cidade da Parahiba do Norte em sesslo de 20 de
abril do 1853.Bezcrra Cacalcanti, presidente__
Moraet.Conceicito.Coila.
a Illms. Srs.Comprimi n que me lu dolor mi-
nado pelo rcspeilavel despacho to VV. SS., exaratlo
na policio dos contraladores do fornecimciilo da.
carnes verdesela vidade do Recite, comida dol-i
a 3- arl. cujapcliraodcvolvo. este i 11 ns I re cmara,
o pa-sn a alleslar o sectalo :
. I- Quo o preco pelo qual se tcm vendido as car-
nes verdes nos lallios pblicos desta ridatlc nos ine-
zesdo tevcrciru aocorrentc, lem sido a 12, e a 18
patecas por cada arroba, c islo nao duralivo no es-
pato dorada um dosdilos mezes, c sim com alterna-
tivas, c dhiilnuivocs nos ditos prevos.
ti 2- Que nesla vidade nao lem bavido a mainr
falla de supprimenlu d'csle cencro, que o povo le-
nha sentido, leudo Itavidn carnes algumas veza
curdas, o a maior parle magras.
o 3- Finalmente que n'csla mesma cidade nao lia
contrato alcum arromalado sobro as mesmas carne-,
c sim livreinciilc pur particulares, lie quanlo fiel-
nienlo atiesto, sobre o que V V. SS. delermirao u
que forera servidos.
e. Parahiba 23 tic abril de 1853.Chriiliano de
To/ot Correa Cesar, lisval da cmara.
Nm
t/v /'(
llet non rtrba.
liscussocs da assembla legislativa desla pro-
tic 7, 8 e 9 to em ionio, publicada- uo Diaria
nambuco to 19, 13, 14 e 15, vi as coDSide-
racoes que alguus Srs. dcpulados dirigiram a rapar.
liean das obras publicas ; e como ellas liveram i
fundamento fados quo nunca exisliram c tator-
maot'ics inexactas, e para que n.lo sejiuii lidas como
verdades demonstradas, vou recliflear cases furtos,
sem todava entrar na materia da discussao, nom
dcixar de guardar o decuro devido a aquelles Sis.
depulados.
Si essode7, disculiiido-so um parecer do rom.
misso sobre a prclcncilu du Sr. Jutln Lopes (mua-
nles, diste o Sr. depulad Carneiru da Cuulia
tpic, sem querer acousar nos engenheiros das o-
bras publicas, recummendava-lbes mais liles.
Siu na orcanisaco dos urcameulos ; |h"is que Ic-
os eis das apparcviafl rccbunacfics da p.u h< da,
it arremalanes, eque lillimamenle a obrado acu-
b dcdcS. lenlo ni, poda ser cxeculada confor-
me dctornmiava o ur(amenlo o planta, salvo rom
ti o risco de nlo so conservar por um anuo.
Hospedando umita as boas inlenr&cs do Sr. Cu-
ncho da Cuiilia, espero que o nobre dcpuladn, rele-
vando minba nusadia, me permita tlizor que S. S."
I lina a cm um engao ; o que rurvla obtido i novar-
las informacOes, quando Ivancou a pro|iosirtlo tle
quo ludos ns das uppareciam riclamacies por un
le dos arrematantes de obras. Desdo que loma
conta da directora das obras publicas (ha tres aune
incompletos), a reclamac.ao, de que se Irala, lio
primeira que nesle sentido foi levada ti asseniblc
legislativa provincial: o que se prova com as acia
da mcsuia assembla, c das suas discussoes pulilivn
das no Diario.
Alctimas reclamaces (em sido ondercrada-a
Exm. governo da provincia, bascadas em 18o frivl
los motivos, que os peticionarios, t vista ilas lien
fiiiidailas"nrormai;ocs da rcparlieau, reciinlioccnd
sua sem razao, lem lodo- desistido de suas prclcu
ciies.
A vcidade desles fados se demonstra |ielo cxain
ta correspondencia du governo ta provincia, c do
balanvos da thesouraria provincial, nos quaes na
se iinlam una si verba do despeza fcila com in
dcmuisacJo tic obras arremalatlas.
Sabe-sc laminan quo os arrcmnlanles em com
buscara desrobrir urna circuraslaucia imprevisl
nos scus contratos, anda de pequea iiqioilanriti
para que nilcgando criuiiks prejuizns, possam |W
dir urna ludemnisaclo. Esto Taclo, que, coran j
disse, be lii'in sabido, se observa nlo s as arenla
lacoes do execucoes de obras, romo as do arrec
alatAM tic rendas publicas. Mas una reclamagtl
lar pira aiilorisar :i dizer-so quo ns liases d
trato falharam, ou foram inexactos? pareceqe
irocedcr-M mais cm rcsr.i converia fazer |iri
o cxanie dos fados e to seus fundamentos, i
depois jiilgar ; pois, segundo a experiencia Ion
mostrado, a maior parle das rcrlamavf-es stln infiin
titulas, v por vunscguiulc sem iniporlancia.
Quanlo a rerlamaco to Sr. Jos Lopes (iiiiina
raes, arremalaiilc do secundo lauro da cslrada di
norte, lenbo a dizer : que .piando se orcanisou i
giramcnlo tiesta obra, leve-se em visla que os ater
-do nina parle da estrada quo deveria paaMI pe
mai cen to pantano tic Olinda, seriara feitos ron
Ierra lirada to mesmo pantano, do bolo ,1a estrada
pois dita obra deveria ser teila uu verao, guanal
esl quasi secca aquella parle do mesmo pantano
occorrendo alora disto, a oircumslnncia de n'cssi
pocha estar arrnmbado o dique, o quedeixavs ain
da mais Meco aqucllc lugar : mas aconteceu q
para |>i
seda
incipiou-se a obra uk.
lili-
/.rlraliido dn Diario n. 70 dr 29 de murro de
1833.
it N. (i.A necessidado tle explicar bem os fados
me lem forrado a ser ttlo extenso, que nao me sobra
espato para tlar-lhc algumas nulirias alheiasa ailmi-
iiislraetlo du governo tto Coar, c por isso me limita
a dzer-'he que esla provincia esl amcacaila do urna
secca liorrivel: al esla dala nAn me cunsta que le-
nha rumorado n invoruo cm parle alguma, no pos-
so que sei que lodos os criadores osltlo leudo prejui-
zns iumien-u em scus gados. Se Dos nlo nos acu-
dir rom i bina- quanlo antes, n.losoi n quesera des-
tes serios, faltos, como ellos silo, de vias de trans-
portes.
.mullida do Diario n. U de 27 de abril de
1853.
ee N. 7.Temos lido ncslcs ltimos dias algumas
china, quo.....van liando algumas esperanzas de
invern: no cenlrn consta jhaver rhovuto satisfac-
toriamente, e ti rio Parahiba lem descido com alcu-
dia, o quo me leva a crr que o serbio jti ha tle
ter mollineado da secca, qu
lo o alrazo dss provincias du
cuuslaiilemente soflremos, i
pas*am nielhor, o queren
ssMlando. He l>
torteo longo verao que
quaudo alguus a.....m
eiidircilandn, l vom
i bissexlo que desmaulcla Indo, fazondo -a valla
ao principio, nao aconleccndo assim com as suas Ir-
mas dosul, onde o clima he mais benigno.
ii Conliniiam a caresta, e a possimiilatle dos ut-
ileros alimenticios; a carne uesta cidade lem rhga-
do a um prevo i que nunca rliegou, e lo rutas quo
sti os raes a iwdoui tragar; s a nereasidaile indis-
pentarel de sustentar o meu fardo n. I mo ubriga a
por diversas tirrunisl
lira de Janeiro, quando j,
verlo tlu dique, o que aiuila assi
alinelo de larras, se nao fosse ajudado polas oliu-
v as que cahiram n'aquelle mezi Janeiro de 1851 du-
do islu dinirullou seno impossibilitou olirainciilo
ilas lenas dos poitlus designados.
Eis o faclu tal qual se passou, e parecc-nie que
rom juilltl ninguom dir quo por estas cirrunis-
(auoias fui mal oicani-ado o oramenlo cm quesillo.
Pausando acora ao faci do acude do S. Bento,
cunipre que o% alguus eeclarvvcjmenlos. Sr. tai-
nciro ila Ciinha parece baver confiado cm iiifuriua^
CM menos exactas. Esla obra esl sendo cxccmla-
dl de vniiftirmidade com a planta o orcamenlo quo
son io tic base para o contrato, o he ella de natareza
bio simples, que neiibuma diivida otrerooia para w
cxcrucBu. Consiste a obra do acude cm reprc/ar as
aguas dos riachos por m diquo de tana (vulgar-
mente denominado balite), o qual se eleva sempre
de nivlate a altura do pontanas alto das mar-
geni, iliimlo-so sabida as aguas supcrabunilanlcs
por una levada, sobre quo se acba o sansradnuro
que tlevc regular o mximo da altura queronvenii
remeza. O arrematante, na execuro do dique,
saliendo que as oecasioes dos dictas, as nenas ^
elcvavan cima dos ponas mais litas das marcea-
do riacho, jiilcou que augmentara a securanca ilo
diquo, daudo-lho mais quatro palmos de altara;
fes dito accrescinio do ubre, sera todava alterar as
dimensocs c formas das obras. Nao se podo dizer
quo esle arcrcscnio bita pelo arrematante tai que
svgurou toda a obra, pois, segundo as lnsMTnar,dOJ
une lenho recetado, elle, sobro nao dar a pretendi-
da seguranc, he innlil ; poi-quc, quando as agua-
do riacho siiblrem cima das mareen-, ellas so der-
ramaran por lodo o vallo, e rilo passar pelos lao
do ccrcscimo dn dique.-em que jior esle MJ
pedidos:
l'or lano, nao ha nina rallo plausivcl que auto
riso dizer-se que o projeclo dessa obra foi mal feilo
o nao oAerccc a indespeusavcl scguran(a para su
eenaarvicle.
Ex|hiiiIio os Dvlos carao mo lem referido e infer
inado, ntlo sti os agentes da roparlicao, cncarrogadn
da obra, romo o mesmo arrematante; c so a olla uiii
fui pessoalmentc ins|icocionar, tai era raztlo da gran
do distancia, cm que se acha desla cidade, c com
|>elas innmeras ovvupacoos que nAo admittem mi
nlia ausencia por niuilos dias.
NasessaododloK do corrcnle mez, quando si
disrulam as conveniencias do se mandar engajai
um engenbeiro cslrongeiro, dlssco Sr. Manoel Ca
valcanli, que um engenheiro hacia ltimamente fei
too orcamenlo da ponle dos .Ifogados, sem sabei
quanlot esteioia ponlederia lecar; que isia Ihe f'
cu rommunieadopor um collega do mesmo enge-
nheiro, e que no o protara com documentos, poi
que tmente o che/e da repartieito, e o presidentt
da provincia os podia ter ma ditpotirto.
Nesle caso devo responder que nunca -o deriri
fados desla ordeni nesla repartilo, e muilo prior
palmenta no orramcnlo da ponto dos Avagados, m
de i lamnenlo se aeha determina.lu o minelo .1
oslins; e iiosloque o oriuinal desle orramonlo evi
rebivado na secretaria do governo, lodi
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coiue-lu resignado, que para miiu iniiiio melliur tcm copio! outhcnlicas na thesouraria provincial, cui
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poder do arremalaiitc, o na repartirSo das obras pu
liliras, mido o franquea a qualquer pessoa que o
micira examinar c verillcar a verdade. Eslou eerlo
lie muco Sr. Manoel Cavalcanli nilu avaucana una
,,ropnrao desla ordem, se assim nao livcsso sido in-
iiriuado por aluiicni como dase; mas para que n,lo
sobre S. S. Minelliantc uetacthlSo, e o publico
iiiicconhecondo aquella, une fallando a verdade,
procurou illudi-lo, abusando de sua boa fe, convirla
rerlamenle quo S. 8. c dignaste declarar o nomo
dtssc individuo.
Tambero disse o mesmo Sr. Manoel Cavalcanli na
misma sessiio, que ndo poda acallar da capacidade
(l<>- adunes engenheiros pela obra feilas, porque
,itli os arrematantes que na execurllo escoihem a
melhor direccAo, 711c ellas devem seguir. No me
romla que scmclhautcs fados ae tenbam dado, |iols
que os arrematantes nada mais fazem doquocxcrti-
larassuas obras do conformidado com as plantas e
m 1 .tnienlos, e tanto que todas as obras Ibes sao mar-
rados sobre os terrenos pelos inesmoe cuaeuhciros;
|Mircin romo nada he mais fcil do que laucar insi-
nii.icOes que podera desconreiluar urna rcparliro,
reunira, que S. S. citasse fados, para poderem ser
1I11 -olidos e apreciados, pois do contrario leremos de
ilnaqar winprc no mar das generalidades, scift uada
pn-ler-ee concluir.
Nasessaodo dia 9 Iralando-se do melhor syslcma
para cnnscrvacAo das estradas, disse-se, quo, em ge-
ral, arhavam-se ella mal conserradas, e qne com
este Mino de frrico dlspendiam.se quanlia enor-
me.'. Irazendo-se para eimplo o t' lauco da estra-
da lo nenie, islo he, a qn val desta cidado para a
de ('linda.
Pnmciru que ludo devo observar, que as estradas
novas desta provincia, regularmente feilas, nao Ma-
chan) nealo nio oslado de conservado, que se -u j>-
li/, |u I11 que appello para aquellas pessoas, que por
ellas tcein transitado: estas pessoas que digam, se
ellas se aeham 110 estado de conservando, conforme
refei i em meu relalorio de .10 de Janeiro do carre-
le anuo; poisque be isso un laclo publico, que osl
ni alcance de qualquer pessoa verilica-lu quaudo
qalser.
lie \crdadoque o primeiro lan-;o da estrada do
norle, que fui Irazido discussao, be o nico que
n.i'i se icba em bom estado, como eu mesino j o
ih.se 110 meu rilado relalorio, onde explique!, que
,1. rausas ci'.iiu 1 111.1 qualidadc ilu terreno sobro que
he elle construido ; a falla de amparo dos terrenos
l.iici.ics, i|iic |Hiraeran muilo haixos sao pela inaior
liarle alagados pola raar, a qual balcndo nos talu-
de- dos atorros, os vai constantemente dcslruindo ; e
linahiu-nle a falla de un calamento geral de po-
dras, que he indispensavcl, e ainda Dio foi ctecula-
iln por nao Icr bavido consignadlo para csse Un.
le lineo de estrada udo foi escrutado, ncni recc-
liiilo 110 fcnipo de minba adminisIracSo, (romo pa-
rece Icr-sc querido imputar) c por isso lambeui nao
posto aliancar.se osalcrros furain feilos comodeter-
miiiava oorranii'nlo; mas devo presumir que sin);
pois ulo se (ieve suppor quo cssa estrada fosse re-
rchida incompleta em HHo, pelo hbil engenheiro
que eulao diriga esta repartirn, e a razo de se en-
contraren! ueste lauco grandes bailas, no he suli-
1 nenie para aulorisar uin lal juizo, porque estas ir-
h'jul.iridaues podn ser proveniente* de ahalimcn-
tu- do terreno uestes lugares, que era 111 manguea.
iuuibcm n.io iidc ser considerada como enorme
,1 dcspeza.que acliialmcnlc se faz rom a cnnservacu
permanente das estradas, a qual regola Icrinu medio
- r 111 rs. .111 o 11.11 uieiile para cada mil brabas de cx-
lcn-,io, cmprcgaiido-sc Basle tervieo um guarda
rom ovencimenlomensal de KstflOOrs., o qual he
roadjuvado por um oulro durante d invern, o
quamlo assim o exige o tervieo, haveudo alero disso
um conservador para inspeccionare dirigir o sem-
en de rada termo, que em geral lem a lteoslo de
cinco mil hincas. Ora, comparando cssa deapeu
ruin a que he igualmente feila en) diversos palios
.1.1 Europa, arh.u-sc-hi,que a deapeu fella com os-
le ramo de sen ico, para rada legua de 2,500 bracas,
reaula lem medio em moeda forle WISUOO rs. 011
I ranea, IKKI5OOO rs. na Escossia, c ItOUOJOlHI rs. na
Inglaterra ; c com quanlo o transito das estradas
acsles paizea he nimio inaior do que nn nusso, to-
dava lomos a desvanlagem de que as nossas estra-
das ainda no eslo raleadas de podras na maior
parle de sua cxlcnsao. dundo resulta sollrcrinoiorcs
estragos, e por conscguinlo eligirn urna couservo-
' rao mais activa, e dispendiosa.
Tem-sc lamben) dito, que a actual rcparlicAu das
oliras publicas nada lem fcilo, c que as obras mar-
chan rom molla Iciilidao, ao que cumprc-me res-
ponder com o meu olllcio dirigido ao govtrno da
provincia em dala de 31 do marco prximo panado,
e publicado no Diario de l'ernamlruco de 51I0 cor-
rente me/; pelo qual so vi, que nos I i anuos ante-
riores a minlia administraran, apenas se haviam fei-
los 29,311 bracas rorreles de estradas, no cnlanlo
que dorante os (res anuos ineoinplelos do minba ad-
iiiiin-lincau, jase ronrluiram l-',ii-'i> liradas, alm do
).-J7r bracas que se aeham parte em execueo e parle
em aiTcmalacu, as quaes devero liear concluidas
dentro de um anuo.
Donde se vi que os Irabalhos feilos nos ullimos .1
........- corrospondeni a dous tercos, dos que se ha-
ilam feilo nos li anuos anteriores, c por eonsoguin-
le 11A0 se pode doixar de concluir.qiic a aelual ro-
parliclo tom trabalhado com arih dado, utlenio aos
seusrecursos. Ilcisto urna queslao de lacios, o,
quaes se aeham enumerados.......eu rilado ollicio, c
que cumpre priiiieiraineiile refula-los, a quem os
queira contrariar.
Para melhor juslilicar a acln.il reparlicao, deseja-
ril apresenlar unta coniparncAo das despezas feilas
na-diversas pocas ; porin no 111c sendo possivcl
olilermn resultado completo, por eslarcm archivados
nn lhesouraria|iroviucial paite dos papis |ierlcnrcn-
(es ao archivo das obras publicas, Iralaici de fazer
eslj cmiiparacau por lucio das consignarnos voladas
as leu) do orcumcnlu.
Desde o auno de IICMi ale o lim do eierciciode
IHI'J IS.V). o quo consulte a epuea das admiiiis-
Iraciesanleriores o ininha, 11 soiuiua lotal das con-
oglllces be de :!:iill,:r,!i- n rs, noenlrelanlo que
as dos :l ltimos exercicios, islo he, os da eimcha de i
ininha adininislraeilosominnni em 7.'il:iJi000, que |
lie inein~ da Ierra parto daquella, em quanlo que as |
obras feilas equivaiem a i tercos dasdaquella apoca,
Me v, rdada que essas diversas consignarnes oto fo-
rmo ludas sempre dispendidas, assim como nao 11
jein sido ullimamenlc, e que de mais ndo forain |o-
pai --.i.r(insionai.'ocsappliradassomenle para as o-
bras das cslradas.coino lanibem o lem sido uestes ul-
limos eveicicios, ainda enimaiordcsproporcdo ; po-
rein em ambas as c|HH-as foram as respectivas con-
lignae^oea dispendidas pela quasi lolalidadc uas es-
Iradas ; jHir rouseguinlc quaudo esscargiiinonlo 11A0
sirva para dcmonslrar quo as obriis aclualmcnle fei
las leem euslado mais liaralo, todava provaiu
daina niaucira, quo as consignaerics leem sido me-
llior applicadas, equo sobras tom prngredidu com
artividade e econumia.
Conrluindo aqu essa cxposc,o.julgo (er jusliliea-
doa repartirlo, do que niohonruscrorliefe, na fal-
ta de nutras pessoas mais habililadas, quu queiraui
ciiearreuar-se dessa commissdo. i
Recite 18 de abril de 185.').
Jos Mamede Alie Ferreira
Exportagao'.
Uio-Grande do sul, brigue nacional Pacific,, de
:W3 toneladas, conduz o soguinlo: 1,300 barricas o
V) liarriquinhas rom 11,193 arrobas c III libras do
assucar, 50 pipas cachaca, 3,000 cocos coiu casca.
Porto, brigue porluguez ti'an-Manoel, de ', to-
neladas, conduz oseguinlc: icaixas, 1,288 saceos,
182 barritas o I caixote com 8,502 arrobas o 13 li-
bras do assiirar, (Uurcas eom 188 arrobas c lil ti
bras do algoddoem pluma, 5,000 ponina de boi, 5!
cauros silmiiloi, 120 ditos espichados, 28 qiilnlaes
latajuba, 3 barris niellaco, 1 barrica fariuha de
mandioca, i cuntilo doce.
Porlo, brigue pnrtuauez Olinipia, do 3A1 tonela-
das, couduz o seguiuten 47li barricas, 2,576 saceos e
9 ca i xas com 10,825 arrobas e 30 libras de assucar,
51 suecas algoddo, 2 pranchocs amarcllo, 1 sacca
caf, I volumo com 32 libras doce, 3,000 ponas de
bol,
IIECEUEOItlA HE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE l'ERNAMIU CO.
II.....lmenlo iluda 2...... 5009322
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilondhlenlo do,11.1 2......I: iS'.l-'n;.'
MOVIMENTO DO PORTO.
,\niotenlradn odia 2.
Parahiba 2 dias, hiato brasileirn Tret-frmilo,
de 30 loneladas, mestre Jos Duarlo de Souza,
equipagem 1, carga loros demnnuuc ; a Joaquiui
Duartc de Azcvedo. Conduz 17 passageiros 111111-
fragados da barca inuleza .sir howell Jln.rlon.
dem ilias, hiale lirasileiro l'araliiliano, de 37
loneladas, nuestro llenriquo do Souza Mafra, equi-
pagem 1, carga loros de manuue; ao iiiesmo meslre.
Terra-Nova 28 dias, hriuuc iuglez ll'aller fain,
de 257 loneladas, capitn A. llrovvn, C(|uipagcm
Iti, carga baralbo ; a Johnslon Paler & Com-
pauhia.
-Vii'/o entrado no dia 3.
Araralv 18dias, hiato brasilciro Sanla-Cru:,
de 3i loneladas, meslre Vicente Kerreira Lopes,
equipauem earfa cira de carnauba e sal; a
lu/ liii'.- de Ccrqueira. Conduz una escrava e
um cscravo a entrenar a Giumnha c lilhos.
Mario* MMdcM no ntrwm din.
Porto Brigue porlugnei snn-Mmmcl-i, eapilftn
load Iraneisco Carueiro, carga assucar emais '.-e-
neros. PaaMoeiroa, Domingos Ribeiru da Cimba
Oliveira, Joo Jos da Cosa, Antonio Jos Pe-
1 en,1 de .Miranda.o sua senhora.
dem Barca porluuiieza lUimpin, canllAD Jos
Tboniaz de Lima, earia assucar c mais gneros/
Passimeiros, Joaquini Antonio do Forno, Joo
Manoel Percha.
segu comlircvidudc, recalnaarga c pawageiros
Irnla-ec rom Caalano Cirineo da Cosa, Moreira aa
lado do Corpu Sanio, toja de masaaiiies n. 25.|
O brigue piirtugucz l'lajanle, sabe para Lis-
lioa iniprclerlvclmcnteuo dia 9 do correle; quem
no mesnio quizel ir do pasaagein para o que lem os
melhoresainais asseiados coinmodos, dicija-so aos
seus consgnala! ios T'. de Aqiiinn l'onseca fS l'illio
na ruado Vigario 11. 19, 1. andar, ou ao capillo na
praca.
- Por lera m.iior parle docarreganicnlopromplo,
prcleudc seguir para a llabia, com hrovidndoa ga-
ropalra iera^bt, e para o resto trata-sc com o con-
signatario Domingos AI ves Malheus, no sen escrip-
torio,ruada Cruz 11. 52, primeiro Andar.
Vende-so 2 barc.-ir.as novaa de primeira via-
geni, una ilc nomc Sanio Antonio de IJiboa, de
lote de 22 caixas, de muilo boa conslrucc,5o, c oulra
de 11 caixas de nomo Mariquita, as quaes se ven-
den) milito em conla, e eslao tundeados no Forte do
Mallos trapiche do algoddo, ou no loja de Joaquina
Rihciro Ponles, ra da Cadula Vclba 11. 51.
5
LEILAO',
EDITAES.
Joo Xacler Carneiroia Ctuut, /dalgo cacallei-
10 da casa imperial, carallriro da ordem de
Ckrlllo, e admini'lrailnr i meta do eonmltdo
desla proi'inciu, por S. .)/. o Imperador ele., ele.
V.t/. publico pelo prsenle i'dilal as ilis|iosic,ves dos
arla. 8'4'o 8* do regulamenlo quo haixou rom o
derielo 11. 1.132de I!) de marco prximo pajeado,
marcando o pr.vo em que se tleverecorrer ilas mul-
los, c decaaos Impostas, pelos Inspectores das al-
fandeuas, c adminisliadores das mesas de consulado
e o modo de seren inlerposlos, e expedidos os recur-
sos, os quaes arliuos Silo do Iheor scuiiints*:Arl.
3. Os rocursos sordo sempre inlerposlos por inlc;
medio 1I0 eliele da reparlic.ln que livor imposlo a
mulla, qualquer que soja a instancia a que lenha de
ser presente, e serfio aprcsculnilos em forma de re-
querimeulo, datado, aariguado e instruido rom os
docunlenlus ipie provarein o allegado.Arl. I. Em
iienhiiina inslancia se lomara conhceiuienlo de re-
curso que Ihe ndo foi assim apresenlado. Esla dis-
posicao he lamliem applicavci aos recursos dos jul-
gamenlos das nprchcusrs, de que trata derroto
n. 117 de 18 de Janeiro de 1812 o qual ncsla parle
lira ampliado.Arl. S. Para as mulla- impostas al
a publicacao do prsenle regulamenlo, e do que se
nao lenha ainda recorrido, o prazo de um nu-z con-
lar-se-ha da dala em que os iusperlores das alfanile-
gai| e ailmiuislr.idort-s das mesas de consulado man-
larem fazer piihliro por edilaes e pela Imprenta a
lisposieo deste ai ligo. Mesa do consulado de Per-
uanihuco 27 de abril de 1853.O admiuislraihir,
Joil Xavier Carueiro da Cunha.
ti l)r. Custodio Manoel do SUta (Himartte,
jaiz dedircilo da prinxeira rara do commercio
nesla fitade do Iterife de Pcroamlnico, mr S.
M. I.e t'.o Senhor I). Pedro II. qije Dos guar-
de, ele.
Pago saber que. por esto juizo, se bao de arroma-
lar por venda em praca publica, que lera lugar no
ilia 13 de malo prximo so'jiiinle, pela I hora da
larde, na casa das audiencias, 12 cadeiras dejara-
rauda, novas, com os ,-is.eiilos de palbiiiha, avaha-
das a 5p00<) rs., (09000 rs., e I mesa redonda, da
mesilla madeira, avahada por 9590001., penhora-
das a Joaquin Carueiro Leal, por execiieao de Jos
Joaqiiim Pereila de Mendonca. E para que elio-
gue nolicia de lodos mandei passar tres edilaes do
mesnio Iheor, que lorflo allixados na pmla da silla
dus audiencias, na praca do Coinmcrrio, e publica-
do) noa Jornaa. Dado o pasado nesla cidado do
Recite de Pcruamhuco aos 30 de abril de 1853.
Eu Manuel Joaipiiiu Bapllaui e-erivao iulerjuo, o
orcrovi.Custodio Manoel du Silea Gulintwlte,
Casimir Garniel- Compendia ten
do de rctinif-se para a Europa fazem lei-
lao por inlti'vei)(;ao do agctile Uolwrls, de
ludo ([llanto existir 110 sen eslulMiIcciiiirii-
to na na Nova 11 22, no dia 8e\tt-lcirt 0
de niiiio prximo futuro, as 10 liortis da
mnnliaa um [ionio coniittllldo em un ri-
quinimo quadro cow elojiio, coni ma-
cninismo ctue faz tocar exctulentet musi-
eas, mover um navio, pasanr um carro
de vapor tobi\e urna ponte, moinlio, tele-
rjraplio ele. Me., um ptimo telescopio do
melbor autor, caixas com msica, relo-
;,i"S tanto para |>arcile, eiiiiiu pura cima
de nie/.a, e alijiheira, ocnlos dt; alcance,
(lllns com aros de ac, lmelas, Caixas i|c
pralae tartaruga para rajW, ricosadercens
Cora pedias linas, ancis coni Inillianlcs,
lirincos e allineles deouro de Ici, e oulras
bejoterins, assim como halaocas, l'erra-
ltenlas, carinaron do mesnio eslalieleci-
tuento,
A pessoa que annuiiciou, no Diario de 30 de
abril, proelsar de una escrava cosiuhclra, dii ija-se
a luja de fazendas u. IU.
O ii rtano Fenelon fiaodw Afeo-
forado mudou sen cscrlplorio e residencia para o se-
Sundo andaada mesma cata, em que morav a, ua ra
'ova n. 11.
-O procurador fiscal da thesouraria provincial mu-
dou sen escriplorio o residencia pora o segundo an-
dar da nicsina casa, em que nftrava, na ra Nova
n. 11.
TA-
SOCIKDAI* UECREIO DA
MAIU.\EIKAV
A direcfAo convida os socios para sesmo j
I da sociedado na nolto do dia 1 do eorrenle
mez de malo, alini do Iralar-sc do alguiis
objeclos, e cada um propor os ronvUlados |
I'.na a mu lama partida do dia II.
AVISOS DIVERSOS.
DECLARAtOENS.
IVIi rapilBiiifl lo jinro doia provincia mmIc-
rlnri que foriiiu aclintfot iui praia ^
Bru o aegulnlct nbjcolos: I \crp:a le mniii, lili- F^
la dojoanelo, I iiiovUrcodtittMo, I |uu-i de Mo, iti
7 molios, o quacfl te aeham rocolbidos no arsenal "j
do nuil inli;it hsiin (lu-iii su K'liar rom dlreilo nos ffl
moDclonadoa objecloa dirjale aquella rrpriirric pM
queprnvando a Ma pruprlcdado Iich bcio entro- **-!
goesafalbifeilaa aa dcspeuque su Dzoramcomn vn- :<
>. i. i|.:i.iih.i do |iuiio do Perntmbiicu 'J\t de
abril de IB53.O aocrclario. 'l'hom Fernandet Ma-
deira tic Catiro*
O procurador da cmara Municipal denla ci-
dado em uiUhlc tie ordem da mecroa camarai aulla-
se aulorbado a vender osiijuiins, cal e aemeulo que
HitCliam |iro\iino auiiuilauouro das Cinco l*ontaa:
i-; pesnas quo quierem comprar os malerlaea cima
iiiujii hhi.'iI .-, .itrijoiii-so a \u\vtt da moMiia eainan
(din us Carlas seguras viadas do norle para us seiiho-
res :Franuisni Ignacio d'AUavdOi Joaquin Anto-
nio tlel'aiia Harho/a, J. I,ni/. \ ieira, Jos Joaquin
l'inlio .Muniloiira.
Pela rabdeJegacla da Praguealadoa Albgadoa.se
t Fu/. |uliliuo, que foi leualmciile depositado mu ua-
o | vallo melado, cun diversos signaos, o qual foi en-
contrado sem conductor! quem sajulgarcoui diroi-
(o ao mesmo COOiparoca nesle juizo que, prevando,
llic ser enlregue* Subdelogaca dus Afogadoa ;is de
alirildc lY..Francisco Ferreira /tarro.*, subdelegado.
CesoJre Achule Dumesoil rollra-te pata a Eu-
ropa.
Manoel Lula Cocino do Almcida. faz publico
que do liujeuiudianieliu.ir.i denunluini ulleilo qual-
quer procuragaoque lenha paseado para esta pro-
viucia vislo o auiiunciunle adiar-ac un mesma.
luga-se um aillo na paaaanom da Hagdale-
na, com mu excelleule sobrado de um andar piulo-
do de mno, com liona cominodoS) urna casa larrea
no fundo, cochelra. eslrihara |ara Iras eavallos,
haixa panuapim, casa para pelos, oulra dita pa-
ra (eltor,obauhono fund: na ra DlrefUn. 3.
Eslii jgldo desde 21 do eorrenle, o escravo
Manoel, criotllo, representa -Ai anuos de idade, seiu
barba, falto de deules, c defleilooso dos pos prove-
niente docravos; leVOU toda a roiipa, o vellida cai-
ra e jaquea ; qnem o pegar ou dall livor indicia,
dirija-so a MU senhor no Ueuife, ra da CaJeia Vc-
Iha, luja de Joito Cardozo A) res.
Aluga-se orna eaeniva, quoeoiinlia o diario de
una casa, e fatlodasas compras, be lele inlelli-
enie; quem a pretender dirija-se ao pateo do pir-
mo, no segundo andar do sbralo em que mora o
Sr. ciruriio Caneca.
Precisa-sc de um caveiio para loja de miudu-
zas, dando flador a sua couducla, sendo ja pessoa
que percebe para vender : a Iralai na ra do Rosa-
rio larga, n.6,
! -- Precisa-sede urna nulhor para far um bien
largo, e lino, pana-se bem : ira pateo do Como so-
brado novo que bola para a ra de lloi tasn. ;(, 60-
gundd andar.
I Procisa-se de uma una forra oucapliva, para
casa de pouea familia, na ra Nova n. Mi, lujado
culilolro,
O Sr. Francisco de Paula Barros, liellOU de.
sereaxeiro doabako aasiguado, dosdeSO de abril
do eorrenle anuo. Domingo* Mee Mal/teas,
AO PUBLICO.
Sabbado M) do pastado, hirtanun de urna loja de
Anemias da ra do queimado, uin carUo rom 3 a
i du/.iasde leneot do seda para aliiheira, sendo de
coras, aniarelhis eomrainagent liranca,cor do caf
nuil lloros verdesc encarnadas, hiancos com ra-
niagein verde, ooncarnados rom barra estrella de
diflerenloa cores ; c leudo o dito rarho um pedaeo
do lampo eoiido eom barbante! roga-ssaa autori-
dades poliri.ics, eintpecloros doquarleirto aap-
lirchonsSo do dllo roubn, ou as pessoas que os dilos
lencos forcni oll'erecidos uiis lainhiim se prometa
guardar scuredo a (piemos ilescohrir que pude dar
parlo nesla Ivpograpllla que sera in-iierusanuulc
AVISO AO COMMKKCIO
Os abuixo ti88guudot conti
niiin(juear u ludas niclnnesein [
eeral os seiusoi'tiiuentM de Inzen- Q
ihis por l)n\os picriis, nao' me- I.
non (lo uimi pera, ou urna cluzin,
,i illnliciro, ou ti pni/.o, conforme t*
no sen iirniu/.rm lil I
IO. '
11111,1111 ij,\
declara (pie i
do eorrenle, dcixou do sereaxeiro da casa do Evm.
visconde do l.oures, no porque livosse sido des-
podido, mas por assim couvir aos seus inleresses.
Domingos Jos da Rocha.
Osquarlos do hilheles ns. 8S87, e I'k'i d.i 2."
loleria a benclicio do estado sanilario perleurem a
II. I. ilc S do llrejo.
Na ra da Solcdade, casa n. M, rnnfronlc a
venda,c nadarla n. II, evislc una prola imssaulc,
e diliuenle a qual se aluja pira tervieo ilenlro de
oasa sonienie, ou para entregar prto diariamenlc ;
sciiih ariunpanhada.^
(bandido (iareia (Chaves, relira-se para o Para.
llenriquc Jos da Cunha, subdito porlii||uc,
vai la/i i nina viattem, para hira do imperio.
Aluua-se uma casa na travessa do Mmideuii n.
i, a qual lem cnuimodos pora crande l.nnilia, leudo
no rundo uin lelheiro arando, c uin csrellciilc fornu
do padarll; c na mesma veude-sc uin ravnllo bom
andador, e uma vacea leileira, que d diariamente
"i eariaras, a Iralor na mesma.
Foi perdidoo quarlo de hilhclen.IH7I da lole-
ria do Uin de Janeiro, da qual se espera a lisia pelo
primeiro vapor: pede-so ao caulelMa queovendeu,
de o mo pagar antes de cnleuder-sc ruin Manoel
Carueiro Cavalcanli l.nccrda, a quem o menino per-
lence.
liiiilliermc Selle desoja fallar ao Sr. Joaquim
l'ereira Sobral, a pedido de hu mano sen do Para :
na ra do Manuel n. 15, ou queira a.......iriar.
<>s Sis. Manuel Gomes Barbn de Araujo l'e-
reira, Jlo de Heos .Moreira de Carvalbo, Francisco
Jos Alvos llama 6 Antonio UonealvesLima (do8.
Aiiiau queiram irou mandar roa do Rangel ii. 15.
Preclta-M de urna ama de leile sem lilhu: ua
praca da luilependeuria u. .'IH,
A pessoa que aiiniinrinu no Diario de :M) do
rurrenlc querer comprar um piano al ra- mu el i
Ija-se a ra do Queimado n. J7, temindo andar.
Precisa-e de um feilnr quo enlenda de planla-
ctet, para aihiiinislrar um silio o juillarooillo traba-
llifir ; da-so preferencia a um lilhu das ilhas, quem
esliver tiestas rirruinstancias, dirija-sc a na dfl
Scn/aila Volha, casa o. IIS, :l. audara tratar du
ajusto ; Imnheui se encaja mu pequeno do M a II
n u nos.
Oll'ororc-sn mu rapa/, devinto o lautos alinea
com hasliiiile pial ira de venda, o ijuo nao duvida
lomar alguma por halanco: quem (pu/er, anuiinrie
ou dirija-te ao aterro da Boa-visl, loja de miudeai
lo Sr. Eslima tpie Ihe dir quem he.
Aulonii Josi- Marques de Alhuqiierque, relira-
>e para Portugal : a tratar de seus nomirius.
Precisa-so de urna imilher rapa/, de inora ida-
lepara administrar urna casa dchomem viuvo, que
s lem dous lilhos pequeos: quem esliver iiotlas
circumslaiiciiis dirija-se a rua do llosario eslrcila n.
IH, lerceirn andar, uu a Praca da ludcpendeiii-ia lo-
ja ii. :l.
P. Coueano vai fa/.er urna viagem a Europa.
II aai.i em uma das provincias do Norle um
prive le mediana estatura, anua cuino nos e clia-
mam-lhe O Camben leste peixe he seinihninem, Iraz
roushmti'inenle minada a cama em que linhila de
porcevejos, come eamarffo rom faiiuha d'agua romo
mi quarlola o inania romo um alnrvc. *
t) abaiio astignado lem conlralado comprar a
loja de Chapeos da Piara da [lldepeudenela us. It,
e Iti. porlcnccule ao Sr. Antonio lllto: quem se jalear com direilo a este eslabcteci-
inenlo|Kuipialqiiii lilulDqucseja.dirija-searuada
Praia u. 15. segundo andar.Jos Ignacio it I.oy-
lo.
A pessoa que deiviui ua repartirn do crrelo
iluas i-arlas, uma para l.ui/ Jus- de Siqueira Men-
dos, na provincia ,\.\ Baha,
.Manuel Jos de Castro, no llii
rnniparcrer a dila repartirn,
BOU porte, sem o quo mo poder
linos.
mili.i paran coronel
de Janeiro, queira
alim de salisfa/er o
io seguir os suus des
Pede-so aoPolybln n publicacno dos documci*'
falsincafoos pela liolica da ca dado ni a
n lermo de oame feilo nuhospil.il ri-ainieu-
lal. sobre'Ha barraque e arrobe ante-sciphllltlco;
no se esqueceudo do declarar quaes os reagenles
empregados nessas aoalyses e seus resultados. An-
da iian respondemos sua segunda correspondencia
pm ipu- queremos faie-lo do urna s,', m por todas,
c mesnio para dar lempo o que nao haja mais eo-
ganodoscomiHi^ilores o copiadores do olneiot. De-
claramos anda ao Poljhio que so nos imporlarpinot
com a parle de suas correspondencias, quo disser
respeilo remedios e suas analvses.
O abaito asslgnado, pelos seus miiilot a faic-
res, n.in se podo dcs|ipr de lodos os seus amigos,
o que faz pelo prsenle, oflrecendo seu fraco pres-
umo ua cidade do Porlo, para onde parle.Domin-
gos Hibeiro da Cunha Olkeira.
Pemilul.i-.i-ao Sr. J.ise l'i-liwl i Itnrli.i l-alru.
se quer aqui un Hecife usar do momo modo de vida,
que iisiiu sempre I no malo; e adverlc-te que o
na" lio la, e se nao tom de que vlver, enlBo v-so
embora.
O abaixn assiguado nio podendo nessoalmenle
despedir-so dos seus amigos por causa de niolcslia.o
faz |r mein ilesle.oflcrcceiido o seu dimiuulo pres-
liinu na cidade do Porto.
Joaquim Antonio do Pomo.
Constando aoah.iivo assiguado que o Sr. Jos
dos Santos de Oliveira prelende veuder a sua taber-
na, sita na Pracii da Boa-Vista n. 13, avisa-so a
qualquer um Sr. que a queira romprar, de nao fe-
char csse negocio sem se entender com o abaiioas-
siimado a respeilo da mesma taberna, ou o que o
niesmu cima se ohriag.Joo Jos Lopes da Silva.
Joao da Silva Uoa-Visla, relira-se paia Euro-
pa, a halar de sua saiidc ; firaudu sua casa do .....
aoeio no inesiuo iro sobre adminisIracAo de seu ir-
ino Manoel Joaquim da Silva Mareen a, odeijaco-
in.i seus proiuiadorcsem primeiro lugar ao Sr. Joa-
aquini h'r.mi iscn d'Alm, em segundu seu lio Fran-
cisco da Silva lloa-Visla.
A mesa regadora dairmandadedo
Divino Espirito Santo, dn Conrcisflo dos mililnres,
ruga a todos os seus irmAos, que cumparecnm ua ma-
l n:a,la du dia de quinta fcira, alim do assislircm
ao Icvuiilamcnto da liaudeira que lem lugar no di-
to dia ; assim como aquellos irmos (pie lem de
mandar Boas meninas, que as Icnhnni mcia hora
aules no coiisislurio: A hora he as qualro da ma-
nhaa.
Aliijjaso o primeiro andar do so-
brado da ruada Hoda n. 17: a tratar na
rila do Crespo, loja da eiquina D. 16.
WSSVWkO flOHOEOPATICO;
/lua ti /(osario, es/fitina Jo Cabuya, casa
n. 9, primeiro mular.
Jo- l'iriiio Xa\icr il consultas uralis aos
pobroSi c |rcsla-so a qualquer hora n quem
se diauar occiina-lo. lano para dentro como
1 recisa-se em um onttenfio dinlaulc dota pra^i
:i li'i-uas de nina senliora que qunra uiiMiiar miinei-
rasleU,aslar.....amUca,coieribon)ar,elr.,queni qui-
ser, oslando competenlemenle hiWlilada, .i.m.1.1
liador a sua conduela, annuncte para ser procurada.
LXSTKUGCAO1 PRIMARIA.
RUAUOQL'ETMAUON. l-.M'HIMEIHt)ANDAR.
O abaixo aasignado probssor particular de pri-
meiras letras aolorlsado |>eto Eira. Sr. presidente
da provincial continua noeiercteio de recebe novos alumnosi aos quaes ensina por me-
lliotloclaro t acomnwdadofl capacidade dos meni-
nos lud) que diz respeilo a sua primeira iiislrurra,
lano Iliteraria, como moral o religiosa. O nao |n>
quono numero de discpulos, que leudo coinecado
c continuado na dita aula, della lem saludo promn-
los, c com toda a suflicienria para os esludos secun-
darios, ou para as suas proflssoes, sene de Icsleinu-
nhoao que Mea di(o, nada sendo preciso acrescen-
lar ;i respeilo do bom Iralo para ciim iis imimiio-, e
lioa moral da dila aula, pur ser islo pulilico, e pnr
muitos ahonadu. Os Sis. pais de familia, que nella
<1111.-. -1 f-1 m matricular seus lilhos, mediante uma mili
mdica e a/.oavel cralilicacau, [loilem dirii;ir-so
dita casi quaiqui r hora.
FrancUeo Joat/aiin de'Menexet.
OiTerecc-sc um rapas hrasileiro, de idade de
H! anuos, para caixeirode loja de fazendas, de miu-
dexas oa Je raleado, sendo decalcado lempralica e
da lijnlor a sua conduela: na rua eslreita do l,usar\>
IX. \
Aluu-se o qaarlo andar do sobrado da ruad
Trapiche No\o u. 12, a halar no primeiro andar d
COMMERCIO.
PRACA 1)0 HECIFE HE MA10 AS 3
1IOIIAS DA TAKDE.
(ailaees ofllriaes.
Ijunbiu sobro Londres a 28 !j d.
esroiii de letras de 5 nieles 9 por renlo ao
anuo.
Atracar mase-nado do I&200 o IjiV) por arroba.
1I0 dito canillado a iBfiOU dita.
AI.FANDECA.
ncndimenlo do dia i......7:.~>6i9>l8
Dcscarregam hoje 1 de maio.
jarra |wrlugucza Mara Jone iiiercadnrias.
Barca malera 7'oini of Liverpouldem e ferro.
Patacho inelez S. Hrelade liacalluio.
Uriauo iibIci Arabella dem.
ioni;ue hcspiiuhol Hareel vlnho e e/rile.
/Palarho,imi>rirflno Saily-Ann fariuha c bo-
larhinba.
Barra Ina-ileira I-lor d'llii cica mercado-
rias.
Escuna bratilcira San-Jos gneros do paiz.
Imporlncao -
Hale amei ir.inn Salhj.ln. vindo de l'hiladcl-
i'ln.i. consignado a Deane Volite & Compaiihia, ma-
UfetuMi o seguinle !
I.-29K biirrieiis familia de Irigo, ,'17 caixas de ol-
B'Hlao aiul, ftj barricas e ."> caitas baiiha, 400 bari-
"\.....Ims laiiaeliiidni, 'jo haiTis carne de varea, 3di-
tos e II duziat lingoat, I barrica presuntos, 12- la-
las bisriiitos; aosmesnios cousinnalarios.
Hiale americano Pauline, >indo de Xew-York.
consignado a Deane Youlc A; Coinnanhia, inanifes-
lou o seguinle:
218 loneladas niiv An, 1 caita livros; aos mcsinos
consivnalariiHi.
Palarho iiiajet S. Hrelade, vindo de Jcrsov, eon-
siiado a Srliramm \Mi.ileh 4 Compauhia," mani-
r(ou o scguinli-:
M53 barricas rom hncalhao, 98 ditas dito de et-
icaras ; an me,..... Hignalarios.
CO.NSI I.AIMXIERAI,.
lieiidimenlo d dia 2......SM.tOSOit
n_ r "^^X^AS PBOVINCIAS.
Hcudinioulu do dia i......' ;|5eta0l
THEATRO DE SANTA ISABEL.
:ll." HECHA DA ASSIC.NAHHA.
OLi\TAFKiaA SDE MAIS DE 1881
DepoisdooAceular-sc urna das iviclhnres Otjvef-
turas, dar-ae-ba principio a representaejto do man-
uilicoc muilo applaiidulo drama cm i aclos ornado
de msica (a pedido de umitas familias quclcm por
Ululo.
A FAMILIA MOREL
do
MYSTERIOS E I'ARIIJ.
O papel de l.ulsa Morel sera execaladepela 8r.
Manuela l.ueci, apelar do seu oslado de laudo, 0 da
Idiota pela Sr." L.Orsal, e i~ de Morel, Jaqnei l-'c-
rand e llodolpho pelos arlislas Cosfol, Mrudet, e
tiumares.
'teriniuar o espectculo com a milito desojada
farca
O CHAPEO PATIDO.
Na qual tomar parle a Si.-' Anua Ursulina da
Cosa, que com o Sr. Cusa cantarn o fandango
saloiu.
Principiar as 8 huras.
AVISOS MARTIMOS
PAKAA BAHA
vai seguir com siiiniiia breviejado, porter
maior piule do sen em re;aiiieiito eon-
li atildo, o liiate lirusileiro S. Jos' das
Tuinas, eapilo .Manuel Nunes da Silva
LsImhi ; para o resto da carga 8 passa-
j'eii'n-, liala-se eom oscoiisifjliularios, na
rua do Trapiche n. 'i'l, primeiro andar.
KlOli JANEIRO.
O paladn Sania Cruz seme no dia 7 do eorren-
le, ainda podo receber aluuina rama : Irala-sc com
Caclano Cvriaco do C. Moreira, ao lado do Corpo
Santo loja le massamea n. ',.
Para o Aracaly sahe cun hre\ idade o hiale
flor do (ururipe : "quem quier carregar ou ir de
pastagom, dirlja-tc a rua da Cadcia do Hecife n. 19,
primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro o patacho Sania Cruz,
K 111 listo I
pnica do Corpo Sunto, eMiuiuu da fi
rila do Trapiclte, n. VH. los- tn
Irou Itdoker iV Conipanliia, neg
eianles inj;le/.es. Os niesiuosavi-
loao respeitavel publico <|U8 abr"
rain un (lia ."i do ((iii'enle me/, a
na loja ilel'a/.enilns da rua do Col-
lugio e Pstelo Publico n. 15, (!i-
rii'ida pelos senliores Jos Victori-
no de Paiva e Manuel Jos de Si-
ueira Pitanga, para venderem
por atacado e n retulbo.
LOTERA DE N. S. 1)0 ROSARIO.
No dia J!l do coi renlo dcixaram derorrer as rodas
detla loleria, pela falla do concurrencia a cumpla
dos liillicles.assim i......o por existir em hilheles quan-
lia que aHO se pode arriscar ; n Ihesuuiciro capaes o
andiiinenlo das mesillas rodas para o dia III de maio
emprclcrM'1. as-iiu romo pede ao publico asna ce-
aljivai. ni para nao etpaear mais a lutcria: orestodoi
liilhelcs arhain-se a venda as boticas dos Srs. .Mo-
reira ,\ CIlBgat, na luja du Sr. l-'orluualo, c na do
Ihesoiiiviin.
Prerisa-se de ama ama luna ou capliva para
eservieo (liarlo do urna rasa di-punca familia: na
rua Nova II. 5.
Os Srs. Iluarle, com toja de niiinhvas un ater-
ro da lloa-Visla, o Leile no porlo das canoas ao pe
it,.......le da Boa-Vista, em Sanio Antonio, rarftoo
favor dller quem di t:(KHnOUOou I:iOWo(IOO re. rom
Irvpollioca em casa- lerreat.
Na praca da Boa-Vista, venda n. 13, precisa
se de uin caixeiro iiorluuue/, dos dieajadoi ulliuia-
11101111-, com pralic.i ouseniella.
Na rua Imperial n. 3J, precisa-so de seis ufli-
ciaes decharuleiro c aproudi/cs, .ou liradores de
fumo
Antonio da Cunha Sonre Gimo
ries, aelual viee-consiil da Grecia nesta
prnviiiriii, declara (pie nao lie o inipres-
sor do jornal intituladoO Careteiro.
Com autorisaclo do Bm. Sr. presidente da
provincia Ur. Franoseo Anlonlo Itiheiro, l>. Luisa
Aunes de Audrado l.eal lem aborto em sua rasa
nina aula para o sexo femenino, anude so ensilla a
ler, escrever c mular, raninialia nacional o arith-
melca, ilmilriua chrislaa, ii.ui.-i-/, Inulet, e oulra
qualquer faruldado que os pais queiram mandar en-
sillar as suas lilhas, nira o que j loni conlralado
mcslres |iara aquellas faculdados que nao scacha ha-
hililaila para entinar, ensina lambem a coser, bor-
dar de serla, de marca de susto o de froro cni tala-
aarea, carolldf,, labjriiilnr, o oulras ulnas de ami-
Ihas, pinprias de seiihoras. A casa Ion rominodns
para receber de i a6 pensionislas, rccelie ineias |ien-
sionislas Q oxlcrnas, medanle um precio raioa>el.
Os pais que a qulzcrcm honrar, conhando-lhe a
ediii-ai ,ln do suas preladas filhluhas, llcarSo salisfci-
Ins pelo au-.-mi-ii In quo ellas lerao, para o que se |H>-
doro dirigir-sc a rua do Facundos n. 3, quem vem
ila liheira o scRiindo sobrado ao p do do veranda
encarnada.
Or. Joco l.uiz do Almcida RHieini, morador
ua cidade de Oliuda. queira apparocer na rua da
(a ii/ n. CO.
O Illm. Sr. Francisco Peres de Cantillo lem
urna corla na loja da rua do Crespo u. 3.
MUTILADO
Kdiiariln Colln, mo pudendo despedir-sepes-
soalmenle di- todas a- peatoas, (pie o hiuiraram com
asna amiade, em rasao da prestla de sua viaeeni,
0 faz por meio dcsle e ollerece as mesillas o sen di-
minuto presliuw. na cidade da Baha onde val resi-
dir, pediiido-lhi-s desculpa deesa falta involunlaria.
Pmncisco Antonio do Otlvclra, (endo partida
para o Hiu de .laueiiii nu vapor ingles ii Iralar ,de
sua lando, e Dflo pudendo de-pedir-se |iessnalmente
de lodos os seu- andaos e de Indas as pessoas a quem
dele consideracDos o respeilo, visto a brovidade de
sua par iila, o faz pelo prsenle aiiiiuncio, offere-
i'ondo-Ibes os seus servieus naquella capilal, e pe-
dlndodcsculpa |>or esta falla Involunlarin.
Mr. le cnsul de Franee, n'avaal Jamis mi,
ni coiiiui, ni ou rien a fairo avec le preire Qrego,
qiielque estimable qu'il puisse elre, fail nu appcl
a la cousrii-nre du veneradlo rin lie re-liso pa-
Iriarehalo de S. Plerro, de lu declarar, nuanl el
l'r-lal des fiis du Te Deiim de eraros colobr jlans
la dile eclise, qui lu a ele prsenle, qu'il a signe,
el dunl it a do.....; qiiilance. I'crnambuco le :1()
avril I8.V).
II senhor cnsul da Franca, nao leudo jamis
visto, condecido, nem lido rclactlo alguma com o
Sr. padre lireco, lulo obstante ser merecedor desea
csliina, pede ,-i eoosdeucll do director da iuiej.i pa-
Iriarchat de S. Pudro, de Ihe declarar qual lem si-
do a dotpexa do Te Denm do eraras que levo lagar
na dila lureja, quem fui que llieapre.euluii a ennla,
quem finalmente a esorevou e passou o recibo, l'cr-
nambuco 30 de abril do 1833.
ii Declaro ao senhor cnsul franecz, quo as des-
pezas ilu Te Dcum, pie o mesnio senhor mumlou
celebrar na iereja do S. Pedro no -lia "i de abril, e
cuja coala Ihe fui apic-culada e nella laneei o recibo.
fui de SIOS0O0 res, nao Inclulndo a- despezas do
msica, cera, alucuel de cadeiras, serinan e fogUO-
les, e mais des|iezas. por nao me ler ingerido nel-
la.. Hecife 30 de abril de 1833.Padre Joo Jos
dn t 'osla Motn.
O eserlvao da irmandade do Divino Eapirilo-
Sanln, creca no convenio de Sanio Aiilonin dn He-
cife. convida a lodos ns seus carittimoi irmos, que
domingo H de maio, pelas ',1 horas da manala, se
devem aehar reunidos em seu eontislorio para o
lim ilo, em mesa ceral, procederein eleirilo dos
novos fiiui-eiuuariui, que Icen) de rogec un anua
de 1833 183*.
Faz saber ao rcspoilavel publico .Manuel .Mar-
lius Fernandes, negociante na cidado do Rio-For-
mato, que se leba saldo com Indos os coitcs|k>ii-
denles do Herife-al esla dala, e pur isso qualquer
conla, ordena, ledras, ou qualquer domnenlo que
se a- lie de iiiim para com elles, com dala anterior
a esta, Dea sem cll'eilo dcum; o so hoiivcr o con-
trario deutru em (i diiisaiiiiiinriem pur esla mesilla
fulha. Hecife-Jilo maio de 1833,
Na travessa da 'trompe n. I) ha quem d ven-
das, lano deuiaiilia cuino i larde a qualquer
prcla que queira ir vender, pneando SI) rs. de ven-
ilaceiu de cada pataca, sendo seas scuhures os res-
ponsaveis das fallas (pie houverem.
Precisa-se comprar um cordau de ouro de lei
que se,a groato, o um Ironrelini, obra do Porlo,
da inesma fiirma : quem liver annuucie por osla fu-
lha para ser prorurado.
Itoca-sc ao Sr. Ileruardo llcuriqucs, (fue em
ouliihro do I8.VI fez urna cubraiu;.! da herunva do
liiiailo padre Floro, queira apparcrcr na roa da
l'ciiha ii. Si. Odilo senhor (10-se |ii-essa em alleu-
der i osle convite, que muilo Ihe coiivm.
Jaoinlha Alaria da Conccicilo, declara que nao
se respousahitisa |ior qualquer quanlia, que em seu
iionie se d, nem mesmo por qualquer fa/.enda un
(enero que se lome em luja ou venda em noine
della, nem aiuda para com os inquiliuos das suas
casa por qualquer diuheiro que tciiliam dado ou
derem sem sei i inesma aiiiiuncianlo.
Fucio no da I do eorrenle, da rua eslrcila do
llosario n. -JH, um negro de nonio Joto, deestalura
recular, enr prcla, levou ralea c camisa de algo-
d.in de iislra, uin |K)iiro sojas: roga-sc a todas as
pessoas policiaes c capira.es de campo, que lovem o
dllo negro na inesma rasa, ou no aterro da llda-Vit-
la, casa doSr. Francisco Pires, qiieser.lorccoiiipeu-
tadott
A lusa-te as lujas e lercciro andar do casa da
na dn Ainorim ii. lli, o a cata torrea em Fra-de-
Pni la-, no pateo do Pilar : os pretondentos Iralem
ootn o proprielario Antonio Joauulm de Souia Hi-
beiro, na rua da Cadeia do Recffu n. IH.
Precisa alugar-se uiua prela: na rua da Caita
d'Aguan- til.
Di-seja-se saber a liein de seus inleresses onde
evisle Juin de Heos Miliiau natural de l.isl....., velo
para esla ha anima a aqui se easou, leve lilhos. e um
uctles de nomc Jos, uccueioii para u serian, fresue-
zia dnCralu do lliiin Janlim: na rua da Cadcia loja
de ferraL'ens n. .*>.'l.
PABRICA DE CHAPEOS DESO. 1)0
ATERRO DA BOA-VISTA N. 22.
O duii, deste eslahelccimeuln lem a honra de par-
lirlpar ao respcilavel publico, principalmente aos
seus freguozes, que pela derradeira barca de vapor
viudo do Hiu, receben um grande c ricu sorlimenlu
de chapeos de sol, lano do seda, como de panno.
com canos de caimas iuMricos, ricos cnapns de sol
para senhora ; lambcm receben um grande sorli-
menlu de peras, laiiln de seda, riimn de pauniiho,
proprio para cubrir arniaciies usadas, fa/.-sc qualquer
cuncerlo o ludu por preco mais em conla do que em
oulra qualquer parle.
Embarca para o Hiu de Janeiro ua primeira oe-
casian. .Manuel Hiiarqne M. Uma, 0 seu escravo
ll.ii IIiiiIiiiiii'ii, que resressa para osen ico de -eu lilhu
do mesmo nomo, esludanle da academia militar.
Para a Parahiba pieei-a-se de um bnni odicial
do fonllelro.- quem se aehar nctlai elrcunulanoiai,
queira dirigir-so a rua da Cruz, na va iidndc l.uiz
Freir de Audrade.
O abaivu assisiiadu faz piihlicu que (em casta-
do os poderes, que pnr proeuracau concedeu ao l)r.
I.iiiuenru Avelina d'Abaqiierque 0 Mello, na cida-
de do Hiu Pormoso, em urna causa de tellras que
Iras conlra Auloolo licrnianu Higueira Piulo de
Souza, e lem nomeado ao lenle coronel Jos An-
tonio l.upe-, para pieeneher o lagar daquelle. Reci-
fe 'M de abril de WVI.Zoilo Francisco de Chabg.
O abaixo tssignado uha-so desonerado du
dehilo da firma comuiereial de Mallos A Magallulcs,
e individualmenlo julga nada dever a jicssoa alcu-
ma ; mas nn caso que aisuem so jtiluuc seu rrcdnr
lucir presenlai-se no prazo de Ires dios, que
proniplainenle sera salisfcilo.
Jos l.ui; de Mallos.
Os abaixo assicuados fazem scieute aos seus
(redores, que ili-solverain a soriedade ipic (inliain
em nina venda ua rua do l.ivraincnlo, n. 38, Desu-
do 0 socio Masalhaes cun a casi, o llljollo ao paca-
ii.....lo dos eredoret, o licando o sucio Mallos deso-
nerado de qualquer ohricacao relativa ii referida
soriedade./ose l.ui; de Mullos. Antonio Pililo
de Mugalhes.
AMA DE I.EITE.
Precisa- e de urna ama de leile sen) lilhu, para
acabar de criar urna crianca : na na do Trapiche
Novo ii. 1, un na rua da Cruz, armazem n. 19.
Ollerecc-se urna |essoa para raixeiro do ven-
da, a qual lem haslaute pralira c d.i liador a sua
conducta : ua prai;a da Independencia 'n. l a du.
Precisa-so nlugar un prelo para lodoserviru ,
quer-to que u.lo beba, c que seja mullo llel : quem
liver, anuiuicie.
Precisa-so de un menino portugus, de 12 a
14-sanos, paracalieiro devenda, rom praliea, ou
sem ella: na rua do Pilar em Fura de Portas u. 84.
AlgMe a melado do urna casa : na rua da
Cuiau u. I,
Precisa-se arrendar til silio nM Alegados, ilu
o liiqui, que tenlia boa rasa para familia, boa ca-
rimba, eslribaria, capim para um cavallu o menos,
e pasto para algumas vaccas; quem oliver, dirija-se
n rua da Sulcdadc, casa n. I, confronte a venda c
paitara u. II.
Precisa-se de uma ama prcla ou parda, forra,
para urna casa de pouca familia, para comprar cco-
zinhar o diario do urna casa: na tambos doCarmo
n. 19, secundo andar.
Na rua da Aurora, juulo ao rollcgio dasor-
phlas, precisa-sc de BIM una furra para Iralar de
una n lauca, e que de Mador a sua conduela ; lam-
bem precisa-se do um copeiro livre.
Ofierece-to urna ama para coser c eugommar
em casa de honicm sollciro: quem precisar dirija-se
a rua Augusta,casa pintada ha poucojunlo a de nu-
mero 'M,
No dia 23 do eorrenle desappareceu, vindo de
Sanio AoUOi em um cavallo caslanhu desramado,
de raiigalha, um negro do nomc l.uiz, de idade ~>
annos, altura regular; levou camisa, ccroula egi-
blu, o chapeo de cauro, lem uin c,iroi;n em um pol-
lo : quem o pegar, leve-o a llozerrosa sua senhora
Auna Thcrcza das Virgens, ou an aleriu da Hoa-
Visla u. 13, (pie ser muilo recompensado.
()ll'en-ce-se um rjortuguez |ra criado: a fal-
lar na rua das la u/es n. III.
Precisa-se alugar um tiln que au teja muilo
pequeo, c que estoja bem plantado de frurleiras,
reud-,) porto da praca ainda inosuio qu.mdii a casa
Ao -na do muilo. commodut. u que nao se exige
- Prr-cisa-se alugar uin prelo para o servido da
rclliiacao IranccM: na rua da Concordia n. 8.
Froclsa-so alugar urna rasa terrea pequea, na
rua da Gloria ou porlo dos qualro cantos: a follar
na rua das Ciuzes n. 40.
Tendo j conseguido avullada quanlia para
compra da h |iographla, he de niisler que os senlio-
res assignanles lenham a tmiidade do talisfazer suas
otsigiialuras com a maior brevidade pottivel.
O redactor do Apostlo do Norle.
Preclsa-to de uma ama para lodo o tervlrai iu-
lemo deiiina casado poucajlVtinilii: na rua da Cruz,
loja do harbelro n. S). ^
Arrenda-se o secundo andar da cosa da rus do
Caes rni Frtra de Portas: Irala-se no escriplorio de
F. A. da Cunha & C, rua do Vigario n. 11.
Precisa-se alugar para casa de pouea familia,
uma prela capliva que taiba engnmmar e lavar, o
enlenda lambem de cozluha: quem a liver e quier
alugar para esle tervieo, dirlja-te ao segundo andar
da casa n. 16 da rua de Apoflu.
Aluga-se ou compra-sc uma padaria, sendo no
bairro do Hecife: quem tiver anuuncie pira ser pro-
curado.
Aluga-se a casa dos arcos no lugar do Reme
dio, com commodos para grande familia, eslribaria,
rom grande terreno para plantar cainpim, cannat
c ludo o in.ii- que so quizer ; lem i graudes ih;os
d'agua que no teceam, o 2 cacimbas, sendo urna de
beber : a Iralar na rua do Collegio,bolica u. 6.
Ha 15 dias que so perderam urnas carlat quo
iam para o Sr. padre Manoel Jos dos Sanios, assis-
lente no engennn 1' linca do cima, como se ha de ver
na sobre escripia das dilat rarlat, e roga-s a quom
as aehar, leva-las a ruada Concordia n. 4, reMnacao
de assucar ,que pagar o adiado, cujas carias foram
pordidosdesde a roa Direila al as Cinco Punas.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
Goesel Bimonl, profestor de homeopathi
pela escola do Rio do Janeiro, continua a ,
dar roiisullas gratis aot pobres lodos Os i
niela, das 8 horas da manlia al ao meio i
no seu consultorio, rua das Cruzes n. 28.
Procisa^ie^uijgarum"tllio por um, ou mus an-
uos, que lenha haixa de capin, o fruleiras, nos lu-
gares scgiiintcs: Mangiiinliu, Ponle d'Ucha, Cruz
iliui..-. pnssagem, Torro e S. Amaro, agradsndo,
paga-te liem : a Iralar na rua da Cadeia do Hecife n.
19, primeiro audar.
ilA rua do Arago n. 12, teguodo andar, ac dir
quem precita de 21)0 a .'MlJOOlKI rs. a premio, quo so
pagar meiisahnenle cun parle du capilal, semine--
le carantiilucom uin bem de mullo niaor valor: a
fallar de niaubaa al as 8 horas, c de larde das ti em
dianle.
Arrenda-se um sitin uo lugar do tuquio., com
hon casa de vlvenda, loda envidracada, leudo ja-
uellas de frente, sala o gabiuele, coziuha fra e co-
piar, ccoiu mais oulra casa pequea, propria para
negocio, cun arvoredos de fruclos nciusivecoquei-
ros, e rom planta de rspim : quem pretender, eu-
leuda-se com Amaro (.mirahe- dos Sanios, ua rua
Nova n. 30, tccuiido andar.
PASSA PORTES.
Com molla prstela o rommodidade nos ajustes,
lirani-so passapurles para dentro c fra do iiii|ieriu,
despafhsl se esernvos, ocorrcm-tc.folhas: quciu
preli-ndcr, dirija-sc a rua do Queimado, loja n. 53.
COMPRAS.
Compra-sc um piano usado que ato oxrcda de
l.tlaljOO rs.: ua luja da rua do Crispo n. 3, so dir
quem compra.
Na rua da Scnzala Velha, defronle do Sr.
Marlius, pinlur, rumpra-sc lodas as quididades da
ferros velhos c nielaos, assim como ourelos de pan-
nos linos c casomiras, e inulambos de lodas asqua-
ldades que sei virem para fazer papel ; assini romo
cabos vclhos, lonas, etc.
Compram-se escravos, e vendem-se, rerclioiu-
se de rommissao, lano para a provincia como para
Cora della; na rua dos Quurlcis n. 24, segundo an-
dar.
Compra-sc escravos, o \ende-se recobo-sc do
rommissao, tanto para a provincia, como para fra
della : na Rua Vclba n. 55.
Compra-es uma canda de carga de IOUO a
1200 lijollos de alvenaria grossa, que cslejaem bom
oslado, de amarello, c bom ravernamo : na rua du
llauccl n. 51, a Iralar com Victorino Francisco dos
Santos.
^ra-tc umacscrava de idade de 30 annos.a
lO, dirja-sea rua da Scnzala Nova, u-6, primeiro
andar.
Cuinpra-sc i'imii sccrclaria, ou carleira pro-
liria para escrover em c.ldeira que lenha alguns
'oinmodos para cunrdar piqicis, prcferiulo-so em
bom uso, quem liver (ficija-se a rilil dos Unai le- u.
21, luja de mudczas.quc se dir quem 'precisa.
Compra-sc um Tamaudun: quem livor antuju-^
ci.
Cnmpra-se urna veneziana para janclla desa-
lada : na rua dus Quarles luja n. 21.
Compra-se uma escrava criuula. ou africana,
que seja niea c boa cuzinheira. o que laiubcui eu
conime: na rua Nova iu50, primeiro andar, ou au-
UUneie quem a liver.
Comprase una ni
india boa ligara, c seja sadia,
habilidad, agradando
numero 50.
Compra-so una prela de 16 a' 25 aiiuut, quo
lgura, c seja sadia, einb
agradando paga-se bem
eniliina nao lenha
na rua Novo
VENDAS
TINTA HARATISSIMA.
Vendo-so (uta emulen, prcla, azul, branca, em
latas do 38libras ; em casa de Adanison lluw i\
C., rua do Trapiche ti. 12.
Vende-se 3 |nos do boa qualidade, cada um
rom 35 palinosdcconiprmcnloeumemeioeiuqua-
Ini, confronte ao Corpo Sanio, armazem n. II.
Vende-te por preco commodo um sobradinho
em chito propriu, ua rua dn praia de Sania Hila,
Irala-se com Manuel Fonseca de Medeiros, ou rom
Antonio Pacheco de Ahneidu: ua rua das Ciuco Pon-
as u. 83.
Vende-se sacras com mlho : no Recito berro
Largo, laberna n. I.
Veudc-se 18 cadeiras de Jacaranda em bom ca-
lado: no palco da ribeira de San-Jos n. II.
Vcnde-ae urna prela do bunila (gura- pirita
ciiguminadeira : na rua Velha n. 55.
Vcudc-sc por rouunodo preco um pequeno so-
brado do 2 andares, silu mi rua ib' Caldereiro desta
cidade, assim como mu silio dus nielhoresque exit-
lem na Vai zea, ludo mr preco commodo: a Iralar
na cambo* do Carino n. 16.
Vcndc-to ou faz-so oulro negocio com nina
Icllra, arcila pelo Sr. Ignacio Batios de Oliveira,
de principal e jurus al buje 2:101^1000 rs.; quem
pretender este negocio cnlcndn-to com Cosme Joto
dos Sanios Callado, na rua da Cadcia do Ro fu
ii. 18.
Vende-so mn eslabclcrlmcntn de assucar e de
hu'iii- gneros, c ruin bom ruiuinudu para familia,
M-nile-se peln dono relirar-so para fora da provin-
cia : ua rua do Arago u. 8.
Vende-se um cabriole! novo, de,
Imiiii (justo, (linliujo e forrad) : na rua
los Pires n. 28.
Vende-se ditas ocTavu* sendo
nina mu,il,i. outra erioula; uquella de
IS i II nuili-, c esla de lo, boas figu-
ras c prendadas : lia Soledade casa de
sobrado aolado da reja.
Vende-se ou Itaspussa-se nina loja
de luiude/.as, sila em luna das ras mais
J'reinieiibuuui do baiii-o de S. Antonio ,
coiu[iletiimenle tortilla i> milito al'rerjuc-
/ail.i: na rua da Cruz n. Iti.
No Furledo Mallos, definido do armazem do
Sr. Joaquim Francisco de Alcui, vende-se em |>o-
ucnas e grandes porrees, ccr.\ de carnauba da me-
lar qualidade que pode baver, c por menos preco
que ningucni poden vender, assim lambem couros
mudos, o mais generas.
Vendo-te ama prelado nacao, quo representa
Icr 38 annus, |hiuco mais ou meos: quem a preten-
der, dirija-se n rua da Gloria u. 65,que achara eom
quem Iralar. ____.
OVAS DO SERTA O.
Vende-si) ovas do tcrlo muilofrescaes, o por la-
ralo preso, por nAo slannos na qunresina: ua rua
do Oucimado n. 11.
NA Kl A DOAKAGA'O N. 17,
ha imra vomlcr uiiirabriuli't com robera doIji, no-
vo c do bom ko4(o.
Vcnilc-so orna srrava erioula ilc Xt anuos do
idade. mullo sadia e de oplima conduca, com ba-
lnli.l ;Jc-, -filio ninilii Ihii fM-.'ainiiiailcii.i. C bo
vendedora*na tua, rom um iilbo molalinho'de 2an-
uos: (iiicm a miiur dirija-se a rua do Clmelo casa
lironle do Sr. I)r. Alcanforado.
__Vemle-fW 100 e-panadorcs multo bem rejloi B
-i'::im.i-. proprioi para einban|iie por -<<. em muilo
qeilTTiver eizer aiuwr. aunuiuie otra *eriii-o- bem auriiioa : quem quiser un nuncio para Ibfl
curado. levar as amosli a.n, e Iralar do aJoaU.



Vende-se nina tVpgrwplMa cotn
um l)oni pelo, com grande ou pequea
|K>rrao de typos, enleite, e milito boas
cnixetat ; enilim tudo a vontade do
comprador ; esta' tito bem montada que
se pode immrdintinciite entrar i'in tra-
ballio : na na da Praia n. .").
A.
ifj) MOENDAS PATENTES DE A. E E. Q)
DE 0I1NAY. S
w Era casa do Rothe & Bidoulac ra do W
fffk Trapiche n. 12 acham-so conslnnlemen-
Sle venda MACHINAS INTEIHAS E T
, denla n >nsl 11 iccai'. Estas MUEN DAS lem /*
V& a vanlnscm de extrahir das raimas, por sW
<&) c-ini.i de I.", I'illt CENTO maisealdo doque B
- as ordinarias, com a mesilla forra motriz, ^a
Arham-se taiiihi'in na mesma rasa TAI- *'
XAS DE FERRO ilemiHlellosi.....i ii.r. v i/f
ARADOS TODOS DE FEHRO da acre Z
dilada fabrica de RANSOM EMAY. W>
SEMENTESDE 110RTALICAS.
Vende-se sementes de hortalicas de to-
das as(|ualidades, chegadas proxtniamen-
te do Porto, por prero eommodo : na na
Direita, venda n. 7(i, cst|iinit do l)ecco
dos Percados Mortaes.
O VERDADEIRO RAPE PAULO COR-
DEIRO.
Na rita da Cruz, venda u. !), arha-se a vendi
verdadeirora|> I'aulo Cordeiro viajado, do Rio de
Janeiro nol'ani; este rap lorna-sc muito superior
rom esta > iagein que faz, pois o loma muito emitan-
le aode Lisboa, ccom a falta deslc os amadores da
boa pilada arham o rerurso no auiiunciado.
Vende-se tres predios de.casas, per-
tencenteao Sr. Jos Joaquim Alves Tei-
xeira, o primero de Iresandares no liair-
ro do Keeif'e, travessa da Madre de Dos,
n. lti, osegundo as Cinco Pontas n. 32,
e o terceiro na na dos Pescadores n. ."7:
os prelendentes dirijam-se a Uliveii-a Ir-
maos&C, na rita de Apollo n. 11, para
tratar.
Vendem-se taimas de pinlio lar-
cas da Snecia, costado, costadinlin, as-
para finidos de
as barrica! c as
oleo oni DOtijai
Iho.
A(bcU de Edwi Maw.
Na na de Apollo n, ti. .rmazem de Me. Calmont
& Companliia, aeba-w cnuilantcmentc bous ortl-
mentos do taitas de ferro cnado e baliil*, tanto ra-
sa como fundas, moendM inenrai telas d farra pa-
ra animaos, agua, or., ditas para armar em niadoi-
ra de lodos os lamaiiliosemodelnsosmaisnioilrinos,
machina liorisonlal para vapor rom forra do
icavallos, cocos, pnssadeiras de ferro cslanliado
para casa de purgar, por menos pri-.o que os de co-
bre, cscovciis para navios, ferro intile lauto em
barras como em arcse fulhas, eludo por barato
prero.
Vendc-se vinbo da Madeira de superior qun-
le |iipa, |>or proco com-
. Bieber & Companhia
lidadeeinquarlosc oilav
modo: noannazeindo N
na ra da Cruz n. 4.
Moinhos de vento
rom bombas de rcpuxo para rosar borlasea baisas
do rapin. na fiiiulirao de II. W. Bowman: na ra
lo Brum ns. 6, 8 o 10.
A 6,000 ri. pequeos, 5,500 rt. fraad.i.
Vendem-se chpeos de sol de seda inglesa de
superior qualidade, pelos procos cima : ua ra
doCollcgio n. i.
Vendem-se relo(;ios de ouro e pra-
ia, patente ingle/. : na na da Senzala
Nova n. 12.
s;;?;j!f;sKK;:;;::.;KK::;t:::;;.;:::;;;:::
$p vestidi>s a nodo, e lrao. 5
Jj) Conliniia-se a vender cortes de vestidos de $
;..' riscadinlm francez cores ti vas com l2rova-
dos,0 lj!>2tlrs. cada corle ; ditos de rliilas $
Jj$ escuras, a IJftID rs., bavendo |KircAo para es-
collicr : DI lojado sobrado amarello nos qua- $)
;.' trucaiilos daruado Queimadn, n. 29. ?i
Tai vas para engenhos.
Na fundicao' de Ierro de I). W.
Rowmaiio, na rila do llrum, passan-
do o chafarte continua liaver mil
Completo lOrtmentO de taxal de ferro
fundido e batido tic 3 a H palmea de
bocea, as quaet acham-sea venda
preco oomniodo
embarcain-st'
barri-
tinai,
: aira/.
soallio e forro
cas : cemento
remos de faia,
do Tliealro Vi
AOS FABRICANTES DEVELAS.
Vendc-se cera (lecariuilii., e i-.ix.i ilrimiilosuperior, c por roinmotlo preco: im nr-
ina/.em de I), It. A n tira tic <\ Ct ra da Ou/., con-
fronto o cliafariz n. 19.
Veiitlc-w um rano do nulas, plente Ingle
|>or prero romniudo, um terreno com 100 palmos
Ofl frente para a cslrada da Ciponn rom varios ps
de lanuigeiras, c um grande p de jaipieira, colocjh
fc do no meto, ospreleiidenlcs, drijam-se noalerro da
Boa-Vista n. 17, a tratar rom l;rederiro Cha\es.
Vende-se urna estrada de mcia idade com ll-
Kiinius habilidades, a bordo da eseuiia nacional Mu-
j-i/iFirmina, ou na travessa da Aladre de Dcos \en-
du u. -J.
OLEADOS PINTADOS.
Vende-se oleados pintados, de riros padrops, r
diversas lart-ura-, e roberas do mesmo para mesa,
por prero imiilu eommodo: na piara da Indepen-
dencia ns. *2\, :H, 'JH e ;M).
PARA O INVKKNO.
Vende-se sii|wriores bonfflfll de oleado in^bvo-,
por preco moli barato: napracada lnde|MMideucia
ns. i*, 98, *2H eSO.
a (n.so ns.
Vemle-se chapeos do Cliile, linos, pin seiibora, a
'M\ 0e50?j0tHrs., chapeos de castor braneoMOl pe'
lo, par.l seidior.i monlar a Ovidio : na praca da In-
dependencia, loja e fabrica de chapeos tic Joqoiin
OM'ira .M..1.1.
AOBAKATO.
Veudc-sc corles de dulas de cores .......^ S
C9 de padrc-i oscuros ociaros, pelo Virginio
p,e,;ode I.J.U.M... .,..- ,^Z S
rio Mil", n. "lul;,ln .....'.'" '""'i'11 ll-"r. I'fo-
" ''. '-em e para o sorv iro de campo por ser
'""" ''.mo : na ra Novia.3.
Vende-se fumo da Dahia ltimamente ('bezu-
do, em porrao ea rotallio. |wr preco CO.....iodo: na
ruada Senzala Vellia n. ni.
Vende-se ou Iraspassa-sc una loja ile miude-
ZIS, sita em urna das ras mais frei|ucnladas do
bairro de Santo Antonio, complelamcnle surtida c
muito afrenue/ada : quem qui/er compra-la, dirija-
sc a ra da Crui n. 10.
Vendc-se una ptima cscraia parda.de23an-
iio, que onRoiiuna, rotinlil e cose, ludo bem: na
ra da Praia primero andar n. t.'l.
Vende-se um ruvallo rodado muiloboni anda-
dor, c inuilo em cotila : na ra da Cadci.i do lleci-
fe n. ."4.
Vende-se arofinacaoda ra da Concordia n
4, com ual fabricas bem montadas e bem afregue/a-
las.sendo urna de assucar e outra de ^'ar^^lo animal
o qual be para purificar n mesmn assucar, sen dono
vende |>or precisar de reliiar-se pai Europa e
juina nao vallar mais, |H>r isso faz lodo o iieKurio a
vontade do comprador : a tratar na mesma.
Vcndc-sc urna boa cania de casal, de boa ma-
deira, asscnlo de patita c rom mi annarao cm boui
aliado, ei banquinbas de sala, ludo por muito ba
ralo prejo : na ra da Cadcia de Sanio Antonio n
25, primeiro andar.
Noescriploriode Francisco Severi-
no ltubullo vV Fillio no lai
blc'a vende-si
e com
carreg
as
na
li->.
as sitas cotnprovincia-
i'{jo da assein-
saccas com farinlia de
niandjoca desuperior qualidade, ebegada
mora do llio de Janeiro na barca Sorte.
SAUDADES DA MIM1A TERSA
Romanes.
LETRAS E MSICA.
Arranjadas por una senliora provin-
ciana e dedicado
na.
MARANHENSES.
Vende-se cm casa de Oirdo/.o Ajres,
nn ra da Cadia do Reciten. 21.
Remedio especial para bonbas o cravos
seceos, continua a vender-sc na bolina da rua do
Rnngel n. 64, que foi do finado Sobasliiio Jos do
Olivcira Matedo.
Vendem-se Vinlin de cliumpagne
legitimo, e de luperior qualidade : em
cusa de Keller & C, ma da Cruz n
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Baha
Vendo-s om casa de Domingos Alves
Maiheus, na rua da Cruz do Bccife n. ,')S
primeiro andar, algodo transado daquella
fabrica, muiloproprio para saceos o ruu-
pidecscravos, assim como fiopropriopara
redes de pescar e pavios para vetas, por
preco muilo eommodo
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Veste estaljelecimento contini'ia a lin-
ver nin completo lorlimento de moen-
das e incias unicinl.is para eneenbo, ma-
chinas de vapor, e tai vas de ferro batido
c coado, de todos .os tamntibos, para
lilo.
Vende-se 20 escravos, sendo urna linda nejri-
nlia de idade 18 anuos, recolliid, cose e ongomnia
liso, dous oplimuH niolecotes de idade JO anuos, co-
ziulieiros, dousdilos da mesma idade, oilo dilos de
iilade 22 a ot) anuos, de lodo sen ico, o"escra\as
mocas, ipiiaiideirat e lavadeiras: na mu Direita
o. :l.
D.-po.io d. f.brioa de Todo. o. lulo, na Babia.
Vende-so, em casa de N. O. Bieber JiC, na rua
da Cruz n. .algodao trancado d'aquella fabrica, l
muilo proprio |ra sarco de assucar e roupa de es- as da Kussia.: no armaTtm de N
rravos, |>or preco eommodo. I Conipanbia, na rua da Crui u. 4.
por
promptidao':
mi carregam-teem carro
despeza ao comprador.
I'IITASSA SUPERIOR
Vendem-se por preco muito eom-
modo, no armazem n, 7 de caes da
tilfandega, de Josd Jonquim Pcrcira de
Helio, ou no escriptorio le Novaes A
Companhia na na do Trapiche n. 34.
ViMideni-seein casa de Me. Calmont & Com-
pauliin. na praca do Culpo Santn. II, OSBBuinlc:
viaho de .Marscillecm calas em novellos ecarrcleis, bren em barriras muilo
uraudes, ac de milasortiilo.ferro inlez.
Em casa de .1. Keller i\ Conipan-
llia, na rua da Cril n. 55, lia para
vender dons excellentes pianos fortes,
de una das melliorcs lubricas, o dic-
tados ltimamente da Europa.
AOS SENHORES DE EN0ENH0.
0 arcano da nvencao' do l)r. Kiluar-
do Stolle em Berln, empregado nal co-
lonias ingleat e hollandexas, com gran-
de vantagem para o melbornmento do
assucar, aclia-se a venda, em latas de 10
libras, junio com 0 melliodo de cniprc-
ga-lo no idioma poiin|;iic/, cm casa de
N. O. Bieber & Companbia, na-rua da
Cruz, n. i.
Vende-se rcra ile carniiil, prlmcir orlp.^p
IH000 rs. a arroba na roa dlCldell do tgfj[e n.
itl, |a iineiro andar. "'
Vende-se semenJflrTie iodasasua-
lidndesdeliortnhfH^ juntamente ervitltas
de dntis in^fl^UI,.,,, fcju0 carranclo de
'K"' uatidades, c sementes de llores
mais modernas tpte lia no mercado
ruada Crn/. do Itccil'c, armazem n
de .Marlins c\ Irtrio
I'ECIIINCIIA PARA AUMENTAR ESCRAVA-
Tl'RA.
Na aclnalidadi'. em que lodosas lleneros de pri-
meira ncreHidlde esllo por piceos nspiiilosos, ipial-
ipier que se proporcione a pri'co barato, deu'-so
ecin-iiliiar.....a pecliiiicba : por Isso os-eiiliini'~ que
possurm ire-eiilii iiiiiucro de cserivps, 1110 per-
dern sen lempo em iliriir-se lina da Cruz n. II
armazem, alini de examinar e comprar o que alii so
oll'oreee a vend.
CHANDE FABRICA DI CHAPIOS DE SOI.,
RUA DO COLLEGIO N. 4.
J. Kalque faz scieule ao ri'speilaM'l publico ile
IVriiaiutniro, e em parlieular ios >eus rresueses,
que acaba de receber ile Taris, como do Dio de Ja-
neiro, da fabrica de Pilque Irmios, um lindo e
completo sorlillieulodccliapeos de sol de seda e de
paiiuinlio. lauto para bonicos como para senboras.
leudo para os prmeiros um esrolliido sorliineiiloile
rbapoos de sol com cabos inteirieos ns mais lindos,
que lem viudo em eaiiealuras fllvorsis, dilos ile cali-
na, ele. ; uraudeipianlidadc de sedas e paniiililios
em peca pala cubrir annaeoes mtv idas, as que foreni
de ferro, envernlmin-M que flriui novas; baleias
larcas, eslreitas e de ac para esparlilbos e vestidos
de senlioras, hi'ii'jalas bonitas ; eobre-se e conecr-
la-se Inda e qualquer qualidade de eliapos de sol:
Imlos DBobjeeloa cima mencionados vendem-se em
porca e aretalliopor menos preco que em outra
quaiquer parle.
ATTENCAO'.
Na rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno lino prclo, a :t?2110, :-^.*IHI,
."K?|KMI e ti^KHI rs. ocovado, dito verde muilo boni,
ailBOIMle iisutl rs., azul, a2|80U, :HMKI e i,*(NMI
rs., e muilo superior, a 5S50O, lencos de seda brin-
cos dos mais fines que tcni apparecido, a ISOOOrs.
cada um ; lia lainbcm um lindo sorlimenlo de case-
miras ilr coroso pri'ias, selim prelo, sarja liespaulio-
la, c mitras umitas fa/eudas, por preco eommodo.
depozito de ca. i: potassa
No armazem
Itccife n. I :', ha muilo superior cal de
Lisboa em pedia, assim como pnlassa
chegada ltimamente a procos muilo
razoaveis.
Vendem-se relogios de onro, pa-
I.ntc inglez, os melhores pie lem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante di' Liverpool: em casa de Itns-
sel Mellors A Companhia, na ma da
Cadcia do Hecil'e, n. li.
Vende-se lencos e loalbas de lali>rinllio; (be-
cadas agora do Arieily.oor piceos pralos, e IkiIus
pelo jileco de ls necife, li. 19. primeiro andar.
M.MIO DE COLARES.
Vende-se vinbo de Colares engarrafado, em raivas
de urna duzia: na rua daCadeia da Kecilc u. IH,
primeiro andar.
Em casa de J. Keller v C. na rua
da Cruz r. 5.", ha para vender, e por
preco eommodo, conros pi-oprios para'
cobrir carros, che(;ados ltimamente.
SALSA DE SANDS
r.hecou no\a remensa para a holira de llarlhnlo-
mcu Francisco de Souza, na rua laraa do Itosario
n. !l. Esle remedio nao precisa ser conlicedo, poia me eu consumo lie a prova mais
evidente de sua bondade.
OCMO
Vndente gessoem harneas,clicttado ullimamn-
(e:em rasa J. Keller A Companhia, ua rua da
Cruz n. 55.
A 500 RS. A VARA.
Ili un trancado branco de puro linlio, muilo cn-
corpado: na loja da esquina da rua do Crespo, que
volla pira a Cadeia.
Vendem-K; vaquetas de lustre, para
robera de carros : na rua da Senzala
Nova n. 42.
. Xa porta la Ailundem, armazem
U.20, vende-se oleo de linliaca.empor-
co'es a vontade dos compradores; aqpde
inilao', chumbo de niuiiicao', c laCCaf
com farcllo a V.000 rs.
Veuilem-si> lonas, brinzao, brins e Mili lo-
O. Bielir &
Vcndcm-sc os verdadeirossellinsiiiBleies.na-
leule, du mola e scni ella: na rua daSeuia la No-
va n. 42. .
Veiiuero-a.atr.caa com fateHos,., :)-:^n: no
armazem n. I do caes da alfandeua.
.;##*
$ VEST DOS DE CASSA A IMI0. A
Vende-se cortes de vestido de cassa do cd- $
Sf res rom 7 varas, pelo barato preto de ICtKKI m
K rs., rada.coiie : na leja do sobrado amarello Jf
S nos qualni cantos da rua doljueimado, n. 29. A
ha li io ii luz o advogado dos orphilroougui?
Iratica do processo orplianolooJCH, adaptado ao Toro
rnsileiro, para o uso dos juifll, escnvileseadvo-
ados: vende-se por 3)000 rs. na livraria n.6c8
da prac,a da Independencia.
COBKKTORES Di: TAPETE
li.....us|i;ir.i i'mmmi-, a 0O, 1-ihKio l-Oi-. :
na loja da esquina da la do Crespo que volla para
a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE
Na rua do Crespo n. G, vcndc-se superiores coher-
toresdeuluodAo escuro, proprios para escravos. a
.un. I.-iumi rs. ol.40cada um, hrini trancado bron-
co ile liuho puro, a 500 rs. a vara, corles de dito es-
curo, a 19110 e :2300o rs., corles da chila eom baha-
dose barra,a .JOOI rs., leudo 13 rmados rada um,
chitas escuras dolilas seuuras, a 100, 180, e 200 rs.
o ni\ado, -clini pelo inac.io, ,1 itSHKI c :t'*J 110 prelo lino, a 1\ e 130(K rs. o envado, dito a/ul
milito lino, a 13000 rs. o covado, pecas de camhruia
de salpicos com 7 vams, a i e l&'iOO, o inuilas mais
fa/oiida por menos preco do que em outra parle:
na rua lo Crespo, loja n. fi.
DOCE 1E BACOHV.
Qieuou receutemenle do Maranho urna pequea
porfo (lestedelicado doce, o melbor que ha, lano
pela Mil excellenlc qualidade, como por conser\ar-
se por muilo lempo em perlcilo estado: vende-se-
em rasa de .''tiiilc<\ Irmao, ua rua daCadeia Velha.
Vendem-ie verdadeiro viobo de
champagne de excedente (innlidmlr, e
muilo em contn, j>;u;i liquida^ao' : em
cano ilc Brunn Piitegcr i\ C, na na
SAPATOS DE BORRACHA.
Na rua da Cruz, confrooto a Llngootl n. 36,V60-
do-WMIpeiiortt s;ipalis de borracha, proprii>s para
o lempo de eluiva, e por preco eommodo.
YIMIO DO PORTO MUITO TINO.
Vende-te stipenoi' vinlio do Poi*lo, em
iMimsdc i-, .">. c S. : no arn.a/.rnxla rita
do Aceite de Peixe n. 11, 011 a tratar jio
escriptorio de Novaes *V Companhia, na
na do Trapichen. "i.
l*l;iss;i ;iiiiri-( ;iii;i
Noanliuodeposiloda Cadeia Velha ti. 12, existe
una pequea poreadc polassa americana, cheaada
ii'ri'iili-iiieiilequeporsuperiorrivalisacoiiiada Hus-
',i: M'iuii'-sr por preco rasoTel
SAPATINHOS DE LAN.
Vcmlc-se sapaliubos de laa para criancas, os mais
bem rellOS possiveis, e por preco mais barato do que
em nutra quaiquer pirlo. na rua dos (Juarlois n.
2, bija demiude/as de CruzA llaslos.
TALAGARQA PARA BORDAR
Vcnde-sr < 11.1 _. 11> 1 para bordar, por prero mili
bunio do ipic em oulia (pialquer parle! na rn.i dos
Quarlcls 11. ~2S, loja de miuibvas de Cruz c llaslos.
Vciiilc-si1 lio de ilijodao d;i ll.i- 63
liin, por jirara eommodo : no es-
crintorio ilcNovnes A Compauliiq
na rua do Trapicho n. 54.
=!;= i m k
i.-- | % t f
ra 2- -i ~*- _
ai "i
:
:
2 c
0
0
3 ,7Jrf i
lilil
\ J.>.'.'. ?IA DE .MANDIOCA
Vemle-se por preco eommodo : a bordo da escuna
Soeinlmle. I'rliz, OU 10 lado do CorpO Sanio, loja de
'inassames n. -2'*.
PARA SENHORA.
Vciiib'-sc rhapi'linas de seda para senboras, das
mais modernas, ditas para meninas, por mais bando
preco do que cm mitra quaiquer parle: na praca da
huleiieiideaeio n. 21 a mo.
TELESCOPIO
cm casa de Casimiro (aruicr, rua >o\.i, vende-se
por preco mullo barato.
RAPE PAULO CORDEIRO.
Na rua da Cadeia do Recifeloja n.50, de Cimba A
Amoiiin, vendte btese mciosililos de rap I'aulo
Cordeiro.
I'll.l I.AS VEGETAKS.
Coiiliiiuain a \endcr-se em casa de larlbolomau
l'raucisco de Sou/a. ma larga do Uosario n. .'Ifi.
Venle-se presuntos iuidcvosmiiilo novos para
nantbre, latas rom bolaohinlias de soda loKlcia,quei-
jos de pialo, conserxas muilo novas, semenles de to-
das is qualidades de horlalice. cheyadas ullimameii-
le: na rua da Cru/ II. 16, defronlc do jr. Or.
Cosme.
Vendem-se lonas, muilo em cotila : no arma-
zem de l;o\ llrolhers : na ruada Cadeia do Itccife,
n. 62.
da na la Cadcia do ?.lJJ!mle e ,n:,,eril,! l"im

DAVID WIU.IAM BOWMAN, eimenheiro ma-
chinisla e (undldor de ferro, mu respeilosamente
annunrla aos senhores pruprelarios de engenhos,
fa/ciiilciros, e aorespeila\el publico, queoseu esla-
belerinentn de forro nnn ido por iiuchiha de rapor,
na rua do llrum passando ocliafllil, conlinua em
efleclho esercielo, esi- ocha romplelamenle montado
com apparelbos da primeira qualidade para a per-
feila conleccada< inaiores pecas de macbiiiismo.
Ilabililailo para emprebeuder quaesipter obras da
sua arle, David Williain Itowmau, desoja mais par-
ticularmente chamar a allenca publica para as so-
uuiutes. por ler deltas grande sortlmento ja' promp-
I, em deposito na mesma fundicao, as quaes cons-
truidas em SUS fabrica poden, competir com as fabri-
cadas em pala eslianueiro, lauto em preco como cm
iii.n de obra, a
Machinas de vapor da melbor rouslruca.
-Moendas de caima para euuenhos de linios os la-
maullos, molidas a vapor por asua, ou anlinaesi
Rodas do affua, moliilios de vento eser/as*
Manejos iiiile|K'inlenles para caballos.
Itodas dentadas.
Auiiillies. hron/.es e chumaceiras.
Ca\ ilh''(> o par.ifusits de todos os i.un.inli<>*.
"I'aix.ns, poroes, rriMK e horas di fornalha.
M.....11" de mandioca, movidos a mao ou poraui-
maes, c prensas para a dita. .
Chapas de fouaoe fornos defarinha.
Canoa de ferro, lorneiras de ferro e de bronze.
Ilonihas para cacimba e de repuxo, movidas a
maO, poranliuaesou valo.
Guindastes, milnclioae macacos.
Prensashydraulicas ede paxafaao.
Perraffena para navios, ca rose obras publicas.
Columnas, \aiaudas, lirados e (Hirios.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, ra ros de ma e arados de ferro, ele, etc.
A lem da Miperioridade das suas obras, ja' ueral-
nieiilereconhecida, David YYilliam BioMiian garante
a iiiai-exacla conformidade com os moldes e dese-
nhosrcinellidos |H'ls senhores que se diunaiem de
fazer-llieeneommeiidas, aproM'ilando a occasiafi pa-
ra agradecer" ;<"* wus numerosos amigos e fremiezes
a preferencia com que lem sido por elhs honrado,
e BSSegura-tlies que nao poupara esror^osedilii;eii-
ciaspara roiiliuuar a merecer a sua eonlianca.
No I-orlo do Mallos, defronlo do armazem do
Sr. Joaquini Francsro de Alm, \ende-so bous la-
h\rinlliosacenta(loein boaeamhraia de liuho, ebo-
lius por baralo preco.
AO BA11AT0.
Na rua do (Jueimado, loja n. l', ba para vender
chitas caborlinhas eores lisas a fi(MK) rs. a peca,
corles de easemiras elasicas iwIos moderros a 5jj(XK)
rs. o corte ; para acabar, brins laryos de quadros, a
220 rs. o eovado, lio proprio para diversos misleres,
riseados franeezes, c ebilas lar(as, a 200 rs. o cova-
do, esleirs da India largas, a 2>800rs. : e oulras fa-
se mi as, por |wi'i.h mdicos.
\ en.Ic-e um carrinbo de4 rodas nom i asseu-
senlos, sendo 2 para meiiiuos.com lan^aovaracs pa-
ra t a 2 cavallos, em muilo boiu eslado por ler sido
fabricado a auno e meio, porpreoo rommodo: os
preleudenles dirijam-so ao alerro da Boa-Vista n. fi,
segundo andar, das fias 10 horas LANSPARA BORDAR.
Vende-se las para bordar de todas as cores, inclu-
sivamenle branca e da melbor qualidade possivel,
por proco mais baralo doque em ouli.i quaiquer par-
te; na rua dos (juarlcis u. 2i, loja de miudezas de
Ou/ iV Baslos.
AROTOADl RAS P\Va CGLLKTES.
Vende-se tbotoaduras ujdlversaaquaUdaiHM para
oliles, bem como \mU^ ,|c eores para entalles de
vestidos, por prcen ,nais baralo do que cm outra
quaiquer Pte: na rua dos Qujirteis n. 2i, loja de
mliutttasde Cruz \ llaslos.
RUA DA CHUZ N. 13.
Vendo-so na nn da Cruz no Reclfe, armazem n.
|:|, almde nulros aeeros, os segololcs:carne
ailffada em barra, cobre em folha para forro, reinos
de faia americanos, oleo de I libara em barris, liula
verde em hilas, a 100 rs. a libra, dita veimetha, a
120 rs. a Ijhra, cabos de linbo de ludas as groesuras,
a2HS0IH)rs. o quintal.
QUEPEGHINCHAI
Vende-se saccas com fariuha a preco do29000 rs.
cada ucea: no armazem da rua do Itauuel n. 2fi.
I M SITIO K l'MTERRBNO.
Vende-se um sili na estrada que segu para Bc-
lem, na eiirru/.ilhada entre as de Sanio Amaro e
li-. .ii iiibu. e fronleiro ao do K\m. Sr. \lscomle de
Coianua, com casi de \i\onda de pedra e cal. ca-
cimba, porlo, aores frucliferas, e lodo em roda
com cerca de limooiros, com boin e producM ter-
reno e una pequea bai\a: o mesmo sitio lamben,
se liypoiheca, ou com elle se fai |iennula por casa
ncsla cidade: lambera so vende um terreno nesia
cidade, no lugar dos Coelbos, na rua chamada do
Jasniim ou Fra/eres, (iroprio pan se edificar una
ea>a terrea regular : quem pretender quaiquer des-
les nogOCJos, pode dirigir-se ao aterro da Boa-Yisla,
loja n. H.
AOS SRS. ALFA I ATES.
Vendc-se os mais ricos e modernos Imloes para ca-
sacas e palitos, lano de selim prelo lisos, como la-
vrados, e por preco mais baralo doque em nutra
quaiquer parle : na rua dosOuarteis n. 2f, loja de
miudezas de Ouz (\ llaslos.
PARA UI'EM COM POICO DIMIEIROSE Ol
ZER BSTABEI.ECER.
Vendc-se a labcrna do paleo ou InveSH do l'a-
railu com urande quintal, sotan, cacimba e sabida pe-
lo fundo, muilo propria pura quem lem familia, com
poneos fundos, c bem aci Mulada para a Ierra, faz-
so ueuocio por BOU dono ler de ir tratar de sua 'an-
de: a tratar na mesma n. 20. Na mesma se diru
quem vende um JORU de pistolas de ahzibeira, pa-
tente Inglex, um mande mappa nutico em permi-
to estado.
BARATEMOS, VINDE AS l'ECIIINCIIAS.
A I92KO rs. orles de casimira de algndSo, pa-
drees claros e escaros ; a HSO rs. o covldo ilc alpaca
eo'u mais de vara de larmtra e muilocncorpada.pro-
pria para hbitos do frailes e \estidos. c maulas de
nmllieres ; a 2S0 rs. o cavado de riscadinhos de II-
iibos.huilns padroea ; a 1^900 re. corles de cassa chi-
ta ; a S000ra. pecas de chitas escuras e a 110 o co-
vado, c oulras muilas fa/eudas novas todas baralis-
simas : ua rua do Qiieimado loja de J. I'. Cesar n.
XXI.
IIOTICA
HOMEOPATHICA
"II RUA DAS CRUZES U.
Dirigida por um p/tariitttmiliro appTOCO
Bate eslabelecinienlo possue hulosos me-
licamenlosat aimra experimentados, lano
na Europa como no Brasil, e preparados pe-
las machinas da iiivencao ilo j)r. Mure.
Carleiras de 12 lubosal IfiO, por procos va-
riaveis, conforme qualidade das rallas, a
quanlidade dos remedios e suas dxiianii-
saei.es. '
28:600 RS. i
ima CARTEIRA con *-'I prlmlosc* j
remedio. homaDpslhlcose3olirisdirrwiiiles, i
Indbpensiveis p*ri os prlnflrlinle que sr-
qulierem convencer aiverdioc du ihwi nir- -
iliriiin ; roiilriiilo nlin d iimiliis riinselliiM
clnico., a pilhogonesli de W medlcimen- j
los.
Tubo) avulsosi ruda um ).....KKW
Tinturas di- todos OS inediraiiieiilu. cm fias- f
ensile '. mira............2^11110 ;
Na mesilla Indica ruriuilrar-se-lia sempre ]
.....erando Mirlinienlo de lirus cm porto-|
eiieze franci'/.e eiiilini ludo qninlo lie lie- |
ressarin para u csludo e pralica da liomcopa-
Ihli.
/*. II. HEIOIIMAM-SE GRATUITA- |
MENTE ludas as eirleirss vendidas no es- ;
lalicli'ciiui'iilo. nijus remedios, pela humida-
dc mi p(ir(|iialquer oulra caus;
dn ilcteriiirailns.
tivcreinsi-
DEPOS1TODE CA. E POTASSA.
CiiiiIii & A"irn' rccelierain |ieln ullinio natio
do Lisboa liarris rom i a do superior cal em pedra
I mi .i o Talirico de assucar, c vendein por menos que
em oulra quaiquer parle; o para rcrliamculodoron-
las um rstanlo do polassa americana: ua rua da
Cadeia do Recife n. ."i.
Oleoespecifico para curar a caspa e oon-
servaro cabello, continua a vonder se na botica
da ruado Rangel n.64, a 640rs.cada vidro.
Vencise o muilo superior vinlio
iiiiiiv/., branocLe Unto, em barris, che-
(jkIo iiltiinaiiienli*; (jifjosdc cli.iiii|ia|-
ne, tildo jmIopnx/io iiitiisruiiiimxJo |>os-
sivi'l : na rila un Cruz. n. 21!.
ATACAS DE CORNALINA.
\ r ii i.--- r atacas de cornalinas do todas as coros, as
ni.ii- i ir,is possiveis, o |mr prec/i jiiain liaralodoque
nn outra quaiquer. parte : na rua dos Quarteis n.
L'.liiju de miudezas de Cmz & Bastos.
__!__J___!.^rr^^1"^*mmmm^^
..ti
Vende-s. m carro de 1 rodas rom arreios c
catallos. ou em ellos: na rua da Crin n. :, un
UM de Scliaflieillin iV Companhia.
X'ciidc-seou anenda-scoengenho Telcerapho
distinle desta prics don- leRuas o meia, moenle c
crrenle, com boas mallas e Ierras .te plantaran, boa
casa de > venda, c ananaes de toda : os prelenden-
l dirijam-w ao terceiro sobrado da rua do Fngun-
dss.
Negoca-se para liquidarao de cori-
tas nssc;miii('s predios :um sobrado de
dous andares com sotan na rua Bella n.
57, una casa terrea ocan quintal para o
rio na rua do Bemica,*|>iissii{;em da Mag-
dalena n. 6, e um terreno com quatro
frentes no (im du rua Bella junto ao rio:
os pretendentes dirijam-se a rua dos
Quarteis n. 8, do meio dia as 3 horas da
tarde, ou na rua larga do Rosario n. 50.
Vende-se o muito superior vinho
francez, branco e tinto em barril, che-
gado ltimamente, c gigos com cham-
pagne, tudo pelo preco o mnis coiiimc-
do possivel : na rua da Cruz n. 2B.
Veudc-sc rclosios de ouro por preco eommo-
do, iHirscu dono so retirar: na rua da I nio n. I.
A JUSTCA.
Vcndc-sc na na do Crespo loja n. II dc_ Anto-
nio Domingos* Kerreiri.
Vendc-se urna armado, na rua Direita loja
n. .16.
Vcnde-sc superior fio de vclla muilo proprio
para coser saceos com assucar, cm casa de James
Crabtree ,\ C. : rua da Cruz n. VI.
NA RUA DOCRESPO, LOJA N. i, DE
ANTONIO FRANCISCO PEREIRA.
Vcndc-so |ialilsde panno fino prelo, c de co-
res a I8WW0, dilo ile I......hazima I2SHK) rs., dilos
da alpaca prtl linos a JOtOOtl rs., siio os melhores
palitos que lem viudo a esle mercado.
A ,VJ(HKI rs.
Corles de easemiras de pura la, de enslo moder-
no com duas larguras.
A tiOtlt) rs,
COapcos prelos francez, a (gUOH rs. rada um
A "-?i0(lrs.
Covado de panno lino prelo, verde, o cor de caf
cor usa, com um pequeo loque de avaria, fa-
zenda Olll de ll? ria mo he de aeua saleada, mas sim de humidade
a lian rs.
Curial de tuslocs d cores, de padres modernos
ede cor lisa.
A MO rs.
Vara de eainhraia tranceza de cores, c de soslo
novo, eom ^uarnicao, pelo diminuto preco de .')t0
rs. a vara.
A snnOrs.
Camisas du muriin Trancez braucas, o do cores,
para liomem.
A 800 rs.
Vara de hrim trancado pardo de liuho, fazeuda
3ue val -J^tSKI rs. cada vara, c oulras militas razon-
as, bem cuino camliraia prola Iranrcza para lulo,
chapeos para senlioras, meninas, c meninos, manlc-
Irles prelos o decorosa HsOOO, a IKjtWO rs. rada
Vin, capoliiilio:,.fle lihi de liuho a IfilHKl rs., c ou-
lras muilas fa/emlas ulrdoiir u'cr.tli, .e.oor menos do
que cm nutra quaiquer parle, larullao-sc as anios-
Iras, e inaiid-sc levar em casa lodac quaiquer fa-
zeuda que as senlioras quizeem ver e comprar.
CAFE SUPERIOR
chi'eado rccciilcnienlc da Bahia ; vende-se 110 ar-
ina/ein de Antonio Aunes Jacome Pires, defronlo
daescadiuha.
SALSA I'AHIUI.IIA
do boa qualidade, cheeada ha punco do Para ; ven-
dc-se por preco romincdo, ua ruado Trapiche n.
III, iirimeiro andar.
VKKIIAIIEIHA l'.KNF.HKA HE IIOI.I.ANI1A.
\'eude-se na rua do Trapiche n. 11, priniciro an-
dar frasqueirascom cvecllenle ecnclira do llollan-
da, cheeada mili receiileincute.
I AIIIMIA DE MANDIOCA.
N'ende-se por prcen eommodo, o resto do carreea-
niciilo da escuna .tdrliiiilr (corea da ItMI ahpicire-
(rata-sc com 04 consieualarios na rua do Trapiche
11. 10, primeiro indar.
vendaste 'i escravos mocos, e seni > icios, por
sen seidior retirar-so para fora do imperio, na rua
dasTrineliciras n. 50.
Vende-M ;i bordo da barraca /"/or da Vonle
ancorada 110 raes do llamos, millio, aiTOl de casca c
fcijiin de dillercnlcs qualidades, ludo de muilo boa
qualidade e por preco enmmodo.
Venda-es um prclo crlonlo de ^ll, anuos pouco
mais 011 menos, proprio para cueciilio 011 silio : na
na .Nova n. IK.
PTIMOS SKI.I.INS DE PATENTE INGLEZ.
Vanda-ae sellins do patento iiiehv os man opa-
ros c mais baratos do que cm quaiquer parle : cm
casa de Adamson llovv A; C, rua do Trapiche
l->.
AMTCt'lllADE E SL'PEHIORIDADE
l)A
SALSA I'AHIUI.IIA DE IIKISTOL
sobre
A SALSA l'ARIIILIIA HE SA\DS.
Allenca'
A SALSA PARRIMIADE BRISTOI, dnUdw-
1I0 IK:12, c Ioiii coiisliinlpiuonlo nianliilo .1 sua re-
/1 tifanio Mili neiossiilailo lo rocorror a poropOMM
aniiiiiH'io', lo 11 ni- as [irciinr.icocs ilc morilo |Hii,rm
lis|ionsai-s(>. O siicccsso ilo Mr. HHISTOI. lem
provocado Inflnilw invcj.is, e entro oulras, m doi
Srs. A. K. I>. Sanils, )loNe-Voik, |ir(*|)Hrnilnis
o 'iu|'i h'i.n to~ 11.1 salsa i'.ii't tilia coiiIictiI.1 |rolo no-
nio ilc Samls.
Kslcs sciiIioits solicilaran a auoiica to Sal-a par-
11I.1.1 de Hrislol, ecotno 11.0 o iiihIcssoiii olitcr, l.i-
liricai.un una imitan} 1I0 Itrslol.
Kis-aipii a caila quo iw Srs. A. li. I). Samls <>s-
erovoratll ao 0r. Hrislol 110 lia 90 do abril do IHV2,
c i|nc se acha Mil DOMO poiler:
Sr. Dr. c. ('. Britiol,
Blalo, t\c >
Nomo aprociavel senhnr.
Km linio o anuo paJMtdo lomo* vemliilo f/iinn/i'
thule* consiileraM'is do cvlrnclo ile Salsapanillia do
Vine, c pelo (|in* ouvimos di/er ile suas virlude*
.M|iii-ih's ipil' a Icoi rnadoi julsamoaqaoa vendada
dila medicina se auimioular mailimma. Se Vine,
ijui/er Ta/er mu nmvfiiin coinnosco, eremos <|ue
nos resullaria muila vaiilauem, lano a nos como a
Vine. Temos muilo pra/er une Vine, nos responda
Sobre esle assumplo, e se Vine, vier a Ma cidade
daqui a um me/, ou COUtt semellianle, (eramos
muilo pra/.er em ovorom nossa liolica, rua de Fui-
Ion, 11.79.
ricam l ordem de Vmc. scus seguros servidores.
[Ajrisnadof) A. R. I). SANDS.
CONCLUSAO'.
l.cA anliuuidailc da salsa parrillia de Hrislol lie
elnramenle provada, pOMOJue ella dala desile IHV2,
OOJOfl a deSanils^s apjtanteeu cui W2, poej na
qual osle droguma So piHle obler a anncia do lr.
Hrislol.
l. = A superioridade da salsa parrilha de Itrislol
lie InconlMlavol; pois quo nao obeuuile a conoor-
renria da de Samls, ede i>na porcao de oulras prc-
panefiM, ella lem mantillo a sua repulacao em i|ui-
si loih a America.
As numerosas experiencias Coilas com o uso da
salsa parrilha em (odas as enfermiilades oru.id.is
pela iinpure/n dosaniuo, eo lioin exilo ohljdo ncs-
la corle pelo lllm. Sr. Mr. Siuaud, presdeulc da
academia imperial de medicina. |H'lo Ilustrado Sr.
Mr. Antonio Jos IVixoloem sua rmica, e em sua
llamada casa de satide na (.aniliou, pelo lllm. Sr.
Mr. Saturnino ua (Hixeira. medico do exercilo, c
por varios oulrm modtcot, permillein lioje de \m
clamar altamenle as virlmles elllca/es da salsa par-
rilha de Hrislol, xende-se a .v-mkh o vidro.
Vislo acliar-sc de novo aberla a Iwlira do Sr. Jo-
s Mara lioncalves Kamos, ua ;min:.i rua dos Quar-
leis, mudou-sc oulra va para all o de|iwilo da sal-
sa parrilha de Hrislol.
TAICHAS DE FERRO.
Na fiuuliratV d'Aurofl em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
rua to Brum lofjo na entrada, *; te do Ai-senal de Marnia lia' lempre
um grande sorlimonto de taidias tanto
batidas, fundida, grandes, pequea!,
ra/,as, e fundas ; e em aniltox os logares
existem quindastes, para Cnrregar ca-
noas, ou carros livrea de despena
Inccos sao' os mais COnunodoi.
MORIMAS DE FERRO,
GTjmoSejam. cadei-as dedilleiviilcs iik.I-
des, mesas esofa's, tudo do mas modei--
do gasto, vndo de Pars: Venderse na rua
na Cruz, n. IM.
%vvr
m .......i 1 Vi mi
ROB LAFFECTEUV.
O nico auloritado por deci$So do coihIAo rti
e decreto imperial. m
O mediros dos h l^lTccleuv, como sendo o nico aulorisado pelo b?
veruo pela Real SocieUade de Medicina. k.-i(. r-
ilitanieiilo d'oni Ronlo aRradaxel, e fcil a iq,,^
em secreto, eel em uso na mariuha r ,tl denlo ni.-
de 60 annos; cura radiralmenle em pouco lempo
com pouca despeza, sein mercurio, as auVcoes ,u
pelle, impingeiw, Hconsequeneias das sarnas, m.
ceras, e os accidentes dos parios, da idade critica e
da acrimonia hereditaria dos humores; convert aoi
oalliarros, da liexiga, as conlraccoes, e i franurju
dos orgflos, precedida do abuso das iii#eccOes im j.
sondas. Como anl.-sjphilitico, o arrobe cura en
pouco lempo os (luios recentes ou rebeldes, que xrjL
vem incessan.es sem coiisequeiTria do empreo dnn^.
paiba. da cuheba. ou das iiijcccOes que ti'prrvn,
tamo virus sem neutral isa-lo. O arrobe Laireclenv
he especialmente recommendado conlra as doeoraj
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao iodurpto
de potasio. Vende-se em Lisboa, na botica de Bar*
ral, e de Anlonio Feliciano Alves de Azexedo, nn.
ca de I). Pedro n. 88, onde acaba de rliegar umi
grande porrao de arrafas grandes e pequeas, vi*
das direclamenle de Pars, de casa do Sr. Ro.wurj.
I.ail'erieux 13, ru Richev Pars. Osformlarioj
dam-se ralis em casa do agenle Silva, na praca <)
D. Pedro 11. ft. No Porto, em casa de Joaquim
Araujo; na Bahia, Lima <&frmaos; em Pernam-
buco, Soum; Rio de Janeiro, Rocha i\ Filhos, el
Moreira, loja dedroffas; Villa-Novu. Joao Pereirt
de .M.iLMit"- l.i'tie ; Rio-Grande, Francisco de Pag.
la Louto (S[ C.
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Bnii'ii Praegcr & Companhia, na nia
da Cruz, n. 10, -eceberam de novo um
iKirtimcnto de instrumentos de musi ,
como sejam, flautins de bano em mi Ihv
tnol e fa', com 4 chaves ; pistoes com sita
competente caixa ; flautas de buxo; vio-
lto de dillerentes <|ualidades, e com ina-
chinimo ; assim como 2 violto i'iiinit.
sinios, todos guarnecidos de madiepero.
la ; tambem recominendam osen gran,
de sortment de todos os mais instru-
mentos, tanto para orchestra, como pu-
ra msica militar, por menos preco ilo
que cm oulra parte; sendo pora liquidar
cantas.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & t
Santo Amaro acha-se para vcndr
ilos de ferro de superior (rualidade.
SAMS.
SALSA PAHRILHA.
Vicenln Jos ele Brito, nico asente em l'ernaiii-
hucoilc B. J. I>. Saml., chinaco ameriranu, fa/ pii-
IHico, <|uc toni clicaailo a csl.i prac.i una uramle
porcan ilc frascos ile salsa-|>arrillia da S.unls, oaa
silo vcnlailciraiuonlc falsillcailos, c |irc|ianuli no
Rio pe Janeiro, pelo que se devem acaulclar os con-
mimidorcs ensao, lomando a. futoslas consequenrias que sem.
no' cnsluman Irawr'os nieuliranumlus talsiln-ados e
clal>orad<>s pela mio d'aquelles quo anlcmljir.' inleresses aos males c cslrasos da liumaiiidade. I'iif.
tanta peda para que o publico se possa livrar dcsla
fraude c dltllnga a verdadeira salsa-parrillia de
Sands da falsilicada c recentcmenle aqui cbagada;
o annuncianlc faz ver quo a verdadeira se vende
nicamente em sua botica, na rua da Couccican do
Hccife n. i'l; e, alm do recciluario que acorapa-
nlia cada frasco, (em cmbaixo da primeira pagina
seu nomc iinnrcsso, c se acbani sua firma em ma-
nuscriplo solire o invollorio impresso do incsmo
frasco.
FUNDICAO' D AURORA.
Xa fundiciio d1 Aurora atha wconatantamenle um a
completo sortiuienlo de machinas de vapor, lauto
d'alla como de baiva presso de modellos os mais
approvados. Tambem se apromptam de ciicuinmcn-
da de quaiquer forma que se iiossam drsejarroni a
maior presle/a. Habis ......mis scro maudadm
para as ir assenlar, e os fabricantes como lem de
Costante alinncam o pcrfeilo Iraballio dellas, ose res-
ponsablUsam pul' qualqncr defeilo que possa nellin
pparaeer durante a primeira san. Muilas machi-
nas de va|Kir construidas ueste cslabelccimenlo lem
Oslado cm constante servico nesla provincia III, 12,
cat Hialinos, c apenas lem evisido mui iittiffnlfl-
canlcs reparos, e agumas ate neiihuns absoluta
le, ai-crescendo que o consumino do cnibuslivel lio
mu inconsidcravcl. Os senhores de encciibo, poi,
e oulras quaesquer pessoas que precisarcm de ma-
chiuismo sao rcspeitosamenlo convidados a visitar
cstalielccimcnlo cm Santo Amaro.
Charutos de Havana.
Os mellioi-es que teem- viudo a esb
mercado, vendem-se continuadamciili',
em cana de Brunn Praegcr A Compan-
liia, ua rita da Cruz n- 10.
Na rua .Nova n. IH loja do M. do A. Caj lia
sempre mu grande surlinienlo de obras feilas de to-
das as qualidades, lano superiores, como mais urdi-
Dirllt; camiaai brancas linas fraurc/as o do cores;
rli.ipcos franccics linos; dilos de baela d'aba larsa
brancos, cor de chumbo, prelos c cor de vinhn, os
mnis linos que ha no mercado; dilos de sol de seda;
um sorliinciito de pannos finos o merinos de ludas
as cores ; brins brancos e de cores de puro liuho, e
de oulrus miiilos padrn; lencos do seda para al-
Kibcira ; dilos para Errata ; suspensorios; Iwnelcs
|irn inontaria de senlioras ditos para homens; pale-
liis; calcas e jaquelas para pequeos de MI \'l an-
uos; un i L'raude surlimento depaleli^s de ludas h cores
equalidadcs. Faxem-ae vestidos para senlioras monla-
ri'in a cavallo de.uicriu de quaiquer cor de ilfcMIIKIa
."HI5IMKI rs. Ha un sorliincnto de cliarnlos linos che-
gados da Babia, c oulros mais baratos para acabar;
cinlim o freale* que eulnr nesla loja, sahira
promplo de um fado completo, Irazendo sempre o
aovernador do inundo o senlior dinheiro.
O abaivo assimiailo, senle nesla praca do llr.
Rraudrelh, faz soientc ao res|ieilavel publico, que
l'cl.i barca aincricana Emilia Banins, entrada 110
crranle niez, lem recehido novo provimenlo de pi-
I' 1I11- vegelacs; essas pilulas, cujo oulor hasla para
garantir sua excedencia, (ornam-sc muilo rerom-
iiiiinliiM'is |ior ser un meiliramcnlo inliiiiiiniiile
nolli'iisivo, pudendo a|>plirar-se al ns criancas rc-
cciuiiascidas ; ltimamente se temapplicado a una
iiilinidadc de molestias julsudas incuraveis, de cuja
apnlicacao se lem tirado lAo felizes resullados, que
parece cada \n mais resollido o problema de 11111
remoli universal: vcndc-se na rua da Cadcia ve-
lha 11. til, Inilica de Vicente Jos de Brito.
RAPE.
Iloaqiiim Ferrein Mendos (uimares, recebeu ul-
limaiiii'iile pelo paquete .V. Salvador, nova remesan
do oxcelleulc rap nacional pruccza, da fabrica de
J. J. da Rocha ,\ Companhia do Rio de Janeiro, on-
de he muilo apreciado, o (ido |>elo nico que nicllior
snlislitiie 11 de Lisboa, pela grande scmelhanca niuc
com elle lem, lauto em cor como cm aroma, tile
he lamben) j hcni apreciado nn Baha, Macei, Cea- .
ni ('Maranhilo, eseralmentc cmtodaas parles mide
lem sido n......I,nin. A'vista das fallas que se dilo no
de Lisboa como actualmente acontece, e sondo dilu
rap cm ludo quasi semelhante lqucllc, i'-i1'1' "''
que, ns amantes dellc, e em geni a lodos que aimla
naolein ronhecimciilo do mesmo, venham coniprn-
lo, allcnilendo que sempre o acharJo fresco, c j-
ni.is so danlo lacs fallas, asquees muilo sensivcl se
locnam a quem esl acoslumado com elle: vnde-
se no deposito da rua ila Cruz 11. .57, segundo andar,
e para melbor cominodidadc lambcni o acharan ua ttii
luja da mesma casa.
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ESCRAVOS FGIDOS.
No dia 27 de abril desapparcecu una muala
de nomc Benedicla, de idade do :t(l anuos, |miico
mais; levou vestido de chila escura com um chales
branco de lislra encarnada, lem urna pema ocha-
da de eris) pella, ccabello corlado: quemaapprr-
hender, qneira leva-la ao Furlo do Mallos, na pren-
sa de Jos 11 iliriro de Brilo.
Dosapparercii no dia 2K de abril proiimo pas-
sado, una eseravo por nomc Calharina, de nacAo, re-
presenta ler .11 a 32 anuos de idade, alia secca do
eorpo, bem rallante, denles limados c amarcllldos,
nariz afilado, olhosgrandes e avcrmclhados, leudo
na garganta dous lalhns ou marcas, una maior o
ouln menor, c as costas da m5o direila, liiiiilii'iu
i\J las pequeas marcas de queimadura de fogo encos-
ladas ao dedo polegar: levou diversos vestidos de
1 lula ......1 panno daCoatidelisIn encarnada.ja
fui por vozes a|ianhadn 0111 Apipccoa onde tem ludo
acoiilar-M' : roga-se a quaiquer capillo de campo
que ,1 appreliendcr Ira/.e-la a Irmcssa do Veras 11.
7, que seril generosamente recompensado.
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MUTILADO
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T. a rarla. -I8M.


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