Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03162


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Full Text
SEGUNDA FEIRA 3
DIARIO DE
DE MAIO DE 1853.
N. 98
PEMAIBMO.
PHEIJO VA SUBSCIUr^iO
Subwrcvc-M i 159000 por anuo, e 48000 por
qnarlrl pasto aianlado, e 4j0 |wr quarlol paco
\ cundo, naeasa do scu proprietario, M. Figueiria
de Furia, haprar,a da Iudruriidciiria, m. 6 e 8, e no
llio de J. casa doSr. Joao Pereira Martina.
F. Duprad.
o Joamiim Bernardo Mcndonra.
Jo*e Rodrigues da Cosa.
i Joaquim Ignacio Pereira.
Antonio tic Lentos Brasa.
Guillterme Augusto de Miranda
o Joaquim Marques Rodrigues.
Justino Jos Ramos.
Babia a
Miedo c
l''i aliiba 9
.Vital f a
Aracafy u
Ceara' tt c
M.....ili.io a
Par'
CAMBIOS DI 30 DE ABRIL.
Sobre Londres 38 X
o Paris, 33* a 335
ic Lisboa, 95 por eenlo.
METIS.
Onro. Oncas hcspauliolas.........209500
Moctlan tic 6*00 vollias......IGJ00O
tic 600 novas......160000
de 19000......... 99000
Prala. Palacocs brasileiros........19910
Pesos rnluinnarios........ 19910
o meiicanos.........1)800
ArrAes do Banro......... 10
Descont de Ledras.......9a 11
NOTICIAS ISTRAHOIIRA8.
-5S
Porlugai .
llespanba
Franca. .
Blgica. .
Ilalia. .
Alemaulia .
Prussia. .
It111.n11.il 1.1 ,
Russia.. .
Turqua ,
13 do Abr.
8 de >
8 de a
3 de o
3 de
3 do
3 de
31 de Mar.
30 de
28 de
Austria. .
Suiasa .
Suecia.. .
Inglaterra .
E. Uajlos .
Meiico. .
Gdiforuia .
Cliili
Buenos-A. .
Montevideo.
de Abr.
de a
de Mar.
de Abr.
do Mar.
de
de Fcv.
de
de Abr.
de o
NOTICIAS DO IMPEIUO.
Para'. 2 de Abril. 8. P. do Sul 3 de Abr
M11r.1nl1.1r> 2 de Minas. ... 5 do
Ceara'.. 6 de 0 S. Paulo 6'de
Parabibn 22 de RdeJanciro 11 de u
Alagdas 20 de > Babia.... 18 de
FARTIDAS DOS COMUIOS.
Olinda, todos os das.
Victoria, uas quintas (eiras.
Curiiiii, Bolilloc (jaraiiliuns, nos das 1 c 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Exii c Oricurv, a 13 c 28.
(oianna e Parabiba, segundas e sellas.
Natal, quintas feiras.
das da semana.
2 Segunda. S. Alliana-
sio abb.
3 Terca. 4(>| Invon-
eflo da S. Cruz.
\ (.lumia. S. Ifcmlca
>lu.
5 (Quinta. >ftiff Asccn-
Slo do Senlior.
la. S.Joao Da-
masceno.
7 Sabbado. S. Eslans-
lio.
8 Domingo. S. Heladio
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
llelarao'
lerdas cMbbadiw.
Fazenda
tercas cscilasas loberas.
J a izo de Orphaos
segundase 5. asIO boras.
I'rimeira vara do elrel
tercas e 6. ao meio-dia.
Scguiidarara do cieel.
quarlasc sal, ao mcio-d.
Abril 30 Qnarlo mingoanle as 4 hora 30 mi-
uutos c 40 segundos da manliAa.
Main 8 La nova as 2 hora, 11 minutos c 12
segundos da inanbaa.*
a 10 Quarlo crescenlo as 8 horas, 3ti mi-
nutos c 30 segundos da mandan.
ii 22 La rliria as 8 horas, 32 minutse 27
segundos da larde.
PREAMAR DE HOJX-
I'rimeira lis 11 huras e 42 minutos da niaiili.i.i.
Segunda iis 12 llorase lminutos da (arde.
PARTE OFFICIAL.
GOMMANDO DAS ARMAS.
Quarlel o comnaado as armas na eidade de
Recir. em 30 da abril d 1853.
ORDEM DO DA W. 319. '
lli'lenniiaoSr. coroucl, comniamlante das ar-
mas interino, que na manhaa do dia 2 de maio vin-
,1 uno se passe revista de moslra aoscorpusdo excr
riloexistente, na guanrcao desdi provincia, pela m
tem sesiiintc :
A's6 lloras o balallio numero II, c o conlingeii-
le do oilavo, amitos de infautaia ; as 7 os h i(alhtV<
M'^uudoc niiuoda mosnia arma ; s8a companhia
liv.i iln ravallara ; s 8 e nicis a de arlillccs ; e, li-
iiiliiionle, lis 9o qliarlo batalhao de arlilharia a p.
Candido Leal Ferreira,
Ajudanlc d'ordcns enrarregado do detalhe.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Lisboa 31 de marco da 1853.
1'iiialmculc foi feila a coucessao delnili\a lo ca-
riiinli" de forro rom|ianliia IIslop Perlo ,11111o so andn nesla negociado, o assim mesmo o
mnlralo cuncluo-sc pelo modo que vai vor, Irans-
rrevendo cu agu sb scauintcs pecas olliciacs i|ue
lorain publicadas no Diario do aule-hnnlom:
MINISTERIO DAS OBHAS PUBLICAS, COM-
MERCIO K I.Ml SIRIA.
ti lilil. Sr.S.Exc.o n.iiiislrn c secretario (lo e-ila-
ii il-is ulnas publicas, roinnu'irjnj! imliislra, oncar-
rcuii-iiio do diatcr'a V. S. que (cinlu a cumpanliia
i u, i-sionaria o caminho de forro de Lisboa fron-
Icira ile llc*pAnlia aprescnlado, pelo (pie ro-poila i
primeira seceso desse. caminlio, a KUbjeripr.flo de
hus Irrcns do capilal rc|>cclivo, o iluas lolras do
l"> mil libras caila nina, sacadas pelo Sr. Citarles
W.iiiim, aiX) das dala, sobro a casa do Wwingdl
Briilhen, oin Londres a imporlancia das quao*.
lima toi pairas, reunida ib: 10 mil libras que se
.ii-liiiii ilcposiladasem Londres a ordoindo uoverno
portuipieii prefaz a sonnna de i' mil libras, uno,
pelo proiTamma do (i lo maindc is.'iJ, be obnglilfl
a iloitosilar > companliia para ]ioderoldcr a couco,-
to tloliniliva ; c jolu.ni>! > que dcsla furnia se pdem
reputar prcenrbidasas claiiuilas inilis|>*jnsavc1s pa-
ta que w olVeclue a dita concesso, com lano que
c eslipiilein alumn i- coudices, c scmirancas de
que o i:o\eriio nao |h'hIc prescimlir, para uaranlia
ilolH>inrc4iilladoda eniprc/ae\ciilicaraodas obras,
cnk'inlc ti mcsiiio E\n. Sr. que se podcrii fa/or o
coiilralo ilcfltiilivo, que tom *lc sur opporUinainonlo
Mibinellido approvarAo das corles, se V. S., por
parlo, o cin mime da compaiibia, accilar as condi-
r^e 'i -uinlcs :
I.' Se no dia mil libras rada nina, rom qus c ha do completar o
deposito, oii anlos disso, nao forem ponliialinciile
pigM asililas lolras, tirar niillo ede nenlmm olll-i-
lo o contrato que se -livor celebrado, dsol\ida lo
da a lu.irao oiilr o uvemoo acompanliia, o pordo-
ri osla o deposito de 1( mil libras esterlinas, que j
eiMo, o todas as obras e liabalhos que livor execu-
Indo, scmi ilm-hoa indciniiisacao aL'uiua.
i J. 0 uovcrnosubscrevccoui un temido capilal
ro ro-poudoiilc primeira scrcilo do camiiilin de for-
ro, porui nao entrar na coinpanliiacoin quanlia
ftlgunut rotativo as arcos que Itic pcrleiooin, oin-
nuanloo depositodt 40mil libras MoesHvcr olToo-
\'t\amciiieretlisadooih uiolal soiiiinle, ou em ttulos
tlf.li\ida fundaila pelo valor domercado.
1.-' 0 o\cnionsorva-so o direilo do estipular,
mi au, no rndalo dclinilivo, como julgflr mais
coiiMmienlc, que loma parle, na ra/.ao de mu Ierro
la quanlia total, no* lucros ou ponas da COIistruc-
rao do ramiiilio, mi que so limita simplc> explora-
mm|,i liuliii, como01 domis accionistas.
M O yovorno ser representado na direccao da
rompintiii por individuos de -na osbollia, na pro-
j inicio do capital porquesubsrreve.
u.i.-' (I* dircilosoolirL'aces quorcsullemlocon-
trato o.io produzirao clfoilo akum para ueuliuma
Jas parles con I rala oles, emquanlo nao for apresen-
lado s corles, eapprnvtidu por le.
Nesla confnnindado, c semindo asordeiis do S.
Km. o ministro das obras publicas, sirva-so V. S.
declarar A aceita as comliees precedentes, para que
QgoverDO (Mjssa tomara reMIoeJIo quemis conve-
nienlo pareca.
Heos guarde a V. S. IHalaleriodo obras publl-
rio, visto queso um do*minislios anda de p, que
he o da r 11,11 i r 111. i, o qual, como se sahe, lio o minis-
terio inais li.sKiulcantc, c sempre oceupado |>or
poseas de pouca nionla, como acontece aclual-
mciile.
llnilem que o secrclnrio de estado dos ncBocios
do reino p.1. le ir a San-liento, he que se euretou a
discussao sobro as leis ou decretos da dictadura,
que sUmiiis Xt! oque promclto serrenhida nlo
obstante a urandemaiorta que all lem o lovcrno.
Na cmara dos pares, lainbrm pela ausencia dos
minislros. niiid seiloronrliiio a res|H>sla ao dis-
curso da coroa, n|0 obstante (criiiinaicm boje os
tres mo/es de sessao marcados na caria. Nesla c-
mara a maioria dos oradores lem sido contra o uo-
verno, alacaudo-o alli mesrno pela improvisa no-
nicacaodus aovospares, eliunbem pela promnlga-
cio pelo
digno par i tu.ii te Leao, um do* redactores amia
obra punco imcjavcl. Entretanto assim o ministro
do reino cuino o da fazenda, proferirn nesla dis
BOjsao dousdiscursos nnlaveis. A duvida que se
susciioua respeiloda legalidailo da nomcsjejM dos
dous caivas do tabaco para pircs do reino, foi ro-
solvida a favor. Jos Mara Bttgenlo tomn logOBJ-
sento, mas Jos I/idoro tiucdos, leudo o dopulado
Antonio da Camba feito em corles um requeriuien-
lo acerca de um pfoceaso de lellras falsas mlenlado
om Londres contra am prente do dito tiuedei, e
rorrendo o boato ile que havia intento do dar romo
cmplice o novo pardo reino, esto fe/ um requer*
ment a S. Mauestadc pediudo ser julaado c jiisli-
ficado dosla itnnulacAu nos Iribiiuaos ordinarios ;
pelo que anda nao loinou MSCntO.
Na imprensa peridica lem sido mullo debatidas
prnposla ministerial para abolico.lo monopolio do
tabaco, sendos maioria dasopiuioCs, quo Ogovor-
no nao leva vanlo osla proposla. O corlo he que
(dada al ao presente a roiiunissao a que ella foi
renieltiil.i nao den parecer algUItl, o (pie imlica que
o ministerio mu se Ihe ihi que se durma sobre o
diiiio par Ferrio, faf
ladolhroiiociucodias
aso.
Nao obstante o govemo lor contra si o banro e
osjogadores de nimios, lem maulido rrJlRlosnmon-
le is pagamentos em dia, o panado os juros da divi-
da publica, e o* papis de crdito leu) subido.
0 proceSBO do> autores da machina inrernal esl
proniplo para ser senleneiado, mas anda n.io lem
din mareado para ir aojurv.
s. M. I- a sonhora duquou nI a residir u.i illia da Madeira, o nao se sabe an-
da qu indo vollan para Lisboa. O conde do Thomar
que era aqu esperado, lamben, nao uo, rogrossan-
do a condessa para 'I"humar, c 0 conde acha-sc res-
labereeido.
I'or ponen que o Brasil nao a receber em sen SO-
lo boqiilaiciru o inaior poela, e o mais elegante e
llorido prosador porluguei de que boje nos (todemos
afanar, o l)r. Antonio Felleinno tloCaslilho. S\o
leudo podido prosperar, por falla de recursos pecu-
niarios, o eollgio chamadinlo Prtico, fiiudaio em
I8j9| o .Ilustre esciiplor, carregndo de familia, vlo-
n som outro molo de subsistencia, nlm da mdica
pciiso de tObWKKI rs. Resolver pnrlanlo Irn.par-
la r-se a CSSO imperio, e como extremoso pal ir pre-
parar mu melbor fuluro a BOUS cinco nlllOS, que
esle auno, alai ponto qu
Ion na cmara sobreare*
islo he, cinco scsscs.
O duque de Saldauha anda lem a ferida aborta,
c vai a^ora para Bomlica concluir o scu rcstabcleei-
inenlo. Falla-sc em reconipor o miuislerio, mesma
|M>r necessidade do ser vico. Sio diversas as versees,
oas entra de corto Agotar para ajuslica c Jos Ma-
ra (irande para as obras publicas.
Ja na\e-.M para o Porlo o novo barco da compa-
nbia luso-hrasilcira, que he bello e lincirissimo : cs-
pera-se agora os quo fulo de navegar para o Bra-
sil.
O lempo lem estado aqui asperrmo, mas agora Ic-
vanlou c espero anuo abundante. A reforma da
juula lem lado mande incrcmenlu a uovsocomnier-
. Tem havido grande roncorrenria de mercadu-
rias, e mullo baratas.
auu
lenclonava, apenas cliegad
slleiros; no que por certo
no fnterosso an saa gloria,
o mais volllD, que apenas
viTiladeiro portento do ong
j la/, sem auxilio e*lranln
Esta resolucjto, p
.i'lia-M- pelo mono
do om uiirdosseu
rario*, em lermos
fe-lando ao mesmi
liubaiio amor quo
rio [rausallaiilico i
. faier naluralisar Bra
imito lucrara o Brasil
porque piiucipalmenlo
onla 1-2 anuos he um
nlio e compreheisfio, o
. miiilo mimosos versos.
i ni, felixmonle para Portaga!,
adiada. Ello o havia annuneia
lllliuins SOmiM 'tr(sH>-n-h/lr-
alis cheios do motleslta, maiii
i lempa a uraodo conlianca qui
i no\o, rica e vaslissimo i ni pe
lustra consagrara inslruceao e ir
nado
'i-, commercio e indudria, em S de man
IKVLlllm. Sr. Ilardv llislup.-/'irxlaf.nl
a Conipanhia cealral peninsular dos camlnli
rerrode Portugal. lllm. c Etm. Sr. Tea
honra de acensar n reccpcio do ollicio que, de
ScnidoV. Bxc. medwiglo o Evm. Sr. BanV
I \i, director Bjcral das obras publicas ; c confoi
| nando-ms com u sen conleudo. aceito, sem reslrli
r^o algnma, as condicDes impostas por V. Esc.
Ompanhis Ccnlral peninsular dos caminhus do fer-
d de Lisboa fronleira da llespanba, para quo o
overeo de Sua Magostado possa a de rospeilo lo-
lar a resolucAo que mais conveniente pareca.
Lisboa JH de(narcu do IH-Vt.lllm. cEvm. Sr.
Antonio Mara de Fonle Pereira do Mello.Hiinfy
llhlop, ie>idenle direclor.
lllm. Sr.Tcndo V. S. aceitado por parle e em
nomo da coinpanhia concessionaria do caniinho de
fvrro do Lisboa t fronleira to llespanba, as cinco
xidiccs quo conslam do ineuotllcio da dala de ho-
| je. sem rcsIriccAo algiima ; enrarroga-mc S, Bxc. o
I ininislrodas obras publicas, commercio c industria,
dodizer a V. S. que com aquellas bases |L |,,h-
.foune ao proaramma do ti do maio de IH't, cas
| sjndiflcaoAej que depois disso foram otllcialmcule at-
rdadas en I re o governo e a companlia, se pydc
1 fa/cr o contra (o dclimlivo, que tica todava depen-
leda approvacaodas corles.
Dos guarde a V. S. Miuislerio das obras ptihli-
commercio e industria, em js de marco IHVl.lllm. Sr. Ilardv Hislop.HarUo i/a I.uz,
i Companhia central peninsular dus eajainlios de
ferro de Portugal.lllm. o E\m. Sr.Para queso
nao iKMsam allegar falsas inlorprelaeacs nem tilo
I |m>uco demorar-se por mais lempo os liabalhos da
ouslrucrao da linha frrea, c para que o publico
| lenha perfeiln conhecimeDlo da |>oscao c inlenccs
rda coiupanluu, temos a honra de snlnetlcr o seguin-
[ lo consideraran de V. Exc. pedindo a sua pilblica-
i;ao no Diarl o Gotxrno.
O comeco dos Irabalhostcr lugar ao meiodiade
5 do prximo me/ de abril, continuando ellcs com
com a ni,lim aclividade c sem iulerriiprau al o scu
xabamenlo ; para esle tim os cugcnlieiros sahirAo
| inprelerivebnrnlcdc Londres pelo pagete do Itra-
^ ni do dta 9, e os mestres de obrase t/augci'.* par-
I lun pelo paquete peninsular de 17. Ncnhuma
mina ser exigida do publico -em que este, vista
i'ln andamento des Irabalhos, lenha na conqianhia
puileiraiDiilia.ira.
Temos a honra do ser de V. EXC. com a maior
"ii-deraro e respelo os mais alenlos veneradores-
I Lisboa Antonio Mari de Fonlcs Pereira do Mello.CKv
I II arhig.Hardy llitlop.
Por aqu se \& quo o governo lomnii lano a pei-
10 o ellecluar a promessa que havia feilo, mioalui
las dlacw's que conceden a osla companhia, vislo
| que ella nao pode conseguir a subscri()cao suflici-
nle, elle proprlo loinOU ns arenes necessarias para
oucear a primeira scero do camiulin, o quede
I certauan hela iniiilo lisouaoiro para a companhia.
I Entretanto, atC'Saularcuivaniosa tercamiubu, sgo-
' dalii paro dianle, al frouloia, que he o pru-
IJ1''''!!, pan-erque nlo lia do ser isla campauliia que
11 tare a cabo.
fetfo-*Q Duendo ja os |ircnaraOvos para a fesla da
luauguraeao. aso Saeavm, a qno assilin a rain lia
! '"te : baver janlar o liaile, c todrt as mais fu-
I has mu que Ingleza a Francczcs costanum dar
"o^i.as'inell.aule. I rabal I IOS. /
AIcTOftaduquodeSalitanlia, que anda e-rii em
I cuuiwm;,,. adoecorarn lambn o minilrsj ^ fa-
-imarniius,,. >do reino Aadrigota Fouaeca, do
WTW que o, irab.......s p.ulaini'nl;nv- ....., estdo
ranasi parado- por talla da comparencia da min^le-
d\i.i
lellras amenas nao menos quena benevolencia quo
u augusto imperador a elle proprio se linha dlg-
isliar, nouieaudo-o lidako da sua imperial
casa e oolclal da ordein da Kusa, em amadecimen-
lo de lia\er dedicado a S. Maveslade OSeu drama
CamOes, etc. o nosso governo, poretn, ao saber dos-
la delerniiuai>to do insigne poeta, jlllgandoser um
desdouro ua reputacAo do |mix, se so perniiiti.se
quo a tevaasc a ell'eilo, mostrou desojo de o impedir,
fa/.eudo-lho esperar que com hrevidade o collocara
em nina poslcao, leoao l*o vautajns como ctame-
recia, eo governo desejava, ao menos tal qno em
benoliej) da palria, hon\esse de lenuiiciar ao sen
projeeloi
Tainhoni por osla nreasiao receben o Dr. CftSlilho
um leslemunbo du aproen que Suas Masestado* a-
/em doseu distfnclissimd merccimenlo*
A rainlia se havia dignado aceitar a homenagem
de uma titUela l><,rli>. contando urna collcooAo dos
liados e magniflcos h> mnos ullimamenlo por elle
npOStos, C o principe real a dedicaloi ia da logunda
eilioflodn Methodotit UUura-Castilho. S. .Mayes
nde agradeceu ao eximio e inspirado vale presen
lo-o cui urna rica raixa tic tabaco, ornada de
bn I liantes, o S. A. real brndou o inclylo, nencro-
m i; uloaMsime meslreda Infancia porlugiiesa, rom
oura calxa tambem do onro de nrmoroio lavor,
em que esta engastado um inagnilico camafeu de
grando valor.
Du U.
Ha de lor nnladoqtic ordiiiariameule coslumo an-
lecipar-me a dar-lbe noticias quaudo anda muilus
aqui nem as presenten!, llnje, porem, nao ucee
deassfm. A novidade quo Ihe don temj Iros das
de dala,oque he milito para quem desoja al aunun-
rar oque anda est em orejelo. He ocaso. Publ-
cou-sc no dia II do correle om novo jornal de op-
DOsiclO ao governo, inlitulado o Pnrliii/urz. Al
aqui nAo ha nada de extraordinario, mas deque V.
naturalmente se deve admirar, como neonlereii por
c a loda a sent, he de saber como he composla a
redaeco. E-la : Alevandre llerculauo, rcdaclor
principal LeonelTavaros.cv-rodaclordo l'atriota ;
Lu/ de Almeida Alhuqiierqiie cx-seerelario do
governo civil de Lisboa^ Antonio do Serpa, leule
da Escola polylbeehuiea ; Santa Anua o Vascoiicel-
los,cx-sccrelariodo governo civil de Aveiro ; llol-
treuian, adyogado, c ex-depuladouas corles passa-
Esle irranjo ou exquisita Irausaccao foi feila qua-
s de SUldto. 0 que ll que scismar a lodos, he co-
mo A. llerculauo, depois de (er deixado de redigir
o/*-//:, protestando quo se n3o envolva mais em
Dosifica ; lendo rogcilailo as diversas candidaturas
de deputado que em dlVorenles crculos Ihe lem si-
da nllerccidasem ambas as passadas cleices, sendo
um bomcm lo OCCUPado, que actualmente alm da
HiitOrta il* I'tntuifiil, osla concluindo para entrar
no pelo a t/is/mia da iti'/ni.'iv'i'i vm "o*/tfffg/,que
depois deludo islo, lumeiun encargo Uto serio c pen-
sionado, cuino ho o de rcdaclor do um jornal diario,
o em guerra aborta rom um ministerio que tem
innilas sviiipalbiasonlre lodos os partidos ; o muilo
man anda que se lisuo com pessoas que professam
dnulrinas dcinnrralicfis que llerculauo nunca so-
guo : Leonel 'lavares, auligo c bem conhecido re-
darlor do Patriota, cossou cmn a publicaco dcsle
jornal, o nassou para a redaccaodo Pvrtayuez, in-
do servir nsordens de A. Ilereiilano !
Hccsousaiio di/cr que islo lem excitado muilo a
iriosidado publica, c sobretudo |Hir sor um loroal
em que esc re ve homcm lao eminente, o pruueiro
numero leve grande exlraccto ; o governo licou a-
lerradn, e os jornaes scus deflensores \tt*pei'anra e
feooluriltt) moslrain-sc (mucosatisrcliH de ler sc-
inclhante adversario. Lina associai;ao de Iguus
polilicos poderosos, lacs como Soure, Fosera, Slrecl.
Almoirim c oulros, Ao os que lomaram a ompro/a
do novo jornal, quo poristi promclto duraran, coli-
sa pouco certa culro nos. Eis-aqui a novidade mais
patpilanle deslo paquete, e que aqui tom dalo mal
qnu fallar, mas coja ovplieac.io anda 'ninsnem se
atreve a dar. O lem(M) no-la palenleara.
Al i|uo no di oilo se volou 6001 ell'eilo a respes
i.i ao. discurso do ihrmio na camera dos paros sus,
qiiom lal dira, mi olislaole grande fu luthi itfl pa-
res unvos que o uoverno l mellen, apena- vemeii
pola, raauasa Je tai iotas << que da a Mispoilarqua
al algara dos rovos vetou contra. Na canina dm
deuubjVlos ciinina o dbale Murcosdeceelosdadic-
ulora, o Rinda se nao sabe quandn Icrininai. Tom
Porto 9 do abril do 1853.
D. Pluvia dcou-nos liualmenle ilepm de nos
ter seringadn por uma plcrnidade : mo deixou sau-
luir- se mo as miubocas. Exereeu por muilus mo-
zos urna dictadura anda que fresca a|Hiqueuladorat
que felizmente lermnou. .Madama almospbera que
pnrlanlo lempo so iiioslrou carrancuda, j nos lem
fiado ares da sua greca, e permillio que a Sonhorila
primavera e\erces-*c a sua inllucucia m reino vege-
tal, nudo se apoJSDH jti da sluacao.
Na gUnojpkera. polilira mVi se deram as mismas
inuilanras: continua ludo no mesmo cslado, salvo
pequeos incidentes que nio alleram o loilo. A-
qoeslloda machina infernal, quo o sen autor Victo-
ria quiz arretar de episodios burlescos, perdeu toda
a Importancia, cj nos pasmatorios ho resellada por
fottil.
i) duipie do Saldanha que a opposeilo, romo in.l-
niiesiacAp tacita de seas ueaojos, ueu por tantas ve-
les as portas da morle, que pelo que so \ eslavam
recluidas, continua a viver para laxar perriee nos
c j no dia foi ao paco, c breve ir ao par-
o, segundo me informa >> coiinhelro de S.
Exc. que no fallir da sua grande inisso culinaria,
tambem di sua meehedJela na caranda da poliliea.
Os corpos parlantes e legislantes entregues wilul-
re fai'nirntr, no ameno roman-o da sin pachorra
parlamentar, agucam de vea em quaudo o apetite
publico com alguma ilizedella fulminante que das
lionas nppostuouislas parlem para o reduelo minis-
terial.
A cmara alia propoc licar at a consumarn dos
Reculos a dlsculiro parecer da respoda ao discurso
da coroa, para que den osen conlingente, pr ser
da cominillo, o cerebro eardinalieio c palriarcbal
ilo cardeal pah iircb i. O Forro par, quo deve us
ariniuhos do pjriatn ao aclual governo, que alm
d'isso Ihe den a ninharia de uma grita cruz, vollou
o fcrnlo contra o uo\erno, e ullimamenlo em um
discurso monstro, que dunm '.\ sesflfles, disse mais
mal do governo do que o Sr. Mafonia do Imicinho ;
0 o que he mais mo se esqueceu lo dar a sua fer-
roadela na dictadura que o fez par c ur cruz. Em
iim um Fcrraosempre boferrao, c be por isso que
todas Cogen! das vespas.
Na cmara papular vai ludo em palestras, a poni
quo o governo leve de prorogar a sessao al juuho
para se p llerem dsciilir os arlos da dictadura, quo
a eommissao he do parecer se approvem, e orcauen-
to queja foi aprcsenlado, e uude a p parece douula-
doo dr/hit, que lie o bHiiltU das liuaiicas linan-
reirs.
O ministerio continua cuello, acumulando o mi-
uislro do reino a pasta das juslieas, e o da fazenda
que hrjo liorodesdoj agilas a pasla das obras pu-
blicas; parece que a causa d'islo be o grande nu-
mero do pe fluientes as pastas, que n;lo sao de pg-
pelfto, inassim de materia muilo apelosa para n
paladar do.//ra'i'/o polticos, que muilo ptditica-
monleassolicitam.
A lula entre o hallen e 0 governo continua. A
COmmiss&O que a cmara do-depulados nomOOtl pa-
ra examinar as Iraiisacoftei o contratos eniio o banco
o os diheviuiles governos, j prinripiou ma- nao eoo-
rlulo anda os seus Irabalhos. A COUSa nlo vai a
malar!
o enverno podio aulorisarflos' cmara para aca-
bar com o exclusivo e contrato do tabaco o nabaoi
Cuno a eousa he de ulilidade publica anda deseou-
lio, mas nao perro de Inda a f, e espero lavar aluda
o iiien fuciuho com sabio melhor e mais barata, do
que o que mu da o contrato micariae fumar o
mea chai uto ou lomar a inhib pilada com* menos
lispeudio e maisgosta, islo he com diminuico na
(plantillado do proco e augmento na qualidadc da
matara.
final e definitivamente o cami
le lesle, rujo* Irabalhos j princi
t:<
'iilnilnu-sc
libo de fciTO
ivain esle .ne/.
nim por m.ii-
ir a I illa-Cora
ici de Restar, ij
os, queja phi
Porto oslii
ompauhia Iiisi
Duque du /
pie be bem
piecer de
t um dia
i um Wagn :
igita-mo os ner-
..|H
Se madama i
alguiis anuos, aind
onda eneafuado e
lonpie a veloeidado
ueipiain a emperrar,
i inspido u rospeilo de MCCOSSi
n-brasileira j,i aqu lem um
;7'i'. Dj/cn os sahc.lures da
irnido, etc. Por ora limito
vapor
roiisa
a fa-
/i'i vtagom para Lisboa, Vianua, ele. O Iim da
companhia que he eslabclcccr uma coininiinicaclo
directa, por vapor, entro CSla eidade 0 0 Brasil,
n.io esta nimia precnchido ; mas diz-sc que est Cin
boa altara. No da i fez-40 a experiencia do Iho-
legcapbo elctrico da casa da bolsa para a daasso-
ciacAo indiislrial porlucuso. O resultado nao po-
da ser mais salisfaluro. O Porlo nao quer licar
estacionario viva o progresso. A cmara j i con-
lialou a illumiiiaco a gaz com a empresa Qiftlop.
Venha final.....ate o gas, que graude eousa he
baver Wtt.
As diligencias de eooduecjio entre Porlo e Braga
principiaui tambem esle mz.
Na nossa vlsfnha l>. Iberia o miuislerio Honcali
lem-lhe suado o tpele, se he quo o (em, para se
haver rom o Sr* Parlamento. o congressu, a pe-
zar da maioria. ministerial, a opposicao forlc na
qualiilado lem ohlido liiiimphos paiciac*. A rc-
rorma constitucional (pie o governo aprcsenlou li-
mila-so a dar nova orgauisaco ao senado, estabe-
Iccendo senadores natos, hereditarios e vitalicios,
nem numero determinado, c designando o re ou
raiiili i como eliefe do exordio.
A quc-io do general Narvaei lem dado lugar a
grandes dbiles no senado, om caslelhano j se sa-
be. A op|Hicio era alli milito forlc, porom o go-
verno re lo reo u o sen cvorcilo semiloral com uma
formula de senadoros novoa, o segundo o que se
colligodas volneAesque j lem lido lugar, ogene-
ral Narvaox o o nuesnadllo nao veem ao serunta,
0 lem por forea de ir al Venua d'Auslria cumprir
as orden* do rabio do Bravo Murllo, que levo me-
llo doli om Madrid, o Iralou de Ihe recodar ares
austracos o remedio he heroico, mas o Sr. Iton-
ali c osseiii oollogas approvaram a rliuica polli-
a do bravo .Murillo, o seguom OSOU reccituario.
O jesuilisum vai prepomleramb muilo ua Ierra do
tail, o eu n.io auguro hem da sua ulluencia para
a lilia ila madre del pueblo, nem para o svslcma li-
beral.
Pars, 20 de marco do 1853.
No nioinento em que pego da penna para conio-
?ar*esla carta, obro o Moniteur, jornal do gover-
no, e ahi leio a nula seguinte : A esquadra, que
se ada ueste momento em Toulon, receben ordem
de sabir daquellc porto c se dirigir s aguas da
(irecia.
Notsos fundos pblicos, de nutro lado, ahaixa-
ram hontem dout francos, c hoje, ilomingo, com
quaiilo a holsi estoja fechada, informani-mc que os
especotadores seutem mu (inico, c que as Irans-
acroos sc'fuzcm a '2 e '.l franco* cima do curso de
hontem.
Eis-aqui o quo den lugar a estes recetas da bol-
la, o o que motiVOU a parlida repeuliua di nossa
esquadra para os mares do J.evanle.
Ilontam ebegou s Part iim despacho talegraphi-
codeViehna, Iraxendo noticias deCopalanlTnopIa,
O principo Meulchikor, ministro da marinha do
zar, aoabava de de-embarcar nesla eidade, para
inde o linha conduzldo o barco a vapor rus so o
1 Polla na qual
.. i'"u,lniyaiit. Elle ia Iralar rom a porta na q
Cilladoquasi i terca partodosdpulados, algunstem dado do crniaUador extraordinario, e nedir salisi
oceupado las lessoes a fio, o quo Val sendo muda I cAo proinpia e completa dos preleudijos nggravos
*\d Russia contra o goveruo ottumano. Nada linha
sido poupado para ferir as imaginacoes nesla sorna
inesperada, ha muilo lempo premeditada. O prn-
cipe Mculchikoll era arompanhadu de um numero-
so e brilhanlc jwssoal; linha por secretario o pro-
prio ttllio do ministro dos negocios cslrangeiros, o
Sr. Dimilri Nesscrohle; por ajudante de campo, o
almirante da esquadra russa no mar Negro c O ge-
neral commaudanle do ciercilo russo na fronleia :
olllriaes de lodas as armas linham.sido addidos a
esta missflo c he no meio dcste poni|K>so cortejo, cu-
jo* uniformes brilham ao sol, que o principe fez
sua entrada no arrabaldc de Peta. Avisada pela
legacAu russa, a popula^to grega, que he loda de-
dicada Hussia, eslava prevenida, c loda ella se
dirigi ao desembarque du emhaixador do impera-
dor .Nicolao, que ella saudou rom vivas.
No meio dosla multido enlbusrasla he que o
prncipe se dirigi rasa da cinhaixada russa. Os
velhos lurcos eslavam consternados, e pareca que
a ultima hora do imperio ollomano ia soar.
A entrada do emhaixador do czar em Oonslanli-
nopla leve lugar no dia -2H do fexerero. A 2 de
marco, o principe se dirigi sublime Porla, para
fazer sua visita ofltCtal 00 grao visir. Segundo a
eliqucla, elle deveria aprcsciilar-se depois no mi-
aslro dos negocios cslrangeiros, Fuad-Elendi, c
esle linha feilo urandes preparativos para o rerelwr;
mas por um procedimenlo al aqui sem cxemplo, o
principo Mi'iilrliik'ill' recusou dirigir-se ao ininis-
Iro lurco, com o qual enlcmlou que j nao deva
Iralar. Era iinpor ao sulhio a demissao do sen nii-
nislro, Tuad-En'eml, homom muilo inlelligenlc o
comprehcudcii Lio hem que, para salvar a honra
de seu soberano, entregou ao grao visir sua deinis-
sAo, a qual elle nao quiz retirar, apezar das instan-
cias do proprio lultflo. Haaf-Pacha fui nomeado
em seu lugar.
O l>\an se rovollou, e licou aleinorisado com es-
ta maoelra de obrar. So a Turqua estiveose em
cslado do sustentar a lula rom ocolosso moecovita,
ho fra de duvida que se loria seguido urna decla-
ra rao de guerra ; mas ella conheec sua flaqueza, e
g unir garanta de cvslcnria que Ihe rcsla, he o
apoio da Europa. Parece desde j corlo que, de-
pois ta visita feila pelo principo ao grao visir, o
governo lurco se diri'.'io auencarregado de negocio*
iigiczes, o coronel lioso, nediodo-llie que Dxesse
aproximar dos Dardauellos a esquadra inglesa. Es-
le pedido foi fmmediatamenta Iransmittldoao almi-
rante Dundas, o qual so ada em Malla com suas
n tos, oeste o levou ao seu governo.
Slo estas as milicias que, ehegadas de repente de
tamsianiiuopiu, icm agitado em Franca o na In-
glaterra a opiuiio publica c Irouveram uma gran-
de depreciarlo nos fundos. Tem-sc pergiintadn o
que tarta a Franca e a Inglaterra, seobrassom do
accordo. Iteeouhecia-so que a uniao deslas dnas
potencial oppnria um dique iuveneivel as prelcn-
<;cs da Ruma, mas os honicns inlelligonle* duvi-
davam, ao menos [Kr agora, que ellas *e delermi-
nassom a obrar enrgicamente em commuin.
0>m ell'eilu boje mesmo, no momcnlo em quo o
Monitrar nos diz que nossa esquadra val aproxi-
mar-so de Constantinopta, corre boalu de que a fi-
la taguas nao so mechera de -Malla, apezar do ped-
do (rausmillido pelo coronel Roso. Este fado n.io
he nina pro va absoluta do desbarmouia, porque a
esquadra lllglexa em Malla est quasi lao periodo
Constaiilinopla, romo gesquadra francesa uas aguas
da (irecia : porm revela da parlo do governo bri-
tnico urna certa frieza pela causa linca, ou pelo
menos nina conlianca extrema ua uiodcrac.io da
Russia. Finalmente eis-aqui o quo dizcm as pes-
-o.is irns inrormadas : os minislros de S. M. Brila-
nica estau divididos ueste poni, mas aliual oslan
concordes 001 que ahora da parlilha anda nao ho
cliegada, e quo nao ha pongo eminente* Por agora
ellos se inleressam inediucroiueule uo que se passa
em Gonstanllnopta, porque segundo ellos, he a
Franca somonte quedeu a Rusta 0 pretexto das re-
daniacoes, que esta faiaosultao com tanta ostrn-
ilo. COmelteitO a principal ilas ollensas do sulhlo,
he esla deploravelqucslo dos Sanios Lugares, que
ha dous anuos, lem feilo o ohjcclo das preorrupa-
cocs de nossa diplomacia em Cmistanlinopla. Os
cluislaos greuos c us calliolieos latinos se dispulam
a pusse da eapella, que serve de tmulo a .Nosso
Seuhor Jesus-Chrislo ; a Russia apota as pretcnees
dos gregos, | 1-rauea defende o direilo dos latinos,
cuja guarda lllO he confiada por auligos halados ; e
a Porta, abalada em senlido opposlo, f.iz iuuleis
esfoivos para salisfazer a ambos, i nidiamente a
Franca linha conseguido availlagem, mas a Russta
enviou n Gonstanllnopta o prncipe McolchVofT, pa-
ra tirar urna desforra eslroudosa.
lie osle o cslado da questao, o mais de urna vez
hei ile fallar dola a Vnic, porque esla ha de ser a
grande quesloo da Europa al o destecho fatal o
prevista. Entrelanlo lodos os emhaivadores vilod-
rgir-sc caila um 00 seu posto, afim deconsegurem,
tanta quaulo for passivel, um ajuste moderado e ra-
xoavelj Sir Slrall'orl-Kedcbiff palenoslo momento
para Conslaiilinopla, onde elle reprsenla a Ingla-
terra, o o eaibaixador franco/, iiovaineule nomeado,
Mr. Dclacour, deve parlir iguabueule neslcs das.
Tin decreto, que o Moniteur acaba do publicar,
abreem Pars uma evposic/io universal para o anuo
de IHV>. Todos os produclores industriaos e aer-
colas sao convidados para lomar parle nesla evposi-
co pela re i nossa dcscus producios. Edilica-sc iic*-
Lo momento nos Campos Elseos um immenso e
inagnilico monumento a somelhauca do palacio de
vldro de Londres, onde serte expostas esgw mara-
rilhosasproducces degenero humano. A exposi-
clo comocar no primero de maio o terminar no
ultimo de selembro de IHV>. Espero esla vez que
o Brasil, que eu amo romoseuunda palria, nAo se
ilcivani licar de parle, e que os ricos producios de
seu solo hilo | le figurar com honra na cx|>oscao
francesa.
A ordom cada vez mais e firma entre nos. A
pulcia, de lempos em lempos, faz apenas a I mi mas
priscs nos demagogos incorrigives, cujas machi-
naces nan dcixain vestigios no pata. Um pequeo
numero do mombroa das sociedades secretas roram
ltimamente preso* no meio da, como leudo (cilia-
do preparar una insiirreicu no momento em que
rebentava a revoluc.iu em Mil.io. O publico nao se
oceupa mais dcsle negocio ; essa genio nao melle
maior modo, sao ridiculos cui sua loiicura.
A sejenca medica acaba de sofTrcr urna grande
perda. ( Di. Orilla, ex decano da faculdado do
medicina, c conhecido do mundo nloiro por seus
eruditos escripias sobre os venenos, acaba demor-
rer em urna idadn mili puuco avancada. Algn*
mexes antes do sua morle, Mr. Orilla linha feilo
urna magnifica distribuirn do uma parle cumlde-
ravel de sua Uortoua, dando uma somma de lttmil
francos, dosinada ao augmento de certas coiiec-
(>,'. scenlifiea, o soccorro dos medico* infelices.
Por esla razo a sua morle foi vnameulc sentida
mesmo por seus col legas.
Oulroacnnlcciuicnlnocctipou haslaule ao publico.
L'm primo do imperador, o conde (lamenta, nelo
de urna irmaa do grande Na|>oleAo, suicidou-so com
um liro de pistola. As cansas que o levaram a es-
ta resolticao dcses|>ejrada nao foram publicadas, ma*
parece corlo que urna joven e encantadora actriz do
Vaudevlle, Mllc. Marida, nao he eslranha ncsle
aconlerimenlo. IHzem que esle mancebo, louca-
menlc pe linio |tor Marlha. Ihe linha eoiiliado um
adereco de diamante*, quo esta fura vender em Lon-
dres. O adereco pcrleucis a condessa Orenla,
in.1t fio conde. Sabendo da perda ilessas joias de
familia, sua razao soallucinou en levou ao suicidio.
No enlrelanlo Mnrlha vollou He Londres; a polica
instruida deslas particularidades, fez urna \ isila em
sua casa ; criminosa ou nlo, a pobre menina le*^
medo de ser presa e se envenenoii. l)ou-llie estas
noticias como rumores, o que desgranatlamente lie
vet.iade. sao as dtias morios.
Inglaterra. O parlamento inglcz lomou suas
ferias de pasroa e estar de folga al os primerus
das de abril. Suas ulliniiis sosssVs apresenlaram
|Hiifiiiiferesse, adiando-se todas as yraiides quis-
lOOS para depois das feria-. -Na cmara dos lords,
o condo ilo Maliucibur\ pereaolou gp goveroo se
era verdade, n......diziam osjornaes, que Mazzin,
denotadas imitis o criminosas leiilali\a- na ll.ilu,
se linha embarcado emtionova emum pavta da ma-
rinita real inglesa, c censurou foricmenlc, Mppog-
doofacto evado, essa hospilalidadc concedida a um
conspirador reconhee ido. M a* lord A bordeen res-
pondeu que ncnhuma informaeao aulorisava a pen-
sar-sc riue Mazzini tivesse adiado passagem em um
navio do cslado.
a cmara dos communs fircu|Miu-se longo lempo
dos fado* de corrupto elctoral que foram denun-
ciados ao parlamento.
A clei^ao de Chalam tai annulladu |ior islo, e
forlcuienlc se Irata ilo privar os eleilores dessa villa
do direilo de eleger um depulado. O hll do lord
John Russell, que lem por luu aludir as inaplidoe*
polticas, que poiutin sbreos Israelislas, foi, como
c espera va, anprovado por urna maioria do 51 vo-
l* ; mas quasi que parece cerlo que ello ha do ser
rejeilailo pela cmara do* lords.
Ncnhuma nlcrnellarfto foi feila ao governo a res-
pcito da missao do principo McnlrhiculT, a qual foi
saluda cm Londres uo da da ultima sesslo da cma-
ra dos communs ; mas lord John Russell foi nler-
pcllado duas vexes sobre as (pteslc* externas, que
dizeiu respelo a Austria. Em primero lugar sobre
a inisso do conde de Lariiicn, depois a respelo
de lima questao diplomtica cnlreo Piemonie c a
rio de Venua. O minisfroovplirou rom algumas
minuciosidades, o lm da embalsada do pleni|Mtcn
ciario auslriaco, o qual procura va sobre! mo termi-
nar a questao do Montenegro.
Quanto onlra quesbio, declarou que o governo
di raiiiha apoiavacom liaslanto vigor a* reclama-
c.es da corlo do Turin junio curte de Vicua ;
eis-aqui em duas pal.oras o ohjcclo deslas rcclama-
COesi um decrelo do imperador da Austria confisca
os bens tos emigrados lombardos, l'm cerlo nume-
ro ileslesomiL'iadn.-, os mais ricos, naluralisarau-se
cdados piemonlczes, c o gabinete sanio pretende,
com jusiica, quo se nao possa privar de gnia dos
bens, que possuem na Loiiibardia, hume us que sin
hoje vassallos do rei do Piciuonto.
.Iltcmanhn. Acabo de mencionar niadas gran-
des questocs que prcorcupam a diplomacia auslriaca.
Esla questao cun o Piemonie nao he 0 tnica : o
governo de Vlenna lem urna nutra mais viva anda
com a Suissa, a rospeilo dos refugiados, o da prolec-
c.lo que ellos eiicoidram em aluuns can loes, princi-
palinente no Tessino. Estes delntlcs nao mtio porto
de sen Iim, e eu lere orcasiode fallar delta a Vm.
O imperador da Auslria, completamente rcslahc-
Iceido de seu roimenlo, assislin a 12 destfl mes a
um Ti Dcum solemne* o qual fui contado nacalho-
dr.il do Vienna. Duus das depois, fui ao Ihealro
imperial, onde aclamace-enlbusiaslassaiidarain sua
presenca.
O general lla>nau morrea em Vicua no dia Ii.
I i/ei.iiH llie magnficos finierais. Fislc general foi o
que subjiiL'nii a Hungra, e a quem a mquitaro de
Londres, eveifada pelos refugiados allomaos, Iralou
lo iudiimaincnlc.
Italia e Roma* No consistorio de 7 dcsle mez, ti
papa mimcou oilo uovoscardiaes; sao ellcs:oarcebis-
no primas da Hungra, o arceblspo de Toan; mSts.
Brunelli nuncio cm Madrid; Viali nuncio em
Vicua ; Savelli, iniuislro do interior: Sanlucci,
secretario dos negocios ecclesiaslicos ; Cilcrin, as-
sessur dosanloHillicio; e (insto Kecanali, religioso
capuchinhn.
ffespan/ut. As duas cmaras de Madrid oslan nr-
ganisadaSa Po senado Irauve urna certa opposlcjta
respelo dos pTotestosdo general Narvaei; a ques-
tao nao est anda decidida, mas mi se tmida que
0 miuislerio obleuha a maioria, om virlude do apoio
que llredarao os novos senadores nomoados. (? que
vale mais que Indos osles debate-. OStOTOh, he a re-
forma das linancas, que o novo iniuislro o Sr. Ll-
rente, lomou a peilo e espera realisar. Annuuciam
como eousa certa, que ello coba ilo concluir em
Londres, por intermedio do Sr. Salamanca, um om-
presliinn de 300 midios de reales, a premio muilo
taznavel para a llespanba, de 7 pmO/((.
7 do abril.
Yeito crande quesbln do momento, a missao
Meulchikor, no poni em que a deivei na inhiba ul-
tima caria. Xnda se lem feilo ; pnriu sabe-so de uma
iiianeira positiva o que o principe lem ordem de pe-
dir ao sitlIAo. He como disse a Vine, a quesbio du*
Santos LUffare* que preoecupa sobretudo a Hussia.
Na primeira conferencia que n principe leve com o
novo ministro dos negocios estrangeiros, Kifaal Pa-
cha, apenas ello do leve lOCOU em oulras questOOS,
porm insisti da mauera a maiseueri'ica pela cou-
clusan de mu ajuste, que ennsagrasse os ilireilos da
eje grega. A quesllose debate nestomomenlo> e
comquanlo a Franca leja muilo ulorossad i afstOi
porque be ella que defende em Jei iisalcm as dire-
tos da igreja latina, pdde-se crer que as preteneSes
la Itussia sern recebidas, sem que a paz da Euro-
pa soja perturbada.
Finalmente parece cerlo que 0 imperador da llus-
i euearregmi seus rmbaixadnres junio das nales
de Franca c da Inulalerra, do dareui a estes don:
andes governos as mais firmes segurancasde sua:
inlences pacilicas ; elle nao quer fazer eoUBI llgU-
ma em Constantinopta, que nan soja contarme so es
priio c a leUra dos tratados, queganntema indo-
lencia du imperio nftomaun. Aeredilou-sc na
Inglaterra, ou liimia-se acreditar na palavrado exar,
0 delermiiiou-se que a frola nao se movera de Mal-
la. Em Franca, peusoii-se lambem que a guerra nao
saldra deata (piesio dlplomaticgi o todava, julgou-
sc que era neresssrlu enviar e esquadra pon asa-
guas da (irecia, a cincuenta tagoas de Gostanlino-
plg, qnantloso fosse para provar an solan que anda
|ta lem amigos prmnplos para defende-lo. Mas nos-
so governo procuren animar a opjnlao publica, que
se linha alemorisado, e o Moniteur publico urna no-
la allirinaudo que as qucslcs diplomalicas, queso-
brevtaramem Conslanlinopla, lwo sem cnmpromcttiinenlo da boa harmoniadas naces
europeas.
Os ltimos despachos viudos da capital do impe-
rio I ni codo com ell'eilo a esperanca quasi corla de
um ajusta amiyavcl. O principe MenlchikolTconti-
iiuou suas conferencias com o Divn, csua alliliide
era muilo mais moderada. Elle dirigi aus embai-
v ai I ores rslraugeirusuma circular, na qual cvprimc
1 espennea de urna nteUlgencia cmplela entre a
Russia eos potencias europeas. A calina c o nan-
gue fro veitaraman ministerio dosulUo, ecitespo>
deram, apezar da presenca da pOSSOO doplcnipolen-
cario russo, n0> alguma ordem cm suas linancas ar-
ruinadas, creando um banco nacional, o qual (era
principalmeulc por nbjeclo relirar o pa|nd moda,
lio uma medida exccllenle, e sem a qual a Turqua
leria perecido pela bancarrota, sem que mesmo. fos-
sepre i so que orzar desembainhasse a espada.
Vello onlra veza Franca eaos acoulecimenlosque
(erom lugar entre nos ueda quinzcua. Fin s fac-
i (em uma importancia real : a *7 leste mezo im-
perador recohou as Tulhertas urna depulacjio de
inglozes, presidida pelo ex Ion) maire, sir James Du-
ke, ineOjuVo do parlamento. Esle* scnliorcs, vinham
em nomo do cominercio de Londres, apresoutar ao
imperador uma mcusagcm reveslifla de mais de qua-
Iro mil tissignaluras, no Iim de protestar contra a lin-
guagcn hoslil de cerlo* jomaos de LondreM, o de pro-
clamar seu lirme desojo demantera paz, fortifican-
do as boas relares, que oxislem entre os dous pai-
ze*. Eis-aqui o tillimo paragrapho desla mcusagem,
a qual produzio urna viva sonsacan.
Terminaremos esla dedaraco prociamando nos-
so* vol* sinceros pela duraco da amizade e da le-
nevolcucia enlre os francezes o nglezes, nossa reso-
lucAo de fazer ludo oque depender denos para con-
solidar esles senlimciilos, e nossa arde ule esperan-
ca de quo para o futuro us enlodaos das duas nanVes
ii.to luanlo juntos seno para cultivar a* arle* da
paz, e (ara desenvolver cm seu rominum iuleresse,
os metal de mdhorar a sociedade.
>apo|e.io III, que falla muilo hem o inule/. res-
pomlou uestes lermos, na lugoa de seus inleilocu-
tores:
Estou extremamente locado dcsla manifestarlo.
Ella me confirma na conlianca que me lem inspira-
do sempre o boin sonso da nacao ingleza. Na longS
residencia que lix na Inglaterra, pudo admirar n li-
benlade de que ella goza, grace* perli'ieo de suas
iiisliluicrtcs. Todava recoc ui.....rnenlo, o anuo
pasudo, que a opiiii.ii. nao se desvairs** ^'bre j es-
tado da Franca o sobro seus senlimcnhw para com
i liran-HiTlanha. Mas nSo se pdc encaar por
muilo lempo a boa fe di......gjmnue novo, eopasso
quo acabaes de dar juntado imm, he.uma prova ma-
nfesta. Meusisforcos, desde que estou no poder,
tendem conslanlemeule a desenvolver a prosperida-
de da Franca. Con liceo scus inleresses ; olios nao
sio diHerenle* dos inleresses de todas as oulras na-
<;oes clvilisados; como vos, desojo a paz, e como vos,
quero lirma-la eslreilaiido o* lacos que unem nosso*
dous paizes.
Esla mauifestaclotlo* priucipacs bauqueiros o ne-
gociantes do Londres produzio um exccllenle eflei-
lo, o Times e o Chmniele e os oulros joruoe* inglo-
zes, o* quaes se linham mostrado lao bosUs Fran-
ca, o pareciam ter lomado a tarefa fie acordar os ve-
lhos lidio- entre os dous paizes, tiraram bstanle cm-
haracados, quaudo liveram de abrir suas columnas
mensagem do* coinmcrcunles ingleos, a uual ex-
prima sculimenlos t&o opposlo* uo* seus. Elies pro-
curaram diminuir, por meio do iiuinuacnes malvo-
la*, a impressAo producida por esla publicaco; ma*
seus esforcos foram inuleis, o Iciiho a certeza deque
agora, na hora que he, a inmensa maioria do povo
Ingles est perfeilamcnle decidida a viver em Iwa
inlelligencia coma nacao fraiiccza.
Dous dias depois da a presen lacio ilosla mensa-
gem, oura depulavo de inglezes foi igualmente rc-
ceh.la as Tulherias. Ella so compiinha dos direc-
tores da companhia, quo so formn em landres pa-
ra operar a junecan ilo ocano allnulico com*o ocano
pnrifleo, empresa gganlesca, o que na verdade ne-
ccssila fie paz para chegar a um Iim. Gomo esla ques-
l-i" inleressa a toooaos paizes commercantes, 6 sua
solucjto pode mudar a face do mundo, cxlrao do
discurso dirigido ao imperador pelo chefe la dopu-
lacJio, sir Charles Fox, algumas particularidades
muilo curiosas :
_ Os rpidos allmenlos da navegaeflo commer-
cial em (orno do cabo llorn, tem allrahldo, depois do"
lguns anuos, seria alleuciio dos ca|>ilulslas para
urna questao, que al ento nflo linha jwdido 00c-
rocec selulo mu Iim puramente especulatMi as inda-
gacOes da setente. Ouoro fallar da necessidade do
abrir uma estrada directa aos navios culto os don*
ocanos atlntico c pacifico, alnvsdo isihmn, quo
une a America do norte do sul.
c Em IS-'il. o doulor Giillcn, depois de Icr pes-
snalmenlc visitado o* lugares, medosiguou a eslra-
da que atravessa o hlhmo do Darien, enlre os |wr-
tos de Escocia c Sao Miguel, coiun a|iosentaudo, aos
BOUS ollios, as ruelhores condinies. O examedus car-
twdiligidSfl pelo ahniraulado, me levou a vcrilicar
a linha indicada pelo doulor (.ulleu ; era coincITei-
taa nica que lem a \anla-eiu de olferecer, cm ca-
da nina do suas extremidades, um porta nalural,
sultieiciile ; ea exteitsao do caniinho nao exeederiaa
til) kilmetros,c a nica qitcslao, que havia parase
lecidlr, era do saber, so o terreno opporia aos Iraba-
lhos dillicuhlades de tal nnlureza, que fosse impo-
sivel, medanle desposas moderadas, construir um
canal, que livessea largueza c a profundldade ro-
ipieridas para salisfazer a* exigencias do lodos o*
povos.
o tlouseguinlemcule'i de accordo rom Mr. Bras-
cy c muilus a mi nos, cncarreguei a Mr. tiiohorue o
Krorde, cngcuhciroscms, de ovplorar o islhmo, o
live a -.iii-ia. jo du saber por seu relatorin, quo ho
perfeilainonlo possivcl cavar um canal largo de It
pos o30de profiindiiiade, sem diques, enlre.os don*
porlos ja mencionados, per uma somma que nio se-
riado iienhum mudo fra de proporcilo rom o Iim
que se espera va conseguir, o com o lucro que se lo-
ria direilo de contar, remamos pois urna compa-
nhia para realisar oslo projclp. o
0 honrado Mr. Fox aerescentoo pie sua empresa
foi cordlalmente acomida pelo no\orno deS. M. K.
e que os Eslados-L'iiidos c*IAo nella nteres*ados,
fallaudo-lheobler a prolecco e apoio do imperador
dos Francezes. Napoleolll rosiiondcucm pouca*
patarras o tarmjnou dcsle moilo :
" lia muilo lempo que apprccio todas as vanla-
gensda reiiniflodOS dous mure* ; parquaulu, oslan-
do anda na Inglaterra, procure chamar sobro este
nbjeclo alletirAo ibis homens do scicncias. Podei,
porlaqto, scnliorcs, lera corteza do que acharis* em
miin lodo o apoio, quo mcrecem vossos esforcos. a
Sao estes os aconlecimonlus da quinzcua, as un-
cas particularidades de que Indos se oceupam. To-
dava naodevoomliirUTO fado bstanlo censdera-
vcl: o go orno acaba do apresoutar ao corpo legisla-
tivo o projeeto ua le donrcamcnlo para !.">*. Pela
primeira vez. ha cinco anuos, oslo orcamenlo esh
cm equilibrio, islo he, quo as despezas n.io stfo supe-
rtoress receitas, ha mesmo un evccdenlc de pouco
mais do um milhao. O imperador quiz que osle
equilibrio fosse reslabelccido, o o couselho de esta-
do estovo oceupado mais de Iros semanas eiB reduzir
as verbas do cada ministerio, aloque as de-poza* e
recoilas fo.sem nivelada.* ; islo nao qur dizer que
nao haver ilellcil em IHTri. He preciso fazer Tace,
cada anuo, s despozas imprevistas, e a ellas se oc-
corre com crditos exlraordinarios. Porm ptame-
nos, grecas a* economtas feila* as despezas nor-
maos, 0dficit deven screxlrcmatncnlc diminuido,
excepto no caso mu pouco provavel de urna guerra,
l'm dus velhos generaos do imperio, quo Napo-
Ic.lo linha ullimaniciitc nomeado goveruador do*
Invlidos, a duque Arrighi do Paduo, fallcceu itW
limamcutc.
Os bailes comecaram outra vez, logo quo a qua-
resma lindou-sc. O corpo legislativo c a colado do
Paris o le recera m succossi\amcn(c urna fesla magni-
Hca ao imperador e a imperatriz. Tcm-se dancado
lambem uas Tulherias, c a nova princeza lem con-
quistado, pelas hoasgraras, a admiraran do mundo
qfiriul.
Inglaterra,O parlamenta cnlra neslc momcnlo
om sessao depois das ferias fia pa*choa. A primeira
sosso da cmara dos lords foi assignnda por urna sa-
bida bstanlo viva docv-lordchanrelIiT, lord Camp-
holl, conlra o* signatarios da mensagem aproscnlada
ao ni|)cradur do* francezes. Fouco laijeu para que,^
em nomo do Valel c de Fuflcndorfl', o celcbrejuris-
consulto inglcz nAodeclarasscsous compatriotas reo*
do crime to alia Iraicao, jior lerem ousado fallar em
Dome do pnvu da I.i an Iti elaidi.i.
Itcspoiideram-lho que sir John Duko e "os l.tKKJ
bauqueiros o commercianlcs do* Londres, quo assig-
naram a mensagem, linham simplcsmcnle exprimi-
do seu* sculimenlos pessoaos, que ISO perfeilamcnle
conformo* rom os scnlmontos du novo nglez. Nem
lord Clsredon, nem lord Malmesburv, o ministro
nclual o o ex-minislro dos negocios eslraooarros, (i-
iram que replicar : c o dbale se limitan a islo no
parlameulo, porem couiina com violencia ua im- -
prensa.
O gallineta hig aimla nao fez centiecdr sua le
do orcamenlo, o que far.i uestes dias. Ello aprsenla
cmara ueste momcnlo um plano de reforma para
a ediicaco publica, do qual resuinirei as principa**
dis|osices, quaudo elle for poslo em discusslo ; ma*
ns partidario* do ministerio, nocslao dlsposlos a li-
car conlcnlos com estas reformas moraes, c no seio
do proprio gabinete, ha homens que querem, que se
(rotada reforma do s\s(ciu clciloral. l'm dus ini-
uislro*, Mr. .Mnlcsuoi Ib, nssistio iiltiiuaiueiile a mu
banqueta quo Ihe nffereccrain seus eleilores. Muilo*
discursos foram pronunciado-, c em lodos el le* so
Iratou da necessidade de modificar o hill.quc regu-
la g* elciefles. O proprio Mr. Maleswoi Ib, lombran-
do os fados rcenles do corrupco quo o etamc da
cmara dos communs descubri, so pronunciou a la-
vor do escrutinio secreto ; he o svslcma dos radicaos,
oqual.w for poslo em pralica. ileslruir logo a ron--
lilui.io arislocralca da Inglaterra. A maiuiia do
gahineio nao parlilha as ideas de Mr. Males*orlli,
ttorein esl convencionada a n,1o Iralar desla questao
senao no auno vlndouro, o que fax odiar a occasiao
de um roinpiuicnloincyilavel. ...
I ni violento incendio se inantfcstoii no palacio de
Windsor, onde eslava a rainha, em aqoledc Hipa-
ra '20 de marco. Tocoii-e a robalo no palacio, c |-or
am momento hoavenm roeeioe Ha augusta sulie-
rana, que se arda, como dizem os inglezes, cm ama
rituacia inUretsaale : felizmcnlo clugaram imme-
lUfliamenic soccorros e o Ogo foi proiiiptamente ex-
tinguido. I 'ma ala smenle do palacio fui acenm-
iiieMida')" I" incAndio, o a perda se lumia a uns
v julo mil flancos de movis queiniados 00 deslruidos.
.ll/emtiHlin. O goVerno de Vicua parece nsol-
sidoausar de demencia para rom as |wputa(oe*
bimbards. Cm grande numero de individuos, pro-
sos nos carreros de Mantua, iloviam ser levados p-
ranle os coum-IIios de guerra, como aecusados do ai-
taiiaic'io. I ma orden do Imperador iwx Un a oslas
nim) MUTILADO Issaassar


pcrsegiiiofios, o prescrcvo o liherdada mmcdiala todos os presos.. A cxecucJto dwla medida causn
grande jubilo ns popularnos, o penelriiu do un v ivo
rcconhccimento os uiteUies que Mazziui Untan des-
uminhudo, oi|iie escapan! milagrosa!
il.ifalso. 1)0 oulro lado, tlizeui que mu
de paeilioncao vai ser pralicado.
i < cierno auslrlaco ouuccderia urna n
ral, o aulorlsaria a lodos os cnii
a vollar para scus lares, o al
mais a confiahea do imperador.
i/k i di'ivaria o cohunaiidu c se rctirari
do prinr|ie imperial, sendo o govcrii
loinbnrdu-vcnezinnns roiiliadn a un i
qual teria as prcrogalivas c o lilul
quantaeslas nolicias cslojain ni
rreiu Movia que a Austria, qi
te, j uieta pronipla para rata
de sua poltica.
Enlictanto, ellaaiud.i c|
como Pieinunlc. Nolus mu
lem sido I rocadas, es
pa uo devessein cnvi
' luiente.
proxin
Inulal
un
c ao ra-
id* arl
una amnista ro-
dos som exrop-an
,lc mostrar aiuda
nuicrhal Hade-
ron! n Ululo
, dos oslada
rcbidiiquc, o
le rci. Com
nlgadas, ndo
ludo leulanicn-
lonca completa
lito d
i u
-li,
III
alai
ofllc
pimcnloscri
la Franca e da
il, porque Icio
de Vienna, que
iiiilmisadopaiu
suverno suisso, o co:
Tniid.
a Hussia, a |hiI
piraro, a qual, di
pri-Ao do 86 pcsson
grande i
Suissa c
das o desabridas
i os oulros governos da Bnro-
ler--c ncsles negados, pelo
liodcr-sc-liia Iciner um roni-
10. Esta inlcrvono.lo amigavel
erraj olilcvc algum rciulla-
despaeho iclcgrnpliicn rindo
cclial Radelzki acaba de ser
directamente com o agonlc do
icl llourgeois na fronteira do
i acaba do descubrir lima cons-
lugar cm Horlin lmenlo, a
ni
ispira-
Hnuvcram as urovii
ro de individuos presos. Esta t
allcinila
is, mun
endiari
do apresenlar a
dos mporlaulis-
rteeaopanmen-
i que modilica a
fui tramada pelos refugiados de Londres: trata
va-so de eslabelccer nina repblica
tal. Apnrclicndcram-sc militas arn
miei i a. brorliurao proclmaseos ii
inicilio dos criminosos.
Ilespanha.O ininislerio acaba
cmara dos deputados niuilos proj
simo-, um relativo divida flucliiai
lo dos auligos cmpieslimos, oulro
ounsliluico, no que respoila o orgn
cmaras, l'oslo que a opposiro I,
lodavia oblove Ires nomcacAcs sotar
nii-an oncarregada do examinar o |
c parece que os debatos |io do ser i
...-. (i sonado, por materia de oil
resolver que nao bavia liig.
rcprosenlaoAo.do general R_
Bolefm da Bolla do me; de marro.CU 1 c 1|2
pul i ule taam-exossiitaian a 103 francos;desceran!
(II) i -entuno-.: licaram a 1113 francos c
Cao da
i [mi
duas
l*i
solo na com-
jcclolioancci-
lilo tu
IlllllllO
aba di
rpara deliberarsobro i
rvaw
uto
lili fraleos
3 oonllinns.
Os 3 por c
i-o. ; desceran! a
70 francos o 70
Consolidado in
ani a 90 3|S.
Ilbir.ll
7 fran
entuno-,
lele) subiram
81 francos o N MI
clieenliinos ; Arar
ItKI l|l, desee-
INTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
FEBNAMBUCO.
Capital da Amazonas 27 da marco de 1853.
Chogou lionleniu vapor Marojo procodonlo do
Para com !' das, e puncas lunas de vingem ; segu
boje : l.inianlia pressa, e a mor de eslerilidades,
ein que i>9thHthKk>J13S permillc dar-le unida-
des, s -
Ro vcio o presidente Horneado, por qncm aeiosa-
ravamos para que vamos ponte-, ostra-
. .lindadas, ou calcadas, que exilie.....esta
ludo cari no palor oslado, a quasi ludo por
III
da
ci.la.le
azer.
Asr
las, mi
lo; c i
\ilia ei
le espi
.ma- da provnola, be verdado, si
is a boa vonia.le, o pcreevranc v
te mala Manato que o governo ge
un mis III
dil
au-
para
< .ii-
lo- que nu lio pou'
lucn nada lem) para obras inaisiirgcnles ;
enbeicu nao temos. Por e-le Ibcor nlo fallara i
liter-lhe, leno cslivcsso a balar a hora de se rci
bar a mala do corre!
A., n
e raro i
t) pe
JJIKIII l
inhiba
Para
,1501a.:
1 temo
ve vai api
>. .-ibjOOi
illima.
oulia vi;i
.-culpe a 1
ido ; porqu
ecclido, 1
oalqueii
clima hc-adi
1 farinlia reuna di
dos que Ibe fallci 11.1
MU do vapor Ibe darci ina-ada
ilaeao desla, c disponlia do
./mijo rr/A.
*lc
Para' 17 da abril.
Aiu.la ilcsl.i vez nopnssu ser extei
da.le-, .....que 1. as.....para Ih'ai li
inai- v ale. que assiiii aoouloea, do que
ISO cm 1111
anamillit
cr preg
Kvaclamenlc no din cm que Ibeenrierrioi a
nmada eorrespondcnela, v io a lu do dia o primeiro
uniera .le um novocanipeao da imprenta paraensc,
Moruadocomo pomposo lilulu de Diario do lro-
Par. Promolte mullo este jornal cm o (CU pro-
gramuia, ou prospecto, que a follar a verdado nao
lio lados da ni..la, Islobe, bravo e resumido, anlca
|M'lo contrario loriioo-se um pono musanle | Hia-
lino po.lia ser d'oulra forma, porque era predio, que
0 1.1110 soubosse o fundo ludo qnanln asura M i.u
operar em seu benelicio. O dcsciivnli ment do
commercio, agricultura, arlo e MMrla lien al-
ii, anude iiarlieulaiinenle so olira n novo aUllte,
segundo elle alianea. lieos o fado bem para que
posea medrar, o que imiiin duridam os agourairu
desla lena, nio s porque l vida diaria, que ello
pretenda lograr, parecelmponirel em alleucjdos
circumslaneias peculiares ile-ta provincia, que nao
comporta somelnanle neceMldade, como lauque sen-
do (Meperidico deaeendenlo em lintel recia de um
oulro ,(,Y.i.i-/' sania gloria, be de crer, que baja .lellc bordado nao
so o nomo, como I ainbem a ndole, e por i-so. lera
como aquello, de fallar aos seuscompromim, do eli-
redar-.-e a por lim de Unar-se e-fallado de lano li-
dar cm olodaeal dofconvicloa. Baperanioado lem-
po, d.i lempo, "o mclliur cnnsellieiro do liumeni.
O va|K>r Mamjii aqui chogOU no dia >. Velo
m.lis depressa do que se es|KTava ; gasliui 17 dias
tlia In.la e ..lia ; c.lcsta ve/, nenluiin traiislornosof-
treii em sen ina. liini-iuii. Largou a9, levando a seu
bordo 0 presidente Ferreira Peana, c oulros em-
pregodos para a nova provincia. Tamben wguio
nclle o Evm. bispo aliin de coiilinuar a sua isila e-
piscopal a arias igrejas do llaivo-Ainazonas, que
anda nao rcceberain ossa boma. Ao lodo levou
quarcnla paatagelroa, e lirou cerca de I:.*iUU9UU0rs.
entre pMUgeiroe 0 fieles do alguuia carga.
O lugar de chele do polica esl sendo oceupa-
do pelo llr. l'raiH-isiu ta Sena (arneiro, juii de
direilo da Bragaoca, em roiisequencia de le ido o
llr. Mapalliao- para a asseinbla geral, comodepula-
do por esla provincia. Veremos como este inaL;i5lia-
do, que gvMatlos foros de hbil, activoe honrado, se
desenvolver na gerencia do seu novo encargo, em-
boa interino.
tls/Jr. ,/ndo MagalhSet na orcasian do seu
embarque para a airle. no vapor passadu, foram lion-
iad..sp..r um nuniurusuconcurso de amigos, e pessoas
das luais grailas o nolaveis da capital, quo os acoin-
pauliaramalaolugardo embarque. U Di. Sosia
Franco, que (ambara ombarcou na niesma occasiao,
nio leie som. ios bonraria, porm nolou-se que
quasi todas as pessoas, que o aeoinpaiiliavain, ho-
ineiis c senliuras, cram seus prenles 011 adlicrcnles,
c j nao se uuvio aquello Mridcnie ealalar de fogoi
arlilii iaes, com que os .cus aduladores alurdin.....1-
ares, e osouvidu-dos liabilaute- .lisia Hilado, na
celebre noile da sua cliegada da corle. Sic Iraa/il
gloria iniiiiili'.'.
Esle llr. Souza franco la vai fuer ateama bu-
lla na corle por va da sua nao reelelcao. Sou iufor-
niadn por pe-soa de crdito, quo elle pretendo apre-
sen!... -e na assembla, nao munido do diploma le-
gitimo expedido pela cmara municipal desla capi-
tal. mas J'iiuia pn/ielrla escandalosa paliada por
nina rainaiillia ...iiipnsla doi qualro vareadores
fo, Lisboa. I-Moro c. Soasa, que 110 dia da a-
p.nara.. geral derain parte do .lenles, o nao cumpa-
1 eieainase-sao, p.lu creador h'raie, que eslava
preso, esolli-c......proco*, o pete vereadoi prcti-
.lenle Di: Malcher, que eslava, a aluda esl sus-
penso pelo presidente da provincia, por ler este jul-
gndo iiicompalii'l o eveiei.ii. des-.o cargo com o de
r.uniiiis-ario aceinadui. li i.insiderando-m. elle- ..-
iegiliiiios vcrcadoiis-, conlcnlaroin-sc cm dar a tal
Hipelcla smenle ao Souza Franco o aos oulros dc-
pntados da provincia, nao dcisiiudo-os ir com docu-
mentos menos regulares o lgaos. Causa pasmo ta-
111.11.lio desembararo, e desprelo das leis do pala 11
Vala genero lo duplcala de diplomai be a inilm-
,eira mai cmplela, que Iculioubscrvadu em nos-
sos dias. Veremos cuno acabara -emelliaiile farca,
queo Sona franco lem foilorepicscnlar por estes
11. ailiiiij.lines. Ksli-iiicrlieinui.loaiuiiiess.i nos-
tes sojeilo a bom merecido sera por lamnnha auda-
ria. Ilai-llie-bei parte do rcsulladu desla gra.;inha.
Cuulimian eipcrimeular-so grande escacei do
farinba, feijilo, milliii e mais genero* de piim.-ua
iiis-cssid.ide, un por Calla, 1.11 alniidamia de chu-
la, c.......i'nulras provincias sunede, llUM por fal-
la de quem nilliie e lavn- o. campo*. A procura
.la borraja o o seu alio pleco, queja Icinsubidunn-
ameule a IH e ltlvi.ni rs. a 11, lem aireda.l.i gran-
de pan.- dos i.ojsos lavradoraa desumuulteas lavou-
ra- para si- ireni oceupar da aiiraccSodette proel.....
genero, que .-paulusa e cs|Kinlaueaiueii(e abunda
em nos-as mala-.
O banco commorrial promolte inslallar-sc cm
mead..- do jiinlio. A ua directef a Irala de arro-
llar a pi uncir prcuuiro dos aci
mora para aatiaiuslallacgopri
da, o mais arranjos para seguranca do* se'
opi
18.W a 18.17
IMI7 I 38
IH3S 1 39
1KI9 a lll
ISIO a II
IS1I a ti
\m a 13
I84S a H
IKlt u 43
1845 a 1
I8H a 47
1HI7 a 18
1818 a l!l
1819 a 50
1850 0 51
1851 a Sal
las, e luda a .1
do falla de c
SSoresta, pona, a menor duvida de que
desla ez vai livaniecsta lu reclamada o imporlanle
insliluicjlo mondaria.
A nossa altandega conliua a ulfcrecer cresri-
dos rciidimeiilos, proiadu piogressiio dwnvlvi-
meiilo da provincia. (I mciflndo reodou.93:40WW
rs e peloquadrnjunlefvera V. S. Idlffereneique
de auno para auno temos rxperimenlado em nossa*
rendas ncsla reparlicao llscalnos ullimoi dcrcscis
1.10:Mna43
J'.l,l:'.HI9i>8IO
.5:8tai7:i7
3-i3:(KH898l
350:(iti99>
3.57:88TJBS2
3I9:I3JUI8
379:2i033
l|0;795>533
I.5.5:.5i9e-27ll
5ot:903ff373
H6.S6IJI0B2
I09;8S5W9I
.->1fl::i8fW0.5
8IO:c7g90t
8IKI:707y25
Para oscguinlc va|r rlalarci o puo tiveroc-
corrido do mais inleressanle.
BKaraataao' 31 do brll de 1863.
II primeiro do lodos o- beneficios de que pode go-
lar um pala seguranca individual, a com ella <
soreg cm ludo o Inaisilesfrurla actualmente esli
provincia. A foine, que lia pouco, pareca qucrc
alacor-nos, arha-so para assim dir, oxlinrla: o iner
cado i-sl abaslecido de 10 a l,OO0 alqueires do fa
riulia, que fof aampra n ronsiiino regular, uiesim
durante a I-ulua : eoseii ploro imposte pela o
niara coadiiivada pelo I. provincial, be de ihmus
(I arroz, |Hir ordein superior, deixou de ser evporla
do, csauora, be qucaiini ou a oulro individuo si
faculla a quebra daquella iirdein, avista de enliga
cncoinmeiidas paran evleiior, e dos snllriiei-.lepo
silos, que ovistem d'aquolle genero. A baixa da fa
iiuini. devenios, aam duvida, ae earregamenlo mu
mmenlo vindu pela Graciola, do Itio, |>r conla ib
goveruo. 'Is 1111.....poli-las por causa do lud-"
gritaran]; porcina pobreza c ns I
niara a pelo gover
po, mis domis p.
a P......Ifoxoite pin
por aqui. gracaa 1
moa a quelxar, sen
rea, que apenas incoa
som coiwfgo Irazcrcni
dalosscoinlarebiv. I
iiuf-lcriini, c-lain cm ordem do dia.
A publica marcha rcgularmonto, eomoa
traco provincial. A Kilrella, conicia do
qiiilameulo. 00 anle-, da sua uibilidade. d
ina-.ar-n.is c.....a- maslamuriai: ose
jldo-o manlfealo, que rol devWo ao genio arllsl
,0 do Mariani, hbrlcando um lusco pelo de buril 1
a.mde saliiu li lu aquello parlo da innnlanlia-roin
deve saber.....uhumi imporlancia leve na oplnia
poblica. (.....-nberoeliiiutoii-sepnis a celebre pu
Idicacu do dia sabb.nl.. d'alleluia, da qua te lll
tall. .'.ni niadas miuluts ulliinas correspondencias
e agora, alirando paro umcanlo a gald pocjllndr
COI......|n-,.r,/,v,/,-..o.a,-l,lis,,.ola,..;.n,-ed
rilo aos sen- devedoresde polllica ostranlia, ao p"~
que se occiilla a..- d. -.e.!..re-. que lambem Ibe
ano anecio*, o homom qner.....Ivro grande de s
casa diminuiracolumnas do mcr, scinse impoi
lar. ruin as do dte. .
11 parhdo gov enlista araba de eiifer a eleicao 1
viudal, cuja obapajii Ib'a roniolll. Falta
cliegai ArChapada.. reaullado da respccliv
com a oual cunta o goveruo. Tres do- ltimos can-
didatos da cliapa prcaenlada, jnlgo que no nal das
eli-i.-.ie- aerao preteridos por uulrus. que a sen ivor
soiiberain agenciar mos: como naosojan tllrtla-
do<, mas anlcsamigos do governo, cm nadadeaar-
ranjan 11 pensamcnln dc--e.
o Di-, j. Pedro Dial Vlelra, fui moneado no da
11 delegado da capital em limante Claro, que fin dc-
millido lalvez por j ser multo vclbo. un 111
por se querer annui ao pedidn, que pur lanas
Jos de a.....elhanto encargo. 11
do aquella tercia, ferealmei
, provincia, lalve com grana
...e., pola be um dos ma
que tennis. Dolado de I
perimeiiladu da nossa BOdcda-
vclaulca aervicos causa |
Em Nova Crua, termo do villa de S. Denlo bou-
veraiu na semana passada duus assassinaloa, igno-
ro panVii os nomos d viellmas, c dos malvados, e
me di/eni que 1 ira O riillbu llfl una
mota, que a terca d'arnia- foram tirar de casi flo*
Ciis, oque um dos morios era da familia da moca,
ensava eu quo osla loueuraj boiiadcsajiarccido,
o que, em viste da volubilidi.de do coracSo lomo-
lino, 11A0 baveria mas quem por citas sacrili.-as-e
sua existencia, enganci-iue !
Como esperavamns, c cu Ibe havia dil", fui l'i'o-
do 11 recurso, anterpoalb pelo criminoso de niorlc
llornarjlo l'inbolro, cor,, de Manuel do llarros,
bsolviiki lia pouco polojurv de San Gnncalo, c ii|i-
pelladn pete pi.iniolnr publico, d'ordem de 8. Ex.
11 isla da rcpresenlacao que lhc lucra a vluva do
felii Mandu, aproveilando o Dr. juinlc direilo
o anete para mallralar, como he cu coalume em
lodas as -enloma-, ao Dr. Juii municipal por baver
usicnia.i., a pronuncia.
Tcrrivcl foi a 'dlsposiciio que permillio o recurso
m ccrlos crlines, |ois quo pnr esso moio abriu
pnrta a impunidades principalmente, quando m
' felicidadc houvcrcm julzcs quo dcllc abu
scm.
Dizcm-nic que n vluva inlcntou novo processo
prcvalcrcndo-so do novas provas, |>oim ilizctn i|uc
lia genlc poderosa quo assegura nilo se receber a
queixn da viuva, que clama por paniego pora o as-
sassino de seu infelcz marido !
Terminaram-se as orremalnres dos gados, c livo
o praicr de ver, queja nao lia individuus privile-
giados para arrcmalarcni. como oulr'oro, pois vi
lanrarcn imilla- |iessoa* da oppusicao.
lodie mihi eres fM .' Ha pouco espeTavam os
sulislas com seus aparatos a viuda du Souza Fran-
co, e cada vapor que ehegava do Nurlc era espera-
do como o'rouduclor do grande prnpbela, c a lo-
sr.ico era um eiolivo do Irislc/a inaudita : boje
lambem rliegou para os norlislas a luna minguada,
porque cliegou o Mucurv, c nclle nao vcio o Ur.
(ainli.i lo desojado, c por muitos capando ; por
occasio do que conlao os sulislas, que o llr. Ama-
ro tomara amento, segundo carias de roimlc, que
elle espalba baver recebido da (irlc; cu pure
.me son um pouco seplico MU crcin que 1
de san con*
idi.las evadidas pela ea-
,. Emqoanlo que por cala tem
, lirias, a febre1 auiarcllii disim:
cria rom oulros iguaes Aagellos:
divina prOVid.....ta, .leada te
1 de alguna defluioa, mui llgei-
ommodam um ou oulro nariz:
, o pe,-tenso aci.nipaubanient.
iMnHffo/oeodomf
romo a adiniui-
I
all,
ii.i.
unin li
elei.-.io
fe/elledeserdispcu
llr. II. Vicha acocil
le um grande aerviri
quebra de seu. iuti
acreditados ndvogad
lenios, conhecedor 1
de, OSluu que far
lili..a.
O tanor Caxienum sua ullima Niagem, emra
sio da fallo d'aaua, apenas cliegou n romaneo d
,Worianfl,30 leguas dfelaiitc iTaqucllacidade.
Anle- de li.inleni, sabiu a cruzar u liriguo-oscnn
.Indorinha que de ordinario uessas coniniissoc*, te
va 30 din*.
Segu ueslevap.u udepiilailn Santo- Alenla,
iiHuu,.. que falla pal a pi.-enclicr a contal do- -el,
da nos-a ilcpui.icfi.i, queja lodos se a.bam lia .....le
Nn dia I do crrante, 1
ado o -1.....i.iii.l 1.....lito ti
poslolica do SS. padre Pta
10 prximo passado, que
tanto) ne-le imperio.
Uuranli........panado
provincia, SI canoas, -2 %
rile*, c 7 internos.
V- -a..as de algodio arma
limo de fcvereiru foi de
v- entradas do me/, de mar
Bir.Hvm. tei nubil-
n-ea evcciicao.lnbicM
Molido iuiibodoan-
dui o numero do* di*
alia. 1111 do
ule
barras,
diadas
32 bules, 1.5
, lil-
il- d.
13,638
.i.'ii
l7,o.5S
1,13
rpres
,-nle.
lie
car pe
ellesc
bende
is exportadas no mez do marco.
l'icam arinazeiada-........ 1(1,119
Gomo c, desla vez fui mili pequea arome--.1 ; 0
pie quer, |......ni. que Ibe faca se durante a quinie-
la quasi nada liouvo de alta imporlancia, e o .telluvo
lio me deiva. l........enejo, co.....cnlai o punco,
liieabi Oca. Aguarderoo-nos para a nrlme&a 00-
a-io.
Naial 28 dTabril do 1853.
Hu bem quizera que nao csliiessc seniprc a en-
joar seus leilores ruin rcfulacAcs dos disprales do
Literal, e de seus correspondontei: pordm, o man
silencio importarla urna eonAssBo tacita das calum-
nias e aruuii oes desses rabiscadores, leni du quo
11,10 esl em mlm conaenlir que este despejado ca-
lumniador, impunemente adultero os fados, scm
una cabal resposta ; poilanlo permita que aluda
esla vez diga almiina musa acerra d'iuna decaula.la
ila.-au, que buje li lio Liberal de 1.5 do cur-
ssiguada pelo iiislrumculo da delego bisa,
Mossor -e proceden.
slenia lia niuilo seguido pela opposico, lan-
sobre seus mlversai ios aquellos actos, que
-.iiin.iiii pralirar, c por isso nao me sorpre-
a leiliua daquella representaran ; adniirei,
porm, que o descaro do licroe do A-s subi-e .1 le-
var ao Ibruno de S. M. I. lana lorpeza, lauta inf-
inia, quaiito podo llie diciar sua coi rucia peana quo
meninas com lauto descaro, a quem pur ludas as ra-
ines devia fallar com vcrda.le !
11 Sr. Noguelra tendoojuii de paz de Momor, a
perlenccndo a opposico. foi convidado, e ale me-
mo rogado, para presedir a eleiru, mas prcle-l.ui
mo- querer lomar parle em quesIMs cleiloraes, c
poi isso nao com parece 11 ; |iela que forra foi da-
le liara presidir os Irabalbos, aojuiz de paz da
ezia vesinba ; mas a oppnsiro, ou anlca O Yer-
ro autor da rcprcsonlnco, ilolerminando ao
Sr. Noguelra que lizesse a duplcala, que Ibe acar-
ran, a mulla, nao duvidou a islo se prestar fazen-
do-a inuilo dopois. cm iiinn casa particular ; c lan-
o este fui u fado erdadeiro, que apenas consloii
<->> Mo.-u,,, quo bavia feilo a duplicala ordenada
do Assii, amigos do Sr. Noguelra do lado do go-
verno o consuram por se liaver preslado ao aclo
lo immoral, c repruvado, o logo Ibe advcrliram
que palera sobre ello calor a mulla da le, cm vis-
la do que procurun elle as |iessoas do lado do gover-
uo, moradorcj 110 A|nhI, a quem ludo confessou, c
pedio sua inlcricucfio para que nao fosse multado,
alegando que asignara a acta na maior boa f !
K como ailo mauno Sr. Noguaira que ludu bto
mullo bem sabe, anda so presta a assiguar aquel-
la rcpresenlacao T Els a boa f dos sulislas l
por que o Bu. Sr. Carvalho nao se prcila a sanc-
rionar lauta- Iraticancias, quanlas cslavain alleitn.
a pralicar em nutra- pocas, be insultado, appelli-
dado do lyramio I'azem elle* as acias falsas, e
.pii-iein inculi-ar para com o publico que foram
insinuadas por S. Ex. E qua pre.-i-.ni liavia de
falsillcar a eleioa de Mossor ? Dccidiria ella do
Iriuinpbo do lado domiuanle, quando se v, quo o
en.-imontofoi decidi.lupor lima materia cspanlosa,
quando lodo* sabem que Mossor nao Iv iuba inAuir
na cleicu? N.lo be islo dsete smenle de calum-
niar, o deprimir I bom merecida repulaco de S.
Ev. r K quem 011-a i-lmar conlra inimoralidailes!
|ih|iii bem cabida aquella ;quadra do Insigne
piicln.
No secute cm yuca- trovas so reiiiavam
alas cruzo, us ladris pendentes estauam ;
lloje porem que s.i reiuao as luzes,
rndenles dos ladros, eslo as crines I
uS
L I- -! 1
ncias ojie se uio podem juslificar. Porque so lia do
dar llnmbMrfto a ulsnna e nao
ulras (
tilo do qu
i'naaillva doi
ia nina afn
Cnnha Uveae ord
porque islo iinpurl.
dense*, e cu nao crcio que o ministerio
talar.
Contina m a salubridade publica apa
ebuvas.
Saude, c boiu palacos Ibe desojo ele., ele.
Ixar o Pu
llios (ir.
,1 quizosse
da-
MIMtlll).
ASSEMBLftA PROVINCIAL.
Susao' em 29 do abril do 1853.
Preildencia do Sr, Pedro CaealaWL
Ao moio dia, talla a chamada, verificado este
rcm proseiileslsenlinrcs doputaidos, rallndoos
-eiibores Barra l-alcio, Macicl .Monleiro, lilil-
Alvos da Silva, Ignacio Joaquim, Eslellila. Aqu
un, l'liiren.io, Cosa Comes, c Manocl Cavalranl
(I Sr, Presidente abre a Meato.
I.ida a acia da SCMftO anterior, lie approvada.
o .se. I,' Secrelario inen.-i.uia oaoguinle
EXPEDIENTE.
l'm requorlmenlo de Jos do JesiuPeroirtr, pe
diudo que na Ici do ..reamente municipal se mal
que q.....a pa liegamente da renda de nina sua.-.
.ominada pela cmara .te OUnda, a que se Ibe
est deven.lo desde IKill. A' commiaalo deorea-
moiilo municipal.
lie liil.-i o apnrovnda redacean ib projeclo a. 1
de-le anuo, quo concede um sub-idin de 30 cintos
de rea a companbia de vaporea, que lenule se en-
cornorar neal provincial
tlllDEM DO DA.
lie lidu e approvadoein primeira diaeussta o pro-
tacl......! desle aniin. queappruva os ciuupiiiini-
sos ilasiriiianilades do SS. Sacramento de Sin l.ou-
reneoda Malla c o de oaN Scnliora da Cloria de
A requeriinenlo doSr. Carnciro da Cimba be dis-
peiu-idu 11 intersticio do referido projeclo.
Trrccira dtecuMo do proteetO n. i, que manda
1ll11111111.il a cidade de (ioianna com 30 l.unpees.
las ns Mgninle emendas.
taamo liencficin as ekladea
e Naiarclli. S. U. ./.
Vae a mesa oigo an
.. l'icando evlcnsivo
lo Itio Formo*), \iclo
ile Ollceira.c
,. A illuniinacAo di!
neniada com 301.....i
ti Sr. Pues nrrelo
a- emendas do imbre
(Hiv.
t.l.'li.
bir-.i
porq
quo 1
dado
cuasi
ra, s lem pi
1 do quo sola
nan concede
uaonermill
tul lie e-.e I
da previ
uijiisliea relativa
1 quero oslaliclec
cidade de llliiula ser aug-
iics. Oliccira.
: Sr. presidente, erlo que
ilepulado o Sr. AugU.....le
Um malar o projeclo; lie nina
,'iui nio para 11lniu.11- a a-em-
a illiimiiiJCiln para Coi......i,
minas fnreas do*cofres pblicos,
nelicio evlcnsivo a ludas as e-
0 resultado ser para se inln fa-
'jeilar o projeclo em dis-
cr preferencia de lugares,
pie (ioianna lem mais direilo do que o
itio Formse, Banlo Antatoou aaaralh, mas leud-
se apresmilado o projeclo a respeilo de Coii.....a em
pri.....Ira lugar,1 a nao lendo-ae apresenlndo raiBei
que nos lev 0111 a deivar de rom-odor este pequeo
benelicio aquella li.ealiili.il', pal eco-moquen noble
depnlado uo devia coinbale-lo pul este......lo. Por-
que nao se palo roncador igual tavor a teda as ci-
dadesda provincia, nao se deve conceder anotihu-
ma lie 11.....lellioraiiienlo material da provincia, e
porque se man pudo do una vez pcrcui rcr csse ca-
iniulio, seguc-se que o nio d alguna paasaa nclle?
Bu espero que a assombla nlloealarii pela lctica do
nubic depilladi.....
/ m Sr, Depulado: Concedamea buje ao Itio
ti Sr. rao Brrelo: Bem: aprsenle o nobra
depulado o -eu projecln. vejanius se be (in-sivel fa-
zcr-cessa iiiiice--.i......U nao diividaroi olar por
ella, mas malar prnjcclo com cssas emendas.
Ofiriiiinode Mello: lis Iriula eolitos queso
davan para as carnes verdea....
o sr. Pues Brrelo: Ora osla! Que lem 1II-
liiniina.n de Cuianna ruin as carnes crdes? Ba-
lando, Sr. presidente, que lenitodevo despiezar o
projerte por casa raxllo. Bu oto pela illuininacgo
iloCoianna.csco nobro depulado me provarque
be po-sivcl|ronrcdcr esse favor a nutras localidades,
lambem vutauei.
ti Si: Mella lle.jo: Sr. pre-idciilc, pedi a pa-
lavra para pedir i cata que appruva apircqueri-
1.....lio de adil.....mo que ion prnporpor 21 bnras.
Bu |a na primeira dlscuario inanifesiei a miulia
i.pinio cerca dwle projeclo, volei contra rile, mas
ruiibeceii.lu que a CaM esla disposla a approva-lo,
quero pelo menea que ella ole bem esclarecida. Eu
nu set se estos :W lampeos ato siillicienles para a
illnminaclo do Goianna; SOlampeoai quando mul-
lo Iluminarlo duas OU Iros mas. Eu qucrolidn |inr-
lanlodar a este respeilo algunscsclarccimonlos a ca-
, preciso eon-ullar dados que au Icnbo a inilo; c
se.....promcllo a aprcscnla-los.amanha ; pur isso
indarei 0 mcii rcquel iiuenl.1 man.
Vai mesa c be apnia.lu o seguinle roqiieriinenlo:
llcqiiciro o adiaincnlo da discussAo do projeclo
r34 hura, Mello llego.
O Si: l'aes nrrelo cmbalo o ailiamcnle e faz
nda ligcira*obseraei.es em favor do projeclo.
O Sr. Mello llego : Sr. presidente, OU nao jul-
guei que sitia adiainenlu por -Hieras pode-e alum-
ino notare depulado como una lctica omprc-
gada mira i> projerlii. Se eu |icilissc um ada-
talo prolongado, mu adiaincnlo Indefonido que
irresiiondessc a mora do projeclo, bem; mas I
idadci
da provincia qu nao lem menos direilo do qu ella?
Par ora. Sr. presidente, nao quero ir mais adianto;
iiBofoiporlarlica que pedi o adiauenl"; queru-o
smenlo porque desojo traier a casa cirios dallos que
ii.iolinuvn agora, por nao contar que osle projeclo
rnlr,i-e hojeem discusso.
Bncerraaa a discussao, lio o addiouicnlo appro-
vado.
I.niia em primeira discussu o projeclo numeru
lll .e-te anuo, que outoriso o governo a jubilar u
pi,.i. -.ur do collegio dos orphos, com o ordenado
proporcional aos anuos de servico. ,
Encerrnnda a discuiiilo, lio o projeclo subniellt-
dorelaefo, o approva.lo,.Sendo n requerimeiilo
do Sr. Qulnltno dispensado o inlerslicio du mcsino.
UiscossaoilaaBiciida do 9r. Marlins Pcrcira no
f do art.l I do orcoraento municipal, empatilla no
olacao da sesillo de bonlem.
O Sr. Paes Brrelo : Cmbalo a emendo
mostrando, que nao be posslvcl dar ao secrelario
de urna cmara, que apenas lem 39O&UO0 rs. do
ronda, o ordenado de '0l!>0O rs., nuiis do metade
dessa renda.
ti Sr. Marlint Pereira : Sr. presidente, o no-
tare depulado quo Impugnon aoinenda prcvaleecn-
do-sc smenlo do argumente de nao bavor renda;
mas cu dlrci, que a maior parle das cmaras niio
aproscnlam juslanicnlu a reccila que arrecailam,
mas simo quo Ibes parece. O Urcjn da Madre de
Dcc.'bc una villa milito populosa, e relmenlo cau-
sa esliaiilicza urna renda talo diminua, ao pass.i
que un lia- villas aprcsciilam receila iimilo superior;
orlante a uiinlia emenda nao fui mais do que me-
morar a sorlc do secrelario dessa cmara e se a csse
secrelario foi cncarregada teda a esoriplurac.lo dr
municipio, corlo a reccila dar o quadrupiilnd.
quo renda liojc.
0 Si: .tugmto Olireira : Cmbalo a emendo
Encerrada a iliscussao, lie a emenda sulimclliih
volaran, e regeilada.
Entra em discussilu o arlteo 17 :
1 Arl. 17 os cmaras inimiripaes ib) Unidlo. 80
riiiliaein,|llio l'i.rnioso, Ouricurv, Agua Pretal, o Ca
ruar, sao aulorisadas a dispender a quanlla ib
1:0078000 com us objaeloa designado* nos naragra-
phoa du artigo l da Ici numero 301, de I de man
de 1852, e dos arligos II, 18, -I,-I o 3 da le
numero98tde9 demaiode 1851.
0 Si: Marlint Pereira : Sr. prosldenlo, pa
rece-meque este artigo nao deve sor approvado
(.erque cnglolia ninas [loucos do cmaras, enlro a
ipiaes lia .lignina quo ufo lem dado conla* desdi
IKI8, desde essa poca lem deivado de ouiiqirir 1
sen dever ; entre ellas lia una que lem esbanladl
lodosos dinlieims do inilnlcipio, mo lenrprcstaidi
cunlas c pnr isso mo admiro de que, a coniniis
san talo zelosa como so lem mosteado, polos dinlici
ros piiblicos, nao lenho aleada aqui sua vi contri
essa cmara que as-im lem prevaricado. Fallo di
cmara do Itio Formuso, c fallo dos incmbros di
conunis-o quo assigiiaram oulru parecer acorra di
dinbeiros pblicos. Desde 1818, que a cmara di
Itiu Fui-11111.11 nao di caulas dos dinbeiros da mu-
uiripalidaile que eslao as muj de ccrlns Indivi-
duos.
1 m corlo prnrurador onmcii 7 conliis 0 lano
como corola do nina accusacAo formal que so fez ai
governo, e leudo o governo mandado oavir esta
cmara, aiuda al o prsenle nao deu cunlas. A
momia cmara lem dclapida..... dinbeiros pu
lilcosda muiiicipalidade, purtaul.i parece-un-qm
a cominissan devia sor mais restrilla a este respci
lo; cu acompaotaei-a no oulro parecer que de
acera do corpo de poliria......
O Sr, -Idc tlliccia : E niesnio nns dociiinen
los que aprcseiilou .'.....
0 Sr. Martin Pereira: lie limito descara
melo du nobro dopuladu di/.cr seniellianle ouusu
[ordem, ordem)..,.
11 sr. Preildenle :Alinelo.....
ti Si: MiiiI-iis Pereira: Eu Judiase que O
sacompra do. pannos foi teila pelo conse'da, e
111I11 por iiiini. en nilo leiibu uonbuiiia parle uisso
e os nobles depiiladus 11 sabem mullo bem....
0 Si: Pues nrrelo:Sci do eonlrariu, c bel de
prova-lo, e agora inclino....
tISr. Marlint Pereira: Ouvirci a prova, 111a
aillos dalla se apresenlar, digo que me admira,com
Icndo-se dado osles faclM quo deivo enunciados, iiji
levantaran) sua voi conlra elle.....
IISr. ./. trillireira:Auossa voi cstai 110 pare
ccr dacommissilo....
.liguas Sis. epulaiol:Elle nao leu....
ti Si: l'aes liando:Sr. presidente, mo pdi
deivar do causar eslranbeza o procediinenlo d.....>
bredepulado. Acensado ncsla casa da liaver .-nli.i-
du un numero dos nfliriars quecoiicorrorain parad
lapidaci-i, que se deram no corpo de polica, o no-
tare dcputaidn nao den una palairaeni sua defeza,
ileelarando pela imprensa qire por nao sCr dolado
-lo dnni do palana, nan linlia-se jiislilicado; mas a-
gura 0 nubre depulado leanla a sua nz para aun-
sai- a comini-au de .ireameiilu nuil jcipal, por 11.I1
ler Chat.....lo a cuntas a cmara municipal do Rio
Formn que elle diz liaiercoiiiiuelli.ln grandes Ml.il-
vemeoes, Sr. presidente, semellumte oecusisSo mu
lem o menor fundamente. Algumai cmaros muni-
cipaes, o enlreoiilra-a du Rio Formse, dolieran:
de rcmcllcr a este assemblea, como lliescuiiq
do; a nossa modera'.-ao foi qo o animou vir boje
levantar a 1 para arcusar-uos.
S.-iibores, quando a comuiUsllo pena encarre-
gada do examo de oscrlplurocao o conlahilidido do
corpo de pulida, podiu os documentos relatlvosao li-
vro dos tormos, lim .te cohheecrse as despezascons-
lanlcs desso llvro eilavam provadas, nao encontrou
o documento romprubalorioda despea ronslanlede
um do* termos, om que o nobro depotadv llgurava
romo Ibesoiiroiro (lio preciso saber, que o Ibeaoii-
rpiro be quem recebo, o dinlielro para fazer a despe-
ta delermiifada pelo consclho, juntando depols os
rccihuslque juslillcaui o emprego do diobeiro) a
ri.iiiiiii-.siio oAlciou 00 roinmaudanto do CorpO d
polica fazondo-lbe nolnr semelhante talla eciigmdo
a romela do documenlo foi-lhe elle rcmellido,
vindo assignada pelo nobro depulado a demonstra-
dlo, que be urna espeoic do indico em quo se declara
a nalureza do despeza c qual o documente que a
comprova ; um d'csses ilocumonlo* o quo be rclali-
vo a dos|ioia de 7:(IOO0(1(1 rs. com compra de panno
para faldamentos, cala assigindo por um ind -
.io elisio, o qual pasma o recibo f
, negnciante de molbados c que li
opplicar para lini|iczados ras, calcadas,
irlaeoes, concert* do seus predios, coete
boi
IISi: Paes Brrelo: lie porque a tea
a limlar-se.
ti Si; Mello Pego: O nobro dcpulad
que a sosso lia de ser prurogada; c q
I sabe
bromea
ia; aiuda
verdes, aa
Iras inalc-
ntadas este auno,
mgacSo pelo me-
te nen,:1o talo 111-
Nuo he Borlante
rom prejudicar ao
nicicnle para Iralar drsla 11
nos falla disentir o projerlu das ra
orcamcnlos provincial e i,iiin,i| "
lias que nao podan deivar de ser
e que tarto COm que baja una pi
nos de seis dias; e cu nao ach, c
uenle que deva ja o ja ser volado,
um adiainenlu de '1 limas que
projeclo ; neni islo be loclca.
radia liinilar-mca esla*breveslonsideilines, |-
1 ('-mi aiTosceularei mais alguinn cousa.
Ilissc o untare depulado, que quando os lampefies
nio clicgucm para a cidade teda, illiimnar-sc-bia
iluas ou lira ras; mas o notare depulado nao ante-
v o mal quo d'ahi pude resultar?
O Sr. Pues nrrelo: A cidade de Macci lie
maiurc lem 30loni|icoo*.
Macei o ado que a cidade do Coianna lio maior;
mas como ia dizendo: M lampeos dio para Alumi-
nar duas ou Iros ras, c o resto da cidade, alias
eomposla do ras muilo importantes Acara no oscu-
ro. NJo clicgondo o* lamprees para lodas as ras
torio preteridas aquellas cm que moraram as pessoas
lo mais iiiAiieucia do lugar, o d'ahi nasceriio infal-
liM'liucnle rivalidades, dcsgoslo*. Intriga! edissen-
*es. Se se nao |B.dc dar una illuminacilo comple-
ta,jnten mclliorque sellan d nciibunia. Anda ha
nutra i.i/.io: na mesa o acban emenda- para que
-o e-Ion,la igual beneficio a oiilras cidade* da pro-
vincia j e poden m cofres proviiiclaes com lamanba
despeza? Diz o nobro depnlado quo nilo se pudendo
dar illuininar-io a lodas, il-sc Minente a urna.- be a
is-o que cu lile opponlin, sou iuimigo doslas prefc-
nlus;
-la de
aconmii-.ioe.
idas-o vigorar us urc.uurii
, o chamando a atlencgo da casa lobn
v rl oniisMo, lenibrou no sen prcroi
Illa ao coiilieeiinoiilu do pl e-ideule ita
proceder
1 poda tu
1 fui
da 1
du Hii
ali
Que
ISSllO? &
l-ornin.
iponladas
idu fu
-II, un
is pin
seiiins
11 lado
qc fura,,,
,1 rciucllidas, se neniuin
pello Iho ful ministrado-
rdadeirns os fados refer-
s ompregadoa provarica-
poder, 0 nubre dcpulad,
1 cadeira? (apoiados re-
que .'..
Sr. pi
ae- do
musir
idete,
rpo .1.
onleti-
-uas conla* o ore
sa falla pronOI qii,
loa anterior,
lio C........lll,
que rom le
provincia pi
ira prvido
indcria ella
dcscobrir as
essas cnitos
docnmenlo
E aluda qui
dos, poden.,
dores? Sel
estara alud
pelillos)
t) Si: Marlint Pereira :E pn
nsr. Pan Brrelo:Porque I
onobrodep......lofoium dos uilic
poliria. que assiguarant relaeDea d
du dupliralas de rerebimeiilus....
USi-, Marlins Pereira:Nu pude prnvar i*..
ti sr. Pan BrrelosOhSentiorll pois nao a
livoroin alii pateles as retacaos aasignada pelo no
tare depulado? I'orque u notare depulado au Inniui
a palavra para conlcstar-nus, quando liiemns cu
uossas inos cssesdocumeiilus?...
ti Sr. Marlins Pcrcira :Porque liaba a iiiiulia
conseicncia Iranquilla....
0 Sr Mello llego :O ilutare dcpuladu assiunou
iclaees em quo liaviam resliliiires, que nao cn-
Iregoii....
O Si: Marlins Pereira:Do quanlo ?....
O Si: Pues nrrelo :t.luo importa a quanlla ?
Pois aquello que rouba dos cofres pblicos IIKrj rs.
be menos criminlo du que o que lira um conlu
iteris?
ti Si: Marlins Pereira :Esla engaado, cssas
quauliasmoviuliama minliii 111.10, ia ado majar...
ti Sr. Pues llarrelo :O que soi be, que Ovemos
cm iiussu poder rclaces, cm que davan rallas de
rosiituicoe-, oilupUcalas, asaignadaa polo nobiode-
pulado, o nu vi aiuda provado, que essas irreau-
laridades l'nssem coniuielldas pelo seu amigo, u 111a-
jor do corpo...
<* Sr. Marlint Pcrcira: Mea amigo, nio...
0 Sr. Pues llarrelo :Sr. prcsidenlc, mlu su
smenle islas as inalicrsacics commollldas pelo nu-
bre depulado, lulo se limitan smenle Islo as 10-
cusaees que pesSo sobre elle. Est provado do eva-
lu a'que so pruredeu, que nutras aiuda fiiram por
elle i-ai ni,-Midas na raiva de tardamente*.
Sr. presidenlo, V. Ev. sem duvida lora idi-ena-
.lo, que dopois ilc apresenlar o nnssn relalnriu, nada
ni,ii-di-e......, -u nao provocado!; logo que os en-
volvldos no negocio du corpo do polica se calaran!,
nos nu locamos mais ne-e negocio vcigonliosu :
hoja porm que o nobro depulado aam motivo algom,
deiva osen silencio para acensar 11 eunuiu-au de
una maneira Uto desabrida, prepare-te lainbiiii pa-
ra nuvir, e niivir ludo...
t) Sr. Marlins Pereira :E osenbnr lambem...
(I Sr. Paes llarrelo : Estuu pruinplu. O no-
tare dcpuladu, era uu au (be.ourcirudu eaiva diad;
ministrar. do corpo?.....
o sr. Marlint nntf*:Bra, Im aenhor.....
II Si: Pac Brrelo :NJo ostai provado.....
II Se. Marlins Pereira : que ?.....
II Si: Pues llarrelo :Que na administra,.;,,, di
cala do fordainoiiloscomniellcrani-se arailes mal-
versacecs ? Nilo foi patente casa urna conla apre-
miada pclu untare depulado, 0111 que figura como
'andador de pannos 1111 valor do sello conlosdo res,
un individuo que esl fura desla provincia* cinco
ti Si: Martin* Pereira :Esla engaado.....
11 Sr. Paei llarrelo:Senbores lio muila cora-
geni!
O, Sr. Marlint Pereira:Coragem lio a sua (or-
dem, ordem.)
ti sr. l'aes Brrelo:Sr. presidente, a Ciclo he
o seguinle, eu vou explicado, para quo a assemblea
Algui"sniores Dcputadui:Naoaipliquo, nao,
despiezo be s o que merece....
OM. Paei Brrelo:Nio. u notare depulado,
lem lirado vaulageui do silencio quo lanos goarda-
dllli
tal
auno* so
rlugal!
dongado nal ju-
ba -1111
leriai.)
O Sr. Presidente :Aliene*!, atiene*
0 Si: Marlins Pereira:O Sr. csln dando es-
pectculo a galera.
(I Sr, Paei llarrelo :Engona-se, o Sr. lio qi
esl dando espectculo ao paizrom a sua audacia.
O Sr. Marlins Pereira da um aparto.
OSr. Paes Brrelo:Sr. prcsidenlc, pesso o V.
Evc. que cbamoo notare depulado a ordem....
(1 .sr. Marlins Pereira :E cu farci o inesmo.
0 Sr. l'aes llarrelo :S. Evc. nao (levo consen-
tir que o aenhor depulado esteja com os seus apartes
faltaindoao respeilo devidu o esla nssemlila; una
vez. que imprudentemente provucou osla discussao,
I Si: Presidente :11 que lio corto, he quo 11 dis-
cussao cstai fora da ordem, eu eunsenli que u ilobr-
ilcpiitaulii sejnslilicassc porque tei provocado; ma
a discussao Im iiou-sc pessoal, o cu nfio couseiilirc
que ella continuo ncslc terreno....
ti Si: l'aes llarrelo :No culanl.i V. Ec. lia d
perinillir-iiic quo cu concilla a dcinoiistrarao quo
enrile. Alm di- liaver assignadu rolarnos do n
Ira, conlciido duplicala* c fallas de restituir.,
ab-in de apresenlar om justiicaco .le deapeaa por
elle tallas, duciimonlos evidentemente falsos, o no-
bro depulado lira da ouiu de quecraltacsourciro, n
avullada quanlla do OlWilKl rs. para pagar urna di-
vida .1 que eslava obligado, c pela qual era respon-
so ve I. II notare, depulado juluau que se linba def-
fendido maravilhnsamciite, dizendo 1111C rsses 8(10
mil rs. mlu foram por ello aprove
rmpregados em paear Igual quanlla, que um furriel
a quem lintel dado esse dinliciin, cvlraiiou. I'ius
senbiires, porque um Ibesuiueirn snllie um piejuizo
pude tirar dns lufres confiados i sua guarda o dinlici
ro preciso para fazer faro a O*B0 piejuizo, qiiandi
alias a lei espressainciilo veda que wb ululo al
gn so ftac* o menor ad'intamenlo com os timba
rusilocollre?
O Sr. Martin* Pereira:-Eeu lirci n meu lie!
|ir:izer?...
O Sr. l'aes nrrelo:Portante, Sr. presidente,
o nubre depulado au pude tachar a commissao de
injusta a sen respeilo, neni de parcial para 111111 a Cl
niara du Kio-Koimoso; a coinnii-sln fez o que II
cumpria hxer, eliamande a alinalo da assemblea c
do governo sobro o proeedimenlo das camarai qu,
deivar......le rcmcllcr as sua cunlas; 11 govorn
agora que cuiupra o seu dever. Eu nao quero apro
sentar aqui a deteza da cmara du Ho-Kormusu
mas, Sr. pre-iilenlo, quaee foram as preval cm que o
nobro depulado ao baaeou para alurmar, que ama
cmara lem delapidado us dlnheirea pubUeotl So
o nubre dopiitadu liega as sua- malier-acilos prma-
das de urna iiianeira inecusaiel, cuino vem acensar
os oulros aem documentos f '
presidente, nio inahtiral mais ncslc objacti
j
(rodil
Iiciii
po, e sob as condicocs qu ella julgar nninj.....s >
riirom apiirovadaspelopreaidentodo provincia. "
Arl. 'I). As cmaras munteipaes fie
das a ai
sopropt..
de sua otaras, o oulros ineltaoraincnlos malcrtae
mo s assoliKisdasiommasAsadaspor diversos arll-
go de sua despeza, como os do suas rondas.
g Cnico. lista dispusicao 1180 comprebeudo a cma-
ra do Herir, que cniprogarn o escdenlo de suas
rondas e de sua* dospezas, com a capclla do ciinile-
rio publico.
Ar. 21. A cmara municipal de Tacaral irreca-
ilar os diiimosde miunfase Icgunie na fima con-
cedida a cmara municipal do Floros.
Arl. 'ii. Ficam em vigora ilisposirftes do arl. 20
da tal inunicipal n. 1*1 de IU de malo de 1815, ,|0
arl. i da lei municipal n. 3S1 do do juibn do .
1819,'a a do arl. i da lei municipal 11. -70 do5 de
junbo de 1850.
Arl. 23. A cmara municipal da villa Rolla lii-,,
aiil,irisada il vender cm liosla putalica a anliga casi
1I0 jury da povoaco de Flores, devendo ser o seo
"lonpplicodo conslrucc.lod'uinacougiio pu-
aquella villa.
Vio mesa e sao apoiados para eulraretn ?m di..
i-u-jao osseguinlcs arligos atldilivos :
(Vidc Diario n.fJ.)
A roquermonlo doSr. Paco Barrclu, tac d'upcn-
sado o intersticio, para qne o projcrlo.cuja discuvio
bava do concluir-sc, fo*e lado paro ordem da
seguinle.
Silo lidas o apprnvodsscm segunda discussao, ai
emendas olfcrocidas cm Icrcoira no projeclo n. I des-
le anuo, que fia a terca policial no corrcnlc ever-
II- lido 0 rejeilodo unnimemente om primein
discussao, o projeclo 11. 8 desto auno, quo clcia a
rreguczias algumas capclla ruradus.
Eulra cm primeira discussao, o he approvado o
projeclo 11. 15, que manda pagar ao professor Fran-
cisco Rodrigues Xanda, a gratilldlo, a que o mesura
lem direilo.
A requerimento do Sr. Vorejao tac dispensado o
iiitcrsli.no do solo edito projeclo.
lie Igualmente approvado em primeira discussjg
o projeclo 11.17, quo aulorisa o governo a inamlar
ir snenle da inolhor canna edoalgoilao, parase/
distribuido pelos faicndeiros, sendo lambem dispta-
sodo osen inlerslicio.
I .* discussao do projcrlo 11. 20 quo apprni.i .1 ro-
giilamenlu dado pelo governo para u consulado pro-
vincial.
Vai i mesa c tac apiada a scguinlc emenda :
II Hcquoiroquco projeclo om discussao soja rcincl-
lido commissao de telenda, para inlerpnr o sou |m-
recer.Barre* nrrelo.
ti Si: Burros Brrelo:Sr. presidente, aprsen-
lo! este rcqucrimcnlo, porque pelo projeclo se man-
da vigorar o regulamenlo do consulado proviuciil;
na, a casa niio lem conhcoimcnln ncnbum des-e re-
gulamenlo e n.lo soi como approvar 11111 naulainen-
iu de que sa nao tem conliceimeiito. A casa deposi-
ta mulla foiiAimcn no nubre deputauln. que be in--
peclor i\\ thesooraria, porm crcio, i|uc ello niesinn
na., exigir de mis nina prova lo cega de Bonn con-
llanca, ao ponto deapprovormos es-e regulamenlo,
-eindelle ler a menor idea: por islo oflereci este
requerimento.
ti Si: /ot Pedro:Mostea a nceessidailc de pas-
sar quanlo anles o projeclo que so discule, o oppic-
sc aurequeriinenlo do Sr. llano- Barrete.
OSr, .Iguiar: Sr. presidenlo, vol pelo rc-
qiierinieiilo de .-nidiamente o nao duvidrm volar
conlra elle so acaso j houvesse lido c cvainuiaile
,ssc regulamenlo ruja approvac.au taz objeclo do pro-

nlret nello consrangido, c provocado pelo notare
depulado ; cniretainlo V. E\o. concordara taeiimen-
lc cm que o iiubro depulado be 0 lucilos proprio
ncsla rasa para provocar disru-soes desla ordem ;
que o nobre depulado nu pude aivusar a niiigiieiu...
II Sr. Marlins Pereira B O Sr. piule ?
Muitos Sis. Difluate:Pode, \>Mc. (.l>oa-
dos repelidos. I
O Sr. l'aes Brrelo : Nao pode acensar a nbv
goem, porque sobre elle pesam arcusaees muilo
eraies ; c cinquanlo lulo Mjustificar, mlu lem dirci-
tn a aicusar peana Olguma. f Muitos apoiados. I
O Sr. Presidente: O que esl cm discussao lio
o arliao 17,
ti Si: Marlins Pereira : Apiado.
O Si: francisco Joan : Sr. presidente, nu be
aem um corto oslreuieclnieuto, nem be scm urna
certa anclcdadc de animo, que me vejo forrado a
lomar parto cm una discussao, que, oombcsla, tem
servido a causar lamanba cxlrauhcia da parle do
todos aquellos, que lean om conla us aontinicntoi
do bro o honra. Ipoiwlos gentes..' Disponsodo
eslou dodesenrolar detallo das vistas da casa o
qiiadro que lem sombreados Mo ulslw o vergonlio-
-,.......0 quadin, que tanto (em servido a ex-
citar buje os sriiliuienlos de indiniiaen de que se
lem muslrailn pos-uida esta honrada sala e lodo o
publico que nos osela, o dcpb.ro ini-inn, que o
aconteeimenlo que tanto servio a enlutar-nos tanjo,
accoovorla emobjecte deaseo.
Sorprendo, Sr. presidente, que homom dosgra-
e.nlns, ans quaesnao restalla oulro rerursu mais que
enlregarom sou pello A morto, e envergonhadoa, a
cara cubrirn comal luna, boje procuran provocaj-
iiu-lili-plieiiiandiicuulra a verdado. o insiillando a.
inoralidadc publica. ( Apoiados gentes.} A' memo-
ria do lodos csl 1 bem presenta o proeedimenlo rai-
mo o jusliroiiu pur us ullciccidu 110 avorigiiainen-
tude.-a- quesillos de nalureza lilu escandalosa;
memoria do lodos cstai bem presente o espato que iiueraiivo q
foi dudo ajusta defina, que nao fui pi'odiizida ; a
buje a lodos fax subir O rubor lis taces o ver, que
por om desvio deploravel daraiSo, por obuegacsji
rio ludo quanto he scntimenlo de dlguldade, bus-
qm......iiieii-adns ciiiisliliiireui-scjiiizcs e alirarer
oslygmasdoreprovacio sobro a rabera daiiuellos',
que nao diividaram, escurado- cm seu posto de hon-
ra, supcriiiros a ine-quinlias cuiisideraeiics, dosem-
iieuliaran dovoros sagrados, doveroa em quo os no-
tares membroa da commissao cncarregada do Oame
da Ascalisacn do rorpo do puliria foram emu lauta
deiui.-Au e tenor aiiviliadu.s c animado*por loria es-
la honrada sala, que unisona rom ellos levanten u
grito rio condemnacilo conlra aquellos, quo se lia-
viamcoiidciimado. Apoiados. I
B ieisln motivo, Sr. prcsidenlc, para que tanjo
lambem lodos juntos noiagrupemoaem lomo des-
ses honrados membroa para repellir pnr ellos c por
mis, c por lodo o l'eriiambuco honesto, cssas blas-
phomias vomitada*contra o que be houeslidade e
probida.le. 1 Anoiados enlliifiusliciis de lodos os la-
do, ia sala. ) E, porlonlo, Sr. presidenlo, fcilo mu
lal protesto cm bunra da moralidado o iligiiiilade
,1,-Li casa c du honrado puu prriiambucauo, cu
locarel bem a runira geate uiuu no poni que lervlo
a lovanlar iodo esse excllaasoolo. I o orador falla
constantemente con, co; trmula. I
Sr. presidente, as arcusaees, ou miles e-sas ap.is-
treplies virutaola* o desordenadas, nada mais lig-
iiiticaui que tiros que se pcrdeiii nns ores por tlis-
por nulos sem forras, por dirigidos conlra
cm que nu piulan penetrar us botes da
aiumuia., signan ieapororarHoem toda sala.)
A honrada co......Mo antea de minija deetai io-
do hm negrume, que nio pude resistir luz da ver-
dado. Portento, Sr. prcsidenlc,, o orador com io:
e.rlreii.anieule rontinorida,' neni mais urna pala-
ira sotare essa doria que, se por um lado revela
um eiioliiecinieutedos senliinciilos desla sala, por
victimas desgranada* o deshonradas:
palavra -obre motivce de tainlii ver-
asn podem miolias snlicia.cs -cr li-
cula o apceo, eu pedirci a lodos
1 collegas, que Irislcs me Bcompa-
otando silenciosanieiilo, /apoiados rcpeli-
lein mais una 0pre*S0 sequer sollemiis
1 Ruar recordar acooleelroento de lama-
nba ergiiulia, de lmante) avlllamenlo, c buje talo
repulsivo e asqueroso. (Muitos apoiados ile linios os
linios dosulilo.-1
O 01 ador conclue deinonslranilo pela voz oslar
extremamente oummoi ido.
Silencio profundo.
II Sr. Presidente: Os Srs. que jiilgam a ma-
teria discutida qiieiiam lciniilar-sc.
( Levar.la-sea casa loria come\ce|H-ilo do Sr. Mar-
lins Pcrcira, que so retira logo depuis ila volarlo.}
Julgada a materia disrulidu, be o artigo |hwIo a
volaro, c approvado.
Em seguida -n.approvadosscni discussoosscguin-
Ics arligos :
11 Arl. 18. As cmaras muiiicipacs da provincia
ficam auliirisadas *arrcc.1d.1rnos scus municipios,
iliiranle u auno liuoncciro desla lei, as renda- dosig-
nadas nes Si I 20 rio arl. 23 da Ici municipal u.
7 rio 11 lio iiilbn rie 185(1, nos jj I 2 o 1 .lo arl. 23
ila Ici municipal 11. 281 tic II demaiode 18.51, c licm
,-i-inia preveniente da Iraposicosobre carros c mais
vchiculos de conriucnrcgiilanilo-se pelas disposi-
,-,,e. detgg I a 7iloarl. 17 rialcliniinicipal 11. 3<>l de
10 de niaiii de l85.->.
Arl. 19. li... tl.-.li-j.i aiiluri.nl.i a cmara muni-
cipal dn Hcritc a ronlrabir un ciiqireslimo paracon-
oloata da obra .1.....atadouro publico, Iqpolhecan-
do os rcndiiuciilus do mcsiuo inaladouro pelo lom-
joclq cm iljsrussilo. A casa, por ventura, ji
rieron e pezn bem as dis|Hisicilcs desse ocio 00
ver no quo pretendo approvar? seo governo c
den a aulorisacilo riada por osla asscmtala u
preenchcu o seu pensilmente t Nilo: logo be c
Iue esse eiame lie mais necossario o indispens
n que so supdo, o por isso nilo dcixarei de acolb
adiaincnlo pelo qucl ce d lempo rcflexao.
Crcio, que na cssilo do auno passario aqui so
lou um artigo rie lei pela qual se autorisava ao
ernu para fazer essas reformas, o se liein me re
rio da dbcusslo que ctalo levo lugar, parece qi
casa, adoptando essa medida, exprimi nerfeilam
lo asna nlcncAo de que c.om essa reformo sonn
pendesse mais dn que al enloo se dispendia c.....
sa verba ; eslon Icmbrado do quosso preleudcu .1
mentar o numero dos empregado c por conscipi
cia aulurisar-so um maior dispenriio, porcm, r
pala ubican, quer pela discussao liavlda nc-a
sio, o governo devera ler comprehendido, 01
Densamente desta assemblea foi o que ji reren
lo lie, que se nao ovxeilesso n'essa reforma o reg
ment o crdito inarcadn no orcnmcnlo.
Mas o gnvcriinenfenriendo nao tlcvcr reslrinui
a este pensamento, julgoii-soamplamenle autor
do o entonelen aehar-ae implicilamcnte comprel
dida a taculdodo de elevar urricnados, a crear ni
lugares. Agora pon cumpre, que .1 Mombla, 1
bem fazrnilo uso do seu direilo, proceda au intlisf
I tame sobre o nao llovido, ou Indevido qt
goveruo fez dessa autnrisaru, pois que, aiuda qu
.lo a assemblea nu liuuvessc cxprcssamenlc rese
1I0 o direilo rio examinar, emendar 1 rovogari
icio do governo, istu eslava implcitamente sob
leinlide, porque tac principio iiiiiversalmcnlr reo
lo e pial i, ade lodo* US parlamentos, quando di
mu ao cuerno aulorisaiaii para taier raguiamau
js quaes ficam sempro ilcpcndcntes da approva
posterior do corpo logislallvo. Pode muilo bem a,
lecerque concedida una aulnrisarilo de scinelli.
nalureza, se pennilla nella a inmediata exinn.n
liialqiier Iraballio tallo pele governo, mas, u-
i-ini, nao tica dciiiuido deevislir em pleno vjgi
lircito o poder, que compelen! a assemblea de
nliccer cm ultima instancia.
Sr. presidenlo, be cuslume recebidn nos c,
.._... _....._ ....._-. .1___ .1:.......,..... i,.a,,i
t
islo
I
peito
olllio li-illllli-
gonha. Bao 1
jas om algara
o- moni nobr
iilu
qu
1-1.1
Mi.
les de so disculirein Irohallu
purlanles, vilo estos as respectivas com
Sobre elles emilllrem os scus pareceres,
o moio mais proprio rie eaminliar-so as discu-oc-,
(Ai; .itiii.it, dar-aa um vote seguro, c relloclidii: t
i purqiic razilu se bade prelerircsla formula a respcIM
loregulamenlo que se tliscule ? Me naiece porfanh
que para a assemblea proceder como dove, para I*
ver-so com aquello bnin sonso com que a cara,-Ici i-a,
bciprccisn, que approva o rcquerinicnlo de a.liaiiien-
In niandandii queu projeclo v a 11 commissao de tal
tonda ; c cu pedirla tamliein que fosscoui ida a rom
missau de legislarn, |irquc pode muilo tac
(ocer, queo govemu no cxcrcicio da aulorisacoqu
Ibe foi ronferitlo, lenba cxhorbiladu ou fondo a Ici. c
entilo insto be, que a cnnmiissoo tic leuislacilu exa-
mine se pnrvcnluia as leis cm vigor foram mantilla!.
Ilignc-sc V. Exr. mandar rcccbcr a emenda que pre-
tendo aprcseiilor cm ailriiameuto ao rcqucrimcnln.!
Vai a mesa, c tac opoiada 11 soguinle emenda.
Que lija lambem ouvida acummiaao de 1
ciln.Aguiar.
Encerrada ailiscussjo.sao as emendas de ,
mente approvafai ,.
Bm seguid* tambera lio approvado. cm .1. iiiscn
s,u\ o projeclo n.9l relativo aeaexcrcicioi lindoi.
Enlro em discussao mu, parecer, addiadn cm om
das scssios anleriore, da roinmissilude razciiilaacci
ca da divida da junte da resenta provincial cm p
der exceder a quulo marcada para iU*lcnta{M
curativo, doa presos potares.
O Si: Aguiar:Sr. prcsitlculc, 011 quero que a
despezas uccessarias sejaiii teilas, e inesmo nu ae*
convente) em que sejam pagas aquellas, que tttm
por sua nalureza limito cvcnluaes, 1......un In U
vez 011 oulra exceder o orramcnlo, na mo pe*
aceitar como principio regulador, os fondamcata
do parecer. A ailiHIIircin-se os principios coiili
dos no parece! que soilisciile, coiifcjscinos que, del
necossario se lorna u oreamenlo, |ioique cm 'al ia
su, oslo epodo ler applicacao o v inorar a rcspcil
.i'aqiiriias ueapeaaa que, pela permaaeaeia de "
nalureza, nao podara dar lagar a que sejam lint
ineiilarias ouriininuiria;.lefoaniai|iii',qiiaudo un
verbaqualquersala luscepllvel de augmento oual
' o no correr rio anuo linanreiro, ess."
tai-
Un-
ga
pin
por
I
1
I
(ai
<:
mi,
lie
leu
e
lu-i,
1
la,I
ler.
iibb
I re
de,
-o a
.ame
I licar fi
ra do crcamcnlo, porq
I"
idciili1
leo ponloquo julgai
rio
por -i, pode excede-l
veiiicnlc.
Eis-aqui o quo diz a c.inunis-ilu (te)....
Tcudu como principio rcL-iitadoi- na decreta
da- de-pezas, que aquellas pur sua nalurcM
cveiiluaes, c por isso niesnio nilo susceptivas d 1
avallaclo rigorosa, podem eonlinuar 1'"'
quantln esgoladas as respectivas cuiisignae,.....,
pondonlcde auterliaco especial do poder logisl
vo, econccsso di crditos su|iplenieulaics, con
ilu apenas ao governo a obrigai;n rie dar conla
pccilicadiuuenlc desses excessos para seren postar
mente approvado*. '
Ura.se iwr venturo se admiti como una vcrai
c priucipiu corrente que, o governo pode aulori
ilcspeas alm das consignocues, quando cssas "
peas forcm do nalureza cvcnluaes, tac claro qui
respeilo rielas verbas o orraniculo be nina borl
um irabalho intil, porque se a lei marea um n
le. alm do qual n.lo pude ir 0 presidente, o |
lia
cm discussao .inulta c dcslrc esso limite,
rio a sua Iranspnsicn e tmente impendo
,10 a otarigseo de apresenlar conlasau p
lalivo para seren approvadM iraatenorin
seinollianlo Ihcoria, scnliorcs, nio pode,
ser seguida por osla assemblea,. embola
nolne ioiiii,ii-u que o pniulpii. regulador, bt H'j
a ..liiuv.iu da quola nle pode cnibaraear o pi
aaeauvf. Sr. presidente, lodo a orcanai.....cao*
una verba de despezas cvcnluaes, quede indinan
ule. 11
ni de
11.....di
MUTILADO


u.io lie pequea, 0111 consideraco mesmo das ov en
lunlidades, he dossa vorba que o governo ilcio
ii.,ii(pianito aa-oulras nao baslarcm r eJigircm un
Miiiriinciila proiti|ilu c idlspenssved. Se peN jj
cv.lc esle remedio, que he permanente cm todas
i. h's do orcanionlo, me pacer que de maneira al-
..,1111.1 lie juslillcavel essanulorisacolaocilciiia, lo
v.isla que concede pelo parecer, au que pona o-
i-nler a inaior parle das verbas do orc.unenlu. Digo
une, se passar o parecer, o governo lira nulorisado
ni.i exceder quasi ludas as quolai designadas no
,u .amento, imrque o parecer uo previne ncm ad-
inile unirauenlc o raso Mrlenle da falla de fundos
para a continuacSoda eustenllcae do presos pobres,
l.i- .fin- obsio se evpriftic que so responda ao
l-i,-.i,lente que, iudcprndcnlo da iiulorisiicao c.pe-
rial desla i.......ibkoa, pode elle ordenar o eiresso
desla dospea, tren como Soulras quaesquer da
me-mu nalureza
l'i
ranlo, jo se ve que as quolas marradas no orea-
iiienio nao sao, neni pode.....ais ser nina barreira
paca o itovcrno da provincia, porque toda a vez que
ele queira exceder a qualqnor dessas verbas, ha de
encontrar sempre una razao que oaulorisc a clas-
jflra-la de n.ilucozr. eveulual, subsli(uindo-so pur
cala forma jiolo arbitrio .1 disposicoda lei.
.Viuda mais, enlcniln .pie o parecer nao est nos
Irruios de ser approvndu 0111 sua* lolulidadr, o que
menlo duve mcrerer a acquicsccncia da asemillen
na |i,iileque diz rotpcilo despoja da susleularao
jos picos iiohroi, porque lio osle o poni sobre que
veiNiiiii asduvdas econsulla da Ihcsouraria, sendo
Imlii o uiais evrcnli ico c siipcraliuudanle.
Heais, a rasa sabe que a maneira porque as as-
scmlileas provinciaes fazem sentir suas Minlades so-
hciaiia*, be |Kr aquellos meios, que o arlo nddirio-
11 il leen marrado. I'iu parecer de commissau nito
|h le obrigar non) aulorisar o aoveruo o arlo oddi-
rional qur que os arlos c deliberares das assem-
lilt.is sejan manifestados por meio de rcsolurocs, per
meio de iris ; por couscqUencia ludo quanlo nao fr
nina lei niio tova o cunti, para assim dizer, da lo
saudade e da conslilurionahdadc, e por consemiinlc
nao lem direilo ao respeto o'cicciicu do poder
cvcculivo; enlcnil", puis, que o parecer quando
concede nina aulorisaco, perra na furnia, e |mr isso
tniii ronera elle, embora cslpja dispodo a aulorisar
a cciiiliimacjo das despena eom a suslon lacio dos
I.....is pobres, o quo me parece iudispcusavcl.
11 Sr. Jos Pedro rej|Miude ao precedenlc orador,
c iihlcnlao parecer.
rendo dado hura, a discussAo Oca adiada. '.
O Sr. Presidente designa a orilein du dia c levnn-
ileivaiulii -uas familias ronslcrnadlssimas, e al ago-
ra rrtore.romlaqueleii'i.i vollado algiim.
adciao negociante francisco
do Araujo Cesar, c o professor particular do pri-
.....ii.h l.h.is l'raiieiscii de Paula llarrelo de- Allui-
quriqui; Marauliiln, parerc-meque poi suspcllaitle
leiem ronenrrido parau liro do commamlnile.
S io :i lloras ila larle, ha varias descargas la para
as parle* da Igreja de Hom Jotus, as quaea ado
bem'o/iwiiirfunK das fnmiliasque cabio assuslailas.
Nada oala me oecorre dizer a soinelhnnlo rospei-
lu, scuau quo o Dr. jure municipal nchava-so ein ca-
sa do negociante Antonio A indiano, qunndo fui es-
ta acorame-llida pelos soldados, e por oulros, o tal
ful o furor que aquella auloridadeuilu pude sahlr. e
ncm cu uleros amutinadores.
Nao me cousla que se lenba j iilllmado o Bcocet-
so pola Icnlaliva de insuirric.lu ; lutlavia varios cs-
eravos leem sido sollos, scudn alguus primeirameulc
surrados.
Tambera anda se conserva preso Demetrio Jos
Piulo, quo fura rerolbido a 22 deslc iii, |ior sus-
pcilo do rnnivenria na insurrcirlo,.
O invern vai ptimamente, ese nao apparoecr
olgum Medente temos abundancia de lavouras.
A salubridadc uo vai un, nem inesmu esses gran-
des .1 lluvn. proprias da oslarn, cm quo nos adia-
mos, Iciuapparcrido; assim como tambem uo se
rcproduziraili mais as beiigas.
Pur fallar desla especie rural que temos aqui ah-
solula ucccssiilade do vacrina, que araulele para o
fulurodc una pesie lo maligna como be a de to-
sigas.
Os v veros roiitiniian pessinios e pur subido prero.
Al oulra vez. Esiiino sua saude. A.
(Carla particular-)
DIARIO DE MIUHIIH.'O.
tf
Beunla'o em 30 de abril.
lmelo illa, feila a chamada, verilira-sc oslarcm
.o enles 16 Sr. depilados, fallndoos Srs. Maciel
Inilciro, lluros hlelo, llrilo, lunario Juaquin,
Uves.la Silva, Oliveira Maciel, Coala Cumas Mar-
ios IVreira, rinbelino, Eslcllila, Aqiiiuo, gc Te-
rira, llaplisla, Paos Uarrolo, Auguslo de Oliveira o
taiiool (lavalranli.
11 v. I- Secretarlo l mu ofllcin do recrelario' da
iioiiuria, participando havern Evin.piesidcnlepro-
i'.ai.'o 11 sossio da asseinbla por P lias.
O Sr. I'rcftdciite dissolvo a reunilo.
.-m-------
HB6IPE I DE MAIO DE 1853.
. AS 6 HORAS DA TARDE. /
RETROSPECTO SBim^
Nada (iceoireu nosUi ciil.ide, (luanle a semana
1I1, cnica a srmiranra individual, ou, pelu me
ii'. de iH'iibuina nuvidade a esle respeilu liveinos
liedle a siiarhegada, tcm o E\m. Sr.ronsellicirn
|)r. Jos lenlo, presidente desla provincia, aofli-
do gravea incomuiuilus ein sna saude, e anda ueste
ciado so conserva, havendo cvperiinenlado loda-
tla alguina melhora ncslcs ullimos dkis, segundo
110,1,aisla.
11 Exiii. Sr. Dr. Franrisro Anlonio Itibeiro, e\
iresidente dcsta protinria, eiiihaiTou hoje, pelas i'.
leras da lardo 110 res docollegio, onde 00 achava
pnlaila nina gurda de honra, que llie fez as conli-
nenciaa dneslvlo. Assisliraiu ao embarque de S.
Bl, "M, coronel commaudanlo das armas interino
p nfllrialidadc de prinicira linba, alguna emprega-
ilo. piililicos, e unirs niuilas pessnasde distllicdfo
llonleiii, ponen dr|H>ia do meio dia, locaram i 11-
Dselnoi da igreja do l.ivramenlo, e aflluindu
para o lugar do incendio, verilirou-se ser a
mu 1 de un sapaleiro, morador na ra da Pcnlia,
me piinripiava a arder, cm roiisequencia de ama
Maca i|ne do I. ailar Pie cahira ; e rumo quer
que o pobre lioiucm se achasse alsenle, c o seu
qu.iilo fechado, fui a porla deslc arroinliaila, c lu-
icvliiiclo o fugo, aero que livesse lempo derau-
1 maior estrago. As bombas que para ulli lorain
mduzidas, vollaran, segundo parece, aem (creen
FUI......ihalhailo.
Eulraram honlein lambem cm rtuatoporte os rapo-
Mucura c tiol inglox, aquello proredenle do.
I parlus (I......rio do imperto, e esle da Europa. Ein
llagar coinpeteule Icr.lo os leilnres as nulirias vin-
las por un c oulro, as quaes podo-so di/er quo,
111 gcral, sao s ilislarlorias iiaquillu que respeila
os iuicresscs pblicos.
lmi a (negada do Tnlot arvoraram o consulado
i'-lez, c os navio, da niesnia lucero, BUrlOJ uopor-
'. B mpecliva b.uuleira a meio pao, oque .leu lu-
wrjprasoiiibrar-so mulla nenie. Indagado o fado,
iMolle-sc que lal denionsliarilo de ddr c sciilimenlo
u'......divada por lerfallecido o negocianteTay-
lm. cstabeiei ido iiesla praca, em sua viagom ta-
lalcrrn, sendo a milicia Ira/ida por aquello va-
1. lia qiiciu diivide se mu lal prorediinonte es-
da iceordo 10111 a eliquel.....i\m, consillaic, j
- lio ipiesio em que nos nao queremos pioln-
rendo concluido aasseinbla provincial osen b<
mi-lie. scni que se achasse volada dclinilivaincn-
lea lei do orranicnlo provincial, foi a malo proco-
Bada por inai oito das.
Acabamos de rereber a"caria do nosso con,.por
lenle cm Nazardli, que vai abaiso Iranscripla
|n ella verlo os leilores a- oeeiirienciis que lili
iiiaincnlc livei.un iugar naquella ruinaiea.
As chovas lem conliouado a refrigerar o uossi
l", ccunloinie a- noticias recebidas do uorlc, po
ilc-se dizer que, tracas a Misericordia Divina, rs-
tamos Iiv res da pretendida sccea. Se algurua bou
puis, mislcr he ronfcssnr que foi verdadeiraineii
vliaiiiilinaria, o digna da mais seria admira
c porque inanifeslou-sc no leni|io 1I0 vero
r oulra, no lempo competente I
Eulraram :ii cuuWcacoeapuliiram 16.
lenilcu a alfandega M,S35,03S rs.
nlleceram ("ipessoas: II bomens, mulhcre
I) prvulos, livres ."> hoinens, -> inulhercs o I
rvulos, esclavos.
l-liili 1 ni aiilc-lioiilem co. pollos do 11 me o vapor
Muinnj, Irazendo-iios gaiol do Amazonas al l!l
do mareo iillimo, do l'ari al lli do passado, do
Maranho al -2() c do Cear.i al >.
Nada colhemos as referidas galotas, que pndes-
semoa acrresrcnlar ao que rnimimiiiram 09 noasos
roirespoiulenles, as tres provincias primeiro nieii-
rioiadas omsiias carias que deivamos impressas
cm oiiiri parle. Para ellas, puis, remellemos os
leltoresA
Oiiautn au Coar livenios anda a grala uoria di1
que rnnlimiavu a rhover cum mais 1.....icnns abuit-
ilauria |>pr lodo o interior da provincia, sondo que
por esla vuo JA muila farinli.i apparaeia. otrtjre-
ccndo-se\ mu coiiio n Siup e pr.iias vi.'.inbas, a
sele e a uto palarasn alipieire.
Pelo vapor ingle/. Tirio/ eliegado do Soulliamp-
lou a 30do passSdo abril, via Lisboa, Madeia, Te-
nerife eSau-\ ic.'iile recelienio. as Carlas de nussus
corrospondcnlcs de Pars, Lisboa e Porte que Hcam
liauseiiplas 0111 oulro lugar desla fplha o bem assim
aazetaa Ingleas, fraiiroua o porluguezai, alcaucnn-
lloaa primeiraseas segundas n S de abril c as ulli.
mas a l'l domcsmo nuca.
No dia 7 de abril den lu>. a raiuh.nlo Inglater-
ra mu principe, o qii.il lie..........o sua augusla nii
lieav,un ambo, em boa saude.
Aasisliram a esto aelo nopronrioquarln da sobe-
rana o principo Alberto, o Dr. Loeoch, medico av
sislenle e mlslress l.illj, a ama ......ls.il ; eslivciain
nos guarios visinhus os mdicos Sir James Clark e o
Dr. Sorguson, o duqucu do Kcnl, arriada da rai-
cilla, e o. se^iiiule. ministros .1 oslado c lonls do
cousellio privado, conde de Aberdeon, rondo do
Granville, duque do Norfolk, duque de Wclling-
ton, duquodc Neweastle, marquei ile Lamdownc,
maiipiizile llrcadalbanc, duque de Argvll, vescon-
do l'alineislon e 11 luid ebanrrller.
Forcun ordenadas accoesde graca ao omnlnolen-
lo eniloilas as iurejas da (ira-lliilanha e do pail
de (alies por osle feliz BConlQcimeuto.
A paz acbava-sc inleiiam-ule lesl.ilieleeida n
p"......10 inglesado Cabo da lina Espcranc.i, 0/01
neralCathcaat a proclamara no dia li dc'fevci'ni
prximo passado. t)s candilhos cafres que li.iv
tomado anuas coiilca a Inglaterra despojaran)
territorio, onde (izeram correras ohrgando-sca re
pcilar seus visinhos.
Na India os Itirnians diriram um.i emhaivail
ao acampamento du general Uodwin anedirnaz^
leudoevecuadnmiles a provincia do Pegu, Cuja.vln-
neucji au territorio britnico fura ullimamciibc de-
terminada ; lodavia anda assim nose llnliaaAucr-
ra pur lermiuada.
A cidado de Bang
las opcracOea das h
campaulia naijiiellas
Irilida pelo fono.
pal pnnlo del a|
ezas em su;/ ull
>n, prmeip
>pas Ingle
lar.iieus, foi inlciranjicul
I-i.1 1
1 ma
les-
O parlamente iniclcx, lindas quefdhlTn as ferii..
la p.ischoa, continuara cm seus Irabrilhos, mas Icm-
lipado de objeclus de inlcraadc puramente na-
gabinele
J.icao por
is estados
urna com-
elos d.l-
rioual. .'
Segundo allirnia 11 MoiiiiiiYUeriilil, 11
brilanicoia propor au parlaificiilu a pron
11111 annodu acliial avslcma'uo governo n
da India, tendo nonio" .nniedialamcnte
.nmedialamenlc
.'eccr sobi e os ne
lia, sen,lo 111.111
miaso para dar 11
queites paizes.
EmI......Ira osroSnsiilidadus liraiiun, de UM 3/i
a 1(11, os fundos li.ia.ileiros, os hoyos g lis 3\
orle
a 99
Al
A-
vi.....-ule ui
O eovorno
llii|
da
V
tin da monar-
1 que converte a
US CBjedilOJ ev-
proiimo lindo.
a,la de dar o sen
neral Narvaez,
:i materia fui
lie parecer r
vmi ser cois(
p^iz calrana
COMARCA DE NAZARETH.
38 de abril de I8S3.
.eco publico foi aqui perturbada na nnilcdo
lem de nina maneira cslrniulusa lie anda su!
25
i"' -' do Icrrer, que aauMU-me urna lal
ia. que oscrevo e.las linhas ; e por isso, 1
Klerc relalar bem as oceurrencas, que proson-
eas de que uve noticia, lodavia esforcar-me-
||.ii,i que o faca da melhor furnia, que'pudor.
eiKlonniuiinan.lanie ,| ,|csl.icaulenlu desla ei-
WC, -a (Ido(I aqui ,, mjpjrt ,|c |inlc, m ,,,.
!''...... ".' l""inolur purlro, c do esiriv,lo lunario
icira,ili7.eni-me, que para o engenho Tena-Nova
i':, ,;.....; uceedeqoea voltaao passar por
' "'la 'l"c "" e.....aniinho levas-e ,,.....ro, do
11 saino cvemcnlc ferido na parte occipital itofa-
lo^n que aqui rhcgou dirigi-te em runepa-
""'," "'V......-UHliiidiios cima ancngenlio Pe-
ni". 'I onde vollou pelas.", horas.....eia da lar-
,. iHiuro mais ou.......os, c r Culo que roinccou-
* divulgar un lal acoiilecniciilo de cnvolla eom
' 'M,;1';,h l"'""111'....."herida, pelos soldados, e |H.r
'-'.....I*f*i dopao,M que* todw prolesla-
".que lomariam urna vinganca de scmellianlo
' 'a coniraas diversas pessoas rosidcnlea ncsla
1 e. que. segundo ellos, cram os autores de seme-
lliuile criiiie.
ai calan que lodos coinccaram a lrancar-.e : dc-
nouve un silencio, como 11 silencio precursor dos
eiiiccinienlos, o (pial foi quebrado por
10 mais larde aoubo-sc lersidu disparado
I In 1
I nli
l'lii'
.mi
I din tic
('((lilla
1 casa, a
I 6 carra
atrae,
I pcac,-,
I cro.|
ero seguirarn-ac oulros" disparados mir diversas
ljalcdnr-1"'"'1" "m" cie*,m 0U| "'> r<"ll0
llorrivr
Esie phreneaj atorro cora de un quarlo de hora,
I foi i\ '''"' feslalieleceu-sc o silencio, o qual mo
1.11., iniccronipido al ao amanheeer de boje.
w-meque quera conlcvc aot soldad.,e a oulros
1 1 1I1..1,, ablegado 11 elle, lora um cadete |>or
Ne..,:dt'''r-?-!!.,",,!.0',s '"J"- "ornes ignoro, os
pai.ha cliegam nld K de abril.
prosacguiaiu em seus Iraballios, exclusi-
upa/a- do negocios puramenlo teci.....
rtfial coniinuav.i a ser ncllas guerreado!
MnonleUO senado, apresenlara ulliiiiamenli
irojerlos.le le imporlanle-. ilislin-uiidu-sc
enlreellos u que reluinia a conalil
cbii.....pie haladas subsliliiii.e.,
divida lliiciuaiiie.e oquo extinsuc
Iraonliiiaiiiis perleneenlcs ao .111111
A euimnissau do senado, encane
parecer sobre a ropicoiilaojji do 1
liv idiii- ., e apre-cnliiii 1I01:. lealo
le parecer quo 0 general ludia direilo ,1 vir oceupar
seu assenlu uaquelli casa : a minora pordm Foi
c parecer contrario, ella opiuou qui......nroclial de-
rvado na coinmUeio rio governt, em
iro, vedan.lo-se-lhe que vesse lomar
miento na cmara. Bato parecer, depots de caluro-
so dbale, foi por n'i ipprorado, sendo o oulro re-
ueitoilu. -'
i'U'iio q cngcajueido Pi.i.d hilo a ditdnilracfo
011 BassaiTa varas aeeunceoi, 0ex presidenlc do con
seibo, llravo Miirillo, iprcscnlbu-M aocongreasona
cssilo de 7 de abril para defender-se dessas arrusa
c.ies 8. ETC. falln pur espaco de .' huras c nieia c
la licou eom a pal.ivra reservada para o da se
guinle, mas segundo ulliiiii.ini a Nacin, o Dfarcc
lleiliaiihot e o Clamor Publico tttU eunsiilerac.le-
foraiu oulras lanas divagaees sem ronrliidcncia,
desoiic que nio togrouconvencer una peaioa.
Conliiiuava anda em Madrid a perseguirse a im-
percusa ; as primeiras edicoei das gaxelM nrogrea-
sislaseram anda siippriinidas por ordeni das auto-
ridades.
Da Italia oque causa mais iui|uielacau be n ruin-
pinicnlo-das leanle, enlre ,1 Austria ao l'ieinunle
por causa do seqiieslro hito pela pi inieira potencia
suhrc os beiis.lo. Lombardoa rofugladosein palzca
pslraiigeiross em eveepluar iiie-ini os perlenceiiles
aquelles, qua se linhaiu iialuralisadocidados.lesscs
palies.
O ministro dos negocios ealrangeiroi da AoMria
rofusou da maneira a mais furuial llen.ler s rc-
(l.nnacoe, feii.is poto L'overno piom.mlez roica o
sequeslro dos b.uis dos Milanezes e Venczianus lor-
nailos togalmento subdilns sardos, pelo que o Sr.
de lleve) iiiii.ialrodu Piemunle em Vicua, sedis-
piinha a partir em iteapodlda para Tiirim.
(I re Vrlor E.....laniiel Iralamlo esta quetMo
din os seus niinislros, disse-lhes Para mu prin-
ipe do Saboia nio ha esculla enlre amorte ou a
ileshiinra eco ininislr.i, eoiiipaililhando esse. 110-
brataentimenlos, slgnlflcou Immedialamente osen
ultimtum. Elle em lou ao ronde de llevcl, mi-
nistro sardo em Vicua, aordem fonn.il de pedir
revogaco pura a simples do sequeslro feilo cm
l.onibarilia e cm \'eue/a solue os bens i|qs eirb>
.blos sardos, o de retirai'-scd'aipiella curte, caso isso
Ibe roete icio- ('i...
Ao passo quo o governo sardo enviara osla ord
injustos os inauditos rigoros que as autoridades aui'
fnacas pralicam eom aquello canto. O conselno
inauifi-sla a e-peanca de quoem broyese pora ter-
mo a scmclbanlc estado de cousas.
A Preste Iransereve do CAnu Herald de IS de
Janeiro a seguiiles nolicias sobre a insurn
anieara a dvnasiia chinezaactual:
a O rommiss.'.rio gcral San, perdendo ludas na os-
poraucasde ser bem su. cedido, suicidou-se. Osre-
icldes niarcliau lo sobre Yanglzo^-Kinnu, a princi-
pal arlcrfl do imperio,cruja posscsso pcrinllliu a
sirlleury Pollinger terminar cuino vencedor a ul-
tima guerra, se iem iipudcrn.lo do Wurbang, na
margen meridional, oque poz cm fgida os mer-
caderes de liamd o suspenden ludo o coinmei'cio.
Elles vo alacar Slau-Vang o Kion-Kiang; a
primeira deslas cidades he um morcado onde os pro-
ducios inglezesse tendeen hen. Em Indas as cida-
des situadas ao longo do rio ot Chin-Kiani-Porl, os
funccionariosdagovcrnocslilo em conslcrnacgooos
rebeldes pensara agora cm apoderar-so do Nan-
King.
Sua babilidadc superior, diz o Herald, seu
grande numero o sua rcsolu(;,lo coraeram a fazer-
nos perder a esperanca que liuhamos concebido de
que a insurreico seria reprimida.
o A immiiicncia do perigo be licm senlidu pelo
aoverno : lodas as' tropas disponiveis do norte ao
su I lem roechido urdcmdc correr defezade Nan-
King ede Kien-Kang; mas he espantoso que o ej-
ercito soja (lo pouco numeroso no meio de una po-
pulacilo lo densa, ti governo dealo immenso paiz
mo pode reunir sobre um ponfo iii.ixm bomens, di-
zcni que por falla do dinheiro. d
t) mais que poderlamoa referir sobro os pailita du
vclho inundo consla das carias de nossas coik-pon-
denlos.
O Techl lroii\c-nos lambem noticias dos Esta-
dos-fnidos, do Mcvicoedos oslados do Pacilico.
A I 'nio Americana lirara tranquilla.
Teudn-se cspalhado alli ipie lima fragata ingleza, a
Deeailalion. se apoderara do 'l'ruxillo, cidado de
Honduras, por 'parlo do re de Mosquilos, grande
auilarao invadir linio o paiz ; 110 senado disciissr.es
mili tonga so mui animadas llvoram i>igar sobre a
Acnericaceolral esobre adoolrina Moncoe.e noeon-
uqiio de gabinete, que se rcunia sobre esto negocio,
decidlo-te que se pedisseni eipHeaeta a Inglaterra
relalivmente a lluiiduras, c bem assim que o se-
cretario de oslado da mariiiha llzcssc um relalorio
sobre a forca naval ellecliva de que o paiz poda
dispar imniedialanieiile, mas milicias posteriores ex-
plicaran! da m uieira a mais salisfacloria o negocio
de'l'ruxillo ; cala cidado uo fui lomada nem ainea-
cada petos Ingleses, nu se Icalaudo sonao da pnsse
de um territorio sobre o qual o oslado de Honduras
e O re dus .Mosquilos lcvanlarain iuuaes prclcnces.
A fragata DeeOMliOH fez apenas una demonslra-
eauein favor do ullinio dospielendeulcs.
(I Mxico lirara por ora em paz. Dos 23estados
e ile-lricl.iseni que a repblica he dividida 17 linliam
volado pela preiideneia de Sania Anua, e cria-tc
que os oulros seis seguiriam e-le cxempln, dcsorlc
qne pude calcular-te eom certeu,' diz o Time, que
o goueral ao ehogarein Vera Crui, adiar a sua 110-
uicaco para presidente da repblica,
1) general l'r.ma continua a fcenlc du eiereito, re
soluto a contribuir para sustentar o svsleinade reo
vernu que S. Aunaorganisar.
II ex-presidenlo Arista eoiilinua a residir cm sua
hienda.
OChill Reara tranquillo, o presidente andava vi
silandoas provincias do sul e o convresso devia ru-
moraros seus Irabalboa no mez dejuidio prollmo
ful uro.
O Tmei Iransereve da- gaxelaj de Valpacaizo as sc-
BUinleSnolicias dus oslados do Pacilico :
Per.O prospero oslado do Peni c a boa in-
Iclligcnciacoin as oulras potencias vo crescendo de
dia cm dia,
" I) presidente preparase para ir visitaras pro-
vincias c be aiiciosamenle esperado pelo povo. O
nioiiimieii'o que se osla levaiilaudo a memoria de
5
I ciiva telendas ; a V. Deslcboau.
10 soccas arroz ; a onlcin.
III (lilas ; a Antonio do Almcida Comes liCom-
panhii. *^
10 (lilas ; a Manuel Canelo Pcrcira dos Sanios.
Patacho nacional Sim-FranciHco, viudo do llio-
(irande do sul, consignado a vliiva de Ju
1 Crui inanife-lou o seuuiulc :
3:08}arroba*carne, Hr Jilas sebo ; aos mesaos
consignatarios.
Vapor iuglez Teiiot, viudo do Soiilaniplon, ma-
nile.idii 11 seguinlo :
I ealu Jotes ; al], Caniier 4Companliia.
t caia joias, 1 dita rologio, 1 cinlirolho amos-
Icaa ; a I.. I.cromlc (ecoii cV Compauliia.
I caixa relogios; a erdem,
I dita dilos ; a S. & Tobter.
I cajas Hiiili.iio ; a J. D. Wi.lphi.pp & Compa-
nhia.
I cmhrulho amostras ; a F. Coulon.
1 cala amoslras ; a J. P. Adour & Conipanbi.i.
I einlii iillm amoslras, i dito impressoa; a J. Kcl-
Icr ev Compaiihia.
t cmbriillio amostras; a lii-licr Aine.
1 ililo dilas ; a Kuascll Mclters ,v, Companliia.
I caixa o I cmhrulho dilas ; a II. Uibson.
1 dilo dilas ; a Richard llovlc.
1 dilo dilas ; a Jones Pato ,\ Conipaiiliia.
I dilo dilas; a Walkcr & Voule. -
I dito dilas; Jones ,\ Na-h.
I dilo ditas; a Bruiui Praegcr A Compauhia.
I caixa rnupa ; a II. Coopcr & Compaiihia.
1 enibrullio amostras ; .1 lox Brolhcrs.
t caixa peridicos ; a A. P. 1 ou le.
I cinlii ulli.. dilna ; a John l.clly.
1 -cutirnlln> amoslras; a Luiz Antonio do Si-
queira.
I dilo dilas ; a Roslrou llooker & Cumpaiihia.
I lula joias; a N. O. Ilioher.
I lato Joias; a Anloniu Valculim da Silva Bar-
roca. .
I dila ditas; a Morcira \ Diiarle.
I caixa obras de prala ; 11 Dallar & Oliveira.
1 cmhrulho iinprcssos; ao consulado de Portugal.
I caixa remedios a J. Si.....1.
r.O.NSUI.ADOUEIlAI..
Hendinicnludodia 111'J9 .... 8BtS74#980
dem dodia 30....... 6IS|008
Carne secca
9(k 180)988
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rriidiincnte do dia I a 38 '. n:HSiji(lll
dem dodia 30........ lllljin;!
:i:99i-M"
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO
IcESTA CIDADE NO MEZ DE Allllll. DE
1853.
Consulado de 7 por cimlu. 83:5319833
Dilo
te 2 por cenlo.
l.-is
Bolvar inticlia rapiriajrariiir
(( AV/IKIclH" {)!.'.Sana.
' OTccv.
Rila'
du govccv.o peruviano
caos ao gflieral l'rbina, c
cm una falla anpropriada.
ciicarrega.lo'*oa>iiegi
presenlou suas oredeu*
liriuio-se ao presidente
, i-se^urando-llie O rieze-
ju de sen nnvernu cuulinuar as relarms amigaves
exi-lenlM enlre as duas repblicas. O presidente
responden da niesnia maneira.
( A Bollvla proseguc m sua m puliliea, c bem
que as gazotes eslejam chelas de pioleslaeoes de |iaz,
a auimosidade de sen governo conlra as oulras rep-
blicas, p.u lieul,uniente contra 0 Peni, heclaraiueii-
le demonstrada.
o Oeuiiiiueiciu esi.iestognado, pubaluda existen]
cm viunr asleisquc probibein a cxporiaeao dos po-
zos duros, .1
COHRPOMEMIA.
srs. fledactoret.Uo bem natural que o juslili-
eainonto d'alguem teja precedido do aviso, para que
pu.-a o cund limado p.'.r-se a liem coinsigo proprio,
lal o que acaba de suceder cuinini juque fui avisado
rio ligurar no Echo [urna lalronum no numero de a-
m.iuiiaa. Seja embora assim alenla a luiuiia repug-
nancia ein acudir cun ...lites'a -alisfaro de dsejos
do Sr. eniprezarin, cujo silencio jain.ii. .mipraiei.
I'.....1 osla incii proceder ser rompreheiiilidu e ini-
la-lo. Rogo, Sis. Itc.laclure-, a insereno deslas ||-
nlias l'lorcii'io lose Caruciro Mvnlciro. Recite
K) de abril de 1853.
Ancuraceni .
Dilus de 5 por
Evpedioiiledas
Sellos.....
Emolumentos d
Itcslilui.-.M' l'i.l
83:53(11031
rento,
capan
crlidOcs.
orno consto
do respectivo liTiwi.ll.
Dlrerea* iron/H*
Diiimo do algodao do ro /
Ciando do Norte...../ 3f300
Dilo dilo eoulrosaeiierosda '
Parahiha........A |58f3M
Diludu assucar coulrosgQ-
,VJ6SStl
!:II7I-7SJ
catana -
Touciiiho -
Viudos -
Desrontos-
r'cctes- -
Veudou-se a 1I0 lito Crande de
:ieSO0 a-19200, o lir.ii.un anisar
2-i.OOO accobas. Nao ha da do Rio
da Prala.
Cu vio de pedra- dem a I5r> por tnurlada.
Cominlios---------- dem a li^ por arroba.
Erva doce---------dem a 7J por arroba.
Eariulia do trigo-'.Vs vendas conliniiaran do l&iOO
I I8>500 o lia em ser 8,500.bar-
ricas.
Veiulerain-so a 59 por arroba,
dem a 49 por caica,
dem a (- mi por arroba do de
Lislioa.
dem os de Lisboa linio V S.
de 1689 a 1709 por pipa. B. i F.
a 1629, c B & C. a 1629, o bron-
co 111,uva Juo de Bciloa 1609; o
linio Terraguua a 1289; co hran-
co de Halaga a 1209.
Coulinuaram de 9 a II por cenlo
ao anuo.
Do assucar em saceos para o Me-
diterrneo a 60 s. e "1 por centu,
c indo lomar a carga 11 Parahiha a
62-6 c 5 por cento; c para os Es-
tados r ni los a 90 c. por sacro.
I i- 11 in no ]iorlo 61 embarcacoes: sendo : ame-
ricanas, 112 brasileiras, 2 francesas, 1 licspnnhola, 2
bollaudezas, II mglezas, 1 norueguense, 9 porluguc-
zas, c.1 sarda.
LISBOA, 13 DE AIIRM
Prero crreme don genero
Por li.iM.-ai .0.
Algiido de Pcriianibuco. .
Dilo do Maranho.......
Dilo dilo de machina......
Dilo da Bnhia.........
Dilo do Par.........
Dilo dilo de machina.....
Carao .............
Caf do Rio primeira mirle. .
Dilo dito senunda dila.....
Dilo dilo terceira dita.....
Dilo dilo osrolha ba......
Dilo da Babia.........
Como, seceos em Micelio 28 a 33
Ditos ditos de 34 a 37 .....
Ditos ditos espionados.....
Dilos dilua de Millas,.....
Dilus sais. Babia e Para
Ditos dilos dito 36 a 30
Dilos dilos Peni. eCcarn 28 a 112
Ditos ditos dito96a30.....
Dilos dilos do Maranho28a 32.
Dilus dilos dilo 26 a 20.....
Cravu girle.........
Diludu. Maranho.......
Colunia copal.........
Ipeeacuaillui..........
Olliuc............
Salsa parrillia
Dila dila m
Dila dita ni 1/.....
icacubu
do Bru.
38a :I2
ipeno
ilc ilireilo
bronco 9
130
191.VI
2w0
2s:itKi
19950
itno
.--in
IOS
113
135
130
105
105
IOS
1118
112
112
li
I930II
loo 185
it.-tim 1 .-000
99800 109500
95110 BJOOO
% 120
1> 110
11 too
too
1) too
100
-* 19100
11 29100
3*190
19900
19100
I9IKK)
112
117
1211
190
95
9.5
102
102
97
97
ill'l
100
vH1 :l-K'iii
803
.....os da dila.....
Dte dito dito das AIiu.mIi
Deposites salijiioaJr .
lvWnsi'.vialeui.-,-<. .
Mesa do cansinado 1]
de 1853.
3:99l*52
1:1319397
2:7329145
93:l23!Ka)
.30 de abril
de Periianiluti-i
O esrrivn,
Jacome Cei\trdn Mara l.iimiirlii ile Mello.
Exportacao
Montevideo, patacho hespaiihol l'rorir. de 213
toneladas, couduzio oseguiule : Kilo barricas e KM)
mcias dilas cum 6,551 arrobas e 16 libras de assucar
bramo, 150 barricas ruin I.2H arrollas c 29 libras
de assiicarjuascavado.
HECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
IIAESDEI'EHNAMIIICO.
Rcnilimenlo .ludia 311...... 300eKMtO
RENDIMENII) DA HECEIIEDOItlA DE REN-
DAS INTERNAS liERAES DE l'EBNAMBUCO
lio MEZ DE I EVEHEillO DE 18.53.
Ilendimenlu dus proprios nacionaes.
ros de terrenos de mariiiba. .
i.lemios......, .
As
lli
Di
Ti
Dito du Para brui......' "
il.....a.cav.-idn.........
1 aquelasdu Maranho.....1
, Detpachadoi
And .............
Arroz i\f Sanios, '. '
Dito de Maranho o Pai ord.
Dilo dilo dio. do nielhiir ....
Dito dilo dilo superior.....
Pariulia de pa'o do Brasil ... g
.........a.ilralilida I. surte. .i
Dila dita 2. dila........
'l'api.H'a............ |
1*300
l-.'ill
1*2511
11350
19303
901)
M300
l-IKI
l-ii-50
MI
1,-sllMI
1-3200
l-SIKI
IN
l,%1KI
Nio ha.
-"V-NS- KI (i-OHI
91|)|) _
79KN)
(110
900
03
l-lill
19503
h correinado* genero* de Portugal na
dila dtil.
Captivos dedireiloa.
1 em milo doce do Al-
COMMESCIO.
PIUCA DO RECIPE30 DE Allllll. AS 3
I10HAS DA TARDE.
t'.ol.1e.'.es ulliciaes.
Compras tic uuucar*
Branco a 39050 a arroba.
Maseavado eacolhido a 19000 dila.
Dilo regular a Moo dte.
ALEAN DECA.
Rcudimonfo do dia I a 39 361:1939961
dem do dia 30.......11:0069838
I
Siza dos bens de rail......
Dcima addiciuua] de man mora. .
Dirollos iiuvns e velhn. e de chaii-
cellaria..........
Di/iina da dila........
Matricula do curso iuridlco, c carias
de hachareis........
LccriliiuacAcs........
Sello lixo e pii.poriional.....
S--210
3-07"
A111.ni.li
carve
Dila em casta cunea .
Dita dita molar. .
Cera nacional branca.
Hila dila ainarella. .
7, caega carvao de pedea ; a Dcane Youlle ex
Cninpanhia.
iic porlos intermedios-.12 lias o oilo horas,
vapor brasileiro Mucura, coinmaudanlc Luiz
Correa de Mello. Passagcirot, para esta provin-
cia i o E1111. presidente da Parahiba, 2 escravos o
t rnacte. Candido (.a-eniir,. Cueles Alcanforado,
sua senhura o 2 escravos, Anlonto ferreira dos
Saiiloa Camiiiha e -i- esrravos, Carlos Augusto Ro-
dorf, padre Anlonio Xavier Catiro c Silva, Jos
Jaulas Correa o 1 eteravo, Canuto Ildefonso Eme-
ricianno, Joaquim Joso de Araujo, Domingos
Delinques do Oliveira, Manuel Alvos Vianna,
Manoel Ferreira Nobrc, Juliflu Tcgclmeir, Joa-
qun) Joso de Oliveira o Souza, Joaquim Jos I11-
norencio Pogge c I oacravo, Joo Rodrigues Cha-
ves, Dr. Antonio Manoel de Mcdeiros, liento Jo-
s l'erreira Punleico o una esrrava, Manoel Luiz
Pereira Lima, Victorino da Silva Cuello. Maca,
Joaquim l'erreira Soares, Dr. Francisco Soarcs
da Silva Retumba o I csrravo, Aleiaurlrc da Cos-
a Ciiulia hima closcravo, 5 dilosa entregar,
Dr. Francisco Jos Meira Jnior, Eduard Power
e sua familia.
/Vareos uihidae to meimo dia.
Rio-do-Janciro pela Babia Vapor iuglez Teclot,
(uminandaiile Oiislovv. Leva a seu bordo como
passageiros: o conselheiro Anlonio Peregrino
Maciel Montciro c I criado, Dr. Auguslo Frede-
rico de Olivoira, Verissiuio Maiicno de Maga-
Ihes, Anlonio .Mara de Miranda Seve, Anlonio
da Guilla C ivalcauli de Albuquerquc o lalcllo,
Car.dine Puiugdeslre, Dr. Francisco do Paula
llaplisla c I criado, Dr. Francisco Xavier Paes
Brrelo c I criado, Anlonio Borgos da Fourcea,
Salvador Vidal, Eduard Colln.
Barcelona Polaca hespaiiliola Juila, capilo Fe-
lis Alsina, carga alumino.
Rio-dc-Jaueiro Barca americana Delaiearan, ca-
pito Charles H. Woodburn, carga fariuha de
trigo.
Ilha-de-FcrnamloHiato hrasileiro Caprichoso,
mostr Manoel Jos Martina. Segu cora a mes-
illa cania o coui os mesinns passageiros quo cn-
Irou (piando arribado a esle porto.
.lucios entrados no dia i.-demaio.
Liverpool 36 das, hrigue norueguense Lamai--
'r. .lo 11 toneladas, .apilan Pelel N. ZerajV
chovv, eqiiipagcm 9, carga fazendas o mais gene-
ros ; a Me. C.1I1110111 4 Compauhia.
Rio-dc-Jauciro 25 das, barca sarda Itozela, .do
I i-> toneladas, capillo Anlonio Mangianan, cqui-
pagoin II, em lastro ; a Aranaga'o llevan. I i-
eou de quareiilena.
Pliiladclpma 35 das, hiato americano SalluAmi,
do 192 toneladas, capitao W. S. Walsou, equipa-
geni 8, carga fariuha de (rigo o mais geiicros.
Nucios taliiiloi no mesmo dia.
Biienos-Avrcs Polaca hcspanhola Procer, capi-
lo M. Millel, carga assucar o agurdenle.
Rio-ilc-Janeiro o portes intermedios Vapor hra-
sileiro Mucura, roniinandanlc Luiz Girroa do
Mello. Alm dos passageiros quo Irouxe dos |Hir-
los do norte para os do sul leva a seu bordo: o
Dr. Manoel Correa do Lima, sua scnbora c dona
lillios, Cezario Correado Lima 3 e-.-r.iv..-. .Mi -
_uocl Francisco Mnrcira Maia, Carlos Cordn,
Aiili7fnV(!3 Duarle Silva Braca, Emilio Balele,
Manoel CariigfisUtcnl, lenoiilc-coronel Dioniziu
Rodrigues .Mello CasirlA' cscravo, o Exnr. Dr.
Francisco Antonio RilwiniVlti1 familia, Fran-
cisco do Desuno il\vasiinipro?*rJ'c'lr" 'CHO
Velloso o I esclavo, Dr. Justino Lcfca?11.0?'
Francisco Jo.lo llaplisla, Miuuel de NlirainlaS^rw
Coelliu Bastea o I csrravo, Manoel Duarle Tor-
redo, Duna Hosalina Maria da Conccirao, Duna
Marta Fc.incisea das Floros cun menor, Ra)-
muinlo Fecccira Araujo Lima e I cscravo, I sar-
gento, I soldado, I paclirular o 1 doscrloros, o
.5 escravos, quo vieran) do norte cora escala |ior
es.o porte.
V
al.,.
Figos do Ate
Hilos dilo Inane
Presmilos ,
comadre.
Despachado,
nacional
1 /is'il
orlo e
Figucira.
Pr
Patentes d
lores .
Emulumrii
lio.....lo di
millos.
Di
ricpusilu. pulilie
( desparhaules
lujas
barcos
.....le-
le movis
oler
ele., el.
Dii... -oine carros do interior
lava de escravos. .
Divida aeliva......
Itcposiccs o resliluieoes. .
roup.
Mr
,0
.,1999930
lu-cu;
3:779(600
II6S800
1:9319133
1I>S8
'Pili-Mil
1339130
1:393*500
380*000
739OOO
8310O0
3:0189019
2950O
Alpiste.
Bacalha
Dilo dito IV
l'cijao braiK
Dito dito
Dilua' lo.
Dito (Tailinl........." "
' Meas da lena.........
alinde vinho lint........
Dito dilo liraur..........
Vilihii inusealel de Seluhal. .
bordo.
Aviiar.lente de 30rrr.cncaseadn
Azeile.............
Laranja dure.......
Sal groas........- .
Dito red.....In..........
Dilo fino para a lena......
Dito Iriauecro grasa........
Corllca 11. I dedlainauh.isile
grossura propria pararollias.
Dita 11. 2 de Ireslamaiihos. .
Dila n. 3 dito dio........
Dila u. 1 para pescara ....
Dila dila para f.iliri
\ iiih.i superior. .
Dilo or.linari.....
Vinagre ......
alq.
'l'l-
aq.
39100
050
800
310
286
600
500
39500
720
19100
3^l0
.500
.VW
10,3
120
.501
Nao ha.
I9OOO
J-iu:i
5?700
IWKI
s:gi
290
7.50
'l-'Mll
THEATRO DE SANTA ISABEL
32. RECITA DA ASSICNATURA.
TERcJAFEIRA 5 DE MAIO DE 1853.
Depoisdeuma brilbante ouvcrlur, subir a src-
ua o inuilissimo applaudido e desrjado drama oruado
de cantera
A nuil do i;i;i.i>.
I'i in. i|.iai.i as 8 horas.
Os bilhelcs acham-sc adeuda no escripterm do
Ihealro.
iip.110*000113900
ilin.
3*550
69100
1*150
19300
1*300
1-1.50
1*300
I9IO.3
1-100
1*300
LEELOENS.
ti
376:099*799
Barca
' l'rofcssor de lalim, alravs da porla "de
i Moa varada por duas balas, e por .5 ou
' de mullicad, escapando o professor por um
miamos que a Pruv i.lencia as vejes se ruin-
obrar, viste como urhava-ra elle cm lugar
menle ao liro, segando me informan): i es-
gcral pelas portas, arompanliada de gritos
Ih'-t/nrrcf/am 1,'ijc 2 ile mio.
brasileira Flor d'Oliveira mercado
lias.
llana porlnguexa Mirla Jo idem.
Barca brasileira Sorle dan.
Escuna brasileira San-Josr gneros do paiz
Bri.ue hesfianliol llurre/ viiihns.
Barca brasileira lli/ilra ecncros do paiz.
Patacho ilude/ S. Borlar bacalbo.
Ilu-tii' iimlez .Iritliellii dem.
Barca inuleza 7o.ni or Ijrerpool merradorias.
RENDIMENTO DO ME/ DE ABR
Rell.lillleulu "II..........,
llecel.e.l.uia 28 de fevereir.i
N.i impedimento do cscrivaj
Miranda, primeii*o -
3i:290*72
le 18.53
i est'iivn, /ocio1 Itoilriijucs ile
scriplurariii.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reodimento dodia 30...... 740*015
RENDIMENTO DO CONSULADO PROVINCIAL
llesliliiiees
DE 1853.
376:0999799
115*950
375:983*811
Dirollos
Di.....le
para o
li,.'.
Ex,
Hilo
Dito
Arn
ra
Dila
Preii
Mu
Dila
Selh
Palo
lei I
le consumo.
i por cento
porlos estre
.lili, para os porte
dienle do 5 por ci
incuria de guia .
de 1(3 por c. dos
del l|-'p"ir.dus
Axeiiageni lie I pea
lorias.......
dita da plvora .
do de Ip) parenle
ascalcul.iil.is
il.VCI .... .
lixn.....
iinpern
3li8:398S7
179*530
29100
lioneros
rus du piz.
ero. Iivre..
id das cner-
dos Bastonada
1089(7
331*11
8919;
nos despachos.
cosdespe
> I lulos
xeiity detpai ha
_ riespacahulea cv
Emi.liiinenlus de cerlidoe.
ebanles uera'os .
.i,.- mesuras, - .Mi-
nies e Bjudaulea dot
l:390*53
55*135
i:i229'l.58
1319583
161*386
33*610
509000
NO ME/. DE Allllll. DE 18"
Dircilos de 3 por rente......, .
Direilos de 5 por renli.........
Gq.alazia de 320rs. sobresarra do al-
eodil,.................
Decida dos predios iirbiiiioa......
Mola suri doseteravoa.........
Sello .le herancas e logados.....
Matriculas de inslruccao superior. .
100*000 rt. por cscravo despachado. .
20 |mr eenln (bi consumo de agur-
denle...............
PaSMporta de pulira..........
N'ovus e velhus direilos.........
Imposto de 109 r-. por casa de mudas.
Mullas.................
Juros..................
Imposto de 3 \ I
35:6889380
6:175,9250
938*310
3:786*880
1:653*860
l:Oll.-H2i
8VJ0II0
lll'l-IHI
16*000
I89OIN)
156*351
811-IKIII
20-710
I933J
980-9010
Trlgu .1.
Dilodili
Dltodih
Cevada
Dila das
Mili... il.
Dito das
Cenleiu <
i ri)u
rom
mulle
das ilhas,
do reino.
ilhas .
7*303
69000
!.>50i) _
29)00
,i I9S0I)
pipa 12-'i!iii 169030
38*000 lo.-i)ii
22?IKH) 21,9000
alq.
;(80
160
310
20
2.10
301
2i0
270
lle.!iluc..n.
Mesa do rons
1853.O csrriva
50:0369301
36*760
lado pn
da prual
Jo
vinrial
pira ser
i /./un.
i9.-999*Sa
le abril do
30
lo.
0 (lo llego
'"m-sedignosdosmeiiselin
manliccea o dia ,|0 hoje "
l"\ ii"i lano qc nil,
!l*''lacul,.t.m,l,.,1,|
"""'V'f1.......a-ron
i habitada
,tos.
delicioso c sombro,
pdense enxergar-sc um ct-
reparo, uual foi :o aiiiquila-
ivillios c vidracas das

mesmo correiam
lonoa
[ P>ra os inatiK ,. V. J"*""," IWn-1 eaiavoridoa
""- > l'ara onde melhor llceslconvcio,
n sen ministro cm Vicua, proriirou jiislilir^ suj
indiiela junio dwoulras potencias, dirigiiido-lhca
um in-iii .i'uii.luin. obra prima de lgica o de digoi-
dade.
Corre (pie o l'i.inonlc euula eomapoio da Ingla-
terra e da Ir.inca.
Era Romanada dccilraordinnrio linba iidolugar;
lia vi,i grande divergencia sobre a viagem de S.
santi.laile a Paris para sagrar o novo imperador.
Assegura-se que, o papa ed disposlo a leva-la a
elTcito, porcni que grande parle dos memhroa do
sacro collesio oppoc-so a isso cora lodas os suas
forras.
Por cartas apostlicas de l do marro deale auno
foi S. Sanlidade tervlllo reslabelccer a hierarchia
episcopal na nuil.....la, o po' iem exasperado mal-
lo os pruleslaules d'aqucllc oslado, os quaes repro-
scnlaram ao re conlra e*sc c-slaheleciinenln ; mas
lio do esperar que a rcpresnlar^o dos protestantes
hollaiidezes leona.....esinoresulliiico que a dosi,ico-
leslanlcs inulezes, este lio, nenhuni.
(I consrlhu tederalda Sulssa, respondendu a ul-
inanuladu pleiiipolcueiariu auslriacn, refuta lar-
gamente as aeciiaaccsquc se faz.....ao governo do
canijo de l'cs-ino, suppnndo que elle influir nos
Alfandega dcPernaiiiliiirn 30 de abril de 1853.
O rscrivSo iuleril.i,
Francisco de Paula Confuir* ila Silra.
Imporlacao .
Vapor nacional Macurj, viudo dus porto- do or-
ullimos successos de Milito, edenionslra quanlo sflollc, cuiisiguady a agencia, uiauifeslou oseguinle :
1*800
1.59810
Receila e clraordlnarla.
Indeuiiu-acan do ealrago feilo na es-
runa l.imhia pela barca americana
Mariana..............
37.5:9839819
729160
Rs. 376:0569009
cVos leguinles especies.
Dinheiro. 1.50:51.5-123
A-siimadus. 225:510,7686
Oepoftlo*.
Em balanco no ulllmo de
marco |i. p.......
Enlcado no corrculc mez
Sabidos. .
Existentes .
1.5:8909211
5:51.59151
21:10.5*368
3:909*150
18:09.59918
A'cci seguate* especie*.
.....hoiro..... II 6*29 J
Lebas......17 '
PHAI..A DO RUCHE 30 lili Allllll. DE 1853,
AS TRES HORAS DA TARDE.
Berista semanal.
Cambios Apenas livcinoi nina Iransarcao
lie poquena uipoilauna a 28 i|i
d. por I*, mas nao se pode dizee
ser e.le n cambio regular
Algedfo Enlrarain .521 sacras, c vnden-
se o de primeira sorle csrulhida a
.VK2O0 por arroba, do regular a
.'o'OO c do do segunda sorlo de
1*700 a 19800 por arroba.
Aasurar ----- O masravado fui mui prorurndo e
(ihleve de 19100 a 1*620 |K>r ar-
roba, c hoje mui |Hiuroresladelle
a vender; o branro, porm, u,l,
.../. 11 do mesmo favor, c as ven
dustoiam mais limitadas, oblcnde
a segunda sorle 3*300 por arroba,
a terfeira superior a 29200 e re-
gular de 3*050 a 39100; a quarla
de 19050 a 39003 e a quinta e so-
la de 1*800 a 1*900.
Couros-------------Continua a ser prcurado mas nilo
lia |wra vender, por runsouumle
nao leve pjece'j iiUinia venda
olle'luou-se a 11.5 ra. por libra do
serr salgado.
Azeile doce-------Vcndcu-so o de Lisboa de 3*350
2S1O0 |.,,i j.il.i,,, c odo Mediier-
raneo a 3*300,
Baealhriu -- -- \en.leu-.eum rarregamenln rhe-
gailu de Jersey, acerca de 13,9200
por barrkt; c rulaHiuu-n de 139
. a 119: llcaudo cm ser 7,100 bar-
io reino ........
ESTADO III) MERCADO.
Algodio. Tem-sc elfccluado alguuiaa vendas
para roiisumo.
Assucar. As vendas limitam-seao consumo, no
entente os piceos suslenlam-sc.
Caf. Alaumaa vendas so lem cnccluado paca
reexportar.
Coiirus. Veiiderain-se para reexportar dos sec-
eos, e espichados da Babia o dos salgados do Mara-
nho, Babia c Periianihurn.
Oiiruc. Eirccluaram-se algilinas venda para
reexportar.
Cuaima copal, lie procurada.
Salsa parrilha. Procurada a qualidade supe-
rior. '
NAVIOS ENTRADOS.
Marco 23 briguc pnrluguez San Domingos, ca-
pii.io M. c. Vianna, do Pernambuce em .51 olas,
e.....assucare cuinos; a A. J. do Souza.
dem 26 palacho pnrluguez Boa F, capillo F
tioucalvcs, du Maranhad em 12 diaa, cora gonima
algodao cassucar; a M. R. Lima.
llem 27 barca porluguoza Mica, rapilan B
B. Pamplona, da Babia ein .51 dias, eom assucar c
piassaha ; a viiiva de M. II. da Silva $ Filbos.
dem 110 briguc |H)rluuuez Oliente, eapllo A
N. Ferreira, de Luanda cm 83 diaa, e do Pencan
buco em 53, eom urzclla, cera, o inarlira ; a D, J,
de Furia.
dem Barca brasileira Caledonia, capitn II.
Rodrigues, du Babia cm 15 dias, coni assucar o lab
cu; a M. J. Machado.
Abril I barca nortueucza Amelia.
J. da llosa, du lliu de Janeiro em 63 di
rioa gneros; a ordcin.
_ dem 3 barra porlugucza Leal, capillo J. A.
Carnoiro, do Rio de Janeiro cm 52 dias, rom varios
gneros; a orden).
dem 12 vapor ingloz Tttu, do Rio de Janeiro
Babia o Pernambiiro, em qualidade de paquete.
. NAVIOS A1 CARCA.
Para o Rio de Janeiro briguc portugiiez On;
de Marino, capillo J. 0. Mcndonra.
dem hriguo |iorluguez Incomparaotl, capilo
J. B. Pamplona.
dem barca porliigueza rtica, capillo B. B.
Pamplona.
Para 0 Maraobjo Patacho portuguez Boa F,
capillo F. lioucalves.
Para Pernambiiro briguc portuguez Flor de
.I/seo, capitao J. G. Soares-.
Para a Balda briguo Auna, capitn M. A.
Nodo.
dem briguc porlugiicz Sisne, capiliio J. Men-
dos Jiinior,
Casimir Garnier & Compunhiu, leu-
do de retirar-te para a Europa fa/.eu lei
180 lio por interrciirio do agenteHolceiis, de
"I ludo 1 planto existir no sen tstnlM'leciinrii-
to 1111 ina Nova n. 22, no diasexta-eua 6
de inaio prximo futuro, as 10 lloras da
maullan em poni consislindo em 11111 r-
2-SCD3 pnssimo ipiadro eom rologio, eom ma-
31600 chinwmo que faz tocar excedentes musi-
os, mover jim navio, pastar nm earjo
de vapor sobre timu ponte, moinbo, lele-
grapfio etc. oto., mu ptimo telescopio do
melliorautor, cnixaa eom msica;, rolo-
giot tanto para pai-ede, e-omopara cima
de meza, ealgilietra, oculos de alcance,
ditos eom aros de aro, lunetas, rabeas de
pratae tartaruga para ra pe, ricos adereros
eom podras linas, a neis eom brilliantcs9, '
brincos e allinetosdootiro ele Ici.e ouliai
bejolerias, assim como balances, ferra-
inentns, enrmac5o do mesmo cstabcleei-
mento.
LEILO NA PASSAOEM DA MAGDA LENA.
310 I crea-ledra, 3 de inaio prjimo futuro, fani Ici-
2i0 lAo o iigcnlc Kobcrls, no sillo cm frcnlo do Sr. JoSo
" l-'crrcira dos Sanios, de toda a cnobilia do uso du
Sr. A. I. do Reg Mcdeiros, por ler-sc oslo rclira-
lo para a liuiopa ; consislindo em um ptimo pia- .
no, ricos cortinados, sata, culonas, consolos, me-
sas, lavatorio, camas, marquesas, randiciros, etc.,
ele, assim romo louca, vidros, 'Ircni de cozinlia,
c oulros mullos objeclos que vale a pena o prcleu-
doulc lomar lal passcio.
I.BILAO.
rasso Irm.los facera leihlo de 90 barricas eom
fariuha de Ballimorc eom (oque de avaria cm lotos
vnnlaile dus compradores, boje segunda feira 2 de
inaio, no caes da alfandega.
1011
."Sul
H<>
2l()
AVISOS DIVERSOS.
capilo I,
is.coiii va-
^ I*craunla-M au KSCKIVAO' a mminlade do
Sr. Ilom Jess das Cliaaas, o motivo pelo (pial ani-
lla niioileu a rertitlao pedida no rcqneriinciilo '|ue,
por lesparho do lllm. Sr. Dr.jai/ de rapcIliU c re-
siduos Un* Toi onlciiado : iw doseja saber o
!)< s cnso fr ido.
PEDRO NOI.ASCO BAPTISTA,
convida a lodosos seus rollcgas, profosMres
de msica desla cidade para assistirem a ce-
I. I.i o. 10 de urna mise pela alma 00 nosso
collega o lina.lo Joo dos Res Percha, imi-
i> da cmara dcS. M. o senhor rci l>. Joo ]
Y, e de SS. MM. II os scuhores I). Pedro
I e I). Pedro II, c decano dos profeworea de
iniiuca i\o Rio de Janeiro; bom filbo, he
miau, c bnin amiuu. A cuissa ler.i lugar
na igreja do Cor|xi Sauln celas 9 horas da ma-
nilla do dia 9 de inaio provjmo futuro, Iri-
[ ::i si.iii. do fallcriinenlo do eomuiciuorado.
MOVIMENTO DO PORTO.
Vl insenlrailoi inn/m 30. .
Sojjthamploa tperieriaiermcdios 31 Um, va
Pn illglai lelinl, conlinanilanle C. II. (luslnvv
Mgciros, para e-i
; \V. I
arla : Maliocl
Danson, liudez,
MUTILADO
ltei;.i,las, Brasilcim
pa.~.i|iiille.
New-Voik 31 .lias, hiaie americano l'auline, du
200 toneladas, capillo Sliles Juuior, equipaeeni
O Ur. Lranrico de P.iula Haplla, nao pocn-
dodafpeJir-so possoalmenle de IoiIj os wtN Utgos
c do lodas as pettsoas, a (pioin ilcve con>ideracoes c
respeito, vislu a lircviilatU de wia parlida. o raj*. |-elo
prsenle animncio, ollcrcrcndn-the!* de lodo o co-
raclo seus serxicos no Kin de Janeiro.
--fflmsmmmimr-
Auguslo lre.leiirud'Oliveira,
parlir para a cdrle a lomar assen
senilili-.i geral, como dcpulach aoi
vncia, o mo pudendo despeulr-M |iessoal-
mentede lodas as pessoas que o houram rom
1a anii/ade, 0111 razAo da presteza de sua
vilgOOt, o fin per meio dosfe, e oITcrcre s
mcsinas lUiquclla rerte o seu diminuid pees-
timo, pedindodhes dcsrulpa dessa falta in-
voluni.uia. luun-lo frederko d'Otiiei-
ra. Herir, SO re abril de I&3.
-,.... f*K*^'9rW*K **k "R^"9rJ^!roa^feeW7.*?W>r''i;M
Cesairc Arhille lluiiicsiul relira-te para a 1
ropa,
VENDAS
Veiidc-seiim piclneriniilo do 20, annns penco
mais un menos, proprio para engolillo ou sido : na
ra .Nova n. 18.


1
fe
Vende-se urna typegfaphm com
mil liom prelo, com {laude ou pequea
poirfio de typo, enlates, e milito boas
i-ai\etas ; i-uilim tudo a vontde do
comprador ; cuta' tiio bera montada que
se pode inmediatamente entrar em tra-
li.illiu : na na da I'raia n. 55.
MOENDAS PATENTES DE A. EE. i
DE MORNAY.
.sy Em casa do Rothc i\ tlidoular rua do
i) Trapiche n. t'2 ncliam-sc rnnstnnlcincn- i
7Z le a yenda MACHINAS INTEIRAS E
9 MEIAS MACHINAS de varios tanianhos I
4 desla ronslrorcnfl. Eslas MOENDAS tero |
^ vantagem de cvlrnliir das raimas, |Hir
\9 rima drl POR f-ENTO mais caldo loque
jt as ordinarias, rom a mcsina fon;a motriz.
*#v Aeham-se lainlirm na menina casa TAT-
iji XAS DE FERRO de modcllo superior, c
?7 ARADOS TODOS DE FERRO da acre
if?) dilada fabrica de RANSOM EMAY.
4tt%t ** *% n n.Hi<*
sementes di: hortalizas
Vendo-se sement de bortaliras de to-
das as qualidadcs, chegadas proximamen-
Ic do Porto, por preco coiiunodo : na rua
Direila, venda n. 7, esquina do becco
dos Peeeados Mortaes.
O VERDADEIRO RAPE PAULO COK-
DEIRO.
Na rua da Cruz, venda n. 90, ncha-se a vendan
verdadeiro rap Paulo Cordeiro viajado, do Rio de
Janeiroao Para; osle rap toina-sc inuilo nperior
rom esla viagem que fax, pois o (orna milito cinilan-
le aode l.islioa, croni a falla denle os amadores da
la pilada acharo o recurso no aiinunciado.
Na toja de i portas de miiide/.as da rua do Ca-
bulla tem para vender carias para vollaretc muilo Ii-
ii.is ramudas de lentos para o mesmo a (i.OUt) rs.
un cumlelosorliineiilode franjas, Iranciulias, b-
#os, rendas, c filas de todas as qualidadcs ot Rosto,
loueas de 1:1a, sapalinhos do mesmo para meninos,
balns ngindo tartaruga proprios para meninas de
ncola, un completo sorlimenlodc perfumara,'ngu-
litas fraurc/as innlo finas Innlo ein carleira como
em carnuda, mcias prelas e brancas de leda muilo
siiperiores,luvas de |icllica eseda para seuliura, (ten-
ses de tartaruga para alar cbelo e alisar, rasuraos
de Jaspe a t,SOOra. o par, um cieelleate oratoria
si'tn iinagcns, bandejas de lodos os tamaitos, c un-
iros minios ubjeclos, e por preco cominodo.
Vende-se tres predios de casas, per-
Iciiccnlcsao Sr. Jos Joai|iim Abes Tei-
xcira, o primeiro ile tresandares no bnir-
rodo Itccile, traveua da .Madre de Dos,
ii. 16, O segundo as Cinco Puntas n. 52,
c O lereeiro na rua dos Pescadores n. 57:
ns pretenda itcs tlirijaiii-sr a QJiufr li-
na rua de^AMo n. I i, para
nios i\ C
tratar
V?wii-se taboat de pinlio lar-
{".,a'a Suecia, costado, cosladiiilio, as-
soallio e forro para fundos de harn-
eas: cemento as barrica* e as tinas,
remos de faia, oleo em botijas : aira/,
do Tliealro Velbo.
AOS FABRICANTES,DE VELAS.
Vemle-se ttt le rarnalKi, c firiiia do Rio (ran-
ilciiHiilo sii|H*rior, o por roinmodo proco: Doar-
inuem de D. It. ndrade \ C, rua da Cruz, con-
fionle o i li.il.ii i/ n. 19.
Vpmlc-sc un carro to rodas, palcnlc in^rloz
por prcro cominodo, um Ierren com lOOpallMM
m frente para a estrada da Capuinza rom vanoi |";s
de Inransciras, c um .cande \> le jnquMra, coloca-
do no meio, osprclciidcnlcs, drijani-sc no aterro da
Boa-Yisla n. 17, a tratar com Frederiro Chavea*
Vende-se nina esrrava le meta idade com al-
umnos li;diiliila ra Firmina, ou na travessa da Madre de Ueos ven-
da n. -'.
OLEADA PINTADOS.
Vende-se oleado] pnladoss de ricos padi-oe-*, c
di\crsas larguras, v roeras do menino para mesa,
por prcro muilo contmodo: na iraca da Indepen-
dencia ns. ,, i(, 28 c :U).
PARA O INVERN.
Vende-se superiores bollles de oleado imdczes,
por proco muilo baralo : na pracada Independencia
ii-. ,6,S8e3Q.
A 60JO00 RS.
Vcnde-se cba|)eos do Cbile, finos, para seuliora, a
;lll, llle.'iOjlKKIrs., cliapi-os de castor brancosem pel-
lo, para scnliora montar a cavallo: na praca da lu-
dejiendencia, luja e fabrica de chapos de Jotquim
Oliveira Maia*
Vende-se nina prela crioula ; na rua di Ci-
dria do Recife, casa n. 51, primeiro andar.
: AO BARATO. @
ffv Vcude-sc corles de cbilas de riires seinras, W
0} depadroes escurse daros, pelo baralissimn @
@ prcro de 1,2110, l.ttO, 1,1X10c 1,0-JOrs. cada
corle: na rua Nova loja nova u. I(>. (;
Vcndc-sc um -olimdii de dous andares e solio
silo na rua larga do Rosario n. S.t: os prelenileiiles
ilirijani-se a praca da Independencia n. 17,
Vende-iw cera de carnauba de cvrellenlcqiia-
lidaile: na rua do Crespo n. 10.
Vende-so um mualo moco, bonita fisura, pro-
pi lo para pagem e para o servico de caui|to por ser
boni earrei.ro : na rua Nova u. J.
Vende se fumo da Rabia ullimaniciile chepa-
do. em iHircao e a relallio, |Kir pre^o commudo: na
iu.nl.i >, i Velliau. 100.
Vende-se ou Iraspassa-se una loja /as, sila ein una das ras mala frcqucnladas do
baiiio de Sanio Antonio, coiiiplelainenlc sorlida c
muilo afreguezada : quem qui/er compra-la, dirja-
se a rua da Cruz a. 10.
Vende-se graiva do Rio de tirando por proco
c i.iiiininlo : o* rua da Praia n. :1.
Vende-so una ptima escrava parda.de "i an-
uos, que ciigoinma, eoziulia c cose, ludo bvm : na
rua da Praia primeiro andar n. 4:1.
vende-scun cavnllo rodado muilo liom anda-
dor, c muilo ein conta : na rua daCadcia do Rcci
fe ii. 5i.
Vcnde-se a reliuaco da rua da Concordia n.
1, com duas fabricas bem mouladas c bem afregueza-
daSjWiido una do assucar c oulra de rarvao animal,
o qual be para purificar o mesmo assucar, sen dono
vende por precisar de rclirar-so para a Europa c
julga nlo'ollar inais, |wr isso faz lodo o negocio a
vonladc do comprador : a tratar na mesnia.
Vcnde-se una Ima cama de casal, de lioa ma-
deiro, assenlo de palba e com siia arinacAo em liom
oslado, o -2 banipiinliai de sala, ludo por muilo ba-
ralo preoo : na rua da f jidcia do Santo Antonio n.
j:>, primeiro andar.
Noescriptoriode Francisco Severi-
no Rabello di Fillio no laryo da asseui-
lilca vende-SC suecas com larinlia de
mandiuea de superior ipialidade, ebegada
arjum do Rio de Janeiro na barca Sorlc.
Deposito de tecidos da fabrica
do todos os Santos, na Babia.
Vonde-sc em casa do Domingos Alvos
Matacos, na'rua. da Cruz ilo Recife n. 52,
primeiro andar, algodao transado daiuolla
falirica, muilo proprio para saceos n rou-
pa de cscravos, assim como fio proprio para
redes de pescar e pavios para velas, por
i muilo commodo.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua d*
Senzala nova n. 42.
Neste ('stabelccimciito continua a lia-,
ver um completo sortinieiit de moen
das e iiici.is moni,las para enpcnlio, ina-
cliinas ilr vapor, c taixai de li-iro batido
e coado, de todos os tauaubos, para
dito.
Na rua da Soledade, dcfronlcda labcrna n. II,
lia para vender urna mobilia ein bom calado, que
consta de um sof, una duzla de cadeiras, urna ban-
ca redonda, dous consolas, nina mesa ilrj.mi.ir, lu-
do se veu.de |rque o dono rctira-se para fora da
ciiladc.
Vcndc-sc urna porJo do fallas de cobre usa-
do, asa muilo bom estado, para conccrlodr embar-
rar, i, > ; c lambn una quanlidade de laboas vcllins
do amarcllo c louro : na rua da Cadeia do Recife
n. 13.
Vcudc-sc 20 cscravos, sendo urna linda negri-
nba de idade IK anuos, rccolbida, cose o cngomina
liso, dous ptimos molecoles de idade 20 anuos, co-
zinbeiros, dous ditos da mesma idade, oilo dilos de
idade 22 a ,10 anuos, de lodo servico, c 7 eseravas
mocas, quilandeiras e lavadeiras: na rua Direila
n. 3.
Deposito da fabrica de Todo. o. Santo, na Baha.
Vende-se, ein casa de N. O. Rielier &C, na rua
da Cruz n. t, ;,l ...l.n. han. a.I., d'aquella fabrira,
muilo proprio para sarcos de assucar e roupa de cs-
cravos, por prcc,o commodo.
Aicnda de Edwla Miw.
Na riiade Apollo n. 6. armazem de Me. Calmonl
iV Companliia, arba-sc coiislanlemeiilo bous sorli
nclitos de laias de ferro coado e balido, lano ra-
sa como fundas, morullas incliras Indas de ferro
ra animaos, auoa, etc., dilas para armar em madei-
ra de IikIos os lamaubos o miHlelososmais modernos,
uiarliina liorisoulal para vapor com forra de
Iravallos, cocos, passadeiras de ferro eslanbado
para casa de purgar, por menos proco que os de co-
bre, escovens para navios, ferro iuule/. lano em
barras como em arcse folbas, eludo por barato
prcra.
vcnde-se vinbo da Madoira de superior qua-
lidade em quarlose oilavosde pipa, por proco rom-
modo: no armazem de N. O.lieber c\ Coiiipaubia
na rua da Cruz n. i.
Moinhos de vento
rom bonillas de repino para rogar borlase baivas
de enpim, na fundicail de I). \V. Bouinau: na rua
do Uruiii ns. (i, He II).
A 5,000 rs. peqaeoos, e 5,500 rs. (randas.
Veiulem-so cbapeos deso de seda inule/a de
superior qualidade, pelos procos cima : na rua
doCollegio n. 4.
Vendem-sc rcloj'ios de ouroe pra-
ia, patente ii;lez : na rua da Scu/.ala
Nova u. M. \
JCAa para engenlVpB.
Na fiindicao' de ferro tlox 0- W.
Bowmann, na rua do Itrum, [ssan-
do 0 cliafari/. continua baver um
Completo sorlimento de lakas de ferro
fundido e balido de a S palmos de
bocea, as ipiacs acliam-sca venda, por
pceo commodo o com promptidp :
enibaream-se ou carre);ain-secm carro
sein despe/.a ao comprailor.
POTASSA Sl'PERIOR
\cndem-se por preeo muilo com-
modo, no armazem n. 7 de cues da
alfandega, de .lose Joaquin Pereira de
Mello, ou mi CM-riplorio de Novne &
Comiianliia na rua do Trapicho n. ~>i.
Veiidein-seeiii casa de Me. Calmiuil & C.....-
panbla, na praca do Corno Sanlon. II. osegulnle:
vinbo de Marseilleem calas de II a (i du/ias. liubas
em iiom'IIos e carreleis. bren em barricas muilo
grandes, aro de milasorlido. ferro ingles.
Em cala de .1. Keller iV mipaii-
llil.....i ruara Cruz u. 55, ba pora
vender dous e\cellcnles pianos lories,
de nina das inclboics fabricas, e ebe-
gados ltimamente ta Europa.
AOS SENHORES DE E>'.EN1I0.
0 arcano da iiivcnrao "lo lo Eduar-
do Stolle em Berln, empregddo i. co-
lonias iiijjliv.as e liollandiV.as, eonf (i.
de vanlaj;eiii para 0 mcllioiamcnto !
assueai-, aclia-se a venda, em latas de III
libras, junio com 0 metanlo de empie-
rrn-lo no idioma portiij'iic/,, em casa de
N. O. Ilieber .\ Companbia, na rua da
Cruz, n. i.
Vende-se cera de raruaba, primrira sorle, a
ii?s000 rs. a arroba : na rua daCadia "m Recife n.
III, priincirn andar.
Vcnde-se scmenles de todasasiiua-
lidadcs de liorln I ices, juntamente ervilbas
de duas oiialidades, li'ijao carraprlo de
tres rjliabdadcs, e scmenles de llores as
mais modernas ipie lia uo mercado: na
ruada Cru/, do Itccile, armazem 11, (ii,
de Martina A IrmSo
PECUINCHA PARA ALIMENTAR ESCRAVA-
Tl RA.
Na aclualidade, em que lodos os genoros de pi,
meira uccessidade eslao por preces espantosos, qual-
quer que se proporcione a proco baralo, dovo-SC
cousideraruina necblBCha
4,
Em casa de J. Keller A C. na rua
da Cru n. "), ba para vender, e por
|"iv,. coiihii.kIo. eouros .proprios para
cobrfr canos, ehegndni ultimamenle.
SALSA DESANDS.
i para a bolica de Rarlbnlo-
men francisco desonza, na matarga do Rosario
n. 30. _Eslr remedio nao piensa de elogios para
seicoiiliecido, pois queseu consumo lie a puna mai-
evdenle desua bondade.
Oho,
Vendo-se gess.ocm barricas, cliegado ullimamne-
te:em rasa 1. Keller & Com]iaubia, na rua da
Cruzn. 55.
A 500 RS. A VARA.
111 i i ii trancado branco de puro IiiImi. muilo cn-
corpado: na loja da esquina da rua do Crespo, que
volla para a Cadeia.
Vendem-se vaipietns de lustre, para
caberla de carros : na rua da Scimda
Nova n. 42.
Xa porta da Allandejja armazem
n. 20, vende-se oleo de linliaca, em por-
co es a vontade dos compradores; acode
niilao', i jniinlio ile nuiiicao', e sacras
com la re lo a 4,000 w.
Vcndein-se lonas, brinzai, brins o meias lo-
nas da Russia : no armazem de N. 0. Bieber A;
Conipaiibia, na rua da Cruz n. 1.
Vendem-se osvcrdadeirossellinsinglezes.pa-
lenle. domla c semella: na rua daScnza laJS'o-
va n. 12.
IIOCF. DE IIACORV.
I .I,.-...... receiilemenle do Mamullan una pequea
porcao desle delicado doce, o mellior que ba, lano
pida BUS eveellcnlc qualidade, como por rouservar-
BO por muilo lODjpo em |ierfeilo estado : vende-se-
on casa de Fonlc t\. Irmao, na rua da Cadeia Velba.
Yendeni-se veriliulciro vinbo de
champagne de excedente ipialiilade,
muilo em coiila, para liipiidacao' : em
casa de Bruno Praeger & C, na rua
da Cruz, n. 10.
;.p ;.;;.;;;;:; :.?:;:').; ::;.;::;::";.;;: ?>>::.".:$
VKSIIIIDS DE CASSA A IrMXH).
C-:J Vende-se rorlcs do vestido de cassa de ro- Q$
;:; res enm 7 varas, pelo baralo preco de ltXXl
$ rs., cada corle : na loja do sobrado amarcllo f
0 nos qualro eanlosdarua doC>iiciniado, n. ^'.1. J-;
;;:;::: ;.;;:^:;;,'.':;:;::::::.
Slllo il llU O ;ii|\n^,|ilii (los il |ll.in- ntl iiuj'l
[ii.iih.i to pruceao orphanQlogkOt dpladOstti fdro
brastleiroi para o imo gadM! vpinlc-M' por :*M)oo n. na llvnria n>608
,i praca da Indapendaneiaa
COBERTORES DE TAPETE
Escuios para escravos, a 900, IIOOOelyHOrs.:
na loja da esquina da ma do Crespo que volla para
COBERTORES DE TAPETE.
.Nii nui do Crrtpo n. fi. vende-tetnpefionM roher-
loreadoalsodAo eKuro. proprioa para esn.ivos.ji
*K>- 1*000 re. el#H0cada um, Mm (raneado bran-
co do in'..,.,io paro, ii .'im rs. a vara, carta lo dito es-
curo, i l&W'o cunts., corles da ebila com baba-
dts e barra,a .,^hxi rs., londo l:i eovados cada um,
chilaaescuras dentalas aeguraa, a iw, iwi, o SOOre.
o covadOi Mslim |nolW) macno* o :(?> iionrelo lint), .1.1 muilo lino, ii ^'hmi i-\ o envado, peras de camlmii
(le Mlpicw rom 7 \ara\ a i' iVrlMi, e muilas mais
fansnoaj por menos i>rei\, do que em oulra parle:
na rua lo Crespo, luja n. V.
PAO Cl(\j<
Do lia seuuntlii-feira, .">V
superior pRo crloulo. o mais
Viric tiii ni" de JaneirOi por 1
cliioismo o evitar assim qual
l> ramenle acontece em miras casas, pelo pomo cui-
dado queeniprcgam no Iraltalbo das masas, oque
iiiio succede neste novo establecimento: cslepn
be superior a iiualquer espera, pulanlo, o ralirirantc que as pessoas que
leem i......ansio, na segundaMeira miindem veras
amostras, corlo de que conlinuarflo: un rua zala Nova n.30.
;> ves'i iis a 1^600, e titeo. ;:
'0 Conlinua-ee a vender corles de vestidos 'le j$
riscadinlio francei cores li\as rom l2ro\a- $J
;; do9| I990rs.cada roete; dilos de chitas ;,k
i$ eseiiiiis, a IrHMM) rs.. Iiavcndo porrilo para os- m
@ coltier: na loja do '.obrado amarcllo nos ojua- fi
m Iro cantos da rua-Jo Queiroado. n.S9. i
:;.. ::: ;:: ::-:x:<::;-:::;:;:-::::;::::-:;..;.;
SLPEIUOHDADE E ASSEIO,
Vi nadarla da rua da Sensata Nova n, 30
bclceiuvulo sao lodas as uiassas Irabalbadas
p. ''ii.ismo. para evitar qualquer golatiosuor
que iinento se usa as mais paitaras, por seren
asdilarmasaas irabalbadas bratalmente, oquenSo
aconlece nesle novo eslabeleciiuenlo, ese franipieia
\er o asscio anniiuciado, sendo lodos os das..Mas-
sas frescas o pelos procos SOBUloloS:
Blscoulca ile aramia c de ovos .... KII
Palias da rainlu..........soo
llolacliiubas de aramia pura.....1IK)
hilas ameriranas. .........^ISI
BlscoutullOS de erva-doce......KH
Hilos ile lima..........1IHI
Dilos ile laranja.........UM)
Hilos de familia.........si.i
Dilos iiupcriaes.........SIMI
Hilo- amaines..........um
SAPATOS di: borracha.
Na rua da Cm/, confronto a Mngoela u. :tii, ven-
do-se superiores sapalos de boiTacba, proprios para
o lempo de rbuva, e por i>reco coiiimoilo.
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Yriiili'-srsuperior vnilio 1I11 Porln, riu
li.nrlsilr \., 5. i' S. : no iirir.a/.nn(la rua
Ir l'i'M' n. I l, ou a Iralai
IT.O.
lio correle. Iin\ei n
Ueredilado que ha na
'rviinlialliado por iiii-
ucrygala le suor qm
DAVIDWILUAM ROWMAN. enuenliiin mo-
cnlnlsta t fundidor de .ferro, ni ii i rospeltosamcnie
annuiii ia .ios senliores pioprielaros de emiciihos.
fa/enileiros, c aorcspcilavel publico, qucoseuesla-
liclecimciito de ferro nu ido por machina de vapor,
na ruado Brum passando orliafaiiz, ronlina em
efle-ct o ejercicio, ese nrha romptelameute montado
rom apparcllins da primeira qualidade para a per-
fcila coufcccuOdris maiores pe^as de marliiuisino.
Ilaliililado para emprehender quaesqner obras da
sua arle, David William Bowman, deseja maispar-
tirularnienle chamar a allenrapublica para asse-
Kuinles, por IcrdcllasRrande sorlimenlo ja' promp-
lo, em dcpoMlona menina fundirnA, a quacs con
(midasem sua fabrica podom competir coi* a* fabri-
cadas em paiz cstranffeiro, tanloem prcro como em
OjuaHdade de materias primas e ma de obra, a
saber:
Machinas de vapor da melhor construeaA.
Moendas deennnapara encenhos de todos o* ta-
manhos, movidas a vapor por amia, ou animaos.
Modas de amia, moinhos de vento esotras.
Manejos independenles para cavallos.
Rodas dentadas.
ABiiilhAes, bron/es e rhumacciras.
Ca ilhoof. e parafusos tle lodo* os lamanhos.
Tai\as, paroes,rri\osc bocas de fnrualha.
Moinhos de mandioca, movidos a mao o niaes, e prensas para a dita.
Chapos de (ogMe tornos de farinbi*
Cas de ferro, lorueiras de ferro e de bronre.
Ilonibas para carimba c de repino, movidas a
man, por animaos ou vento*
Prensas Indrauliras o do parafuso.
Ferracenspara navios, carroso obras publican.
Columnas, \ aramias, gradea e portos.
Prensas de copiar cartas e sellar.
("amas, carros de ma carados de ferro, ele, etc.
Alm dasuperioridade das suas dirs, ja' ueral-
menlorerimheciila, Da\il William Howmaii garante
amabeuda coofonnidadecoinos m nhos remetlitlos pelos sen boros que SO limiarom lo
fa/er-lho encommondas, api oveil.indo a oocaslaO pa-
ra amad eco r aos seus numerosos amiuos e freuiio/es
a preferencia com que tem sitio por ellos honrado,
e IMOflUIB lliea que nai'i poupara osforrosodilim'ii-
cfaapara cnnliuuar a merecer a sua contian;a.
IIOTICV
|M posroem creeldo numero do escravos* nao per- ,|(, ixpjti
dorio MU tempo em diriuir-se i Rua la C.uiz n. i; .- ',, ,.
rmazcm, alim de examinare comprar o que ah o I CnptOIlO de .Novnes A tompunliiii
olTerece venda;. ma lo Tt'aniclietl. 5.
sor.
precio i
SADADKS DA MINIIA TERMA
HoiiiiiiK <'.
LETRAS E MI'SICA.
Arraij;i(lis porutnii .scnliora provin-
ciana e IIIS.
AIAHAMIK.VSIS
Vende-se m asade Canlozo Avrcs,
na ruada Cadeia do Hccilen. l.
Remedio especial para boubas e cravos
seceos, continua a vender-so na botica da rua do
Rangel n.64,que foi lo finado Sobastiao Jos dd
Oliveira Macedo.
Vendem-se Vmlio de cli*m'pngne
upe ior qualidade : em
GRANDE FABRICA DE CHAPEOS DE
RCA DO COLLEGIO N. .
J. Talque faz stienle 10 rospeilavolpublico de
Pernamhurit, e em parlirular aos seus IraflaeSOS.
que acaba de recober i\t^ Pars, como do Rio de Ja-
neiio, da fabrica le l-aUpio limaos, um lindo e
completo soi limenlo de chapeos de sol de seda o le
pamiiiibo, tanto para homens como para seiihoras.
loado para os prfmeiros um osrolhido sorlimenlode
chapeos de sol com caboa Intoircos os mais lindos,
que tem vimlo em carica I urasili versas, ditos do c.in-
M.i, etc.; grande quanlidade lo sedas e panninhos
em peca pera eobrir armae^ea servidas, as pie fnrem
de ferro, envernisam-se que iieam novas; baleJas
lanzas, estrellas c te aro para esparlilhos o sesudos
ile seuboras, bonualas bonitas ; cnbro-se o cuncer-
la-scliHla o qualquer qualidade le r lia pros de sol:
todos os objeclos cima meuciouailos v eudem-se om
pnrra earelalhopor menos preco que em outra
qualquer parte.
ATTKNCAO".
Na rua do Crespo, luja da esquina (pie volla para
a Cadeia, vende-se panno liim prelo, a 39200* 3KS00,
:>^xx i- li.-'HKi rs. oi'ovado. ilii'i verde muilo bom,
a :l3000 e 1*00(1 rs., azul, a ?nHIM), :wk e ^NH)
rs., c muilo. luperlor, a ."i^TiOO, lencos de seda blan-
cos dos mais liims (pie tem apnarerido. a ||000rs.
Cada um ; ha tambera um lindo sorlimenlo de caso-
miras de cores e prelas, sctini prelo, sarja hospanho-
la, e miras militas fazendas, por preco commodo.
DEPOZITO DE CAL E POTASSA.
No armaum da rua da Cutirla do
Ki'i'il'i' ii. I :i, lia milito superior ral de
Lisboa ein |>edra, assim como potnssa
Cnegada ulliiiiaiuente a preros milito
ra/iiaveis.
Vendem-se -relogios de onro, pa-
tente obRS, os melliores que tem viudo
'I'
legitimo, e de
casa de Keller
iliialulaue
& C, rua da Gnu n.
56.
a este nervado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em rasa de Ras-
sel Mclloi-s & Comrfanliia, na rua da
Cadeia do Recife, n. .
Vswlem-ae saetas mu farollos, a j00: no
armasem n. I do caasrlaalfiinilfa.-i.
Vi-udc-sc lencos e luallias do labvrinlho; rjie-
aadaa acora o Araealyvpor pracjea paratas, e bolas
Kilo |.iTc;ii de 196(10 cada par: na rua da Cadeia do
erile, ii. 49, primeiro andar.
Vendo-se duas canas lernas, edlAcailasha pti-
cos anu.-, silas n:i Iravessa da na Aogaski Dos fun-
losdii snbrudo dn Si. Jos Mari, de ns. I e :), as
i|iiacs rein leu i iiiciisalineulf 179(100, qnaai I I (i por
ieiili.,iuine' .1" sea valor: I halar na ma da Sole-
dad.', rasa ii. 12, confronlG a yenda n. II.
VINHO DE COLARES,
Vende-se vinlm do Colares enuarrafailo, Oncaiuf
deunudu/ia: na rua da Cadeia da Hecife n. 18,-
ptimeiro andar.
PollIHH l'M i M lili
No antia^ deposito da Cadeia Vellia n. i >.. estele
una pequea porcafl de potassa americana, clieaada
reccntemcnle tpic por superior i valisarom a da Hus-
sia : vemle-se por prcro rasoavel.
SAPATI.XHOS l)K \.W.
Vende-se sapalinhos de I i para ciiaucas, os mais
bem Icitoa poaslveis, C por preeo mais baralo lo pie
em mira qualquer parle: na ruados Quarlcis n.
21, loja leiniude/asdc Cru/i\ Haslos.
TALA6ARQA PAKA BORDAR.
Vende-se talagarca para bonlar, por preco mais
barato do que em oulra quahpier parle: na roa do
Qoerlels n. *2i, toja de miudcaao le Grus Bastos*
jaamsaaatm mtmwmmnFm
Vi'iiile-se lio (le alj'ndo da Ha- em
lia, por prero commodo: no es- &
iriptiirio deNovoes & Companhia, v,
na rua do Trapiche n, 5-1. ^
JAHIMIA DE MANDIOCA
Vendo-so por preco commodn : a bordo la oaciina
Sofirtlude Feliz, ou ao lado lo Corpo Sanio, loja de
massamea n. -."i.
PARA SENHORA.
Vende-se chapelinas do seda para seuboras, das
mais modernas, ditas para meninas, por mais baralo
preCp doOjoe em entra pialquer parle: na praca la
lndc|HMidcuci.i n. J1 a :((>.
TELESCOPIO
cm casa de Casimiro (aruier, rua Nova, vcndc-sc
por prcro muilo baralo.
" RAPE PALLO CORDEIRO.
Vi rua I a Cadeia do Kecifeloja n.O, de Cunda &
Amorim, vende-se ImjIcsc meiosdilos de rap Paulo
Cordeiro.
PIULAS VEGETAKS
Conlinuam a vender-se om casa de II.n lliol.......u
l'i.iiicis.ii de Si.ii/.i. rua largn do Kusario n. 36.
Vende-se presuntos iinilcc muilo uovos para
liainlire, lalas rom uolacliiiilias desodo innlen.quei-
jos depralo, conservas muilo novas, scmenles do lo-
das as qualidadcs de liorlalice, cliegadas iillimainen-
le: na rua da Cruz n. 46, dcfronlc do Sr. l)r.
Cosme.
\'eiiilein-se lonas, mniloem conla : no arma-
zem de Pos llrnlhei ~: Da i na da Cadeia do Hccifp,
n. G. .
Vi'iiili'-sr Mina esrr.iMi para cozi-
nlia, niina, ilelimiila gtlPB, SCII1 arliatjue
i: milito diligente no servico coziulia
solfrivehnenUl, la/. Iwlinlios e doce denI-
l'iuiias ipialiilades, diri-ja-se a rua da U-
ui.'iii. segunda casa desoto.
HOMEOPATHICA
ll ROA l.\S CRUZES 28.
Dirigida por iimplitirinttrcufirn approi'/itlo
Este i^lalieleriiiieiiln possue Lodosos ine-
dieameiilosal atinra e\|>erinienlailos, lano
na Kiiruparimn un Brasil, e prenaraoos pe-
las maeliiiias da iiivenea do llr. .Mure.
Carlcirasdc I:.' iubosal !(>(>, por oreos va-
riaveis, contorme a i|iiali quanlidade dos remedios e suas d\naini-
25:000 RS.
I MA CARTEIRA com s *>S prlnclpaes
remedios lionit'npalliir(se3 ultras diITerenles,
udis|reiis;iM'is para os priucipiaules que se
uiii/erem convencer davenlade da ora me-
dicina ; conlendo alera de mullos conselhofl
clnicos, a palhoueuesia de 18 melicamen-
los.
Tubos uMiIsosf eaila um ) .... iiXXHI
Tinturas de ledea.osi*H,deaDMnlos *i fea:
eos/A ?,' onra..........- ^**H1
Aa mesilla botica enconlrar- e-h um urande sorlimenlo de livros 01 SI porlu-
Cue/.e france/., e emlim linio quanln'l'ie ne-
cessario para o estmlo e pralica da homcocHa-
Iliia.
A. Ii. REFORMA&l-SE GRATUITA-
MENTE lodas as earleiras vemlidas noes-
laheh'ciinenlo, cojos remedus, pela huinida-
de ou |mr qualquer oulra causa, lixcrcmsi-
ffi do deteriorados.
Ao lorie do Mallos, lerronlu lo arma/eni do
Sr. .loaquim Francisco le Alm. vcndc-sc bous la
b\riiilhisaceuladoem boa cambra ia de linho, ebo-
lins por barato preco.
Vende-se um carro de 1 nulas cun arrcios o
cavallos. ou acm ellos: na na da Cruz n. 38. em
casa de Scliaflieillin i\ Companbia.
AO BARATO.
Na rua doQuelmado. loja n. I1, ha para \emler
cbilas eabodlnhas cores usas-a t^NXirs. a peca
corles de casemiras elsticas goslos motlcri'os a .V^MK
rs. o Corte ; para acabar, brins largOfl de quailros, a
20 rs. o envado, he proprio para diversos mislcres.
riscados franceses, e chitas largas* a lili) rs. o cova-
do, esleirs da Inlia larcas, .i -_-shi i -. e oulras fa-
xendas. por preeo mdicos.
Vende-se um carrinlio lo i rodas com i assen-
senlos, sendoS para menlnos.com l|ncae varan pa-
ra I o 3 cavallos* om mullo bom estado por ler sido
fabricado a anuo e meio, por proco commodo: os
preteodeules dlrUam-se ao aterro da Boa-Vista n.6(
segundo andar, das ti as 10 horas da mauhaa.
LANS PARA BORDAR.
Vcndc-sc laas para bordar de todas ascores, Inclu-
sivamente branca e da mellior qualidale poxsivrl,
por preco mais baralodoquecm oulia qualquer par-
le J na rua,dos Quaitcis n. 2, loja de miudexas de
Cruz (\ Bastos.
.Na luja de (1 portas em fenle da eroja do l.i-
vramentOi vcnde-se cbilas le cores com muito bom
panno, a 7 vllllens o OOVado, riscadinho Trance/,pa-
uroesescuras, a mcia polaca o covado. alpaca le co-
ros lisae de quadros, a l vinlens o covado, lencos
blancos de cambraia, dilos com barra decores, a mcia
pataca cada um, ditos de meninos, a 1 vintens cada
,,,) um, chales de laapretos para lulo, a SjOOOrs.cada
na um. i
ni A DA CRUZ N. 13.
Vendo-se na rua da Cruz no Recife, arma/.em n.
13, alm de oulros ueneros, os seuuiutes :carne
saloada em barris. cobre em tblhapara fon, remoi
de faia amcricam>s,deodclinba;a cm barris, tinta
verde em lalas, a 160 rs. a libra, dita \crmclha, a
ld(l rs. n libra, cabos de linho de Unas as t'rossuras,
a SfflHK) rs. o quintal.
QUE PECUINCHA!!!
Vende-se uceas com familia a peerodeSSaBOOre.
cada sacca: no armazem da rua do Kanuel n. -2.
I M SIMO E I M TERRENO.
Vcnde-se um silo na eslratla que secue para Re-
te, na ciicrn/ilbada entre as de Santo Amaro e
Rosarinho, e Ironleire ao do Exm. Sr. vbconde le
lioianna, enm casa de vvenda de pclra e cal, ca-
cimba, portan, arvores fructiferas, c lodnemriKla
rom cerca le limociros, cun bom e prodiicMi ler-
reno c urna pequea baiva: o mesmo sitio lambcm
se Nypothoca, O com elle se faz permuta por casa
tiesta cidade: lambem se xende um lerreno ncsla
cidaile, uo logir dos Coellms, na nra chamada do
Jasmim ou I'razercs, proprio para se edilicar urna
casa terrea reiuilar : quem pretender ipiaIquer des-
tes negocios, pido dirfgir-se ao aterrona Uoa-Vs(a,
toja u. 58,
AOS SUS. ALFAIATES.
Vemle-sc os mais ricos o modernoa boles para ea-
Mcas e palitos, tanto de letim pretu lisos, como la-
trodos, c (mi preco mais barato ilo.pie em outni
qualquer parle : na rua dos(juarles n. _'i, loja de
miudezits le Cruz ,\ Haslos.
PARA QUEMCOH POICO DIMIEIROSE Ql'l-
ZER ESTAREI.ECER.
\endc-se a lalierna do paleo nu Iravessa do Pa-
rallu rom ui,inlcpiinlal, s lo fundo, muilo propria para quem tem familia, com
poucus fiimlos, e liem acreditada para a Ierra, faz-
se ueqoeio |>or seu dono ter de ir tratar de sua son-
de: a tratar na mesma n. 'JO. N.1 mesma se dir
quem vende um joco de pisbdas de alffilK'ira, pa-
lale Ingles, um srande inappa nutico em perfei-
(o oslado.
HARATEIKOS, VINDE AS PECHINCHAS. "
A tft*l rs. corlas de casimira de algodSo, m-
h iic- claros e escuros ; a KHO rs. o covado de alpaca
CO*n mais de vara dclarBura e muito cncorpada,pro-
pria para hbitos de haden o ventidos, e mantas de
mueres ; a W) rs. o rnvado de risradinlioa de li-
iilin-Jtdiiilos padres; a lKH) rt. corles le cassa du-
la ; a .VjOrs. pc^de dulas escuras o a litio \iido, e ouhas umitas fa/endas novas Mas haralis-
sjmas : na rua do yueimado loja de J. P. Cesar n.
Vende-se urna prela de nac.lo, cozinheira, faz
doce, cngumoia, e ensaboa : na rua Direila, casa
u. (i.
Vender baralo canoas de carmenar ana, un
lias emlHiiii uso: na rua das Triucliclras, junio ao
nicho.
Vcude-se pos do eoquoiros pequeos, a Ot) e
320 rs. rada \>r : omSaa/o Amaro, junio a ifreja,
ou n.i rua dasTrincheiras, junio ao nicho.

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~5
e*a
5
1
0
o
K
I'AO CRIOLLO.
Na padaria da roa da Sensata Velha u
rnado Vigario, deuoailo n. 6, vcade-se i0AS
superior a lodo qoe (em apparerido al luje .%
raik) comq o j annonciado e por niarhina hr.l !*
DEPOSITO DE CAL E l'OTASS?'
Cunlia & Amorim, receberam pelo ultimo w
de Lisboa barris rom t (fy do superior r.il cm *J
para 11 r.ifirico da assucar, c veodem |Kir inein
em outra qualquer parle e para fccliamenioj,"
las um rcslanfo de polassa ameriran,i m r0'*
Cadeia do Reelfen.O. ,n>to
OlsoespeciReo para curar a caspa e m.
servaro cabello, conlinifa a vender se na booi
da rua do Rangel n. 64, a 640 rs. cada vidro/'
Vende-se o muito superior vin|j
fi-nncez," branco e tinto, um barris, chi_
rjrfo nitimnmente ; e gijjos di: cliarnpjj
ne, tudo pelo preco o mus roimnmlc pr
sivel: na rua aa Cruz n. 2(i.
ATACAS DE CORNALINA.
Vcnde-se alaras de cornalina, de lodas as rorati
mais ricas possveh, e por preeo oais baralo .loi
em oulra qualquer parle : na rua dos (Ruarle.
21, loja de miudetasde Cru Baslos.
ABOTOADURAS PARA COLI.ETE8-.
Vcnde-se aboloaduras de diversas qualidadfs ni
rlleles, bem como bolOes de cores para eiifetiJ
vcslidos, por prc^o mais baralo do que em ooin
qualquer parle: na rua dosQunrlcl* n. ai, Icijji
ni 11 i.lr/,i- de Crua & Baslos.
Vende-seou ariemla->c nemienlu. Trl.-r.iiJ,,
dislanlc desla nra^a duas leguas c mcia, nmeaiaj
crrenle, com boas mallas e Ierras de planlarao, h
casa de venda, c animaes de rola : os prc'leooW
les 11 rij.iui-o ao lereeiro sobrado da rua do Kan,
des.
Vende-se um oplimo violio de cucllenle u
um melliodo para violio por Caruli, 1 rclogju pain.
le suisso com mostrador coberto, um niellioilo -,|v
jo por Kodolplio : na ruado Aramio da Boa\isti r
I, loja.
Ner;ocin-se para Ikjuidario de cutJJ
tas osM-guintcs predios:um sobrado ri
dous andares com sotiio na rua IM!l(
V7, urna casa terrea com quintil I |uirao
rio na ruado BemQca, passagem da Mae.
dalena n. fl, e um terreno com iiiiatro
fi-entes no (im da rua Bella junto nono
os pretendenles dirijnm-se
Quarteisn. 8, do meio din as
AMICI 1I1ADE V. SI l'KHIOKIDADE
DA
SALSAPAItUILIIA DE BRISTOI.
sobre
A SALSA l'ARRILIIA DE SAMIS.
Attencao'
A SALSA PAHIIII.il A )E BRISTOL dala des
le IHJ, b tem ronslanlemenlc manliilo a sua re-
planlo sein uccessidade de recorrer a pomposos
ailttujicins, de pie as prcparnr',es de mrito podent
lispens.ir-se. 0 SOeetlM do" l)r. HHISTOI. tem
brovoeado inlinilas imejas, e, entre oulras, as dos
Sr*. A. H. I). > m.1-, ilo New-York, prcparalorcs
e proprictarios da sal^a parrilba coiiheeida polo no-
me de Sanos.
Esles senliores solicilaram a aueucia de Salsa par-
rilIKi de Hrislol, ecouio n.lo o podessem oblcr, fa-
bricaram una imitaran t\c Hrislol.
Ki*-aipii i caria que os Srs. A. H. D Samls es-
cieveitain ao Itr. Hrislol no lia 90 de abril de I82,
[pieye ada em nosso poder:
.sr. Dr. ('. C. frisiol.
falo, i\*c.
Noaso awrectavel senhor.
Em lodo reuni passado lemos vendido f/iinnti-
dadet romidemvob do CSlraclo de Salsa parrilba do
Vine, c polo quV ouviiuos di/cr de sua* rirfuffe*
aquello* pie a tem lasado, Jolgamos que a vendada
lila medicina se ausiNentani muitisximo.. Se Vine,
qui/er fazer um ron!-*iiin comuosc.i, eremos que
nos resultarla multar.. "cm, tanto a nos como a
Vine. Tennis muilo pra/i Vmc. nos responda
sidire osle BSSUmpto, e s. ir. \ier a esto cidade
I.Kpii a um mex. ou colisa s'emelbanle, leriamm
muito praxorem o\ercm nossa^ botica, rua de l*'ul-
loii, o. T'f.
Pleam as ordons le Vmc. seus "uros servidores.
(Assimados) A. I. i). SNhS.
GONGLUSAO.
1." A antlnoldade da salsa parrilliavde Hrislol he
claramente nrovada. pois que ella dala disnie \k\-2,
oque ii de Sands so appareceu em IH.2, pocu na
pial esle droguista uiiiHmde obler a aienciado IM.
Hrislol.
2. A superioridade da salsa parrilba de Hrislol
be inconteslavel: polsque nao olislanlc n concur-
rencia da de Sands, ede urna porcao de oulras pre-i
paracAes, ella tem rnanltdoasua repulacaoern qua-J.
si bula a America. \
As numerosas experiencias leilas com o uso da
salsa parrilba em lodas as 'iifennidades nrsiuadas
pela impureta dosansuo, en bom evito oblido nej
la enre pelo IHm, Sr. lir. Slgaud. presidente
icadeinia imperial le medicina, pelo illostradoj
Im. Antonio Jos IVivutoein sua clnica, e el
llamada casa de SBode na OambAa, nelo I Mu J Si
lr. Saturnino de (Hlveira, medico do eierolro, Q
por varios oulros mdicos, permilleiu boje 0r pro-
clamar altamente as virtud eflleatesila si
rilha de Hrislol. \enfle-se a 5|000 o viilro.
Visto achar-se le mivoaberla a Itolica do Sr. J
st; Marhl Uoncalvos Hamos, na anliua rua dos (Juar
leis, mudoii-se mira \cz para all o deposilo da sal
SB parrilba de Hrislol.
KOB LAFFECTEUV.
() nico au/orisailu por tlerisiio ilo ronselho real
r decreto imperial.
Os mdicos dos hospitacs recommendam o arrobe
l.allcrlcuv, como semlo o nico aulorsado pelo uo-
vernoe pela Keal Soeicdade de Mcilicina. Este me-
dicamento d'um oslo airadavel, c fcil a lomar
em secrelo, esl em uso na mariulia real desde mais
de dii anuos; cura ratlicabnculi^ em |Hiurolempo,
com pones ilespe/a, sem mercurio, as afleccoes la
pello, impinu'cns, as conseque nc i as las sarnas, ul-
ceras, o os accidentes dos parios, dn idade crilica c
la aerimoiiia hereditaria dos humores; conven) aosi
ealbarros, da bcviua, as coulrar;0es, c fraque/a
dos orgRos, precedida de abuso das IngocoOes en le
sondas. Como anli-sjphililico, o arrobe cura cm
pouco lempo os lluvos rcenles ou rebcbles, que voj-
\ein inccsMinles sem cousequeneia do cnqireuo da eo-
paiba, da rulH'bn, ou das iiijccc/tcs que represen-
tan, o virus sem ueiilralisa-lo. O arrobe l.alieclcuv
be especialmente recoinmcndado contra as iloeu;as
Inveteradas OU rebcbles ao mercurio c ao mdurelo
le potasio. Vende-se cm Lisboa, na bol ira de Hnr-
rsl, e de Antonio reliciano Alvos le Azcvcdo, pra-
ca de I). I'i'.li.i n. N8, onde acaba de cheuar nina
uramle porcao de carrafas grandes 0 pequeas, vn-
das lirectame.ile de Paris, le casa do Sr. llov\eau-
l.alTectcuv \, ru Hicbcv h Paris. Qiformularios
dam-sr ralis em casa do agente Silva, na pra;a de
1). Ped o n. 82. No Porlo, em c.isa de Joaqun,
Ara ojo; na Haba, lama \ Irmos; cm Pernam-
buco, Soum; Hio de Janeiro, Kim-Iio t\ l'illios, el
Morcira, loja de drogas; Villa-Now. Joo Pereira
deHantei Lcle; Kio-Grande, Francixo do Pau-
la leb i\ C
MOBILIAS DE FEHHO,
como aejam, cadeims de dilf^rentca mol-
dos, mesas csnfa's, tudo do mais modrr-
lo Rosto, viudo de Paris: vende-tc na na
iiiiCrii/, n. 10.
|*. V|I.,M,|| ,,1. *.11\ 1.1111111 II
e so uaaun dessjarcssi
oiilri^AiT.i.i iii.imiI,i!
fabricaiTes como Icm d
rua lio*
> lloras ib
taiijg, ou na rua lajfja do Rosario n.jl)
SAVDS.
SALSA PARKILHA.
Viccnlc Jos do Brilo, nnico ancnlp ont IVrnnn
lineo de B. J. I). S.iihIs, chimico anirriranu. f,n
Mico, ipn- Icm rhcaado ca prara unta craml
por\'3n de frasco* de salsn-parrillia de Sands, n
s.lo vcrdadciranieiilc falsifiradiis, o proparada iv
Kio pe Janeiro, pelo ijne se devem leaulclai "> en
-mili.Inri- do lo precioso talismn, ' ....... lomando as funestas conscqiiein i.is mir ^ofl
prc cosliiniam Iraier os medicameulos falsifirai
i'l.iliiuiidos pela mo d'aqiielles rriic.aiili.iiii.iii -m
inlcrcsscs aos males c cstcaaos da liumaiiiiladc. I'.t
lauto pedo para que o publico se pona li\rat del
fraude e disliima a verdadeira salsa-|iarrillia d
Sands da falsificada e rerentemente aqui rliroSi
o annuncianlc raa ver que a verdadeira \t
uniramente em sua liolica, na rua da ConrcidoS
Hcric u. 61; e, alm do rcrciluario que aro'mp
nli,i cada frasco, Icm cmbaixn da primeira |,i:u
seu noinc impresso, esc adiar sua firma cnin
niisrriplo sobre o iiivollorio impresso do
frasco.
FUNDICAO D AURORA,
Na fumn;,in d'Aurora arha-ae roiislanlcinonle il
completo sorlimenlo de marliiuas de vapor, l,inl
falla romo de baixa- presso do modelfei ss imi
ap|irovados. Tambcm se apromplam de enromme.
da de qualquer forma que
niaior presteza. Habis
para as ir assentar,
roslumc nflanram o pcrfeilo trabalbo dellaa, SSSN
ponsabilisan por qualquer defeilo que |HKsa Bdl
apparecer duranlc a primeirasalra. Militasinarli
as de \ apio conslruidas ueste eslalielccinieiito t
oslado cm roiislonlc serviro uesla provincia 10,1
o al Hialinos, c ;<|.....,is em ciiuido mu issiM
cantes reparos, e alRiinias al nciiliunsalisiilulaiiia
le, arcrescciido que o consunimn do couliiisliiellN
mili inronsidcravcl. Os senliores de cncenlin, |
c oulras quaesquer pessoas que precisaren! de ntt
cliinismo s.1o rcs|ieilosaiiienlc convidados a
eslabelccimcnln em Sanio Amarn.
Na rua Nova n. IK loja de M. do A. Caj ki
sempro um Brande sorlimenlo de obras feilas ilcloB
uarias; ramisas brancas finas rranrezas c de rores
rba|)cos francezes linos; dilos de huela d'alia tare
brancos, cor do chumbo, prclos e cor de lindo, i
mais unos que lia no mercado ; dilos de sol de seili
um sorlinienlo de pannos linos e nierini'is de lodl
as coros ; brins branros c de cores Y puro ILulio.
do oulros miiilos padres ; lencos de seda pan ''.'
uibeir.i ; dilos para Bravata ; suspensorios; tonr-B
para montara de senlioras ; ditos para liomens; |le
Ids; calcas e jaqnolns para pequeos ilc III ii 12
nos; um erando sorlimento de paletos de todas aseara
i'OiiaJidades. Kazem-se.vniliilosnara scolioras moiilt
rcra a cavaTlo de uierin de qualquer cor ilc firjslri
."ilrslioo rs. Ilaiim sorlimenlo de rliarulos linosrlie
liados da Babia, c oulros mais baratos para ar
enilim o fregaos que entrar nesta loja,
promplo de um tacto romplelo, Irazcndo sempre 4
-nM'i n.i.li.i do mundo o scnbor dinbeiro.
Charutos de Havana
Os nii-lliorvs (fue teera viudo n csH!
ncrciido, veaem-*e contiiiuailaiiiciiti'
i'in casa de Ilriinn Prarger & Conipaft.
lila, na rua da Cru/. n. 10.
ESCRAVOS FGIDOS,
TAICJIAS DE FERKO.
Na fmidinio' d'Aurora rio Siinlo
Amaro, c lamlxm no DEPOSITO na
ma do l-inu Iojjo na entrada, e defron-
te do Arsenal de'Marinhi ha' sempre
um rriuide (orthnento de IhcIms lano
de fabrica nacional como ettrangeira,
batidas, fundidas, grande.; pequeas
razas, e fluidas C lili iiihImis OS lii.;aii'
etUtetn quindastes, pora carregar
lioiis, OU carros livrrs d despeza.
]ii(i;os sao' os mais commodos.
ca-
Os
IH-apparcccu da companbia de seu solilmr un
cscra\o de nome Filippc, com os siBiiacs sc^iiiiiles
allurareuular, rorpo seceo, alguma colisa e-pailan
do, cabellos prclos cacheados, olais prclos, sobran
relbas prelas c rnrresadas de calicllos, rosto sccm
nariz, afilado, barba c buco pouco, bolando-se H
lido pddo acbar-sc cm cima de una das soliraneelhi
nina pequea ricnlriz de um ronce do eavalk), riieaj
Imorcna nao muilo fechada, nemas seccas e cabella-
l,i-. |ies seceos, li.'iii feilos cueilos compridos: iIi'h
^JlMr^XIO rs. a quem for enlrcga-lo a Francisca !
Koclia Wandcrlcy, scnbor do enuenho de I- i'i.i".1
ua comarca de Porlo Calvo do A laaoas; o qual es
rkawi sup|M"ic-se cslar aromado nesta cidade.
^ Ii.-.ii>|..o...ii docngenlio(ainceieAoNova, fie
taiezia da Escada, nos flns de outubro passado un o-
eraio de nome Joaquim, cujos signaos, sao os seuuin-
(es: nlliira regular, cor hem prela, c,ibei;a i ''].......
i''-i,i grande, eluzdia, olhos pequeos, SiMUBolaefl
rosluma andar de barba ftitn, regula ler Irinlar
lanos anuos de idade. Em sua fuga proruroii MJ
IHm. Sr. professor publico da villa do Liinoeim Se
vecino Alcvaiidrc Villnrim, aoh rujo anniuirio
procurado, mas anlcs de sua enlrega ao imitador,
eoiiseguio evadirle ; e al o prsenle ufni ba milicia
cerla, apenas consla ler sido visto em fevcren
feira da Podra, onde mais ou menos perlo supoeni'
se eslar. Hoga-sc |mr lano a sua captura a qual-
ipier pessoa, que n queira fazer, leudo delta milicia,
e sobro lod-aa aulordades p..|i. i.ii-, c aos Srs. ra-
pibles de campo, se prometi Iwa recompensa.
Hosnpparrrcu do cngcnlio T.npiara, 00 da
i'i de abril do correnlc auno, rom dircero a ra-
pilal de l'iMii.iiiiliniit. um escrio de BJM to
Ionio, de idade do 30 anuos, |iuxo mais nu me
nos, com os signaos soiaiinlos : estatura rcgiu
lar, ror|w mediano, cor rula, cabellos Corlado) in\
pnuco, o branco dos olhos amarcllo, o andar han
'ciro, a perspecliva de espanlado, veslido coi|ra
misa e ceroula do panno de algodao da Ierra e rlia-
peo de | i,i I ha velbo: roga-sc as auloridadcs puluae
c eapilfles de cnmiio a apprebcncao do dito escraio,
acnlregar-sc no Recito ao coronel Kranrisro Jlanie-
dede Almeida, e nnengenbo a seu scnbor l.uiz Ig-
nacio de Andradc l.ma, que scrio licni reroui|iensi-
dos,
Desapparcccii no din 0 de abril do rorrcnlean-
iio, dociigcuhoJurissaca, o negro Eotebie, oipial
representa ler a idade de 10 anuos, lie fulo, baivo,-
o alguma cousa barbado, conservando toda a liarln
grande ; sabio rom camisa e caiga dealundaii liras,
eo: he pcrtenrenlc ao Sr. coronel Benlo Jos l.eine-
nha l.ins, earba-se eomprclM-iidido no arrinilannii-
lo que este scnbor fez daqiiellc engenho ; omle-
quein o caplurar, o poder entregar, ou nota pia-
ra ao Sr. Joio finio de l.enios Jnior.
No da Ti de abril desappareccii nina mdala
ja.....no Benedicta, da idade do 30*ono*,,|HioHt
mais; lviui vestido de chita escora cool un rlialO
branco le listra arosata, tem uosi penis "l'1
da de erisipella, e cabello corlado: quemaappr*]
hender, aiieifa leva-la ao Furto do Hallos, na pre0|
sa de JWi Ribeiro ile Brilo.
qil
nu
de
pn
da
pe
bal
jul
MU
ipl
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nu1
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o. 5
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-riaui
levaj
estvl
jul'g
nella
henil
rada
eipli
wiTi
nipi
recoi
A
renci
recia
mpi;
pene
Peni
So.
ira.
\c
MUTILADO
ILEGIVEL


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