Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03160


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Full Text
no*1
DI 4 RIO
m*km anniii ut IBOtf.
N. 96.
PEMMBlfCO.
>L
nifO DA SUBSCRIPyAO .
.iihscreve-sc a iSDUOO por auno, e 4000 por
quarlel pago adiantado, c JJO por quarlel pago
voncidn, na casa do cu proprielario, M.Figueira
de Paria, na praca da Independencia, ns. 6 o 8, e no
Hio de J. casa do Sr. Joao Pcreira Marlius.
i t F, Duprad.
Jos Rodrigues da Cosa.
oo Jonquim Ignacio I'ereira.
o o o Amonio de Lcnios Braga.
ono tjulherme Augusto de Miranda
ooa Joaquina Marques Rodrigues.
a a Justino Jos Kamos.
Il.llll.l
Macelo
Pvahibi
Natal
Ar.ic.ily
Ceara'
MarauhaS
Para'
CAMBIOS DI IB DI ABIUX.
Sobre Londres 28 }i a 28 'I,
* Paris, 335
Lisboa, 95 por renlo.
Ouro. (Incas despalilllas. ,
Moedas de 69400 vellias.
a de 6100 novas .
o de 4*300
Prata. 1'alacQes brasileiros. .
Pesos eolumnarios .
o mexicanos .
Acedes do Banco. .
Descont deLcttras .
fc-H!
. 298500
. 108000
. lBOOO
. 9JO0O
. 19940
. 18940
. 18800
. lO?
.I0al2
NOTICIA IITHUiainUI.
Portugal. 21 de Mar. Austria. . .1 de Mar
Hespanlia . 7 de Suissa . . 3 d* ..
Franca. . 8 de d Succia.. . . 1 de ii
Blgica. . . .1 de Inglaterra 11 do
Italia. . . 1 de E. Unidos 19 do
Alemanha 4 de o Mxico . 15 de Fcv.
Prussia. . 4 de d California 10 de
Dinamarca 1 'Ir Chili . 15 do Jan-
Russia.. . 1 de Buenos- A. 3 de Abr-
Turqua . 25 de Fcv. Montevideo 6 de
NOTICIAS DO IMPXRIO
Para'. 2 de Abril
Mu.iiiIi.k. 2 de
Ceara'.
Parabiba .
Alagdas
6 de
22 de
O de
S. P.doSul 3 de Abr.
Minas. ... 5 de ti
S. Paulo 6 do
H de Janeiro II de
Babia. ... 18 de
PARTIDAS DOS COIUIEIOS.
Olinda, lodos osdias.
Victoria, as quintas feiras.
Camar, Hondo c tiaranhuns, nos dias 1 o 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Orirury, a 13 e 28.
i ma mi.i e Parabiba, segundas c sellas.
Natal, quintas feiras.
"ss"*"*"
das da semana.
25 Segunda. S. Marcos
Evangeliza.
26 Terca. 8. Pedro Ra-
li. II.
27 Quarla. S. Tcrliilia-
u B.
28 galota. Ss. Vidal c
Agapio.
29 Sexta. S. Pedro S.
Terliila.
30 Stbbado. S. enha-
rina de Sena.
1 Domingo. S. (rala.
audiencias.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Itelacao'
tercas e sabbados.
Fazenda
tercas esextasas tOhoras.
Juizo de Orpliaa*
segundase 5. as 10 doras.
Primeira rara do eirel
tercas e 6. ao meio-dia.
Styimdarara do civel.
quarlasesab.au meio-d.
Abril
Marco 31 Quarlo mingoanle as7 horas, ^mi-
nulos e 37 segundos da tarde.
8 La nova as 9 hora, 37 minutos e 37
segundos da inauliaa.
IB Quarlo cresceute as 2 horas, 25 mi-
nutos e 39 segundos da Urde.
23 La rlieia aos 41 tmulos e 31 sc-
uiiiidos da larde.
FHEAMAB. DE HOJI
a 9 llorase 18 minutos damanha.
is 9 horas e 42 minutos da tarde.
Primeira
Segunda
PARTE OFFICIAL
|IIC
MINISTERIO DO IMPERIO.
Decreto a. HU de 30 d narco de 1863.
Mi oca* malulos ao curtoi juridicot do imperio,
( Continuaran do n. 95.)
CAPITULO VI
Do procimenlo da* cadeira.
Arligo 70. Os lentes calhedraliros sor,1o to no-
nic.ir.lo imperial d'onlrc os substitutos da laculda-
de, propondo a congregacao para esto fin, iuunedia-
laineutc que se dora vaga, os tres que julgnr mais
habis. Para que o governo esleja habilitado a fazer
i-, iilli.i acertada do mais idneo, o director ajunlar
a proposla iuforniicSo suaparlicular sobre a conduc-
ta mural c mrito lilterariude Indos os substituios da
laculdadc. Os lentes calhedralicos niandarjln pela
nicsina forma determinada no arl. 63 gimes infor-
nian'ies acerca dos mesmos sulislilulos.
Arl. 71. O governo imperial, em visla da propos-
la c de mais informarse*, achando-a regular e justa,
escolhcra o substituto dos lie da inesma proposla
que julgar mais idneo, tendo allenco nao sii ao
incrcciincnlu Iliterario, como laiiibcui ao compiirla-
nient moral e civil. No caso cnnlrario, porm, a
IHidcni reenviar i congreRacao, ordcnando-lhe ipic
proponhl nomnenle, depois do que far a escolha ;
|K> rahirciiiqualquer dos substituios que entender Icr
sido injustamente preterido.
Arl. 72. hulera dar-se troca das cadeiras entre
os respectivos Ionios Ululares, mediante reqiicriincn-
ludc-lcs, iuforniado |>ela congregacao, que indicara
a- rsnlagcns, ou inconvouieiilcs da permutarlo, ora
rehiran ao piogresso das scicnciasc ao apriivcitaineu-
lodos alumnos; a esta inforniacito o director adili-
cionai, era ofllcio separado, as reflctiies que enlcii-
Jcr dever faicr. Ao governo imperial compelo orde-
nar a lim-a.
Arl. 73. A disposirAo do| arligo antecedente se
observara lamben) quando, achando-se vaga alguma
cadeira, qualquer ibis calhcdraticos preleinla ser
para ella transferido ; eom tanto que o requeira ail-
los de lersido fcita a pro|K>sla para o proviincnto. A
(rumia dcsle arligo, e do antecedente, piulen
igualmente verificar-sc, iiidepcndenlc de requer-
lucillo dos inlcressados, ou roprcsenlando a cougre
gacao em favor de sua conveniencia, e julgando-a i
Revent vaulajosa ao Misino, ou por deliberaran di
iin'-nio governo nuvindo congregaran.
Arl. Ti. Os leales que oblivcreiu sua juhilacao
por torera completado 25 anuos de serxico, podcrai
sor aihnittidos a continuar no ensillo da fuciihladc
-o o rrquerorem, cora a gralillcarAo de W.to) an-
maos : oque cessar logo que o governo julgue do
loiixcniencia prcenchera cadeira. Os que conli-
iiuiircni no ensillo, depois din 25 anuos, mo requo-
rcmliiajubilacaii, lerao direilo a igual gralilicac.lii,
nnquanio bem dcsempenhareiii as fiiucoes do uia-
-islcrio.
TITULO II
Do rgimen arailemiro.
CAPITULO I
Dos Irabalho' acadmicos.
Arl. 75. Os Irabalhos academices eomorarao no
dia II) de fexcrciro, uoqual se reunir a eongrega-
r.ioeconlinuaiSn alodia 2idedeicmbro. .Ncstc
lia, .mallos, so eslixoreni concluidos todos os Ira-
balhos da faculdade, reunir-se-ha a cougregaejio ; e
resurtidos os negocios pendentes, o director dar por
Irrniiuadns os Irabalhos do auno, c publicar as fe-
rias por edilal.
Arl. 7(1. Publicadas as ferias, cessarn todas as
fullenos acadmicas, oque lulo dexer cinbararar o.
Ii.ilialhos ila seirclaria.cos exames das materias pre-
paratorias, que so dcver.lo fazer no principio do au-
no, na oonrorinidadc dcslcs estalulos.
Arl. 77. O director nao podcr.i ausonlar-sc da
sede da faruldailo sera lioenoa do governo imperial;
e ruin esta perder scinpro a gratilicacao, que tica
lierleucendoaoscu substituto, se Mr Ionio. Se Mr
pastea eslranha, alm da referida gratificara, perce-
ber quaulia igual totalidade do ordenado du eni-
l"o-u.
Arl. 78. Fura das ferias cslabcleridas nesle c.ipi-
lulo, alm dos domingo) c dias santos de guarda,
nao soinenle feriados : os dias do oi.lnnlo, desdo
soiiinda-fcira al quarla-feira de cinza ; o. da So-
malia Santa desdo quinta-feira de Endooncas al
Mbuadode Alleluia ; cas quinlas-fciras cora as e\-
i opones ordenadas uestes estalulos ; cus dias de fes-
la. eos de luto nacional que Mr declarado pelo go-
verno.
CAPITULO II
Diu kabiiiiard4$ para < matricula/ c dan aula
prtparmlmimi.
Arl. 79. Os esludanlcs que quizcrein niatricular-
H em qualquer das faeuldades de dirciln serio obri-
gados a habilitarse cora osseguinlcs cvaines: de la-
bal, liannv, inglez, pbilosnphia racional c moral,
arilhnielicae geometra, rhelorica c |>oclica, hslo-
na o gcographia. Para o ensillo tiestas malerias evis-
hrao no local do cada faculdade cadeiras i-oni o. res-
pectivos profcssnres, o, alm (lestes, tres subslilulns,
mn p,ua as cadeiras de laliui, rhelorica c polica ;
nutro para as de Iranccz, inglez, historia o gcogra-
phia ;eo lerreiro siibsliluir asnillas do arilhinelica
t gconielria, philosopbia racional e moral.
Arl. H!l. Na vacancia das cadeiras scrao ellas oc-
u|;,nlas pelos respectivos substitutos. A vaga dedos
era prccnchula por concurso, a que presidir o di-
rector, que versar sobre as liabililaoci para o cusi-
i" das respectiva nuleriat. Scrao euminadoret
n pnifo-sores das aulas para ruja subsliluio.io he
i lonoiirso, e oulros (anlos Icnlcs que o director de-
deudo ler lodos lugar no mesmo dia, ou em dous
tuccessivos, o director, ireseme o secretario, far vo-
lar por o.oi nimio aos examinadores, volando elle
igualmente sobre o mercriincnlo do examinadose
lio ou nao digno do magisterio a queso proiioo? S-
menteos que reunireni maioria absolula de esphe-
ras brancas pdenlo colrar na concurrencia do arligo
seguilitc.
Arl. 82. Finitos todos os exames, se correr novo
escrutinio acerca do increcimenlo de cada concur-
renlo, sendo cada mu collocado na lista dos propos-
lospcla ordcni de maior numero de opilara* tiran-
cus que liver ohlido ; dc.cr-se-ha fazer declaraoao
dos quesoacharem cin iguacs cirriimslancias. Odi-
rcclor enviar ao governo imperial a proposla cora
asinfonnac.icscspeciaesi|uc cnlciider conveniente
dar. O governo escolhcra dos proposlos aquclle que
julgar mais digno.
Arl. 83. As aulas prcparalorias scrao iberias a 15
do foveroiro, poca ora que deverau terminar os exa-
mes dotetludanles que se habilitaran! era qualquer
Mitra parle, os quacs cnraccar.lo no dia 13 de Janei-
ro. Serao encelladas em dia desiguadn pelo direclor,
que alleudcr, para o fazer, ao numero dos alumnos
une frcqiicnlar.ini as referida aulas, cujus exames
devem terminar cun os Iralialhos acadmico), Sii-
raeiile por despacho especial do direclor, c |uir uioti-
juslilicado, poderlo ser idmitliilus a evame no
fin do anuo os priraeiros, c no principio us se-
gundos.
Arl. 81. As matriculas das aulas prcparalorias se
farao, guardada) as formalidades proteiptas para
as da faculdade que Ihe poderem ser iipllcareit i a
l.ivaserada quarta parle, lam......lornppliraoao
frequcuria dos alumnos daqncllat o que se dutermi-
na a res|ioilo dnsdesla. Os o.lu.lanles do que traa
a primeira parle do artiuo anleoodenlo, para seren
dimitidos a evaincs, dever.in pagar a lava daa ma-
triculas do un anuo, a queosluo sujeilos os que fre-
queiilam as aulas preparalurias da faculdade.
Arl. 85. Os profestnres das cadeiras preparato-
rias, cun us respectivos subtlilulos, apreseutario an
director no Din du a.....> lectivo, e antes de se pro-
ceder nos cvanios, un determinado numero de pon-
lis das malerias que livcrem eusinadu, os quacs de-
pois de approvadoe un ined5csdoi pelo niesuio di-
reclor entrarn era urnas para us examinandos tira-
ren! serle, na OCCAtiSO do evame, qual o poni de
cada materia em quo deverto ser argidos.
Arl. 8(1. Aos examinandos de graminalioa lalina
topcnniltir un esparo razoavcl de lempo para re-
vcrcni os pontos c fazerem a COinpoti{fto, havendo
todo o cuidado em que eslejaiii separado) e sera au-
xilio de lucios. Igual pcnniss.il) so dar aos do geo-
metra |iara pensarein sobre a propn.ioAo sorteada,
oiimprndo-lhes responder a ludas as quelite) para
sen dcscinolviinento cas proposlcAei sulisidiarias,
'loliniinos, e alloma) que m examinadores julgarein
neressario: ser vago o evame de arilhinelica. O
lempo para u csiudo do eliminando nao lio contado
no determinado para a durarn duexamc.
Arl. K7. Presidir ausexames, senipr quon pos-
M flor, o director ; c no caso contrario mu dos len-
Icscalhedralicns mi suhsliliilos que u niesmn direc-
tor nomear, c so adiar detembararado dos aeloi da
faculdade ; ou cora esles possa o serv ion couciliar-sc,
dada a imidanoa das huras: o nomeado n.lo so |iodc-
r recusar, cumprinilo que soja avisado eom a devi-
la anleoedeiioia se esli\er em ferias, Ser.iu exami-
nadores o professor en Mlbslitnlo da oadeira da ma-
teria du evame; o no caso de falla, pesspa idnea
quo o director nomear,
Arl. ss. Os esames dos alumnos das iw. prepa-
loi ias -or.ln feilos, imlcpendoiilo ,1o despachos do
director, segundo a ordem das matriculas. Os dos
externo) poroni deverio ser preceilido) de despacho
do director aiilorisainlo-ns. Cnla evame durara una
hora para os prinieirus, e hora e uieia para os se-
guudus. devendo haver mait rigor para cora us dcs-
los que nao liverem (reqaenladooslyceate au
publicas, de que Ibes ciimpre apreseular cor
barharcl rm ledras, passadas pclocollcgio de Pairo
II, ou por quaesqneroutrosestabelecinieutos lillcra-
rios que gozarcm, em virludc de lci, de igual privi-
legio.
Arl. 9i. Os exames em cada nm dos anuos da fa-
culdade ihi'i.......i feilos onde se tiver verificado a
frequencia; salv se o osludaiito se sujeilar a exanie
vago ; porcm os cxaines feilos em urna faculdade
ser.ln validos paraoulra. provados cora ccrlidcs re-
gulares, aulhenlioadas eslas pclu direclor a requeri-
mcnlo ilo esludante, no qual declarar esle a inlcii-
cao de miidanca e os motivos del la.
Arl. 95. O director, lugo que Mr requerido na
formado artigo aiilcccdcnlcetiver atithenlirado as
ccrlidcs mencionadas, otliciar directamente an di-
reclor !.< Mitra faculdade communicando-lhc pu-
blica ou reservadamente o que entender convenien-
te dizer acerca da conduela do esludante cdos moti-
vos do sua mudanca ; igual parliripacAu hu a se-
cretaria de oslado dos negocios do imperio.
Arl. 90. As matriculas se farao segundo o dia em
quo fliretn apresenlados ao secretario os despachos
do direclor, regulndome a ordem dellas pela priu-
ridadeda sprefentaeb 'bis ditos despachos, ou pela
aiitiguidadc deslcs, quando aquella Mr feila na ines-
ma uccasin, ou liiialmeule |uir ordem alphabclica
dos mimes dos esludaules, dada a igualdadc das mais
ounilioiis. O reoebiineiilodos despachos para ma-
l -cun se far em hora dclcrniinadae lugar ccrln c
publico, prcccdcndo edilacs. O serretarin, pr>>-
|uiri>> que laesdespachos Iba Mrein seuilu culre-
gucs, os numerara.
Arl. 97. As matriculas serAu laucadas em livros
especiaos para cada auno acadmico ; os livros le-
an termo de abertura, feilo peloseerelino, i>or esle
assiguado e pelo director. Oshmoaincnlus se faro
.-. in.ii-.oin esqiicnla do livro, lirando cin br.....i> a
margan dirciln para se laucar a segunda matricula;
c para ipiaosqucro'lrusnbsorvaoocs que para diante
fiirem uceessarias.
Arl. OH. As nialriciilas so seguirn unas iis ou-
Iras, sem licar do periiieiolinha em branco, e con-
sislindii na declararan de nonio do esludante, sua
dado, liliaoj) c naluralidade ; as.im corito do anuo
acadmico da matricula, e o diae anuo civil da raet-
ina. escupi ludo pelo scrrelari.i, que rochar o lan-
oaiiioulo coinsua assignalura, depois de assiguado
pilo presidente,
Arl. 99. O inatricut-iiiilu achando-se no luaar da
sedo da faculdade, habilitado eomot documentos no-
cetssriot, nao podcmlu comparecer por motivo ile
moloslia panmalricular-se, o palera fazer |uir pro-
curador, s,' para este li.....hli.cr perniissudo direc-
tor, a quem requercr, o qual a conceder;) smenle
depois de conveniente c utusacloria iuslitkacjra. 0
dispensado, logo que Iho Mr possivel, comparecer
para assi^nar pe-oalinoiilc.
Arl. 100. Nn caso do ai ligo anlccedenle, quesera
o nico em que se adinitlira matricula |or procura-
dor, o esludante conservara a inliguidade do istcn-
lamento, sendo considerado malricoladn para se Ihe
cunlarein as fallas, sujeilo s cuiiscquenoias ordina-
rias deslas. Encciradas as inalriculas, iieuhum es-
ludante, teja qual Mr o molivuquc allegar, ser ad-
mltlido a uiali-iriilar-se.
Arl. 101 Concluidas as inalriculas, n secretario
quanlias dat laxas pagas, alera das penas em que in-
correr o falsificador.
Art. 106. A falla da segunda matricula far per-
der o anuo, sem direilo rcstiliiicAo da respectiva
laxa. O governo, Doren, jiodcr aliviar o esludan-
te dcsln pona, -o nulio motivo nao tiver havido para
aperda do auno, justificada a causa que a molivou.
No caso de so ter verificado a pena em consequen-
cia de faltas em numero sutlicientc para fazer |*r-
der o auno, mostrando o cstudanle screm provenicn-
los de molestia, ou doouira causa atleodivel, o que
juslilicar peraule a congregacao, se Ihe haver em
ronla, na uialricula do anuo scguinlc, a laxa aua do
auno poi-.ii.in.
CAPITULO IV.
Doj e.rerricit* encolaren.
Art. 107. As aulas scro aberlas no dia tA.dc fc-
verciro, c se fecbaro no udimodia dcouluhro. Se-
ra foliado o dia de quinta-Mira de cada sanana, ex-
cepto quando na inesma liouver oulro, por qualquer
inolivo que seja.
Arl. IOS. Logo que se publicaran osles eslalutos,
as oonurou.-ioes liirlnarau projeelos de regulameuto
quo siihinoltcrao a ap|iiu\aoodo gnvcriiu. para dis-
Inliiiio.in das hurasdas aulas de lodos os annnsda
faculdade, alini de que se concille o exercioio do en-
s.....cun a iwssibilidadu du coiiiparceimcnlo dos es-
ldanles e eom a capacidade do edificio.
Arl. 109. No dia lOde fevereiru se reunir a con-
gregacAo para verificara prosenca dos Icoles, e se
disliibuirem ns substituios pelas cadeiras, rujo) ti-
tulares estlverem Impedido*. Esias tubtUtuieSette
farao |uir ordem do dircrlor. quando a vaga o im-
pedimento occorrer no decurso do anuo.
Arl. 110. slenles loooinnaio em lodos us dias
ulcis da semana. Cada lico durar urna hora para
0 .>. anuo, que lera 3 aulas, upara as nutras hora*
meia, designando us lentes na primeira parlo dulem-
I..... oslinlantes que quizereni uuxir sobre lioAu
du da. c explicando a do seauinte nn rrelu da hura.
Nn ultimo dia ulil de cada MOMO* haver sabhaliua
obra as malerias explicadas duranlc ella ; o lente
pu.lera addioinnar-lhos algum |.....lo que tenha rela-
cau eom as mesiuas materias.
Art. III. Para esses excrcicios serAu designadas 3
dellendenlos, c seis armienlcs ; lirados tudiis ;i surte
pelu porteiro, de una urna que existir sempre em
pudor do lenlc, c quesera abcrla lia ocrasio na
qual eslaro os iiomes de Indos os discpulos da au-
la. A cdula torteada ser inmediatamente en-
tregue ao lente, que lindera dispensar qualquer des
sorteados ; subsIilinudoHi por nniiicaoAo sua ; c po-
llera mesmo prescindir de todo o sorteio, nomean-
du, se entender cunveiiienle, os arguenlcs e defen-
denles.
Art. 112. As prclccce,dexeran recahir snbrccom-
|ioidios certos e determinados, ou ooinpnsio. pelos
proprios lentes, un adoptados cutre us queja corran
iinpressus, piecedendo, porm, a approxaoAu previa
da congregacao, a qual peder dar preferencia n un-
iros, se ussiiu u entender a heido aproveilameii-
lo dos alumnos. A esculla dos compendios sen'
CO......unicada ao i;overnoe depender de suaappro
INTERIOR.
GORRESrONDENClA DO DIARIO DE
PEHNAMBUCO.
Naul 30 de abril de 1853.
Esto inez lenho sido bem |uiuro cuidadoso em Ihe
escrexcr, |u>rm agora Ihe protesto reparar qualquer
falla, porque j mo revest de loda a pachorra neces-
saria para una longa epstola.
No dia 17 do correnle cucerrou-se a asscmbla pro-
vincial, c ronlra ininha ospcclaliva ainda liveram
lempo de crear a lei du oreainenlo municipal e pro-
vincial, crearan) mais Iros cadeiras de primeiras le-
Iras iln.i- |iara o sexo masculino, o urna para o fc-
miuiin. Ha omisas que limito dam que fazer ao
meu rudo caen! Admira que una provincia pe-
quea como a nossa tcnlia lanas aulas de inslruc-
co primaria, quanlas lera nutras de milito maior
extensilo e populaco, e apezar de talas estas aulas
ncnlium gusto ha na uioridade pela inslrucco. La-
mento isln no intimo d'alma, porque quizra que
"leus patricios coineneessom-sc desla necessidade,
o que -o ileilioasseni a osla insIrnrcAu, quea escassez
de nnssos recursos Ihe pode ministrar, mas nina
que iletle favor te n.lo querem ulilisar, eulendo
queiiaodexe a provincia cnnlinuar a pagar por
mern luxu a prufessores, qu uo prestara iitilidndc,
nao he por esle inein que se desternilla a iiistruoco
entro un povo, quando elle nao a quer reooher.
l-nrinuloin-so Iris que obliguen! aos pas, sol corla
pona a iieni inalririilar seus filhos mis aulas publi-
cas, logo que completen! a klade conveniente, e
poderemos pur este meio obler alguina cousa; pu-
rom dispeuder sem rana uliliilade, he contra todas
a- regrat do economa.
O nossu poiluruiiliiiiia a ser frcqueiiladu pelas
craliarcaces exlraiuioiras carga, agora mesmo te-
mosduas barcas, urna das quaet vem abarrotar eom
lalajulia, nao sei se da amarella uu da vcrmelba,
puis dizcni que aqu agora so descubri un inein de
iiieltainorphiisea-la.
Milito zangados andnni aqui rom o--, seus corres-
pundciiles (mis que dix orsos uo/.aiii desla fama por
haver-lhecontado aquella historia da barca fraucc-
za, ura nao ha maior sera razan, purqiiaulo n nego-
cio lurnnii-se lan publicu que Mi redolido a Ierran,
ererolliido au oarlnrio; ionio so guardir sogredo
oin laes oiioiiinslaiioias '.' So o lizesse Irahiria sua
commfstao, fallara au que me ohriguei, e bem ra-
zAo loria Vine, em me relirar sua conliaiica, nAo
faro poisosles favores, principalmente quando tc-
vaoao.
osoroxoi
loa.siL-l
liiappa :
Arl. 81. No fin doexaincdo cada caiulidalo,
pe
ORESTES E PYLADES.O
( ron Estepben de la Madelaine.)
SECUNDO VOI.UME.
I
lid
Arl. 89. No fin do evame volarAo o presidente c
ot euminadoret. Untando na urna cada mu a com-
pleme esphera. Aborto o escrutinio, urna espiten
prela importar desdo lugo a approvacAusiuiplci-
ler,duas a repioxaoAo. Se purera Miera todas bran-
oa.,., correr um oulro oterulinio para qualiflear a
approvaoAo; que ser plenainoiile te couliver
anda Indas as csplicra. brancas, e siinplicilai
seja qual fr o numero da. prelat.
Arl. !K). I.n-odepois da vnlar.lu, o presidente es-
rrevor no requeriineiilo de que lala o final do arl.
80 a nula du resultado d.....esinu oame, que ser as-
ignada pur elle e pelos dous examinadores: a qual
enviar, lindo O IraballlO (lo dia, secretaria para
cr laucada cni livro c.....plenle, onde Ser unxa-
inentc asignada pelos mesmos, para te oifrahirem
lilil as coinpolcnlcsoerlides.
CAPITULO III.
Das matricula*.
Arl. 91. Al matricula) comecarSo no da I." de
fexereiro, c continuar.io al ao dia III, excepto as
do l.'aiiun, qu poderlo continuar al odia II do
dilo mez.
Arl. 92. Para a matricula do primeira auno os
esludanlcs devero reque ao direclor, inslruimlo o
raquerimenlo eom eerlidoes de leram "ido appreva-
dos em bulos ns ex,unos, c de torera a idado cmple-
la de ni aonoi; nprcsciiiniido Igualmente documen-
to de haxerem pao) a lava competente.
Para as matriculas dussoguiilcs aiiuus aprcsaila-
rn lorlidaule apruvao.io do atino anteriora < tam-
bein da paga da lava respectiva.
Arl. 93. Alm das eerlidoes dos exanios, feilos na
conformidad* do capitulo antecedente, nao sern ad-
millidosoulros documento) para proxar as respecti-
vas bahililaces, exceptuadas xuineiilcas cartas de
lori.....le cncerrainenlo, que ser pni el-
epelo director. Organisara Ininbcm a
l de indas as uiairioiilas pur annot acad-
micos; e esle mappa, depois do appnnailo polo di-
rector, sera inprcssu, roinetlaidn-se au guxcr.....) mi-
man de eveinplares que Mr determinado, o dislri-
oulndo-sc "iilius pelos lonlisc funrcioiiarius da fa-
culdade c pelas oulras faeuldades du imperio : ca-
ra uo archivo O numero de eveinplares que a ruu-
greuaoAo nrdenar.
Arl. 102. Aln) dcsle mappa geral o seerclario
formara lisias parciaet 'le cada anuo acadmico, para
seren dislrihuidas pelos lentes e pelos liinocinnai ios
la faculdade, e organkar lambem cadernetat para
cada aula, conlendu ura numero de follias igual ao
dos esludanlcs nella malriculados, numeradas o ru-
bricadas por elle seerclario, cura o nomo do eslu-
dante, do numero correspondente, no alio da pri-
meira pagina | elogo aballo, em liuh pararella,
o.....oiiplosusinezes doaniin lectivo, cada mu no
alto do sua columna, que correr em liuha verli-
cal. Os dias do diez sern estampados na margen)
e-querda, rada um einenlu.....a especial, separados
pur luhas Iransxcrsaes.qiic corlarlo ludas as cotum-
nas xcilioaos.
Eslat cadernetat foitasem 'duplkala sern cnlrc-
gues, una au respeclivu lento, c oulra an fuuocimia-
rio cncarregado de fltcalitar a presenta dos eslndan-
loseni cada aula, e nos seus respectivo! lugaret: o
qual notar as fallas na caderuda, anuuuciuiidu em
VOlalla n.....alsenle ; aliui deque pnssa n lente re-
petir igual assenln na que deve terem fenle.
Arl. Id.t. Nn ini du .uni haver segunda matri-
cula, a qual estar aborta desde o dia 25 de oulu-
hro al o dia 5 de novombro, annuiieiando-t* por e-
'".......do dias anli-s. Esla matricula far-se-lia in-
depondenle de despacho do director, sendu bulante
que o esludante cumpareca na secretaria, c apresen
le documento pur uude )iinslro Icrsalisfelo o ini|ios-
lo rospeclixo.
Arl. 101. Esla segunda matricula |HMlcr fazerse
por prururuc.lo, xerilicandu-se o caso do art. 95. De
qualquer modo que seja cficcluada ser mantilla a
aiiliguidade da primeira malrieula.dcxcndu ser lan-
;i na margeni direila du lixrudas inalriculas, na
linha eorrepondenleao nome que deve estar mar-
gan esquerdu, declarandu o secrelariu achar-sc pa-
go o imposto ; datando o ueentamenlo, que assigna-
r como esludanle.
Arl. Id"., lie milla Inda a malricula cllecttiada
n docomonlo falso; o s.1.....idos lodos ot actos
que a ella se teguirora ; licando, porm, perdidas as
iii
Arl. 113. as prcleccdcs se dexcr dar (odas as
plioaocs (pie Mieni uecessarias, un para mais fa-
niprehaiso da maleria, quaud.....ni lacnica,
mi contusamente ex posta no compendio, ouparaeor-
reccndcihiiilrina crruncainculv: sustentada, ou nie-
.....conforme cun ns prnuressus da sciencia, ou ain-
da para roiibccinionln dos dill'orenlos sxstcina. soieu-
lilicus que pussa iulluir na inlclligeiiriii do assump-
lo que te tratar.
Arl. III. Quando, apezar das oxplieacfu-s ou le-
la ralla deslas, os ostudanlet nlo eomprelienderam
algum poni, poderlo prupr suas duvidat an Icnle
xeibalinenle, uu por otcriplu, pedindo precedente-
mente, ecom respeilu, a neoessjria permltsao. O
lente uu mesmo dia uu uu iminediatn explicar o
ohjcoiu na cadeira, procurando resolver as duvidat
api-escoladas, c. esclarecer a inlelligeneia de seus
discpulos.
Arl. 113, slenles, quando impedidos, devero
habilitar ossubslilulus cuinos esclarccimenlos ne-
ci-ssarins para o deseui|uuiho du entino, na parle
qiiediz respcilo aocoiihccimcnlo dos alumnos o s
malerias do compendio j lecclonadat.
Arl. lili. Durante o anuo lectivo, e em pocas
separadas, dando-secombinacoda Ionios du mes-
mo.........para evitar a timullaneidaile, etcolheran
esles dous punios, lirados das malerias ja explicadas;
e ordenarao aos estudante* que denlrn de un inez,
sobre cada um delles, apresenlem urna dis.orlaoan
escripia. O assumpln. depoil de lidas o cuidadosa-
mente examinadas tudas atdlatertacoet pelo lente,
que esorcx era era rada uma 0 Ion julio, sera dada
para luna sabbalina extraordinaria. Eslas disserla-
ces sern presentes aos examiuadures nonctodo
exanie du respeclivu anuo.
i'Contiiuar-*c-/ia
uhu certeza que o agaslaueutu nu sera cuiuigu,
quanln lenhu dous que carregam aqui ruin iniulias
culpas.
J souuin nn penltimo vapor o Dr. Octavia!,
depuladu geral poresia provincia, c pelo Miiiunj
esperamos o Eira. Dr. Cunha, c |ielu qu aqui se
leni espalhade tambora seguid dees* o Dr. Amaro
llezerra, que fie o primeira suppleiile, e segiindu al-
guns dizem lanibom xai lomar assenln na asscmbla
veremos o destecho da obra. So eu toubeate que
era admissixel us supplenles loniarem asscnlo con-
jiinclaincnlecum os dcpuluihis.lrahalharia lambem
para ser suppleutc ainda que fosse eom um st vutoj
as ahi esla porque o son i-urrespnudeiite. o irmAu
Andr, dtsse nma oceasiaoque a dcpuiuon desla
provincia ora de duas gomas, portante (em'us ainda
esla xoz ilopul.alns pur duplioal
Fiiahnenle cheguii-me as nulos us ltimos l.ihe-
''"''......W acabado o n.......polio du. Sulhlas, o de
Piral ni........ere UU eom uma da. cujas o......i.....
denejas cheio de obra. Bem previ euasanbs dus
laes seulioi-es, e ja ooiiiooam ainda que em alvo es-
Iraiihn, ails|iarar-ine.siiaseiivcn.....idas sellas, cu
torera cun firme resi^uacAo Ihe prulcslu me nu
ontenlaiidu-ine em provar
suas arguioes c laze-lus
mcoi.......dar cun ollas,
no puldiou a lalsidade d
assim mait cooheeidoa,
Abre aquello eorretpo
uma mxima do Maraui
lente sua digna obracooi
lo Marica, que ello quer
MINISTERIO DA FAZENDA.
DBCRETO N. 1133 DE l DE iillim DE 1833.
lu-dii z ii J' / n laxa Visla a dispusicAn do artigo 12 da lei n. i.io. de 11
de sclemhru do I8'>2 ; hei pur hora ordenar que, du
I.' dejulho de I8'>3 em diaiile, fique rcduzida a 5
pur ccnlo, a laxa dus diroilns de exporUflO, de que
Ji ala oS 13 do artigo 9.- da ino-ina loi.
Joaquini Jos Rodrigues Terrea, do meu consollio,
senador du imperin, presidcnle do cunsclliu de mi-
nislrns, ministra e seerclario de estado dus uegucius
da fazenda, e presidente du tribunal do Ihcsmiro na-
cional, assim o lenha entendido c faca Diecular,
Pahlcio du Kin de Janeiro, em 23 de marn de
1833, trigsimo segundo h independencia e d i
pono um a rubrica de S. U. o Imperador.v/i
i/uiu Jos llinli-ijiieit Torren.
V.
* I -ii~.il
MI
Mr. do Prcinillaosenlia ha muilotempn
uiesella de Pnimncriciix uma dessas p;
por ma-
ixues in-
profundas e ndcslruclixcis que resistem a
nulo, ot uli.i,ionios c nao rcruain dlanle de ncnlium
sarririn. Elle rinihecia u amor de -Mr. I.avuisol |>or
Iterlha, pnjs linha seguido cum una ancedade du-
lurusa todas as pilases da alTeico que se ia nlru-
uuzindu puuou a puuco no coracAo da moca pelo sou
ion ulliui- de Ij noc linha espiado lodos os proares-
>" do seiliielor, ludas a) imprudcnles fraquezas da
victima, cuja innoceaia nao pudialular vanlajosa-
iiiciilecumnslaons de uma corrupou liabilmciite cal-
riilaila. Pur xczes elle lenlra prevenir madaiiicsella
*> Pommerieux cunira a astucia du tentador, pois
iijo linlia diix ida alguma sobre a perfidia du rapaz,
"aja impudente lihcriinagcm ca notoria uu emu-
lo em que elle vix ia ; mas seus consclhos tinliam si-
es desprezadus. Bcrllia all ilmia suas luapeitat ao
no que Ihe inspirava um rival preferido. Ma-
.''""'.....orieux incsuio, quo linha reparado na
UliHlade de Mr. Lavoisol junto de sua solirinha,
.1"c '"'ha a insigno bun ura de suppor.queas vis-
"s do le |uid i ni ser levadas a um fin) hunrnsu, a
mna de amor de sua parte, ede reservada parto da
|"a. x ia cora imiwoieiieia o pa|)cl quo o doulor lo-
"|a sem ser chamado, n'um negocio que nan Iho
WJ res|H'ito.
l.licuini inomcnlo oni uue a |iosico de Mr.
millar mssa familia Iludida lornou-se iiipo.,-
!:";"";......di'salonhadn pnz-sc de |rtc, o ro-
lugtr ao sen feliz rival; mas como a alma
d'Wo I........m ii.ii, liuha i ni 11...... seuliinctilo
odio ede vil
"'>. relereadei
.1,0,
d mais
-io.'. us njuslos riau-es de ller-
|ielu resonlinionlu do sua la nao
ternura que uculisumia. Ello leve a
ai-rilioai son luiu ull'enilidn ,i xlai-
qne a .lloara,, ,1o lio, iha ro lainaia cada xoz
-'-'"si.l.uie.i,
Inicia
01'.!*'!^.^'*' "*uer,'ou "a ''''-' d'e'"nia
uinniericiii suas rclacSet de medico,
vde imi n. 95.
lio d.i sciencia xeio em si
ro das iuxeiitigaces do amante despreado. A cega
lia mlu xia na lnguida duenlia de sua sohriiiha se-
an uma elfeoou iia'Misa, que dilia s[i cuiiiniuiii a
imillas
1-ill.i onnsullnii n diiulor, o qual derlarnu o n ion-
io Mr. Laxuisut, e u cumprimenlu da oalaslruphe,
que ha mullo leiuia.
A posico de Mr. de Premillae na casa inudili-
cuii-su de novo pola deteobcrla dcsle iristo inclden-
le. Elle loraou-seconsolador daquelii que amaxa,
e sen niediadni para cum a respeitavel lia, a qual
licuii esniagada pui e-la falla, romo se lixosse sidu
iinpussixel prev-la. Elle tornoii-se ciiiliin o iiuico
consolador desla familia afilela ; pnrque as assidui-
dades de Mr. Lavuisul (inliaui diiuimiidu, quaudoo
csldn de llcrlha as lurnaxa mais uecessarias, o ha-
vira cestada Intelramente em comequeneia de Im-
prudentes reoriiiiiuaoes, feilas por madama de Pum-
nierieux.
Mudas vezes Mr. de Premillae sondara a Mr. La-
voisut sobre suas inlcnces dillinilivas, no caso era
que se toruasse iiiquissixel occullar a siluacAu de
Berlha ; masu rapaz se linha esquivado allix men-
le us questues du duulur, u qual allectaxa tratar cu-
ino rival generoso, e Mr. do Premillae se vira for-
jado a guardar-se para una poca decisiva.
Elleacahava do Icr cun niadamcseda de Porainc-
ricux uma entrevista de niuitiis horas, na qual a
scioncia do medico, e a dedicaco du amigo liiiham
sido subinetlidas a rudo pravas, quando apresen-
(ou-so em casa de Mr. Lavoisol. Esle de|uiis de ler
fcito orna pequea viagcni uma das propriedades,
]uc herdara, linha voltado para Paris ha |u)ucos
ias.
Senhor, disse o duutor depois de (cr cuidaJo-
samcute fochado as portas, temos urna couvcrsaco
que continuar c relaoncs que n-rniiiiar. Ambos mis
amamos a uiadamcsclla Berlha de Poinnicrienx.
Minlias inlenoiM's erara puras c leaos, ellas naiifra-
uarain dianlcdo amor, que o saibor inspirava a
II i Ma. Praza ao coo que ella nao tenha que arre-
p, uder-se oriielmeule listo Ella succuinbio nste-
ducooet tuperiore de um Loveface enmuu seuhur.
.Vgura lemusdeui-capar-nos eom os rcsulladus dos-
la (alia, que lian lie ilieparaxcl, poit0 senhor he
snlloiio. Saiha que leni um lidio.
Um instante a* fcices de Mr. Ijivoisul pareco-
.un mauiM.lar alguD tyroptomat de onterueci-
IIIClHu; in.l- o.lo niuximolllo passoil COmO UD 10-
laui ao receba- um fardo vivo, c que um momento
depuisucoiillain um cadver debati de sua super-
ficie pulida.
yueira expnr-me, disse Mr. Uvoisol depois
do um niuiiieulu de silencio, o que llcrtha exiae de
lllilll.
A naturesa, senhor, a natureza nao Ihe diz
nada ?
(anisa iienhiiina, assegurn-lhe isso.
Enln mlu quer ver sen lilhu '.'
Para quo"/ l'arci que so lome cuidado de sua
Infancia. Dar-lho-hei uma boa forluua. Ouo mais
|Mide exigir-se de uiiiii Tome, senhnr, aroresceu-
lou u rapaz apreseiilaiidu una ca Icira ao duulur,
eis-aqui seis rail francos.He u proco de um oaxal-
io in-l,v, que cu pretenda comprar esla maiiliAa ;
piuiho-os a sua dispusion para salisfazer as primei-
ras iicressidades desse inenino. Mais tarde, qiiandu
a heranoa de meu lio Mr liquidada, farci mais, e
'Berlha nao ser esquerida.
O doulor rcpelliu a rarleira, c disse eom voz cai-
ma c severa :
Promet! a Berlha sor n prolector do lidio, quo
araba lie dar i luz, e serx ir-lhc de pai, se o senhor
recusaste roconhocodo. Chime o sen lidio, o Berlha
aceitar seus beneficio-. So Ihe recusar osla jusjioa,
ella rcjcilar su is esmulas.
Isso he altivo, mas he liedu, disse Mr. Lavoi-
sol inettendo Iranqiiidamcnlc a carleira na algi-
bera.
Enlo rccjisa'.'
decuso.
Berlha he uma pobre orphaa, uma filha do
eco ; ella nAo lem outra proleccAo sobre a trra, se-
an a que poda esperar do senhor.
E nimba prolcrco Ihe assistira, esleja ctrlo
disso.
Sua dureza Ih'a torna odiosa; a minha pclu
menos pOO Ihe fallar.
Betfondo. Oseulmrscconstiliicscu campeo.
Suu o nico defeusor de sais drcilos. Screi
tanihcni sou riogador.
Embora, eslou s suasordeus.
J relleolio bem .'...
ArelleccAo me d nielancolia. Marquo a hora
carinas.
Amauliaa polas seis horas nu busque de Buio-
uha ; rada um de mis levar suas pilllas. O soiiliur
aiua i.i-iii te nao uioongano.
Eu nunca do.pro/u um bom avisi), snlueliido
lampago, e seuseinlilanle reou|u'iuii sua iuipussibi- qiniulu di/ ies|H'iln ,i minha tegOnn{. >> ..nliiu
idade : temelhaiile aessasaguas prufuudatquo tal-1 me fez ha puucot luczcs uma dcclara^u de guerra
a qual me levou a aperfeicoai lun modesto tlenlo,
queja mu lera valido alguns successos: a Iriiila pas-
his nunca erru uma peca de cien francus. So lein-
bru-lhe osla ci-ciimstaiicia. que mlu Ihe he descu-
nherida. he para Iranquillisai-lhc a runscicucia re-
lativamente a minha idade. Vino, lera um aulago-
nisla digno dos seus golpes, senhnr duulur.
Nu me aprcsenlarei an combale em riiounis-
lancias lofavoraveis sem duxida ; |uirque minha
man est mais everoitada era curar ns humeiis, du
que em dur-llics a morle ; mas a causa que defoudu
he Juila, e Dos est uu cn.
Crein que se pruva islo nos cursos de theolo-
|1a. Para mtm isln he hebraico.
Ocio que esle duelo ser o primeiro feilo de
armas de nos ambo) ; elle ser lamben o ultimo pa-
ra um de mis.
Uoinlialc de morle, quer o senhor dizer ? Cuu-
xeiihn.
lie escusado dizer, murmuran Mr. de Premil-
lae anlcs de sabir, que para conservar, se lio possi-
vel, a honra de sua victima, daremos oulra causa a
esle duelo.
Bem Janlaroinns junios no caf do Paris, e
SO miiihas cuiilradiccesIhe escaldaran usouvidus,
pev-o-lhe que lembre-sede quo nAu fallarci au res-
pcilo, que Ihe he dex ido, seuu para Ihe obedecer.
Couiiirchcndo, e agradcc,o-lhc.
Taimo Btaise encarregou-sc de ronlar a trena do
oafooin sua cvaclidAo ordinaria, nada lemos que
accrcsccnlar mais.
No dia seguinle u bosque de Dolonha, esse cam-
po cerrado, que um prcconccito vndalo ton regado
cota 0 tangue de tantas victimas, e quo era pur issu
deixa de ser o rende/, vous de prcduecclu das mu
dieres da moda, cdosuossos grariosos dandys, esto
elegante c fatal bosque de Bolouha conlemplava
n'uma de suas alamedas desertas uma scena, cujo
desfecho devia ser terrivol c ssiigiiiiiolcnlo. O dou-
lor seguido do Emilio o de Blaise cheguu primeiro,
Mr. Lavuisul n.inse fo/ etperar, elle xinlia aonmpa-
nliadde ura amigu iuleiranienle dosconheoido dos
(res i a pazo., c de um soldado, ruja astislcncia re-
querera em caniiiihu.
Como u neuociu, susceplixel de aonmuioila^o
quanlo s formas, uno pjdin lerniinai-se nn pi.niu,
oin que verd ideiramenle eslaxa, tenio polo cuimen-
liiuenlu de Mr. Lavuisul, uu pola sua destella, Emi-
lio nAu tentou as viasde couciliac^lo, que o doulor
Mipregnra uutilinenle na xespera. Cniieurduii-se
sobre pro|Hisla de Emilio, e para dar alguma proba
applicar a esle scu currespnndenle, |uir"qiic diz II-
nao assig......eu nome. Ora esla cum ell'eilo
nao he in; puis n correspondente mo gesta do ano-
uos, e nAo atsigna sua eorrotpondenciit
Declare o correspondente quem he, e eolio imi-
tando sua franqueza, naoduxidaroi lambem meas
Signar ; nimia que nAu preciso que elle se descubra,
porque pur sua bordalenga correspondencia assaz o
lenho eonhooido, mas quero que loaos o cnnhccam
i"1':1.....Ihor poder aproeiar-*e quanlo diz.
Na liiiuia do oosiii......iu correspondente, c seus
seclarios, nAu ha uiilrn liria em sua curresiimidenria
se nlo iri-.iill.ii au Exm. Sr. Carxalho, digno pre-
sidente dosla provincia, allribiiimlu-llie as enrres-
poiideiiciasduseu Diario, irligu) du COHltilueio-
nul. o liiilu mais quanlo era aluino do S. Evo. se
lem escriplu! cuino se 8. Evo. esta na iinloin d'aquel-
les que de parecria cun > filaras, c nulrus vendiam
pi-soas livret, ......iiiiii.iiii as familia, da nacu, re-
formavam nos pottot da nanla nacional indivldnot
que nunca furain ulliriaes, esles piecisavan defai-
dcrein-se a si proprio, porque cuslaxam a achren-
les lAu desnioralisadus que sequizessein cncarregar
de lu Infame larofa, porm ura presidcnle que em
sua gloriosa adminisIracAu sii lera dado cxeniplus de
mor.didade, decedidu persegiiidur do crime, nao
I.....li*" dell'einhr-se, e quando lio \Mnenlo caluiii-
iiiailu, os hiiuieus honestos que cum ello se achara
ligados polo sou proceder, nao deixi.....lesapercebi-
dns pa..,ueiii estas arguirdet, nu he puis mislcr
que u Exm. Sr. Gervalhu desea ao |irclu para jusli-
llear seus actos, 'llvoz u correspondente n queira
medir por aquellos quedepoitdo proferirn na as-
embia provincial seus dueurt.....s roandavam nn-
lilii-,,1 no.sa |iioxim-ia, reolioado. do pomposos elo-
gios, lecidus pela inesma pciina, que rabisi-axa 0
discurso! NAo, o Exm. Sr. Carvalhu cshi mudo
distante deslo mesquinhu proceder.
. Admira que o correspondente que como por es-
carneo, falla em conciencia, nao so peija afirmar
que S. Exc. pralicara at de escndalos na eleicao
all itsiiniln-llio falsidades d'actas, emissarins cm
cartas brancas, e quanlas outras handalheiras est
afeito o r.....-.pniiili-nio, e sua sucia. 0 corres-
pondente, que sem duvida foi o proprio que ensi-
nuou, e dirigi a acta falsa do A.mi o Mostor I J
Mas de que nAo lio capaz o correspomleule do l.i-
beral, to conhecNlo netla provincia pelas suas .
eniiuicras Irafiraiiciaaclcitoraet? En Un uu quera
o currcs|uiudcnle que fosse presd e processado. JoAo
de Barros que intrusamente se apresonlou exerecn-
du funecoes que Ihe nao perteucinm, fabificaiidn
uma oleicAu Talvcz al metmo qusose que fosse
promiailn |Kir esta gentileza Os deslacantcutus es-
tes haviiiin, e ainda existan em quazi Indos os ter-
mos, | mi quo o dominio do corrcspondcule e sua su-
cia aulurisou o crimo por tal forma, que apelar de
tudas as diligencias do governo, a despeilo da crua
guerra que se lem feilo aos criminosos, ainda se
uo piule extirpar a venenosa plaa que eom lana
astiduidade cultivaran). Destacamentos cxisliain
pelas clrirAcs m, l'i-inripe, Marlins, Touros, San-
Jos, c oulros aomlojpuda exislem.cuja initso lem
sido a caplura dos criminosos, o quo se lera feito em
grande escala, nu allanto a ponte o correspondente
um termo em que se livette feilo esta violencia, Tora
aquello em que quizeram praticar as decantadas du-
plcalas de uulras pocas, mostr o rorrespoudeiite
um punto em que se des.se as lastimosas secnas quo
uulr ura se deram cu) Exlremus, c A-.i i.
Ouofurain emissarius para dillerenles punios cum
carias deS. Ex. he uma das cosluinadas enveuti-
xasdos suli.las, felizmenle aponlou os emissarius o
teneule coronel Luiz da Fouceca o Silva, que des-
de o lempo du Exm. Sr. Dr. Huilln, liuha oblido
nina liceiica para ir au Assi Iraclar de seus nego-
ios particulares cum um irnin que l lera, c o Dr.
Octaviauoque sendu candidatu fui pur sr eulreguo
i seus ptoprius recursos, c de seus amigos c pranles
hi Ass, promover sua eleii;o. E quera o curret-
pondenh) que o Exm. Sr. presidente Ihe [nlhessc as
diligencias decentes que para isso cmpreguu'M
Viuda quer pouco, mclhor sera que dosejasse quo
S. Exc. iiiipii/,-.,-. c promoxesso a elccao do cor-
res|Hideiilc I .- -~-s_^__^
A rranra chura fela mama
ODr. Amaro c Morcira, diz o correspondente,
erain os eleilos da provincia, seria o Dr. Amaro o
olcilo, so a uppnsio.iu livesse gauho a eleicao em to-
dos os collegiet, cuino ganhuii nu Priuapc aonde
linbaiii uma qualilcacAo ad hoc, c em Santa Auna
do Hallo, porque a clecAo deslo Dr. que cora o tul
eslava identificado, servia para certos fius, duvido
porcm. uiuiluquc so ganhassein a eleicAo livosse o
Moraira volacAo alguma, porque niloa'tcvc naquel-
les pontos, crem lambem nao loria, se o ganho fosso
geral; o oulro seria sem duvida.... o corrcspondcu-
le do /.ibera!.... quera sabe '.'!!
Concille o correspondcnle regosijando-sc do gran-
de h iiimplio que lem aleaneado os sulislas no Ass
duque agora milito sabo o correspondcnle ) pelo
pie lambem Ihe damos os nossM cmlwras mas
lempre quero dizcr-lhe o motivo do descr{Ao do
Sr. Pedro Soarca : linha a cmara municipal afora-
do|a e.lo Sr. o sou palriinonio por una insignilcaii-
te quautia para desfriita-lo a barbas nxutas ; esle
negocio chcenii ao conhccinicnlo du Exm. Sr. Cu -
valho, que nlo podendo conenrdar eom esto lozo
que se quera fazer a cmara, nan approvou o afo-
ramento, e iwsto de novo em pnce fui arrematado
pelo quaduplo, epor issociso inuou auaslado, clugo
iiuidu eom us preslaliclissimosdu Assii! Iloin ell'ei-
lo produtio a armacn delapinliatdocorrrtpondon-
le do Ass. Aqui termino a retpbst* do correspou-
denle, c eom o mesmo direilo, que elle Ihe digo
atsfgoetuas correspondencias, cu assk-nniei a.ni-
nhas, enln Ihe rasgarei a hvpocrila mascara eom
que se cobre,
remos tido procssocs de penitencias uestes dous
domingos ltimos, a que lem cuncorriuo muda gen-
io, apezar dislu anda continan! as caimbras do
tangue, no cutaulu que o invern continua re-
gular.
Continuara anda presos os reos Manuel de Barrea
Bernardo Pinlieiro autores de tuorte do infeliz Ale-
xandro Mandil, um appeado pelo promotor, c ou-
lro que se haxiarecolhido eom piuincssa de provi-
ineiito de recurso, que aiuda nAu fui deredido, por-
que mlu sei que rolha euconlrou o juiz de direilo nu
Tcrurto, que ainda dellc lomou cnnhecimculo.
lie hem boa entrega, laicr-se que oumbrc ho-
iiein se vii recnlher a cadeia por jdias, e ja l vam
ios 20, o quem sabe em que licar!
J principian! a afluir us matulos, c serlauejos
para as arremalaocs dns gados, que boje Ihcrara
conicro, e que he o mais importante ramo da rercila
prox uclal, mas que nulr'ora era o pedo mais abun-
dante dus sulislas.
liraca a providencia, nada ha occorrido conlrt a
tegurane* individual era dopropredade, lalvcz pe-
la cossii que teni lcvndu os lurbulonlusj se leiiliam
desengaado! quo uma nova poca te abri para
cllcs.
Desejo-lhc huns assignanles. c mclhores oomposi-
lorcsc iudo cora que Ibes paguo |iara nao us dcs-
goslar etc., ele.
pmuiiiiio.
ASSCMBLA PROVINCIAL.
SesMo' em X de abril de 1853.
I'rcsiilrnna ,1o Sr. Vcdm (iivntrantt.
Iiiiiiu'l,). \erilirn-sc Ohla-
rejmenha do Si
Ao inoio da, i'i'ii.i .1
inii.i-i.it- A Impericia -lo Mr. dePremUlcc, que s
ciimpci'H's se niUinMi-iain ,i <|u,ireiila passos, c mmIc-
riam um (lepoh do oulio uliaiil.ir-so i scu gosla ale
mu leiiru, i|iii- corUva em duas parles ii^uaes a lani'ia, que ns separa\a. Comn nsail\i>i^iritis derli-
naram a equivoca vanlagem de Mirar primeiro, ,u
lestemunhaa roiuollarain a aorle. .Mr. Lavoieol ic\c
o primeiro tiro.
Elle adfanlou-M resuhilmenlo al ao lenco, cx-
poudo-sc assim no raso de perder sua hala a reco-
Iht o ToijodoHeii anlautiui' Um queima roupa.
Mr. du l'rcniillar, d c l.a\oisol, Icmhru-^e
que lenliu a mo rerla, ain.ia lie lempo de |t.ir ler-
iim nossa desaveura. Si e\ijo tuna rolraclne.iu pu-
ra e almplea daa pauvjaki ejua oaeahor dnou e-
liir na elTervesrencia rci ter inrnusidcradainoule aecudidt).
Mr. Lavoisol, rcspondcu o doulor eom urna
YO! fume, para resnunder cum rorlczia no seu coi
vile, cu tliu farei observar QjVte flH mal en deposi
(arinuilaou muilu [.......i conlianri cm sua de-
Ircza.
Vislo jukar-5c (o corlo do sou Uro i Irinla pas-
sos como a viole, ( eu o lenho ouvido dizer islo
mui(as voaeo) recua de/ passos ; porque advirlo-
Ihc que se o scnlior me errar por acaso na distancia
em que esla, clicnarci lamlienial ao lcnr>. ge se-
guir nii'ii cousclliO c\islir enlro nos uma distancia,
que podo ollcrccor-lhe alguma proliablidade, vislo
a minhfe inexperiencia das armas.
Eu (ico aonde eslou.
Lano pcior para o senhor ; se me errar, esl
morlo.
Mas nAo lici de errar.
O ell'eilo scituio promplamonlc a palavra. O dou-
lor reccheu a baila no meio lo poilo, e caldo im-
mcdialamcute. As (oslomuuhas correram elle.
Iteltrcni-se, Ihos disse Mr. do Premillae eom
urna voz evtincta, vollem para seus lugares, aiuda
nao eslou morlo, o duelo nao cslijiudo.
Aefei$6a de Mr. Lavoisol CObriraiQrM de urna
ereaverdlnnada aluzev4e* Um lorrfaio eMvulaivo
conhaliiu-ltiL' os labios, e elle crulou os bracos para
comprimir aspubaoom deseo coracao. \ i.....u>
se diriga para elle.
Mr. de Premillae arraalava-se pelo cliao ajuilan-
do-te allcniali^aiuenle das tn.to. e dos joolliw. El-
le |rcrcorieii eom esforCM lerrlveis melaiio da lancia, que o separa.a de sou lurnK, ilepoia 68-
(eudeu-sc no cl.iio esuoladu pelos mo, imcnlos, os
na es redobra\am a bjoaaorrhagia de sua ferida.
mniovel e scmeltiaote a uma lerpeule eapaucada,
cuja cabera soinenle lio quo conserva um crepscu-
lo de vitla, c cujos olhos fascinan, aluda o ininKo
quo acaba de esmnna-la, elle lan^ava sobro sou ad-
\er>,uio olharcs do odioc de morle.
Nao consentirci, que esto liormcl duelo so
Bolonnue, disse a leslcinunha de Mr. Lavoisol a
mili.i Ka> mundo, o qual suslcnlava cm seus bra-
cos o pobre Ulaisc prestos a desfalcoer. Ainda be
lempo de soccorrer-so aoferdo, se ello Raer mais
um movimento, esl morlo.
Elle seja juiz do si mesmo, rospondeu Emilio.
Se Mr. Lavoisol recuar um paatO. eu u |>riHlama-
rei covarde t face do universa, e (oniarc Jugo o lu-
gar do meu amigo.
O moribundo sem apartar um instante os olhos do
lim para que sua vinganca lazia supremos r-im v.-,
(vi mu gesto eom a mo pira agradecer Emilio,de-
pois reuni lodas as Torcas do sua agouia para rolar
al junto do scu adversario.
Quando ello dcscobrio por um movimonto prc-
gressivo o lugar, cm que eslivcra dcilado alguns
instantes, um lago de sauguc o encina lodo, o dei-
xava uma horrivcl marca sobro o camin... do cada-
ver. As teslcmuuhas vollaram os olho^ deslc espec-
tculo de horror. As raaos de Mr. Lavoisot am-
piara m-sc do espanto, o elle scnlin correr-lbo pelos
cabellos csie eslrcmecimenlo, que he o preludio da
lula dos orgios rom sua prxima dissoluco. Scu
implacavel inimigo arrane.iva a seus |>s.
Louvado seja leos disse Mr. de Premillae
cora essa voz cavernosa, quo os moribundos pare-
cen* tirar das proindezas do lumulo, o que resoa,
como a palavra da morle mesmo. Vou vingar Bcr-
llia, e livrar a sociedade da um flagollo...
Uepois Icvnnlou a pialla altura do peilo de
.Mr. Lavoisol.
No meio dcste esforoo suas faeuldades so csgola-
ram, seuliraco toruou a cahir, cscus ollios exlinc-
lo- ressardin de ameacaro inimigo que a sol le sub-
Irahra a illa xinganca.
E-ia morlo I grilaraiii a* Icsteniunhas eom
horror.
Mr. Lavoisol tlcsperluii como do un mrIio lerri-
\cl, depois ,n i.int .nulo de um>entranhas ainda pal-
pilunles um suspiro de alivio formulon sen Iriunt-
nhou6lMpala.vcaaajue linhan CHlcnsivamenle es-
NtM-.iiin ene r-iiat dudo:
Nao lia Dos !
MUTILADO


rem prsenla senlinrcs dcpulados, fallando
os senil"! Maciel Mouleiro, linio Falcan, Aqui-
ii, (unios de Mello, Alves da Silva. Ilrilo, Cosa
Como-, Icanaoio Joaqun), Manool Cavalrauli, S:i
Pereira o Eslcllita.
O Sr. Tendente abre a sesaao.
I.iila a acia da sesslo anlcrlor, lio approvado.
O Sr. l,' Secretario menciona o seuuinlo
EXPEDIENTE.
Cm oillrio do aecrelariu da provincia, li.nisinit-
liudn putro da cmara municipal de Igunrass, ao
qual acoinpanlia o bataneo da receila c dapeza do
auno Ihianreiro de I8JI a I8M, o licm assim o oree?
meulo de 183: a 1854.-r-A' enmiuissio de urgaim-n-
lo municipal.
Oulro do mesmo, aconipanliando a remessa de ->
cxcniplarc- (tu rotatorio c contada rercita c despeza
da administrado do i>alrinionio dos orpliAot .Ir -2 do
Janeiro a 31 de dczcinbrn de 1 838. Maudaiaiu-sc
distribuir.
Oulro do mosnio, dovnlvondo o reqncrinicnlo don
amanucuses da secretaria da cmara municipal dot-
tacidade, ao qnal urunipanha a interinaran dada
rr aquella reparlic,*). A' eommissao do orramen-
muuicipal.
Picoa adiado por liavcr pedido a palavra o Sr.
Agolar, oscguinlc parecer:
( A eommissao de tazcuda o orcamenlo, leudo co-
mo principio regulador na decrelarao das despeza
que aquella que por sua nalurcza sao cvonluaes, e
por isso mesmo nao useeptiveis de lima avahara
rigorosa, podoa ronlimtiT a lazer-sc, quando esgo-
lad.is asresperlivas consignaroes, independcnlc de
aulorisacao especial do poder legislalivo, c ronca-
ste de crditos supplcmeiilarcs, correndo apenas ao
jovonm a olu icario do darronia esperilicadaiiicule
dcsscs exrasos |ira seren posleriormcnlc apWova-
das; lie de parecer que om soluc a duxida en
que ata a junta da Ihc-oiiraria provincial, de ]iodei
ou nao exceder a COMignicgO volada na Ici do or;a-
mciilnx cenle para o siislcnlo e curativo dosprcs"S
pobres, que se responda ao presidente da provincia
que indcpeiiilonlc de aiilorisacao especial dcsla as-
semblen, [iodo elle ordenar o excesso desla despee
liem como de oulras quaesquer da mesma natural
a Saladas sessoes 85 de abril de 185:1. ./(ir Pe-
drada Siha. ManocIJoaiiuim Carueiroda Cu
nAff.ii
Fornm Humeados para supprirem as faltas que ci
isliatn na ciinunissAo de negocios ccclesiasticos, peli
retirada para a corlo de ilous de seus incinbrus, os
-ni......~ Epamiiioudas c Olivcira Maciel.
OKDEM IMTDIA.
Oonliiiiiacao da discussio dos rticos aditivos, of-
ferecidos em segunda discussito ao projecto de orea-
ment provincial.
O.Sr. guiar: Sr. presidenlc, OU Iralarc uiii-
camenle a respailo de don dos artices aditivos que
se arliain oin discussao: o primeiro lio aquello que
uitorisa o coverno a mandar proceder ao* csludos
neeo-sarin-, aliin de conlierer-se se porvenlun lie
possivel lomar franranicnle navcgavcl a liana do
Su ipe. Esla idea, Sr. presidenta, soll'rcii Impug-
naran, nAo dirci impugnacio, soffreu algam reparo
por parle de UBI nobre ilepnlado que se asscula ,la-
quclle lado; mas me parece que, nao fni o lui'U ami-
go muilo juslo insta parte; |N>rqiie existindo ja lia
iiiuilo na secretaria desla assembla una represon-
lacnodos babilantcs da frocuezia de Ipojuca, que
como o nobre dopulado sabe, be baslauleiiionli' po-
ma la. e aoude lia muilos ciigcnhns que tciu neres-
sidade de exportar os seus assucares para esla rda-
lle, pelos meios mais baialos e coininodu,, be claro
que nao (Mira base .i disposiro desse artigo ndili-
vo; e tanto maiso rrciodiono deapprovacao, qiinu-
In se nao aulorisa o governo alazor lugo rasa obra, c
mu a manda-la esludor c examinar, iilim do eonhe-
cer-se se ella bepoaslvel osea- imv.is dos cofres pro-
viueiaes podcni OU Dio suppnrlar o peto desse dis-
pendio. Por ronsequeneia, nao se dando, desdo ja,
una aulorisaciln definitivapura dispender-so aquan-
lia neceataria'cum a abertura e desempcciiueiilo dcs-
sa barra, be claro que o ai ligo esla nos termos de ser
approvado.
O Sr. Francisco Joiio: Mesmo quando desse
mais do que isso....
OSr. .Iijuiar: Crcio que o Robre dopulado se
qiieixnu de que.a res|iciloile Iciiurassii, nao so aprc-
tenlasso a mema medida. Eu lamben o seomna-
nlio nessa queixa, o aclio que o enverno nao lem
ciimpridoo peiisaincnlo da assemlda; porque lein-
hra-me que j leudo pealado, por una ou du.is ve-
es no rorpo legislativo, a idea o metan a recom-
iiioudacio de que o goveruo niandasse proceder
ao sume nai ettai lo para o molborameolo do rio de
Iguurass, al liojo nada dislo se fez, o noni na ca-a
nada consta....
i) .',. Franc'uco Joto: Pono meverai que.
nada se re*...
o Sr. Mular: Assiin j v o ilustre memoro
que nao lem sido por falla ou m volitado do eorpo
legislativo, eanlct por descuido, c descuido imper-
doavel da administracAo. Porlanlo, anda quero,
lalvc/ pela Icrceira ve/, rotirorrer ron o ini'ii vol
para quo se diva ao governo que lenliaein COMJde-
racHO os niclboranieiilos que reclamain o rio de h'ua-
rass, e por isso nao din ido volar pela cmeiida do
nobre dopulado.
Sr. presidenlc, Iralarci acora do secundo artigo
aditivo, que alii so ada, aiilorisaudo o governo a
pagar aoengenhelro Milloi aqoaioliacorretponden-
lc a nina cralillraeao.a que elle 'juica cun direito.
O nobre dopulado que lirniou osle artigo permillir-
mc-lia que Ibe faca nina breve rell, vao. Ado in-
convenienlo, acliu cxlcinporaiica a dupotieSo desle
artigo. A casa tabe, que oongeabeira MMl re-
queren ao presidente da provincia o pagamenlo de
urna gralilicacao, o que o governo indeferio ossa pre-
Icneilo, que eslo pretciidcnle se dirigi a assemlda,'
i que esla nada deliborou de positivo a mpeilo de-
la quitln, rovcrloiido-a ao governo para reconside-
ra-la e deridi-la como Ibe parecer de jusliea....
HmSr. Urputmh: E li- auxilenlo- eoiii ea
meios necessarios para pagar aquillo que elle julcar
se Iba deve.,..
OSr. .filil)':Tudnissii, portanto, eslu de-
pcndenlo do urna ultima dcliberaeao do coverno.
pudendo este entender ipic ou he jusla a piel.....o
ou injnsla. o |kk1c |wr isso deferir ou iudcferii. E
mu,, islu verdado, para que j a desig'n.icao de una
quilla ?
UmSr.tepvUulO-.i so o enverno deferir'.'...
OSr. ii/iiiur:Perdoein os nolires dcpulndoi;
Uto exprimo da liarlo da assonibla una informa-
cao de que o presidente deve ntleiuler, ou'deferir
favoravelmenle a prclcncao do supplicanle ( Su
apoiado ). Eu eslou persuadido que nao be este o
peiisamcnlo da asseinbla. mas pile scr'iulerpre-
i,i.1.1 mullo liem desla maneira ; c nlio seria fuolo,
iiciii roiivenienlc que a assemlda lizesse una insi-
imaeao dcsla arden.....
O Sr. Flomirin :A assemlda devh manda
pagar...
ti Sr. .li/uiar:Se devia mandar pagar, ixirquo
o nao fez 7
Scnbnres, deixem-me dizor o quo sinlo. Eu es-
lou persuadid.i que, a awcmhla leudo diln ao go-
Veroodeferi como cnlonderdo juslonada mais
dovo fazer do que esperar que o governo julguc,
para eulo aulorisa-lo coni os necessariot meios; os-
la lio a maneira recular de proceder e o uieio mais
conveniente do salvar as rormulas e do respoilar, e
lio somonte nesle ciiipeiiboque cu faeo e.l.i- breves
reflcsoet. Nao Icono na volitado ao rcqucrenlc,
liem ao contrario, mas Dio desojo que I asseinulca
d mu pasto que possa sor acalmado de irregular.
is o motivo porque lia punco disse ao nobre au-
tor do artigo, que ello be inconveniente, conside-
rado a sua disposico por csso lado, c linda mais
inconveniente me parece, porque revela a sua adop-
cm nina precipilaeao, una amia que realmente
nao esblo nos baltus circumspeclos e musanle pro-
ceder dcsla a,seinbl.i. Eu crcio que com isto n.o
oliendo a ninciieiii; faro miiramonlc estas reflo-
x."cs para que, se a asscmbla enleoder que ollas
valem al .iiiii.i cousa, alenle liem no passoquo val
lar, c quando nao, decida como julgar acertado,
|...~ ipie he sobe! ana, -cnipre sil.i.i, iulcir.i c jus-
lissima cm suas delilicrar.X'-.
OSr. flui)(ila:l'cdi a palavra, Sr. presidente,
para responder ao nobre dopulado quo lioutem fal-
ln, c se oppOI i nina emenda por mim mandada
mesa, para so consiguar no m..menlo a quanlia
necessaria para pagamenlo do |>rnfessor que lem .lo
b icionar economa poliliea ho Ijccu, segundo o
parecer da cuiiimissio, que foi approvado pela as-
sombla. O nobre deputado disse, que nao acliava
regular etsa emenda, |K>rquca despeza naoera 10-
nua.....
(i Sr. Mello /lego:Nao me pareca...
O Sr. Hapti'ta-.O nobre dcpulado loria raigo,
se por ventura se hOUYBe ncado urna radeira no
Ivrco, mas nem a pMietO, nem o parecer foraui
apreteuladoi nesle seulido. O Ionio ollereceu-so
para entluar economa poltica no l)ceu mediante
a gratificara de MIJstXKl ris; n.lo marcou lempo;
a conunissjo c a attemlili>a julgou conveniente acei-
tar o seu oQereeimenlo, mas nao crcou cadeira.
Porlanlo nao crcou despexa |>orniaiienle. E do pa-
recer da eommissao cm rolacao .pcii^o, ou ofTcre-
. ioieiiln fcito, se roiiclue eviileiileiiieiih' que a des
pe/a.....le nalurea leda evenlnal, S......obrede-
pulado quer rninbaler os fundamaHlos do parecer,
isso be milla eniiia.
(i Sr. Mello llego:N.io be occasio opparluua.
ti sr. lloplia:-S o que rcsla a raaer be votar fundos para otaa dospe-
/a: osla lio a consoquenciu necc-
OSr. .l.iTOIIi-eira defiendo o artigo addllivo,
quo foi por ello assignado, o respondo na oliserva-
coes do orador que o impugnou.
ti Si: Francisco Jpli :Sr. presidcnlo, loman-
do boje a palavra, n,\,i quero do modo algum quo a
conlrovcrsia boje calabelccda, Iraga como mlla-
lo o amuntinuntn de fazenda de lionttm, ronlcn-
ar-ine-liei siinplesmonlo com o explicare mou pen-
lamcnlo, se bem sinta o mou moral molestado o
ibatido. Principio por declarar como quo em jm-
lilicaco niiiiba, que iioiiliuiiia opposieaoou iinpug-
fu ou farei emenda que rccomincnda o me-
Ihoramcnto da barra do Suiiiie, sinlo-mo al diipot-
ilar por mais alguroa cousa niosmo do que be
pedido, (tosejarla mosnio fosse proposla olguina
quanlia para osso molhoramento, urna vez rccoulio-
cidu polo governo a sua ulilidade o pralicabilidade.
Explicado, porlanlo, assim o mou pciisainenlo, II-
ca entendido que cu bonlem nada mais solicilava
do que o o-.daieeiiuenio pedido, quo por simples e
innocenlo podia ler sido ollendido. Agora, tratan-
do da emenda por mim oITcreeidu como addilva i
da barra do guape, devore! tiinplcsmonle dier que
a necossidado do mclboramonlo do |mrto do Igua-
rassii dispensa da inhiba parlo explicacoos mais lar-
gas, porque o til dessa medida csti dcinonslrado,
em diversas providencias legislativas cm que tal
incumbencia lem sidn aos poderes pblicos rocom-
mcudada. Conlenlando-mc com esta simples con-
sideracao, nada mais me rcsla agora a fazer quo
liazcr como que cm soccorro a ella as que poaaam
ser ollcrccidas pela direccao dada pelo governo a
linlia de cslradas para o norte, que parece lor sido
pouco coniplolada. Crcio niosmo que |Kidcra o go-
verno ter para Uto bem biias razos, no oame dol-
as nao pretendo entrar, mas nada olislanlc esle pro-
IKisilo moderado nao posso deiiar de lembrar casa
que, sopor ventura alinha datoommonioapoi lar-
roslrcs deve de ser reUrdada para aquello poni,
compre por isso mesmo (pie a rommiinicacao lluvial
soja desembaracada o niclliorad.i, lauto quanlo lie
possivel. Tal lio o fim da miaba emenda, que |iara
fazer valor Icnlu por dispcnsavel fazer a|i|iello paro
recordacocs bisloricas dessa villa, salislazendo com
dizer qiic a sua bella posicao, que o scu embarca-
douro, que |i(ido facilinculc ser inelborailo, be rre-
dor de nossas allencoes e solieiludcs, lano mais
2
vislo quo dello dependo ludo. A boa oscolha da par- & Marlins Peroira^pilOo d^|*P.n"la'2"
lliesouroiro do mesmo corpo, c meinliro dosla casa.
Ora.Sr. pre-idenle, cu nao son da jwllcla ; mn
emlim fallou-so em miin, quando cu nao ton da poli-
iiuaiilocssebcnclic
do li villa de Igua
extensivo s comnr
parlo da do Uoian
Assini explicado
.lo.is.n-. dcsla cas
porque palovras
nplesi.
i o sen lerrao,
de Naiaretb c
culo presta'
mas lamben
l.imoeiro,
de
lo repan
ronlrar n
fui so, mas
airepeudid
mcu pensamonlo, vi
valliam cssas cousii
lias poilein n.lo val
comentar, calma a
raoo que algucm <|t
ler de bouloin, se fu
como ponilciilc me
i c conlricto proicsl
Ibam a
leracoet
Al.-
A
Encerrada a discus-A
approvados, com od US
auodiareapeito aoenge
Entra cm segunda di*
a Art. I. V
risado adi-poiidci
a IS.1. com paca
le da rolacao qui
iOOjUQO rolt do ci
fcsores de irali
i, sao os arligos ad.lilivos
io do do Sr. A.il'Oliveh
ibciro Mill.l.
}guinle projccl
o pi.....Ionio da p.
. pola renda do ext
nenio da divida pa
a esta lei acampa
alih.ao.K"., que te i
elementar, que
de IH.VI
cnnsl
ii.'ln-
aosii
U alumnos, o 3:301*806 ril ao phai mace
quii Jos Piulo uimartetI0:08i|8:l9.
n Art, -2. A conla dcsla despeza ser
as deipenu do mencio.....lo oaereiclo.
Art, :i. liean, rcvogada as ditpot
conliario.
mesa o be apoiada a sociiinlo ci
IO:(Wi>'.I.Wrs.acerceeiile-se
pagamenlo dos herdeims do padr
do Olivcira. S. II. lariieir,
di
Joa
Val i
.. Ao
r-. par:
I lierozi
ii/ki.
Boln
(va a i.
en.la
: 9079120
A......
da (
Icrecii.l llisCIISSOOprOJeClO n. I, que
policial para o auno de IKVI a Isli,
com as cnienilas approvada. en. secunda discussao,
bem mino a emenda siibsliluliva do Sr. Mello lleco.
Vio meta, cso apoiadas, as scciiinics emen-
das ao artigo addilivo:
I-ira o governo aiilorlsado a mpprimir a caixa
de adiniiislracn e farduncnlo do corpo, e a fazer
recolbora Ibosoiiraria provincial os fundos destina-
do! n esle misicrMello RtgO. B
Arlico addilivo.
i, lie,.........vigor osarls. >, :t, i, .">, f, o Sda
lei u. -l n de -22 de iimio de ISi'i, ooart7 da lei n.
950 de 11 dojunlio do 1830 Mego llego.
OSr. Mello llego: Sr. presidenlc. julgo-iiic
obrigndoa unoralgumai ligeirat ronsidijracoetpa-
ra juslilicar mo s a emenda siib-liliiliva que apro-
scnici ao piojeiio.,.....i as dnas queacabam do ser
lidas. Quanlo ao projecto lubtlilulivo, eu crcio
que a r i-a nao lora duvida nqnliuma om i.....rova-lo,
alenlas asjuslasdispuse,,,..queolliconlin. II pro-
lelo aprotenlado pela uwbro connnisfto liva a forc
policial cm Km |uacas; c una eineiida do Sr. Pan
Brrelo aulorisa o goverqo a eleva-la a 600, nos ca-
sos do rcbollilo, icdlcao ou guerra eviena. A
cinciiila que aprsenle!, aiilorisaudo laniboin o co-
verno a elevar a torca a til praras, d-llio un cer-
ta arbilrio, porque dil quo O augmento lera lugar
se atsimourgirem asciigcnciatdotervico, Enlen-
do que couvin uto a.hnillir-se c liinilacAo da
emenda do Sr. I'aos Brrelo, porque como sabe
bem la stemblea, ha rasos que tem ter.......nos
de guerra eviena. sedicSo uu rolielulo, podem obli-
cuo enverno a elevara forca....
/ ni Sr. Depiiliilo: lenio- a guarda nacional...
t> Si: Mello llei/o : A guarda nacional mo
pode sali-a/or cenas ......OBsidiidot. Todos ntsa-
bemoaquee......mn provincia appareeen quadras
om que os assassiualos so dio em crand......-ala, cm
que se dan muilos roubo, o.....ros criincs quitar-
n.iin inainre niaisfrcqiicnlcso numero das dilig
cas, quoobrigainouovornoa reforca otronling
les do cerlot lucares. a augmonlar os detlaca.......los
multiplicar as palrulliaa mesmo netla capilal, el
o sr. Manuel FlrmiaoiA um aparto.
ti Sr. Mello lleijo: lio venladc. o nobre di
pulido me auda com o seu aparte. Mas, romo d
lia, eis-aipii um caso que sen ser ,l. eipocilicad.
na emenda, piule Ira/.cr a necottidado do augmcnl
de forca; oalm do.le aluda muilos oiilroi lia, sci
te do governo, a coromissao para insp
p i.inuualmeiile, oalcill disto acautela da llicsoil-
raria, lomando conla lodos os annos a caixa, o fa-
zciulo rocolber a si Indo o restante ou excedente dos
fundos de fardamenlos, ovitarao Indos os malos
quo os nobres dcpulados reccam. Por tanto, anda
repito, acbo mais convenicule o deiiar ao arbitrio
do governo, o aupprimir ou connorvar a caixa do
corpo. Nolo ainda que ba certas nocessidodcs cer-
tas deslelas pagas |iela e.iixa quo, nao podem ser
salilfoilns dcvidamenlo licando o fundo de farda-
inonloi a cargo da tbesouraria. Eu cilaroi um al-
omlo, quando as pracas dao baixa, recebem em di-
nlieiro o que so Ibes osla a dever; so os fundos fo-
rem para a lliesonraria, tica isso mais difllcil o com-
plicado ; lio noecss.ii o irom olas do corpo para a
Ibesouraria, infurinar,ACt, olisrvatos, roquonnicn-
los, ele, o minias vezes os pobres bnmens perdorao
oaeu dinbeiro, so para evilar o trabalho, delongas
p .......una-que ho. dosolfrorneslo negocio.
ilo que o Sr. inspector nos loin dito oqui,
por mais do urna voz, quo a sua reparlc,ao esta falla
.le Vmpregados, que os quo exislcm uo chegam pa-
ra o oipedienlc. Ora se nos forillos dar-lbo esta
incumbencia, vamos augmentar Irabalbo da llie-
sonraria, porque ser neccssnrio croar urna esrrip-
fiir.ie ni especial para islo, liavcr livros especiad
ole. Porlanlo deixemos ao governo, que veja se o
cxpedicnlc da Ibesouraria pode comportar esse ser-
vil; seni prelericao do oulros, c cnlao mando que os
fundos para fardamenlos la llquein. se vir que niio
pode, conserve a caixa. Acbo pois, que esta as-
semblii proceden com loda a prudencia, mesmo
co.....ida a cirrumspcccao doliendo no governo o
arbilrio dcsupprimirou conservar a caixa do corpo
do polica, npprovandoa emenda quo be facultativa.
Os uniros nrligossao addilivos.e lem por lim fazer
vichi ai diversos arligos da le passada, rttalivos ]
livarlo dos sidos, puraque cslcs liquein desdo j
ilelerminados; o oulro artigo be relativo a curali-
v o das pracas. I'arcco-me que Idilio juslilicado as
emoatl.is que mandei a mesa.
O Sr. BafIMa: Sr. presidenlc, docido-mc a
a favordopriineiioprojcclo.jnapprovado om prunci-
ra c secunda discussao. O.....ro piojillo do hon-
rado dcpiiladu | o Sr. Mello llego I ronlom medida*
ConcernClllM a parle Otcal do corpo de polica, o ev
leu bem cerlode que, por mais q.....ios esforremo
por pi cumiemos lodosos abii/os, os nossos Irabalbo,
serio seniprc impertidlos. Eslcs Irabalbos, scnbo-
res, slo mais praprioa do poilcr eieculivo ; c, crcio,
que ser inclbor nulorisarmos o presidente a dar un
reciilainc.....para o corpo de poli'ia na parle llsral,
O Sr. Mello llego : A emenda traa di*.
O Si: Bttplilla I Se o projerlo il osla aulorisa.
cao ao presidente, cntao indo o mais. qno ven u'ou-
Iros rticos, be desneoossarin csiipcrlluo ; o porrn,
seciiiole mais scciirn Oro na opiniode volar ronlra,
Aproveilo 0 OCCOSlio para dar breve o plena res-
posla a una correspondencia publicada na folba /.<
(l'fa n. c assicnada polo secretario do presidenlc, na
qual esle tcnlior disse, que cu dcvcrei ser litio poi
calumniador, se nao eihiblr algum documento, que
prove que ello lom inlcrvcneao na arrccadaeao dos
cmolniiicnlos da secretaria i.....m cu as-everci nesl
casa cm ine.i discurso pubUcado no Diario de
Scnliores, o mou adversario parece que lem perd
d.....enso : seus seiilidiis o-illiideni, sua razilo o-
ilc-ainp.ua, rilo ferc-se morlalnicnlc, o nao sabe i
que faz. li queris ver como'! eu vol mostrare! i
con.....la a clareza.
Diste elle na dita sua correspondencia, quo pan
uslilirar-sc, o pioi ar, quo ncnbiiiiia inlcrvcneao leu
na arrocidaca, do, oniolumciilos da secretaria, bas-
la-lbc o aparte, que o Exm. Sr. consclbelro M
Mouleiro me dora, e com o q lal iiioslraia, q
va bem inforniailudoluilo, quanlo se pasta na -ccrc
loria do governo.
Bem \.......s ao aparle do digno consellioiro, oSr
Maciel Mouleiro.
Dizcudo en, .piando orava, que o mou adversarii
nao liulia b......los, nem serviros na provincia, 0 qu
apenas |Hiilcria fazer-se conliccido pela avare/a. cun
que amjeadava os emolumentas da secretaria, o Eim
Sr. Maciel Mouleiro, o mcu respeitavel amigo, den-
me o Kgninle aparle< Menos, quando se despa-
eliain professores de priincras letras ; por qm
icslj
fe.
ido
ala
qu
ni,.
scrcm os de rebelliio, sedicio a ene
lo que nao deve.....- deiiar o goveni
correr a laes euHjrgeneias.
Porlanlo. lonco de termos recelos
vemo a autorisacao que prono.......
dcr-lli.i por todas oslas raiOS, e
experiencia ja nos .....slrou que, ,
Igual, senau mais ampia, nao Iroux
alciim; a lei mc.....c dando ao gov
pura rcduzirou elevar a forra poleii
eonvenienle, esla tal redolida, viste
ncnllUma O.....cenca que se oppi
ra exlcrn
i privado
de deiva
pi
o porque a
llllorisae.ln
anvenienle
i laculdndo
assim fosse
o ler dado
lessaasuareduc-
cao. Mas em lodo o caso esla assonibla obrou rom
oda a prudencia e cautela, e d'.dii nao rcultou
......lino, mal; porque o governo nao fez iieuluim
uso indiscreta da autorisacao que Ibe lei concedida.
Nao vejo razo, pois, para que a casa se dcixo
dominar por umsonlimeiitoqiic cu nao podercibem
da qual
lu-
lo-
liimenl.
do l'azcnda tirando, c de Incaicra, prejudi
assim aos oulros eniprccados.
Ora, osle aparto revola evidentemente, I
0 digno consclbeiro concordara em sor o si
avaro na arrecadarOo dot emolumentos; 2.
-i o n i., era. quando para seus lins de Con\
prop 1.1 j.i se sabe : lins elciloraos I dispe
parles do pagamento dones emolumentos; :i.
siiainlervciic.lo na airooadaeao dettes cinoliimc
ora lio maligna, injusta c desptica, une e.poliava
os oulros omproglldos da parlo, que a lei Ilion ilava.
Se, pois, o digno conaclneire fallou a verdado, o
com pcrfclo conbcciinonlodc causa, nnni COIlfotsou
o mou adversario, lio claro que neslacoiiftssioosui a
Pi.n.i plena de que S.S. nlo sinterven na arreca-
dacae do- enoluinonlos, como que o faz do um modo
abusivo c IlliuslO, ereio porlanlo q......stou justifica-
do, o uii.....i calumniador. Tenhodilo.
ti Se ./. de Olkelra: Esla bem juslilicado.
O Sr. l'orlella d.i mu aparte.
" Sr. Bapthta : Peca a palavra, e diga o que
lem de diier a esse rcspcilo.
t) Si: nomino : Vol contra todos os projec-
los, |ior que dio forca de mais, dio aulorisaego o
arbilrio, que eu ciilcndo que ligo sao precisos, tai-
mo eu enlendo qua assemlda deve livar a torea.
inaudarei nina emenda para quo se lixc iiiiicainenlo
Din 100 piaras, r iilll piaras cm mu corpo bem orga-
uisado be forca mais que sullicieiilc para uceorrer at
ueee.-i.ules do snico publico : sera mu corpo limi-
ta b.nn, o ido se argumento diiendo-se que.....i ba-
lo ni.iioi forra, que a assemlda lem ja decretado
mais tarea, porque ou crcio que ella nunca existi.
Ach.....cio sabemosciiikisquo mo sabamos, islu
be, que.......tire da msica o os msicos lodos ven-
can! sold como soldados de poli, ia; enlrelanlo es-
tes homons nunca fortn soldados do polica : cr.iin
cia. Nao liouvorasaofeV
Ora, Sr. presidente, ou nao soi o quo linha o jo-
me de Florencio Jos Carnciro Mouleiro, memoro
da assemlda, com lun oftlral do corpo do polica, i
qual ora companlioiro do Sr. Morlius o lalvoi seu
amigo Que linba u mou noincdc ser Ira/ido n una
corrcs|M)Udcncia, o transcripta no Kcho PtrHaMm-
rano, nesse papel lerrivel, que cu cbamare Echo
infernal ? I O mou nomo no Echo, lalvcz por 80 ou
3I9 I porque csso jornal doseompoe a lodo o mun-
do, o ponto ho que Ibe paguom ; o que ello qur lio
dinlicirol
Mas ou quizora explicar csso fado, lal qdal acon-
teccu na roalidade. Esso quarlol-meslre, osso olu-
clal que etl acotlumado a servir ao seu paz desde
dada mu tenra, c que lem cicalriies de honra, ja
com a ci aaden a, j com a espada, adqiicndas un
dota da palria, osso ofTicial lem sido muito fiel,
tem prestado sempro milito bous sorvicos, e agora
mctnioollc nao dovia cousa alguma cana. Ello
,1o ora culpado do quo o commandanlo do corpo
andasso faior portas da reserva, o oulras cousas.
O commandanle manda fazer portas, o mais Islo, o
mais aquillo ; e dizendo-lbo o quarlol-meslrenao
lem dinbeiroo commandanle mandou tirar da cai-
xa o dnlieiro para osle fim, na Importancia de
I7t; c quando tai ao ajusta de coulas ainda lhc
vollarain li,-J ,
Ora, sonliores, o nobre dopulado, autor da corros-
pondencia, parece que dovia ler porfolio conhcciiiicn-
lo desles fados, e SO por urna pcrlldia quo cu nao
posso bem qualilirar...
O Sr. Francisco Joilo lio miiilo forte!
O Sr. Florencio: O nobre dcpulado n.io use
da oxprcsso ; mas eu bei de usar: raro o que que-
ro, tonho csso direil-, una vez quo me SJeito as
conscquoiiciasdos meus aclos. Saiba o nobro dcpu-
lado, quo lonlio a precisa coragoni, para dizor que be
urna perlidia.porqiic cu nao inverleria um faclo.pa-
ra proj.idicar ao mou moler inimigo. Eu nao son
capaz de fazer islo, c quem o fez lio um pcrhdo, mil
vezes pedido!
Porlanlo, Icnbo provado quo esle ollieial n.io Ilion
dinbeiro para si, porque, saiba mais, ello nao pren-
sa ; porque be multa econmico, niiiilo verdadeiro,
e as provea ahiOtlaO nos oorpoa onde elle lem servi-
do ; mo lom vicios : lirn esse diubeiro por ordeni
do roinmandaiilp, para salistazer serviros pblicos,
a eslava na honradoslc scnbor dizer a verdado. Eu
lhc disse Como he quo voss faz islo.: Den-
me ninas desculpas: dissc-ine, foi um engao, como
dizcudo, quo nao linha taita a correspondencia, e
que apenas linha assignado. Mas, o Sr. Ilibeiro, a
quem se nao pide deiiar de dar elogios, |icla ma-
neira porque proceden nesle negocio, porque man-
dou rospoqsabilisar a lodos...
f/inAV. DepMaio: Foraoei-thosooreiro, a-
pc/.ar de Icreiii apparecido doriinicnlos falsos.
O Si: Florencio : Mas emlim, possft alianr.ir
que esle ollieial nada lem : pedio para ajuslar su is
coulas, c ainda lhc rollaran 1 i mil rs.
Perrailla-meV.Bic. que eu entrena qoastao da
forra, porque acora nao quero ir mais longo, porque
enlendo na i dever ir, vislo o nobre dcpulado ler-se
rolirado da sala, o cu quero usar de cavalienismo.
Son militosciihnr das mullas ventalles.
Oiialineenla-piaras cm mn rorpo bem organisa-
do. leudo bons olliriaes, be tarcas do mais; por i-so
voloconlra lodos os projeelos, que marcaroni mais
linea. Son inclinado oplnlaodo Sr. II;.....ael,
quando quer tirar do rorpo esu historia chamada cai-
xa de adminilracao, A policia nao .levo ler lal
llracfo rouha milita lempo aojof-
ii imillas nianliaas nesse Iraballui.
e liavor mu forncecdor nomeado
picma llic-oiiraria Ininar rnnlas.
souraria lom pinicos enipregados ;
s. O que cu quero be. quo, polo
iilinucina fazer as compras; que
O presidente pode nomear un
xonipln : o corpa precisa de IX)
800 lardas, das qoaes rada ui
.; vio as anioslras, o reroiibece
nao be do proco, vollain, niln se
as amostras agradarom, niainla-sc
ii i.
adniin
i porde
qu
Enlendo
Eu sel que a llu
mas ile-sc-lbe ma
corpo, se nao' en
n.lo baja lal caixa
fomecoiliir; por
pares decalcas, ou
cnslcqiialroiiiilr
do-seque o panno
accilam, o quando
taier as fardas...
, li oigan- aparle
Ja disse que li i l
lim j se acabarant
vemo, e ae
Eu creta,
Sr. minlsln
blea! i'ni'i'a'i
Son
s rorpos de li
tmenle vamu
lio he contra i
neado pelo co
i) Si
ti;
/V,
lo
: Isso acontece en
lodo
dlsh
opli,
o sei
One
qu
por uniscntimeiitoqiic cu
explicar, porque acbo que nAu devr
desrniillanca, nao volando pin esla medid
eslou eerlo, n.lo fara o governo mo uso.
As oulras disposirdes da niinlia emolida sub
liva me foram siuiceiidas pela- oicorrciicias q
deram no coi podo policio, oocorrenrias que ni
rain api ociadas |iela nobre cominissto, porque mo
ei roiibccidas, quando ella formulou o sen pro-
jerlo. Crcio que se a nobre conunissAo livesse boje
le i'onoi i-iunar um novo projecto, nfio deixaria de
santiguar laes dispotieOet, como neeetsarias para
ciliar que na caixa do fardainculo, do corpo so re-
pila os mesuios abusos que so lean dado. A oslas
ijuulei r autorisarilo ao governo para Doear lodos
os anuos nina eommissao para inspeccionar o corpo
de policia. Esta medida me parece indispcnsavcl:
todos os anuos livesse bavido una Inspeeefo re-
gular, pelo menos os abusos que so dorani. as prava-
' atoes queso prnticaram no rorpo de policia, nao
leriam pastado de um auno, nao leriain-sc desen-
Ivido om 18o grande escala; porque una vez que
fossem condecidas, leriam- sido piinidus seus auto-
tes, e o escndalo nao seria IA grande como tem
lo. Portaoto esla disposicAo be necessaria. Pro-
na ,i Mipprossioda caixa dos fardamenlos, masre-
llo. lindo inclhor, vi quo ossa disposlclo nfo ora
niiiln pruilcnle, c por isso agora proponho que te
mlorlse o governo a supprimi-la se o julgar conre-
liailo. Coulieco que devo explicar a razo da mu-
l.ine.i de men pensamento. Sendo grande parle dos
ihusosquesodornm niisridosda exislenciada caita,
eu na occasio cinquc aprcsenlei a emolida achra-
me mullo impressionado |Mlosacoulcciniontosque a
lodo indgiiaram, e ronfessoque me dcixei arraalar
pela idea du supprcssio da caita, mas pensando
irlIuM reinnlicci une nao era muito prudente lo-
na lal dcliberaeao, o nAo me envorgnnlio
rj.i
conveniente auta
ni sonso dello, a siiapra-
be ounlocoiivoufa.....I
m commandanle probo.
evi-.li'iuiail,i caita |Kd(
de reinar da idea. Julgo
governo, deitar ao Ih
lira, onprcriar se a eaiv;
Com odleiaos zrlo.ns, com
Icdicadoaossciis.levcie. ,
icr eonvenienle.,..
.-I.'rn Si: liepuliulo il KM aparle./
ii Sr. Mello liego : Toda de|.....de do pestoal
lo corpo, se o penal fi.....o lia de -eiiipro havor
ibusos. Todifenende daetrolhs queo gnverno i
icr, da felicidadv das noincarcs: o he isso ainda
a razio de inays para coiniucllei ludo ao governo,
uo : Esla encanado, e
une...... lie una cousa (o pequeui
iHiiiipiiilciiisnlipr Indinos generaos do um verso,
que Ihe applique'.' Nos corpos do I." linba
mas nao na polica que ii.io lem aulorisacAo par
isso i nos corpos do linha manda-so ensillar a-
pracas de prel. e quando piles ja sin mu-iros, arhi-
tra-sc-lhcs nina ccalilicacao : por cvemplo { para me
fazer hiin ciileudcr o soldado Antonio de lal, mo-
ro anida, senla piara no anuo de Isilt: o inoslre de
musir vendo que ello pude ter alguma baliilida.li'
para cl.irin.da, diz ao coiiuuaiidanta aquello rapaz
pode ser cirmelaAprende, o quando j ho mu-i-
co, aibilr.i-se-lbo una cralilicaeAo, c tem iraca, e
percebe sold, porque a lei dos corpos do lilil i mar-
......a graliucacSo para a msica ; o eolio isso he
nnitome.....r......que, quando os mustaos la.....caca,
nao se van embora quando querom. luana polica
ligo ha Ici que mal que nada para a musir. Eiiron-
vonlio que a possa Ici, o lalvez diga que be a nica
cousa boa que lem a policia; mas, como be um lu-
xo, paguom os oOleiaaa c soldados, porquo a Ici nao
manda pasar. Tcceisallsfeilo ao nobre dcpulado 7
.Mas. Sr. presidenlc, SOI) piaras, bemorgauisadas,
he forca do mais. E nao se diga levo KM pracas.
Nunca Imuvecssa forra: he nina Instara em que eu
nao acredita o as duplcalas o provam. Mas, nao
InaisUrei nessa queslao dire oponas ipic be urna
terca sumcienle 400 pracas: o goveruo que Irale
do orcanisa-las ronvenieuloinoulo, Hale de nomear
ofllciaotcompelenlea, e cssa tarca pode bem ebogar
para as neres-idade-da provincia, lie verdado que
ou acbo pouco o sold ; mas emlim, se assembla
lamben entender assim, podo marcar mais, porque
c.....pouco dinbeiro, aempre se servo mal; e eu
mesmo nao oslara di-poslo a liabalhar para iiiu-
guem por pinico dinbeiro, o menos ao governo, que
ro.liuna pregrseos ralolesinbos solfrivcs.
Acora me parece que c-lou mais ilcscnibaracadn
para Iralar de una queslAo, de que cu sempre dei-
vei de occupar-ine no correr da discussao do corpo
de polica. A coininis. i o em sen relaloiio disse....
Eu torno a repetir que, por delicadeza, uaoquiz tra-
tar dosle ohjcrlo, psjierei al ver o resultado ; mas
boje nao posso deiiar de fazer algumas obscr-
vaciles : he de mcu dever, o sinlo que o nobre depu-
tado, que -o -cilla dnenlo do lllilll;. O Sr. M.ll lilis
Pereira ) o quo puhlirou nina currepondenria, Ic-
uli.i sabido da safa. NAo obstante, temprc dirci al-
guma cousa, sempre lhc darci umn pequea rospos-
la. A commissio, Sr. prc-idcnlc, disse que a eserip
luracAo do qiiarlcl-moslrc de policia eslava alrasa-
da; mas a commissio fez o scu dever. A incumben-
cia que leve, tai de irao corno, c dar parte do ludo
quanlo adiaste; mas ho preciso que V. Etc." saiba,
que nAo be possivel que o quarlel mostr do um cor-
po, Icnlia a su i e i ipIuracAo om (lia, quando a
pre-lcui sei
rece-mo qu
coraos,
vemo. Eu
barac
laes cana
do n progreso, que
Maja um forucced
he-so a caixa.
Si. presidente, que existo mu aviso do
da guerra,probibindo-so que os sohla-
i.lr.io de ra. aliara de linha presten! ser-
es. Un quinera que tamban assen-
loaoSr. iniuislro, lizesse ulguina dccla-
prohibiudo que os soldados de policia
cus que mo sejaiu piovinciaes. Pa-
na algiius toldadosditirahidos cmscivi-
......per Morapio, na secretaria do go-
lo posso concordar em que a policia so-
ja disli'.'ibida om serviros geraes. Os soldados de po-
licia nlo piidcran mais fazer a guardada radeia. Em-
lim, lodo otervlco, que nAo for provincial, nao de-
ve ser relio pela policia; e islo sera una jusla relri-
buicaodo aviso do ministro da guerra...
I ni Si: epulado Esse aviso tai por causa de
muilos abuso*,
O Sr. Floreifio :Bulan, cuino so deram abu-
sos, os soldados do ravallari nao te bao do prestar li
tervieo nenhuin provincial! Um soldado do eava-
lara ha de ser una erlalua de brjnzo, porque o mi-
nistro nao quer !...
OSr. Carueiroda Cunlia :....Que sirvam de
ordeiiaiicas.
0 Sr. Florencio:O aviso nao dii ordenanzas;
maissm, lodo e qualquer servico policial.
Por lano, cu leinhro islo, para que se faca algu-
ma cousa, em oi'ilein a evilar que nao estojamos dan-
do dinheiro para dc-|iezas goracs, quando se nAo
quer que soldados do ravallari facam servidos pro-
vinriaiM.
Eu nao clon multe fura da opniAo, de que o
soldado do eavlllarM nAo deve ser empregado cm
qualquoraervleo, porque he um s.....ado multo caro;
o Napoleo era o primeiro quedizia, quo 0 soldado
de envidiara nao se empreca em qualquer musa, poi-
que be um soldado mullo caro ; mas na nimba
Ierra vejo toldados do ravallari paralado....
Om Si: Dcpulado :EnlAo romo ccnsiirnu isso '!.
O Sr. Florencio:Eu censuro o mcio, o o mo-
do. Porlanlo, Sr. presidente concilio quo nlo pos-
to volar mais lie 1IR> piaras, isto para sor coherente
com meus principio,, ja aqu omlllldos, quando
disse que KKI pracas seriain batanla para as neces-
lidadea da provincia, tuna vea que tejan bem su-
bordinada., c regularisadas; o que, so nao aconte-
cer, dar em rc-ullado. linda leudo mu
moro, tormos sempre mal servidos, c te
um snico mal fcilo.
Encerrada a iliatussRo, be' api
Ja emenda subsliluliva do Sr. Mello IIi
lado na vulacAoo 2. ; substituido pola
I. ; approvados o i. c ; icaeilado o (
I
deflnilivamente volada foi de 400 pracas, eilslin-
do rom ludo sobre a mesa urna emenda que aulri-
i no a elevar o 600, quando as necessidades
di tervieo ou crcumtlanlias oilraordluanas.o oii-
cueui. Sendo pois 100 pracas as quo consliluom a
forca ordinaria permanente, durante o anno finan-
ceiro que lera de decorror, he curial quo somonte
so dosigue qnota no orcamenlo para esse numero ;
ma-, pnr oulro lado, concedeiiilo-sc ao governoa ao*
lu- a; ni de quo ja rallo!, de poder elevar a tiOOnra-
Sis, he evidente quo o mamo governo dove ticar
sbililndocom os meios necessarios para pAremeie-
cucAo esla disposicAo, no caso de quo imprevistas
emergencias a islo o delerminem.
Ou.i ha pouco omillir-to aqu aopiniao (te quo
o simples fado da decrclacao da tarca era siilnr.ien-
lo para que o governo flcastc implieilamento auto-
iisaib. a fazer a dspota necessaria com a manulen-
cao delta; mas me parece quo osle principio nada
lem de insubsistente o do verdadeiro, |Mirquo, a ter
elleadmillido, intil seria o Irabalbo a que nos da-
mos de confeccionar um orcamenlo, e anda mais
mull seria o procello conslllucional quo nos man-
da fliar a receila o despeza quo devem vigorar cm
cada anuo financeiro, entretanto que julgo indis-
pcnsavcl o necestaria urna providencia qualquer,
atlm de que a aiitorisacAo nao so torne illusona e o
governo nio se veja de mos aladas, quando enlen-
da urgente o uso della. Me parece, porlanlo, que,
urna vez adoptada a emenda, dovo-se providenciar,
para quo ella se possa lomar clIecHvn, o nesle ca-
so seria prudente aulorisar o governo, por moi
d'almim artigo especial, o tancar man dos saldos
que se forera verificando, scui que todava so desig-
nein as verbas do donde se deva lirar esso suppri-
mculo, porque, a proccdcr-tc desla maneira, podc-
ria muito bem acontecer que, involuntariamente,
se tas-e prejudirar algum ramo do servir publico
nimio importante e urgente, enlrelanlo que mc pa-
rece ser o governo o mais habilitado o ronliecer
quilos as verbas quo poderiiun, sem iiiconvenienlc
gravo, ser desfalcadas, pudendo lirar d'uma ou do
mullas ao mesmo lempo, urna vez quo osla ao son
alcance u poder avallar dos Inconvenientes quo se
pndeiiain seguir.
E, Sr. presidcnlo, nao se prorodondo por este
Iheor, lenho conviccao do quo o governo fica ira
potsibillado para, no caso de necessdade, elevar o
rorpo de poiiria a 600 praras, e i causar a aulori
sacio que se ibe concedo, porque lio para mim ovi
denle, c nina verdado do primeira inlnicAo, quo
sem a asseinhla derrotar a despeza, o presidente
Dio a podo fazer, embora as circumstancias cilra
ordinarias...
O Sr. /Qfi redro : NAo apoiado.
O Si: .Ignior :E Dos nos livre que podessom
vigorar enlrc nos os principios do nobre dcpulado,
que araba de dar-mc um Moapoiado, rrlalivanion-
IC ao poder dscririnnario que allrilmc ao governo
do ronlrabir cmnrcslimo, o de laucar muoslos!
principio., alcni de pergosos, subveitivosc dcslrni-
dores da consliliiicAo do imperio A doulrina do
nobre dopulado be loda absurda cm si...
OSr.Joti Pein i Absurda, nao, senbor.
O Si: .guiar! Absurda, lim; e lano mais
absurda, quanlo se podesso olla vigorar, dcsappa-
reeeria oaystena reprcsenlalivo, e se anuiqnilnrhi
a consiiliiirao. Disse o nobre dopiilaihi que cm ra-
sos extraordinarios o governo da provincia eslava
autoritario a ronlrabir cniprcslimos, c laucar im-
po.lns sobres piipulae.lo, pela razan deque, leudo o
governo geral esla parasalo pelas Icis goracs eslar
oslan adopladas c mandadas ler applicacao no pro-
vincia. Neg ludo quanlo dase o nobro deputado;
liego, em primeiro lucir, que o governo geral cs-
leja autonsado a ronlrabir ciiiprrstinios, c g lanoar
inpnsires sem aubirisar.ln do corpo legislativo ;
eco, om secundo lugar que, quando ainda mos-
nio evislisso issa aulorisar.lo, o governo provincial
podetn jipropii.ir-se della, porque oque existe en-
lrc nos be una Ici que mandou por cm cicrucao
as ilisposccs Icgislalivas coraos a rcspeilo da nr-
rccadaeAo e liscalisarAo das rendas, e nAo mo cans-
a a cxslencia de lgunia oulra que mande obser-
var di-pii.iiois de oulra nalureza, c nem era pos-
sivel que dirrilos conferidos ao governo geral pelo
poder legislalivo geral da naci, podessem ler op-
plicacAocser invocados pelos goxernos provnciacs
que soincnlo podiam, nesle caso, ser autarisados
PelM .....mhlras provinciacs.
A quem, Sr. presidenta, incumbo o ado addi-
cional o direito do mpi".' lie por-venliira de
pequea Importancia, nos governos reprcsenlali-
vos, odireilo pehiqu.il so exicc do rid.idao parle
do sua fortuna para iiiamilourAo da sociedade '.' lo-
dos conbeiein a crandeza de'ssc direito, c |Hir con-
sequeueu nao be possivel que so admilla o scu ox-
crcicic ,r peatoa que nao India cvprcssa aulorisa-
cao ii acto iddicioiMl. Assim j vt o nobre dc-
pulado iodo o perico a absurdo que resultan de
sua doulrina. Algunl dia o enverno gcial iinpoz'.'
e-.ra porque onloqucirat nlo, e so o na lem
(ella be porque ai.....sliluieAo Ih'o probibe...
O Si: Jote redro : Tem fcilo oporaees de
crdito.
O Sr. .guiar : As oporacocs de credilo diffe-
reni muito de imposices, o, mesmo quando lem
bilo otas opeardes, examine uno he aiilorisadn
pelo poder compeloulo, c nao pelo direito que Ic-
rrm negocio que toca i leddS, e J que nio cliegou
ainda o da de podernwt dispensar eternos, h0 ,,a.
luralosl mesmo nos inlereates de todos nianler o
estado actual nessa parle.
Contta-mo queja roram interrogado* varios oscra-
os, o que alraves de muito disprala doivn
percoher, que bav ia cnlre ellos a idea do alarein i.,,.
ros ; assim como'que havia o pensamonlo do i.e ren-
nlrom, para ir com urna imagemdo Senlior Cruriii.
caito proslrar-se dianlo do seus senhorw, elmplorar.
Ih suas cartas de li beldado.
Ja tai instaurado por parlo da ju-lieao procesu
por semclhaiile emergencia; mas nlo mo consta aiu-
da do scu resultado.
Nao he o dciejode censurar ; lie o muilo inleres-
sp que lomo pelo bom rosulladn da causa da jiislira,
quo me raz lastimar terem sido sollos, anlcs nir-nia
do como{0 do procetto, alguna individuos, quP i^
podiam ler sido presos em vlrlude de indicios \che-
incnlps de loiiiarpin parlo no que quer quo soja que
proleiidiain ot oscravos, oque como laa nao ileve-
ram ser sollos, nenio depols do pspcessu.
1 .miI>i-iii ado muilo seusivel que o promotor pu-
hlieo nao ruin nrrc.se para a forniacAo da culpa, o
qual como prolico muilo poderte servir para desro-
hriiiienta da verdade: atou persuadido que aos pro.
notores corro mais alguma obrigaco, do que escre-
ver nos aulos umFiat Juslilla: nio lie a primeira
vez, que se tem nnnullado processos de grande Im-
portancia por falta de formalidades, ou rcquisiios
uccetsarios; nio he lanibcn a primeira vez que aoi
ros se n.io tem imposto a |icna no grao convenien-
te por falta dessas mamas formalidada, ou requi-
sitos.
A scguranc.0 individual Icmsoffrido algumacou-a
no -ir- das. Ini individuo de nomo Antonio Bernar-
dn, morador data cidade, iovadio a casa do Deme-
Irio Jos Piulo, e com um punlial quiz dar-lbe pa-
iporlo dcsla para a melhor, o quo evilou o Domc-
|iondo-se ao fresco.
Ir
Es'lc mesmo Antonio Bernardo, nessa niesma oc-
casio, em que pralicou ala acollo rom o Demetrio,
accommctlcii na run ao alfaialc Joto Gregorio, c ali-
rou-lhe com o chapeo pelo chao, para ensiua-lo a ser
corlcz. Disem-mc queo JosoOregorio val mudar-te,
para nao lomar outra licio ; inimigos que sao aprender I
Tambera ia siiccedondo no dia 19 dale urna oc-
eurreneia bem desagradavol com o juiz niuniripnl;
vendo elle pastor por junta de ti un lal Pila, arma-
do doum punlial, inlimoii-lhcordemde prisno; ni
o Pila que nio be do brincadeiras, nio s o deseo-
liberen, romo la ni bem tez mencio de querer purlur
pelo punlial, sendo preciso que o juiz oamcarae
cora urna pitlola, que r.isualinonle linha comsige,
para cfl'ccluar a prisio | sendo pora nolar-se que a-
ehandn-so prracnle a ludo islo um cabo de etquadra
do destacamento, se nio quizesse proslar a raptan
do roralcilranlo, se nao depois de o dito juiz .mira-
ra I com prisio a ordem do general.
Sade o dinbeiro, porqtie urna cousa sem a oulra
pouco serve. X.
( Carla parlicular.)
DIARIO DE MINUIIII10.
A assembla nio funecionou honlem por falla de
numero, arharam-se prsenles ot 8rs. Ilarflo de Ca-
piharihe. Florencio, Caslro l.cio, Morlins Pereira,
Jos Pedro, A. J.do Olivcira, Firmino de Mello,
Epaininondas, Fraucisco Joao, Mello Hogo, llarra
Brrelo, Jos Fiilppe, Augusto de Olivcira, Acidar,
llaplisla, S Pereira, Pa Barreta o Carnciro da
Cunha ; fallaram os Sis. Podro Cavalranli, lian...
labio, l'orlella, Maciel Monlciro, Aquino, tiuedes
do Mello, Olivcira Maciel, VareJSo, Costa Coins,
tirita, Manool Cavaleanll, Ignacio Joaquira. Alies
da Silva, Caslor e Eslcllila.
fiOUl^lC.\DO.
Se lodosos dios apparcccm apologas fcilas a esle
ou aquello individuo por aclos que praticam, c que
seus panegeristas juluam dignos do elogios, eslou
i a ih I ..-a i ii,, inrn direito em dizor alguma con-a a
rcspcilo do urna corporarAo religiosa, sobro a qual
pesain odiosos Invectivas dos phllosophanlesdestc se-
cuto que chaman de luas, mas que eu rhninam de
iinpicdadc e do lilierlinagem: una corporacan qoc
lem iilravpssado a lorrenle dos seculos mais ou me-
nts combnlida, e sempre victoriosa, o radiante de
cloria.porque sua misslo he sagrada, e oulro lim nn
(em mais do (pico bem cspirilual c corporal dage-
lalbi dos religiosos de S.-I'i

O Si: /ou
rbacOes mullas ve
( AV. Agolar:
assembla pedir i
proia que Mo fall
f) Sr. '' red
Pedro;Te
di.!..
| O Sr
osso dir
ti Si
Ende nosse caso ello
I bil de iiiilcinuidadc,
II o direilo de que ro l
: -Nao tai is-o que ci
idc mi-
.cinprc
lilao arlii
; oinpa
iien.la i
c final
Volitar:Como quer qu
ilu da i'onslilui'Ao'.'
Mi Pedro: Eu falle
10111 i
u qm
disse
10 lili
rclari;
lem ; porqu aquella depende dcsla, o
por conscqiicncia, tedas as vez quo a secretaria li-
vor a eseripluraran atrazada, lem-n'a o quarlel mot-
Iro, porque nilnhailo dizer an commandanleponha
escripluriiiAoeiii dia, porque cu precisn distoPor-
qurlel-incslr.' nlo poda le I sua cscripl
I
raan
Aiu
I
I
nidia, sem qu
Sr.juetldenlo
,ern
ria lanibein a llveasa.
iiei levemente em on-
pimin. Eu nula icue.i.i de locar pralnndamen-
na- emlim n.io quero i|iic te diga quo me apro-
veilo da occasio.
Apareccu, Sr. prcsideule, umacorrospoiulcncia do
te approvado o arlico addilivo.
Patw-se2.*rilscaasio do artigo 18 do orcamen-
lo provincial, addiado para denota de votada a lei du
vacilo da forca policial.
II Si: Mello llego:Sr. presidente, pedi a pala-
vra para pedir a commissio do orame.....me infor-
me se esla quanlia do 111:000, he calculada sobre a
bate do i" i pracas, ou de 600...
ti sr. Hanoi Brrelo:Sobra a da loo...
t) Si: Mello llego :Mas leudo enverno, aulo-
ri-acAo para elevar rorpoile policia a lilil, desojo
sabor donde o goveruo lem de lirar os lucios para fa-
zer semelbanlc dc-peza.
O Sr. Jo'c redro fez ale.....as relloxocs sobro a
materia cm discussao.
O Si: Mello llego :As explicacoesdo nobre ilK-
pector, de innilo.ilcun me salislizeram ; porque r-
teme nao disse, donde ha de sabir dinheiro neeos-a-
rio para pagar-se as 600 piaras, se ollas forera ne-
cesarias. En nao disse que as dispo-ijoes geracs
socslabclcccroui (lile, o sold tesse applicado para
isto, ou para aquillo ; disso somonte que o aiiuu pas-
eado so linba teilo islo a rcspcilo do que sobejas o da
verba do rorpo de policia ; o que cu quero he, que
se aprsenle um mcio de autarMaro governo afozer
cssa despeza so ella ter necessaria, Islo lio, quero que
ello saiba donde lirar o qiianlilativo para o paga-
mento das pracas que cxccdcrcni as 100, para as
quacs -rnenle so marca qunla. Neslo ponto he que
eu nao quero doixar arbilrio ao governo ; devenios
liva* a despeza. o picviuir lodos os casos cm os quacs
possa a ndniinisliacAo acbar-se embaraeada pira sa-
sisfazer as necessidades do servico publico. Ja que
adinilliinos a hypolhcso do que posta o governo ele-
var a terca, devoraos lamhcm babilila-lo cora os
meios preciso- para salisfazcr a dospeza quo d'abi
resallar.
O Qjador: Continua ainda |a demonstrar que
concedida a aulorisacao para augmentar a tarca,
deve tainbein ser concedida a aulorisacao para aug-
monlar a dos|H3Z,i; e taz diversas ronsidernces que
nao podemos apandar por causa dos apartes.
ti Si: Carnciro da Uttiilia. (Nao roslilui n sen
discurso.)
i Se /ot Pedro tez ligninas reneiOos snbrea
inateiiaciii.lisin--.io.
ti sr. .guiar : Sr. presideule, eu dirci pouco1
c coeancare por ronressar que me acbo em Balado
deduvida a respeilu da quesillo. A tana |iolici>l
conslili
cao ?
O Si: .guiar:Pois mo qui-i que Iraca a cons-
liluicao ite imperio, para dar forra a inhiba opi
nilo, qnatido o nobro dcpiitailo, sobnrdinando o
prcrcilos con.liliiriou.il'- as iiinuisislenlos Ibenriii
de una sricncia, vem aqui dizer-nos que o covoi
no lem o direilo do conlrahir cmpreslimos o al do
impnr'.' Islo he um completo absurdo...
;() Sr. /oti l'edro da um aparta).
ti Si: .Ignii :Niio sei so he possivel ; sei que
se nao pode lirar n aasembloa provincial o direilo
do tancar imposices, sem iufringii a consliliiic.io,
c osla inrracrao so roalisar.i Inda o vez que o go-
verno possa ini|Mr romo' quer o nobre dcpulado.
0 Sr. lose l'edro : Bu disse isso cora res-
Irirr.lo.
O Si: .guiar: NAo admiti rc-lriccAo cm
materia lio positiva e importan le.
O Si: /oti redro:Admillo-a eu.
0 Si: .guiar :(.Me quer que Ibe taca 1 enlen-
do que a con-lilurao podo sor violada.
ti Si: /ote l'edro: Nao ha violacAo ahi.
ti Si: guiar: Tanta ha, que o coverno,
quando assim proceder, lem nercsidaile do pedir
ao rorpo legislalivo mu bil do indcmuilailo, que
equivale a conlis-an rlara e cvplirila de quo exor-
hilou o precisa de pedir perdi.
0 Si: Jos l'edro: ~ Qoil pardas.
O Si: .guiar Tanto quo a assembla pode
deitar de dar, e luido raponsabUisar quem eaa>
melleu a infraccao...
O Si: Jos l'edro :Nunca scenlendcu isso co-
mo perdi.
ti Si: guiar: -Enlouda o nobre dcpulado co
mn quitar, o cario he que da-te um eiceato de po-
der, e a detoulpa desso excesso he o que conslili
um bil de iiidonuiiilado, sendo livre ao corpo le-
gislativo, ou coiiccde-lo ou ropuiisiibilisor o ini-
uislro (po cxurbilou...
(O Si: /oti l'edro da mn aparte;.
O Si: .guiar : Por esla lormu 0*0 so piale ar
ciimciilar, nem disiulir, por lauta lio melhor doi-
ir de continuar.
Tomn dado a hora,
O Sr. rndenle designa a ordcni do dia, c le-
vanta a.sossao.
COMARCA DE NAZARETH.
35 de abril de 1853.
lie aclualmenlc objoclo das convorsares do ros-
pcilavcl publico dcsla cidade, o plano de in-iureiean
dcscobcrln pela polioia, como j lhc nnlicici cm nu-
tra occasio: muilos o dita como cerlo ; ou, porni,
que nao eslou iniciado nossos altes mvslcrios, c que
s sei bem daquillo que vejo, ou daquillo que ouco,
s posso conceder aviste dos fados, que lera ebega-
do ao mcu cnuliccimenlo, que so havia apalbadu
enlrc a escravalura una dcslas ideas errneas( a do
aslarem livros ) quo as vezes se infiltra na populacho
;a i lo. sera so sabor como, c sem que appaicca mesmo
mn re.piinsavcl : foi assim que om Janeiro do anuo
pastado a populacSo de certa ordem dcixou-se per-
suadir quo a Ici chamada vulgarmente do censo li-
nha poi lim csrravisa-la.
Nem por estar |iersuadiilo do quo mo havia este
plano formal para una insurleic.io, deito do ruin ir
era que etlavamot amcacadot de um grande mal, e
cm que cssas ideas do liben lado, que so liaviain e-
palhado enlrc a csrravalura, mais boje, o*j mais n-
inaiibila Irariam serias ronsequoncias. Porlanlo as-
-euio, ipica |Hiiicia est enl san direito mercando a
mais minucioso avoriguacio respeita, c dando lu-
da- as priiviih.....ins c.....retara a extirpar o mal ; as-
miii uo assentu que devlela iii.iiii iieuinspcc-
elo, trina da ditrriniinar o lal-odu verdadeiro, e mi
eniergar, ou faier que enierga Mate negocio i lio-
mana, qno poi riiii-a algumairiam por-to a pardo
e.navo-I li.iinoiis pais de lainilias, e possuidorps
de esclavos I lato nao lio um negocie de partido ; be
ero huma
dcsla cidade.
Contesso que Irom apparecido d enlrc el Ir- alen
bem poneos) quo contaminados polo venen,
nrrupro do secuta se bao desviado um pouco il
liclaines sanios do seu inslilulo.o qual ser teor|
ario de homenf, onde nao apparecam esta sigu
la rragilidado humana mas os seus tuperim
tambera bao sido incansaveis eni os punir, c huercli
gar ao cumprimenlo dos seus deveres ; manifcslo in-.
licio he pslc do quanlo se toreara essw hoiiieus
evanglicos cm cnlUvarem loda a sua puretaasvir-
ludcs rbrisiaas que Immam o liiiidaineulo do sen
santo Instituto.
Seria hinco por dcninis enumerar os beneficiosque
Iccni prcslado cssa corporariode liomcnt mendiran-
los ; quo n mcio de sua exlrcraa pobre/a eiicnn-
Irain aempre os soccorros que o eco Ibes proporcio-
na, mo erado dos impos que desojan) o scu exter-
minio, invectivando contra citess mais levollanirs
calumnias, de que dio sempre Iriumpbado ; e Ins-
tara dizer que as setnelas achain-se alli boje, con
sempre domiciliadas; para prova desla verdade nio
ser preciso mais do que lancar-sc urna viste relra-
pccliva sobre o scu proceder.
Olanlos ccrlesiaslirot secutara se veem iuljr pu-
lores de rebanhot evanglicos, que alli beberam
luzesda sricncia llirologica'! inniiincravcis barlia-
rcis c magistrados alli adquirirn) o eonhcrinicnls
desses csludos quo Ibes ala. ni as portas a -cieen
do direito, resppitavcis sacerdotes, quo terain lillios
do espirita scraphico, c fizeram parle dessa roi|Kira-
cao, eiislpin boje pspalhando por enlrc o poxo a,
suas luza das scicnrlasque all adquirirn!. Ilasla.
Bsla bonicos pois que nunca deiiaram de promo-
ver cora |mpa c docencia o culta da nossa rcligiao
divina, leem bojea venturado seren dirigida por
um guardin, que suploslo soja moco era ida
vcllio em virludes.
Nonioadu o Hvdm. Sr. Fr. Antonio deSanl
golica guardiao do convenio dcsla cidade, o scu pr
meiro cuidado foi aecudlr aos reparos da sua icicj,
que |iclo estado do ruina cm que se acliava murar.
va iupvilavcl dosabainculo, c para logo concebcu
gigantesco projeelo de a reedificar, como oulr'ora
scu sanio palriarclia nns dias da sua conversa.....vi
culn com a puhrc Ei mida do S. Damin em Assl
A deficiencia absoluta do meios nao o desanimen i
prujeclada empieza, rbmiiiunicouscii intenta al
giinscbritllos caridosos, que felizmente ainda -coi
coiilram, para confusio dos impios c libertinos, e :
sneeorridu eoni nlciiinas osmolat, cora queden prii
ripio a obra quo ahi osla tob o oame do piilihro
obra de grande despendi netlo lempo em que n.nl
se pode conseguir senio a poto de ouro.
\ olido porcm que lhc era iuqiossivpl conrluii i -ti
obra lio bem principiada, |iorquc nio quiz caus
ou |icsar tanto sobro os dcvolos, recorreu a, em li
dos os inupo. i r.onlior ida, caridadc dos nossos li
gisladora provinciaa, os quaa acolhendo benic
e favuravelnienlo a sua pelicao, eoiisignarain DO
campillo provincial a quanlia de um conlo de ici
para ron lualo da obra daquello templo.
Honra |miis p doria a actual assembla provinrlsli
que se ten) mostrado lio zelosa pelo bem publico.
lelo esplendor do culto, nao se poupando aconrar
rerpara o augmcnl da provincia, sua pro-penda
do c gloria da rcligia de Jaus-Clirislo. Kecolian
todos as congralulacos c sinceros agradcciincnlo- di
Um iroiilo con fraile.
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rilLICACAO1 A PEDIDO.
Accordao cm retaran, precedido o sorleio con
lolorin docslxlo, quo aaaravada fola aggravatl
pelo juiz ii quo om seu dapacho do fl. ".">, do que
aggrava, porquanto leudo a inlcrloculoria a II. a
posln lerrao a qursllo de sor, ou mo rompclcnlc
procurador fiscal pora inlervir por parle da aggn
v ante no inventario dos bous do finado Manocl Ib
drigucs (aisla, radia-lhn ap|ieilar, mrmcnle gnzat
do a fazenda aggravantc do direilo do rosliluirm
que se Ibe nio poda negar x isla da Icgislaclo >
gente, |)Orianlo liando provinicnluaoacci.no, mu
dam, que o juizn quo reforu iindoo......Icp. li"
11. 73 de que so aggrava, admilla a ap|iellaco, que;
requerora a fl. 7, c pague o aggravado as costal H
quoo rondemnain.
Recite Hi de abril de mi.-Daslas, P. interine
Santiago___Telia.Pereira Monlciro.
orni(
ronlu
Ceg
dado
COMMERCIO.
PKACA 1)1) IIECII'K 2HllH ABKII. AS 3
11(111 AS DA TAHDE.
Colaces ofllciaes.
de para Mwlitei raneo a Irij-fi c 5 '.', "ir
a-ueiii em l'aialuba.
C.iiv.ii de pedia IgOllii ra, por lonelada.
A.-iio ar ina.cai.ld.i recular ISiOO per arroba.
Mascavado woldido a 1 rs, |r arroba.
More
Hodc
te&
l'edr,
Conu
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lector
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MUTILADO


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I'rete para o Estados-Unidosa 90 por cenlo onc-
eo de ii/ r.
/ ALFANDEGA.
Itondin.....bulo da I a -_'7 ;t:.ViK8ra7
Viein lo diaj. 28.......3-.29699J8
di*
311:855*785
Detearregam hoje 29 dt abril.
Barra ingina Toum of Liverpoolmercadera.
Barca americana Deliraran farinha de trigo.
Barra porto&uea Mara Jote inercadorias.
Barra brasileira Flor ttOlietira vinhos.
Barra brasileira Sorlepipas vaiinj.
Ilriune nulo Kelpil haralluiu.
Bruno hcjpanholllaralan vinhoi.
CONSULADO lilil vi..
Iloiidiiiicnlo do dia I a 27 87:591W>>
Mein do dia 28....... H9t?l.i0
AVJSOS MARTIMOS.
8S:-2S.->i7.>
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hemlimciilo do dia 1 a 27 ... 3:550917:1
I J.-in do dia 28....... 83301:16
3:78.18608
Exportacao'.
Barcelona, polaca hespanhnla Aila, de 216 lo
iirlailn*, condiuioo HKUinlc:800sacras com 1,190
arrobas c 9 libras de algodan.
KKCKIIEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE l'ERNAMBUCO.
Il.'ii lmenlo do da 28...... 6358248
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilcndimenlo do dia 28...... 7I9'<68
MOVIMENTO DO PORTO.
tVcmea entrados no dia 28.
Ierra Nova 26 dias, briguc inalcx Arabelhi Tor-
hrl, de 182 lonclailas, capilao llonrv Rrun, cqui-
pasem II, carga bacal bao : a Me. Calinonl A;
('.ompanhid.
Iliotiiaudc do Sul lidias, escuna brasileira Y'a-
meji, ilc llfi toneladas, capilao Jos Mara dn
Oliveira, equipaaem 9, carga carne secta; a Nn-
taes & CoiH|uinliia. Passageiro, Angelo Custo-
dia Comes
A'rtro sahido no menino dia.
Boilan barra americana Salite, capilao Thomat
K. Drinkwlor, carga assucar.
PARA A BUHA.
Pretende iahr com brevidade o novo e
veleiro liiate So Jos das Taipas : pa-
ra a carera tratn-se cora 08 consigna tunos
na rna do Trapichen. 40primeicoandar.
Para o Aracaty aahe com brevidadn o liialc
Flor do Cururipe: quom quizar carregar nu ir de
pawagem, primeiro andar.
Para o Porlo a galiola nacional .VA'. Trindade,
fabricada de novo, segu o inais lardar al acWiin do
corrcnlo oin: para o resto da carga e passageiros.:
Irota-se no cscriptorio de I', da Cunta Ov I:., ra do
Vigario n. II.
Para o Rio de Janeiro o patacho .svi< Cruz,
aegue com brevidade, recclic carga e passageiros :
(rala-se com Caelano Ciraco da Costa, Morcira ao
lado do Corpo Sanio, loja de maasames n. 25.
CEAK', MARANHAO' E PARA'.
Segu fin poucos dias o briguo escuna nacional
Arcelina, Ja lem a malor parle da carga engajada:
para o realo e passageiros Irala-se com o consignata-
rio Jos Raplisla da Fonscca Jnior, na ra do Vi-
gario n. 4, primeiro andar.
PARA A BAHA
vai seguir com mu...... brevidade, por ler
a raaior parte do sen carregamento con-
tratado, o liiate brasileiro S. Jos das
Taipas, capitn Manoel Nuiles da Silva
Lisboa; para o resto du carga e passa-
geiros, trata-fe com os consignatarios, na
BU do Trapiche n. 40, primeiro andar.
LEILOENS.
EDITAES.
Joilo llnirii/iics de Carralho Mello, capilaode mar
r guerra da armada nacional e imperial, e capi-
IHo dn porto da prorincia de l'ernambuco, por
S. M. /. i/ue Dos guarde ele.
I ac saber, par rimheciniento de quem iilcrcs-
nr, que leudo de lomar providencias immcdialas
na srulido do aviso imperial expedido pela secreta-
ria de estado dos negocios da mai inli.i, cin 2 do cr-
lenle me?, acerca dor. curraos, por isso mando pu-
blico o cilado aviso, para que ninguem pnssa allc-
m ignorincU, quando venliam a sullrer pelas me-
dida* de que se houvcr de laucar inAo. Capitana
iln parlo de Periiainbuco 26 de abril du I8J3.Joilo
llnirii/ues de Carralho Mello.
Copia n. 88Circular.Illm. o Exm. Sr.Sua
Magostada o Imperador, a vista do que |windcrou o
rliefc do d\ sAo rapito desee porto, cm oflicin de
i de desembro ultimo, sob n. 139, eeiea dos gra-
tcs inconveniente! que resultan! do cslabclecimento
de rtirracs de peixe, delerinina que scjaui demoli-
da. Iniliis os que evislem, com prejuizo da navega-
do; e nao se coiisiuta que so facam oulros que cau-
sen) scuielbanle daino, cm qualquer ponto da cos-
ta oh dos nossos porlos c rios; o que eiminiiiui'o
V. Esc. para a seu coiiliccinicnto e expedido das
iicce-suias urdens, |iclo que diz res|ieilo a osla pro-
Mii.-i i. Dos guarde a V. E&c. Palacio do Rio do
l.uieiro em 2 de abril do \Ky\.'Aacarias de Ges e
I tuconctttoi, Sr. presidente da piovincia de l'er-
iianiliuco. Cumpra-sc. Palacio do governo de l'cr-
naniliuro22 de abril de 185;!./tibero. Conforme.
Monto Leite de Pinto. Conforme.O sccrc-
lario, Thom Fernando Madeira de Catiro, a
Pela inspccluria da alfandaga se manda fazer
publico, pelo presente, a disposiejiu do arl. 8 do
regulunento que baiiou com o decrelo n. 1132 de
19 de marro proviino pnssado, marcando o prazo em
qu......leve recorrer das mullas imponas pelo* ins-
pectore das alfandcgas o adiiiinislradrcs das mesas
de consulado, e 0 modo de seren iulcrposlos c e*|ic-
diifcia o recurso, oqual be do Ibeor seguiuie:
ii Arl. 8. Para as multas impostas al a publi-
caran du prsenlo rcgulamciilo, o de que se nao
India linda recorrido, o prazo de um inez conlar-
e-lia da dala cm que os inspectores das alfandcgas
c ailiiiiiiisiradoros das mesas de consulado, mnda-
la fazer publico por edilacs c pela imprenta A
I.EII..U).
Jos Maria da Costa Carvalho, como procurador
de Manuel l'errcira da Silva Ramos, far* Icilao |ior
conla c ordein do dilo Sr., c por Inlen incoo do gen-
te Aiitiines, de luda a mobiiia da rasa en que mo-
rn dito Ramos, lonsislinilo cm radeiras de Jaca-
randa, mesa redonda, baniiiiinlias para jogos, sofiis
marquezas suarda loura, secretaria, mesa de jan-
lar, quadros riiin eslampas, es|iclbos grandes, cama
d'niuiacao, candiciropara ineio de sala, um palau-
qiiim haitiano, e oiitros iiiuilos objeelos; sabhado
.'iOdo corrcnlo as II huras da manliaa em ponto, no
segundo andar da rasa da ra do Colico u. 1.1 por
cima da luja de fazeuda ilos Sis. Rastren Koorkcr
A; Compauhia.
LEILAO NA PASSACEM DA MAGDALENA.
Torca-feira, 3 de inaio prximo futuro, far le-
Mu u agente Robcrts, nu sitio em frejile do Sr. Juo
Kcrrcira dos Santo-, do toda a mobiiia do uso do
Sr. A. I. do Rogo .Medoiros, por ler-se esle retira-
do para a Europa ; roiisislindo em um ptimo pia
no, ricos cortinados, safo, radeiras, consol, me
MS| laviloriOi canias, marquesas, ruiidioiros, ole.
etc., assim como louca, vldrOB, Ironi do co/iiiba,
o oulros inuilos nhjcclus que vale a pena o prclcu-
denle luinar Jal passcio.
Desanpareceu do engenho ConeelcSo Nova, fre
guezia da Esea'da, iiosns de oiilubro pauado um cs-
cravo do nomo Joaquim, cujos signaos,sano cguln-
les : altura regalar, er licui prcta, cabeed pequea,
lestn grande, olualdia,olhospequeos, eMiiuuiuos.
cosluma andar do barba fcita, regnla ter (riela e
lautos allos de idade. Em sua fuga proeurou ao
lllm.Sr. professur publico da villa do Limoeiro So-
vorino Alexaudre Vilhvtin, sob cujo noancfo foi
procurado, mas anles de sua enlroga ao portador,
conseguio ovadir-e e ot o presente nSo ha noticia
certa, apena consla ter sido villa em Drroreif......
feira da Pedra, onde inais ou menos perlo supOcm-
sc estar. Roga-so por lano a sua captura a qual-
quer pcasoa, que a queira fazer, leudo delle nolicia,
o sobro ludo as auloridade policiaes, o aos Srs. ra-
pilAes do campo, se promclle la recompensa.
Pergunla-so ao autor do annunrio publicado
no Diario de Pernambuco do 28 do correute, asig-
nado por Manoel Joaquim Cecilio, cm que se moslra
muito agaaladn eom o sen amigo, -rnenle porque
desoobrio as habilidades do mesmo senhor porque
vendeu urna mulata que o Tinado seu pai dcixou, c
como herdeiro do finado Cocllio lhc descubri a casa
do correlor do eacravos cm que a dila mulata eslava
vendida pela qiiaulia de 2609000 rs., a qual mulata
ludia distado 508000 rs., havia 15 dia, anles de
sua nenie; e como o dilo es|ierlalhAo sem que
cstivcsK hahililado a vender, porquo se nao tcm
procedido ainda a juvcnlario; c se o mesmo senhor
ronliiiuar se Iho csrlareccrn mail fados do maior
vergonbl ; aproveilo a occasiAo do lhc pcrgunlar
qual foia autoridade da pulida que Iho cnnccdcu li
ecuta para ahilar armado cncclivo.O Lubisliomcm
Esl fgido desde 21 docorrcnlcocseraui Mi
noel, criouln, roproscnla ter 20 anuos do idade,scm
barba, falta de denlos, e dcfeiluoso de ps, prove-
uirnlc de cravos ; levou toda a ronpa.c vestida calca
e jaque! : quom o |iegar ou dcllc der nolicia, din-
ja-ca sen senhor, no Rccife, ra da Cadeia Vclha,
loja de Joao Cardoso Ajrcs.
Nle sondo pussivel ir i praja DO dia 28 do
corrale, a eserava Tiraren e son fllho, dedira-M
er a dita praca 00 dia 2 de inaio, na iwrla do juiz de
orpbAos, asi horas da tarde.
Na ra da Aurora, junio ao collegio dasor-
|dias, piccia-sc de urna ama forra para tratar do
nina manta, o que d liador a sua conduela lam-
bom precisa-se do um copeiro livre.
TraspaMa-se o armazn da na do
rrapiciie n. I \, proprio para eteripto
rio: a trataruo nicsino.
5
AVISOS DIVERSOS.
um do
uiaeo un
o podol.ie
dito con-
spesielo dcste artigo
Alf
iiulega do Periiamburo 28 do abril de 1853.
peelor iulci ino, liento Jote Fernando Barro*.
DECLARAREN S.
O procurador da cmara inunicipal de-la ri-
d.iilc cm \ii lude do ordein da mosiiia enmara, acha-
te aulorisado a vender os lijnllos, cal o sement qne
seachain prximo aoninladoiiid das Cinco Ponas:
as pessoas que qiiizoicui roinpiar os lilaleriacs cima
iiioiicioiados, dirijani-si' ao naco da metro* rimara
Imlos os dias ulois al as Iros horas da larde.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PER-
NAMBUCO.
11-. redores do faleridn subdito pnrluguc Sebos-
llJo Jos Coolhodo Rosario, queiram aprcsenlar os
-lu-iloeiiniciitos csle consuladodcnlro do pruode
H dia-, para seren informados do que ha sobre o es-
tado ila lieranra deixada pt'lo mesmo finado. Con-
sulado de Portugal cm Pernambuco 2 de abril
de KH.Juaiiuim Haplitla Moreira, consol.
Pela subdelegada da freguezia dos Artigados
" faz publico, que se arha rccolhido a cadeia desla
ul.iilco prclo cmoiiIo Tbcodozio, que foi preso, c
''iili-ssouestar rugido da casa de sen senhor Munoel
rail Lupes, morador barra de Piaba*, no Sul,
'liioni se: juluar eran dircilo ao inesnio, eompmej
nc-lcjuizo que pnn ando legalnicnte lhc ser en-
Ircuue.
REAL COMPANBIA DE PAQUETES l\-
(iLEZES a vapor.
No dia I.* espera-
se la Rto|M> o vapor
Teviot, comniamlanlc
Onslow, o qual (lepoin
ta dciiKira i!o loslume
-iiiii |>aru osporlosdo Sul: para passageiros, Irq-
--(' em casa da agencia, na ra do Trapiclic .Novo,
CVMAHA MUNICIPAL.
Aramara muniripat ronlrata a plaiilarAo dcar-
"re* na ra do Passcio Pul.liro, da Aurora, do Sol,
paleo de palacio do goveruo: quem se quizer en-
VreQar desse serviro, romparera peranlc a mcsina
miara, ou requeira.
ornad,
imita
THEATRO DE SANTA ISABEL.
SAUBUIO 30 lli; ABRIL DE 183.
Beneficio de Joao' Antonio da Costa.
I'epois ilee\ocutada urna ouverlufa, princijiiar o
espectculo pelo novo e bello vaudevillc em 4 acto.
A FAMILIA MOKEL
DOS
MISTERIOS l)E PARS
de eiccllenlc msica, composito do Sr. No-
aulnr da inuira da Griea de Heos, i'ilha do
Arlluir, Kcll>, etc., ele, que lano lemagra-
eloo em lodos os theatros.
1'F.KSONAf.ENS.
orol nflioial de lapidariolicncliciado.
IHixl-ilphn(uimares.
I Jac(|es 1 errand-lahellio-Mendcs.
r'ierniaiioAlilliodo.
UdroHloulor-Scnna.
uxiiniissario de |MiliciaRoiendo.
' nioirinboJorge.
2- d lo-S. llosa.
dalen, mulher de MorclI). Carmoll.i.
i i1?.'"'' "'.*?'c <'ri'"1'1 'lo labelliuMauoela.
Idiota mil, dt Magdalena-Orsal Mondes.
Kiselea-Jcsuina.
""as nieninus, c convidados.
"'-nii-so -ha una jocosa farca.
ara Ion ao es|iedorulo o engranado duelo,
O MEIRINHO E A POBRE
untado ocio t
">" da tota,
iaci'il'r ,|,rc,","r",ellurcpeilaYCI publico des-
Lell' "Pef la'"'" '1'"' C*1'" ,eva *"" cm sea
upiicio, c e|iera rereber dos seu amigo e pro-
..,.,II'^|S"S ""'s"m Iwequio que soinpre ilio urodi-
Oji billietcs arham-sea venda om casa do beuoli-
'"K'i'wjraa.Hhoras.
ciado, c sua Sr." D. Anna Ijnu-
quo [ A mesa regidora da irinaudado du glorioso pa-
triarcha S. Jos d'Ai-'onia erecta no convento de .N.
S. do Carino desla rulado, fa scionlo ao rcspcilaud
puldieo que desde odilS6 do cironle den principio
ao setenario do Sr. Bnni Jess dos Pus-n-
que, lodos aquellos liis que amareni do
nosso Divino lledcinplorqiiizcrcn Msisiir
fa/er das horas da lardo em ilianle O
vento.
I'urtaram no dia I (i du rorrele me/., do In
gar den.....luido l'u Amarcllo, propriedade do en
gcnbo Macog, um qttirlio, pertenecido ao senhor
do cUgoiilio CanreicAo-.Nova, c seus si.'iiaes silo os
seguimos ; rodado, grande liem fcilo o gordo,
anda bailo, ponen, he ferrado, lem um (i de im-
prensa, mal fcilo, e retorcido no quirlo e.querdo,
lim dos doiis ferros inais no7inarlo dircilo : quem
dcllo dor nolicia corla scr.i rcionipensado, "c se o
levar ao inesnio cngenlio, ou na ra do l.i\ramelo
ao Sr. Joaquim Corra de Ite/endc Hc.o leni
t(J0UOOreu.
PreciSB-w alusor um pido para
todoo servicp, que nao beba e quo soja
muito lid: quem tiver annuncie.
Prcrisa-sealugariiina boa piola rn/inhera,pa-
rl n-en ico do una fimllil eslrangoira : quom livor
aiiniiucie para ser procurado.
LOTERA 1)0 RIO DE JANEIRO.
As rollas i|;i si'jpinila loli'i'in n lii'iii'li-
co ilo altado sanitario correti i 10 do
corrnte. A lista te espera pelo vapor
nacional de ."> do futura inez de maio.
O abano assignado aoha-so ile*oiiorado do
debito da tirina coiniuercial de Mallos f M.igallulos.
c iiidividiialnioulo julga nada devora peaon al'.-u-
ma ; mas no caso que ilguciu sejulgue sen rredor
queira apretenlir-se no nraio de fres dias, que
proinplaino'ile sor.i sati-feilo.
Jote /.ni: de Mallo,
Os ahaivo assjgnadns fazein scien'c loa seus
rreduros, que dissolveram a suciodade que tiiiham
om urna venda na ra do l.ivrarnoulo, n. :ih, Oca-
lo ii socio .Magalliaes rom a rasa, e siijoilo ao paga-
mento dos crdulos, o liando o socio .Mallos ileso-
nerado de qualquer obrigartlo rol.iliva referida
suciodade. Jote l.niz de MalliK..tiitmiio Pinto
de itagalha.
ItoSI-M ao senhor que hotoii um annuncio no
Diario de Pernambuco do 27 de abril do correle
nao, o. !M, em respMll a mu que fo/ Vicente
Tavarcs lia Silva Coiilinliu ,assiguando-so um que
pdc informar quo aiinuiiric |inr esla ine-ui.i lo-
Iba o seu nomo o a sua residencia, OU dirija-so
na de Sanarfahefr-fliMiu.^1. que lira conl.....-
lo a ilhargado Ihealro de Sania Isabel, para o dito
Silva Coulinho, ou alguem por ello, enleadcr-te
rom S. S.
OSr.JotO tttll de Ahnelda Hibeiro, morador
na cidade de Oliuda. queira ipparecer na ra da
Crui n. (l.
I'rocisa-so irrendir um sitio nosAfngidos, U
o tuqui, que lenlin boa casa para familia, boa ca-
cimba, eslriharia, capia) para um avallo o menos,
c pesio para sganla! vareas; quem ol ver, dirija-so
ii ra ila Solcdade, casa u. 12, cunfroiile a voudae
ladaria n. ti.
O Illm. Sr. I-ranrisco Peres de Carvalho lom
nina caria na luja da rila do Crespo n. 3.
l'urlarain pira o ainanhecor dn dia 96 do cor-
reute, doeiigcnho Arimbi, na frogue/.ia de Ipqiuca,
doos eavallos, sendo um delle do ilnio signado,
pial he do carro, c leudo servido iimitos aiiuus nes-
ta ciliado lie lieui coiihooido pelos holiciros. tls-ij-
nacs sao os sccuinlcs:hcrasliinho, de marra man-
do, un quai lo esqnerdo lem nina marra de mu, Iros
pos altados de brinco, sondo o dircilo de delru
baslanlo, com poiiro cabello por ler lido areslins,cho
punco liiiba sido caslradu : quoir. delle livor nulirias
pi'idc dirigir-so ao mesmo einienhn, nu ne-la praca a
ra do UvnmeBlO n. 33, que sera recompensado.
Dr. Fcrrcira.
DcsappariTou da compaiihia do son sclihnr um
escr.iMi de nomo l;iiippc, rom os signaos segundes :
llura regular, corpo secco, aigami cousn espada-
dn, cabrllo prolos cacheados, ulhos prctos, sobran-
relhas pelas e carregadas ilo eabelln., rosto secco,
nariz afilado, barba c buco pouro, bolando-sc sen-
lidu pode achar-se em cima de nina dassobranrelhas
una pequea oiralriz-dc um ronce do MVlllo, cor
morona uo miiilu fechada, pomas sorcas e cabellu-
das, pos seceos, bem foiloscdedos oompridns: d.i-.e
2UUg(IOO rs. a quom Idr cnlrcg-lo a liaurisco da
KiH'ba VVatidcrlcy, souhoi lo cngcuho do Capiana,
na roinarra do Pnrlo Calvo de Alagoas ; o qual es-
cravo SUppOe-se estar aromado tiesta cidade.
Antonio Jorge (iucrra, aulorisado pelo Dr. Pe-
dro llezcrra Pereira de Araojo llclliilo, avisa a ipiein
ronvier, que iiiugucn aceito, rbala ou fara qual-
uii eonvciitilo com una lelraS que o inesino Sr.
r. passouaoSr. Jo.lo dlConhl Wanderlcv, prove-
nicnlc de cscra\os~quo Ihe vendeu o mesmo Sr.
Wandcrloy, pois que est resolvido a recorrer os (ri-
bunaos eompcleutcs paia resfliadlr a roinpra de al-
uuns do ditos cscravos, por doonles c viciosos, cuju
defeilos lhc for.im negado.; o em quaulo nao for
cssa queslau difiuilivaiiienlc jnlgada, protesta nao
pagar as mencionadas letras, e para que ninguem se
chamo ao engao, faz a presente dcrlaracAo.
Manoel Corroa l.imn segu viagcnipara a pro-
vincia das Alagoas rom sua familia o 3 cscravo,cri-
oulos.
Precisa-se do una ama forra ou captiva, para
rasa de punca fainflia: na ra Nova u. 36, loja de
rutile! ro.
A pessoa que no dia 27 do correle mandou
para o rorrcio, por um prelo, \ cartas para as so-
guinles pessoas: II. I.ui/a Carolina da Mulla o Cu-
nha, Antonio Jos Peisolo, francisco de A.-i. Ta-
varese visennde de Condesa, rcsldeutos uo Rio de
Janeiro, queira iiiauda sati.fa/er o parle dtdUM,
visto ter o portador dovodo 210 paia o de ledas,
quando devia ser o duplo.
Jos Lols do Valle relin-nc para fra Jo im-
perio,
pie so
Va scvla-fcia, 22 do corrate, a
notte, perdeu-se da cidade at a patta-
'i'iii da M.i;;il.ili-n.i mis papis, sendo nina
Gscriptura de compra de um sitio, un
billiete de distribuic^o ja' sellado, una
guia com que se pagou o sello propoi'cio-
nal, eoulros papis: quem os aeltou le-
ve-os a ruado Crespo u. !l, caso le Ma.
noel Gomes Leal tt Gompanht
gratificara*.
Precisa-se de una ama para servir em nina ra
sadepouea familia: na na ila Cadeia do Santo An
Ionio, segundo andar do sobrado da esquina n. II.
O escrivao actual da irmandadedo
Divino Espirito Santo, na CoilCSicBo dos
Militares, scientifica a lodos os seus r>
uiiios, que domingo, I. de inaio, pelas !
lunas da maidiaa, se ileveni aeliar reuni-
dos na mesilla igreja, ulini de onvireni a
inissa votiva do inesnio Divino l'adroeiro,
linda a qual se proceder' a cleieao da no-
va mesa cine lem de reger a innaiulaile
no anuo le 1853 a o\, conforme dispoe
o eompromisso.
So sabliado de madrugada principian!,lia Igreja
da Couccicau ,|us Militaros, o saulus evercicius de
mes do Alaria, na furnia do coslume.
Prccisa-se de um caiveiro de IG a 18 anuos,
rom lgame palia, ou do chegadoa ultimimeole:
em Santo Amaro ao p da fundicao, venda de Josii
Jacinlho de Carvalho.
LOTERA DE NOSSA SENHORA DO
ROSARIO.
O tliesoureiro dcsta lotera, Grmado
nosscusaimtmciosde fazer correr as ru-
is no dia 2!) do correute, ainda qne li-
cpiem liillieli's iiiii'se tiossa arrisear, roga
aos amantes deste jogo ipieafluan a com-
prar o rettodos bilbetes, para nao ser es-
palacio o andamento das rodas pela falta
'le venda dos liillieles, os cpiaes adiain-se
nos lugares do costmne.
m aviso ao comHerCio,
\/ij Os abaixo assignados oontinuam fA
y i Iraiicjieai' a todas as classes cm
eral OS sens soitiinenlos deii/en-
das por liai\os piceos nao'me-
nos de tima peen un nina cln/.ia,
a ilinlieiro, ou a pra/.o, eoiiforme
se ajUStar : no sen aiina/.em d,1
m MARIANO VI MADRE DE DOS.
No dia I. de niam i-ninivn a l'estiv ulaile
do mez mariaimo na igreja da Madfc de
Dos.
Quem por engao leou da igreja da Madre de
Deoe, de|is das aclos da semana sania, duascadei-
ra, sendo urna de Jacaranda c oulro de oleo, lenha
a liondade entrega-las ao sachrisISoda referido igre-
ja, o qual tom ordem para recebe-las.
Oircrcce-se ama mulher parda para servir de
ama secca a almona familia quo va para Lisboa na
ra da Cuitada n. :,>.
Precisa-se olugor para casa de pona familia,
urna prcta captiva qne saina ciigominar e lavar, o
eulciiilii liunhcm de coiinlia: quom a livor e quizer
alegar para osle servio, dirija-se ao segundo andar
da casa u. 16 da ra do Apollo.
Aluga-sc ou rompra-se urna pnlaria, aendo no
lian m do Recifc: quem liver annuncie para ser pro-
curado.
Precisa-se alugar um sitio por um, ou mais au-
no, que lenha baila de capim, e fruleira, nos lu-
gares scguinlcs: Manguind, Ponle d'Ucha, Cruz
d Almas, passagem, Torre c S. Amaro, agradando,
paga-so bem : a tratar na ra da Cadeia do Recite n.
.l, primeiro andar.
'yKmmmtmmmm,...
CONSULTORIO I104IEOPATHICO
liossel llimonl. professor de homeopatli
IH-ln escola do Rio de Janeiro, ronlinun a
dar consullas gratn aos pobres bulos os dia
ubis, iias 8 horas da mama alao meto dia
no seu consultorio, rus das Cruzes n. 2S.
Joao Manoel Pereira, brasileiro, retira-fe para
Europa, a tratar do sua saudc.
Manoel Jos (lomes Braga avisa a
todos os seus devedores, que temeontat
antigs na sua padariu ate o fim doannO
passado.xjne se lites nao pagaron ate o
lim deste inez, terOo de ver os seus no-
mes no Diario, escrito judicialmente noli
licad
SAMA HITA DE CASSIA.
O escrivao setal) da irmandade de Santa Rila do
Casaia, roga. eiirarcridamenie a lodos o irnUosda
inrsina irmandade, para quo seupresciitem os II ho-
ras cm nonio do dia I. dn mez de maio no comisio-
no daqucll,. igreja, para o lim de reunidos cm mesa
gcral, proecdor-sc a cleh.o dos novo funeciouarios
cpio lem de servir no anuo do 1853a I8.it.
O abaixo assignado faz scicnlo ao res|)cil.ivol
publico, o com ospecioliilaile aos seus rredores, que
araba de vender o seu cslahclrrimenlo de miudozas
silo nasiiadoCollogii, u. :|, aos Srs. Iluinariloscv
Braga ; liando o inesnio ahaivo assignado respousa-
vel polo que devora esla praca.I.uz Moreira da
Silea Pinto.
Precisa-se alugar um sitio qne nao soja mallo
pequeo, o que estoja bem plantado de Ihioleirn,
rendo perlo da prata ainda mesmo quando a casa
nSeaeJiile mnitoa coinmodos, o que nao se exige:
filenlo livor o quizer aluaar, annuncie para ser pro-
curado.
Precisa-se de mu feilor (pie enlen-
da de plantar capim ejafdinar: na ra
Cruz, n. 20.
Arrenda-sc o segando andar da rasa da rna do
Caos Cin lora do Portas: llala-so nooscliidoiio de
l. A. da Cunha rSC.rua do Vigario n. II.
O solicitador de apella o residuos, fazscion-
te ao respoilavel publico quo iiincucni faca negocio
rom os bensilo tinado joso Doniinguea Noves,
eslarem estes lacilamente hv polhecidw zonda na-
rional or falla do rumpriineiilo do leslaineulo do
liiiadu II. Antonio Po do Lucelia CmctO, de quem
aquello fallocido Novis era Icslainenleiro, o lio Ii-
nba dado coiilas Cllljulzo, lorain os bens da le-la-
menlai ni julgado residuos, c so lem de arrendar
para a lazenda, assim romo se pretende havor pin
a rateada os romlimcnloi dos sitios, do-do que lo-
iniiu conla da loalamentnril o referido .Noves, al
que innrrou, que anda por :IS inno, cujas rendas
uionlam a periodo I2:(KKI>IKKI.
:.;::;;:::;: ;;;.;; ; ;; ;'
CONSULTORIO IIOMOEOPATIIICOCRA
( TUTO PARA 08 POBRES.
Na rasa ainniolla patn do Collouio, priinei- ;
n andar, residencia do general Abren o Li- ;.;
ma. Este consultorio he dirigido pelo proprio f
encral Abrcu o Lima, c uetlodamiecnsul- S
tas palle aos pobres em lodo os dias nieta ...
desdo as doz da niauhfiii al urna hua da lar- j'
le. O niesinn senhor pode ser consulladn -'
jior nutras pessoas a qualquer hura du dia OU '.'.
,15 da uoile.
I inl.uaindn engolillo Mu 'liara duas cunas
mansas de roda, nina caslanba escura rom o p es-
qnerdo hranc.....lira ruca pedrs rom u.....i,d di
bodl lio espinliaco, ambas ferradas rom o forro I-'.
roga-sc a ipiem l'uroiu otlreieridas, que as louiciu,
e farain aviso uo IIMKHIO engolillo.
AVISO AO PIIII.ICO.
I'riiicipalmonlo aos fornecedoios dos hospilles,
que ama estrella do Rosario n. II, deposito das
bichas bauburgiiozas. lom nina portad de bichas de
TICA.
DO
CONSULTORIO CENTRAL IlOMOEO-
PATHICO DE PERNAMBUCO.
Ra da Cadeia doRecifen. 51, primeiro
andar.
Ricas rarleiras de medicamentos hommopalhicot
preparados segundo Inda as regras pharmneo-dy-
naniiras, conlendo de 21 a It medicamcnlos.
Ilani-se de grata os livros ndisponsaveis para a
praliea da liominopalhia, bem como rgimen im-
prcss.is para dircr{ilo das diclas es (lessoas que com-
prnrom bollis de 18 medicamentos para rima.
Dam-sc lambcm de grnea vidros da niolhor fi'n-
tura de rnica, MEDICAMENTO INDISl'ENSA-
Vfcl. A'TODAS AS FAMILIAS.
.1 iii/irrioridade dos medicamentos da Iwtica do
oonsullorio central honiioopullnco de Pernambuco
i todos os autms que por agu lem apparecidn, re-
rificada na cllnle do Sr. Dr. SsUno dclc 1818, r
por militas pessoas i/ae os lem esperinientado, e
recoiiliecem seus prodigiosos e/feilos, dispensa de
i/ualguer rmnynenilarilo.
Cada vhlro de mediramento em untura 2S0OO
IiiIhis avulsns a............. Inhki
V. //. Todas as rarleiras, que sulurein desla bo-
lira. levaran una ola dos incdicameuliis com o
emblema cima cslampado.
AMA SECCA.
t ma mulher parda so ollororo para ama seca de
qualquer casa de familia ou mesmo de humem sol-
loirn: na ra do Crespo u. lli A, se dir quom he.
N (;0\SU,T0RIII IIONUEOCATIIICO- R
>n Mallo (rosMi, comarca do Cabo, M. deS-3
Mqnoira Cavalranle da consullas e medica-ijj
ionios gratis aos iKibrcs, lodosos dias das gH
CIDADE.
Paulo Galgnou, denlWa reroheu agua donli-
rrice do Dr. i1erro,estigua conhecida comn mc-
llior que lem apparerido, ( e lem nuiitos elogioso
son autor, tema propriedade de conservar a bocea
clieirosae preservar ilas dores de denles: lira o
goslo dessgradsvel cine d em goral o rh.iri.lo, al-
nimas gota, desla ii um ropo (Tagua sao suflioicn-
tc ; lambeiu so achara |ni donlifi ir eircllenle liara
a raaservaefo dos denles : narua larga do Rosario
11. 36, segundo andar.
Oll'orore-se um hiiiuein que lom conliociiiionlo
lo plantarnos, para feilor: quem precisar annuade
Quem tiver para alu/jnr urna casa
terrea no bairro de Santo Antonio, e que
seu aluguel nao exceda de 100000 rs.,
sendo em boa ra, dando o inquilino
Hom liador, e obligando-se a tratar da
nie-nia : a pessoa que tiver, dirija-se u
loja do Sr. Figucira e participe, para o
mesmo avisar a pessoa que quer.
Contina a estar para se alugar a casa terrea
n. 10, sita na ra do A riman, muito propria para ne-
gocio por ler Iros portas de frente, ser em bom lu-
gar, c oslar oni armazem; d-se por proco muito
ei in un. I..; a Iralar na botica da patada Boa-Vista
9*##t 9999999
| DENTISTA AMERICANO.
9 D. W. liav nuil, rirurgiao dentista, eontimia a 9
W esercer sua palisao, faiendo lodas as opera- 9
9 fe que forem precisas de qualquer nalure- 9
" xa, lauto por fra, como na sua residencia, W
oudc pudo ser procurado qualquer hora : V
na ra di Cruz n. 7, segundo andar, no Re- 9
rife.
Com autorisaeflo do vni. Sr. Presidente I).
Francisco Anlnnio Ribeiro, 1). Luisa Aunes do
Andrade Leal, e Senlioriuba de Aaseca Bilancourt
Leal de Hezeude o Tberesa de Jess Leal, lem abor-
to cm sua casa nina nula do primeira lellras para o
e.o fomiuiuu, sonde se omina a ler, cscrever, con-
tar, grammalica naronal,arilhmelca, frnncez, in-
glcz, e oulras' quaesquer facilidades, quando o pas
queiram mandar ensinar, eensinam a doulrina cliis-
laa, hurd.u de teda,de marca, de uslo, o raconde,
lahyrinlhos, o oulras habilidadw deagulha : as pes-
soas que se dignaron honra-la, contiando-lhe sua
presada lilhinhas, fiarlo salufeita pelo augmento
que 11 rau liuiiu em esliuln-. a ella se opplirarem co-
mo em ludo mais que loca a boa educato. A asa
tcm e......mulos para receber de qualro al m pen-
sionista, o recebe mola dila e esternas medanle
um prejo raxoavel, c pdenlo ser procuradas na
ra do (agundes, u. j. primeiro audar; quem vem
da ribeirao segundo sobrado ao p do de vaiauda
encarnada.
VOS SEMIORES CIIAPELEIROS E. LO-
CISTAS DE FAZENDAS.
Avisa-sc aos senhores rha|ieieiro e loglas de
(alendas que na ra do Collegio asa n. 21 segundo
andar, existe un'rompido sorlimcnlo de chapeos
novo lauto para liomcm amo para senhoras o para
se liquidar, so vondem i>m baralissimos pretos por
atarailo ou cmporc6es, a diuhciroou a prazus con-
forme se convencional', lambcm se venden da mes-
illa forma algn |terlence para chapeos como te-
jam filas, courinbos, forros de papel, c de seda,
livdlns, plumas prclas e oulros niuitos objeclo pro-
prio para fabricas chapeo, bem romo um flteiro
comdous vidros grandes, proprio para cima de
li i lian : os |u eieiiileules du jnin-se ao indicado an-
dar que acharAo com quem Iralar.
COMPRAS.
I.ava-
10e eii-ninnia-se rom asscioc porfoirilo:
loento, o BluglMei
apa ans seus fregu*
nulo cosluma a cnin-
M.uia Regalo raga
lia -J dn crrente.
FA pr.iea doCoi'po Sanio, c-sipiiua da pj
| Illa do Trapiclie, n. S. Ros- R-i
iion Rooker di Compauhia, nego-
ciantes ingleses. Os mesutos a vi-
sit no respeitavel publico ciuealiri-
rain no din .i do eorrenle me/, a
sita luja de la/eiulas da rna do r.ol-
legioePasseio Publico n. I">, di-
rigida pelos senliores Jos Victori-
no de Palia e .Manuel Jote de Si-
queira Pilanca, para venderem
e atacado e a retolno.
rii'oisn-so aluglr um moTeque quo emenda do
COlinlll, o una negra que faca o ten ini de asa e to-
me cunta do iiiiij Crimea, do nina casa oslrangoira
de poua familia : quem livor dirija-se a ra ila CStiz
n.7, segundo andar.
Aliia-scrjm sitio junto no Sr. Joao Piulo ,1o
l.cinos, rom mu sobrado de um andar ruin honsroin-
modos para una eraiule familia, caiaduc piulado do
novo, ruin una casa torrea no Cando, rocboira, es-
Iriharia pala Iros eavallos, casa para feilur, quailo
para pretos, duas cacimbas, ovcollenle banho iiofun-
ooi M pessoas que prelenderem, dirijam-sc a ra
Diroila n, .
I jn rapaz brasileiro de idade 12 anuos, |iourii
mais ou menos, que -abo ler, sacrever c cuidar, of-
rorece-so para caiveiro de qualquer cslahcleoiinenlo,
puisj.i lonialg.....a praliea: quem pretender, diri-
ja-se a ma da Cadeia nova, definido da rasa n. 1:1,
ou penltima dn lado direiln, e d.t liadur a sua con-
duela.
Precisa-te de olTlciaetde (nileiro:
narua Nova, n. 8, defitintu da Con-
ceicao.
Oucm quizer rapim barato, dirija-so ao hospi-
cio, sitio do Lean.
I'rocisa-se de una ama prcta ou parda, forra,
para una casa de pouca familia, para comprar eco-
zinhar o diario de nina casa: na Cainba do Car mo
u. lil, soeiludo andar.
Adolpho Scbaflidllin, alloman, vai para Eu-
ropa, levando om sua compauhia a sua senhora,
um lilbo un iiniii' nina criada.
I'recisa-se do urna ama pora casa do pouca fa-
milia, para lodo servito: na Camboa do Carino, ven-
da u. 1, se dir quem precia.
Precisa-so do una ama para todo o servco in
le un dciiuia casa de pouca familia: na ra da Cruz
luja de bu lii'ln n. .Vi.
O abaino assignado, conlando-lbe que o Sr
alteres Jos Cosme DamiSo lem de relirar-sc al o
dia i do eorrentc para o Rio de Janeiro, o n.1o leu-
dn pauo um vale que deve, vencido em 10 do mez
prximo pausado, pede cnrarcridamenle que aules
de relirar-se vcuba-o resgatar, visto promcller pa-
gar de boje e d'inaiiho, c nAo ler fcilo.
Jos Antonio da ('unlia.
MEZ MARIA.NNO.
O oncarreiindo do mez marifliino do ronvciilu do
Sanio Antonio duela cidade, (rudo ou\ido dizer por
divertas poitfoas, ijuo n.lo liav a ole anna lilti ttanlo
exercino no referido convenio, cm virlude <1ji obr
que se e*t fazendo na sua redlllcacn, Taz iwienle
nos devolosde Maria Sanlissiina, qne la- falsa eticni
Jiiiiilaim'iilo al^nni dila nolicia, < porinciodeiileroa-
\il,i a lodos 09 dcvolos, parase arliarem na madru-
y.ida do lia ,10 I'rciisa si* de um litmiem rorro tlt; in.iitu itlidr,
e tjiu' M.in m' i'iiiliii.imH, para romprc e maiulado
na ; pa ra da Solcdade, caa n. 42, eonfronto y
venda.
ido servi-
Aniorim
ica lam
i inlerini
Lisboa, qne vende a IS9OOO 1
IW) r>. cada nina.
ManOCl Joed Lopes par
7e-, o i'.pecialinenle ,is casis,
[ prar laicndas, que o Sr. Jom!
!j 11.I11 lie sen caiveiro donde '
FRONTISPICIO DO CARMO.
Acliamlo-se prximo o dia 17 de inaio do concille
anuo denignado para ro feslejar a senhora do Canno
do fronliaplclo, e tendo-se arrecadado pouew esmo-
lu, os enearrefiadefl da dila resilvldado rogara a lo-
do* os devolos da inesnia Senliorase dlgueill COQCOT-
rcr rom seus qnanlilalixos, alim de ipie se po>sa
delenninar is aprcslori da mcsnia fe>la.
De-cja-se fallar an Sr. Manuel Norlierlo Jor-
ge GoUfalvos : na ra da Cadeia ^ lU-cile, loja
n. I.'l.
Aluua-sc un opino inoleipie paral
C< : quem prelouder, tliriia-ae a ra do
n. 9.
Ollorere-se nina ama para casa de po
lia 011 de homeni snlleiro, para lodo senic
de casa : tlrax do muro da l'cnlia u. 31.
No dia :!!' d" eorrenle, linda a audicn ia do
Illm. Si. Dr. Jull de dircilo da primeira vara, N lM
de arrciiialar em nlliina praca nina escravinlia pc-
uliorada ,1 Manoel Francisco Gardo/o, por execu-
c^iio de Jos-1 a- da Silva.
hiseja-se muito fallar com os Srs. I.nurenco
Pereira da Silva l'iincnlel e Anlonio da Siha Ti-
mcnlel, a neuorio de seu inleresse; qnorain pm lan-
o inminciar as suas inoradas pata seren procura-
dos..
tnlerere-se um rapaz brasileiro, de idade de
lli iiiVn-, para caiveiro de luja dcla/cudas, de niiu-
de/as,|iu de calcado, sendo de calcado lem praliea e
da liadur a sua conduela: na ra e-I re I a do Itosario
t;' AO PUBLICO. H
' abaixo assignado avisa nos so
t ni je engenho, lavitulores,
-_ la/.riiclrirns, c ao |iiililic(i cm j'rrnl
tft i|iti', de inniliiiiiiriii coni ;il|tmis
px casas commepciaes inglesas, l'run-
3 ccwis, allcmas etuitMt, tcm alicr-
rr I" no rna do Collcpu, n. 2, um
'] jjiandc ni nia/.cMii, ruiinii'nlr smii-
S '"' de fitzend
rj vender por |
^ precotmois boisotdociUBem iiunl-
E ciiirr cuilriiparte. Aiitsiiio Lili/.
Ji dos Santos
No da SOdo frrenle, linda a audiencia do
illm. Sr. Ilr. juiz de dircilo da primeira vara, se
ha de irrreiniilar a rasa c sitio da Passapem da Mnii-
daleiui, annunriada para o din l."> por everueao de
Jlo l.eilel'ila Orligucira, cuino tutor dos titilen do
linadn Anlonio Itmlrimics l.ima.
Trciisa-sede um criado, noalcrroda lloa-Vis-
la n. i, primeiro andar.
NI mi do Sol n. !), prcrisa-sc fallar ao Sr
l.ui/. Epipbaiiiu Mauririo Wanderley.a negocio sen.
O aliaiso assimiado, cv-raiteiro c socio cloSr,
Anlonio l'errcira l.ima, faz arienlc a* pesam do
sua ami/ade o mais cnliuro que o queiram nrole-
gcrciHnsuaficuuei.i, quo so ai lia eslabeleridu na
ra Nova n. 10, eonfrontc a igreja da Conreieao do
Militares, sonde o sehartW proiuplo a scrvi-lo, (ail-
lo cm bou genero romo eni prerns.
Manoel Joaquim Alees Pitomba.
las linas r rossas para
rosno o a ii'lallio e por
^Aluga-e o uuarloandardo sobrado da ruado
Trapiebe Novo n. 2, a Iralar no pri meiro andar do
mesmo,
l)cseja-.so saber a l>eni de seus inleresse onde
oslo Joao de Doos Militilo natural de Lisboa, veio
para esla lia anuos c aqoi te cason, leve Albo, c um
driles de nonie Josc*, iiegociou para o serbio,fregue-
zia dnCr.ilo do Bom Jardim: na loa da Cadeia luja
de ferraren- n. .VI.
PASAPORTES.
Tiram-si1 |ia-a|nn les para dentro c fura do inipe-
i, ili'-|iailiaiii--ei'.. i.imi-, i 'iirrcni-sr ful base i ii ani-
se lilulos de resbloiicia: para e(c lim priH'oie-s,i
na ra do Qoeioiadn o. 5, luja de uiiudesa do Sr.
Joaquim Moulciro da Cnu.
nu paleo da Ribeirs deS. Jos n. 1.1
Km ounrvancia do dbpasle no mi. 19 do
inslrureesdc:ll de Janeiro de IKtl, tcm ileso ar-
.....''dar em [basta publica, depois que lindar-se
a legninle audiencia do Sr. r. jui/. dos fcilos da
fazenda, c por cxeeuee, das mesilla, us lien abai-
vii declarado:A renda anuusl do engenho lla-
mos, inocule c rorrete, silo na Comarca de l'.iod'A-
Itao, por ItltWSOOO ris, |ieiiborado ao herdeiro de
Heanlo Jus Lopes de Moracs; una eserava cum
nina rria de IS metes, por iOOSHH) ris, a Luis da
(.osla l'orlorarreiro; o renda animal de um sillo na
Iraieata do Anaial, eom rasa de vivencia o arvures
ele filelos, por lOtttCHH) reis, i .Manuel l'errcira
(.haves; dila da rasa terrea u. Idobecre 'tapado
na Invest do llonlciro, nregoezil de San Jos,
|wr608000 ri, i Jos Mirla de Aiuoriin Junior;
dila do aillo na estrada do Manguinhu. com bria
casa de vneiula e aores de fruclos, por .'KX1J00
reto, a Antonio l'errcira da Cosa itraga; um ter-
reno na ra da Concordia, rom ni palmus de fenle
c tti'.l de fundo, inclusive o leito da ra da Palma
que ilravecuadilo lerreno pelo centro, por tUKSjBOO
reis, a Anloniu Jos d'Albuqucrquc; um dilo na
Cabniga, cm leguimenlo do Ponlsl, por jjoaooo
ris, u Jernimo Scbaslio de Alencaslro| seis c-
eravos de ambos os sexos, mocos e SSdios, avaliadus
de per si, c lodos na imporlau'ria de 3:0009000 ris,
a J"- Antonio da Korha ; rinro culos na inesma
conformidado ariina, por l:XMO00 ris; o limo
.....hdia de madeira de jacarando, em bom oslado,
por UiVjOlKI ris, a viuva de Anlonio da Cunha S.ia-
res (iuimar,ies j mis alicorees eom rasa mila de bi-
blias e robera de telba. na ra dos Cuararapos,
pm l:0OiljlKKI ris, a Jos da Silva Nevos; a rendo
do sobrado de um andar e duas lujas, u. ."> na ra
llucila do Aromado, por "i^KKI reis amiuacs o an-
dar, c IBOOO ris cada cuna das lojas ; a Manoel
(ionealvcs Serrina j ummovib por 309500, a to-
vi de Gaspir Josdos liis; uus ditos porl*s.i00,
a Innocencio da Cunlu Goiinna; uus dilo por
WSIO, a Jos Joaquim do Almcida (iuedes; un
litas por 15*000, a Ignacio lenlo do l.ovola; 30
paucllas de loura branca do uso do bolica, |ior
15*000, a Leticia Maria de Conceirao ; os utensi-
lios do um ariiiisuo, por l:lsO0O,'a Caelano Manoel
do Nascimcnlo: quem laes ubjectos pretender com
parec no logar Indicado. Hecifc o do abril de
1853.Osolirilador da fazenda nocional, Jowium
Thtodoro Ahes.
AuSr. Manoel Piulo Novaes, passageiro da
liahia para Lisboa burdo do vapor Sern, rouba-
lam na uoile de I para do correle, arioniban-
do um pequenu balui eniseii rainarolc, umacarteira
conlendo lodas as cartas de reconunciidaeao e or-
dens parasuprimciilns. dadas |Hir seu pai o'Sr. Jos
l'inlo Novaes, negocianle da Ilahia, e uulros amigos
para pessoas das diversa, oraras sonde vai permane-
cer cuidando cm sua saudc, e IdOaOOO rs. cm cli-
nlieiro do euro, lia Indas as presunipcnes ser perpe-
Irecfo porum iiaaugoiro que para osla eMMwveio
no mes.....vapor, 0 leudo desenibarcadu rom sua ba-
gageol, voltura de noite ao va|ior regrcssanclo s na
manbaa seguinlo, Blindo u pi('indicado cm Ierra
auiide poroilao. Considerain-sc por esle fado as
ditas tas sem valor algiiiu, e ucn a ella uso se
pinina raseri queindeslc ruubu poder dar algn
indicioso iiilii-ias, sera rom gcucrocidodc rcconi-
peiisad, tiiul^sc a Manuel Uuarle Hoclrigucs,
na ro..... ir.ipichc n. 96. j}>
.Manuel rdrreira ca Silva llamos c sua sooho-
rS II. AuiiaZuriili llamos, n.io Ibe sendo |iosivel
des|iedir-se de todas as pessoas do suas ami/ade o
lazem par este Diario, oll'ereccndo-lhcs o seu dimi-
nuto presumo em l.isbua, aonde lem leiir.iode rezi
dir por algiim Icmpd.
HA PE.
lina. |i i ni Kerieiro Mciidcstiuimar5es, recebeu ul-
liniainenle pelo paquete 8. Sallador, nova reniessa
ilocvcelleuterap narional priureza, da fabricado
J. J. di Bocha iCiinipaubio do Itiodc Janeiro, on-
de he muito apreciado, e lido |wlo nico que melhoi
siibslilueude Lislioa, pela grande scuiclhanea que
eom elle leni, lauto em ciir como cm aroma. Elle
lie lamben ja bem apreciado na Babia, Hacci, Cel-
ia e M ai anlian, o gcrrilmcufc cm toda as parles mido
lem sido mandado. A'v isla das fallas que se ello So
de Lisboa romo anualmente acontece, o sendo dilo
ra|io em ludo quasi stciiiclhante aquello, espera-sc
que, o amanles delle, e cm geral a iodos que ainda
nao lem coiihccimenlo do momo, venhain cmpra-
lo, atleudciido que wiupre o arharao frero, e 14-
nuia so dardo laos falla, asqoaes inoilo seiiuvcl se
tornain a quem est aciwlumado com ello: Mine-
se no deposito da ra da Cruic n. 57, tcguiulo andar,
o paramclliur rommudidido lambcm o arhaio na
' ya da mesilla rasa
Na ra da Scnialn Velha, defronle do Sr.
Marlitis, iniil.a couipra-se todas a quididades da
ferros vcllior e inelaes, assim como mrelos de pan-
nos lino o rosemira, e mulamlm do lodas as qua-
hdade quo servlrem para faicr papel ; ansim cerno
rabos vclbos, lonas, ele.
Compra-sc e vende-so esrravos, o recclie-sc de
rommissclo, lano para a provincia como para fra:
na ra das Larangcira n, 14, segundo andar.
Cnmpram-sc escravos, e vendem-e, rceeliem-
so de rommlairt lauto para a provincia como para
foradella; na rila dos Oiiarleis n. 21, segundo in-
dar.
. Compra-so una preii boa eiigonimadcira,que
seja moca e de boa liguro, preferndo-sc sabendoco-
zinbar, o um -el lim inglc arriado, com olgiim uso,
porm cm lm estado: na ra da Cadeia do Becife
leja n. 50, de Cunha ri Amorim.
Compra-sea legislarlo enliga, por Delgado:
quem livor anuunric.
Compra-so papel diarios, a 3g8ii) a arroba:
na rualarga do Itosario n. 15.
Conipra-sc esnavos, e vende-M rccclie-sc de
roinmissao, lauto pora a provincia, como para fra
dola : na llua Velha n. 55.
Coiiqira-sc um Tamandu: quem tiver annun-
cie.
VENDAS
V i o 11 e-e um carro del rodas com arrcios o
Mallos, ou sem elle: na ra da Crut n. 38, cm
rasa de Schafhcilliii & Compauhia.
Vrnde-neou arrenda-scoengenho Telegrapho,
disianlc desla praca duas legua e mcia, muenle e
crrenle, com boas mallas e Ierras de ploulac;Ao, boa
rosa de viveuda, e animacs de roda : o pretendeu-
les du i|.ini-se ao le ceiro sobrado da na do I a-mi-
des.
Vende-te um ptimo violo de encllenle voz,
um molinillo para violo inr Carull, 1 relogio |io(en-
le uisso eom mostrador coberto, om nielhodo ^-Uc- '^
jn jior Bodolplio : na ruado Arago da llo.i'i-ia n.
I, loja. i
Negocia-te para li(piidac;ito'de cen-
ias osscfrttintcs predios:um Sobrado de
clon anclarecoin sano na itia Bella n.
"i7, nina cusa terrea con quintal pura o
lio na ra do llcntlica, passagem ilu Mug-
dolena n. (i, e um terreno com quatro
frentes no fim da ra Bella junto aorio:
os pi-etendentes di-ijuiu-se a ra dos
Qtiarteisn, H, do mciodians 3 horas da
tarde, ou na ra larga do Rosario n. 50.
Vciide-se una pela crioula i na ra da Ca-
deia do Bccifc, casa n. 51, primeirn andar.
liVSLLTflRIO IIOMIEOPATIHCO.
g Hua do Trapiche Novo n. 9, no J
5 hotel strancisco.
9 O Dr. Casanova eontimia a dar eoeaulfatsta
9 e remedios grali ao |wbrcs, das 7 horas da 9
9 nianlia.i ale ao ineio dia. As pessoas que 9
9 mo forem pobre so |iagar,io de 5 a JlijOO 9
J5 rs. pelo iralaiiienlo. Os escrovos iiagoro
; de i i lOffOoo rs.
fiHX9*9*>9999mmmi>!H
Aluciao a padiru d ra Iteiel n.B7, proilmo
ao Maii-uiilio, rom grande, eomauxle IDoi os
-eos |l l.ui'.-, |,r pcec.i mullo i 'amiiiodii: a Iralar
na casa u. b da inesma ma.
Na ma Imperial n. 31, iirecisa-sc de i. olli-
ciaea de charuleiro e aprendes, ou liradores de
fumo
"
MUTILADO
Vcndc-irO um sobrado de dous ttiiilan c toto,
8d> na nici Ih'lm do Hot.,irio u. _>:( ; os prelondeiilos
dirijam-so a i>ra;a da Indejieudcnfla u. 17,
Vcndc-sc a laberua ojia 113 run da Aurora
n. 32.
Vcnde-40 a lalioriia >ii.i na Iravesrvt da ra dan
Cruzes 11. 6.
Na ra da .Solcdade, defronloda labonia B. II,
lia pan vender una mobiiia em liom eslado, quo
concia de ni stij.i, uina du*iadecadeiras, una lisu-
ra redonda, dous consolo*, uina meca de j.mi.ir, lu-
do se vende porque o dono rellra-sc para fo>a da
cidade.
Vcndc-se urna porfo de falla do cobre usa-
do, um miiilo bom esUdo, para conrcrlodo cmhar*
c.'ifdo; e l.imbem uina quauldade de lalwas velhaM
de amarcllo c louro : na ra da Cadeia do Uecifc
11. 43.
Vcnde-sc 30 escravos, wndo una linda negri-
nha du idade 18 anuo, recolhida, cose c cngomina
liso, dous outimos niolccolcs de idade 'JO annoc, co-
/iiilii'ii'os, dous ditos da inesma idade, oilo ililos do
i dado 22 a 'M) anuos, de lodo servido, e" osera vj
muras, ijiiiinudeir.is c lavadeiras: na ra Direila
11. 3.
Vendc-se duas casas terreas, ediliradas lia pou-
cos nnnoi, sitas 11:1 Iravcura da ra Auausla nos l'un-
do do obrido do Si. Joso Maria, de ns. 1 c 3, as
quaw rciidem mens,ilmen(e l'OO, u.oa* I t\ por
cenlo ao mez do seu valor: a Iralar na ra da Sole-
il.iilr, casa 11. U. confronle a venda o, II.
Veinle-M um jilon cm muid bom esla quasi novo, com bocal e suas compelen fes tullas, o
um In mi sacco de marroqulm parner guardado,por
pre^o commodo: na ra do Mundo Novo ou S. Fran-
cisco n. 41, defronle de um lampeao.
\ t'iiilc>< cera de caruatma de euelleuloqua-
lidadet narua do Crespo 11.10.
VI.MIO DE C0L.1IIES.
Vciide-se \ i illm de Colares eosarrafado, em caixas
de uina duzia: na ra da Cudria da Berife n. I'-.
primeiru andar.
FAKIMIA HE MANDIOCA
\ eiule-se |>or prceo rommodo: a bordo da csruo.i
Soeiedade Feliz, ou ao lado do Corpo Santo, loja de
massaincs u. il'i.
I'AKA SENHORA.
Vcndc-se ciiapelinas de seda para senhoras, da
mais modernas, dila para menina-, por inai- barato
iireeo do qoo cmTiutra qualqoer parte: na praca da
ludepeudenria n. 'it a ft.
Vemlc-ee urna egra de nacao, de boa li-nia,
moca, e de boa conducta ; occu|>ada na ra da dia-
riamente 400 rs. i na rna da Cadeia de Sanio Anto-
nio n, u, primeiro aodar.
OLEADOS TINTADOS.
Vcnde-se oleacbi piulado, de ricos pad.re, c
diversa larguras, o robera, do mamo para meta,
por proco muilo nuninodo: na pi .ira da lodeiicii-
denria ns. ai, v e 30.
PAHA 0 INVERN.
Vcndc-se superlore bonetes de oleado iniceles,
iMir nrero muito barato : na praca da liidrucudciiria
o-. l'i.JB, HeSO.
A GOJJOOO US.
Vende--' chapeos ib, t'.|,i||., iin,K, para senhora, a
30, til e "*WXl rs., chapeo de castor 1 anco -em |d
lo, par scnliora iiioular a cavado : na pnc,i da In-
de(icndeiicia, loja e fabrica de clupecn de Joaquim
Oliveira Maia.
(A



i
A
C. STAKK lespeilosamcnlc annunciam que no sen extenu o*
lalielccimeuto cm Sanio Amaro, continua o fabricar
soiu a niaior nerfeii'o o pruiuplido.lnda a qualidade
co maehiiiismo para o uso da auriouMura, navega-
'I ni r iii.iiiiiI.iiloi.i. e i|uc para inaior romnioilode
ecus numerososfregueses c do publico m eral, leo
' tiberio cm inri do mandes nrmazens do Sr. slcsqui-
la na ra do Brum, aira/, do arsenal de niarinha
un
DEPOSITO DE MACHINAS
conslruidas no ditoeou cslahclccimenlo.
All acharan os compradores un rnmplclo lorU-
nenio de moendaii do rann, rom lodosos nielliu-
ramrnlos (algn* flelles novns ooriginaes) deque a
cxiHTencia do nimios anuos lem moslrado a neces-
sidade. Machinas de vapor de baivaealla pressao,
laisM de lotlo lainaiibo, lano batidas romo fundidas,
carros de mao e ditos para condu/.ir formas deassu-
car, machinas para moer ntandioca, prensas para di-
lu, foruos de ferro balido para fariulia, arados de
fefro da mata appi uvada ciinstrucc,ao, fundos para
alambiques, crivos c norias para fornallias, e nina
inlinidade de obras Je ferro, cpie seria enfadonlio
aminorar. No niesnio deposito c\isle una pessoa
lelliuentc e liabililada para receber lodosas en-
i'omniendas, etc., ele, que os aiiniiiirianles contan-
do coma raparidade de suas olHcioes e inacliinismo,
o pericia de seus ofliciaes, se eompronicUcni a fazer
escrutar, com a maior preslcta, perfeiro, e exacta
conformidade com os modelos ou desenlies, c instruc-
ccs que Ibe forcni fornecidas*
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Brupn Praegeroi Gompanhia, na rao
da Cruz, n.io, reoebciiim do novo un
sortimeuto di' instrumentos msica ,
como sejam, llatitius do bano em mi be-
mol e la com V chaves ; pistes com sua
competentecaixa ; Bautai debuso; vio-
liics de dill'erentes qualidades, e com ina-
cliinismo ; anim como i violoes noun*
timos, todos (jiiai'iiccidos de madrepero-
la ; tambern recommendam o sen gran-
de sorlimcnlo de lodos os mais instrii-
inenlos, tanto pata orrlieslrn, como lia-
ra msica militar, por menos preco do
que cm imita parte; sendo para li(|iiidat'
cotilas.
Vende-so nina Lypographia com
nm bom prelo, com grande ou pequea
porco de typOS, enieiles, e miiilo boas
clvelas ; ciiilim Indo a vonliide do
comprador ; esta' tao bem montada que
se pode immedialamenle enliar eni tra-
IniIIio : na rua da Praiu n. 5.").
fi MOENDAS PATENTES DE A. E E. ($,
Z DE MOIINAV.
*#7 Em rasa de Kollie o. llidoulac ra do **'
idft Trapicl...... I arliam-se eonslaiilcincu- (S
% le a venda MACHINAS INTUIRS, E TL
i? MEIAS -MACHINAS de vario lmanlo- V
fi detla ciuisliumi. Eslas MOENDAS lem >
w a vaiilauom de extrabir das caimas, por '**'
.A rima deU l'OII C.E.M'O man caldo doque IS
S .is ordinarias, rom a luesina forra molril, *
V1 Acliam-so lambein na niesrna ras.) TAI- ^r
fl XAS DE I'EKIIO de modello superior, e A
*2 ARADOS TODOS DE IEIIIIO da aero- *
?. dila.la fabrica de KANSOM K.MAV. '$
!\ *^%\%\*.\ \ V *V *% ^V^V**^'
SEMENTEDE hortalicas.
Vende-te Bementei de hortalicas di
das as qualidade
le do Pollo, imji
Direii.i, venda n. 76, esquina do
dos Peccndos Montaes
Voudo-40 un excelloutc cscravo, crioulo. mo-
ro, robuslo. sem defeilo aluiim eoplimn para arina-
/ ni de assucar : na ra das Cinco Ponas n. 63,
o vehuai)kibo.uapi:ali.<) cji-
DEIRO.
Na rua da Cru/., \enda n. .V.l, arlia-se a vendan
verdadeiro rap Paulo Cofdeiro viajado, do lliode
jro ao l'aro; este lape lonia-sc niiiilo gunerioi
rom esb vtageni quefai, Doit o loma muilo emilaa-
le aode\'sboa, c rom a HMlti desle os amadores da
boa i'ii.nlVji ii.i'" o reriirso no aiiiiuuciado.
Vende** a vardadeltl uraxa inul<-,- n. 97,
em casi de James Crablrec *Trf na rua da Cru/.
n. 13. v- ./-
\ ciulc-sc iima'npima cscrava com '2 erial pe-
ras, de .'> anuos a moleca, eo moleque de 12 a 1:1
rom principio de olllcio de marriiieiro : na rua da
l'r.ii.i. primeini andar n. 1:1.
\ ende-sc una labcrna no boceo Largo n. C,
milito afresueada c com poneos fundos: a tratar
n.i rua do Anioriui u. 80,
Na loja de 1 portas de iniude/as da rua do Ca-
bir-a lem para icnder carias para lollarele muilo li-
nas, caixiubas de (culos para o niesnio a (i,0tX> rs.
um completo sortimeuto de franjas, tranriiilias, l-
eos, rendas, e litas de todas as qualidades c oslo,
nicas de laa, stipaliubos <\o niesnio para meninos,
balnis linaiiido l.n i.mua proprios para meninas de
escola, mu completo sorlinieulnde perfumarla, anu-
llias franeczas muilo bas lano em earleira cuino
em caixinha, mcias prelas c brancas de seda milito
BUperiOfOtfluva de pellica eseda para senbora, |icn-
ses de tartaruga para alar cbelo o alisar, rasliraes
de Jaspe a I,.MO rs. o par, un exccllentc oralorio
sem imanos, bandejas de lodos os limauhos, c ou-
Iros muilos objeclos, c por preco coininoilo.
lo-
. ebegadas proximamen-
pi'eeocommoilo : na rna
I '
Hocen
da
ma-
l'erio lialido
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua
Senzala nova n. 42.
Neslo i-slnbolecimenlo eoiitinm a lia-
ver nm completo sorlimcnlo Ve moen-
das e mcias moendas para enpt^lio
chinas de vapor, o laixas de
e coado, de todos os unauhos, pora
Hito.
Vende-so una amacao : na rua Dirclla laja
LUVAS DE PK.IGV PABA SI
NIIORA, A IgOOOrs. opur.
Talve os fTcgucies se admirem em ramo |
de seren milito bandas, porm o anniin-
cianlesercspoiisabilisa pela boa oualidade,
assim como ditas de soda braiica.cor de can- I
na o do lirio, ele. ele, a IjtnO.dilasde seda
de cores c prcla, a MI o l00(l rs., dilasde
laia isuacs as de lorcal, a 610: na rua do
Queimado, loja de miudeas n. 17, de An-
tonio Jos do Azexodo.
lepoiilo i
dr Todo* ot Snntoa ni. Bull
balsas
na rua
os prelendentus dirijam-se i Oliveira Ir-
na rua deA|>ollo n. 14, para
A POCA.
Jornal de industria, scienrias, literatura e bellas
arles, \ende-sc a colleceilo pelo prero de ItjOOO: na
loja de livros no Hecifc n. 5li, imu para a rua da
Cruz.
Vende-se Iros predios do casas, per-
lencenlosuo Sr. Jos Joaquini Alves Tei-
xeiru, o prhneiro de (res andares nobair-
ro do Hec'il'e, 'avi.'ssa da Madre de Dos
n. I (i, osegundo as Cinco Ponas n. 52
co le coico na rna dos Pescadores n-57
01
maos C
Ira lar
Vendcin-se lahous de pinito lar-
gos da Suecia, costado, costtidinlio, as-
toalho e forro para fundos do Imrri-
cas: cemento as bar icas e as linas,
remos de fnia, oleo em botijas: alia/.
do Theatro Vellio.
AOS FABKICANTES DEVELAS.
Vende-se cera de carnauba, c uraxa do Rio Oran.
de muilo superior, e |x>r rommodo tirccn: no ar
niazem de D. R. Audradc \ C. rua da Cruz, con-
ii.mil' o chafara n. 19.
Veiule-sc um carro de 4 roda palate ingles
jmi preco roiniiiiHlii. um len'cno com 100 palmos
do frente para a estrada da Capulina com varlaa p
de laranseiras, e um grande |ie de jaqueira, coloca
lo no rucio, ospnlendealcs, dirijam-ae noalerro da
Boa-Visl.i o. 17, a Iralar com Frederico Cbaves.
Na taberna do aterro da llon-Visla n. 80, vnde-
se os seaiiinlcs Reneros pelo baralo pre;o: manlei
ga incleza, a "JO rs. ; dila franre/i, a*S60oa600
rs. ; banha de porn a .r,JII rs.; no/es de Lisboa, a 1^0
rs.; cbi li\ssini iniiilo superior,a "sJiO rs.;dilo rqais
baixo. a IsiOO rs.; dilo [irelo, a 1js800 rs. ; lum i-
nbodc I.sIhi.i, a900rs,: dilo de 8a......, a12Ue
KiOm.; farinhado MaranhSo, a I20 r-.; ililu de ara-
rula, .i IIKI i -.: assnear relinail li.....a HKi r, ; di-
lo, a su rs,; awiile iIikt. o li'iil rs. .le Lisboa ; dilo
engarrafado fraucez, a HIK rs. ; vinho do Porto en-
aarrafado, u isu ra, a (carrafa ; dilo mscala], a lo
rs.; bolacliinha ingjexa, a 200 rs. : assim como mui-
lo mais gneros |w bacilo pceo.
ende-sc, em casa de N. O. Bielier &C, na rila
da Cruz n. 4, alcodao Irancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para sarros de assucar e roupa de cs-
SravOSi por prero coliillloilo.
Afonda de Sdwus Mm.
Na rua de Apollo 0. li, arma/.ein de Mr. Calmniil
!i Coin|ianliia, arba-si' ronslanlemeiilc lions sorli-
menlos de laixas de ferro roado e balido, lano ra-
sa como fundas, moendas ineliras lorias de ferro pa-
ra animaos, auna, etc., ditas para armar em niadei-
ra de lodos os lamanbos e niodelososmais modernos,
macbina borisonlal para vapor rom forra de
travallos, COCOS, passadeiras de ferro ealanhado
I tara casa de purgar, por menos preeo qucsisdc eo-
ire, escoxens para navios, reno iuulez lano em
barras como em arcse follias, eludo por bacilo
preco.
Vende-se viollO da Maileira de superior qua-
lidadecmquarlose olUVOSdepl|MS) por prerociun-
modo: noarinazeinde N. O.llieber A Cumpaidiia
na rua da Cruz u. f.
Moinhos do vento
rom bombas de repexo para rosar hurlase
ile eapiii, na fundii.'uo de D. W. llonuiau:
do Brumas.6,8elO.
A 5,000 rs. peqaenos, 5,500 rs. (randas.
Vendem-se rliapeos de sol de seda laguna de
superior qualidade, pelos piceos arima : na rua
doCollegio n. I.
Vendem-se relogios do onroe pia-
la, patente illglez : na rita da Sen/.ala
Nova n. \i.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' lo forro do I). \\.
Iliiwmi...... Ha rua do Brnm, passau-
do o eliafari/. continua liaver um
completo sortimeuto de taixas <\i' forro
uindido o batido do ."i a S palmos de
bocea, as rpiaos acliam-sea venda, por
proco comiuiidii o com promplidao :
em liana m-se ou earre;ani-soem Carro
sem despera ao comprador,
IMITASSA SUPERIOR
Vendem-se por preco milito com-
modo, no artna/.oiu II. 1 de caes da
aliando;;:!, do .loso' Jiiaipiiin Peroira do
Mello, on no OMiiploini do Novaos i\
Gompanhia na rna do Trapicho u. 'i.
Vendi'ili-sei'in casa de .Me. Ciilmoul ,V ColB-
pauliia, na pena do Corno Santo n. 11, oseuuinle:
\iiibo di'.Marseilleeni cal xas de 3 a G dudas, linli.is
m noM'llos c cairelis, breu em barricas muilo
cuides, aeo de milao sorlido, Ierro iuulez.
Em casa do .1. Keller & Compau-
hia. na rua da Cru/. n. 55, lia para
vender dous exccllentes pianos linios,
lo urna das mellnos lalnicas, e clio-
gadot ltimamente da Europa.
AOS SENHOttES DE ENGENIIO.
O arcano da invenoaii" do Dr. Eduar-
do Stolle em Iterlin, enipi'oj'ado lias co-
lonial inglezas o hollnndczas, com 'rau-
do vantagera para o melliornmento do
issuear, aolia-so a venda, cm latas do I"
libras, unto com o molinillo do eiupre-
j'a-lo no idioma portugus, em casado
N\ Q^ Biebej' & Companliia, na rua da
Cruz, n. V.
Vende-se cera de carnauba, prlmeirn sorle, a
IIHKKI rs. a arroba : na na daCadcia do llerifen.
10, primeiro andar.
\onilo-so sementes de lodasnsqun-
lidadesiloliorialieos, juntamente ervilhas
do ditas qualidades, leijflo caivapato <\f
iros qualidades, o sementes <\<' lloros as
mais modernas que ha no mercado: na
ruada Cru/, do Hecifc, arma/.em u. (i,
de Martins IrmSo
PECIIINCIIA PARA AI.IME.MAK BSCRAVA-
TUR A.
Na arlualidade, em que lodosos gneros de pri-
meira neressidade eslao por piceos cspanlosos. qual-
quei que se pioporrioue a prero barato. devO-SQ
eoiisidcraruma pecbinelia : por is-o os senderes que
possiicm eresckfo oiunera do oscravosi mo per-
ilri ni seu leni|Hi cm dlrisir-sa i Una da Ciiiz n. I:t
armazcm, alim de e\:.minar e comprar o que abi se
oll'orero venda.
GUAMDE FABRICA DE CHFEOS DE SOI,,
1IIIA DO COLUCIO N. .
J. Falque fa/. scienle ao respeilavel publico de
Pernainliiieo, e em particular aos -cus fresuezrs,
que acaba de receber de Pars, romo do lliu de Ja-
nean, da fabrica de Falque limaos, mu lindo e
rompido sorlimeiilo da chapeos de sol de seda o de
paiininlio, lauto para boinens eoiuo para acnliorna,
leudo pala os priinciros um eseolbiilo sofllucillode
cbapeos de sol com cabos inleiriros os mais liudr,s,
que lem viudo em rariraUcisdivrrsas, dilo-.l. e.in-
na, ele; grandeaaaalldade de sedas e paunTidios
em pera para robrir arinaeoesservidas, asqiST,r(.m
le ferro, envernisani-se que liraiu noxjs ; baleiai
n n. .., n^l.lll'lillt. "
Em casa de J. Keller & C. na rua
da Cruz n. 55, lia para vender, c por
preco comniodo, couros proprios para
cobrir carros, ilutados illimamenlc.
SALSA DESANDS.
Cbcgou nova remossa para abolir de llarlbolo-
incu l'cuirisco dcSouza, na rua larca do Rosario
n. 116. Este remedio nao precisa de elogios para
ser ronbeeido, pois que sen consumo be a prova mais
evidente de sua bondade.
Vendem-se Vinlio de cliampagne
legitimo, e de superior qualidade : em
casa de Keller C, rua da Cruz n. 55.
Gesto.
Vende-se gesso em barricas, cbeuado ullimamne-
le: cm casa /. Keller S Compaubia, na rua da
Cruz n.55.
A 500 BS. A VABA.
Brim trancado hranco de puro linbo, muilo en-
eorpailo; na lojil da esquina da rua do Crespo, que
volta para a Cadcia.
Vendem-so vaquetas de lustre, para
robera de carros : na rua da Sen/.ala
Nova n. t.
Vendem-se oleo de linliaea cm bo-
tijas de 2 c meio a galo'es cada urna :
no armazcm de Manoii da Silva.jan-
tos, na rua do Amorim, ns. 50 e 58.
Na porta da Allandejja armazcm
n.20, vende- co'es a Miniiule dos compradores; acode
milao', cliumbo de miuiicao', c suecas
com farello a 4,000 rs.
Vendem-se lonas, Matad, lirios e
0.
meias I
llieber
as da llussia..... armazcm de N
Compaubia, na rua da Cruz n. I.
Vendem-se os\erdadcirossellinsiii!le/cs, pa-
lenlc, domla e sem ella: na rua daSenza la o-
va u. i-'.
DOCE HE IIACORY.
Checou reeenleinenle do Maranlio una pequea
poieoo de-le ilelieado dore, o mclbor que lia, lano
pola sua exrellenle qualidade, como por ronsri\;ir-
se por mullo lempo em perfeilo eslilo : vende-se-
eni casa do l'onle V Irmao. na rua da Cadcla Velba.
Vende-se s.ieens eoin lllilbo; no Itceilo becco
Laroo, venda da esquina a. I.
MEIAS CASI' MIDAS A 2.S000 BS. O
CORTE.
Vende-se meias easamlns, de padriies oscuros c
claros, a SSOOOrs.o corte: na rua Nova loja n. I(>.
\'ende-se lencos brancos de cambraia. a 'isltSI
e.19300rs.adasia, calo. 3d0noleneo; dilos
com blcna3a500rs.aduila, e320ra. o lenco ; dl-
ios de cassa, a asjWO e 3*300rt-a dmria, a :i-ii
rs. o leen ; dilos de elidas pora lbaro, a 160 rs. ;
dilos linos que nao dilleiem dos de seda, :R)00 rs. a
ilu/ia, e JSO rs. o lenco ; dilos de verdadeira nanea,
a iriam rs. a ilu/ia, e'iOO rs. o leen : na rua Nova
loja n. 16.
COBTES DE GAMBBEAO'A Is280 BS.
Vende-se enres de itambrctlo. padrees escures e
muilo onrorpado, proprio para a presente eslaeAo, a
l^iXIl is, : na na Nova loja nova u. Mi.
BICHAS DE IIAMBLBIiO.
Na rua diiTraiiiclie li. Vil, ])rimeiroan-
dar, ou no hotel l'iaiuisco, vonde-so bi-
chas dollaiiiburgo aos cenlos, clicgadas
ltimamente,
:..;-:,: '..... :.:: ::";: ::a::.;;.:;:::;
:;; M'Slllios HE CASSA A 1*600. i
^ Vende-se corlrs de vestido de cassa rieciV- j,;
2>5 res rom 7 varas, pelo bacilo prero de 1(600 ft
$) rs., cada corlo na loja do sobrado amarello ;-:
;:; nos qualro canlosdaraa doOueimado, a. ^o. ;.;
Sabio a luz o auVOgldo dos orpbAos oa -lli'l
pratiea do processo orpliaaolOKicu, adaptado ao biro
braalloiro, para o uso dos juisea, escrlvSasaadVo-
gados: vende-si' por 1- "> rs. na livraria n. li cK
da praea da Independencia.
COBEBTOBES DE TAPETE
Escuras pun esecivos, a 900, INHKIc IstiOrs.:
na loja da esquina da na do Crespo que volla para
COBERTORES DE TAPETE
?in ra loreilc iIuimI.hi cM'iiro, proprios para csn-ivo-. .1
900, l9000rs.ol co tic Ihilm puroi ;< *>"it r-. a vara, curta ruro, 1 IJ>1tI) o WHH> i-., n'irlwilorliila rom Ii.iIki-
ckM i- barra,a Snhk. re., leudo 13 covadoa cada um,
clillas escuras do Unas sasuras, a tik,.lH(i, o lhmii-.
0 covadoi M'iim |in'it. nnH'.io, a ;i^ko c:t.^0(), pan-
no prelo lino, a 3 c* HKKt rs. o covado, diloa/nl
muilo lino, n HHiti n, o covado. pefasda cambraia
le talpicos com 7% aras, ale ItnIK), c mnilas mais
ra/ciiia.-. por menos pren- lo i|in: em mitra parle
na rua lo Crespo, loja n. li.
PAO- CKIOULO.
Do da BCffUnda-feirai -" tlu enrrcnle, liaveii 11
superior pAo criniilo, o mais acreditado '|iic lia na
corte do l!n de JauefrOi por ser Irahallnnto por ma
eliini-mo oovitar assim qualquer gota do suor que
por ventura pona callir na m.issa, romo ipi.i'i mmenle atOlllece em nutras tasas, pelo pOUCO mi
iKnln (pie empreuam no Irahalhn las massas, oque
liiTo SUCCedO neste novo cslalielecimculo: esle pfto
lio superior a qualquer los tabricadoi neala praea
espera, pnrlatilo, o falnieanle jue as pessoas (po
leem bom vito, na tegunda-leira munlem veras
amostras, cerlo le queconliouarSo: na na daSen-
/.ii.i Nova n. '"
5;:;:';;-.;:-;* ,::.;:.:::::: M :': ::::::' :
1 VKSTIDOSA I96OO.E IjjWI). -';
j Contnua-ae a vender corles de vestidos de ;c
; riscadinho francex cores tlxas com li vom\- q
'.; dos,i IjOdOnt.cada corle; dilos de chitas 3$
M oriiias, a IsfiOOO rs., Iiavemlo portHIpara OS- $
..; colher: na loja do sobrado anwreflo noaqjua- ;;
;; Irocanlos da rua do Queimado, u. 2>.
. ::...;:.;-;.::-:::.;::;:y^-'y-^-$
Saudades da inhiba Ierra, romaneo letras mu-
sir, arraigadas por urna Sr.' provinciana e dedica-
do ae*uascMii|>ro\iM'i,inas uaraiiiienscs. Vcnde-
se cm casa deCardozo Avrcs : na rua da Cadeia do
Recife.n. 31.
Vende-se urna part d.i una casa de snrado,
n'uma das metliorearuas desta cidade, quon/qui-
i
Vende-se urna bonita mulalinhn do 10 annos,
propria para urna casa parUculr, por ser do mullo
ima coudnrla: quema qcrirrrdirija-se ruado Arn-
Rflo n. 27, t|ni' *! dir.
PREGOS E FOLIIAS DE GOBKE.
Na rua da Cadeia do Hcdre n. H, vende-se pre
ose fullias de cobre rm muilo bom oslado, proprio
para turrar qualquer navio e por prerc razoavcl,
avista Veuuc-ac uuia eacrava moca por $005000 rs..
idade 'M) anno4, so dir a razAo ao comprador: nu
aterro da Boa-Vista 11. 20,scKUudo andar das 6 horas
as 10 do 11K11111.1.1 ; c do 1 as 4 da (arde.
CHITAS BARATAS. DE CORES SE-
GURAS.
Na rua Nova loja nova n. 16, vende-sc chitas es-
curas, e claras, de cores seguras a 120, tfiO, 180 e 200
re. o covado, dao-se amostras com nenhor.
CHITAS A 120 RS.
Vende-se chilas do cores seguras, a 1!>00 rs. a pe-
ca, c 120 rs. o covado: na rua Nova loja nova n. 16.
ULTIMO tiOSTO-
Vendc-sc corles do cassas de barra, e que se po-
de corlar para fazer de tres ha barios, fa/enria nova e
rio ultimo goslo, |>elo haratissimo preco de 29H00
rs. o corle : na rua Nova loja nova n. Ili.
No Korte rio Mallos, ricfronle rio armazcm rio
Sr. Joaquim l;ranrisco rie Alm, venrie-se bous la-
Inriiithosaceuladoem Ima cambraia rie linlio, cbo-
iins por haratu prero.
RAPE PALLO COIUJEipO.
Nu ruarieCarienirio Uecife loja n.."iO, rie Cimba i\
Amorim, venrie-se btese meiosriilosde rap Paulo
Cordeiro.
BOTICA
HOMEOPATHICA
2 BOA HAS CRUZES 0.
Dirigida f' mu phamatwtico appiwctt&o
Bsle eslalieleeiiiieulo possoe lodos oa me-
diraliieiilusali' agora ev|K'riuielitados. lauto
oa Europa eoroo no Brasil, e preparados pe-
laainaehlliasda iiiveueao do Dr. Mure.
Carleirasde ISlubosal 160, por preeos va-
riaveis, roiiforuie a qualidade das eaixas.
quaolidade dos remedios e suas dvuaiui-
saeiies.
r,iMH) RS.
IMA CARTBIRA com os 2i principaes
i........los linini;iipalliicse:iobrasdirrerenles,
inritapensaVCtO para os prunipimies que 9
ulzerom convencer daverdade da nova me-
dicina; conlenrio alm rie muilos conselhos
clinicos, a patliogeDeaia do 48medicaiuen-j
tos.
Tubos avulsos. caria um 1.....I^IMMI ,
Tinturas rie lodos os medicamentos em iras-
cosdo r mea............2^KH> ;
Na inesiiia botica eucoulrar-se-ba semprr
am orando sortimenlo de livros em porlu-]
L-iu/o francoz.e emliin ludoquanlo be
asarlo para o estudo e pratiea da hoinopa
Hila.
\. /.'. REFORMAM-SE GRATUITA-
MENTE todas ascartelras vondlrias noe
labeloclmento, cojos remedios, pela hnmida-
de mi por qualquer nutra causa, UvOfOJn si-
1 do deteriorados.
PlLULAS VEGETAES.
Conlinuam a vender-se em rasa de Harlholnmau
Iiaticisco de Sou/a, rua lara do Rusario n. :l(i.

largas, estrellas e de aeo para (.nartilhi w eslillas
de scnboras, bengalas boottas ; ii/lr- concor-
Ia-sc4sslae qualquer qualidade de chapeos de sol:
lodos os objeclos cima mencionados vendem-se em
porcafi earelalbopor menos preco que em oulra
qualquer parle.
ATTENCAO'.
Na rua rio Crespo, loja* ta esquina que volta para
a Caricia, vende-sc panno lino prelo, a:to00. li^iOO,
."tjOM e (iDOOO re. ocuvario, dilo verde muilo Ihhii,
a ;>000 c HjOtH) rs., azul, a30800, :fc?00 c ltKHi
rs., e muilo superior, a ."&j00, lencm de seda bran-
cos dos mais finos que lem apparecido, a tsOOOra.
cada um ; ha lamhem un liiulo sortimonto tic caso-
niiras de cores e prelas, sclim prelo, sarja hespanlio-
la, e nutras militas fa/endas, por preco conurioilo
jwKrimETPAit UO-
MEM, A l.S'000 RS. O PAR.
Na rua do Queimado, loja rie miuriezas n
-i7, venrie-se luvas poni iniflcz para liomem
indi novas, )>elo diminuto prc^o de l000
ii ellas anics quose acahein
iZITO DE CAL E l'Oi'ASSA
No iiiina/i'iii da rua da Cadcla do
Iti'iili' n. 12, lia mullo superior cal de>
l.isli.i cm pedia, assim como potnssi
cliegada ulliiiiiiiucnte a preeos iinul.i
r;r/,oave8. ,
Vendem-se relogios de onro, pa-
tente inglez, os iiiclliiii'cs que tein viudo
a este mercado, c dn mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
sel Mellom >\ Courpanhin, na rua da
Cadeia iln Reciie, n. ~>0-
Vendem-se saccas oom farellos, a 3|S00: no
ai uiazem n. I do raes da allaudcga.
Veiiile-se lentos loalli.is de lalivriulho; elie-
gadas acora do Aracaly.por preeo- paralo,, e bolm
elo preco de I9WHI rada par: na rua da Cadeia do
leeile, li. |9, piiiueiro andar.
/er aiinuiirii'.
SUPERIOR IDADE I- ASSEIQ.'
Na piulara da rua ria Sen/ala Nova n. ;*' nes-
le cslabelecimento sito todas as maesas Ir .hadas
por inacliinismo, para exitar qualquer m ior
que fteralmenlo se usa nasmats nadaras, p ni
m ditas massas Irabalhadas bracaimente, nfio
acontece ueste novo eslahelecimenlo, e s<1 iqueia
ver o asseio aununciado, sendo lodos os *?%Mas-
im freacas a peloaprocos soguintea:
lliscnutos rie aramia c de ovos .... 180
Fallas da ratona......... hoo
ll.il.i.-IiiiiI..i- de aramia pura..... 100
Hilas americanas......... 00
BisGOUlinhoa de erva-doce...... 400
Hilos de lima.......... 100
Ditos de laranja.......... 100
Hitos rie ramilla......... koo
Hilos Impcriaes......... soo
Hilos amantes.......... iik
SAPATOS DE ItOUKAClIA.
Na rua ria Cru/, confronto a LlflgOOla n. IMi, vcu-
doHBi BUporiore palos da borracha, proprios para
o lempo rie cbiiva, e [Mir preco commorio.
VINHO DO PORTO MUITO FINO!
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisdc V., e 8.: nu armazemoa rua
do A/.ciii' de l'eixe n. 11, ou a tratar no
escriptorio de Novaes iV Conipauliia, na
rua do Trapichen. 51.
Vende-46 lio dv ilj^xlao du ita-
hiii, por privo commodo : no cs-
criptorio tii^ N'ovacs Conipanliia,
na rna do Trapicho n. ."5i.
rolaba nmcrlrAiin.
No anliyo deposito da Cadeia Vclha n. i, existe
urna pequea pon;a rie polassa americana,- cheyada
recenlemeulequeporsuperiorrivaljsacomada Hus-
sia: vende-so (Kr preco rnsoavel.
SAPATINIIOS DE LAN.
Venile-se i palio los le 1.1a para criancas, os mais
hem feilos poasirefa, e por preco mais barato rio que
i in utiiia qualquer psrle: na ruados Quarleis n.
_'l. hija deniiudezasdeCni/A Ha-rins.
TALAGARCA 1'AltA lt()IU)AH
HAVIH WII.IJAM BOWMAN, en.'enhciro ma-
cbinisla e fundidor do ferro, miii reapcilosamenle
annuncla aos sonlioraa proprietarios de cnuenbos
fa/enrieiros, e aorespcllavel publico, queoscii OSla-
helecimeiilo rie ferro muv ido por inacliina rie vapor
na ma rio Brum passando ocliafatii, contina em
elleclivo exercicio, ese ada completamente monhnh
com apparelhos ria primeira qualidade para a per
feila confeccadas maiores |>cas rie inacliinismo.
Habilitado para emprehonder quaesqoer obras da
sua arle, Ha\id William Bowman, desoja maispar-
licularmenle chamar a allenca publica para as se-
giijnlcs, por lordolbgrande sortimenlo ja* promp-
lO, cm deposito na mesilla fundicao, as quaes cons-
Iruiriasem sua fabrica poden) competir com as fabri-
cadas em paiz eslranueiro, lano em preco como em
qualidade de materias primas e maii de obra, a
saber:
.Machinas do vapor da melhor conslruca.
Moendas de caima para ongenllOS de todos OS la-
manbos movidas a vapor por agua, nu animaos.
Rodas do amia, moinhos de vento eserras.
Manejos imlepenrientes paracavallos.
Roilas dentadas.
Aimilboos, bronzes e chumaceiras.
Cavilhoosenararu-os de todos os lmannos.
Taiuts, pares. crivosc bocas de fornalha.
Moiulius de maudioc.......i\ jilos a man ou poraui-
maes, c prensas para a riita.
Chapas de fouac foruos defarinha.
Canos de ferro, torneiras ilc ferro c de bronze.
Iloinhas para cacimba e rie repino, movidas a
nao. por animaos on vonlo.
Guindastes, irolnchose macacos,
Prensas hidrulicas ode >arafuso.
Ferrasenapara navios, carroso obras publicas.
Columnas, va randas, grades e portos.
Prensas do copiar cartas e sellara
Camas, ca ros de maearariosrie ferro, etc., ele.
Alm da superioi idade das suas obras, ja' toral-
mciilc reconheciila, David William lioniati uarante
a mais evada ciuifonnidade com OS moldes e dese-
nbosrenieltidos pelos senhores quese dignarem de
fa/er-llie encoiiimendas, aproveitanrio a occasia pa-
ra agradecer aos seus numerosos amims c frefluotes
a preferencia com que lem sirio por elles honrado,
e asseuura-lhes que nao poupara esforcos o diligen-
cias para continuar a merecer a sua couliauca.
O 59 A
confronte ao Kosario de Santo Antonio, contina a
vender doce de casca do uoiaba, o melhor que ha
uesla praca.
- Vende-se presuntos InglezOSmullo DOVOS para
liamhre, latas com bulaebinlias de suda iugle/a.quei-
jos de pulo, conservas muilo novas, semeiiles rio Io-
tas as qualidades de hortalice, diegarias ulUmamon-
e: na rua da Cru/ n. ili, riefrontc rio Sr. Dr.
jisme.
Venriem-se lonas, muilo em emita : no arnia-
zem rie Fox Hrolliers : na ruada Carieia do Kecife,
6i.
Veiule-sc una cscrava para co/.i-
ia, moca, de bonita figura, lem achaque
c milito diligente no servir/) j cozilia
BOfFi ivcliiH'iilc, fu/, holinlios cdoccdcal-
(jiinias mialulatlt's, lliO, SefTIinda casa i\v totSo.
TELESCOPIO
cm casa de Casimiro tiarnier, na Nova, veudc-se
|H>i proco milito barato.
Troca-so a imagen) do crucifiaedo, e mais alga-
masimageas : qaom uvero auier trocar dirija-sen
Traca da Inriepeudeucia loja u. .'I.
AO BABATO.
Na rua rio Queimado, loja n. 19, ha para vender
chilas cabocllnhrs cores Uvas a (i^NMI rs. a peca,
corles do casomiras el asi icas ijoslos modernos a .">$0(XI
rs. o corle ; para acabar, brins lardos de quariros, a
'220 is. o covado, lie proprio para diversos mislcres,
riiearios frauce/es, e chitas larga*, a 00 rs. o cova-
do, estotras da India largas, a aKOOrs. : o nutras fa-
ndas, por procos mdicos.
Vende-so um carriuhn de \ rodas com i assen
sontos, sendo-2 para meninos,com lauca c varaos na
ra I o 8 cavallos, cm muilo houi oslado |wr ter sirio
fabricado a anuo e meio, por preco commodo: os
prctonriculcs riirijam-so ao aterro ria Boa-Varia n. (i,
serondo andar, das (as 10 horas ria maulia.
Vemle-se jtor preco cnmuiodo.um silio com casa
propria para morar, em llebirihe, faz fren le para a
estrada do (oianna, e hola os fundos para o cami-
nho que \ ai para o porto ria Maricra : quem preten-
der dito sitio riihja-sc ao mesmo Porto ria Ma em casa de Pedro Gomes da Cosa, que achara com
quem Irular.
LANSPARA BORRAR.
Vende-se laas para Ihui.h de (odasaseores, inclu-
sivamenlo branca a da melln qualidade possivcl,
por proco mais baralodoque em oulra qualquer par-
le; na rua dos Quartois II. '2\, loja de miude/as de
Ci n/ t\ Itaslos.
PAO CBIOCLO.
Na padaria da rus da Sosala Velba a. Ol, o na
5
lilsf -
3 2 E.
- ifl
= 23
=23
1
i
0
o
X
i>
3
InVi
--
Vende-w lalaR.ir^a |nini bordar, por proro mal, I roa do Vlgario, doposllo n. 6, vende-ae |i3o crioulo
li,ii.Mu ilii que em oulra qunli|uer parle: na ruados superior a (do qat lamapparecidl) aU hoje,e fahri-
Quarlcis n. M, loja de miudeas de Crui c Uaslos.' rjjo como o jii aiiniiiiciado e por machina btafal.
PASTELHAS DE SOULLI
Vegetaes contra as lombrigas.
Approvadaapelajojila central de liygleoe publi-
ca e preparadas |H>r .1. M. Soiilli, pliarniareuliro,
iiieinliro Ulular da arademia iui|H'rial de nieilirinac
da siM'icilade de pliarinaria do llio de Janeiro.
0 nico deposito \erdadeiro dessjis paslilhas lie
eslalielerido pelo niesnio autor na liotira do Sr. Jos
da lloclla l'araulios, rua llireira u. S, cm l'ernain-
liuro.
llesde muilo Innpoa arle medica eslava pro-
tn de um i.....lianienlo qiie loase faciliiienlc ad-
ministrado as rriauras sujeilas as molestias \ermi-
nosas, molestias lerrM'is que roiidiizeiii lodos os dias
au Inmuto um irando numera dolas.
OSjoslo 6 rlieiro dos anlliclininllcus empreados
ali'lioje eram oulros lautos olislarulos sua idmi-
uislrarao ; por isso eremos ler prestado um urande
servico .i iiuinaiiidadc. c priiicipaliiienli' nos pais
de familia, iiimiiii'ianilo-ilies mil verniifumi, de-
bilito da Corma de paslilhas, sem rheiro o sem sabor,
ipie poHUe a accilo a mais enrgica romo aiilliel-
niinlii'o \ermirido ronlra as' lombrlgSS nlcstinas.
, Combrigaii aryHnu, c/c. c/r.
A couiposirivi das paslilhas he puramente vege-
tal. Quando cm IKl") lizciiiua a lal preparacao, (s-
livemos lao cerlo da sua acciio vermicida que nao
hesitamos um lisiante cm c\perinieul.i-la cm nos-
sos proprios lilhos anles de a l'azer couliecer : o ef-
fcilo foi cspauloso, e loio que os illuslres piofesso-
resdo llio de Janeiro e das mais provincias do im-
perio a iiuiliecerain, rulo diividarain cmprcsa-la cm
(miaseis inolesiias verminosas.
O rITcilo dcslas paslilhas he lio cerlo que nao |io-
de liaver a menor duvida sohre a sua elhcacia, cu-
ino constadas opinioes de muilos illuslres mdicos
que aballo Innscrovemos. Comlndo, romo as cri-
ancas eslo sujeil.ia oulras moh-slias cajossymplo-
mnssAo qiiusi os incsiuos das molestias verminosas,
acoiiselhamos, nos casos graves, de consultar um ho-
mcn da arle anles de administrar as ditas pasli-
lhas; nao que ellas poMHi pradusit aluun mao ef-
feilo, porque na sua c.....posieSo nada cidra de no-
civo ; mas porque pensamos mis que u'aquelles ra-
sos arnves nAo OVO adniiuislrar-si' remedio algUOl
etnquanlo a moloslla nao he pcrreitaincnle diagnos*
litada.
A ihiscdas paslilhas he a scsuiilc :
linas a seis paslilhas em jejiiin, para as criancas
do 2 aliannos. aiiiuiiculaiidii a dse aradualuicnlc
segundo a idade. Da da a dote paslilhas para os
adullos, e qiiiir/e a,viulc para as pessoas de 80 an-
uos para cima.
Repele-te a mesma doto Iresdiasa No, c noquar-
lo dia pode-so dar um purgante de oleo de ricino.
.v. //. Pode-te augmentar a dote das paslilhas
sem recciodo produ/irirrilarno almona uasviasdi-
gtslivas ; ose algumai. ve/es niVi ha lomliritias ex-
pulsas, pode-te estar cerlo que lodo e qualquer
lymptoma de moletlia verminosa lem desapparc-
r'ido. Seguem-se os attestados de dUTcrenlm m-
dicos*
O .')!> A
coiifronleao Kosario de Sanio Anlonio, ronliiuia a
vender IhiIiiIios para cln'i senipre fresi-os. c de l
mi mais qualidades per si ou misturados, cainita
vende do. muilo linos chocolates frauro/.os.
Na loja de ti portas cm Irania da igreja do l-i-
vrunenlo, vende-se chilas de corea com muilo bom
panno, a 7 vnicos o covado, risruilinho (notes, pa-
dries tacuros, a lucia palaca o covado, alpaca de co-
res lisa e ilc quadros, a 1:2 vintens o covado, lencos
brancos de cambraia, dilos com barra ilecoret, a ineie
pataca rada um, ditos de mtnlnot, a i vnicos cada
um, chales de l.i prelos para lulo, a :!s(IU0 rs.rada
um.
BA DA CRUZ N. 13.
Vende-se na roa da Cru/ no Reciie, armazcm n.
1:1, aliiide oolros yencros, os seuiiiutes:carne
saluada em harris, rohreein folha para forro, remos
de i.ii.i americanas, oleo de linltaca em harris, tinta
verde em latas, a 160 rs. a libra, dila vermetha, a
l'Jl) rs. a lihra, cahosde lnho de ludas as grossuras,
a .'K-OOO rs. o quintal.
Vende-se |k'Io cusi nina colleceilo coniplcla
de loda a lenislacao hrasilcra, desde I80H ale IH.VI.
Iierfeilamenlc ciiriidcrnada e nova, t) proprielario
desle jornal dir quem a vende e o preco.
QUE PECHIN6HAM1
Vcndc-sc sacras com Tarinlia a proco de 9)B00 re-
cada sacra: no arma/.ein da rua do Kaimcl n. (.
I.M SITIO E UM TERRENO.
Vendc-so um silio na es I rada que wuuu para He-
Icm, na encru/illiada onlrc as rio Santo Amaro c
Kusariulio, e ii.Hilen.i ao rio E\m. Sr. viscoudo de
lioianna, com casa rie viveuda de podra e cal, ca-
cimba, |nir i '", arvorea frticliToras, o lod cm roria
con crea do limociros, com bom c productivo [er-
ro no e urna pcqucn'a baixa: o mesmo silio (ambem
se liypullicca, ou com elle se la/ permuta |ior casa
Bosta cidade: lambcm se vcude um terreno nosU
cidade, no luiiar iln- G>ellio, na rua chamada rio
Jasmim ou Prazeres, proprio para > casa terrea recular : ouem pretender qualquer des-
tos negocios, pxlc diru'ir-M' ao aterro loja n. 58.
AOS SRS. ALFAIATES.
Vcnile-sc os mais ricos c modernos IkiIocs para ca-
sacas e palillos, lano de sclim prelo lisos, cuino la-
vradon, o por preco mais barato duque om nutra
qualquer parle : na rua dos Quorleis o. 'I, loja de
miiulczas de Criu & Baslna.
I'AKAglE.MCOM l'lll CO IIIMIEIKO SE OII-
7.ER ESTAIIEI.ECEK.
yeoda-tt o taberna do paleo ou Iruvcssa do l'a-
raito iiiin manilo qainlal, solilo.caciiuha t saluda pe-
lo fundo, muilo propria paraqoom lem familia,enrn
ponos fuiulii-, a be arrnlilada para a Ierra, fai-
te negocio por scu dono ler de ir Iralar de sua ata-
do: a li.il.ir na iiiismi.i ii, lII, Na mesma se dim
quem vende um joro do pistolas de aluilicira, pa-
lelo inidet, um grande mapp.i nutico cm pe hi-
lo oslado.
Vende-p ps de tornear e tirar] po do forno,
muilo bem feilas: no llm da rua da\ Goucorilia, n
eslaleiro de rarpiileiro. \
Veudc-se cinrucscravos, sendo dyns negra rom ,
habilidades, e dous molccqle, sendo um cozinl^.
ro, c um prelo de idade 1Q annos: it> Rua Vclbi
BARATEIROS, VINDE A'SPECfllNCliAS.
A IJWWI rs. corles de wimira de algodilo, pj-
droes claros e escuro*; a 880 rs. o covado de alnart
com mais do vara de largura e muilo encorplida.pro.
pria para hbitos de frades e vestidos, e mantas de
mullieres ;a 280 r.o covado de risradinbos de li.
nlios,bonilos padrocs; a ls!KI0 rs. corles de cassa clii.
la ;a 59O00r. pecas de chitas escurase a 110o ca-
vado, e oulra multas fmulas novas (odas baralis.
simas: na rua do Queimado loja de V. Cesar a.
XXI.
Voiuh'--o una prelado uiic.io, roiinhcira, t.
doce, engomma, e ensaboa : na rua Direita, ra
n.6.
Vemle-se barato:'. canoas do cairegar rea, am-
bas em bom uso: na rua das Trinchciras, jauto uo
nicho.
Vende-se p* de coqueiros pequeos, a -J > i e
320 rs. rada p: cm Sanio Amaro, junto a igreja,
ou na rua daa Trinchciras, junto ao nicho.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Gnilia f Amorim, rcccbcram pelo ultimo navio
de l.islioa harris com 4 desu|ierior cal cm podre
para o fabrico de assucar, e veudem por menos que
em oulra qualquer parle; c para fechamento de ron-
las um restante de polassa americana: na rua di
Cadeia do Recife n. 50.
ANTIGUIDADE E SUPERIORIIMDE
DA
SALSAPARRILIIA DE BRIST0L
sobre
k SALSA I.11.111.111 DE S.MIS,
Atlencao'
A SAI^A PARRIIJIAE BRISTOL datados-
de 18)12, o lom constantemente mantillo a sua re-
putarlo sem necessidado do recorrer a pompnst*
annuncios, rie que as preparncOes de meriln ikhIciii
dispensar-ee. O suceesso rio Dr. BRISTUL lera
provocado i:.finitas ovejas, o, enlre nutras, as doi
Srs. A. R. I). Saml-, de New-York, preparadores
e proprietarios ria salsa'parrllia conlieciria pelo no
me de Sands.
Estes seiiliorcs solicilaram a agencia dp Salsa par-
rilha rio Brislol, ecomo nAo o podessem oliter, fa-
lircaram una imitflode Bristnl.
Eis-aqui a caria que os Srs. A. R. D. Sands es-
creveram ao Dr. Brislol-no dia 0 rie abril rie I8._'(
c que se aclia em nosso porier:
Sr. Dr. C. C. Britlol.
Bufalo, &c.
Nosso aprecavel senlior.
Em lodo o anuo passario lemos vendido giianli-
ttadex cousideraveis rio extracto rie Salsa parrillia tic
Vmc, e pelo que ouvirnos riizer de suas tirtutt
qucllcs que a lem usado, julRamos que a vendada
dita medicina se aogmentarn muiitwno. Se Vme,
quizer fazer um ronrnio comnosco, ernos que
nos resollara muita vaidascio, lano a nos cuino a
Vine. Tomos muilo prazer que Vmc. nos respond
sobre osle assumplo, e se Vmc. vicr a esta cidade
daqui a um mez, ou cousa semcllianle, terianim
muilo prazer cm overem nossa bolica, rua de Ful-
lea, n.79.
Ficam ordens rio Vme.seus seguros servi I: -.
(Assignados) A. R. D. SANOS.
CO.XCLSAO'.
I.c A anlisuiriarie da salsa parrlha rie BriMol lie
claramente provaria, pois que ella dala desde 1832,
oque a de Sands so appareceu em IH\ poca m
Ji.il osle droguista nao pode oblcr a agenciado Dr.
rislol.
2. A superior i darie da salsa parrillia de BriMnl
lie inconlestavel; |wis que nao obstanlc a concur-
rencia ta rie Sauris, e rio urna porgan rie oulras pro
pararnos, ella (em maulidoasua rcpularo em qua-'
si luda a America.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
salsa parrillia em (odas as enfermidades oriuiiada*
pela impureza riusii^uc. co liom exilo oliliriu nes-
(a corte pelo [llm. Sr. Dr. Siuauri, presidente da
academia imperial de mcriciua, polo Ilustrado Sr.
Dr. Aulunio Jus Peiiolo cm suacUnica, e em sua
afamada casa de saude na Gamboa, pelo Illm. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do cicrcilo, e
i"'i- varios oulrns medicosf permitiera boje rie pro
clamar altamente as virtudes edicazes ria salsa par-
dilla rie Brislol, veudc-se a .'.-mumi o vidro.
\ -iu acliar-sc de nuvo abcrla a liolica do Sr. Jo
t Alaria (ioncalves Ramos, na anliiia rua dos (Jttar-
Icis, mudou-sc oulra ve/, para all o deposito da sal-
sa parrillia de Brislol.
Oleoespecifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continua a vendor se na bolica
da rua rio Bnngel u. ti a 640 rs.cada vidro.
Vende-se o milito superior vinho
(ranee/., Inaneo e tinto, em bairs, che-
gado ltimamente; e gi|jo8deeliainpa-
ne, tudo >elo nvevp o mais commodo |x>s-
sivel: na rua da Cru/. n. 2ti.
ATACAS DE CORNALINA.
Vouric-sc atacas de cornalinas de lodas as cores, as
mais ricas possi\eU,e por proco mais barato loque
era oulra qualquer parte ; na rua dos Quarteis ii.
i, loja de miuriezas rio Cruz <& Bastos.
AIIOTOADUH.VS PARA COIXETI'S.
v rn l.' -i' .illm,.niiii.i- de diversa qualidades para
rlleles, licni como botiies do rores |iara eiifciles elfl
vestidos, ,Mir |irci; mais liaralo do que cm oulr.i
qualquer parle: na rua dos Quarteis n. -2i, luja de
miudeas de f.rui & Haslos.
ESCRAVOS FGIDOS.
BOA RECOMPENSA.
Acha-ta fusida nina cscrava, muala,de nomo Coc-
ina, de idade |miii 'i mais ou menos iOannos, com cm
signaos seguidles :altura reyular, as costas cois
duas costuras, sendo una no homlini esquerdu e un-
ir pora o meio das rostas, no lugar da mira lefll
imialmeiilc urnas costuras pcqiicnas, os |is ronqui-
dos c sccciis, leudo a mao esquerda um lano dor-
iiiniii' i mi ter lido um paiiaritn, cahelln eorlsdo, a-
llio de sala e limSo de fila bstanle vellio, fugio na
seaiinila-fcira, 18 do rorrenic: a pessoa que tirar
noticia dclla, podo dirigir-sc no aterro da Boa-Vista
n. 17, a entender-sc rom seu scnbor l;redcrii'o Cha-
ves, que ser recompensado gencrosaineiilc.
lia cidade do Sobral, provincia doCear, fiisi" son scnlioi' Joaquim Lopes dos Sanio-, cm (lia de
abril de 1830. um scu cscravo mualo de iioine Mar-
ctiino, de Idade de-20 anuos, ponen mais ou menos,
rom os signis seauintes: cabello ercsiio e lonro,
rosto redoudo, ollios iM-qucnos c cnslaiilins, nao II-
nlia barba, elicio dn ror|Hi, estatura mais para liaivu
doque alio, penas grossas, ps largos c carnudos,
liaba nina pequea marca de laido sobre o beiru
junto ao naris, lem o atablante aleare, e abantas
marcas as cosas de relhadas, Irabalha alguma ron-
sa decarapina. Sabc^cque esle cscravo vein alea
villa de San Joao, provincia da l'aialiiba, ou para
as parles do Campia Grande, d'ondej liaba Hilo
escravo de tuna senbora de nomo D. Joaiina, s.'iilni-
ra docngcnbo lcnipaiMi, em eujn ciigcnlin ba um
......ni de rn ni li- l le aldo.-Consta com certeza, por
ler sido vislo por oulros escravos que forain da men-
ina cidade, que esle cscravo lem viudo a esta praca
com cargas de algodao; descunfia-so que e-ln do
l'aii d'Allio para una banda com o tpaosle n-
made Mantel. Oucm o pegar ou dcllc (rvcriinli-
ii,i dirija-sc a rua do Queimado loja de ferrasen,
n. H, de Jos Rodrigues Ferreira que lem ordem
do scu scnbor |iara gciicrosanicnlc. pagar scu Ira-
balho.
No din primeiro ilc abril, (lcsn|ipnreceti omoleqtn', rriit-
lo, ileiioiucE|ii|)liiiii,de 1 V para 15 an-
nos de idad, sex-co do corpo, poreu hs>
tunte pcitudo ; levoii caira de nlgoom
azul e camisa de chita rosa com llorcsen-
i ainadas ; tem oflicio de sapateiro c anda
calcado, e por issotalvez se inculque for-
ro: ijiiem o nppreliendcr, leve-o a Santo
Amaro; a casa do sen senlior Jos Percira
Vianna, ou un rua de Apollo, arinazcn
de assucar de Leal Res.
Dcsappareceu do engciilio Taqnara, no dia
t."> de abril do corrente anuo, com direcciio a ca-
pital de l'i-i ii.iiiiliinii, um escravo do nonie Aa-
lonio, de idade de 30 annos, pouco mais oa "ir-
nos, rom os Biguaes spimiiiIcs : estatura rtta-
lar, ror|w mediano, cor fula, cabellos corlados dr
iwiiro, o branco dos olbos amarello, o andar ban-
'eii-ii. a pei*peciiv.i de e-paiiiailii. vestido com ta-
misa c reroiiln de panno de algodn da Ierra e cha-
peo de i.tilia velbo : roga-so as autoridades |K>liraei'
e capilflts de campo a apprclien^io do dilu escravo,
aeiitn'i;ar-sc no Rivife ao coronel Francisco Manic-
dede .'Mmeida, c nocimcnlio a seu scidior Lua Ig-
nacio da Aiulia.il' Lima, qiioscrao bem lerunipon-i-
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P.r.i TyP. doM. F. 4. TarU. W*4
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