Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03159


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Full Text
QUINTA FEIRA 28
DIARIO DE
DE ABRIL DE 1853.
N. 95
PHE?0 DA SDBSClVIZ*gAO'.
Suh*ereve-se a 1.58000 por anuo, e 41000 por
quarlri pago adiautado, e 4>00 por qnarlel pago
vcnrido, iu r.T.,1 do seu proprielario, Af. Figueira
ile Furia, na praca da Independencia, na. 6 e 8, e no
l; 1 de J. casa do Sr. Joao Pereira Marlins.
PEMAMBMO.
Il..|ja
Harci o
r.n.iliilia a
Natal a
Aracaly
Ceara' a
M iruliao
l'ara' o
F. Duprad
< Joaquim Bernardo M.....Imir.i.
1 Jos Rodrigues da Coala.
s a Joaquini lunario Pereira.
a o Anlnnio de I.cmos Braga.
(iuilherme Augusto de Miranda
11 Joaquim Marques Rodrigues,
a Justino Jos Rainos.
Mi
CAMBIOS DI 27 DI ABRIL.
Sobre Londres i ', ,1 '/,
Paria, 335
Liaboa, 95 por nenio.
METIS.
Ouro. (Incas hespaiiholns........
Moedas de 900 vcllias.....
a de 6<00 novas.....
de 4JO00........
Prala. Palacoes brasileiros.......
Pesos 1..liiiiiii.ii 1.1-.......
mexicanos........
Accoes do Banco........
Descont de Ledras......
MMOO
I 000
KMXKXI
9901)0
19910
WiO
19800
10?
Ki.i I _'.,
NOTICIAS XSTIIAIVOEIRAS.
Portugal . li de Mar. Austria. . 3 de Mar
Hespaoha . 7 de 0 Suissa . 3 de 0
Franja. . 8 do Sueeia. . 1 de a
Blgica . 3 de 11 Inglaterra 11 de
Italia. . 1 de E. Unidos 19 de
Alemauha 4 de Meiico . 15 ile Par,
Prussia. . * de California 10 de
Dinamarca 1 de Chili . 15 de Jan.
Hussin.. . 1 de Itlll'llOS-A. 3 de Mu
Turqua . 25 de Fcv. Montevideo 6 do
Para'. . 2 de Abril.
Maranlia 2 de
Ceara*.. . fi de
Parahiba . 22 do
Alagas . -i) de
NOTICIA SO IMPEIUO.
S. P.iloSul 3 de Abr.
Minas. ... 5 de
9. Paulo G de
H de Janeiro 11 de
Rabia. ... 18 de
TABTIDAS SOS COItnXIOS.
1 Hi 11.la. tollos osdias.
Vidorin, lias quintas feiras.
Caruar, Bonito c Ijaranliuns, nos das 1 e 15.
Villa Bolla, Boa-Vista, ExcOrirury, a 13 0 28.
(joianna e Parabiba, segundase sextas.
Natal, quintas (ciras.
DIA3 DA SEStAJVA.
25 Segunda. S. Marros
Evangelista.
2li Terca. S. Pedro Ra-
lis B.
27 Quarta. S. Tertulia-
no II.
28 Quinta. Ss. Vidal e
Agapio.
29 Sexta. S. Pedro S.
Terlula.
30 Sabbado. S. Catha-
i ina de Sena.
I Domingo. S. (irala.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commerrio,
segundase quintas.
felacao'
tercas esabhados.
t'azenda
tercas oapxl.-isas lOboras.
Juizo de Orphaos
segundase 5. as 10 boras.
I'rimeira tara do eirel
tercas c 6. ao meio-dia.
Segunda rara do cirel.
quarlaa e snb. ao meio4.
Marco 31 Quarlo niingoanle as7 boras, 22 mi-
nutos o 37 segundos da larde.
Abril 8 La nova a 9 bora, 37 minutos o 37
segundos da manilla,
a 16 Quarlo creaeento as 2 boras, 25 mi-
nutos e 39 aeguudos da larde,
o 23 La ebeia aos II minutse 31 se-
gundos da larde.
PIUCAMAR DE HOJE
Primcira;
Segunda
8 boras c 30 minulos da manha.
i 8 boras o 51 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL
>
.) A.....i-I
Auno-I-
AunoI'
2
3
MINISTERIO DO IMPERIO.
Decreto a. 1134 de 30 de ourcn de 1863.
/W mito eilalutos aos cursos jurdicos do imperio.
I salido da aulorisaclo concedida lelo decreto n.
(UKile 16 de agosto de 1851, hei por bem ordenar o
aesuinte :
TITULO I.
Da organisacilo e regimendat facilidades de direilo
CAPITUO I.
Da iislltuicio das /acuidades.
Artigo I. Os aeluaes cursos jurdicos serlo cons-
tituidos em raciildadcs de dircito. dcsignando-sc ca-
ita una pelo nonie da ciliado cm que lein ou possa
ler asscnlo.
Art. 2. Gula urna das laculdades ser regida por
um director e por urna junta cranosla de lodos
ns lentes, a qual se ilenuniinar Congregarlo dos
lentes.
Art. 3. O curso de cabidos om cada una das fa-
cilidades ser de 5 anuos : sendo distribuidas as ma-
terias do ensillo pelas cadcirasseguiulea :
I' AnuoIa radeira: de direilo natural e direilo
publico universal...
2 radeira : Instituas de dircito romano.
2" AnuoIa cadeira : Conlinuaclo das malcras da
1" cadeira do I* anuo; diteito das
gentes, diplomacia c explicaran dos
tratados em vigor entre o Brasil c uu-
Iras nacOcs.
. cadeira : Continuarn do cnsinn da 2n
cadeira do I' auno; dirciln publico
" li -i.i-ii.n. c dircito eclesistico
patrio. .
radeira : Dircito civil patrio rom a
analjse c compararlo do dircito ru-
mano.
.' radeira : Direilo criminal incluido o
militar, c o processo criminal patrio,
radeira : Conlinuacao da .materias da
I cadeira do 3* anuo.
deira : Dircito commcrcial c mariti-
mo patrio.
cadeira i Hermenutica jurdica rom
ajiprace a leis, auahac da cous-
liluirio, processo civil, o pratica fo-
rense.
radeira : Direilo administrativo pa-
trio.
cadeira: Ecconomia pulilir.-i.
Cada nina ileslascadcias ser regla pm
alhcdralico, que ser titular da niesiuj.
Us lentes das cailciras, cujas materias conliniiam
ser explicadas no auno seguidle, devero reve/.ar-sc
tnlresi |ior anuos.
Ail. 5. llavera cinco substituios para as vacan-
cias das eadeiras e para servircni nos impedimentos
dos ralhedraliros.
Art. li. Etn cada urna das facilidades se conferi-
rn os graos de barbarcl c de doutor. O grao de ba-
litare! cm direilo ser sutllcicnle para os empregos
pai,i que so evigcm babilitaroes acadmicas. O de
iliiulnrsiiiuciitc ser necessario |iara os rasos cm que
o evigircm disposires especiaos Icgislalivas ou rc-
giilamcularcs. gj
Arl. 7. Para se conferir n gr m .le barliarcl ser
necessaria a Iroquenrin do ciirsn coniplelo, c compe-
tCIjlC approi.ii.ao. Os bacharcis que aspirarem ai.
grao de douliir Itrio obrigadns a mais um evamc em
cenclusoes magnas.
Art. X. Para os eoneluses magnas os tacharais
apie-cnlarlo Ibeses, as quaes serlo de sua livrecsro-
IIm. mas ilevendn rerabir sobre as materias mais ini-
jHirtanles do curso, que a congregarn designar
ruin a precisa anlcceileucia, que nunca exceder de
seis metes,
Art. 9. A estas (beses se ajuntarn cinco leis, ou
rinco arligos, ou paragraplios de leis para a comp-
lale analjse, e alni disso una disserlaro que de-
veni recibir sobre um ponto dado pela congresaco
ilo modo proscripto no cap. 6 do lit. 2.
CAPITULO II.
Do director da famhladc.
Art. 10. Odirerlor be a primcira auloridadi' da
tariildailc, c a rege debati da laapeeeao do minis-
iii'c secrclnriii de estado dos negocios do imperio.
Arl. II. O director ser de iionieaco imperial,
I'.hIi'iuIo serdeinittido quando assim o entender o
governo. Nos scus impedimentos mi em sua falta se-
ra substituido por qiiem o governo imperial dcsig
nar, c provisoriamente pelo lente mais aiitigu que
csliverem cxcrcicio, o qual nesse caso lieor dispen-
BhIo do todas as obrigaroes, menos dos oxercicis das
l- Convocar a congregaciiu dos lentes, nao s nos
casos expressamente delcriniuadoa, como uaquclles
em que, oo por deliberacao propria ou a reque-
rimento de qualquer lente, que o dever fazer
por-cscri|ilo coin a dcclaraco do objcclo da convu-
caclo, o mesmo director o julgnr necessario, mar-
caudo a bora da rcunilo, que dever semprc ser em
lempo conveniente, para evitar a inlcrrupran das
utas, dos exames,-ou de quaesquer actos" acad-
micos. ,
2* Transferir, em rircumstancias graves, para nu-
tra occasiaoa rodniaodacoigregaoo ja convocada,
aluda mcsino nos casos cm que ella deve vcrilicar-sc
cm pocas certas ; e suspender a sessio quando
julgar necessario.
3- Piir em discussao o faer volar as materias ou
proposlas |Mir elle mesmo, ou por qualquer dos len-
tes; dinginilo semprc os Irabalbos das sesses.
i- vomcaraa eommissOcs qiiaudn o obyecto dellns
filr de simples solcuinidade, ou pelos estatutos nHo
esleja expressamente determinado que a nonicaro
deVa pcrlcucer rnngregacan.
5" Assignar as actas das sessi'ics da congregjco e
loda a correspondencia acadmica ; assim como lodos
os termos bn culos em noine ou por deliberacao da
faculdade, ou om virtiiiledcslesestatutos, ou poror-
dem do governo.
li* Exccular as decises \i congregacao, quandn
conformes rom as leis.com a jusliea cconioi c.latu-
tos ; c, un caso contrario, suspender sua exeruen,
dando parle inmediatamente ao governo, o qual'de-
cidir ilclinilivaiui'hli'.
7' Organisar o orcamenlo annual, e rubricar os
pedidos mensaos das des|iczas da faculdade; consul-
tando a congregacao quinto s extraordinarias que
convenha nter elevando, rom suas propriaa obacr-
ln enverno, para resolver,
nconlrc un parecer du mes-
is dispnsicik-s legislativas
i realisat.'o das despe/as
ulorisailas; inspeccioiiaudo e us-
go das quanlias para ellas decre-
Arl. I.
Arl. 12. O director be o presidente da congrega-
.ro dos lentes ;c regula r delennina. de ronfiirnn-
il.nlc semprc com os presentes estatutos, e rom as
iirilens do governo, ludo quanlo perlcnec. e diz res-
Jieito faciildadc, nao estando es|iecialmenlc en-
carreaado a congregacao.
Arl. 13. Ao director scrAo dirigidos lodos os re-
qoiTimenlos e represcnlari'ics, cuja decisu llie per-
Icnca ; assim como por seu intermedio sern leva-
dos ao roiiliecimenlo da congregacao os que versa-
ren! sohre oliverios da competencia dcsla.
Arl. 11. I.nnijiclc ao diiertoi. almdeoulras al-
Iriliuinies quo llie ao conferidas |K>r estes esla-
lulns :
ORESTES E PYLADES. 0
( ron Ettephen de U Madelalne.)
seginw VOI.UME.
Emilio eslava rom n lo h'mmi rapilulo nsHiisilol-
fiilo, quando o camarina improvisado \cio aiimiii
cidruma visita.
I'i-.i que csj>cre um pouro, res(ioii(lcu l.
Illlllll.
Tu ditlai cnlo, incu rapaz, proseauio Ma-
wol, que Kcliermirl (o cnlrcwu 1c minha parle
vis mil ir.ini"-, que t\c\ i.un ser o imporle das mi-
nlias anlias economa) ?
* Sim, met lio, e esla somma felizmenle Iripli-
rada so pelo araso foi iiirotileslavelmeiile a orisem
da minha rorlmiii; porque era misler de urna >
Irada para romerar as operardes, nn quaes me
ronrederam i imuiic honra de.ndniillir meu frac
tdfrantrtOillC pois, a li, assim romo i mais cenero-
iW diisanii,i>, madama Milleraies, que de\o os re
**** dos quaes he juslo que lomes la parle
Espera, espera... Voh de sorpresa em sorprc-
m; mas quanlo a esla, meu rharo, advirto-le que
nao passara. E islo por una raz-lo bem simples,
|>rque esse perulio nAo heomeu, cu linha por ludo
"miiiilhar de franeos pouro mais ou menos. Mr.
ehecourl lonion o reslo.
\~~ ^r- Rebecourt, que dizos ser (Ao |MioU(lo
Wosdesirojos, c que no* perseuuc |wr urna somma
lesele mil francos, nAo me le ra dado rinco mil
iranoK ,H)r erro, o em fazer-mc neulinma rerlama-
'.">. tis o que cic,cde loda a crenra ; mas nos escla-
'ecercnios isso. f
EJ"* ".....mpS iwrin se ibrta de novo, e Blai-
* ""i^allelprenpilou-se na cmara. criado, que
imUr'r' 'SI r'''' uu>n rc*is|cnr'a ilrsesperada para
am*0 r'r ** ,le il,,crromPpr a coiiversarAo de seu
mo, re; nm ullimo esfon. |ira sahar ao menos o
Kc' S0" CarB' e n,"m"cio" com voz Iri-
Mr. de Ronval.
A^Jca *>l80i dWBbiw rcslalielerendo a or-
l.iT ,,0Jr,el '"ni"'"',a. '' Iffccwo que en le fal-
^"mn^ociourgenle-.Ohl exrlainou eliode-
^W'ii,lilllCrll,pr,lodcalKuns Mgundoi ao a*-
l^oinefpfcradodo roiiliameslre, .Mr. Marerol !
U, ,ul"j^nWt oulr''! Klanioii Marecol no ninm-
Cm ifc rci";1"(l1'"'"^ PMW. Eta Mr. de
hJu 0C ***. l^nihraudo ronfusainenlf H
** Mm IHlre amifo de Noirmonl, he
vares, ao ronliecimen
qualquer emharaco ijue
ma congregacilo, "
8* Ordenar, MgUQiJo
C as ordens do _' \ ci no,
que lverem sido
'alisando o cinpr
latas.
!! I'a/er nomeaeOescslraorreuiilo>
stihallemos queotefvlco reclamar, o arhilrar-lhes
ralilieari'te-, licando porin lado dependenle rfa li-
ii,il appro\arao do enverno, sema qual as ^laliliea-
i/k's iiilo senlo pa^is.
1(1' l>i'lfi ininu c recular o serviro da serrelaria e
da hihliolcc? ; ordenar ludo quanlo for necessario
para as sessoes acadmicos c para o servico das aulas.
II" Visilar as aulas, cassislr lodas as ve/es que
llie or possivel aos arlos e evercicios academiros, de
qoiihpier ualureza que Sojanl, incluitlas as proprias
volai.-iVs ; anda que cm lodos esse* arlos nao lenha
deeverrer funrre.s especiaes.
I* Velar na observancia denles eslalolos, opro-
por ao governo ludo quanlo for rondurcnleaoaper-
feiroaniculo do ensino eao governo da faculdade,
nao s'i na parle adminislraliva que lhe he nerten-
ccnlc, como anda na parle scienlilica ; devendo
porom, neslc ultimo caso, ouvir primeiro a COMro-
gario.
!:! Everrcra polica no recinto do editirio da fa-
riildade, proredendo, do modopresrripto ueslesMla-
lulos, contra os que perlurhavein a onlcni, ou sejain
lenlfls, alumnos e funcrioiiarios da faruldalc, ou
anda penofts a lia ostraolias,
II* Bioreera maior vigilancia na m: Mienr.io
dos iioiis roahimea, e na veneraolo que so dove ron-
sauraro ndisii.o, ao imperador e consliluirlo|oli-
lira do imperio.
Arl. 15. o director) alm das InfonnaeBea que
lc\cr dar aoguvcrnod oceurrencias mo mereee-
rcm nniimnnira;ao iinincdiala, remollera no liinde
rada anuo lectivo um rdalorlo cirruinslanciailo so-
bre os Irabalhoi acadmicos do anuo, com a noticia
do aproveilamenlo de cada um tos alumnos, o regU-
laridadcdc seucoinporlamenlo ; assim comoiobreo
ih^empenhoe ponlualidadc do servico dos Icnlos e
de hulosos fuiccionaros da faruldade.
Arl. |l. O director uomeado se aprsenla^ ao
presidente da provincia ; c por jnlertnedio doslesc-
r enlregne o Ululo Imperial de aua iKHneecAo ao
director em cxcrcicio, o qual. no da Immediau, OU
no aegainle sondo aquello feriado, o far i lr em cen-
pegacjlo, deelarando-M na respectiva acia o da c
non em que deveniler lugar i competente posso,
pie se veriftcar.i peanle a mesma eongreg a do
na sala dos actos grande*, ronvidados rom antece-
dencia, c por urna rommiss.1o da mesma congre-
garlo, o prealdenle da provincia e o director ne-
nenlo.
Arl. 17. Sopor qualquer incomonicnlea rnnsrc-
gafAfl nao pudor reunir-ae, of|iielispaco artigo an-
lecedente se verificara com os lente* prsenles, piaf-
quer que soja o seu numero ; ronsiu'nando-se na arla
qftanlo orconer, que leni coiumtinicado ao governo
imperial. As formalidailcs da posse serao r o ns i ua-
das em rcgolaroonto relio pela cvBgromeJfoe sujeito
aapprovafto do governo.
Arl. 1K. 0 director rominuuirar immrHjatameu-
lesuapossc ao overno e ao presidcnle da'Vro'i li-
ria. Os arlos dcste funcrioiiario lcam debaivo da
imincdiala insperrjo do ministro e secrelario de es-
lado dos negocios do imperio ; porin o prealdenle
la provincia poder exigir do mesmo lircclor e\-
plicaroes acerca do seu proi'cdimcnlo, e informales
sobre quaeMpier aclosquo lverem sido platicad
faruldaile, para as levar com suas obaarvaoOoi ao
roiibeciincnlo do mesmo governo.
CAP LULO III.
Da congregarlo do lente*.
Arl. 19. A concregacAo eompoc-se de lodos os
lenlcs, assim ralhcdralictis como substitutos, cxreplo
quando o objcclo de sua reuniao fVr o do can. fi, ca-
so em que ser compoala s dos priraeirw. Alm das
sessoes nos diasrerlose delcrmiiados, e das convo-
racocs evlraordinarias, lera, pelo menos, urna ses-
sao |K>r mes, que ser em dia que o director
marrar.
Arl. *20. Para baver congregarlo sera necessaria
a prcsen;a do mais la melado da lolalidade dos lentes
em serviro aclvo, ou sejam calhedraticos ou subs-
titutos, ou esleja ni em serviro clleelivo, ou se acbcm
impedidos por qualquer rausaque seja.
Arl. I. Asileliherari'rcs scrAo lomailas por maio-
ra absolula dos mcuihros prsenles. O direclor nao
Votara1*, alada que seja Icnlo que esleja regendo a fa-
ruhlade inlerinamenlc ; porin, no raso de empale,
deddlr rom o seu vol, nao liaveudo disposii;Ao par-
ticular que OUlra cousa delcrmine.
Art. _'..'. NAo scrAo adiuilldas votares nominaes;
e ui ni 15o |>ouco declaracoes de vol cm suslcnlaco
lerises lomadas. Se porin qualquor dos vo-
lantes que liouvcr discordado da maioria, qui/er
Icilararseii vol, o [xidcn lazer immetlialaiuenle,
mas sem motivar.
Arl. 2:1. \Ao poderAo volar os pie forcm inlc-
ressados na dccMIo ; mas Ibes sera permillido dar as
cvpliracoesqiic julgarcm conveniente*. (Lada um
lera fallar duas vezes em cada quealio, c mais
pe
congre-
A vola-
Mr. Marero). A proposito, nao
mas como he que '
ronlarei quando
i que me vio, isso
i ftliise?
'* >Vlde Diario n. 63.
En mesmo
raorri, nAo.
Bem o vejo, meu rapaz
He nina historia, eu Ib
vermos lempo. Yin diua por I
essenrial. Como est Avalba '.'
Muito trisle, rotada !
Blaise den um suspiro um lanlinho hypocrla.
Conloen, Mr. Marerol, dtw elle abaivaudo
os olbos para uaoeurontrar o otbar de Emilio.
- Eu o creio, responden o conlrameslre depois
nifleairvo. o pat-
io sacudir a rabera com um -ir -iu
zinbo nAo vai bem.
. Que pai/inho, Mr. Marecol?
Como, que pai/.inho? Cr que esleja fallando
do meu '.'
Enlo he do meu. Elle est doenle ?
Oh e o si-ii 11 ti nlo sabe le nada ?
De nada absolulamenle. llamis deiimmcz
pie nlo recebo noticias detle.
E ningiicm lhe esc re ven ?
Quem poderia escrever-mel Eslmi aqui in-
cosuilo, lodos, mesmo Marianna nossa aia, me jnl-
gam mora. Meu pai nao ronliou esle segreilo a
uinguem ilo limar.
Pois osenhor corra risco de nAo ler noticias
delle lo cedo. O collado lc\c alguma cousa como
um alaqne.
Misericordia crilou Blaise*rom urna voz la-
menlavel, c csloii anda aqui!
Es-tcre, disse Marerol rclcndo-o pelo braco.
Elle nao corro- boje nenhum itcrigo mais tUt que
honteni, c o senlior lem lempo de por-sc a caminho.
Sua presenra cm Noirmonl ncm faro calor nem Trio.
O 1. mu homem depois da sua crisc nAo reconhere
mais iinmicm, elle vai-sccvlinguindo mu hranda-
menlc ; mas o medrodiz que vivir anda al a
la das Tullas. Tcm o senbor (res inezes a sua
una (erreira se, a seu pedido, ornuscnlir a
yaco, que, ueste raso, volar sem disrulir.
rao se far por escrutinio secreto Indas is vezes que
se halar do neuocios pessoaesde qualquer ualureza
que sejam,
Arl. _'/. Itcunida a rougrcgaro,as*sso nAo ser.i
suspendida ou terminada emquanlo nao se conclu-
rem as malcras para pie foi convocada, ou oulras
que i'"i 'ni proponas c lomadas cm consdcracAo un
mesma sessjo. I'orem precnchidas qualro horas li-
rarao as malcras adiadas, excepto no caso de veri-
lcar-se a proroi;acAo. Esla leni lugar ou por vola;Ao
da continuaran, a petlidoilc um de scus membros,
sem preceder discussao, ou por dcIiberacAo do direc-
lor piando o pilge urgente ; nAo podendo cm caso
alffum esceder demaisdeduas horas. No caso de
adlameolo a congregacflo poder marear o dia la no-
va reuniao ; e quando o nao faca, o djreelor o deter-
minar.
Ari. "i. Quando, pela gravldade da materia, for
conveniente que se conservera era fwedo asdeei-
socs da ronureuac.io, esla o poder resolver, c neslc
caso se far a aclaem separado, que ser fechada,
larV-'da c sellada rom o sello da faculdade, poudo-
llic o Recentarlo nina luecripcjfo, que aera assignada
por elle c pelo director, ua qual se declare pie o
objcclo he secreto, com o da da xtdarao : esla arta
ficar debati da rcspoiisabilidadc do mesmo sorre-
lario.
Arl. 96. A ules, porin, de se fechar a acia de
quo Irala o artigo antecedente, se c\lrihir nina co-
pia, para ser levada imuiediatameiile ao coiiheci-
meulo do ROVernO imperial, que I poder.i mandar
publicar directamente, se entender conveniente, ou
ordenar sua publieidadenor intermedio da oongre-
gacao, o que se oxeculara. Tambera a congreac8o
em qualquer 'jioca poder resolver sobre a publie-
dade da arla serreta se uulra cousa lhe nAo livor si-
do determinada pelo governo, precedeudo semprc
pr\ia au(risju;ao to mesmo governo, ou do presi
denle da provincia em caso de urgencia,
Arl. 17. Compele coimregarn, alm de ou-
lras fuurecs, pie por c^les eslalulns lhe sAo incum-
bidas :
I. Exerrer nspcccAo, eprover na parle scienlili-
ca da faculdade, examinando o syslcina de csliidos
adoptado, e os inelhodos le ensino seguidos as au-
las ; e propor ao governo, e, por intermedio desle,
ao eorpo legislativo,o que julgar comcnicnlcaopro-
greaso das ncienclts*
"2. Empregai a maior visilanria afim deevilar que
se introdutam pralleaa abusivas na disciplina esco-
lar, e no rgimen la faculdade ; leudo n maior es-
crpulo na inaiiu I cucan dos bous roslumes, c dando
ao director lodo o auxilio c assislcucia no desempe-
n bu do que I lie incumbe o arl. I i ; II.
CAPITULO i.
Do* Icnlrs rathnlra'itQ.i ctubxlilufo*.
SECCAOM.'
Da$ eltUtte* i!q< lente* r $WU an/ignidade*.
Arl. 'S. Os lentes serao calhedraticos ou subsli-
lutos. Os primqiros regcrAo as eadeiras para que
forcm Horneados, e lomarAo parle nos arlo* acadmi-
cos para que forcm designados, aeguildo estes eshilu-
y>s : os segundos ser\irao as suas faltas e impedi-
mentos : assim como nos exames e oulros artos ara-
demiCOJ para que os designar cougregarao ou odi-
r?rlv.
Arl. ll. Os lentes adunes ronservaro suas res-
perlivasanliguidadesnasMasses a que perlenrercm.
Para o fiiluro a anUguldode ser regalada pela dala
da posw c havciulo mais de nina no mesmo dia,
pela dala do diploma, era iguahiade leste pela anll
guillado de funeiVics publirasquc bouverein exerri
do al .ilii : c linalmenle pola antlguldade do don
paz lodo sorprezo de sua mpassibilidade rerollieii-sc
ii'iimi silencio de ahmus minulos.
Meus bous aunaos, disse cllcrom urna raima
perfeila, vosss vao ler talvez urna m opiniAo de
mira ; mas cu nunca Uve bastante espirito para in-
geniar urna mentira cm palavras ou em arrr>es. Se-
Ktiramcnlclic preriso que lenha sem saber um >-
ra<;Ao muilo m io, pois nao sinlo as palpebras.me-
nor laurima ; cplrclanto trala-se da inorle prxima
lo meu pai. Issi he liorrivcl! Serci acaso um lilho
desalmado!'
Z
ipoaa^alq.
Illaise era lilho da Dataren, isto lie, lodos os scus
scnlimeiilos eraui verdadelros c totalmente iscnlos
il.is dWmulacoea quo so dio ordinal i........ilc |r
iiiiiimI.i correnlc, enas quaes a gcule en) as majadas
veies.
I) rapai nao linha tido rom sen pai nciihuma das
relseoes, que formam o enranln dos lacos de faini-
lia. Elle eslava haliilildo a tremer em sua prasen-
ca desde a infancia. Nunca um senlimento pareci-
do com ternura linlia escapado do eoracilo da .Air.
Hou>allcl para como lilho, elle nAo lhe fallava, se-
n.iii por iiiiiiio.vll.ilin. ruin nina seerurn, que uo se
li'sini'iilira eio neiiliiiin.i rirriuosl;ineia, c suas von-
ladaa mais [nlimas tifio etiegavank-lli. lanao ir in-
lemicdio da vclba Miirtniui.i. Com a nuliria do mal,
ana atacara seu pai, Illaise, que sabia apreciar os
ai'iniierii.....ib em seo jasto ralor, den laatlnetiTa-
iiii'iili' um Lieiiiido. e esperou ver-so presa de una
liorri\cl dor, ou pelo menosile nina vilenla nia-
goa : nada de ludo ialo arouteceu. U bom do ra-
Nao, meu anii&n, disse .Marerol pondo sua lar-
n mao no hombro de Illaise, vosso he, c ser sem-
prc um linm rapaz. Vaaio ama seu |>ai i sua ma-
ncira... Quero di/.er i nianeira delle. E eslou rcr-
lo de qua faz. mais, dara a sua vida para sahar a
delle.
Espero que lieos me daria a roraocm de fa/er
isso, cm raso de absoluta jieecssidadc, res|ninilcu
Illaise depois de una hcsilarAo rhcia do rnndura ;
pois n.lii faria entiloseno restituir a meu pai o que
elle me deu, .linda que as eirrimislaneias dcsla tro-
ca nao si-jan inleirnmeulc as mesmas. Mas agora
maoatlevaraaDao vaolaolonge. lie preciso que cu
parla, bem que isto seja transgredir as ordens for-
macsquereeebi. llevo arliar-mc junto de meu pai,
c se a dediraeao mais absoluta poder adorar sua po-
sirao, eonsagrar-me-hci cm corpo calma aos cuida-
dos que sen estado exige.
Eis o que he seguramente muilo bora, meu
amigo, disse Marecol. Quanlo aos anidados, nao se
inquiete rom isso ; Marianna, eujo zelo o senlior co-
nhece, DTDVt a ludo. O Iwin homem si> conhece a
ella, c nada loma, sen.io do sua rao ; vossi1 a n-
coinmodar.i em vez de ajuda-la ; masadizcudo que
deve cstijr hi por militas razfics. Eu vollo depois de
amanhaa para Noirinonl ; |iorquo lerminci vaula-
josamenlc o negocio, que me trome Pars, c, se
quizer, iremos juntos.
lato desarraigar mcua planos, disse Emilio,
lie prceiso que eulamhcm v a Noirmonl; mas cu
Iueria partir seno quando pdese oTercrcr a
ii Qucsnoy resultados cerlos dos meus nego-
cios, quo vao bem. Um moz bastar para liquidar
minhos canias por Inda a parte.
Vou dizer-le urna cousa que le far partir
mala breveoieulc, disse Illaise pegando no braco do
Emilio. Madamesella Clotilde, a qual vi bonlem
noitc, foi chamada Noirmonl por seu pai, ella lle-
ve voltar uestes doui ou tres dias, e com risco de
| priudisar-le devo avisar-te que se est tratan-
Ido de um lasainenlo vaulajoso para ella rom um
Mr. l.awiisul, o qu.il vi miiilns vezes em rasa de
madama Ibunont, c que (eve agora urna heranca
rousiileravel.
Entilo parto amanilla. Marerol flpressa os (cus
preparativos, que nao devein ser longos. Eu le nuis-
trarei Paris^do outra vez.
He iinpossivel, disse Illaise. Hoje cltovcoi jio-
loramcnto, ou do baebarolalo ;cem ultimo
la idade.
Arl. 30. Nos examea, e cm gcral em todos oa ac-
tos acadmicos, lean a precedencia os lentes mais
auligoa, com cxccpcilo alimente dos que tiverem titu-
lo do eonsclho; guardada l.iinlieni a antigiiidadc
entre estes. Taes precedencias nu prejudicam a de-
signarao espccill dos lugares, segundo as fuucres
que se honver de excrecr.
SECt\() >."
Da posse dos leales.
Arl. 31. I) lenle calhedralico ou suhsliliito, logo
que fik nomcado, aprcsenlar o diploma ao director
para lhe dar i-umprimculo eo fazer reconhecer co-
mo lenle |iela congregarlo ; sendo avisado pelo mes-
mo direclor para comparecer no dia designado para
a |>osse. Frailear aa na acerca dcsla o quo tica de-
terminado nos arligos Iti o 17 para a posse do di-
rector, disiicnsando-sc porin a disposico linal do
arl. 16.
SECt;.\0. J.s
Da juhilariio dos leales.
Art.3i.Os lentes poilerloscrjihiladoscomoorde-
nado por inteiro quando romptelareni "i anuos de
servico romo rathedraliros : ser tambera contado
para preeni-her o mencionado lempo o clleelivo excr-
ricio na subsliluicilo.
Art. 3:1. Se os lentes se impossibililarcni para o
servico, em eonscquenri de muleslia pmlerln ser
jubilado! ni praporejfo do lempo que tiverem sen i
do, ileroiifnriuidailc rom o artigo antecedente com
Icclararlo |iorm que nao lera lugar jubilarn rom
menos do de/, anuos de serviro.
\rl. 31. O lempo anlcrior de serviro dos actuaos
lentes, assim ralliedralicos romo substituios, para o
olloilo da jubilarn, se regular pelas leis que csla-
vamcni vigor. D'nra em dianle porin, lauto para
os mesuios romo para os que de novo ftirem nomea-
ilos, regularlo as novas disposinies, contando-seo
lempo pelo servico ollectiui.dcdiuilas (od.is c quaes-
quer inlerruproes 011 rallas. slenles arluaes que
riinlinuareni a scr\ir, e sequizerem prcvalerer para
o iniiiin do direilo adquirido de se jubilaren! rom os
(I anuos, o poderlo fa/er ; mas neslc caso lerao s-
nicnlc direilo aos v encmenlos anteriores.
Arl. 3-'i. Sern repuladus eiinio fallas c eonipre-
lienildos no numero deslas, pura se Ta/crcm as con-
pclcntcs iledurnies, os dias feriaiins iinnieilialamcH-
le anteriores, ou iiumcdiatainente|Hisleriores s mes-
illas fallas, quando eslas nlo sejam abonadas.
Arl. 30. Serlo cnepliiadns da regra estabelecida
no lim da primcira parlo do arl. 31, 11.111 sendo con-
lempladas no numero das iuterruprocs.ou fallas pa-
ra sofamremaaprnscrlplaadednecooss I.-,as que
liircm causadas por mole-lia Juslilkada do modo de-
clarado no arl. It>9, nu se levando porcm em ronta,
nessa h\ polbese, mais lempo que o que correspon-
der a (ill faltas em rada periodo de Ircs anuos, 011 a
SOrallasom um anuo, quando iiajoaaeoniplele o pe-
riodo iidcro ; 'ir, as que proccdercui de MMpens&o
|Hir rriine ou roiiimuin ou acadmica em quo a linal
pelo juizo 011 pela aulorhlado competente se reco-
nhecer nao haxcr culpa.
CAPITULO \.
Dci>rocimrulo das siihsliluiries da' COiriras.
SBCCAO I.
Dn rancurso para as sitbsliluircs.
Arl. 37. Os lentes substitutos sern de nomeacao
imperial, sob proposta apreaenlada pela congregacao
da lacuklkde mediante ennrursu.
Arl. 38. I.ogo que e veriOear vacancia de subs-
liluirodc cadeira, o direclor mandar auuuni-inr o
iiinriirso por edilal, manando logo a poca doenrer-
r.iiiiiiilo do mesmo concarao, que nlo oxceder.i de fi
mezes, ncm ser menor de qualro,coniadoedodia da
vacnneia, ou daquelle cm que tiesta se liver noticia,
exrepto o caso de so vcrilicar mais de......1 10 ines-
mo lempo, porque cnlo se guardara o disposto no
art. scgiiinle.
Arl. .111. Para cada vacancia dosubstituicCo have-
ni um concurso especial, anda que se rcalisc mais
de nina ao mesmo lempo, salvse o governo impe-
rial ordenar o concurso simultaneo. Na primcira
bvpolhcsc devera decorrer pelo menos o espaeo de 3
mezes do enrerramento de 11111 ao do oulro concur-
so. O edilal eni que se aunuueiar o concurso ser
publicado pela imprensa, faiondo-ao renovar a ro-
lerida pubfica(9o as \e/es que se julgar precisas du-
rante ns dous 11IIirnos mezes anteriores ao cncerra-
menlo.
SBCCAO -2."
n Arl. ib. Seio admilldos ao concuno os rida-
d'ius brasileiros que, estando no grao dos dircilos ci-
vil e polticos tiverem o groo do doulores pelas fa-
cilidades de direilo dn imperio, l'ara provar estas
coiiiircsos oppnsitores doveraoapreaenlaraoaecrs>
tarn da faculdade no nionicntn da inscripeo ,
scus diplomas, ou publicas-formas desles. |ustinean-
do a impossihjlidade da aprcsenlarn dos originacs.
erld.io de baplsmo, o folha corrida do lugar de
scus domicilios.
Arl. il. Na secretariado f.iculilailc havernomllvro
proprio para seinsrrcveremosepposilores. l'ara cada
ronrurso o serrelario escrevor um lermodc abertu-
ra, que o director assiguar com elle ; o que ser
igualmente praliradn no enrerramento.
Para ,f nscriprln oonposllor apreaenlandOHB) na
serrelaria, sem outra lormalidade, assiguar n sen
noine, c com elle o secretario ; o qual dalandn-a, o
recebendo os documentos de quo faz mencoo artigo
anlcredcnlo, dcqne passar recibo, levar ludo ao
conhccimcnlo do director.
Art. t. Expirado o prazo, c laucado termo do
enrerramento de que (rala o arl. 39, se reunir a
congregaran no dia immedialo, fa/cudo o secretario
pcrauteella a Icitura dns jnsrripcoes fcilsa, o doa
documentos apresentados. Examinados estes, a eon-
gregaeojulgiras babilitaroes declarando admilli-
dos ao concurso os quo se arharcm lias rimunslan-
cias do arl. ill.
Arl. i:i. Se no examedos doeumentoa se levantar
duvidaa respeilo de algum, a eiingregaco, segundo
a 11,il.....1 a ilella, pwlcr.i ouvir o op|iositor que a li-
vor (presentado, para o que adiara, se ojulgar con-
veniente, a deciso por 3 dias.
Art. '1 Julg&das aa hahilitacles, o secretario
formara una lista rom os nomes dos oppoailorea ba-
bililados, pela ordem da inscripeo c a publicar
por edilal. O direclor rcmeller urna rpia desle
ao governo, acompaiihada do um relatorio do que
liver occerrido durante o processo das habililaroes.
Dnjui/o da congregacao poder recorrerpara o mes-
mo governo qualquer dos oppo-iliiros que se julgar
prejudieado, assim quanlo ao que lr decidido a -cu
respeilo como dos oulros ronriurentes.
SBCCAO 3.'
Das proras do concurso.
Art. i't. Osados do concurso consistirn : na de-
feza de theses, em urna prelecco oral, c c'if urna
disserlaro escripia. As Oleses cnslaro de numero
eerlo de pnpotiteoa, recahinde tres sobre cada ma-
teria ensillada em lodo o curso, cscolba do onposi-
tor.e rom appinvaiMiidacnngrcaaclo. Os dous ullimo
arlos versarn sobre punios dados pela mesma cou-
gregaefo.
Arl. i, Iteonheridos ns opposllorcs, o dircilor
marrar dia em que pela nmeregai.o devero ser
reiebiilas e approvadas as difiranles I beses du con-
curso nlo podando portel vcrilicar-sc antes
da denso do qualquer recurso do que trata a ul-
tima parte do arl. lt. A defeza das mesillas Iboses
lera lugar um mea depois do sua apnrovaeto, eluda
se argumentarlo reclproramente os conVurrentes:
poreni no caso de ser so mu, arguuicnlarlo Ires len-
tes que o direclor designar, alm dos que volunta-
riamente se prestaron.
Art. 17. Cinco dias depois di defeza das llicses o
director convocara a congroenro para dar os pontos
dos dous ultimas actos do que trata o artigo l.i, pa-
ra os quaes cada 11111 dos lentes, assim ralliedralicos
rumo substitutos, formar Ires pontos que poder cs-
olhir livri'inenled'enlrc as materias de qualquer
las eadeiras do curso.
Arl. 18. Os pontos sern escriplns em papel da
mesma cor c ihmensSn, fornecido pelo secretario da
faculdade, conleiido cada um. muso ponto. Os len-
tes os laucarn um por um, dobradoa c sem assigua-
lura, em una urna que calar sobre .1 mesa.
Arl. i!l. Esle acto lera luiar, reunida a eonsrc-
i'ai.in. em huras designadas, avisando o secretario os
oppositorea para comparccereni: ns que nao se a-
rhureni presentes se entender que reiiunriain an
rancurso ; excepto se paiiidpareni ao direclor o
ranino da ausencia, que se fr pelo inesino dircrlor
iulgado plausivel ordenar an sccrelario que remel-
la an alsenle i-opiadns pontos que sabirom.
Arl. 50. Ilcpois de rerolhidosos pontos, na for-
mado arl, 18,0 director, lirando-ea da urna um por
um, c ns mimearaudo, os entregar ao lenle mais an-
des, e necupando o direclor, Icoles, doulores, cni-
pregadns e mais iiessoos os lugares proprios a cada
um, ser admillido cada oppositor, estando todos
rcunidns em urna sala para este fin destinada,
fazer sua prelerrlo pela ordem da inscrip^lo e
ruin as formalidades prescriptas em regulariientos
feilos pela congregarlo, e approvados pelu go-
verno.
Art. 55. Cada prelecco durar una hora marca-
da pela ampiilbcla, que o secretario tero dianle do
si. Concluida a priineira, seni introduzido o im-
medialu na inscripeo, que far sua prelecco cora
as raesmas formalidades; o que se rendir at o ul-
timo dos concurrenles. So estes porcm fiircmmiiisdn
qualro, o director os dividir cm duas oiimais lar-
mas, conforme o numero, tirando cada una ponto
es|iecial emdias seguidos.
Arl. 5li. Concluida esla segunda prova, o direc-
lor designar o diaseguinle. ou o inmediato, so fiir
aquella feriado para ler lugar a lerroira, que he a
da disserlaro. l'ara esla a reuniao ao verificar s
8 horas da manlia; exlrabindo-se um mesmo pon-
to para lodos os roncorrenlcs, c rom as formalidades
prescriptas para a segunda prova. Distribuidas as
i'onipetciilcs copias, todos os opposilorcs passaro
para urna sala, e alii faro, cada um separadamente,
escniaiuiliude meios, una disscrlarlo sobre o as-
siimplo : uajtala dever existir u legislarlo do paiz,
que pollera ser consultada.
Arl. 57. O trabalhndo artigo antecedente llovera
coucluir-se no prazo de i horas; durante o qual um
lenle ou substituto a quem por escala tocar, alterna-
dos do hora em hora, calar de observarlo para fazer
mentor n ordem c os rcgulamcnlos. Terminado o
prazo, o respectivo Icnlo recebara, do lodos as dis-
serlaeiles quo tiverem eitii o que assignarlo ; as
quaes o mesmo lenle fani tambera aasignar por to-
dos os concurrenles, depois do que, rubricando-as,
as entregar .10 director.
SECC.xO i.
Dn juizo da conareijaro e da proposla desla para
_ o proiimenlo das susliiiiiics.
Arl. .58. Concluida a ultima prova, a congrega-
can so rceollicrn inimcdialamcnle sala das coiifo-
ligo presente, qui' dullcs faia a Icitura cm voz alia :
oaecrelario, ao pasto que Nrem lidea os pontos, e
pela urdem deseas niuneros, bj ir esrrevcndo era
una folha de papel. Pima a Icitura e cscripliira-
i;o,o direclornoracar nina 1......mi.sio de Ires len-
tes para o lim designado no arl. segulnte.....Iregan-
do 110 mili, antigodelle. a rupia que liver aialwdn
de fazer o secretario, o qual guardar os ponina nu-
merados pein director.
Arl. 51. A couunisso, passandn sem perda de
lempo para OUlra sala, nao lando roinmunicaco al-
gumn lino outra peanaexeepcodo direrior, cs-
eolhcr mclailc dos punios npresenlados: se 0numero
for Impar, em melada seni a do Immeuiarnanle su-
perior, formado o accordo rerra da pi vferenria
dos pontos, prevenido o dircrlor, reunir os lentes
para nprcscnloro dos que lverem sido escollo-
dos.
Arl. 5:2. A congregarn approvara os ponimos-
collados, votando sobre lodos rollcrlivninciilc, c ca-
pecialmenle (sobre qualquer siihslituiro proposla
por algum deseus niemhros, sendo esla substituirlo
semprc por oulros pontos reeolhidos na forma do
arl. 18. Approvadnsos ponus, o director enrolan!
os que lhe corres|muilerem, que serao mitras lautas
capias que o secretario devora ler lirado dos que li-
earao lob sua guanta; C depnsilando-os sobre a me-
sa, a sessio cutan se tornar publica, collocand-se
todos cm scus lugares.
Arl. 53. Inliodiiziilns oa oppositorea, o fazendo
o secretario .1 chamada dos mesmos, o direclor con-
tar os pontos, e os metiera na urna. O opposilnr
que for consignado pela surte exhalar da urna um
Hinque, entregue Ingn ao direclor, ser immedla-
lainenlc por este liilu era voz alia, passamln-o ao
eeretario para dar copia 110 mesino arto a rada mil
los coni'orreulef. O
prelerrlo para lodos
Arl. 51. No dia immedialo rcuuir-sc-lia a ron
igacso cm sissao puliliea na sala dos arlos gran
I ponto assim lirado ser o da
lirias, cis-aqui mais una : leus para amauha un
negocio de vida ou de morle.
Para li
Dens me preserve de tal. Elles me sahem
muilo mal para cx|Kjr-me segunda vez a malar meu
seniclhante, ou 1 sallar na agua romo um es-
lorjo.
Enlo be rom cITcilo de um duelo que se
trata?
De um ducln verdadeiro desta vez e mortc.
Premillac bate-sc amanlia, c adevinha com quem '.'
Na leude lempo para adevinhaeOcs. Com
quem, dizc i
Com esle raesmn l.avoisol, segundo creio pelo
menos, pois ilodous iriuos ; mas Prcmillai' c eu s
rauhotemaa um. oaso amigo eseollieu-001 para
sena padrinhus. Ora podemos mis, na posico era
que esliirans, assislira Premillac c figurar n'uin en-
contr que |'hIc compromellcr-nos com as Icslcmu-
uhasile niwso adversario mais duque queremos, eu
pelo menos?
E pnrqne nlo ? responden Emilio aera hesi-
tar. A misso das lesllnuinhas he prineipalinenle
intervir romo conciliadores, emquanlo a honra per-
iniiiii fazer ouvir a vo/. da roneoria.ese islo he im-
possivel, velar para que o combate se d lealraenlc.
Mo vejo nada que ponha ns padriiihos nos leriuns
da menor hoslilidade contra os da parle adversa.
Devenios, pois, aceitar rom gusto na esperanza tan-
to mais fundada de arranjar o neuorio. quanlo os
campeos slo moros corajosos, que nao rcderlo ce*
gamente a um ftil ponto de honra.
Meus, filhos, disse Marerol lomando o chapeo,
esses .colmenlo- sao honrnsos; persistan! nelles, c
ic forera bem succedidos, tero fcilii urna boaae*
cao, e prestado 11111 verdadeiro servico i sociedade.
Deixo-os, pois csaas eousas 11.10 mo dizem resiieilo ;
amauha vollarci depois do seu negocio. Espero
que me mandarlo boas noticias delle. c entilo con-
versaremos sobre a nossa partida para Noirmonl.
VI
Quando o conlrameslre sabio, os dous mancebos
i'onliiniar.tm com ardor sua conversaro iuterrora-
pida.
Tu nao me liulias fallado nunca desse l.avoi-
sot, disse Emilio.
Como le pollera fallar delle, se o nlo conhe-
caal llavia era casa de madama Durnonl, comoj
te disse, Ires ou qualro galanteadores, que faziam
rala a madaiqesclla t'.lutilde, sem que ella Ibes des-
si'a 111....... allenran. .Nenhum dalles tecra perigo-
so ; porque a l'ortiio,i de meu pai servia para para-
usados ; mas parece que Mr. Lavoiaol horado age.
ra de un to muilo rico de quem era anillado, o
qual Ihodeixoii lodosos baos,
Mr. du Queanoy, que fez do rasamente de aua II-
lli.i um negocio dcarilhmclira, |Kiiosnossos palri-
monieaaa balanca, o o de Mr. I.avoisot venero,
Madama Duiuout dissc-inc para rae'consolar ( por-'
que essa boa mullier nao duviila que cu lenha pre-
1.....Oe 4 mo de Clotilde J, madama Dumont dis-
sc-ine que Mr. du Qucsnoy linha ja feilo promes-
sas a man de Mr. I.avoisot, a qual iimlieec lia mili-
to lempo, c he urna reina gnileira.
Eu vi-a cm Noirmonl alguna lempos depon de
lila morle... quero di/er, depois de la partida, e
tambora a scus dous lilhos, os quaes ennfesso que
alo helios rapazes.
Sao uns palifes, o mais velhn pelo menos, o de
Clotilde... isto he, comunin Illaise vendb a impa-
ciencia de Emilio, oque cu c Mr. Premillac conlie-
ceiiius.
Premillac he muito feliz, niiumuroii Emilio
com nina voz surdaapartando01 punhos. Eu daria
umita cousa para estar no lugar delle amanilla;
mas, paciencia, lereilambcm a minha vez, sea sur-
te das armas nlo for favoravel ao nosso amigo.
Eis o que chamare! loocura disse "Illaise.
Crs culn desposar mais depressa a Clotilde fazeu-
dn-to malar por um gai.ilo, que apaga urna hugia
a xinle cinco pasaos de distancia rom nina bala do
pistola, c quejoga espada como Mr. de Saint licor.
ges, autor muilo espirituoso seguramente ; mas ao
qual cu desejaria |iissalcmpos mais inoffeusifbs, do
que esses jugos de gladiadores, que fazem parle de
sua fama Iliteraria ?
Dcixcmos os tlenlos variados dos senhores
l.avoisol eSaint lleorgcs, de que nao fkcob! milito
caso, disse Emilio faiendo ranacr a uuha do dedo
Iiollegar ronlra os denles, e conla-me o motivo da
iriga do Premillac.
lie justamente una historia de mullier, quo
nada lem de rdifiranle, o que, espero, cbegan aos
ornlos do Mr. Qucsnoy. Mr. I.avoisot be verda-
deiramente innl.ovelacc da especie mais perigosa,
um 1.11 desnaturado...
Como, um pai Elle lem >inte qualro .unios.
Eu nlo lo disse que o lilho leni vintc cinco ;
ello nasreu agora, e he este o motivo da dispula.
Porin nao mo interrumpas mais, o dizc-mc se nfio
viste cm casa de madama Milleraios ama moca cha-
mada ll.'i-ilia de Pominerieux.
Urna rapariga alta, loura, silenciosa e lngui-
da ? Vi-a muilaa vezes com etreita. He urna orpha
sem fortuna, sobriaba de una vclba louea, que
perdcii boas rendas em especularles lomas dn Bol-
sa e 00 jogo. I.einhrn-mc que Premillac pareca oc-
cupar-M muilo delta ; oas ha tres 011 qualro mezes
que ningr.cni a v em rasa de madama Milleraies
rendas, onde ilcpois de lillas as disserlacOes, votar
sobro o merc imcnlo dos candidatos, lando cm con-
siderarlo todas as provas de capacidado que deram
durante o cnucurso. A volacao recahirMiliro rada
um dos oppoailorea singularmente; seguindo-se
sempre a ordem da insrripro, e sendo o ohicelo
della a seguale pniposjelo:O candidato lie digno
do magisterio aradeinien?Do modo algum se ex-
primirjuizo comparativo entro os concurrenles.
Art. 38. Os lentes que tiverem assistido a todas
as provas volaro, sendo a volarlo fcila por escru-
tinio secreto, .scnindo-scdeesplioras brancaseprc-
las, enmecandn pelo mais mitigo. Hecolhidas as
esplicras, o director verificar com os lentes, e par-
tieulariueiile rom os dous quo lhe liearcm iinme-
diatos, o resultado da votnro. I'crmiuado o cs-
rrulinio, correr uovamciile a urna para se reco-
Iherein as espherns que licarain lias ralos dos
lentes.
Arl. II. Aquellos que reiinirem maioria alisolula
de eapliena brancas, sern declarados dignos do 111a-
gisliiio; os que alo lverem cm sea favor ease nu-
mero alo serlo rontcmphidos aa proposla que a
i'imgregaco liver de fazer. Quando os lentes csli-
verem em numero par, o director volar juntamen-
te 10111 elles.
Arl. l. Na exposiro parlirnlar da volaro quo
so deve fa/er na arta, o secretario far a declmelo
especial do numero dos votantes, c rom relcrenei a
rada um dos opposilorcs fani menean smeule do
numero dasespheras braiiras que liver oblido.
Arl. <>. Concluida a volarlo sobretodos os op-
posilorcs. o secrctai o ua mesma sessio, far a lista
dclodos os que tiverem oblido maioria absoluta de
espheras brancas, c sendo esla assignada pelo di-
rector e polos tres lentes mais autigosque prsenles
si' acharsm, ser |K>r aquello remellla ao governo
como pro|>osla da rougigaa;So.
Arl. !i;i. A proposla smt ai'oinpauhada do copia
das actas de lodo o processo do concurso; e de urna
inforinaelo parlicular do direclor sobro (odas aa
rirriinisl.iurias que oceorrerain ; faiendo especial
inenclo da maneira |irquc se coinpnrlaram 03 op-
posilorcs durante as provas de sua icpulaco lutera-
na at o arlo de seu doiiluramenlo, de quaesquer
oulros ttulos luteranos que possunm e dos servicos
que ti'uliain prestado. Cada um dos Icoles que li-
vor assistido ao concurso enviar lanibcm ao gover-
no, na mesma oocasio c por Intermedio do director
era caria fechada, aa consideraees que julgar cou-
vcnienlesa respeilo demerito dos opposilorcs c do
processo dn concurso.
SECCA05."
Da resolnn'm final doprocimcotodassubstilnices.
Arl. (il. ApreaenUraa a proposta ao governo, es-
te ar esecilla entro os proposlos, altendciidu nao
s an mcrccimeiilo Iliterario doa mesmos, como
laiubom aoscu romporlanientouioral o civil. Se,
porm, o governo entender que deve ser annulladu
o concurso por filia do formalidades isaenciaes, ou
mesmo |iela circumslanriado aloso ler aprcsenladn
a elle seno 11111 s oppositor, assim o derlarar
mandando que se proceda a novo concurso.
Arl. Ii5. Se nao se apresenlar oppositor algum
ou no primeiro, ou no segundo concurso, assim co-
mo se, depois desle o governo entender que os pro-
poslos nlo tcm as li.ilnliia._ne. necessarias, poder
Nem em parle algniua, o vou dizer-le porque.
lili.o-perda aeu lempo junio de niadamesclb
Cois ella jn linha
avni*
Pren.il
de IN>.....eino
CHo .1 nutro. Esle l.avoisol ipic he,
lindo ravalleiro, linha adiado m
no animo da moca, e na casa da lia. Mada
ttei llia amav.-o muilo, e, SI' ilevi'liui- er.i a
nica um lano escandalosa de um vil romane
lado
111
le
ese 11,1
cora.
's, 100
0.11 -e
a-ella
liro-
nhrc
este negocio, Mr. I.avoisot nao amava-a bstanle.
porque moslravn grande frieza para em ella.
Svalema ronliecido, diaao Emilio.
Iloiixc una Talla, eontinuou Blaise abaixando
a voz. Se digo alo, lie |iorquc lodos o sabem agnra,
lis Dos me preserve de juizoa temerarios. Pre-
millac liuli.1 pedidn formalmente a ralo da moca
antes ilesii.1.-. iudisposirlo. Todas as suas nslai'i-
ias iioobliverain seno ama recusa incxoravel;
mas como seu carcter era apreciado un rasa, ocoii-
ideravam-110 ionio um amigo sincero, foi a elle que
confiaran) o segredo da desgrnea que acontecia a
Bcrlha.
Se be assim, o negocio pode e deve terminar-
se seni ell'uslo do sangiic, quaesquer que sejam boje
as inicneoes deMr. Lavoisit a respeilo de aua vic-
iuia. Premillac uflo quercra destruir, matando o
seductor de sua amiga, a nica prohahllidadc que
ella nikle conservar de oblcr arepara^o quo llie lio
devida.
Espero romo lu qiie eliegarcmos a rcduzir os
dous adversarios a razio ; mas isso nlo lio prova-
vcl. O negoi'io est muito envenenado.
Nos sainamos que Mr. do Prcmillar c Mr. 1.a-
voisot nao se olhavam de boa mente desde o fim do
unen*, eque cedo ou larde una dcsnvonra reben-
(aria cutre elles. Foi honlcni no caf de Paria cnlru
a pera c o queijo que o uegncio foi cnectado, ou,
para inelhor dizer, terminado. E isso jior ama ha-
galclla, ior una palavra quasi iiisignilicaulc. Eis o
laclo : Mr. Lavoisot, que lie Millairiano endiubra-
do nao obslanle ler apenas vale c qualro anuos,
poz-ac a declamar, romo de coslumo, Contra a rc-
ligio. Niis o dcixaraos fallar ; que nos iniportava
isso? Alera do que aa opiuilessao livres. Eis, po-
rin, que o meu dmilor aproveita a occasn, e apro-
sciila-sc campclo da groja. Enlli. os argumentos
se cruzara, as injurias se trocara.
Nlo ha Deoa! exclame, Mr. Lavoisot.
Mscravel atheol responde o doutor.
Miseravci he o scuhor mesmo I
Ii.'-pie-ivel, queria eu dizer, continua Premil-
lac rom um gealo enrgico.
Linda maneira de repetir una exprossao. Iminc-
dialanienlc os dous eampeiics paasain as vas de fac-
i, e divertcm-su romo dous manlas. Desali para
anianlia, duelo de unirle, e lodos a exclamaren).
Eu bem linha dito 1
Ora be hom lembror-le que o doutor em fado de
.unas perigosaa -" coulie...... escaluello. Propine-
ram a esonda ; nenhuin qui/consentir, pela ra/.io
.le que a espada nlo mala mu) seguramente...
lulerrompemos aqu' a nirraclo de Blaise. cuja
cor iiigenua ulu cala mais em rebelo cora a gravi-
dade do epjaodloque nns resta contar, e vameaeup-
prir a Incerteza das nformaoSes, que elle anta ade-
v ahondo que obleve.
( Co>itnutir-se-lia.)

-r
-*
MUTILADO


'

I
fajcr directamente a nomeafo dcnlre as scgainles
il,i--e>:
I." Dos douloros em dlreilo que so acharan as
circunistaiicias do arl.'40, comlanlu que lenham,
alera listo, 6 anuos de miro publico oiu virlude
de diploma imperial.
2." Dos hachareis que liverem advogado peranlc
as rclacc-cs por mais de 10 anuos, ou t-iercido por
i-n-il lempo empregos do magislralura, comiirehen-
didos osde juii municipal e proniolur publico.
SECtAO o.
negral ge raes para o concuos e prorimento dat
substituicSei.
Arl. 66. Se nao Mr possivcl, para os aclos de
concurso, rcuuir concregar-ao por Talla do numero
de que traa o arl. 20, o dircelor dar parle ao go-
veruo, c havendo urgencia, ao presidente da pro-
vincia, para ser autorisado a chamaros lentes jubi-
lados que puderem comparecer. O governo ou o
presideulc designara subslilulos lirados d eulro s
elasses do arligo anterior.
Art. 7. & algum opposilor for assallado de mo-
lestia, que o iuhiha mi de tirar os pontos ou de faier
as provas depois dclles tirados, podrru juslilicar o
iiupcdiinculo peraute a cougregacao, a qual se o
julgar provado, |iodera espacar o acto ate 8 das;
no caso deja se ter tirado o |>onlo dar-se-ha oulro.
Art. 68. Se acaso, verificadas as h.xpolhcscs do
arl. 63, recahir acscolha em bacliarcl, o governo
ordenar ao dircelor que Ihc faja conferir o grao de
doutor; o que lera lugar peranie faculdudc, o na
sala ilosactos grandes, sem inais formalidade me o
juramento respectivo as mos do director. Nesle
caso o douloraucnto sera anterior ao acto da posse,
que se Ihc seguir imuicdialanicutc.
Arl. 69. Osdoutores, ou hachareis quo forem
noincailos dircclamcnle pelo governo, na contornn-
dade do art. 6, ajunlarito ao lempo do ejercicio o
rcm nos eni|ircgos quo deixarcm. O gr
que In
. lambe
libespoder mandar pagar, a lulo
iudcinnisnrao, a dillcrcnca para mais que Ihc ci
p.-lir nos empregos que dcixam.
Continua
te-ha.)
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Coaaarca da Santo-Anmo'.
Victoria 26 de .Ibril de 1853.
Oque occorre de mais imporlanlc por iqui.Jic
a Tuga de dous presos de juslifa, que leve lugar na
lu.inh.i.i de 23 ilu rorrcnle do liodcr de dous solda-
dos do deslacaiucnlo de tropa de Italia aqui exis-
tente.
Snihaiu Vmcs. que a eadeia dcsla cidade se acha
construida no pe de una eminenria, de sorlc que
havendo n'clla urna cloaca, esla se acha inulilisada,
|iela razio de que o cscoanionlo sendo pela eleva-
cao cima, o cano tcm lio pouca brida, que o que
illcse vasa.corre para dentro da cadeia, por cuja
causa os presos njuulam as iuiundicias em harris, c
lodos os .lia* siicm dous delles acoi roldados para v a-
samn astea tigres. Na manla de I lahlndo duus
presos para o dilo fin, acompanhados de dous sol-
dados, depois de liavcrcni vasado o barril, forain
lava-lo ao rio, e tlizrin que leudo os soldados dado
liecnca aos presos para lainbem se lavaren!, c que
osles procurando un rccaulo do rio para odilo lim,
lianho foi este, que quando os soldados deram f, c
^ foram om.procura dos presos, acharani-llics somen-
^.., !c- ca dosdilos presos, un dos quites de nonio Antonio
Malaquias da Silva, branco, de idade de 2 anuos
achava-sc rumprindo a pena de 1 anuos de prisas
lelo crime do furto, co oulro de nome Joaquin Vi-
oira dos Sanios, pardo, de idade de 98 anuos eslava
sununariado pelo crian de morlc, perpetrada no se-
gro. Consla-me que alguiis delegados de |iolicia
lem feilo ver emseus relalorios ao governo a necea-
sidade ileconccrlar a cloaca da cadeia, a qual no es-
tado em que se acha loma a cadeia mallo insalubre,
porque os nfclir.es presos respiram ronslantcnicnlc
aquello mas ebeiro das imundiriasjuntas em b.u ria,
como pelo incommodo que lem os presos de vasa-
rem aquellos barr (mos os dias, a rujo servio
mullos se nceam, c s se sujeilam a forja, c jiniia-
mcnlc pela facilidadc que lia em rugiremos presos
empregados n'aqucllc servico, que poi mais de una
vea lem llludido a seus guarda*, c so posto na pei-
na ; ueiibiima providencia porom lem apparecldo a
respailo, de sorie que oles males conliniiar.io.
As rliuvas desde odia 12 do crlenle, que lem
sido musanles e abundantes, o que lem feilo
un bein inimeiiso, perqu j;i eslavninns redu/idus a
beber agua de raruuhasabcrlns no riu.qucnaosiiera
salobra, como que com pouco lempo upudreria em
sraa; o que-foi a prinripalcnusa da |icslo da beiiga,
que lano upprimio aos hahilanles dcsla cidade, a
anal Jase acha mu mitigada; ese as climas con
linuarcm, eslou que csse mal dcsappareccr do lo-
do. Os agricultores ja lao esmorecidos pela anteara
da secca, estilo agora conlentissimos, o entregues a
dilTerentes plaanles, c c-peraiii;ados de faxer nina
boa eolheila ; leos assiin o permita.
He quaiilo por aqui hanc mais nolavcl. Saude
rom relicidado Ibes deseja o scu conslanle Icitor.
O lidorieiue.
o Arl. 2." Ficam revogadas (odas as leis em con-
trario.
o Paco da asscmbla legislativa provincial 22 de
abril de I833. /'aii/aflfllfisia. Padre, rcenle
Ferreira de Siqueira larejaa.o
OSr. Francisco Joilo: Sr. presidenle, cu |>odi
a palavra para faier una ralillcarSo mo a discurso
meii, mas a mil aparte |>or mim proferido no occa-
siao em que orava o uohrc dcpulado o Sr. Paes Br-
relo; osou ohrigado a fazer cssa rcrlilicafau cni
abono da educafio religiosa que me deram meus
pas. No Diario de quiula-feira diz-sc quo eu na
occasiao em quo orava o Sr. l'acs Brrelo dissera o
que passo i lcr, c lio islo -Vio tenhonas indos a
rarinha de .larilo, que locando no rochedo fez sa-
hir agua, emquanlo que, o que cu linba dito lio
A'ilonou Aarad, nem lenho Hatmaoiacarinha
que fe: jorrar agua do rochedo, laicndo nssim
aluso a dous Tactos importantes da historia sagrada,
a subida de Moiss ao monlo Orbe, aonde com sua
varinba, por mandado de Dos, tocando no rchalo
fez dcllc jorrar agua, fazendo assim allusao sus-
tentaf Ao de suas mos, que apoiadas por Aarao, ra-
ziara 'se deelarasse a victoria em favor dos israelitas,
l'acs urna tal roctificafAo, por forja da considera-
fAo quej eiput, c lainbcm porque se bem coiihero
posso una o mullos vcacs errar em quesliies de dlrei-
lo, n,ioquero que ninguem me Icnlia |ior Ignorante
na licito de miiiha rcliglAo.
OKDEM 1)0 UIA.
Segunda discussSo do projeclo n. 23.
Entra em discussao o artigo I.*
o Arl. !. Ficao governo aulorisado | conceder
companhia de iiavcgafAo cosleira o vapor, que so
cnrnrporar, em virlude do decreto imperial de I de
feverciro do rorrcnle anuo, una siihvcnrao animal,
que nao exceder de Irinla ionios, durante os dc<
primeiros anuos, c de quinze nos dez seguinlos.
jj nico. Eslasuhvcucao s comocar a lcr lugai
depois que a companhia der principio as v iagens dos
vapores.
Iloapprovado assim romo oarligo 2/que he (
gata te:
o Arl. 2. O governo eligir as iiaranlias precisai
e aalabeleeer as coadieBea convenientes, alim de
que a provincia rolha a inainr somnia de lienelii-io:
iwssiveis dessa concesso, que poder ser diminuida
loda a ve que a talara prospci idade da roriipanhia
possa dis|>cusar csse sacriheio dos cofres provineiaes.:
! > 111 iiiu.u .i., da segunda discussao do oiTamenli
provincial.
Entra em discussao o artillo 38 eseus paragraphos
e bem assim as emendas olTerceidas ao inesino.
Val mesae he apuiada aseguinta emenda.
i. Ao S 8.- do arligo 38 em vez de 100diga-*
SOS.Mello /lego.
O Sr. Uaplitla I Segundo is informaroos que
Icnlioequcmc xierain de fonles mui puras, esto
mus na uecessidade de lonianr.iis una providcncil
legblallva. que leuda a corrigir as parcialidades i
abusos que se lem dado na anceadaeao do miposh
sobre a es.purlar,u dos eseravos ou exlinuiiiriiio-b
de nina vez.
Consla-me ;e a esso respeiln desejara ouvir o no-
hre inspector da Ihcsmiraria provincial: que so m
rlaiain-se :Uai c lanos osera-
l cenlo c lanos se pagOU Bill
mais que no da III do rorrenli
in com 311 esclavos perleucen
., e nem de um sii eseraxo pa-
lio enlaulo de lodos esses osera-
un pasaaporlea dados pela poli
nelado que no Hio de Janein
i la negocio aos emprendo!
. iuc aqui andam negociadores,
que xo e vollain, levando de cada viagein que61-
zem20 e.iO eseravos, c amparados rom aexccpeiic
dalei, que iscula do Imposto os eseravos que vilo
em companhia c serviro de seus senhuics, se hile
furiado ao pagamento da Imposico.
Eu eslou convencido, Sr. presidenle. de que csla-
fraudes e abusos rcvelam erro c omissao do excrii-
lor da le; porquaulo qiieni quer que for o evecu-
lor, deve comprehender que esta le he prohibiliva,
queoscuespirilo he nao iinpor uiiieameiilc sobre
aquellos que saliera da provincia com seus esclavos
empregadoa em seus serviros, raso em que uaocslao
aquellos que levam eaeravos, que cemprarain para
rcvende-los c que assim ealSo lludiudo a I '
semestre vos, e qu miposlo: tahlt mu assado eil alienas di eonsla-uie i cmharrae
les a dous individw ^cui-se o Imposto; c vos,,, seus donos lev eia: lenho noticia cv
ja se lem das cuiba coinmelli.li
E
miado previo
pie parle ael
ejaoqaofor,
reparUcM un
tacio, nao |
ulervcnrau
nicamente
i fcrii
al, la
que
i,-I i,
lia
rniNuiiiictr.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
8*ssae' em 36 da abril do 1853.
PrttUHuta do Si: Pedio (malranli.
As meio dia, folla a chamada, xcrilira-so ola-
rom prsenles 21 senhnres depuUdOS, lallaudo
os MMihoreS Barros Kalcilo, Carnciro da Ctiulio, Ma-
cicl Monlciro, Aquino, Oliveira Maeicl.Marliu- l'e-
reira. Cosa (iomes, Brilo, Manuel Cavalianli, I--
naeiuJoaquim, eAlves da Silva.
( .s>. Presidente abre a sessAo.
I.ida a acia da sessao anterior, be approxada.
O Sr. I.- Secretario menciona o scmiinlc
EXPEDIENTE.
Ijn oflirio do secretario da provincia, participan-
do que cntrcgou ao Exm. presidenle da niesma a
caria imperial a que se referir o oflirio de 23 do
crrenle. Inleirada,
Ini requcriincnto de Manoel dos Sanios Leal, e
Albino de Jess Baudcira, ofliriaes de jusliea do
juizo dos feilos da fazenda. |>cdindo augmenlo de
ordenado. A' rommissAo de urdenados.
Fol lido e lirou adiado por haxer pedido a pala-
vra o Sr. UaplUla, o scguinlc parecer:
Sendo prsenle a eoiumissilo de legblaclo o re-
queriincnlo cin que o nrufesaor publico de iuslrur-
flo elemcnlar dosegiunlo iiro da frcuuezia de San
Pedro Marlxr de Olinda, Salvador llenriquo de Al-
buquerque, |iede ser jubilado na forma do arligo 8.-
do capitulo 2.- da Ici provincial u. W de III de ju-
nho do 1817, allegando lcr 21 nniioxdo cxcreieio;
c leudo a mesma coiniuissio considerado que, nao s
nao vigora a res|ieilo a le pelo supplicanle citada,
alienta a disposicJo do arligo .1 do regulamculo de
12 .le ni-ii.. do ls.il, e que assim uo Ihe pode valer
para o lim requerido o lempo'que provou ter de c\-
crcicio, como que para ser jubilado na forma do re-
ferido revulamcnlo, nao exhibi o supplicanle docu-
mentos que provem falla de saudc, c impossihilidn-
dc de continuar em sua radeira, he de parecer que
seja iudeferido o dito requerimenlo. Sala das rnni-
imsses da aswniblca louislaliva provincial 23 de
abril de 1833. Jos (Juinlino de Catiro Ltilo.
Joaquin Pires Machado Portella.
Sin hilos, julgados objeclo do deliberadlo e man-
dados imprimir os scguinlcs projeclos.
o A commissaS de iuslructito publica, conside-
rando as prelcncilcs de I). Leonor Carolina de Vos-
coucellos Borges Leal, professora de primeiras let-
Iras do seso femenino na frcguer.ia da Boa Visla, e
do padre Miguel Vicira de Barros Marreca farolee-
sor de primeiras Icllras da froguecia do San Frei
Pedro lioncalvcs, que requeren! a uialini'.tr.m de
2008 annuaes. como fra concedida a mili o- prote*-
sores, a alwr, Jos Jwiquin Xavier Sobrcira, padre
Vicente Ferroira dcSiquelra Varcjao, Joaquin An-
tonio de Castro Nunes, ele, coiivcurcu-se que aos
peliciouarios assislc (oda a razo c jusliea; visto
que li/i'i .un rerlo, que se acham as inesmas cir-
cumslancias daquclles ouliss professores boucllcia-
do lela Ici, assim a ronimissao offereec o seguiulc
PHOJECTO.
o Arl. 1." 0 professor de primeiras ledras desla
cidade, padre Miguel Viojra de Barros Marreca c a
professora 0. Leonor Carolina do Vasconcellos Bor-
geslaiallem direitoa gralilleai;ao di-2IKW rs. an-
nuaes, nos meamos termos c condicies com que foi
sucedida |H'la lei provincial n. 261 nrligo6, a ou-
l ros professores desta cidade.
o Ficam revogadas todas as leis em conlrario.
.. Paco da a.-omhla provincial 2:1 de abril de
18.33. Paula Baplisla. Padre, "i'caltrt Ferra-
ra de Siqneira l'arcjilo.
A commissaS de instruccAo publica, conside-
rando a rcprcscnlacso da enmara Municipal da villa
do Brejo, que pede a crcaco de urna radeira de pri-
meiras Icllras para meninas, o examinando oulros
lucimientos mais roncernciilcs ao mesmo objerlo e
remellidos a esla assemblca pel.i pr.'sidencia, ron-
venecu-se do que he de jusliea e eonve
Mica o podido daquclla cmara; pelo que offereec
.....hleraraodnla asseulbla .. semilnlc
PKOJBCTO,
.. Arl. !. Firarreada na villa do Brejo tuna c
deira do primeiras lellras para o sexo Temiuiiio,
qual -era prvida na forma dalei.
oaeliialadiuinislradorilocoii
ilo mais qoanlo DanpoHoaabOl
elle I.uado nesle negocio; i
me parece he que sendo a su;
rtelo de arroeadacJo e liseali-
le lia ser excluida de nina lal ou qua
nesle negocio, o qual nao pode Oral
ao arbitrio do chele de polica. Ma
iiusas nudaiu criadas al.....ssa Ierra
se leuli.i cnleii.lido quo o passaportc
nvulneravcl.e ilevc iinpor silencio a
es, para Dio fazereni justasapichen
mu os deveres de diversa orden]
ii raran; p.ii is.o nada dire a csli
ilc/.i. (I que iiuicamcnlc asseven
11 aconleeido fazcrcni os guarda
nsis pm cseravoi quoeslii
o presidenle da provincia o
entregar. Tenlto nocla do ruto, ma
salier dos.nmlivos e ra/esdcsle proced
I era lodo ocaso, o cerlO he que os cofres
lo defraudados c a lei (Iludida. Talvea sej
andar nina emenda expliealiva. declaran
aanoores que levam eseravos em su
rado de [o liado, quando multo, pedera alacar a lei
pelo lado de suas inconveniencias, e nunca pelo la-
do -leinjusiica ; Ionio mais, quanlo ello quer que
fique esla injusllca, supponao-a, talvez menor;
mas, eu mo admiti a llicoria de maiores c meno-
res illJll-.lM_.l-.
O Sr. Francitco Jo&o : Oh I |wis um acto
nao i o le ser mais ou menos injusto.
O Sr. Baplisla :Paroce-ine que nao: elle po-
de ser mais ou monos prejudicial em seus resulta-
dos ; mas em si mosmo scinprc dcsgun a violceo
de um dlreilo. l mllm, cu julgo que esla qucslflu,
romo a de ser ou nAo de dlreilo nalural as sucecs-
silcs, sAo queslocs acadmicas, improprias do par-
lamento.
Como disse, o argumento produiido pelo hon-
rado dcpulado servo de mostrar a inconveniencia
do lei; mas nesle nonio ponderare! llgciraincnlo,
quo nao he esta a nica ImposicAo, que recabe so-
bre o fu mi" do capital: a dassizas, eoulras lam-
ban recabem, o sAo mais sensivois; porque nAo
affeclam no que nAo se adquirc em perfeilo ocio o
em virlude de um dlreilo dado pela lei, mas ao que
iiiimI.is xezes se adquiro com capital proprlo.
tocare) agora em oulros argumentos do honrado
nombro, os quaes cousislirain em quo o imposto
scudo excessivo arrasla muilos herdoiros a sonega-
rcm lieus, o a oulras fraudes, scinprc prejudicial
a rereila provincial ; entretanto, que sendo m-
dico, muilos n.i" so finanlo ao scu pagamento
exacto.
Esla opiniAo nAo csl de harmona com os fados
O que he que conslanlemcnlesucccdc '! AaBiUfi
cnlre os herdeiros qtiasi scinpro os cega, e os lev.
a nAo couheecrcm seus propnos iuleresses: niovcn
grandes quesillos |K>r insignincanlcs rousas, e nen
ronbcccm quando cslAosc sacrllirando. Sou advo
gadu, c lenho cnnhccimcnlo perfeilo disso. Anlcs
que ehegiic a bcranca lodos a cobieam com nllli
boa vonladc de pagaren! a laxa do sello ; chega ;
occasiao de bordaran, horrorisam rom a graml
imposicAo eslabclccida, c prometiera que se mo To-
ra menor ulo loriara duvida em paga-la: redual
da a .3 por reulu, o niesmo acouleccni, c enlAo de
srjarAo que fosse 2 por cenlo, ele.
Oubas causas Icmos DOS, que coucorrein para :
nu arreradaao dcslo ini|ioslo, c Urna dolas he i
ralo se fazerem os inveiilarios e parlilhas. tjuem
dir, que no termo do Rorifcroiii lanos rrei-'uczia.
comoS. Loiircncu, Jaboalo, Varzca contras mu
las se Taram 60 c 70 inventarios por anuo '.' Po
oulro lado as uossas leis orphaualouiras ato defci
diosas : esle ramo du dircilo, que defeude um
elasses desvalidas (os orphAos;, o lautos enles i ufe
lizes, nao lera lido salularcs refbrmaa, c nem le
acouipanhado a leuislaco de oulros poizescixilisa
dos: osjuies, do sua parle, dio camposoffrivcl
rleruas qocsIes; |Hirquc as nocxilam, c na
conten os litigantes : ludo isso concurre pava a m
aiTccadaeao da iuipusicAo.
Ocio, por laido, que a medida do nobre depu
lado mo Iran os bens, que elle espera, e, a qui
rernios diminuir as imposices, oulras ha, que cs-
lAo mais un raso disso.
O Sr. Franriseo Joo : Proponha que ei
voto.
0 Sr, Bapttla i E por cssa mi, alen A
miir.is que aprsente!, votoconlraa emenda.
OSr. Jos Pedro responde as inlerpellaciles que
Ihe Torain fcilas. e pronumia-sc contra a emenda
que rednl o sello de beraui;as c legados a .3 |kii
cenlo.
O Sr. Francisco Joo defeude a sua emenda
respndanlo aos oradores que a Impugnaran).
ti Sr. Joti Pedro :Da .alguinas cxpliea.o-s di
que havia dilo contra a emenda do orador que o ha-
va precedido.
O Sr. BaptUla-.Sr. presidenle, o nobre depu-
lado exageran oa mena penjamenlos, lalve pan
melhor poder rcfula-los.
Em resposta ao scu argumento de que a exorbi-
laneia do imposto sobre as heruneas e legados era .
causa da sua infiel airccadacao, cu aponlei oulrai
causas, han i orno os dcfcilos das nossas leis concer
nenies aos inxenlarios o parlilhas, eo modo [Hirqui
iiiiii'i.'im alguna julxea no juizo divisorio. Quanlo i
piimeira, basla comparar as nossas leis a respcili
com as de oulros paizes, e, quantoja segunda, be el
ulado apprel
amiposiii
lenla
niela,
. Francisco JoIl
i arligo, fazeudo
irca da materia.
i seguida val mesa c be
di
lli"
suje
man
mo
raen
oslAi
prec
do
pan'hia se enfeuden) aquellos, qu
na provincia.....lo os une os le
OS
nada n
raes i
E
emenda:
i- As 6.-do arligo 38Fi
zido a 3 por cenlo; o mais com
riscoJorw.o
O Sr. Francitco JoTu
d........-Ira os incuiivcni
oncena, as vanla'-ensqi
ra pode nter a diiiiim
mciilc oliscrva que, ain
pode nao diminuir a s
entrado nos i
lal impoaicio
ella menor, i
apoio desla sua proposic.Y
que sendo rcduziila, uai
para o (besouro.
OSr. Ilaplisla :Toubo ideas mili
do honrado dcpulado, tutor da croen
Imposto sobre as heraneas o legados
lou em perfeilo antagonismo com cll
que lenho boas razes em favor de n
O honrado dcpulado qualilicoj oslo
juslo ; visto que reeabedirectamente
du
III
Icio
iderac
; ge
ipoiada a seguate
.um redil
. Fl
oh es provine)
|Hir isso que
fio se lili I,II.ni i
desenvolvendo a sua enicn-
mlea que aimposifjoemsi
c para a inorolidade publi-
ieAo da hnnosifao, c liual-
11 assim, cssa diiiiinuieaii
mima total doquaolilalivo
nciaes, como produelo de
nlribuinlcs, sondo
i pagamento; eem
i siza dos eseravos,
io menor resollado
a a mi'
i produ
eonlrarias s
la, que redui
i 3 por cenlo:
I, e siipponho
..... "Piniao.
mposlodein-
sobie o capi-
ano.
|NI
lal, e nao sohic os produrlos do Irabalbo bu
ou sobre luuns gazas da vida..
tjillocada a queslo nesle terreno o mesmo orun-
cnlodo nobre dcpulado be a melhor prova possi-
I da juslif a dcsla inqiosicAo ; porque se os poderes
legtimosfodciii, sem xiolaros principios de jusliea,
m'ir sobro os producios da arlix idade humana, quo
he propriedade natural do bouicni, o esl rom pile
Hincada, como nao poderi ini|N\r sobre ohjerlos
que nao lio adqueridos pelo cxcreieio de suas facul-
lades, que uio sao nina propriedade adquirida |iolo
scu Irabalbo ; mas que elle os herda em x ilude da
lisposieAoda lei civil, a por conseauinic cm virlude
do um beneficio legal'.'
O Sr. Francisco Joilo .Faca applicaoo desles
sais priuripins, nao essa sorlc de heraneas smen-
le ; mas todas, c a necessaria.
0 Si: Ilaplisla:E hcide fazer. e ale j eslava
a Icmbrunm. Se, por um lado os Albos silo
mais chai o'de nossas all'eices.e de lal -orle,
quc'viveiuos prcocfupailos ronslaiilcmcnlc do scu
bem estar prsenle c futuro, c jmr amor dellcssiip-
portamos com sunxidode fadiuas e sacrillcios ; o, se
Iporoulro bulo,aos nossos asoendenles doxeuios, alm
do respeilo. itralUao era una cxpansJo tal, que nAo
cabe cm expressfles humanas, nao admira, o anlcs he
louvaxcl, quo o legislador, apoiando-sc ncsles gran-
des seiilimculos do natureza, e recouherendo a sau-
Iidade dclles, nao s cslabelora a successao desles en-
les como um acto accessario, e desla sorlc sulloquc
ambcftescxlranhasccslrelooslar.osdo Bla(ioop-
lerniiade, como lambem. quo lenle estas bcran-
c.i- de loda a ImposicAo. Poriu dahi se nAo nalc
concluir, para o niaisoparn-a pleno lilierdade de
(estar; e, ero todo o caso, sendo a ordeni das suecc-
sftesdelermiuad pela lei positiva, sendo era virlu-
de delta qoe por morledc uus se devolvera os seus
lien- para oulros, |wrerc, quo llio h.i injiislica cm o
Icuislador impr a aquellos que vio gozar, sem ae-
Jni.lelo por scu Irabalbo, de um bcnellrio, que o lei
es di.
O Sr. Francisco Joilo :O aclo ou he bom ou he
mi, e n.lo admille sradarncii.
O Sr. Baplisla:Nio admillirn gradnrnes; mas
admille ciplicacOcs, e estas revelam claramenloque
o aclo cm si mesmo nAo aloca a algum principio de
jusliea : mas he lodo obra da Ici, que pdc .inorar-
se em rutea de diversa ordem. O principio de gra-
daran he arma, que Tere smenle oo honrado ineni-
br, quemoslrando-se to iuliinamenlc convencido
da injusliea da iniposicau. em Val de pro|H>r a sua
aholicio, pi opile redurrio a finco por oenlo, e
,1,-iv.i IU-.H um aclo bato o iiijii-to.
ii Sr. Francitco Joilo:He porque nao live ani-
mo para tanto.
O Si: Baplisla ; Parece por lano, que o lion-
verdade
spon.lan.-i
summarissi
rouleee, ai
' o Dicte b
. me roferii
lies muilos
devores.
cutida por mulle
ie o como ira.igl
ios coiisumindo,
nos c anuos, sen
i este, iiiiii... vi
lodos os juizes
Hm ni
nr-se procediineu
ruino imiilas ve
muir termina
pealante, que ni
geral, pi
ha, que sem duvida prceneh
Cm Si: Dcpulado:Mas referio-sc ao mu
pi do Hccife.
O Sr. Ilaplisla:V. o que lem islu'! Itefer
ao muoiripio para dizer que nellesc mln laten
dos o invntanos, que ae dcvcni fazer, c ish
una verd.ide. Eo nobre dcpulado que un II
niilosjui
ule do al
moslrou-sc u
es, lalve |
d'orphl
ra. O bou
i lano
:u na
ido mei
exadoc
iln
I" i Ul-
na pessoa que
l.llo
ni a
lar
bel da
impulso.
peasoaa,
inenl", a
Uta repli-
i|n
up.
lem haviib
individual
Sr. I'orlcll.
nhas expressoes.lalvezpur causad
ihc he chara, e j fui juiz de orphAos; mas d
que me nao refer a essa pessoa.
OSr. Paridla:A'ciln aoiplicarto.
ti Sr. Ilaplisla:E nem me qucii
pai.io campo das individualidades, purqu
re-islir aliulas as provocacilesc a lodo o
Fuiex|ilieilo,rcferoi Tartos lem designa
os Tactos lio xcriladeiios, lie oque basla.
Piopnnho-nio a responder a um argn
que o honrado reputado aoeeorreu-M era
Ca, c, perinilla-iue que confiado na noau
amiado Ihe diga, que nao foi feliz nclle
Em xerdade, o incu honrado amigo, quese
pe ao imposlo dos legados c heraneas pela ra
rolle recahir, nao sobre o producto do irabalbo a
lo capital, mas sobro o iiiesmo capital, jumis llove-
ra adiar semelbanea o analogia nos excuiplos no
alivio da Impstelo do Irigo na Inglaterra, c cm
oulros de igual .....ure/.a. Se .lili a ilimiuuico do
imposlo Irouie augmenlo da renda, cuino algunins
veles acontece quando Mallvian as industrias do
impiisicc, pesadas, calo pbenoinenu econmico lem
sua signilieacii clara ; porquaulo, aliviada a inilus-
Iria, barateara os producios, augincnla-sc o consu-
mo, c surccssivauenle a producn. Mas no sello
das heraneas o legados, que a mpodcao recabe
dircclaincnlc sobre um fundo, romo esperar que da
diuiiiiuieAii desle imposlo provenba o augmenlo da
renda'! E lano assim he, que o honrado niembro
laclaron que esperara csse resultado ankameoto
dos bous desejos dos herdoiros, que com a menor
eulivos lao poderoso* para
lo, o recorrern frau-
......su;a
i furlar
ndo te
le
o sr.
analoga
O Si:
se n.io le
l>ag
pocas,
produ/i
Csnll
fui ruin
faplitli
nho os i
ollas do
aber se i
aiigmc
co J0
iBi
i:I) me
dza dos e
i pode
Em
rgumenlo
criicar i
io lenho
de
o do Abrcu, pdc ser melhorada em ordem a
prestar fcil oulrada e sabida emba curos de alto
porle, apresenlondo o plano da obra, o ornamento
da dspota. S. R.Porlella. o
i A' omonda do Sr. Paos Barrlo, sobro o-porto
do Suapediga-sosobre o rio ltuara*ii.Fran-
citco Joao.
O Si: Francitco Joilo pode algumaa explicaecs
sobre o arligo do Sr. Paes Barrlo, acerca da barra
do Suape.
O Sr. Paes Brrelo di as ciplicacocs pedidas po-
lo preredonle orador.
0 Sr. Mello Mego enlende quo a redaceo da
emenda do Sr. Paes Brrelo, nao est rouito confor-
me, o onlra cm duvida se aquella outra que con-
signa u quanlilativo para o professor que ensinar
economa poltica no lvccu, csi ua razo do poder,
alenla a sua nalurcza, de ser cm visla do regimen-
t incluida na lei do orcamenlo.
1 onilo dado a hora
O Sr. Pretidenle designa a ordom do dia, c le-
vanta a sessao.
DIARIO DE .'ERY.UBICO.
Foi honlom aproscnlado asscinlilca um parecer
c projeclo da commissaS do negocios ccclcsiaslieos,
approvan.lo os compromissns das irmaiidadcs do SS.
mu .menlo da fi .-ii. vi. i de San Lourcnco da Malla
c Nussa Senhora da Gloria do tloiln, sondo iuipres-
silo do mesmo dispensado a requerimenlo do Sr.
i da tamba, para i
drar
qu
na orden
dos Ir
ijeclo
Cnrnci
balhoa
Em seguida maiidou-se imprimir um projeclo dos
saibores Paes Brrelo c Mello llego, dolermiiiaud
que we.uno as disposices do regulamculo do 12
.. ni.ie. d- 1831, que se acham dependentes da ai
|iio\ueio da asscmhlca.
Foi remetila cnmmisss de fazenda o orea
mcnlo a scguinle indicacAo:
ii llequciro quo aos poderos aeraos seja, era no
me desla asserabla, dirigida una rcprcsentarAi:
solicitando que. em vez di redurco OU supprcssAo
dos dircilos da exporlacAo, seja cssa quanlia appli-
Cada a racllioramenlos inalcriacs da provincia, 110-
mcando-sc paru esse lim urna romniissao especial,
oncarregada de a|ircciar a materia, c redigir a dila
rcproscnlarao.Francitco Joilo.
Foram Horneados pelo Sr. presidenle, para a eom-
missao que deve daros psames a S. M. I, pela sen-
tida unirlo da serenissima Sr." II. Mara Amelia, us
Srs. Maclcl Monlciro, Scbasllao do Reg, Paes Br-
relo, Baplisla o Augusto de Oliveira.
Bollando na ordem do dia, regeilou a assemblca
cm primeira discussAo, o projeclo n. 2:1 quo eleva a
.3009000 rs. a graliriraean do eserivAo dos feilos da
fazenda : approvou cm segunda o de n. 22, ijuc np-
prova o compromisso da irniandade de N. henlinra
de Sorra Taluda ; e cm lereelra o de n. 23, que con-
cede a siibvenean companhia dos vapores ao sul e
uorle da provincia.
Pausando discussao da emenda empalada na ses-
sAo de anle-bonlem, acerca do corpo de policio, ap-
provou a do Sr. Mello Rogo, que aulorisa o governo
a elevar a 00 piaras aquelle enrpn, se as urgencias
do servico o cxigirein.
Depola disto approvou o arl. do orcamenlo pro-
vincial, que consigna a quola para o pagamento do
COrpo de pnlicia, rom nula emenda do Sr. Mello
llego; e entrando na segunda discussao du orca-
menlo municipal, foi esle approvado ole o arl. 16
cora diversas emendas, nao pdenlo ser volado o
arl. 17 declarado cm discussao, por se relirar .bsa-
la, na occasiao da rollflo, o Sr. Martina Pcieira.
A ordom do dia designada para boje romprchou-
de a primeira dis.uss.lo do projeclo n. 20, appro-
van.lo dous compromissns | a lerrcira do projeclo
n. 21 acerra.de cxcrcicios finitos; a discussAiidas
emendas oOeracidaa cm lereelra ao projecto do li-
xacAo de lorfa policial; e lliialmente o rcslaulc da
anierior. -
-ij-Mama^
Temos a visla garcas porluguezas que alcatifan)
a 21 de marco prximo passado, e |ior ellas noticias
mais recentes de Inglaterra, Despalilla, Austria e
Franca do que as que ltimamente demos.
Em Portugal ludo val luarclutodo regularmente,
mas o governo lera enxonlrado grande opposico ua
cmara dos parea.
As nolidaa da llcsnanha alo resumidas pelo Braz
Tizana nos dous arillos scguinlcs:
A scsso do senado.
i A sesslo do senado do dia i, foi mullo anima-
da, havendo rumores e applausos as galeras, que
ii ini-ier reprimir, o grande ponto do dbale foi a
proposla do Sr. Caldern Collanlcs c oulros senado-
res, para que fosse a urna emninissAo especial a or-
I.....real que determina a forma cm que devein pu-
blicar-so as so-snos das rurles. A volacao foi no-
minal, a 0 ministerio lev* apenas una materia de
2 votos.
i Na acallo do 3 o Sr. I'cnha Aguayo pronunciuu
um largo discurso de oiiposico: insistindo em que
a conunuuicaeaii enviada pelo duque de Valencia
nado fosso remullida a una coniniissao que sobre
cite desaso eeu parecer.
A nropusla ueste sonlidn foi approxada, senil
nomcados nicnibrosdaeiiininissaoqucdcvedaro scu
parecer os senadores. Ana/ola, Peiiha Aguaxo, ge-
neral Pczucla, duque do lli vas, conde de Lucelia
general San/., ge.....al Cordova.
i Na lucarna soaalo lanado o Sr. Penlia Aguayx
allusiles un aiili-couslilucionalismn du goxerno, i
presidenle de ministros Roncal! dcclarou quc.o pe
lmanla do governo a que elle preside, he segurai
para o presente o futuro, : insliluices represen
tat
necessidadesda Franca, que voltanamos assim pou-
co a poucocoro urna graudc experiencia do mais
a esla polilica.d'ordom de moderacAo de respclto.por
lodosos direllos, que alo a honra eterna da casa do
liim lem, e dos horneas de estado da inonarclue mo-
derada ; a esla poltica honesta de que temos gozado
diii-anlelW anuos, o cuja pra(ira linba lAo felizmente
penetrado nos coslumea da Franca, o do que Halla-
mos experimentado a doce Influencio no meloilare-
volucio a mais anarchca e inseoiala. l)ignai-vos
roimnuuicar os meus pezares aos meus collcgas,o ac-
ccltor os protestos do mlnha alta consideracAo.
o P. 28 de tavereiro de 1853.'. M.
O padre Lacordoiro, leudo pregado um serniAo no
igreja de San-Roque, e deseando do pulpito, foi pre-
so ao entrar na sacrista por um commssario do po-
lica o conduzido i prlsio do Mazas, na qual esleve
alguraas horas, sendo dopois deportado para Fla-
vlgny. 0 arcehispo do Parb prohibio-lbe ojprgar
em sua diocesc.
I'ni mili.....io folia por urna mulher n hora da mor-
le foi preso um rico ncgoclanle de Pars, como o au-
tor do assassinoto do Ruado arcebispo daquclla ca-
pital, Mr. Aflrc.
As noticias de Inglaterra sio resumidas do modo
seguinte pelo Braz Tizana do 21 de muren :
a A segunda Icilura dn bil, que lira aos Judeos a
in.-upuciduile publica foi vencida por urna maioria de
51 vulos, a mais crescida que o actual minislcrf
tem oblido.
Alm das oilo cleices j annulladas no parli
mcnlo foramannulladasmaiscinco, sendo tres lib
raes c duas conservadoras.
a o ministerio ingle/ aulorisou a publicario de
duas carias do ministro da ma'rinha de Franca, cm
que Irala de ridculos e sem Tundarocnlo algum, to-
dos os rereios de invasAo france/a, c palomea os de-
sejos que a Franca lem de conservar-se na melhoi
inlrlligcncia cora a Inglalerra.
A maioria dos principan emigrados frunce/es.
Italianos, hngaros, polacos, ele, aprcsonlaram ao
conde de Clarcndnii, ministro dos eslrangciros, urna
memoria, cm que declarara que lodos os emigrad
que foram ohrigailos a procurar asxlo na I nglulor
nulrcm o mais profundo respeilo pela familia real
ngleza e pelas leis da Inglalerra, que do nonli
modo tentaran minea infringir ; c inanifcslan a os-
pcr.incadequea liberal o generosa afio ingl
uo salisfarn s exigencias que Iho possam ser Tcilas
pelos aovemos eslrangeiros, para a sua cxtradfAo do
Inglalerra, visloquo a sorle mais rigorosa os espera
va se ella se dsse.
O nebro lord asscgurou u depulaco quo qual-
quer que pudesse ser a exigencia de nuil potencia es
trangeira, o governo inglez nao cedera a ella, em
maulo que os emigrados nao xiolasscm a hospital
lepo
cvolo
lue
icnloq
ilicia aos
ule, nem as leis do oatol A .1
exprimir sua gralidao pelo benvolo I
rerebera, rcliroii-so a coitiniiiuicar a Tcli
scuscumpanheiros de infortunio.
Lina noliciu tetegraphtea do Vicua dolada de II
de marco participa a morlc do general auslrac
llax au, que arabra cuma rcbcllio da Hungra
O Imperador da Austria achava-M perfcilaineuto
reslahelecido ; no dia 13 i noilc foi elle recebido cora
o maior enlhiisiasmo no Ihcalro imperial.
As milicias rjr llalia silo era resumo as scguinlcs
o Em Mauliia eVarona lem cnnlinnailo as oxocu
ees. lina dcpulacAode hahilanles de Bresciaapre-
senluu au mareebal Kadelzky una polifilo cora 100
autenaluraa das neaaoas mab noUveia. pedindo o
perdaodu joven Sper, que linba sido condemnad.
pona de morlc. A pclicAu foi ndeferida, e S|icri fn
eiecptado.
o A cidade de O emona foi posla cm estado do
lio, pelo assassiualo de una scnliuella. Os bens dos
eniigrados italianos quo (era sido scqueslrados nion-
tara ao valor de .30 milhcs de libras.
< Conlirm.1- se a noticia de que Maz/iui embarca
racm Genova em um navio ingloz.
I ni- .ou i o uu In u ovpiil-.io du Lombardia do:
Tcssinos. t) governo ouslriaco nao linha ainda res-
pondido s reprcscnlares do governo federal,
rordoeslabeleeido pelos austracos na fronlcia fui
reforcado o as cuininunicarAes eslavam inlcrrom-
pidas.
A conlribuieo semanal da cidade de Miblo foi
redil/ida a nielado. Desde 6 de Tcvcreiro a cidade
lem pago i cala militar mala de loo mil libras;
alm uisso fui obrigada a dar loobois c SO vaceaada
lello, para o forle da Porla-Tosa.As precancDea
militares lio eilraordinarias.
Mazzini lomando sobre si a rcsponsabiliibido di
ltimosaconlecimeuloa que livcram lugar na Lom-
bardia, dirigi a scguinle caria i gazela do Turin
loredellt Liberta:
Se ir.
i.(l rcenle aconlecinicnlo de MilAo que, bem q.
namb Na nlcrp
ueosl 0 ini Nc
a N. In ..,.,.
.-Ii
:,Kq,
i.....ii vol
uta a sogu
N
lad.
n remenlas para,
com cireilo a reduc
uto na recelta.
presidente, a negar
pprovacao i emenda.
Vil i mesa o he ippn
Emenda ao 5 8 do arl
.< Depois da palavraservicodiga-scsendo do-
iiicilindos ucsla provinciaJos Pedro.
OSr. Porlella:Sr. presidenle, a xisla da cx-
plirucin duda pelo nobre ilepulado, deque se n.io
referi meu cunlmdo, Anlonio Francisco Percha
du Carralho, aelual juiz dos orphtoa do 1........dcsla
cidade, eu ceda da palavra.
.Iul-.ad.-i a materia disrulida, he o arligoapprnva-
do o seus paragraphos, com as emendas dos Srs. Car-
Mira da Cunha au g II t do Sr. Jos Pedro 00 3 8.
e o arligo ad.lilivo.do Sr. A. J. de Oliveira ao 3 II!
sendo lodos os mais regeitados, bem como a do adia-
mante do Sr. Fumino do Mello.
Km seguida sao appruvados san discussAn os sc-
guinlcs arligns:
.1 Arl. W. O picsidcnte da provincia lira auto-
risado a vender, nulo maior precoque em hasta pu-
blica for offercciilo, as propnedades que foram ad-
judicadas iho-oin :.i 1.1 provincial para pagamento
do sello de bcraufa do tinado Jos Ramos d'Oli-
veiro.
o Arl. 10. Fica npprnvads a deliberafo do go-
verno iccrca da liquidafAo da divida activa provin-
cial fra das horas do expediento da Ihesouraria. o
aulorisada a conlinuafao desle (rabalho, bem como
a liquidar.., ucsla- mesmas horas, das muas al
zudas dn lempo du aelual Ilu'soui.n iu. perlencciilcs
aos diversos responsaveis por despezas -o cobraiifas
da renda, o
Logo depois vio 11 mesa, o sAo succosslvamenie
apoiados para onlrarcm era discussao, os artigos
addilivns.
Com a galiflraro do professor de economa po-
ltica no lvceuiOOSOOO riu.Baplitla. 11
Addllivo. .. O presidente da provincia dispen-
der pela verba das obras publicas a quanlia iieec,-
siriu para se proceder nosestudos graphlcos, para a
abertura da barra do guape. S. R.Pow Brre-
lo.Barros Brrelo.
0 presidenle da provincia 6ca aulorisado a
mandar pagar ao cngeiibeiro Mill.it a quanlia que
fiir julgada dover-w, depois de haver reconsiderado
a rcclainafio du mesmo engonhero, relativa i pen-
la do municipio. S. H..l.d'tliiceia.
o o presidenta da provincia, mandando proceder
aos 11eressarios exornes, informar a esla asserabla
se a barra da cidade do Rio-Formse, o da |wvoa-
11 No coiibicsso o ministril BenavidOS, fez lar
bem asna prolissao de conslituconalisniu, con
do gabinote.
Maiode 7 uocongrosM roianonnciada mi
icao ao governo sobre o decreto que
is confiscados a familia do principe da Pe.
slro Ben.ivides piomeltcu rcspouiler,
ongresso liiihuui jii sido approvadas granito
ile acias.
lia I reunirain-*; us ilcpulados modl lados
ieo cm casa de II. Alexandre Mol, ulln
narem a sua conduota parlamentar. Para
lim se reunirn, sdcpulados proe-i-las
em casa do Sr. Maduz.
.1 Foram exonerados os governodores das proxiu-
B de Valliadolid, Careros, c Teruel, e mudados
das provincias de Cordova. Burgos.Parece que
resollado clcilornl. pouco salisfaeloriu para o go-
verno, ncsles ponlos, aera motivo a estas inedidas.ii
No rongresso lera havido animados debales so-
bre a legaliilodc das clcires, n.lonl.slunle tcm ron-
linnado a ser approvadas as arlas queationadas. Na
iessAo de 0 fez o dcpulado progrcssisla, e celebro
irador II. Joaquin Mara Lopes, uuia proposla, que
lefendeu, para que fossem derogados lodos os de-
cretos promulgados desde 1811 para algemar a Im-
prenta.A vul.icilo fui nominal Icndo contra 70 vo-
tes, ( a favor 33, cnlre estes os de niguas depu lados
moderados.
11 A ro.....Insto do senado que foi Horneada para
dar o scu parecer acerca da rcprcscnlaco do duque
do Valencia, j no dia to linha raligido, mas an-
da o nao linha apresonlado discussAo.
Em Franca foram iudullados ultiman
imperador niais t* individuos.
O baile que os depulados pretendem d
perador o a imperalrii eslava oreado a
francos; cada dcpulado cimrorrcra para
700 francos do scu subsidio.
O lugar que o cunde do Morado resignuu ralo fui
o de senador, ionio honleni publicamos, mas o de
denotado.
Eis aqui a caria que ello dirigi no presidenle da
cmara despedindu-se de seus collegas:
Sr. presidenle. lenho 11 honra de vos dirigir
a inhiba d.....issAo de dcpulado do mirle. Qualqiior
que soja o meu pesar de rae separar dos meus coHo*
gas, odas poviiaces quo reprsenlo, reuuneiosi
fazer mais lempo parle de lima asscmbla, cuja Im-
potencia lera sido tilo rlarainculc verificada nu ulti-
mo anuo, cujas allribuices, to restrictas, -.m
ainda diminuidas pelo ulli..... scnalus-cnusullus.a
qual alllm se concede um Iralamcnlu, coran pura a
consolar da sua insignilicancia. NAo piwso conccbcr
11111 curpo leaislalivrrdosido a volar o m rumo.....
por via do niiuisle 10. sera oxaniiuar as suas verbas,
sera (Hjiler nAo digo emcuda-ln, mas inserir n'ello o
menor olHcrrafioa mais ligeira advertencia. Nio
possn reslgiiar-mc a ver una cmara condcmiiada
aficar rauda, era visla da iierscveranlec viva exe-
cuc.i.los decrelus de 22 de Janeiro, do-.quaes o
in.i'i- Icmerario socialismo niodcsapprovaria os con-
siderandos :rosles decretos, que nAo tero somon-
te de fado, restabelerdo a ronhsrawto abolida por
l.uiz XVIII, mas eslabeleeido o mais temeroso pre-
cedenteo do poder oxecutivose fazer juii dos
quesles do propriedade, o avoca-las dos Ii ibunaes,
c no excesso da sua ninnipolencia consumar una
iuiqui.ladc, diantu da qual a propria repblica
enlrcguo a todas as cvcibifocs demaggicas do fe-
verciro, linha recuado.
ir Esls boje as cousas combinadas com lal dcscon-
fianfa das menores manieslafoes da oplnio publi-
ra, que uo content do haver supprimiiio todo o go-
verno deliberativo, al se nao deisa lugar ao svsto-
scu eonieco por mculcnles fra du lud
imano, c npezar de lcr lirado laolatlo |>oi
1 prudencia pouco cuidadosa do censnri
r, deve rom ludo ter despertado o orgia-
ora (ma a olma boa, o revelar aos man
vcriladeiras leudcuciasdo no--., povo.
inicnlo, desnaturado por funestos pre
provocou una rensura
lev
lunoeadoi
o calculo Ii
cireilud'ui
ou de MUY.
Iho iluliuu
meerlos m
Bale aconli
juizos, o r.
quasi univ
a Eiicoi
rom ella ai
ee.11.-l redi
meus rolle-as, e
.. Eu (arel c
ulillum as clrcu
vos pelos quaes 1
vontadoeorgull
migns irrcconcil
cm fallar de miiii.
.1 Eu paco aos bonicos que leu
trina o nr rirlis, nao aos gazclei
que venden) por un francos por
cia o sua pemiii a una arislneraci
nasrer, nAo aos culpados, que sal
uu sem o saber desbordara a llal
ivarib
crsal.
npreliendo I
resta a uiiin
lida por rain
nhecei
islancl
. Poh
loman.I"
da a rcspiiusahilldailc qu
1 prorlamacAii do roinil na
e assiguada por 11111 s dos
a derli.....
por csrripio logo que 11 per-
es cm que me ach, os ninti-
110 esla rcsponsabilulade rom
que os amigos frise os ini-
cxigcni, eu cundcsccuderci
por loda a dov
s (aijazrlliercj
icz sua conscicn
mora anlcs .1
mito oque fazen,
do poder d.
Iu
ron
os c I
un a I
c qui
1 papa
brilhanlc pelos inarlv re
heroica audacia dos iillimos qualfo
peco aos Italiano] que verdadeirainculc
ua polria, que coniprchcndcm seus dcsli-
' ne iiiiam para os completar, en
el::.10- dlUs de
a Eu lenho a alma amarg
K, mas do dr. A T que Iu
animava com um sorriso do
mociilade, hrilha mais que I
il'abna (slella eterna delCan
ios
s. Que nsjovens ai
igada |r uro povo
lucios adoptados pi
ir oque o dissolxc,
as unirs armas qu
litadas, as pecas o 1
11 Vosso ele.
:1o re
anlcs de rao julgo-
di, uto do ro
vinte e qualro a
mlhusiasmu a iniuh
inca, cslrella clerui
M ;. dimite de meu
cgucm: ella uilo ser:
iiei-ii.iiid.i--e superior
ua classo quo o devia
daca, ua inercia couimum,
a Austria uo pdc lirar
cidadclla de Milblo.
11 22 d
Em Roma den
glo-aiuoricano
ibjurou o prol.
fcvcreii
se um rete
.cvx-Vves d
ntismo as m
ue.i"
prulissilo de fe ralholii
Joseph Mazzini.
niMirlanle. O hispo
Carolina do Norlc,
do sanio padre.
ccebcii a confu-
uilo pelo
r ao im-
180,000
elle com
moderado. I.'ni lal rgimen
nem depois de 1789; o 11.,.
non concurso. K-pee
fio da denulad.
lli.
nao exista nem aui
pnsso predar-lhi' 1
do aeeeilei a prof 11 .
bilivo, quo a iinssa conslituifAn reeeberia urna ex
cufio sabia e prudente, conforme aos dircilos ea
^
iva OBM
i|iu legk
ule
de Liverpool,
117 do
Pela barra .Imiie oulrada I
recebemos gazelas iuglezas quo ab
prximo pss,ido,di.i a que lambem olcancam s no
licias que da Inglalerra recbanos por v io oaegaxall
porluguezas a que no arligosupra nos referimos
pm sso apenas Icmos que accresccnlar o scguinle
Os Turcos haviam evacuado Montenegro, lendo-si
retirado Omer Pacha paraa Albania, Rcis Pacha par
Nicsilchc llcrvis Pacha para Kovvicnnc. Os M011
lenegrinos linhain alarado e derrolado iulciraincnl
este ultimo general.
Carlas de Vicua doladas de 12 de marco referen
que a Austria linha dirigido Inglaterra una nol
a respeilo dos refugiados.
Em Franca Iralava-sc de chamar ao servico acli
Conlinuando a secca em' feverairo, e havendo
esta cidade Talla de carne secca, que se vondia de
1 a 68 rs., e do bacalhno quo chegou a 18a rs. pM
barrica que occaslooava creacimenlo de consumo
na carne verdo ao pref o barato de 2loo rs., aug-
ncnlado ainda coraiproviraen(o que qui vinlnm
Tazer os moradores do fura, no circuito de 10 le-
guas, pimpio cm roas freguezias a corno so vendia
ila H a 90 patacas; o fiscal do governo offlciou-
iios reqiiisitando augmento de malanca do g0ilo,
nao obstante recunhecer, que torneeiamos diariamen-
te numero maior que o convoncionado ; e respun.
icmos, que nio era possivcl fazer-se numero maior
ile mal,meu, pnruiio os gados eram raros, o as rei-
rs escassas, pela secca que assolava os scrlcs.
O fiscal dirlgic-se ao governo, o eile am dala de 18
de feverciro nos olciou [Documento u. I.}: tiesta
olficio o governo recooheeeu a seeca, recouhcccu
que os moradores d'oulras frcgueiias de fra da ci-
liado aqu v inhaiii supprir-se, mas que nAo Ihc ora
possivel obstar cssa concurrencia, e quaiilo n secca
propoz-uos como medida, levanlarem-so as multas
particulares, nico privilegio dos coolratadores,
ii. imli. porm estes sujeitos i'is que Iho eran) impos,
las uo contrato: proposta desarrazoada, norqoT
modificando um contrato entro duas parles feilo, s
urna .din.1 111:111 de sua principal c nica garanlia,
0 que nao podia ser aceito. Sem embargo, responde-
mos cm 28 do feverciro (Diario do honlem, do-
cumcnlo n. 8). a Que nao aceitando a.....le
e.io proposla, eslavamos con) ludo nroinptos n qual-
3'uei oulra, que na couformidode do final do arl, 1,
o contrato loase convencionada a hera da popula-
ii". De-crev emns a Secca que 09 serios -ulli i.on.
que era cm nosso pensar chegada a poca de ser pe-
lo governo admit ida a inodificafAo prevista no con-
trato. NAo livemos resposta e nem so deu provi-
dencia ule urna ; a secca foi conlinuando cm seus es-
tragos : a -iiiiur.io foi-se lomando cada vez mais
critica ; c cnMo dirigimo-nos pessoalmenle ao go-
verno conTcrcnciando acerca da sIluaeAo. e oda
resolveu : a vio indo, vio salisfazendo como Ibes
for possivcl: nAo lenho meios, nAo lenho bois:
eis os rcsposlas vocaes que cm conclusao rerebia-
mos.
Finalmente passamos parle do mez do marco, qu
|ior ser lempo de quaresma nao foi lio lensivel, a|-
zar de que a populue.io, pela falla gcral da peixi,
rareslia do bacalho, nao se esquecia da carne de
29IOO rs. O consumo fui uesse mez al o da 27 de
le. ti 1 rezos; eslava chegada a paschoa, o remeiliov
da parlo do governo, nada. A seeca conlinuou, e
llzcmos enlAo valer nossos dircilos escudados M
conlralo, |iois quo este do nossa parle linha sido reli-
giosamente cumprido al aquella poca. O gover-
no aperlado c convicto do falla na execucAo dp nies-
mo coulrato as clausulas a que se havia obrigado,
1 .-......salisfazer suas ubi 1-.1.;."..-. e rcmcllcu ludo a
asserabla provincial. Sirva islo de lic.lo a quem
mais quizer contratar. Picamos pois ate boje sem
providencias, carregando coro todo o peso da odio-
lidade publica.
A' visla de lAo inopinado procedimenlo, protes-
tamos pe.mo o governo era 211 de mares {Diario
n. 09 de 2fi de marco;, e manifestamos ao publico
lodo o occorrido cora lealdade c franqueza na mes-
ma dala, e sera embargo continuamos a tipprir o
numero completo alo 2 de abril de 1833.
Nao nos restando meio algum de blennos un ac-
cordo razoavel cora urna parto que havia despido
do si cm occasiao de crise o obrgar.3o a que eslava
sujeila por um contrato, e enviado a um poder di-
verso |iara resolver um assunuplo todo de sua com-
petencia, requercraos asscmbla a reseisAo do con-
lralo, pm n.io ser poivel continuar una ronven-
rilo era quo urna so das parles contratantes lera de-
voro- o "Iu i-.ui.iio-, c a oulra, quando instada para
cumplir do sua parle, rcrusa-sc ao cumpriraeoto
do deven-, e arredando de si as consequencias pre-
valecc-se de sua posifio o remelle o negocio que
precisava de promplo remedio para a asscmbla,
onde por sua insliluifio ludo he moroso.
O publico v i'u/oii.Io a devida jusliea, que nos
continuaremos a patcnlear-lho com franqueza c
lealdade nosso procedimenlo.
Recito 2.3 de abril de 1853.
Os riiulrnlailnros. Qi
Manoel Joaquin do llego Mbuquerque,
Justino P. de Fariat.
Mesquila & Dutra.
Jos Joaquim Bolelho.
DOCUMENTOS.
N. I.Sendo condifAo do conlralo que Vnir-.
assignaram era Odejunlio de 1851, para forncro-
rcm s seis freguezias da cidade de carne verde e
ibaslecimcnto dos afougucs, do sorle que o povo
uilo livcs.se falla desse genero de primeira necessi-
lade, e nao |nnleiido dizer-se sobordinada cssa con.
diruo (expressa 110 cunlralo, o mesmo inhcrcnle an
scu ohjcclo, ou siibslancial para nAo precisar de
expressa mcnrAo) n oulra relativa no numero de re-
zos que se eslipulnu, que pelo menos ilexiam ser
morios por dia, calculado pela probabilidudc do
consumo, e para que eslo 11A0 ficasso de lodo de-
pendente do arbitrio; acontece porm o conlrario,
o o clamor publico vai cm augmento pela falla de
carne nos afougucs, porquaulo csl longo de ser
sulllcicnlc ao consumo, a que se expc venda.
NMo dcsconheccm Vmcs. a obrigafAo quo lecm de
supprir o.....1 rudo ua razAo di ncccssidadc e pro-
cura do cuero, o allegara que Ibes nAo he pos-i-
vcl salisfaze-la ucsla oslafAo por talla de gado, o
que nao remdela o mal, sendo para nolor que n.io
he razo justificativa da falla do carne no mercado,
ou do nAo ser siiflicicnte a quo so ox|*o venda,
o cousumo do habitantes de oulras freguezias que
vccni a esla cidade compra-la; pois neni o contrato
o prohibe, nem era |iossivel prohibi-lo, al |iorquc
seria Imprallcavel discriminar os hahilanles de
unas das de oulras freguezias, c quandu um genc-
ncro ou mcrcadoria se expc venda ; he oxdenle
que he para iodos quanlos o queirara comprar.
Para ulniar a ronlinuafAo da oscacezque be objer-
lo do clamor publico, e da roa qualidade da carnclVa
procedente da cslafAo; c era quanlo nAo cessam o
molivos que mpedom a lid cxecufAo da coudifAi
primeira do conlralo, c mesmo para allenuar a re*
ii.11-.ilulel.1, Ir que posa sobre Vmcs. peranlc o pu-
blico, he preciso que a condifo l., ou a prohib'
r,lo de vender carne verde sera aulorisacAo dn
Vinos, se niodilique c suspenda durante a aaceai
c cm quanlo mo podan abastecer o mercado, m
eoiiformidado da citada condifo primeira, sanio
livre de onus, salvo o que respeila us iuipu-ieoe-
publicas ii jenda de carne de viulo a Irinla re/o
lieaudo porm Vmcs. sempre sujeitos a fnrnecer
porfo que o conlralo Ibes mpoc, porque assim I
rara o increado bem supprido, e cenando os que
xas do povo, que Vmcs. confessam nAo poderein r
mediar. Infurniem pois com urgenria a csse re
pcilo lendo era visla o oflicio, por copia, do I)
chefe de policio, c mais pupei. annexos.
Dos guarde a Vmcs. Palacio do governo de l'ei
uamhuco 18 de fexeroiro de 1833.Franriseo f
Ionio Bibeiro.Sn. conlraladores das carnes vcl
des. .'Vid. u Diario de honlem, documento n. 2.!
PIBLICACAO' A PEDIDO.
f
1 80,000 dos conscriptos para o corren le
auno de
ules da
18.3:1
O governador de Miblo rclcvoii os bal
quella ridade da obrigaro de illuminarem suas ca-
sas durante a noile, todava logo que o raslcllndor
11111 lii.i.lc poca lo.l.ia cidade drver ser iinnicdia-
tamente illumiuaila, ludas asparlas fechadas cas
ras evaruadas.
Em Londres os consolidados licaram de 100 a 100
V, os fundos hrasilcjros, os novos, a 98 "i os qualro
por cenloporluguczosa 39.
CORRESPOMMA.
AO PUBLICO.
Anda a dafaaa dos eontratadores do forasel-
nu das cr.es verdes.
Demonstrado cnnio julgainas haver feilo salisfa-
-iamciito no Diario do honlem, que o contrato
fdra por nossa parte cumprido fielmente t o dia
2 de abril de 1833, insislereraos ainda na dc-
mun-lruruo de quo pela oulra parle, nAo s mo fo-
ram riimprldas as eslipulacAes convenionailas, co-
mo esta falla foi a causa immediata do clamor pu-
blico.
A s.cca leudo se desenvolvido de urna maneira
ns.iisiudora, desde Janeiro cscassearara os gados, e
foi preciso socoorrer-nos a nossos deposilos, foil.K
nicamente para os lempos ordinarios ; enlo illrl-
gim.i-ii"- ao governo, quo rerouhecendo a siliiuc.io,
disse, nada poder indicar, e que fussemos eami
libando do melhor modo que nos fosse possivel.
O PRANTO DA SAUDADE,
POESA OKKERECIDA AO ILI.M. SR. Dll
1,1 11 lilil MI mi CLEMENTE MARQUES UA
CAI.IIA'O.
Por occasiao do saa partida para o
Rio Orando do Sul, a oceupar o lujar i
jais municipal a do srpha'oi do termo
de S. Leopoldo.
111. o cicll allendrit ses adieiix !
naideobjecl qu'iljuil elqu'il adoro
anl ses pleurs, il cu versail encon
Moruay, par l'araour allire.
il rcxienl, il par descs|ierc:
Oullc doul
l'leindci'al
En rundan)
Eulroiii p;
II s'cloigne,
II par.......
( lollairc, Chanl /A.
Porque hojo, co, Irislonho le aprsenlas t
Porque, cinreo maulo boje desrendes T
Porque nuvens cnvollas, fumo es|icsso
Encobran ten fronte auri-hrilhaule?
Rolar vejo pelas Taces do deslino
Trille praiito de dr, do drtr punEonle 1
Foi ello lio smenle a fatal causo
Que eipaudio sobr' a Ierro o lulo, o praulo.
Porque, porm, monlanhao lao debidas
D'arhuslos quo l uasccm as esc i|.a-'.'
Porquo sombro bosque hojo dcsdeiiha,
Ir 11 ra- flores que scu rollo bem guarnecen)?
Porque cantor alado l so embrenha
Na triste hnhilacin da mansa es|K>sa?
Porquo soturna vo ello despienda ,
Unida i voi chorosa da don/ella 1 ',
Vai partir! dr! fuuesla rio I k
Partir vii o amigo mais sincero,
O destino fatal assim obriga ;
Lares bellos, Jo saudoso vai doixar
Da vida, cumprir deve os duros transes
Que a talo mortal rumprir he dido
Ausencia palavra desabrido,
Tu feneces niuilas (Jures no verdor,
Quanlo lio duro, reos, cumprir a sorle
Quo indelevcis caracteres assignolam I
lleixar o lerno amigo cm vivo prant
Doitura pura aurora inalisad,
l)e nuvens viginao. e purpurinas
Heixar estrella d'alva que luseule
fulgiir a mortal Ironh
Trocar delirados dias, festivas lwras
da-
I
Ion
M
1
a
dil.
IIK-
lixi
I g
god
.IU,
ftet
lie 1
lib.
[
il.
I
llio
li
I)
1
( II
Jnil
I
MUTILADO
Oto, t ria


por essa soluto Jo Iristo c.mpo !
Preferir o mor ouct
An amor quo possuc a cortesa.
Mas que digo! o l)cos, es lu qu ini|>ir
nc das ao ancMo sabios eoiuelhos,
Oue outorgas i doozella amor ardeulc,
Confcrcs ao mancebo, amor, corasen)
Parasemprc vigilar, calmo e prudeuto
A estrada nuoa, o precipicio
He Heos quem ordena a dura ausencia
l'orcoso lio partir...........................
II.
Parle! Eslanca cssas lagrimal que perpauam
.nini- leu* lnguidosolho,nn leutrislescmblaule,
Sincero tiiiilherniino, prnsegue ovanle
>!-*.i nova carreira de rail glorias I
Uonrado, liberal, cumpre acertado,
M.n- nutra virlude, a equldade
Boa aureola desejada dos humanos.
J mais distante oateja dos leus ollios ;
Kusina a caso povoque le alteude
tb preceilos diviuaes da Sania Igreja;
l.i '. i'mi. faz eugendraremsuas almas
A -i .nicle arvore, sacrosaula da unifio 1
liuluie-o. a proseguir em seus trabalhos
I i,-ilie ver da ociosidade,o uegro quadro !
A UTra Ibes dar grata o fecunda
t) premio que compele a seus labores ;
Consola o pr.inln lerno d.i donzella
ONic no mundo eiisllrsem mals arrimo;
II'! siin, jamis olvides, confortar
IkMalida nrphandade qoe t' implora
A justa consolaco as suas penas,
Ade ella em ti um oulro pai
Ooc suas dores uso poasa obliterar I
fc'nto sers feliz, que a torra cutan
Ser o |mraizo, onde mil anjos
Tecem mil conias laureadas ;
Piule, que a ventura l le espera !
\ai, deven cumprir essa misslo
'Qiio a ii'-i.i mao Icm j lavrado !
Vai, e s felii........................ -
III
s<
Ventos bonanzosos -te conduzam
\n porto desojado de ventura I
M.i-1.1, nula v vendo entre folgucdos,
luda que solitario, e habitando
Entre campos cultivados, floresecntes
Jamis olvidar possas, quemsaudoso
le ollera esta folha de sua alma,
Nunca possas esquecer os que sinceros
Sempre le mostraram seus airelos,
Groapropicioa aeompauhcm os teus pasaos !
As (untas dn jiulem seu furor
r ".i Aiupliilrite a|iazigua-las
Gom voi imperiosa, e de ternura !
Pon a brisa matinal bem lincemente
Levar-te amargas queixas j desprezas
losmeuslabios, deba tanto amortecidos
Ala- ali! inda assim choro, c no meii rosto
Se le :-0 l'HANTO DA SAUDADE.
Por Pedro Martin* llibeiro.
(Diario do Hio de Janeiro.)
do porto de Pernambiiro 26 de abril le tSVJollo
llenriquet de Carealho Mello.
Copia n. H8Circular.Illm. o Eira. Sr.Sua
Magestade o Imperador, i vista do que pomlcrou o
cliefe de divisao capitn desse porto, cin oltirio de
9 de dozembro ultimo, sol n. 139, acerca dos gra-
ves ineonvcnienlcs que resultam do esUibclecimcnto
de Mirracs do pcivo, delcrm'ma que sejam demoli-
dos lodos os que oinlcm, com prejuizo da navega-
eflo; e nao se cousiiita que se facam oulros que cau-
sem semelhante darano, em qualqucr ponto da cos-
ta ou dos nossos portes e ros; o que cumiminico
V. Ele. para a scu conheciinciilo e e.pedic.10 das
necessarias ordeus, pelo quo diz respeito a esta pro-
vincia. Dos guarde a \ E.c Palacio do Hio do
Janeiro em 2 do abril do iK.Zacariat de Cet e
I 'ateoncellot.-Sr. presidente da provincia do Per-
i mu li 11111. Cumpra-se. Palacio do governo do Per-
nambuco22 de abril do 1853.flidedo. Conforme.
Amonio .rile de Pinko. Conforme.O secre-
tario, Thom Fernandet Madeira de Catiro, o
JoUo Ilenriquet de Carcalho Mello camllelro da
ordem deS. BentoU'.tri;, capitio de mar e guer-
ra da armada nacional e imperial, inipector do
artenal de marinha, e eapililo do parlo desla
pron'nria por S. M. I. que De: guarde ele.
Atleudcudoaos gravea prejuizosque resultara ao
commercio, a navegado, c mesino os riscos do vida
que i iirii'iii as trlpola^ocs das barcacas, romo sou
informado haver acontecido, e lio natural; Icnho
resolvido que ncuhuma barraba possa navegar sem
quo lenba a scu bordo dous ferros c duas amarras pa-
ra a sua seguranza ; couccdcndo para esse lira o
prazu de 30 das, a contar da data ueste cdital, du-
dosos quaes, serso lomadas as medidas necessarias,
para represso dos infractores. Gipitania do porto
de Peruarabnco em 27 de abril de 1853.
7udollenriquetdeCanalho Mello
CEARA', MARANHAO' E PARA
SoRue cm poueos dias o brigne escuna iiaciou.il
.trvelinii, j;t Icm i inalor parto da carga engajailH :
para o reato e pnsMRmros rnta-se rom o coiisiRuila-
rio Jos Baplisla da l*"onseoa Jnior, na ra do Vi-
gario ii. 4, primeiro andar.
3=
LEILOENS.
DECLARAQOENS.
COMMERCIO.
PHACA DO HECIFE 27 DE ABRIL AS 3
HORAS DA TARDE.
t'.olan'ie "llii lCS.
lete para o Oinal a Cipe j % (carga assucar.)
Compras de attucar.
Uascavado cscolhido a 13600 rs. por arroba.
Uuravado regulara ISMIO rs. por arroba.
Cirv.lu de pedra a I.Vjiitlti rs. por tonelada.
AI.FANDEUA.
Ren.linicutododia 1 a 26 .311:73895.11
Idcnl do da 47.......IV.82IW2!i:l
B9S5S89097
le
-i
id
lo
Detearregam hoje 28 de abril.
llana inule/a Tutvnof Liverpoolmercaduras
BrniM iiuliv Kelpil bacalho.
Barca snWflciU Delwarian farinlia de Irigo.
lUit'ii aiuerirana Petatearecaf.
lt.iiva porluRiicza Marta Joc inercadorias.
Hatea hra-lcira Flor (TOliveira ililas.
B.irca hrailcira &Wt$pipa c barricas villn*
Importacao
K.nf.i americana Drtawariau, vinda liinore consignada a Kostron Hooker (\ ConptDhil
. ,| -I : 0 -r_ II I II I f :
I.HtH barricas e :in meias ditas farinlia do Irigu
><. mesmos consignatarios.
Ilialc naciunal l'iedade, viudo do Rio Grande du
Sul titii-i^nado a Novaes t\ (.ouipauliia inaiiirolmi
0 seiumtc:
I cai\a c I fardo fiueiulasj a Talwrda \ Mat-
itira. *
I BidIoi.
3,766 arrobas de carne, 101 arrobas de seln), i
ditas de gra\a, :MI couros seceos e meia pipa lai-
nlias; ,i-1. mesmos consignatarios,
i lu 11- l,linli.i-; a J. E. B. das NCYM*
Barca nacional Sorte, vinda do Hio do Janeiro,
'iMisiguadaa iNo\aes<\ Coinpanla, mauirestnu o se-
guinle:
;i_caixocs mercadorias ; a Eduardo Wav th
S~ caives 11 .creador as ; aSouvage& companltia
I cailAo fauodaf; a J. Kcller \V Cumpanlua
30 barris inanleiga,47 pipas 19 mpu ditas vi-
DAj a Manoei da Silva Santos
}T voloRMi barricas vasias; a C. A. S. da Mola
51 fardos fazendas ; a Deaiic Voulc & Companhia.
l-17\uluiues barricas vasias, \i:\ pipas vastas, 30
1 '........ "'i -.iifii- i-,id'. 30 ditos inilbo," ditos
'' jio ej aos molinos ecnsigiiatarios
1 i barris e 10 latas banha, caivocs chapeos, 60
becas farinha; a.Manoel Al\cs tiucrra Jnior.
VI uceaa farinha; a F. Scvcriano Rabello.
itnsaciascafc ; a A. Brambto da Bocha.
Mi laceas farinha ; a JoAo l'inln de l.enios.
1 caisSochpeos ; a (.lihstianicV Irinflos.
I rai\ao rap ; a Domingos Rodrigues du An
til.ule.
ti Mccoi cola; a B. F, de Souza.
CONSULADO ERAI..
Hriiiliinciilo lio iIm 1 a 26 .... 86:>ftM
dem d da 37....... 1:337^1
O procurador da cmara municipal desla ci-
dade em virlude le ordem damesma cmara, adia-
se auiorisado i vender oslijollos, cal e sement que
N achain prximo ao maladouro das Cinco Ponas:
as*pcssoas que quizerem comprar os materiaes cima
mencionados, dirijam-se ao paro la mesma cmara
lodos os dias uleis at as I res horas da larde.
CONSULADO DE POKTfUAL EM PER-
NAMBUGO.
Os cree lores do falecido subdito porluRiicz Sebas-
liiin Jos Coelhodo Rosario, queiram uprcsenlar os
scusdocuinenlos oeste consulado dentro do praiode
H ilias, para seren informados do que ha sobre o es-
lado da heranca dcixada pelo mesmo linado. Con-
sulado de Portugal cm Pernamburo "> de abril
do 1853.Joaomm BaplUta Moreira* conyl.
O ,i. -rii.il de marinha compra no da Js do cor-
rete me/ a urna hora da larde, os objeelos ni{UB-
les;zarcao,alvaia )]H, c |S, ac demililo, diloem vefgl grossa, e Hu-
ta ilc oleo prela c branca; as pessoas (pie qui/ciem
vender csses objeelos, eomparecam na secretaria da
inspeccelocom as suas proposlas.
Pela subdelegada da freguezia dos A Abundo*
se faz publico, que *c acba recolhldo a cadeia desla
eldade 0 prclo crfoulo i'heodozio, que fi preso, "e
eoufessou calar fgido da casa de seu seuhor .Mauoel
Fcliv Lopes, morador cm barra de Piabas, no Sul.
qaem **: julgar rom direilo ao mesmo, coinpareca
ueste juizo que provaudo legalmente llie ser eu-
I regu.
KEAL COMPANHIA DE PAQUETES I\-
GLEZES A VAPOR.
No da I.* espera-
se da Europa o vapor
Teriof, commandanle
Onslow, o final de|N>is
da demora do eoslumo
j Sul: para pMMgelros. ir.i-
geucia, ua ra do Trapiche N0V0f
Quinta feira 28 do cor-
rente as 11 horas da ma-
nliAa, o agente Antones
far leilo em seu arma-
zem ra da Crux n* :">,
de Irasles do todas as
Sualidadcs, novos c usa-
os, touca, vid ros, cha-
rutos da Baha, e oulros muilos objeelos, assim co-
mo tambeni ser posto cm leilflo ao meio dia cm
ponfo um oplimo cavallo de muilo I.....s andares
1I.H.I sella, arreado c promplo. No mesmo dia so far
lil.io de alguns cscravM crionlos de diversas idades
e habilidades.
O leilao de massas que deikou de ter lugar no
Caes da Alfandcga no dia quinta-feiral do corren-
lo, por motivo da chuva, so far quinfa fcira 28 no
armazcm n. 2f, em frente da igreja da Madre de
Dcos.
LEILAO.
Jos Mara da Cosa Carvalho, como procurador
de Mauoel Fcrreir da Silva Ramos, far leilo |K>r
corita cordem do dito Sr.,e por iiilcrvencao do agen-
te Anluucs, de todu a mobilia rou dito Ramos, consLsliudo om cadeiras de jaca-
randa, mesa redonda, bauquinhas para jogos, sofs
marquezas guarda louca, secretaria, mesa de jan-
lar, quadroscom estampas, espelhos grandes, cama
d'armaco, candieiro para meio de sala, um palan-
qun! haitiano, e oulros muilos objeelos; sabbado
90 do OOmnIe as 11 horas da manliaa cm |h>iiIo, no
segundo andar da, casa da ra do Collcgio n. I5p0f
cima da loja do fazeuda dos Srs. Rostron Boocker
,\ Companhia.
AVISOS DIVERSOS.
A mesa rcucilora da iruiandadc do glorioso M-
triareba S. Jos d'Agonia erecta no convento de ff.
S. do Carino desla eidade. Taz scicnlc ao respeilavcl
publico que desde o dia 20 do crrenle deu principio
ao setenario do Sr. Itoiu Jesus dos Passos, atim de
que, todos aquellos liis que aniarcm dn coraeo ao
DOMODWIno ltcdcinplorqui/.ci'cm assislir, o pdenlo
fa/erdas (i >. doras da tarde cmdiaulc no dito con-
vento.
O abaivo assi'-Mindo Un scientc ao respeilavcl
publico,'c com espccialoladc aos seas credores, que
acaba de vender o scu cstabcleciuienlo de miude/as
silo na sua do Collcgio n. 11, aos Srs. tiuiuiarAescv
Draga ; Meando o mesmo abaivo assignado responsa-
M'l pelo que devera esta pra<;a./.itiz Moreira da
Silca Pinto
.\o Inrjjo dn
ii.
compra-te
seguir para o.
ta-se em casa da
n. t.
O abaivo a
H7:.->9IW2._.
DIVEKSAS rRDVINCIAS.
Heii Innenlo do dia la 20 .... :i:IK_'-\S|!i
dem do dia 27....... 67802:1
3:.>i?t72
II,
Exportucao'.
ton, barca americana Juleot, de 1109 to nela-
s, conduzio o -r. ni o le: 5,006 saceos com
iWi a .le assucar.
Londres, paladn licspanliul Santa 4nna, de 1.19
ium I.i.|.i. onuduzio o seguintc :1,710 saceos com
X~<> a. do assucar.
Hio de Janeiro, palacbo tlenle, conduzio o
juinle:(7 pipas agurdenle, 190 barricas cun
127 i c IH assucar, 3jtl saceos com L7S0 a. da
dito, IU0 cailM velas de speunaicie, 200 duzias
'oros para agua, :),000 ditoa de comer, 9 cii6cs
livros, 1 ililo .-[..ni,olores, 2 ditos medicamentos,
I uiijo loun, | aurrela aauardeulc. 30 saceos al-
eudan.
KECEUEDIIIIIA DE RENDAS INTERNAS tiE-
. ,. IIAKSDEPEKNAMUUCO.
Rendiniciilu do din 27...... 6383*91
CONSULADO PROVINCIAL.
ciidiinenlo iluda 27...... MVfOW
cundo, subdelesado de polica da
freguezia de S.Jos do Recife, anmiuna pura 09 lilis
onvcniciilcs.que no di 20 duVoi rente nprclicndra
urna pardinlu de nomo Luiza Maria da Coiicele^io,
na ra Imperial desla mesma Iremiezia, que bavia
sido amiunciada pelo Diario de l'erimmliuro de 21
do abril do auno pioviuio passado com o iiomc de
Arcbanja leudo declarado no iulerroaaloriii. a que
este juizo proceder, ser livre; mis que fra vendida
nesl.i prae.i a I). Iliercza de lid moradora M ra dn
Cadeia do Recife, por .Manuel dos Sanios da eidade
da Victoria, leudo ella um irmio de nonio J.iciulli.i,
liescmlor de I ora de Portas, c ueste inesuio 'uunr scu
padriuho de nomc Morace : n quein puis ....crispir
o direilo sobre n referida pardiulia, riimparecn pura
se proceder as ulteriora averimiacoes. Subdele-
gada do S. lot do Recife 27 de abril de I8H.O
subdcleundu, FrHChco H>t>H*/ad'.tlmeida.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
QUINTA-FE1R4 28DEAIMLBB18S3.
81.' RECITA DA ASSIGNATR A.
Depob que os professoies dn OTcliestr. tiverem
eveciiladouma lirillianlc ouverlura. tela lugar n u-
presenlnefto da nova comedia cm dous actos:
NIGIEL milllN.
I'ertonagem. Irloiv*.
Miiuel l'eiriu (ulico cura. J. A. da Cuela.
rOUcbe ininislro .... Senna.
Deaaonais ebrfede dlvhco Meides.
Julio de Crussac.....Jorge.
Bernardo.........\rnoedn.
Thereza sobriuba do cura I. I.. Orsil.
Onieial de M-cielaria de pidicia. J. J. Percha.
Commis^iiio de polica. Bozendo.
Priineiro conjurador. Sania Rosa.
Segundo conspirador* S. Amida.
I'orlein..........N. N.
Teriiiinar.i o GxneclKOlo com a niulo desojada
comedia cm um acto:
O ASNO SEMPRB HE ASNO.
I:i ini'ipi.ii .i js oilo horas.
nsbilhctes acham-se venda no csciiplorio do
Ihcairo.
MOVIMENTO DO PORTO.
AVin'o entrado no dia 27.
Un. de S. Miguel 27 dias, brigue porluguet Oli-
reira, de I .Vi toneladas, capiulo Jos da Silva Sou-
a, equipagem 30, carga mautimciilos para 208
sciros que rondn para o Hio do Jaociro.
co refrescar a esto |wrlo.
AVirio. tahidos no me>mo dia.
uiiirallarpalacbo inulez Tokeii, capilo Cordn
"eslandes, rarg. arnicar.
"i" de Janeiropalacbo brasileiro VaXente, capi-
I'"Iraurisco Nicolao de Araujo, carga assucarc
'.....* eneros. Passagciros, o particular I. ear-
JiHo do 9. balalliao de infamara Braulio Jaime
"mu/ (.ordeiro, Francisco da Silva de Avcleida,
n-iiiimno t.oines de Castro Paiva, Antonio Jos
# "",B,,l0! 9 Mcravos acompauliandu os
"'enbores, elacntregar.
EDITAES.
" Ilenriquet de Carralho Mello, rapitiludemar
'qwrra da armada nacional e imperial, e eapi-
""(to porto daproi-inciu de Pernambuco, por
V '. qve Deo guarde ele.
'" Ml|er. |ra Miibccimcnlo de quero inlcre-
uo'J. rialu .2o f"" '"Perlal cvpedido pela Mcrel.-
icnu. ? d' mVK"H''" ""rinha, om 2 do cor-
i nlirar .' .*"". "* irraw, por isso mando pu-
Mr (mvr.L* ,y,so' I""'" 1"e ninguem possaalle-
ni.! i, 2 '" (|,u"nuo ve"l"m -r.r pelas ine-
uiuas deque schouvcr de laucar mo. Ca|laua
SABBADO 30 III. .lilil. W. I8SS.
Beneficio de Joao'Antonio da Costa.
Depois decveeiilada una oiivcrlur. princiiiiam o
cs|icelaculopclo novo e bello vaudcvillo em i actos.
A FAMILIA HOBEL
DOS
MISTERIOS DE PARS
ornado de cvcellenle musir, nmiposicAo do Sr. No-
rcdia, autor da msica da Qra(t de heos, l'ilha do
Ceao, Artliur, Kelly, ele., ele,, que lano lemarra-
lado cm lodos os Ihcalros.
PBBSONAGENS.
Iforel olcial de lapidarioHeueliciado.
Modolpho(iuiniaraes,
Jarques Ferraiid-labellioMondes,
(criuauoAmollo.
l'edro-doulorSenna.
Commissario do policaKozeiido.
I.: meiriuhoJorre.
2.' diloS. Rusa.
Maudalena, mulher du MorelI*. Carine I la.
I.ul/a sua filba, e criada do I a be 11 .loMauoel a.
A Idiota mal de MagdalenaOrsal Mendos.
RisolclaJesuina.
Dous meninos, e convidados.
ScQUr-sc-ba urna jocosa farc^i.
Dar IIm ao esporlanilo o engraCAdo duelo,
O MEIRINHO E A POBRE
cantado pelo beneferiado, c sua Sr. I). Anua Ursu-
lina da Costa, que pela primeira vez, ueste Ibcalro,
se anima a apresenlar-so ao respeilavcl publico des-
la eidade.
Eis oevpoctaculo i|ue o Costa leva sceua cm seu
beneficio, c espera recebor dos seus amigos e pro-
lectores os mesmos obsequios que scinprc Ibc prodi-
galisaram.
Os bilbelcs acbain-sca venda em casa do bcuo(l-
ciado, ra da Cadeia doS. Anlonic n. 7.
I'rineipn.i.1 s 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
PARA A BAHA.
Pretende suhir com brevidnde o novo e
veleiro liinte Silo Jone du Taipas : pa-
ra a carea trata-se com o. consignatario
na ra do Trapiche n. V0 primeiru andaj.
Para o Arm-.il> sabe com brrvbladco biale
Flor do Cururipe: quem quizar carregar nu ir de
passagem, dirija-ae a ra da Cadeia do Hecife n. 49,
primeiro andar.
Para o Porlo a galiota nacional 8S. Trimliflc,
fabricada de novo, segu o mnis laidar al ao lim do
corrente mez: para o resto da carga epasnagoiros:
trata-*) uo ctrriptoriu de 1'. da Cunlia li C, ra do
Vigarion.ll.
. Para o Riu de Janeiro o palacbo .Sania Cruz,
sene coro brevidade, ici-ebe rarga e passagciros:
Irala-sc com Caelano Ciraco da Cotia, Moreira an
lado do Corpo Sanio, luja de massames u. 2-i.
por lodo o |)i'cio cnixdos de doce le toda
ir qunlidade para se remetter de preiento
a urna pesaoa no Kio de Janeiro. Na mes-
Mi.. casa 6n8uia*46 gratuitamento econo-
niiii domestica, que com (iiiatro lum-s i-
cao discpulo habilitado a exercer e a por
om jiralica : pode ser procurado u jual-
ipicr hora O I.naclieia.
Aluua-se 00 compra-sc nina padnrin, sendo no
bnirro do Hecife: qucui liver auuuiicic para ser pro-
curado.
Joo Al.in...-i Pereira, brasileiro, rclira-se para
Europa, n tratar de sua saudc.
HK/ \KIA>\0 \\ IIvimi: UK OROS.
No da I. de auno comca a festividade
do me/, mananto na {reja da Madre de
Dos.
Adverle-se ao jacar da prae.a da Independen-
cia, pelo contrario se ha de orrepeuder miii remedio:
ora, urna zebra que nio lem preellmo para nada,
nao sera inelhor CBla zebra ir fazer os seus chapctM,
iloque andar se Importando com ni-pV nio llie per-
lencot... Tome heni senlido ne*ta lirio pela primei-
ra vei.Manuel Joaquim Corl/m.
SAMA HITA DE CASSIA.
O eseri.iio Bcloal da irmaiidade de Sania Iti'.i de
r.assia, roga encarecidaineulQ a iodos os IrmSoa da
mesma irmaudaile, para que seapresenlcm as l lio-
ras 0111 poni do dia I. do mez de maio no consislo-
rlodaojuella iireja, para o fut de reunidos em DMM
'.eral, proceder-se a elerlt doi DOVOJ funecionario^
(pie lem de scr\ir no anuo de IKVi a lH5t.
MEZ MARIANNO.
O cncarregado do mez uiariaiino do convenid de
Sanio Antonio desla eidade, leudo ouvido di/er por
diversa. noMoae, que uno havla nle auno lio sanio
evercicio no referido COflVGUto, em virlude dn obra
que -r eatl fazcudo un -o.i reeililicnco, faz scicnlc
SOS devoto, de Mari. Sanlissinm, que tic falsa cwm
fundamento ulgiim dita noticia, c por meio desle con-
vidn a lodos us dcvolos, parase m-linrcn na madru-
gada do dia :|0 du eorrciilc para R sua abertura.
Srs. Redactores,Autoiisado pelo procurador
luslunle ila peana i quem parece rcfcrir-so o Sr.
Caelano Pinto de Veras cm a sua correspondencia
inserta ueste Diario a. !)2 do > do eorrenle, decla-
ro : primeiro, que ean peatM alacada cobardemente
pela, alluftfies no Sr. \reras, nunca collaboroa para
o crrelo do Beho\ scgundo.quc elle em lempo op-
poi tunse dcsufroiilar pelos lucios leuacs.iustiK.
Al,i tennis um celebre carneo nas uo voa
cinetcui a imprudencia de se inlervir uo que lulo
Ibc di/ respailo, melbor be que prole luaisaltcueao
BO que se rbamn ecnr, no que se cniprecn; n inn-
erincAu be causa do lioinem conunellcrurandes cul-
pas.
IJucn j.or engao levou da igreja da Madre de
Dos, depois dos actos da scmnnn santa, duas cadei-
ras, sendo iimn de jnenrund contra de oleo, leulin
a bondadccntrcgn-las no sncbrislnodu referida igre-
ja, o qual lem ordem para recebe-las.
Oircrecc-sc una mullicr parda para servir do
nina seeea a algara. I.onili.i que vi para Lisboa! na
nu dn Calcada n. .Vi.
Precisi-sc alugaf para casa do penca familia,
una pela captiva que snibu ciiuoniuiar e lavar, e
culenda Ininbciu de roziuba : quem a liver e qui/ci
alagar para este servico, dirija-se an segundo anclar
da rasa u. I(i da ra de Apollo.
A pessoa que desoja muilo fallar, a negocio de
interesse, a Loureuco Pereira da Silva Pinentel o a
Antonio da Silva Pinentel, dirija-sc a ra .Nova u.
21, loja do Sr. Jos Ccrinano.
Adolplio Scliafbeitlin, allcmo, vai para Eu-
ropa, levando cm sua companliia a sua seuborn,
um lillio menor c unin criada.
No da -.1 do rorrente se deve arrematar em
basta publicn do llr. juiz do civel da primeirn vara
desla eidade, diversas dividas pcuboradns por exc-
eurilii de Antonio Jos Pereira c oulros, ciintru a
rasa fallida de l.euoir Pagel c> Companhia.
Jos Luiz do Valle rctiru-sc pura fra do im-
perio.
Quem precisar de una ama para casa de pon-
a familia, dando-so Dador I conducta, procure nn
ra dn Praia, nrinnzcm de carne n. Ili.
Parlieipa-sc no Sr. Flix Muiiteiro de Castro,
viudo do Araralv, que na ra dn Cruz u. 10 acliarn
um recibo passado ao Sr. J. J. Pgalo, cm favor da
viuva Cesar Krugcr i\ Filbos; fn/.-se esle auniiiieiu
por ignnrnr-se a morada do ditu senlior.
0 Sr. Jos Kozcbio Alvos dn Silva queira di-
rigir-so a i n.i do Queimado, segunda loju u. IH, n
negocin.
Precisa-sede urna ama para rasa ilc pouca fa-
milia, para lodo servico: na Caniba do Carino, ven-
da n. i, se dini quem precisa.
Quem quizer comprar urna pnrle de um so-
brado cm una das lucidores mas desla eidade, an-
nuncie,
Precisa-sc de una ama para lodu o servico lar
lerno de urna casa de piuca familia : ua ra da Cruz,
loja do barlietro n. 5'1.
O abaiio assignado, coiislando-llie que o Sr.
alfcres Jos Casino Damio lem de rclirar-se ale o
dia H do eorrenle para o Rio de Janeiro, o nflo leu-
do paco um vale que lleve, vencido om 10 do me
prximo passado, pede encarecidamente que antes
de relirar-sc veiiha-o resgatap, visto pruiiicller pa-
gar de bojo c d'uianba, o nao ter feito.
Jote Jnlonio da Cunha.
Negocia-sc para liquidiirAo de con-
las osseetiintes nredios:um sobrado de
dous anclares com soto na rnn Bella n.
)7, tuna cuna torren coin c|ttntal para o
rio na rUB do Bcuiiica, p.issagem dn Mujj-
dalena n. 6, e um terreno com quatro
frentes no lim da ra Bclln junto ao rio:
os pi-etendentes dirijam-se a run dos
Oiiailcisi). 8, do meio dia ns 3 l toros du
tarde, ou na ra larga do Ilusa rio n. 50.
Prerisa-M de urna ama prela ou parda, forra,
para urna rasa de pouca familia, para comprare ro- i
ziubar o diario do urna casa: ua Carnuda du Cunuo i
n. 19, segundo andar.
Na se\ta-feira, 22 do corrente, a
noite, perdcu-e da eidade ate a passa-
gem dn .Magdalena mis papis, sendo Urna
escrptura de compra de um sitio, um
bilhete de distribuico ja' sellado, urna
guia com t|iio se pagou o sello proporcio-
nal, eoutros papis : cpiem os acliu le-
ve-os a ruado Crespo n. 9, casa de Ma-
noei Gomes Leal gratifican'.
Precisa-se de urna ama para servir em urna ca-
sa de ponen familia : na ra da Cadeia de Santo An-
tonio, segundo andar do sobrado da esquina ii. M.
O escrivBo actual da irmnndade do
Divino Espirito Santo, na Concei(;ao dos
Militares, x-ientilica a todos os seus r-
muos, epte domingo, 1. de maio, pelas!)
horas da mnnliaa, se devem- adiar reuni-
dos na mesma igreja, afin de ouvirem a
missa votiva do mesmo Divino Padroeiro,
linda a quid se pi-ocedera' a eleicao da no-
va mesa cute tem de reger a irmandade
no anuo de 1853 a 54, conforme dispcVe
o comprom88o.
-- No sabbado dc'madrugada principiam.na igreja
da Cnncoirn dos Militares, os santos exercicios do
mez de Maria, na forma do rostume.
Precisa-sc de um caixeiro de 10 a 18 anuos,
com alguina pralica, ou dos ebegados ullimameiilc:
em Santo Amaro ao p da fundlco, venda de Jos
Jacintbu de Carvallo).
LOTEHIA DE NOSSA SEMI0KA DO
ROSARIO
O llicsoureiro dista lotera, firmado
nossciis aniiuncios de fazer correr as ro-
das no dia 20 do eorrenle, iiiuda que l-
riuem billietesciuese possa arriscar, roga
aos amantes desfe iogoqneafluama com-
prar o resto dos bhelo, para nao ser o-
pucann o andamento das rodas |H'la falta
ue venda1 dos bilheics, os quaes acham-se
nos lugares do costume.
AVISO A O COMMERCIO
Os abaixo assguados contmuam
a (ranquear a todos as classes em
geial os sc;us sorlinicnlos de l'a/.en
das por baisOS prtros nao' me-
nos de unta peca ou tuna du/.ia,
a dinheiro, ou a pra/.o, conforme
se BJUStar : no scu ai'nia/.eiu da
praea do Corpo Sanio, esquina da
ra do Trapiche, n. W. Hos-
Iron Hooker & Companhia, nego-
ciantes mglcy.es. Os nieiunosavi-
BBoao respeilavcl publicoepte ahri-
rain no dia 5 do concille mez a
sua loja dcla/endas (la rita do Col-
lcgio c Passeio Publico n. 15, di-
rigida pelos senhores Jos Victori-
no de l'aiva e .Manuel Jos' de Si-
[ueira Pitonga, para venderem
Hir alaeado e a rclalho.
in uioieque |m
Traspassa-sc o armazem da ra do
Trapiche n. 1*, proprio para escrtpto-
rio: a tratar no mesmo.
Precisa-sc alugar um silib que nio seja muilo
pequeo, e que estoja bem plantado de frueleirns,
rendo perto da piara anda mcsin#qunndo a casa
nto seja do muilos commodos, o que uo se exige:
quemo liver c quizer alugar, annuncie para ser pro-
curado.
Precisa-se de um feitor que enten-
da de plantar capim ejai-dinar: na ra
Cruz, n. 20.
Arrcnda-se o segundo andar da raa da ra do
Caes em Fra de Portas: Irai-se noescriptoriode
F. A. da Cuulia A C, ra do Vigario n. 11.
O solicitador de capeilas o residuos, faz cien-
to ao respeilavcl publico que ninguem fa^a negocio
com os hens do tinado Jos omlngue. Noves, vislo
eslarem estes tcitamente bvpolbccados fzcnda na-
cional por falla do curoprimeulu do testamento do
tinado I). Antonio Pi de Lacena Caslro, de quem
aquello fallecido Noves era Icstanienleiro, c nao li-
nfia dado .mas emjuizo, foram os bens da lesla-
incnlaria julgado residuos, o se (em de arrecadar
para a fazeuda, assim como se pretende haver para
a fazonda os reudimeulos dos sitios, desde que (o-
mou coala da leslamentaria o referido Ncves, at
que mu i.'ii. que anda por 38 anuos, cujas rendas
monlam a perto de l:O00eO00.
I-iiii.ii-.iin do engeuho Muribara duas eguas
mansas de roda, uina caslanba escura com op es-
querdo branco, outra hi.;;i pedrez com um mal de
besla no ospinliaco, ambas ferradas com o ferro F,
roga-so a quem furem otrererecidas, que as uimcm,
e fneam aviso uo mesmo engcnbo.
AVISO AO PUBLICO.
Principalmente aos forncccdorcs dos bospilacs,
que na ra eslreila do Rosario n. II, deposito da
luchas haniburguezas, tem iiiun porejo de bichas de
Lisboa, que vende a 150000 rs. o ceulo, caluga-sca
160 rs. cada una.
OITcrccc-se um homcm de maior idade que cu-
leude perfeitanicnle de sitio, para tratar de um per-
to ila praca, o qual tem cscravos necessarios: ou
mesmo para administrar ulgum oulro oslubelcrhucn-
lo, menos venda: c sabe Icr, escrever c contar:
quem precisar, dirija-se a ra Direila, na rcllnaeao
doSr. Francisco JusdeAraujo.sc dir.
Mauoel Antonio de Souza Ribciro vai Ma-
iiinngunpe.1 cobranzas, c dcixn cncairegado do seus
negocies o seu caixeiro Manuel de Souza Carneiro.
Mauoel Jos Lopes participa aos seus freguc-
169, eesperlalmenle s casas, onde roslmna a com-
prar fazeudas, que o Sr. Josri Mnrin licalo Draga
j nao besen caixeiro disde o dia do crrenle.
FRONTISPICIO 1)0 CARMO.
\chnndo-se prximo o dia 17 de muio do eorrenle
auno desiunudu para se festejar u scnliorn do Carino
do frontispicio, c Icndo-sc arreendado |iouras esmo-
las, os cncarreuadus da dita feslividadc logam a lo-
do. os devotos da mesmn Scnborasc dignciii coucor-
rer com seus quunlilnlivos, atim de (pie so |wssn
lelcrininnr os apresto, da mesma fesln.
Precisarte de un, hmucm forro de maior idade,
e que au se cinhriuuuc, para compras o inundados
i ra : nn run da Sulcdadc, casa n. \->, ronfronle i
venda.
Precisa-sc alugar um sitio por u,n, ouniais an
nos, que Icnlia baiva de capim, v fruteiras, uoslu-
amwRuInles: Uanguinho, Ponte d'Uchda, Cruz
il'Alni.-.s, naMBgem, TorrccS. Amaro, .gradando
pagn-c bem : n tratar ua ra da Cadeia do Hecife D
111, primeiro andar
Compranne eecravos, e vendem-se, recebem-
se de commissad, tanto para a provincia como para
fra dola; na ra do* (Ju.rteis o. 24, wgundu an-
dar.
Cumpra-se urna escrafl de bonita ligara, de
idade de 12 a 20 .nao., preta ou parda, com habili-
dades sendo da maior idade o sam ella, sendo de me-
nor; na ra do Vigario n. II, STdlr quem quer.
Cumpra-se una preln boa engommadeira,que
seja mota o de boa flgura, preferindo-H sabendo co-
ziuhar, c um scliim iuglez arriado, coa. algum ueo,
porm em bom estado : na rus da Cadeia do Recife
loja n. 50, de Cunha & Amorim.
Compra-se a legislaeSo anliga, por Delgado:
quem liver aiiuuncie.
Compra-se papel diarios, a 39840 a arroba:
na ra larga do Rosario n. 15.
Compra-so escravos, e vende-ee recebo-so de
commso, lano para a provincia, orno para fru
delta: ua Ra Velha n. 55.
Compra-se um Tamandu: quem liver annun-
cie.
VENDAS
limar um motiMiue que enlrinl.i
roziuliii, c una ncuni i|iic fara o servir de tMI6 lo-
me rtmla de iitna crianra, de una cm eslraiiL'oira
de pouca familia: quem li>er .Mrija-se ama n.7, semindu andar.
Rima-se an Sr. Jo.iquini Lopes da (losla Alu-
qoerojIM queira fallar com I'almeira s\ llellnlo.
Arrenila-se o engolillo Llinooiriiino rilu na fre-
uue/Ja dfl Esradj.ua boira do rio [poJucat moonlc 0
eorrenle, com rasa de >i\enda, c COM de pargnr de
pedra e cal, cslufa pora sccrar IH a, de assucar cm
2\ horas, assenlaincnlo para relame, casi e audaime
para o memo, um lauque do madeira para 70 car-
gaa ile niel, cercalio lodo feilo de vallado, olera,
casa de liaif.ico, sen/ala paraos escrotos: e ludo n
uiais que lie mislrr cm um enycnlio, (amhcm se ar-
renda rom :\a animaos de roda quoreudo os nrclen-
deillOS) QUO podrm dirigir-tO ucsla praca a ra do
Queiniado luja u. (i, ou no lid eogooho ; a Iralnr
com scu proprielariu Joao FranclbCO dr Oliveira.
Aluaa-se um segando andar com coiuiihmIos
para ramilia, e muilo fresco: quem quizer, dirijn-se
a ra dasTriuclieiras ti. _'i, que se dini omle lie.
O abollo assiunado, leudo de ira Europa u*a-
(ar de sua sfiMile. deixa suas duas casis de negocio
no mesmo t-iro, deliaixu da administrarn do Sr.
Antonio l'errcira Hraua.como inlercsiado, licandoo
mesmo de primeiro procurador, sesundo sen turo
0 Sr. .Mauoel Lu/ de Mello, e Icrceiro o Sr. Mauoel
Josc Currcia Brasa.
Prceisa-sc de nina ama paraca-u deponen fa-
milia: na ruado Crespn* 1:1.
Besinando Brllhanle da Sllvelni Garalcanlii
faz Kcnte ao publico, que miulou seu nomc para
Seainajldo Joaquim ta Sitxciru.
Aluga-se um silinjunio ao Sr. JoflO l'inlo de
Lemos, ruin um sobrado de um andar rom liouscom-
moilos para urna uraudc familia, caiadoe piulado de
II0V0, rom urna cata lenca no fundo, cocheirn, es-
liiliurla para Iris cavados, casi para fuilor, quarlo
para prelos, las cacimbas, e\rcllcnlc hanlio un fun-
do: as noaaj que prelcuderem, dirijam-se a ruu
Direila n, :l.
O .iIijimi assignado, com venda na na do Pi-
lar, cm l'ra dfl Portas u* !', faz scicnlc ao respei-
lavcl puldico, que de^p4'do da mesma venda no dia
2\ do eorrenle ao seu caixeiro Victorino Jos de Sou-
za por Hio lia\cr dado de prejuizo na dila venda em
7 mezes o SI dias a quaulia dfl rs. .MVSkII romo
cousla dos lialani;os dados c conlas rnrrcnl aadg-
nadas pelo mesmo, e por isso roya a Indas as pessoas
que ao acliam a dOVOT ao dilo Viclornu por elfeilos
que iiou por sua conla, para que Me nao pagucm
quaulia ahuma, e sim aoaliaixo nssiifiiado, lirnndo
eerles que nao se levar cm cunta qualqucr quaulia
que llie paguem sem aulorisaroo Hir escripia t\o
ahaivo assignado.Ihnninyo* du Homi.
Um rapaz brasileiro de idade i anuos, pouro
mais ou menos, que -abe Icr, escrever c contar, of-
fereee-se para caixeiro de qualquer eslabeleriincnlo,
poisJd lemalguma pralica: quem preleuder, diri-
ja-se a ra da Cadeia nova, defroule da casa u. I ,
ou pcnuUimado lado direilo, c da liadur a sua con-
ducta.
Itoua-so a quem quer que lirnu urna caria to
cnrreiosob n. V- i para Cbrisoslomi) i\ Companhia.
vinda pelo ultimo vapor do sul, (cuba a bomladeeu-
truga-lana na do Trapiche, armazem de BNUtardo
mesmo nome, ou na ra da Cadeia, casa tic Anluuio
Valentina da Silva Barroca, que se Ibc licar agra-
decido.
No dia 9 do eorrenle mez de abril, depois da
audiencia do B>. r.Juildocvelda primeira vara,
se lia do arrematar a renda animal do sitio na es-
trada de Julo de larros, com grande casa de sobra-
de por acabar, e bstanles an uredos de fiarlos, a*.i-
liada a renda em -jimi-'nhi i -.. cojo silio pcrlcuCo ao
brigadeiro Joaquim lleruardu do l;iueiretlo, .
loaiiua Mara de Veras ele., c vai a Pliua reque-
rimeulu daqucllc : be a ultima praca.
jilo dia 2K do coi rente mez de abril, as i boias
da (arde, na casa do Sr. Dr. juiz de o pidos, se lia
deUtrematar nina escrava. parda, de 25 a .'10 anuos
de idade, pela avaliar,ao de .ViUtkh) rs., ruja escra-
va li perteuceulcao menor Claudino, e vai a \>\\u-,i
a requerlmentO do lulur dclle he a ulima praca.
O abai&o assignado pretende seguir para a cor-
le do Hio de Janeiro no proiimo vapor.
Jnlonio forgen da Fvnseea.
Victorino Jos Correa de S, tendo de retirar-
se para a Europa al o lim do anuo eorrenle, se llie
faz preciso reecl>er certas dividas que Hio esUo do-
vendo nesla praca, o que muito pedo c roga aos seus
devedores Ibc queiram salisfazer quanlo antes, do
contrario se vera obrigado a seguir os nidos que a
lei pcrmUle,
Aluga-se o quarlu andar do sobrado da ra l.ir-
ga do Husarlo n. :k.: a fallar na botica de Uartbo-
loincu Franrisco de Souza.
VAI A QUEM PEUTENCER.
Roga-sc a (odas as |>essoas que eslao devendo cun-
tas antigs na venda dama da Cadeia do Recife n.
>, dofrontc do Boxeo Largo, quo queiram pagar
seus dbitos al o lim do corrento, pois J por vezes
se tem feilo o momio coimle.ua ccrlea deque osque
u mo lizercm lerflo de ver seus nomes publirados,pa-
ra seren condecidos por bons fregueses... c se usar
dos termos da lei, nao leudo cootcmpUflo coai nin-
guem.
J'i'ocisa-ae ileolciaeaan ninUevo
na ni.i Nova, n. 3S, dcfrontt da Cor>
ci'iro.
Quem quizer capim barato, dirlja-sc ao Jiospi-
cio, sitio do icio.
CONSULTORIO HOMEOIUTHICO
(osscl Rininul, professor de lionieopalhia
Is-1.1 escola do Rio de Janeiro, continua a
dar consultas grali* aos pobres lodos os dias
uleis, das H bocas ila manba alao meio dia
no sen consultorio, ra das Cruzes n. 8.
:ifl||awa|HafM^
D6S0Jf-w tallar BO Sr. -ManiM1! >mlici'to Jer-
ue liiincalvcs : na ra da Cadeia do Kecife, loja
n. 13.
.\lna-sc um ptimo molcqiie para todo servi-
co : ijuciii pretendci-, dirija-sc a ma do Ainorim
n. !).
Ollcrerc-se una ama para casa de ponca fami-
lia oii d liomcii) sntlcirn, para lodo servico interno
de casa :(alra/. do muro ila l'enlia b. 'M.
No dia -29 do correle, linda a audiencia do
Illm. Si. Dr.-Juil de direilo da primeira vara, se lia
de arrematar cin ultima praca nina aacravinha pe-
nlioiaila a Mauoel francisco Carduzo, por exeru-
.;.i.. de Jos Ilias da Silva.
l)esojn-o muilo fallar com os Sis. Conreino
Pereira da Silva Pimeulel e Antonio d. Silva l'i-
ineiitel, a negocio de seu interesse; (pieiram portad-
lo aiinuiiciar as suas morada, para seren procura-
dos.
()ll'crccc-se um rapa/ Inasileiro, de idade de
Iti anuos, para raiveiro de loja de fazeudas, de inin-
dezas ou (le calcado, sendo de calcado tem pralica c
d liadur a sua conducta: ua ra eslreila do Rosario
i. 28.
Francisco da Hoclia Wanderlev, senlior do en-
uenlio Capiana, silo no dislriclo tic Porto Calvo, len-
to mandado o scu saeravo, panto, de uonic Filippe,
a esta piara, ausenlou-sc sem se saber |>ara onde,
por issoipialipicr auloridade ou pessoa que o pesar
o mandara ao dito oogeolw, oo enlregara nesta pra-
ca a l.onrciico l.uiz das Ncves, ou Mauoel lliianpic
de Miiccil'i Cima odituescrav lia muilo nsgods com
iniide/as, o li'iou para mais de l:UOOdcrs., Inda e
(tualipicr qoanlia que se llic adiar em niiudezas ou
Uubeiro, senlior cede em favor de quemiiappic-
liciidcr, alm de recompensar soiicrosamciirc; edi-
to esclavo Icm os sifinacs HgUIOtos:pardo escuro,
altura regular, eorpo eco, algoma eooaa aspadiu-
do, cabello. pretoS ccaclicailos.soliranccllias prela. e
i-Bliclluilas, rosto serr, nariz aliilado, pouca liarlia,
liolaiido-se sentido poda aclnir-se em cima de una
das Miliranccllias una pei|uena cicatriz do um cou-
AO PUBLICO.
0 uliiii\o iissigniulo avisa nos ib-
nliiui's de engenhOi lavnulores,
izeiideiros, ao publico em geral
([ue, de coiiiliiiinro com ilgtunns
datas commerciaes tngiezas, IVan-
ctgas, allemflas esiussas, temaber
lo nu ruado Collcgio, n, 2, um
grande nrmazem, ricamente sorti-
(lo le l'a/.ciida linas e gTOSMI paca
vender por grossoe a petallio e pop
pr(rosiiiasliai\os(lo(pi(H'iii(iiial-
qtier OUtra parle. Antonio LU
dos Santos.
>u ha .Tilo eorrenle, linda a audiencia do
Illm. Sr. llr. juiz de direilo da primeira vara.se
liado arrematar a casa e sitio da I'assnyem da MaK-
dalena, aunuiiciaila para odia 15 por e\eeucio do
Joilu Leile Fila Orliueira, como tutor dos lilbos do-
linado Antonio Rodriifues Lima.
Precisa-se de um criado, no aterro da Boa-Va-
la n. .. primeiro andar.
Jos do Reuo Pacheco, romo tcstanionlcirodo
tinado Domiuios Carcia .'.iranio, entando procu-
deiiilu ojcuvenlario dosrespecli>os Iteus. pelo jniao
municipal da sesuda vara desla eidade, escrivAo
Molla, consiila aos credores do referido tinado para
Icualisarem as suas dividas, ajlini de screm allen-
didos.
Na ra do Sol n. 9. precisa-se fallar ao Sr
l.uiz pipliaiiio Mauricio Wauderlcy.a negocio seu.
O abai\o assipciiado, ei-eaineiro o socio doSr,
Antonio Ferreira Lima, fuz sricnte as pessoas do
sua amizade a mais scuboros quo o queiram prote-
ger com sua freguezia, quo se acba eslabelecido na
ra Nova n. 40, confronto a igreja da Conreicao dos
Militares, aoude o acharao pronipto a servI-Ios, tan-
to em bous gneros como em presos.
ManoelJoaquim At&$ Pitomba,
Aluga-se o quarlo andtir do sobrado da ruado
Ti .i 1 ijtl ir Novo ii J, a tratar no primeiro andar do
mesmo.
O abaii assignado faz scicnlc aos seus credo-
res, nue Tendeo a sua taberna da ra Nova rf. SO, ao
Sr. Manuel Joaquim Alvos Morana,, (ieando o mes-
mo l'itomba obrigado a pagar todo o debito pcilcn-
cente a intima casa, como consla da rela^o uo ha-
lanco da mesma ; assim como roga as |>essoas que
I be sfio devodoras de psgarem suascoulas na mesma
rasa ao mesmo Pilomlta, que para isso est aulori-
-ado. Ju'iii .lntimio .liituif.<.
Veude-so um carro de i rodas com arreios o
cavallos. ou sem elles: na ra da Cruz n. 38, em
casa de Scbafbeillin & Companhia.
Vende-seou arronda-scocn^enhoTelegrapho,
dislanlc desla pra^a duas leguas c meia, nioenlo o
crrenle, com boas maltas e Ierras de plantario, boa
casa de viveuda, c auimaes de roda : os prclendeu-
tes dirijam-se ao lercciro sobrado da ra do Faguu-
des*
PAO CRIOLO.
Na nadara da ra da Senzola Velha n. 96, e na
ruado Vigario, deposilo n. 6, vciide-se |>ocrioulo
su|>erior a lodo que lem apparecido at boje, o fabri-
cado como o j aiinunciado e por machina bracal.
I M SITIO i: I M TERRUO.
Vendo-ie um silio na estrada que segu para Be-
lom, na cncruzilhada eulro as de Santo Amaro u
Rirsariuho, c frouteiro ao do Eyid. Sr. vlsconde de
(ioianna, com casa de viveuda do pedra o cal, ca- .
cimba, |>orlrjo, arvores fructferas, e todo ein roda
com cerca de limoeiros, coin bom c productivo ter-
reno e urna pequea baixa: o mesmo silio tanibcm
se li)potheca, ou com elle so faz [>ermula j>or casa
nesta eidade: lamben) se vende um terreno nesla
eidade, no lugar dos Coelbos, na ra chamada do
Jasniim ou Prazcrcs, proprio para se edificar urna
casa terrea regular : quem pretender qualquer des-
loa negocios, pode dirigir-se ao aterro da Boa-Vista,
loja n. 58.
Vcude-sc um carrinho de 4 rodas com \ assen-
sentos, sendo '2 para iucuiuos,com langa e varaos pa-
ra I c '2 cavallos, cm muilo hoiu criado por ter sido
fabricado a anuo e meo, por prego commodo: os
pi demientes dirijam-se ao aterro da Boa-Vista n.6,
segundo audar, das 6 as 10 horas da manba.
Veiide-se por preco cmnmodo.um sitio com casa
propria para morar, cm Beblribe, faz frente para a
estrada de (oianna, e bota os fundos para o cam-
nhoqiic vai para o porto da Madeira: quem preten-
der Jilo silio dirija-se ao mesmo Porto da Madeira,
em casa de Pedro (jomes da Cosa, que achara com
quem Iratar.
AO BARATO.
Na rua do Quelmado, loja n. 19, lia para vender
i hilas calxielluliM cores lixas a 69OI) r*. peca,
corle, de caseniiras elanlica. goslo moderuos a 580U
rs, o corte ; para acaliur, brins lamos de quadros, a
20 rs. o corado, lio proprio para diversos luisleres,
ripeados fraiH'ezcs, e chitas larcas, a 200 rs. o cova-
do, esleirs da India lar;as, .i -j--sih) i ~. ; oulras fa-
zeudas, por precos mdico..
ti^escopio
em casa de CasimiroTiamicr, rua Nova, vende-se
por preco muilo barato.
Troca-sc a imai ma. iroagSO. : quem Uwr quizer trocar dirija-se a
I'raca da Independencia loja n. .1.
I'ECHINCIIA l'ARA ALIMENTAR ESCRAVA-
TLRA.
Na ... I ii.il i.l.i.l.', em que lodos os lleneros do pri-
meira necessidade eslao por probos espantosos, qual-
qucr que se proporciono a preco barato, deve-sc
* .ui-ii Ir i,ii iiin.i pecbinclia : por isso ossonliore. que
possucui crcjciilo numero de escravos, uAo |wr-
(Icro seu lempo cm diriuir-sc a Rua da Cruz n. I-I
arniazem, alim de exiiminarc comprar o que alii so
oflcrccc .i venda.
Vcndc-sc psde forncar e tirar pao do forno,
imito bem feitas : uo lim da rua da Concordia, uo
eslalciro de carpinteiro.
PARAgt'EM COM POLO) DINHEIRO SE QUI-
ZER ESTABEI.ECEIt.
Vende-sc a lalieina do palco ou Iravewa do Pa-
raizu com arando quintal, solflo,cacimba c sabida pe-
lo rundo, muilo propria para quem tem familia,com
poneos fundos, e bem acreditada para a terrn, faz-
se i..--......por scu dono Icr de ir tratar do sua sau-
dc: a tratar na niesuia u. 20. Nn mwiia se dir
quem vende um joro de pistolas de algibeira, pa-
tente in_lr/, um grande mappa nutico em iierfei-
lo oslado.
Veiidc-sccincocscravos, sendo dua- negra.rom
habilidades, c dous molecoles, sendo um cozinliei-
ro. c mu prclo de idade 10 auno.: ns Rua Velha
."m. /'
HARATEIROS, VINUE AS l'ECIIINCUAS,'
A I92HO i-s. corles de casimira do algodo, pa>
dioes claros c cscuros ;|a 880 rs. o covado do alpaca
com mais de vara de largura e muilo ei|for|iada,pro-
pria para hbitos de frailes c vestidos, e mantas do
miilberes ; a 280 rs. o envado de riscadinlios de) II-
nlHis.lninilos padrees; a 18900 rs. corles de cassa chi-
ta ; a jjOOO rs. pec.a. de dulas escura, e a 110 o co-
vado,-e oulras umitas fazeudas nova. |
simas: na rua do Qu'eintado hija de .
XXI.
Vcnde-eo [icio cusi urna collccc^lo completa
de (oda a legislacao hrasilira, desdo 1808 al t8J0.
pn ii'iaiiii-nii- rn.-.iili-i ii.i.I.i e nova. O propriclario
deste jornal dir quem a vende e o preco.
AOS SUS. AI.FAIATES.
Vende-so os mais ricos c modernos botoes para ca-
sacas e palitos, tanto de sclim prclo lisos, como la-
vrados, c por prcc,o mais barato do que cm outra
qualqucr parte : na rua dos Quarleis n. 21, loja de
niiudezas do Cruz & Bastos.
LANS PARA BORDAR.
Vende-se laas para bordar de todasasrores, inclu-
sivamente branca o da mcllior qualidade possivel,
por preco mals baratodoqiieem outra qualquer par-
le; na rua dos Quailcis u. 21, loja de miudezas de
Cruz & Bastos.
TALAAUCA PARA BORDAR.
Vendc-M! lalagarfa para bordar, |Kir preto inai.
barato do que em outra qualquer parte: na rua dos
niudczas de Cruz c Bastos.
as badas barulis-
! J.W Cesar n.
i.iu.ii ii-i- n. 21, loja de imud
SAPATIX1I0S DE LAN.
\ ende-se sapaliuhos de 15a para crianzas, os mais
licni fcitos possiveis, c por prec,o mais barato do quo
em oulra qualquer pirte: ua ruados Quartcis n.
21, loja de miudezas de Cruz & Bastos.
Vende-se una escrava para cozi-
nlia. moni, de iKinita figura, sem achaque
e muito diligente do servico cozinlia
soHiivelineiitc, faz )>uliiilios ^doce deul-
(jiimiis (|itali(ladcs, diri-ja-c a rua da LT-
niao, segunda casa de sotflo.
Testihos a IJeoo, rTflgw. i
Z Cmilinua-se a xcuder corles de vestidos de W
'.; riscadinbo fraucez cores linas com 12 cova- J
& dos, 19920 rs. cada corle ; ditos de ebUss
Ji{ escuras, a lG00 rs., havendo poreao |iara es- a
H colhcr ua loja do sobrado aniarcllo nosqua- m
A tro cantos da rua do Oucimadn, n. 29. ;.}
COMPRAS.
Na rua da Scnzala Velba, defronlo do Sr.
Slorlius, pintor, rninpra-se todas as ipialidndes da
ferros vclhor o metiics, assim romo ourelos de pan-
nos linos ccaseiuiras, c niulambos ile toda, aaqua-
lidade. , .,!,-. \cllios, lonas, etc.
ComprrM c tende-e encravos, e receb te de
,.i,nii,-ii.i, lano para a provincia cumu para fura:
na rua das Larsngeira. n. II, segundo audar.
LOIERIA DE NOSSA SEN HORA DO
ROSARIO.
O eaulelisla aiinuiicia ao publico que o Ihcsou-
reiro quer fazer correr as roja, no dia 29 do corren-
te infalivcl ainda com aluuin sacrificio; o por isso
roga aos amantes deste jogo, quo eoncorram a com-
prar o reslo dos bilbelcs, para nao ser forjado o tho-
soureiro a parar o andamento das roda asalni
como na rua do Qiiciinado. loja n. 61, e na pra{ada
Independeni-ia, loja do Sr. Fortunato, esl a venda
um grande lorlinicnlo do cautelas e um reslo de bi-
llielOS. iim,
Bilheles........JW"
moo-........s?;,'
Ou.r'0.........'%"
Decimos....... *"",
Souilades da miiiha torra, romance tetras e mu-
sica, arrnnjadiis Jr orna Sr. provinciana e dedica-
do suascouiproviucian.i inaraiincnse. ^endo-
se cm casa dcCardozo A) re : ua rua da C.dcia do
_ Vende-se ulna ptima escrava rom2cria po-
ras, de 3anuo.a moler, ca molcquc de 12 a 13
coin priucipio de olncio de marcinciro : na rua da
rr.iia, primeiro andar ii. i't.
Vcndc-ne una parle da una casa de sobrado,
n'iini.i das melliorcsruas desla eidade, quem qui-
/cr annuliric.
Cernelo Ingle da metuor qualidade que Icm
apparecido al boje ueste mercado e |wr mdico pro-
co: naroa da Cadeia de Becifsn 0", anaaseai de
lenrv Gibsoa.
MUTILADO


4

D AURORA
C. S1ARR C.
rcs|>cilosanicnlo nnnunriam que no cu exlensn cs-
labelociinculn pin Santo Amaro. son a iniior perfetio e promptiilo.lodt a c.....achlnismo par.....so d agricullura, navcg-
riju oinauifaclura, e quo |>ara maior rommodo de
real numerosos tregeles o o pnMico em peral, lem
aborto em un ilos grandea armaieiM doSr. Mesqui-
la na roa do llrum, aliai rio arsenal de nianiiha,
DEPOSITO lK MACHINAS
rousfraidas DO dllo CU cslahilecinicnlo.
All acharan os roinpradnres mu complete sorli-
incnlo de nioeuJas de raima, rom Indos os melho-
i menlos (ulguns delles novos concillaos; deque a
c\|KTonria de muilos anuos lem nunlradu a neces-
sidade. Marliinas de vapor de baixa c alia prcsso,
laixas de lodo lainanlio, lano batidas ionio fundidas,
carros de nio e dilos para condiuir formas de asqu-
ear, marliinas para moer mandioca, prensas para di-
to, Ionios de ferro balido para familia, arajjs de
Ierro ila mais ipprovada cnnslrurrn, fundos para
alambiques, eitVM c porlas para fornalbas, c una
iuliniriadc de obras do ferro, que seria enlMoOM
enumerar. No mesmo deposito cxislc una peana
inlelligeiilc c habilitada para recebar todas as en-
coiniiiendas, ele-., cli'., que os annuuciantcs enntan-
doidiii a lapaiidadc de suas ollirinas e macliinismo,
c pericia rio soie.nuii iae-, M rinnprumellem a fazer
\ocular, cun a maior pi esleta, perfeirao, coacta
conroriiiidadecom os modelos ou desenlies, cinslrur-
rfiea que Ibe forem forneridas*
INSTIUMKNTOS di: mi sica.
BniDn Pieger 4 Companhia, na ra
da Cruz, n. Kt, icebaram de novo um
snrtimcutn de iiislriimeiilos de msica ,
m, II.iiiliii- de bano em mi be-
romo se
mul la", rom \ chave ; pisUjeacon.SU
competente caixi
flautas dcl)ii\o; vio-
loe 'de difierentei qualidades, e com ma-
chiuiamo ; assim como 2 violOea riquis-
simos, todos guarnecidos l.i ; tamhein rccoinmciulam o sen gran-
de sorliineitto de lodo* o mais iiistru-
niciilos, lano pat'a orclieslra, COtUO lia-
ra msica militar, por menos preco do
me emoutra parle; sendo para liquidar
ronlas.
Vende-te urna typographia com
nm bota prelo,com grande ou petpiena
porcBo de typos, enfeites, e mutlo
caixetas ; etnlim ludo, a vontadi
comprador ; esta' tfio bem montada
se nde immediatamente entrar em
li.illio : na na ila l'raia n. 55.
~ DEMORNAY. 2
X|D Em raa de Itolbe A llidoiilac ra do '#
#i Trapicho n. 12 arbam-se cnnslaulenjeo- (f
**' le a renda .MACHINAS INTEIItAS E *a
mas
do
que
tra-
^ le a M'iuia .vt.xi.iii.wr, laiam.in c ,;
O) MUAS MACHINAS de varios lmanlo.. V
,#1 dota onnslrurrno. E-las MOENIIAS lem ,j*
*" a vaulagrin ile cxlrahir das caima-, por *v
,#) cima del.", POR CENTO mnisralriu 'loque &,
5 a ordinarias, com a meama forra motriz.
'*' Acbani-se lamban na luesiiia casa TAI- i*'
.dfc AS HE IERRO demoilelloauperior, e (*
2 ABADOS TODOS HE I ERRO ila aere- T
i- riilaria fabrica de IIANSOM EMAV. <&,
, ii^^v^*^ *& *\ SEMENTES DE HORTALIZAS.
Vende-se sement* de hortaheas de lu-
das osqialidiides, chegadas prximamen-
te do Porlo, por proco commodo na ra
Direila, venda n. 7(i, esquina do beCCO
dos Peccaclos Mortaes.
Veude-eeumoscellenlo oscravo, crioulo, mo-
ro, rnlui-lo. -em deleito akiini e ptimo pura arnia-
zcni de as-urar : na ra das Cinco Pona- u. 63.
O VERDADEIttO RAPE TALLO COIl-
DEIBO.
Ni riia ila Grais vend n. 59, acba-M ;> vendan
MTiLulcirn rap Paulo Cordata) viajado, do Kiodc
Janeiro.to l'iini; c^le ii|M; luina-se muiuJ aoperior
un aala viageni que faz, poia o loma muHo enulan-
lc ande LsIm>,i, crom ;i l'iilla tiesto os mnadoresda
boa i'H.i.I.i .M ii.ini o recurso no .inmiiiriiiilti.
Yeiule-sc i vtnlaileira uraxa nijlcza n. *7,
em rasa tic James Cruhlree i\ C.: na ra da ClUl
n. YA.
Ven (b boa lisura, rose, faz lahxriiillio, marra, njoloa
un.i leuo n. Ifpprimeiro andar, sfi dirj quem vende.
Vende-se urna lalierna no DBOCO l.arsu u. (i,
miiiiu alreniasada c cora pouros rumlos; alralar
na ruado Amorim D, ItO.
Na luja de i |Mtrlas de miuder/as ta rua do Ca*
bugnlem para vender carias para voltarete muitoli-
nas, caixiuhas de lentos para o mesmo a (i,000 rs.
mu cumolelosorlimeiilodc franjas, Irancinlias, lu-
cos, renda, e DH de lodai as <|ualida(tes e gOlto,
lomas le Ida, sapalinhos do mesmo para menimts,
balifl lim;indo tartaruga [iroprios para meninas de
escola, mu completo soi limeuto de pi-rfumai a, BgO>
Utas Trance/as milito linas lauto em carleira COBIO
cin r.iiMnli.i. mcias prels cliraneas de seda muilo
supcriores,lu\as depellira eseda para seuliora. pen-
ses de larlaruia para atar cbelo e alisar, casliraes
de Jaspe a 1,OO rs. o par, um excellcnlc oralorio
seiii iinaucns, liandejajt de lodos os lamanhos, c ou-
Iros intuios olijeelos, c |H>r pceo rommodo.
TI.NOAS E MODERNAS ATACAS
m PARA CASACA,Al<|*00rs
^- cada urna, de cornalina, c muilo limlos mo-
W ilelos : na rua do Queiuiado, loja tic miudc-
JK zas n. 17, de Antonio Jos de Azevedo
A POCA
Jornal de nnluslria, sciencias, iileralura c licll.i-
.0 les, vende-sc n collcccjo pe preco ilc :iaUOII: na
loja de livroa mi iti-i-ite u. 56, Indo para amada
Cruz.
Vende-se tres predios de cusa, per*
Icucntesao Sr. Jone Joaipiim Al ves Tei-
xeira, o primeiro de tres andares nobair-
i-o do Hecil'e, liiivessa da .Madre de Dos,
n. 10, o segundo as Cinco Pontas n. 52,
c o lerceiro na rua dos Pescadores n. 57:
os pretendentes diriiam-se a Oliveira Ir-
iiiiios A C, na rua (le
halar.
Vendem-sc taboai de pinito lar
(as da Suena, costado, costadinlio, as-
soalho o forro para fundos de harn-
eas : cemento as huiricas e as
remos de faia, oleo em Itotijas
do Theotro Velho.
AOS FABRICANTES DE VELAS.
Vcdc-*c r*ra de carnauba, c ra\a do llin (ran-
IcmultoSWMlor, e por commoilo preco : no ar-
mazeui de II. II. Aiulrade A. C, rua da Cruz, con-
fronte o i h.if.in/ n. 19.
Vende-se um carro de 4 rodas, palele inalcz
por prei;o commodo, um terreno ron^ 100 palmos
di! 11 i'iiii' para a estrada da Capuima rom vario3 |>e
de laranaeiras. e um grande p de jaqueira, coloca-
iln no iiiein, os prelendcnles, dirijan)i' no aterro da
Boa-Vista n. 17, a Iralar rom Kredcrirn Chaves.
Na taberna do alcrro ila Boa-Vista n. Hl), vende-
sc o scRuinles ueueros pelo barato pre^o: matitei-
ga inglesa, a 70rs. ; dita fraureza, a 3fio o a WKI
ra. ; banua de porro a -VJII rs.; nn/e- de Lisboa, a 120
rs.; cb hyiKon muilo gnparior, a 20910 rs.; dilo mais
baiiu. a 18100 is.; ihli. piolo, a I-non is. : louri-
nlio ilo Lisboa, .ilIKIis.; dito de Sanios, a 120 e
Hii-,; r.oinli.iilii Maraiibiio, a (98 i-.; rlll de ara
rula, a 100 rs.; assurar lelinailu lino, a 100 rs. ; in. a HO rs, ; a/cite doce, a tilo i -. de Lisboa; ililo
engarrafado fr.nircz, a SOOrs. ; vinlio do Porto en-
uarrnradn, a 1H0 rs. a garran ; dito iniisiali I, a (lio
rs.; bolacliinha iogleza, aaOOrs.: assiin como mili-
to mais ueueros por barato proco.
AC.KNCIA
Da Fundicao1 Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste cslahelee'unenlo eoitlina n ha-
ver mu completo sorlimento de mm'ii-
das e inetaf inoendaspara enfjenlio, ma-
chinas de vapor, e tnixns de Ierro hatillo
e coado, de todos os lamaulios, para
dito.
Vende-se um oscravo pera, de bonila fisura, e
nroprio para todo o smico: ua rua da Madre de
lieos,loja n. :il. _____
WEa^infln
I IVAS I)E PF.I.ICA l'AKASE
NIIOIIA, A l000rs. o par.
Talvez os freauezes se admircm em razilo
de seren muilo baratas, |Kirm o aimun-
ciantc se re-ponsaliilisa pela Iwa nualidade,
assim romo dilasde seda braura.rordo can-
na e do lirio, etc. etc., a IfHOO.dilasde seda
de cores c prela, a 800 e 18000 rs., ditas de
laia igoaesas de lorcal, a 6I0: na rua do
Queimado, loja de iniudezas n. 17, de An-
tonio Jos de Azevedo.
Soma da Tlrioa dc^odo os Sanio! na Baha.
Vende-se, em casi de N. 0. Nabar i\ C, na rua
da Cruz n. 1, slgodM trancado d'aipiella fabrica,
muilo proprio para sacros de assurar c roupa de es-
cravos, por preco commoiln.
Agencia do Edwin M,iw.
Na rua de Apollo n. (i, annazein de Mr. Calmnul
& Compaubia. arba-se ron-lanteinenle bous sorli-
menlos de laixas de ferro roado e balido, tanto ra-
sa como funda-, mocadas iueliras todas de ferro lia-
ra animaes, acoa, etc., ditas para armar em madei-
ra de todos os laniaiilioscniodclososmaisinodo' nos,
niaeliina borisontal para vapor rom forja de
Icavallos, ciVos, passadoiras de ferro eslnibado
para rasa de purgar, por menos preco ipiivos de co-
bre, estoves* para navios, ferro inule tanto em
barras romo em arcse follias, c ludo por barato
Prc<;o.
Vende-se vinlio da Madeira de superior qua-
lidadeeinqiiarlosc ollavoadepipa, por prero rom-
modo: no annazein de N. Ilieber & Coinpanliia
ua rua ila CrnS n. !
Moinhos de vonto
eom bombas da repaso para regar borlase balsas
le capan, na fundica de H. W. Bowman na rua
do Bramos.6,8eiO.
A 6,000 rs. peqneaot, o 5,500 rs. grandes.
Venilein-se cbapeos de -id ile seda Inglesa do
aaperior nnalidade, pelos procos cima : na rua
dnCollosio ll. 1.
Veiidein-se relogios de oiiroe nu-
la, patente ingles na rua da Sen/.ala
Nova n. \'i.
Taixas para engenhos.
Na fiuidicao* de Ierro de I). \V.
Ilowiiiaiin, na rua do Brum, pausan-
do 0 cliafariz continua liaver tim
completo sorlimento de taias de ferro
fundido e hatillo de a S palmos di
bocea, as quaes acliam-sea venda, poi
preco commodo e com proniplidao' :
embarcain-se ou earrej;ani-seein carro
seni despe/.a no comprador.
P0T.4SSA SUPERIOR
Vendeni-se por preco muilo com-
modo, no arma/.eni II. 7 de caes da
\|iidi.i n. IV, para
tinas,
aira-/.
aUandega, de Josd Jonquim Pereira de
.Mello, on no escriptorto de Novaos &
Companhiana rua do Trapiclio n. ~>'i.
Veudein-......nca-ailcMe. Calmnul & Com-
paubia. na |iiaoa ilo Carpo Santn. II. OSCHUinte:
vinhodeMarseillecm eaisas de 3 a Bdusiaa, llnhas
em novellos ecarreleis, brea em barricas .....ilO
grandes, ajo de milaOaortldo, ferro ingles.
Kni casa de J. Keller & Compan-
hia, na rua da CrtlS n. "), ha para
vender dous evcellenles pianos fortes,
de nina das melhores fabricas, <: clte-
j'ados ltimamente da Europa.
AS SENHORES DE ENCEN1I0.
O arcano da invencao' do l)r. Eduar-
do Stolle eni Berlin, empregado as co-
lonias inglesas e liollandezas, com p-an-
de vantagem para ii melhrameiilo do
aSSUCar, aclia-SC a venda, em latas de 10
libras, junto com onielhoilo de empre-
(a-lo no idioma portiimiez, em casa de
\. O. Bieber & Companliia, na rua da
Cruz, n. V.
\ ende-se cera de carnauba, pi inicira lorie, a
liMSKI rs. a arroba : na rua da Cllela do Uciifen.
19, primeiro andar.
Vende-se seinenles de todasnsuiin-
lidadetdeboi'tidices, juntamente ervillms
de ditas qualidades, feijuo Garrapato de
tres quididades, e sementes de limes as
mais modernas que ha no mercado: na
ruada C.ii\/. do Itiiil'e, arina/.em n. ti,
de Martins & IrroSo
\einle--e superior potasas bra-ileira, por prero
muilo nuil......lo : a Iralar no .iniia/ein II. 7 doraos
da alfandeaa, de Jos Joai|uim Pereira de .Mello, mi
nocscriplorin de Novaos A; Companllia, na rua do
'l'raiiirbe n. :ti.
CHANDE TABIVICA DE CHAPEOS DE SOL,
HOA DO COU.ECIO N. 4.
J. I 11. ] i: i faz seienle ao respeilavel publico de
Periiainbiiio, e em particular aos sen- fregOCZCS,
que acaba de reieber de Paria, como do Hio i|e Ja-
neiro, da fabrica de Falque limaos, um lindo o
completo sorti......do de cbapeos de sol de seda e de
paniiinb, lauto para lioinens romo para scnlioi.i-.
leudo jiara os priineiros um escollado sorliinenloile
cbapeos de sol com cabos inleiriro- OS mais lindos,
que lem i indo em caricatura- divenas, ditos do cali-
na, ele.; tirando (plantillado de sedas e paiiniuliiis
em |iera para cubrir armacoiN servidas, as ipie fnrem
de ferro, eiiveruisam-se que licain novas; baleias
largaa, eatres s de cp para eaparilllioo e vestidos
de senboras, bengalas bonitas ; cobra SS e concer-
la-scliMlaeqiialqueripialidadede cbapeos de sol:
todos os objeclos cima mencionados vendem-se em
porcaft e a relalbo por menos preco que t-m nutra
qualqiier parle.
ATTENCA0'.
Na rua dn Crespo, loja da esquina que volt a para
a Cadeia, vende-se pa.....I lino prelo, a :1?00, :18.VSI,
.VpHOcliSlSlOrs. ocinado, dito \erde muilo Ihiiii,
3|000 e KSOOO rs., azul, a -J300, IteOOO c IJISKI
rs., c milito superior, a .?.'"', lencos de seda blan-
cos dos mais linos que tem apparecido, a lO00 rs.
rada um ; b.i laubem um lindo snrliinenln de caao-
miras de crese pretas, sclim prelo, sarja bcspanlio-
la, c oulras inuilas la/.eiidas, jior prero commodo.
iNlil.i:/. I'AIUIIO-
MEM, A SO(K) US. 0 PAR.
Na rua do Queimado, loja de iniudezas n.
47, >.....lee luvas|..Hilo mulo/ para liomcm,
muilo novas, pelo diminuto preco de 18000
wr; a rilas antes que se acalicm.
DEPOZTro i>*: ca. e potassa
No armazem da rua da Cadeia do
Recife n. 12, lia milito superior cal de
l.ishn em pedia, assim como potassa
ebegnda ltimamente a procos milito
ra/.oaveis.
Vendem-sc relogios de oitro, pa-
tente inglez, os melhores pie tem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
sel Mellors & Companbia, na rua da
Cadeia do Recife, n. 56.
Vondeni-se sacras com farcllos, a 38500; no
armazem n. I do raes da alfandeaa.
__ Vcude-ae leos e loallias do lali\iinlbo; clie-
..i,l,i. agora dn Araealy.poi prefos pralos, e latas
pela |,iorii Je I8I00 cada par : na roa da Cadeia do
Itecile, n. 19. primeiro andar.
Na rua da Cadeia do Recife n. 60, armazem de
llenrv liilisou tem para vender por preco commodo,
os nicllinres relogios de ouro, c prata de patente in-
glez do vidro o Sbooetc.
Em casa de J. rtcller & C. na na
a Cruz n. 55, ha para vender, e por
preco commodo, couros nropnos para
cohitr carros, chegndos ltimamente.
SALSA DE SANDS.
Cbcaounova rniessa para a botica de Barlbolo-
meu l'ranrisco dcSouza, ua rua larga do Rosario
n. .11!. Ksle remedio nao precisa de cloajos para
ser condecido, pata que sen consumo be a prora mais
OMllOillO lio -11,1 llllllil.lllo.
Vende-se por prero commodo rbapcos de pello
de Lislioa, ditos do pallia rio Chile grande o ne-
Jucnos, finos e crossos, linlia de roriz, coulras miu-
eaasqne se aeham patentes aos compradores: no
escriplorio de Novacs & Companbia, no rua do Tra-
piche n. 31.
Veiideni-st Vinlio de eliampagne
legitimo, c de superior nualidade : em
casa de Keller & C, rua da Cruz n> 55.
Ocaso.
Veudc-sc gesso em barricas.cbesado ullimamne-
le :em casa J. Keller & Companbia, na rua da
Cruz n. 55.
A 500 RS. A VARA.
Briol trancado brinco de puro linho, muilo en-
tornado: na toja da esquina da rua do Crespo, que
volla para a Cadeia.
Vndenle vaquetas de lustre, para
eoherta de carros : na rua-da Sen/.ala
Nova n. \'2.
Vendem-sc oleo de linliaca em bo-
tijas de 0 meio a 5 galo'es cada urna :
no armazem de Manoel da Silva son-
tos, na rua do Amorim, ns. 50 e 58.
Na porta da Alandega armazem
n.20, vende-te oleo deliiiliaca,empor-
co'es a vontade docompradores; aeod<
inilao', chumbo de niiinicao" e sacias
com farello a 1,000 rs.
Vendeni-selonas, lirinzao, lirins e mcias lo-
nas da Uns-ia : no armazem de N. O. Bielier &
Companbia, na rua da Cruz n. I.
Vendein-se os vordadeirossollinsinslozes. |a-
lenle, de mola c semella: na rua daSenza la No-
BOCE HK rtACOIlV.
ChegOO rcrenleinenle do Maranhi.....na pequea
pnrc.lo deale delirado dore, o mclhor que lia, tanto
pela -ua evcellenle qualidade, como por conservar-
se por muilo lempo em perfoilo estado : yende-sc-
em rasa de Funle& Irmao. na rua da Caricia Vellia.
Vende-n saetas com mlllio: no Reclu boceo
Lamo, venda da esquina n. I.
muas c.vskmiras a 24000 rs. o
CORTE.
Vcndc-M molas CSSOmlrS, de padrees escaros e
claros, a JitHSI r. o corle I M rua Nova loja n. 16.
Vende-se lencos branros de cambraia. a !W
o 30500 re. a iluzia, c310, 3a0r.,olenco ditos
ruin bien a 3.>V00 rs. a iluzia, c 3-20 rs. o lenco ; di-
to- do casta, a SaiDO e 39500 rs. a riuzia, 380 < :i-ti
rs. o lenco ; ditos de chitas para tabaco, a 180 rs. :
ilil, i- linos que nao riiueiem dos de seda, :(5IS) rs. a
riuzia. c JWI o lenco ; dilos diMeidarieira sanea,
a i*""' rs. a riuzia, c tilo rs. o lenco : na rua Nova
CORTKS DE GAMBBEAO' A Ls20 RS.
Vwide-se corles de gambreSo. padroM escures e
iniiito eneorpailo. proprio pala a presente cslacilo, a
l*2K0 is,: ua rua Nova loja nova n. 10.
BICHAS DE IIAMBURGO.
.ama do Trapiche u. W, primeiroan-
dar, oh no lintel francisco, vende-se bi-
chas dollamhiirgn aos ceios, clie;;ailas
ltimamente.
:;;;;::. : :-:: ;s:;;e.S'' '
i vestidos de cassa a i800. ^ 41
JJ Venrie-se corles de vestido ile eassa de en- ;:;
5 res com 7 vara, pelo barato preco rie Isl"1" g
>J rs.. rada corle : na loja rio sobrario amarello ;:-;
J5 nos qiialro raido-da rua riotueiniado, n. 29. $0
V; :;: I' i! i ''."';: ': ''' >" '- ** a m *
Sabio a luz o advooado dos orphsoa OU gllil
praliea do processo orphaunlosico, ada|iladoan fni
brasileo, para o uso dos jui/e-, esenvAes eailvo-
gadoa: veiule-se por 3.;l0 rs. na livrarin n.OeH
la prai'a ria Inilependeneia.
COBERTORES DE TAPETE
Escuros para eaeravos, a ooo, isoooe loiiors.:
na loja ila esquina da na do Crespo que volla para
'COBERTORESDE TAPETE.
Na rua rio Crespo n. (i, venrie-se superiores eober-
loits de alumino escuro, proprloa para escraroa. a
!KKI. 19000 rs. cliilOeada um, lirim trancado brau-
eo de linho puro, a 00 rs. a \ara. curies de dilo es-
curo, a I.JI10 e isotsirs.. curie-da chita com halla-
dos c barra,a INSKl rs.. leudo l:l corados rada um,
chitas escuras dolalas seguras, a IflO, iko, e 200 rs.
o tovado, Milini prelo inac.io, a I^SKI e :ls-i(SI. pan-
no prelo lino, a 3 c IXKm rs. o invado, dilo azul
muilo tino.il .ihhi i-, o rovado, peca-de cambraia
de salpiros rom Tvaras, a i e i5IK), c militas mais
fazenda' por menea proco do que cm oulra parle:
na rua do Crespo, hija n. (i.
PAO' CRIOl'LO.
lio dia sciiunda-feira, "> rio rnrrenle, haver o
superior pao crioulo. o mais arredilado que ha na
orle dn Rio do Janeiro, |mrscr Irabalbado |wr inii-
chiiii-ino o evitar a-im quidqucr gota de >uor que
por ventura poass rahir na massa, romo quasi ae-
ralmenlc nconlere em nutras casis, pelo ponen eui-
dnrin que empregam no Irnbalho das masns, o que
nao siieredc nesle novo e-lahelieinientu : esle pan
he siqierior a qualqiier dos fabricados ncsla |irara ;
espera, perianto, o fabricante que as peaooai que
Icein boni gusto, na seuiinria-fcira manilein ver as
amostras, corlo de que ronllnuartto: na ruadaSen-
zala Nova II. 30.
BIL1IETES DA PROVINCIA.
Loleria do Rosario.
Na rua da Cadeia do Recite n. t. leja de eanihio
de Vicira ria Silva, est aspaste venda um eoin-
plelo sortiinenlo de caiilelas da loleria cima men-
cionada, rujas rodas andan iiiqirele ivel no dia !l
do rorrele me/. (Is piceos ase OS seguales!
(lilaios........700
Decimos........Mo
\ igeaimoi.......MO
Vcndc-sc sacias com millin : no Recife. lleno
Largo, venda da esquina n. I.
PIANOS.
' No escriplorio de Feidel Pinto & Com-
panbia, na rita da Cruz n. 63, vende-se
ipiatin pianos l'nrlcs do inellior autor de
Pars, chegados pelo ultimo navio fian-
ce/..
SUPERIORIDADE E ASSKIO,
Na podarla da rua da Senzala Nova n. :W>; nen-
ie cslabolecmienlo slo todas as massas Irabalharias
por maeblnismo, para evitar qualqiier ola do suor
que gcralmcnle se usa as mais paitaras, |irscrciii
as ditas massas Irabalhsdas braralinenle, n que nao
atontece nesle novo cslalidccimenlo, e se franqueia
ver o asscio annuociado, sendo lodos OS dias.Mas-
vi. In-ras c pelos preeos scunnles:
lli-i.....tos de aramia de OVOS IR0
lidia- da rainlia.........H00
Bolacliinha) .le aramia pura.....100
Hilas americanas.........:2"0
Biscnilinlios de erva-rioee......100
Hilos de lima..........400
Hilos de laranja.........400
tiln- de familia.........H00
llilus imperiaos.........HOtl
Hilos unanles..........100
SAPATOS DE BORRACHA.
Na rua da Cruz, roiifmnlu a l.in^ocla n. :in, ven-
de-aeSuperiores sapaloa do borracha, proprios para
o temiM) do cliuva, e por prero roiiiinmln.
VINIIO DO PORTO ML'ITO FINO.
Vende-se superior vmbo do Porto, em
hm-risde V., 5. e 8.: no armazem da rua
do Axeite de Pei\e n. I V, ou u tratar no
escriptorio de Novacs & Companbia, na
rua do Trapichen. 5-.
Vcndo-se urna lioiiila mnlatlnha de 10 annoa,
nropria pera urna easa particular, |ior ser de muilo
boa conduela: quema quizerdirija-so rua do Ara-
uan n. 27, quo se dir.
PREtiOS E FOLHAS DE.GOIME.
Na rua irofo follias de cebre em muilo bom eslatlo, proprio
para Torrar qualrpicr navio c por pre^c rizoa>pl,
avbfo'do muco uso que appresculam.
Vcndc-so una carava mo<;a |ior HMWHX) rs..
idade :iO anuos, w dir a ra/ilu ao comprador: no
aterro da lka-Visla n. 2,*cnun(lo antlar dMQ ioims
an 10 de manlula ; c de 1 .as i da larde.
CUITAS BARATAS, DE CORES SE-
GURAS.
Na rua Nova loja nova n. 16, vendo-sc rliilas ca-
ruras, o claros, do ct'ircf* seuurasa \'2D, 160, IHOeOO
r. o covado, dto-sc amoslra* com pcnlior.
CHITAS A 120 RS.
Veude-M chilas de coros soguras, a Viiwt rs. a pe-
ra, c lOrs. o rovado: na rua Nova loja nova n. 16.
ULTIMO COSTO.
Vcndc-se corles de cawws de barra, e que se po-
de corlar para fazer de Iros baados, fazenda Bova o
do iillimo goslo, |k?1o Imralissimo prero do3|B00
rs. o corle : ua rua Nova loja nova n. 16.
PARA ESCRAVOS.
Na rua Nova, loja nova n. 16, vcude-sc alcndca
de lislras cenlraiicado, padrocs esruros e muilo en-
rorpado proprio para roupa de escravos, a '00 c 210
rs. o covado.
RAPE PAULO CORDEIRO.
Na ruadaCadeiailo Her fe loja n.50, de (.unba c\
Aiuoriin, vende-sc bolcsc meiosdilosdc rap l'aulo
Cor de i ro.
BOTICA
HOMEOPATH1CA
S8 BOA u\s <;nt'ZES 'n.
^ Dirigida por umptiarmaceuiieo approta^
Esle eslabeleciineiilo poMM IqdoaOS me-
dicameulosal ai;rae\periinenlaili*s, lano
ua Europa como no Brasil, p preparado* pe-
las marliinas ila imenraft do l)r. Mure.
Carleirasde llulMtsal 160, porprenwva-
riaves, conforme a qualidade das caixas, a
quanlidadc dos remedios e suas l\n.tnii-
sanu-s.
2:t00 RS.
r.MA CARTEIRA com os i princlpae
remedios bomnpalliicose:! obras differenlr-i
in qui/orrm convencer daverdade da nova nie-
(licina ; ronlemlo alin de muilos rouselliits
clnicos, a pallioccuesia de 18 inediraincn-
loa.
Tubos aMilsosf cada um ).....1^000
Tinturasile todostismedicamenlos em fras-
cos de '., ODCI............^000
Na mesina botica enconlrar-se-ba sempre
un erando sorlimento de livros em porlu-
uiii'/1 franre/, e etnliin linio tpiaulo be ne-
cessirio para 0 oslado e praliea da boniopa-
Ibia.
A. li. REFORHAM-SE GRATUITA-
MENTE todas as rarleiras vendidas no es-
talteleriinenlo. rojos remedios, pela bumida-
de ou por qualqiier oulra causa, thereni si-
do deteriorados.
^
c sg-a ? -S|*-o w
IS.||=f3.
S\2.$3- 5 = f
Ico.?- 33g
lia-as. -&
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Ven lii.i, por pniro rommodo: nocs-
criptorio de Novacs & Coinpoiihia,
u rua do Trapiche M.
I'oliissn nnirrlrnnn
No autillo iloposiloilii Ciiiloii \ ollin ii. taf/eiislo
ama poqoeoa poroiC de potassjtamericana, clienario
iii'ontoiiioiitoi|iie"|iorsii|ierinrrivalisaconiario Hus-
sia: vende-e por |ircro ratoavel. v
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di.
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l'll.ll.AS VEETAS
Continuara a >endcr-sc em rasa de llarlliiilomou
I i.niri-i o de Soasa, rua lama do Hiisario n. :i(i

DAVID WI1.MAM BOWMAN, encenliciro ma-
cliiiiivi o fundidor de ferro, mu respeilosaineiite
annunciii aos scnliores proprielarios de ensenlios,
fa/endeiros, e porespoMave publico, que o sen esla-
belecimenlo de ferro movido por inaebiua de VipOT
na rua do Brum passando oeliafaii/, contina em
effeclivo everricio, ese arba coniplelaiiienlc inonlado
com apparelbos da priineira qualidade para a per
feila confeccadas maiores peras de macbinisnio.
Ilabilitailo para empreliemler quaesquer obrasda
sua arle, David William llownian, des'ja mais par
licnlarmenle chamar a allenea publica para as se
uuinles, por lenlellas mande sortiinenlo ja' proinp-
lo, em depnsilo na mesma fumliea, as quaes cons-
truidas em sua fabrica po cadas em pata eslraiiiieiro, tanto em preco como em
qualidade de materias primas e mafl de obra,
saber:
Machina*da vapor damelbor conslrncal.
Modulas de caima para ciieiibos de Iodos os la-
manbos, movidas a vapor por auna, ou animaes.
Moda-, de amia, moinhos de vento e sorras.
Manejos indopcudcntcspararavallos.
Roda> dentadas.
Aeuilbes bromea e ebumaceira.
Cav ilhoos e parafusos de lodos os lamanlios.
laixas, paroes, crivose bocas de fornallia.
Moinhos ih> mandioca, movidos a mao ou poraui
maes, e prensas para a dita.
Chapas de fncaft e fornos de fariuha.
(.aiww do ferro, lorneiras de ferro e de bron/e.
Koml>as para cacimba e de repuxo, moviilas a
nao, por animaes mi vento.
Iiitindastes. uiiinrhnse macacos.
Prensas bvdraulicas e de parafuso.
IV i ni i:e ns para navios, carroso obras publicas.
Columnas, v aramias, uradis e portos.
Premaa do copiar cartas e sellar.
. Cl mas, carros de ma e arados de ferro, ele, ele.
Alcni da suprrioi idade ilas suas ulnas, ja' i:eral-
menlereconb(Mda, David William Bowman garante
a mala exacta conrormidadecomofl moldea c deso-
dlos remet idos pelos seubori's queso dimiarem de
fa/er-lbe encommendas, apioveilando a OCCJUiaO pa-
ra agradecer ao> seus numerosos amiuos c freaue/es
a preferencia com que lem lldo |r ellos honrado,
e asseuura-lhcs que nao ponpara esforctisediliien-
ciaspara continuar a merecer a sua con lianza.
0 "A
confronte ao Itosatio de Santo Antonio, conlina a
vender doce do caaca de uoiaba, o molhor que ha
ncsla praca.
Vende-se presuntos Ingiera muilo novos para
hambre, latas rom bolachinbas de soda ii^Icza.quoi-
jos de pealo, conservas muilo novas, semenles do to-
das as qualidades do bortalire, obeladas ltimamen-
te: na rua da Cruz n. 16, defrontc do Sr. Dr.
Cosme.
CHA' PRETO.
Embrulhos os melbores que lem apparecido al
hoja ueste mercado; he o nico de quesedeve usar,
lodos os professoros de me virlu no .ii iii.i/rin da |Mirla lama, defronlo da esca da alfandeua, por preco commodo.
Vende-so una tieuruha de lia l."> annos, de
bonita liuura, sem defeilo nom achaque ali{iim, di-
zeiido-so ao comprador o motivo porque se vende:
na ruado Livnnucnlo, sobrado u. i, legando an-
dar.
Veudem-so lonas, muilo em coula : no arma-
zn) de l*'o\ Krotbers : na rua da Cadeia do Hecife,
n. 03.
g GANTOIS iAiun;Ti:&co.Mi>A- t
I NHIA. I
r.onliiiua-se a \cnder no deposito seral ria {#
^ rua ria CHIS u. ~r2t n exrelleule e liein run- .;.(
;..;, eeituario rap areia prela ria latinea rie lian- -;x
:/, luis l'ailhclc A Com|ianliia, da llaliia, em ;;
w Kranriesepei|uenas|K>ri;ocs, iH'lupreeocstabc- ;:-;
Oh leeirio. ^
S8 S
SACCAS l)E EflLHO.
Clii'jfou ilu Piiraliiliii nina |>oir.'ui sacra* rom millio, o vcndc-sc no trapicbc
do Cinilia, on iii Jdj.i n. 20 da roa da
Cadeia do Uccifc, esquina do hreco largo.
\enrie-sc urna cscrava de IK a 20 anuos, saben-
do oii/inliar. erojer, ilelainila tiuura,por prero nun-
iiniilo: quem pretender, dirija-sc a rua do Crespo,
loja n. I.
i Yondc-se no rua da Cadeia do Heeife, casa o.
51, primero'andnr, urna eserava, crioula.
Vcndc-se dous cavallos rie carro, sonrio um
ruso piinilio. o oulro rugo sujo: na travesa do Ve-
ras n. I'i.
\'ende-se urna loja rie calcados cum muilo pon-
eos fundos, na rua Direita n. Hj ; e na mesma luja
lainueinse Muilo mu In-reo do armae.iii rom poaeo
uso, obra de muilo nosto: a tratar na uiesnia.
No Folie du Mallos, ilofronlo dn iuinazcni rio
Sr. Joaquin Iran is. do Alera, vende-so bous la-
Ir rinlluw arcillado cm boa cambraia de IiiIhi, cbo-
lins |ior barato |irero.
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62
:
PASTILHAS DE SOULLI
Vegetaes contra as lombrigas.
ApprOvadas pela junta central do bvsicne publi-
ca c preparada-; por J. M. Soulli, pharuiaceuliro,
uioinbro IHularda academia imperial de medicina o
da sociedado de jihariuacia do lin de Janeiro. -
O nico deposito verdadeiro dessas paslilhas be
eslaMecido polo meamo autor na botica do Sr. Jos
da Korha l'aranbos, rua IlireJra n. M, em l'ernam-
buco.
Denle muito lempo a arlo mdica eslava pro-
cura de um medicamento que fo*se fcilmente ad-
ministrado as crianzas sujeilas as molestias vermi-
nosas molestiaslerriveisqm>condu7om lodosos dia:
ao (amulo um erande numero dolas.
0goalo O rlieiro dos aulbelminllcos emproi!idi>s
al boje eran) outros tantos obslaculos MU a nisIracAo ; por smi eremos ter prestado um urande
snico n bumanidado, o principalmente aos pas
do familia, aiinum-iando-llus um vormifuuo, do-
bai\o da forma do paslilhas, sem cheir e sem sabor,
quo [los-ie a aceito a mais encraica como aiilhol-
ininiii ormicido contra as lombrigas intestinas,
i Lambriffits, 'uyitras, etc., etc.)
A roniposicao das paslilhas be puramente vege-
tal. >.)i.m I" em IKi'i (Iremos a tal proparaciio, ea-
Itvemwtio corlo da sua accAo vermicida que mo
bositaiiios um instante em experimentada em nos-
sos proprios lilhoi antes de a fazer conbecer : o ef-
feilo foi espantoso, e louoqueos illustres profeso-
res do Hio de Janeiro e das mais provincias do im-
perio a ronhecerain, mo duvidaram cniprega-la em
lodaaai moleallaj verminosas.
O efTeilo deaUU (Kislilhas he lao corlo que nao po-
do haver a menor duvila sobro a sua en.racia, co-
mo constadas opinios de inultos illustres mdicos
qucabaixo traiiscrevemos. Comludo, como as cri-
nneai esto sujeilasa oulras molestias cujossvmplo-
massAo quasi os meninos das molestias verminosas,
acouselhamos, nos casos graves, de consultar um bo-
mein da arle antes ile administrar as ditas pasli-
lhas; naoque ellas possam produ/ir al^ummoef-
feito, ponpioua sua coniposic.lo nada entra do no-
civo ; mas porque |>ensamos nos que n'aquellos ca-
sos arares nao dove adminislrar-se remedio alaum
omquanloa molestia nflo be pcrfeitamcnle diaunos-
licada.
A dsedas paslilhas he a sejjuinlc :
Ihias a si'is paslilhas em joim, para as rrianoa
de 3 a 6 annoa augmentando a dote aradualmente
segundo a idade. Dedexadoze paaUlhaapara
adullos, o quinte a viulc para as peMOafl do :l( an-
uos para cima.
Kepele-sc a mesma dose Iros dias a lio, c no (piar-
lo dia pode-ec dar um puraanlc de oleo de ricino.
S. II. Pode-so augmentar a dose das paslilhas
sem recelo de produ/ir irrilarAoalauma as viasdi-
aeslivas ; ese aleunias venes nao ha lombrigas ex-
pulsas, podo-sc estar rerlo que lodo c qiialqucr
svmploma de molestia verminosa tem desapparc-
c.do. Seguom-sc os allestados de, dilVorciiles m-
dicos.
O 5! A
loiifrunie ao Rosario de Santo Antonio, contina a
vender Imluilm* para cha sempre Tresros. c de M
ou mais. qualidades, |icr si ou misturados, c anda
vende dos milito linos elioeolalcs franrc7.es.
Na loja rie li porlas cm frente da igreja do l.i-
vrainento, venrie-sc cbilas rie eores rom muito linm
panno, a 7vlnlem o corado, nscsdinho franre/., pa-
li nos estaros, a mca palaea o covado, alpaca de eo-
reslisac rie quailros, 4 t'2 vintcns n covario, leos
branros Je camliraia, lulos com barra ricrores, a meia
palaea caria um, ditos de meninos, a i >inlcns rada
um. diales de la prclos para luto, a 33000 rs. cada
um.
RUA DA CRUZ N. 1.1.
Vendse na rua da Crns no Ki-cife, armazem u.
1.1, alnirie outros ueueros, os SSgnutlesicarne
sainada cm liarris, cobre em follia para forro, remos
rie faia americanos, oleo de liubaea cm barris, Huta
verde em latas, alfOrs. a libra, dila vcrmelba, a
12(1 r-i. a libra, calm-rie liulii) de Imlas as ^rossuras,
a 2KWKS1 rs. o quintal.
AnENCAO'
No aleiro da lloa-Vista n.78, luja rie calradn ria
Ierra, de Antonio Pereira ria Costa llama, vcude-sc
sapalosde eourode lustre para scnbnra, muilo bem
l'eiio-. a l.~l_iio .i l-iiKn par, edeeordavao, a 720;
e lamliem tem para meninas rie torios os lamanlins.o
mais barato que emoutra qualqiier parte ; lamliem
lem lucios bolins rie lustre, obra prima c muito.em
i,mi.i ; rende-M trio mais barato por ser dinliciro
vista, sapalcs rio lorias as qualidades e |icnlcs tic
lartaroga,aSJOOOrs., obra mullo cm moda; ebe-
guem aules quo se acaliem.
CABRIOI.ETECAVAI.I.O.
Vcude-sc pin" i"iIi--ksi rs. mu cabriolcl colierto,
com onlioi la rie tirar e bolar, doconslruceao ingleza,
mili brando rie molas, cm muito Imn eslatlo, com
arrclose com evcellenle eavallo meo, bnin Irotarior,
que n.lo iiiioi o rie ebirole, ludo pelu prceo cima
estipulado: no alerrft da lloa-Vista, loja n. 58, se
riira onde.
*- \'ende-sc um ptimo viulaodc cxcellcntc vor,
um molinillo para violao por Caruli, t relofio pate-
le suisso rom mostrador coberlo, um nicibodo aolfe-
jo iior Rodolplio : ua ruado Aragao da Boavista n.
I, loja.
( SOUTIMENTO DE MEIAS.
Vendem-se mcias finas, para senboras, a 39200,
19800 e S3U0 m. a duiia ; e o liar o 280, 0 e .iOO
rs. ; ditas para meninas, a 298IKI. llglNKl. :Lr-li e
:i>i00 rs. a duiia, e ao ptr, a WO, 280, 320 c :mo
rs.; riitos para liomcm, a 29800, SOO, .VjUflO e
TtO'm rs. a riuzia; o o par. a 210. 400, \ III, 180 rs.;
riilas para meninas, a 20(00. 2W00, 2j801I e .igOOO
r. a iln/i.i. c o par, a 220, 210 e 2H0 rs.: na rua
Nova, loja nova n. lll.
QUEPKCIIINCIIAI
'Vende-se saceas com fariuha a oreeo de 28800 rs.
cada sacca: no armazem da rua do Kangel n. 26.
CHAPEOS DE SOL A 2,500 RS.
Vende-se clrapeos de sol de pamnlio prelo, dc k.
lea rie balcia c de cabos muito fortes a 25.500 rs.: ,
rua Nova, loja nova n. 16. .
Vende-so urna prela de na^So, cotinlira, fu
doce, eiiRonima, e ensaboa : na roa Direita, can
6.
Vendase barato 2 canom de carrejar ra, am.
Ii.i- em bom uso: na rua das Trinebeiras, junto n
offino.
Vende-se pos rie coqueiros pequeos, a 200 e
330 ra. cada pr): em Santo Amaro, junto a iirreja,
on na rua das Trinrbeh-as, jonlo ao nidio.
Vende-sc cassas de quadros e do lislras para
babailo, a 29100 rs. a peca, e 320 rs. a vara ; diln
libertas para cortinados, a 3*S00 rs, a pcva, e 100 rt.
a vara, ditas arrendadas, muilos lina propria paraca-
misa de meninos, a 720 rs. a vara, dila lisa, J180,
560, 6f 0 c 720 rs. a vara; cambraia, a 2B100 c 29800
rs. a pera, e a vara, a 320 e 360 rs. ; dila muilo li-
na com 10 varas, a 68000 e 79000 re. a pera, e 610,
720 r. a vara : na rua Nova, loja nova n. 16.
VESTIDOS DE HADADOS.
Vende-sc vestidos branros, com urna c ale qualro
ordeos rie babados, a 59500, o liaOOO r.; ditos ron
barra a 53000 rs.: na rua Nova, loja oova n. 16.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cunta & Amorim, receberam pelo ultimo navio
rie Lisboa barris com 4 ,$ de superior cal cm pedre
para o fabrico de assucar, e vendem por monos que
em oulra qualquer parte; e para fecbamento de ron-
las um restante de potassa americana: na rua da
Cadeia do Recife n. 50.
ANTItiUMADE E SUPERIORIDADE
DA
SALSAPARRILHA DE DRISTOL
sobre
A SALSA PARRILIIA DE SAMS.
Atten^ao'
A SALSA PARRILIIA DE BRISTOL daladov
dc 183:2, e lem constan (emente nianlido a sua re-
putar to sem necessidade de recorrer a poni|Msos
annuuciot*, de que as prcparac.Ocs dc mrito jMulcm
dispensar-ae. O succomo do Dr. BKISTOI. tem
provocado nflnilas invejas, e, entre oulras, as dn
Srs. A. R. D. Sands, de New-York, preparadore
e proprielarios da salsa parrillia conhecida polo no-
me dc Sands.
Esles seiihorcs solirilAram a agencia de Salsa par-
rillia de Drislol, ecomo nAo o podossem oliter, r.i-
bricaram urna imifrtfflo de Bristol.
Eis-aqu a carta que os Srs. A. R. D. Sands cs-
creveram ao Dr. Bristol no dia 20 dc abril de t s i _, -
e que se aclia em uosso poder:
Sr. Dr. C. C. BrUtT.
Bufalot iV*.
Nosso aprcciavel senhor.
Em lodo o anuo passado temos vendido qitanti-
(iVusVx considora\eis do extracto de Salsa parrillta do
Vmc, o pelo que ouvimos dizer do soas rirtiirtr*
quelles que a lem usado, julgamo* que a vendad!
dita medicina se augmentar muUximo. Se Vmr.
quizer fazer um convento eomno*co, eremos que
nos rcsullaria muila vantagem, (auto a nos con i
Vmc. Temos muito prazer que Vmc. nos respond:!
sobre este assumplo, e se Vmc. vier a esta ridaile
daqui a um mez, ou cous scmclbanto, leriamoi
iiiuitn prazer em ovorcm nossa boliea, rua do Fol-
ln, 11.79.
I ii.i ni .1- ordens dc Vmc. scus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. S.VNDS.
CONCLUSAO'.
1.c A anlinoidaric da salsa parrilha dc Bristol lie
claramente provada, pois que ella data desde Is L\
oque a rie Sanris mi apparcccu cm 1812, poca na
qual esto rirosuisla naoin^de obter a agenciado Dr.i]
Bristol.
:!. = A siqicrioririaric da salaa parrilha de Brislnl
lii'no miiIo-i.i\oI ; pois quo nao obstante a concur-
rencia ria rie Sanris, crio urna poreao de oulras pre-
parnctes, ella lem mantillo a sua reputaran cm qua-
si Inda a America.
As numerosas experiencia* feitas rom o uso da
salsa parrilba cm todas as enfcrmidailes originadas
pela impure/a dnsanauc, co bom exilo olilido Rea-
la corle pelo lllni. Sr. Dr. SiKauri, presidente da
academia imperial rie mcriirina, |ieln illuslrado Sr.
Dr. Aiitoniu Jos Pcixolo cm sua cliuiea, e era sua
afamada casa rie saudc na liamboa, pelo lllm. Sr.
Dr. Saln ihiiii rie Oliveira, medico rio exerrilo, e
por varios oulros mcriiros, permiltem boje de pro-
clamar altamente as virtudes eflca7.cs da sal-a par-
rilba dc Brislol, vende-sc a 59000 o vidro.
Visto arliar-so rie nuvu aborta a liolira rio Sr. Jo-
s Mara (ionralves Ramos, na autiiia rua dos Qoar"
leis, niudou-se nutra vea para alfi o deposito da sal-
sa parrilba dc Brislol.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
sorvaro cabello, continua a vonder se na botn]
da ruado Rangel n.8i, a 640 rs. cada vidro.
Vi'iide-se o muito superior vinlio
francer., branco e tinto, em barris, che*
{judo ltimamente; cgigoslecliam|)ii(j-
ne, tuclo pelo nrei;o o mais commodo |>os-
sivel: na rua ila Cruz n. 20.
ATACAS DE CORNALINA.
Vcnde-sc atacas rie cornalmas dc lodas as cores, as
mais ricas |iossiveis, c por preco mais barato rio que
em oulra qualquer parle : na rua dos QuarleJa "
21,tojo dc 11 mu.Ir/a. .lo Crui & Baslos.
ABOTOADURAS PARA COLLETES.
Vende-se aboloaduras de diversas qualidades para
rlleles, bem como IwlOes de cores para enfeites rie
vestidos, por preco mais barato do que em oulra
qualquer parle: na rua dos 1.I11 irtoi- n. 21, loja dc
mi Hileras dc Cruz iS Baslos.

ESCRAVOS FGIDOS.
1
HOA RECOMPENSA.
Aclia-sc fgida urna cscrava, muala, de nomeCos-
111a, rie idade |kiiico mais ou menos 10 anuos, rom os
siaiacs sesuintes :altura regular, as costas 10111
iluas costuras, sendo nina no hombro esquerdo e nu-
tra pora n meio das cosUs, no lunar da mira leal
icualmcntc urnas costuras pequeas, os pes compri-
ma c seceos, Icndn a man esquerda um tanto dor-
111011I0 |im Icr tidn um panarizo, cabello rorladn, sa-
bio dcsaiac timSo de lila bastante velho, fiiaio "<%,
seiiunda-fcira, IH do correnle: a pessoa ouc llrel
nnlieia delta, piirio dirigir-se ao alcrro da in.i-V i-la
n. 17, a cntender-sc com seu senhor Frclcriro (.lia-
ves, que ser recompensado ttcncrosaniciile.
Da ridade do Sobral, provincia doCear, fusi de
sen senhor Joaquini Lopes dos .Santos, em diasdo
aln 11 ilelHO. um sen cscravu mulato de noinc Mnr-
rolino, dc idade dc 20 anuos, pouco mais ou mello-,
com os signaos scsuinlcs: cabello crestio c lomo,
rosto redondo, olhos pequeos e caslanlios, nao li-
n 111 barba, chcio docor|>o, estatura mais para bano
rio que alto, pernal grossas, ps largos c carnudos, *
liulia urna pequea marca dc talliu sobre o beinft |y
junto .111 nariz, lem o semblante alegre, e almonas
marcas lias cosas de reinadas, irabalba alguina con-
sa de carajiina. Sabc-so que oslo oscravo veio ale a
villa rie San Joan, provincia da Parahiba, ou para
as parles de Campia Grande, d'ondej tinlia sido
escravo de una seuliora de nomo D. Joanna, seulio-
ra do engenho ticnipapo, em cojo engenho ha um
irmao dc nomo Heraldo. Consla com certeza, |r
Icr sido v islo por outros escravos que foram da mo-
ma ridade, que este cscravu lem vindo a esta praca
rom cargas dc algodSo; desconlia-so que csl do
Pao il'AIlm para una liauria com o snpposlo ao-
mc rie Manoel. Quem o pegar ou dcllo (ivcr noli-^
ria dirija-se a rua do Queimado loja dc fcrniiiens.
n. 11, rie Jos Rodrigues Fcrrcira que tem ordeni
de seu senhor para gcncrosamcnlc pagar sen Ira-
lialho.
No din primeiro do correnle nuil
dc abril, desapparuceu omol|iie, criou-
lo, de nomeEpiphanio.de 1 V pa 13 an-
uos de idade, secco do corpo, pore'm luis- ^1
tante jK'itudo ; levou calca de algotlrioj |
azul e camisa de chita ru com llores i-n-
carnadiis ; tem oflicio de sapateiro e nula
calcado, e por issotalver. se inculque fot
ix): quem o apprehender, leve-o a Sanio
Ainuro, a casa do sen senhor Jos Pereira
Vianna, ou na rua de Apollo, armazem
de assucar de Leal Res.
Desappareceu do engenlio Taquara. no '''"jBj.
I.'i dc abril rio correnle anuo, rom direccao a ca "
pilal dc Pernambiieo, nm escravo rio nome An-
tonio, dc iila,lo rie 30 annos, pouco mais 011 me-
nos, rom os signaos segiiinlcs : eslalura recu-
lar, corpo mediano, cor rula, cabellos corlados ite
pouco, o branco dos' olhos amarello, o andar ban-
aeiro, a perspectiva de espantado, reelijo com ca-
misa o reroula Je panno de algodn ria Ierra e ctia-
po dc palha velho: roga-sc astaulnridailes |Hiline*
a cepilles de campo a apprdmsislo do dllo iteran,
a eulregar-se no Recife ao coronel Francisco ""*"
Je Je AlmriJa, c no engenho a seu senhor l.uli la-
nado Je AnJrJe l.imn, quesero bem reconi|*usaj
dos, _C
p.i-T. 4. M. F. U TmU. -
MUTILADO
ila


Full Text
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