Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03158


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Full Text
PP
DIARIO
QUARTA FEIRA 27
DE ABRIL DE 1853.
N. 94
PEMAMBICO.
nucc/O va subsoiu*c>ao'.
Subsoreve-so a 468000 poranno, o 4O0O por
qiiarlel pago adiantado, e 4*300 por quartel paso
vencido, na casa do seu proprietario, M. Fi,/urinia
itr furia, napraca ila Independencia, us. 6 8, eno
Ki de J. rasa do Sr. JoaO Pereira Marlins.
Babia
Murci
r.n.iiiiii.i
Natal
Araraly
\l nniliao ir
Tara' a
K. Duprad.
Joaquiu Bernardo Meiidoiioa.
Joso Rodrigua da Coala.
Joaqun) Ignacio Pereira.
I Anliinio de I.cmos Braga,
o GuilhcrmeAuguslo de Miranda
Joaquhn Marques Kodrigua.
ti Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DE 36 DE ABBXX.
Sohrr- Londres 28 X a 28 Vi
Paria, 335
o Lisboa, 95 por eenlo.
METIS.
Ouro. Olivas hes|ianliolas......... glftOO
Mocdas de 6>W0 vellias...... IUJOOO
a de 6M0 novas...... IfiaiKKl
o do 4000......... MaUOO
Prala. Patarora brasilciros. ....... 18910
Pesos columnarios........ lyjto
mexicanos /........ I .-sim
Acces do Banco......... 10 %
Descont deLcttrat.......IDalSo
NOTICIAS ESTBjtlTOZaAS.
Portugal. M de -M.M-. Austria. . 3 de Mar
Despatilla 7 de a Suiwa . 3 de a
1 ranea . 8 de > Soccia.. . i do o
Blgica . 3 de Inglaterra 8 de
Ilalia. . 1 de a E. Unidos 23 de Fev.
Alcinanlia 4 de Mxico. . 15 de o
Prussia. . 5ili'>> California 10 de
Dinamarca 1 de a Chili . 15 do Jan.
Rusta.. . 1 de a Buenos-A'. . 3 de Abr.
Turqua . 25 de Fcv. Montevideo. 6 de <>
N/OTICIAS DO IMPERIO.
Para'. 2 de Abril. S. P. do Sol 3 de Abr
Maranhan 2 de D Minas. ... 5 de a
Loara'.. 6 de 8. Paulo b de
Paradina. 1 de lid.'Janeiro 11 de u
Alagdas YO de 0 Babia. ... 18 de
I--!-!
PARTIDAS DOS COIUIEIOS.
Olinda, todos osdias.
\'doria, as quinta feiras.
r.iniani. Bonito e Garanbuns, nos dias 1 c 15.
Villa I!.'II.i, Boa-Vista, Et e Oricury, a 13c 28.
(iuiaiina o Parabiba, segundas e sextas.
Natal, quiutas feiras.
das da semana.
25 .""cunda. S. Marco
Evauu.li-i.i.
26 Teres. 8. Podro II.I-
tiaB.
27 (.triarla. S. Terlnlia-
ni i II.
28 (Juinla. Sa. Vidal c
Agenta,
29 Sexta. S. Pedro S.
TartaJi.
30 Sabbado. S. Catha-
rin.i de Sena.
I Domingo. S. Grata.
AUDIENCIAS.
Tribunal do eammerrin.
segundase quintas.
Ilelaeao'
Ierras c sahbadot.
Patenta
terral csexlasas lOboras.
Jateo de Orphaos
se-eundase 5. as 10 boras.
I'rimeira rara do ral.
(crea* o 6. ao ineio-diaj
Set/unda rara do cicet.
qiiurtasc sab. ao meio-d.
Abril
Marco 31 Qnarto miugoaiile i7 boras, 22 mi-
nutos o 37 segundos da tarde.
8 La nova as II hora, 37 minlos e 37
segundos da iiianlula.
16 Quarlo crescenle as 2 horas, 25 mi- .
nulos c 39 segundos da larde.
2'l La chcia ao 41 minutos e 31 se-
gundea da tarde.
PKEAMAK DE BOJE'
s 7 horas o 42 minulos damannaa.
s 8 horas o 6 miuulos da Urde.
timeira
Seguuda
PARTE OFFICIAL
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel ao oauuaao dai armas na diadi ao
Roen* am 31 de abril de 1868.
OaUWM DO DA N. 215.
ti coronel commandaulc das armas interino cm
vista das rouiniuilicaeSet que boiilem receheu da
|irt-idencia dcsta provincia, da publiridailc para
icicucia da gunruioo e llovido elTciln as scguinlra
trn|ieracsdisposio:
i. yue por decreto de 5 dalo mez, houve S. M.
n Imperador por bem otoiierar o Exm. Sr. mareclial
decampo Anlouio Correa Seiira do roinniaudodas
trinas desla provincia, llameando para o substituir
no iiiC'ino compilado ao Exm. Sr. brigadeiro Feli-
cii..... .A iilouio Falclo, conforme fui declarado oni
slnctauo ininislerio da guerra de7 do crrenlo me/.
i.' (Jue por derrelo de 19 de marco ultimo foi
enidopassar para a segunda rlasac do exercilo o
Sr. alferes do estado maior da segunda elasse l.uit
lionics Foneira, por se adiar roninreliciidido as
,li.|..Kii;.ic. do molivo primeiro do S I.* do artigo 2
dilacrelo n. 201) do prinioiro de ilc/cmhro de 1811
secundo emisin do aviso do ininislerio da guerra de
22 il.......sino mez de marro.
;l.i Que por aya de 10 do supracilado meide
| marco, diminii-sc conceder dous motea de liccura
n sold 'imples para ir a corle ao Sr. lenle ti
| vciiinl i balalliao de ufantaria Luiz Antonio de
rofat lodo o gado, ms o corlo be que em quauln
".i" ebega esso lempo vamos roendo pellos, c
otaos.
A saliibridade publica Mala |irovincia Dio lem
Ido mal, mcsino de Alagoa-.Nova, c Campia, onde
como j Ihc tenho coiiununicado, apuarcccrain as
febrra, parece que nada inais ha, pois nao tenho
sabido ni.ii- noticia alguma relalivaiuunle aquellos
lugares, o quo lalve soja signal se ja de arliarcn
cm mullo nielhor estado.
Milito vetados liraram os lilieraes dcsta Ierra com
a drarripoo quellio ti/, nal uiiiilias ultimas missi-
vas de 8 e, 12 do corrente a rospcilo do rcrebiiiicnlo
quelizcran ao Ilustre/nifi-iurrAu, salvador do im-
perio, e da fcala com tanto vtame preparada, mas
queden cm nada. Para jiistilirarem-sc M/n.iiu an-
parcrcr loso o meii amigo .Irgm numero 135, que
quasi si se oceupa em narrar brillianlc rcrcprli
do salvador,
Guillo.
I. Filialmente que cm virludc do aviso que se
tae transcripto, mandn S. M. o Imperador, que o
Sr. coronel Francisco Xavier Torres continua-sc no
laminando do balallulo n. II de iufautaria, do qual
avia sido suspenso para ir a corte por convcnicii-
rid do sen ico.
(I coronel commandaulc das armas interino da-
ara que li'inlem ll/cram u apretenlaeOes no
| toarle! deslc comniaiidn o sobrcdilo Sr. coronel eo
alferes Jos Mara do Nascinieiiln, e determina
| que osle Sr. alferes, no entretanto que chocar as
iiuinicacoes ofliciacs, nrerca de sua passagem
i o secundo balalho de iufautaria, flque servin-
i.i qualidade de adido.
llio de Janeiro. Ministerio do:; necorios da
nwrra em 8 de abril de 1853.
lllm. e Exm, Sr. Determinando S. M. o Im-
pcrailor. que o coronel do II.- halalhao de iufauta-
ria Francisco \a\ier Torres eonllmie no coiimiaiiilo
sin inisnid balalho de que havia sido suspenso para
vir a corle pro conveniencia do servico, manda o
II......i augusto senhor declarar a V. Etc. que por
iraiclhaule motivo sonflo deve laucar nota alciiiua
im> a>seiilaincnlos do dito coronel, o qual lem djrei-
\o a peiTcptn de lodos os leus vencfmenlos, menos
a-iatillcacilii de.'M)? rs. do comiiiaiido,emipiauto es-
liu'i alsenle, visto que nao fui ilimillido ou lujpen-
sii pnrcasligo: o que coiiimiinico a \'. Bxc. para
;u.i inlelligeuela e ponlual etcciicao.
lieos guarde a \'. Ble. .1/. F. de Mmiza e
Vello. Sr. prcsidenlc da provlncis de IVniaiu-
Iuii'ii.ii
tiinpra-se. Palacio do goveruo de Pcrnaniliiico
de aln il de 1853. llibeiro.
Mauorl Muui: Tarara.
INTERIOR.
DE
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
PEHNAMBUCO.
Farjhiba 22 de abril de 18S3.
Porania cwualidade Itcm detcalpivel em tnn;i
m como eu. um Daera de Jaoel-
pcti rataguaraai nao me foi Mstivel pacravef-llw
pato crralo paoiidoi oque noli bastaoli pois polo
liiNieem qur lou tleccrcver .1 Vine, lenlio
Iwudailes quaiidn debo dedar-lhe notieiasmfnhas;
rara pomn reparo cm anilina Tall que fof la-
lo, que iiau me esquecurci di' Vine,
les de passar a rcl alar-I lie alcuns oulroftirl.v
l.ir-llie-lieinolirias.leumi ulica ronhecida minlia
tloijucm ha muilo Hit* nao fallo, epor MO dou-lhc
l'iimrii-n l:i-,n para mo lia\cr eiquecimonlo, e
Imoiiio piirqur orrupandu ella una poslcjffoolevade
ida -> il I t.!- ih\c Icr a preferencia como lie eall lo.
pal lo da ilttuirisiima cmara municipal desla eida-
iic; ew ."riifwra lio un |hfiico deftusada, [h-Ih que <>s liumores lliu
lem aullido a caliera jwuido-a plireuelica.u curai\en-
Jda. S |Mir Bita niodo |H>deria explicar a causa de
(cirios aclus, que seyundo informou-nieoporleiru da
r i, lia ella pralcado nedes ulllmos dias. Gomo
V '" mullo liem sabe a lei mareen a ordoni que de
un tcgulr as raiiiar.rs mumeipaesquaudo livessem
chamar veraadoraa aopptonles para a* suas e*-
Blto impedimento dos respectivos pruprielan >s
(ini como eslabelcceu que aquellcs 6 poiliam ser
amados quando o impedimento deslo, durasae
ii^ ilo i;> fiis; porm a iltuitrUHma daqui onlcii-
que iiiesmo indcpeiidenle de impedhnoulo al-
idos|iropiiolarios, pmlia asen bel pra/er etia-
aquoiii qui/cfwo, loso que ellos deixa^cni do
oniparorrr a nina s seufio, rcsolu<;ao esta,segundo
Nimia, lomada pelo prndenle tU\ mesnia cania-
iquc lemdeagoalado aos veraadnroi propriea-
por verem o |wder descriclonario do sen dlrec-
'iiclieiido a cmara de cerlm bicho* carrla*. co-
ln* Irci que iilliinanu'iilc for.im juraiuonlado-.
He verdade que os outros voreadores prejadlcados
iliam rcprcscnlar ao governo contra esta arbltra-
edade, mas oque? O presidente da Utu*trf*(ma
IAn |wdcron, falla Iflo alto, que elles preferem
ilcdeiiar ir indo as cmi-.is como \Ao, do que po-
hl-se em lula com elle, aiuda que sendo eomigo
rediaafthn o campo, e haviaraos Ir leraog
HHo para quo dosse pnnidencia-, pois BOU milito
inii.; principalmente qu.mdo me juli? com di
Ha.
I inmiiro fado que lambom revela odtoCOHcertO
ii que se ach o director da iUtuMsfima, foi o que
poumpraliroii elle com o digno jiri/ municipal
aenaddade. Tendo de reunir-seo concelho muuf-
np.ii da^reeursoM lercoira domlpgadestemexacomo
termina a le, mandn o juiz municipal comanlc-
aeneia aflUar os compeumlesedilaes, marcaodoo
Im, Imra elonr para a ranojlo do mesmo concelho
uu-de\ia Irabalhar como lio derosluine na rasa da
amara, nu* como eulrndcssc o jui/ municipal, que
aoji-Mlondio mesmo prcsidenlc da cmara funcclo-
*r no dito concelho por j ler sen ido no concelho
equalilicacao. nollie dc\ia olUoiar, esim aoin-
ctlialoque pcloseu impedimento liulia defunrcio-
.ir niM'iiiu-olho, aaslou-.seS. S. por aso, e.....den
Mein para so abrir a rasa da cmara, o que den
iiu .i ii'ki reunir-so no dia apra/ado o concelho de
"'iti-n. ConaU-raa que O Jnfl municipal dra par-
an aoverno dc*c procedimento; mas nSo soubc
na do resallado.
V iiaiiquillidade publica continua sem maior al-
i', i raca Ihuggat acossada pelaaecca quo livo-
S e ncla policia, a qaal praras a sabia admins-
ai;,io du Sr. S;i Albuquerquo, limito vigilante lem
Millo, pao- ir ismorccendo do sitas bravatas, e
eo* quetra que aaora rom o invern n.lo re no ve
"aa sua forra, multiplicando o numero de seiH so-
''. .i iii.ini'iiii de rcrlosiiiscclos que s apparecciu
i i.l.i.yin Inbenca.
Tnitos ij.in nobles ltimos dias algaauu rliuvns,
aenos \Aa liando alK'iunai esjterancas do invern ;
rcnlro consta y liavor rbu\ido salisf.iolona-
*nle,co riol'arabiba lem dcscido rom ataama
o que me tova n cr*T que a ser lilo j In de ler
fado da socca quo o a assolando. He lo-lo o
''"> da. pi->i\inriasdo norlc o Ionizo vern que
i^liiiiteiiicnlc snlTremos, e quando nlouns anuos
wsMm incllior, c quereni rendiroitando, h vem
w 'asesto que desmantedn tulo fazendo-as voltar
" principio, n;)o aconleccndo assim com as suas ir-
Mrts ,Ksi,|, ulule o clima he maia benteno.
"iilimniu i oaroslin. P a possimidade dos geoe-
alimenlicio*; ( carne n'esfl cldade lem clieffido
'"" l11''." que ruine i cbegeaT, e la rulin que s
>i i. > i j. 4 III...H .,, ,, nacojaidade inaitptn-
aiilenlar o mu fardo n. I me obrij
.".' '"'^oatfi, que pura miin uiiiilo melhnr se-
MI"l-w il^pensar osle trahalho. Hi/nn po-
anummdos que breve m-lhorarenio de norte
Ivas repelidos o prolongada
valente e denodado orador, da bibuna. ./r-
go* em scu oiilhusiasiiio di/ quo mais de com
eidudaosacoiiipanltaram a son lioroo, porm ludo
poder elle ili/er, que o desculpo, monos isso, sal-
vo te paaa ello Un lie o memio quu 10. lie cario
quem acompanhainenlo iam aluuns freiui'/cs la
lordos e barrigudos, que sai ellos valiam por ipialro,
o s'i fazendo o ArgO* osea mullipliracao 1'ormaria o
elevado calculo que fez, Nao tbe havia noticiado a
raiia da demora da ciumnisslo deatflnida para o
eorlojo do ronsi'lheiro ; mas ayora aoubo por decla-
rar o ,lrqos haver um dos cinco commissarios sido
atacado das enzeira* no dia anlecedonle, c com lan-
a forra, que audava soinpro com as releas na m.lo,
recei indo lignina c.ijihsan pola relaiiarda, Mo
podendo por nso apparerer mais rodo, por ler de
usar primeiro de alguna refrigerantes emoliente.
Acabo de aaber por va ue um anfico lberal, cu-
ja milicia me disse elle ler sido IransmUlida polo
sou cbofe, quo o celebre Sebaslii'io Lina do Araujo,
doquemi por ve/es (lie tenlio lall.ido, lom.ira pa-
ra as parios i\c Naluba uns presos do poder da es-
colta que os condiizla, sendo um driles sen flllin,
alo menos celebro quu o pal* Nn lio a prmetra
viv. que temos \is(o deslos faelos, infeli/nieiite vilo
ellos se repelindo, ese nao I i veranos mclos de os
laierceasarconi prompUdaOi recelo algnm embararo
para o fuluio, (odas as vezos que se Iner deelIor-
luar alguma priafo recemmendada de lacinotXHMM
inda/es. Edixemqueoao ha liberdade, que est
Indoejcravtsedo!I Liberdade lAohaentre nos l-
mente para as auloi idades e propriolarios ; aquellas,
"que lendode enmprir o scu dc\er puiiHuIo o
rimo, li< ini expoaloa a vingance do bacamarle, o
eslos porqUe sempreaudan sobre-altados, lemendo
ubo e as barnarldades deasea deealniadoa, tlazol-
Ios da liiiinanidade ; para ludo q mais lia liberdade,
lia liberalidado c lia licenra ; lalve/ se mo bou\e--
so (.ma liberdade nao esl\esscnios i}o modo em que
estamos.
Ili/em-inc uestemonieiilo haveremfuuidnos pre-
sos quo boje siliirarn para fazer o ser\co da facili-
lla, leudo primeii.iinonlo iSNHalnado um dos guar-
das ; mo me rele rain a historia 'minuciosamente,!
por isso nao ibo poModlsar ledas as particularida-
des do Tacto, mas ludo talo he causado pelo dolclxo,
e pouco cuidado do quom consenle andareni o>-o|-
dadosairas doi presos sem urna arma, amenlecom
um ccete por todas calas ras, indo buscar-no aena
era lugares deaerlos, como he o chafarzdo Tambb,
onde, anda lia |.....o, acontecen fUglram alguna
puso., sem servir isso do emenda.
Ahi est o resultado sempra funcslo par os pe-
Inos soldados, quo. aiiu do perdereui asna vida,
deiiam muflas vezas pesada familia na miseria, sem
recebereni ao menos um collado!!
Nada lia mais por ora digno do allencao ; sadc
e felicidades llio desojo cm sania pa/, para aocego
do scu espirilo, o salvaran de-ua alma quando des-
te sabir.
ier dessas ciades ondo (enham sido fabrieadait
ni l.)Ao, por o templo, a principal ridadeda Fran-
ca c i.ih c da Europa para o fabrico da seda, limi-
tas vezes una peca de seda cusa mais do quo em
(Paris. Nao seria, pois, para admirar quo iguacs
pbcnonicnns se \erilicasscm enlrc ih'h, o quo a car-
ne ezposta venda no mercado desla capital, om
consef|uoucia do seu maior consumo, tanibem cus-
Insse |h>iicii mais ou menos o niosrnu que lias capi-
taes do Cearn, l'arabiba ou Kio Grande ilo norte. E
em verdade be fcil do roiu-ebcr-sc, quo um mer-
cado, como o do Kccifc, o pial compra lodos os an
nos a "i mil bois para o seu consumo, o possa fa
ler oblendo vantaaeus laes que scrvludo de fazer
mee as desnetaa do transporte o habililcm a ex|Mir
carne i venda pelo mismo proco que rusia esse e-
nci'o as referidas cidades, as (piacs apenas pre-
cisan] de Iros mi qualro mil bois todos os an-
uos para as ucressidades do* seas consumidores. A
rosario, pois, mo devemlo Ira/.or como immcdiala
eonsaojuenela, abaslecimculu de carne nesta ridade
o |K>r um preco rasoavel, Dio pode ser aceita nein
decreladu.
Ha Vendo a ifleia da raaeteiO j sido como que ven-
cida na casa pela prel'eroncia dada ao nieu projoclo,
o qual foi approvado em primeira discussflo, o nieu
projeelo si pode aoflrer modineaelo en rejelelo
adoptando-so altmuia ideia nova, que de corlo nao
he a da rescisfo que Ja Tol condomnada. Anuir
idoia nova lio a da lava do irero da carne; mas os
nobresdepaladoa que a apraaenlaram mo se encar-
regaram de provar rpic easa medida eslava compre-
bciidida na espliera das allribuires desla rasa. I to-
seja va quo 0 nobre depulado que se senla defrontc
do mim o Sr. Marlins rereira) me moslrassccmque
artigo do acto adicional aaacfia compreJiendida esta
allnbuir;lo dada as asseinblas provinciacs para le-
gislar sobre osla especie. A medida da laxa vai uf-
fomlera liberdade do industria faraulida pela cons-
tilujcilo, api nados-, a medida da laxa vai oHcndcr
o dircito de proprledade garantido em loda sua ple-
niiude pelo .....w pacto fundamental. (poiadot.J
Em que artigo do acto addiclonal querom o* nouraa
depotados adiar aaia altribuir.lo? O nico arligo
que vejo onde talve/ os uobres depulados quoii,mi
ooniproliemlcr easa atlribuicao he no j ,. do arligo
10.* do arlo uddirinnal, o qual tlispoe que as assem-
blas provlnriaes podom lffislar sobre ecooomiae
polica municipal, precdanlo propostas descama-
ras; mas para quo easa medida fosse decretada cuin-
Kiia quebouvesse proposla da cmara municipal do
euifi
'HIMIIIIICII.
ii'iin
assembl<::a provincial.
Sesaao' ordinaria em 22 de abril de 1853.
Preeiiencia do Sr. Pedro Cacalcami.
. t'.uiicliisao.)
" Sr. .1. de Olireira :Sr. presidente. Tenho
me evnssrvauo sl eslo momonCo silencioso, poraue
lomando palavra, nllo deaejava oecupar nesls dl-
ni--.ni ,i [m.icao que me nao compelo. En devla
ser reo ncsla quesIflOi nina \cr. que mo perlence
rcsoliicrm i|uo so sclia um iliseussflo, equoforam
prcKiil idos novos projeelo, como omondaaaliin ile
inoiliiiai ii pensainenlo domen projeelo. Nao leu-
do porem os nobres dopulsdosi ipio apresenlacflo
essM cmcmlas, procurado impugnar a resoluc.in i|'uu
M acha Drmida por incn nonio, cu|iaari mcii-
para posiclo que Ihea porleneia, icrel autor'em
lugar do reo que devora ser, cnlrandona impugna
caoilosnoMi. projcrlos. Anlcs pota to motilar ai
vanlagensdo meu proiecloi proponho-mea consi-
derar ii- emenda!qne loram oflerceldai.
I'ml.is oaNueoMuda Sr. preaideule, conslngnam
como idea principal, a idea da reselsao do ronlralo ;
avistada maneiraelaraoesplfeila porque manifes-
li'i o meu \o!o na I." iliscussilo ilesla rcsnlociio, \.
K\c. e a casa devem coiii|irclieniler,ipie cu lulo pos-
io dciiar.de negar o meu atwnlfmenlo lodaiaa
emendas oAbreeldas.
A rescbo Sr. presMenle, poda ser chearada iic-
haiio ile iliuis punios do vista, ou ionio concosHo
relia ans canlraladores, OU como incihila de ulilidi-
depublica: coosidwadaeomoconieeasMsIeilaaoseon-
Iraiadoreviue pedem e eolieltam semelhanla favor,
da presla-so tuna iiiier|ireiac."io nialigna,Dorque .i
c,is;i mo |iode conceder um favor aos coiilr.iliniorcs
pie so achantem falla por un lerem cumprldoaa
wrfga^osseriipulada no-eonvenio*iiue ellos cele-
Krarain com o governo j ki assemuca for lio fa-
voravcl para quom devora anles su ler rigor, Ini
animal aos oulio. individuas, i|iic liveom coiilralii-
do obriRacoea para com o governo e fannda nacio-
nal, a fallareiii a f que nove ser mantilla ionio re-
h-i ni dos eonlralos pblicos. .Mas considerando a
ii'.-.iii deliaixo ile oiilro |hiiiIo de villa, isln he,
como medida de verdadeira utilidade publica
ili^n, que as emcuiliis dos nobroideputadul conlein
dis|ni.i,.,c- injuslaseonm foi ja observada pelo bou
rado memoro o Sr. Pan Unrrclo. Se medida lio
do illilidado publica, lende em a re-ri-Ao dnmajar
un monopolio prejudicial croado polo mesmo con
Iralo, iiiio dc\o eslahelecer-se poiialidade alau-
ni i contra OSconlratmlorc, q.ie |iclo scu lado lam-
liem ronliiliiiem pa um hendido publico, desis-
tiiidn do coiiiralo; oem lal hypothesa dove ser res-
cindido qMO fatlO 0 contrato e nao se dove coma
reseisAo o.labelccor penas coulra os coulratadnres.
Para que a rescisao podosse ser decretada poresla
casa, era preciso, que os inibrc de|uilados provas-
nciii, quo com a reaeislo canivam bdoso mallos
da acliialidade. Ni'is vemos que nao ohslanlc as
chovas que lem havidoco lar o conidio suspendido
as imillas que eran) impostas a qucni inalan.se failo,
a carne lio vendida poruin |irero cvorbilantc ; c a
.isseinlilca GOOI a rescisao do contrato remover lo-
dos os males da aclualidade ? crcio quo mo* As
oraos fino iloram limar Icidcli do inuin do IS'il
ainda eatAo em pe ; por tanto, por esse lado a res-
risito nao deve ser decretada. Vejo, Sr. pnsldonla,
que a pppulacan desta capital osl coniicmnaua a
comprar semprc esse ijonero do primeira neceaiida
de por um pre^o oxtraordinario, em quauto nao se-
ria para eilranhar que a carne so vendease no me) -
i)do desla capital fiouco mais ou menos iiclo mes-
mo preco porque se vendo esse gonoro as capilaos
das pniviucias visiuhas....
Or, fianrUeo Jolo: O mesmo quo na do
Goar ?!
O Sr. /. de OUctfrt: Sim, |>oucn mais ou me-
llos porquo so vendo lia capital do Ccar. Sorpre-
hi'iiilc-me, Sr. prcsidenlc, que a proposicaoquo aca-
llo do enunciar, parecesso absurda an nobre depu-
la,i|o que he dado a Icilura de livins iiislrnclivo-, c
sabeo quesepasM........itros paites. Porvontara o
iii.iinr rniisiimn de un prniliirto qii.ilijiicr nAo con-
........para mu baralexar Se qnitesseeluirfactospor
mim observados, poderla di/er, por escmplo, une
olijeclos faliricadn- OBI Un iniudnun e M.iiiilu'-li'i.
as ilua- prlnefpaai cidades maiiufaiiui eiras da Inda-
Ierra, poden lalve ser ohtidospor um menor proco
proposla iiaohouvc; parajjueasta med
da podesso ser decretada, foca nocestarlo que as c-
maras municipnes nao livessom, como j ohservei
hontoiii, |irohihicAo cvpressa na lei de sua institu-
cao para lavar os prefns dos gneros.
Ku seria o primeiro a volar por essa medida, 18-
nao viste que ella he Inadnussivel, que a casa nao
deve volar nina lei ullrapas-sanilo as ralas do suas
aUribuirAes lgaos.
Ilini an nobre depulado que volando-so polo la-
lamenlo do pceo, mo se faria mais duque na-
cionalisar una medida eslrangelra adoptada cm
paites inulto adianlndot c.....ivilisacan, aondo lem
produtido mandes beneflcios: ii'iiiu naiz como
a Franca, ala medida lematravessado louasai pila-
ses politicat, resistido a lodos os alalos revoluciona-
rios, e sempre respeil ida em coiiseqiicncia de sua
utilidade.
Um Sr, Drpiilailo : lie mais ionio medida fis-
cal dn que econmica.
O*-. .i.aTOHtelra: Nfo he ai como medida
ni I ; paroce-me anles que sua eoiiservaco he de-
vida mallas vanlaiM-iis iiiconleslavcis.
'Sr. /'iiiriin/ Jallo :Entilo taxar-sc-hian os
viiilms.
O Sr. .1. ttlllirrira:Aliuiiuas provincias da
Franca nao bebem vinho.'e sim a cidra, ceneja, ce.
(i pi lie o principal alimento dos rraneexes.. Me-
dula igual, por corlo, nao piale ser adoptada por
luis, a vista dasallrihuicriesdesla casa : e lenho du-
vidaa e iluvidas iniiilo serias, se ella mesmo poder
ser decretada pela asscmhla geral ; porque como
j disto, esla medida valoOender a liberdade de in-
duslria garantida pela eontliluicoo....
(I Sr. FroMcUcQ Juo: Eu cnuiralo nao olTen-
li.i !
o Sr. .1. de Olictira: E o nobre depulado he
sempre o primeiro a Iraxer para a disctalo o con-
trato ; uns nao disciuiuos o contrato, aceitamos a ti
como he que se podem desfater os elloilos deesa lei,
que foi causa do estado em que nos adiamos t
O Sr. ,l.d"Olireira:A lei he iiinoceiilissima...
O Sr. Florencio : Innocculissiina, una lei que
lem lodos estes eneilus, quo Irat ates multados ?!
lie o raullado da lei o alado em q)ie nos achainos.
Como desfazer os resullados dessa lei ; ilessa lei que
aulorisou ludo isso quo rala suivccilendo, ouquvcm
consequencia da sua m eiecuco leve lugar? (Ira,
nilo |ido a roemblca laxar f Mas poudc-o later,
quando fe/, a lei de (i de maio. Ella, he verdade,
nio disse, o governo poder lavar ; mas conceden
um arbitrio sem limite, oque lio mais fcil do quo
formular um lyttema....
(I Sr. .1. de Olireira : Isso sao condustes do
obre depulado....
O Sr. Flnrtnrio : Silo conscqucncias da lei quo
o nobre depulado voln. Fe/ a lei, auora.....qur
rcrcher as couscqiioncias ? Que mais do que itii
lem o projeelo do noble depulado'.' .Nada: :I0 ion-
ios de rs. do rrcdilo ao governo, que quando mullo
chesarao para i me/a Ora, sendo islo assiin, pare-
cc-ino que a minlia idea he mais ratoavol ; o sen-
do-o, dove ser accila [tela casa, e cu assiin oes-
pero.
II Sr. Martina t'rrrira:Sr. presideule, quero
jiislilirar a emenda que inandei mesa. En son
|Hir corlo o monos hahililado para is-o, nn esludei
dlreilo constitucional, nem economa poltica; mas
lendii assislidoas discussoes havidas soiiro tic" 00-
jcclo, nao ou vi nina ai opinilo que resulvcttc a si-
lua^ao, cm quo nos adiamos, e por isso fin niulei o
projeelo que aprsenle! romo resultado das miidias
flacas conccprics. Eu linha-ine sempre opposlo
a rescisao ; mas vendo que a opinio da maioria da
cata era esta, a companheia-a nesae poni, pondo
mo condicaii a obrlgaetodo pagamentodai mullas
em que os roiitraladores leiihain iucorrido, u lim
lo nao dar lugar para o futuro a iiilcinnisacooi,
como quasi sempre cosluma acontecer. Juslilicm-
iln assiin a niinlia I.' emenda tralarci da i,. A la-
va que ahi cilahclccn me parece que he fcil, o
conveniente ailuplai-se sem ollonder do frente a
cunsliluico, eo pouco quoilissc o nolire depulado
que so assenla dcfroulo de mim, ; o Sr. Florencio;
rae parece que he suiKicutc para Jutlillcai esta
uiiilha opinilo ; lauto inaisquaudo cnlendo que o
gado mo he um ohjeelo de Industria prop'riameiile
dito. Se se trataste por eviuiplo de pannos, o
se impoicssc sobro ellos nina tava quanln an preco
liara seren vendidos, isso loria lugar ; islo he, ha-
veria um ataque a liberdade de industria, iiiiigucn
por corlo quereria melliorar esso prodiirlo, pois
ainda que o ilieaiB mo podoria roceber maior re-
sulladu de scu Irabalho ; mas, sondo o gado una
industria nativa, quo s lieos podo melliorar ou
pciorar com as oslar/ios, enlomlo que nao se ofren-
de a coiisliliiicaoeslalidecciidii-scataxa ; tanto mais
quando a medida proposla hccn beucliciu geral;
se, porem, a rasa nao entender mim, cu nilo iu-
abtrej, aenllndo apenas que o mal continuo, por-
que milito desejava coneurrer com o meu ciinlin-
gente para que ello ilesapparecesse. So, pois, as nii-
nhas ideas nao loiein adopladas, eu me declaro cou-
lra todas as rcsisies, simples o puras, porque en-
I.....lo qucoiinnlraladores deven) ser obrigndosao
cuinpriuienlo do ronlralo, e assiin agiiardo-ino pa-
ra a lercoira ditcutsUo, alim de ver o rotullado desla
segunda votacio.
Tendo dado a hora, a ditCUtsaO tica adiada.
OSr. Preiidenll designa a urdem do dia e levan-
ta a sessilo.
rescisao fosse adoptada como idea cardial ; a rescisao
foi sempro o |Kinlo do partida dos uobres ilcpu-
tados...
O Sr. Frunciera Julio : E nAo doitava do ser
o seu...
O Sr. A. de olictira: O mon, minea ; pois eu
-na quero em ultimo caso ;j mo exptiquei por mul-
las vasas, admilto a reseisilo como iilliina noi^essida-
de, mas nAo como a primeira. Eu eutendo quo a as-
semlita dove proceder com loda a coherencia, leudo
cm visla as suas dolihoraccs lomadas em ISjl, cm
una crisc i|;ual osla, llovemos dar ao governo
lodos os poderos necarica alim de |)r termo aos
siiuTimciilos da aclualidade, acaiilclando o prove-
iiindo malos fiiiurus. E so porveiilur hoje a a-seui
hlajiilgar em sua alia sahedoria adoptar o mamo
procodinienlo com que so hoiivo naquella poca d
IS.il, assiin como no crdito conlido na dbpnstclo
idntica a osla que existo na lei do 6 do maio de
IH'i\, nciihuui abusle coiiimi-tlcu, he mais quo na-
tural semlo corlo, quo nao so hilo de dar lodos asa
graves inconvenientes apuntados polo nohro depn
lado, que acaha de fallar; houve um creditode
u.iii i- poslo a ilisposicilo do governo, o lodavia mo
so derain clses abuses referidos pelo nobre depu-
lado...
I ni Sr. DlfUtadO : (Is ah.u.os de quo elle fal-
ln, siio de mu niilru iirilem...
OSr, A.de olireira : i) ntnpregodeata quan-
lia nao foi feilo pola administracao ; mas hnje que
as eiiriinistani'ins silo mais graves, quo alolll do
evislirein todas as mesillas causas de IS.")I, nppare-
coin mais aquellas que os nobres depiilados ilizcni
ser originarias do conlralo, parece-me quo couvinha
etla iiiilnlisacn...
O Si: Fruwhcu Ju'iu : lie por isso iiiesmn quo
a abuso do dlohairo he mais fcil.
O Si: .1. de Olireira :>Ao sci, |Miis, |iorquc
M nobres dopulados enlendeni quo o governo lulo
deve ler esto crdito asna dispo-iran...
O Si: Firniinu de Mclh : ll ahi nina idea de
socialismo...
" Sr, I. de Olireira : Bu nao sci amule o no-
lire dopiiladi/cncherga senidlianlo idea...
O Sr, Fimiiin de Mella : Basta saber a
cipios de eciinouiia polilica, para a coiihcccr..
O Sr. I. de Olictira : Mas cu ignoro
sejain esses principios da scicncia oconoinica ;
jaria que o nobre dopulad.....n- indicasto ; loinarei
ao nobre depulado por meu pr.ifi'-sor, pois tributo
rcspoilo s -uas eminentes linliililaces. ( Miada*.}
Ja Vi, (Kiis, V. Ese, que a assenihla adoplanilu u
meu arligo nAo fa/ seiiu dar um vol do cohe-
rencia...
" Si: /Vuwr/.-ci ./,io: L'in vol de coheren-
. pi-iti-
quara
ilcsc-
ma
, ---..|... ...... i,,. i,... ... < .,,... .... mi i,, tc.lt,, l"iui,i' ,,,,.m n^. ........... |...i .,,,, i,n.-,ini ,., i-,
uueuavenilecliuva notcrtAocom facilidadc te i mis lujas da cldade de Londres, do que as de qual
luaculal qual ella lie, nilo quero entrar naqueaUo
do ronlralo : j disse o repito, o ronlralo foi nina
medida licniliraipic servio a remover lodos os in-
convenientes daquella poca...
Um Si: Depulado :Buida naquella poca pde-
nlos lavar e linje nao J
) Sr, I. de Olireira : II nobre depulado helo
v. que pelo conlralo he llvre a lodo o cidadioo ma-
lar e vender carne pelo preco que llio conviei, ape-
le cslalielcceii un imposto em lieueliciodaqiiel-
let que se obrigaram a vender por um proco ralipu-
ladn. Koalas circuimlanciat, Sr. presidente,eu en-
linilo que o passo mais prudculc que a assenihla
prtile dar he aduptar o meu projeelo : a assenihla
deve descansar no/.lo do novo presidente da pro-
vincia. Ku i ilarci um excuiplo que acaha tic dar-
-o as Alagoas unas Alagos exislia um ronlralo ro-
mo odcsla provincia, oscoiilraladorcsaprescutaram
dilliciildades na evecuco do contrato, mas o presi-
dente empregnu ineiliias tiles, que iiiiiiiediatamenlo
o ulereado foi abastecido de carne; iiiandou empre-
gar contra os cootraladorea iodo o systoma de pena-
lidadoalahelecida no conlralo e franquear usacou-
nos para vender a carne queiu quitase, c o genero
abundar.
lia u ni aparte.
o Si: .1. de Olireira Eu lenho dita que ad-
miti a rescisao, mas em ultimo caso...
i) Sr. Francisco JihVi : Osen projeelo, he a
iin.igom da contradieelo...
" Sr. I. de Olireira : Nao sci eu que ; o quo
me parece que existir he incoherencia da parlo da
casa, so nao dr an governo osses lucios iiiiianilni
para acahar com os niales da siluaco, lucios flan-
cos i' sem liiiiilacan ; milito mais quando eu mulle
cunti em que o presidente proceder neslo negocio
com toda a circuinspcccAo o acorto. E depois uo-
lem os nobres dopulados, que m o governo enten-
der que a rescisao nilo pide ler lugar, elle lem motas
dea nilo verificar, nilo sanecionando a lei, o entilo
o conlralo continuar ; he preciso que a asscinlila
atienda bem para essa ultima considerarn, nrorc-
deudii cm nina causa que he por assiin di/er da lui-
inaiiiilade, com rellexo, coiA coherencia o accrlo.
Sr. prraidcnlc, eu nilo conlinuarei, porque uo
leudo o nieu projeelo sido romlialido, eu nao tenho
mais que di/or, agiiardo-mo para aluda voltar
materia ; se livor doronlcslar qualqucr impiigiia-
co, que im feila ao nieu projerto.
o Si: Florencio :Sr. presidente, o nohro ora-
dor que acahoii ha pouco de fallar, priuripiou o seu
discurso, n.lo por denender o scu projeelo, mas |ior
atacar aquellos que cxisliain solirc a mesa, ditondo
quo nos osaulores dos projeclos nn tullamos ata-
cado osen, o quo por isso alava quasi dispensado
de odellender.islo he, que nao era reo; c enlo, ma-
nifeslamlo a sua opinio, passava de reo a ser autor;
o por isso loinava a posicao olTcnsiva.
alas, vamosavor se o nobro depulado foi folit
na sua arguuionlaco. islo he, se essa argumcnla-
cao devo merecer peso. O nohro doputado disse quo
a rescisao nao devo sor por mancira ncnhunia decre-
tada ; c disse lamben), que a astcmbla nAo linha
direito de laxar o proco da carne. Ora, vamos a
ver islo. O nolire dopula.lo disse quo, a reseisilo
nao devo ser decretada ; mas no seu projeelo admil-
to essa rarisao: logo o nohrc depulado ala om con-
IimiIh; in com o seu proprio projeelo ; nullificou
com a -ni arguniontacio o que escreveu no arligo
primeiro do scu projeelo. Ista he claro ; nao quer
a rescisao, mas aulorisa o governo a |K)der fa/-la.
Islo he contradieco manifalas
Diste aiuda o nohro depulado, quo a assenihla
nao pude lavar; mas cu quando r.illci ltalo, logo
dnse que ueste poni, eu nao fatia ettencialidade,
que mesm i nin suppunha que isso fosse medida
para muilo lempo ; mas que a jnlgava necestaria
Seitao' em 23 de abril de 1853.
Pmidrnria do Si: Pedro Ciualranli.
Ai unto horas da manilla, feila a.chamada, veri
lica-sc eslarem prsenla t> soiihores ilepulailos
rallando os lenliores liaeiel Monlairo, Aguiar, A
quino, Varejn, .Marlins Pereira, Manuel Cav ilcan
11, Brito, Alvos da Silva, Olivelra Maciei, Ignaeii
Joaquim, Barros palean ,. Cosa (ionios.
(' Sr. Presidente abre a leatto.
Achando-se na aule-sala o Exni. Sr. presideule
Horneado para osla provincia, llr. Jos lenlo da
liulia e Plguciredo, fui inlroduzido pelos Sis. Ba-
ro de Capibaribo, I'orlella c Francisco Joilo ; c
prestando o dovido Juramento, reliroii-sc rom as
formalidades do eslylo.
I.idaa acia da sessilo anterior, he approvada.
0 sr. i,- Secretario menciona oaeguinte
EXPEDIENTE.
1 m oiiiriu do secretario da provincia, Iransmil-
innlo iti eveinpiaies impreasot do balanco da recei-
la e despe/a provincial, verificado em o piiineiro
semestre do ejercicio de Wri 1833. Manda-
ram-se distribuir.
I ni rcqiicriiucnlo de Jos Cordeiro l.cal Bilinga,
pediiido que se designe quilla para o pagifinento do
dolo daevpoila Josepha de Sania llosa, ci.....|iiem
o pclicinnariorasou-sc. A' coimnissAo de fa/euda
o orcaiiienlo.
OltDEM DO DIA'.
I'ailram em-|irimcira discussAo, e sao approvados
os projeclos de numorosSI, '2.1 o disto auno, sen-
do requerimento do Sr. Francisco Joo dispensa-
do o intersticio do do numera -'.
Coiiliniiaciloila segunda iliscussao do projeelo nu-
mero 21 sohrc as carnes verdes, com as emendas a
ello ollerecidas.
F.nccrrada a discussAo sao as emendas rejeiladas,
sendo approvada a primeira parlo do arligo piimei-
ro dn projeelo, orejeilaila a segunda.
Entra em discutan o arligo segundo.
O Si: Baplieta : Entre lula, as medidas, lem-
hradas petos lioiiradns ineinhros com vistas de reme-
diare*)) a caresta das carnes, a mais entalladora, e
nilo sei se diga memo porigosa, he essa, que pee
ihsposico do presidente a quaulia de SkOOtlfOOO
rs.; nada parece lo fcil, losimples, lo innocen-
te como, com :MI:Ullll3tKI0 rs., conseguir-sc carne
barata; e, entretanto, nada he tilo temerario, lo
imprudente, como raso precedente,
Ouaudosoquli fater este conlralo, contra o qual
rhovem hiqe deluda a parle vivas rcrriininaeiie..
ala assenihla derrelou a quaulia de inai.i i- i n
rs. para o administrador da provincia, rom calculo
e experiencia, remover lodos os emliar.icos, o dellar
livre a eslrada, por onde nos nevera >n a abun-
dancia de carnos com proco coninioilo. I Iludidas laes
espeiialivas, c no pioposilodo so persistir na mes-
na niodida com o auxilio do novos ousaios e (cnla-
livas, prelciido-se hojo consignar o fundo do ris
IIIWKKWKK), o...
f'i Sr, Depulado : He o mesmo que dar ra-
zan sea eiiutratadorcs.
OSr, tlaptila : E, as inccrlc/as sobro o fu-
turo, iremos assini ahriudu os cofres da provincia
para exames ecvperiencias sem fructo ; entretanto
que, por oulro lado, as prclcncos populares se v.lo
forlilicaudo com faelos, as exigencias vilo-se (ornan-
do mais Torta, o a errada opinilo dos poderes ao-
ciaes intcrvirein na direceo das industrial para da-
reni vivera baratos, vai, com os resultados do pre-
sente, lisongcaiulo o jhivo, c complicando cada vet
mais a nossa siluai;Ao...
O Sr. Paet Brrelo : Em loda a parlo so fat
isto.
O Si: Baptista : Nao, cm nonhuma parte se
fat isto. Como soccorros pblicos em algumas par-
la se lem feilo, c he ohrigac,o rigorosa de lodos os
novemosaoudirein as necessidadra do povo contra
os horrores da fomo e da pesie, o nem he licito ima-
ginar poderes na Ierra indilTercnta ao doloroso es-
pectculo do um povo, que he v iclinia dos fiagcllos
da fume. Mas, no caso de que (raanlos, fclitmenlo
nao atamos cm uresenca dala mala : uAo he, co-
mo wcoorrra pblicos, como actos de hcucllcencia,
que se quer gastar 3(>:()OU$000 rs.; mas para se di-
minuir o proco da caruo em proveilo do |Hihro e do
rico o de ldas as claasa cm geral, o quo he, de
corlo, om ilavio da ratAo, uma aberracAo da sci-
cncia, e um acto de iniproviso.
Scnhore-, eu voto contra alo arligo, e termino o
POUCO i|UO ili-e, ileelaianiln l'r.iue,enle que vale
multo mu i alia inlelligencia, vale milito um cora-
eanpliilanlinpieo ; mas, nestasmateria-, oque vale
mais, dn que ludo iso, he a prudencia a eiperi-
ni.i- que
para remediaros male- que a le) primitiva oecasfo- [ enca
iiou. Bita medida cu a adopto toreado, ettt vi-la O Sr. A.de Olictira: Sr. presidenta, eu nao
la liliuvOSo. lenho cmponhoalguui cm que osle arl.2- seja adop-
Mai, di o nohro depulado, queastaeuililea nAo lado, lodo o meu Jim, apresenlando a coiuideracoo
OSr. .i. de Olivelra : Sim, ha coherencia cm
proceder da inania mancira que proceden cm ou-
lro- lempo, dadas as mesillas cireiiinslancias. (luco
aqui um aparte, fallando doeoulruto. (Ira, pergun-
larei ou an nolire depulado, que o deu ( o Sr. Fran-
cisco Joo ) o contrato foi por ventura medida enun-
ciada na loi do Ii do maio de 1851 'f foi por ventura
o contrato decretado por rala casa '.' Nn : fui um le-
lo puramente do poder adminislraliv.....
OSr. Francisco Joo i Foi i-ni acto, a quo o
maso voto deuoccatiao. Aqui osla um aparto bem
moderado...
o Si: i. iie Olictira : (> que sei he, quo se es-
se conlralo exceden as vistas da attemblea, cumpria
o annii pastado revoga-lo, e di/er ao nresidenlo qne
linha ahusado da alrihuire que llie foi conferida, o
admira que o nohrc depulado o nao li/essc ; se fui
abuso, devia lo-lo feilo...
o Sr. Francisco Jora,; Obrigado pela insinua-
rlo, Bu Ihc darei respoata...
" Sr. I. de Olictira : Se o conlralo foi. nina
vinlacoda lei de IK.il, cumpria ao nohrc depulado
propor a sua revogaco, o di/er ao presidenta :
\ n- eveeile-le- vn.sas allriliuices. mal inlerprolas-
les as ideas desla casa ; maso nobre depulado mo
o fe/, pelo contrario, esse contrato teve o assenti-
mentolacito desta can...
O Si: Frunciscu Juno : Para que invorlc fue-
los, lo innocentes i...
O Sr.l. de Olireira: l'orlanlo.Sr. presidente
eu j disto, nao lenho grande eniponho em que esla
disposico seja adoptada, volarei por ella, porque,
aiuda digo, julgo necessario armar o governo de lo-
do- n- pinleres, alim de pi'ir termo aos males da si-
luaco, e nicsino porque csloii convencido do quo o
governoactual nao commeller ahusoalgum, fa/on-
do mo cinprcgo do crdito mencionado no ari. I-
desla reeolueao*
" AV. Florearlo : Eu julgo que, se osla asscm-
hla volar alguin crdito para quo o governo .uso
folio para prever aos males da aclualidailo a rospei-
to das carnes, os eontratadores dirn quo, lauto cram
exactas as suas qucixas, tanto era evada atecen,
tanto cram oxaclas asas nutras cousas, que o proprio
governo, ape/ar dos imuieusus recursos que lem, nilo
piulo indhorar a siluaco, sem soc com o crdito
que llie marrulla assenihla ;quc a assenihla t.uilo
rocmiheceiijustica em suas reclainaees, que hahi-
lilou o governo com ossrameios...
(' Sr. FrancilCO Juu : Isso nunca ha de ser
ra/.lo para senlenca.
o Sr. Florencio : F3u nn enlendo de jtiris-
prudoncia, mas declaro solemnemente quo, se cu
fossojiii/, havia easaeircmtfancia do iupuir muilo
em meu animo, na apreciacilo das provas...
" Sr. Francisco Juiiu : Seguc-sc quo era mo
Juta,
OSr. Florencio INAo duvido; mas he esta
ninlia opinio. Depois, nolcmos nobres dopulados,
pie eu observo na nossa prnpiia legislaran quo j
nedldasdesta natnresalen imolomadas, mas sem
;ssa clausuladlnheirotvejotatefefiai por esta casa,
cm queso dava au governo aulorisaco para curar
rales malos, mis sem consigiiaco; e udinira-ine
que o nohre depulado nao vista essa lei, que he mui-
lo moderna, pois he do i de maio do IKii...
" Sr. Purlclla:Eslii revogada polo poder
goral.
OSr. Florencio: Esta revogada polo Kio do
Janeiro? Nao duvido, porque dalli so ton) rovo-
gado colisas muilo boas...
Um Si: Depulado : Essa lei lulo foi posta cm
evecuco,
O Si: Florencio : Nao levo exccucAo Pois
cnlo, eu rcliroj o projeelo, reliro ludo; porque
fa/er-se Icis, o nao se oveeulareni uAo sei o que me
parece. Retiro ludo, nilo me imperta mais o projee-
lo, nao quero fater mais nada.
OSr. Firmiiio de Mello:Sonhorra, eu nAo pre-
tenda lomar boje parle ncsla iliscussao, neui acres-
ccnlar sohrc esla materia cousidoracra algunas, i
lm daquclliis cinc livo a honra de aprcsoular ca-
sa na sesso da nonio, conlcnlando-mc agora em
votar tmenle segundo asmiiihas ideas e conscieilcia
Entretanto me vejo a islo forcado pelo nobre ora-
dor que acahou do -entai-se, en) \n hule d'algUIIS
uparla, quo livo a honra de cill'erecer considera-
rnos cniitlidas por elle cm scu discurso, por enlon-
ile que coiiliniaiu ideas, quo nilo deveriam passar
dcsapercehidas, e principalmente pela iiupicsso que
me causn a raiiosla que o maula nobre depu-
lado so dignon ciar aos ditos mcus apartes.
NatascircumsUiociai a cmara consentir que me
explique a ale rapen conforme pcrinillir a dohi-
lidadedc niiuhas acanhadas tarcas; devendo anta
do ludo nolar ao mamo nolire depulado, que he com
grande injustica que me allrihue sciilimcnla, que
nAo lenho, qual a protumpcao de aclareco-lo neslas
malorias, quando me considero inferior a ollas, que
apetar dos meus hons desejos, nao mo aniuiei a nll'e-
rei-er ii consideraco da casa medida alguma, coi
Icnlando-mo a volar polas apraontadas pelo nolire
depulailu, o outros conformo fosse da niiiiha cons-
ciencia. Ao uohre depulado, porm, quceslava com
a palavra para defender as idea- cnnlidas no seu
projeelo, cumpria que, usando delta, uns esclareess-
se eiuii a-suas lu/e. eennliei iiiiliiIii-, fa/eudo da-
vanceei quacsquec iluvidas, que por venlura as-.il
i ifin o homo espirito no correr da ditcU
as-im, sonhoretr, que me lambrando dos >unlm-, e
prelenees dos socialistas modernos, rom que ludo
prclendom reorganisar pela iuierveiic.'in ,li> governo
na inardia docoumercio e da industria, por memile
regulai.....il-, c de una direela nspeecAu ,. viln-
nle usada mormeiile |'I" svsleina prohi
dc~icial, o ai-lauii.ie.ui de lodasas foutes da pro-
dcelo o da riqueza, e sendo islo a mama cousa quo
o nobro depulado qnerrom o scu projeelo, animei-
me a dizor-lhcem aparte, que era ale o svstcma
perigoso dm socialistas, o que sendo tima qualo
acadoiiiicaescieulilica, digna de grandes desenvol-
vimenlos, longo alou do fa/e-lo aqui em loda sua
oilonsao pelas ratees dilas, remoliendo ueste ra-
so ao nohro depulado, quo neslas maioria- ,Irada
ser esclarecido por auloridada, que podem ser con-
sultadas com mulla vanlageni a alo retpcilu, como
luirexeinpln: pa as uhrat dos Srs. Seialoja, Mn-
kalokc, llonuyer, t .hev aliei, e outros dignos deslas.
honras.
Finalmente Julgo devor locar igualmenlc por esla
orcasulo no argumoilo Iratido umitas vetes a casa
polo mamo nolire depulado, quando lem do Iralar
loila qucslo, fallo da quesilludo conflaiu-a un ac-
lual iircsidenlc da provincia. Seiihorot, declaro
<|ue doposilo inlcira ronllanca nu digno c actual ad-
iniiiislrailcir da provincia, c dale sentir alou itor-
suadiiloquooholoda etla attemblea, por ooiite-
quencia o nohio depulado quer fater questjo da-
ipiillo quo itao lio ohjeelo dola; a quesillo pois he
loda ile utilidade publica, a qual devo ser resolvida
nao por laes principios, mas polos da scieucia da
un -na illilidado pul.Mea e das lab, que iiosresem-
seudn que losolve-la por falsos principios seria crear
emba aeus para a mesliia adiiiinistrae.lo, a quein de-
Bjooa mellioros auspicios; o assiin teuliu coo-
luiilo.
OSr. A. de Olireira :Sr. presidente, u croio
que nos au alamos aqui cm una aula de econo-
ma poltica, |iara tractor poulOi de scieucia ; o om
tal caso cu declaro que me absterja de lomar a pa-
ira, porque pata rallar era scinelhanlo maleiii
lie as militas pessuas proslitos na easa, o mais
buhadas do que ou, existo al um digno c Ilus-
trado profasnr do curso jurdico de Olinda. Foi o*
nobre depulado, cono V. Exc. vio, que lacbou a
ilisposicilo do nieu projeelo, de idea socialista. Em
verdades fcrlilidmlcda imaginarn do nobro de-
putado, ou o desojo do dar nina prova dos seus vat-
lissunosconhccimentosscicnlificos, podia o ler levado
a a-severar quo a ditpoticao do arligo quo se acha
em discussAo lem contacto como o socialismo Mas
eu observare! ao nobro depulado que ala medida
que so acha consignada no arligo do meu projeelo,
lem sido adoptada polos humens mais eminentes da
Europa, c que mais horror lem ao socialismo; obser-
vara ao nobre depulado quo medidas dala ontaiu
romo loccorrea pblicos, loram adoptadas |ielos Srs.
nuera o (,ui-ol, os quaa por corlo nao sao amigos
do soriali.inn.
O Sr. Firminn de Mello :He o nico raso,
quando a vida da sociedade corro perigo....
O Si: .1. de Olireira : Essa homens, quando
osiivcr.un a lala daadmioblraeao dos negocios p-
blicos do seu pata, pediram por' niuilas veta as c-
mara, legislativas aiilonsacAo desla especio c une llie
foran conceilidiis, para remover as causas que pro-
duiiraw fados iguaes aquellos porquo, estamos pas-
podo laxar; porm, diga-iuc o nobre depulado,' projeelo que Nacha cm diicuttau, foi evitar qne a' WII8) para produiir o entorpecflnenw da divida
^p-ppJ MUTILADO l
salido
O Si: Baplista:O nohre depulado far-me-hia
mu favnr muilo grande, se aprcsoular cm concreto
un fado....
OSr. A.de Olireira :Senliores, a fonicnao Im
mu tlgclln que so persegue aos hrasileiros, essa ca-
lauidade he |tr assiin di/or rosmopolila. Em
11.....a o Inglaterra por cxemplo, a acaro/ dos
i creaos o dos legumea ha dado lugar a adnpcAo do
varias medidas Icgislalivas e administrativas,* como
tcjmn aii iliciio de direilos nos lucios alrangci-
ros, rrodilos poslos ii dispusicu do governo clc etc.
f Sr. Ilaptista ;Isso vagamente....
OSr. ./. (fe Olireira :Nilo posao por ccrlo fal-
lar vagamente do faelos oceorridos em paiies,aondo
ja passej tt anuos demiiiha vida ; fallo nao s se-
iiiidn u conheciniciilo quo so adquirc com a bulli-
r de livrns, mas segundo as inipressoa e reminis-
cencias quo devo conservar de lugar aondo ctlivc
lauto lempo, O niiliie depulado, recurrendn aus
......es dn parlamaulii frailee/, e leudo as discus-
sflet das cmaras legislativas no reinado de Lata Fi-
lippc, onroiilrar exoniplos de medidas lomadas
em lircunislaiicias idnticas, o cujas dbpoiicAei M
asMunelhain com a do arligo quo so acha em disrus-
sit. Por mais que medite, nao vejo qual pbssa sor
o i ii ni I mi n tu em que so possa hatear o nobre de-
pulado (o Sr. Firmioo) para qulillcar o arligo
om discussAo do socialisla.
Se. presdanle, en j diste o repito que mo faro
empenho, que a disposicAo dalo 2- artigo pa.tse- 'n
meu fin principal ora que a reseisilo mi fosse
adoptada como idea rpita), o entend que devia ar-
maran goveruo com lodos os reciirsns, a lim de re-
mediar ans malos da acliilidade, c que nu cato du
ser iiulispcnsavcl o emprego do crdito, ainda a-
tou iiiliiniuncnlc convencido que o governo nao
cninmoltcria abusos. Continuo pois a volar pelo
arl.2' do meu projeelo.
OSr. FraHCiscorioio :(Nao devolveu o sou dit-
curso.
o Si: Paes Brrelo : Sr. presidente, pronun-
rio-nie contra o arligo segundo do projeelo quo so
discute. Tendo sustentado quo no proprio conlralo
ovislo o remedio para o mal queaflligc a populaeo*-
do Recite, cu seria ronlradiclnrio se por ventura vo-
taste poresla subvenco de : conla do rs., qm> o
projoclo dn ao govenio, como um inoiodepdr termo
a crisc cm que nos adiamos,
Eu lenho dito e rcpilo.quc se o praidenlc da pro-
v iuria resolver-so ii einpregar os ineios de que podo
dispor para coagir a companhia das carne, *
cumprir o seu conlralo, ha de cuiiseuui-lo. O nico
empenho serio, que poderia oppor-se a eveeue.io do
conlralo, he atecen, o foi ascjuslamcnte o molivo
allegado pelos coulraladora para so cximircni ao
luiiiprinicnlo do suas obrigarAet; mas o phanlasma
da secca j dosapparcreii, ninguem |hm1c boje fallar
em secca sem contrariar a evidencia dos faelos ; e no
enlanlo os conlraladorcs continan! cm sua reluc-
tancia o de iioiihum modo se rcsolvcm a exceular o
conlralo !...
Un Si: Depulado : Pode ser o rotullado da
occa.
OSr. Pote Brrelo: Se nunca houve secca,
como recorrer .m- scus efleilos t Huei ignora, que
a falla de abaslecimentn do carne verde por parle ila
companhia provm, nAo da falla de gado, mas da
sua repugnancia cm expor ase genero ao consumo
pelo preco .i quo he obrigada'.'
Mas, Sr. prraidonlc, com quanlo vol contra o ar-
tigo segundu, devo di/er que a suhvcncAo uelle de-
tignad |>ilo sor applirada outros lins, que lulo ,
essa, que furam apoutadits erepellidns pelos hnra-
los nieinbros, que a coinhalorain. Poder-se-bia, por
cxemplo, dar a nccewidado de orgauisar de repeulo
una i'niiipiinlii.i. que so eiirarregaaso de fater aquil-
lu que a companhia aclual so lem recusado fater;
admitamos, que esla nova compaiihia para precu-
cher os lins a qne he destinada, tivesso iiccessidadc
de um eniprclimo do M) ou 10 conloa de rs., nAo po-
doria essa quaulia ler uma applicacau diO'crenlc da-
quella, que imaginaram a iiobrot depulados, isto he,
para dar carne de gra^a ao povo.
Um Sr. Depulado : EulAo vol. -
O Sr. Paes Brrelo : Mas a inhiba opioiao he,
que o governo pndecouslrnnger a conipanlna a satis-
fa/or as suas nhrigaeAes, e quo para isso hastAo os
uieiot que llio forneco o conlralo.
I'm Sr. Depulado : Mas admiti a possibilida-
loda hjpollie,! I
O Sr. I'aes Brrelo : Perdo; o qoc en digo,
he, qne a tubvencao pode ler uma apphcai;Jo diflo-
rcnlo daquella, quo fot iudicada polo nobro depu-
lado.
Mas, Sr. prcsidonlc.adiiiiriiii-ine muilo, que o nn-
I,,.- depulado, memoro da cominisso especial o Sr.
Francisco JooV, declarase, que em caso nenhiim a
i-inilila devia dar nina sulnenrAo, ou quo lulo ra-
ame-om ein uiii-taueia- evlranl diaras, quo aulorj-
/eni o- soccorros pblicos, digo, qucaduiiro-mc uu-
viudii n nolire dopulad.i prulumci u-e pm este .....-
dn, porquo foi elle quom nos ,'isteuiirnu,no sou pare-
i ci .a e\i,lcni ia do nina tecog, quo nos linha cau-
sado grande morlaudatle de gado un, serios, mas
aluda que nio pennillia a descida delira paran
mercado : so ha secca, seo gado nilo pode ser Ira/i-
do para o consumo, n.lo ovislo una verdadeira ca-
lauidude que poo cm (orluras a populacho pobre; e
aaal
^
>


Ml i -inrtw
ii.'ui lie csscura daquellos casos cm qne, segundo
iiiosmo ,i opinio ilii uobre depulado, san iudi-pciir
savoisos soccorros pblicos ? (Ionio, pois, recusa-seo
ubre depulado votar pelasiilivencu Cslaliclccida
un i'i"|i'i lo V Eiaa recusa do liouradn nicmbro tai-
me suppw que elle propriu nao acredila na oxislen-
ria da necea; mu eulio como tuscula a resclso do
contrato, que s pode fuuil.u -c na existencia dessa
ralamidadc que o sou parecer di como corla T
O Sr. Francisco.limo : Knlo osla disciiliiid
"parecer da coimui-.m '
" 8r. Pac Brrelo: Quero ninslrar a sem
razio com que o nobrt depulado acensa ao honraih
(nombro que he autor do projeclo, e coinoqual lam
bem me arcusou do parceria, porque sempre quo
se referia a elle olliava para mini, c como queme
rbaraava para a discussao...
o Sr. Francisco Joio: So lera sido rampo.no.
tidador.
O Sr. Pao nrrelo:Sr. presidenta, alo con-
cordo lamben) com as ideas do unbro depulado, quoJ
disse, que o projeclo ora socialista...
II Sr. Firmino de Mello : D um aparlc.
O Sr. Pac Brrelo : A carne poner subir
um proco exorbitante, a |>onlo de nao |>odcr che-
gar ao alcance das classes menos abastadas, oen-
lo poderlo ler lugar os soccorros pblicos garauli-
dis pela couslituioAo. Mas cu digu que uflo lia cs-
sa uecessidade : uilo bouve secea. lia inuilo gado, o
mercado nao loni sido abastecido, porquo oompa-
nbia enlende que o nBo deve aliaslcccr para poder
mi reclamar a rescisao do contrato, a qual Ibo In-
ri a dupla vanlagem de conservar os lucros queja
nhlevc durante o anuo passado, e asscnborcar-se do
mercado, para vender a carne pelo preco que llic
nprouver.
Sr. presidenle, (afondo oslas rcflcxOcs lulo quen
lisongoar as paixtVes do povn, como disse o nobre
lepiilado : saiha o nohre depulado que cu IciiIio
baslnnte independencia, para dizer somenle aiiuil-
lo que enlendn ser do vanlagem e ulilidade publica ;
que nao coslumo laucar-mc lias onda populares,
I paradiricir-me por ellas.
O Sr. Francisco Joilo : (.lucm llic riinlcsloii
isso ?
i) Sr. /'es Harrelo : Disse o nobre dcpulad",
que aquellos que se oppunbam idea da rescisao
fliiam |>ara aeonipanbar a opiniao popular: ou
nAo quero oblcr popularidadc tior esta maneira, Sr.
depulado, mas ontendn que devo declarar franea-
meiilo as inhibas opinio- ncsla casa, e nao sujcilar-
me a corlas consideraees, ncm subincllcr-me a en-
tra especio de popularidadc que possa liaver.
O Sr. Francisco Joiio : Qual be a oulra, a de
que talla a Juslica '!
O Sr. Pues Harrelo : Quaniln eu disso ao no-
bre depulado, anda ba pouen, que explioasse o sou
IK'iisainculo, o nobre depulado rospundeu-me, que
nao culrava nessa discussao, porque era peeaoal ;
lambein agora bao quero explicar qual lie a popula-
ridadc a que me reliru, porquo be que-ln cm que
IHHlem lambein apparcri-r imines do pes-oas. Con-
cilio volando contra o arl. 2., porque ciilendo que
. no contrata cxislcm os mcios neressarios para reme-
diar os males da silnacan.
O Sr. Firmino de'.Mello : Sr. presidenle, V.
E\. c a casa presenciaran) que, nJo tendo iilcnrAo
de entrar boje na discunlo dcslc artigo, que au'lo-
risa o governo da provincia, coro um credilo de 30
eolitos de rois para o abasleciineiiln das carnes ver-
dal desla cidade, fui todava para ella ha ponen ar-
rastrado i"'l" jiriMiiiiiiin orador, o autor do projec-
lo, quando se occii|iou dessa questo, beni como
agora acabo de o ser pelo ultimo que me inlcrpel-
lou para dcmonslracao ila these, que poi inim llic
filra cm aparte ollereoida, do que a sii-leiilaeAo do
artigo eni discussao, be nao s iususleiilavel pdo
lado da cconomia poltica, oomo lamban) pelai le-
gras proscriptas pela siieneia do dircilo natural;
quesillo oslado que o nobre depulado declinara por
dizer que iran proprias somenle das academias ;
correndo-me a obrigaco de dcmonsla-la, e lio isli
m que me propiuiho.
Pelo lado da crouomia |Hilile,i (enbodemonstra'
ilo, quando lenho me oceupado desle projeclo, que
sou sectario da liberdade da induslria, como facul'
dado fpio lem cada um dccniprcgar osen Irada'
Um. inlelligeneia c cabedaes na produreao, que Un
parecer mais conveniente, que esta liberdade cutre
tanto he o alvo dos ataques dos socialistas inodor-
im*s, que desojando ludo reformar, regenerar e re-
gularisar cm sinlido, que seria ten) duvida miiilo
para desojar, mas que somenle seria |Hissivcl |
urna Iraonormacan radical na Balaran homar
procuran! investir o governo do poder de regula
sar essa liberdade ; os que porm, como en. que
ncslc can sigo e abraco a escola liberal, enlende
niiH que a nica regra a que dcvcni estar siijoilos
ns individuos no que loca ao emplean de su;is fa-
cilidades, eapilaes e mcios productivos nao pode
ser entro, sean o juizu de cada um, ueste caso prc-
fcrivcl ao de una asscmbla de sabios, c |Mir ido
anriosamenlc desojo o reslabclccimenlu do lait-
otr fnire. laiiUr pas ligo estado; seni que todava possa atlrihuir ms
iiitencies nos\slcnia dos socialistas, porque inuili-
\ e/es erramos de muilo lioa f, c ncslc caso pare-
cem oslar os que somenle enxergan) deleilos, o des-
ordens no svslema, que adoplo, porque enlendcill
que luda liberdado do\c ler una regra, principio,
com que concordo, divergindo oni que, quanlo n
iidiislria, esta regra he limitada smenle pelo juizo
de i l,i -Mu.
Islo posto, passarci a encarar a queslo |>elo lado
de dircilo natural.
Scuhorcs, o legislador nAo pode de maneira algu-
iii.i prescindir das regias do dircilo natural, como
normas escripia! no nuaeao do lioinem |nda iiuloilo
Legislador dos legisladores, esses Ivpos de in>..i-,
arcos anleriorcs aluda lei ai biliaria, e s conhe-
eida o descoberla pela raifio, as quacs sao o funda-
mento do dircilouni\n..il, civil, poltico e das gen-
tes, pnrque todo cdigo de Icis nao lio oulra mu-
s mais, do que a enumerae.io dosdiroilos que o bo-
iiiciii leriu no estado nalural, o contra as ufrai
ees dos inosmos. Cnnio |his poder bem legislar
qiiem nao (iver conheeimenlo de lacs dircilos .'
Assini, pois, piopoidio-mc amostrar que o artigo
cm discussao, o que concede ao governo um crdi-
to de 30 coulos de icis, para o forneeiiuenlo de car-
nes verdes ao |iovo desla ridade, alm de parcial c
contrario a economa poliliea, segundo moslrci j.
lie colilra os prercilos do dircilo natural, lie contra
os preeeilos do dircilo natural, porque favorece o
dircilo os urrcssidadc, (esta falsa base, enij|ue as-
senl.i o pernicioso svslema dos cominunislas : que
da Cuuba, incluindo a verba para pagamento d]
que so dovo aos licrdctros do padre Anlonio I licre-
lio de (llivcira Anlunos,
Approvou anda eni Icrreirn ilisciissan a emenda
sulMllluliva ao projeclo do lixaco da forc.a policial
ofTerecidj na segunda discussao do projeclo primiti-
vo po'o Sr. Mello Hego, rom algumas nltcracAcs;
flcando empalada a volocSo de oulra emenda hon-
tom inesmo olTerecida pelo dlo Sr.
Entrando na discussao da verba adiada da lei do
orcanwnfo, relativa consignado pira o onruo de
polica, flcoii a meante adiada pela hora.
A ordem do da de bojo lio a mesma da sesso an-
lecedcnlc.
Temos i vista gazolas de Inglaterra o dus Estados-
Unidos; asprimeiras nlcancam a It de marco pr-
ximo passado, as segundas a de/.cnove do mesmo
mcz.
Nenlium faclneilraordinarioliulialido lugar ncm
na Europa iiem na America.
Km Inglaterra o parlamento conliniiava cm scus
Irabalhos, mas na sessao de lude inarco o conde do
Aberdcen declarou na rasa doslords que Icncionava
requerer a deznilo o adiamenlodo mesmo, para o
din quatro de abril, dando lugar a isso a semana
santa.
Em Londres, os consolidados ficaram, de 90 .">|8 a
9!l :l)l,c os fundos brasileos de i % por cenlu
97 7|8 o a 98.
Tuba revivido naqucllarulado c em erando co-ala
a idea de ligar a tlrain-Brclanlia c os Eatadoe-Unl-
dos por nicio de lelegraphos.
A Imli.i projeelada ilcveni oslcnder-sc da Esrossia
por via dasilhasOrkncj. Sliolland c Fcroe, a Ice-
lad, dahi aGreenlande dahi,atravei doestreltade
Uavs, ao Labrador o a Qucliec. A linba cm luda a
sua cvlcusiiu ter iJIHI milhas, c as |iarlcs subinari
libas dola, de 1.11)11 a I,BOU.
Em Franca oceupava todos o espirilos o haileque
os deputados pretenden) dar ao imperador c a m
pcralriz. Tinha.....orrdocm l'aris no mezdc ja
noiro 3,070 |>ossoas, sendo I,Vi1.) do sexo masculino
c 1,301 do sexo foniinino, o que causn algnma im
prcssoiioshabilaiilesilaqiiella cidade,por quanlo na
morlalidada desso mcz liouvera um accresciino de
11! individuos sobre a do mez aulcrl
Os incmbros do rorpo legislativo vam-so desgos-
landojado papel IrHlcqueoslao representando no
actual svslema de enverno. Mr. Mcrode resig-
nou o suu lugar no senado, e cre-sc geralmcnle
que Mr. de Monlalombcrt far brevenicnlc o
niesmu.
Continan) anda cm Miln e Manilla as oxecu-
cfle por causa do disturbio que uo dnminuo de en-
Irudo livera lugar na priineira deslas eidades.
O imperador da Austria esliija conxalcsccndo da
punhalada que receben.
A I iiiin Ainerirana lieara tranquilla. O Churs-
lltOH Mrmiry referiudo-se ao gabinete do novo pre-
sidente, o general l'ercc, diz que elle conten l-
cenlos o experienrias plenamente compolcnles para
halar qualqiior queslao. que por ventura possa ser
suscitada, bem como para dirigir os negocios das re-
parlices respectivas com credilo para o mesmo, e
ranlagon) paran paz.
<) general Santa Anua, que os Mexicanos manda-
rain chamar para oncarragar-ee do governo do nali,
baj partido do Carthagan.....ule nllimameute
l
resiilia. com doslinoii cidade do Mxico. Ib-os p
milla que i-lle pii-sasalisfazera coolianea que sou-
patrteinlomera sua peana.
Pl'BLIC.CO'ES A MHI>0.
Cambio sobre Londresa 98t|2d.
Comptat do aauear.
Mascavado cscolldo a IS6O0|rs. por arroba.
Mascavado regulara l3.V) o I JIJO rs. |ior arroba.
AI.I ANDEGA.
Rondlmenlo do da I a 25 .... 295:03078
dem do dia 26.......16:70730
a
3II:7!.VU
diversas provincias.
Rcndimenlo do dia 1 a 2."i ..
dem do dia 26.......
B:39ltSH
Hilr-i'ii
3;l828t9
Deicarregamkoje'Ude abril.
Barca porlugucza Atara Jos mercailorias.
llana americana Deliraran farinha de trigo,
llana ingleza Toicn ofljrerpoolmcrcadorias.
l'alarlio americano flua farinha c bolacbi-
nhas.
Barca brasilcira Flor itOlireira barricas va-
lias.
Brigue nglcz Kelpil baealhio.
Escuna brasilcira Fortuna fumo c charulos.
Irnportacao
Barra porlugucza Maria Jos, viuda de Lisboa,
consignada a Francisco Sevcriaimo Rabello & Filbo,
manifeslou o seguinlc :
Vi pipas, 20 meias ditas c25 barris vinbo, 10 pi-
paa vinagre; a Olveira li in.in ,\ Companbia.
I barril vintio ; a Joaquim Lo|es de Almcida.
l-caixolo mercurio, 16 caixas velas de cera, 3 far-
dos cordavos cm brauco, I caisolo bracos de balan-
cas, 20 barris viudo, 6 meias pipas vinagre, 6 barri-
quinlias caslaubas piladas, 2 barricas e 1 pacnlc a-
mendoas; a Machado ot l'inliciro.
I caixa broxas, t barril oleo delinhaea, I caixa
drogas; a Jos Alexandrc Bibeiro.
1 caixa drogas ; a Anlonio Pedro das Noves.
2 caixas vidros, 2 dilas agua medicinal, 2 (lilas
drogas c papis de rcbjqiic ; a B. V. de Souza.
211 pipas vnlin tinto ; a Manod Ferrcira llar-
bosa.
33 sacias seineas. 33 pipas, 236 barris vinbu, 10
barris lourinho, 20 dilos azoilc doce, 17 coiiolos
fru las.ceras, > ancorlas pinliao torrado, 21 bar-
ricas millio alpisla, I caixa cscovas decabello, 2d-
Ifts livros iiuprossos, 11 ditas cera em velas, I dila
taara) de luniMro, I dita rom 2 globos terrestre e
celosle. I dita galao de rolroz amarello, lila de dilo
prela. rolroz, galio de ouro falso, linde miro rrcs|m,
galio de pralatino crouhccimonlos lilbographailos, I
caixa i ,i|>i\ 2 barris paios, I caixotcamemloas, I dilo
nnzes, 2 aurrelas azcilonas, I cauaslra rebolas, .M)
barris loueiiibo, I caixolinbo com I imagen!, I cm-
brullio roquetaa para padres, 1 saceos cera cm grumo;
a Thnmaz de Aquino Fonseca ,\ Filbo.
100 ancorlas azcilonas, t cnixole livros imprcs-
sos ; a Manuel Joaquim Bamns e Silva.
LIO barris v nho, 110 ditos mauteiga de |mreo, 22
ditoscbourieoj, l>Wdilose tOcalas (oucinlios, 15
barris azoile doce, 30 cauaslras hlalas, 5 raixoles
cora em velas, 1790 mol luis ceblas, 13 caixas com
ditas, 30 suecas feijo, 10 dilas crao de luco, 2 saceos
luhciru de prata o ouro ; a Francisco Scvcrianno
Rabello ,\ Filbo.
t caixa livros ; a Leonardo Anlunos Moira llen-
riques.
I caixa livrose folbclos, I dila impressosde varios
romances, 2 cmbrulhos ugprMMM i a Miguel Jos
Exportacao
liihrallar, patacho ingle Token, de 16i tonela-
das cnii.lu/io o seguinlc: 2,000 saceos com
10,000 (q. do assucar.
Paco de Camaragihc, hiato nacional Soco Desti-
no, do _'i luneladas. conduzlo' u seguinle:142 vo-
tamos moldados 2i ditos fazendas.
Liverpool, barca ingleza Prospero, do 357 tone-
ladas couduiio o seguinle :3,724 saceos com
18.620 # de assucar, 457 saccas com 2,468 e 24
de algodio.
Bostn, barca americana llenrietta, de 320 lonc*
ladas, couduzio n seguinle:5,150saceos e 8 bar-
ricas com 25,811 .i c _' 1 i 111 assucar.
Canal, barca ingleza Quien, de 356 toneladas,
conduzio o seguiule:4,829 saceos culi 24.113 (
de assucar.
UECEBEDORA DE HENDAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Iteuilimeiilo do da 26...... 6189528
t;()NSULAD0 PROVINCIAL.
Rendimenlo dodia 26......I M.-ll
PAUTA
rfos prerns correales do assurar, algodnn'. e mal
gemrot do paiz, que se despurham na mesa do
musulitila de l'crnamburo, na semana de 23
a M de abril de 1853.
Assiiearemcaixashrauco I ."qualidado
o 2, o
mase........
o bar. esar. hranro.......
o mascavado.....
rcllnado...........
Algodao cm pluma do I." qualidaile
> 2.
o 3." >.
em ranlco..........
Espirito de agurdente. .
Agurdenle cachaca.....
do canoa ....
resillada.....
tienehra...........
ranada
lie alriu disto repruvado pela inural c porque li
nalmcnlc cucerra principios perigOKie ordem pu-
blica.
lie contra o dircilo nalural, porque os princi-
eipios desee direito repellan odireito de neeeaeitut-
ficil prova, |Hin|iic a ncccssidaile pude muilo bem
ser um xo prclcxlo, que muilas vozes podo lerpo
nrigcn a inercia, que |wr esla forma seria aulori
sada, c mais porque nao pcrndllu o emprego da for
ca, |r islo dizein jurisconsultos de grande nota
que ili'veinii- anics murrer tome, do que lirar un
licdaco de pao conlra a vnlade de sen dono ; lie
contra a moral, porque es doveres moraea silo os-
|M)li(aneos, como, por cxcmplo, os que as gran
des calamidades aulorisam os soccorros pblicos, c
que nao cslAo na ordem dcslcs, que lem pur tim
idilcr carne mais barata ; be perigoso porque olien-
do a propriedade allioia, o o dono como ItJoppOD
do-sc cshi no sen direito |icla regra jurdica de
uogui sao jare utititr nernini facit injuriaih.
le linalinciile parcial, porque he smenle um pri-
vilegio cslabclecido a favor da cidado do Recite.
Por todas oslas rasos pois vol conlra o artigo,
Enlrelaiilu cntendu uAo dover concluir sem im-
plorar a indulgciiria da cmara para com as mi-
nbas fallas, allendoudo pie ainda careno dos hbi-
tos de orador coslumado para coiivoncc-la tos prin-
cipios c senlimCulos que ubuudam em luinha cons-
cicncla.
(' Sr. Florencio : Muilo bem, bella lico !...
Kncei r.ul.i a discussao he o aiiigo 2. submellido
.i volacAo o regatado.
Sao lidos cuino artigo additivos, o siibincllidos
i discussao os ailigos do |irojeclo offerecido polo Sr.
I I.....iii ni, os quaes sAo rcgciladu-.
leudo dado a hora.
ii Sr. Presidente designa a ordem do dia, e le-
vanta a sessu;
A SR. MANOELITA LUCO,
Frimelra artista do theatro de Santa-Isabel
A's plantas calcando o zoilo avenlnrciro,
Avante, oh arlisla, no paleo o primar,
Avante orgulhosa, colnendo os kniTorea,
Daquellcs que sadom leu genio apreciar.
Que impurla. que valom Ido vis delraelores?
Ar/fazem mais nada, que en) xiios ladrar ;
lli'ia, avante, prosogiio, arlisla sublime.
Na senda da gloria, mais gloria ajunlar.
Jamis temer devo, quero lein tanto genio,
De infames comprados, a penua servil;
Tu hrilhas un palco ; leu liomcj corle,
Pendente de huiros, por lodo o Brasil.,
volando deapreio aos leus vis detractores,
Avante, oh arlisla, no palco a primar.
Avante orguIhoM, rolnendooa louvores,
Daquellcs que sabom leu genio apicciar.
a ii ni. si.* i>.
MANOELA LUCCI,
De pois de a ler visto representar a parte de
BfarUnna no drama a Vivandelra.
Genio oii innisso li<> |HrS'i\.'l, (Ion* utouIri
Que coiiilu/os a reo 'lando o mundo !
Alijo, ou fall ou mulhflr, quem querque Bcjas,
yuem cleu-le genio llUvo (Ao iiiufuiido '.'
Como Bibea no paleo, aonde im|H.Tas.
Ao DOVO que le '.cilla ineliiil.n ?
Miiriiiinia eu julguci-le, o f-nlirca M'rua
(ionio, apenaa a csla\a>t a imilai !
Tu uno lena id (alalo, (cuso genio, .
(> geuio qne le lia ilc riiuraiKlccer ,.
yuc corarao de ferro, mi jwilfilun
Tu 11 .lo podes com elle ronnno\er ? !
a Sempre anda a (mi* ilu Rento o loflrfmeulo
Conalanela c lodo, mtlueariisiaavante !
0atollo '|u (cniordv o leu reiiniiic
Auxilenla v loma, i'i I.iiiti, mais lirilliaiilc.
Desprexa pob infamej rareteiros,
Amadoret e [icrolas, que opprimem
Ten genio raro, qm
De a|i[i|aiidii-U', id
i Pernniiiliui'anoH
ili-t.i. nao se cvimein.
./. C, /'-
DIARIO DE rhlINAIIllO.
\ a.semidea houlem, ilepui. do liaver Humead
os Sr*. Epainiuoiiilas e Oliveira Maeiel, para sup-
prirem as faltas existentes na commissjlo de nego-
cios ecrlesiaslics, adiou por haver pedido a palavra
o Sr. Agolar, um parecer da rommisso de fazenda
c o ramelo, acerca da urna duv da da junta da Iho-
souraria prov incial, rel.ili\ a a ler-so esquiado a quo-
ta mareada nadei 0\o orcamonto vigente para sus-
lenin c curalotodos prestos pobre.
tiilrando na oiiliiln (tu dia, appiuvou os arlig'i^
adilitivos.io orcameuli i provincial, bonlcmutrereei-
l.i-.coin oii'lusAo do do Si. A. de lili, oir que di/i.i
ic-pciliiaii i-iigeiibeiro Milloi. c que foi rcgeilado.
Approvou um i. diaeosalo o projeclo n, i\ ,, i.,
livoa eonsigiiarao da quota para pngainenlo dos
exercicios lindos, com una emenda do Sr. Carneiro
SI HS.ltII'CAO A 1-AVtiU DOS HADEIBENSES.
Acbando-se grande parle dos habilaiiles da bella
libada Uadeira redoaidosn maior penurvlapeuifal-
la da principal produrcao da dila Una o vinho
cm conscqueiieia da molestia que ulliiuainenle lem
all atacado o iuulilisadu as xinhas, privando assim
a. classes mais ucitessiladas dos mcios de subsisten-
cia, que d'aquclle prodiiclo liles poda provir, o go-
verno do S. M. a rainlia de Portugal, romo tiel in-
Icrprelc dos inalernaes desvelos da augusta soben......
solicito em aci udir por lodos o- melosas sou alcance
iscalamidades publicas, o o goveruador civil da
mencionada ilha promplo ematlender s uccossida-
dea d'aquella frarjo imporlaulo dos subditos |Kirlu-
gue/.e-, eiijo bem estar Ihe foi confiado, cucarrcica-
ram aquello ao priincirodosabaixo assignados cuino
cnsul de Portugal ncsla provincia, c este ao lercei-
ro dos mesmos abaixo assignados |Kir inlcrveucAo do
lllin. Si. I.lirislovao Jos de Oliveira, negociante no
l'unchal do promnverem pelos briosos hbil.mies
desla cidade a ac'piisicAu dos donativos e soccorri
que a sua bem condecida pbilaulropia Ibes snggerir
em proveilo de una grande liarle d'aqucllenovo ir-
mo que lano delles necessila. Incumbidos desla
larefa, julgaram dever chamar para coni|>arlilhar
de Irahalho lao honroso as 'i pesseas mais abaixo
inscriptas, as qiiaos prmuplamcnle so prcslaram, of-
forecen,lo-se para do comnuiin ai curdo os coadjuva-
rem em liso meritoria inksao.
Com|iondii-se, |mis, a eommisseo jiara to justo c
louvavfd lun dos 5 membeos adiaute iudicaibis, ellos
ap|iellani para a proverbial beucllccncia dos lii asi-
loiros, dos porluguezes, edos de dentis cslrangciros
residuiiles ncsla cidade^ c confam que de lodos ol-
IcrAo os resollados ipic lano desojam, concorreudo
por um modo signifcalivo o cfllca/. para modificar a
malclira influencia da n i-e que tanto lem aguravado
asiluat5oconsternadora,cm queso acham os niadci-
reuses.
A coinmissilo leiulo de promover |>or si a oblen
silo das quanli.is que lis jicssoas bemfazojas aprouver
d.ii, declara quo alciu disso se recebem desde boje
assianaluras para o mesmo tim do ronsuladn de l'or-
lugil na do Trapiche u. fj o no oseriplorio do the-
-"in iro da rommisso, Manoel Alves tiuerra J-
nior, na mesma ra o. It bem romo as casas dos
membros adjuntos Joilo lavares Girdeiro(rua da
Madre de Dos ii.jctioilhorine da Silva tiuin.iiae-
rul do Crespo n. :i e opportiiuanienle ser por ella
publicado no Diario desla cidade para dovido co-
nheeimenlo das pi-ssoas |dulaulropicns c iuleressadas
o rcMillado de-I,i sohacHpcJn), a iui|nirlaiicia recebi-
da, e a sua le-peeliva applicacAo. Becife 16 de
abril de IHH.Juaquini Baplisla Muroira.Bligucl
Jos Alves.Manoel Alves tiuerra Jnior.Joto
Tavares Cordeiro.tiuilhorineda Silva uimarioa.
Alxes
:i() barris ral om pedra ; a Cunta ex Aiiinrim.
b haiiis aieita doce, :il dilos ebouricos, .">l ditos
palos, ^) barris vinho, ."tlsarcas scincas, ."it) ranas-
Iras ballas; a l.ull Jos Ta Cusa Amoriin.
1 saceos cumiuhiis; a Viuva Auiurim c\ Kilho.
2 barris viuhu ; a Carlos Augusto RedOlf,
I" saccassciiieas, I caixole podras de marmorc, 1
dilo atmofariiei de podras, caixas broxas, I dila
om caixiubas de madeira ; a ordem.
J caixas chapos de pello, I fardo fo de velas; a
Julo Piulo de l.cinusA. Fillio.
2 barris vinho ; a l.ui/. Antonio Ccrqueira.
21 saceos sevada ; a Jos Fcrnandes Ferrcira.
I raixas cera cm velas ; a Joao Jos de Carvalho
Moraes.
V) barris vinlio,'J"> dilos azoilc ilocc, :0dilus elim-
neos ;a Joso Francisco da Silva.
I caixolinbo livros j a Jos Baplisla Fonseca Ju-
nror.
I caixolinbo livros," caixolcsc 7 fardos drogas; a
Antonio Jos Fernandos.
."> caixas drogas ; a Polvrarpo Jos Laxne.
93 pedrea de cantarlalavrada; a Victorino Joso
de Soti/a Travnssn.
I calile com I braco do batanea, I dila semeules
de orlaliee ; a Jo.io Alvos de Souza.
I caixulochapees a paluleia ; a BaMiiuiido Carlos
l.eile.
SO barris e !) pipas vinbo, tl barris lourinho, III
ililn- i liouiieos, 35 ditos paios, II) saceos erva dore,
60 cauaslras btalas ; a Novaos e\Cunipanlia.
I barrilchouiicoa; a Jos Antonio Alves Basto.
I barril vinbo, I dilo ebouricos; a Jos Dias da
Silva UanarSes.
i barricas cera em grumo; a Fonseca Irnuln
I caixa vidros para agua de Colonia, H caixas o J
fardos diversos drogas, I barrica cavada, I dila fei-
jo, I pipa, 3 callase I barrica drogas; a Moreira i\
Frago/.o.
I raixa drogas ; a .1. Soiiu.
I cinbrulho pingas de liiiho, III barris cal ; a Ma-
......I Niiiics da Silva.
1 barris vinbo, I dilo lluro ; a J. M. Borgcs.
I lata ouro l'uiu em folha. I hairiqiiuha ca-la-
nlias, 9 caixas bichas; nn capitn.
I'i caixas cera em velas, 5 barris viuhu, I caixa
mercurio o papel de cor, I dita fecbadui as e fsbos;
a lenlo Candido de Moraes.
II) barris loiiriilbo, 0 dilos ebouricos ; a Jos An-
lonio da Silva Vianna.
10".) cauaslras batatas, S caixoles molhos de cclw-
las; a Antonio Alves Villcla.
I ciivjii mercurio; a Tarrozo (\ Compauliia.
6 meias pipa e I _' barris vinho, K meias pipas vi-
nagre, lll.harriras cevada. inditas semeas,t)ranas-
Iras hlalas, 7 dilas ceblas ; a Anlonio Joaquim de
Souza Bibeiro.
'2 caixoles chapeos ; a D. Leonor Jorge.
i caixiies chapeos, do hacia ; a Anlonio Luiz de
Oliveira Azevcdo.
l barril palos; a Diogo Ualleday.
I uceo diiibeiio do prata, I caixulc nbrasde dito
I Caixole livros ; a Joaquim Jos de Amoriin.
I sacco -apatos, luvas, ligase meias ; a Joan Lucio
Marques.
1 cinhrulhoimpe-sos nariunaes de Lisboa ; a l>-
pograpllil do Diario de Pernambuco.
Escum nacional Fortuna, xinda da Babia, con-
signada a Anlonio de Almcida (jomes x\ Compa-
nbia, iii.inifi'sioii otaguinte:
2 saceos cola ; a Antuniu Joaquim de Sou/a Iti-
l.icor............
Arroz pilado duas arroba-
" om casia........
A/eile de mamona......
i> mciuloim.....
de iicixe......
Oicau.............
Aves araras........
" papaaaios.......
Bolachas...........
Biseoilos...........
Caf hom..........
roslolho.........
com casca........
>' moido..........
Carne socca.........
Cocos com casca.......
Charutos bous.........
ordinarios......
regala o primor .
Cora do carnauba.......
o em velas.........
Cabro novo man d'obra. .
Couros de bol salgados.....
o ospixados.......
de nuca ........
de cabra corlidus. .
Doce de calda.........
guiaba ........
o secen ..........
jalea...........
Estopa nacional.....
ronK gsc soira, mi
-inlaadiio liagrandos .
) pequeos..
Farinha de mandioca. .
n ii niilho ....
aramia .
Feiju. %........
Fumo
. botija
. caada
. carrafa
um alqueirc
. caada
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latxi
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" ii ordinario.....
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Ipecacuanha...........
tionnna..............
liciigihro.............
lamba de aehas.........
o o loros ..........
I'rauchas de amarello do > coslados
o louro ......
Coslado de amarello de Vi a II) p. de
c. c2 hja3del.......
o de dilo iisuaes........ n
Cosiadinhu de dilo..........
Soalho de dito............ ii
Forro de dilo............. o
Coslado do louro...........
Cosladinlio de dilo.......... n
Soalho de dili.............
Forro dedil............... i
, o cilro..............
Torea de lalajuba..........quintal
Varas de parreira...........ilu/.ia
" ii agiiilhadas......... o
o quiris............ n
Em obras rodas de sicupira para carro
cixos II o o
uooo
:i-iki
(i?IK)
. o HBOO
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. n 65100
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85IKK)
. i 5160
. 5115
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. n I.VJIMK)
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. o 5220
. 9200
. n 1330
. o 5210
. a tOOO
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. n 15000
alqueirc _>ni:io
. ip 99000
. ii 9560
alqueirc K5IKK)
. a .".NKMI
n 3|000
o 7.-IHKI
l5VKt
. ii :15IKH)
i 'tum
alqueirc 139000
. a 31000
. cenlu J600
o 1WIHKI
. urna h'-uisi
'5000
lieh
2!K) raixinlias rharuln. ; a Manuel Tavares.Cor-
deiro.
15 barricas cei veja ; a Jos Rodrigues Pereira.
I elisio niiiidczas ; a Albino Jos da Silva.
1112raixiulias charutos; a Domingos Alxes Ma-
Iheus.
17 diiziasc i taimas do louro, 8 laboasdo vinhali-
io, 3fardos (abaco, 900 molbos de ptasuba, 9du-
zi.is o 7 paos de Jacaranda e I9KH caixiulias charu-
los ; aos consignatarios.
7 oaixftes charulos, 6 fardos tabaco ; a Boruardino
de Azeyedo Campos.
3 caixoes vidros ; a Manoel Joaquim Hamos* e
Silva.
9t) lardea tabaco, I caixio charutos ;'a Anlonio Jo-
s Soares.
I!) fardos tabaco ; a Manoel Anlonio Teixcira.
1 caixo labaeo ; a Manuel Aulouio dos Sanios
Fuios.
2 caixoes fazendas; a Briinn l'racgcr oj Compa-
nbia.
Barra nacional llijdra,-rinda do Bio (iraudc do
Bol, consignada a Amoriin c>- Irmao, manifeslou o
seguinle ;
282!) arrollas de carne, 1100 caixas salan, 315 ar-
robas de sebo, 500 lingoas, 55 saccas cevada, .V) con
ros seceos, 16 saceos cola ; aos meamos consignala-
Melae
llilho.......
Pedra de amolar. .
ii lillrar. .
i roblos .
Ponas de ho. .
l'ia-saba......
Sola ou vaquela. .
Sebo em rama .
Pellos do carneiro
Salsa parrilha. .
tapioca.......
I libas de bui. .
Sabao.......
Esleirs de prqicri.
. caada
alqueirc
. nina
. centi
melle
. meii
!
. una
a.
cenb
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IIWNKI
75O0
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3K00
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3)800
Nllll
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o 9960
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I69H00
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3K00
9610
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31500
1390
250(1(1
lyOOO
aj900
IK-JHM)
2nti(H)
,-21 MI
50K0
1611
MOVIMENTO DO PORTO.
COMMERCIO.
PUACA DO HKCIIIv BE AHHll. AS :l
IIOItAS DA TARDE.
Cl.liUlC- l.tlici.'ll'-.
Assucar mascavdo retfular IJrlflO por arroba,
Cambio sobre Inglalerta a 2S 1|2 ll d|v a di-
nheiro.
Barca nacional Flor de Olireira, viuda do Rio de
Janeiro, consignada a Manoel Alvos tiucrrajunior,
manifeslnu o seguinle :
I caixao msicas ; a Jos de Oliveira l.eile.
3 caii6cscha|icos da Italia ; a Oliveira Irui.in.
16 caixoes vinbu ; a Suuvagc ,\ Conipauhia.
12 barris vinho ; a Joao Pinto Regs de Suuza.
1 raixa luvas; a N. O. Bielicr ,\, Coiupanliia.
4 caixas fazendas ; a Brnun Pracger et Compa-
nbia.
1 machina |iara copiar cartas c 1 embrulhopcr-
lemes para dita ; a Anlonio Fernandos Eiras.
9U0 pipasvasias,60dilas vinbo, 130voliimcsbar-
ricas i,.-..!-, 70 saccas caf, 3 caixas cha, 5dilascha-
Sk^os, 2 ditas i'.i|..'. 32 barris lourinho, I caixo doce,
15 saccas fcijao, 90 rolos fumo, 100 latas hiscoulos,
28 meias barricas potassa, Vi saccas c 31 barricas
farinha ; a ordena.
I'alacli.i nacional Amargozo, viudo do Ass, con-
signado a Jos llu.irle da Silva, maniie-lou o so-
g.iillle ;
:<> MOCOS cera do carnauba o. 5 barricas dila, 67
..mu o- mi u.I..-.le cabra, "i2 meios de solo, 2 libras
tartaruga, lialqueiros de sal, I piano usado, 35
nuil os de lie/ri i,., l."i.....un. silgados, :.' gai lafOes niel
de ali.'llias ; a ordem.
CONSULADO C.ERAL.
Rendimenlo du dia t a 35 .... Ki:4OtaO02
I,lem do da 26....... I:81WI02
86;5320l
NatiOl mirados no din 26.
Calliande Lima 88 dias, barra americana Han-
iiah Sprui/ue, capillo E. II. Ilooiicriia. Veio
refrescar e segu para os Estados-Luidos, leudo
entrad liuiilem a esle porto;
Barcelona o Jlalega t dias, do ultimo porto
.M), brigue hespaiihol llarcel, de 330 toneladas,
capitao Jos Foiirodoua, equipagem II, carga vi-
uhu o mais gneros ; a Viuva de Amorim c Flhos.
Van Deinans Lad 80 dias, barca ingleza .SVcr-
ling Scire, de IIII luneladas, capitn C. Wat-
kiu, equipagem 20, carga lac mais generas. Veio
a esle porto refrescar c seguo para Londres.
Porto :I2 das, barca porluoiicza -V. s. da lina
l'iagem.ie. Xrl loncladas.rapililo Antonio Ferrci-
ra Lcite Jnior, equipagem 26, cama vinho e
mais gneros; a Francisco Alves daCunba /
Companbia. Passaceiros, Jos tiomes Vieira,
lenlo Jos Correa, Anlonio da Silva Tojciro, Juan
do (kmto Alves da Silva, Anlonio Carneiro Bran-
darlo, Francisco Macqucs de Assuinpi-Au, Jo.i-
qiiim Pinta, Mathciis Comes, c Joaquim Gun-
calves.
Rio (Iraudc do Sul 39 dias, bialc brasileiro Pie-
dade, de 115 toneladas, meslro Joao lligido Bap-
lisla das Noves, equipagem '.), cama carne secca ;
a Movaos ,\ Cumpanbia. I'assageiros, Domingos
Mnnleiro r JoiVi Lourcn^o |Vianda.
Liverpool 57 dias, galera ingleza Annie, de 615
loneladas, capilao D. Evans, equipagem 98, cm
lastro; a Deanc VoolJoA Coni|ianliia.
Rio de Janeiro16 dias. brigue iuglez IHizahall,
de 109 loneladas, capilo (iamrou, luipagcm 8,
em lastro; a Deanc V'oulIccxCompauiia. Ficou
de quarentena.
Montevideo 31 dias, brigue nglcz Reform, de
115 toneladas, capilao Devid Murro v. cqui|iagcm
7, cm lastro; aocapito.
Naeios sonidos no mesmo dia.
Babia barca franceza Camons, capilo Dclamc-
rea, em lastro. Suspendcu do lameirflo.
dem brigue ingles. Rano, capilao John W'cll,
enilaslro. Sus|iendcu do lamoiro.
Camaragibe biate brasileiro Noto Denlino, mos-
tr Eslcvo Kibeiro, carga varios goueros. Cnn-
dui 3 passageirus que (rouxe,
Boston barca americana llenrietta, capilo Wil-
lanl J. Irial, carga aihurar.
Liverpool barca ingleza Prospero, capilo John
Eovvel, carga assucar.
EDITAES.
O Illin, Sr. in-iiecliir da liles, un aria ilo* fn/i'ii--
l.i in.ni.I.i faier. publico, que em cumplimento de
oidein do tribunal do tbesouro nacional, lem do sa-
i BOfiro0 llie.iniiaiia da Parahiha al a qualllia lie
30:000(001) rs. ;pclo(|ile aspaasstaaii quemeonvi, .
lomar estos saques deven) comparecer al o dia 7 do
maio proiiuui vindouio com as suas propoilas. Se-
cretaria da Ihesouraria de fazenda de Peruaiuburo
23 do abril de 1853. O ofTicial-maior interino, Emi-
lio Xavier Sobreira de Mello.
- O Tiln. Sr. I. csrripluraiio servimlodo Ins-
pector da Ihesouraria nrov incial, em cumprimenlo
da ordem do Etm. Sr. presidenta da provincia,
miiiila fazer publico, quo no dia 9> de maio prxi-
mo v iuibiiiro, ir novameolp a pra^a para ser ar-
rematado peranle a junta di fazenda, a quem por
menos lizer, a obro dos concert? do acude de Tra-
cuiibaem, avallada cm 603(000
A .o reinataeaii ser fcila na forma dos arligos 24
c 37 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
c sol as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerom a esta arremalacflo,
comparecaui na sala das seasAes da mesma junta no
illa cima declarado pelo meio dia, compcleoleinen-
Ic habilitadas.
E para constar se mandn aflliar o presenta e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 96 de abril de 1853. O secretario,
Antonio Ferreira S'Annunciacilo.
Clausulas etpeeiaes para a arrematarlo.
1.a As obras dos reparos do atilde de Tracunha-
cm far-so-bo de ronformidade com a planta c orna-
menta apnrovados peta directora em consclbo e
apresentauas a approvacAo do Exm. presidente na
importancia de 05(000 rs.
3. O arrematante dar principio as obras no
prazo do 30 dias c dcvcr.i conclui-las no de 3 mezes
contados do conformidade com o artigo 31 da 1(1
provincial n. 286.
3. O pagamento do importe da arrcmalar.a'o rca-
lisar-se-lia cm duas preslaccs. a I. de nito deci-
mos da mesma importancia, depols do rcccbimcnlo
provisorio, e 2." de dous decimos na occasio da
entrega definitiva, a qual deveri ler lugar um an-
uo depols de rcrebimeido provisorio.
1." Para tudo o quo nao se aeha dctcrrffinado as
presentes clausulas ncm no orcamcnlo, reauir-se-lia
ouiiedispcalei provincial n. 986 re 17 do maio
de 18.51.
Conforme.O serrelario.
Antonio Ferreira o" .InnunciacSo.
O lllm. Sr. I. cscripliirariu servimlo do ins-
perloc ila Ihesouraria provincial, cm cumprimenlo
da ordem do Exm. Sr. presidenle da provincia
niaud.i fazor publico, quo nu dia 25 do maio prxi-
mo viiiiloiiro, ira nov menlo a praca pmsMf arre-
malado peranle ajunta da fazenda da mesma (he
murarla, a quem por menos fizer a obra dos coli-
cortos da ponte do Tracunhaom, avallada cm rs
1:0369000.
A arremataeto sera feita na forma dos arligos 21
e27da lei provincial n. 386 de 17de maio de Isil
c sol as clausulas especiaos abaixo copiadas.
A-pessoas que se propozerem a cata arremalaro
coinparetam na sala das sessiies da mesma junta
dia cima declaradn, pelo meio dia, compelcnle-
mciilc habilitadas.
E para run'slar se mandn aflixaro presente e pu
blicar peln Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 26 de abril de 185:1. O secretario,
inlnnio Ferreira d'.lnnunciiirHo.
Clausulas espeeiaes pura a arrematarHo.
I.-' As obras dos concortosdesla ponte soro feilas
de conformidade com o orcamcnlo apresentado a
approvaeao do lixui. Sr. presidenle da provincia na
importancia de I:936|fl0rf.
3.S Estas obras devero ser principiadas no pra-
zo de um mez, c concluidas no de cinco mezes, con-
tados como determina o artigo 31 da lei provincial
n. 286. '
3.i A Importancia desla arremalaejlo ser paga cm
duas preslaccs iguaes. da maneira seguinle: a 1."
(piando o arrematante livcr fcilo melado das obras,
c a 2.n quando eslivcrcm todas concluidas,
I.-' Durante a cxecucaai das abras o arrematante
dar fcil passagem para o transito publico.
K'i Para ludo mais que mo eslivcr determinado
as prsenles clausulas, e ncm nu orcamcnlo, se-
guir-se-ha o que dispc a lei provincial li. 986.
ConformeO serrelario.
Anlonio Ferreira l.lnnunciaeiio.
O lllm. Sr. primciro'escriplurario servlndo di
nispeelorda Ihesouraria provincial, emciimpiimeii
lo ila ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
manila fazer publico, que no dia 111 de maio prxi-
mo viudoiiru, val iiovaiuente a pra^a para ser arre-
maladu peranle a junta da fazenda da nicsina Ib. son
raria, a quem pur menos lizer a obra das lariinbas
o coiicltIos da cadeia da villa do Brojo, avahada em
1:1449000.
.\ an eni.itac.1o sera fcila na furnia dos arligos 21
c 27da lei iiriivinci.il n. 286, esobas clausulas os-
peekesebaivn copiadas.
As pessoas que se proiozcrein a esla arrcmalacAo,
compareeam na salo das sossos da mesma juula, un
dia cima declarado, pelo meio dia, coiiipctculcmcn-
te habilitadas.
E para emular semauduu allixaro prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 90 de abril de I8">:t. O secretario,
Antonio Ferreira d'Aimunciaciio.
CUuuuhu especiar* para a urrrmatariio
fa Os i .un rrl.i- .la cadeia ila villa do Brejo soro
feilos de conformidade com a planta corcainento
aproseiitadu a approvac.lo do Exm. Sr. presidenle
da provincia, ua Importancia de i:i.-non.
3.11 Estes conccrlos soro principiados no pra/.n de
50 dias, c concluidos uo de seis .mezes contados de
conformidade com o danoslo no artigo :)l da le pro-
v incial 11.286.
3.-' A importancia deata arremataeto sera paga
cm duas prestarnos iguaes, a priineira quando livcr
fcilo melado das obras, o a segunda quando as livor
concluido.
!. Para ludo mais que nao eslivcr determinado
as prsenles clausulas, scgilir-se-lio o quo dispOO a
lei |irovinrial n. 286.
<.- .iii,.i inr.Osecrelario, Antonio Ferreira lAn-
Htinriarriu.
O lllm. Sr. primeiro csrriplurario servindodo
iusptYlor da Ihesouraria provincial, em eumprimoii-
to da ordem do Exm. Sr. presidenta da provincia de
12 do rorrele, manda fazer publico que no dia 23
.!' i un.,. prximo viiiilouro, vai novameiile a praca
para ser arrematado peranle a junta da fazenda ila
mesilla Ihesouraria. I quem por menos lizer, a obra
do acude do Ruique, avallada em 3:300(000 rs.
A arremalacAo lera fcila na forma dos arligos 21
c27 da lei provincial n. 286, c sol as clausulas es-
peeiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se pro|io/,ereni a esta arremalaco
compareeam na sala das scssi.es da mesma Junta,
nos dias cima declarados pelo meio dia,aVoni|iclcii-
lenii-iiic habilitadas.
E para constar se inandoiialUxar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 20 de abril de 1858. O sccrelario, An-
tonio Ferreira d'.lnnunciiicao.
Clausulas espeeiaes da arreinalaciio.
1. As obras dn acude du Buique scraii feilas de
conformidade rom a plaa e orcamenlo apprnvados
pata directora cm consclbo o ipreieolados a ippro-
vacilo du Exm. Sr. presidente da provincia ua im-
porlanria de :I::M)|)5(HKI reta.
2. Eslas obras devero principiar no prazo do 60
dias, e ser.lo concluidas no de de/mezes, u contar
da datada arremataeto.
:i. A Importancia desla ... i. m .i..,..,. serii paga em
Ires prc.lacoes da maneira seguinle, a priineira dus
dous quintos de valor da obra, quando livcr con-
cluido melado da obra, asegunda igual a primeir.1,
depois de lavrado o tormo de rccebimcnlo prov iso-
rio, a terreira finalmente de um quinto depois do
recohiinenlo dcl'uiitivo.
i. O arrematante ser obrigado a cnmmuiiicar a
reparlicAo das obras publicas, com antecedencia de
trinla dias, o dia fixo cm que lem de dar principio
a execuco das obras, assim como Irabalhar segui-
damente quinze dias ulim de que jiossa u cnsenbei-
ro encarregado da obra assistir aos primeiros lia-
balbos.
5. t*ara ludo o mais, que mlu eslivcr especifica-
do as presentes clausulas seguir-se-ha o que de-
termina a lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851.
Conforme. O secretario,
Anlonio Ferreira "Annunciacilo.
Joilo llenrijaes de Carcalho Mello, capitiio de mar
e guerra da armada nacional e imperial, e capi-
lao do mito da procineia de Pernambulo, por
s. M. I. que Dos guarde ele.
F'aco saber, para conheeimenlo do quem inleres-
sar, quo leudo do lomar providencias immcdialas
no scnlido do aviso imperial expedido pola secreta-
ria de estado dos negocios da marinba, em 2 do cor-
relo mez, cerca do-: curraos, por isso mando pu-
blicar o citado aviso, para que ninguom pmua alle-
gar ignorancia, quando vcnliam a soflrer pelas me-
didas de que se liouver de laucar mito. Capitana
do porto de Pernambuco 26 do abril de 1833,/odo
llenriques de Carcalho Mello.
Copia u. 88Circular.lllm. c Exm. Sr.Sua
Magostado o Imperador, i vista do quo poiidcroii o
chefe de divisan capitn desso porta, em ollirio ,le
'.l de dezembro ultimo, sob n. l:iti, acerca dos ara-
ves Inconvenientes que reenliam do estabetaelmeiilo
do cOrraes do polio, determina (pie seiam .Icmoli-
dos lodos os que nxisten, e.....urejuio da navega-
neeassarias orneas, pelo que dia respailo a esta pro-
vincia- Dos guarde a V. Exc. Palacio do Rio de
Janeiro em 3 do aba de IS53.ZaonVi d (,,; t
l'asconcellos. Sr. presidente da provincia de Por-
nambueo. Cumiira-so. Palacio do governo de Per-
11.ii ii tinco 32 de abril de 18.".3.fibclrn, Conforme
Antonio Leite de Pinko. Conforme.O serru!
tario, Thom Fernanda Madeira de Catiro. ,
Pela iospeceo da alfandega se faz publico
que no dia 99 do correnle, depols do molo dia, l
[orla da mesmo renar lico, sclia de orrcmalar m
asta publica, as mcrcadorias 9111x0 declaradas, not
nao lerom sido despachadas denlro do prazo de l
dias marcado no edital do 19 de fevcrelro proiiino
paseado, a saber: 1 caixa com dez milheiros e
charutos naoionacs, com averia, no valor de Isim
rs., total 30(000 rs.; 1 dila com 132 c >,_ ae ra-
peavariado, a 300 rs., total 39(750 rs.; I dita com
408 lenle- de ebifre ordinario o em mo oslado
para tranca, a 160 rs., total 65(280 rs.; 20 diioi
ordinarios, de armacao, abortos, em mo estidn
um 300 rs., total 6(000 rs.; 1 machina peqoenj
de madeira velbs, para limpar facas, por l0oo n
8 ganchos de ferro com avaria, para peudurar rou-
na, a 900 rs., total 1(600 rs.; 1 cmbmlho rom NN)
iotlras impressas, por 8(600 rs.; 1 caixa com I f
15 X de carnesecca, com polla, a 1(000 rs.,lota|
1(181 rs.; 3 saceos com 170 de salsa hortense, cm
mao estado, a 80 rs., total 13(600 rs.: 1 calile
com mansas, cm mo estado, posando 19 % a 80
i, total 960 rs.; 50 aurrelas pequeas com azei-
i.iii.i- brancas, com alguma avaria, o 1(000 rs., to-
tal 50(000 rs.; 2 barris vasios por 1(000 rs.; 1 cai-
xa rom urna parnahiba e urna faca, avariadas, por
220 rs.; 8 barricas com noxes, em mo estado, a
3(000 rs., total 16(000 rs.; 1 caixinba com um res-
ta de passas sceas, .pur 80 rs.; 1 ancoris com 17
caadas du vinho, a 440 rs., total 7(180 rs.; |
quarlola vasia por 1(000: sendo a arremalaro li-
vre de direilos ao arrematante. Alfandega de Per-
nambuco 26 de abril de 1853.O inspector interino.
fle/ifo Jos Fernanda Barros.
DECLARA(?OENS.
O procurador da cmara municipal dcsta ci
dade cm virlude de ordem da mesma cmara, ha
se aulorisado a vender os lijollos, cal e semenlo qg
se acham prximo aomaladouro das Cinco Poelai
as pessoas que quizorcm comprar os matariaes nni
mencionados, dirijam-so ao paco da mesma ramar
lodos os dias ulcis al as Ires horas da tarde.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PER
NAMBUCO.
_ Os rrodoros do falecido subdito porluguez Sebas
li.lo Jos tIncln, do Rosario, qucirain apresentar m
seusdocumcnlos esle consulado denlro do pratode
8 dias, para scrcm informados do que ha sobre o es-
tado da herancj deixada pelo mesmo tinado. Coa-
sulado_ do Portugal cm Pernambuco 3> de abril
do 185.3.Joaquim Baplisla Moreira, cnnsul.
O arsenal de marmita compra no dia 9S do Tor-
rente mez a unta hora da larde, os objcclos segua,
les;zarco, alvaiade, ferro iuglez em varn .lcX|X.
3|8, e 5|8, ac do milo, dito em verga grossa, e lu1
la de oleo pela e branca; as pessoas quo quicrem
vender cases objcclos, compareeam na secretaria di
inspeceJocom as suas prapuslas.
Pela subdelegada de S. Antonio dcsta cidaot
se faz publico que foram tomados um pretn. qu<
nu p.i. le ser capturado, dous chapeos de sol de se-
da, ainda nao servidos : a pessoa a quem perlcace-
l.'lll, plncme ,,..
Pela sulidelcgacia da fregueiia dos AITogaHoi
se faz publico, que se acba recothido a cadeia ile-l
cidade o prclo rrioulo Thoodozio, que foi preso,
confessou estar fgido da rasa de seu senliorMauoef
Flix Lopes, morador em barra de Piabas, no Sul,
quem se julgar com direito ao mesmo, coinpans;a
ueste juizo que provando legalmcole llie ser co-
Iregue.
THEATRO DE SANTA ISABEL
III1YI t-FURA 8DEABRILDE1S:>:>. -Q
31 RECITA DA ASSIGNATURA
Depois que os professores da orclicslra Uvera*
oxcrutado una brilhante ouverlura, lera lugar a re-
prescnlarilo da nova comedia cm dous aclos:
MIH l'ERIIh.
Pertonagens.
-Miguel Perrin (anligocura.)
Fouche iiiiui-tn. .
Desaunais chefe de divisen
Julio de Crussac ....
bernardo.......
Thcrcza sobrinba do cura
Olllcial de secretaria dc|Hilicia.
Cominissarin de polica. ,
Primeiro conspirador. ,
Segundo conspirador. ,
Porlciro........
Terminar,
comedia cm
O ASNO SEMPRE BE ASNO.
Principiar s oito horas.
(i-lu lele-acham-.- venda no osciiploii
theatro.
Adores.
1. A. da Cosa. .
Soima.
Monde-.
Jorge.
Aniado.
I). L. Orsal. .
J. J. Pereira.
Itozcndo.
Sania rtosa.
S. Amida.
ti. N.
o expeclarulo com a muilo desejmla
m acta:
l
t
i 'I
AVISOS MARTIMOS.
PARA A BAHA.
Pretende saliir com lirevidude o novo
velciro liiate So Jos dns Tuiptii ": p
ra ti carga trnta-se com os consigiinlniiiii
na rita do Trapichen. M)primeiroanda
Para o Araealv sabe com brevidade o liiaM t
Flor do Curiiripe : quem quizer carregar ou ir ili
passagem, dirija-se a ra da Cadeia do Kecife n. 19,
primeiro andar.
tiara o Porta agaliola nacional SS. Trinilods,
fabricada de novo, segu o mais tardar alo ao limito
correnle mcz: para o resto da carga epassageim.:
trala-se uo escriptorio de F. da Cuuba & C, ra J
Vigario n. II.
CEARA", MAK.VMIAO' E PARA"
Segu om |hiiicos dias o briguo escuna uarioo
Anilina, j tcm a maior |wrle da caiga engajada^
para o resto e passageiroslrala-sccoui o consigna!.!
rio Jos Baplisla da Fonseca Jnior, na ra do \ i
gario n. 1, primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro o patacho Santa CfV
segu com brev idade, recebe carga c passageiros
Irata-sc com Ilaelano Ciraco da Costa, Moreira
lailn do (Inrpo Santo, luja de niassanics n. 2.i.
Para a Rabia a garopeira /.icniplo, segu rom
brev idade |Mir ler promplo parle de sua rarsa. e pu
ra o resto trala-sc com o cousignalario lioininenj
Alves Malheus, ra da Cruz n.52, primeiro andar,
LEILOENS.
h
ulri
r posli
(Juinla fcira 28 do cat
rente as II horas da isa-
t.lia,i, o agente Anluucs
far leilSo cm seo ano*
zem na da Cruz o. 2''
de trastes de todas a
n.11 i.la. tes. nov os e UM
us, I.mea, vidros, elia-
niiiilus objcclos, aini ro-
cn Icihlo ao meio da fi|
de
lia
bri
Jo;
lia
da
di-
lle
va
4a r
le
la Ral
un. lambem
punto um ptimo ravallo de muilo bons andar!
para sella, arreado o promplo. No mosuio dia se tari
eihlo d(> algiius escravos crioulos do diversas iilaile1
c habilidades.
O leilAo de massas que drixou de ler lugar ">
Caes da Alfandcaa uo dia quiuta-feira91 do corren-
le, por motivo da chova, se faro quinta feira 28 >
armazcm n. 21, em fronte da igrgja da Madre df
Dos.
LEILAO.
Jos Maria da Cosa Carvalho, romu procurad*
de Manuel Ferreira da Silva Hamos, far lei lio
conlacordem do dilo Sr.,e por Dtcrioneoiliia:.Tii-'
te Anluncs, de toda a mubiiia da casa cm que im
ron dito Ramos, consislindo cm cadeiras de jaca
r.iinl.i, mesa redonda, baiiquinhas para jogos, -"'
marquezas guarda louca, secretaria, mesa de jar.
lar, quadros com estampas, cspclhos grandes, cain
il'ai inaci.i, caudiciro para molo de sala, um I'
quii haitiano, c outros mititos object.-; sai
30 do corrento as 11 horas da manhaa em pont
segundo andar da rasa da rita do Collcgio o. I
cima li.i Inja de fazenda dn- Si- Hostron llim-t^ *a
it Companbia
Co; c nito se consulta que so tacan) entras q.
sem semelhanta damno, em qualquer ponte da cus-
a ou dos nossos portas o ros; o quo comimiuico
a V. Exc. pata seu couhecuneuto e oi|iedii;o das
AVISOS DIVERSOS.
Ib-i iianliiin de Sona llenriques lemlo recornd
ao lllm. Sr. Dr. Ciisanuva, alini de que esle lite Ira
las-e um flllio que SO aelia\.i oxlremameiile Cllftiui;
de urna iiiflamaeCa no flgado, arninpaiihada de mu
la febro o dvarrhoa, prodraoo, ao nie-mo lein
una liioiichvles com lodosos sviiipliim.is .i.s.-livol
vldos, o dito scidior com o maior dcevcllo e di'aCr"
leie-e (rutn o enfermo polo sistema b......eopal
e iiNliliiin un fUlio a"son pai. (.le h'-1 l"'>* M
a aislo pal? Tributar remita e acatamento >ri
ca, como ao honiem philanlrbpi
lesieiniinhar-llio o maior rccoubeciinenlo, e ol
san familia cebrirciu de bencjios a seu boufeilor
faz
vei
d.v
con
lei
mu
ten
diri
fiec,
ron
n.lo
qu.
cur.
l'ii


LOTERA DE NOSSA SENIIQRA'DO
ROSARIO.
O lliosoui-ero desta lotera, firmado
n.issi-ns uimiincios d far.er coirer as ro-
das no (lia 29 do coironte, ainda qne f-
(|iiem billiete que se posan arriicar, rogo.
nos araante deate iogo (jue nlluam a com-
iii ai' o liento dos blli("les, para nao ser es-
padao o andamento das rodas pela falta
da dos billietes, os (pura acliam-se
ares do costiirae.
Pi-ecisa-se de ofllciaesde ftinilriri): i Manoel Jos Gome* Braga avila a
ISO AO CO
Os nbaixo assignados continiiai:
franquear a todas ns classes ein
C

iln-
Hu
rem
Mi
tjt
III
(los
Mil
i S
HlCf\,
Mil,
Biiil os seus sortimentos de fazen
las por baixos precos nao' me-
nos de urna pera ou urna duzia,
a dinlii'ini, ou a pra/.o, confoi'ine
se ajusfar : no seu armiizem da
prara do Cot|>o Santo, esquina d(
ra do Trapiche, n. 48. Ros-
tron Rooker A Companbia, nego-
ciante inpleaes. Os meamos uvi-
saoaorespetavel|)ublico que abri-
r rn no din 5 do crreme mez a
sna loja de fazendas da ra do Col-
legio e Passeio Publico n. 15, di-
rigida pelos senhores Jos Victori-
no dePaiva e Manoel Jos de S-
queira Pitanga, para venderem
frj por atacado e a yetalho
Prrcisa-se alugar un molcquo que calenda de
roiinha, e nina negra que Tara oserviro derasne lo-
me roda de urna crianra, de urna casa cslrangcira
de |Huca familia: quem ver dirija-se a na da Cruz
n. 7, secundo andar.
i; i i no Sr. Jn iquim I..i|.< da Cosa Alliu-
,|iii'ii|ii<- i|ueira fallar com l'almclra & llellrao.
Arrenda-sc o enccnlio l.imiieirinlio rilo na fre-
guezia da Escnds, na beira do rio Ipnjuca, mopnle o
rnrrenle, min rasa de > venda, e casa de purear do
podra o ral, estufa pora seccar 200 ir de macar cm
>\ lunas, asscntameiilo para relame, casa c andaime
para o momo, nin Imane de madeira para 730 car-
ias de niel, rercafio lodo feilo de vallado, olaria,
casa de bagare, sen/ala paraos escravos: e ludo o
mais que lie mer cm un engenho, lamlicm se ar-
reada cmn :I0 animaes de roda ipiercndo os prolcn-
ilciilcs, une |iodcm dirigir-sc nenia praca a ra ilo
Quoimado loja n. (i, ou no dllo engolillo ; a tratar
rom sen propriclario Juan Francisco de Oliveira.
Aliisa-sc un secundo andar com romnindos
para familia, mallo fresco: quem qiiizor.'dirija-sc
a na dasTrinrhoiras u.fi, que se dir onde lie.
A Sra. Carolinc l'oincdcslrc relira-se liara a
Baha.
Eduardo Colln vai a Haba.
Osrrcdorcs do Joio (ioiicalves da Silva Iteis
mu.un lirar suas coalas e apreseula-las na ra do
AiDorlm u. 31), no prazodc 3 das, contados da dala
le oilleiaesae Btnileiro : I
na rita Nova, n. 58, defronte da Con-
ceirfio.
VAI A OUEM PEHTENCEK.
lloga-se a todas as pessoas que estilo devendo con-
tas antigs na venda da ra da Cailola do Recife n
85, defrolc do Becco Largo, que queiram pagar
seus dbitos ate o lim do correlo, pois ja por vezes
e lem fciloomesnio convilc.ua certezadrquoosque
o n,io lizorcm terflo deverseus nomes pubhrados,pa-
ra screm eonbeeidos por bous rreguezes... c se usar
dos termos da lei, nao leudo conlcmplac.ao com nin-
guem.
Aluga-se a padaria da ra Real n.27, prximo
ao Manguinlio, com grandes eommedos o lodos os
seus pertcnces, por preep muito coinmodo: a Iralar
oa rasa n. fi da mesma ra.
ATTENCAO, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Oaicnnu, dentista, roecheu agua denti-
fricc do l)r. Pierre, esla agua conbecida como a ine-
Ibor que lem apparcrido, ( e lem minios elogios o
sciinubir,) lem a prnpriedade de conservar a bocea
ebeirosa c preservar das dores de denle: tira o
gosto desacradavel que d cm geral o cbaruln, al-
gumas golas desla n um copo d'acua sao sullirioii-
tes ; tainbeni se adiara p denlifrice excellenle para
a eniiservac.aj dos denles : na ra larca do Rosario
n. ;Mi, segundo andar
Oflereco-so um lionicmquc lem conhectinenlo
de planlarOea, para feitor : qiicm precisar anuuncie.
SABE-SE AONDE ESTA'.
No anuo de IH30 vcio para esta cidade, viudo do
( j'.ii.i, um eseravo, cabra, de nome Eslovrto, c aqu
foi vendido, jiassadn punco lcm|io fugio : ipicni fnr
seu senbor, iliiija-se a ra do Queimado n. 7, loja
da Estrella, que llie pode informar a pessoa que sabe
dcslc eseravo.
Lava-s e engomma-se com asseio c porfeirao:
no pateo da Ribeira deS. Jos n. 15.
Precisa-8c di' un feitor (pie enlen-
da de plantar capim ejardinar: na ra
Cruz, n.2tl.
\rrcnda-se o segundo amlar da casa da roa d
3
lodosos seus devedotes, me lem conla
antigs na sua parlara ale o lim donnno
passadb, que se Ibes nao pagaran ateo
lim deatc mez, terio de ver os [scus no-
raes no Diario, e serao judicialmente noti-
ficados.
.':
re-
.
Kli
(lo
1,1-
,,<
III'
'*
I!)
k/,
id*
do
O abaixoassignado, (endede ira Europa Ira-
lar de sua sade. dcixa suas duas casas de negocio
no inesrno giro, dcbaixo da adiniuislraru do Sr.
Antonio Ferreira Braga, como inlcressadu, Oeandoo
iiirsmo de primeiro procurador, secundo sen socro
i' Sr. Manoel l.uiz de Mello, clerceiro o Sr. Manoel
.buc Correia Rraga.
Il-imingnt ttiliciro da Cunta Olireira.
l.uiz da Silva Oliveira, rctira-sc para fra do
ini|ieiio.
I'reeisa-so de urna ama para casa de pouca fa-
milia: na ruado Crespn. 13.
AMA SECCA.
I'ma miitber parda se olTereee para ama secca de
qualquer casa de familia ou mesmo ile liomein sol-
liiro: na ra do Crespo n. Ifi A. se dir qnem lie.
Sainando Rrilbanlc da Silveira Cavalcaoli,
faz srieule ao publico, ipie mudou seu nome para
Setioando Joaquimdi Bllreira.
Aluca-se um sitio junto ao Sr. JoSo Pinto de
trinos rom um sobrado do um andar com bonsconi-
modoa pira nina crande familia, caiadoe piulado de
llov, cun nina rasa terrea no fundo, roclieira, cs-
li diaria para tres ravallo-, casa para feitor, quarlo
para pretos, duas carimbas, exceilcnte baubo no fun-
d; as pONOaj (|ue pretenderen), dirijaiu-se ama
Uireila a, :i. '
(I abaixo assignado, com venda na rna do Pi-
lar, em Fra de Portas u. 2, faz scicnle ao respei-
lavel publico, que despedio da mesma venda nodia
-'I iln rnrrenle ao seu raixeiro VirlorinoJosdcSou-
U |iur llie baver dado de prejuio na dita venda em
iineuteSI dias a quanlia de rs. 5b'.VM>3l coiun
1 insta dos batneos dados o conlas correnles assic-
ii,nas pelo mesmo, e |Kir sso ruca a lula* as p,n.i-
'|iic se arbaiii a dever ao dito Victorino por efteilos
que liou iior sua ronla, para que Ibo nao |iaguem
quanlia alcuma, e sim no abaixo assignado, tirando
irles que n.lo se levar ein ronla qualquer quantia
que Ibc iiagueui sem aulorisacoo por escripia do
.ib.iivu assignado.Domhimt da Rota.
Tin rapaz brasilciro de idada l anuos, pouco
ni ii. mi menos, que -alie le, irrcvcr contar, of-
l X -. para raixeiro de qualquer eslabelerimcnlo,
|iisj lem alcuma pralica: qnem pretender, ilui-
i.i-i' a ra daCadeia nova, defronte da casa n. 13,
ou iienulliinado lado dirciio. c da dador a sua con-
duela.
Itoga-sc a quein quer que lirn nina caria di
rarroiowl) n. 733 para Cbrisosloino A Companbia
mida |ielo ultimo va|H.r dosul, lenba abondadeeu
iiv-.i-la na ra do Trapiche, arniazem de assucarib
i nome, ou na ra da Cadeia, casa de Aulonii
iiu da Silva Barroca, que a' llie lirar agr-
Caes em lora de Portas: ti ala-so no esri iplorio di
P. A. da Cimba k\ C, ra do Vicario n. II.
CONSCI.TOIIK) IIOMOEOPA I IIICIKiHA
Turro PARA OS POBRES.
8 Na rasa amarella paleo do Collecio. primet
ro andar, residencia do general Abren o U
J ma. Este consultorio be diricido pelo proprii
Jjjl general Abren c Lima, e nellc daiuse cnsul
J} las gralis aos pobres em lodos os dias ulcil
, desde as de/, da manilla al nina llora da lar
TJ de. O mesmo senbor pide ser consultado
|mr nutras peanas a qualquer hora do dia ou
$ da noile.
:-;::..:.::::::.:: :.::::.::.:...
o solicitador de rapellas o residuos, ra cied-
le ao rospeilavel publico que nincuem faca licencio
rom os lieos do linado Jos lloniincnes Ne\es, visto
estarein c-ies lacilamonte lij poilierados a Hienda na-
cional por falla do ciiuiprunenlo do leslaiueulo do
finado li. Antonio Po de Lacena Castro, de qnem
aquello fallecido ores ora loslamonleiro, e nao ti
nli.i dado nulas emjuizo, foram os bens da lesta
mentarla jaleado residuos, o se lem de arrecadar
para a fazenda, assim como se pretende baver para
a fazenda os rcudiuinibis dus sillos, desde que to-
mn cunta ila testamentaria o referido Noves, ule
quemoireii, que anda por 3H anuos, cujas rendas
inonlam a pello de U:0(KWKM).
O abaixo assignado declara a qual-
quer senbor ou senbora, pruprielarios de casas que
o julguein liador de alciim dos moradores de suas
rasas, que si'i se responsabilisa pelos alucueis alen
ultimo do rorrele mez, e assim |wdoiu exicir dos
meamos nutro Dador, o do contrari obrem coi.....ne-
lliur lliescouvicr, (cando cortos, lornaa repalir(quo
do I'de iiiaio em ilianle au paca aluciad do casa
uenluuna Bosdonos das nionias, onde actualmente
inoraiii os mus alianrados. Recite 1 de abril de
1853.I 'Iclorino Jf Firreira
O l)r. Prxedes Godmm de Sorna Pitanga in-
ga a quein, |Hir engao, ronduzin de bordo do vapor
San Saltador um cmbralho ou volumo, nu llie
perlenre, queira ler a bondadede auniinciai onde
e-I.i para ser procurado.
Tiutaram du engcuho Mmibara duas egua
mansas de roda, urna caslanha escura com o pd ei
querdo blanco, nulia nica pedrel rom un nial d
be-da un espinliacn, ambas ferradas rom o ferro I'.
roca-se a qnem forero oflererecidas, que (isxlomeni
e facain av iso no mesmo engcnbo,
No dia >:) do rqrreilte vAo a praca os bens |m.
nborailns a Antonio Norberlo de Suu/a l.ealdade iioi
exeeucao, que por este juizo Ibes niove l.uiz .Mar
ques da Silva e Mello, r.....lautos ilu edilal publica
do I
DO
CONSULTORIO CKNTRAI. IIO.MOEO-
PATIIICO DE PF.RNAMBUCO.
Ra da Cadeia do Iteeil'e n. 51, prime ico
andar.
Ricas carleiras de medicamentos bomreopalbiros
preparados segundo todas as regras pharmnn-(hj-
itiiniicii*, contengo de >\ a 160 medicamentos.
II.IIH-.0 de cr.-r{a os livros indispensaveis para a
piii.-a da bonui'iipalbia. bem como regimens im-
pressos para direrco das dietas s pessoas que com-
prarein DO liras de 18 medicamentos para cuna.'
Ilam-se lambciu de erara vidros da inellior Un-
ima de rnica, UEDICAHENTO INDISPENSA-
VEI. A'TODAS AS FAMILIAS.
./ rupetlordod* dos nirtHcamcnhi* da botica do
consultorio central bomo-opalliico de Pcniambuco
, rodo* m tmtrot gnu /o- aqu lem appartctdo, ce-
rifiraila na cliuica do Sr. Ilr. Sabino desile IHI8, e
por muila< p$MMU i/ae os lea esperiniealailn, e
reconhteem ieu pndioiotoi cffciins, dispensa de
i/aali/iirr rertwnur miaran.
Cada cidro de meilicanienlo em tintura J-oni
Tulios avolsos a...............I-Olio
A. f. Todas as carleiras, que sabirem desla lm-
liea. lavarao nina nota dos medicamentos com o
emblema cima eslampado.
Manuel Antonio de Son/a Ribeiro vai Ma-
iiiancuape cobraiicas, e deiva cuearregadn de seus
negocios 0 sen raixeiro Manuel de Snu/a Caineirn.
Manoel Jos Lopes participa aos seus frecue-
zes, eesperialmenle lis casas, onde cusluma a COTO-
prar fazendas, que 0 Sr. Jos Maria Regalo Braga
ja lyi be sen raixeiro desde o dia i do rorrenle.
FRONTISPICIO III CARMO.
Acliandn-.e prolimo o dia 17 de mam do correle
auno designado para se festejar a SOnnova do Carino
lo frontispicio, e lendo-se ai ler.iibido poucas csnio-
las, os encarregados da dita feslividade rocam a to-
los os dev otos da mesma Senbora so diguem concor-
er rom seus quantilativos, .ilim de que se |>uss:i
lelerminar os aprestns da mesma fosla.
Minotanro, o desrruclard.
Tolo be, quein quer secui-lo
A rcsposlat que merece
He,Sol quelite mala grito,
O frencti
l'n'risii-sLMli nin Imii^'iii inrn ilc maior iiladp,
que nSo m embriiRiWi para compras o mandadoi
mu : na ra da Solcdadc, C9M n. i J, ronfronlo n
venda
Precisa-se alugar um ilUopor mu, numais au-
na ''i'- Iridia baiu de caplm* 0 frulriras, nos Iii-
gares aoRuInles: Hangulnuo, Poafe d*Uch4a( Crui
d'Aiiuas, panagem, Turro S. Amaro, gradando)
lia'.M-sc heiu : a Iralar na na da Cadeia do Kccife n.
i', primeiro andar.
oneroee-ao urna ama para cozlnhar emana
unem solleiro: qaemdellaM qiilier aUlizar
^-J
Na ra do Sol n. 9, prorisa-se fallar ao Sr.
LuiEpiphanki Mauricio Wanderlcy.a negocio sou.
Roga-sc ao Sr. Vunle Tavare, da Silva Cuu-
linlm que para se llie darnlguma informar,iio rotati-
va ao seu annii lirio transcripto em o Diario de.Ptr-
nanilaira de J3 de abril do 1853 n. 91, se faz preci-
so que S. S. declare o dia, mes c auno do falleri-
iiienlo do senbor seu pai.o padre Manoel lavares da
Silva Coulinbo.c o lugar cm que fallecen etc.
Um que piale informar.
O abaixo assignado faz scicnle out scus credo-
ros, que vondcu a sua taberna da rna Nova n. 40, ao
Sr. Manoel Joaquina Alvos Pi lomba, tirando o mes-
uio PiloHiba obrigado a pagar todo o debito |icrlen-
ccnlc a mesma rasa, como consta da relaco np ba-
lan^o da mesma ; assim como roga as pesauas que
Ibo so devedoras de pagarcm suas cantas na mesma
casa ao mesmo Pitomba, que para issocsl aulori-
sado.Joo Antonio Antune$,
O abaixo assignado, ex- -caixeiro c socio doSr,
Antonio Ferreira l.ima, fax scicnle as pessoas de
sua amizade o niais sculiores que o queiram prote-
ger com sua freguezia, que se arba eslabeleeido na
ra Nova n. 10, confronte a igreja da Conreieao dos
Militares, aonde o adiarn proinplo a scrvi-ls, tan-
to cm bous gneros romo em preces.
ManoclJvaquim Aires Pitomba,
W A viuva Leonor Jorge tem justo c contra- {)
lado rom o Sr. Jos l.niirenro da Silva a com- M
pra dosilio. silo na estrada de Delm, de- '.,*
I fronte da prnpriedade denominadao sitio da ^
2 cscala.Se algiicm jwr qualquer titulo se ..
y adiar com dircito a dita prnpriedade iwdcr
& diricir-sc no prazo de 8 (lias, a rasa da dila **
iuva, na ra da Cadeia de Sanio Antonio &
n. -'"i, primeiro andar.
A |icssoa (|uc no dia I, da ra da l'raia n.
2, levuii por encano um chapeo de sol de panno
quasi novo, deixando oulro que nada vale, nucir
fazer o favor vir destrocar, para lirar o Iraballio de
n procurar em sua rasa, islo quanlo anles, poisseu
dono est para se retirar.
Franetsco da Rodia Wanderley, seulior do cn-
genho Capiana.sito no dislrirlo de Porto Calvo, leu-
do mandado o seu eseravo, pardo, de nomo Filippc,
a esta praca, auseutou-sc sem se saber para onde,
por issn qualquer aiilcridadr ou pessoa que o pegar
o mandara ao dito engonbo, nu entregara nesla pra-
;i a l.oureiiro l.uiz das Noves, ou Manoel Riiarqne
deMarrdn|.iina;odit(ioscra\nhainnilo negocia com
miudezas, e levou paramis de l:(KKI?ders., Inda e
qualquer quanlia que se Ibc arbar em miudezas ou
dinbeiro, o seulior rede ein favor de qnem o appre-
bender, ab'in de reriimpeusar gencrosamonte; o di-
io escraro temos signar- leguiolas:pardo*oscuro,
altura recular, rnipo serr, alcuma rousa espadan-
do, cabellos prclos eraclieados.snbraiirelbas |irclas o
cabelludas, rosto serr, nariz aullado, pnuca barba,
hotando-sc sentido pmle arbar-se em rima de una
das siibraiiccllias una pequea cicatriz de um cun-
ee de (-avallo.
Deseja-so nuiitn fallar ruin os Srs. I.nurencn
Percira da Silva Pimeiilcl o Antonio da Silva Pl-
ineiilel, a negocio de Inaunuuriar as suas moradas para seren procura-
Oflcrcro-sc um rapaz brasilciro, de idade de
lli anniis, para caixeiro de loja de raxendas, de niiii-
dezas ou de falcado, sendo de calcado lem pralica e
d liadur a sua conduela: na rna estrella do Rosario
n. 8.
Aluca-se um sitio rom boa casa al nn\omino,
na estrada de Sanl'Anna. por SuSOOO rs. por lodo
este lempo: na rna da malii/da lloa-Visla u. Ib.
Aluga-se o iiuartoandar dii sobrado da ra do
IrapirheNoMiu. \>, a Iralar no primeiro andar d
^ e-*3'a i-i e
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Iflfilfjil
nuscripto sobre o Involtorio impresso do mesmo
frasco. *
COMPRAS.
leudo j ronseguido avullada quanlia para a
compra da tvpucrapbia, be de inisler que os sculio-
res asignantes tenham a bondade de salisfazer silos
aaugnalures rom a maior bre\ idade possivcl.
t> redactor do Ipoitolo do Norte.
Antonio da Cunda Soares (
raes, actual \ ice-Cdiisul
provincia, declara que
sur dii jnrual intitulado
mcos DE' caSto 1 pIaSTT
O primeiro barilono A. I., (arria. Icndn
le (leinorar-se nesla ridade
iiuna-
da Grecia nerta
iin lien ini|ires-
-I) Careteiro.
Na rna da Scnsala Vcllia, dcfronle do Sr.
Marlins, pintor, compra-so (odas as qualidades da
ferros velhos c melaes, assim como ouielos de pan-
nos unos e casemiras, e mulambos do todas as qua-
lidades que -cu o em para fazer papel; assim como
rabos velhos, lunas, ele.
Compram-se escravos, o vendem-so, reecbcm-
se de eonunisAoo, tanto pora a provincia como para
fra della; oa ra dos Quarlois n. 21, segundo an-
dar.
Compra-se e vende-se escravos, o rerebee de
commissao, tanlo para a provincia como para fra:
na ra das Larangeiras n. 14,*scgundo andar.
Compra-se urna oscrava de bonita figura, de
idade de 12 a 20 anuos, prola ou parda, com habili-
dades sendo ,1 .i ni.iioi id.tile e -em ellas sendo de me-
nor; na rna deajfigano n. II, se dirquemquer.
l'.onipra-so una prrla boa engoinmadeifO,que
seja mor,a o de boa figura, preferindo-se sabendo co-
ziiibar, e um selliin inglez arriado, com slgum uso,
poreui cm boiii estado: na ra da Cadeia do Recife
loja n. 50, de Cunta i Aniorim.
VENDAS
ile canbi e piano, por prcri
Mr procurado na rna da
propoo-se d
eonunod
Penlia
a n. ii, avJmma Imiai as |
rclnuios |iara eODCOntr, do m \ircm 1
ri'lojucirus
Htoti que |oni
al- o dia
lim* Iude araliai
le h.
I.
por osle Diario em dala do 7 do rorrele*, cuja
piara, Hir inroinonioiilcs, nflo so eReelOOll u da
aiimiiiciailit. Aialmlodo aquello que cm dllos bens
quizer laucar, comparen as 10 lioras'do da cima
mencionado cm sala das audiencias desla cidade
yunn quiaer dar .vxoimmi pur seis moEos sobre
lijpollieca em urna eacrava uuocozlolta, eugomma
pinico e faz ns mais sci\inis do una rasa, lirando o
larvicoda mesma pelo premio da dllaquanlia: di-
rija-so a ra estrella do Rosario n. 38, segundo an-
dar, mu: so dir quont faz. oslo nesoelo,
AVISO AO P|I.ICO.
.ilnil
tiln
DAGUEBREOTYPO.
\\isi-so aorcspoilavcl publico que sla-
la Iiolcciiueulo do alerro ta Boa Visla u. 10,
osla psssado jiitii Sanio Antonio, ra to
Qooimado o. f, eegundo andar, onde <> ro-
IralisU poder ser procurado das 9 huras da
manha as3 da larde; nqui os prclendenles
saluriio liileirauenle salnfellos, nao spelo
triodo e bailo sorlimonlo exislento pera os
iilralos, como pela semelliauca da pessoa
i'lmonle copiada, pcloelcclrohpo, orelra-
lisla pois^csla proniplo salisfazer cmplela*
monte aos que o procuraren!.
No dia -JV do rorrenle mez de abril, depois da
iiiilienria do Sr. Ur.juiz do civel da primeira tara
s' lia de arrematar a renda animal dosilio na es-
rada de Jo.lo de Barros, com uraude ca-a de sobra-
do (Kir acabar, c b i-i.iu 11 san uredos de frurlos, ava-
llada a renda cm -OU-TlIOO rs., cojo sitio perlence ao
Drfgadeiro .loaquim Bernardo de FL;ueircdo, U.
Ipanna Maria de Veras etc., e vai a praca a reque-
rinieulo daipiellc: lie a ultima praca.
No dia 28 do cotrentc mez de abril, as 'i horas
na larde, na casa do Sr. Dr. juiz de 01 pilaos, se lia
de arrematar nina escrava, parda, de i) a dO anuos
de idade, |iela SISliacAo de OsOOO rs., cuja escra-
va lie pertenecido ao inenar Claudiuo, e vai a praca
i requei menlo do tutor doli : he a ultima prara.
1 > abai\o assignado pretende seguir para a cor-
te do Rio de Janeiro no prximo vapor.
Antonio llorgen da Pantera.
A peatn que precisar de urna es-
erava paracoziana^ inoro, deIxmitu lign-
ra, sem achaque e muito diligente no
H'tvico, COZinJia soH'riveliiienle, luz 1>-
iliose doce dcalgutnai quididades, diri-
i-se a ra da L'niSo, segunda casa de so-
lio.
\ iclorino Jos Correa de S, leudo de relirar-
* para a Europa al o lim do auno correte, se llie
taz preciso recelier certas dividas que Ibc estilo de-
vello nesla praca, o que muito pede e roga ao- seus
dsvedores llie q'ueiram salisfazer quanto anles, do
jaolrario se ver obligado a segoir os meios que a
<' Scrinille,
Aluga-se o quarlo andar do sobrado da ra lar-
i do Rosario n. 36: o fallar na botica de Barlho-
'"''" I lamisco dcSouza.
Aluga-se urna esrrav, mora, que engomma
iiiin;,! Iii,t ,. roziuba o diario de una casa, a qual
b'inuuia cria do dous mezos : quem Ihe convier,
"ija-se a rus das l.aranwiras n. I i, segundo an-
dar.
l'rerisa-sc alugar um silio quo nao seja muito
pequeo, c que i^tcja bem piauladu de frucleiras,
"lulope,i,i da piara ainda ineaino quando a rasa
"S"> seja de minio, coimnodos, o que nao so elige
iran olive,
turado.
o que nao so
iinniiiieie pura ser pro-
quizer aluga>
TinsjKissu-sc o unni/ciii d ra do
Irapidie ii. iv, propiiu para eiscrpto-
l'l'K U trillar no lllCSUiO.
l'rineipaliuenle nos for.....edores dos liospilacs,
que na ra estreila do Rosario n. II, deposilodas
bichas liamburgueus. lem nina poican de bichas de
Lisboa, que vende a 58000rs.ocenlo, e aluga-se a
100 rs. cada nina.
RAPE.
Hoaipiim Ferreira MendosGuimarSes, recebeu ul-
limamenle pelo paquete S, Saleadorpaoy ramoasa
do eicelleule rape nacional princoia, da fabrica tle
J. J. da Mocha fi[Compan a to RO de Janeiro, on-
d he imuto apreciado, c (ido polo nico tpiemellior
SUbSliluoodO I imiii.i. pela urandu seinolhanca uuo
com elle lem, lauto ein cor como cm aroma. Kllc
he lamhcm j;i hom apreciado na Halda, Macelo, Coa-
ra ellafanliflOj ogeralmenle em todas as partea onde
lem sido niamlado. .Wisladas fallas que se dflo no
rap em ludo tpiasi asmellianle Aquelle, espere-ae
'le,os amantes dalle, eera arala lodos que ainda
ii.n (nu conhecimcnlu do mesmo, vonham cmpra-
lo, aiienili'iido que sempre o adiarifo Irasco, o J-
nudase diu-ao taes fallas, asquaes muito sensivel se
lornama quem est aeoslumado com olio: vend-
se nodoposfloda ruadaCrui n.57, segundo andar,
aramollior COmiDOdidade (amhom 0 achatan na
loja da mosinnoasa.
Precba-ae do urna muUier de idade para ser-
cii de portas admiro: naruaNo\au. :t.
Olerece-se um hitmonnlo maior idade quecn-
lende nerfeilamenle de sitio, para Iralar de um per-
lada praca, o i| i il lem escravos ueressario- OU
mesmo para adminislnr algum outro ealabeleclmeii-
lo,menos venda: o sabe lar, escrever o contar:
dirija-se a ra Drreila. na reliuarao
o .los do Araujo, se dir.
:;:: tu :-:-:.
CINSULTOllt IIOMOIMTIIICO.
S Ra do Trapiche Novo n. 9, no ;
Suem prensar,
" Sr. I i.iiit i-
hotel Francisco.
^ o Dr. Caaanova eooUnaadar >
m eremedios greUs aos pobres, ta-7 I
W iitauhaa al ao meio dia. As pe*
;; ii.o foreni |Mihrcs s6 pasarlo de 51
(hi eacrevoaso pag
msullas
uras da f
las que
$ rs. pelo Iralaincnlo,
& de ."i a IMOOO i-
;.:;;,: ::::" :" '. :.: ;.;;::: "::;
AoSr. Manoel Pililo .Novaos. paaMgaro da
Baha para Lisboa bordo do rtpor Seren, rouba-
ram na noitc do I para 91 do rorrete, arrnmban-
Jo um pcqueun bah em seu ramarole. nina earteira
conlcndo todas as cartas de reronimoiidarau o or-
dena parasiiprimenlos. dadas por sen pai o Sr. Jos
Piulo Novaos, ucRociante da Haba, c outros amipis
para pessoas das diversas praeas aonde vai permane-
cer cuidando em sua saude, e I2t>>t)00 rs. em di-
nbeiro de ouro. Ha ludas nspresiimpcos ser perpe-
Irado poruin passanciro que para esta ridade vcio
no mesmo vapor, c leudo desembarcado com sua ba-
ga,......voltura de noito ao va|ior reonjMOda so na
mauliaa seauinle, estando o prejudicado ein Ierra
aonde pernoilou. Consideram-se |nir esle fado as
ditas cartas sem valor algum, e neni a ellas uso se
poib i .1 fancr: quem dcslo roubo |M>der dar alituns
indicios ou noticias, ser rom Eenerosldade recom-
pensado, dirigiudo-se a Manoel Duarlc ilodrigiies,
na ruado Trapiche n. '^i.
l)cseja-*e saber a bem de seus inlcrcsscs onde
existe Joo do Dos Mililao nalural do l.i-boa, veio
ira esla ha anuos e aqu se cusou, leve lillios, e um
delles de nomo Jos, aeeociou para o serbio, freguc-
sia do Cralo do Bom Jardim: ua ra da Cadeia luja
do ferragens n. 53.
Na ra da Aurora, casa junto ao Collcgio de or-
pliiis, prerlsa-c do um copoim e una ama engom-
madeira, anillos Irvras.
Manoel Ferreira da Silva llamos e sua scnlio-
ra U. anua/.nriib Hamo-, n.io Ibc sendo possivcl
lespedil-e de lodas as jiessoas de suas aini/ados o
(,1/i'in par esle liailu, ,,llereeen,lo-lbe- Otea diini-
nnii, presUma em Lisboa, aonde lea lenefod rc/i-
dir por algum lempo.
(Jiiciii gallar rapim borato, dirija-se ao buspi-
io, silio do Loto.

llfrija-N ao Paleo de S. Pedro, venda u
OlTerocn-ao nina ama para rasa de punca faiui
lia ou de bomom solteiro. para lodo sprvieo inlerm
de casa :'alra/. do muro da Pcnha n. 3f.
Nodia I do rorrenle, linda a audiencia do
lllni. Sr. Ilr. jui/. de dircito da primeira vara, seba
de arrematar em ultima praca una esrravinba pe-
iitioiaila a .Manuel Francisco Carduzo, por overu-
,;.i" de Jo- llias da Silva.
No da Sftdo correle, linda a audiencia do
llbn. Sr. Ilr. jui/ de direitn da primeira vara, se
ha de arrematar a casa e silio da Pasaagem da Mag-
dalena, .iMniiiiri.il.i para o dia l'i por eaecneao de
Jo.ni l.eile l'ila Orliuueira, romo lutordos lillio- do
tinado Antonio Hodrigucs l.ima.
ATTENCAO.
I'. ', ao Sr. prnpiielario da padaria da Sen/a-
la Nova n. 30,quclra por obsequio franquear seues-
liibele '.'menlo para ver-e o mi: liioi-lno de sua nn-
va invencHOfOndc fabricad afamadoplo crinulo.aiim
dse acreditaresse invento, ao contrario tora o des-
ROSlO (le (|iie o rospeilavel publico, o repule por um
einbiisleiro. O CUrioto.
I'recisa-se de um criado, no aterro da Boa-Vis-
ta II. 'i, primeiro andar.
I'reeisa-so de alugar urna prela quo seja liel,
no boceo do Poivo lu', u, sogiindn andar.
Jos do 1 Pacheco, romo Icstamentcirodo
tinado Boininnos Garca Pranlo, estando proce-
deudo ojenvenlario dosre-peclivos bens, |ielo jni/o
iniiuieipal da segunda vara de-la cidade, escindo
.Molla, convida aoscredoros do relerido Rnado para
lesalisnrcni as suas dividas, atim de seren ulleu-
didos.
Km observancia do disposto nn arl. Ifl das
iustrtii'roes de 31 de Janeiro do 1811, tem do-o ar-
remalar em hasla publica, depois ipie flndar-ee
a soBuinle audiencia do Sr. Dr. juiz dos foitos da
fazenda, c por owcuooc- das mesma, os bens abai-
xo declarados:A renda animal do engenbn Ha-
mos, lmenlo c crranle, sito na comarca de P.iod'A
Ibo, por lOtpOO rila, penuorado oolierdeiro de
Bernardo Jos Copos do aforaos; una escrava rom
una n ia de 18 metes, por lIUWMKI ris, a l.uiz da
CoaU l'orliicarrciro; a renda annii.il de un sitio na
Iravcssa do Arraial, com casa de vivenda o arvores
do filelo-, por lOOiOOQ ris, a Manuel Ferreira
Chaves; dita da rasa terrea u. \do boceo Tapado
na Iravcssa do Monloiro, fregue/ia do San Jo-,
porOjilOO ris, a Jos Maria de-Ainorim Jnior;
dila do silio na estrada do Manguiuliu. ruin boa
ca-a de vivenda c arvores de fruclos, por 9001000
ris, a Antonio l'crrcira da Costa Braga ; um ter-
reno ua rna da Concordia, rom 8l palmos de frenle
oililde. fundo, inclusive o Icilo da ra da Palma
(pie alravcssa dito terreno pelo rontro, per 80O.30IIII
ris, a Antonio Jo-e d'Albufltferqua um dito na
Cabanga, em sogiiinicnlo do l'onlal, por S50tOOO
riris, Jernimo Sebaslian do Aleuraslro; seis es-
lavo- de ambos os sexos, mocos o sadJoa, avaliadoo
de per si, e todos na importancia de :I:00!I->J00 ris,
a Jo. Antonio da lloclla ; cinco ditos ua nie.ina
eonforinidade cima, por l:(ill;iN)!lll ris; e una
mobllla de madeira do Jacaranda, em boni estado,
por ICsvoOO ris, a viuva de Antonio da lanilla Sae-
rea GulmarSee i uns alicerrcs com casa foila dota-
boas acoberta de. lelha, na ra dos Guararapoe,
por l;0tl-)IKHI ris, a Jos da Silva Noves: a renda
do sobrado de um andar c duas bijas, n. .", na ra
Dircila dii Afogado, por "fUIKI ris auuuacs o an-
dar, e t K1I ris rada nina das lojas; a Manuel
(ionralves Servina; um movis por .VJs'iOii, a viu-
va de Gaspar Jos dos Rala; uns ditos por 895011,
a Innocencio da Cuiiba Goianna ; uns ditos por
OSOOO, a Josi'Joaqiiini de Alinela (inedes; uns
dllos por IMOOi a Ignacio Benlo do l.ovola; 30
pancllas de lonja branca do uso do botica, por
l.iatMK), a Leticia Maria da Cuuccir-io ; os utensi-
lios de um acougue, por 1390110, a Caelano Manoel
do Nascinienio: quem lacs objcclos pretender coni-
pareca no lugar indicado. Hccife id do abril de
I8VLO solicitador da fazenda nacional, Joaquim
Tlwodaro .//ees.
CONSULTORIO HOHBOPATHICO
(ossel liniomi. profcssnr de hnmcopalliia
pela esrola do Hio de Janeiro, continua a
dar (iin-ullas aroMl aos pebres lodoso dias
litis, das H bofas da manfiSa at ao meio dia
no seu consultorio, ra das Cruzes u. ~2>
L;| AO PUBLICO.
/ O almi.vo assignado avisa nos se- 2
H nitores de engenta, bvradoi'es, Pj
j, lii/.cnilciiiis. c 00 publico cm i'ir.il fj
cj (|lll', le
i.^ CilSIIS Culi
I cestas, alie
comninacao cmn meninas
terciaes inolezas, (ran-
:k do coironte mez, visto
o negocio.
Cnnlinii a estar para so alugar o rasa terrea
n. lo, sita na ruadoArogio, muitopropria pan......
godo por ler Ira |mrtas de frente, ser em linin lu-
gar, c estar cm armasen]; d-se |>or prcro miiili
commodo: a tratar na botica da praca df Boa-Visti
le
sen oltagiiel
sendo em
lioni fiador
mesma : a
emitas esniss,-i.
Iii na rna (lo Colli'i'in,
temaber
ii, 2, mu
grande ni mazem, ricamente sorti-
do le uuiendas linas e grossas para
vender por grossoe n retallio e por
ra | liceos milis bai\osdo(iiieem tinat
|0 cjuer outra parte. Antonio Luiz
AVISO AdSSKMiottDs ni'. i:m;i:.\iii).
ltenlas as grandes vanlageus na moagem do
ranna, provenientes de ler os lambores das moen-
daspcrfoilamenle torneados, o abaixo assignado res-
pellosanienle lembra aoasenhoresde enoenho, que
nasua (uiiilicade ferro em lora do Portas, se pd
deperleilan.....lelor.....ir de novo unijoao de lam
bnre-, e aparare endiroilar os denles da- carreta:
rom tanta prstela, qne se pode enlrcja-los no nies-
iniiilia, ev ilaiiilo-e assim o .....inveniente da demo-
ra dos carros c o empale da moaiieni ; a-siiii ronu
(pica niesnia fiiuiliea se arba sempre sorlida naj
le novas moendaa de diversos lmannos mode-
los, sean lainhem de rudas dentadas, lano pan
nana como para animaes de (odas as proporce-,';
aber ; volla por volla. volla e (piarla, vollao ler-
i'.i, Milla e ineia. dual, lie-, qualrn val
e perianto qualquer scnlior de en:
rendo arrele ara sua inoenda, alim ib
nina no mesmo lempo, ou rolarda-la,
premermnis liquido da mesma n.....a, p
el
que-
S para -Jtido correnle, asi) lloras o um
quarlo da noite, |>ouco mais ou menos, doscncanii-
nhou-se, indo aira/, de urna peana, em menino for-
ro do cor fula, dado (i anuos, por nomo l.uiz, com
calca prela e camisa prela ; levou mu babuzinhode
folha na mito, da Iravcssa das ( u/e- al perlo da
botica do Sr. Barlliololneu: quein delle souber, dl-
rija-se a ra do yuoimado, loja do Sr. llemiques
Soares.
__ Beseja-se fallar ao Sr. Manuel Nnilicito Jor-
ge Ciiiic.iIm- : na ra ''^ Cadeia do Recito, b'ja
Aluga-se um oplimo moleque pira lodo servi-
co ; quem preteuder, dirija-sc a ra do Amorim
n, 9.

is, el
tnno
moer nafa
ilim /o es-
. ie sera de-
mora escolher aa rodas compclcntes. KiibdicaS de
lorro, uarua to Hriuu, paseando orliafar/./). II.
Bowman, enjBonbeiro.
ffa ma imperta I n. mi, nrecisa-se lo seis ofli-
eiaes tlerhariileiro c apremli/cs, ou Unidores huno
l*reeisa-so to um rapa/ portugus ipio leulia
pralica do balefio e anlenda lo patleria : a Iralar ua
padera da na Nova.
Aluua-se uiua escrava coziulioia, la\a r aomnia. e fas o mafs sorvioo do ama casa: ua ra
lo Sevo, primeira casa Ierres rom solt.
>$, Paulo Gaignou. dentista.
Pido sor procurado a qualquer hora em J?
fsua casa na ra larga do tyosario, n. &
,.1G, .segundo andar.
^miauaauxMmaatKximm
A pessoa da cidade de (mi,nina quo lem pro-
curado fallar a Joaquim Jos do .Mello l'iinenlel,
podo diriuir-se a ra da l'raia, n. .'
Distribueiu-te gratuitamente na
loja do Amules, nn piaen da Indepen-
dencia, e na loja de .lose Fortunato dos
Sanios Corlo, as lisias da lotera lli a be-
neficio do lliealto da imperial cidade de
NlCthcroy, viudas do Kio (le Jaiteifo le-
los vapores S. Salvadore Severn, Ospos-
siiidoresdos biuietes oujos numerosabai
\o vito'declarados, podem vir receber os
coimictciilcs premios nn, sBo pairos iiu-
mediatamente nas metmns lojas cm que
ski comprados osblnetes.
Meiobilheteequartoi 1,085 20;(M)0.s000
Oitavos....... 705 10:000x001)
Vigsimos.....3,061 2:000f000
llillicleinleiro. 5,151 hOOMOOO
Metobilhete.....1,690 i:6OOOO0
0 oulros niimeros de 00, 200 c 100*000
n. Corren no dia 10 do corenle a ro-
da da se;;iiirl.i lolcria a beneficio (lo Ks-
ladn Sanilaiio, cuja lista se espera pelo
vapor de 5 do futuro me/, de tnaio; os
liifliel* e cautelas se aoliainju' a venda
nas lojas do costil me, pelos procos nnmiii-
Quem tiver para alugar nina casa
rea no liainiide Sanio Antonio, ecpie
nao axceda de Itl.s'OOO r.,
K>a rna, dando o ntniilino
e obrgando-Se a tratar da
pessoa que tiver, dirija-se
loja do Sr. Pigueiro c participe, para o
mesmo avisar a pessoa que quer.
Cmn aiiluris.ir.in do Exm. Sr. I'rcsidenlc I).
Francisco Antonio Ribeiro, li. Luisa Aunes de
Audrade Leal, e Senliuiiiiba de Asseca llilauroiirl
Leal de llezeudc o Tlirroza de Jess l.ral, tem alier-
lo em sua rasa nina aula de primclraa ledras para o
sevo ramblino, aonde se anana a ler, e-rrever, con-
tar, grammallea nacioiial,arilhmelica, Irancez, in-
gles, o oulras quaesquer facilidades, quaudo o- pato
queiram mandar en-inar, eensiiain a doulriiia rbis-
laa, bordar do seda, de marca, do suslo, o esconde,
labvrinibo., c oiiira. habilidades deagullia i as pe--
suas(|ne scdignnreni bonra-las, rniiliando-llic suas
presada- lilbiiiba-, lieanlo salisfeilas pelo augmento
que lerao lauto ein e-ludo-, a ellas so applicjieiu co-
mo em lio!., mais que toca a boa edncaeao. A casa
lem ('(11111110(10- para receber de qnalro Tito seis pan-
sionista-, o recebe malas ditas o externas mediante
un proco rasoavel, o poderao -er procuradas na
ruadn Calmudos, u. 5. |irimciro andar ; quem vem
da ribeira o segundo sobrado sop do de varando
encarnada.
i
v* I). W.
evoiio
: ::::::::::::::;;;.;::
DENTISTA AMERICANO. -:
llav mu, riiurgiaii dentista, rniilini'ia a 5*
sua proflaafo, razendo indas as apera- m
:J ee. (pie forein precisas de qualquer naliiic-
H 7.a, tanto por fiira, romo na sua residenria, j
.i oudopodeser procurado a qualquer Iran i .'
.' na rna da Cruz. n. 7, segundo andar, no He- S
Cito. ;.;
t ':.: ::::::::::';;::'
AOS SENHORES CHAPELEIROS K 1.0-
GISTAS DE FAZENDAS.
Avisa-sc aos senbores rliapcleiros o logislas de
fa/eudas que na rna do Collegio casa n. 2\ segundo
andar, evislc um rompilo sorliuieulo de cbapos
iiovos lano para boiiicni como para senderas e para
se liquidar, so vendein pnr baralissiinos precos por
atarado ou em porees, a dinbeiro ou a pra/os ron-
forme so convencionar, lam......se vendein da mes-
illa forma algiins nertenecs para rbapos romo se-
jam lila-, couriulios, forros de papel, c de seda,
livellas. plumas prclas e oulros imiilns nlijei los pro-
l'iio- para fabriras chapos, bem como um llloiro
eoni dous viilra- grande-, pruprio para cima de
baldo : os prelendoiilcs ilirijaiu-se an indicado an-
dar que acharan rnm quem Iralar.
Quem e-livor em circumslancia de ir para
um engonbo prximo desla prara, para fa/.rr una
escripia que levara alguns meses, mediante nina
gralilirar.ln ra/oavel, dirija-se a ra da Cadeia do
loja de lanudas, que achar com
rnenlo ingles, da mclbor qualidado que lem
apparecido al boje ueste mercado e por mdico prc-
eo : na rna da Cadeia do Recife u 60, armazem de
llciirv i.ib-nii. >
Vende-se urna armacao : na ra Uireila loja
n. 3fi.
Saudades da......lia Ierra, romance letras c mu-
sir, .111.1 nj nl.i- por urna Sr.- |>rovinciana o dedica-
do as suas comproviucianas in.ir.uiiien.e-. Vnde-
se em casa de Carduzo A y res : na ra da Cadeia do
Recife, n. 31.
Vende-se una ptima escrava com 2 crias po-
cas, de 5 anuos a moleca, e o molequo do 12 a 13
com principio de offlcio de marcinciro : na ra da
l'raia, primeiro en,I,ir n. VA.
Veude-se um sellim com pouro uso: na ra No-
va n. Ib.
Vende-se una parle da una rasa de sobrado,
n'iini.i da-nielliore-1 na- desla cidade, quem qui-
zer anuuncie.
#* 9#fi-.'SC #M
VESTIDOS A IJ600, E IWr5).
W Conliniia-se a vender cortes de vestidos de w
riscadinho francez cores lisas rom 12 cora- 08>
ft dos.ii 19920rs. rada rorlo ; dito- de chitos
escuras, a latitKI rs., havendo porr.lo para es-
^ cotber : na loja do sobrado amarello nosqua- Cta>
a$ tro raidos da ruado (Jueimadn, n. 29. M
LOI'EKIA DE NOSSA SEMIOHAiJO
H0SARI0.
O caiilelisla aiinuncia ao publico que o Ibesou-
rciro quer fazer correr as rojas uo dia 29 do corren-
le infalivel ainda rom algum sacririo; e por isso
roga aos amantes deslc jogo, que roncorram a com-
prar o resto dos bheles, pora iloscr forrado o llie-
soureiro a espacar o anifanicnlo das rodase assim
como ua ra do Queimado. loja n. 61, e ua pracrada
Independencia, toja do Sr. Fortunato, esla venda
um grande rorlimcnlo do cautelas e um resta de I i -
Hieles.
Ililbetcs........ir-msi
Meiiw.........23O0O
Ouarlos........192110
Decimos....... 600
CHITAS BARATAS, DE CORES .SE-
GURAS.
Na ra Nova loja nova n. 16, vende-sc chitas es-
curas, o claras, de cores seguras a 120,160,180e 200
i-, o i ovado, dan-so amostras rnm pcnbor.
CHITAS A 120 RS.
Vende-se elidas de cores seguras, a .-"( i rs. a pe-
ra, e 120 rs. o covado: na ra Nova loja nova n. 16.
ULTIMO COSTO.
Vende-se corles de eassas de barra, c que se po-
do corlar para fazer de tres bollados, fazenda nova r.
do ultimo gosto, pelo baratissiino proco do 2jot)0
rs. ii corte : oa ra Nova loja nova n. lli.
MEIAS CASEMIRAS A 2?000 RS. O
COBTE.
Vcnilc-sc malas casembaa, de padriles csruros o
claros, a 2(KI0 rs. o corle: na rna Nova toja n. lli.
Vendo-se lencns brancos de cambraia. a 28(00
a 39500 rs. a duzia, c2i(), 320rs.,olenro ; dilos
com liieo afc'iOO rs. aduzia, c 320rs. oleneo ; di-
tos de cassa, a :te200 e SUOO rs. a duzia, 280 c 320
rs. o lenco ; dilos do chitas para tabaco, a 160 rs.;
ditos tinos que mo diflerem dos de soda, 39200 rs. a
duzia, e 2X0 rs. o lenco ; ditos de verdadeira ganga,
a laOOO rs. a duzia, c 400 rs. o lenco : na ra Noya
loja n. 16.
CORTES DE GAMRREAO' A 1x280 RS.
Vende-se corles de gambreao. padrdes escures e
milito eneorpado, proprin para a presente eslaeflo, a
l?280 rs, : na ra Nova loja nova n. 16.
Vende-so um carro do ? rodas, patente inglc
por preeo rommodo, um terreno com 100 palmos
frente para a estrada da Capunga com vario3 pos
llerifc n. 10,
quem tratar.
ciados. Os premios serao pagos a cliega-
da da lista.
P.YSSAPORTKS.
Tiram-se passa|>ortes para dentro c fra do impe-
rio, dcspacbani-sc escravos, correm-sp folliase tiram-
sc litoral de residencia: para este lim procurc-sc
ia roa da Queiuiailo a. 2.", loja do miudezas do Sr.
Joaquim Montciio da Cruz.____
i;\SILTOKIO lllItlIlrlirATIIKII
No Ifatlntirosso, comarca do Cabo, M. di
ipieira Cavalranle di consultas o niedlca-
enlosgratis aos pobres, Indos os dias da- i;
iral ila manliaa a I da tardi
3L.
- Precisa-so de una aula de lelle,
sem lilbo ; ua ra dos (.luarlei-, n,
andar.
AMA DE I.EI1I
Su riiii do Crespo n. l prccsa-sc tic nina .iin.i de
leile, |nufi'iinlo-se snn ini'iiinu.
iiiniii:or\ii!\.
() Ilr. Sabino Olegario Ludgoro l'inlt" iim-
loiHte pan o balito tle Sanio Antonio, na
la- c.ni/.os n. ii, eaaa onda morou o Km.
8r. vlgariogoral l>r. Hairii ihIp ptle ser
pnKuradoa qualquor hota pelas pessoas que y-.
qoizerem honrar com sna coufiaiira. Q
:-;;r;::':;;;-::::::-:^;.::::;:: ;:..NMl
FNDICAO D AURORA.
Na fundilo il'Aurora arlu-se ronslaiilemenlc nm
t'omylelo sorljinenlo de macliJnas to vapor, tanlo
il'alla romo tle turna |>resio Ipprovadotfa Tambcm se npiomptam do encoinmen-
tla de qualquer torosa que se poaniq desejarcoma
maior piesle/a. Malicis omciaes serAo mandados
pata as ir nssentar, c 01 filiiicimles como tenido
cosnme alKiucam o peiTeilo Iraliallio delhu, o se rc-
I">ii-,iluli- un por qiiahpier dercito que potua neltaH
tpparecer tlnranle a primeira sai. Militas iniiclii-
nas de vapor om-ii uiil.t> ueste, cslabclcoimenlo tem
eslado ein constanle servido nesla provincia 10,12
e at Hialinos, o apenas lom cucido nui insi^nili-
canles reparoi, e afguma* al iienliunsalisolutamen-
le, acerescendo que o consiimmt do OOUbUfUvel lie
mui UKOuaidafavala ()scnlioieideeiigenlio, |uis,
euulras quaes4|ucr pessoas que prcciiiarem de m.i-
cliiiiismo so i i'-|.fiiii-.iiiii'Mif reiividados a \isilar o
f-i.dielccimeiiio cm Santo Amaro.
S4M0S.
SALSA PARRILHA
Vrenlo Jos do Brilo, nico agente em l'eruam-
hucodc B, J. II. Sands, cliimiro americano, faz pu-
blico, que lem dictado a esla praca nina grande
poreflo de raseos de salsa-parrilba do Saint-, que
silo veidaileiramente falslicados, e preparados no
Hio pe Jauciro, pelo que se deven) acaulelar o ron-
HUinidores do tao precioso talismn, de catiir ueste
engao, tomando as funestas rouscquenciaii mo sem-
ino (osliunan Iraxer os incdirainentos faUilicados i
elaboradOJ pela mao iraquclb^ que anlepcm seus
nteresse- aos males e estragos da hunianidado. Por-
anln pedo para que o publico se |K'sa livrar dola
'raudo o distinga a verdadeira salsa-parrilba de
Sandsda fal.iliead.l e i 'o. ciilonli ule ai|ni cbcK ,1a;
Oaonancaiile faz ver que a verdadeira vendo
nicamente cm sua liolica, na ra da Loneeieao ,1o
Kocie n. til ; o, alrn do ra-iiluario que acompa-
iiba cada fraseo, lem einbaivo ,1a primeira pauina
seu iioiiic Impresso, c se icbani Ma Minia em ma-
r
le larangeiras, c um grande |e de jaqueira, colca-
lo no meio, os prclcndontes, dirijam-se no alerro da
tloa-\'ista n. i", a tratar com Frederico Chaves.
Na taberna do aterro da lloa-Vista n. 80, vnde-
se us seuuinles generos pelo barato pre^o: bolarbi-
nlia inuleza, a 720 rs.; dila franceza, a 560 e a 600
rs. ; I,,, liba de porro a a.'i i rs,; nozes de t i-boa, a l-Jti
rs.; ella bvsson muito superior, a IfttiO rs.; dito mais
liaiso, a IslOOrs.; dito prelo, a I8K00 ra.; louci-
uhii de Lisboa, a 200 rs.; dito de Santos, a 120 o
I60r>. fariuha do Maranliiu, a 120 rs.; dila de ara-
ruta, a mu rs.; assucar retinado Tino, a 100 rs. ; di-
lo, a Sil rs, ; azeilo doce, a 610 rs, de Lisboa; dito
engarrafado Francs, uHOO rs. ; viulio do Porto en-
garrarado, a 1W) rs.. a garrafa ; dito muscalel, a 610
rs. : assim como muito mais generos |>or barato
BICHAS DE IIAMIllilUiO.
Na ra do Trapicha n. SO, primoiroan-
dar, ou no hotel Francsioo, vende-se h-
i-Ibis ilr llniihiii'joi nos ccitlos, cltcgadus
ltimamente,
## w : w a tmp999 &9n
: MiSTIIXlS DE CASSA A taflOO. A
' "> Vende-se corles de vestido de cassa de rd-
$'. ros com 7 varas, pelo barato preeo de IfiGOO an
3^ rs., cada corle : na loja do sobrado amarello A
39 nos qualrn ranlosdarua doljueiinailo, n. 29. i
\ ende-ae saccas com milbo; no Hecife becco
Largo, venda da csqiiiiie n. 1.
Vende-se nina bouila imilalinba de 10 anuos,
propria pera una casa |iarlicular, por ser de miiilo
ma <,nubil la: ipieina ipiizerdirija-se ra do Ara-
glo u. 27, que so dir.
IMILtiOS E FOLHAS DE CORRE.
Na na da Cadeia do Hccife n. li, vomle-iio pre-
gse fotlias de cehre cm muito )K>m catado, proprio
para forrar qunlquer navio c por prece razoavcl,
avhta to poin-o uso que appiesentam.
Vendo-so una e>crava mo^a por .(kiswk i-..
Idade 30 annos, so dini a razAo ao comprador: nu
alerro da Boa-VHlan. '20,*emnido ai)dardaa6 lioras
as 10 de manlian ; c de I as da larde.'
Vende-si' o muilo 8u>oiior vmlio
francez, branco e tinto, m barril, crie-
gado ulliinaniciilc ; c (;fjo* do champag-
ne, Indo pelo preepo mais commodo |xs-
ivel: na ra da Cru/. n. 20.
ATACAS DE CORNALIVA.
Vende-sc nlaci-i de cornalinas de todas as cores, as
mais ricas |H.ivcfo, c porprct;o mais barato doque
em outra qualquer parte : na ra dos Quarleis u.
aHJoja de mludeai de Crui & Baslos.
AliOIOADHAS PARA COLLETES.
Vendc-eal>olondiiras de diversas qualidades pura
cu Heles, bem como boloes- de cores para enlejes do
vestidos, por pre<;o mais barato do que em outra
qualquer parle: na rna do* Qoartvis u. '2\, loja de
miudezas de Cruz Haslos.
AOS SRS. ALFAIATI.S
Vende-se os mais ricos o modernns bnlfics para ca-
sacas c palitos, lauto do selim prolo lisos, romo la-
vrados, e por preso mais barato doque em outra
qualquer parle : na ra dos Quarleis n. 24, loja de
miudezas do Cruz & Bastos.
IANS PARA BORDAR.
VeOde-se las para Inirdar do lodas escores, indu-
siainenle biane.i o da niclliw qualidado |is.sivel,
por preeo mais haialodoquo em oulra qualquer par-
to: na rna dos Quaiteis n. 21, luja de miudezas de
Ou/ A lliisl"-.
TALAGARCA PAItA IIORDAR.
Vende-se labiu.ir^a para liordar, por preeo mais
barato do qiieeiu mitin qualquer parle: na ra dos
lluarleis n. 21, loja tle miudezas doa^Ci'iiz e Bastos.
SAI'AIIMIOS DE LAN.
Vende-so aapalinhoa de lia paraerUnfas, ns mais
brin leii,,. poasiveia, e por pni.i mais baraudoquo
ein .mira qualiluer parte: na madns OikiiIos n.
21. loja deaiiudeua de CruzA bastos.


DAURORA
^ le a Minia MACHINAS IMEIUAS B
fj) 1IEIAS MACHINAS de varios tamaito
a ilcsla eonalrucfaff. Bita MOENDAS Icm
waTiDlim.....le oilralilr das raimas, por
,'S) cima de-l."i 1*011 CUNTO maia caldo doque
*L as ordinarias, eom a mcsina forra motriz.
v;i Acham-ae lambern na moma rasa TAI-
*2 ARADOS TODOS HE EEUHO da aere- -,
(JJ) ilihuln laliririi de HANSOM E MAY. V
^^St^ *V %V *J *\ *i*%*V*V^'
SEMfcNTESDE HORTALIZAS.
Vendse sement de hortalieai de lo
dasasciualidudcs, cheguila proximmneii-
lc do Porto, por precocouimodo no ruii
Oireitu, venda n. 7ti, esciuina ilus Peccadoi Mortaes.
Vrmii'-si mu excellanlo escravo, criouloi mo-
co, robusto, sc'in deleito algum e opliiuo para anua*
icm le easucar: na ra das Cinco Ponas n. l'l.
163000 US.
Vaude-ae ricas aabrecastca de casemira de rores
mudada., pelo diminuto preco de IdsOOOia.; a rl-
lasanli's i|iii' se araliciu: na rua do Qiieimailo, lo-
OVEKADE1RO RAPE PAULO COR-
DEIRO.
\a 1111 da Gnu, venda n. 99, BCha-ee a comino
\crdadeirn ra|ie Tanlo Cnrdeiiii viajado, do ftioilc
Janeiro ao l'ar; oslo iap lurna-se mullo superior
rom esta vfagein quetai, pois o torna muilo emian-
leaoile LiSDO, o rom a falla desle os amailorcMla
|jna pilada ailiain a recurso no annuociado.
Vende-sc a \tnla i'iu rasa de James Cr.ililree ,\ C.i na ra da Crm
n. i:l.
Vemlc-sc a laliema n. 11'< da ra Imperial,
baslaule alreeuc/.ada, c cota os tundo* a vonlade do
comprador: o motivo de vender-sc lie por n dono
ipiriei roinpraroulra rom matares raudos no centro
dactilado: Irala-se na mesma.
Vende-sc una niulalinlia de I \ anuos, de mul-
lo lioa Osara, cose. taz. labyrinlho, mana, pintea
urna senhora, ludo fa/ muilo liem : na na dotad-
I.: i ti. I, primeiro andar, se dir quem vendo*
. Vcndc-se ama taberna no beceo Largo n. I.
mullo afrruuc/ada e rom poneos fundos; a Iralar
na ra do Auiorim n. '>'.>.
AO .MAHA.MIS.MO.
Vende-sc un) palanqun! da llaliia em liom estado
e uso, urna mollia completa de amarello eiu liom
estado, ludo islo por mdico preco: no paleo da ri-
liciro de S. Jo*'' n. II.
Na luja de 1 piulas de miudc/as da ra do Ca-
linga Icm para vender carias para vollarelc muilo li-
nas, raixinlins de lentos para o mesmo a .OOO rs.
um completo sorlimenlo de franjas, Iranrinlias, lu-
cos, rendas, e lilas de todas as qualidadcs o BOSto,
Inucas ile lita, sapalinlios da inesmo para meninos,
Pali* fnsiudo tartaruga proprios para meninas de
escola, mu coinplelo sorlimenlo de peiTumaria, Igu*
llias Tranre/as muilo finas lauto em earleira como
em ramulla, un ias prrlas c brancas de seda muilo
SUpaHoreSfluvas de pellica c seda (ira senhora, pen-
ses de larlaruna para alar cbelo c alisar, rastirars
de Jagpe a 1,000 rs. o par, um excellenlc oratorio
scui iinacciis,* bandejas de todos os lamaiihos, c u-
tios minios objeclos, c |ior prcro rommodo.
LINDAS i: MODIJtNAS- ATACAS
IA CASACA, A l.s'MHIis.
i. de cornalina, e mullo lindos mo-
i ra do QuciUMdo, luja de miude-
, do Anjonio Jos de A/evcdo.
Vonilc-sc 16 csiravos, sendo mnlcrnlcs de
idade de 20 a anuos, bous co/inlieiros, -2 dilos,
sendo um sapaleiro, H dilos de lodo servico, Vcsrra-
vasque lavam croiinliam, sendo urna deidudede
oannos: na ra Dircita n. :t.
A POCA.
Jornal do industria, scienrias, literatura c bellas
arles, vende-se a rolleccao peto preco de .'teOOO: na
luja de livros no Recito n. 51'., indo jaira ama da
Cruz.
Vende-se li'cs predios de casa*, per-
tcncente ao Sr. Jos Joaquina Alves Tei-
\eira, n primeiro de lies andares nobair
io do Itirile, travesa da Madre de Dos,
ii re, o segundo na Cinco Punas n. 32,
eo tereeiro na rita dos Pescadores n.37:
os pretedente* dirijani-se a Oliveira lr-
m.iiis A C., na i'M de Apollo, ii. li, para
lialar.
Vendcal-ie laboas de pinlio lar-
cas da Succia, cotado, cosladinlio, as-
soallio e forro para Iudos de han-i-
va : eeiuento as lian-iras e as linas,
reino de (ia, oleo eni liulijus : utra
'lo llieatTii Vellm.
AOS IMPRIMANTES DE VELAS.
Vendo-o rJjTa 9e camalia, e oraxa do Hio Gran-
''.....otlo superior, e |M,r eonunodu preco: no ar-
mazn de I). H. Andrado fS, C. ra ifn t'riu, eon-
lioule o rliafari/. n. I.
C. SfARR & C.
respeilosaiiienle annuuriain que no si-u eviens......
Ilbeleci......il" em Sanio Amaro, roiitiniiaa fabricar
Mim a inaior perfei^ao e promplidao.toda ai|ualidade
. re inacliinismo paVa o uso da agricultura, naveaa-
'l.oi cinaiiiii.icliii.i. e'que. para uiaior ruminiidode
i-cus numerosos rreKueie* e fio publiru em (eral, lem
. aborl.......um dos jtranfleajiruuueni doSr. Mosqui-
ta na ra 'do llruni. aira/, do ajaual de mariiilia,
""'^ DEPOSITO DE MACHINAS M
construidas no dito sen cstabelechiicnto.
\lli aclinio o-cninpradores um coinplelo sorli-
menlo de inoemlas fie camid, com lodos os iiicIIiih
raiiieiilos(alsuns ilelles novos *coriKinaos] doque a
experieucisde moilos anifos tem mostrado a neoo
sidade. Maeliinas de \apor de balsa c alta pressao,
taisas do UmIo lamaiilio, lano batidas como fundid,i-.
carros de n So o dilos para coudu/r fiinnas do Mu
car. maeliinas para moer mandioca, prensas para di-
to, ionios de ferro balido para l'arinba, arados de
ferro da mais approvada ronslruccao, fundos para
alambiques, crivos e portas para fornallias, e una
iidinidade de obras de ferro, que seria enfadonlio
enumerar. No inesmo deposito eiisle nina pessoa
inlelligente 0 habilitada para rcecber todas as cn-
eommendas, ele, ele, cpie OS aiinuncianles roiitau-
doconiaiapacidadede snas ollirinas e inacliinismo,
e-pericia de seie. olliciaes, se conipromellem a fa/er
cxecuiar. com a maior presten, perfelcJjo, eexacta
i'oiirormidadecoin os modelos ouileseiibos, e inslruc-
cocs que Ibe foreiu fui uei-idas-
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Ilriinii Praeger & Coinpanliia, na rita
da Cruz, n. 10, ireelirrain de novo un
snrliiiieiito de insti'iiirjenlo de musir ,
como sc,ain, flautn de abano em mi lie-
molefa', rom i chave; pisles eom Ra
competente caixa ; flauta debuxo; vio
loes de dilleienles i|iialidades, e eom ma-
eliiiiisino ; assim como violnes rijiiis-
ini"s. imlos guarnecidos de madrenero-
la ; lamliem recominendiim osen gran-
de soiliineiilo de lodos os mais inslin-
nienlos, tanto para oirlieslra. enmo pa-
ra musir militar, por menos preeo do
ipic (muir parle; sendo para liquidar
contal.
Vende-sc nina typgrapliia eom
mu Imuii prelo, eom grande ou pequea
pureao de Ivpos, enleites, e mnilo linas
eii\('las ; einliiu ludo a vonlade ilo
comprador ; esta' tan bem montada que
se Dude imineilialainenle entrar em Ira-
li illio.: na i'tia da l'raia n. 55.
l* MOEMIAS PATENTES HE A. EE. (
Z DEMORMAY. ,Tik
<' Em casa de Itolbe >\ BidouuM ra do v
Trapicho n. I- acliam-se conslaiileinc
'i
i?
i
AC, ENCA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
. Nestc esialii'li'iiiiiiiitn continua a lia-
ver um completo siirtinieiiln de moen-
dus e meias mnendas para en>;enlio, ma-
china de vapor, e taixa de Ierro batido
e i olo, de todos os taannos, pata
dilo.
Vcndc-se um escravo pees, de nsita figura, C
nroprio para lodo o serv ico: na ra da Madre de
Heos, toja n. 'M.
.UVAS DE PENCA PASA SE-
NHORA, A 18000 rs. o par
'l'alvc/ us (reguezei se admrein cm razilo j
^li.eieii muilo barates, porem o annun-
onliltf^c responsabilisa pela Iki.i qualiilade,
a.sini como ditas de seda branca.cor de cali-
na e de lirio, otete..a IfXlKl.dil.-is de seda
decores c prcla, a HOt) o l-mHI rs., ditas de
laia iguaesifs de lorcal. iMOl na ra do
Qoeimado, luja do miudezas n. 17, de An- I
Ionio Jos de Azcvedo.
..JBGBrS-
.lito da fabrica de Todon o Sabios na
.:idc-se, emeasa deN, O. Ilieber SC, na ra
da Cruz n. I, algOdaB trancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para saceos de assui*ire iVuipa de es-
cravos, por preco coiiiiiiimIo.
At enca do Edwln Shw,
Na ra de Apollo n. (i, inaaiem de He. Cnlmnni
, Ciimpanliia. acba-se cunslanleinenle bous sorli-
meiilos de laixas de ferro coado e balido, lauto ra-
sa eom fundas, moendas iueliras todas de ferro pa-
ra animaos, auna, ele., dilas para armar em inadei-
ra de IimIos os lainanhos e minlelososmalj modernos,
macliina borisoiilal para vapor eom finca de
I catalina, cocos. passadeJras do ferro eslanuado
para casa de purgar, por menos preco quesisde co-
bre. eaCOVens para navio., rorro lugle lauto em
liarras como em arcse follias, eludopoi barato
le superior qua-
_ or preco com-
er iV. Companbia
proco.
Vende-se vinbo da Madeir
lldadeemquarlose ullavoadepipa, por preco ron
modo: no arinazem de N. O.llielie
na runda Criizn. i.
Moinhos de vento
eom bombas de repuso para rogar brlate balsas
de r ipim. na fiindicai de II. W. Ilowman : na ra
dn llriiiu li-. ti. Hell.
A 5,000 rs. pequeo, e 5,500 rs. grandes.
Vcnilolli-se chapeo deso de seda iimlc/a de
superior qualiilade, pelos proco- cima : na ra
doCollegio a. 1.
Vendem-se rclogiOS de OtirOO pia-
la, patente inglcz : na ra da Senzala
Nova n. -2.
Taixas para engenhos.
Na runilieao' de ferro de I). YA*.
Bowmann, na ra do llnur., pann-
do o chafariz continua liaver um
completo siuiimeiilo de laivas de Ierro
fundido e batido de a 8 palmos de
liona, 'as ipiaes ieliam-se o venda, por
preeo eoinmodo e eom promplidao':
emliaii iini-se 011 e:irre;;.iiii-seeni cairo
sem detpeza ao comprador.
INITASSV SUPERIOR
\ eiidem-se por pnrn muilo eoin-
moilii. no arma/.ein II. ~i de cae da
alfandega, deJose Jonquim Pereira de
Mello, on no oseripliirio de Novae &
Companbia na ra do Trapiche n. 5i.
venileiu-.....meas de Me. Calmoul A. Com-
paubia. ua proa do Corpa Sanion. II. oscitiiinlc:
iulio deMaiselleem caius de :l a tlduzlas, linb.is
m novenos ocarrcleis, bren em barricas muilo
laudes, ac de niila surtido. Ierro ingles.
Eui casa de .1- Keller & Ciuiipan-
lia. na ra da Cruz. u. 55, lia para
vender don* e\eellenlis pianos lories,
de urna das melhoret fuliricu, c ('lic-
uados ltimamente da Europa.
AOS SENIIORES DE EXGENHO.
O arcano du invenroo' do Dr. Eduar-
do Siolle (in Berlin, enipregado as co-
lonias ingleza e liollande/.a, eom gran-
de vantagem para o inellioraineuto do
aatucar, acha-te a venda, em latas de lo
libra, junto com oinethodo de empre-
a-lo nO idioma porttlglie/., em casa de
\. 0. Bieber & Companbia, na ra da
Cruz, n. i.
Vende-se cera de carnauba, primria sorle, a
61000 rs. a arroba: na na daCadcia do Kccircn.
ill. primeiro andar.
Vende-se sement de lodatnsqua-
lidades de luirlaliees, jiinlamenle eiMUias
de dnas (nialidades, teijfio carrapvto de
lies uiialidade, e temenle de llores na
mai modernas que lia no mercado: na
ra (Ja Cruz do Iteeil'e, armazein II. lil,
de Martn >V Irmao
\'ende-se superior polassa bi a ileira, por preco
niuilii rommodo : a Iralar no armaiem u. 7 decaes
da alfandega, de Joso Joaquim Pereira de Mello
no escriptorio de Novae & Coiopauliia, I
Trapichen.34.
CHANDE FABRICA DE CHAPEOS DE SOL,
ROA DO COX.I.EGIO IV. .
J. I-alque fa/scienlc ao rcspoilawd publico de
IVriiambiico, e em parliculai aos seus rroffuexcs,
que acaba de reeeber de 1'aris como do Itio de Ja-
neiro, da fabrica do Falque limaos, un lindo e
coinplelo sorlinionln do ebapoos .le sol do seda e do
paniiiiibn, tanto para honicus romo para senboras,
leudo para os primeaos um escolbidu sorlhnAUlndo
cliapcoxle sol com cabos inleiricos os mais lindo..
que tem viudo em rarlcaluras diversas, dilos de ran-
na, etc.; fraudeipianlidade de sedal e paiiniulios
em peca pala robrir annaces seo idas, as que forein
de ferro, eii\ornsini--e que licain nova; baleias
tai aaa, eslreilas e do ac para aanarUIhos c vestidos
de Mnhoraa, benaalaa bonitas; eabre-se o conecr-
la-seliidaeipialipicripialidadede chapos de sol:
todo Oobjeclos cima mencionados M-nilem-se em
porca a aielalbopor mellos preco que em OUlra
iiiiaiquer parle.
ATTENCAO'.
Na na do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadcia, vende-se panno lino prelo, a :I.-(KI, :fc>'i(HI,
,'iBtNIO c jOOO rs. o ciado, dilo verde muilo lioni.
a : c lOOO rs.. azul, a -J.-Nim, :HI o iSOOO
rs., e muilo superior, a 5|S00, lencos de seda blan-
cos dos mais linos que lem apparerido, a lajOOOn.
cada um ; ha lamliem um lindo sorlimenlo de tase-
miras de cores esproia*, leol prelo, sarja despatill-
la, o milras iiiuilas fa/endas, por preco conmiotlo,
B'WWatlBB^glflt IIBrJftaMMftffiBM
l.nAsl'OMtHM.I.iyPAIIAIKI-
MEM, A I.S000 KS. O l'Alt.
Na ra do Queiniado, luja de iniude/as n.
I 47, vcndc-se luvasponliiinKlcz para liiimem,
muilo novas, pelo diminuto preco de 15*100
a ellas antes queso acabcin.
III di
, Em casa de J. Keller & C. ua na
da Cruz n. 55, lia para vender, per,,
preco eoinmodo, eouros proprios para
cubrir curros, el legados ltimamente.
SALSA DESANDS.
Gliecou nota ronips^i pimn holici do llirlholo-
iniu tr;iiirM'(i de Sm/.i, na ni.i l,im,t ilo llosario
n. .li'. Esle remedio 11S0 precisa de elogios paro
Mr toiiliL'titlo, poli que hoii consunto lie a prova mais
evidente de su a bondade.
\*ciide-w por proco comntmltt chapeo* de pello
de Lisboa, ditos de palfia do (.hile prandes c pe-
(jiirntis, linos e i:rosaos, linha de roriz,contras miu-
doXM(|M M achia pulai uos compradores: no
esGriptorto de Novara *S. Coinpanhia, na ra do Tra-
pirhr n. .1t.
Vciulun-RO Vinho de ('liiimpn(;ne
legtimo, o de siipciior qualdade : <'m
casa (Id Koller & C, rita da Cru/. h. 55.
Orno,
Vende-se eossnem llameas, cheaado ullimamiie-
te:cm casa J. Keller & Oimpanhia, na ra da
Cruz n.65.
A 500 KS. A VARA.
Ilrim lraiii;aibi braneo de puro Hubo, muilo en
corpado: na loja da esquina da ra do Crespo, que
volla para a Cadeia.
Vendem-se vaipielas de luslrc. para
Caberla de carros : na ra d.1 Sen/.ala
Nova n. 42.
Vendem-se oleo de linliaca cm bo-
tijas de Se meio a 3 (alo'es cada nina
un armazem de Manuel da Silva (jun-
to, na i na do Amorim, us. .Vi c S
Na porta ila Alfandega armaiem
D. 20, \ende-seoleo de linliaea.cm por-
eo'et a VOntade dos compradores; acodt
milao', chumbo de mumcao e suecas
eom larello a V,t)00 rs.
Vendeni-se lonas, brinzao, lirins o meias lo-
nas da Rsala : no arma/ein de \. (1. Ilieber \
C.....panilla, na ra da Cru/. n.
4

Ja.
* Vendem-se os \eriladeirosselliusiiile/e". |i.i-
lenle, de mola e seinella: na rua daSenia la No-
va n.42.
DOCE DE BACORY.
r.lieuou reeeiilcinenle do UaranllaS nina peqoaoi
porcao desle doliendo doce, o mellior que lia, lauto
pela sua escolenlo qualidade, como por o......rvar-
se por muilo lempo em petfilo oslado: \ende--i'-
cin casa ile Ponte A Irmao. na ra da lanicia Velba.
TAMANGOS FRANCEZES, TDO DE
MADEIHA.
Acaba.de chegar ao mercado deta
ornea, nina poreo desles liunancns dfl
novainvencio, tan le\es e eommodos rnie
pareeem ser leilos do conro o mais lino
edelicailii.poilcmcalcai-so eom sapalosnn
em elle; c porfie preeo se
tamniico, por 1,000 rs. cada par;
piule ser mais haralo : as pessous
(iiii/.eiein, vao ti i ua Nova n. 17,
vende estes
nao
que
que
i par :
DEI'O/.ITO DE CAL E
No armazn da ra da Cadcia do
ecife n. 12, lia milito tuperior cal de
l.isliu cm pedia, assim como polassu
elicgnda ltimamente a preeo muilo
ra/.oaveis-
Vendem-sc relogio de ouro, pa-
tente inglez, os luelliores que lem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de llns-
sel lUelloi-s (S Companliin, na ra da
Cadeia do Recife, n. 30.
Vendem-se saccas con larello-, a 3#5O0: no
(roaie..... ''" '''",!"'''' alfaalaga.
_ Vende-se bucos e loalbas de lab\i uilbo; rlie-
Hadas agora do \iacal\.|iiu preros parlos, s' lilas
polo prego do la** cada par: na rila da Cadeia do
llecile, 19, primeiro andar.
Na ra da Cadeia do Hecife u. flt), ai nia/ein de
llonrj liibson lem para lenderpor precoCl.....nodo,
osmeiliore- reluiiios de ouro, e piala de patente in-
ules de vidro c salwncle.
I1
aeliarao de qualquei' tamanho
Vciule-SQcorles de cassa piulada, com nilu jar-
da-, pelo diminuto preco de 19600, e o rompradoi
cnniprando de de corles para cima, -e fara o abali-
iiii'iiiu du costumo: no aterro do lloa Vista, toja
ll. is.
Vende-se i lula cassa muilo larga, cor fi\a e de
ptimos deseiibus a OOrs. u eovado, rliilaa domes-
ticas por sorem escuias. bcmi panno e corea llxaaa
."i-IKHI e li> a peca e o colado a tlill, ri-cados de li-
uioa III, o meias casimiras dealgodlO, ptima fa1
leuda para la/er calcas ne-le lempo, a 3:211 rs. o cu-
lado: no aterro da lloa Visla n. I.
Sabio ala/ o advOgada dos iirpbansou ulli'l
nralira do proc.....i arplianologico, adaptado ao rom
bia-ileilo. para o USO do- jlli/es. escri\:lcs eadio-
gados: vende-so por :WXKI rs. ua linaria 11.608
da piara da Independencia.
COBERTORES DE TAPETE
Escuropara escravos, a900, IjOOOolH0rs.:
na luja da esquina da na do Crespo que Milla par
6 COBERTORES DE TAPETE
Na ra do Crespo n.6, vondo-se superiorca colier-
lurcs de aluoilao escuro, proprios para c-naios. a
900, 19000rs. el.~',i(irada um, nriiii trancado bran-
eo de liiibu puro, a .'ilKI rs. a vara, corles de dito es-
curo, a I9MO e j-~',it*i rs., corles do chila rom baila-
dos c barra,a Imkhi rs.. londo l:l eovado cada un,
dulas escura- de tintas seguras, a 180, 180, o MOr.
o coiado. seliin prelo nliirao, a 3)000 D3)200, pan-
no piolo liuii, a :l c istmo rs. o eovado, dito nal
mullo lino, a -lSUl rs. o coiado. pecas de eambraia
de lpicos com 7 varas, ale t^ilKi, c mullas mais
razendaa por menos preco do que em nutra parb}
na ruado Crespo, loja ii. 6.
PAO' CRIOULO
lio dia segunda-rcira, "i do crrenle, llavera o
superiof pao crinlo, ti mais acreditado que lia ua
corlo do Hio lie Janeiro, por ser Irabalbado por na
rjiini-m......vital a-.iiii qualquor gola de Muir que
por ventura poaaa calilr na maasa, como quasi c
ramenle acontece em unirs casas, pelo ponen eui
dado queempregam no Irabalbo das mas-a-, oque
n.io succede ueste noio o-labclcciiuento: calo pfli
be superior a qualquer dos faln irados nesla praca ;
espera, porlauto, 0 fabricante que as peoa- que
Icem boui Rosto, na scjiiida-fcira mandeiii mi a-
amo-Iras, cerlo de que continiiaiao: na ruada-Sen-
/ala Nova n. 30.
BILHETES DA l'IIOVINCIA.
Lotera do llosario.
Na ra da Cadeia do Recite n. i. luja de cambio
de Vieir.i da Silva, esta exposlo venda um com
pelo soriimcnlii de cautelas da lotera cima men-
cionada, cujas rodas auilam niprelerM-1 un da '.I
do corrale me. Os procos sao os si-uuinlcs
Oilains........700
lleriiniis........6IMI
Vigeaimea.......^'t
Vcndi'-sesacias com iiiilbo : no llecile, Iteren
Largo, venda da esquina a. I.
Vende-se mate da priiueira qualidadc c muilo
Ire-rn. cliegado na barca Stuiln Mafia lian Sorle,
pedia- de amolar cm pequea o grandes porcocs, e
d fin A--Mrliulo par preco milito eoHHiiodo: ua
ra da l'raia, armasen] u. 37.
PIANOS.
No ocrploro de Feidel Pinto i\ Com-
panhia, na ruada Cruzn. 03, vende-ae
quatro piano fortes do mellior autor de
Pars, negado pelo ultimo navio frun-
ce/..
SUPERIORIDADE JO ASSEIO,
Na nadarla da ra da Sen/ala Nova n. SO ; nes-
lo cslabelccimenlo silo ludas as manas Iralialliadas
por macbinismo, para exilar qualquer ola de snor
que geralmenle se usa nai mais padarias, por ser.....
as dilas massas liaballiadas liracalmoiite, o que nao
acontece ueste novoeslabelecimenlo, ese franquela
ver o asseio annuuciado, sendo lodos os dial.Mas-
sas frescas e pelos preros segninles i .
Iliscoulos de aramia c de ovos .... IKO
l-'alias da raiulia.........N0O
Bolachinhai de aramia pura.....100
Dilas americanas.........2(KI
lliscoiiliubiis de ena-docc......l'm
Hilos de lima..........1"<>
Hilos de laranja. ,......100
Hilos de familia.........HIKI
llil.is imperiacs.........H0O
Dito amanle-..........fOO
SAPATOS DE BORRACHA.
Na ra da Cruz, confronto a l.iue.neta n. 16, ven-
de-so superiores spalos de borracha, proprios para
o Icuqio de rluiva, c pur prci;o commodo.
V1NB0 DO PORTO MI ITO FINO.
Yendo-sesuperior vinho do Porto, em
barr* de 4., 5. e 8.: no armazein da ma
do A/.i-ile de PeiXC n. I \, ou a tratar no
escriptorio de Novae & Companbia, na
ra do Trapiche n. 34.
PARA ESCRAVOS.
Wrrna Nova, loja novan. 1(1, \endc-M' niRoaftci
de li-lr.t> eenllantado, padrova eiicuroa e muilo en-
ropado proprlo para roupa de eseravofl, n -(M> e ii.O
ra, o rovado.
rapepaulocorde.ro.
Na rufldaCadeiada Kriifeloja d.30, deCunlm-Si
Aniurim, vende-sc holeso |jKodUodc r;ipr Paulo
Cordeiro.
BOTICA
HOMEOPATHICA
20 III A HAS CRUZB9 '10.
Dirigida por um pharmafeulico approvado
Esle eslabelecimenlo possue lodosos me-
dicamenlosali agora experimentados, lauto
na Europa como no Brasil, e propalado- pe-
lasniurliinasda iuvencao doHr. Mure.
Carlcirasdc llubosiil 160, |i>r precnsva- !
riaveis, conforme a qualiilade das calla, a
qiianlidade dos remedios c suas dwiami- j
i saces. .
23:000 RS.
IMA CARTEIHA rom os i piinripaes
remedios liomopalliirosell obras din'erenles,
indispeniiaveis para os prinripianles iue se
<|iii/.erein roiiM'nrtT d.ncrdatle da nova me- ,
ilii'iua ; ronlendo idin de muilos conselhos
clinifOt, a palliogenesia de 48 incdUamen-
(os.
i olios aMilsosf cada um ).....1JJ00O \
Tinlurasde lodososinediramenlos em fra
; eos de }\ onra............254KM)
a mesma botica ennuiliar*se-lia sempre
um grande sorlimenlo de li\nis em porlu-
iiueze fiance/, e emm ladoqiMDlone ne- \
ccasarlo para o esludo e pratira ila lunnopa-
(ll.l.
\. /;. REFORMAM-SE GRATITA-
jg MENTE lolas asrarleiras vendidas imiv
S hilielecimenlti, ciijns remedios, pela Immiila-
v< de ou poripialipjer nutra raus.t,.li\eren.si-
-'!>" do delerioradi.
Pll.l I.AS VEt.ETAES.
Continan) a vendeMe cm casi de Bartholomau
Francisco de Soma, ma larga do Rosario u. Mil.
Vende-te a poM de um pequeo sillo, com
frente para a Suledado ; lambcinsc alas como con-
\ier, no lunar chamado Campo Verde, junio ao si-
tio do Sr. Iiispr.; a fallar na ra da l'raia II. 37, que
se dir quein fa/ este ncoeiu.
-i- Na ma da Solodade ao p da Trompe, rasa
ii. 711 lia para i euder-se somonte de cr\ illia de duas
qualidadcscioamiiscalcl bem madura.

Veude-8o lio de ulgodo da Ba-
ha. porpre^O (Diiimodo : no (**-
crintork* de Novae & CoTJOpanl.iu,
na riiaduTru|>ielie U ">V.-
r*(awn nincrlrmaa.
NoanliIode|islnil,i adria Wlha n. 1^', eiisle
una priiuanaporeaodr pola-amerirana, ehesada
i i-cciitciuniliMpjf por superior rivaliriacoinu da Ru-
sia: vndente porprcro rasoa\el.
HAVIDWH.I.IAM DOWMAN, anaoabalro m.i-
rliinisla o IimiokIoi do ferro, mu rospeilosanirnle
aonancia aoa senhorea proprieiarios de engonhos.
fazendeiros, e aorespeilavel publico, qneoscu esla-
lielerimeiilo de ferro movido por machina de vapor,
na ruado Hium passando orliafaiii, contina em
ellrcliMn'M'reicio, e*e arha nimplelamenlc immlado
ruin apparelhoa da primeira qualidade para a per-
oMa eonfcrrada- maiori* pecaj do inaihinisino.
Ilajiililadpara einpreliender (piaeMpier obraada
sna arle, David William Bowman, desoja mais par-
lirularmenle rliamar a allenca publica para as se-
luinlis, por tordellas grande sortimenlo ja'promp-
10, em deposito na mesma undiea, as ipiaes cons-
Iruidascinsna Taluira pudem competir com as ahri-
cadaaem paii ealrangeiro, lano em prero como em
qualidade de malerias primas e mao de ohra, a
aahcrf
Marliinasde vapOf da mellior ronslrurao.
Alocndas de raima para enuenlins de iodo oa la-
manlios. movidas a vapor por agua, OU animaos.
Rodas oto agua, moiohoadeveiil eserras.
.Manojfrs indepeudenlespararavallos.
Rodas dentadas.
AguUhoeSi bromea e chamacelras
Cavilhoese Darausoa de lodos oa lmannos
Tallas, paroes, crivos o bocas de rornallia.
Uolnhos do mandioca, movidoi i maO <>'i poraui-
macs, o prensas para a dila.
Chapas de lo-jai o Tornos do Tarinha.
Canos de forro, lorneiras de ferro o ilo luon/o.
Bombas para carimba e de repino, movidas a
mao, por animaos on vcnlo.
tiuindaslea, guinchse macaros.
Prensas hidrulicas o do parafuso.
I'eiiagens para na\ ios, ranose obras publica-.
Columnas,varaudas, gradea 6 polines.
Prensas de copiar carias e adiar.
Can.i-, rarrosdo maocaradoade ferro, eir.,eie.
Alin da snporiiiridade das snas obras, ja' sera I-
motile reeonhoriila, David William ltoman garante
a mais exacta confonnidade com os middes c doso-
uhosremellidos pelos senhoies tpioso dimiarom de
fazor-lhe onronimeiulas, aprovoilando a nrra-ia pa-
ra agradocer aos seus numerosos amigos o tregeles
a preferencia rom que lem sido por olios honrado,
e asaepure-lbes que naA pounara esroreosedillgen-
ciaspara coulinuar a merecer a sna connanei
o :>>) a
confronte ao Hosario de Sanio Antonio, conUna a
vemkr ilorc de casca de Bolaba, 0 mellior que ha
nesla praca.
Vende-sc aro de inillSo, traaues
ou fogO da Cllina 2nC0 em loldas,
eai\as soilidas com COpOftde vidros, ce-
mento em barricas le lOorrobas, faenes
e parnaliilms, cabos da RuSSia, lonas da
Itiissi, velas stearnas Ue6 em libras,
rotunda ludia, oleo de linhaea em latas
de ." galOes; ludo na ma do Trapiche n.
.", casa de (',. J Asllc\ & C.
Vende-so presuntos (nglecesmoMo novos para
Hambre, lala- COOI bolachinhai de -"la in^le/a.tpiei-
Jos de pialo, conservas muilo nnvas, semenles de lu-
das as i|ii ili.l.i-lf- de horlalioe, ehe*adas ulliinainen-
le: na ra da Cru/ n. l(-, defroolo ib) Sr. I)r.
Cosme.
CHA'PRETO.
lMiibiulbos os melhures que lem apparecido al
boje neslo morcado; lie o unicudc quosodcvc usar,
lodos os profesaores do medicina o reconunendain, as
virtudes desseh esto bem dfaculidas; vende-se
no armazem da porta larga, defronle da escadinha
drf alfandega, |hh- preco rommodo.
Vende-se urna negrnlia de It a I. anuos.dc
bonlla Hgura, sem deciio nem acliaqoe algum, di-
leado-M ao comprador n motivo porque se vende :
ua ra do I,v ramelo, sobrado u. :'. euuudo a-
ilar.
Vendem-se lonas, mullo em eonfa: no arma-
iem de Foi Hrolhers : na ruada Cadeia do Recife.
n. 63.
.:.:.:;* r:::;:;?:::::::;:::::: ;\\-;:.:
9 GANTOIS PAIUIETE A COMPA- 5f
MMA. :
^f Continuare a vender no deposito geral da $
j rua da Cru/ n. 5S), o e\rellenle o bom con- $$
*.-t reiluado rap areia prela da fabrica de Can- ;;.;
;.'-, lois PailhotOfSi Companbia, da Itahia, em $ft
S -iaiMie-e|M'ipioiiasporros,pelo precoestsbe- jjj
$> lecido. ^
SACCAS di; MILHO.
Ghegou da Parahba urna poreo de
s.icc.'is com millio, e vende-se no trapiclie
do Cunha, ou na loja n. 20 da rua da
Cadcia do Hecile, csijuina do beceo largo.
Vende-so para liquidaco do rodas os seimin-
(os predios:um sobrado de dous andares com so-
llo na run Bella n. 37, urna casa lerrea com quintal
para o rio na rua do Itcndira, na Passaucm da Mai;-
ialcna n. G, c um terreno de qualro fenles no lim
ila rua Relia junio do rio: os prelemlenles dirijam-
N a na dos C*uarleis n. K, do meio dia as 3 huras
da larde, ou na rua larga do Rosario n. 50.
Vendc-so una esorava de IH a 20 anuos, salien-
do eosiahar, eoozer.de bonita litiura,porpEe;oeon>-
modo: quein pretender, dirija-se a ruaedu Crespo,
loja n. f.
Vcndc-se na rua da Cadeia do Recife, casa n.
I, primeiro andar, urna esorava, crioula.
Vende-se dona cavallos de carro, sendo um
li" ponibo, e outro ruco sujo: na I ra'fina du Ve-
ras n. 15.
Vemlc-sc una loja dfl calcados coni muilo pou-
,> fumlo-, na rua Oireila u. 85 ; o na inesiua loja
lambernM vendo um berro do armaran com punco
uso, ulna df ninilt) HOSlO : a Iralar na mcsnia,
- No Forte do Mallos, dofroii(o do anuaiem do
Sr. Joaquim Prancisco de Alm, vende-se nona la-
livrnJboiaeentadoeni boa eambraia de liuho, cbo-
ins por barato preco.
i
o
o
Id
i>
MUTILADO
PASTILHAS DE SOULLI
- Vegetaes contra as lombrigas.
Approvadas pola junta central de liviiono publi-
ca c proparadas por J. .M. Smdli. pliarmarenlico,
membro Ulular da academia imperial do medicina c
da soriedade de iiharmacia do Rio de Janeiro.
0 nico deposito verdadoiro dessas paslilhas he
cslaMooido polo iiiosnu autor na botica do Sr. Jos
ila (tocha Paiauhos, rua Direira u. 88, em Pernam
buco.
Desde muilo lempo a arle medica eslava pro-
cura de um medicamento que foseo fcilmente ad-
ministrado ta-criancaa sujeilas s moleslias vermi-
nosas, tnolesliaslern\esqueniiidii'/ein lodosos dias
SO luinulo um iirandi: numero dolas.
0 gosto o chclro dos anthehninllcos empreados
at boje eram oulros lautos obstculos aua adml-
nistracjlo ; por iss4t oremos ler prestado um grande
serv ico i humanidade, e principalmente aos pas
lo familia, annunciando-lhcs um vormifu&o, de-
ludi da forma de paslilhas, sem choiro e sem sabor,
que po*- a RCfSo a mais enrgica como aulhel-
minllGO vormirido contra bs lombrigas intestinas.
/.ntiihritf'K, tu-ijttru*, etc., etc.)
A cniiposicAo das paslilhas lio puntllenlo vege-
tal. Oit'inilii em I8l luemos a tal prepararan. e>-
liveffloa tfio eerlo da aua aceflo \ermicraa que ngo
hosilainos um iuslaiile om ovperimenla-la em nos-
sos proprios lillni. aules do a fa/or ennhocer : o of-
feilo foi espantoso, o logo que os lllustres profesao-
res do Rin de Janeiro o das mais provincial do im-
perio a coubeceram, nao duvManun eroprega-la em
indas as motcslias verminosas.
O ell'eito dos tas paslilhas he tan corlo que nao po-
de haver a menor duvida sobre a sna efliracia, co-
mo consta das opinUtcs de nioitoa i i lustres medicoo
que abaiso transcrevemos. Cnmtudo, romo as en-
ancas esl.lo sujeilas a oulras motcstias COJOSsympto-
mas silo quasi os inosmos das molestias vorniiinsas,
aconselbamos, nos casos graves, de consultar um ho-
inoindaarlc aules de adminislrar as ditas pasli-
lhas; nio que ellas possam produiir aliiim mao cf-
feito, porque ua sua romposicau nada entra de no-
civo ; mas porque pensamos nos que n'aquelles ca-
iob graves nao uove adminWrar-se remedio algum
cmquaiiioa molestia nfto be perfeiUunente dlagnoa-
lirada.
A ilose das paslilhas be a BOgU.ntO :
Duas a seis paslilhas em jejun, para as erianeas
(W % a6 anuos, augmentando a dse aradnalmenle
Mgnndoa Idade. Da des a dote paslilhas para os
adultos, e quin/c a \ inte para as pessoas de 30 an-
uos para cima.
Itepele-se a mesma doso lies dias a (lo, c noquar-
lo dia pode-se dar um punanle de oleo de ricino.
,v. //. podc-se augmentar a Jos das paslilhas
sem receio de prodailr irritaco alguma as v ias di-
geativas; esealgumas ve/e-nao ha lombriga ex-
pulsas, pode-se oslar cerlo que lodo e qualquer
svmploma do molestia verminosa tem dcsappare-
eido. Seiuem-se ns allcstados do di Hercules in-
ditos.
O O A
confronte ao Rosario de Santo Antonio, roulim'ia a
vender bolinbos para cha sempre frosens, e de \-l
ou mais qiialidailos, per --i ou misturado
vendo dos muito linos chocolates franrezes.
Na loja de portal en. frente da iyroja do Ci-
vramonln, vende-SO chitas de cores rom muilo hmn
panno, a 7 viulous o eovado, riscadinlio frauce/,pa-
aroes escuras, a meia pataca o eovado, alpaca de co-
res lisa e i le quadros, a \'2 vinleus o rovdo, lencos
blancos de ramhrafi, ditos com barra decores, a meia
paiara chI um, ditos de meninos, a t viiilcns cada
mn, olales de laa pretos para luto, a 3#*K) rs. cada
u m.
RUA DA CRUZ V 13.
Vende-so na rua da Cruz no Reo i fe, arina/em n.
13, alm do oulros fio eros, ns scfoiintcs:carne
salsada em barris, robre om folbapar.i forro, renms
de fftia americanos, oleo de lindara em barris. Huta
verde om latas, a 100 rs. a libra, dila vennellia, a
190 rs, a libra, rahusde linlio de todas as grossuras,
a 98Sj00Ors. o quintal.
ATTENCAO1
No sierro da Boa-Vista n.TS, loja de calcado da
torra, do Antonio Pereira da Costa Cama, vendo-so
sapalosile como de lustre para senhora, muilo bem
fcitos, a lyidOe a l&wOo par, e de corda vo, a 790]
e lainbom tem para meninas de lodos os tamauhos,o
mais barato que em OUtra qualquer parle ; lainbem
lem meios boUns de luslre, obra prima e muito em
cunta; vende-sc ludo mais barato por ser dinbeiro
i v i-ia, sipalocs de todas as qualidades o pontea de
tartaruga, a TijjOOO rs., obra muito cm moda; che-
- iii'in antes <|uc se acaliem.
CABRIOLBTBCAVALLO.
Vcndc-se por 25D9INN) rs. um cabriole) cohollo,
comcolierla delirar ebotar, dccouslriico.ao inujeza,
mili brando dr molas, em muito bom estado, com
arreiose com evcollonleoavallo ruco, bom I rotador,
que n.io carero de chicote, ludo pelo proco cima
estipulado: no alono da Roa-Vista, loja u. .Vi, se
dir onde.
~- Vende-so um ptimo viobde expeliente ves,
um melhodo para violan por Caruli, I roloio paten-
te suisso com mostrador cohollo, um mclliodO lOUV
jo itor Rodolplio : na ruado Araglo da loavisla n.
I, luja.
SORTIMENTO DE MEIAS.
Vendem-se meias finas, para asohoois, a 3a00,
1,-7800 e 5B.VN) rs. a dii/ia o a par a lSII, W0 e .">(Hl
in. ; ditas para meninas, a :>NO0, JgiXKI, 39^00 o
39500 rs. adusta, cao par, a-Ji), 80, ;t0o3fifl
rs. : dilos para humem. a 3)000, |500, ,'^HHi o
:u>J00rs. adunia; e o par, a 2W, RN>, lio, iso rs,;
.lila.para menhlSS, aSQMOO. 'JHMI, :?K00e*NHMI
rs.aduaia, eopar,a2S0, 240oOrs.: na rua
Nova( loja nova a. K.
QUE PEGIflNQIA!! 1
Vende-se sana- rom farinha a preco do ^ltlrs.
cada sacra: no armasen, da rua do Jtimei n. -'.
CHAPEOS DE SOL A 2t.r)00 R^.
\ eade-se chapeos de sol de paninho pffto, de as-
tea de baleia o do cabos muito fortes a fetfOO rs. n,,
rua Nova, l-ja uova n. I ti.
Vende-so urna prelado nacfto, rozinlieira, faj
doce, engomma, o "cnsaboa : na rua Dircita, casi
n.ll.
Vende-se barato 2 canoas do carregar arca, am-
baa em bom uso: na rua das Trinchen as, junto ao
nicho.
Vende-sepes do coqueiros pequcuos, a 200%
3^0 rs. cada p': om Santo Amaro, junto a Igrej
ou na rua das Trnoheiras, junio ao nicho.
Vende-se oasaas do quidros e de lislras para
babados, a 2>t00 re. a peca, e 320 rs. a vara ; dita*
.iberias para cortinados, a 3Svi00rs, a peca, e 401) rs,
a vara, ditas arrendadas, mu i los fina proprla para ra-
maje de meninos, a 720 rs. avara, dita lisa, a mi,
560, 640 e 720 rs. a vara; eambraia, a 2&I0O c 2aN00
rs. a peca, cavara, a 320 e 360 rs. ; dita muilo li-
na com 10 varas, a 69000 e 73000 rs. a pera, e ido,
720 rs. a vara : ua rua Nova, loja uova n.Jti.
VESTIDOS DE BABDOS.
Vende-sc veslidosbrancos, com urna e at qualro
orden de babados, a 5JJ0O, cnSOOll rs. ; dilos com
barra a .Y-otm rs.: na rua Nova, loja nova n. 16.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cunha A Amorim, receberan pelo ullimo navio
ile l.islioa barris com >t .'i. do superior cal em pcdiit
ira o fabrico de assucar, e vendem por menos que
em noli.1 qualquer parle; e para rechamento de con-
um restante do polassa americana: na rua da
Cadeia do Recite n. 50.
ANTiC-lIDADE E SUPERIORIDADE
DA
ALSAPARRILHA DE BRISTOL
sobre
A SALSA PARRILIIA M SAKDS.
Attencao'
A SALSA PARRILIIA DE BRISTOL dala dos-
de l^vt-j, u tem constantemente manldo a sua ra-
pulnro sem necessidade de recorrer a nompous
annuncins, de que a preparacAcs de mrito podeiu
dispensar-se. O successo do Dr. RRISTOL lem
provocado intlnflas iuvejas, o, entre nutras, as dm
Srs. A. R. I). Sauds, do New-York, preparadores
e proprieiarios da salsa parrilha conhecida velo 110-
me de Sands.
Estes senhoros solicltaram a a acucia de Salsa par-
rilha de Rristol, ccomo uflo o prnlosseni obler, fa-
bricaran) una imitaeo de Urislol.
Kis-aqui a rarla que os Srs. A. R. D. Sands es.
croveram ao Dr. Bristol no dia 20 de abril de 18.2,
o que se aeha cm nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Brixtol.
Bfalo, &c
Nosso apreciavel senhor.
Em lodo o auno passado tembs vendido quanti-
Vmc, e pelo que ouv irnos diaer de suas r/rtuih<
quelles que a tem usado, julgamos que a vendada
dita medicina se augmentar muilitminio. Se Vmc.
qukcr fa/er um roncen 10 comnosro, cromos quo
nos resultara muila TtSitSaem, lauto a nos romo a
Vmc. Temos muilo prazer une Vino, nos respond
sobre este assumpto, c se Vmc. vier a esta etdada
daqui a um mez, ou cousa scinelbaulo, lorianins
muilo prazer em o verem nossa botica, rua de In
ton, it.79.
r'icqin s nrdons do Vmc. seus securos servidores.
(Aaaionados) A. R. D. SANDS.
CONCLSAO'.
1. A antittudade das;dsa parrillio de Rristol he
claramente provada, pois que olla data do.-le l* _\
oque a de Sands so apparorcii om 1HV2, poca na ,
qual esle droguista nao pode obter a aKcncia-do Dr.
Bristol.
2. A superior idade da salsa parrilha de Brishd
he inroiiteslavel; i>ois que nao obstante a coimn-
rencia da de Samls, ede una |Mirro deoutrasprc-
paracoes, olla lem manldo a sua rputavao cm qua-
si toda a America.
As numerosas expericnoias feilas com o uso da
salsa parrilha em todas as oiifcrmidados originadas
pela impureza dosauauc, co bom xito obllo nes-
la corle pelo tiln. Sr. Dr. Siuaud, presidente da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jos Pcixolo om sua clnica, e em sua
afamada rasa de saude na (iainlx'.a, peln I Um. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do ejercito, c
por varios oulros mediros, permitleiu boje de pro-
clamar allamcnlc as virtudes olllcazcs da salsa par-
rilha i\p Bristol, vende-sc a 5$000 o vidro.
Visto achar-sc de novo aborta a botica do Sr. Ji-
s Maria lioiicalvos Ramos, na antiua rua dos Quar-
lels, mudou-se nutra vez para allio dojvosilo da sal-
sa parrilha de Bristol.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continua a venderse na boca
da ruado Rangel n.G-i.a 640 r9. cada vidro.

k
ESCRAVOS FGIDOS.
*
BOA RECOMPENSA
Acha-se fgida urna esorava, imilata.de nomo Cos-"*
ma, de idade pomo mais ou monos fOanuos, com i
signaos scguinles :tillura recular, as costas com
duas costuras, sondo urna no hombro esquerdo oou-
Ira pora o moio das costas, 110 lugar da nuca lem
i-.-i il.....uif tunas costuras pequeas, os pos rompri-
ilus o seceos, leudo a mao estpicrda um tanto nr-
menle por ler lido um panarico, cabello corlado, s.i-
lun de saia o liman de lila bstanle velho, (Vigo na
secunda-feira, IH do corrcnle: a pessoa me livor
noticia delta, pode dirigir-so ao aterro da Boa-Visla
n. 17, a entender-se com scu senhor Frederico Cha-
ves, que ser recompensado generosamente.
Da cldade de Sobral, provincia doCear, fusio de
sen sonhor Joaquim Lopes dos Santos,*em dias de
abril do IH."tt. um sen escravo mulato de iiomc Mar-taj
colino, de idade de 20 anuos, pouoo mais ou menos,
com os signaos secuintes: cabello crespo e louro,
rosto redondo, ollios pequeos c caslaimos, nao li-
nha barba, chelo docorpo, estatura mais para baiio
do (pie alio, peinas grossas, ps largos e carnudos,
linha nina pequea marca de lalho sobre o bcieo
junto ao nariz, (em o scrtiblantc alegre, e abmiuas
marcas lias cosas de relbadas, Iralialba alguma coli-
sa do enrajiina. Salic-se que esle escravo veio al a
villa de San Joao, provincia daParabiha, 011 para
as partos de CaniVnn liraude, d'nnde ja liu'
escravo de una senhora de noinc I). Joanna, sendo
radocngenbo (jenipapo, em cujn engenho lia um
i 1 mito de nomc Ceraldo. Consta com certe/a, por
1er sido visto por oulros escravos que foram da mes-
ma cidade, que este escravo tem viudo a esla piara
o inisliiradiH, c.iiiubj. eom carcas de nlgodAo; desconlia-se que est do
Pao mc de Manoel. (jacm o pegar ou dcllc tiver noti-
cia dirija-so a rua do Quoimado loja de ferragens,
n. If, de Jos Rodrigues Fcrreira que lem ordo
de scu senhor para ucnerosanienle pagar scu Ir
baldo.
No dia primeiro do corrente mez
le abril, (lsappaTeceuomol6((ue, ci'iou-
lo,denoineEpiphanio.cle upara l an-
1108 de idade, secco do corjK), ]X>re'm I>ns-
l.uite peiludo ; levou calca de algodao
azul ecamisa decala mxacoin floresen-
camadau ; teni olli('io desapuleiro eaiida
calendo, e por sso tnlvez se inculque fw-
ro: quem nppreliciider, leve-oa Sanio
Amaro, a casa do sen senlior J0S6 Pereira.
Vianna, 011 na rua de Apollo, armaren,
de assucar de Leal Re.
No dia 15 do Marro do correlo anuo, desap-
pareceu doongonhoS. Amariiiho, fregueziada Var-
es, o negro Silvano com os signaos segunles' le-
vnu camisa e ceroula de algodo da torra, reprsen-
la ter :20 annosde idade, cara um pouoo larca o la
I hada, altura regular, nao falla desembaracado, e lio
l.nitLi cousa fula : quem o pegar leve-o ao mea
cionado ongenho, que ser bem recompensailo di
sen trahalho

r
>
r
li
:,n
Dcsappareccu do enuenlw Taquara, no
I. de abril do corrente anuo, com direccio a v,\
pital de Pcrnamburo, um escravo de nomo \"
Ionio, de idade de 30 anuos, pouoo mais 011 uir*
nos, com os signaos secundes : estatura roen
lar. coi po mediano, cor fula, cabellos corlados di
penco, o braneo dos olhos amarello, o andar han
xefrOf a perspectiva de espantado, vestido com en
misa c ceroula de panno do algodao da Ierra e cha
peo de pallia velho: roga-sc as autoridades pohciaojy&l
0 capilAes de campo a apprchcncan de dito escravw
aenlrecar-se no Itocifo ao coronel Francisco Main
de de Almoida, c noemtcnlm a sen senhor l.ui/I
naci do Andrado Cima, que serao bem reCOOipcu"
dos.
ERBATA,
H$ ae,.....la MrtTwpendaiKia imlilicada noOia''
da liiiiiti'iii,aenuiida eotamna da li-rcelra pagina, II-
nhaa 30, m e ilo paortmento Jiga-se fuml.i
mpiilo. I.inli.i- tl, em hi^.ir ccom o sacramoii'''
Ici,i-sc roo San tmenlo. l.inh.-w 105 wn
tunar ile S. V. leia-w SalwMiaD Bel;
l'url. f
Parm.i Typ. de M. r. di rarla. 1853.
P
P
k
11
f.


Full Text
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