Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03157


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Full Text
DIARIO DE
N. 93
PERMMBiJCO.
PHUJO DA SCBSCIUP Suhacreve-se a 158000 paramo, e ISOOO por
quarlel pogo adianlado, o l."i vencido, im rasa 1I0 011 prupriolaiio, M.Figuetra
ir Furia, nApraca ili Indciiendenein, ni. 6 e 8, e uo
llin di- J. rasa doSr. Joao Percra Martins.
Ilaliin
Murci o
r.irahiba (i
.Natal n
Araraly a
lloara'
Marauhau ((
Tai a' a
L_____
I-. Iluprad.
a Joaquim Bernardo Mcndonra.
a Jone Rodrigues d Coala.
(( Joaqnim lunario IVroira.
(( Alllunio de l.i'inos Braga.
liiiilheriueAutusInde Miranda
a Joaqun) Marques Rodrigues,
u JusnuJus Ramos.
CAMBIOS DE 2 DS ABRJI,.
Sobre Londres X a 28 >/,
Pars, :i:|-,
(( Lisboa, 96 pnr iimiIo.
METAKS.
Ooro.Onraahespauholas..........
Miiedas de h9VK> vMhaa......
o de 6H00 novas......lliMKKI
o de-mono......... WOO
Prala. Patacn hrasleros........ 19944)
Pesos rnlumnarns........ 19940
o mexicanos......... t.-vsno
Arroes do Ha neo......... O %
lleseniilu de Ledras.......I0al2
MOTICIAS UTBANOIIIUs.
Purluitnl . 14 do Mar. Austria. . 3 de Mar
Iln-pauh.i 7 de Suissa . 3 de
Franra . 8 de 1.....Ha. . 1 de
Blgica - 3 de 0 IiiKlalerra 8 de
liaba. . 1 de 0 K. luidos :i de Fe
Aleinanlia * de D Mxico . 15 de
Pitada. . + de 0 California 111 de
Ilinainarc HiKsia.. . 1 de Buenos-A. 3 de Abr.
Turqua . 25 de Kcv. Montevideo 6 de
Para'. . -' le Abril.
Mamulla" 2 de
Oara*.. . l. .Ir 0
I'araliiba . IS de
Alalinas . a* de a
NOTICIA DO IMPERIO.
S. I', (lo Sul 3 do Ahr.
Mina-. ... ."1 de. 11
S. Paulo II de ,.
RdeJaneiro'll de n
Bal.i. ... 18 de j.
PARTIDAS SOS COBUXIOS.
Olinda, Indos o das.
Vicloi ia.'iias (|nniias reiras.
Caruar, Honilnc liarnnbiiits. un- das I p 15.
Villa Bella. Hoa-\ i-tn, F.x o Orirurx, a 13o28.
tinianiioe l'nrahiha, srvuiidaaescitas.
Nalal. quintas fcmis.
DAS da semana
i") So-nuda. S. Marcos
Kvanitdisla.
26 lena. S. Pedro Ra-
lis H.
27 linaria. S. Tertulia-
no B.
28 Quinta. Ss. Vidal o
Aitapn.
_l SeMa. S. Pedro, S.
Terlul.i.
311 Sabhado. 8. Catha-
riua de Sena.
I Domingo. S. Grata.
AUDIENCIAS.
Tribunal daeommerrio.
soituiulase quinla-.
felafao'
tercas e sabbadoi.
Fu zeiulu
lenas esexlasas tOhuros.
Julio ile Orphao*
segundase 5. 16 horas.
I'rimeira rara Oto niel
tercas e 6. ao mein-din.
Sei/iindu vira ilo eivel.
quarlasc sab. ao meto-d.
Marco
Al.nl
31 Qaario mimtnanle as" hora, 22 mi-
nlos e 37 segundos da tarde.
8 l.ua nova as 9 hora, 37 minutos c 37
'inundo- da uian,h,i,i.
a lli Ouarlo rrcsrenlr a- i horas, i', mi-
nutse 39 segundos da larde.
(( 23 l.ua rheia aes 41 minutse 31 sc-
Rtliidos da lardo.
PREAMAR DE HOJE
I'rimeira as ti horas c 51 minutos damanlin.
Segunda as 7 horas e 18minutos da larde.
mi\untmi.
i '
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Smmo' em 22 de abril de 1863.
Presidencia da Sr. Pedro (-acalcanti.
As oiiko horas emein fefta achamada, .rri-
ln-a-M eslarern |>reseiilett 2-t senhores dopulailm,
f.ilMiirit o* stMihures Barros Falfflo, Aquinn, linio,
luidles de Mello. Owla Gomoa, Al vea da Silva,
M.iricl Moiileire v Mauool Cavulranli.
O Sr. I'resit/r/ir ahrf a so-.it.
I.idasaa arias da st-s^iude e reunido do da ~2tt
>,to H|>frovadaii
O Sr. I." Serrrtano menrinna oneguinlc
- EXPEDIENTE.
Iin aflicto do secrelario da nroviiiria, participan-*
iln ipir S. Ele o Sr. oouscHieiro Dr. J Benlo da
(mili.i c l'iuueirudo fompareron ainaidia -J.!. pe-
la* 11 liora da manliaa, na asMMiilila, para pres-
l.ii jiiranieiilo, i-oimi presidente noniado para esla
11.<\iiiL'ia, |mm arla imperial de21 demarco prv-
Kiiihi passailn. hilfiraila.
Km seguida hs mo eapprovadn o aeguinl pa-
recer :
u V eomiDtttSo de ronsliluirAo q podetefl* lendu
i mi .isla a apurado ueral, o rom ella conlronUndu
o diploma jaolodo Dr. Aalonio Kpaminondas de
Mello, ereoiilic-endi ipie est O lltOJlnO ruiiipre-
li.li. no numero dos suppleiilcs, por esta casa,
jnlermedio da riminra innnieipal, mandmloa
nni\idar a lomar senlo; lio de parecer (|uo osle
lln-sejadado. Sala das eommisso, I de abril de
IkVI. Franeitco Joto Carnero da Cunka.
,/../. Ftrreira de .tguiur. J. P. Madmdu Por-
frita
E-lando prsenle o Sr. depulado lupplcnlc, ln*
ninHluzido na sala rom as formalidades iloeshlo,
resia juramento c luma assenfo.
I iirain lambem approvados, sem dlseiL*sAo, os
quintes pareceres:
u A rommi-ssao de Inslniee.lo publira, depois de
i\i r i-\aininado 1 pelielii do UT, Pedio Aullan
i Malla c AHimpicnpie. oquol olTerree-se a eu-
n.ir ceouomi.'i polilira no lvren dcsla ridade, me-
iaule a gratQcacbdc ho-umi i, annuaos, vem
ilmieller aocsrlarcridojui/odesla nsscmbla <> se-
liule parecer, acompanliado dr sitas comepces
iitlameiilaes.
i A rommiserdade inroncus-
npiif. no nrogrestoda riqucia ccivilisuflo qoeos
Hierra tociaesdeven promover, a economa polt-
ra lio ele Miunma imporlaucia, o que por roine-
ijnle o dcrramamculode Ma- linea por muilos c-
nl.iiw, i|iic, deaejando inslruir-se e apeifeiroar-se,
Ki iiodeiB loda\ia cursar as academias por empaco
-lineo anuos, lie u.n lieuelH'io, ipic te-nao deve
uiiMciar pelo himples moli>o de se POOpar KHI.S
K. j"ii oiilro lado, pensa a comioisaRo me. qnan-
d'i | uam cnlre os pavea no designio de crear esperan-
\.i- infuuilatl.i-. ese derruir R aocledade rom sua*
tii*liiiicois, cnlre oulras medidjs de prerauran <>
HHmranca, o meiu de brande alcance, poderoso, e
IihId racional e ciuupalivel coto a alia husmo dos i: icrinM lie. >:;u d.nila, alar,ir de frenle oeiro. c*-
rlaroccr oaespribM, e fornitr conviertes puras e
kerdadtfranienle pronreasiVaa; eneala |tarloa rom-
inissfto, superior a consJderaieea penoaea. apenas
dominada U0 seillloaenlo da \enladr. declara que i
Q pal.nra |nnlei'i-ado in-i^uc nicslie, que se nllerece
aeiwlnar,auu uprcasao clara, viva c insinuante,
h'ii (alent, sabedocia e loiuta pfttca de enslno pu-
lilco, sSo oalras Canias raioes. que lornam aeom-
unssito mala Arme na conveniencia de se aceitar o
cu (illeretimeuto.
h l'elo ij ni. he a comnlaaln de parecea que se de-
lira favoravebnenle o peiiciomuiu, marcandOHK na
Ni do orcaiuenloa quanlla de .(Ht^IMNI rs., que elle
pede. Sala das COUUnisaOca, dOde aliril de IK53*
l'tMtaRqitto. V.F. de Sit/tieirtt VurejUo.
> A couiudssode roiuniercio, amieulliira e obras
I tiltlicds, leudo examinado de novo a prelenrn de
Jos Lopes, liuitnaracs, arremalanlo doeegtindo lan-
co ua cslradadu mirle, que llie Tora devolvida, a-
i ompanhada das inrormnroea) do enaenlieiro direc-
lor das obras publicas, em asquaea rumin apre-
-ideneia oindeehmenlo da misina preiencao, pen-
-.i ipie ao peliciuiiariti aviste ludo o diieilo nina
iudemuisaciio, eorreapoiiileolo ao excesao de Iraba-
lliopitr elle Teilo, c mo coiiiprdieiidido no orra-
menlo dquelle lauco.
Odirerlor das obras publicas em as auaa Infor-
in.e.es, lonuede descoidieicr o que allega o prfi-
rionario, reconlieee qae Itouve umeicoseo dolra-
balbu ; mas, armimenl.ludo com o artigo da le, que
......Imiilereriiiiuacao HOBcasoade errofl de medi-
u, wp* que baja diieilo para a Indomnisarflo re-
ipMTtla. A euniinissioenleude, que aquella "dispo-
]'..io IcgOjIava nao pode ler apolieacla aoeaso de
queso (rala. A lei que rege a reparlic.in das obras
publicas leve por flro, no artigo referido, smenle
litar ascbicaiias dos arrematantes, e osabutos que
n-Millariaiii do diieilo sem limihs de rcctemaoAes,
que nao podiam Itasear-sc sumi em eventualidades
(revistas, taca como asallcrar/tos c rrcvularidade*
ilaseatacoes, o oaumnenio depreco dos malerlaes,
uu UA indolencia, desruido c mcsino dolo'da parle
losarrenialanlea; maso logbuador nunca poda
ler (ido em vista conslranser iieubum particular a
i rabal liar |iara a provincia sem urna rciribuicAu cor-
rcsi.....denle, ucm Dagar paga justa < merecida por
iraballKH ro per lores ao conlralado, e folios somen-
le |Hir fcciunancn da obra, O commodidade do pu-
(/mreirao, erecta ua igreja da Couceico, peolode
ambas os ditas irmaudados a rebosaran de alguna
artigo do regulaincnlixlo cemilerio publico. A's
roinmissocs de neuocios errlesiaslicos o maras.
I "i lido. julgado objecln de delilterarAo e inau-
dadfi imprimir, um parecer e projeeto d coamvlaaao
de eaulUMica, deferindo a repres*Milaco da ramara
municipal de.Na/iirclb, em que aoilcitava eaup-
prcssiio dos dtslrictos de paz de Oratiba o Terra-
.Nova.
Enlrouem disruss.1o o parerer da commissJTu ile
a/enda, aceren la prclencao iiv llenrique AtUJIMtO
.Millcl, adiado de una das seasoea anteriores.
OSr. Ctir/ieiro da Cunhn : | Nao rcaliUiio seu
discurso.)
val a mesat e he apolada para entrar em discus-
afto conjuntamente com o parecer, a segalnle e-
meiitla :
lie de parecer ipie se mande pauar ao snppli-
caute na raiflo de awSOOOra- meusaes, pido lempo
que elle empregou nease Irabalho ; e ueste aenlmo
oscreva-se o quanlllallvo no oreamenlo. S. II.
(nr/iririi da Ciiuha. n
O Sr. Francisco Joo : Sr. presidente, cedo
da palavra, porque as raxoea que quera rxpor ca-
fa, o foram j pelo imbre relator da eoinmisaao, e
de urna maneira I a o clara, que nada doixotl a de-
sejar. Portento, tica explicado < inolivo por que pe-
di a \v,\\i\\ ra, e a r.i/.ao por que aqora cedo della.
O/ir. Barros Brrelo \ Sr. presidente, eu fui
nm dos signataruM do parecer que esta em dbcus-
san, o como o benrado membro, o Sr. primeiro se-
rrelarto, meu collegn de commfaso, lambem na
octaalfloeni que toi lavradoo parecer eu nSoealava
bem Informado da juallca com que rcclaiuava o Si
.iiikI-i
Millcl, e, andacomoonbrc
IcronvidoasiiUbrina^ocs .*i q
rlr-se, mndel de opiniSo. porm o
que elle tnuduu, muiloi no sentido
fondo eu asslgnudo O parecer p;i
foasc presidencia, |wra ella resol
rece-e dejusliea, buje miulei de-
do que a casa de\e VOtor cuulr
fcpulad
elle ac
. depois de
ba de rofe-
o uo sentido em
inferno: islo lie,
ra que o negocio
er romo Un* pa-
B opiuiao, c enlen-
i emenda do nobre
ideerir j esla nre-
dcpillado e contra o parecer,
loneao.
Sr. presidenie. o honrado membro, lumia a sua
inmlanca do OpiliUlO 0111 ler si.lo o Sr. Millcl encar-
regado de levantar a plaa do municipio do licite
em um lempo em que percelicndo os engenheirosda
provincia oordenaoo mcnsal do |009, oSr. .Miliei,
1) me/es depois de ler lido oasa incumbencia. iVira
engajado por 00j> niensaes para o servico da re-
partido das obras publicas; donde conclue o nobre
depulado que o servteo do le\anlamenlo da planta
do municipio so llie deveria ser |Mgo na raiiO desla
quautia. que loj sempie a que elle perrebeu em lu-
dos o- --eus engajamentoa.
feto, nos arrliivos da repartirl'
i.i existen,
Sr. prosiilcnle, quando rchenloii a revolla de
IMiH,oSr. IVnna, para ler pleno ronbct imenlo
dos lugares, em que os amoliuados se acoulavam,
eoearreem o Sr. Miflct do levantamento da planta
do RecllO, designaudo-lbe que principiasse csse Ira-
balbn nos limites da rreuuc/ia* de Jaboalao rom a
de S. I.ourenro....
O Sr. Florencio :Se var*para alii, enl.io digo
que, elle merece milito mais diubeiro, |H>rque eu
vi os riscos a que elle so expoz, indo ao Otur.i,
aonde estavam os reMdeaconi 90 bomens, (Hir or-
dem do eoverno.lirar plantas .lessrs lugares..-
o Sr. Barros Itarrela:Nao duvido, o direi
njate caso que ao govemo eral compela remune-
rar esses servicoa relevantes, Teilos ao estado c se
Toi nunsso nissu. he merecedor de muila censura por
laoculpavel omissao...
O Sr. Florencio:Eu o \i....
OSr. Barros Harrelo :Kmliiu
(do enlende, que o Sr. Mi!le dov<
eoftei provlnclaes, por esees aervlc/
durante a rebeban, pode fa/e-lo. mas
que o sen ico do loaulamrntu da pbml
cipiodo llerife. que lie aquello da que se (ral
pagn peiTeiamente prin cofre provincial <
arbitrado...
Florencio :O que eu quero, he
nanraloloic a4lfliguen!....
Barros Brrelo :Sr. presidcnlo,
ua deveoslar convencida do que as
eu acabo de omiMIr a esto res|Hilo
ibaconacioiiela puramente; po
lasegiirn ao uobre depulado (pie o Sr. Millcl nao
toi so Coi |MujOi cimio o nobre depulado enleude
liiedevo ser pago um eugonlieiro, mas sel que Toi
o nobre
ser pesj
s que pr
ti i
ilo
Jopa.
lelos
esloll
lendu
i|iic fui
O Hl
::n\eiie
o Sr
<|IIC .11
(as que i
Ibas da i
une
"I.....'
sm (i-
lano,
obran '.i.ih-heas leriam valor. |tor(|ue(|uaslo(lassau
ilaboradas em >isla de IrahallwH j feilns...
(I .Sr. Barro* Bnrreln:Os inappaa i-orrinein-sc,
enienilain-seo(4 .lefelos que lem.
.sr. I'at* Harrelo:Mas diga-mc o nobre de-
pulado, j examinen o Iraballm do Sr. Millel t
O Si: Barro* Harrelo:J.i, iiu, senlior.
II Sr. I'ues Brrelo:Jh eonibiunii csse Iraba-
llio rorn as pnulas |iaiciacs que leve eui vista'.' Nao
por caria i a una (|iu^ oa nobrea depuiados ala
su deram csseIrabalbo, nao lueram um evaine a-
prol'undado, ciiiiibiiiando os maupa |iaiciie- con
a plaa oraanisada pelo Sr. Millel, nao |mdein seiu
leinerdadc di/er (pie es.se Irabalbo au pn-.la, e (|ue
ueuhiiin valor lem.
Sr. presidenle, BU nui sou amiga do aiiumenlai a
desuela, V. Bx.'ha de lerroparadu, que muilo raras
vena presto o imu rolo a favor dos pratendeutei
qua aqu vem pedirdiniirro, uorquo de ordiuarlo
ewe. pedido* revetam anua odeaejodg tirar do cofre
aUimiariuisu, sejaconio for. do quede oliter aquillo
i (pie se lem diieilo; mas u'uin ra.o d'esles naodes-
i libio jiisloiuolM, |i,na um......n.a. I)i/cin os nu-
ureadepuladoj.queus angonhoiros'da provincia li-
nliain cen mil ron n.....un, a que o 8r. Millel quer
ser pago na m/M de 300}00ll ra. Bale eneoliero,
Miihoraa,|iereebia dusentos mil res quando oa eme-
nliciroa da provincia pereebiain coiu o poique r-
aaoae Ibe ii.io ha de pagar neaaa pronorejui 1 porque
o."i ba de Icrom vista o queelteporeebia, masaim
pie pereebiain oa oulroa onuoulteiros
presidenle, 11.10 evaiuinei n liabalhodo enue-
Sr. .
nbelro Millcl, maaicuhoouvldo ill
load.....eit
r por pea
palio, con.....presidenle da provincia ilevi.l enten-
der que mereca ser pauo mu engenheiro enearreiia-
ilo de um Irabalbo, ipiando e.visliain encidienos
IgUaea a elle, oncarregMIHI (le Irabalbos lu impol-
lanles como csse. lili se i que a paga (leve estar na
razao do Irabalbo. e por smi, e porque eslou muilo
cerlo ilissc. be que nao posso coiiipri'lieiuler cuno
COIIM Irabalbo de <> mc/i-s aquillo,
rv ico de :i(>n naves....
:.au somos mis oa eul-
braa publicas, que adir-
poda ser feito em K ou ti
e qneira pa
pie 11,10 podoCr sen.iii
i > Sr. Hraaeivo JotU
padoa, fui o direclordas
moil que esM' Irabalbo si
lado
|M
Si
presidente
que o faclu do Si
nenie por 201, ni
vase ler mn orden
nheiros da provino
recado do levantan
verdado que, loga
nbraa da provincia
querer
l'ieelli
io quo
iwrqim
linlian
areilar
musir,
-ii
Mili
io 'I
ado
arguinonlo
cr sido
' P pi
ipi
""I.....
ido a)! il
1lllll.ll
enra i
iiii- aiiu
II
le cello n
ier senil'
al lucar ;
iequccll
ip.e |i
V
la planl
pie passou a ser oiiri
logo que leve illls
.--e-eivieo. Illa, SI
mu Irabalbo uieiioi
'in er pin un Irali
no engenlioiru i^i pr
nao sei quo vanlagl
loso, o tioea i
io procede, por-
gafado poslerinr-
arimo elle d-
os ouiros engo-
icameule eiic.u-
e lano is*o he
enacnbeiro daa
deixou de
o ordenado
era i:nal
MlO inaiiir,
vlncia elle
n leve em
rl.ir,enle
i) sr. Barro* Brrelo:Nao se diaso tal
newanfurmaco ; eojaoipui o (pie elle dis*
nobre depulado para que ni-i~l( em di/er qui
rector fui inouolo ; lano mais quaulo ci
pie o Sr. Millel nao bvou ene lempo
com ial sen ico. porque acbou gruodo parle dosse
Iralialbo feiio .' Para que diier que o Sr. director
fui inexaclo em sua ulbrnwaHI'.'
o Sr. Franeitco ./".i :l'oi docidlilamonlo....
/'/ .s'r
cerlo trab.
osr. iimi
por favor
iiifurmnc
diuo ; ni.i-
luilo-inea'
contra a c
n
l)i'l>ntaili>:Porque Iralava-se de mu
ne.l.i
sonto
Barreta :Deixenvmo
.Nao se pode euleuder oulra i
i Sr. director, (pie nao aoja o
iiliui eu nao cansarei mais a e
s coiisideraces (pie lenho feilo. c
Hienda.
Floreara :Sr. presidente
incluir
Misada
sa c li-
a volar
se ach
airan
in |in
erv i
Ha cario* aparte*. I
OSr. Barro* Barreta
que os engenboiroa da pi
fui voncei inaioi- ordenado, do
odia galibar comu oncarregado
rial d i levanlaiiionloda plaa.
: E lano i-lo be as-im,
avincin pelo rogulnmenlo
IndoV grapllcoa, a lirar as
ni que fa/eiu aeniclhanti
ama
sao obrigados, nos
nlaulia dos torren1
indos; porlnnlo o Sr. Mili
dinas publicas, litilia lam
plantas, Ora, -relie Fosse
......ilo de-i plaa c
leve depois, liada na
servico encelado ; ni;
dio exonciacao...
I ni Si: Dtpulail
com oulroa Irabalbos...
OSr. Cnrneiinilii liiiilui
nbelro, eslava em lugar que i
Irabalbo?...
OSr. Barro* Brrelo: Eslava, si
rque a lercoira seceao coni|irelicnda p
lbica do ni
loqueos Ir
que ello de
Irabalbo : i
quo aqu os
/ude l(l-
llhl
irau do le
ido do le
litar
que
natural do que continuar
elle ii.iu qui continuar, pe*
Porque eslava occupadi
li
......SS,
I
nieipio di
Sr. pi
I rabal Im
dos tova
feitoa,((
em moni
Rocifc
denle,
proa
i pi
elle como etiBe-
continuar esse
n, seiilior,
irlo doma-
ululo, pelo Sr
iiiforiii.il a casa, quo os
|lies.io com os diicillnenliis ipi
Bu vejo ano o presidente da provincia
osou Sr. Millcl delirara planta lopogra-
inieiplii doHocife ; eu vejo dcpoisdls-
liunai- do paii doterniinaran o lempo
i.l piovaveliilenle ler ompregailo ni'sse
o vejo tambera que pelas Infurinacuos
io-e di/; que elledevc sel pavonara-
is, por mea. Mas, o Sr. Millel fui
sciique encajado por 200J r-., quer antes, quer de-
pois ilesb; Irabalbo, ipie Hits Toi encarreado,
niesiiio quando oa uniros eugenlteiroa Mili
Hhs rs. ; luso mo sei a raido parque ha oe el
lempo em que CSlCVC empreado nesse servic
uba iiieiiosiio qaoaeuipre ganhoit. Dopoia,
brea depuladoa h.io do lembrar-ao pelo moni
moloinuroi do que, na pro
io, mn ougenholro quo era
lier, e que ganhava jo i~ i -
do servico ; mas M>II(|.....
Ii'iiann,.......a qnal elle si
der.un-se-lbe :I:INHI> ou ItOOOj
nbeiroda provincia, que li-
iniii
II Sr
ti Sr
ssi'n
o .-.I.Kl
ifllrmar,
.Millel ni
o Sr.
ti Sr.
la ..lili..
plaula
-\la-
Irabalb
-l'eicebi a|jalinil ri
doria.....
i era obrigado a le-
lato
.o.un
que lem os loro, di
muilo bem pasoco
suiaede a..im ao (
asinesin.is VailtagC
carrogadu do levdi
elle
direoLd
o disse o Sr
le S para l inezes
rasa lambem. que o Sr. Mili
(alvexdolcvanlamonlo la le
tic 20 ou :> plantas (
li H')',ulr.io. plantas
pnnpie se serv
acbou no arclih
i, ":
O artigo 1" da rilada le di/: os arrenialaii-
l< nao |Midero, sb prclevlu de gaalguer eirn mi
aiiijmeHto le pirro nos malcriis, aisir modilira-
vJoalguuM no preco das ulnas, pudendo, perora,
.er allendivel asna reclamaran quando fundada em
clin do inediciio vdllde se v elaratiieule ipial be
lo espirito desla dispusi^au, e em (pie casos pode ser
ella applii ada.
K 0 Tacto de ha ver sido tapado oluaar do Ar-
niiiibailo, iiopanlauoile Oliiiila, nao pude ser en-
canillo como urna cvciilunlidado ordinaria, preve-
nida pela le.
" Aillos iiusamo de ser coinceada a obra, ouqiia-
i .ni lucillo lempo, como n atiesta odirerlor das
obra, publica, loi eieculada aquella lapatein. e
desdo eulao lonam-sc iiupo-sncl a excciicao do oi-
ramenlo ncitundo a. .-(indicos da arreinlacio e
eiido i-i limpie, .... a obra fosse feila por adniini.-
Iraj.....uu iirciuneiiKV .iipplcnicnlar loria sido or-
Rauisado paia o accreaoimo do Irabalbo nao preve-
iiidii, OCJII lodo ii raso os corre- prov inciae- baviaui
desoccorror a .einelbaule despe/a. Alin do que
o aquella fado nao fui previsto pelo oiigenhcin
que oruanisiHi oorcanMHlo, muilo monos o poda
ler sido pelo ariemalaule.
(i l'oi'iaiilo, ein vista das ra/es eipoalaa, he ;
("inoii-Mo de parecer que seja a pretecito de Josi
I-upe- liiiiniare. leuiellida ao governo (ira quo
iiiandimdo orear pela reparlico complanle o ex-
ri'iso de Irabalbo lylo uu seaiindn laura da Mirada
.....le, entre os pcrl'is numero I a 1 }, mande pa
ndito arrematante a quautia que correapouder
i Ial e\ic,i. Sala das roiuin.sos, JJ de ;d,ri| ,|(,
lempo
pioviii
gar si
plaula:
a nina
quoiro
..o. de
ubislas
I
Sr. W
o qui
mili
Millel, se I"
leriam por cerlo mh
i obras publica..
posso aeverar
i se oecupot.......i
i paile dossa plaula,
irciaes que
liradas
, (ta-
. un-
en
idenci.i do Si. Cliiehor-
engajado, di.....me Por-
p.ii mez, loi despedido
mu orillo da ulna do llio
oiiiprcgou :l oo i motos,
s (le rs. I.......ge-
ompregado publico,
mpregado publico, pode ser
ni -Jllls rs. por me/ ; mas nao
ilrangoiro, porque ello nao lem
isd'aqurlles. o oslraiisrlro ou-
lamento de nina plaa, expn-lo
oilr.....lo (pialquor molestia, que
onlll.ll.il uo sel viro, lera de ir
o enaeiibeiro da provincia,
silulilai un servicn, eem ciiiise
ivineia o ha de allemler. lie-
iileiididas, que he una obra de uieiecinieul
un perleila COI ais
OSr. Burro 0r/o":O quocllc fe na estrada
la v icinria conioengajado.
" sr. I'an ihtrriiH:.Mas o nobre d
w, que quando ello le/
o sr. Borrn Barrel
a dirigir a obra da eslrada da V
O Si: I'iii lurtelo:.. ni
i planta...
. Barro* Brrelo Era obrigado a bno.
. Pai Brrelo i Nao era ial. e Ionio lio
que lendu elle pedido para cnlroiMi a plaula
em que se ochava, |r bao que llulia do
se oceupar com oa irabalbos da eslrada da Victoria,
o director das obras publicas iuformou, que ochava
issi) junio, porque ii.....mvlulia que olio scdialra-
hisse da obra deque eslava oncarregado. Tuda a
aruumoiilao.ni poisalea nobrea deputados limita-sea
que a plaula nao he perleila. que u Sr.
i fe/ mais du que copiar o que evislia...
Barro Brrelo : Nao disse hilo.
Pae* Harrelo: Estimo muilo ouvir ca-
lo do nobre depulado, ciil.io ja se v que
I.........icipio du llecife nao be um Iraba-
lbo sem inerecinieiilo, que -en aiiloi n'io se limilou
a cupial o que exista, le mais ala.....a censa; por
laillO, precio-bou as \i.las do prCsi.lellle. que 0611-
COITegOU de-a nii-.ao e SO elle |u eeiicbeu as \ isla
do presidenle, queraiQo ha para ni.....lito pagar'
Senbores. lie milito louvavel esse aelo ploadi
nheiros pblicos, que mi. lodos mostramos, mal b.
preciso uan levar esse icio al a exagerocjto, lora-
bremo-nos deque be grave itgusllca nflo imgar i
quem ndovo, que be da .....la obiisacao ser pon-
lual para i.....i lodos, e principalmente para c.....u
e-itangeiroa. I'ronunciaiido-me desla furnia, na,
|Kisso deivar de vular pela emenda ecnnlra o pare-
coi da comnifaaAo, a........ios al que os nobrea de-
pillados opresenlcm novas raxoos, que mei.....veu-
eain ilo que eslou em eirn..
limonada a ilisciuwao lie o parecer approvado,
sen,lo ie-'eii.i,|.i a eineiiila.
OKDEM lio ni \.
C.oiiliniiacao da segunda diacuastko do projeelo n,
i ,\>a<;\ da. cune- verdr-. ail. I. viile Diitrin
Sr. presidenle, cu quero que o beneficio seja ge-
ral, para Inda a provincia, e pnr isso esliibelcci ossa
.-..lulo-,e ; pimple eu un euleudu que isto su dova
resudar em benclirio du Hecife, e mi para bala a
provincia. Se |ior ventura esse privilottio; nao di-
ro bem, se cssn providencia propriameiilo dita, que
o enverno li ver de Ininar, tiAii fnr de ahsulula ne-
ri^sidade para o centro da provincia, nao se lome ;
mas se n tur, ella tcnba applicarao a toda a provin-
cia, e uAo........ nii- ao Iturifc. S'ao vejo i.i/.io para
a di.liuccau : (odus *us li.ilnl.inie. da provincia Iccn
iguaes direitm, Indos Iceni diieilo a que sen- iule-
re..e. sejain lioneros de primeira necessidade. I. >
e.l.i nos arls. ir.i.-:;n, nimia boje, Ial dis|Misie.io.
Kiilendo i "o- quo a laxa nan he una providencia iu-
conslilucioual, e que he aquella que mais ennve-
nienle ia lorua, em oriloui a evilar nao m> a aludi-
rn demasiada dos neilr,dadme, que possain bavor,
e i|iieovslem, cuino lambem daqticllcs que possain
inuun|Hili.ar para o fuluVo.
Talvea que OJIO providencia naodeva existir por
muilo lempo ; mas be nina nuiseqiieneia da resci-
sao (I.....mralo: he una noeeadade, v isla daquillu
que lem havido na provincia ; islo he, urna runsc-
qiiencia necessaria do ler havidoallciididus. Kil que-
ro ipieo proco da carne seja laxado, o nao posso cnu-
senlir que -o dina que isso nao be po.sivel, pol(|ll(!
he iiiroiisliliiiiiin.il ; porque, Sr. presidenle, en
nao pos*.......robar po
c.in mais civiliaada do
preciad.....ais a ~n.\ lii
lem dadooxeraptos aoi
(pie.e .i.-ba no mais alio-.;
loase e i.....servjse no sei
-icao pei'iiiaueule, como i
tO, (i...... aquclles que
lo, aillos de ler e.se i oul
maneira algn
mundo, aipn-ll
. 111 a na-
que lem a-
r.lade e oi.lein, aquella quo
iiiudode civilisaeao, aquella
urdo de insiMiccao, apresen-
o cdigo penal nina dbpo-
a que osla un. arligOS IWI e
inoniipolisareiu um eunlra-
;ilo podido a sua reachtoo.
Senliore-, pnder-se-ba aruiiiiietilar com o* Oxein-
pln. da luslaleira, que loi a primeira naco queba--
leou a bandcir.idaliberdude do n.......cicin; mas be
i-, i..
Jlar .
popula
lllim.il
li.i., b.
p.pill.l,
ue uaipielle pai/ abundaiu uscapi-
c.iu; e que ambas oslas omisas dea-
olio pela c(iiicoirencia._ Mas, entre
.i ea abundancia de capllocs, nem
;.io. pode se syalcniadc liberdade
tizos o i ni.ir- malea, He
s esle riS|ieilo, se slgam
i.o qua o governo iulervc-
Jo impertinente, moa eom u
quo inlerveiiba nessa lula de
ola aos exeessus de mise de
IIOS. (,|l
grande
ampia Ira/'er uravoa pn
pin. preciso qu......Ira i
oulroa principios; hepn
ulia, mo com o sen I
sen biaco auxiliador ;
illlore-r-. que -e (Mil
oulroa.
Ouonloao artigo '<. poreee-me que ello Iw de ver-
dadeia iiiluieio; que nao carece (leinunslrar-se a sua
ciuiveiiieneia, porque be cerlo que, lirondo usron-
tratadores ruin os (albos, nodo se lord conseguido
v islu quo nao ha os motos de se abrir a rniicorri.....i.
110 morcado das carnes. He poi- dejii-li.a, que n
'olhosscjam arrendados do per si.....Io englobado*
aso que, avahando devidae rircuin.lancia-
a.conilieiie. do meu projeelo, baja de ap-
, ou inndilica-lo de maneira, que pn. lu/ao,
todo. loiuus.eni vi.la.
'resiliente: Ku m [m.su sujeilar an
primeira ortigo do projeelo du
l'e
di.....-ni
prova-1.
lilis qin
o Sr
apoiaun
Sr. dep,
illa.., e
-e assim;
lar mili.i
ai I. -j ib,
pois deslc
julgor coi
linoia l
da i
II.
-Si.
presidenle. cu le
i mesa, e. depois ilc li.
O projeelo be e.le.
lio de
n, cu-
iden legislativa provincial do Pcrnam-
:iiii.la
a una -
ai para
qu
ler poi eneeiiheiro. pagoa pela
onaeguinte olla nao deve po-
e/.: n que elle le/ loi re.lu/ir e-a.
6 e.cala, leilil/iu as diversas e-ealas
rganisor a planta. Portonla nao hd
un Irabalbo que he de simples reduce
ala. que n pdein fa/er e la/ein os dse-
la da reparlic.in das obras publicas, seja pago
uni Irnbalho de levanlaineiilo de plaula ipie si>
ue ser feilo por ciigciibeiro,
Sr. presidenle, ou po-leria accre-cenlar m.ii ol-
L:uuia cuusa, poderia expender mais al--'iuuas dasra-
(Aoa, que nte leva a nao poder dar o meu vol a fa-
vor da emonda oflcrocida pelo Sr. depulado; porcni
eu enlendo que, o (pie lenb.i dilo basta para juslili-
earo meo voto ; olem doqua ou mosmo niio preten-
do entrrnosla casa em diacuaaftes que londaiu ,i
avallar os Irabalbo, da reparlieiii das obras publi-
cas, fojo ii mab quo lio passivcl de entrar iieslos
(li.cussoes.
O Si: Clin
discurso, i
ti Sr.Fran
un.i,..
Voi << ine-a, e he apoiado para etilr.i! ein
sao, o seguidle roquerimenlo ;
Roquoiro que seja sobren prelencnde Au
iinnii-ian do obras publi
( impossibilile de i
-o omino a ; quandl
pin acaso so impo-
qiieneia delle, a pr
poi-, senliore-, en nao sei se lio cnveiiieub
ervicn feito por mu cstrangclro, -i
;es daqui. d'.dli, d'.i.nl.i, e no lili
que be llovido.
Sr. p.esiilenie, o governo deve ser o prime
dar cveniplos de moralidad. ; o olem dalo,
presidenle, ou vi com mena proprioa nlhoa o
Millel, porordemdo presidenle, que en lamben
o uoo i.r aelo voluntarlo, porqu......IDu podio
cer-scqne ora dedicaclo, mi dovolaejo, mas poi
poi. ,1,
iiifoin
|iaguc
quede-
exij.-ini
lente
ol.l.
ii-ll
ra iln f'iinli;! Sao re.lilui
COJoSo llefende u p.iiei er ilacoal
di-iii.
inste
Millel, uuvida a
S. II. PranclKO .'
I o Sr. Barro Barrelt
admiro de nao ler sido
depulado. purque enilini
xpiiiui mal
IK.VI /,,,-, iie Capibarte. Mello l. .
I ni reipn i iiueulo de Jos Candido da Suva Itia-
-i. |:rofcssor de priuieia- lellras da freaue/ia deSe-
niiliacm, pedindo ser jubiladu us lennns da lei.
V i ii|nuii.-,io dr iilslruccilo publira.
lliiliode.Manoel Auluiiiodo Nasriinenlo, rasadu
'un aexposlo Pouciaua da Silva, |iedindn que uo-
i-iincnle na lei do oreamenlo se consicne qaota pa-
^-(. lL-.....inlii do dol (lesna moltier. A' coin-
iiii ii de la/i-nda eoicniueiilo.
tliilio de Anlouio Jos (ioinei do Crrelo, arre-
inalaiile d.i-nina. ,|o alerto e caes da ni.ida Auro-
ra, pi-dindo o pagsmenluda ilifl'erenea para ni .i
" n -i iinnil.i obra que fui eiusinlrailo no acto do
paule da entrenadeliniliva na imporlaucia de n-i-
1 .- oiiiro -im a jnqiurlanria du augiuenlo
"' IKinle na inr-iua ni.iaeiuia mencionada. A'
'nniiasao il nina- publicas.
IJnus iniiin., irtn da meso regodora da irmandodo
o" lliviiiu Espritu'Santo, creca na igreja de Nosaa
-'iib.ira i la ConeocSo d... Miliiarcs, e o uulru d.i
hii'i(-a reoedora da nuandade de Nos-a Senhora da
te que me
presidenle,
sei
Sr. presidenle. nao me
lopielieii.liilo pelo noble
en i.iubeeo perfeilam.-li-
iniaineulc ; |mrque, Sr.
ii fbssc por en me exprimir mal, se
ilo me lve-so coiiiprehoiidindo, nao
ciiiiome apiesenlar proposi
ileinilaauliuidadecnnii
riscos do vida, p,ui|
.i,nhle.os-lavam os n
Ibe urdeliavaiu. eilin ale ao
10 i--o Ibe fosse delerminadi
nao me cumia
Por Indi
la emenda
fundada c
na-niiiib.i
ti Si: Fue
lava prsenle
nfto pnilerei i
bre depulado
0X|
u-.e a
, fui 00
plaula
o.....-ral
gram
i:.no
sqiu-
.1.11
servil
i que
ble depul
viria aqu em i
eu conlalo.
O nobre depulado disse, que eu baxia dilo que
os Irabalbiisapreseulailos pelo Sr. Millel, enuit Ira-
balbos qin- podiam wr fallos por desenliados. O
niibre depulado \o me eomprhondeu : e eu que-
ro que me eninprehendahem ; eu disseipie, o Iraba-
lbo de redllrcava de plaas do diversas e-calas pa-
ro nina s, ero lial.ilbo que pmria ser feilo pnr de-
scubislas ; niin d;-se (pie o levanlauenlii de pla-
a, era Irabalbo de devenoslas, lissc qua o Sr.
.Millel se aproveilon das plantas queja exisliain,
que baviatn sido pauas pelo eovernn, c e.lavain ar-
rbivadasna reparlico das obras publicas ; e que
pois o Ir.ib.illio que elle aprcseuliiu nao foi lodo del-
le. houve son liaballio delle, mas a inaior porte
desso Irabalbo ollorecido por ello romo sen,
l.iliiillio i|n.- la pcrleurja a pi-oviiiria, era Irabalbo
queja liuba sido pasnpor ellae que ella nao devia
paitar M'iuindo ves : fui dosse Irabalbo ipie apro-
veilou-se o Sr. Millel, redn/inilo as dilferenleiplan-
las pan-iaes a nina sii e-eala....
II Si: Fi'iIIUihi'u JilClo:J eul.io ossa le.lio c.H.
le.ii 8 me/es, como diz o Sr. direelor das obras
publicas '....
ti Si: llanos Hrrelo :O que di-ooSr. di-
ici im lii..e quo, ii Irabalbo do levantamento da
pl.ma do iniini-ipio du Itecife. npic.ienl.ldo pelo
Sr. Millel levara K. ou II me/es, mas niio disse que
Irabalbo plop iainenle delle n,in pedia -er feilo fin
menos de 9 ineies, poique, como ja so disse, eso
aballm iwu foi lodo delle, exislio limito troholhu
.la ipic elle fo-se pago.
qu,lulo leiibo dilo, c.....luo.VOlOOllope-
uo fui ollerecl.la, por Isso que ello ho
juslica, nico principio que me guia
opiniies.c nos ineiis volos,
BUrrelOlSr. presidenle. en n.io es-
piando cnmccntl a diaOUBSaO, pul isso
-pouiiei a lodososarguinoulos dono-
ipie Impugnou o emonda DlTerorida oo
parecer; no ciilonlo, londo-o oUvido pela segunda
vra que fallou,lalvejipossaacompanho-lo nosprinci-
paes riindamenliis com que procuro ciiinlialcr a idea
de se mandar paitar an engenheiro Millel a quanlia
que elle pede ein ciiiii|ieii.ai;an dos servico. que
pie-ion, levantando o planta do municipio du lle-
cife.
Sr. presidenle. miles do ludo Iciiiliiani i casa,
que os .erv icos prestados por esle-ongoilheiro nao 0-
l.mi serviros ordinarios ; quando o presidenl.....)ll-
corregou .le lirora planta do munsaiplo do Itc
Inclava o provincia com nina nbellulo i era pn
i'iiulicrer0averiguar corla- localidades queliol......
de ser exploradas pelas forras do govern..... para
ene m leve o engonholro do enlrar pelos mallo
cunadas pelos rebeldes, arriscando assim sua vida
por limitas ve/.--...
o Sr. Barro* Brrela :Se voi por ah cali is-
so sao despe/.a. da guerra.
ti Si: l'ae* Brrelo:E porque o presidente dei-
xnii de pagar cales servicos, quofdram feilo. nao .o
em beuelicio. do governo gorol, mas lombel em
vontagem daprovineia, dovemoi nos Imlla-lot do-
veinosileixar sem reinuneracau servcns 1,1o rele-
vamos ?...
OSr. BarroK H.urelo:Eulao lem direilo de
exigir o aau pMamenfo do governo ueral.
ti Si: l'ne* Hrrelo :Eu Icinhrn bsla rii-riuns-
loucia |iara dar mais valor 00 Irabalbo que esto cn-
nenbeiro fe/.: ello fui enc-irreitadu peln uoveruude
ero | levantar a plaula do municipiu do Kcrifcquc lie um
serviru prnviurial.e(|uc deve ser paito pelos coi're-
da provnola ; mas be hom que se saib-quo foi elle
fcilu em urna poca de periitos, ein que lalve/ os eu-
eenlu-irns.il) pai/u.lo so preslassom a execula-lo.
Masque rosoea opmeula o nobre depilado paro
comhaler O duodo do pelieioiiariu ? lli/ A pnula
ii.i.i est bem feila, elle serviu-se de Irabalbos que
ja evi-liaill.
Seiiboie-, eu nin enlendo niiiiln deafoa coosas,
na. ipieui be. que lendu de fa/er nina plaa e a-
cbainlo Irabalbos jn execulados, niio o consulla o
uo o. oproveita inesuio ? ipiem he que boje faz um
mappa, mu Irabalbo i'slalislico (pialquer sem ler em
visla irabalbos aoiaftoreol apiado*) A' prevale-
cer o orgumejilaoto do uobro ilepulodo, bem poney.
i referid!
u governo foi
-usas as imilla;
er.io impn.la-
dn. eonlrnln-
s,lo do cnnlra-
o Sr. Florencio:
mandar mn projeelo
tan eu n defen-lcui,
.. A osaon '
buco resulve
i( Arl. I. Pica 0 presidenle da provincia aiilnri
sado a eiupresar as me.li la-ipie julgar rniivenienles
aflu de remover a. causas, que actualmente difli-
nill.iiii nosla cidade iiabasleciincnln dascamos ver-
des, n
k Arl. '2. l-'ica desde ja concedida aos conlrala-
(Inres du abaslecimenlu doquellc genero a re-ci-.n
que podirain d.......iiiaio oi.ire elle- e o governo ce-
lebrado, em vil lude da lei n. 27S de li de mam de
1851, deveiiiln In-laviaa iiiesina re-ei-.m verlirar-se
tres metes depois da pnblicacllo da prsenle lei.
.. Arl. :l. Coultnuorao enlrolanlo para os dilo.
roiilraladores as obrlga{009 eslipulad.is n
roiilralo du mudo que entre elle,
aceur.lado ; lii-audo cuino eslAu, sus|
que ein vrinde du mesiiiu conlrali
sobre n criador e corlador em favur
don-. ..
.( Arl. i. Elleefuada ipie seja a resr
lo, iiiilltuem pildora vender carne verde ua provin-
cia por mais de oilill nos me/o de maio a oulubro,
c llfSW nos mozos de iiniembl'u a abril, pudendo
lodavia o governo elevar aquello preco, se porol-
guma cii-cuiiislaiu-i,i exliannlinaria, n.io for pos.i-
vel de nuil., modo ler lugar o ah.i.loriincnlo do
ineiiado. O- conlralailoie. paitaran a mulla de Jlls
rs. O a peno de O das de plisan pela piimeira vez,
O n dnbro nu COSO de reiili'iileucia.
.i Arl. 'i. Desvio jii Mea taubein rescindido a ane-
nialacau dos lallios inunii ipae- ib- que so acliom de
posse os actuaos coiilroladuros, e panqu sejan de
novo arreinalailus. SOIldo OOlrcgUCS aos nov......ie-
iiialaules na dala da rcsrjsao du i-uiilralo, ROlvo a
aquellos a iiileinnisac.'io a que livorein dirclo. A
nova arrenialaijao do. lallius releridos n.io ser feila
englobada.....nte, c sim por rada lallto d
o Paro daa.......Idea provincial de I
-'I de abril de 1853,
o Florencio Joii Carneiro Monteirn
ti Sr. Florencio : Continuando .
jecio, Sr. presidente, oncena em si a
opiuioos da COSO, cun -ua- pequeas mi
O qiiereudu enlrar 110 sea deseiivulviinelllo cun lo-
do o sqnguo Irlo, peco aos nobrea deputadoaque re-
seivein os sen- uarles paro depois que en hniiver
feilo isso; o eslimo multe que o nobre depulado,
que lie autor du projeelo, que osla omdaKUSsito ve-
iili.i seulor-:,c ao p de iiiiin, cuino acaba de fa/er,
porque vejo que lio paro um oovir eom alloucao,
lomar suas nulas o respoinler-iue.
Sr. presidenle. en quero e un po.so deixar do
de querer, que se conceda presidencia da provin-
cia o arbitrio neole negodo orbltrla qae a loi pas-
sada concedeu ; porlanlo, quanlo ao piinr-iin or-
tigo, nada mais direi.
Vamos au artigo sogundo. \aj|c ortigo proponho
cu 'o ren-isan 'doeontralo, pnripie enlendo que ella
be u.-i-e.-aria, e ulil para a pi-nviueia, ma. laso N
depois de poaaodo o lompo preciso poro se rcinedio-
reni oa males que nina lei ncca-iniinu. lacio pul-
pe para se eonseitiiir isso. he neceisario que se dei-
xein passar peln inoiius Iros mezes, oliin de quo o
governo guiado sem du\ida iieiihuma pelo Inte-
nsse publico, posso remediar as oecurrencias, que
pn-sam apparerer, lomamlu as caiilolas neressarias
para (|uc nOu apparecam em campo os niouopolis-
ii-, eaoU itiierrilbas de ali-.-ivessadorcs, alim de ele-
varen! o preco das carnes aquello, ein quo buje se
arhain, c esliveran miles do contrato.
No artigo leen,i. cupro|.....lio que, continuando
para OS conlraladores a. ubi i^ac'.e. a (pie se snje-
laram, n.io paguem mlavi.i mullas oscriadore. e cor-
ladores, que qui/ereni lalbar carne, c a quacs "cs-
l.lo sujeilus pelo c.mtralo ; o islo para que o ahaglc-
cimcnlo da cidade se lome malor.
O artigo quarln he o mais dilllcil. porque be
iqucllc quo diz respeilo laxa, lio islu malcra
pie eu nao posso bein discutir, 0 quo pode ser cm-
batlda pelo \ ."-> da ieneja...
ti Sr. Franeitco /no: Vilo da sciencia Se
foSSC da |.....sia, poda ser...
ti Si: Florencio :Sim sehor, a sciencia quan-
lo corra mutO, quando se eleva, sem duviil.i ne-
iliuma piule di/er-.e que vda. Eu nao son polo :
i nobre depulado lio que lem Inda, as tendencias
|i n.i aso ; iiia-einlini, oque be verdado he, que eu
niin posso enlrar nessa quesillo.
ni
Indo, porque'eslando-ae na segunda di
senda esse por artigas, uto podo proceder-
mas licalivroi.....aura imputado apresen-
i ortigo do .eu pnoeiio como emenda ao
iqiieesl.i eiudiscii.sio, o bem assim, de-
volado, quaoaqtier arligosaddilivoa que
i-uieiiles.
i arl. I- do projeelo do Sr. l-lureuciu,
nsiileradii cuino emendo onlro em discuaMo.
OSr.Pae* Brrelo:Sr. presid....., levanlo-me
para pe.lu nos nubles doputados, que a|iiesciilaram
ulliiiiameiili- iiiivo- projei los, que me dcein alg.....as
evplicanie-, ipie desvalieran! as din ida. em quo es-
lou a respeilo de cerlas lUsposicOos de.se. prnjectns,
11, iiolues llepulodos parlcm da rescisn do din-
Iralu, mas para ev ilaroui a. i.....soquencias que pro-
vavelnienleresiillaraoilennia ie-ii-.in pura c siin-
ploa, oslobctocein cortas clausulas ; assim u Sr. Ilap-
lisla quer que ossa resi-i.in .i-uau realise seno trci
mezes depiiis da le ser publicado, continuando ni
actuaos......Iraladorasa forneccra carne verde nc-
eessaria para o consumo, o duranlo r-sso lompo po-
dando a governo elevar a proco de-so Bonero.
L'm uulru Sr. depulado mando rescindir a i.....la-
lo, o quer quo iiiiiuedialai......le.- e.lalu-lec.i unid
lava sobre as carnes ; o iiiialineule u lionradii inein-
In.i quo por ultimo ourecou omeni|os ao projeelo
em di.i-ii..io, |iartindo igunlmonle do roscieao du
COtlIratO, quer nao sii que o, i-oulialadole. eouli-
nueiu a fornecer a cune nece-saria por esporo de
Ir- menta, mas ,linda que depois de lindo, e-e- lie-
mezes, OROverno lance lima laxa sobro o preeo da
carne. Mas cu perguiilarei aos nobles inmutados,
poderemos nos rescindir do contrato, eslabeleceiido
rondicScaque nAo foramonoraeiilas pelos roniia'a-
dores .N.io pniler.iu esses bomens, passando a de-
risaii condicinnalineiilo, levar o negocio aos tribu-
unos, reclamar contra a oxacitejo da lei o de algum
......lo lirplongar o estado que Imlus nos queremos
roinovert...
Depulado ; E o remedio n.io est m
I ni s
mrala
ti Si:
PacBrrelo: Eu fallo i
as r.....linios esl.ibelecidas pelo, no
Si-nliore-, osla quesillo Veio Irazida ii
ler a eompanliia pedida a reacisio .b
gando iii|M-ibiliilaile do evo. nla-bi
pie ossa resciaaO pura o aimplea be
a recisnn rom
tres depuladoa.
assemblea por
controlo, alle-
; so se enleude
iiivenieule, ,\
oulr.llailore- a rundinos quo
querer,
i contrato
. fa/er; o
o contraa
per -i. ..
(Tlinuihueu
E.le pro
-(lillelenle
iililie.n-e.
leeilar o a que
. be u que, no-
que mi. lomos
seja cuniprido
--i i......panilla, raaein-
er a cune necessaria
nie/e-, i.....io obii-ja-
reinn. -.' ii que se lera
a-SO; mas sujoila
ii- n io sabemos se ell
uio so obrigarant peln
ii.-ii onlondor, nio imlem
i direilo de exigir, he quo u
e bu issu .. que eu quero. Si
diilu o contrato recusar fiirue
para u consumo durante lie.
la '.' e onlan oni quii e-lado lie.
conseguido com a loi '.'
Senhores, encaremos a qucall.....orno ella he; se
-eqiier removor os males da situaras, nao lomemos
pnr ponto de partida a resaislo : esse meiu deve ser
ompraandi.....i ultimo coso, quondo absolutamente
for hldis|icn.a\cl ; mosponl i.so ho neressaiio, que
o iiverun so Olllonda c.....a oompanhi.i para chegar
a esse resultado.
Porlanlo, a idea iua oobro* doputados pecca na
base, piuipie ailiiplaniln-a vamos fa/er nina lei que
pido nao ser exeeulada, rindo n approvar o mal que
queremos remediar.
Sr. presidenle, de iodo, os arbitrios opreeentadns,
ainda o do honrado iriembre o Sr. Augnsto Je Ol-
veira he o preforivcl. Uosonganomo-nos, nos nao
podemos tomar una provideneio qiteuns deixe Iran-
quilio- quaulo aos aera resallados; quem est habi-
litado para isso, lie o governo, ho ello que por meiu
du..ou- agentes pude conhcecr as verdaderos cau-
saa do mal, empregar os mciiis convenientes paro
destral-las.
l'ara que. nnis, edarmus Cada um a formular a
sin renda'.' E depois, como par I ir do rcscsitii dei-
v.nnlo, Si. pie-idcnle. que a ronipanhio quo falln
.i.su.is ubriiiaiVios nada sollia.'..
I ni Si: Depulado :Isso au qurcm os autores
du prujeelo...
o Sr. I'ae< Hrrelo :Pcrdoc-mc, be isso oque
se concilio dos projectos sulislilulivus. Pela nrinha
parle o que deseju he. que o governo einpn-LtueJsu-
doa os ineios para obrigoi a eoiqiiauhia a Mliatanr
as ohrigorOes do conlroln, c su em ultimo caso,
quando nao hoiivcr oulro recurso, se eiiqire^ue a
i o-' i-1", porque euiliin, ein inaleria lao in.diudro-.i
como esta, lio preciso pravinir ludo.
Oii.mi.i a lava, nao sei se ser um remedio profi-
cuo, n.io sei se a laxo deixani de produrir os mes-
inos inconveiiicnles que Irnuxe ocoDtralo, se nao
pile dar-se o caso ein que o preeo das carne- n.io
|Kis.a ser aquello que o uiibie depulado e-labelo..-
Iipsen projeelo e Oliln leilha uunvoriln de eleva lo,
dando aim luu'ar ao. nie-inn- elaiiiiire., OS ine--
nii- queixas que agora appan-.-.-m. piuipie a popil
lacau aiosiiiiii.ida u carne li.n.iia, o uMS p-
preeo dcleriniuad.., dillleilnleiile SO IllblOettO
tro.....
Ma se traa aaora di*; u que eu diuo be, quo se
o- uiibrcs doputados pruvarem quo o tova remedio
os moles eom que luamos, nao duvidarei volar por
ella, poique nao curonlru na constiluico disposi-
efoolgUNM que so (ipponbO au laxauu'iilo do preco
dus gneros de primeira necessidade, quando fnr
is-n oxiitidopela iililnlade publica.
ti Sr. Haplinlu ; Sr. presidente, ennvidado pe-
lo honrado mombro ( o Si: Pae* Brrelo ) paro res-
ponder a um aruumenlu pm elle apresentado em
Im na de iulei pellaciu coiilrn n mon prujecto, tere
-uniinn prazer se o poder satisrazer.
Ilissc u honradoinembrn, que |H-dndo a compa-
nbia o reseisan do contrate, c euiieedendo-lb'a eu
rom a clausula della liear ainda obrRado a forne-
evr carnes verdes |M>r mais Iros mozos, resolv a
qiioslan |nir um modo dillcreulo do polido, o que
assim ella lirar rom o direilo de se up|ior a exeru-
ciio desla lei, rumo iiijusla.
0 honrado uiemhru rnllocuu-se em una situaran
r.il-a, suasprevises s.in infundadas, scus lemore-
puiainenle vans. As leis, scubnres, podem sotlrer
analvscs rasnaveis, (nHin uiugiiein pido violar a
sua ouloridadc, e, sii o piKler quo as faz, tic que as
palo revnitar. Como, poi-, suppnr-so a ronipanha
oppuudu-so o cxi-ciico lilleral e pasativa da le a
pn-lexlude ser ella injusta '.' Eslou bem corlo do
quo so de Ial extravagancia ella se quzesse Icmhrm .
Indas as .iiiI.ii nl.i.le. jiidiriarias e oduiiiiisIrativaH
eumpririain o scu ilcvcr, lepelliudo em c.niiliueule
ossa desara/oada prelenran.
1 Ira vamos agora a quesillo dcfunilu, au merilu in-
trnseca da disposicao.
Apezar da coiupaiihia haver pedido a rescsiin
siinplesincnle e -em comlicies, be iidubilavel, que,
no apreciar e considerar as razos e mnlivus, a as-
scinbla poda resolver a qucslaii ncgalivaueiilo
maullar sulwislir n rnnlralo enm lodo asna feere-
liuiosidade ; v s......luvida be a asseniblea .. juiz
coiii|ietenlc para laso. E se, porm, euleiidemos,
que pm- conveniencias pblicos devemoa anouir a
reseisilu pedida, ecaiilelusns eprudeules i|iiizermos
acquieaeerao pedidu de um muduque nio aaerlBjfuc
ai lualinenle a surle da popolacSo, quem nos. podc-
r.i lulbcr este direilo, que para nis be Igualmente
um dever '.'! Senhores, a alia missan dos eor|ios le-
gislativo, n,1n cousislc uiin,menlo em esludar os
principio, bailados c abstractos da Justina ; mas lam-
bem ein esludar em una mais ampia esphera as ue-
i e..id.ules de dilfereiiles itenem-, qu,. acleo povn, -
em melhorar asna siluacAo, e cm esludar suas con-
veniencias. A juslica nao se folio u i'oinpanhio. |niis
queclla ja |iedioa n-srsao do ronlralu, j allegou
dijlieuldades iiivenriveis em sui exccucAo, o as con-
veniencias do publico lanibcm n.to sao abandona-
das, mnudandn-se que oo cuntraladnrcs conlusiiciu
pnr mais lies meaos a furiieeer o. mercados de car-
ne, mediante corlas ntodlfleafdes relotivas au scu
preco, p.uaasipiaes l'n-a u presidente auiorisado. E
iisjiuzcsdo ludo isso somos mis, o nao os conlriila-
dorao.
OSr. Pae* Brrelo ;Sr. presidenle, quando
eu pedi a palavra pela primeira vez, declarel Ion,,
(po ik-sejava quo os nobre. doputados desfizessem
algumaa dnvidas em que me ochava a respeilo dos
inconvenientes que descubra nos projectos por dios
apraaenladoe. O nobre denotado (o Sr. Baptitla)
explieandiin-cu prujeelo disse, que sr- e-la assem-
blea deeidi.se a roacbao do controlo, ningam |io-
dia oppor-se, oque Indos a Inmarioni por urna me-
dida jo.la.
Sr. presidente, eu sei que, -o passar a lei, e o un-
verno da provincia ossnccionar, n conlroln lia de
ser de.feiln, o o- conlraladores ligo iwderao vender
ame, com exclusao dus que quizerem expnr esse
enero an consumo. Mas, pe minio cu, be ai do
juslica.' Osdireilos da assemblM vAo lAo longo?"
Podemos rallar assim a f dos contratos t O governo
pode empregar a violencia para rescindir n contra-
to, como emnregaria tiara tirar a propredade de
um cidad.iii o da-la a ootre; mooloaa sera justo *.*
Aruiiinenlcmos com a juslica, o nAu rom a forca ;
aiitunuulemii.coin a razan, e na enlloquemos a
questo uo terreno da violencia. O nobre dcpntadu
pora respouder-mc. deixou o campo da juslica, ees-
laheleeeu-se no da (brea, parque disse que o gover-
110 lem ineios para cxeriilar a lei. Muslruu, po-
rm, u uiibre depulado que es.a lei bejiisla'.' Iles-
Irun a hvpollieso rasoavel, i|uc liiture, ilo nan
qnererem os conlriiladores .op-ilar-se ao forneci-
inenl'i das carnes por tres me/es'.' fadruluu os In-
convenientes, que neressariamcnlc b.ln de rcsiill.it
de-i reluelaiiciii, rcluclaneia que naluralmeiibr a-
cbiu.-i apoio no-lribuiiae-, porque einl'un a cumpa-
nlii.in.lo pddo screniislr.iuitida.a aquillp liquo nn
-i.- obrigOU pelo scu OoubralO; Eu enlendo que us
cuntratadurci leem dircln de exigir o ciunpriuicnlo
do i unir,ilu, assim ionio lem o governo iuiial direilo,
o nis nao imitemos mandar rcscindi-lo, cstaladecen-
do condieMo que nAo eslAo no contrato. Perianto,
se a lei nido eucunlrar esses ombaracos ua execu-
cio, ini-llinr seria que os nohres dcpulados, que que-
rein raaciaflo lalo cusi, aunrsoin n governo pa-
ra isso, sem estabeleeer condicAes ; mas a iiiiuha
iipiuiAn. ji manifestada na cosa, he. quo nAo se cm-
preguo o meiu da reseisAn senAn cm ultimo caso;
o.ir io vol com preferencia pelo projeelo du Sr.
Olivoiro, o qual, no meu cnlciuler, neo que inelbor
proeiicbe... lius, que se (ein cm visla.
(' Sr. /apunta :Senhores, cu fui generoso om
inin querer romper u vn. que cobrio o pensanieulo
do nobre depulado. a inn de que nao apparcresso
ludan sua realilade, o nobre depulailn em rcliibui-
raudssu, foz-me una injustica, desvirluando meu
peusaiuenfo, callrihuiudo-mc falsas opiuioos.
Eu ngo disse, o uein podio dizer.que se devia roo-
gir ns cnilialailnres com a forra brilla, o que s
loica be que devianins sorcorrer-nos, mas falb-i da
forca obrRaturia das lei-, dessa forra, que nance da
soi-ied.ide comoenlidade colleeliva, e qufla man-
ten! o defend- com lodos os scus ulereases preciosos.
Extrememos a quesillo, para que possa ser bem elii-
id.nl.i. %
t) nobre depulado disse, que pedlodo os conlra-
lodoraao rsachaodo contrato pnr um modo absolu-
e (lando-Ibes eu cm meu prujeclu a restbSo,
com a ciuiilie'io de licarem -iippiindn o mercado
pnr mais Iresine/cs, dessa snrle eu sabia da esphera
liacada na pelicao ; pelo que os roiilratadorcs fica-
liain i-om u direilo de soopponm a exeeiico da
lei.
Permita o honrado membro, que lironda esto scu
pcn-aiueiilu das sombras, em que se ada envolvido,
para aprcsoula--lo nicamente rumo anarebiro o
perigusu, supposlo reconrieca que elle nao osleja do
accordu eom n carcter dn nubre membro e ucm
cion as provas irrerusaveisde lodo o sua vida pu-
blira.
IIro que be anarebico esla argumeiilacAo pela '
.niplo.se evidenlc razan de que nAo be nossivel exis-
tir ordein sem que as leis, que a itarautem, sejam
repolladas, e liclmenio enmpridas.
Ma. dis.,. aitnra o liomado niemlirn : Mas esto
vossa disposicin, que s concede a reseisan do|iois
de lie/ me/es, quando a enmpanhia a requercu ja o
j he injilsla.
Bem! onln a quosljo j he oulra: ja nao he o
piiucipio ante social dospailiculares ede oulros po-
deres publico.- se oppoieiii a exocucao de iiin.i lei
peln prelexto della ser injusla ; mas be o principio
verdadeirn de na cnnfoceo da lei o legislador nao
aberrar da juslira nalurl, e, oeste terreno ainda,
lorei olguinos rellexoos,
Nao be, por cerlo* o nobre membro' o mais ba-
bililado a acensar o meu prujeelo de injusto para
c.....a cninpnihia; pnr quanlo, se o honrado mem-
bro lem ronsiaiitemoiile rninhalido a reseisAn, co-
mo pedida sem razano juslica,.' se negando a f.....-
p.mliia ludo n direilo de se eviinirem das obngarcs
ennlraliid.is, quer que persista ale a obrigacAo del-
la forueror os morcados do carne ; como lie possivel
.nb.u Anonsaa dedireilosda......uanhiaem moupro-
jecto, qne sVnenlc a obliga a furnei'er carnes ao
enn-niin. pm lie- llli'/e-.'
ii.... Pae* Brrele da um aporto.)
ii M. Haiiliiia:Para essa dl-posiclo do meu
iint projdeto ..a injusta seria preisoollendcr o- direilo.
la conqianhia. Mas, se ue-i.i p.uie, aegundu a
opinin do h.ni.i lo membro, ella nao esla inve.li-
i ni Sr. Depulado:O ma\ foi o teosl.....ar-sc ilo de direiln, mas liuadn a ohrigarao de cnuliiiiiar
o pnvn a i.i a cuiie por nio proco baixo... la dar carne ol liiulai o pia/o estipiiloiln, be rlorn
" Sr. Pae Han-": >Ao iluvido, mas enilhn Iqueu injustica, que se allega, he iuiaulnaria,
MUTILADO L
'
m------



r-r-w*sci -inoati^ ^*>* ..-ww.'j
a.

(i Sr. /'>.< iirrtto :Digo que o setenio Inm
odirello de exigir doiconteatadorc* o cumplimenta
ciii contrata, lieiu cuino ello Icm o direila de exigl-
*rem as giranllas, que pelo contrato Dios sao liadas.
ni.. llapliHa :Beisl eu i-ompirhcnii perfei-
lainenle esa eni'ielaraoenlrc dirciU c obrigacOee;
mas atienda o honrado n'iouihio a queso a compa-
nliia pedio espontneamente aracnlo do conlralo
pela razao de lhesser inipoisivc] co'nliuuar no bel
rumpriroeatolasubii'-'arnc,se, para di"'1 lurfoi,
j abdico odie cima- aai.iulia. da pafte do gover-
no, como itippor-so Olio o projeclo, que allende a.
suasrectamociie*, llio he injusto! Ah o ijue lia
iiuicanienle he, no conceder a resclsio WHlida, ter-
se em alloncao a* conveniencias do imblico, c as-
signalar un lempo liara a elfoclva rcscls; do im>-
doqueo poto por muso do umareseiao prematura
nao liquc cxposlo a romee an desespero; e porcou-
.seguintu essa medida, ero ultimo retallado, naoro-
telar wno aaequiveconctada lei areHamaSo ua
conipanhia, acoinpanliada c.s-a ncqiiieerencla M
1.,-las pan isOcse cnidas do legislador.
i1 s,. Pues nrrelo, di uro aparte.)
O Sr. Baplila>-tea\m sido tiein eiplinl". e
quero agora ohslinar-mc em crcr que o honrado il
pillado, que nciihuma razio acha na companliia p
10 pedir a rescisAo do conlralo.c quer que ella es-
toja sujeila as inullas, nao lie o pioprio para achar
iujuslca feila aos conlraladorcs da parle daquclles,
que auniieni ao pedido da rcsriAo coro a modillca-
c-io de lempo, com|.....sada es inndilicarAu rom
ulras, hciu como a do prcc,n da carne, que lu'ain ao
prudente arbilnndn prcsidenle.
II Sr. Firmiiio Ir Mello : Sonhoics, eu me des-
vanece de ser un dos aposlolos da I bordado da in-
ilu-tiia, porque cnlendii quedo choque dos iulcrcs-
> diverso*, c da lix re concurrencia smenle pode
resultar equilibrio as relceles econmicas.....le-
Ihoraineulo c progresso do counnercio, e da arles,
como lei fiiiidamenlal da nossa orgamsacan, anula
ais |ielo principio, que abraco, .le que lodo entra-
ve, oh rancio ueilaa materia he un mraloenve-
nenado paia a sociedade ; estes principios, pnrin,
quu silo ahsolulos no imperio, c aleada da telenda
iHouomico, soffrem una nica rcslriroan na MU ap-
plicacllo ; he assim que considerando como nina iu-
juslica qualquer oppusirJo aosnicsmos.coiicedo sim-
pIcsHicnlo ao governo, con faz o Sr. Scialoja, inlcr-
vctnou na- mandes crises -ociaos, esses casos anor-
maes, em que a \da ila sociedade rorro perigo.
PolMoiduvida Ornada na eseepefio apealada,
que esla asscmblca animada de lonvntcl /.elo pela
ulilidade publico, se julgou autoiisada a armar ao
presdanle da provincia em 1831, com os poetare, ne-
11uiospjia removeros males deque sequcixataa
populadlo doria ridade rclalitaineulc as carnes ver-
des. Mas se expciincia, ca arando mosteada vida,
no, niolalha na aclualldade, a medida.....inda pe-
lo presidente nos deto toser choear a esta conclu-
sa, que sao os IOOI perniciosos .licitas, t iolando di-
reltos doscriadores, o a lei do primcho de mimbro
de 1828, qiiem tem coucorrido |ura o eelado de ra-
tamidade, em ipie ora nos achamos, ollcilo* cujas
consequencias se tem mediado mullo func-la- e pc-
i Igotas, do que 01 dos repelidoa anuos de secta, que
roflramoi.....IMS.
OSr../. le niead : Pai slgual negativo.
OSr. Fimiim lie Mello : Por conscaiiinle, eu
abraco de boa Miniado a idea da resci-.ui dn mra-
lo, porque querer que alio condone, lie querer que
o mal se grave, e Irmoade encontr a aquillo mes-
roo (pie a experiencia nos Icio mostrado. Mas uq
se disse que a rescuao he injuslo,porque vai fcrlr
dirruios dos coulralado.es.
ScullOies, os ilireilus ainda mais saiyadosdo ho-
mem, como por excluido, oque elle Icm a sita vid
olteosporde por um faciesen; a-im cnlvndo que i
coulraladores Icm perdido o dirrilu a essa c.msid
rucan, desde que clles foram os priniciro. a fallar
fe do contrato, \ indo alcm dalo pedir a la aaten
Idaasuarecisio. Por comogolnle a vordadcii
nori.i que.....le caso un. deve luiar, he tem dui
da ada ulilidade |iubliea,ose cala nos aeonselhaiiue
n cinlialodeve ser rescladldo, qae consideradlo de-
ve impedir a que o nao fac.uno-.
Por oonegainle voto coulra o projeclo em discos-
sao, ea famr da emenda que aulorlsa a resclslo do
conlialo. J-onliunnr-H-lot.
Discurso pronunciado pelo Sr. depurado Dr.
Francisco Joao' Carneiro da Cunta, na
sessao' da 13 do corrente mea.
O Air. Franchca Jo3o Sr. presidenta cu crelo,
que ha muilo que a consideiaeao desla casa e a al-
lene.o do publico, que espera com auciedade o re-
sultado de uossas deliherares, nao he sulnucllida
qiieslo Uo grave como a que se agora agita, ques-
lao como ella lio inoinenlosa e meilndrOM. H qual-
quer que seja a delilierac.lo que por nos Icnha de
ser adoptada, qaalquataua seja o apreciamento da
que-ln, o alcance ilo uossas decise. servir, me
pe -nado, de tlgl.....i mancha a equilolar nao wi
tlline.io que prestamos a auciedade publica, scuao
lanibein servir a revelar a nossa previdencia ou
imprevidanaia em ojaumploj de ordom Uta grave.
Sr. presidente, boje mais que nunca cala emroeu
ani.....a verdadede nina proposicfio da celebro cs-
i riploia madaine deSlael, deesamulher genio nao
nieuoi nolavel pela aineuid.ide, aracase cucantodc
scu cshlo, que npreciavcl pelo profundod sublime
de seos peiisamentns polticos.Ili/ia ella, que si
s iniilheres semprc cumpre atguir e subordinar-se
opiniao publica, aos liomens quasi scmpie he da-
da a larcfa de se mostraren! superiores a ella, l,
na vardade, nao he a primeira \ei que notaveisea-
cri|ilores|iublicos, usscmblcas deliber.uilcs, lio......is
itrarrcuados da> adniinislraeoei do naht, lem sido
lirliniasda siia l'.isiinacao, cedendo a impeluo.i-
daue dessa trrenlo arrasladora, que as mais das
\c/es uioservo sendo a desconcertar o Iransloruar,
cm ve/, de crear e dn iir os grandes inlerc.....- i
hunianidade: e se boje invoco em favor de minlia
IKisic.io especial lodaa forca dessa verdade, be por-
que ella ualuralmeulc condu miiiha juslilicaeao.
nao sii para com os meus amigoa e para com o pu-
blico, sean mesmu para rom aquellos meus adver-
sarios que qulzcrem para i.....ligo se apre-cnlar
animados do scnliineulo de jusliea. V, ante- que
cu entreno apieciami-.nlo geral de toda a queslao,
V.Evc. me |.....nillira e a casa tambera consentir,
que eu me volle por um poueo para o loen pasudo,
fa/.eudo un exanie relrospcelivo de lodos os meus
pensares ncsla mesina queslao. Felizineylc para
niim eslao dispensadas as necesidades de explicar
ncslc assuraplo, porque cu
incnlo de boje he o mesmo
nos rom aaie mea dianr nao
mudo o dircilo que cabe a
ijredir retrogradando, de
mo, aperfcicoa-lo mesmo
ni oulro lempo repudiadas,
pequeo discurso, ferroso i,,..
orar a rasa, que o mea pensaroenbi agohl
enunciado, he o mesmo que live OBI uniros Icii||km,
.piando se Iralava da adopraoda lei de i. de molo
le I MI, ua qual erain preciadas aotvm. Sr. Souia
Itauo-, uooe lempo digno adraiiiislradoi desla pro-
viucia, lodosos meiosde dinheiro, ludas as oulras
faciildadcsparu ronfecrao dense conlralo liojo em
quesillo. Elllao os nobres membros da couiinissao
especial, osSrs.Aiiuiar e tairneiro da Cuuha, aos
quacslonbo a lumia de referir-mc volaram pela
.iilope.lo dessa lei, coniiadameiile lizeram deposito
de Unios, os recursos |iecuniarios e al offeenda
mesmo dcallribuicoes uossas, para asaba habilitar
n ailmiuislrador publico a s.ilisfa/cr essa grande ne-
cessidade social. E em qiianlo que ellos assim opj-
iiavaiu, cu me asslgnava vencido, cu mcoppunha
orlga.....ausadelodoscs.es inalcs.de lodas esas
grandes dasvanlageBS a era lira a motora dessa
pande emergencia a que somos boje chamados a
dar remedio ;c nao ronlenlccoin essa ininha cvpo-
>ico franca e leal de meu pcnsameiito, cu liavia
cenliadocm parecer dcslacado do da eommissflo de
que era inerahro. pondo em relevo as inicies do !que
me ajudava, nsoveniplo a que roe soncorria, a ini-
prcv idcnria da medida culao proposla. Appcllan-
dopara a memoria de siguas amigos olimos, cli-
se rccur.laiio de me liavereni acoii-elhado OSCU CS-
loinlimciilo pela ie.conveniencia doedvlo em que
c lava etcripl.i. ao ipi.d cnndemnavan pela vehe-
ineiiciadeiuinbasivpresscipara ecan o en Uio ail-
miuislrador, o Si. Souza Hamos...
O Sr. Ciirneiro lia Cmiha :-"-Ellesqaem?
ii St iianeifoJoUo :Essea amigos aos quaes
i-nionnfianra apicsenlei orosulladode mena Iraba-
llios. foram os Srs. Dr. Baplisla, Maiiocl Cavalranli,
J'edio i/ivalcauli c oulros: succcdciulo que dcil
enluc seuipre son a juizos superiores ao raeu, c i
lalcnbis esclarecidos c Ilustrados, o as queslfte
JiralicaJ mais do que cu wmaltwlot, iclirei-u con
Icnlaiido-mooomasignar vencido.' Acaso asan
rom esta minlia explicno.losalisTelto esse nobre di
pillado que me inlii rompen cora o seu a|
re-
subincrgid
di
fiara si lalvcz, que sentado nesse banco de dr, ca-
li o ello ou a oulro qualquer flaglciar-mo ) cabe a-
iiuellceqiiesaohores da opiniao H .lia. que Hiigeni
dtriair a ua lorrcnle, quando u.lo micm mais qo
desorlenlados deiiar-se por ella arrastrar; sim, que
a um ajiutrosho dado a larefa de doj|iopola.i-n....
n sr. l'w Rnrnio:Dedal que ojo cosame
deiiar-inc arrastrar pela trrenlo... .
OSr. Pram Itco foHo :Ma en nao me dcUnre
arraslrar por ella, emboca me ralba a orle de sel
efundido; convjrci niesmn emqueo oobrodopulaoo
sobresaia aessa. vagas, mas huneiilarei, pprquOSI
alirado por ellas mais ao tangec tnlviv que n
heido mais perigoso, embora me d
abaixo cilla.. _
Mas, Sr. presidenta, nao he esta a qnesln, n0
hala aqu co apreriamenln do opiniiVes populares
que mullas vetes nao silo mais que vulgares (e poi
Dos cu peco minea infundamos slennos); pro-
enra-M aiwnns saber se essa lei de maio do i tal.
nao provldeole, seas vislasdesla casa, fe as SUB i
lenrcs creando essa lei do meios ao administrador
da provincia foram por elle guardadas na cciiifcccao
do conlralo para o roriicciuicnln dascarucs verdes:
Irala-sr lauhem de saber qual a medida que na si-
luacao aclual parece mais rimrorinc rom a previ-
dencia ndispcnsavcl no acert dos negocios publi-
co*; da medida mais condigna com a posicilo delta
casa, cora i Incumbencia que Ihc he dada de saliv
relo aos gravea Inlerenm pblicos. Eu o rerei
coiiliando lodo o meu pensamenlo, nianireslando lo-
das as ininhas esperanflaa, descobrindo lodas as ,.,i-
nhas nquiclac.ies de animo e apprelicnsiies do ful
ro, fazendo cn lodo o caso margen] complot
ulcresses dos conlraladorcs, rujasorlo he para iniin
da liidocniludo indillerenle. pouro Imporlando-
nic seus lucros ou suas perdas, ou mesmo o scu
abvsniaiueiilo fuluro.
Si. presidenta, iberia assim a primeira parle de
nneUIO, lialaiido-se da indiciado ou niililidade, da
convciuencia ou inconveniencia da lei, do conlralo
a que ella servio de liase, CU meservirci esoccom-
re apenas ncslc punto d'aqueiies argumentos o exent-
los, que a experiencia lem fornecldo inlra acrea-
c.loe adiiiiiii-lracao da forinaco dd coinpanlua. de
mono|iolslas pblicos; devendo-me por laso sel
pennilliilo ilcniorar-ine por Um pouco no cvemplii
que I.....bciii nos tai ollercrido uo monopolio que
nos creamos, e que pelo dcsorctanainento por elle
cao.:....., lem assignalado e tallo registrar mais de
um fado em apota ila ininha optado.
Tara quem ipiizer rom vista, de inipiTcialidadc,
cora criterio seguro, examinara siluacao em que lu-
das oslas dilllculdades Icm nascido; para quera qui-
zer lormar o cliamioslico desla orave calaniidade
n.io scr. eslranl.....pie para mal lao borrive.....n
servido um conjiinclo do cansas,.umas cm ordeui
natural o oulras de especie moromeole accidental.
E de feilo. liara a carc.lia do genero gado a incerle-
a das uossas eslacoes, a falla de rrequenles chuvaa
a ausencia lotal dellas era ccrlas quadras servein de
elem...... mu poderosos para conslilulrem causal
de oidcm natural, nao sendo necesario erando es-
forc de raiginacSo para eiieonlia-los. porque sao
pheoomeni que in vistas de uinguein podem esca-
par ; sao fado- de ordem 15o palpavel que nimiuein
misara ciralesla-los, era inesnio crcio que o nobre
depnlado lo forte e desabrido, como lie, as suas
M ininbasconlrodiece;
.,. nao live, o raen pena
peiis.iincnlo de cniao;
quero lolher de neuhtii
inin ea qualquer de pi
cnellioiar o sen pensara
iiloplaiulcopinioesera
E pois, ncslc
he memorar a .
rle
Mas. Sr. presidente, esiasobservacoesquemose
vera de juslillcacilo |iessoal, se lornain orno cpie
preliminares ndispeusavii .le iodo o raen pensa-
meiita, em face de ei ave siluacao em que nos ni j-
iiiii- i- ibis motivo! dol.', eu iiitannarc a casa ei
liando ua quel,ic>. ,
E anlcs que o fae.i. anda [icdirci a A'. BlC I
cenca para, fa/ca ligeira otmenacan a um nohro di
pillado, que lomando parle ua Ji-rci-..", prorurii
i'.-algunia niaiidia ereinqo umii d.-I.aldade, ai
rastrado por enUiiuiasnio de que ... incliuu pou
do, lomar iHlinsa a minien pe
Eu bein sei, Sr. presidente, que i-vsc i,i,l>rcrlep<
i.i.lo procuinii prendcr-ino uo Umborclc fatal o te
epi
i'oiilc.laci'u
de especie
me puiqail
carao o la
nopolislas
raudo.
Ora, ass
.. A lem de.las can.
accidentar, aa quacs
i, irabalhe de deuunei
I,,- publicas acpii. ral
alravc ..olor-, e ce
lira
issignalado assim o tundo di
do assim demonstrada adivewktuta
serven, a crear esla caresta, a -'erar
lamidadeque era denunciada pelo Si
precisado de lal modo o mal e em I
dio a.'lie. qual deveria lersido ai
depuladi
uta a sen
i viH-ita
flean
i.i.i
iihl
Ao
Bla
;i::;i:;;,,:;;
que p
qual
das causas que
e-sa grave ca-
. Souza Hamos,
o.ca del........
induca da as-
Ja administra-
ali
do
lllodil
faci.
-u. pe
Assln
n......
rulen
Ma
nal. prepa
lliime.....,
causas de
lilil:
qu
ida
oplcla
i ., r.w~., do
combalendo
cando aqucll
ruja direcc.ii
,u alienas mee
Ider un.....neo e lllodil
fallando, eu me rc'lii
il, eae-.e. alravessan
',' Si. pre.iilenta, tai pe
|,iovidei,.ia noscnlido que
caso Coi iniciado pela aduno
iiue o nao tai; certa que lie l
ileiv.ilo ao naso por esta casi
quesillo; ceilo que Hilo he
alleui
indo o
e.....ta
.pecio
culos
, de-lruii
medio em
o ahella-
io accidental i
ii. desaslrcs.
i como cai|..i
mu causa ac-
i de den
ur
lucio cll
Inste
liaversid.......Icomprcl.....dlila pela ndini
o baver sido desastradamente remediada e
essa conlingencia.
Mas. Sr. presidenta, ainda sobre essa u
les que loque no sea.....lo paulo da quesillo
eoniciilir.i que eu aasovere que a le c o ce
nada mais ervin........i...... licitando pro
e seni soirrerem o menor alaq
dad,
il,
itarsld
fi'.lcl'e
O Sr. Paei llarrelo:Ha muilos liomens capa-
a verdade.
OVi/'. gfan'iKo JoSi:Aflue vejo,o nobre de-
pnlado rae fui en c explicar a razdo domen por qoe;
i cita a parle mais otpinhOM ,!
pralica, lalvezseja aquella que mais nossa oBcoilcr
e .iiliilnr iuleresees e reputares. Mas semprc o
ilirel em desabiiiiienlo, com Inda essa raima, que
,i i'iniiin.lancia recpier, non loda esa iii-oiiiiidinle
que ludios me raeonbecem, oque cu me lionro de
possciir romooniellior tilulo i cordialidad.' de meus
amigos o a eslilna o consideraran do publico. 11
porque se funda em que ualuralmeulc be soilurlnifl.
be onlernorcdoia, lie vcrdadeiameiile rredora ear-
raslradora urna oompanhi que, forte pe-
los seus capiles, poderoso pelas suas ramificarse*,
esmauadora pela sua unldade do pensamenlo, e per-
levcraate lano quanlopde o inlercssc collerlivo
em combate com inleresses o industrias desencon-
li.ulns, ronlra o pensamenlo do governo, contra as
sua* inlenroes.ainda as',mais pias, ronlra a inleirera
do seu aronrlo Imivado na osrollia de um lercciro
dcscrapalador cnlrc arabos. E he vislo o quanlo
esla consideraejo serve a provar, que urna lal esli-
putaCBO presla-se a rcaglr complclainenta contra a
offectlviiladc do contrato era todas as b>|Kilheics em
que o inlercssc dos conlratadore* possam ser rom-
pniraellldos.
Nao he esla porm a nica conideracai> de quila-
te hora subido, oulras naliiralincnle se clcclu/ein de
oulras clausulas cm que llca eslnhelecido ndireilo
exigencias de raodillcocAe*, importando indemnha-
eflea lodaa venes que por cltailo das irreaularida-
lics das eslacoes, podo ser enconlrailo o intaresseda
campanilla cora o do* criadores c refnzedore* de e.i-
ili, ; (lesenronlrn que qualquer orriirreucia pod(
crear, cluique indispeiisavel.allrilo e embale bein na-
lural da rearc.io siibjeic.io, nao Imposta pelasen-
ciiinslaiicias naluracs.porque a esla* ni" rnsluni.unoi
a subjcilar rc-ianadainenli'. ma* sim Dina do reved-
la.nenio a una siluac.in creada era nome da le o |i
ella escudada com a peaadadava de mllase de
oulro* lucio* nao menos YCXatoriM, rre.idos para
mi'smi........panhia Intoreatada, como be bein na-
tural em sulfurar mpleliunenlc lodos os relieu-
tiics, que aqu e lili pndesso aerar o espinlu de eni-
' B iiem i.....linda assim, e nein irrusando a le
creadora do conlralo.......e que nao he aeiMo Hlhe
delta, eu posso ler oulro proposlio que nflo seja de-
monstrar, que...... enes vtaiamentas provem na..
lano do detallo de contextura, sean do pa Igo da
olea em -i nie.ni.i: porque, Sr. presidente, convem
conreinar que naufraamsompre lodas ai canacida-
des.ainda as niaiseininenle.. quand" leinerariaincii-
lo nrclendem onnor barreiraa a desenvoluco do es-
pirito da industria, manando reara- rcaula.taras da
[usa competencia, que nao pode lenae soiirer peq.....
na. mclilu-aeOcs l.azielasconi luda a Icnleza de lem-
po, calculadas c inedilaihis cun luda a frlezade pen-
ninenlo por mullo lempo adormecido e apurado
llevoliiciciianieul.ieiiiscnlidocontrar
di.....Ira desmorname...... que pode |
P<> embar o espirito publico, pude ni
menta sorprender a* boas nlencoesdo
da direceao desle espirito, viudo Un d
nalai- mais mu i Irislc derepcan, man
engao deque nai revolucoes das Id*
cas, quer iudii.'liaos, a uinguein hed
Un prestar existencia, e deilrul-las
rabeado apenas aos genios suportare
sua passaaen, en, proveilo ,1o publico.
contrario a esta he lemeridade contra
la a historia.
E boje iiicino o nobre depnlado, o Sr. Pl
reta, a quem me reliro nesle momento, apelar di
-na habilidad!' .1" ara........ilarao, apez.ir da ~o.y la
eiliclaele de palavra nao pode esconder o penal.......i-
lo de que o monopolio creado pelo acaso nenhumi
i .nopal ai lo poelia ollercrer rom aquelle, que era ao
loi hado o escudado pela lei. Mas, Sr. presidente, ei
assi'vorei que ili'sconita ao cvaine praliro da tai e.b
conlralo que lito servio, como que de rompi.....uio
a verdade dos meus principios rcsallava de muelo
deivac ver...... a SUS lu 0 luda I sua tarca, lata lie
que pralici......ule livoinus de ver molestada a na
rio dos criadores e rola/clore* de sado, rujo- me-
ro', foram pin esla companhia conlrariadosdeaim
m......ira vilenla ; liveinos de ver que os inleresse
dopublie.....i iha-loeiiueiil'i nao foram guardados,
iivoiiios.il' ver por llin.o que be muilo natural sueco
da, c.....priuneltida o arriscada mesmo a exislencil
iiidusirial ilcsscsronlraladnrcs. E leosle o |Hinlo en
que aaora camlubarei.
Se livor de formular acrusaees. eu o farol conlri
quem quer .pie seja. essa obriaac.io rae be iinposl
por l.oea de ininha posico. I'cza-rae la
rlav
I le
imp
r ala
algara rao-
enrarreaado*
col a assia
ni cruel des-
, quer pollli-
..........s*
MU luanle,
"Knenl!
qual proles.
I II:
Ma., Sr. prc-sidejalfcJxJJlJicri'taesta fado como
llca, quer o iwbe denula'dQ' o dedusa da lei, quer do,
conln.....quera eieeucodcllc, cm loda* as clr-
cum-lancias seni n mesmo rucio esislenl
apteScnlaco da reluctancia que exisie eslnhclcnda,
sera a lorninc., lodos n* onxerMITW
aggravada ainda mais pelovcrAo prolonaado.deipie
lunas. E nein secliaa, qUoessa n luelamia
podo existir, porque n5o inicio ser creada seoH
pela capricho, e qoe so n.io poda regular i
i ordem, qua nlngucra havtra que expouna
sen gado i morlc certa,preferlndo bao a veudc-loaos
conlratadoret. A oxplicaciio do fado be oulra: a-
l n;i. a secca Icio servido a impedir a descula dos
gados [lela falla de pastos cm eaiuiafp, pcrinillindo
assim a rouservatiiodriles as razeadaae o appello
para melhorea lempos, o lempos que n.io podem os-
lar mallo disimiles, porque o contrata deve-se aca-
bar |iara o anuo que se segu.....
1*0 Sr. raes llarrelo d ura aparto que nao ou-
viiuos.)
OSr. f'ranciteii Joilo:Se. presidente, lemenos
oxaclo o aparta do nobre depulado ; conveuho cm
que se ello informe de |iesoos do Cearii, l'araluba e
Rio llrande do Norte, c llcar coiilicccndo que os fa-
zeiidcro*des*aspiiiviicas silo apenas rerazeelores
de gados comprados em Piaiihi, que piklc ser eo
siderado romo viveiro de aado para lodas as proxi
chis do norte, sondo que lodas as provincias que
calmita aponlar, era o lugar desliando para indi
Iria do refazimenlo dos gados, industria que, c
mollea vislo, foialacada, e que hnje ieagii|do>
loe as iuiposicocsquc Ihc foram taitas, d occasiaoa
esse* tristes lesulladosque pralicamenlc se eslao rc-
conheeende.
E nein piale liimbeth, Sr. prcsidenle, deixar de
ser confessailo, que o inclhoramenlo da da--,' con-
sumidora, ne.....icsinoeslcscqurtaiohlldo pela
lei e conlralo, porque apenas humea pequea van-
lagem de comer carne harala e magra cm lempo de
gado baratae gordo, ntopodendo -er Iralida como
razan a dlllercnra de proco, porque leosla explica-
da iialucalinenle pelu barata preco, por que bii ve-
udo o nado cm loda a parle, i) nobre depulado.
a Sr. Paos Brrelo, por mais de una xez, no correr
lo scu discurso, dis-c : sen conlralo f.ir rcsrimli-
do, clir-se-ba que a isscnibla rrcou o conlralo por
mor dos conlraladores, quo oulra vanlagera nao
boiive sean cs-a,dc fazer com que loarj-som o. raes-
.....s grandei lucros.
(Ira, ha muilo que na verdade nao he togada mi
mcio desle sallo bombarda do calibre desla! Eu
siippuz-inc aniquilado pelos eslilhncos delta, e o
mesmo nobre depulado que a joaou.oorrru seus ris-
co-, expendo i porlge atoaldade dbseucaracler.
Ma. cu procurarel explicar lodo cslomnv imenlo
oralorio, appellando tmenle para o roracau gene-
Nao do nobre depulado, appellando para o eiilhn.
siasme que elle costuma lomar pelo bein piiblico.ap
pallando para a sua vida nleira de probidado; poi
que smenle assim eu poderla explicar osle argu-
mento, que mi podo lirar oulra tarca que mo soj;
a da posieo ediOM em que pBo us sen* adversa-
o coi
prel,
ular romo a nova Caal^^^HHttbinn-
ics ele sau p ingdslia
^o-aMBdoda aninioasap-
lenlar-
e-alea e pronip-
um dia de responder por horroro.
por arande desordoi
ijos mollvo) fundados scro onconliados na nossa
i| i,i Momia, porque, lonbo para mili!,que......ne
he desaliada eooselbeira, e que o abtiteclmenta
regular he tambera mcio de governo.
Ilion certa tico .le que nao Icrei sallsfeilo o prnpn-
siloem que me empentad. Iiem eerlo eslnii que ao
uobre depulado.a qoonl mah de urna vez lenlio lido
occasilo do me referirp quo o oulros meus lllus-
Ire curopanheiros mo poderAo considerar romo len-
do marchado com limidoz MR lerrcno deslmado a
elis.iisso 1.1o escabroso, e cm que I dirceco he 1.1o
dlllicil, ma* espero deltas, espero do lodo a casa e
elo publico a Indiligencia quo me deve de ser presta-
da, nao cm razan da niinba pessoa, mas em raxodo
niiulia posieao, que moobriga a explicar as minina
opinics em malcra cuja discii*odeve apenas ser
cabida a cspirilns superiores. Dado assim perdao i
ininha lemeridade, dado assim desconlo ao descon-
cert de inhibas argumentativos, ao dosencadeamen-
lo do meus pensamenlo*, o a esse desalinho de urna
phrasc ponen castigada em que da* clas quo cm mi-
nha menta so lumultuaram, nao podio cu com vivo
rollorido, nem cora roupngcm brllhaulcpalcnlear a
sua forra c preparar o sen iiicadeainenlo; lique-roe
un menos do ludo a coiivicriio eonsoladoia de que
inhiba bocea portarlo qualo raen coracao senlia,
e que sahi da disruss.lo Uto puro como tinha en-
Irado.
.Ilgun* Senhores Depiilatlos : Muilo hein.mui-
lo Iiem.
bufo, P, nihiha. Uje-Orando-do-rtbrlc c Cear, |,e
. da o* trovas da noile. O inosmo gu.
VOnn, Iiem infnimado, c
corta reconheren no referido oflcio de 18 do feve-
ilmortlo mab de nina vez ao. '
conlraladores quando la foram por diversos vasas,
, metro, conferenciar com elle a respe.....I,
providencias, que nunca den : sentimos que S.
Kvr. .oli.ija retirado, poisilesejariamm ser por ei|,.
cunle-clailo* nesle ponfo. 1
(Inoris pi. 'ida cono
uas diversas enmarcas da provincia, cmepie.
nao liavia conlralo vede o pre(o na Parahiba, uo
KloGrande do Norte. Ceara; vede nnalineuic em
MaebMresrin lido .i.onicaio, por esse motivo ; esa-
bciqiena llalli.i a carne verdese vendia de IU a
200 rs. a libra.
Queris mais pravas da socca All eslSo part-
pacives de diversas parles dos serlilcs dorumculo,
.1 al n.7.
Oecrlo he, que M chaval no sirlao cosliimain vir
ii -eleinbio o oulubro c s vieram era alguuias
arles cm mareo era oulra* em abrilislo he, sel
da
cpi
r.lua I;
ni ,i|io;
I"
ofa
r.i
nenio ihl
denla
lev,-I
l.l coi
indui
ido
leiil
alucie-
s causas aeri
'.............-'I
,,, armadura comiilc
' "s botos que p......
de i'-|ie,iiiai;io ed
urrencla iTcavam in
portas. E lae. mate
n il,-,iihecidii<. tac
* '^'' puidi'i
n..... Nflob
isll',l,;,io ,1'a-
aus proprioa
n il'aqilelli's
e por iaual
obre iodo.
i resolvern!
c,-, perdi
que a ella o
Ftf
eio |,ubl
as eiiii'ii
nina
Indo.eomo rovoslio.d
Ira a qual nada vale
o- alirados por eapiri
ria. porque., livre,
Icia........e Ii,un,ida. loda
qoe boje i.....silo por nini
males uo cpie -i., causa e origen! os le
Halo, .leve mais ii esla casa e i a.hnii
quelles lempos -o illribui.lo,, do que
...i.Hilad,nc.. ravo he a incumlienci
que adiiiiuislrain OS ile-liuos publico
lambem a responsabilidadc que pesa
aipielles que lio mal roinpreliciideram
pr.......ma lio importante. Bu peco i
desla miiiba mancira franca, mas atoll
un pail Inteiro devo loda I verdade.
En iup|.....ho aluda, Sr. presidente,
desla casa, que a expectativa publica i
ulmni modo guardada pela admiuialn
assim pensando, procure sempre aalva
de lodos aquclles que se acharara mais mi menos
lererossados no apreciamento dessa queslao, c n
podo valer como rn/.ao di'inoiisliai que i concn
eia foram iberias as parlas, pelo laclo de que u
ou mais campanillas podiam-so aprmcnlar em un
compeleuria, c n.io pode proceder e.sa argiimen
can, poique ella perca pelo grave detallo de Ira
como remedid ao mal causas quo nao serviam sei
a aggravar a inlonsidade co mesmo, E, Sr. pn
denle, lie esla argumcnlaco Uto clara, seu resal
do lito evidente, por iodos lo'npalpada a grave
conveniencia de crear um monopolio legalisado co
medida para cslabclcccr a concurrencia livre e fr,
U de lodos os nilusliio.,,.. que me quero peni
dr que niiiaiiein havera se recuse a confesar e
eonheeer cuno mais pode.....i a aclual com
de conlraladores.que os aullaos.......opolistas; como
mais habilitada e armada para dictar a lei ios con-
sumidores e criadores nossa lula n.lispeii-avel e
neceara, que cnlrc ella fui o.labok'cida, c os tar-
nei.'dores do gado, scenmelos boje por esse vci'.in
prolongado que lem havkdo, formando assim grave
crise, que coiislilue em si um mal que lie a lequon-
eia necessaria da renecao sobre a aceo. Em Indo- o i
lempos, em lodas as quinlras foram sempre leconhe-
cidas as tendencias nal unios em lodos o., poderes
creado* de deslenderem auai tarcas ao ponto elodrs-
polisar. Tal o resultado da creadlo da companhia
lal a reaceo udispensavel, 0 rcoalcilranionta d'a-
quelles cuja existencia e iiiler.'sse- tai,un lerrivcl-
ineule cunipromctlidus pela sua rrearu. .Mas
nlem de lodos esse* arave- incnnvenienles, que silo
encontrados no priinciro pe.....dasccinsideraccii'- a-
rala, inconvenientes que drvendo ser encaindos
como naturalmculo deeorrendo da svslomalisaeao de
idea- pelo governo c pela casa seguidas nesla ques-
ln, nconvcniciiles contra os quaos nos devia prc-
iiiuin,- a experiencia de oulros potos mais cloque
nos adianladc na carretea dos conlieeimenlos eco-
nomico-|illico-pralcos ;ainda mahaggrnvada fui
1,1o lerrivel conjuoclura,ainda mais augmentado,
se lio possivel, o acervo dotado* estes males |iela
furnia Insumiente desasada porque tai ruinprehen-
l, lo e explicado esse svslema irapralicavcl na forma,
o eoulral em que ello fui desenliado.
Entrando nene segando poni o que me propiiz,
islo he, no oame c analvso das diversa* cstipula-
ceies du runtralo, cujo lodo deve formar romo que
nv-prac.ameiilo completo em qrfe a* sua* dirferen-
li-s clausulas no,loa,nenie so abracen) e so expli-
quen), dessa nspecrao resulla a saliencia Iiem nola-
vel de que em lelas" as ilcsidcncias (pie enlce o go-
verno o a ine-ina coiiipanbia |w>sain ser pela plati-
ca asi dictarida, seja a solaio de loda. estos graves
ipie.l.ic le-olvidas por dous arbitros de innne-ac.io,
lmelo governo e oulro delta, e uo caso ca ciesac-
cor.ta por mu lorcoiro arbitro, a aprazinienlo do am-
bos oscolbido, viudo cssiui a iuiporlar lao perigoso
arbitrio loda ayaiitageninoa conlraladofcs, lodo o
desfavor aogoverno.
II porque dessas diiTerenn- be Icio claro, que cu
quasi me sii|i|Kinho di-pensuelo de o explicar.....
lu Si: IMpulailo: Por que la/ice .'
o Sr. hrancltco Joai :(l nobre depula I.....a
d*|iense ded......iMiher e.la idea, me eli.poii.o de
i nii,ii no fundo, itaabiir lodas a.- dotaras de unj
iiuim......uta que elle inslinc'vamento coiiliace, por-
que elle i, ..i podo escapai qoellei que pralicameu-
lo o cslo senlincb...
diario i: mi\.meo.
efa, mas ella he iiulispen-avel. Ropel
.desse conlralo foram as qui
iiciruliroarl.dcsai.pareci.il
doreceeon-uiiii....., livn......le ve-la reduzida ini-
c in-! ,.; .,,, i,,,,,, mmir^e.........ao em vanlagem co
e sim apena, em proveilo dos conlraladores.
baslava essa lupproBitO, era lanibein neic-aria
a uiiiiiiiaiao comidela dos foicudciroi e refazeilo-
res de gado.....lia o fui infelizmente completada, e
ni.....s.. presidenta, com fondamento razoatclse
pdediier, que cata roiulia pronoslfiohe......osvor-
dadeira.e nem poilein-ae levantaros nobresdoi
dos, asaeverandoque o* inleresses do. ftnemleirm d
aadn foram respeitados pela companhia dos conlrala-1
el.lll'S.
O Si: l'urs Brrelo : Nao sei se a ri.inpaiilua
respeilmi i.- inleresse-; o conlralo rospeilou-os.
O Si: FnmcitCO JoilO : O que he verdade he.
que os lados liradam mullo alto, que asna linaiia-
aein be mili expri-siva para que possa ser ibalaeln
oelo nillira depulado; o que lie verdade he, que o
pronum menlo de lodosos u.luslii.isns I fazenebi-
ro. fui foi......ir inaneira mili solemne, de .nodo i
nao deixar duv idas mi espirito de uiugui.....le, que
seus inleresses liiiban, sido fciido-. E .....que assim
siicccdi'U 7 Seria acaso pon|iie fosseinos conlralaelu-
resdoiii ndole? Seria acaso por deltailo pessoal
de son carcter t Sena acaso por deffello de forma,
era que o ponsamoiilo da lei tai formulado 7 decidi-
damente que nao. Ellos sonYeram, |ir que a lei que
creoii a c.....panhia de c.....raladnres neceawrtanieu-
i,. Inivi.i de lerir o, ulcresses dos criadores e reraxe-
dors. B nein he esto o fuelo priineirn que veto pr
era relevo os periaos das eieae.ii's dc-s............pulios
publicos.poderosos pelos seus.....unos de illlcllgon-
eia, de cabeda......le v.....id.-, raes.....seni querer
suas allribuiceie- se tiirnnram elispolisadora*. porque
lal he a tendencia de lodos os poderes creados, cuja
tendencia ou d.....iuio absoluta be una ueeeasidnde;
nao nadando por tanto essodelTcIta ter considerado
cenen' tmulo a -ua oria......las .....-cas, r.....o.....lu-
lido siinpl.-inenle da lid que creou 0 conlralo, mas
sim em lodo o caso considerado como deeorrendo na-
liiialinenle do -vslenia adoptad*.....i ordem i favore-
cen as ideas doeic.ic.io ,l; monopolios publico*. E
i...... |.....o fazeado lae* lollexes,deixar deaddu/ir a
ollas a niinlia sorpreza de anime era ver, que alcm de
K ii.'m poder dar COI.....az.io jilslilicaliva liara abrir
oveopeao as rearas .la ciencia .......niioe.-pidilico-
pialica a iieccssiclnde creada |mr nina industria loila
nova.Iiilanilocom Iropccos.'emliar.nosiiisupeiavi'i..
..- dava inesnio a grave ii.......veniclicia de inlianca
lllleira a iiiiiaduiiiiislr.ulcir publira, O qual ncsla
moma qucsUo parada aOronlar-noi e por mais de
um desaosio panela de mis arredar-se rciiranilo-iios
sua conliaina, fazenelo-nos provoeacciesedcialhidii-
iio* a s*. desconbereiidi. ns-iin as Iris do roururso do
li......na.....cainien em que vivemos, do qual ludo
esqueceii al a Iniciativa du preferencia de syslcmi
para solucao desla grande queiUo.
'illa varios apar le.)
Mas, Sr. presidente, em parle demonslrados os
elolleilos pralicos da lei, eu nao posso, apezar de a-
lur.li.lo por lautos o lito varia.l.is apartes, donar de
bridar, qucoatenluranieiilo de niiuhas proposicies
em referencia ao nicileslanicnlo das duas claases i\r
niarchanlcs, e razeqJeiros, be boje um fado eouhcci-
do nesla casa, niidcFas reprcseiilacoe. dcslas efuas
enrpuraroes evislem. he boje um fado eslabelecldo
polojuixodo publico inleiio que se pronuurianJu
de um unido recio c iinparcial, me acompanha com-
ptolamenle nota pensamenlo. E nao pode deixat de
ser Irazidu para apota dc.sa proposieio essa resisten-
cia apiesenlada ua cmara dos senhores depulaelos
pelas .lepulaccV'siuleiras das provincias dn Ceara,
llio Grande do Norte e l'iaubv, quo proiuuiciando-
se coulra a lei que rrcra o conlralo, revelou o mo-
Icstamcnlo dos inleresses dos seus eominllcnles cuja
sorlose achata aagravada eeiimproincllida, uno cn-
do m.r oulra inaneira explicada a opposicao de liio
vanrdas vonladcs unidas no accordo do ura inlercssc
nico. E iiicsino, Sr. prcsidenle, as retelares que
nos acaba de fazero nobre depuliubj (o Sr. l'acs Uarrcta;
da inaneira porque tal Iravada a Inda do empeaho
tallo na cunara dos dcpulados, das poIcnicoK pirua-
lislieBscsIabelccidasaindaclepoisileiierilida a balalha
no parlamenta, eonstlluein lodos osles fados argu-
mentos uo equvocos do queeudizia, islo he, de
que os ulereases dessa ellsse o* fazendciros) linlian
sidoiiiloudidoscferidos. Mas ha casos cm que a
ron-la,i, i.i-o rnnfiinde cora a pertinacia; he esle um
deltas, por que a assim nio ser uo descubro motivos,
que slrvain a juslilicar negativa da reliu lancnados
razcndeiri i progresan.! do a.....ato, DaKOObecei
,.....portancia dasrepreaentaflesqw.....* lonuu di-
rroidas. elesp.iv.ii I,idos oscoiolarios a que se presl
o proniincianiL'iilo apiesecil.ulo na cmara
pola.Ice a queeu aeab.i dealludir.....part
rno.que negar que nos aeha......aqui boj
aados Irataudo dessa iin-sinn malcra.
N.io c irata apura da queslao pemme el circense
niio lio este o grande problema social a resolte
nem mesmo esse parece dever ser o nosao nobre
e'nipenho.esle se reduz a ronlieccrso ser convenien
lea populacilo que coiilinueni a lei e o conlralo
ler tiaor.seileve ella ser revogada e elle rescindido
o no caso do ler de resolver queslao pela ifflnnall
va, qual a medida de previdencia e cautela que CUD1
pro ser lomada para que nao seja exasperada a crise
aclual, para que lodos ns funestas desacertos pin
viudos dessa lei sejinn niodilirailos e renie,vidc,s,laiili
quanlo seja possivel.
Por escu-ado eu ja lenbci, Sr. presidente, o denlo
rar-nie era lomar nuil saltantes ainda, so he pnssi
vel, as considerac.ie* que litooccasio de produil
quando, no correr disrussiin, lite de avenluraiu pro
piNcao de que a lei C o conlralo erara de reconheci
ila Inconveniencia publica, qualquer que fosee o la
do c face por que devesse ser considerada, qur en
reluci ao tazendeiro do gados, qur era rolarn ae
consumidor, qur nic.mooin relaca., ao proprlo con
tratador Ao que parcce-nie.esc.isaelu supponho es
sa larda, porque todas oslasrefloxOeaqui repelidas
apenas Icaria,n romnresultado u cansara alleucao di
casa.quemeleinouvidii cun tanta benevolencia
que nao quero por mais lempo nesle poni abusa,
de sua indulgencia, ccuilenlando-inccuiii dizer, qui
a* considerares genes que liz, se ajustera pertaila-
incnle ii livpolhesc por inin liaiira.la da inreinve-
nicnna da conseriai.o da lei, c por anal a necessi-
dado (la sua rctoaacao ; seiidn seqiieucia desla pro
po-ieo a reseiso do inesnio conlralo.
Precisadas desle modo as inhibas iipinioes.V. Exe
..... conseulia o clara ella-mu pinico in.ni-ilesen-
liiineulo.iespiinclendo de paaugem vario* q
alropollado
liacloj ii
na. po
mil
dos d
.....I
comai
les com que leiibn sido de coi
ICgul......... do meu discurso, priiiiicuiuf
pender as inlerpellaccies que de lodo*
sao dirigidas. Aqui e lili so me pe
que a suprema auloiidade da provincia na,
a nspcoe.io uo Ibceahr noci,ipr,K.'lilo,t
lo 7 que meios Ihc fallara paca u fazer euinprir 7
porque mo lem elll......ijucadoessa grande Iciupcsla-
deroninvollcloas suas cau-as 7 Nao ha nada inai.
fcil do que a respe.la a Uto Injustas nigulcoes.
, Tin verao prolongado, pod.....lo-*<. ipiasi dizer seeea,
ale bem poneos dial. a reluctancia calculada dos
1 fornceedore., a roaccao da* classes soUredorai nbra
aquella que fui creada oppressnra pela lei, a falla de
subteni.-es pecuniarias pesias a di-pusico da pre-
sidencia para una emergencia desla ordem. 11 do-
longas, resultado da ewectalidado das estipula-
(toa, an raaDea quo explicara de una inaneira mais
que leaiiiina o recuamenlo da presidencia, o seu re-
curso Indirecto a nos nesla grave conjunclura....
0 .Sr. Pote Brrelo: Qur dizer que nao ha
r.....odio no conlralo 7
II Sr. Francisco lo3o I E n que fazer 7 lliz o
nobre depulado, que nos incumbe rccoinincndar ao
governo luslenbKjib dn conlralo, c que i esle ca-
be fazer rom que ledas as -ua- clau.iil.is sejain un-
pri.las. nao devendo cm easoalaiim ser permlllida a
re-eisao delta. Assim pensando o nobre depulado,
parece nio envergar os recelos de crise eminente
cm quo poda ser ronipromollhla a ordem publica ;
assim pensando panno despiezar o- pe nao- que
san naturalmente culo* por aquellos que pedem
pilo c o nao ncliain, c conlenla-su cun soltar um
duro nao rao importa as providencias Inda- es-
tilo no conlralo. Ma- o nobre depulado quando diz
lita, parece e-quecer a falta de meios pecuniarios
que lem o presidenta ii ua disposicio, lornando-se
por islo, o por se por tara da siluaeo mais que in-
juslo.
1 ni Si: /'e/iii/wfn : Argumento un o con-
lralo.
O Sr. Francisco Joilo: Eu nio pon argu-
mentar tara da siluacao eni que me achn, uo pes-
io argumentar buje, ionio referlndo-mo ao .lia de
boje...
OSr. Pan Brrelo I Que importa que o presi-
dente n.io Icnha cuinpi ido o conlralo 7
0 Se. Francisco Jo3o:Dia 0 nobre depulado em
osen aparte, que ssu nio importa, diz-inc tambera
agora cm novo aparte, que nao Ihc importa que a
,.,i panlua Icnha croado resistencias, que n.io I be
importa quo o prcsidenle leuba encontrado dillicul-
dades. Oh lao cslranha furnia de argumentar,
lautos nao me Importa W0 podem deixar do
aerar o.....eu animo sorpreza que linio ler de ina-
nisfeslar.
lie preciso, Sr. presidenta, que o nobre depula lo
nio lilhc para nina quesuta lio grave como oala, com
olliar de dosdcn ; he preciso que se elle nao H-
lenle un dizer.que uo Ibe importan! as ceinseqiieu-
clas de fados mporlanliasim n dos quaei mullos s,i
por elle conhocldos, e confenaifoi oulros por todos
seuliilos e appelladcis; he preciso, Sr. pre.iilenle,
que averigiieincii e aprecieinos todos esses fados do
modo a coubecer-lhes a origen) para allouuar, aenio
remover as causas dclles...
1 ni Sr. ilepiilmlo :I) remedio para este mal es-
ta uo conlralo.
O Si: Francisco Joan : Ji disse o que ludia a
dizer a sL'inelhaule respeiln. Mas. Si. presidente.
*c admiro o sanano Mo de nobre depulado que me
honra com uparle-, se me sorprende asna luielacao
do animo no averiguwnenlodo mal, o seu desemba-
raco a v isla do periao ; se adniirandoo nao posso
nein desojo uiila-ln, n.in he mullo que diga, que
i,, I,- ,...o, fados por elle desprezadus me impel iam
mullo, porque me Importa muilo a causa de ura DO-
TO inteiro, porque me importa nimio o deliberar a-
iiui i.....i rcllexilo nleira, porque me importa minio
o nlo mostrar asi vontade o esla ou aquella classo.
E ludo isso rao Importa muilo, porque Icnho para
iiiiii que lie uosso crapenho sagrado buseor remedio
ao mal que nosaflligeno nroscnle, o nos pvomellc
subvcrlcr para odiante. Masoiulcoslu o remedio 7
pin anula osla bciu natural qual lio elle 1 o reme-
dio esta ora repr as cou-ias no scu estado ang.i c
nalural, o remedio est era habilitar O governo com
meios que sirvam a fazer raslabelcccr o concurren.
ca indispensavcl, o remedio est am reparar o. nos-
sos desacertos pelas medidas vilenlas que tomamos,
o remedio esta era foruceer ao governo subvciieoe-
pecuniartas que sirvam aarnia-lo para ndirecla-
monlc rcgularisar a compeleocta, o remedio esla
cmmuni-lo de medidas que sirvam a aprsenla!- de
sua parle a aeco raerainenle iieulralis.idura.
Sr. presi Ionio, sonlilido-ine foligado eoucllli.oi
por ho/eiprouielleiido vollar u carga om oulraocca-
san) o iiicii disc cn-n i,osle poni, asseverandoao no-
ble depulado em onuolo-ao de ludo quanlo acabo do
.....rheinciirui que ae acaso me Uio quero
A assembla i
niissiiiida legisla
.ador ll.'i
Mandn
do roni dh
de p.inu'i.
auel Vieil
Leonor G
i l'oi
bou bonlein um parecer di eenn-
,o, iiidetariudna piclcncaodo Sal-
cpiedeAlbuquerquc.
inpriinii cloiis projeclo*, um consideran-
Ioi iialilicae.io de-JJKllKK! o protassor
lellras do halrro do Iteeife padre Mi-
do Bal i os Marreca, c a professora I).
alia de Vajconeoltoa lloraos Leal; cu
lo nina cadeira de priuieiras lellra* |ia-
nenlnona villa do Brejo.
Approvou em segunda discusso o projerto n. a">,
que concede a sulivcm.'o de 30 mos i impanhii
de vapore*, que aa ineorpoiar cm virtud* do decre-
ta de ide rrvorcho do corrale auno, para n.itcaai
ao sul al Macciii, c ao norte al a chladc da Furia
loa.
Eoncluii a Mglioda discussao do nrcamciilo pro-
vloclal, ficamio apena* dependente de alguna arii
gosadillvoi.
A ordem do dia de boje eninprchcnde, ilin di
queJHO.Iavadada, asegunda disciissaudos projeclo*
n*. 21 e li, n priineirn irerra da divida passita ; o
egnndo approvandd o compromlsso da rinainlad
de Nossa Seuhora da Sorra Talbada: ciercoirnd
de u. -'i luinleni nppriivaita era segunda, slulo dis-
pensado o intersticio do regiment, n rcqiicrhncnl
do Si. IVanrisco Joilo.
CORRESPOMMAS.
Nao querc
medida quo i
de IS..I o eo
lidojUllll.cd
carne verde
livo:
tillen
cilla,,,.
O que por
i exi'ciicao d
AO PUBLICO.
ios......u na apreeiaeao a respeiln ,1
ii vil lude da le ii. m ele (i de mita
cio adoptan celebrando o conlralo de
mesiiio anuo, para o suppi inenlo el
s seis treguexia da ridade por prec
piesiao parle
linos legisla,
ce a scu
iros o o
ii im-
ito
que falla do o
O conlralo i
conlraladores,
seria millo, se ralba
s.....iguiliueuta-ob
tuarain.
Os conlraladorcs
auiile-coiidicc.es:
l. Halar diariamente Til
dorado do primeira de wteinl
SU rezos no invern, ron-id
mareo aollm de agosto, sol p
pelas renes que de monos fe
,. varaos derannslrar he que. q.inul.
conln.....tai de nossa parle religiosa
ido al odia de abril de lll,
imprmenlo houve da oulra parle,
iiuiprebeiiile nhneacers da parte dos
o olirigaces da parlo do governo ; e
. pai
ulai
olil
iiliabeules nao foa-
c.lo do que i
ler
da
os acouguc
lanleia as .
nforme a i
opreeo-r.
., :l-Jllllllei
I) governo se obrig.
I.- Providenciar i
, abastecido
lia da larde
ro aollm do fot et
irado do priraoir
ma de piiaareiu n
ecessc-lll.
I"
e.la
s,i.l
:).', yu
d.'J-'ll.....H SC
iiiive. do verao.
i resumo:
que as sois fceg
alar
a* se
pro
nao inaia.-ini rezos por qualquer par
vio pag.iiuriilo da mulla de :fc> sendo criador, c -j
nio sendo criador, a beneficio dos c.....rotadores.
'.- Provor polos meios lgaos a scu alcance, cou-
lra os alravessadurcc, e qualquer embanco que po
desse prejiidicar a marcha regular de conlralo.
).- idmillir ii......li.
de guerra, secca e pe......le.,
se os elli'ilos do nina finca
conlralidorea a ......inrir o e
uiso eerlo etnfallieel.-
Aualizenioi aaora qual das
indico,.*, aquesonbriaciu;
seni paixoes uiesquiiba-, -em
vanl.ucaliiiiinia-er.il.id.ulc's
c......ne.iac paitos e odio i
aos mu i-aladraos fallas, um
unir* que nio ao loriara dadi
in
limo o governo desse as providencias i
era lempo pedidas, e eslava obligado i
l.luc o. ciiiilraladoies liverain senipr
suprldoi de carne, he fado incoulcsla
as parlicipacos do liscal do govern.
municipal, demonslrando que se mala
aUKSSS
niaior. e habilitar o-
inlralo , duas parles salisfoz li-
nas islo a sanano (ro,
i uc soja uecessario le-
le toda a especie, parii
iisllluicaii, iiuputaudc
11 que n.io se dejara
se cm lempo oppor-
II : Iral
di, llu.
I, alo esl da cama diariame
le numero inaior que o
xa de ralla de carne mu
viva, e n.io ora ohiiaae,
cxcqiiivol ler o- icougtl
manhia ii 6 da indo
do dia anterior, pois im
ca no, ilepoi* do I llor
lauta prceuehidns a pri
pur parle dos conlralad
carne lili eslava o Use
niara c hsanidade par
le dizer a es-o respcJIl
Pelo que respeil
onvencionado-liaviaquei
la, ma- nunca foltou earn,
o iiilrabida, c seria al in
l's lupprdos das fl horoi d
com carne mora, islo he
o* saben, que ueste pail ,
is so arruina ; e foram por
incia o segunda indicos
.res. Quanlo qualidade da
,1 do governo, bacal da ea
i llsealisarein; e nada se pii
coulra o- ciiulralachires
lorceira eondicjto. lem sid,
preciichi'da nans al aquella poca. 2 de abril do
1833, ruino ainda al boje ; a poni lal que, upe
sar da ollinla de : 11 i rete por libra, ( cerra d
:SIHI-)OIHI ris cada Imi que se provasse ser per
leneanlo ao conlralo, tendida por proco maior que
o aslipnlado, Diarto u. T de...: nada al boje lera
apparcrido
Aualtsarcmos agora se anuir parle coulralanle
salisfoz as COIldiciTes a que se ubrlgou :
A primeira coudlcSo, islo he, a Imnealele das
niidla. nos particulares que inalussein, foram oh"cr-
inada.; mal uio leudo o governo providenciado,
ecuiio II,,' eiinipiia adrailtindo a* niudilicaccs.
qiiamlo pedidas, o i vista da csrassui dos gados,
tarara o. conlraladores forrado* peto clamor geral,
. levanta-las de seu niolii propino, a benelicio pu-
blico, aliiu de que o mercado fosso mais abastecido
vislo que nao podiain ellos lar o numero sulllciculc
de gado para as exigencias do publicoO assim aca-
llado o privilegio, c todos habilitados a malar e
tender carnes, sollrendo pela falla de providencial
a ce...o do pretileaio dos conlraladorcs.
I.lnanlo a segunda eon.lie.in, mida absoliilanicule
provideiicioii o governo coulra I Iravessia dos e|>c-
culadorc*. niarchaules c seilauejos pelas ciliadas c
feiras; o onlinumi como d'aiiles a lula seni cessai,
porquanlo a maior parle dos gaitas sao vendidos
as porteiras cas hiendas, poucos sao os fazondoi-
ro* que mand.iin os gados por sua conla tender
du reirs. Dr*: masooma lutria de ser salUeh
la es.a condicnlo7 Nao podemos indicar; pois o
que cunipro be recoiilicccr que a parlo so ohrigou
a providenciar porque tinha couscieiicia do o poder
fazer, e o que ho ccrlo lie que nao cwnprio.
l'clo que respeila i lereeira condleao, de admillir
muclilioiir.io em caso de ateca,' cm ordem a habili-
tar que ua execucao do conlralo mo boiivessc ura
prrjiii-,o cerlo e infallicelnada absolutamente
lamhein fez o governo quaudo Ibe tal rc,|uisil.ido,
leudo sido alias por elle reronbecido era olllcio de IS
de revereiro a necessidade da niodilicarao no con-
lralo; rocuou, nada providenciou, c nein ao me-
nos quiz antear em algo accordo, que livrasse a
poinilacAo da escgsse do genero, o ios eontratado-
res dos euibaraijo, causados por cuna tarca maior, e
do pmjttlzoparlo e Infalivcl-ein confonnidade
cora o que tara eslnliiido no mullaloevcepluado
do. ,,,-os ordinarios.
Ma. para ler lugar a ii.ndificncno, era preciso que
bonve-sea -occil be verdade, era" lieces.ari'o a geera,
us negar que boove seeea no- serios de l'ernain-
i
los gados o inlransilo das estrados, a raaar
animaos do loda a especie a poni de nio liatcr ra-
talgaduras para a junta dos gados, nao mostrara a
astea?..
Enin wi liavcni necea quando ludo livor morrido,
e a populacilo ande cm retirada de uro para oolio
ponto uno em 1845?! Porgunlai em boa lea
qualquer lioniem do sertao, que all esl i ve-e ou
11 .nsitas.,, ncwa epora at luis de marco cm que
Deosniiercianilo-nos, mandiMi as cliuvas, se houve
ale cni.ici seeea I porcm nolal que "as cliuvas uio
prodiii logo bois, c sim taicm produiir o* paslu*
para alentar o* quo escaparan, dar Jho forcas para
eniaopoderem descerpara acidado, e servir de ali-
mento a sua popularan ; o que nao leva menos de 2
a :l mexes, se por ventura as cliuvas conlinuareni o
quo devenios rogar a Dos:
Dixem que os conlraladorcs nao foram providentes,
em ler dopnsilosdo godos para nina lal emergencia;
a* lie desconheccr as bases do conlralo.
No Conlralo tai expressamente reservada coinocv-
cepcao o caso de seeea C oulros, como |is ler depo-
iilosparao que nao liavia obrgacao de cumprir, por
pie se hat iam inui cxplirilamcnle, reservado do e-
nielbaiitaobriga;ao, na hypolhcsecm.oue erara pre-
cisas novas providencias c recursos.
Ilaviain dcpusilosc grnelo*, paraos lempotor.b-
iiino-, que Airara justamente os que linhnin -idee
padiiado* no conlralo ; porcm lendo por eau*a da
secca, v indo poucos gados s feiras desdi dczcinbi",
nosso depositas se tarara desfalcando do 100 a m
bois por semana, alora ca ,o,i,laudado dlcasionadi
pela mesiiia secca, caminhuasem pasta, inagrcui do
gado ele. etc., de forma que mais de Ircs mil bois,
foram lirados dos depositas, para seprecneber a m.i-
lanca do numero contratado. A prava de lado Islo,
esla nos proprioi fados, que rogamos sejam contes-
tados com lcaldade. Marlinho llames da Silvcira do
Sania Clara, remellen de uossas solas n'aquellas
pucas de 700 a mm Imi,, Kabrielo ome* Podio.
do leo (raudo do Norte remelteu l>crto do IOWI lioi*
alora de nutras pequeas sullas do 100 a 200 rezes
em diversas paragens dos Cariris Velhos.
Aqui hiele,unos um deposito do ltlll a -.ikmi bois
na liba do Suassuua, eiiaenho Peres, Giqul, e si-
liu de San Jos no llio Doce, do Sr. Cario* Martin*
do Alenla ; o pelo modo supradllo osdeppsilus -o
foram acabando ; c as providencial pedidas, requi-
siladu a lempo, segundo aohriga$lo Inaerlpla no
mralo, cm suimna a modilcai;iio que devia ler si-
do admillida, negada e espaudl, e |mr lira le-
euou-sc anle una coiii|icteiicia legal, e se rcnidlcii
ludo a assembla provincial, cujas decbdea em con-
fonnidade com scu regiment, silo morosas, seni em-
bargo do negocio cumprir ser logoremediado por
sua inaaniliide para cora a populacilo; e|mr fall
de una obi igacau roiilrabida de nutra parle, vieram
males que bem poderiam ler sido removidos c evi-
tado-.
lie hcinscnsivclquc em um conlralo em quo una
da. parles lera salistallo suas ubrigacAcs, c a oulra
recitado anta a execucao daa que Ibe camprla exen-
tar, se queira calciilaili.....'tile culpar quera cumprlo,
e abram raau da eulpabilidade a oulra parle.
Mas como uto ha de scriissini se al a* conlrala-
.lores foram cau-a da caresta do hacalbne da cer-
ne -eccn 7 Quando ha voalade de criminar, ludo
serve, porm admita que pennas lao hciu aparti-
dase doscloneia, tanto quizessem avancar, cliegao-
doa lirar conclusas)oppoala de tuolitos, que alia*
foram causa dn maior consumo do genero maii ba-
rato n.....creada. A carne secca c bacallnio que vcni
pola barra, nao pode enlrar, porque esla foi bloquea-
da pelos eonlraladorcs, queniandarain ordenes |.n,i...
navios de carne c becalhu aqui uo virem: cllrsso
que lizeram eeini quo o hacalho se vendesso no llio
JcJanelroaS c st, na Balita de jo a *g, o qucii-
n,el,nenio a carne secca que cm oecasics nao liavia
nina arroba a bordo, se vndense de 5 n6, c o haca-
lho a 183 a barrica. A caresta deslcs genero- era
iaual ua Parahiba e Macelo, Os navios de bacalbao
piando cheaavam, saliendo que na Baha e Hio es-
lava caro, coi tendam aqu caro, ousogniam adi.in-
lc, o mesmo aconteca rom a carne secca. l'oi pois
falla deslcs dous gneros quem mus ajuiluu a penosa
luaciio e aiiaueiitou o eousuino da earno tente,
pelu barate preso de A>UM), de fonna que a con-
lii-io lie justamente opposla, a que graluilamenic
qnizcrain iinpuliir nos conlraladores.
lie preciso, porm, que digamos lima verdade, a-
poxai'da nosso clesgoslo era criminar algueui, masa
dotara he natural. Scogovorno, como dovia.cuin-
prisse em lempo a rondie;o aque tara obrigado
t lelo eslaria remediado anexar da secca. vislo quo li-
lCilioschuval era abril. Nao he ura paradoxo, pnis
ara/o he plauslvele palpavel. A caresta da car-
ne secca, pin n,oa baver no porto ; a caresta do
hacalho, pelas pequeas cuitadas desle eiouno. o
procos caros, de que goxava na provincia do sul, li-
zeranii.......pie estes dous gneros se vciidcsscm, um
al 6DO0O rs. a i, oulro al 189000 rs. a barrica, e
juntando* a islo o proco do IVou 20 patacas da
earno terde lias enmarca* da provincia onde iiun
bata conlralo Ve-scque ludas estas circiini-lau-
cias, liierain que o consumo da carne terde aqui ua
cidade pelo preco de SiOO rs. fosso os|miiI(ho, fa-
buloso e nao boutesse canto quo clicgassc ainda
quando so inalasscni 130 bois por dia. Ora, um lal
consumo, era lempo cm que pela secca os gados ci.nei
raros, as feiras e-cassas, porque os gados uo podiain
dosier as estradas eslav am intrnnsilaveis punlia
os conlraladores cm apuros e cumpria fazet de-do
loao inoclilieacaii no contrato slo be, levantar
o preco da earno verde c diminuir a quanlidadc da
mitinea ; nivelar osle genero com os procos disco-
morcas liinilieiplics, e com os dentis gneros ah-
ineulcios da populacilo, emquaulodurasscm as cir-
cuiii-lancias exrepclonacs.
el consumo logo diminua na ridade. c i uialaiua
de 30 a lili rezos sera indicenle para a popul.io.lo
das seis fregiiezia* conlraladas. E-la* dmluccAes sao
evada* c verdade. coiue/inhas, que a propina im-
ponencia ncsla cidade lora rcconhccido. Quando a
cune veide sevende de I a (8 o consumo bode
50 bois.
Eiii lempo opporlunn declaramos ao governo que
oslamos promplos a aceitar qualquer modlDcaw
no contrario, documento n nao se queria nem dc-
sojava-sc bucos fabuloso), ma* anlcvia-so a ciluardo
c desejava-sc remover ombararo serios procedendo
Jo accordo as parles contraanles, o assim a evecu-
e.io do conlralo, c nada mais.
Dado ainda o caso deque o governo aSoesliv,.....
onvoneldo da verdade da secca, em sua mi eslava
i vorilicar a exaclido por seus agen I es no Interior
la provincia ; nn mandar no* rnnlrliiilnii- provar
-se mollvo, porm nada se fez, recusou-se, o elo-|iin-
lo de sobre si a responsabilidadc a que eslav n rnls-
lineli'i, pela obrigaciin ennlrahida, ileixoit-nos onh,'-
s a mis mesmoj para luannos cora a siluacao or-
iiinnila |uir nina tarea maior que pelo epoiilraln
tinha sillo ex|ircssainci|le reservada a ser parlilliaelJ
embaa as parles ronlralanles; oque fiera obri-
gado pchi inesnio coulralo a saltar-nos do prejllzii
rtno infallivcl que essa emergencia cansa-e. Com
providencias admillidas cm lempo oppiirlimo, ha-
ra o governo salisfeifo seuileveraqiicelava obri-
gado pelo culi ib, como oulro qaalqucr conlralan- _
olera satisfeilo romo o aov.rno ao clainor |iu-' '
Mico, que Ihc ctuiipra evitar :
,V guerra que desabridamente Ionios solTrdo, lem
tielo cuino base os -nppo.lo- lucrosfabulososque
contrata lem inferido, ilizendo-so que as emergen-
as slo era parle can ..idas pela mpoiifilo dos con-
lraladores, cm comprarcni as feira* a preco* bar*
lis-uno, o qiieafugeufoit os vendinlniC'; osla- ius-
eoe. ii.in .nprovcilaiu ; porque os vendedoresco:,-
servaiain -eiiiprc liherdaiH?, c sao votes aleadas pe-
los alravo-niloiiN o cspeentaltorM seni proveilo do-#i
riadores c produciorc-, que bOaca veoderaio o
onlraladore* |wr monos do que Ibes compra, ara ns
llave-adore-, epie pelo niouopnllo, foram a cail-a'
da existencia do contrato do forneolmeoto.
(I lempo he omelbor nieslre, elle deiuoslrar c.....
loda a evidencia miem Per.....nbucoas tonda- .lo-
gados durante O lempo do conlralo fqram aos prec
aune-, -en.l'ci matare*que na-pnoa* oolurloros;.'
is erlancjoa uiudglorio roiordajo das pronipi*
leuda-, nue adiav.....mu genero o seguranca uc
-ou- ipil. le. ;;.' se roc.ilel.ll.ne pie lia* le'U','1-c e-ll.'-
,| i-, n,,.-,- aa.-ulo-enn v rindo da-orden-, |*.....
linio a comprar a ello-, o ... cinpiavaui lo. al,,-'
ve-adore- epi.iiido n.io b.iviaiii mais rlancjo* >" andos vender : qiiiinlu u lucros como sin lalm-
l.i
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I>,, ii.i.la temos a rc*P"ii.l*'r, porque a fbula lc
iimih li<-<;.i- .
o que piMjemosaseverir. tic quo anexar douese-
,,, .u' lnliniaos quando se coiiiecoioiiou o confalo
,lo .tiik's carnebarata, i*o fonios levadosao iM>nlo
(|t- abncyaniioi, nossos jusin,n lcitos iulere!
..icio que iHX foi p.-npnsln.maiscsse coitlratojem pou-
|t,i*l<> a popularan, no decurso de sua durarlo, firan-
,lr >omma, porque se nflo lora o contrate, o publico
(cria runlinuailo a comprar ramo de 10 a 'JO nata-
, i-, c rom elle a lem de 2.00 a WtOO desde o (. de
Milhode IK"I.
ExprcsFuniicalcloiOOfcepUiamos qualquer oven
i > o i'K'jj'izo, quen marcha irregular das eilacOes
ararrelwse, bem como, ai vieiasiludes da peste
guerra, secra e allcracos de Icis ; e as oteepres
foram acceilas, c devem ser rumpridas. *
Somos amantes do povo pois quo lambcm somos
do |hi\o, ctalvcz Ihu leudamos l'eilo inai* bencHeio
do que esses inculcados seus defensores que inuilo
IToiiiollein, nas cin resultado nada fa/cm.
O nuulico sensato c que ein prevenclo nos jul-
par, lar* a devida Justina, c nlo nos neant o botu
nmceilo que aidielainos %oir e para o qual a nossa
uila publica e particular oflerece batanle prova.
(i- t o n Ira Indures, Manoel Joaquim flego Mb*~
Paira* Jos Joaquim Holelho.
Recife 23 de abril do 185.1.
DOCUMENTOS.
linpnr-llie que cheguc a esta sita casa com saude,
,i Ic-ihmIo de urna \ airen, lonua e osplnliosa pela
Mira desabrida que desde jri lem nssolado os nossos
reiros, Jos Vicente Duarte Hrando.
u Ir 7 do Janeiro de I8.VI.
u N. 2.Illm. .Sr. Antonio Barbota Mariel. S.
Paulo > de Janeiro de 1853.Desejo Icnlia tido Ikhw
testas, sabida c entrada do anuo novo, c que em lu-
do neja Miz: hade saber o riiior da secra c mor la n-
ilulcquo clamo* sotendo, se n chover nosle mes
grande ser a parda no sorlao, que fem de solTrer os
pobres criadores ele. De V. S. alenlo venerador
clr, Joaquim Manoel Carneiro da Vunha.
demarco de ISVI.>esla ribeira nao lem ehojvldi
e Icio roiisideravel prejuizo que continua prouress
vameiilc. O Apudi dizemque lem sofrido mullo,
momo mab que isla ribeira. los sertocs de cima
nada so sabe, islo he do prximo, he re lo que ha nm
me/ no JiiMimibe, Kiaxodc Saume, Mumhaca, e-
ralmctile bavfa perdade (ado : Em quanloa gados
ilii.....Iti-lbeiiue os faxcudeiros nflo inalam urna re/
rapaz para inatalulagem c que so venl porem la-
do inun xerd.idciroapcrlo: tenho-lhe dado resposla
ao desejo que me exprime ilc compra de gado ca-
pai rne-ino para o lempo. Son ele.
Antonio Cahlino Cameno Uno, '
m N. i.lla> mundo. |eo 49 de marro de IH.">3.
Pe I. riHde chuvu ate ae Aracat\. Nos luhanieiis alo
hlenle inda nao bavia cbovido, inultos prejui/os
tcni huwdo necasiouados pela secca. Adcus. 'leu
iiinao e amigo. -'runrisco Araujo Lima,
i N. .">.Illm. Sr. Caudillo Xavier Pereira de Itri-
lo.-rConslando-noi que V. Siesta nesia praca tc-
I ii 31 mente por nao ter podido nos me/es anteriores
ii'!u,!ilo-se parasuas fa/endas no serlflo, pela -eeea
que lem devaslado nao ter dado meiosde fazer \ia-
u'in. |ior eslarem os rainiuios sem paslo ; bi?m co-
mo a secca ler produzido morlaudade de nados o
Miimacs, e dessolado tazendo*. Ilouamos a X, S."
baja denos respondern |w dcsla o que a respe i lo
\rrdnde for, assim rumo oseu juizo a res|H?ilo da
sorra porque so tem passado, c cujos cleitos temos
M'iilido,e ma lerAo de sentir-sc : dando-nos lieen-
fa ile o- o de --uare-posta como for comeniente. So-
l* Ir V. S.*1 altcnciosos criados
Justino Pereira de Ftria,
eeife 18 de abril de 1853.
h Illm. Sr. Justina Pereira |re-.'iilea rarlade V. S.* em que me oederesposlas
a akuui lopkoj apresenlados por V. .", son a d-
/er-lbeser\erdadcnao ler pmlitlosuhii para inhibas
ii/rmlas, por causa da grahdJe aecca ; lamlH>m ser
M-i.ladeiroo segundo lopico da sua caria : e quaulo
oo IciTCro, parcre-inc que o anuo tem raminbado
pi-.-iiiianienle nflo s pora os criadores, romo tam-
Im'oi para e |mileuilo N. S." fazer o uso desla romo Ihu cou-
lier. Sou clr.
Candido Xavier Pereira de Brllo,
Recifc Ifl de abril do 1853.
b N. (i. Km cumprimento ao despacho supra, cor-
liflru Her du Ibeor se^ninleasiiifonnare- ddasaes-
h reparlirao pelo ajudanlc de engenbeiros, llernar-
ilino Nunca d OUvean, quindoMaelnvaem eommla-
ceulro desla provioeU. Em mu paragrapbo de
olrin do l de novenibro de \H~rl, di-e elle.
Jluilo dinieil me fui romper a secca de FIBw* para
(hiricury, o queeOMegui rom grande dispendio de
alaguis decavallo. Em ofllcio de 10 de Janeiro
de (833 disse elle, ucsladata tiro nesla villa doOll-
ririu\ esperando algiima chova para de-eor pelo
Rilieirao abaxo do Rio S. l;rauriseo, pois a secra
por 11 osla maladonra em quanto alimenlo, et lia
abundaseis d'Mua no rio. Nesto local do Oorica-
passa-se sotlrvelmente, imis i secca aqu nao
rsegue nniilo. Km ofllcio de JHde rexereirodo
neiilc anuo, dissu o referido ajudanlc de enge-
ndros o fieguiulc : Participo n V. S. que no dia
de Janeiro prximo passado par i desla \ illa do
Ouryruri para a da BoS-Viata; porem nflo podendo
""eguir a detelds pela ntsrfleru do rio S. Franris-
(> al a Caxocira da Paulo Alfonso, romo me rum-
pris, emivzlo da secca, que em toda esta extensflo
he maii aeoaivel do que em oulro qusjquer local,
leudo nicamente abundaiiria (Tagua pelo rio ; po-
rem nflo bavia alimenlo absolutamente iienbum pa-
animacs, c mesmo para .mente milito pouco, c
esle rom o peso de grande dispendio, entend \ollar
'te poulo da ltoa-Yista oulra \ct. para esle de
Ourjcuryi local nico que |or estes ser toes aiuda na
arlualidadc nao sentio muilo a secca, 0 aqui cape-
ono nos bavendo ponpado asacrilicios e
despezas, u3o obsile a guerra que desabridamen-
te ha vemos encontrado, qur da parte dos mar-
alravcssadores, qur dos scrlanejns, que
(>( inofloa leeni procurado etorrar a mar-
ea regular, c promovido o desconteulameulo na
popula i
ii rnnililm" nnlo,pniF quo nsmnma mljaMlii seafta
doveres, nao podemos aceitar o niDilitirarAo que V.
Exc. levo a boodade do proper-noa*
o O calado do secca em que ao presente nos adia-
mos uesla provincia, lauto aqu como nu
nao constando quo leubam hovido en.uvas ium loga-
ros das solas crriactk's le nados ijuealli Salfio mor-
rondo fome, o a sede : nos forueco o pcnsamenlo
de que estamos na poca doscripta na ultima cou-
dicao ilo convenio quo conlrolamos rom o Exm. go-
vemu em fide junho do I8"l#: e ucsseaonlido esta-
mos prumplos annuir c coadjuvar a V. Exc.'em
qualqucr medida quo julgar convenieole a bem
da populacao.
o Dos guarde a V. Exc. por muitos annoa. Recife
28 de fovereiro de 1853.Illm. e Exm. Sr. I)r.
Francisco Anlonio Rilwiro, presidente desla pro-
vincia.
111 que appareccs.se chovas com que podosse ronse
-un aminba viagem [do que COtumuiiiquei a V. S
cm dala de 2l do mesmo inez de Janeiro |Mir un ror-
rdo particular, por ser saquella occasiao mab
prompto No nielado dosle mez de fevereiro appare-
ceram leli/menle rhuvasquasi geraes, e comalgn-
"i.i rnnlinuaeflo de niaueira a inelborar a passauem
la- margena do rio S. francisco, e, vala disto,
leniei uovamente a nlnu psrUda ; porem debalde,
c ncni l.i mais rhcguei, |>orque, devido as mes-
clui\;|,, que devlam facililar-ine o transito,
apparereu a devoradoura epidemia das so/oes deslc
pfmpealivo rlb, ajudnda com calarrcs, e oulraa pes-
tes maladouras, cpie al01 meamos babilaole-ilellc,
ja acIJinnlisados calAo padecendo, o por isso alguna
alMildnaudo as hahilaces. Nada mais seconliulia
ei uliios oflleios a roapeilo, E para constar onde
er passei o prsenle por mim aaslgnado loa JO
(lias lio mez dt Mello Sanios, secretario.
-V. 7. Illm. Sr. lr. Jos Filippe deSoiiza Lefl
Preciaando o conlulO das carnes verde* verificar se
une oii u.io secca nossertes ; ccoino V. S. aca-
ldo ehegar ha pouco lempo da comarca do Flo-
|f*N da qual he mu digno juiz de dfreilo ; rogamos
' x S. a blindado do responder ao p desla, o que
verdade for a respailo dos aeguintea qucutos.
" I. Se pela falta de chavas nos lempos proprioa,
aodesenvolveu a secra desde agoslo e selembro paa-
Ndo nos sci toes, acoinpaubada de moi laudado de
(jadoscaminar-*, impossibilidade lie descerem ga-
POa para esta cidade, pela falta de pastos no3 ean.i-
UlKM, etc.
a 2. Beasecca escuslcrriveiselleilv*, jaliavam
OBaaadoquando V. S. se rctirou |ara ouseidadoi
en -r |. n.u.in queja Icuhameessado actualmente.
a Daudo liceuca do usar de sua resposla romo
wi couvenieiile, eujo favor muilo agradecemos.
* Somos com imilla eslima e consideragau De
*. S. ltenlo cmdo c venerador. O caita do con-
trato, Justino /\ ,/e Furia*.
a Hecife 90 de abril do 1833.
" Illm. Sr. Justino P. de Furias.Salisfazendo
ao mu podido, respondo;: I., que pela falta deelra-
TS> uoa (empus pi oprios descnvolvcu-sc a -<.. .i des-
le deteoibro 0 Janeiro passados, no serlflo de Paje,
eonipaubads de morlaudade de gado e impossibili-
dade de descerem gados paiaesta ridade pela ralla
pastos ii-rjiiiinlios ; 2., que a secca esousler-
A leilura da cdrres|H)iideneia do nosso collega o
Illm. Sr. Padre Anlonio da Uorha V'ianuainserlacm
seu jornal de 19 do corrcnfcobriga-iios a declarar,
queso flzemos dislinceao entre apostillas e aponta-
neflios, foi jtorque geralmcnlese enlendo por ojkh-
lili.i li<;Ao enripia, c nflo porque iguorassemos a
verdadeira siunilic^ran da pal ivra.
EfSe o Sr. padre Rocha Vianna que eslavamos
em contradirn quando dissemos, que eram apona
mentos e nao apostillas oque lindamos sobre a ma
leria, porque sondo a poslilla.lirao esrripta, c no .
leaidJO nos, nflo era de admirar que altmu* ponto* de
sua cousulla nflo viessem nosaponlamenlos: do cer-
lo o noiso collega nao leo com atleucao a nossa cor-
respondencia, pois se o Ikessc, vera que dasenos
qiio alguus pontos do BUS COfMUlU nao eslavam con-
fonnes, nflo scom os aponlamentos que linbamos,
OOmo lambn rom O que sobre a quesuo havia ex-
plicado na aula oSr. Ir. Jeronvino Villela,
Aiuda deslave/ nao podemos deivar iledizerque
por corlo lime ensao da parte fonostoooUaga
em alguna pontos de sua consulta, como passamos
amostrar. Oboe onossooollegs em sua consulta
que peto Sr. Ilr. Jeronvmo Villela fura BDroSCnlfldo
Bsuslentada em um sentido lato a proposoffodo que
o< empregados puMicos ecrlesiaslieos eslavam su-
jeilos ao foro coiinnun, sein fa/cra dislinceao [Hu-
elle feila, entre asubri^acoes merainenle rivis, me-
ramcnlc ecclesiaslicas o mixtas; piando aquella
pro|Hsiro fora apiesenlada deinamii a que perlbl-
lamcule se uutendia que sumonle pela infraeco das
obrigscOea clyls e mixtas eslavam os paroclms sujei-
tos ao foro conunum. Den a entender em BUS ron-
sulla, que oSr. Hr. Villela no* havia eiiMiiadn, que
OS imperantes rivis linliaui o direilo do Convocar
concilios naclonaes; quando toi por rile adoptada a
dOUlrina da nota ao >; 270 do Jus riira sacra, que
di/ que aos imperantes rmpele uuicamciilc COSd-
juvar a celebrarflo dos concilio*, ulluiudo em ter-
mos babei-s, alim de que SUB diaposIfOCSBCjam uteis
a igreja e ao cslsdo.
(liase lamliein que o Sr. Ib. Villela nafa pTovar
que o* narochoa ealavanj -ujeitu^ ao foro commum
quando nflo eiisinavam o calhocismii, apre>eutara a
carta recia do Udeoulubro de 1789, quando osla
caita Pora sprassntada quando se (rafa va do g 366 de
Jusoirca sacra, no scnlidode recoiumendaeao, e nflo
de ordem, como se pode ver em a inda ao dilo ;
di'vendo nolar-se que nutro foi o pensaineiilo que
leve 0 Si. Or. Villela para BJBJm cnlemler, cuino
bem se v em um dos tpicos de sua caria ao Exm.
Sr. Arsebisno.
Kisse emlim em sua consulta 0 uo-so colica, que
o Sr. lr. Villela havia cnnrluido oavilosalnoillo do
rtico _'iV do cdigo criminal que O parodio poda
ser processado quando praltcava o saeramonlodo
matrimonio: bemlombrudos oslamos doquoo.Sr.
Hr. Villela nos ensinou, que 09 parodio* eslavam
sujeitos a ser n-sponsabili-ados poi-anlcaauloridado
Civil, quando reeebi.iin em inalrinmuio a eonlrahen-
les, que naoesllvosaom habilitados na forma das lei*,
e llffo fallavarno malrimouio eoni o sacramento.
A' vista nbar, que 0 Sr. padre Rocha Vianna nos iKHlVOSSe
julgsdo inelle'lidus, lano mas quanto sabe perfei-
lainenle que a SUB cousulla resposla doKvin. Si.
Arsepbpo e I carta >h* Sr. Ilr. Villela acha-seini-
pressa! um tal julzo pota ncuhum denosmerocoi
pie sejs frito pclouosBo collega.
Nao aceitando 0 convite que ISI oSr. Padre Rn-
clia Vianna a qualquer de nos para entrar em nina
discussao aciouiHics da maieria, ncrmlla-noa que
(bedigamos que nao nos presumimos habilitados
para occupar a alleneao publica, tratando de nina
uialcria cnj.i discussloj foi ucclada por dual peu-
uasass.is habilitadas, 0 ha luda a probabilidadede
que conliuuar.i.
Temosjuslificado oque diremos em nossa corres-
pondencia! e respondido so nosso collega < Sr. Pa-
dre Rucha Vianna na parte que parOCQII-IKM UOCes-
rario, e por isso julgsmos convunienlc declarar que
qusequerquo acjam as observac^ocs que por venta-
ra teiiha do fa/er o so-so colleja, nada niai-. dire-
niii-.
Olinda -1\ de abril de 1833. Manoel do Naaci-
menlo Hachado Porlolls. Esmcrlno Gomes P-
renle. Joaquim do Knacimenlo Coala iloCnnha e
Silva. Fclisbino de ftleudonca Vasconcelloa IH-
ni/. Prahcisco .Mondes Pereira Jnior. Joa-
quim Monde-, da Cruz (luiniaiaes Jnior. Joo
ibis Santos Saiahvba. JoAo doa Sanios Noves Jti-
Capazea foravPfc olTonder-lho a cssencia,
Nem de oencanlo infeslar-lhe !...
Amou-te com a frmese do rochedo:
Qiu ni'iii Jas oudas o debsuj forte, v^
diosa,
Edo lcui|Hi voraz a m
Capaces foram do movcMlio a baso
NciU uVllura abaler-llie !...
Marilia, sim, Dirceo, Mariliaaquella,
Que amando umgeniolambcmgeniolora !
Sou he ella, como tu, cantar na lyra
Com voz sonora c doce
Sena amores, scus risos o venturas,
Emquanto aserte Ibedouraraoisonho,
E llie aiuiiii.ua ,i vida...
Rdepois que o destino Ihe vollra
A negra e feia face,
Soube mais descantar com voz pungente
Doscu pastor n$males c o* lormenlos...
.%) curso lonco de una vida acerba
I)c ddrsaudadee lulo
Tambern soube de pranlo encher o* prados
l>e suspiros o arde ais o* echo*...
Do mundo almocarbe
E iri-ieriii solidao vi ver scusdias !...
Marilia, sim, Dirceo, Mariliaarr'iciv no
Do cclestiao* virlude*
N" qui/ mais ser raiuha de seus cani|H>s,
Suas aves, cu echo e sua fonle,
Nem de sua brisa o flore* !...
Iwudou seus dias, que bem Irisle* eram...
E j tinada existealmda Ierra !...
Mineo, Dirrco, dcspcrla !...
Desfosomuo profuudo einque le abvsmas !...
'Jim- as borda* immoilaes do leu jaigo
De cores tristes rodea-las quero !...
Mas que i islvoi profano nosle oflieio...
Querendo que os tinados se enliileram
.....Hesperia, sim, Dirceo...
Mas se harpa leus no reolancc-lhe asconla*
BmdocoafflnscCo,
E se ore upas, laiubem, locar dislinclo
Kegcmlo a grel de Gherubins-- cantores
CoDVOea*0B lodos, e com o riso aos labio*
Da bemavenluranca o eora concerlaodo,
Recebe-na cm leu seio ;
E uiiindo ao della leu aleen* espirito,
Abre a solfa de amor
E aonrbe, ao firmamento, ao COO, aos astros,
Aos arebanjos c aos seclos,
O OOmo deMariliaarclama em hvnios
le abeiires eternas gloriflca-0...
Ligadoao leu p'ra aemprol !...
DECLAHAJOENS.
Pela subdelegada da frecuc/ia dos Afolados
i publico, que so acbo deposilado um (avallo
com (Miicalba, e uli carne do Cear,e
mioos que fm apprcheudido no
da 16 do corren te sem rondurtor: qiicm
pon din lo Ao uie-iiio sprento-se nesla i
cii, qnt'jiistilicaiiiln b'calmenlc Ibe sqr enfreguei
o procurador do cmara municipal desla ci-
dade em virlude de ordem da ruesma cmara, adia-
se SUlorlsadO S vender os lijullns, r,il e seineuln que
aescham proxbno BomaJaoodro dosGiocoPontos:
ii qae qolxerem cumprar o* materiaes selms
mencionados, iit lodos o* dia* uleis at as tres hora* da larde.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PER-
NAMBUCO.
Oj i-i-i-iI..i di> f.ilwido siilxlilo iHirliisuiv Scbas-
liAo Jiw Oulliodo Itowio, queiram a|iresenlar m
>cus(loi'innido> esto coiMUlatlodcnliu do pruo d<>
H da, para seren informados do que lia sobre o os-
lado d. licranra deitada |iclo mesmo finado. Cn-
sulado de rmMi_.il era Pernamburo _! de abil
de i8&Jo09mm llaptitla Morara, cnsul.
O arsenal do marmita rnnipra no din _!8 do ror-
relo nuv a urna bora da larde, os objeelos se_.iin*
les;zarran,alvaiade. ferro mslezem varflo de8|8,
*J|K, c .rn8, aro do milAo, diloeui verga jarossa, elin-
la ile oleo prela c branca; as pessoas que qtiizercm
vender mn, olijivn-, coniparerain na serrelaria di
inspccrfloroui as suas pro|>oslas.
O Ilr. Adelino Anlonio de Luna Freir, juiz
do direilo interino da primeira .ara do mino, resi-
llo no alerro da Boa-Vista n. 3, primeira andar.
CORJHUO.
Para ronliociineuto do publico, anuuncia-seqiie,
em virlude do accordo de I i de Janeiro desle anuo,
celebrado entre o overno ini|ierial e do lira Hrela-
nba, para o transpurle da correspondencia nosva-
pnriM inulezio pai a os |wrlos do imperio, e que fil-
ia Iransrripl.-i as Tolbas diarias de S5. -Mi de marco
ultimo, devenas carias, que liverem tl6Mfnlr por
iotcrinedio dos incsinos vapores, pauar aulicip.ida-
inenle dous portes, rouforiue a tabella que se se-
.iiilnr Carneint Bezerra Cacalcauli.
GuilhernriHQde Mbu^utrqut Marliiu Pereira, et-
eritlo Merhm ilr orphhoi uetla ciiade tic s. .in-
loHioda Recije t ten termo, procini ai Perium-1
burn ete,
CorliOeo a vialadua lab) lindos de iuvcnUrio
c parlilba aqueje nrocodeu do-i bens que licaram
por faleiiineiiio de l>. Uicgarlda Branca Forrcira,
viuvi do capitn Domingos Ferroira Mariel, driles
n.io consta, que f'"i- ileacriplo eaaravoi ou eacrava
alguina de nomo Claudima, Pnaao a referida na
verdade a cerca do que o pede, e a eujo. autos me
reporto (Tundo li/ passar a prcaontC em ciinipi iiuen-
todo ratpeiUveldoaiMcliorclro. Cidadedo RccirciO
de abril de 185,1.Subtcrovl o aaalgnel. Km de
verdade. Gilhermino Pereira.
une ; sendo um propriamenlc do correio e
devido ao paqnefe.
Tabella perin mr rhi (lo;
......
Teso.
Pl
de
pitra
aporet
IS.il.
pnrlt
iqlczei
.1"
Dilavas
COMMERCIO.
I'I(vi.:a 1)0 KECIFB DE ABRIL ASI
HORAS DA TARDE.
(ailaces olliriaes.
Comprat , _.-i lywrjrn. por
Ma
Maacavt
ilo re
Rcndimeiilo d
dem do dia
itliii-a IftiOOr*
AI.IAMIKI.
dia I a ->( .
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V. asimpor dianlc na menma proporcfti
iiblraeAo do correio de Pernamburo em ~\ de aluil
de I8.i3. Aaaipinado o aduiiuisirador, Antonio
ot Gotnei i/o Crrelo
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rveB efleiloa n.1o"linbani eessado quaudo me reli-
re para cala cidade, o nem me consta que leubam
ressailo aelualnieiile.
l'iidc V. S. fazer o uso que quizer desla res-
posla.
Sou De V. S, alenlo venerador c criado.
Jusr FUippe de .Soma filo.
'i Recifc 3J .le abril de 1853. a
,,'.' .^'- x,-i~ Illm. c Exm. Sr. Em resposla ao
lucio quo livemos o bunra de recelier do V. Ec.
afom dala de 18 do corrctile, cm a qual se sen io or-
informaiaenns acercj das queiaa da nopu-
ronlrao eoulralo das carnes verdes, por n.io
uosaroiiguea sullleicnlc quanlidadc de carne
i exposla venda ; e se eonviinos em que ae
conceda a faeuldade de inalar-sc mnis de vinle OU
biiila rezes purdia, sem opai;amenlo da mulla de
'l"i;liata o convenio. Temos abolir de responder
a Exc. que oslamos profundamenle eoiivenciilns,
i|wbavenii.,,;ili,reiio loilas a rondieo! do eonve
"io, baveudo-so niorlp diariaineule inaior namero
"'' "'- que aqoello .i ipie somos obriuado. ; o islo
l'i'jipn- poilod.i.i.s modos que no-leln -ido |ssi-
fl, tilosdi-iejado s'ili-.fa/ei ..- iH'llelicas vistas do
mo, e para issoienu empnaado lodoi
den
lacio
baVo
innrli
Hvn
nior. JoA
lala Manilo
maraes. I
quii da Sil V
i......inian
Roberto de Mu
peia e Castro. .1
Jnior. /.eferino d
lao de Araujo. Era
Antonio Marques (Indi
Rodrigue.. Joo Fram
Uranio. S. V.
ili
Jnior. Jo.
raneeliuo Adolpho Pereira liui-
iiiues Pereira. Mariauuo Joa-
niei Eduardodotiovea Porluital.
uiio Vital de Oliveira. Jos
Silva. Antonio il'Avilla I'om-
llenlo da laiuba e Piguoirodo
fftcarregamhnjeZ'ni abril.
liana porlugucza Mana Jane iiiercadorlaa,
Barca braailoira Flor tlOlicelra vinho c bar-
ricas vaziaa.
liriiie iii'jlcz hi'lpit baealbn.
Briguc iuglez boafarinlia e boiacbinhaa.
Ili.debrasileiio Daridotonf.....os do naii,
CONSULADO liERAI,.
II.....Iiiiieiiln.il di.i lal .... SJ:Jli>'IS7
dem do da i....... 3:l!llljS|.l
Bt:H903
DIVBI
llen.liiui..... ilo di
IJem do dia 3"
ISAS
ila
PROVINCIAS.
9
3:1579980
1639333
3:33I930J
RECEBBDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAUBUCO.
Rciidiuieiilododia Si...... 7909405
CONSULADO PROVINCIAL.
Kondimenlu dodlaii......l:4OO5O0
THEATRO DE SANTA ISABEL.
rmaiKiiu iiiku;ki! iihs;;;,.
30. RECITA Z>A ASSIGNATURA.
Ilepois de lompareeerem na trll.....a Si. Kv -. O
senliorcs Dr. Jo-i' Denlo da lamba Figueiredo e Ilr.
Krauciaco Anlonio Riberro. a orcheata execulara"
una brilbaule ouverlura, e ropre-cnlar-sc-lia o
muflo applaudido drama cm 5 actos,
ADIWA DELAVUBALIHE.
Terminar.') o eipcelaenlo rom a comedia em mi]
*.a
LOTERA DE NOSSA SEXIIOB.V DO
ROSARIO.
O thtaoui'cini tjcstu lotera, Simado
i. ainiuiK-ios de fazer eo'ftcr as rn-
ilusiioilia 0 ilo corpenlc, nihdii qne li-
(|iiciii liilhctcsquM pemu arritcar, POga
nos iiiniiiite prar o reto dos Ijjlictes, para d&o e'r ej
p.iradi. o iiiul.iitii'iili) ilns milis pola falta
ilevenda dos billiete, 01 r(uaes acham-se
nog lumire do coa turne
AVISO
(lsal)ui\oaRsi(;iiiid(i5 -<>nIimi;ini
.i li:iiii|iicar n todn as cltisses em
Bsn os seus sortiinentos de lazen-
nos de nina |ii'ca OU Mina dii/.ta,
u diiilii'irn, ou a prazo, coufoinio
se aji.-lar : no seu arma/rm da
I n,na do t '.i a | in Santo, es(|uina da
ra do Trapiche, n. 48. Ros-
tron Rooker c Companhia, nego-
ciuntes ngteze*. Os mesnios avi-
sao ao respntnvel publico que aliri-
ram no dia 5 do crrante mai <
sua luja dr l'a/.i'iidas du rila (lo Col-
legta e l'as-si'io i'nlilii'ii n. |5, d-
rijjida pelos scnlioit-s Jos' Victori-
no de I'aiva 8 Manoel Jos' de Si-
queira Pitanga, para vendercm
por atacado e a retalho.
. 2^T!SSSaSa^aESffiU
O IDiii. Sr. Ilr. Molino Augusto do Almeida,
lem na ra de Apollo n. 'i. iiniaeneommenda viuda
do Pai.
No dio I", de Mareo do eorrcnlc anuo, ilesap-
pareceu doencenlioS. Ainarinbo, fre|!ueziada Var-
zea, o negro Silvano com os signaos seguinles lo-
u camisa e reroobj de algodSo da Ierra, reprsen-
la ler 311 anuos de idade, cara um poseo larna c br-
illada, .lino.i regular, nao falla desembararado, e be
alguna eousa fula : quem u peuar leve-o ao inen-
rionailo engenlin, que ser bem recompeu-ado do
-cu (rabalbo.
Preeisa-ae .lugar um mnlcquc que cnlcnda de
'ozinba, e una ucuraque faca o semen de casa e to-
ne eonla de iiinacrianea, do nina casa cslranucira
le pouca familia : quem iiver dirija-so a ra da Cruz
i. T, segando andar.
Roaa-se ao Sr. Joaquim Copea da Cosa Albu-
lucrquo queira Tallar rom l'almeira ,V Deliran.
Ceinenln malea, da inelbor qualidade que lem
ipparaeidoalo boje ueste mercado o por mdico pre-
o : na ra da Cauoia do Rcoifo n 60, irmaxem de
llenrv liibson.
Arrenda-sc o enuenbo l.iuioeiriubo eilo na fre-
aie/.ia da Kscaib.ua beira do rio Ipojoca,moenle c
iMTiml '"ri|,|,lc' l0111 ca-ade vivenda. e rasa de purgar de
?;, i lK'd,l f'i Mala pora seriar 3IKI a. de aasoear eui
Ji bora-, assenlamenln para relame, casa e and lime
para o mesmo, um lauque de inadcira para 750 rar-
gaa de niel, rerralio lodo foilo de vallado, alaria,
casa de bagaes, Ntala para o eacravos: a ludo o
inajique he misler em um cugeiibn, lambcm se ar-
reTnla com -lli animaes de roda querendo os prclcn-
denlcs, iluepodein diliuir-se nesla piafa a ruado
Oaieiniado bija n. li, ou no dito eugenlio ; a tratar
con, scu prop iciario Jn.io Francisco de Oliveira.
AlutW-ae um segando andar com i.....i modos
para familia, c limito fresco: quem quizer, dirija-se
a roa ilasTiiiicbciras u. 3ti, que se dir onde be.
Desapparercu do eogeobo Taquera, un dia
15 de abril du crrenle'anuo, em direccao a ca-
pital de Pernainbuco, um eseiavn de nome An-
lonio, de idade de .'III anuos, pouco mais ou mc-
coni ns sianaes -ciaiintcs : eslalura reun-
ii |io mediano, cor fula, i aludi, collados de
', o branca dos olboa amarello, o andar baa-
/eiiii. a penpeclfva de napanladn, vestido com ca-
misa e-ceroula de panno do algodao da Ierra e eba-
poo de pallia velb: roga-se asauloridadeapolKiaos
o capiaes de campo a apprehencSo do dito eacravo,
aenlreuar-si.....Recife ao coronel Francisco Mame-
de de Almeida, o no cogcnlu) a seu senbor Luis Ig-
nacio de Aiidiaile Cima, queseran bem reenuipeusa-
l'olal.
310
130
isu
7811
8111
'.IIKI
960
19360
1*130
I. 1811
I-i lli
uno
19830
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19030
39330
39380
J*llll
39100
WliO
39830
3(H80
39180
93HI
: vii ii i
39360
3M30
39960
Adiui-
Trakpassa-gc o armazem da ra do
Trapiche n-.l, proprio jiara cseripto-
rio: aliatiirnonejimo.
Os aballo asignados declaram que dissolve-
ram amigas elincnle a sociedad* quociislia cm um
amtaeoin de carne steca, na ra da Prala o. 14, e II-
canilo tudas asdividas acargo doiocio Vasconeellos,
palo que elle e o Sr. Joso Curuc o da Silva, lias
Cinco Ponas n. 71, silo os rompeteoles para lal rc-
cebiroenlo, fcando sujeitos ao segundo pagamenlo
aquelieque Iransgredir esle ajiuite. Joai/uim An-
tonio dr l airoiurlliis eJorde Mrdtirot Auuiur.
ATTENCAO, l'NICO DEPOSITO N8TA /
CIDADE.
Paulo Gaignou, denlisia receben agua denli-
frice do Dr. Pierrceslaagua cunbei ida romo a 4De-
Ihor que lem a|iparecidn, ( c lem muitos elogioso
seuaulor,) lem a propriedade de conservar a Cocea
ebeirosae preservar das dores de denles: lira o
oslo dcsaur.ulvel que di era geral o rbarulo,, al-
aumas golas desla u um eapo d'ngua sao sulllcien-
ie-; laatbem seaebar p6 deniifrice oicellente para
a coiuenacaa dos denles : na ra larga do Rosario
u. 36, seauudo andar.
Precisa-si' de olllciaesde funileiro:
na na Nova, n. 38, defroilte da Coii-
ceieio.
VAI A QUEM PERTENCER.
II lea--.- a (odas as |>essoa que eslao devendo coti-
las antigs na venda da ra da Cadcia do Recife n.
35, dcfronlc do Becco Cargo, que queiram pagar
seus debites al o iim do crrenle, |H>is j por vezas
so (cm feiloomesino roiivite,ua cerlazadequeosque
o n.'in li/cii-rn tero deverscus nuines publieadw,pa-
ra seren condecidos |tor lions frefuezes... ese usar
dos lermos da lei, nao leudo rontemplarao com iiin-
auelll.
Aluga-M a padaria da ra Real o. 37, prximo
no Manguinbo, eorit" grandes eonimodus lodos m
seus |>erleuces, por preco muilo coinmudo: a tratar
na casa n. 6 da mesina ra.
COMPRAS.
Na ra da Sen/ala Vclha, defroiilc do Sr.
Mariin-, ninlor, couipra--e (odas as qualidades da
ferros vcllios c melaes, assim como ourelos de |n-
nos linos c rasemiras, c mulanibos de lodas as qua-
lidades que seivirem para fazer papel assim romo
cabos vebos, louas, etc.
Conipram-se esoravos, e vendem-se, rccebein-
se de comini-saO, lano para a provincia romo iwra
fiira della; na ra dos Qnarleis n. 31, segundo an-
dar.
Comprs-sc e vende-se cscravos, e recebe-se de
'........i-."', lano pura a provincia romo para fura:
na ra das Carangerasn. II, segundo andar.
Comprare a legislai-5o anliga, |ior Delgado:
quem Iiver annnneie.
Compra-sc urna eserava de bonila li'.air.i, de
idade de 13 a 311 annns, prela ou parda, com babili-
dades sendo da maior idade c sem ellas sendo de me-
nor; na ra do Vinario n. II, se dir qdciti quer.
Compra-sc una prela boa engomuiailcira.que
seja mora c de boa figura, preferindo-so sabcudo eo-
siuhar, o um sellim inclez arriado, com algum uso,
porm em boni oslado : na ra da Cadcia do Recife
bija n. .VI, de Cuiilia ,\ Aiuorim.
VENDAS
arlo
t AVISO A GAZETA.
Principiar s oi(o Iids.
Os liilliulos ;h'liaiii-v h \rn l,i no OSCliplorn Illl'illlO.
AVISOS MARTIMOS.
MOVIMENTO DO PORTO.
ibuciib
de
l'iulo. Ju. Cae-
Paula Sales Jnior.
,. Jos Anlonio
Noguelra Casle
nilLICACOI'S A PEIUIM.
A' MINHA BESPraTAVCI. AVO
POR AFFINIDADE.
D. Joanna Mara de Dos Gomes Ferra'o,
canhada da finada e memorandaMarilia
de Dirceo.
I ni lulo aviva naturalmente ora noso oaporiloa
idea da eternldade : idea easa que lauto nos alale,
nos comprimo c nos hlllnilha0. sculinienlos da vi-
da, qu.iulo nos dilata, nos eleva, nos Iramporta t>
nosdivinisaopcnsameulo da imiiiorlalidade Abi
oal a religMo operando em toda a sua mngnlludc o
siiblimiilailo !... E porlauto, abi lanibem esl.-i a
poesa absorta na mais religiosa, invslira e sublime
Insplracao.l...
Eisnqucmciiispirou o luto por.MARA DE
DIRCEO:
AOS MANES 9F. DIRCEO.
Dirceo, Dirceo, desperla....
Deslesoiniiu profiiuiloem que le abxsmas...
One as boiilas iinmorlae- do leu JazigO
De cores Irisle. rodea-!as quero .....
Nlo VOS a cor, quccinge-ine. '?...
lie neuro-espesso luloemblema MOTO
De meas pesares ninebrea
l-'.'u rcspeilo a Marilia !...
Marilia. sim, Dirceo, Miriliaaqucjla,
Que amor sublime te infundir ao peilo,
E a vida infausta le alentara em cautos
De celeste poesa !...
Mariliaaquella ainada c graciosa
Qaebanhara em docena osdUaaborM,
A que um fado siuislro le arrojara ;
Du a pena execranda
A que um poderatiozlo rondcinuara !...
Mariliaaquella pura melga virgen
i.lui-ocslro le educara em maravillui. :
Que (warillificsas masmorras c o dcslcrru
A fomea sedec a diliraule febre,
Queconduzio-lc a morle,
Jamis bm so momento le ausentaran!
Do turibulado espirito I...
Marilia, sim. Dirceo, Mariliaaquella,
Huo de um llo sem vicp inerlc e sceeo
Drilbaule pluma ofTcrerera aos prados
Vcncendn o vilo das aves,
E o adejo das musas canrouoiraS...
E de um simples morlal
.N'um seculo d'ouro le erigir cmgenio!...
Marilia, sim, Dirceo, Mariliaaquella,
(.loe amor igual ao leu famosa fez-la
Amou-le ruin apure/a do regalo :
Sue iicmuud.i/ lalao fendendo a lona
em maga eurbeule Ibe inundando as ribas
Capazcs foram de loldar-lbc o leilo,
Nem de o ameno cslruir-lbo!...
Ainoii-lecoin a magia do perfume :
i......i., in o lu.....a, quo eximia a Ierra iniunda
Nem o li.ilu morboso da epidemia,
Que a lei da cmrupran extrae dw cornos
.v'.e/ entrado na dia 3.
Rio ilo Janeiro 33 das, barca americana Peta-
teare, de 198 toneladas, capillo While, cquipa-
gemR, can;.! cal; a llenrv Frosler&C. Arr-
bou a osle porto por ler abarlo agua e desarvora-
do, elieou de qaarenle.ia por Odias.
dem33diai, barca fraileen Tigre, do3l2 tone-
ladas, capilla II. II Tindoaipie. eipiipagem II,
ciu lastro; a Oliveira [nnioso C. Ficou de
quaroalona por lidias.
dem 31 dias, brlgueiimle Portia, .I:tl7 tone-
ladas, eapilo WilliamBell, equipagem II, em
lastro; a Deano Voule & c. Ficou de quareuie-
na qor lidia-.
Halliniiiiellldias, barca americana DeUnearain,
de223 tonelada., eepilioC. II. Woodbura, equi-
pagem!, carga farlnbadftlriao; a od......
Parabiba5 dias, hiato brasilelro Concei^So Flor
da l'irudes, di I tonelada-, inelre Ju.lo Alves
de Furia, equlpagoni 5, carga lorosdoinaague;
a Paulo Joso I) iplisla.
Rio Crande doSul31 dias. barca brasllera//,/-
dra, do 259 toneladas, capitn lenlo Jos de Al-
meida, equipagem l">, carga carne secca; aAmo-
riin A Irin'iiK. Passageiro, los \ ieeule da Uaia.
Rio de Janeiro13 dias. barca bnsileira Sorle, de
:i 13 toneladas, eapilM Anlonio Pereira da Cosa,
oquipagein l. caiga varios gneros; a Novaesd
. C. Passagciros, JoSo llapli-la dos Sanios, D.
Maria da Conceic.lo R.iphsla.
Mar l'aeilieo33 mezes 'jalera americana COrolO-
net, de 268 lonoladas, capilRo Grinaell, equipa-
geni 31, carga eieiie de peixe;_ ao rapiulo. Veio
ae-ie purio refrescar esegu para Slonington.
Sidnej 62 dias. galn inglea Benjamn BUcin.
de ;li7 toneladas, apilan Overbeny, cquipauem
JX, carga Uae mais gneros; ao eapilo. Veio
refrescar o legue para Londre.com 5 nassageiroa
que U-OOXC.
Naci* sahitio* ao metmo'dia.
ValparailO barca ineleza Sir Itotierl l'ecl, eapi-
I io A. Charles, carea assufar.
Canal barca ingle/a tjticcn, capitnU'illiaiu Pavu,
rara asMicir.
PARAA BAHA.
Pretende saliir coid brevidadeo novoe
veleiro llintC Sao Jos das Taiat : pa-
ra a carga leala-se eoui os coiisifjnalarios
na ra do Tiapielie n. 'i priincil'O andar.
Paran Aracaiv sabe com brevidadeohiale
Flor do Caruripei quem quizar arregar nu ir de
pass.i-ein. dirija-se a ra da Cadeia do Reeife n. VI,
primeira andar.
Para o Porlo a gallla nacional .s'.s'. Trimlailr,
lahricadade novo, soga, o mais lardar at ao Unido
corralo me/: para oresio dacargnepassagciros:
Irala-si.....ascriplorio de i', da Cuaba v'v C, ra do
Vigarion. II.
CEARA', MARANIIAO' E PARA*.
Scauc em poneos dias o briguo e-cuna nacional
.Inclina, ja lem a manir parle da carga engajada :
para n pealo e passuueilo- Irala-se com o t-nusiruinla-
i io .loso llaplisla da l'onseca Jnior, na ra do Vi-
gario n. i. primeira andar.
Para o llio de Janeiro o patacho Santa t'r
seuue com brevidade, recebe carai e pajasageil
tralu-se rom Caelauo Ciraco da Costa, Mon-ira ao
lado do Gorpo Sanio, loja de uiassames u. 35.
Para a Rabia a uaropeira l.tcracihi. sega, rnni
brevidado por ler proinplo [Kirie de SUS carga, e pa-
ra o reto lrala-sc com o cnnsii'iialariu Doiuinges
Alves Malbeiis, ra da Ciuz n..i3, priineirn andar.
lar,
pone
LEILOENS.
E10ITAES.
o illm.Si. Inspeelor da Umouraria tie fazcii-
da manda fivr pobifeo que en eumprimeato de
orden do Iribaiial do Uieiouio nacionali le i .u -Mine.i (liesoiir.iia ;W:0X)(j\i)000 rs. ; pelo que as pewOM t quem convier
lomar cslcs saque? deven comparcrcr al o lia 7 jlc
ni.im prximo vlodonrocom >* nas proj^oatat. Be-
crelaria da Iheaoonrie de rateada de l'ernainlmro
23 de abril de IHl. Oonirial-maior iiileriuo, Emi-
lio Xavier Sohrcira de Mello.
t*> Dr. Jos Itayinundo da Cela Mcnezesjuiz mu-
nicipal da negunda rara denla cidade do Hecife
por S. M. /. e V. ele.
Faco saber en como |K>r culo juizo se lia de arre-
malar cm piara |mlilira, lindos ns dias da lei, e pra-
cas SUOCeaalvaa, a renda animal da casa de obrado
delre amlarea da roa do Crespo o. l;t; no.valor
de :2(Xl#K>1> rs. aiiniiiil, a quem mais der por lem-
po de sc.tf dnuos, com fiador idneo ; pain a renda
en qnarleis, obrigado o reudeiroa ler, roataervar, o
onlrepnra iin-m,f cisacm bom oslado ; cuja proprio-
dade vaipraeo do renda requerimeiito dos cou-
aenhores Jos dos Sanios Nevw o ODlrof.
E para que chc^oe nolicin de lodos maijdci
|KIsh|1 |iH's('|llt! qiH" MT;i lllivildullO lllgar iliMii-,-.
iiii'tc. r (iiiiii'.nin pela impronsa.
h.idiii' itassadu nesla cidatle du Uceiio aos VJ do
Ierra lera ^li docorronle ha\ero loao IM ai-
nia/cui tic M. Ilarueiro. na ra do Trapclic n. IS,
principiando, ao molo dia em (tolo, pot um excel-
leiiie carro de ? rotlaa com urna paraba de lindos
eavalloa alaaoea nona trota Joreae nmtos*! depob do
que seguir-fD-lia otoilo do nm rico piano do me-
llioraulor; e deOUlroe miiilos objeclo* qor 10 a-
eliarflo palenlee, os qiiaea aereo enfrcguiu por qual-
quer nreep qne for oflerocdo, vblo que se nfio !--
\iu shirt Iregaei lemeer mliaraclorhmenle bem
aervido e lato lano mais quinto .su uih-s amigoj
di iun o baralo.
Ouinla reir H do cor-
rele as II lior.is da ma-
uliaa, o ajenie Anluues
lar le ihu em seu arma-
/cin ra da Cruz n. V
de Irasles de lodas as
qualidades, ihhos e us,i-
dos, loilCBi \iilros, cba-
nuilos objeelos, assim
aer pealo em Icihio ao meto dia em
ptimo cavado de nmilo bous andar:
rreailo e proinplo. No mesmo Ii;< se Tari
ti I ilo de alguna eacra,T0a crioulos de diversas idades
o luunlidadea.
AVISOS DIVERSOS.
A Sra. Catolinc Poingdeslrc rclra-sc para a
Babia.
Eduardo Colln tai a Italiia.
Oscredores de JoAo (ioncalvcs da SiUa Iteis
queiram lirar suas con las e nprcseula-las na ra do
Amonio n. ;W, no prazo de \\ dias, cordados da dala
deslc.
Precisa-.sc de urna ama para-o ser vico interno
de urna casa de pouca familia: a Iralar na Camboa
do Carao n. :I8, pvimeiro andar.
O abaixoassiunado, lendode ira Europa Ira-
lar do auasndc, deia suas duas rasas de htoco
no mesmo ^iro, det>aii.o da adininislrai;ao do Sr.
Anlonio Ferroira Ura^a, como inleressado, licandoo
ine-ann de primciio prncurador, sepmulo scu ogro
o Sr. Manoel l.uiz de Mello, elerceiro o Si. Maaoei
Jle Cerrla Braga.
Domingo* Ribeiro da Cunha Olivria.
Lui/di Silva Oliveira, relira-so para lora do
imjH'rio.
O badiaivl AMuiuu Nobredd Almeida c Cas-
tro relira-se paraSer^ipe con aua (.nnilia, levando
fin Ra cooopatnbla tem douseaeravoscripnlai Pe-
dro e Niiuiii/.iii.
Os rredores de.Francbco Anlonio Alve apreseidem suas conlas a Caud^lu Alberlo
aluil,de 1853.Eu tfaoud Jo di Molla esrrivao Sodre da Molla : un un armuern silo lia IraveWa
ubst revi. Joti Hay mundo a C'Q*ta Mnrzt$, I da Madre de Dos.
Precisa-ve do nina ama para can de pouca fa-
milia: na ruado Crespn. 13.
AMA SECCA.
I ma iiiiiIIici parda se ullercccpain ama secca de
qualquer casa do familia ou.....amo de itumcm 10I-
Iciro: na ma do Crespo u. 16 A. N dir.i iiueiu be.
Sesinaiiiln lli illiaule da Silveira Cavalcanli,
la/ samic ao publico, que mudou seu noinc para
Sistnaulo Jnaquim da Sihcira.
Aluaa^se um sitio junto ao Sr. Juno Piulo de
Lemof, v>m um snlnado de um andar cun boiiscom-
modos para nina grande familia, caladoe piulado le
timo, com nina casa terrea lio tundo, coebeira, et-
IriUrla para Iros eavalloa, eaaa para feilor, quarlo
para prelos, duas cacimbas, cxcellenle banbo 00 fun-
do: as pessoas tpie pielenderem, dirijam-sc a ruu
Dirella n, :\.
O abaiao aiwignado, rom venda na ra do Pi-
lar, em l'iira de Portas u. !h, fa/ scienle ao respel-
lavel publico. -2\ do crrenle ao seu caiveiro Victorino Joaide Soo*
Xa por Ibe liavor dado de nrojuzo na dila venda eni
7 inezcse^l dias a quanlla de rs. 565|63l como
muslo doa batneos Jados e cuntas curenles aaB8>
nadas pelo mesmo, e por taM roca a lodaj as peaaoas
qne >>- acliam a dever ao itib vklorino por efteitoa
que Hou por sua cunta, para que Ibe nao pagUOm
quanllaaleuma, o slmnoabaixo asslgnado, Meando
corles que nao se levar em COOla qualquer quanlia
que Uto paguen, sem Ulorisecffoo por escripia do
nbaiso asaigiuido.Domingod /osa.
Lu rapaz brasilelro de idade IJ auno*, pouco
mais ou menos, que-abe ler, escrevor c contar, of-
ferece-sc para cai\eir de qualquer eslabelecimcnlo,
(mis j lomalgiima pralica. quem prelemler, diri-
fa-sen ra da Cadeia nova, afronte da casa n. i:i,
nu peiiullimadn lado direilo, c d liador a sua con-
duela.
Rogft-se a i'uem quer quo (irou urna carta do
crrelo sol n. 733 para Cbrisosloino eV Compaubin,
vinda pelo ullimo vainir doauli lenlia a bonaadeon-
lu'-.i 11 na ra do Trapiche, armazem de MSOCardo
misino uoi.ie, ou na ra da Cadeia, cas,-) de Anlonio
Valenm da Silva Bairoea. que se Ibe licar aprrn-
decldo.
PO dia 30 do crrenle mez fie abril, dbpols ta
audiencia ilo Sr. Ilr. juiz do civel di, primeira vari
se lia de arremal.ir a renda aiinual do sitio na es
Irada de Joflode Barros, com grande casa de sobra
de or acabar, e bastantes anoredu* de fruelos, ava-
llada a renda em 2039000r., cuju silio perteure M
brigadelro Joaquim Bernardo de Figueiredo, l>
Joanna Maria de Veras ele., e vai a piara a roque-
litncuto daquellc: lien ultima pra^a.
No dia 28 do correle mez de abril, as \ bora
da larde, na casa doSr. Dr. juiz de orpbaoa, se lu
de arrematar nina eserava, parda, de S< a '.Ui anuos
de idade, pela avaliac^o de .VjO>MJ0 rs., cuja esera-
va be pertencenleuo menor Claudino, c vai a praca
a reqiieriineulo do tutor dalle : be a ultima prac,
O abaivoassimiado pretendo seguir para a cor-
le do ttio de Janeiro no prximo vapor.
Antonio llorgc* da Fonseca.
A x'ssou que precisar de tuna es-
crnvn puimcozillna. morn, de bonita fimi-
ra, sem achaque e muilo iMrjrnir no
ervco, cozinlta tolTrivelmente, Taz bo>
lnlioae doce de ajamas ^uaiiclades, lia-i
ja-se a rila da Uniao, segunda casa de so-
tao.
Precisa-so alagar urna sala para morada de um
moco solleiro: quem livor annuncic por esta folln.
Victorino Jos Correa de S, lendo de retirar-
se para a Euro|ta at o Iim do auno correle, se Ibe
faz preciso rcccltor cerlns dividas que Ihe eslao do-
vendo nesta pra^a, o que muilo pedo o roga aos seus
devedores Ido queiram sjilisfaaer quanto aules, do
contrario so ver obrigado a seguir os meips que h
lei pennille,
Aluaa-soo quarlo andar do obrado ta roa lar-
l'.i du lloiariti n.:-: a fallar na botica de llarlho-
loineu Francisco deSoaa.
Aluga-sc una eserava moca, quo eogommi
muilo hem, o cozinba o diario de una casa, a qual
lem unta cria de dona me/es : quem Ihe ckiyu r,
ilirijase a ra das l,.iraiieir.is n. H, BQgOndoan-
dar. *
Oflerccc-se um liomcinque tem conhenmenln
de pJanUcAes. para'feilor : quem precisar aniiuncie.
A pes-oa que qui/ci n-lcilii nina letra 0*a quan-
lla de l.'rii- di- boa liinia, queira .iiinuuci.ir.
Precisa-so alujar um silio que uaoseja muilo
pequeo, que esleja bem plantado de frniiefras,
ruiiddiierlo da prac anda .....imo quanoV a cas;i
IC muilos coiniliotliis, u que ii o se i'vige:
[fuemo livci equior alogai, iniiuncic para ser pro-
curado.
.Vcnde-ee urna eserava de 18 a 20 aunos, Malwn -
do cozinhar, ocozer, de bonila Iigura,pur proco com-
inudo: quem pretender, dirija-se a ra do Crespo,
loja n. I.
\emle-se na ra da Cadeia do Kccifc, casa n.
51, primeiro andar, urna esrrava, crioula.
Vende-se -2 aderecos e mais algunas obras de
ouro, ludo de poslo inoderuo, por proco muilo com-
modo; na ra do Apollo, armazem "n. 4, del). r\
Maia.
Vende-so dous eavalloa de carro, sendo um
ruco pombo, c oulro ruco sujo: na Iravcssa do Ve-
ras n. 15.
. Vende-se urna loja de calcados com muilo pou-
oos fundos, na ra Dircila n. H"> ; c na inesma toja
lamban se vende um beroo de rac.uo com miuco
uso, obra de nmito uosto : a Iralar na inesiua.
Na loja de li norias em frente da igreja do Ci-
vmnenlo, vende-se chiles tle cores com milito bom
panno, a 7 vinlens o covado, riscadinbo francez.pa-
drocs cacuros, a meta pataca o covado, at|iaca de co-
res lisao do quadros, a 12 vinlens o covado, lencos
braucos de cambraia, ditos com barra de corea, a meia
pataca cada um, dilos de meninos, a i vinlens rada
um, chales de la prolos para lulo, a 39000 rs. cada
um.
No Forte do Mallos, dclronle do armazem do
Sr Joaquim Kranrisco de Alm, vende-s bonsJa-
bvnnlhosdcenladoein boa cambraia de Indio, cbo-
(ins por biiraln prcc,o.
Vcmle-sc urna negrinha de I* a 15 auno-, de
bonita lisura, sein defeilo nem achaque algum, li-
zondo-M* ao comprador o motivo porque se vende :
na ruado Mvramcnlo, sobrado n. 2i, segdudo au-
dar.
Kl"A DA CRUZ N. 13.
Vemic-se na ra da Cruz no Recife, armazem u.
\'-l, alm de oulros Kencros, os seguinles:carne
saleada cm barris, cobreem folbapara forro, remos
le faia americanos, oleo do linbaca cm barris, tinta
verde em latas, a 100 rs. a libra, dila vcnnelha, a
120 rs. a libra, cabos de linbo de ludas as grossuras,
a 2. 3000 rs. o quinlal.
Vende-so nina prela de nacflo, cozinlieira, faz
doce, cngomniii, c cnsaboa : ua ru,; Mireila, casa
ti. 0.
Vende-se barato 2 canoas do camniar ara,vam-
bas cm bom uso: na ra das Tnuchciras, junio ao
nicho.
Vende-fO |n>s de roi|uciros |>e<|ucnos, a 200 e
.12: rs. eadap. em Sanio Amaro, junio a reja,
ou na ra das Triucheiras, junto ao nicho.
QUEPKHINCBAH!
\'endc-sc saccasconi farinba a preco de 2^600 rs.
rada sacca: no armazem da ra do Kauuci n. 20.
ATTENCAO-
Nu aterro ila lliia-Msla n.7H, loja ilft ralrailo da
larra, ilo Anlonio i'croira ila Cusa liama, n-inlr--,-
siiiijlosilu courue lustre para sonlinra, omilu bem
fotoa, a 151:20c a 19*11" par, cdcronlaviio, a 7:20;
o lambcm lem para meniHM 1.- Indos os lamanlios.o
mais baralo i|uccm oulra qualquer parle; Idinbem
loin meiiis liolius de lustre, obra prima c muilo em
nuil.i ; vendo-so ludo mais baralo por ser diuliciru
visla, sapales do todas as qqalidades e penlci do
larlaruu.'i, a 'tlOOtt rs., obra muilo em moda; rlic-
i;iieiii aules que se arabem.
CADHI01.ET E CAVAI.I.O.
Vende-se |Nir iOsMOO rs. um cabrjglcl caberlo,
ruin coborla Ja lirar ebolar, deconslrucjao inglexa,
mui brando de molas, em muilo bom istado, com
arrciose rom e\ccllcnleravallo rui;o, bom trotador,
que mo rarece do chicote, ludo pelo preco cima
estipulado: no alerro da Boa-Visla, loja n. 58, so
-lii.i onde.
Veiulo-se uuioplimo >iolaodo cxcellertle vox,
um mclbndo para violao |M>r Cjiruli, I relogio palen-
le sihsso com noatrador colicrlo, mu mclbodo solfe-
ju por Kodolpho : na ruado Araglo da Boausla n.
Moja.
S0UTI.\JEM0 DE MKIAS. .
Veudem-io meias linas, para soulioras, a 3i0ll,
iSHOO o 59300 rs. a duiia ; c o par f-JHO, HO e 500
rs. : ditas para meninas, a i-sim, :i.-mi, :I9200 o
.19,00 rs. aduaia, eaopar, a 10, -2H0, :IM e 30
rs.; dilus para honiem, a 29300, lV)0, sgOOU c .
59 >00 rs. a iluiia; e o par, a 210, 100, HO, WO rs.:
ditas para meninas, a J9IIK. 2CtKI. -Jarllll c .IflOOtl
rs. a dVtia, c o par, a --O, 2W o 80 rs.: na ral
Nova, loja iionji n. lli.
CHAPEOS DE SOL A 2,500 RS.
Vende-se chapos de sol dt panioh prelo, de as-
tea de balcia c de cabos muilo torios a 2S500 rs. : na
roa Nova, loja Mvt n. IB.
. Vende-se cassas de quadros e de lislras para
babados, a 29IOO rs. a 'ir.i, e 1120 rs. a vara ; ditas
.iberias para cortinados, a :19500 rs, a pec.a, o 100 rs.
a Mira, lilas arrendjdas, muilos lina propria paraca-
misu de meninos, a 70 rs. ai ara, dila lisa, a IN",
360, KiO e 720 ra. a vara; cambraia, a 2i00e Jnfm
rs. a pera, e a vara, a 320 c 360 rs.; dila muilo li-
D. con Hilaras, a (000 o 79000 rs. a pcC. o 610,
720 rs. a vara : na ra Nova, luja nova u. 16.
PARA ESCRAVOS.
Na ra Nova, loja BOvao. 49, vende-se algodocs
de lislras eenlrancado, padroes oscuros c nimio on-
rorpailo proprio para raopa do cscravos, a 00 c 210
. o covado. _--
VESTIDOS DE II.VBADOS.
Vetldi'-siic-li'l.isliraiif.K. c..... una e alo qualro
onlcns de babados, a 5SJ00, c I000 rs ; ditos com
arra a .WOOO rs. n ru Nova, toja nova 11.10.
DKPOSITODECAL l POTASSA.
lia A Anwrim, receberam pelo ullimo iiavio
de Li'lw barris com i a desujierlor ral em pedra
p.ua .> r.tlirio.i do asuirar, e leildcni por menos que
cm oulra qudquer parte : e para reclianicnto de con-
tal ii,,. reslanle de^polassa americana: na ruada
adela do Recife n.5
N.i 111.1 da Cadeia do llocifc 11. (Mi, arBUKein de
lli'ini Gibsou lem para vender por preco cuffimodu,
osnicilinii'- reloaios de ouro, o piala de iilenle in-
ajea de lidro c salioiiele.


-
I
'm^\Sw
DAURORA
V
MAHK \ t.
tespeitosainenle anuunciam que no scu extenso es-
ta brice imen (o Pin Sanio Amare,, Continua a fabricar
som a milinr parfoifio D prtmij -'ido.toda a oe niailiinismn pora o us d.m e manufactura, e que para maior rommodode
reus nun.ei.esosfrcguezes o do publico em eral, lem
altcrlo i!iu mu tos pande* trUMMOd iluSr. ,.\le.i|ni-
la na na do Itiimi, alia/ ilo orseual de inariulia,
n ni
DEPOSITO l>K MACHINAS
ronsJruidas no do&eu eslabelerimeiito., '
All arlutro os compradores un CODjpJeJo SOrH-
inenlo de mocudas de caima, rom lodos os melbo-
raiurulos .ilunns dclles no vos coriginne*) deque a
exocricuria do inultos anuos tein mostrado a neces-
sidade. Marlitiins. de vapor dHiaixa e alia prtinflOi
laixas deludo tainaulio,lauto bal idas romo fundidas,
carros de ino p dito* para coiiduzir formas de nssu-
car, machinas para mopr niaudiopak prensas para di-
to, for nos de ferro balido para Can ti lia. arados de
ferro da mais approvada consrrtiocao, fundos para
alambiques, crina) e portas para forualbas, e urna
'iiiliuidadc de obrfc de ferro, que sprin cnfadoidio
enumerar. o iinViim deposito existe una pessoa
iiitelliitentc e babililda par;! rceeber lodasason-
romnicildas, plr., clr., que M ajinuiicianle* rontan-
llorom a rapar idade de snas ofdiias p in.icliinisino,
t I iriiia^leiM'usoflinaes, soVonipromclIcm a lazcr
exondar, rom a muibr presteza, porielffco. ecxat la
eoiifoimidadr (Mili osnmdrlo-uii deSOUlloe, 0 in*li in-
coes qitetlic forcm Tumor das'
^..^MCII.VS Di: FERRO.
Na*' linidinio' d Aurora ero Sanio
Amaro, na do Briim loj'o na diluida, e doli-iui-
tjt (lo Arsenal de .Mniiuliu lia' tempre
inn grande torlunento de tnicliai lauto
de fabrica nacional
batidas, fund
"nudas ; c OBI anillos os logares
ca-
Os
\YndcMii-M' lalioas de pinlio lai
;is da Siuviii, costado, cosladinlio, as-
forro para
ns. Imrficil c as linas,
oleo eni botijas : alraz
SOiilliu
cas : ccincnto
remos de tina,
do Tlicatro Y
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rna da
Sciuala nova n. 42.
Ncsfe fSliilieliTiiirnl'> COHlln n lia-
ver un completo soilinienlo de nioen-
' is e nicias niocndas para engeDflO, ma-
DEP0/IT0 DE GAL i: POTAgSA
No arnia/.ein da rila da Cadcia do
finidos de barr Iteeife n. 12, lia Milito superior
Lisboa ein yedra, assim 101110 potasen
cbcjjada ulliiiiaiiiente a prceos minio
ra/.oiiveis.
i~Z|7!
vapor
lai\as de Ierro batido
todos os tamaulioJ, par
como eslianijcira
i, graqde*, pequeas
raKits, c lunetas ; c om
evistem nuidastes, para carregai
no.is, un carros livres de despez
piceos sao' os oais coinmoilos.
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Itrni'ii Praeeer& Companhia, i-.i roa
lia Cruz., n. 1(1, recelii'ram de 11010 un
sol-tmenlo de instrumentos de msica ,
como se'atn, llaiitns de abano em mi lie-
mol c fa', com i chaves ; nistdes comsiia
competente cai\a ; llantas deliu\o; vio-
Irtes de dilfcreiilcs (pialidades, c com 111:1-
clinismo ; .ismiii como 2 violcs riquis-
miiios, todas guarnecidos .de madrepero-
lil ; tamlieni recomnieiidam o sen gran-
de sorlinieiilo de lodos os niais inslrii-
inenlos, lano para orelieslra. como pa-
ca msica militar, por menos proco >\o
que emoiilra parle; sendo para liquidar
conlas.
. Vende-se nina typqgraphia com
0111 liim pi'clo.coiii grande ou peipiena
pore'io d Ivpos, enleiles, e milito boas
eaixelas ; emlim Indo a Minladc do
comprador ; esla' lao llera montada (lile
m> pode immediatamente entrar em tra-
liallio : na rna da l'raia 11. 55,
si:mi:mi:si)i-: HORTALIZAS.
Venuc-J -mentes de liortulicas de to-
da 1 asiialidndes, chemtdas proximamen-
le do Porto, por pieroeoiiiniodo : na rna
Direila, venda n. 7ii. esquina do becco
dos l'eceados .Morlaes.
\cnilr-sciiiitevrclliiii' escravoi croulo, mu-
jo, nil>ii-.in, M'in defeiin algam p ptima para nrnia-
zi'in de aasucar: uarna ilu CiucoPonas n, il.
16(0(10 US.
Ycndc*so rica, hibrocasacas do easemira t<- corea
inesrLwlas, jh'Io diinlnulo |iii'i;n ,lc IttsOOOrs,; a ol-
lasanio que se acabcn: aa roa do Oueimado, lo-
"<) \ ERDADEIRO RAPE PAULO COR-
1)1-11(0.
Na rna d,i Crut, venda n, .VI, .-n-lia-sr ,1 vendan
verdadeirorapPauloCordetm viajado, do liiudc
JaneiroaoPara; esle 1 a 1 >< kiroa-ac mallo snpcrlor
rom c-*li viagem quefiit pobo loma innilo oniii.in-
lo ande Lisboa, ecoin a falla desle n* amadores da
boa pilada acham oreoorso no aomineiado.
Vende-se a vtrdadeira nava inulexa 11. 117.
em raa de.lames Ciahlree \ ('..: na ra da Cruz
11. VI.
Vende-se a taberna n. |SS da rna Imperial,
bstanle alrenueada, e com "- ruados a vonlade do
comprador: o mptfvO de vemler-se lie por o dono
querer comprai" oulra rom matoras fundos no cenlro
dacidade: Irala-sc na mesina.
- Vende-se nina inulalinlia ele I i anuos, de inui-
lo'boa flgura, cose, tai labyrnlhfl, marta, piales
una seolioia, ludo faz muio liein : oaruadoCol-
le^io 11. I, |iTmeiro andar, se diri (|iien vende.
Vende-se una laberua no becco l.arcu n. (,
muio ali i'jinv na e rom poneos fundos; a Iralar
ua na do Amorini n. :'i.
Al) MADAMISMO.
Vende-se 11111 palanqoim da llabia em bom oslado
e aso, una mobilia Limpela de aiuaicllo em bom
e-lado. Indo islo por mdico prcen : no pateo da ri-
boiro de S.Jos 11. II.
Vemlc-sc duas booilas prelas ipio cngoinmain
lieni. eo/inliaiii e lavain, una das nuaes la/ don-,
nina dita de IHaiiitu rom principio ile liabilidadea,
una dila deaieia dade, iluas prelas, sendo una de
neja iaaoe: na ra dos Quarten a. i,seuuiidn an-
dar.
Na toja de i portas de miudezas da ra do Ca-
lmita Icui paravonder barias para Vollareio muilo li-
nas, iainlias de ledos para o meamo a (,(100 rs,
um cmplelo sorliuicnlo de franjas, Irnnriiilias, lu-
cos, reiijlis; e lilas de Indas as qualidades e uo-lo,
toncas de Ha, UpalinlKM do niesmn para meninos,
bahns limdmlo larlarusa proprios para meninas de
escota, umcomptelo sorlimeolod perfumaria, aiiu-
lli.is l'iai reas muilo linas lano em iilleila como
em caixinlia. lucias pulas c blancas de seda muilo
niperiores.lioas de pellica c seda p"ara senhora, rien-
ses de lariarnsa-naraalar cak'loe alisar, ea-iicns
de Ja-pea l.-,iii. o par, um encllenle oratorio
sem imagen, bandejas de lodo- os iani.mli,>-. (.....-
Iros minios olijcclos, e |r prcQO rnmmoilo.
\ ende-sc mu i-arueiro grande, muelm, e mul-
lo manso, paiaihonlaiia de menino: na ruada So
ledade, casa n. Vi, confronte a venda doSr. Ha-
chado.
glJVlMSTllOOlOltNAS ATACA
1'AltA CASACA, A l.siOrs.
: cada urna, de cornalina, e muilo lindos mo-
delos: ua ra do Oneimado, loja de miudc- 9t
L"sji_. jjle Anlonio JosiMle Aievedo. St:
tMWBMWMWfM
Vende-se 16 cscravos, sendo -i mnlecoloa de
nlade de20S2J .uuius, bou eetTnhetns, '2 ditos,
sendo um Mpalcbo, sdiios de lodoserviM, i cacra-
^a- ipie Javam e coziiibam, sendo urna de idailc de
-JO anuos: 41a rna Direila n. S.
Vende-se -mtis eom familia a prreo de 2e80T!
1 rada suca: no arnia/em de Antonio' Piulo Soa-
le-. 110 becco iloCarjorn n. I).
A KI'OCA.
Jornal de indu-liia. -iiencias, lileralura c lidias
a[les, \ciide-.-c a collecsn peli pfeco di- :I.-IKH): na
luja ile liuos no Kecire u. ,"16, indo para ama da
Cruz.
Vende-se ii,s predios de rasas, par-
leacenteSao 9r. .lose JoaqHm Alves Tci-
\eira. o primeiro de I res a oda res no liair-
11) db lie, il'e, Iraicssa da Madre de Dios,
n. IC, osegurm) muCiinoPontos 11.02.
00 lerreiro na rna dos Pescadores b. .17:
iis pn-lcndciites ilirijam-se a (lliveira Ir-
lllaos (Si C... na
halar."
chinas (
e coado,
dito.
>, MOKMIAS l'AI'-.MKS IIK A. HE. (fi
Z IIK MOIINAY. (i
W7 Em rasa de Bolbc & llidoulnr rna do W
Sk Tranirbe n. 1-2 arliam-se nmslaulemcii- (A\
T le a venda MACHINAS IMKIItAS E T
&l HELAS MACHINAS de varios lmannos ^
.^k desln ronslruccao. Estas UOENDAS lem {(f.
*" a vanlnaem de exlralnr das raimas, por j**
Af rimadel.i POR CUNTO maiscaldo (loque $
"V as ordinarias, com a inesina torea motriz.
*fft Aeliam-se lambem na mesina casa TAI- ^i
A XAS DE I'EIIRO de iniidelliisupeiinr. e : Ti ARADOS TODOS DE IKHHO da arre- J
i .lilaila fabrica de RANSOM E.MAV. V
fi^i^^^V ^ *i ^ *4*V*.Avv^
Depotito il.i fabrica de Todos o flantoi nn Baha.
Vbdo-M,emcau ii.i Cmi/ n. 4| tlgodM ir;inc;i(lti d'aqadla r.iin-ic.i,
multo propropanmcqoadoMBanrq ronpa ii<" w-
rra\os, por proro i-omiiiodo.
Agencia de Edwin M.iw.
Na na lo Apollo n. (i, rmizom de Mr. Calmool
iSi CiMiipiilii;!, nrha-M coilanlomeiilfl bona --orii-
menlOfl de lii\a- de f'*rrn citado c balhlOs lano ra-
sronlo rundas, nwendns inetlnw Imlaadeferm p;i-
raanimaestagoa.ele*! ullasparaarinar era niaiici-
ra ilo Lodos os lamanhose moflclosoanuiisnindeiiios.
machina liorionlal para vapor com ion-a do
Icavalloa, rft.s. [Nuaadciratf do ferro eslanliado
Iian 1*.i-a do purear, por menos pre^o que oa de co-
irc, eacovODI para ni\ios, (Viro fugle lano em
lianas rumo cni airse fullias, eludo pin liaralo
proeo.
Vende<
vinlin da Hadelrado superior qaa-
lidadeetni|iiiirlose olla VOS de [upa, por pro.ro com-
modo: noarmaxemde N. O.Biobof A Compautita
na rna da Cruz u. I.
Moinhos de vento
com bombas de repuio para regar borlase baixas
de rapira, na tundieao le I. W. Bowmun: na roa
do Brum na. 6, 8e 10.
A 5,000 rs. pequeo*, e 5,500 rs. grande*.
Vendein-M' eliaprn- de SOl de seda in^lc/a de
superior (pialidado, pelos pTC^OS aeima : na rna
doCollcuioii. i.
Vendem-ac relogio* de ouroe |n'.>-
la, patente iliglez : na rna ila Scn/.ala
Nova n. 12.
Taixas para engenhos.
.Na fundicao1 ele ferr de I). NN
Bowmann, na rna di> ISi-mii, passan-
d i chafariz continua hnver myo
completo. orlinento de tai\as de lei'i'o
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-sca venda, por
prcro commodo cm promptidao':
embarca m-se ou carregam-secm chito
sem despoza ao com]irador.
I0TASSA SIPFRIOR
Vcndem-se por pi-ero milito com-
iiHiilo, ne urninzem n. "i ilc caw iilfiniclefoi, de Jittd .Ih ii|iiini Pcrera de
Mello, .......> escriptoria de Novues &
Coiiiinuiliin nn inn il" Trapiche n. -'i-
V.-nili-nl-eeiu ia-,i de Me. Calinnlll A. C'Hll-
panhia. na praca do Corpa Sanion. II. oseaninlo:
Vinlia (leMar-eilleem cai\a~ de :1a (Sdutian, lilllias
em novcllua ocarroleis, brtu cni barrica mullo
fraudes, ae.i de inila aorlldo, ferro ingles.
Ein casa de .1. Reller iV Compnn-
liin, na ra da t'iii/ ii. 53, lia para
vender doiis exceUentes niauos lories,
de nina das melhores lubricas, o clic-
endot iiliiinaini'iilc ila Europa.
aos SENHOBES di: i:m.i:\iio.
O arcano da invcnraii' do l)r. Eduar-
do Stolle om Berln, empregado mis co-
lunias inglezas c liollandexnt, com gran-
de vantagein para o melhoramento do
assnear, aclia-sc a Venda, cni hilas de Id
libi-as, junto i-iini oinetnodo de empre-
sario no idioma portugus, em casado
\. 0. Dieber & Companhia, na ra da
Cruz, n. .
Vende-se superior fniinhn de man-
dioca de Santa Catliarina : a lii.r.ln da
barca Firmeza, mi a tratar com .Manuel
ila Silva Santos, na illa do Aiiiorlin n. li
Vende-se cera de carnauba, primeira serie, a
60000 rs. a arroba i na ra daCadcia do Hoclfcu.
III, primeiru andar.
Vende-se sementes de todasasnun-
lidades de bortnhces, jiintumenle ervilhas
de dnas (uialidades, uijuo enrrapoto de
lies quididades, e sementes de (lores as
mais inodeinis i|(ie lia no mercado: na
ruada Cruz do Itccife, aiina/eni n. I'r>,
de Martins iv Irmfio.
Vende--e superior DOlaaSB braailcira, |i"r preen
muilo commodo i a Iralar.....irmaze...... 7 iloeaua
da allandeffa, de Joad J.iaipiim l'ereira de .Melle, ou
no earriploriu da Novara & Com.....la, amado
Trapiche n. 34.
OHAIDE FABRICA I>E CHAPEOS DE SOL,
BU A DO COLZ.ECIO ltf. 4.
J. Falquo rasscienloao roapeilavclpalilieu de
Pernambuco, e em parlleular aos sena rremiezes,
que acaba de racobcr de Pars, codxi do Kin de .la-
Venileiii-y' relo;ios ile oui'O, | Be
lente inrje/., os incln.res rpie lem vinilo
n esle ineieiiilo. c do mais aereilil.ido
fabricante dc'Liyei'pool: em casa de Bus-
sel Mello It ('.(iiiipanliia, nn 'im da
Caileia do ltccllc, n. 36.
Vendcm-M aorca* com farellos, a ItS-iOO:
aiin,i/ein n. I iln raes da alfan.letja.
\*ende-se leiirns e loallia-idc lab>rinlbo; rt
caitas aura dn Araralj ,pur piceos paralo-., e bolas
iieln preen do lW)0 rada par: ua run ila Cadcia do
Recife, i!. (9, pi iiueiro andar.
Em casa de .1. Ketler & C. nn rna
la Cruz n. 5o, lia para M-ndci-, e por
pirco commodo, couros nroprios pun
cobrir curros,- cliegados iiltininicnlc.
SALSA DE SANDS.
Clir-nti mm\,i iiMiii'--.,i |t;tr,t ;i liolici mcii Francisciule Souxa, iu ra lama ilo Kosario
n. :i(. Eslo remedio no prensa de eloaios pan
-t'i' CMiilifi jiln. |mis quesea COOMinHl lie a prova mais
v\ ilenlu de Ma homlaile.
Vemle-se por prcrorommodo rlipeos le l.islioa, (lilos ile palha il< Chile uratiilm e pc-
quoiKM, linos e grOHM, linlia de roriz, eoulra-* niiu-
lexu 'pie se at'ir.im palales aos eompnMIoret i 110
esrriplorio ilc Novan Conipanliia, na ra do Tta-
.IVAS DEPELICA PABA SE- Svj
MIOISA, A I 000 rs. o par.
Talvcz < froguoxn se admirom em raxflo j.
de Bcrem niuito baralax, portn o annun- ^
ranle so r&tpoiHabilisa pela boa mandado, vj^
, as-iiu romo dilasde seda hraiira.ror de cau- S
lia e "le lint, etc. ele, ;i ||800,dlBfl de BCdfl L.'l
de ires e prla, a XiH* n Ir**** rs dllwde t-j
laia iyiiaes ;is (Jo lorcali a 640: na ra dn f
Qucimado, loja de mladeaa a. S", de Au- W
louin Ju- de Axovedo.
\ eiideni-sc \ inlio S
; : 11 -
r *k
leeitino, e do
asa de Keller
e champagne
nualidade : em
da Cruz n. .V>.
supe mi-
e. C, ra
deseo*
V.....le-se aessa em iMiricas, ohosado uliiinaiiiue-
le.omrasa i. Keller v Companhia, na ras da
Cruz. u. 55,
A 500 ItS. A VAHA.
Itriiu Iraucadoliranen de pen linbo. inuioeu-
eorpadii: na luja da osquiua da roa do Crespo. (|ue
volia para a Cadcia.
Vcndem-se vaejuctas de lustre, para
colierla de cairos : ua rila da Scnzala
Vovu n. 12.
\ ciideni-se oleo de unlinca cni lio-
lijas de -e nielo a 3 galo es cada nina :
no arniazein de .Manuel la Silva ganr
los, ua na do Ainoiim. ns. 50 e 58.
No arnia/ein grande, defroute da
cscadinhn, se vende suecas de fai'inha de
mandioca, lina, a i,500asneen.
\a piula (la Allande;;a aiinazcm
II. di), \ einlc-se oleo de lllihaca, cni poi
ro'es a vontade dos compradores; neo de
illilao', clllimbo do iiiiiuieao' 0 sai-cas
com l'aii
Vend
as da KlH
o
3-1-1-
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n *.
- a
1. P- ? s B
liimilio de miinicao
-lio a 4,000 rs.
ein-selunas,briu/a, brinse moia. lo-
:-ia : no ariua/eui de X. O. Ilielier e\
Coiupaiiliia. na rna da Cruz u. i.
\ ondoui-sc osvardadcirosselllnslnalozoa, pa-
lenle. de mola e seinella: na na daSen/a larlo-
van. i-'.
nuc-: ni-: BACORV.
Clie-'ou reeenlemenle do .Maranliao luna pe(|ueua
putea., .le^ledelicado doce, O luelliol- (pie lia. lauto
neja aiia exeellcnlo qualidadOi como por cousenor-
se por mullo lempo om perleiln eslado : vende-ae-
eui casa de I-onle V Irinao. na ra da Cadcia Vellia.
TAMANCOS FHAXCEZES, TI DO Di:
..lADKIliA.
Acaba decbegar ao mercado desta
iliaca, nina poirao dcslcs tamlicos de
nina menean, lao leles c cominoilos (pie
p.-n-cceni ser l'eilos do conio o milis lino
c delcado,po'lcnicalcar-sc com sapillos ou
sem ellos.; e porcpie pceo se vende esles
[amneos, por 1,1)00 rs. cada par; nao
pode ser mais barato : as pessoas
ipiiziTcni. i.'io a ra Nova n. 17,
acharan de (piahpicr laiuanho.
Vendc-,0corle, de ras.a piulada, eoni nilujar-
das, pelo dimi'nulo preen de I^iihi, e o comprador
comprando de de/ curie, para ci...... se torno abali-
ini-nlu do coslumoi no aleo de lloa Vala, loj.i
ii. 18.
Vcnde-M'cliila casn iniiilo lama, ('orlixaede
ptimos desenlio, a 200rs. o cavado, clillas domes-
tica, por aerein e .VMillil e 69 a pera e o cn\ado a HiO, riseados de li-
nboa lo, e niela, rasimiras dealgodAo, opllma fa-
/emla para fa/ei calcas nealo lempo, a 3J.) rs. o ea-
vado: no alerro da lloa Vala n. IK.
Saldo o luz o advoaado dos nrpliBns ou uui-i
praliea dn pruecaH orplinnologico, adapladoao r.'.n.
bra-ileiro, para O UM dos jai/es. OSCriVIlC. ail\o-
LM.itis: \en.le--c por iiihhi rs. na livraria u.6c8
da praca da liidopendcucia.
cowatTORES di: tapete
Bucurospara escravos, a900, ISOOOeW*0r..:
na loja <\>\ esquina da la doCrcspo qus volla para
a Cadcia.
.Madama Milloeliau Bamssrd parlecipa nos
seii>freiaie/es que pelo ('mili1 Roger ultimo navio
rhegadodo Havre, ella recebeu um lindosorlimen-
lo (le rnmora. e capoliDlK de bien; >eslidos
de bloild POnl babado. ricos com i-atieees e inanias
para noivas.. iliius de baile: llores linas para ealic-
eenleiles. .-apellas da moda nova, csparlilbos de
bules de ralieea. turbantes,
51. >

,5 3,
5 5 -
s
l<

i
k

-a
lili-

u_,.:r;s 1
l'll.ll.AS VEGETAES.
Conlinuam a veudcr*M em caen de Barliolomou
Iraiiri-ro do Snu/a, na laiira do Kikiio ii. 36.
Vende-se ji posse de um pequeo silio, rom
frente para a Snledade ; lainliem se ilusa nunn rou-
\ier, na lunar chamado r;ini|ro Verde, junio ni fi-
lio lio Sr. blspo; a fallar na ra da l'raia D. 37, que
se dir ipiein faz esle, neooefo.
>a ra (- h Tiempo, casa
i.70lia para \ender-seseinenlc de er\illia deduas
pialidadese uvamiise.ilel hem madura.
BOTICA I
HOMEOPATHICA
28 I'.CA DAS (til ZC.S 211.
Dirigida por um pkarnuututico nppeotatto 3
Balo eslalielceiinenlo possae lodiisns me- C
diraueulusal aiiuia expeiimenlailos.

i iiua
l
wif.^peJ d-,i:!"de zSSSPi ^'liu,;1^;!:; '; assft
1 |,|,|. auilbas frunie/a-. lelrn/. ele. e inai. la/eu-
dasque m vendero mniloem coala.
COBERTORES DE TAPETE.
,\a ra to Crespo n. (. wnde-sesuprrinre-- eolier-
(oresdoalsodio esruro, proprios pura esrr;i\n-. a
900, IS00O w.eliJHOfada mu, brni(raneado Illan-
co .le linlm puro, a " ruro, a IM*' e 29000 i--., crleadaclilla rom balia-
dns e liana,a lHMK) rsM lendo 13 COVldoa cada un,
chllas escuras de linfas segura*) a ITOi IflOtedOOra.
n covado, ncllm po'' inaco, a 3|O0O e:!.-?^no, pan-
no prefo lino, a :l e l|000 rs. o eovado, dito a/ul
milito lino, a 'i^|'1 n, i eovado, pecas de cambraia
tle salpiros rom 7 varas, a 'i e ^j(K, c muilas niab
raienJa \t menospreco to qiie em oulra parle:
ua ruado Crespo, luja n. 0.
PAO" CRIOULO.
Do dia Mgunda-fcira, -"> docarranle, havenl o
siipiiii.i' pao croulo, o mais arredilado .ur lia na
c'.rlo do Kio de Janeiro, per ser Iralialbadu |Hr ma-
ihiiii'nii. e avilar shiu qualquer gola de .uor que
por entura poasa calilr na masas, como qnasl c-
ralineule aeonlci-e ein oulra. casas, pelo |ioucu cui-
dado queeoipregam no Iraballio das massas, oque
Hfio urcede ncslc novn eslalieleciincnln: esle pa i
be superior a (|uali|uer dos r.-ibrieados nesla praca ;
espera, perianto, o fabricante que as iiessnas que
lecm Ihhii Koslo, na scxunda-feirn manilem veras
ani.i-li.is, eerlo de que rimlinuarao: na ra da Scn-
lala Nena n. 30.
BILHETES DA PRO.VINCIA,
Lotera dp Rosario.
Na rna da Cadcia do llerie n. 94, loja de camliio
de Vicha <\^i Silva, c-la cxposlo \enda um eoni-
plelo soi liinenln de caulelas da lolei ia cima inen-
cionada, cujas roda, audain imprclcri\el no da -2H
ilu crranle in. 0. pceo. So os eminles:
Uilatn.........700
lie. iinos........IHI
Vigsimo........:i^'
Vcn.iienacen, i"ni inilbo: no Recife,Jiccca
Lamo, icnda da e.-ipiiua n. I.
Vende-se mala da piinieira qualidaile e muilo
fresco, ilieLM.l'i na barca ffanM ariaBtMSprlet
podras de amolai em pequea, o araode poro.....,
sal do \s-ii. ludo por proco muilo ii.nniii.il..: ua
ruada l'raia, ainu/ciii n. :I7.
completo sor lmenlo de cbapec
pauulnbo, lanto para Imineus romo para senhoras.
leudo para os primeiros um escribidosertimentoda
ebapcosde sol com cabos inliricps oa mais lindos,
(pie lem viudo em earicalurasdiversas, dilosde can-
oa, ele ; ajande auanlidade de sedas e panntnbc,
ein peca pala colinr ainiaeoe-.serv idas, as (pie forein
de ierro, envernisam-se que tlcam novas balel
largas, OSlrcilas e de aro para c-parlilhos e vestidos
de -eiiliora-, bengalas bouila.; cobro- ee concer-
la-wlodaequalquerqualidadcdo chapos de sol:
lodos osolijeclns cima mencionados M-iidein-se ein
porca earelalliopoi- menos preen que em oulra
qualiiucr parle.
RAPE PAULO CORDELRO.
Vcnilc-sc por preoo muilo roiiinioilii,
na loja n. 7 da ra da Cadcia do Rccifo,
de Antonio I.ojies IVrcira do Mello & C. ,
adverte-se qne lie chejjodo pelo ultimo
vapor.
ATTENCAO'.
Na rna do Crespo, luja da esquina (pie Milla para
a Cadeia, vende-sc |ianno fino prelo, a 3&nm, :t"i(K).
"iBlKS) e lljIKKI rs. o eovado, dito verdo iiiuilo lioni,
a 3S000 c laOOO r... azul, a JHCMl, il^SKl c IWKMI
r... c muilo superior, a ."m.vm, lencos da sala bran-
cas dos niais Alies que lem apnarecido, a IfilNNI rs.
cada mu ; ha lainh.ni mu lindo sorliiiirnln de ease-
mias de cores e pela-,-i-liin prelo, BSrJS hespanlio-
la, e oulrasinuilas fa/eudas, por preco coniin.'.lo.
\<>s FABRICANTES DEVELAS.
Vende......ra 0> .vi naba, e grasa do lliu tiran-
de muilo superior, a por commodo jlrccp: no.ar-
ma/em de 11. II. An.liaile e\ C, na da Cni/, cnu-
liiinie o cbafarsn. I'J.
Vende-si' un csi i.imi peca, ,1c hoi.ila liunra, e
Iiroprb para lodo o sen ico: na ra da-Madre de
leus, loja n. 'Ii.
Na rna da. Grata, n. -". vende-SC nina prela
de III auno-, muilo robusta, coxiulia, 1(1 a. c serve
hem una casa, e um eacravo de nacfio, propriu pa
i.i servico de campo un silio, por commodo preco.
Vende-sc unta canoa arande, que |K-ea em
i- ilc mil lijlo-, Concerlada ha punco de novo.
la* machinas da invencao do iir. Muro
M Caiicirasiie l2luboaal IflO,porprecnava-
'^4 riaves, conformo a qualhlndc das raivas. a
... ipiaiilulado los remedies e suas dvnani4-
SJ Bacoss.
25:000 US.
. I MA CARTEIAA mm tw 24 prneipaes
*H re.....lins liomopalliieosellolirasdirreienle^
Q hidispensaveis para os principlantes (pie se
a (pii/erein convencer daverdade ila nova roo-
* uicina; ronlendo alm de nioltos consellios
rlinicos, a pAlbogenesla de 18 medicamen-
tos, pa
Tubos avolsos(cada nm ).....ISOOO Q
MR Ti ii turas de lodosos modicamonloi em fras- ^?
H rus.le >1 onea............i'.nhhi b
M Na ine-ma liolira enetuilrar-se-lia seinpre "$
*Q ii ni iainle snrlimenlo de li\ros em purN- 5?2
O KUQIC fraiiee/, 6 i'iulim ludn ipiaulohe DO- jQ
i cessario pina o esludo e praca da ioDKSopa-
Ihia.
A. //. REFOHflAM-SE GRATUITA-tai
.MlMK todas ascarleiras vendidas uoc*-
InbclecimenlOi eujos remedios, pt 11 humilla-
do ou poripinlcpier ouha rausa, li\eiem si-
do de'eriorados.
Vendc-se oleo de ririuo, em lalas, por inenoi
ilo que em oulra ipialipior parle : na na da Ca-
deia do Recife n, (. luja do lorragens.
RAPE PAULO GOKDEIRO.
Na ruadaCadeiado Recife loja n.50, doCunlia \
Amoriui, vende-se btese meioflditos de rap Paulo
Curdeiro.
fl'o.-iss.-i niiirrlcniM.
No ailan dopnsilo da Cade!a Vcllia n. 1, esisfe
urna pequea porrafi de polassa americana, clieaada
reeenlemenlequoporsuperiorrivallsacomada Rus-
sia: vende-ae por preco uaoavel.
DEPOSITO DI". CAL E POTASSA.
.Varna da cadcia do Recifen. M, vemlem C.unha
,\ linorim barrisrom 1 arrollas de cal cni pedia.
rerenlomculecliegada de Lisboa, e polsssa do boa
n Vendo-se liouoalgodfio
liin, por |>it'rti COUllodo : no es- n
cnptoi'io di' Novaea i\ Compaiihin, .
na ruado Trapiche o. V. &j
SAPATOS DE BORRACHA.
Na na da Ou/. confronto n Mugoola n. 36,ven-
de-se superiores sanaloa de borracjia, proprios para
o lempo de clima,<> |x>rprec(i commodo.
VINHO I)() POTO MITO TINO.
Vendo-se aupei'ior vinlio do Porto, em
linri isde \.t .">. i'S. : no irir.n/em da na
do Azeilt de Peixe-n. I oii o iralar no
DAVID vVII.LTAM BOAVMAN, epgeolieiro ma-
chinlala e fundidor de ferro, mui rwpoitosaiacnJe
annnneia aos senhores proprietartos de eunenhos,
razendeiros, e an rcspejlvel publico, qoc o sea esla-
belechncnlu de feTQ movido por machina de vapor,
na na do Brum paisatulo sjchafaiif, coniina em
cuViyoeicrciclo, encacha complelaimsole montado
com apparcllios da primeira qualitlade para a per-
fella rnulercaA ila iM.intrt's peca> de inarliinisiuo.
HabiUladn para cinprelieuder quacaquer obras da
sua arle, David William Bowman, deauja inaispar-
liciilannenle eliamai a allenca publirn para as so-
liiiiilen, por ler deltas erando sortimonto ja' promp-
lo, em doptsilo na mesma funilica, as quaes Cons-
Iruidasein sua fabrica podeni competir com as fabri-
cad.iseni [lid/ eslrauueiro, tantopm prejo como em
qualidatle de maleras primas e inad de olira, a
salier:
Machinan do vapor da mellior ronslriicafi.
MoeoNn de caima para enuenhos de lodos os l-
mannos, mo> idas a vapor por afina, ou animaos.
Ilodasde asna, moinhos de vcnloeserras.
Manojos iudo|>ondenles para r.i\allos.
Kiuhis dentadas.
Afiuilhes, liron/es c rhumacoiras.
(amlhoos e parafusos de lodos oslamanhos.
Tai vas, pajtoes, crrVOB8 bocas de fornalha.
.Moinhos de mandioca, movidos a ma ou porani-
maos, e prensas para a dita.
Chapas de foyatie fornos defarinlia.
Canos do ferro, (orneiras de ferro o de bronze.
BomblS para cacimba c de rcpiivo, niu\idas a
mao, por aniuiaes 011 vento.
ufudastea, guincuoae macacos.
Prensas hidrulicas o do parafuso.
lerraiens para na> ios, carroso obras publica*.
Columnas, varandWi sradei e portos.
Prensas de copiar cni as a sellar.
Canias, ranos de niaOearadmdc forro, ole, ele.
Alm da superioridad^ tas suas obras, ja' oral-
mente reeonliecida, David YYilliam llo\\iu;ui uaranle
amabexacta couformidade cornos moldoi 6 deao-
nbos renielliilos pelos senhores que se diunarem de
fa/er-lhe eiicommeudas, apro\eilando a oceaao pa-
i agradecer aos seas numerosos amigue e freauezes
ii preferencia com que lem sido por ellos honrado,
o assouura-lhcs que nao poupara SjafOTCOBOdiliien-
cias para continuar a merecer a sua conflanca.
i-. r.l'-.:.l-J, JdfMJ&LM
j9| Vende-sc sementes de lurtuliras g
-,',! milito lioxus, scndii de H'ijocar- Ki
H rapato, ci-villuis lortns, emiYc, ni- K
liancics, salsa, etc. etc., c porpi'o ^|
('(i lllll'llill : nn l'llfl l;n-;;;i (1(1 llosil-
riii. luja de iiiiudiv.as n. 22, de
VictOn.....lose l'cn-cira.
; / .
o 39A
conlronle ao Rosario de Banlo Antonio, continua a
vender doce de casca da i^uinh.i, mellioi- que lia
ncsia praca.
Vendc-se ar/o de mlso, traijiies
mi fogo da Cliina zinco em (binas,
raivas surtidas com copos de vidiMN, ce-
mento em llameas de I 0 arrullas, fai-ries
c |iaiiialiili,i;., caluis da Itlissin, lonas"da
Ulissia, lelas slcaiinas de ti em Ulnas,
rotimda India, oleo de liniacn em latas
de ."i gnlOcs ; Indo na na do Trapiche n-
}, casa de C. .1 Asilei & C.
^ Vende-soprasunlos inglezesmullo novospara
li.unhre. lalas ruin bulaeliinhas de soda iu-ilr/a,(infi-
jo depralo, conservas muilo novas, sementes de in-
das as qualblade. do borlalico, chegadas iilliinainen-
le: i... roa da Cni/. n. ili, delroiile do Sr. Ur.
Cosme.
CIIA'PRETO.
Embrulln. ns mclliore. que lem apparerMa al
a, lano rallnijc noslo mercado; he o nltico deque se leve ussr,
idos pe- B Indos u. nrnl'i
da lia- B
mi es- ES
Vi
nn de ViHill,. i, I i........ inaisdennlliji.il.-, concenaua na.....mi oc novo, a
na I. .\|i(ilhi n. Ii,|i,ii.i .i^,,,,,,,,, ,. ngose mais precba: na roa do
I Hospicio, casa u. >
escii|ii(iii(i de Novaes .\ Companhia, nn
na dn Trapicl...... ."i.
PECHINCHA.
\"finli--.e por 300)1000 rs......a muala inoe.-i c re-
bulle, que nao lem achaque algam mate (toque
nina pequea infl.mmaco nos ollies: ns prclen-
denles tilo a ra do Oueiinadn n. 7, toja da cs-
Irella.
PIANOS.
No eteriptorio d Feidel Pinto di Com-
panhia, na rna da (".ni/, ii. (i."i, vende-se
uuatro [liaims liirles do niellior autor de.
l'iuis, chegadoS pelo ultimo navio frail-
ee/..
SUPERIORIDADE i: ASSE10
Na ].. 1.1 .i i i.i .la ra da Si-n/al.i Nova n. .'10 ; lies-
le Qslabeleciinenlo ato ijidas as massas irahalhada.
por machinisino, para evitar uualuucr yula (te sunr
(|lie uernluicule se lea as mais nadarla., |t.r seren
as ililas roaasas Irahallinda. Iiraeuiiiculc, n que nao
alindero nesli HOVO i-ilaheleeinienlo, e c lrail(|neia
\er n ,-iLseio annuncia.ln, sendo lodos os dias.Mas-
as frescas e pajas presea (aglelas:
llisi-oulos de aramia B-oaoves .... IHll
l'alias da raiulia.........K00
It.il.ii'hiulias de aramia pura. il.l
ihi.is americana........' -oa
llisc.iuliiiho. de erta-doee......IISI
Hilos de lima..........,n.i
hilos de ujranji..........400
Ditos de faniili,..........HIMI
Hilos iiiqicruiea '.........SOI)
Hilo, .nanle........... 1(i
virtudesdcstoobieslfle liem discutidas; ventle-eo
no arnianem da |ierla larga, dclronlc <.i cscadinba
dn alfandega, por preco commodo.
0 59 A
confronto ao llosario de Sanio Antonio, coniina a
vender bolinlus para cli senipre Irescns, c de 12
.......ais qualidades, per ~i ou mbtiirados, ealada
1.....le .los muilo linos fhocnlalfs franceses.
! I -2Ssig
IIAIIATO .
'nde-tte rasaras de |i.*iiiiio prelo, a I6|
1-.,-lilas de ebres, i !-? aboloaduras douradaSi a i.v^hn) rs.. sobro-
casacas de panno de cores, a li'-'iuo 1-.: na
ni.1 .Nova, lojji 11.2, aira/da inalri/.
! /' / -/
\ cndeni-se lunas, muilo em cenia : un arnia-
'..... de l-n\ llrulliers : na ruada Cadcia do Recife,
n. 63.
';. ':'::::.:.:;-::;;:.;;;;;::::;:':::::';-
.. GANT0IS l'AII.IIKTi; & C.OMI'A- I
MIIA.
;; Ciinliniia-se.-i \eiuler no deposiln aeral da ?.(
.-; rus da Crui 11. .'i-', o escolenlo e bei con- 34
$1 eeiiii.iilu rape arela prelada fabrica de lian- $
j} luis Pailhelee, Cninpaiiluu, d.i llabin, em )$
:..- pandes epe(pienaspoifes,|ieln preco eslalie- %t
lechn. ^
SACCAS di: mili 10.
ChegOU da l'aialiilia urna poreSO de
suecas com nulli.....vende-sc no trapiche
iln Cllllhn, 011 na luja 11. 2li da rila da
Cadcia do Itccife, esquina do lieeco largo.
PARA FOltKOSDE CARROS.
Caseiuiras tle cores, proprias para forro de Ii
carros: na loja n. '2 da na-Nova. <$
:^:: ..::;::: ::,;:, :;-;:-::;v:;cr::::=:."-
Vender camisas j>ara Itoineiis com pollos, co-
lariulKM i' punliosdc lindo,ditas rom peilos de niur--
rnlina : naruaNo\a, loja n. '2.
I'AItl.MIA DE .MANDIOCA
\endc-se por preen rommodo : a huelo da escuna
Soriri/utlr FeltZf OU 80 lado do Gorpo Sanio, loja de
niassamesn. ~2~t.
MEIAS CASEMIRAS.A 2$000OCORTE.
\ ebde-se rries de moia casoinirai de padroes as-
curoa o.claros, a 2^H>0 r>. n erlc : na rna No\n,
oja noTl n. 16.
\ i ->() ns
i de coressegums, a 19500,
rido-so ainnslras rom |c
nova n. Ili.
\o FEUAO' barato,
Ni i armazn de Candido Alberto So-
dre da Molla, na rna da IruvesSO da Ma-
dre de Dos, \ciiile-sc l'eijao liraneo em
sacias de nmieire, cora um bexnieno
pi-incipio de luid, a 5J000rs.cadfl sacia.
ULTIMO COSTO.
Vendo-ee corles ilocaau. de hara, c que se pude
enriar para lxcr de panados, laxenda nnva c dol-
limu cusi, a tSKK) o curte : na ru.i Nova, Inia nova
n. (I.
fo paleo do Collegio a. S3, se dir i|uem leade
nina rica mobilia de Jacaranda, imr preco eonimndo,
sendo Headeias. I sof, -I hanras. I mesa redonda
de ineiode sala, g (adeirasde bahmeo, I par de l,in-
lernas bordadas, ludo de hom gnsln.
. Vendeja para ijuitlarao de cnnlas o secuin-
les predios:un si.hrado de dnus andares eom to-
llo na fu Bella n. :I7. nina cas. lerrca com quintal
para o rio na rna dn Bcinllra, na Passacm da Man-
dalena n. (i, o mu terrena de qualro rreules no lim
da rna Helia junio do rio: os prelendcnlesdirljain-
0 a i ua dos (.'unrlcis n. 8. dn nielo dia as :i horas
da (arde, ou na run laraa do Knsariii n. .50,
I.Mil
servar ntinna a vender se
da mido Ranger.64;a (S40 ra.ea.l,
Charutos de Havana.
(h iiiclliori's ijiit' leeni viudo ;( t.ht|
mercada, vendem-sc contiiuadainnij,.
tul casa de lirimii Praeger & Compa0
l>i.i, na ra da Crtjz n. 10.
KOH I.AH'EC1'EI V.
O uniro torialdo por oVdfo do eonnelhn r4
e dficrefo imperial.
Os Mdicos doslnnpilacs roeomineiidam o ,irrsV
Lall'ecleiiv, como sendo o mifo milorisado pe|y J
vernoe pela Real Soecdade do Medirioa. Bsle afi
diramenfo d'um Rflo auradavol, o fcil a |or
em serelo, esla em aso na inarinha real desde m*.
do G com pouca desneza, sem mercurio, asaffccrAes V
pello, ihipingena, aeeonsequenca^ das sarnas, n[
ceras, c os arridenles dos parlo, da dado rrilicje
da acrimonia hereditaria oa humores; con\rml||
cilli.iritis, da hevji;a, as conlrarctN, c Traijiifaj.
dos orgAos, precedida do abuso das ojeccjOes nn 0
sondas. Como antl-syphilitiro, o arrolle cura em
ponen letnpii os Ilusos rcceflles ou rclieltfes, que t|.
vem inrcssanles sera consequencn rio cmpreuti da cu
I'.lili,i. da cubelia, ou das injeccoes me represen?
lam o virus sem noulralisa-lo. O arrol>c l.aili-i |jj
lie especialmenle recommendado contra as doeiiri,
inveleradas ni relwldes ao mercurio e no itHlor(Q
tle |K>laso. Vende-sc em Lisboa, na botica de Bar
ral, e do Antonio Feliciano Aires de Azcvedo, pr*
ea de I). Pedro n. H8, onde traba de rhecar unn
grande porgando garra fas grandes e pequeas, \^
das direclamcnle de Pars, de casa do Si. llnucio,
l.alTectcuv l, roe Ricbev a Pars. Os formuladaj
tlam-se aralis em casa do agcnle Silva, na nra$a ds
I). Pedro n. K. No Porlo, em casa de t,- .|,,,-.,
Araujo; na Babia,. Lima rSiInnos; em Penian-'
buco, Soum; Ro de Janeiro, Rocha & rilaos, r|
Mm i-n.i. loja de rirouas ; Villa-Nova. Judo Pereva
de Magales Leilc; Kio- la Coulo s^ C.
ANTRiLllUnE E SI'PEUIOIUDAOE .
Di
SALSAPARIULHA DE IrKISTOL
sobro
A SALSA PARIIILHA DE SA>DS.
Allcngao'
A SALSA 1'AIIIUI.IIAHE IHllSIIII. ilaln!,,
de ISH-, c lem eniislautemcnlc inanlido n mu rf.
Iiii/nriio sem nccCidadc de recorrer a |ioni|i,w
annuncios, de que an preparaefles de meriln iiihIms
diepemar-se. O succesao do llr. Illllslnl lom
prmocadn iulinila. invej.-K, e, cutre oulras. ,i. .|
Sr. A. H. II. Saiuls, de New-Vork, preparadonl
e pToprielarius*da Isa narrilba conhecida peln
me de Sands.
Esles Miihores solicilaram a aoencia de Salsa pan
rilha de llri.lol, oconio uSu o podessein ohlcr. la
tiriraram moa imiiariio de Brblul.
l-ja.pii a caria que oSn. A. II. II. Samlscsi
crcvcrain an llr. Bri.lol no dia 20 de alud de Mi,
c que se acha cm nos poder:
Sr, Dr. <:. r. nrinol.
Ilufalo, or.
1 Soaso aprcciavci seobor.
Km' lodo o annu passadu leiilos leiuhdo i/iiiiiIi.
dniles consideravei. do eilracln de Salsa parrilha de
Vnic, o peb> ipie ouviiuos dlser de snas riiintt
aquellos que a lem usado, julgainos que a venda iU
dila medicina se nimiionlar muilmimo. Se Vine.
qui/.cr fazer um convenio ronnio-..., eremos qus
nos rosoli,ii ia minia laulagciii, lano a n como a
Vine. Temos muilo prater que Vmc. nos re prnala
sobre este assumplo, c se Vine, vier a esla rldads
daqui a um me/, ou colisa wineltianle, leriaines
muilo pra/cr em o ver cni oossa botica, ra de Ful
loo, n.711.
I'ie.-ini as orden.do Vmc..cus seguros servidores
i.Vssignados) A. R. SAMIS.
CONCLUSAO'.
I.c A anliguidade da salsa parrilha de Brislnl lie
clarainenle provada, puisque ella dala desde ls:u.
oque a de Sands s apparcecu em 1812, opoca na
qual esle droguista nao pihlc ohler a agencia do llr.
Bristol.
_'. ; A superinridade da salsa parrilha de rislnl
he inconlcslavcl: |m>s ipic uo olislantc a coneur-
rencia da de Samls, edo una porcin do oolra. pre>
par.iecs, ella lem mantillo a sua replanlo cm qu-
si Inda a America.
As iiumerusas experiencias leilas com n uso iU
salsa pariilha em lodas a. cnlermidadr. originadas
pela impuress dosangae, ee hom ciilu oblido net-
la corle pelo film. Sr. llr. Siraud, prestdenlc di
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
I)r. Antonio Jos Pe.oto em sua clnica, coiiimm
alamada cau de saade na Gamboa, pelo lllm. Sr.
llr. Saturnino de Dliveira. mcilirn do eveieilo, o
poc varios outro. medico., permitlem lioje de pro-i
llamar allameule as virtudes eDicaze.da salsa .ar-
rulla de lirisi.d. vende-se a .iBOUU o vdro.
\ islo acliar-sc de novo aherla a lailca do Sr. Jo-
sillaria lionealves Hamos, na anliga ra dos Qoar-
les, miidou-sc oulra \n para all o deposito da sal-
sa parrilha de Brislol.
Vende-se calcados para liomcm, senlioia, me
linos cmeninas: na loja II.2 da roa .Nina.
TltA.NCAS IIHANCAS DE SEDA 9
$p commodo preco: ua ra do Qiieimado, loja i
W do iniude/as n. 7, de Antonio Jos de A/e- ,'*
n vedo,
Vende-se l:.(W(KK) rs. de apolires da divP
ta publica : ao pe dos Martjrios sobrado de 2 anda-
res do lati dosul, primeiro andar.
Vcnde-se urna linda mulatiuba de II minos tic
itlade, propria para se educar: na rtia Nova o.31
ESCRAVOS FGIDOS.
Ii
\
le
E
CHITA,,
Vende-so peras de rhil
e aos (-ovados, a 130 ra.;
llhor : na ra Nova, toja
BOA JtECQMPENSA.
Aclia-sa fgida uiii cscrava, muala, de nomo Ce-
nia, de idade ponen mais ou menos 10 anuos, coni o.
signaea seguinlc. :allora regular, seoslas can
dnas costuras, sendo urna no lionihro csqucrdo con-
tra pora o lucio das costas, no lugar da nuca lem
iunalmenle urnas costuras peqonas, osps ioin|.ii-
dos e seceos, lendu a mao esquerda um tanlo dor
menle jior ter lido um panarcn. cabello corlado.
hio.de san e liman de lila bastante velho, finiio na
cgunda-fclra, ts do eorreotej a pessoa nuc Irrai
noticia della. p.nle dirigir-se au aterro da iloa-Visla
n. 17, a cnlcnder-sc rom sea senliur l'rcderico Chi-
ves, que ser recompensado generosamente.
lia ci.lade de Sobral, provincia duCcar, lucin de
sen senliur Juaipim Lupes dos Sanios, em das de
ilirl de IK.VI. um scu escravo mualo de noiue alar-
colino, de idade de-20 anuos, ponen mais ou menos,
rom os signaos seguales! Caliello crespo c huiro,
rnslo ri-dnttdu, olbus iieuuenos e caslannos, nao li-iAvi
aira] I
n
ni
I.
*
10
10
ni
i
m
u
Ci'
S(() RS. O 1>AH.
(i, loja de miii.le/.i- n.
tn ingle/ para homero,
inulo preco de l?l|(J i .|ii.- s.- acabem.
SIIIKI |....._.. ilHI s i]
doiis andan.....(loo, iniii l.aslnnle- c.....modos ua
ruado Vinario n. 17. per......ule a bcrdi .
ra do l.ivranienlo u. :|8, sedni.
Von.lc-.e o, diccionarios gramlea, imileis,
porVIeira, assuu mino a hisloria rouiali.l. lainliem
era Inales no paleo do CoHoko u. i.
i.Ii.i barba, ebeio docorpo, estatura mais para lia
do que ello, pernaa urossas, pee largos o earnudo
iiiin.i una pequea marca do lallio sobre o hcco
junio an nariz, lem o semblante alegre, e algunS
marcas iras cosas de reinada*, Irahalha alguina mu-
sa ilecarapiia. Sabc-sc que esle escravo vera ales
villa de San Joan, provincia da Parahilni, ou par*
as parles de Campia Ciando, d'onde ji liuha si.I
escravo de nina senhora de nomo I). Joanna, -...jilio-
ra do ciigenbo (ienipaiio, cm cujo cngcnbo lia nal
irmilo de noine Cernido. Consta com cerle/a. por
lersido visto por outros escravos que foraui da un
ma cidade, que este escravo lem v iodo a esla praca
(.......irgas de algodso; deseeanVac que est J"
l*ao d'Allio para una banda com o soppo.1.....''
me de Mauoei. Quem opegar ou dclle livor nol'-
cia dirija-sc a rna do Qucimado loja do ferraucus,
n. M. de Jos Hodrjgucs Ferreira qoc lem onlcm
do scu senhor para generosamente pagar sen Ira-
bal lio.
Fugio a prela Ualhina da casa du Sr. da mes-
ma, Manuel da Molla, morador no onaenho Novo
de Iguarass, ruja prela le.......-ninles signa.--:
Idado illlaniins. pnui-u mais ou nienos. uacao Ango-
la, bai.a, corno regular, cabeca uui pouco_ puchada
para a parle de detrs, lala peqiicna, nari chato c
bocea pequea, cuja cscrava loi desla praea do Si.
Manuel Carneiroile Souia l.accrda: ipiem delta ti-
rar noticia |h'hIo leva-la a sen senliur no dito enge-
uho cimo, ou ncsla praca a Jos menlo llaslo, na
na da Cadeia do Hecifc, que ser gcncrosanicnle
sralilicailo.
No (Jin piiiiicii-o lo coirente aun
de abril, aeMiMnreeeit 0inses|uei crou-
lo, denonio K|i|iliuno,(lc lippra (S m-
iiiisdc iiliiilc, si ti-o (lo i-oijio, ponin. bas-
tnnlc peitlldo ; Icvoii i-lrn il<- lgodao
azul iM-innisn ilccliiln i('i\n i.-oni lldicsin-
curiiiiiiiix ; lem ollicid ilr sii|iiil<'iro nula
cali;ii(l(i, c|iiu ssoIjIm-/ se iiciilrnio fnl-
rii: (|iicni#ii :i|i|HTlu'iiilc'r, li'vixi ;i S.-niln
Aiiinrii, u c-isuild sen sonlior Jusc' Peivim
Vianiia, ou ua nm Je Apollo, ui-inuzcni
de assnear de l.cnl Res,
ni
lia
iiei
,,!!
ce
lia
|m
lai
ni.
er,
;
G
la
lili
na
1
Hu
no
V
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mi
'"l
ni,
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