Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03156


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Full Text
^5"
pMmIbmo
H
PIVKJO DA SUBSCIUP9AO .
Subsrrcvc-se a 15*000 por anuo, o 19000 por
quarlel pago adjuntado, c fajOO por quarlel pago
vencido, na casa do sou propriolario, M. Figueirda
deFnria, n.i |ir.ii;.i da Independencia, 115.6 o 8, c no
Kio de J. casa doSr. Joacl l'ereira Marlins,
Itliia Maoei na Joaquim Bernardo Mendonca.
I'arahiba o Jos Rodrigues da Cosa.
Natal Arara I y o Antonio de Lcmos Braga.
Ceara' liuilherme Augusto de Miranda
Maraiiha Joaquim Marques Rodrigues.
I'.ua' o u Justino Jos Hamos.
CAMBIOS DE 25 DI ABRIL.
Sobre Londres 28 ;( n 28 'I,
Parta, SIS
o Lisboa, 95 por renlo.
KETASa.
Ouro. Onoashcspanhnlas.........200(>
Moedasde 69100 vcllias......11,-einii
de6&IOOuova.......Hi-'kki
Prala. PatacAe* brasileiros........ 1 1 i >
I'esos coluimiarios........ l.-'iin
mexicanos.........I900
Aceras do Uanro......... 10?
Descont de Ledras.......I0al2
NOTICIAS I3TBANCIHU.
Pul lll-.ul . IV de Mar. Austria. . .1 de Mar
Ilespanba . 7 do a Suissa . 3 do
Franca . 8 de Succia.. . 1 de
Belcica . . 3 do Inglaterra 8 de
Italia. . . 1 de a E. Luidos 23 de Fev
Alcmanlia 4 do 0 Meiico . 15 de a
Prussia. . 4 do California tOde a
Dinamarca 1 do l> Cliili . 15 de Jan
Kussia.. . 1 do liucnos-A. 3 de Abr
Turqua . 25 do Fcv. Montevideo 6 de
NOTICIAS DO IMPERIO.
Para'. 2 de Abril.
Maranhao 2 do i)
Ceara'.. 6 de
Parabiba 18 do
Alagoas 20 de i)
S. P. do Sul 3 de Abr.
Minas. ... 5 de a
S. Paulo 6 do
K de Janeiro II de
Baha. ... 18 do o
rBTIDAS DOS CORRTIOS.
Olinda, todos os das.
Victoria, as quintas fciras.
Caruar, Bonito e liaranhuns, nos das 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Exi'i eOricury, a 13 c 28.
(ioianna c. Parabilia, segundas c sextas.
Natal, quintas feiras.
DAS da semana.
25 BegOnda'. S. Marcos
Evangelista.
26 Terca. S. Pedro Ha-
lis II.
27 Gnuta. S. Tertulia-
no B.
28 Quinta. Ss. Vidal c
Agapio.
29 Sexta. S. Pedro, S.
Tortilla.
30 Sahbado. S. Calha-
! 111.' de Sena.
1 Domingo. S. Grata.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase qiiinlas.
Helarlo'
tercas e sabbadoj.
Fazenda
Ierras esexlasas lOboras.
Juizode Orphaos
segundase 5. as 1(1 Doras.
I'rimeira rara (lo rirel
lercas c 6. ao ineio-dia.
Seguiidataradnriir/.
quarlas e sab. ao meio-d.
EPBEMIRIDEa.
Marco 31 Quarlo miugoantc as 7 horas, 22 mi-
nutos c 37 segundos da tarde.
Abril 8 La nova as 9 hora, 37 miuulos e 37
segundos da manliaa.
a 16 Quarlo crcscentc as 2 horas, 25 mi-
nutse 39 segundos da larde.
a 23 La cheia aos 41 minutos o 31 se-
gundos da tarde.
PREAMAR DE HOJE
Primeira as 6 horas o 6 minutos da manlia.
Segunda s 6 horas c 30miuulos da larde.
PARTE OFFICIAL

GOVERNO DA PROVINCIA.
REI.ATOKK
com que o E*m, Sr, Dr. Francisco Antonio
Rlbelro fe entrega da preiidencla desta pro-
viada ao Exn, Sr. Dr. Joie' Bento da Gu-
aba Flfaelredo.
Illm. eE\m. Sr.OiTereccndo illuslrada con-
.deraeoto de V. E\. o met relilorio presentado i
.icmlriea provincial nu (.demarro destcamio,
juliw < 1 luijij ir o preccilo da circular de 11 de mar-
co de 18 W, poniuaiii no curio periodo, (pie mo-
dela enlre esse da e o cm (pie dalo esta exposc^lo,
n.to podinm *- neeocios da provincia ler mudado
to face, aponte dce\iirein a substituirAo do dito
relalorio, ou notavel allerarao em suas ideas.
A'vista delle, e mormenlc pelo pcrlcilo conlie-
cimcnlo que (em da provincia, poder V. Ex. pro-
ver as reformas cmcllioramciilos deque ella proel
si. -elido para notar que do I. de marco cm liante
,i- p.irlripaccs ofliciaes (cm ido considera.clmen-
le nub salisfatorias pelo que perlcucc AiMuran-
r,a individual ; mas insisto na |iropnsicj)o deque
a i i'pressAo dos criminosos, a prisao e castigo dos
iitdli'itnres, sao a necessidade mais iiniieriosji da
provincia ; conviudo. que para a comarca de I lores
K mande un reforco de .">0 piara*, que j leriam
esse destino, se de repente nao appareceatom
nli.i
que
Jas
ocia e imprtatela
Itouvc
iialac.io DflC
leOello. o
alisar nina
que a da p
remello1 y
>l-a d<
inte ve
>r aviso
Olivos que deliveram sua partida, puis lie de al
soluta necessidade deslruir os euulos de niilfcilo-
ic-, cuja evislencia nessa comarca val sendo cada
tCtmaiS perniciosa, prende-lo-.com os sen- senlio-
res, eenlrogalM todos a actio da justica, oque
de\c e>lender-se aos dentis lugares da |iruwnria,
onde sua presenra depc altamente contra a civili-
nrlo dos Husmos limares, e lie un allculado con-
ii i .i- iris divinas e liumaiias, sendo que enlre CS-
MS iiislniuieutos de morlc coulani-.e mullos deser-
tores do exordio. Oanle da necessidade de Llvrar
a provfocia dos assassinos. mandantes c mandatarios,
toda-asoulrassao de scynmla ordeni, cteiilioquc
cslas desapparecerflo desde que aquella deivar de
existir.
V. Kv. ver que as estradas da provincia, e as
denuda ohras feitas cusa dos cofres provincial e
BCral, estilo em activo andamento, e man ida sua
conscrvafftO] sendo inconlestavel o progressu desses
iik'IIk runenlos.
Os avfso de i de oululiro do anuo passado, c de
h de Janeiro do correle, mandando Indagar as cau-
sis ilasscccas, que coslumam persei^uir o centro da
|>io\iiirj;i, (. fxuiido informaces acerca de sua
producefla miueialgica, ulo lein podido execular-
m' pur falta de pessoas halliladas, que visitando o
cu lerritorio, e fazciido os nccossarloi estados,
deem a eaaa respeilo urna informadlo corresponden-
te ao liin que lein em vista o-, mesmosavisos ; toda-
va olliciei s cmaras para satisfazerem pela (ma-
ncira que Mies fo-se poM'l, e representei aoyij-
> imperial acerca dos embalaros que se oppn-
ao cumplimento de sitas ordens ; parecemlo
<> |ior lucio decommisaOoi de pessoas habilita-
oin os nccessarios conlieciutenlos se poder con-
egulr mu bom resultado; lambcm encarroguei a
reparlicao das obras publicas de preslar os osclare-
Ciuontos a sen alcance, o eonsullados os enuenltei-
rOS que aiidaiu pelo centro da provincia, por bem
das obrase melliorameiiloa decretados pela-, lela pro-
vindaes.
( mi,i das idiras de mais un
hea ila nova poota do Radie.
leudo sido posta em arre
quem ss propoxesse ;i leva-la i
imi|.i'im| rom o inluilo de re
iiiii-. pcrfeiciVi e semiranca do
ll'a, que anda exisle, acaba d. ..
de In do me/ passado, o parecer de unta eouiuus-
'" de enueiibeiios para ser lido em coiisiderac.to.
Tambera he de absoluta necessidade procoder-se
......velamento das roas da cidade, dndole esgo-
loas aguas pluviaes, que neUas encharcara, cas
tomam iulransilavcis, como j ordeuci adminis-
Iracao das (dirs publicas, porquaulo a falla do pe-
dia para o calcameulo yeral da cidade nao obsta a
se melhorar o seuesladoi removidas as causas da
eslaanacAo das aguas, principalineiile cm cerloslu-
gares, onde o deposito de lamas faz as ruai iiuom-
municaveis.
leudo cnegado ao meuconheciroento asirregu-
l.iridades do corpO de polieia, proredenles de se
nao (oinarein coalas, ou de nAo ser acoinpaubada
a cDurega dos uinbeirospara pagamento das pracas,
dos i'vaines ordinarios c indispensiveis, passeJ a
dar lodas as providencias alim de evitar n prejui/o
QUedalli pudesse provir fa/euda publica, ole-
uando uin cxaiqe ngoroso e especificado nos pros e
re la cues de mjislra, para serem recolbidas as
<|nautias de inais recebidas, e responsabilisados os
que scacbassein em culpa ; e bem assim ordena) 0
cvanic da caixu de fundos de faldamentos ; de sor-
Ir que se roidiecain os responso* ris por qualquer
ibuio. c ao mesmo lempo nilo sodran em sua re-
|iulacu o- que naose apropriaramdcsscs fundos e
luidos de m.iis recebidos, neiu (ixeraui inlencao
defraudar < fa/euda, sendo que s depois do eva-
lu se poder proferir uin jui/o seguro c iuiparcial,
e proceder com justica, como be de rigoroso dover.
Precisa o corpo de organlsacJk) o reforma radi-
cal na sua disciplina e adminislraco; esenaver-
dade evislrm abusos, qucdalam de lonnc, (ambem
nao be justo que se menoqire/em OS serviros, que
elle lein prestado tiesta ridade, e cm miiitos outros
luures da provincia, auviliando aulorklado era
dilii-eiicias imporlautissiinus. As coiisetpieucias
ilcsses abusos pesem sn.enlc sobre aquellos (pie os
l'i.ilieaiain. O corpo de polici.i bem uruauisado be
Indispenoavel para a perseRuico legal dos crimi-
Uosos, c pro ve n cao dos delielus; ncm aaulorida-
oepolicial pode dar uin passo em sao diOlcil mis-
lAo, sendo auxiliada por es>a birca, a qual deve
observar suas ordens com a fldelraade que consii-
Ine o principal caraclerislico de todos oscorpos do
i'vercilo e armada, |>orque se unta iiilluencia eslra-
nii.i se [nterped, fcilo be da iosttiluftAo, Nenhuma
reforma pode ser venladeiramenle proveilosi, se
Me comecar pela do reL'ulamento, o (nal nao sa-
larial escondieres dH existencia de ora corpo de po-
Ilea destinado a mantee aseniraucei publica a in-
dividual, 0 prevenir os deltcbs.
lie quauto me occorra di/er a V. Ex. nenia OC-
lo, esus lllustracao e pratica dosuegooiod ad-
miiihlrali\os ->uppriro as lacinias do presente re-
lalorio. A provincia esla em pul.
Palacio do govemo de l'ernainbuco, :t de abril
de IN,:[._ IHni, q Kxm. Sr. conselbeiro Josi' Rculn
di Cimba e timieircdo. Fantaseo AniOHO /.'/-
da Silva, Manuel dos Sanios Martn Romano cAu
Ionio Joaquim Gomes.Parlicipou-se aoExm. pre-
sidente daquclla provincia.
l>iloAojui/. relator da junta de ju-iir.i, trans-
miltindo, para seren relatados cm scsso du mema
ju tila, os (res processos verbaes fe i los aos soldado*,
Dionisio Pereira da Silva, Francisco Pereira da Sil-
va c Manuel Gomes de Soma, sendo o primeiro de
9" bala I nao de infinitarla, DSOgUndodo incio bala-
Ibo da provincia do Gear c o lerceiro da conqia-
nliia lUa da L'arabiba.Fizeram-se as necesarias
coniuiuuicacoes.
HiloAojui/ municipal da |s vara, remetiendo,
para os lins convenientes, as finias dos sentenciados,
Jlo Mauocl Correa Vianna, Jos Pedro de Cirva-
Ibo, Bernardo Francisco Soares, Hilario Gomes de
wuza Ambrosio Manoel da Silva, os quaes, por
lerein acabado o m'ii lempo de deuredo no presidio
de Fernando, voliaram no patacho Pirapama, se-
cundo cominiinicou o cominandaule do mwnio pre-
sidio, e se arbam a disposie.io de Smc.Olliciou-se
as eomuiaudaule do mencionado palacbu para por
os dJuM senteiiriados daSpOSlcAo do supradilo jiii*.
filoA Ibesouraria da faxeuila provincial, para
que, a vsla do pedido que remelle coi duplicad),
oslando elle nos termos leaaes, mande adianlar ao
ubi
das ol
i (plan-
as que
laquel-
iiiiuui-
iitesooreiro da reparlicRodasbras|
lia de ::."H:ts'IO:l i-, para lonliuuaco
leem de ser (ellas por admlnUlracao i
la reparlicao durante o correlo" me/..C
cou-se ao director das obras publicas.
DitoA niesinu, para mandar entregar ao juil
municipal do termo do Bonito, bucbarol Dellino Au-
Buslo CavaleanU oTAIbuquerquo, a quanlia do
119000 rs., (pie elle dbpeudeu com a reciura de urna
itarila para a cadeia daquclla villa.luleirou-se
aodilu jui/.
Hilo\ inesma. recommendainloque mande in-
deinnisir a cala do corpo de polica da quantia de
s.>sihi rs., quo, segundo a reJacfo que remelle, se
dttpendeu com as racoes abonadas aos presos seiilen-
ciados recolbidos ao ipiartcl do mesmu corpo, du-
rante os nie/es de Janeiro a marco desle anuo.In-
leiroii-se aocommandaolodo mencionado corpo.
PortaraAo Bgeule das buciH de vapor, para
mandar dar transporte para 0 Maranbo, como pas-
lagoisro do estado, no primeiro vapor que ebcuar
Sul, a Ernesto Augusto doAtliayde.
HilaAo mesmo, rerommendando a expedicaoile
suas ordens, alim de que no primeiro vapor, que
chegar do Norte, soja transportado para as Alaguas
i disnosiijgo (jfitiUiuij o imperial marinheiroda d.'1 claase loio
rranesseo das \e\es, que Ibe ser mandado pre-
sentar pelo commandante da cstacao naval.Gon>
luiinjcou-sea este.
DitaAomcsmo. para que faca transportar, por
eonla do governo, para a provincia das Alagoas, ue
vapor cliegado lionlem do .Norte, a um lenle c
\ inte pracas do S* balalbo de infaularia ; e bem as-
sim aos soldados deteriores, Thom Jos e Antonio
JosBezerra, ealodoS* balalilaudo artilharia a pd
com desuno Haba, e aquello do I' da mesilla ar-
ma com destino corle.Parlicipou-se ao marecbal
commandante das armas.
dem do da 9.
(inicioA tlies.)iirariadefa/eml.it e.immiinicaiiilo,
alim do que toca constar ao inspector interino da ai-
fandego o ao administrador do mesa do consulado,
que o viee-consul di Hossia, .los C.....lido de Bar-
ros parlicinou, que, leudo do ir corlo, enearragara
deexerecras suas fuiH*e6os consulares, duranlo a
sua ausencia, ao cnsul de Portugal, Joaquim Bap-
lista nforoira, a quem Oca marcado o prazo de tres
me/es para apresentar o imperial huneplacllo,VI
zeram-se a respeilo as necessarias communicaedes
DitoAo director ucral dos indios.Em ^ ista da
que V. S. informou em ofllcin de 31 de marro (Indo
ubre o requorimento dos indios da freguezia da K>
.....ie idar-lbeque, de couforniida
proferido por me BOVCrilO 110 ci-
i. nao s d as providencias no
sejain dospejados os sitios em qui
morando intitulados rendeiros nim in-
dos indios, 'lias lambem nao conslnla ipu
palacho J'intpuma, visto que se lein de faiecr ali^uns
reparos no costado do mesmo palaclto.
Dilu Ao mesmo, dUefldo Bear sciente das pro-
videncias por Smc. (Iadas,llm de que uo baja falta
deca pi.'i.i para as obras a caruo daqello arsenal,
vislo baver o respectivo fornecedor rescindido o
contrato que clela ou para scinelbanle fornecimeu-
lo, e derlantnd quo parececonveniculc estipular-se
em t/ies contratos una multa para os casos em que a
parle contraante nao os salisfaca.
Dito Ao commandante da colonia mililar de
Piiienleias. dlsOttdo que nAo deve consentir cm
que Manuel Anloniu de Vasconcellos levante cnc-
nboca as (erras daquclla colonia, por nao poder
pessoa ahuma lomar posse de lorenos nacin.ie- SDnl
eoneeasRo do govoroo.
Dit Ao mosmo, declarando em resposta ao scu
nicio de 2i de mareo ultimo, que ninguem pode
tirar madeira do qnalquer qoalldade as matas na-
cionaes seiu liecnca do governo, alias couimclteria
um crime pie osl prevenido no cudieo
nal.
Dito-* Ao mesmo, acensando receido o oflicio
cm que Smc, dando parte de que varia-, pessoas pro
tndem eondnilr madelraa das unas visinhas -
quella colonia, serviuda-se para esse lim do despa
ebo que a presidencia proferio em o de mano do
a.....i prximo passado em um reqocrimcnlo de Jos
Myglnn de Miranda, pede ao mesmo lempo eselare-
ciinentos a tal respeilo ; e declarando em resposta
quo deve Sme. reular-se pelo que se conliver no
referido despacito, evitando que se comuieltain abu-
* na conducrSn das ditas madeiras.
Hilo Aojui/ de orphiosdoste termo, eommu-
Mndo havor concedido no curador peral dos or-
pnaos, Antonio Joaquim le Moraes e Silva, seis.....
/.es de licenca para tratar de sua sade. Par-
Udnon-se ao conselbeiro presidente da relaco.
Dilo Ai ni/ municipal la primeira vara, para
una ao preso Evaristo Mcnd
cada, (
le com i
lado reqi
ccssariaK
eslivereo
coinniod
lio
idespaclM
icriinenbi
pnraqut
Expediente do da 8 de abril de 1853.
OfflcioAoEun. presidente da Balda, remet-
iendo em sali'facco ao scu ollicio do \ denovem-
liroullimo a quantia de H9SKO rs., alim de Kf a
lliesourarla provincial d'aili iudeiunisada da soinuia
ilisjiciidida com a escolta que couduzio dos termos
de Joacsiro e Sen tu S por ordom do rcspeelivo de-
legado un preso para a villa da loa Vista dealt pro-
vincia.Gommunicoa-os ao ebefe de polica.
Ih'.iA Ibc^iuraria de fagctida, para que, estan-
do legacs os recibos, que remelle em duplcala,
mande liidemnssar ao capitao coinmandanicdo des-
tacamento de Cimbres a quantia de ISyiOH 1-., que
elle pagou dealuciiel da casa que servo de quarlel
ao referido destacamento, a contar do 1* dcoutubro
do auno prximo passado ao ultimo de marco pr-
ximo lindo.Parlicijiou-sc ao marecbal comman-
, danls das armas.
DitoA nicsnia, Irausimtlmdo a nota das desPO-
"s fcilas com a lripolac,Aoo hopa, que, |ob as or-
dens do ebefe de wlirfa interino, furam cm coniinis-
Htta Tamaudar na barraca l'rimarera, alim de
que, oslando ella nos termos lepaos, man le iudem-
oisir o arsenal de marinba da quantia de l;M*"i
r*. cm que Importam as mencionadas despeaaa,
Inli'irou-si.' an inspoetor do mesmo arsenal.
HiloA.....sin;,, Iransmillindoos avisos de letras
nbns.55e fin na importancia de I:863I40 rs., la-
cadas pea Ihesourarii de hienda daquclla provln-
ciaso|,n.i1,b.sla. e a favor de Joaquim ti.......s da
. mi>8. Anlonio Joaquim de Mello, Tlioma/ Gomes
ffkF
outros se apos>em de suas Ierras, c os d
morada para -i 0 suas familia*, licando este
a espera do resultado das ileinarracoes, de que traa
0 rilado oltieio para resolver acerca dos que OSK
de possede (erra* da aldeia por usm paco, cun
prinde, eiitrelanlo. que V. S. empregUQ a" sua aet
vidade, par.i que cessem os abusos de pie se quei
vam os indios.
DitoAojui/ municipal do lermo de Flores, di
sendo Ikar seleute de baver Sm, entrado no eserci-
ctodo lugar de jui/ de direilu daquclla comarca, por
ter viudo o respectivo jui/ lomar assento na a-ein-
bla legislativa provincial, o quanlo aos dlnheiros
lo-titpliiosqne se acbam emprestados a particula-
res acra penbor e iejn liador, be o responsavel por
(lio o jui/ queosdeosom eligir segurante, alguma.
Fi/eram-se a respeilo as nece-sarias comniuni-
cacdei.
DiloAo ju/ municipal moneado para o lermo
de kuaras-.il, di/emlo licar sciente de ba\er Smc. no
I I* do crrante entrado noexercicio daquelle lugar.
Evpediram-se as necessarias 1.....ununiacoes.
DiloA Ibesouraria da fa/emla provincial, para
mandar pagar porinteiro ao continuo da lecretaria
lo governo, TltoodoroJose* Tavares, os venclmcnlos
do me/de marco ultimo, visto que foram por moli-
vo de molestia as fallas que elle deu no rilado me/.
DiloA mesilla, para que mande pagar a Itcolu
Jos Alvos de Olivefra, arrcuMtaeU) do acaule de s.
lenlo, vislo j ler elle feilo lodo 0 balde ou dique
da represa dO mosmo acode, conforme declarou o
director das obras publicas, a quantia correspon-
dente a duus (plintosdo valor da airemalac.oi, In-.m-
do01 OUlros doos quinto- para receber, (piando a o-
bra esliver no caso de ser provisoriamente recebida,
edabi.im diaule se contara o anuo de responsabili-
dade,Omiiiiuiiicou-sc ao director das obras pu-
blicas.
DiloAo director do colleuio dos orpbos. decla-
rando em rcsposla ao bou oIRclo de I"do marco ul-
timo, que oaulorisa a abonara cada um do- cfncOB-
fricanos existentes uapietle colleyo a ralilieacu
diaria de 1(1 rs.(aminunicou-so administracodo
patrimonio dos orpbos.
DiloAo Commandante interino do corpo de po-
lica. 1 ommuuicando baver o jui/ municipal do ter-
mo de Ouiicurv participado (pie, leudo-SO di-para-
do casuaimenle una espingarda no dia I* de marco
ultimo, occasionou a inorte do soldado Manoel
Lui.quo pertoneando aquello corno, fa/ia parte do
destacamento all estacionado.
DiloAcamata municipal do Ouricury, di/eudo
em rcsposla ao sen oflicio de III da marco ultimo,
que euvKHI ao Exm. Sr. ministro do Imperio, nAo
S00 dito ollicio, mas lambem a autbeiilira da
eleiciode eleilores daquclla freguezia, que elle su
refere, oque ncsla dala expedoordem aos jui es de
1 ia/ das mesas paroclilaes doBs eSalguelro, alim de
salisfa/erein o seudever relalivmenle s atlas dos
clei lores das mes mas frcimc/iassdb pena de respon-
sabilidade.Olllriou-se arespeito aos mencionados
Julios de paz.
dem do dia II.
Ollicio Ao ('ominando das armas, inteirando-n
de haver remetilo i Ibesouraria de fa/euda o rc-
qucrimculo, que se refero o ollicio daquelle cam-
inando sob 11. 2Vi, Alim do mandar pagar ao capitn
Manoel de GampOS l.eile Ponteado a quantia do que
trata o mesmo ollicio, 110 caso de eslarein nos termos
leaaes os documentos aiiuoxos ao referido requeri-
incnlo.
DiloA' Ibesouraria de fa/onda, di/endo que (le-
vo esperar por nova ordem para a arremalacaoda
ponledo Kct'ife, vislo que se esl procedendo a 110-
\ns esamea acerca d mesma ponte, segundo delcr-
minou o governo imperial, para que se faca com a
neconirla eegwranea.
Di'o Ao ins|ieclor do arsenal de marinb.i, Irans-
mitliudo por copia, o aviso da reparisto da joslica
deM le marco iillimo, oiilorisandoa presidencia a
mandar transportar para a corle na primeira cm-
barrar de guerra nacional, osdous africanos liwes
l.uiz eCliristovainquo se acbam cmscrvico naquel- 1
le arsenal
andar pftssar
Gnnlia Aiovedo para Ir cumnrir no presidosle I
iodo o rstanle da pena que Ibe foi imposta 110 jui-
ido crime desta eldade, violo assim o ter pedido,
fa/endo Smc. transportar o referido preso para o
mesmo presidio no patacho i'ir embarcacan que para all seguir.
Dito Ao mesmo, inteiraudo-o de baver iseuta-
lo os doulores loao Kerreira da Silva a Alaxandre
le Son/a Pereira do Carino, da mulla que Ibes im-
noi 0 COnseUlO de qualilicacao da guarda nacional
la ficiiue/ia de S. Jos desl 1 cidade, c rccommeii-
laudo, (pie mande fa/er as precisas dedaracoes na
cerlidlo da arla quo o mesmo consellio remelteu rhi-
ra aquello jui/o, nos lermos do artigo Dudo decreto
de ) de ouluhrn de 1850.
Dito Aoenseuliciro encarrosadodas obras mi-
li I. re-, aulorisando-o, avista de sua iuformaco, a
mandar fa/er 110 quarlel das Cinco Ponas o-conoc-
los e pintura deque trata0 ollicio do marecbal com-
maiiilaule das armas de IK de marco ultimo, e cuja
despea andar, seuundo a sua citada inloiniaco,
de l(H> a .Yii-n h... ruinpriudo que Smc enlenda-
se a tal respeilo com o iiis|H.-clor da Ihesourariadc
laienda. Coinmunicou-se a esie e ao mencionado
roareclial.
Dilo Ao director das obras publicas eoncedon-
do a uiloi isacao que pedio para lavrar 0 lermo de
recebimeulo dilinilivo dos reparos que Manoel Jos
Machado contralou faxer na ponte doAnjo, visto a-
cliareui-se ellos concluidos, e provenludo-0de baver
espedido ordem a Ibesouraria da fa/euda proviu-
cfal, para mandar pagar ao referido Machado a
quantia de :l9lfl60 I r-., quQ tom direito. POSle
sentido oPJciuU-SOa referida Ibesouraria.
lito Ao mesmo, para que, enleudeiido-se com
o inspector da Uiesouraria de fa/euda, mande fa/er
o oivaiueuloda obra de un arma/cm e tclbeiro para
acomuiodaco dos ueneros de Bltlva, a pial foi pro-
posta pelo inspector interino la alfandega, eaulo-
risada pela ordem do tribunal do Ibesouro nacional
11. S:t de IK de marco ultini, deveudo o dilo orca-
meiilo ser remeltido aiptella Ibesouraria para ler o
eonveuienle destino, conforme requisits o mencio-
nado inspector. luteirou-se este.
Dito A Ihesonraria oTefasenda provincial, ln-
lolraudo-a de baver eoncodido lies me/es de licenca
com ordenado ao olclal areliivista dn secretarla do
governo, Joo Valentn Vlllela, que a requeren
para Iratar de IUJ sade.
Portara Mandando, que pela secretaria do ao-
vemo, spame titulo dedtreclor inierino dos Indios
da Aldeia da A-sumpco, a Alvaro Ernesto de Car-
valho Granja. rixerain-ee a respeilo as necessa-
rias commuulcacOes.
dem do da 12.
Ollicio.Ao cummaiido das armas, inleirando-
do haver remellido llieaouraria do Duenda ow
querimenlo que acompanhou au niliri.
commando, n. 'Jlil, alim le que a mc-ma Ibcsou
raria mande pa^ar o que julgar de direito ao alfi
res reformado Heanlo Pereira do Carino.
Dilo. Ao mesmo, cominujilcando que, vista
de sua informac.lo, conceden tres me/es de licenc,
ao lenle reformado Jos Xavier Pereira de Briio,
para ir corle. Coiiiniuuirou-se a Ibesouraria de
fazo ud a.
Dito. Ao mesmo, declarando que, havendo-se
ja providenciado acerca deadianlainentos mensaes
aos destacamentos le primeira llnha, confrmese
parllcipOU lqudle commando em (i do rnrreulc,
deve considerar-so compreliendido mis ordens ex-
pedidas a tal respeilo o adianlamcnto que pede o
commandante Interino do II. baUlhao de inlanla-
ilti.io (pie devolve, para o destacamento
evistente em Taquariliuga.
Dilo. Ao conselbeiro presidente da relaeBoi
rendo o jui/ docivel desta cidade Custodio .Manoel
la Siha Guimartes nooioado a sen irmlo Joo Fa-
r.....lo da Silva tluimaraes, para servir o lugar de
tabellio de notas, com manifcsla infraccAo da logis-
lacio vigente, citada 110 oflicio desle governo de 17
do passado, por copia junto, 11, 7, edosdecreloi de
.1 de aioslo de K>7'J, c do do selembro de ItiSI,
lambem por copla, 11. II e l, reiucidindo em de
ibcdecer a-ordens desb- gOVrnO, que cm lermos
bem positivos Ibe fe/ver, quoeSM nomoaco nao po-
lis snbsisllr. O eslabelcceodo para sustentar o seu
acto una doiitriua anarebica, pial a de SO consti-
tuir ocmprcijado subalterno em poscao superior a
lo governo, querendo que sua opimo prevalcca
is insiituices o declsoea de governo, o creando por
ii um recurso suspensivo dalias decises, como
crcou o dilojui/, di/endo, que rcconia ao gOVOTOO
inporid, seui todava obedecer s dcrisAcs desta
presidencia, c ipioremlo domis cohonostar sua
obslinacAo rom a independencia do poder judicial,
piando a materia de que se Irala be luda porten-
ente ao poder adminislralivo, pnis versa sobre 110-
meac.vi para um erapregv publico : acesvseendo ser
o Horneado exripturario da sccrclarla do tribunal
do commercio, e nflo poder laruar o seu emprego
em licenca do governo. ou sem estar demitlido c
dispensado desee esereieio, coostltulndo-so por tan-
to esse juil cmplice do criinoprevisto no arl. 157
do cdigo criminal, c infractor dos artigo! 128 e
i-2\) do mismo eodlgo ; o que ludo consta dos do-
cumentos junios desde n. I alen. \: reinetto-os
a V. Ex. para que faca proceder conlra o mencio-
lojui/ na conformidade da le, alim de veriticar-
so judicialmente sua responsabilidade.
Dilo. Ao mesmo, inleirando-o de haver conce-
lido M das de licenca sem vcuemenlos, ao bacba-
rel tiispar de Mene/es Vasconcellos de Druniond,
juil municipal e de orpliftos dos lermos reunidos
ilo Kio-Formoso c Scriiibaem. Fizcraiu-sc as ne-
eessarias communif*eBts.
Dito. Aocoiiiiuandaiile do presidio do Fernan-
do, commuuicaudo, quo no liiale ('ai>n'rho*ot que
M-mio para aquello presidio, fielado |ior roula de
Manoel Tnomai dos Sanios, para condcelo de ge-
ncros de sen ne^m-io, fez embarcar IVI sarcas de fa-
inba que serflo cnlreiiics Smc. .para fornccimeii-
0 do mesmo presidio, seguiodo lambem aomesmo
ltale o preso Kvarislo Mondes da Cuuba A/evedo
uin sua familia, o qual vai OOmprir, em conseipieu-
1.1 de assim o baver requerido, oreslo la pena a
Jue foi condemnado no jui/o do crime desta cida-
e, e reromincndando que apenas 0referido biale
e-leja descarretillo, faca embarcar sem demora a
Dilo Aomesmo, di/emlo licar iuleirado de nao I pedra que ello poder cundu/r para O ratamente
Irador da mesa do consulado eao capitao do portu
e inspector do arsenal de marinha a ida do biale ao
mencionado presidio.
Dilo. Ao enitenbeiro oncarreitado das obras mi-
litares, remetiendo copia do parecer da commisso
encarretiada de examinar aqualidade d'aaua da ca-
cimba que ltimamente N coiistruio no quintal do
quarlel do hospicio, alim de que fai;a, n;lo so exe-
cutar na parle que Ibe loca as nhscrvace* conlidas
cm dito parecer, mas lambem substituir por oulra,
a custa do arrematante la obra da mesma cacimba,
a bomba que all existe, vislo que mo presta, se-
uuudoaflirma a mencionada cnmmissAo. Couiinu-
nicoo-sc ao marecbal commandante das armase a
Ibesouraria de fazenda.
Dilo. Ao capitn do porto, Iransmillimlo, por
copia, o aviso circular da reparlicao da marinba
de 21 do marco ullim, no (pial se declara, que en-
lre nutras providencias dadas em outro aviso de 23
de fevereiro desto anuo, diriijido ao Exm. presiden-
te das Alagoas, com o lim de evitar os abusos que
se commettem no corle das madeiras de coustruc-
co, deierminou-se, que quando se pretender em-
barcar UMmadeiras para (orada provincia, dea
respectiva capitana do porlo urna gula deconduc-
;o, que devora ser apresentuda na do liu.u para
onde ellas forem desuadas, som cujo vislo o con-
sulado o o mesa de diversas rendas nAo poder ad-
milti-las a despacho.
Dilo. Ao mosmo, remoliendo, por copia. nflO
so o aviso circular da reparlicao da marinba de 2.1
de marco ultimo, mas lambem a ordem de que. faz
iniMicio o mesmo aviso, expedida mesa do consu-
lado da corte, e s Ihesoorarias de fa/end 1 das pro-
viucias no seutido de evitar a sorle desuracada a
que ii'.iin exposlos na Europa os marinbeiros brasi-
leiros engajados nos porlos do imperio para embar-
cacoes eslrangeiras. Oltlciou-se a Ibesouraria com
as coplas de que se trata, para fa/er constar ao ad-
ministrador do consulado desta cidade.
Dito.Ao inspector do arsenal de inariiba, para
contratar com o mostr de algum los navios mer-
cantes que teuba do seguir para o norte, a condc-
elo do U CallOes o um fardo com artigOS de farda-
monto para o meio balalbilo do Ccar, os quaes
acbam-se no arsenal de guerra, cujo director seof-
liiia nesta dala, para por os ditos voluntes a dispo-
sico de Smc Oulciou-se o respeilo ao director
do mesmo arsenal.
Dilo.Aojla iiuiuicipiil da primeira vara, para
fa/er embarcar para o presidio de Fernando no bia-
le CapricKotO O preso Evaristo Mendos da Cuuba
A/cvedo, obrisaudo-se 0 meslre do mesmo biale
asslgnar termo do responsabilidade pela cnlrcga
dito preso, e rcquisitaiido ao ebefe de pocia a es
calta para o acompanbar.Ollieiou-sc ao referid
ebefe de polica quanlo a ultima parle do ollicio
upra.
Dito.Ao director das obras publicas, para que,
enleudendo-sc com o director do lyeeu desta ci-
lade. inaiidefa/er com urgencia o reparlimenlo de
pie precisa urna das salas daquelle eslabelccimciito,
alim de ipio nella funecionem duas aulas.Com-
inuiicou-scao director do mesmo Ivceu.
Dilo.Ao mesmo, aulorisando a despeza de 100-:?
em (pie, segundo consta de sen ollicio sob 11. 120,
pdenlo importar os comerlos de que precisa a pon-
Ios Can albos.CommuoleOUHM a Ibesouraria da
fa/emla provincial.
Dilo.Ao mosmo, para mandar orear a despeza
neoossaria para os commodos que devom ter lugar
na casa das lOSSoes da cmara municipal de Caroa-
r, segundo a sua iuformaco de 21 de dexombru
lio auno proxiino pOSSado, C bem assim para os
coneerlos da casa (pie serve de pri-o liaqoella xil-
la, conforme requi-iloua referida (amara no nfli-
Cioqno remelle, o qual ser devolvido cotilos ditos
orcamentos.
Dito.Ao mesmo, aulorisando-o a fa/er a des-
pe/a necessaria para evitar a eslagnacne das aunas
las ebuvas lias mas desta cidade durante 0 in-
vern, e bem assim com o calcameulo do pa-
leo da Igreja do Nossa Senhora da Penlia, de-
vendo S. me. fa/er toda a economa quauto ao dito
calcamanto, aproveilando para esse lim a podra que
vier ile Fernando. Coinmunicou-se a Ibesouraria
da provincial.
Dilo.Ao mesmo, di/eudo que pode mandar fa-
zer os raparos de quo praelsaro as duas agulnas de
siispeiisAo da punte do (aichan^,(|uu so acbam que-
bradas, com os quaes poder-se-ba gastar 2(1-5 poueo
mais ou menos, segundoS, me. declara em seu of-
flcio de boutein.Inleirou-sc a Ibesouraria da fa-
zenda fazenda provincial.
Dilo.Ao major Antonio Jos de Oliveira, com-
miiuicaiido que, segundo couslou de parlicipacao da
reparlicao da justica de S de marco ultimo, uji
I 1S. me. reformado, por dnelo do IS de fevercro
E!;.."Idestoanno, no posto de major da eftUnola segunda
legiioda guarda nacional dos municipios de Olinda
e liiuarass, c remetteudo, por copia, a nota dos dl-
reflos e emolumentos que S. me tcm do pagar na
recebedoria de rendas desta provincia, para obten-
sao da sua patento de reforma.Fi/erain-se as ne-
cessarias communicaces.
Dito.Ao major coinmaudaute interino do corpo
do polica.Teudo-uic participado bonleui verbal-
mcnle o Inspector inlcrno da Ibesouraria da fazen-
da provincial que, sen un do o exame at agora feilo
as emitas do corpo de polica, verilica-se haver um
alcance de mus de 10:001?, faca V. me. rccolhcr
sem demora ao cofre provincial a mencionada quan-
tia de 10:000^, Meando dcpendciilcda.liquilacao li-
na! das cuntas a rcposicAo de qualquer sald que
anda se verifique.
Hito.Ao mesmo, para que da quantia que tcm
de ser recolbida a Ibesouraria provincial por couta
do alcauco daquelle corpo, fac,a S. me. payar o piel
das pracas esmeulesna capital, Dcandosem anello
a ordem (pese havla expedido a mencionada Ibe-
souraria para c-se pagamento.Commonicou-se ao
inspector da referida Ibesouraria.
Dito.A' Ibesouraria da fazenda provincial, pa-
ra mandar payar ao corpo de indicia a Importancia
do pret decorrido do V a 10 leste mez, verificando
B existencia das pracas pelas retacees do moslra.das
quaes deve constar as que estn na capital, e asdes-
lacadas, enjosvencimentoiji foram adiantados.
Commuiiicou-se ao commandaiilo interino do refe-
rido corpo.
Dilo. A junta qualilicadora da frcuuczia de
Aguas Bellas, aecnaando recebida a acta aciodos ctdadaos volantesdaquella rroouexia.
Ilito.Ao presidente da junta qualilicadora da
frcuucza de Sanio Amaro deJaboaUo.dizendo (|uo,
o seu oflicio do I de marco ultimo, receben a
copia aiilhcnlica da lista ieral doscidadAos volantes
daquclla fre-ne/ia.
Dilo.Ao presidente da junta qualificadora da
treguaste de Caruar, aoeusando reeebidoo seu of-
licio de '.Ido marco ultimo, acompanbado do copia
da acia da qoalilieacao dos cidadilos que reclama-
rain para serem volantes daquella freguezia.
Portaria.Coucedendo-se as demissocs quo pc-
diram Fteriano Correa de Hrilo e Jos Candido de
Barros, dos lunares que oceupavam na directora do
(beatro de Santa Isabel.Fizeram-se as uceessarias
comniunicaces.
Oila.Suspondciido doexcrcicio do emprego de
escripliu ario da secretaria do tribuna! do commer-
cio deslacidado a Joo Facundo da Silva ultima-
rles para ser responsabilisado na forma da le, por
ter largado o dito emprego sem licenca, com infrac-
cAo do art. I.'i" do codiuo criminal. Otllciou-sc ao
jui/dedircilo da segunda vara crime desla cidade,
para fa/er elVectva a responsaliilidade do (Uto es-
cripturario, c expediram-se as uceessarias commu-
nicaroes.
neira porque foram a presentadas bem se podein tra-
duzir como provocacoes, feilas pelo nchrc deputado
que acabado senlar-se....
O Si\ Ptm tarrelo :Quaes foram as provoca-
cftes "...
O Sr. Francisco Joo :&r. presidente, cu teulio
para mui, ipic o uobre deputado, que lein tanlos re-
cursos em soa intolligeucia...
O Sr. Paca Brrelo :Faca favor de me nao fa-
zer elogios....
O Sr. Franciico J0A0 :Consiula que eu possa
fallar. O nobro deputado ia eu dizendo, que lera
lanos recursos em sua inlclligenca, que com lana
clare/a c Torca manifcila seus peiisamcntos, se d ao
Irabalho ingrato de me emprestar argumeulares,
que neiu ao menos por inin, Icnbam sido sequer
SOnhadas. Mclbor camiubo andar o nobro depu-
lado, considerndoos mutis argumentos, cunibaten-
do-o, e procurando destrui-Ios, que me altribitiu lo
nalurcza fugas as arminiunlace*. que altribundo-
me o abandono da ([ucsblo, como meio azado de
chamar sobre iniulia inlelligeucia, desfavor.
Sr. presidente, apezat de niinlia tmidos natural,
presumo haver COUSlderadu a queslao, que so ajila,
solue a la face a mais geral, presumo haver ofTerc-
eido eonsiileraeo desta casa pomleraoOes graves,
as quaos foram cora ltencjlo ouvidas* e assim tica
como que demonstrado que nao liz ladeaiuenlo, mas
sim necessario averiguamenlo da quejigo. Feliz-
mente cinapio das inhibas propositos, velo a dos-
ordem 110 campo de .Agramante revelar a verdade
deltas, revelar (pie ra/ao eu lnha (piando di/ia ipie
a le que liavia creado n contrato era funoslissiraa,
que este (amliem o era, as meamas nisevenHjoei do
nobro deputado como (po a isto induzem....
O Sr. Francisi'o Joiio :Em seu aparte, diz o 110-
bre deputado, s/sio sssa n&O he a ifuesllo ; iiilo sei
qual dos duus he de nalurcza mais fugaz, se o 110-
bro deputado com este seu aparte, di/endo que a
conveniencia) ou inconveniencia da le, a do con-
trato nao sao poulos de queslao ; se eu cm con-
MiMiiiiia
ASSCKBUBA PROVINCIAL.
Smmo' or.lm.ri. em 19 .. abrU do 1853.
PraaiatoMta [Gtmclualo.
OSr, Prmteitto Jaso >-Sr. prwldelilo, nSobe
tai. aluiimu re|iiiKiianca que ahitln una voz, alcm
lu iIiiih, luiiiamlu a palavnaaa apresonU denodaii-
lo aluum.is *tas nuisiiU'r.H'iHS i|iie por nijiii foram
llluraila. Ccrlo quo^uluar-uic-ia Jhpaiwadod.
Iiwlcr eslar |>roui|ilo autw do da M do corrciilo o I da ras desta capial.Coiuiuuuicou-se ao adiuinis-' o taar, se nilo foram as ulcruclki{Oei quo pela iua-
sidera-lot romo laes, pondo a coiilroversia sobro pon-
to llovala nuil gara), c d'ahi deaeeudo a atluaetto, c
depois do examinada buscar remedio a olla, deslVitin-
do as eaiuaa que aoroaram.
Nao sci se lera proprlo, Sr. picsidonle, de nature-
aa fugaa corno a minha, o proparar arniimcnlaeocs
por um tal lyltoma ; nAo sei Sr. presidenle, se ser
igualmente defolluoaa aarsiiinciiinrito, que pormlm
foi empreada, om ordem a deuionslrar a existencia
dareluclaiicia aprirsoutada pelosfa/cudeiros de _.ii! >.
'I'eiilio para iiiim que a iniulia arijumeiitacAo foi ra-
cional, que eu nao qui/ de nenlimii mudo pro\ar es-
se faci Importante, com a dea do capricho, como
pretende atlrilmir-mc o nobro deputado ; aun o mo
quliprovar aenlo por deducfao, deeorrendo das rc-
lireseiilacoMcndcrccadas por css.i elasse a esla casa.
II asseiiibla ueral, por deduccan da lula que no par-
lamento foi eildiclecida mitre os dcpulados desta
provincia, cus iraquellas em que a criac.lo dos na-
dos constilne a primeira fouto do iiqtir/,i publica;
par deduccao do acolliiuienlo as pagltMf da iuipreu-
sa, o abi o Iravamciito ilc novos combates, depois de
perdida, balalliaque no parlamento linliaahio Ira-
veda. E creiu.Sr. pr.sidenlc, quo assim proso.'uin-
doc oncadeando as miulua arqiunenlaeoea. bom po-
da sem lemeridade presumir liaver explicado a ro-
luclancia do um modo regalar que no capricho,
de uin ni iiloa iillerecei provaquo esla bem longo
da idea CMircho que mo foiallrlbulda...
O Sr. l'aei Brrela :Ora, porque um individuo
MCreveu em um jornal, nAo se aegue que seja a
ipInUo publica....
O Sr. Frmebeo Joia Nio era opiniao iaolada
ile um iudiv idiio.como quer inculcar o noble deputa-
do. ora a opiniao de una elasse inleira, era mesmo
o ajustameiilo desaa opiniao com a do oulraa claam,
era o ajuslaniculn dessas upiniocs com os pensainiMi-
los das di pulacies, pcrlencciites a diversas provin-
cias que no parlamento iiaviam pleiteado em prodet-
18 elasse. E tildo isso, Sr. pjcsideule, exprime mui-
(o mais do que opiuiocs soladas, e ludo isto d.i em
coaullado uplleaclo de reluctancia, com nutro ar-
runenlo que nao o de capricho ; e assim explican-
do-a bem pode ler sucrediilo 0 ter aprcseulado man-
ca argumonlacSo por dofeilo de paiavra, i]uc nao
por carencia de dediicc.io lgica. Nesle ponto tico
conteni coni o que disse.
.Mas o uobre deputado, nao sei bom o purque,
procura couslaiitcmeule desfavorecer a posioflo d'.i-
quelles que una grave queaUo telem apretenlado
seos adVeraario). Iloje meamo, inlarpellando ao
meu uobre companheiro o Sr. Aguiar] exiga doli
a declararan do haver, ou nao considerado, o lido em
vislas os runos, au ponas da companliia ; o leudo
delleol.lido em raspala que urna tal rniisnlciacao
nio liaba onlrado cm sua llalla de calcu os; nan
cnnlcnlc com ella, a inim repele Igual iiilcrpellaran.
Itespoiideudo coni a IngenuMade, que me beconbe-
oida, declarei que liavia lido o considerado em de-
vida conla esses lucros, ou ossas perdas ; o devo
aqu diaer ao uobre deputado que essa miiilia rcspos-
la val ajustada verdade, vai ajuslada sinrcrida-
de do meu carcter ; c neiu dando-a, cm nada lira
comprometlida a minha probidade, porque a defu
dclla vai no proprlo parecer, vai un proprlo projee
jecto, amule se vi que em allcncao a esses lucro:
que podinm liaver, lucros que lalvc/ Icnbam sido
innmcnlados pela eugeracto, vein cuino compensa
rilo a obrmacao em que licam os coutraladores do
forncciincnlo'rom perda corla pur dous me/es. li
por ventura com isso se nilo cunteiita onobre dc-
pul.ido, m' por ventura est desojse de fa/cr com
queelles vomitn todos os lucros adquiridos, em
lias nulos lein fcil remedio, augmentando a I, 6 ou
8 mozos o praxo Indicado.
I'or lauto, Sr. presidente, assim explicado o meu
nensamcnlo, e assim como que ropcllidas quacsqiior
insinuaeoes menos generosas, que por adversarios
meus possam ser creadas....
OSr. l'ar-t nrrelo:O nobre deputado nAo
precisa de.eer a juslilioar-se....
II Si: FnneUCO Joo :I) nobre orador me a-
comcllia. n quo o ole faca ; aicilarei o scu ronsc-
lllO, penliora-mc a sua ascv eraran, e por isso me
Conteni com dlier. Da Aomn da mallier de Ce-
sai-a iiinjii"mlf liiito ilaridar, da honra e da
probidad de si proprlo, ninguem iece eoneentir
dacida o. Mas, Sr. presidoiilc, dadas cslas peque-
as explicaees a que fui obrinado, eu coiicluirei
repclindo, queja nina ve. asseierei ; quo nenliii-
iii.i din ida Idilio em accilar, por agor.ao pensnmcn-
deseubado no projeelo subslitulivo do Sr. Augnale
de Oliveira, puis considero um tal projeelo como
medida do Iransir/io, como una verdadeira ponte,
ciijh diraeelo lem de ser indicada |ioc esla casa.
I'or tanlo, Sr. presidente, conrluindo quanlo l-
nba a dizer, reservaiido-me para na "2.a discuss.loof-
forocer o ilion poiisaineulo, ou accilar o de ouiros,
Irazcndo como dcsculpa, dn ter alada por esta vez
lomado a alinelo da casa, c ler talvoz de fazc-lo
em oulras, o dilo do orador romaiiode queSun-
i/aainde morte liuminis eunrtalio longo et.lam-
bem lie Minpre breve loda a disrusso. que lem por
lim o rcsolv menlo de quesloes ociaos de tilo grave
signifcatelo, e do laida imporlaucla como esla.
OSr.Berro Brrelo:Sr. presidente, cu uo
Icncionava orcupar linda nina voz a allcneiloda ca-
a sobre esto objeelo; as'|Hiucas considerai;ies quo liz
a respeilo da queslao, om urna das sesses passadas,
foram em nicu enlcinlor bastantes para denunciar
minha opiaiM, para deltar bem patente a da que
tormo a respeilo de materia lao transcendente; en-
trando porui lia pouco na sala, soubc que o honra-
do membro relator daroiumisslo especial, so tinba
dirigido a mini cs|iecalmcnle....
O Si: filiar:Nio me dirig a niiioucni, refe-
ri-mc aluumas palavras que 11 no jornal....
OSr* llarros Hrrelo:Mas oslas palavras a
quo o nobro deputado se refere, foram proferidas
por nilm, |Hirlanlo o nobro deputado, acredito, que
som leiioo eliamou-iiie para o campo, convidou-mc
deuovo'para a discussio, inpoz-iuo a vbrigacJM de
ratiliear a uiiiiba proposiijao ; o lie isso o que |M'r-
loiulo lazerom anillo breves palams.
Sr. presidente, quando Iralei da materia em una
,1,1- sesses passadas, di-so que.......a lillb.l sido pal-
udario do contrato, que u contrato a meu ver
urna cmplela burla, que era Albo da iiinorai
nossa circumslancias, do nossas iioci-ssiiladOI
uislrativos, cm que vrWJ 'crios admiuislradorcs;
que para aqui lem sido mandados; c ostou muilo
convencido do que, seo presidente que fez esse con-
trato coiihoccsse a provincia de Pernamburo, co-
nlieccssc as suas circumslaucias |icculiarcs, nilo lo-
ria dado soinclliaiilo passo, nao loria concebido sc-
iiielliaue idea, quo nos Iraz agora cin resultado a
sjluacao, em que nos adiamos, situarlo que be fillia
do i mil,iiu e delle s; porquaulo foi o contrato
quem allui/eiilou a concurrencia, fui elle quem fez.
com que bouvesse una lii nao foriieccrcui gadusaos conlratadores.
I'm Si: Deputado:Nao esl provada osla liga.
O Si: Horros Brrelo: -Bala to provado que, so
fosse possivcl fazermos umaei|ieriencia,iM nobresde-
putados se cunvenceriam deque a reluctancia da par-
te dos conlratadores be um faci, se na casa passasse
nina medida, quo sorprendesse a execucao do con-
Iralo por qualru ou seis mezes, o coiitiuuassc de-
pois, cu mnslraria ao nobre deputado quo os cnulra-
ladorea nao eslariam por sto, porque, eslou corlo
que olios nao licariaui de melliur cundidlo, iwrquc
o lim dos criadores be dar-llie a queda, cm desfurcu
das picardiasque Ibe foram Feilas pelos contratado-
res, ou pelos aeeiilcs do coulratn, porque como ja so
disso, para que os ooulralailorcs se obrigassein a
dar carne a 7 palmas e meia, eia preciso compra-la
as feiras a IjlHIll rs., o niniucn Iraz sous gadoa do
d()) o 1011 leuoas de dislaucia para vender una rez
de 10 arrnbas |x>r HbllOfl rs.
I'orlanlu assn^uro aos nobres dcpulados c aos de-
fensores doCOOtralO, que nao lie possivcl proporcio-
nar carne do 7 patacas c meia cidado do Recife ;
que se derla alieuder, nio sii para os inlcrcsscs da
populaoilo do llecife, qiiedevcn ser muilo altcndi-
dos, como lanibcm para os de una elasse numerosa,
como be a dos criadores. I'orlaiiln, rriuda a situa-
ran polo contrato, o por elle s, cu euleudo quo s-
iiicnlc oa loonlraladores ate obrimdoi a remover essa
situarlo, -.ini-nii- u presidente da provincia lio quem
deve cmpeuliar lodosos seus esfurons, para que os
conlraladorea tejan obrigados, o. cbamados ao cuin-
primcnlu dos sous deveres....
' o Sr. Deputado :\ consequencia lie a res-
riso...,
O Si: llanos Hrrelo :-A ronscqiieria be, que os
eonlraladorcs devem comprar a caruo pelo proco
quo os criadores quizorcui, e que o Kovcrno us deva
obrigar a roraeeer a carne n quo se obrigaram ; e
por consequencia que bao de compra-la pelo pro-
co que os criadores Ibes quizcrcni inqior.
Sr. presidente, o I......do membro ilsse que,
cu mo tinba sido justo na censura que liavia fcilo
a presidencia por rauta do conlralo, por isso quo
a materia ora laoilinicil.quoiis al boje mo liulia-
mos descoberlo o meio de sabir do embaraoo. Ora
eu oiilcndo que esla aniumontacao nao procedo ;
porquaulo se ou sou contrario ao contrato, secu di-
go que, a lituaeao rol amenlc creada pela oxislcn-
cia do contrato, nao be a miin que me cumprc re-
mover a diuiculdadp, rcmovain-iia quem fez o con-
lralo c os sous partidario..
Eu pudoria entrar em mais alguna dcscuvnlv en-
los para iniislrarque no son injusto, formando una
opiniao lo desvanlajosa do conlralo, poderla mos-
trar os defeilos que, o conlralo encorra, mostrar
mesmo que o contrato crea embarace* para a sua
boa i'xorueao, mas apenas aponlarei um faci, e lie
que, as pessoas, a quem foi polo conlralo comiiielli-
da a sua lisoalisneao, sao tilo interesado! na oonli-
uuaeaudo conlrulo comn os proprios eonlraladorcs ;
masen nao quero euutrnate dnenvolvlnwnlo, J.
a casa e.i mullo fatigada, ja se lora dilo meamo
quo a quesillo osl milito deslocada ; lem-se trata-
do do contrato, quando so devora halar da rosfiso ;
ou pois mo me demorare! noslo poni, o coucluiu-
do dirci quo vol |iclo projeelo siilislilulivo, |kii-
queme parece, que emhora no conlralo esleja o go-
verno aulorisado para lomar as providencias ucees-
sarias, nos casos marcados pelo mesmo conlralo, to-
dava cu euteiido que essas providencias s |mr si
mo sao bastantes, culcndo que precisamos armar a
auloridadcdoallribuces mais xaslas, mais latas,
para poder remover essa dilliril siluaoilo oreada
pelo contrato.
Julgada a maloria disiulida, he o projeelo sub-
mcllido volaoao, e approvado cm primeira dis-
euatau.
O Si: l'aes Brrelo requer a ilispensa do intersti-
cio, nnra que n pmjccto seja dado para ordem do
dia do amanla.
A casa convcin.
I'assando-se a coiilnuacAo da segunda discussao
do projeelo de orcamento provincial, verilica-sc nilo
liaver casa.
Paz-te a iggunda chamada, c
O Sr. 'residente, designaedo a ordom do dia, Ic-
vaula a sossilo ,Eram iluas llorase meia da lardo.
ia de
adini-
Sea.ao' em 20 de abril de 1853.
I're-idenria do Sr. I'edro Cacalcaiiti.
As II horas c Iros quartos fcila a chamada, \o-
riliea-se c-larom prsenles 1 scnlioros dcpulados,
fallando os senhores Marlcl Mnnlciro, Barros Pal-
eto, Hrilo, S l'ereira, Aquino, Alvos da Silva,
tosa lionics, Manoel Cavalcanli e Oliveira Maciel.
O Si: 'residente abre a aeitto.
I.idaa acia da sessilo anterior, heapprovada.
O Sr. i.' Secretario menciona o scuuiulc
EXPEDIENTE.
I'm ollicio do -en e,o i" da provincia, aconuia-
nli imlii a rcniessa de outro do insperlnr iiilerino
da Ibesouiaria provincial, participando haur-so
excedido a cnnsiiiaco marcada no artigo '2d da Ici
do oreamento vigeule para despezas com o susten-
to de presos pobres, alim de que soja aulorisado o
augmento dossa despeza. A' commisso de fazen-
da e orcamcnlu.
Oulra do mesmo, Cuando remessa de to eieni-
plares dn balanro da reccila o des|icza do everricio
do .",1 A 93. Mandarain-sc distribuir.
Outro do mesmo, devolvendo o cumprcuuisio da
irmandade de N. S. da Gloria de Golla, approvado
lelo prelado diocesano na parlo reliuiosa.A' com-
misso do negocios ccclesiaslicos.
Outro da cmara municipal do l'uo-d'Alho. pc-
dindo a decalo do conlralo, que li/ora com o cida-
lao Mauricio Francisco do Lima, para a cnuslruc-
cto de um acouguo publico naquclla villa.A'
i-oinmjssAn de orcamcnlo municipal.
Um requoriineulo de Jos Lopes tiuimares, pe-
liudo que se mando unir o documento que ollcro-
co a outros que ciislcm na rasa, remedidos polo
presidente da provincia. A' commisso de com-
mercio.
Outro dos rmpregados da mesa dn consulado pro-
vincial, pedindo providencias, alim de ser reparado
o prejuizo que solTrcraui |>cln artigo 27 $ i da loi
numero 28.1 do 18 de main de I8.il. A' commis-
so de pclioci.
Oulra ila irniandaile do palriarcha San-Jos da
Agona, erecta na igreja de N. S. do Carino dosla
cidade, pedindo a modilicacilodc alguns artigos do
rcgiilamciito do cemilcriu, c lambem permissao pa-
ra poder ler um carro fnebre para condcelo dos
seus ii ni ni- fallecidos. A's commissoos de nego-
cios ccclesiaslicos o das cmaras.
Foi lido o approvado o seguinle parecer :
(i Florencio de Souza Leflo, arrematante do im-
posto sobre a li.ilanea do assucar no municipioda
N'ieloria, nos anuos do I82 IKi.", pede o abato do
lOOflOOOrs.. allegando para isso prejulzos, quo pro-
cura justificar com diversos documenlus.
X commisso de orcamcntomuiiicipal, para |Hidcr
dar o sou parecer sobro a prolcnco do supplicantc,
precisa que, pelos eauaes compclcntes, seja sobre a
inesma prelencao ouvlda a cmara iniinicipal da Vic-
loria. Sala das coiumisscs da assemldea provincial
le Pe, nalnImeo. 20 do abril de I8VJ. l'aes Br-
relo. Hardo de Capibaribe. .1. iTOIaeira. n
Sao lidas c approvadas as redaejocs dos projee-
lo. iinmoros III do auno |ssodo, e lli desle auno,
bem como das posturas da cmara do Floros.
Eolia om disousso o parecer adiado da commis-
so de faxenda o orcamento. acerca da prelencao
dos benleiros do padre Anloniu i'herczio de Olivei-
ra Aulunes.
(I .Ve. Jote I'edro d a raziiu |.....pie assignou
cncido o parecer que se disculo.
O Si: l'arneiro da Cunlia : Nao devolveu o
seu discurso. )
U Si: Jos I'edro rcsi>ndc ao precdeme orador,
MUTILADO


i.....iilurdizcudo i|iiu n.io sr oppuilha .10 parecer,
O .si-, guiar : 8r. presidente, cu vol pele
parecer som escrpulo olgum, pori|ilc rutando quo
esi elle limita em ordem. En etlou persuadido d(
inM.i verdi iili', cvenia ser. que, quinao urna aculen-
E do poder judicial pacida em julgado lem con-
ili'iiinadoe i.i/i'iul.i em un* quanlia liquida o cer-
ta, nao restando mais recurso legal a interpor, ii.1t
ha mai averiguase* a faier, salvo, porin, tett
quizei.....testal que ii poder judicial potra condcn
11.11 a motnia fazenda...
O Sr. Francltco Joo: Nao lie s nota ex-
reprao.
O Sr. guiar : Eu cilou rm duvida a rapa'
lo disto : nao sei so uro rcgiilanicnlo provincial
I1" le invalidar un acto do poder judicial passad
cm julgado, que em virludc da lei ral do prcl
lirancoc dobrauro proln: nao sci, repita, se un
rcKiilamcntada Ihesouraria pode invalidar a tari;,
dcscmellianloacto. O que mr parece corrcnle lie
que i|u.nuil, a senlenra, as coudiciV* que ligurci
manda que a lliesoiiraria pague, nao ha nada mais a
Ornor...
i lia um aparte.)
O Sr. guiar : O que cu digo lie, que depo
da senlenra passada cm julgadn, depois de (agolado*
lodos os recursos, nao lie que a llirsoiiraria se ha de
op|Kir...
Cm Sr. Depulado: lie o scu procurador fiscal.
O Sr. guiar: Perdc o lionrado mcnihro ; se
pnrvonliiraliomcsscni razilcs c escusas a allegar,
era duraulc o curso da causa, que islo deveria Icr
lugar. Se, como disse o nnbrc ilcpuladn, que acaha
vincial, ou que j estoja proscripta, era da ohnga-
rAo do procurador fiscal fazer cssaa allcgares du-
rante o curso da causa ; era de sen dever oppor, no
curso da quesillo, todas as evccpc/ies que o dircilo
permuto, ese porvculura isso se nao fez, Dio he
drpois do senlenra passada cni julgado que se liSo
de allegar cssas colisas.
Eu pens alcm disto, que volandn-sc pelo pare-
cer, nao mulla d'ahi inconvenienlc alguin, i.ri|uo
volada a qunta, tica i Ihcsoiiraria o dircilo de la/cr
os seus examos...
') .s'r. Jos Pedro : Para que, se nao piule
contestar a senlonc,a?
0 Sr. guiar: Eu niesmo quero convir cm
quesedevam fazeresses evames...
O Sr. Jote Pedro : Mas nao diz que n,1o ha
nada a contestar?
r< Sr. guiar : O que eu disse, c que ainda
opilo beque, baja .i liquidacio que houver, a Ihc-
souraria se niin pida oppor a una senlenra passada
em julgado: pori(ue se liouvessc razAo valiosa c re-
curso legal que inlerpor, islo deveria ser feilo no
correr da causa, e antas de proferir-se a senlonca,
porque, a admitlir-se cssa suprcina insperrin n.hni-
nblnlivi, seria inutilisir a acca.i do poder judi-
0 Sr. Jote Pedro: A assenihlM gcral negoo
ato fundos para pagamento de dividas patuda*ero
julgado.
fl Sr, guiar : Pido muiln hcn ser assim, c
al esta asscinhlca pode ncnar f.....los, porm n.io
sei se procedera coro juslic,a, cnlrclanlo que. como
dala hapouoo, linda niesmo pnsindo o parecer, c
dostanando-sc a quola, i Ihcsoiiraria lira livrco
proceder aos seiiscvamr* conforme ilelermiiia o scu
iciail.iinciilo. Se niesmo succeilcssc ( o que eu nao
posso suppor ) que se irAo devesse pagar, eslava ao
alcance da Ihesouraria sus|>cnder esse pagainenlo, e
empregar o ultimo recurso que lhc reslasse...
O Sr. Jote Pnlnt: Admiltc isso poslcriorincn-
Ir, mas uAo anlcrinrmcnlc '
O Sr. guiar: Pois os seiihnrcs qucrrfli que
eu dcixc ilc volar |r um parecer, que run-ii-na
fundos pira pagamento de urna divid provada e
julgada t Qucrcn que cu vota contra, smenle por-
que nao tai .. llieworaria um negocio dcsia ordem,
porque ella ainda mo fez um came, quando asen-
tenca nnuleiiina cm quanlia ccila e liquida'? De-
vem os jiclicionarios esperar ainda um anuo pelo pa-
gamento dcil diiiheirn? lie minha parle n.io
eominolloici esla njiislira. o Heos me livre de ler
neooctoe rom a Ihesouraria.
Vol pelo parecer.
O Sr. FranciKO Joo: Apezar de lignina!
propwieocs, que eu vou aventurar cm opposicAo ai
uobre depulado, ido deliarei todava de concluir,
como elle, volando pelo parecer.
Etlou, 8r. praidonle.quoean reaulamenloj di
Ihesouraria provincial, da Ihesouraria geral, odc
llic-miro, incumbindo a av eriuuacilo das (entonen
do Julio, nao sao ledenle anear oulra oppnr,ao,
que nao seja preparativa, para que os procuradora
Asean das Ihesounrln edolhetouro ponan loi-
limamcnlc coi juizo>ilfereccr lodosos lucio lloop-
posiejo, que a mesan legislaran lem creado. I'or-
lanlo, Sr. presidente, hi rcvlsao, tem ser cssa que
den lugarM9 clamores do nobre depulado ; e he cs-
sa que dcvrscr frita ; c nao romo em oppotlfao a
precaloria, qur, j prlos m.ilivns provcnienles da li-
quidaro da rona em si, ja por motivo* e cvrqi-
ccs mais allcndivris anda do que esla, merece ser
apreciada. E por isso eu \oto pelo parecer da rom-
missio, visto que elle guarda ludas eslas consiilera-
'.ocs, e alcreiii qur esta quesillo lie lao antiga co-
ni" a minha entrada na vida puhlica: nao lem M
lOinnoa, lem, ercio, que 17 anuos; |iois lcinloo-
mr que a primeira vez que fui moneado procura-
dor lisral. esta queslaosc debata. Porlanlo, o po-
bre hume.....ao lem de esperar s un auno para
ser pigo : nao, ja ato os heidciros do urimoiro cro-
dor. que solicilain o pagaineulo dcsla divida, uno se
Ihe deve ha 17 anuo-...
(< Sr. Carneiiv da CiiiiIm : E a Ihesouraria
quer mais um para fazer 18.
" Sr. Franeiico Joiio : Eu nao quero mai
rnnlra a lei, qiioereou o monopolio da eompanhia
ua venda da carnes veriles, revelara em loda a cv-
panwo a minha repugnancia a l.d medida. Agora
lerel o que eolio disse em relacao ao fundo da ques-
lo e pasto a ler f IC, I
% Senliorcs, uo lie de agora, que rcinam na po-
polarAo vago rumrese detejos impiielos rcspeilo
da caresta das carnes verdes, c por diversas vezes
deslc mesmo objeelo te tem tratado nesla casa. O
lavar o proco da carne lem sido, e ainda be a opi-
nio, que, som mais profundos cvanics, parece cor-
rer do bocea cm horca como um remedio heroico
conlra o mal, que sollrc o povo rom a careslia das
carnes. Eu n.1o sei se a raio he quem lem dado
v ida a esto pcnsamenlo, c se os espiritas Uries c pen-
sadoros he que o lem errado; o que sci, tim, c ase-
vero he, que elle, apezar de loda a sua bizarra, en-
conlra cm mim mili vivas repugnancias: porquanlo,
ou o governo hade lavar siniplesmenle o preyo das
carnet, ou hade laa-lo, concedendo o privilegio do
vender alguma eompanhia do parliculares. No
i iniriiii raso nao hesita altlnnar. que a violencia
uta a nltareU o a industria ser tilo monstruosa, c
cxhorliilonlo que afugrnlar esses meamos capilar*,
que boje scemprcgam aula industria, 01 penuria, a
caresliae a tome scrAo eolio ainda mais horriveis, c
insiipportaveis. No segundo rasn.scndo certa que do
monopolio he que nasce o mal, cu niio sci o que he
crcar-sc um munopolio, para destruir oulro. Eu,
senliorcs, pensando como algn* cconomisla* mo-
dernos, admiltoquc, contra a Ihcsc da plena lilier-
dade de industria o governo cm rerlos rasos possa,
edeva inlervir com meios iudireclos na direccao do.
capilaesc induslria; mas sua aclividade si> so deve
desenvolver, quando muilo, para errar, alentar c pro-
teger, c alo para malar as industrias. Remover as
causis naliiraes que obsiam os progressos do urna
induslria qualqucr, e oulro meios dcsla ordem, lacs
sao os meios com que nina induslria ule ser favo-
recida rm lienelirio do consumo do povo e da ri-
Oaeaa publica. Mas aulorisir um monopolio, islo
be, no mcu neniar, funesto empirismo, que lulo
combate as causas do mal, e ao qual alguns inlcresses
sao sacrilirados. n
Ol! senhorc, parero-me que nesla proposiriio
eu alialancei-me a muilo! e, em lodo o caso nao ha
nina Cfrenlo, romo esla que lao cncrgicamenle
mostr toda a forra de iiniaconviccAo.
Um Sr. Depulado :Pinlou lien) os males, que
eslao boje appnrccendo.
Oulro Sr. Depulado :Foi prophela.
II Sr. llapIMa :O estado aclual, o lalvcz peior
ainda (de que Dos nos livre) tai oque eu esperei.
c uaquella oecasiao nao diias ainda ludo, c que
agora dirci cm poucaa palavrn.
Sim, o povo nao quer, c nAo quer [porque nao po-
de, apreciar as causas, o* molivos e os fados: elh
porlanlo, nunca te propon a pozaras Irrcgulirida
las eslacOes, as epidemias do gado, c as ditllriildadc:
les dos fornecedores ; c em lodas as occosiiles, e en
lodas ascrizesso lera um si> pcnsamenlo, a saber
ha carne, c carne barata (apoiadoi', c por issi
eu disse ainda cm IK.il (lo .
No raso de que traamos me parece, que esl
eompanhia a quem tar concedido o privilegio, unu
vez que nao sejam removida! as cansas do mal, ella
de um lailo ha de sentir o peso de crois eventua-
lidades para em muilo rasos nao ahaslrcer o merca-
do c defcnder-sc com sua irrcspnusabilidade poi
laca Mirrcssos, e de oulro lado rila impor nmdircs
lerrivcis nos criadores, c coufesso que nao posso qua-
lilicar de justa o ICCXtadl aquella medida, que para
henclicair una classe, basUIlM aoulra e que os be-
nelicioscomque enriquecen! a uns, sao arrancados
e cvlorquidns a oulros. n
Peco aos honrados memhroi, que consideren) es-
las minha* patarra* proferida* rom a franqueza,
com que coslumo fallar na Irihuna, o que nao he
virludeemini.....na nina lei da minha ndole, e
quatl que moa necessidadc inwittirel.
t'.onliuiiarci ainda a ler oulro trecho do mcu dis-
curso, (le).
ii Eslas r nutras rau.a* e todas naturaes, beque
prodoietn directmenlo a carotlla das carne, c ev-
|Mirm a induslria de vender carnes verdes eoii-
iingcuciase perign* lao*, que afugontjim o* grande*
r.ipilae>;e da In he que resida osle chamado mo-
nopolio de alrevessadoics, que nao be senao una
consequenciadat couras; poi quanlo, os gnndeiea-
pilalislas lio mai. ciuleloaos, o sen fuflO evpccula-
livo be mais esclarecido, e por conseguinle mais se-
guro; eulrolanlo que os que por cmprealimo apa-
llluun pequeas somina para Irnlarem fortuna, slo
ataulos, aliram-sc a raajorea risco*. E lauto assim,
que apezar dos roubados lucros desses llravossado-
rcs. nao vemos riquezas formada! ueste ramo do ne-
gocio, e muilo* sao o. que e han arruinado rnmnle-
lamcnlo.
l'izin eu islo; porque cni.io um grande argumen-
ta: Iraiido a esla casa i.....in causa unir da rarcslia
das carne, cram os llraveaHmenloa e lodas essas
oprracorsiiilerinediarias. qur scdavan, ilr-dr que o
gado sabia do- serloct al enegir aos noso* incr-
eailus; arguincnlo do .pial senipic duvidei, porque
oquenolava, e nolavaui a lodo era que deu-
essa classe de marchantes, nunca nenlium fe/
I
grande fortuna; eio contrario api
seren regulados em sua
dos se conservavan pul
romeravam a prosperar, I
q.......e tazia rrer que esto negocio
grandes ronlingenrias e riscos, c n
temeu pcnsai, quando via. que,
.....'mies lucros, que se eiagcravam
irrcnriu dos
ida, e al
-, e, nuil
dep.
to-vez
lo : S ll Igunia caliiam
-lav is li | -Mj.il. me era btlanle a esos
ipil a npp; es, mi re-li-c
ni ic eomp Ti-avan
impotlos a fabrlcatdesla provincia, c os producios
da- oulra* que forero reeiportados.
S I i. Viole por eeulo do agurdenlo ronsnmi.la
na provincia, tirando cicmplos os deposito* c fabri-
ca* que produzirem esto genero, ou que o empre-
u.ii.'in como materia prima:
S 15. Cinco mil ri* por matricula das aula* de
insInireSo superior.
S 16. Qualro eenlot mil ris do rada casa que
vender bilhcle* das lolerias das oulra* provincias, o
seis rento* mil ris de cada nina que vender caute-
la) destes ni. -mu. buhles.
3 17. Pcdagio das ponles o estradas, continuan-
do cm vigor a dispnsicAo do !J 17 do arl. Si da lei
n.9M>t podendoter rcinovidas a* barreiras para
oslugarc* mais conveuionlcs.
S 18. Kcndimculo do evento.
8 19. Apprcbensc* pela polica.
? '20. Mullas por infrarces.
8 'M. Resliluicoesc reposiyes.
i -2. -JiaUXK) rs. .lo cada casa de jugo de bilhar.
5 S3, Produelo da venda dos generu, utensilios,
propriasprovinciacs.
S \. Mctadc da divida activa anterior ao primei-
N de jiilho de Is ;.
Divida activa.
S 2b'. Rcndimenln da eapalazia do algodo.
8 27. Produelo da* lolcria* do Iheatro de Sania
Isabel.
8 28. Saldo do cxercieio correntc.
O Sr. guiar : Sr. presidente, pedi a palavra
para fazer breves relenle* a respailo do 8 8 deslc
arligo. Eslou |>crsuadido de quo he una necossida-
dc nao con*crvar as niposiccs quando ella* nao
precnrhcni o* lins para qu foram erradas ; eslou
lamben persuadido de que, longo do ser um liem
para o Dal urna imposieao quando ella nao altinge
o lim quo leve em visla o legislador, pelo con!
he um mal quo so deve procruar ovilar pela sua
prompla abolirn.
Acabo de ver do bataneo que so dislrihuio que,
quando o Imposto sobre eteraVO) despachados para
tora da provincia era de 'K>, renden esta verba
acOOOfelanloi.e que leudo ildoelevadooinnooasta-
do rssciur-mo iiii[mi.Iii a IIHc, eslou informado que
ale boje se tem arrecadado apenas I.KtHH ou r
mais .In quo islo, havendo-sc apenas despachado 150
cscravos, embora Icnhain sabido, como consta do re-
gistro do porto, mais de 300. cvccpcao dos que V*0
em eompanhia de seu senhores. A ser evada In-
inini.i. ..i. qiu- me deram, j v V. Eic, que a arre-
eadaeo deste imposta nao lem sido taita com toda
a liilclida.le; tegulodo-W d'aqui que o simple* aug-
mcnlode linmio- ou :> noo-e i........ nao auloiisa a
permanencia de una scmelhaulc imposieao.
lu dos lins quo esse augmento ilo imposto leve
cm isla conseguir, foi o fazer rom que nao fossem
cvporlado para f.ira da provincia os escravo* que
sAnaolualiiicnlo applieados, de prereroncia, ai agri-
cultura, porm longo mesmo dessa iui|K>sico favo-
ccr este desejo do legislador, veio conlraria-lo,
porque ilillkiillou a viuda dos cscravos quo eram
maudailo* do norlo para se vendercm aqui na pro-
vincia, c cpicaqui cram comprado* lamben! para
negocio......a vez que, com ju*la raz.lo, os propric-
larios desses cscravos deivam do remcllc-los, por-
que sabem que o scu prero sera muilo menor, vis-
to que o romp ador lem de pagar o imposloMe 100*.
Por ronsequeueia esse commercio que existia cutre
as provincias do nortee Pcrnambiico, be quo de
certa era ventajoso n nossa aericullura, porque a
ibattocla com corlo numero do tiraros 0KTIV09, bo-
je so Mili muilo diminuido c delinhado cm razao
do iui|Hita,.quo sendo gravi**imo para os pro|iricl
rio* d escravo, nao iproveiia renda publica c
oliendo o inlcresses da ngricullnra da provinci
Porlanlo, *e o lim bcncllco dessa lei nao pode sor
lllingido, aeho ronvcnienleque ella seja revogada;
c cu descjaiia que se algueiu piulr-se lazr-l.....le
dessea* evplicac.iisi necissarias a retpeilO da arre-
radarao.lessa iinposir.lo. Ocio quo cssa arrerada-
ciio he fcila pelo consulado, clondo-se agora depoi*
da evecussao dessa lei arrecadado apene I5:0(l0s|(!:i
apparcec nina diferenca espantosa, lazendo-sco cal-
uta do cscravos que eram despachado quando
pena pagivam ."-.
Desojarla, era primeirologar, saber de donde ie-
ulla osa diAorenea o denota qual a razao porque,
ndo-sc despachado c sabido poli barra f.ira, ron-
irme con-la do rcvislro, :|1KI cscravos que nao fo-
ram em eompanhia de teustenhoret, oxea mesmot
nao pagaran! a eoiilribuican legal. He ncccssario
que baja um ilefeiln, ni baja urna culpa c eu nao
sci a quem .leva ser allrihuida ; nao sei, porque me
parece que a Ihesouraria nao lem parlo nislo, lal-
vcz taja o consulado, mas lamben) eslou penuadl-
do, otsa ctlacao w lio obligada a arriendara mpo-
siro daquellc escravo, que leudo sabido para
fiira ila provlncil alli foram pagar.
eu desojo ouvlr alguma explica-
i de se poder dar remedio a elo
i un lalprcjuizo renda publica,
ll que as vistas do legislador nao
las.
milla-rae V. Evc. que cu mande
da, reduzindo a lo cssa petada
2
Eu vol pelo parecer ; c s aventuro esla* consi-
deradles, para que bem se ronbera que esla casa,
apprnvaniio o parecer, nao vola por fazer favor :
au ha ni.lo favnrceimciilo; quer que se pague una
divida rcronberida, e quer que se pague depots de
pi.>cnrhi.los e salisfcilo* os Irarollcs, porque lem
de pausar. Coneluo rom i*io.
Julgada a materia discutida, he o parecer iub-
mriiiiln a volaran, capprovado.
ORDEM DO DA.
Paa-e a (ontiniiaoii da 2." discussao do orca"
.......lo provincia!.
Sao suceessivamenlc ipprovadot sem ditcnttle n-
scguinle* arligos :
o Arl. SI. ton o consulado a saber:
8 I. Cora os empregados. hKttjnsO
5 2. Com a eapalazia do algodSo. 2:75s000
5 :t. Com o cipedieule c asscio da
casa. !)|.iKKI
.. Arl. :12. Com ascollcdorias. asalier :
8 I. Com as collecloi es e promotores
Itacees. 7:9KiMiOR
8 2. Com o expediente. I.VCOO.I
n Arl. 33. Com as agenda*!! saber :
8 I. Com os empregados. 6:l.i9.1:
8 2. Com o cvpedicnlc. 50SO00
.. Arl. :ll. Cornos aposentados. 7:835*206
.. Arl. 35. tronojubilado*. 11:491*079
O arligo X que diz :
Arl. :iii Com a divida doscwrcicios lindos.
He adiado, para depoi* de volada a lei do cr-
dito.
Entra cm discussao o arligo 37, que be o se-
grale :
i Arl. 37. Com as despezas even-
luaes, inclusive o aluguel da casa con-
tigua ao Ivcu liara a bibliolbcca pu-
blTca, o* .tales das or|ihiias, c ci|ic*las
casada, que so deverem al o ultimo
de juuhudo crrenle auno, c as mesa-
das do esliidanlc Antonio de Araujo
terre* Jacobina. 20:000^)00
He approvado, flcando assimroncliddaa2."|dscu-
slo do orroinculo provincial, na parta relativa i
tapen.
Entra em segunda discussao nprojeclo n. 2t.
DSr. Pretidenle : Est cm discussAo o arl. I.
Arligo t. I'ica o pretidenle da provincia aulnri-
sado a craiiregar a* medidas quo julgar rnnvciiicn-
lo*. .iiiin de remover as causas que actualmentedif-
lirullam nesla ridade oabaslccimenlo de carnes ver-
dee ; adoptando I rcspeilo do contrato celebrado em
v ii 11 ii le da lei n. 278 de 6 de main de 1851 o arbitrio
quo in.11- apprupriado lhc parecer silu.ir.ln.
O Sr. Bapliila: l)elilierci-mc a pedir a pala-
vra para oircrcror um projcclo om subsliluirao ao
que osla em discussao.
Eiilendo, quo se deve resolver a queslao sobre o
r.irncf imcnlo da* carnes de um modo diltluilivu, e
que sirva do regular o futuro, sem todava abandn-
nar-se os males, quo de prsenle se toflrem. A mi-
nha idea rardeal no projcclo be a reteso do con-
trato c pronunciaii.lo-nio deste muilo, olwdeco a* mi-
nha* convier.le inlinia, e rolloco-me no mc*mo
poslo, rm que me enllocara contra a lei quecrcou a
.....npanliia, equecm 1811. quando se ilisculio nesla
casa, tai por iiiiin lombalida,
Pero Iraanea aos mcu* honrado rollega* para ler
i niru discurso proferido iiaquelle anuo contra es-
ta lei. Eis como me deelarci louo no principio do
iiiou discurso i' U. )
.i Poco parmbaoi nol.....onuniaslo para me op-
|i.ii a., *eu projeclo d.s.le as sua* primeira* al sua*
ultima* pnlavra*. desde o leu oramelo al a* sua*
ultima* contequenriaa.
Crcio, |mr linio, tenhoraa, que se nao |k1o dar um
vota mai* derisivu, .lu .|.......1.. rreio memn que as
eiprcaioet, de que el.......w tervl no anuo de 1851
un'- .iii.
i esta
lesonvolveu-ao a eobi(i de novo e
lores, e como que os mandes capltl
lemiam enlrar netla* opcra{oc*.
Agora dirci, cm lira, que lambn) dev
der aos males |ircscnle, para remedia-loa, c
rcspeilo, comoas circunislanciaspo.lein inu.lar.c ro-
mo inrsino ser conveuiciilr que senao rescinda o
contrato reponllnamonlo, de modo que oulra* pos-
to** nio se aeheni preparada, c habilila.la para
lomarem o lugar i c.....panhla, r por rniiseguinle
veuha a fallar a carne, parece que.......Ihur uiein
he doixar-sc esla medida* ao governo da provincia
uloriMilii a fazer a* n)ndilira(iics no conlralo, que
asen arbitrio esclarecido, as eircumslancias exlgi-
rem; o Irania iiegandaparle do mou projeclo,
que agora ollerern l :
.. Vidc Diario de21 de alud lie 1853.
O Sr. Pretidenle:Eu nao peen submrllri a
diMUHao lodo o projeclo. Na 9." discu-siio, que
lie aquella de (|uo no* OCCUpaUMM agora, o regiracn-
lo manda que seja |>or arligo. Embora poh o pro-
jeclo ollcrerido pelo Sr. depulado leuha lido lidu,
aowjelloaoapotamenioMnao oart.1" como
emenda aquello que esl em discussao.
Blido o arl. 1- do projeclo ollcrccido como
emenda, e apoiado. entra cm disrussilo.
Em seguida he lido o projcclo doSr. Martin* IV-
rcira, vidc Diario de 2l|do rorrelo); c apoiado
0 arl. cidra oonjunlaineiilo em discussao.
Vai a mesa, c he apoiado para cidra- cm discus-
sao, o scauintc requeriu.....lo:
Requciroo adiainenlo da presento discuao,
a lim do seren impresso* o* novo* projcclo*.S.
R../. de Olktira.
Encerrada a discussAo, he o adiainenlo appro-
vado.
Continua de novo a 2.'discussao do orcamenlo
provincial.
(I Sr. Pretidenle:Esta em discussAo o arl. 38 o
seu* paragraphos.
a Arl. 38. tica o presidente da provincia anio-
risado, para clleeluar a despeza du evercicio de 53
1 51, a arrecadara renda designada nos paragraphos
seguintos:
8 I. Tres |Mir ecnlo do assucar cvporlado.
8 2. Cinco porcculodos mai* genero* de pro-
durrao da proviuria, que lamben) se exporlarem,
repta os que forero fabricado* com innlcria prima
eslraugcira,
8 3. Dcima dos predios urbanos.
8 1. Dan* mil e quiubeulo* ris por cabera de
gado vaccuin consumido nos municipios do Recite,
Olinda. Iguarassii. f.oiauna, Nazarclh, Pao d'Alho,
Victoria, i. 'Iin. Sorinliaem, Rio Formse, c A.ii.i
Prela; no* oulro* municipios s pagano esta im-
ponte aquellos, que lalharem carne para negocio.
8 5. Diziuiodogadoeavallar-
8 ti. Sello de heraucas c legados, Tirando cm vi-
gor o rcgiilamenlo geral do 28 de abril de 1852, e
o governo aulorisado oaltera-lo para que seja oslo
imposta pago em dinheiro.
8 7. Mcia siza de cscravos.
9 8. Cem mil ris por escravo despachado para
tara da provincia, ainda que importados das oulra*:
copio os que foram em eompanhia dos teut dono.
c a scu serviro.
S '.'. Emolumentos i la polica.
8 10. Dcz |wr ceulo doj novo* c velhos direlos
do empregados proviucjaes.
! 11 Tres por cento contados sobro o alucuci*
da casa* em que searbaremos soguinlos oslabelc-
rimcnlos, a saber: botica, loja em que te vcuder a
relalbo, do cambio c do mobilin, armazem de car-
ne non, de madelra, de lijailo, ,le as-urar. de sal, de fazeuda, de farinha, de mo-
Ibados. de m.Ksaine, de eouro, do drogas e do rc-
eolhor, liberna, bolrquim, serrara, otaria, lypo-
graphia, cocheiras, cravallarira*de aluguel, pren-
*a* de algialn e fabrica.
8 12. AOBflflOr. sobre raa*,lr modas.
8 13. Com re* | r libra de lbaro fabricado, niil
rc por mheirn de rhariilo* e cigarros, Irinla ri
poreanadl de bebidas espirituosas, o oilo ecnlo*
re* por arroba do sabio; licando cvcmplo* dcslcs
Sr. presiden!,
con, pora no c:
deleito, quo ean
fazc-lo, do tai
liquen, preju.li.
Enlrelanto, i
.i mesa una cm.
de mi.....s impstelo.
\ ai mesa, o he apoiadl a seguiute cinciida:
a Ao arl. .18 8 8.
a Em lugar de lOlftdiga-scI0J.O mais eo-
1110 no arligo.-. guiar, a
O Sr. l-'irmiim de Mello : Sr. presidente, nao
obstante haversido prevenido polo nobre depulado,
que nrabou de fallar sobro o 8 8 do arl. .18 do orea-
menta provincial, olfercrendo sobre o ine*mo ua
emenda, lodavia pedi I palavra para unir a esla un
requerimento que rajello 1 considerarao d'asnm-
blea, concebido no* tormos seguiles:
. RequcirooadiaincntodoSSarl. 38 |Hir Ir*
din. para que ueste cspaco de lempo se pera ao
presidenta da provincia copia dos olucins, que lhc
dirigirn) o chele de polica inleri.....la provincia,
c o Inspector da Ihesouraria provincial,em virlnde
do* quacs oincsmn pre-idcnle dclernuiiou que n im-
posta deKKWHKJrs. por ccravo despachado para
f.ira da provincia, se arreradasse de qualquer escra-
vo ,|c sahisse dolo pollo, einbura viudo de ou-
lra provincta ; assim c.....10 copia da ordem indica-
da.S.R.
Paro da.isscmhla legislativa provhuial do Per-
ninibuco 20 de abril de 1833. Frntino de
Mello, o
Senhorc-, delerminei-mc a sujcilar esle requer-
menlo a deliberacao da casa, alim do verse oblen.lo
pelo- molos .nmpclciilc*lacscsclarccmcnlos, me re-
moro da opiiiaoem que eslou, de que lien) o preti-
denle da prov inria podil mandar fazer un arreca-
dato |ior lal mam-ira, sobo pretexto de que a lei,
que delerminava cssa arrecadacao dos cscravos ex-
portado* dcsla provincia, era llludida com paanpor-
le* lalsos do vendedores do c*cravo*. segundo alflr-
ina-nosciii scu relalurio, porque I lei nao o aulori-
ava para islo, c seren oulro* o* meios ao alranrc
da poiicil, noin esta asnmblea Ott cm sen dircilo,
quando no referido 8 determina agora i.cni duvidl
cm visladetal ubicrvacan que cs*a airecadafao se
conlinue 1 f.izer por .iniclhanlo tarina, porque in-
fringe direlos, quo pcrlcurcm a nutra* provincias,
dando lugar que ella* reproscntcni i tttembMa, I
governo gerac*, conlra nina lal usurparo na fiirnia
do 8 O arl. II .I....- 1.1 a,liliii.in.il,,. mai* porque of-
fendo a letra do arl. 12 do mesmo acta addicioial.
E de mai* o requerimento Icndc a esclarecer a as-
semhlea com cisas pera* olliciacs, o amilia-la 110 scu
julio, c dclibcraroes, que por ventura venha lomar
esta negocio, c |>or isto o julgo digno de sua appro-
lleapoiado para enlrar cm discussao o requeri-
cnlo de adiainenlo do Sr. I'imiuo de Mello.
O Sr. Jo< Pedro : Retpondendo ao orador
que o havia precedido ;o Sr. Aguiar) disse que com
a importancia di arrecadacao do auno linaneciro pro
limo lido, c do corrcnle, Irazi.la para ,1 discussao
provava-sc que o imposto raqueaba) liuha produii-
doo elimo que livcrmn em vista os legisladores :
por quauto sendo aquella anera.laraodc 5:OV000
rs., comocniao pagasseni os cscravos 5B00 rs.,
exporlarao linba sido 1,011 cscravos; enlrelanli
quo no evercicio corrcnle que eslava a liudar-sc
apenas so havia portado 151, visto lhc aflirmar 1
orador a quem se reliria ler-sc arrecadado 11:1 mis
Ouosc |icta registro do |nirUi rouslava tcr-e expor-
tado niaior numero de cscravos do que provava esla
arrecadacao, era porque ale ccrlo lempo so havia
pcrmillido livre do Imposto a cxporlacio do* cscra-
vos viudos das prov lirias do norlo ; mas que o go-
verno sendo informado de que, cum passaporlcs fal-
sos, ciporlavani-sc esclavos .le.la prnviuria como *e
fossera daqurllos, havia sujeilado o impu.ir.iu lodo
os escravo que daqui sahitsem, fossem ou nao do
mitras provincias, leudo inenrionado no scu rclalo-
rio esla providencia, que rosulla da nlelligencia da
lei, bem como havia adoptado outra*. que conslava
do relatarlo delta orador, para fazer cflccUvn a im-
po-ira.i. Que aquella providencia ncnliuin mal ha-
via IraridO a provinria,porque n.io pagando o ImpOS-
lo os cscravos que se importaran) da* outra, conti-
nuarla esta mposirn, e apena* leria do diminuir a
do* escravo* qno scdcslinasscnias provincias dosnl.
Filialmente alliimou quo o consulado provincial,
I no be a ntaeio que cobra o impolo ou dircilo
e Olportacio, havia feilo quauto de sua parle esla-
va para evitar o contrabando, e para que lei por
iienliiiiua iii.iihii.i font Iludida roncluio dizendo
que votaria pela eonlimnelO do imposto, elevado
romo ctlava I I0U9D00 rs. por escravo.
(I Sr. Cuncho da Cunta : ;No resliluioo scu
disrurso.)
O Sr. Baplittii: Nao ado razio no Ilustre
memoro, que me preceden. Quando urna lei deixa
raniiuho franco i abusos, he preciso cmeoda-la, do
modo que posso ser flclmcnle oxeiulada em loda o
tuajclracespirilo. Sabemos que a provincia do
Pcrnambuco he a quo conserva niaiores rclacile*
coramerciaesc.ini a* provincias do norle, nno com
lodas, ao mono* com a matar parle deltas, como P!i-
rabiba, Rio Grande, Cnrt.oet. abi provm, que
para aqui he que aquellas provincias remellen) es-
cravo* para scroni vendidos. Islo poslo, aconteca
que aquclln que aqui fozcm negocio de cscravos
euiiipravam os viudos do talar, o os rcmclliam de
pois por cspeculajao para o Rio de Janeiro, c n
furlavam a tarniMb da tai, pretextando que ni
eram cscravos 1101 lados de Pernainliueo, mas vil
dos do Cear. Eis alii, pois, romo |Hir mu modo re-
volltnlc se lludia a tai o te ilefraudavam :e
rendas provinriar*. Paro rorlar estes abusos o arli-
go do projcclo do orcamenlo esla pcrfcilo, be opli-
nio, e dovemos volar por elle. O honrado memora,
primeiro secretario, revclou o desejo de ver trovada
alguma discussao sobra o .-i ligo da lei do orcamer
lo, quo Irala do imposto de 20 por ecnlo sobro
consumo das aguas ardcnles exceptuados as fabr
ra o depositas ; pois que para elle, be claro, que
fabrica de viuagre esta lanibem tcnta do referido
imposta.
Aquillo que o nobre depulado chama interpreta
cao clara, eu digo que he verdadeira revogai-ao di
lei, c digo isso par que logo coniprohcnda a gran
de divergencia em que estamos.
De feilo, a lei do orcamenlo do anuo passa.lo
impoiiilo _') por ecnlo sobro o consumo d'aguardeu
le, excepluou as fabrica* c depositas simplcsmcu
te o sem accresrcnlar urna s palavra mais. Ora
vista da rolaran .las palavra* subsequcnles com a
anlecedenlW, be claro que fabrica* c dcuosiln* ali
sao a* fabrica* o deposita* da mesilla agurdente
que be o objeelo tobre que a lei falla, c sobre cuj
consumo jni|Hle. Mas a fabrica, que consoin
a agurdenle para, mediante ceria* operaetla c pro-
ceso induslrial, converl-la em vinagre, 11A0 be
fabrica de agurdente, c sim de vinagre; logo esl:
fabrica nao osla roinprchcn.lhla na excepro da lei
ma* cn> sua disposiriio geral relalivamcnle ao* ron-
inmidorn de agurdenle, e por conteguinte su
jeila mposiclo do* 20 por ecnlo.
l*so, poi*, be quo he claro, c nAo precisa de in-
1 i-i |ii 1-1.11", c o contrario iraiiorla rcvngacAo da re
reridl lei do orcamenlo.
Lina vez tallando nesla materia, o dizendo que
o*sa incsina era a intelligenria que a Ihosourarh
provinrial havia dado i lei, fui contrariado pe
illuslro niombrn, u*pcclor da Ihesouraria. Ora
cu goslo muilo de provar o que digo, e |>or is*o Ira
go aqui a deeWo dada .1 este rcspeilo pela Ihesou
raria cm sessio; ci-la (UJ! '< Por fabrica nao deve
ser entendida senao, o eslalielecimenlo que fabric
do niel a agurdenle, pois oulro qualquer que sirv
para rcslilar ou dar cor c gosto diverso, etc., ni
pode ser considerado senao como casi do oonsuin
do agurdenle. Eis-ohi (iiin.lrandn o documento
aoSr. J.is Pedro) |ki.Ic o illuslro incmbro ver e ler
para couvencer-se de que he csc o parecer do sua
repartir**), deliberando cm sessao. Porlanlo, repilo,
o que se quer he rovo-gara lei a pretexto de nlcrprc-
i.i-l,i, prorc.llmenlo e*lc tanto mai* Injusto e Incon-
veniente, quanlo o primeiro secretario pede al
que n fabricante de vinagre fique scut.i de pagar a
imposieao du uno linaneciro, que est a lindar;
irlo quo leremo* m.ii* do ver e admirar una lei
0111 cuello retroactivo. Mas eu espero que a eaaa,
cllcclindodcv idamente sobre cvressiva prelenrao,
lao approvc lal medida.
Senhorc*, a pretendida rcvngacAo do lei com a
via denominarlo de inlcrprclacao he prejudicial c
mili prejudicial, lano a Ihesouraria como aos ac-
tuaos arremalaules deslc ramo de receila provin-
cial.
lio prejudicial a Ihesouraria ; porque ella res-
Iringe a esphera da mposirao, o por consegiiiiile
dimiuuca sua importancia: anconlraladorn, por-
que cito*, quando arrcinalarara 0 inijioslo, nio l-
nliam cssas rediirroe, epor concguinlc vem a l-
carem prejudieado, pagando de mais do que d.-veni
pagar, para rereberara menos do que devem recc-
bor ; c alii lomo* nueiisa de direiln*. falla de f nos
conlralo, c prejuizo para o* cofres cora a diminu-
cao do pro.ludo de una imposicio.
Eu crcio, senhorc, que cora as cvccpcocs que se
quer eslabeleecr, esle ramo do receila vil Mear re-
duxido a nada. Os labcrneiros todo* o* .lia* tazein
aununrio, deque nao vciidciu aguldente, c nao
devem ser rollecladn: lodas c**a* ca.i., que com
.imple* infusao de fruela* fazen) dllorcntos quali-
lades de agurdenle, lambona nao pag.iin esle i-
po!.); a fabrica do vinagre que contome mine
si quanlidade de iguardento, timbera se quer q
nAo pague: anim melbor ser cxlinguir esla Imp
nhum aeonleciroenlo cnronlramos na hebdmada
derorrida, quenpodene interenar( tara do d.imi-
uio da poli><> )
Pastemos, poit, a revistar o que temo*.
Entrn dot porto* do ni I, no da 21, o vapor oa-
cional S.Salvador, conduzindo n seu liordo o Bx-
relleutissiino Scnbor conselheiro Doulor Jote Bea-
to da Cunba e Figueiredo, prnidento despacha-
do para esta provincta, e que boje niesmo araba
do lomar as redeas da adminislraco, prestando o
competente juramento peranlc a assembla provin-
cial, para onde se dirigi arompanha.ta de um pi-
queta de cavallaria, sendo alli recetado por urna
cominissao da casa con) as formalidades do esl) lo.
A' poste de S. Etc. couenrreram muilas pessoas de
ili-iiiiiT.in, inclusive o Exm. prelado diocesano,
embora 11A0 tivesw o da nada favoravel, cm conse-
quencia da copiosssjma chuva que cabio.
Para a curiosidade popular, jii foi slo um sofTri
vel alimento ; porm, mais ainda Irouxe o referid
vspor.
O Exm. Sr. general Scra, que daqui podio, h
pouro, para lomar asseulo na reprewntaeio naci
nal, foi desonerado do carao de ronimandaiile das
.11 ni.1.1 Ir.1.1 provincia, leudo porsurcessor o Sr. Iiri
uadeiro Feliciano Antonio Falrao, que se espera m
Varias |>ermutas de presidenciu liveram lugar, 1
rom ollas novas nomearoc, seudo entro estas a it
Sr. Dr. Joaquim Villela de Castro lavare*, lonl
rabttilnlO da academia de Olinda, para a provine!
do Coara. O Exm. Sr. Dr. Villela teguio hoje no
S.-Sulrador, lomar conla da imporlanlo laref:
que Ihe foi mohada, c he do esperar que, sh a sua
adniinislrac.lo, melhorem o* Ccarcuscs.
Em virludc da aulnrisacao concedida ao govcrm
pela assembla gcral, cm fuzaodc cunara*, no au
ne de 1851, araba de ser publicado um derreto, dan
du nevos estatuios aos cursos juridicos do Imperio
Oulro decreto nao menos inquiranle tai pulilica
do, para o fin de licarem rcduzi.los a 5 pm ecnlo os
dircilo* do cxporlacAo, do rarz de jullio prximo
rutara cm dlaole. Era uma molida reclamada pe-
los iulereses agrcola do paiz.
As noticias de Bucno-Avrcs davam como con-
cluido um ajusto igualmente honroso eamlgavel cu-
tre os plenipotenciarios do general Urquiza eos do
governo daquella ridade; ma* o* receto* que havia
de que elle scfrustras.se, foramalln.il rouurma.tas
pela recusa expresn do governador provisorio da
nufederacio u rarlilicaco do mesmn njusle. Esle
proecdimculo inqualilicavel de l'rquiza lem, |ior
conseguinle, de alear de novo ,1 conflagraran enlrr
aquello* povo, c Mate louiarel intuito j te ocha-
va elle reunido Lagos; mas o governo de Buc-
nos-Avrcs, longo de curvar-se, redobrava a sua
energa, e dbmuah novo* meios do defo-za.
Foi esta a noticia mais importante, que adianlnu
0 Seren, cnlrado logo dninis do S.-Snlrwlor.
O Sr. Dr. Jo* Nicolao Rigueira Cosa pedio e
ohlcvc demissao do lugar do chore de |inlicia interi-
no, c foi noinca.lo para o substituir o Sr. Dr. Ma-
nuel Cleinenlino Camriro da Cunba, juiz muniri-
pal da primeira vara dcsla ridade, em evercicio da
primeira de dircilo.
A carta do nosso corrcspoiulcnlo om Nazarclh,
quo puhlicamo em nosso numero DI, da-nos aquel-
la enmarca cm rebotica, sondo esle motivado por
*u*pela* de um [dao de imurrcicAo, ali* desli-
luida* do fundamento, segundo colllgimn de suas
c\pre*soes.
Em lugar comprlenleacharao o Irilorr o relato-
rio, com o qual fez o Exm. Sr. Dr. Francisco Antonio
Ribeiro a entrega da presidencia I scu successor.
Entraran durante a semana 18 embucaeOn c
saliir.un 25.
Renden a alfandega8*t533*099 rs.
I'allercram 55 pessoas, sendo: 15 hnnicns, II
inulboresc ISparvuloslivrc* ; Sbomens, I inulhcr
e 2 prvulo*, cscravos.
bador que me hade jolgar, o mcu juli be o publin
e esle me taz juslica \ o Comi quer sabor -i- Wl
bomou mi esposo uia do etcondrijo em que o lem
acantonado a juslica, vi aos cartorin dosesrrivsc,
Sanios o Carvalho, o n convencen da verda.le,,,.
disto foraunplivel; nenlende que nu mi pai, ,i
a secretaria do governo quo abi achara documental
que provau 1 oconlrario: te tou miempregado, ue-
auo-o para exhibir em publico as prava* do n,.,
dcseinpcnho das obrigacics do raen cmpregor y,
nioquier lerolrabalho do andar por loda* etun
parln, venha a minha ran na ra de S.-I'ranri,
o. 8 o eu Ihe motlrarei nao so estes documeulo, co-
mo lamben) oulrot de uma ladroeira que se quer la-
icr a uma viuva que inora nesla ridade.
Basta,Srt. redaclora, prometi uma vez por lu-
das ii.i.i iiar mais palbaaojumento que meescoccia,
Sou seu ,1-1-11.me
Caetano Pinto de Verat,
npi
I In
Como Pernambucano, em o qual,
dos os sentimental, domina o de ser Pernamlmca-
no, e de o Brasil, quando nao exceda, iguale a Rn.
ma ii". lempo* de Camillo, Octaviado, Augusto,
Cesar e Marco, Clao, Bruto e Tilo, felicita >m
mcu-: palricios pela chegada du Sr. Jos Renln .|a
Cunba e Figuercdo para admioislrador, dcsla pro-
vincia 1 ev.-lulo du poderes, romo lal roncedidos
pela auinri.la.le suprema.
No estado em que nos adiamos nao dcvcnioi
esperar que o Exm. novo presidenta de........ ,,
sane tantos males, romo os que nos con-ofm
na'o, o ii.-iii lio postivel; mas develos esperar
que uma auloridade, que |ior tantos titulo* m*
he chara, c chara Iho deve ser esla provincia, que
sempre cm lodos 01 scus aclos, c por lodos reputado
honesto, gema, quando neis gcincrmo, como hoje
gomemos.... Mesmo nio devenios crcr, que S.xc.
escape .1 idea, de que um povo se representa 1..-1,
inlelligcneia, riqueza solar, e forra phvsira; esla os-
la no raraclrr pernambucano, as duas se arham h
manifestadas cm uma nobre familia, boje muilo en-
Iretaeada rom oulras abundantes cm tarluiia, <-
muilos de seu* memhrii* csludiosos, e formado cm
diversas facilidades. Saudando aos mciis charos pa-
Irlciospor tal nomcario, *auilo, c desejo a S. Evc.
bom governo. f'm Pernambucano.
PIBLICACOES A PEDIDO.""
DIARIO Di; rillMlllll0.
A ai
discus
rrlaliv
do ap.
i'inbla aiile-hontrui opprovou rm primeira
o os projcclo* ns. 21, 22 c 25", o primeiro
ao pagamento da divida pasiva ; o segun-
uvando o conipromino da irmandade de Nos-
reiro ronce, len-
nuacs \ enmpa-
Enlrclaiilo, aquello que assim prore.leni n.in rc-
parem depol*,o nom se mosu-em nqoocidn ou Indi-
l'erenlc o injustos, quando os conlrala.lore* apparc-
rercm rcqiicrcudo in.li-nuiisir.lii de prejuizo*. (jue-
rem levara clleilo o seu pro|ioilo, levcm-n'o; mas
ao menos Icvem em roni.lerario o dircilo* que
vao tarir, para depois nao seren injustos.
Ja he batanle larde, miaron todo Migadn,
crcio mesmo que nao puliremos volar boje sobre
Otla materia com oulra muilas que eslao em discu*-
lo; r, por Em oulra OCCatiSo lalvez ainda diga alguma* cnu-
n*.
O Sr. Jos Pedro responde ao prcccdenlc orador.
zer o nobre incmbro, lomo dtia especie a consi-
derar : a primeira he relativa a fabrica de vinagre;
a segunda relativa .. enn eaa*, ou nlibeleclmen-
los, rujo dono* scrvcni-sc de algn* ingrcdienlc,
para por nicio de infiisio darcm diverso goslo a
agurdenle.
Quinta a primeira d*sc o honrado menibro, que
I iabrtci de vinagre ua.i|iodia ser rnllrrlada, poi*
que a roulribuirau lio indirecta c paga pelo vende-
dor, o ella iiem vende agurdenle, e era piodiiz
senao vinagre, c cilou o art. 2 do regulanicnta da
corle para a eobraoca desle imposin, o qual deler-
mina o seguiute (i) :
.. Indo* o* cngoiihos, alambiques, casas, liber-
nas, bolecuins, luja, armazen*, deposito*, trapi-
ches, o quacsqiier que sejam sua* .Icnmniiaeiles,
ora que n vender agurdenle de prodcelo do paiz,
simple OU romposla. serio inscripto) ni rcccbcdo-
ria do municipio, c seu dono* nbrigadn* a manitos-
lar anuualnieule ,1 quanlidade do sou consumo,
ele. 11
Ora, na regulanicnlo, ne-la parle, nio (emsido
excculado entre nos: I sua execucSo nio lem sido, e
ncm lera podido ser integral, c ipennlem sido par-
cial ; pois 110 Rio de Janeiro nao se ufo a* oxcop-
coe. que se lecni eslahelerido cnlrc n.is, o que
mullodifltcullam a cobranca: che de corlo para
censurar-se o nao so baver feilo um rcgulameiilo
para esse lim, porquaulu |mr incio de um rcgula-
menlo cvilar-se-hiam cssa* coulemla* que roustau-
leincnlc apparcccni entro o* arrcmalanle* c os ven-
dedores.
Mas, cnifmi, eu me guio pelo senlimeuto dmver-
dade, c, |wr corlo, pareee-nie quo o honrado meni-
hro leinbroli liem que esla iinposieio deve ser paga
lelos vondedore do agurdenle, caso cm que nao
esl ofabrioanlo de viuagre.
Julgo, porera, que eonllnuam a existir dnvi.la* a
rcspeilo desses oulro* que 1.....i|hiciii a agurdenle,
sem todava mudaron a sua mluraxi ncm a sua
forma ; o anda Iciiibro a coi.....issao que, :i cxisli-
rcm lanas eirapcon, melbor ser extinguir o im-
posto ; ao menos be um alivio, de que val partici-
par esla induslria cm loda a sua gcncralida.le.
O Sr. FirmlllO de Mello :As cxpticnc/ics que
dram os nobre depulado, nao me Iteran demo-
da oplniio que Icnlio de que o esrravos impar-
lado das oulra provincial nao podem solfrcr a im-
posieao, porque solheiido-a se infringe o acto addi-
cioial, que neo nos da o dreilo a impor sobre I
ini|Kirlaeao. Heais, esla imposicio deslroc o lim
que a assembla leve em vista, que foi a coiKcrva-
ein du malor uuinero de cscravos ua provincia,
Itm do ir com islo de encontr no principio eco-
nmico, de que os genero* importados sin a fonle
dos hendidos quo se tirara do commercio externo,
visto que por ctln forma dillieulla a mi imporla-
cao.
lii-.e o nobre depulado que, sera cta inlelli-
geuria da lei, a inqioicAo era illudida ; mas eu cu-
Icudo que isso se podera evitar pelo meios legaes,
e 11A0 olTcmlendo os dircilo de oulras provll '
como sueeeile nesla. Por ludas esta consideracoes
insista nesla opiniAo, o desejo quo se adopte o re-
querimento para que venham essas intormacoes.
SAo lida* o apoiada as soguinlos emenda* :
AoSH do arl. :38:
I Sendo a ollima disi>osi(io relativa aos annos
anteriores. S. H.Carneiro da Cunlut. 11
Emenda adililiva ao II do arl. 38:
Picando o presidcnlc da provincia aulorisado a
dar um rcgulimculo para a arrecadacao desle im-
posto. S. R.-U/irrii-u.
lando dado a hora
O Sr. Pretidenle designa a ordem do .lia, e le-
vanta a sessao. ( Eram quasi II >, horas da tarde.)
aSeiiboradeSerra-Talhada; co le
lo uma subven, de lili conloe ai
nina do vapore*, que se nrgani-ar era virtnded
erlo de i de rovereiro, alim de communirar ron
1* provinria* do sul c norlc dcsla.
Approvon lambem cm segunda discussioa primei
ra parido arligo primeiro do projeclo n. 21 cere:
do conlralo da carnes verdes, rom um arligo a.ldi
livodoSr. Florencio, autorisaiido ,
eludir o actual contrato, devendo p
verilicar-sc Ir mezo* depoi da dala da lei.
Kcgcilou linalmeulr o arl. 2 do referido projeclo
n. 21, e lodo* osdemais arligo addilivns, c emen-
da, que lhc foram olfcrrcida*.
A orden do dia de boje empreando, alera da
que esl .la.la, n segunda disrussAo do projcclo 11.
25, que aniel houleui passou cm primeiro.
10 a res-
le-i i-,1
CORRESPONDENCIAS.
emo licht
* grave ag-
ita seu es-
qu- me be
m par
Srt. redactare.:Eu di0 rm minha rorrrspon-
doncia publicada no BehO n. 28 de S de abril enr-
enle, que nAo dalia urna s palavra ao csrriptnr do
Crrete Semanal sobre o objeelo que cxrilou-inr a
.lar mi publico as informaees viri.liras que jnlguei
e.iiiv. nienlr dar a rcspeilo do proce.liinenlo da ac-
lual mesa da veneravei ordem lerceira do patriareba
S.-l-raiiri linuar a sua injusta c acrimoniosa censura, e que
he ii-.pnnderia, s,. npparoresso em publico assig-
11 lo sen nomo \ isto como nao poda, ncm pono lu-
Nesle propnsilo eslava eu quando li
11. :tl de 19 do eorronle uma nova c ma
gramo folla pelo Comi que do lucm
ron.lrijo nao deivou de ferir-iue naquilh
mais charo, na minha reputaran romo I
licul.ire publieii. Por eerto, tenhornredictares,
riimpriria o que promelli rm minha primeira rnr-
respoudrnria, se nAo me julgassc na dura prcrisio
de m.;slrar ao publico quiiu falso lio n (pie de mim
diz o incgnito Comi, nAo para roejusliflrar, por-
que sendo bem palcnlcs Indo os ineiis aclos, riles
nao poden) dcivar.le ser saludos de lodos, e lenta.
ronsrienria ib- que ainda nao praliquei um s que
nllciidossc a nioralidade. '
Muilo me lisongeio de que o Crrelo se relrala-
M duque disse ronlra a mrsa da vcni-ravrl ordem
lerceira de S. Francisco, onmpredirei que seria
muilo melbor queso intarmase cora mais escrpulo
ilo* fado* quando livesse de os narrar, para nAo ler
lose retratar avista da verdade offendida por suas
injusta censuras.
O Crrelo faltando de mim largamente se cslon-
deu acemando-me do ser cu o mainr ingrato se cutre
o I"......o, poique lendo-mc elle elogiado en nao ,1-
rcilei osen elogio, c conrluc pToatlindo que nunca
mais me elogiar.
Re*|iondo-lhe cm dnas palavras. Apezar di-nio
ser dolado do* allot ronliecimenlot, da tubjiuir e
eoHiumada tabedoria do Crrelo, lodivia, lenho a
pcrspiraeia neressaria para descobrir o irnico do scu
dizcr a mcu rcspeilo, o agradern-lbc o protesto de
nao mais mr rlngiar ; nao necessilu de apologistas,
niorinenlc da I,lia do Crrelo, o mcu pancgerisla, he
.....I' conduela publin particular ; lie quanl.
A IIIM S\R D.
MANOELITA LUCCI
Primeira aetrls do theatro de Santa Isabel, u
terminar a reprstentacao' do dramaHa-
rlatuM.
Eis sobre a scena, radianlo de gloria,
ATronte juntando mai* louros, mais flores,
A aclrizsublimada, que o pnvo admira;
Ei-la 1.....li.-n.l-. sinceros louvorcs.
Em vio busca o zoilo, mordaz careleiro.
Manchar seu relime, de inveja sdenlo:
No paleo ella impera, c quera podo negar
Scu genio sublime, scu raro ltanlo?
Aparto Marianna, jiinloumai um louro
A c'roa de gloria da aclriz sem rival;
Da aclriz sublimada, que o nomo percorre
Radiante de brilho, de fama inmortal.
Altiva despresa, gentil MANOEI.ITA
A esenria do zoilos, leus vis delraclores,
E ufana, mostrando no paleo leus dotes,
Proscgue constante, rollieudo louvorcs.
. /.
*?>**: 11. .
SUBSr.RIPCAO A FAVOR DOS MADEIRENSES.
Ai'haudo-se grande paridlo* habilaules da bella
ilhada Madeira rcduzidos maior penurviapcl.i fal-
la da principal proiluccio dadila Unae vinlin-
cm consequencia da mnlesli.-f que ullimamcnlc lem
alli atacado <> initiiisado a* vinlias, privando assim
asclasses mai necessiladas dos meios de subsisten-
cia, que d'aquclle producto Ibis poda prov n o ao-
veruo de 8. M. a rainha do Porlngal, como lid in-
terpreto dos malernaes desvelos da augusta soberana,
solicito em acudir por lodoso meios ao scu alranrc
a calamidade publica, o o governador civil da
mencionada i I lia promplo emalteiider as necessiila-
de d'aquclla IrarrAo ini|Birlanlc dus subdito porlu-
gue/es, rujo bem eslar lhc foi confiado, encarresa-
ram aqncllcao primeiro dos abaixo assignado como
cnsul de Porlngal nesta provincia,o oslo ao Icrrri-
ro dos meamos abaixu sslrnidn |"ir inlcrv.....a., do
Mira. Sr. Chrislovin Jos deOlivcira, ncgoriaiilcno
Ponehal de promoverem pelos briosos babilanlc*
desla ciliado a acquisieao do* doualivos o soccorro
que a sua bem ronbee'ida pliilanlropia Ibes suggcrir
era proveilo do uma grande liarle d'aquclle povo ir-
inao que lano deltas neretsila. Iiirunibi.los desla
larefa, julgaram dever chamar para compartilhar
de Irobalho lio honroso as II pessoas mais aliaivn
insrriplas, as qnaes promplamenlo se prcslaraio, nf-
fcrcrciido-so pora de commnm arcordo os coadjuva-
rcineni lio mcriloria mi-san.
Compondo-sc, pois, o coniiiiissiio para lio juslo e
louvavcl lim dos .imcmlieos adianto indicado, elle*
appellaoi para a proverbial benclicrncia dos brasi-
leiro*, dos porluguezes, c dos de dcinois cslraiigciro*
rnidenln nert eidade, c conBam que de iodos b-
lenlo os resulladn que lauto .lescjam, concorrenilo
pm um modo lignlfleatlvo e efliraz para inoililicar a
malelira inlluencia da irise que tanto lem aggrava.lo
asilua;ioconslcrnadora,cni que se achara os madei-
renses.
A rununksAo leudo de promover por si n oblen-
silo das quanlias que s pessoas hemfazojiis aprnuver
dar, declara que nlin dis*o *c recebem desde boje
nttgnalom para o mesmo lim no consulado de Por-
tugal (roa do Trapiche n. 6; e no escriplorio do lhc-
*onreiro da commissio, Manuel Alves Guerra J-
nior, (na, nicsnia ra 11. ll; bem como as casas do*
membros a.ljuiilos J0A0 'lavares Cordciro (ra da
Madre de Dos 0.) e liuilherme da Silva i.uimar.n-
1 ra do Crespo n. II, c np|Hirliuinmcnlc sera por ella
publicado no fmrio dcsla ridade para dcvulo co-
ulieeimeulo das pessoas philanlropicas c inlcrcssada
0 resultado desla snbscripcao, a impni i.uu 1.1 recebi-
da, catua respectiva applicacao. Recito Iti de
abril de 18.(3.Joaquim Baptisla Morcira.Miguel
Jos Alvos.Mannel Alves Guerra Jnior.Joao
lavares Cordciro.Guilhcrmcda Silva tiuinar.les.
COMMERCIO.
. S
11
1.1
lia
Ib
]
Mis,
tOI
111,1
ma
un
e 11
1:1
A
per
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con
dia
tal
E
hile
Si
hile
AI.FANDEGA.
Rcniliraenlodndia I o 22 .
dem du dia 23.....
2(i'l:.ll!i--'--l'i
I2:UVM:|II
28l:8fll3Tf.l
Detearregam hoje !.'> de abril.
Barra porlugueza Alaria Jos rcbolas.
Briguc Ingln Kelpll bacalbso.
Briguelnglez Dore farinha e bol.idiinb.is.
Briguc sardo flinacpipas com vinlio.
Importacuo .
Briguc inglcz helpil, viudo de Torra Nova, con-
signado a Me. Caliiionl & Cuiupaiibia, manife-loo o
scguinle 2,278 barricas baealho; aos inesmo
eonsi-jiialarios.
CONSULADO EHAI..
Ren.liincnlo do dia 1 a 22 .... 8l:28firfl"
Idem do dia 23....... MTjT'.HI
82:21 IJJ087
BECIFE 93 DE ABRIL DE 1853.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPKCTO SEMANAL. s.-s.,,,,........,,.,
Se nio toisema* novidades, quede lora no* vie- lo nao pule allegar o ladran, que nenuuii direil
m.poueoou nada loriimn hoje A ..Merecer ans l.-mdc rouhar o alheiu ; se arda O Comi das la
Icilore, |wisque, volvendo usollios pm Ir ne-' dineira- que nio sou hora cidadio, nio he 11111 rou
me hasl
A que veio a dislinrrao odiosa de elicfe de uma
decuria guabir, de voluntario giiahiri, sobre uma
queslAo que nada lem de poltica ? das duas uma,
011 o Crrelo quer ladear da queslio, c chamar-inc
para o campo da parda Hilados poliliea, e nio Ihe
aceito 1 liivn;ou umita gratuitamente quiz iulerpre-
lar nuil o tormo invi*ivel de que usei olludindo a
uma toeiedade poliliea que aqui hoiivc com esse ti-
tulo, o da qual nunca o Correio fez parle : se fox
ossaailusao, d.-vo declarar-nie que he injusta, nio
Uve cm vislas seincllinnlopcnsamcnln ; quandoem-
preguei r*c tormo, foi na sua genuina siguillrario.
O Crrelo torio-me, como o assassino rusluma agre-
1I11 no ih'saraulel.'idn vjanle, o qual nsriouleila cm-
roda, rahe desapersebidamcnlo nclla, o perde a
Iwlsa, ita|(ois de perder a vida ; nilo assignndo o
Crrelo, c mesmo nao leudo roragem de asignar o
que oeereve, lalva por tarcon*ricncia da falsidadc
desua. nolirias, com razao uei do termo invisivel,
qucsignilirao quo se nao vi-
Era inulta natural que cu procuraste mcio de
dcscobrir, ou de saber qual o eidadio honrado que
esereve o Correio ao Iravczdo cspnso c negro veo
era quosc nvolvo, nao fui muilo feliz em minha*
pes,|uisas, porque a|(cnn me disseram ser um corlo
bancarroleiro fraiiilnlento julgado assim polos Iribu-
naes do paiz, e rnnlra o .pial evi.le um in.unlailn de
caplura, cm virludc do que Cali, elle metido na lo-
ca, e poreonscauinlc invisivel.
Se poi beesse individuo quodizem ser o autor do
< omio,ii v o publico que o mee igjjrenor be um
hauearroleiro frauduleuloque be sv nouiuin de
ladran III c o que se piulo esperanto un ladran >
nada mai, nada men* que infamias, muila iufa-
DIVEHSAS PROVINCIAS.
Rendimcnlo do dia I a 22 .... 3:111 i|BM
dem do dia 23....... 113t 3:157*9811
Evportacao .
\alparaizo. barco ingleza Sir lloberl Piel, de
3! toneladas, conduzin o scguinle: 5,8IKI sarro-
eran 86,1101) arrobas de assucar,
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS I.E-
RAES DE l'ERNAMBUCO.
Ilendimentoilndia 23...... IIIWUI
CONSLI.ADO PROVINCIAL.
Rcudimenlo dudia 2.3...... 700*31
Cambio
I"
PRAI..A IM) KECIFE 21 DE ABRIL DE 1853
AS TRES HORAS DA TARDE.
Iteritta temanal.
A* Iransarrocs de quo foi porta-
dor opaqnelc inglcz montaran! 1
mais de 90 mil libras esterlina*,
an cambio de 28.'l|l a Mil.
I.sr*.. norui iio*iillimosdia* ,
cnlcarou-e a 28l,Sa Id. '
visla; sobre Par de .'1.11 1335
rs. por fr. a Odias vistaadi-
i p'r'cco runlinuaram de IJT750
,1 jilit) por amiba do brinco, e
do ICIO a 18600 do masravadn,
,. .1. riiiiaila* rouliniiaran abiin-
daulc.
Iivr alguini procura e oblen-
mu. lOOn. |Mir arroba,vendendo-
i......e priinrira sorle i-.-.....idoa
i.yl). do rehilar I .'*2IK> e n de
segunda irle de DJHOO I l|M0^
enlraram liTli nena.
Com..-.....N.") ha uenliuiu para vemler.
As-urar -
Algod
I,
lei I,
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Vendeu-se 'le 29300 por Rallo do
do Medilerrauen.
Vcuilou-se un carroRaraenlo en-
trado liontem de l*00 a I8U0O
por harnea, c relalhou-se le 123
a OS-TOO; flraram en) sor .HOO
barricas.
Idnn de .10HOO a 40200 por arro-
ba da do Hio (irande, c de :W00()
a 3J800 da de Bucnos-Ayrcs: II-
i.ii .mi cm ser 1,00(1 arrobas da
prinicira, o a'iDOOO da secunda,
lia de trigo- dem de 169500 a 179 por barrica
la de Balliniorc; do 179 a 18
da de l'biladelpliia o a I9"i(H) da
de Triatle: O lc|>osilo boje rcnula
por 7,600 barricas,
dem a lj00 por caixa.
Mein a B.'l.'iO a resma do de ma-
chio;!, c a WiO do de embrulbo
marca grande.
h'ci-se venda do de Terraiona
Aulle dore
Btcilbo -
Carne necea
h.iii
apprchendido pelo palrSo do escalar desla reparli-
eflo Francisco Gomes do Figneirodo a 11111 catracho,
noaclo de desembarqiio, sendo a arrematarlo livro
de direilos ao arrematante. Alfandega do Pernam-
buco 33 de abril do IN.VI. Benlo Jos Fernando
Barros, iuspeclor interino.
z
DECL/YRAOOENS.
de 1389 al 109 por pipa do linio,
c do branco de 1329 a ir,-.
Descont-----------Rebalcram-se lelras de 1 a 7 mc-
zcs do prazo de 9 a II por cenlo
aoanno,
Fieles- -----------Nao se liicram frclamrnhw nesla
semana, porm osprerns parecen)
ni.11- fimos.
Ficaran) no porto ~r2 emliarcac,flos: sendo 2 amo-
1 leanas, 2i brasilciras, 1 franroza, 3 bcspanbolas, 1
liiillandcza, 11 inglezas, (i pnrlugueas, c Isarda.
Pela subdelegarla da frcaueila dos A rogados
se fo/. publico, que se acba ile|)o*ilado um cavado
nnn caimnlha, c una norran de carne do Mr, c
oulros objeclos mluilos que foi apprelicndido 110
da l.'i do crrenlo sem conductor : quem se julgar
cun dircito ao mesmo apresente-sc nesla subdelega-
cia, que justificando legalmciilc Ibo sir entregue.
O procurador da cmara municipal dcsta ci-
dade cm virlude de ordem da mesma cmara, adia-
se aulurisado a >ciulcr os lijullus, cal e sement que
se acliam prximo ao iiialailouro das Cinco Ponas:
as pessoas que quizerom comprar os malcraos cima
mencionados, dirijam-se ao paflo da mesma cmara
lodos os dias uteis al as tres lloras da larde.
O bacliarel Antonio Nobrc de Almcida e Cas-
tro re|ira-sc para Seigipo rom sua J Ii.a. levando
ein sua conipanbia scus dous escravos crioulos Pe-
dro e Niomizia.
A insana da cidade de tluianna que tem pro-
curado Tallar a Joaquin Jos de Mello Pimenlel,
pode dirigir-** a ra da Praia, u. 5.
Os credores de Francisco Antonio Alvos Tci-
xeira aprcscnlcm suns coalas a Candido Albcrlo
Sadr da Molla no aea armaxero sito na travessa
da Madre de lieos
MOVIMGNTO DO PORTO.
;s.
lia i
al-
.'III
lili
re <
'je
- i
\i
i"
Vario Futrado mo dia 23.
Ilaliia 10 dias, barca franceza Camn*, do 2? j to-
neladas, capilAo Uclnuncv, ci|U)pagein 13, ein
lastro; I N. O Bieber e\ C. I'icou de quarentc-
11a |inrti dias.
Sario* *ahidns no mesmo dia.
P.ir.i e purlos inlerincdius fapOf brasileiroS. Se/-
rmlor, cominaudanlo o primeiro-teiicnlo Conli-
nlio. Lavaafeu bordo desla provincia, Jnliao
Tciitmcier. llr. Jos Carlos da Cosli Bibeiro, Pe-
lln Antonio llernardino, alfcres llenriqucs Edu-
ardo da C. GanMi J..... w 1II1.un Slnarl, o E\ni.
pnaldeole do Ccar Joaquin Villela de Catiro
Vavare* atoa ramilia, ajudanle enle l.niz Joromino Ignacio dos Sanios, l)r. Ca-
semiro Josde Muraes Sarment, sua Reohora a
una escrava, Alix Fourcnicr, Antonio Cuinillo de
lliillanda.
Iiihi.illar palacbo ingle/ .Hice, capit.lo F. II. tia-
rit,. arga a-.urar.
Uarslba barca fraileen Charle Mague, capilan
Pa\\. carga aoMcafi
i.i.i.1.,1 galera portagana Margarita, eapiMo
.M.....el Silvcrio dos Hela, carga assucar c mais
lleneros, Paaiagelree, Francisco Danbnnaon,
I r.uiei-eo Carueiro da Silva Filho, Joaquin Ba-
......Salgado, Jo Anloniu Carpinleiroda Silva.
Joaquin Antonio da Silveira o lillio, Jos Perei-
1.1 de Amado Chaves, Mannel Ferreira llamse
-11,1 aonhora, Anlonio Ignacio deMcdciros llego e
sua ramilia.
.Varios entrado' 110 dia 21.
A-11 It'ulias, palacbo braailcira .margoso, de 10
.....eludas, mcslrc Francisco (ioncalves de Seixas,
cquipagemS, carea sal e coaros; a Jos Dias da
Silva. PasMgeirOS, Carlos Anlonio do Araujo,
Pedro Vergulino dolSiiiza, Jlo Scteria.....le
Moracs, Joto Alvos Fernando e I eaeravo.
Paraltlba I dias, bialc brasilciro Flor do Brasil,
de28 toneladas, meslrc Juaipiini Anlonio de Fi-
.11.lirado, eqiiipagein 1, carga loros de mangue)
;i Anlouio Jos de Castro,
Sanios 28dias, barra norucuucnsc Fraiililini, de
>->il loneladas, capitn Niss, eojuipagcm 8, en) las-
Iro: a.N.O. Uiehcr Ov C. Firou de quarcnlena
pw I dias por I11 morrido mu Iripolanlc na \ia-
THEATRO DE SANTA ISABEL.
r 1:11 a ni 11 v -miikaiuiii.uk is:;:,.
31. RECITA DA ASSIGNATUR A.
l>epos que os profesores da nrclicslra li.erein
exondado uina lirillianlc ou%crturn, lera lugar n re-
presentarlo da nova comedia cm dous aclos
llll.l.1. PERRI.Y
I'ertonagen*.
Miguel Perrin (antigo cura.;
Funche ministro .
Desainiiiis diere de divisco
Julio de Crussac ....
Bernardo.......
Theie/a siihriuha ih
(lllirial de secretaria di
Cnminissariii de policial
Priineirn conspiradora
Segundo conspirador.
Porleiro......
Terminan o expeclai
comedia en) un acto:
O ASNO SEMPRF. HE ASNO.
Principiar s ello horas.
Oshiihctes acham-a* venda u esciiplorh
tbealru.
;;i .il Hitamente na
prarn da Indepen-
Jose Fortunato dos
1 cura
polica
tilo
Adore*.
J. A. da Costa.
Scnua.
Mendos.
Jomo.
Amoodo.
I>. I.. Orsal.
J. J. Pereira.
Bozcndo.
Santa Rosa.
. S. Anuda.
. N. N.
01 a inuilo de>ej.iil.i
AVISOS MARTIMOS.
Hio de Janeiro 18 dias, brigue porlngaa /'/;./,
ilc Jii loiieladas.capihln Josi- Franco Calhado J-
nior, equipagem II, cm lastro; a lleane Vouio &
I.. Fienu de ipiarculeua por (i dias.
Liverpool :w dias, barca inglesa Toan 0/ ijier-
000?, do337 liiucludas, capilAo I I.....I, equipa-
gem Ki. carga rateada*a mais gneros; a Deane
Imite v\ C.
Iljliia 0 dias, biale brasilciin Fortuno, de til la-
nciadas, capillo Jos Sil verlo .Morara Bios, equi-
paaein 7. carga varios gneros 1 Anlonio do Al-
inela Gomes iV C. Ficou de quarcnlena por (i
dia*.
IVejeio ioliiiin no memo din.
Uaranlo pelo Coarbiale braaileiro Angelito,
nie-lie Jos Joaquin Ahcs da Silva, carga fari-
nlia de mandioca e mais genero*. Pessageiroe,
UanoeJ rheopllo Alvo* Bibeiro, Pedro Francis-
co Menear Areripoi
PARA A BAHA.
Pretende nhir com brevidnoe o novo r
VQiivo hiato Sflo Josi* das Taipna : pa-
raacarga lrati-sr com o* consignatarios
na mu to Trapiche n. 1-0primeiroandar.
Para o Arara!) sahe ruin brevidadeo Male
Flor iln CufHrtpe : quem ijui/er carrejar na r de
passa^eni, dirija-se a ra la Cadeiadn Itecife u. i!>,
primeiro andar.
r'rela-se para os [toriosdo norle altM) rcar., a
lanrli i Sota i:*i>vranat, v l.niilieiii Oiirreirara \ frele
para ns mCMKH porlos: a Iralar na na tlt Caileia do
Kecife, loja n. .V, comJos Dlasdo Silva.
Tara o Porlo a aliola unrional -Vs. Trntiltulr,
fabricada de D0YO, KglM) o mais indar alr ao lim do
rorrctile mi'/: para oreslo dararu.i < pi lrala-s<> un osiriplorin do V. da Canda A (!., rua do
Vigirio ii. II.
CEARA', MARANIIAO' I
Sepile ein poneos dias o hriaiie c
ArctUna, j.i te
PARA'.
una nacional
la cnuajaila :
> i'onsiuiiala-
a rua do Vi-
EDITAES.
(1 llin. Sr. pinochooMT|.liiiaiioso]'Vndi> de
inweclorda tbesouraiia provlocial, emeumprimen-
lo da ordem do Exm. Sr. presiilenle da provincial
in.iiol.i raier publico, que no dia !! de malo prxi-
mo wudouro, valnovamanle a nrace.para*orarre-
matado peranle a junta da ra/.euda da mesma Ihesuii-
i.ii ui, a quem por menos Dior a obra das lariiubas
croiKcrloa da cadoia da \ illa doBrejo, avallada em
I:IHJ000.
a arrcmaiacSo si i*.i reda na torma dos arligo* Si
e -7 .l.i le provincial n. 8(, e sc'iha- clausulu es-
peciaoa aballo copiadas.
A* peffOai que se pruiMizereni a esla urrcmalar,uo,
riiinpiirecan) na sala das sessos da mcsina junta, no
di* icimadeclarado, peluneio dia, eoinpelenlcmen-
te habilitada*.
V. para constar se mando aliar u prsenle o pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesonraria provlocial de Pcrnam-
biii'o-JO.dcabril de 1833, ((secretario,
' Antonio Ferreira d'lnniiniinra.
Clauulai ei/ieciaes para a arrematarao
I." (Is loncerlosila cadeia da villa do Brejo sero
liil"- de eonroriuidade com a planta eureaiiienlu
presentado a pprovaego do Evm. Sr. presidente
da provincia, na Importancia do 1:144*000.
1. Kslcs eiiiirerlus serio principiados no pra/o de
SO dios, c concilllos no de seis niezes coulados de
ronfonnidade cu) o disposlo no artigo 31 da lei pro-
lincial u. J>*.
3.' A imporlanela desla arremataban ser |iaga
ra dnas prestarnos iguaes, a primaira quando livar
lili" mu I,ule das obras, e a aegunda quando as liver
I..... Illido.
i.-1 Para ludo matoajuanio oallvar determinado
n | iisenles clausulas, seguu-so-ha o que dispe a
lci|iro\incial n. 280.
Oinlornie.O secretario, Antonio Ferreira il'An-
i malar parte da ca
para o resto e pa**aKire* Irala-sc com
rio Jos Bapli-ta da Fonteca Jnior,
garlo n. 1. priineirn andar.
Pai a o Bio de Janeiro o palacbo
seguo onm brevidade, recebo carga o
Irala-sc com Caclaim Ciraco da Costa, .M
lado do Corpo Sanio, luja de massames n. .
Para a Babia a uaropeira l.iirttrito, seaue com
brevidade porlor promploparle de sua carca.'o pa-
ra o reto Irala-sc com o consignatario Domlnacs
Alvo* -Mallieus, rua da Cruz o.'rl. priineirn andar.
LEILAOV
Ierra l'eira 2(i docorrenlc lunera Icilo no ai'
ma/cni de M. Carnciro, na rua do Trapiche n. ^W
principiando, ao meiodia cm ponto,por nm execi
lente cano ile i nulas rom nina pnrelha di* lindm
l)istl'il)il('lll-H
luja do Amules, na
ciencia, i: na loju de
Snnlos Porto,I lislns da lotcria I (i abe-
ncliciii do tliealio da iinjM'i'ial cidade de
Nictlierov, viudas do Rio de Janeiro pe-
los vajHices S. Salvudorc Sevcrn. Os pos-
suidoies dos liillieles cujos niiineosaliai-
\o viio declarado*, ]>odem vir reoeber os
Competente! premios que sao pn(os ni-
med lata mente as niesmas lojas em que
silo comprados os billietes.
MeiobDieteequarto 1,683 20:000|000
Oitavos....... 705 l:OOI)SO(IO
Viircsimos.....5,007 2:000<000
Billiele inleiro. 5,154 I:000.s000
Heiobilhete.....1,696 IrOOOJOOO
eoulros numero* de V00, 200elOO$000
m. Corren no dia ludo correntn ro-
da da segunda tobara a beneficio do lis-
tado Sanitario, cuja lisia se espera pelo
vapor de 5 do futuro mez de maio; os
Imteles e muidas se acliam ja'a venda
as lojatdo cosliime, pelos pre(;os aniiiin-
ciados. Os premios seiio pa;os a cliej;a-
da da lisia.
(Jucm esli)er em circunstancia de ir para
umangaubo prosimo datta praea, para Ta/er urna
escripia que lc\arn aluns meses, inedianlc urna
Eralineacga raxoavel, dirija-se a rua da Cadeia do
Herir n. 1(1, loja de Cateada*, que achara com
quem datar.
AMA DE LEITE.
Na rua do Crespo n. 0 preefaa-ae le urna ama de
le, piereriiulo-se sem menino.
;-;;:;:::';:;
H0M(E0PATHI\. J
(1 llr. Sabino Olegario LudgcrO Piaba mu- JS
lou-se para o bairro de Sanio Anlonio, rua 7?
laiCruiea n. II. casa onde morou o Uvni. .^
|| Sr. > gario tieral Dr. .Meira, onde piule ser '
*"' priH'iiradoa qualq.....' hora pelas pessoas que *'
o nnierem honrar rom sua rounanca. ;i
.S:;: ': <'*
I.OIliltIA Uli \OSSA SEMIORA DO
ROSARIO.
O tlicsourciro desta lotera, (irmndi
nossciis aiiiiiiucios de la/,cr COlTd
das no dia 2!1 do ennviilc, ainda
quem bilhetes que te pona arrisca
aos amantes i leste jogO ipicalliuiina com-
prar o restodo billictes, para nao ser es-
pacano o andamento das rodas pela lulta
de venda dos Inllietes, OS (|iiacs adiani-sc
ims lugares do costume.
(i primeiro bartono A. L. Garra, leudo i^
^. de demorar-*e nesla cidade, pix>poc-aa lar y,^
W HrAes le canlu e piano, por proco coininodn: js
j^ |mdo ser procurado na rua da l'enba n. W
Casimir Garuiera Companliin, rclojoeuos^ia
rua Noa n. a\isauia Indas as pessoas pie lem
relogio- |iara eoneeilar. de os \irenl husc-ar al ndia
30 do crranla mea, vislo que lem de acabar com
O ||C!ncO. _____
*w-.v.v^rra
r tis ro-
qnr li-
r. i-osa
. Os ahaixo sssignados declaram que dissolyc-
ram amigaveloienlc o sociedade que ciislia em um
armazeui de carnescecs, na rua da Praia n. i 1. e f-
cando ledas as dividas a cargo do roclo Yasconcellos,
pelo que so elle e o Sr. Jos Carneiro da Silva, as
Cinco Ponas n. 71, silo os competentes para tal re-
cebimeuto, lie,Molo sujeilos ao segundo pagamento
aqucllcque (ransgredir esle ajuste. Joaquim An~
toniodc t'aseoncellot ejote de A/edeiro* Agniar.
Traspasante o nrma/.cn da rua do
Trapiche ii. IV, proprio para escripto-
rio: a Iralar no mesmo.
A'ITENCAO, IMCO IIKPOSITO KESTA
CIADB.
Paulo Gaignou, denlisla recebcu agua denli-
rriec do llr. Pierre, esla ag)ia conhecida conio a >c-
Ihor que lem appareeido, ( e lem miiilos elogioso
senaulor,) lem a propriedade de conservar a bocea
ebeiroue preservar das dores de denles: lira o
goslo deMgradavel que d em geral o cbarulo, al
KamM golas desla n un) co|h) l'agun siio siillieien
les ; laiuhiMii se achara p denlirrice evcellente para
a eoii-er\ac;a.i dos denles : na rua larga do Bosarjo
u. ;ili, segunde) andar.
Prccisa-se de odlciaesde fimilciro
na rua Nova, n. 38, de'ronte da Con-
ceicao.
VAI AOIEM PEBTENCEB.
Boga-se a lodas as pessoas que esl.lo devendo ron-
las anligas na \enda da rua da Cadafa do Berilc n
5, dafroole do Bccro l.arno, que c|uera)n pagar
scus dbitos al o lim do crrante, pal* j por vezes
so lem reiloonicsnio convite,* rerte/adequeosque
o nao lizcrem lena deverscus iionies publhados.pa
ra seren conbecidus por hn))s rrcuuezcs... ese usara
dos Iconos da lei, nio leudo contcmplacilo com nin-
guein.
I.ava-sc e enuonuua-se com assein c iierleicilo:
no palco da Itibcha de8. Jos n. 15.
I'rec'isa-se de um l'cilor pie eulcn-
Ia de plantar capim ejtirdinar: na rua
Cruz, n. (I.
Arroiidn-sc osegumhi anclar da rasa da na do
Caes ein Pora de Porlas: Irata-se no escriptorio de
I. A. da Cuaba & ( rua do Vigarto n. II.
S CONSri.TOBIOHOMOKOPATIIICOC-BA cjC
TUITO PARA 08 POBRES. t>;
.-; .Na rasa auiaiella palco do Collegio, priniri- ($
j5 ro andar, residencia do general Abren a l.i-
J5 mu. Eile ronsullorio lie dirigido pelo proprio u
w 'nri.,i Abren e Lima, e uclle clam-se cons))l- ^
V las gratis aos puliros ein lodos os dias uteis ...
<* desde as de/ da inauli.i.i al nina hora da lar- 2
* le. O inesiiin senhor poda ser onsnllado
por mitras pessoas* qualquer hora do dia ou @
,':; da uoile. tf
::::.:;.;:::::;::::;.; ;aia>#*J
Anlonio Jn>e Soares val a Babia.
Troiaui-se estampas de Santos Y varice nomes
para q muiros : na rua do Cahugii, hija de miada
atte.\(;ao
Madama Tbcard a>isn a lodas as pessoas e
juntamente aos scus Trcgue/es, a quem ella lemreilo
esperar pelo euleiles, turbanles, chapeos ricos, e
oulras razendas, que ehcgarain no sabbado, 17 de
abril, por isso poilcm vir vc-lo, ou mandar bsca-
los.
Temij conseguido avullada quanlia para a
compra da Ivpographia, l)e de inislcr que os senbo-
res nssignan'tcs lenbam a lioudade de salislazcrsuas
.i--il'ii.iIui .i- con) a in.iiui brevidade |K>ssivel.
O redaelor do Apo'tolo do Norte.
Antonio da Cunlia Soares ninia-
raes, actual vicecnsul da (recia ncsln
pi'ovincia, declara que nao lie o impres-
sor do jornal intituladoO Careteiro
AO Il ULICO.
0 abano signado avisa aos so-
nbores de enjjenlio, lavradores,
fazendeirOS, e no|>ublico cm (eral
(pie, de eoinbiuaciio com aljjumns
casas commerciacs ingle/as, l'ran-
CezaS) allemaas esuissiis, tem abor-
to na rua do Collegio, n. 2, um
f'rande ai ma/.ein, ricamente sorli-
do de la/i ielas (inas e grossns para
vender por grossoe aretalbo e por
pri'cosniasl>ai\osdo(pi quer outra parte. Antonio Luiz
1 Sanios.
Aliiua-sc u ((uarlftaiulurdo solo,ido da rua to
Trapiclip No\o n. .i>, a Iralar no primeiro .indar to
CO.NSLI.lUIO HOMEOl
siwsol Hjiunnl, nrofcssjir dtj liomoopnlliia
i.. _-i .i U!.^ .i., i____:__ __...____ ^
|>pla c
dar ron
ulcis, d
no -t>ii t
da do Hio .1
nli.i- f/rai* aos |
-i H lior,i*da niaiili
msiillorio, rua da
onljmia a i'sliir par sr Blgi
jiii na rua du Ai.iuao, malloproprla
or Irr Iros poriM eslar em annanni; d-sc por prec
ilo: a Iralar na holirada piarada
Janeiro, rnnlimia
dircs lodos os da-i
a alao mrio dia
On/os ||. iK.
la Hcal n. 27, prximo
(oniniodos c lodtw os
ommodo: a Iralar
iBsSe
''.rsFZ&Yl'
cavalhM nlatOos boim trota I
que scguiwo-ba oleiio de um rico
Ihor autor ; e de oulros minio- ubje
charlo paloula*, o> quaes sarAo en>
rdos; ilr
, piano .1
lo, que
iies |ir
epier prcejn que lor oll'crecidci, \islo pie se au
vari sabir o ireguei sem sru salislacloriamenlo b
servido ; o i*lo tanto mais quanlo bSo cites ami
do 1 mili e barato.
AVISOS DIVERSOS.
Aliiuar urna csira.a cozinlieira, la\a o oii-
lomiiia, c Tu o mah wrv lo Sc\o, primeira cata larroo com aolfio*
- \iiSr. Manoel l'inio Novaos, passageiro da
im.
a pan
na ii<
Lbboa bordo do
cdc2l para >1 di
do um pequeuo bahu era tea *
coolenao todas a> earufl do
dous pii.isnpriinenlos, dadae
I'inio Novaos, neffocAiile da Halda, c uuir
para peatoaf Jas oivonas praras aoiide val i
.'apor Seren, rouba-
coFrenlOi arrombao-
imarote, omacarleira
i< loiiiinHidarilo c or-
|k>i sl'u pai o Sr. Jost'1
amigos
II
t
o llin. Sr. primeiro etcriplorario tervindode
icrlorda Uieaourariaprovincial, em cumprimen-
.....don do Exm. Sr. presidente da pio> Inda de
lo c oliente, nianda la/er publico que no cha \
innlici proiimovindouro, vai novaincnle a praca
.) -er ai i.....alado pe ante a junla da raznela da
tesina Ibrsuurnra, cpcu) por menos I/.ct. a ulna
do acude do lluiiuo, avallada ral :1::M)00 rs.
A snem*ia{So ser MI* na Icirina dos arligos 1\
eS7 da lei provlocial n. 986, a loba* clausulas es-
periaes ahaixo deciaradas.
A- pessaa, cine se proposerem a esla arrcmalaciio
mmparecan na sala das **&** ca mesma jaula,
nos dias cima declarado* pelo ineio dia, coiupclcn-
teioeoi. lujbililadas.
I par* constar se mundo aulxar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesotiraria provincial de Pornam-
liuro ou ,\f abril ile 1833. U scerclario, An-
tonio Ferreira d'lnnonriarao.
Clautulai especiae* da arremata/on.
1. As obras doaeucledn Huiquc ser.lo leilas de
vuroriniclacle rom a plaa c orcamcnlo approvadns
da direcloria em cou-elho e aprcsc)ladosa nppro-
1.H..C" do Exm. Si. presiilenle da provincia na im-
isaljicia de :i:;i(Jli3000 rs.
2. lisias obras dcNcro principiar no prazo de (MI
lias, e sern rniirliiidas no le dez mezes, a eonlar
sta dala da arrrmatac,o.
3. A importancia desla arrematarlo ser pagacm
Ire presuttno* da imnaira aeguinle, a primeira los
Jous qnilllos lo valor da obra, piando liver con-
fluido niclade la olira, asegunda igual a primeira,
jrpuitdclsvradoo termo de rccebimenlo proxiso-
'i". .i lerrcira linolnicnleilc um quinto dc|ios do
erillilIlClllo delinillMi.
1. (I arrematante ser obrigado a comnmnicar a
">ulir.ic> das obras publicas, com antecedencia de
t'uiladia,, ndia lixo cm que lem de dar priadulo
i im. u,;o das obras, assin) con)o Irahalhar Kgui-
'l'inii ule ipiiu/ecliasalimilc que possa o engenbei-
i" em,o legado la obra assislir aos primeiro* tra-
5. i'.ci.i ludo ,i mais, que nao eatlver eqiedBea-
clii cu. prsenle* danma* scgui-se-ba o que dc-
eriuina a lei pruxiiieial n. 38 de 17 de maio de
Coamnae. o *ecrebvio,
Antonio Ferreira d'Anmincitico.
- Tela lospeetoria da altandega se uu pubbco,
"I1"" Be dia -J(i do correle depois do lucio dia, a
pwla da ntesuia reparlieilo, se ha da arremata) ein
"*;-l.ij.uldieaum bule ciii nuio estado, no i.'ilorde
"" Vl1.....c -HKI rs. ,i du/i.i, lolal -S*W rs., ludo
lidandi) em sna saule, e IdDtODO rs. em di-
heiro le orno. Ha Indas as presunipc;es ser nerpa-
Irado parum paingelro cpic para esla cidade velo
smovapor, e lendo do*embarcadoeoni*naba-
gagom, xolt.ira de nnilc ao vapor reirc-sandi) so na
ni.inli.1.1 scguinle, estando o prejinlieado em Ierra
aonde pcrnoilou. (ainsiderain-s' por esle relo as
dilas cartas sem valor llgum, e nein a ellas uso -u
pdela ra/er: cpiem deslc roubo poder dar alguna
indicios ou noticias, sera rom ganorosidade roenm-
pensado. dirigindo-ae a Manod Uarle lludriuucs,
na rua do Trapiche n. (i.
paliiariln i.,.lian xai a Haba.
Os credores de Joflo Gonealve* da Silva liis
Iiiciram lirar suas cuntas e aprcse))la-las na rua do
iitorim )). :ill, no prazo de :l dias, contado* da lata
deslc.
Francisco Niodaode Araujo vaiao Hio de Ja-
neiro c lexa em sua companbia a s)ia eserava, crioli-
ta, de nomo Fauslina.
I'ri'ei-.i-se de nina ania |iara o sonii;o Interno
de urna casa de poma familia: a Iralar na Camba*
do Carino o. :w, primeiro ailar.
o aballo (asignado, lendo de ira Europa (ru-
lar de sua sade, cleixa suas diias casa-, de negocio
no mesmo giro, debaiio da administraran do Sr.
Anlcuuo lerrcira llraita, eomn inleressado, licaudoo
mesniu de primeiro procurador, segundo sei sogro
o Sr. Manuel l.uiz do Mello, etCTCOirO o Si. .Manuel
Jos Correia llraua.
Domlnqot Itibeiro da Cunha Olireira.
:.;:::::.:,:;,;::::.;::..;::K;:;-iH:-:-:x:iy
'.? En ahaixo a>si'juado. caxalleiro da imperial v'
;:; prilem la rosa, capihlo da piiineira eoiupa- i
Jl$ libia do "gundu halalhilu dr arlilhai ia a
pie commandanle interino da companhla 5
or S. .M.o Im- $$
le arliliccsilcsla provincia, i
ja) |K'rador, etc., etc., ele.
^ Cerlilico que as piaras di'sla roinpanliia, ;4
a$ anapecad* Manuel Pedro de Lima, soldados J
Sj Viconle Ferreira de l.cnena c EslcxAn Jo.
JJ Ferrcia. quo soll'riam o mal da gaguee, (a- }H
jj> ranirurados peloSr.Joaquiu) (iomesdosSan- (
S lo* Marques, em ipialro lic.ies 0U curallvos. j;
M Hecirede Pcrnamluiro 2 de abril de IH.VI. g
Juo Evangelista Serg da Fonsea. -r
Ksaswsssss.'SjJiSfe-sSetgws
RAPE.
Iloaipiim Ferreira Mendos(iiiimaracs, rerelieu nl-
limamrulc |ielo paquete .V. .SaUador, nena remessa
do cx-ellenlera|H nacional prinreza, da (abrir de
J. J. la Korha i\ Companbia do Itio ele Janeiro, on-
de be inuilo apreciado, c litio pelo nico pie inelbor
subslilur i de Lisboa, pela grande scinelbani;a pie
rom elle ten), lano cm ror como cid aroma. Elle
be lamben) j bem apreciado na llahia, Macelo, Cca-
r eMarauklo, egcralmcnlc em lodas as parles onde
lem sido maudado. A'visla das rallas que se lo n>
.le I. i-I ia,11 uni acUialmenlc acontece, c sendo dito
ra|i que, os amantes delle, c cu) geral a lodos que ainda
nao lem conheciniciilo do mesmo, xcnbam rompa-
lo, allcndcndo que scniprc o acuario tresco, c ja-
mis so da) au laes rallas, as quaes iniulo sensixel se
lornam a quon esl acoshuuado com elle: vencie-
se no deposito da rua la Cruz n. 31, BOgnBdo andar,
e para inelbor coniniiMlidadc Unnlieiii o achatan na
loja da me-.....ea-.i.
I'reiisa-sc de una uiulhcr de idade para ser-
1/1(0 de perlas a elonlro: na rua Nina u. 1:1.
" l.uiz da Silva Olixeira, relira-se para lora do
aparlo.
0(Ti'reee-se un) lioiiiennle tnaioi idade que en-
lendc iHirreilnn.....le de sitio, para Iralar de uiu par-
lo da praea, u pial lem eaeravo* neceaurlm: ou
mcsnio para adminislrar algum miro e-lalndeeinien-
lo, menos venda: e sabe. Icr, srrever eonlar:
ipu ni precisar, dirija-se a rua Direila, na relinarao
doSr. Francisco Josde Araujo, se dir.
llASIi.lllllll IIOlilHI'ATIIICO-
N.i Mallo (irosso, comarca dn Cabo, M. leS-i
ipicii.i Cavalcanle d consultas e medicajE
fulos gralb aos pobre*, lodoa os lias da- ikj
iras da maullan a I da larde. t j
aos si;.\iioi(i;s cuapeleirus E i.u-
GISTAS DE FAZENDAS.
Avisa-u aos sonhores ehapoleiros e logMa* de
razendas que na rua do Collegio cata n. Jl segundo
andar, exisle um completo siuliiiieiilo de chapeos
noxos lano para bunicm cuino para seuhoras c para
se liquidar, se vandem por baralaarimoi preens por
atacado ou em piHToOe*, a diiibeiru cm a pra/<
formo si'cnnveiu'ionar. lainbcinse xendein da mes-
illa liirina aliiiius nerlences paia chapeos ennio se
jam litas, eimriiihos, rorro* ile papel, c le seda
ixellas, plumas prelas e nitros miiilus objcclo* prn-
prios para labricas clHpos, bem eonio um Rleir
con) lous xiclr.w grandes, prnprio para cima de
tule,, dar que aebaru con) quem halar.
.. .:::;.:.:.;;;;;;: S;;:"::
dentista americano
M I). W, Itaxuoii, eiriuuiodenlisla,coiiliiuia a
'.i exeieei sna proli^sio, razendo lodas as opera-
$ riics pie lorein precisas de <|uah|ucr ualiirc-
H /a. lauto por tora, como na sua residencia
; uiide piale ser prururado a qualquer hura :
ii na rua da Cruz n. 7, segundo anclar, no lle-
& cife. -;
;::::.:::::;:;.;;.;;:::::::;:.:.:: :;::::;'.
Com auiorisaijiio du Exm. Sr. Prndenle D
Francisco Anlonio Hihciro, I). I.ui/a Aunes de
Andrade l.cal, o Senlnrinba de Aweea llilancourl
Leal de llezende e i'hereza de Jess Leal, Ion aher-
lu cm sua casa nina aula do primeiras leltras para o
sexo reniini.o, aonde se cusma a Icr, esrrcxer, eon-
lar, grammaliea naciiinal.arillunelica, fraucez, in-
ah'z.....lillas quai-squer l'aeuldades, quando os Mal
queirai.....andar ensillar, eensinan a doulriiia rliis-
taa, bonlar de seda, de marea, de susln.....acoiidi,
labxrinlbos, e nutras habilidades dcugulha : as pes-
soaique sedignarein honra-las, cnnliaudo-lhc sitas
presada* lilhinhas, Itcaraa salbifatuai pelo augmenlo
pie lerao lano cm oslados, a ellas >n applic-areiu ro-
mo cm ludo mais que loca a liua educarn. A 'asa
lem commodoa para recebar le qoatro atd seis pen-
sionistas, e recebe nudas dilas e externas mediante
um preco razciaxel. o poderlo ser procuradas na
rua do Fagundcs, n. ">. primeiro ambir; quem xem
da ribdrao segundo sobrado ao p do de vanada
encarnada.
Quem liver para alugar urna con
lenca im bairro de Santo Antonio, eqite
mu aluguel lian exceda le lOsUO is.,
sendo cm Ik>;i rua, dando o iniiuuuio
lioni hador, e oliriganuo^e a tratar la
mesmo : a pessoa que liver, dirjanse a
loja lo Sr. Figueira participe, para u
mesmo avisar o pessoa que quer.
a. :i.
Alujjja-ie a paitara da i
ao MangnTnho, com grande*
seus perlriices. por precn inuil
na casa ti. (i da mesma rua.
Oflerecc-M una ama de meia idade para casa
de punca lamilia onde homem snllciru: na rua da
Roda u. 5S.
:;:,;:::;:.;;.:.::::::':::.::.::.::
C0,\SIIT0IW ll(Hlltlll"Tllli,if.
S Rua do Trapiche Novo n. 9, no I
hotel Francisco.
J O llr. Casancna cunlina a dar consultas
eremedios gratis aos pobres, das" lunas da &
K niaiih.ia al ao lucio dia. As pasa** que
} nao ruron pobres s pagarao le a JIWKHI U
J rs. pido Iratamcnlo. Os escraMiss pagarn ;:[
:} de a 10,-IKIO rs.
I I: ;.....:.;. ;, iSS @ KSKC
.No dia '1~> do crranle linda a audiencia lo
lllni. Sr. llr. juizilc dircilc da primeira varadod-
xel, se baclcarrenialar nina casa (crrcasila na rua
da Km.....pelo n. 16, avallada per I :(kki>. a reqae-
rimenln de Auna Juaqiiina de Olixeira, leslamcu-
tcir.i Invanlaranla le sen Uada pai, .luaquim .lose
dcOlivcim, eujo iiixeniario corra pelo carlorio do
oacrivo Daplbua.
* .. :. ..-.::: r: )%%%
$) PicN-isa-sc de um bom nllieial de l.inneii. ;.;
para anaujar pipas, cpier seja lixre ou sera- ;$
mi: na rua lloVigarion.il.
8BE-8E AO.MiE ESTA'.
No auno de IN.VI veio para esla cidade, \indo do
Cearti, um eaeravo, cabra, de nome Eslevo, e apii
toi
rnili.li
Bobor,
drella,
onrravOi
pasaado pinteo lempo l'ugio: quem Mr
luija-sc a na do Queimado o. ", hija
pie llie pode ialbrmar a pessoa que sabe
I
I,-
goeici y
car, o
mnm
AVISII AO COM.MEKCIO.
y.j Osabaixoassignadoa continuam
1-2 a franquear a indas asclassesem
(eral ns scus 101 linu'iilns le l'a/,t'ii-
clas pcir liaivia pnrcis nao'ine-
iins ele nina peca nn nina (lu/.ia,
a clinlieitii, OU a prazo, condirme
gj se ajuslar : no sen arina/ein la
Rj |irac;a lo Gorpo Sanio, esquina la
I rua lo Trapiche, n. iS. Itos-
pa iron Rookcr A; Companhia, nego-
Lj cianies inglezes. Os mesmo*avi-
5 aoao resneilavel piililieuqucaliri-
A rain no lia 5 lo eorrente nuv, a
<;l sua luja la/endas la rua doCola
li';i) e l'asseio I'tililieo n. 15, di-
rigida pelos senliores .lose' Victori-
no lel'aiva o Mannel Jos' le Si-
queira Pitonga, para veitderem p|
mi' atacado e a rctallio.
PASSAPKTES.
I"iraiii-s' |ias*a|Mrli?s 11,1ra tlcnlro c forado impe-
rio, ilesparliain-socsTravos,roiTcm-sc folliase lirain-
so (Huios to resiilmnn: para cslo (111 proeuro-M
na rua do Queimado 11. 5, loja de mladeZM (lo Sr,
Joaquim Monlcroda Ou/.
mmmgjj-im 1
I BOTICA doco.nsi i.T()Hio(;i:\- 1
W TK.Vf. IIOMOKOI'ATIIICO DIC V;
^ PERNAMBL'CO. ^
j Un.1 la Cadeia lo Bedfe II. ."ti, >'^
^ primeiro ailar. >V
J3 Kiras carleiras le medicamentos bcuniro- ffi
W| palbicos preparado* segunda todas as renras Jt
!) fharmaco-iynamica$, conlendo de >\ a kki S'
Senhor es Dedactorei.Toda a vei qne euseja les-
letminba de escndalos que publicamente se derein
ne-la iid.1. le.nuil pai lo iil.u idade na (rellue/ia de San
Jos, oudc soit domiciliado le ei de entada-lo rom
a publiridade de laes ocrorrcnciasl, bonlem 21 do
rorrete andn por algumas ras da dila freguezia,
(nao sendo a primeira ve/ uro preto forro, que di-
'i'in ser dolido, o que eu duvido, por elle ser velbo,
c lalve nao se qneira morlilicar com o Irabalho.
O tal pretinbo aprcsetilou-se lodo descomposlo, reci-
tando versos aeompanhados de sdp|)a, scrvinao-lhe
do enmpas-n, rom o iiiox imenio das mos, o instru-
mento natural. Ser possixcl, senhnrcs Hedaclnrcs,
quo Iransitando um ente deslc* |wr esta cidade, dei-
xc de ser encontrado por um bomem de poliria 1
bem como um iuspeclor de quarleiro I... le sortc
Jue nssiiti leve ser, porque estas nomeacOes de or-
inario scniprc recanni em bomens empregado po-
blicos, e esles em suas repar(ic;cV nao lie qurhao do
prevenir rcrlos rasos, o que seria cm viee-versa se os
inspeelores fossem bomens que orcupassemsuas in-
dustrias ou rommerrio, em seus distrirlos. Agora
reliro-nie ao ceg can do lila que sem ladrar Iam;o(i-
sc a joxen c ao religioso; esle mesmo ccguinbo su-
biiolo cm certa casa de familia, causou um grande
alarma rom os insultos que dirigi, e para ser desa-
lojado, foi necesario sorrorro da xi/inhanra: qde
feliz momento no leria este dragSo se por acaso
encontraste com o dono da casa.
Son, senhores Redactores, scu amante leitor, rio
quanlo mais cnfada-lo, tanto mais grato ser-llie-fia.
Na rua Nova n. 18 loja le M. do A. Caja ha
sempre um grande sirlimcnlode obras feitas de l-
elas as qimlidades, tanto superiores, comi mais ordi-
narias; camisas brancas finas franreras e de cores;
cba|ieos franceses finos; ditos de baca d'aba larga
braneos, cor de chumbo, pretos e cor de vinlio, os
mais linos que ha no mercado ; dilos de sol de seda;
um sorlimenlo de pannos linos c merinos de lodas
as rores ; brins braneos e de cores de puro linbo, c
de antro* muilos padn'ies ; lencos de seda para al-
inhcira ; dilos para grvala; suspensorios; bonetes
para montara de seuhoras ; ditos para homens; pale-
lVs; cab;as e jaquelas para pequeos de 1(1 \' an-
uos; o ni vrantlc sorliinenln, le palelcis de lodas aseares
equalidades. I-'azem-sexeslidosnarascnborastuonla-
rein a caxalln de merinci de qualquer eilr de iOCOdOa
SOcVOOO rs. Ilaioo sorlimento do charutos linos che-
gados da llahia, c oulros mais baratos |>ara acabar;
cmfim o frecuez que entrar nesla loja, sabir
promplo de nui facln completo, Irazcudo sempre o
lu ei na.Im do muiiilo o senhor dinheiro.
.i*H*5>^ *?* *<*&>
^CO.NSI I.TOHIOIIO.MKOI'ATIIIC.O^
-y, Rua do Collegio n. 25. pri- c*
jf. meiro andar. If
ff O Dr. I'. A. Lobo Mostoso, da' ^
g COnSultal gratis aos iMibres, lo **J
W) dos os dial das 8 as 12 horas da nanliaa. {)
Pratico qualquer operacRo de ;
cirurga, ou de partos. Tf
Recebe escravos lenles para ?
tratar de smis enfernuilailes, ou 2J
fa/.er(|iial(uieroperaeao, porpri1- *&)
;o commoao. (jw
O Iiimi assiuiii'ulo, auculo nesla |hu;i do Dr.
iti.iiiilii'ih. fa/ scienlc ao res|>oilavp| |ial>1co, que
(irla liorra amcriraiia dKmilia Baiuiii,', enlradn no
concillo IDOI, lem rerclutlo iiomi proviuienlo de p-
hilas veeclacs ; cssas pilulas, rujo aulor basla para
giranUr sua eieeUoDda, tornim wt muilo rerom-
niriiilaxeis jior ser um nictlieamento nleiraineiilc
InoOewlvOi |hmIcu reni-iirrsciilas ; ullimamciile .<> lemapplicaolo ;i nina
iiHuiladc le moleslias juluadas iururaveis, de cuja
applirarao se lem lirado lo felizes resiiKados, que.
parece rada vez mal reao-hido o problema do um
remeilio nuivcn-al: \cnde-sr na mi da Gidea Vo-
lita ii. 61, bolifa de Vicanlfl Jos de Brilo.

t
Hikl
l'tei
tu lilil.
anda
>a-se de cuna ama do leilc
na rua dos (Juar(eii
prefcriuilo-se
. i, segumlii
Dii-sc dinheiro a juros em pequeas qu.-uilias.
sobre |K'iihores de uuro ou praia : na rua do Caldei-
rcirn U. 7H, se dir.i quem da.
D-sc idOujIKIO de rs. a juros sobre ponhores
de oiiroou praia, uu bas firmas desla praca:, polo
juro que com endonar, e pago meiisatcnciile:
iiiiciii pti/er aiuiuncic |wr esla folln.
LOTERA DE NOSSA SENHORADO
ROSARIO.
O canlesla aiinuueia ao piihliro que o Ihesourc i-
ro quer foer correr as rodas 00 dia 99 do frrenlo
iofallivol, ainda eoin algum sacriliciu, e |h>t isso ro-
a aos amante* leslo jogo, que concorraiii a com-
prar o reslo dos bilhetes, para lulo ser fon;ailo o Ihe-
sourc i ro esparar o andamento das rodas; assiin co-
mo na rua lo Queimado, lujan. Gl, e na praea da
Independencia, lujado Sr. Vurluualo, esl venda
um Brande sorlimenlo de cautelase um reslo de bi-
Ihcles.
Billiclcs.....45000
.Mcih.....atWIO
guarios.....l!"0
Deeimns .... G(KI
S Paulo Gaignou, dentista.
S Pdu ser procurado a i|ualc|iior hora em
?| sun casa na rua larga do Rosario, n.
S .16, segundo andar.
*mssWa\w^sss^
ieulenen(c na rua do Hosario csircia h. -o.
DAtiUEHlkETYFO.
%% Avisa-ra ao rcflpeilavol publico que o cala>
0_ lndci iimiilo do alerro da Boa Vista u. 10,
-{& esl.i passado para Sanio Anlonio, rua do
gv Queimado n* l i, soguudo andar, onda o n>
g irasia podar Mr procurado das 0 horas da
*S manlifia as3 da larde: aqu os prelendeiilcs
w hIicSo Inloirauenlo salfefeilos, nao s |>eto
M variado e bello sorlimenlo existente para os
relralos, como pela scmelliaura da pessoa
M lielmenlc copuda, pelo eluclrolipo, orelra-
|te lisia poisosla promplo i salisfa/er coiuplela-
Q ltenle aos que 0 procuraren!
jWJW w m*kMi^%ilQaw'&JrnxGomi
O wlicltador tic candlaa o residuo, fazscien-
Ic ao rcspeilavel publico que ninguem faca negocio
rom os bensdo pnado Jos1 Domhifntos Nevea, ^isio
eslarein esles lacilanieule U\ pollierados \ filzcntla ua-
ciiinal por bita do ciimprimenlo do leslamenlo do
Im.i-I" I). Antonio l'io de Luceoa CaitrOi de quem
a<|uelle fallecidu Neves era tistameiiUin, o nao li-
nda dado Hilas emjiii/o, foram os beu< da lefia-
mOUlarie julgado residuos, o se lem de arrecadar
para afazenda, assim cuino se pretende liawr para
a Atienda os rendlineulos do-* iIoj, desde que i-
mou (onla da testamentaria o rererido Nc\es, al
que inurreu, que anda |Hir :W anuos, tujas rendas
munlam a perlo ile l_*:ituuNKiu.
Prccba-aode una ama para o ntvIoo de casa
de pequea ramilia, porm que seja cuidadosa: na
rua do llo>pieio n. .'(i.
0abaixo Asngnado declara a [iier senhor OU senbora, propriel.u ios do catai que
t Juguem Hador de algum dos moradores do si
asa-., queso se responsabilisa pelus aluuueis al*
iiiiimoiiocorrele me/, eaasim podem eiighr dos
neraMN OUlro fiador, c bor lliescouvier, brando cellos, (ornaa re|>elir,que
lo l'de maio em diaule nao paua aluguel de casa
ucnlanna aostloiuw das inesmas, onde aclualmeule
moiaiii os seus aliaurados. Kecife 1 de abril de
IH>3./ ir/urino Jonr ferreira
o Dr. Preladastieaneade Sonta Pilanca ra-
ga a ipiiiu, por engao, condola de bordo do vapor
San Sn/iailnr um embrullio ou \oluine, que I lie
perleme, queira toi a bonilade de annunciar onde
esl para ser procurado.
Inrlarain do engOIlho .Muiibeca daas eguaa
mansas de nnla, nina caalanha escura rom o p C8-
<|uerdo blanco, onlra mea pedre/. eom um mil de
la no espiubaeo, ambas reliadas eom o Trro !'.:
roeta-ee B quem forem oirerereridas, que as (oniem,
e i.ii^im aviso nomesanoeogenjio*
i\u dia '.t ilo rorrcnlc TO prara os bens pe-
nllorados a AuluuioNorberlodeSou/a l.eablade por
e\erm;.lo, que por esle juizo Ibes mo\e l.uiz Aar-
tpies da Siha u Mello, musanles do edilal publica-
do por este Diario viu dala de 7 do correte, cuja
praCBa por inronvcuienles, DiOM etlecluou no dia
iniiunclado. A*ini lodo aquello que em dilos lien-
qui/er laucar, couiparcca as 10 boras do dia aeima
mencionado em a sala dus audiencias tiesta cidade
Uiiuin quier dar .IMs4XMl por neis mozos sobro I
bypolbrea em una escrava que cozinba, ciifonima I"1 ^j'1 ',;| i"",os *
poueoe faz os mais serviros de nina iasi, liuimln o "e,,c/i ",l* "oinc Jost
servicoda mesilla pelo i'iremio da dilaquanlia: di
rija-w a rua oslrcila to Hosario n. -JH, segundo an
dar, que so dir quem Taz esle notorio.
A pessoa ene quizer rebaler una Iclra i\a quau
ta de l'Aty de boa lirmn, queira annunciar.
I'recisa-sc luRar um sitio que nao soja muilo
pequeo, e qne esleja bem plantado de frui'leiras,
rendo porlo da praea ainda mesmo quando a casa
nHoscjadc muilos roimnodos, o que nao se exige:
quemo livor o quizer alugar, aimuncic para sor pro-
curado.
AVISO AO PUBLICO.
Prinripaltiiculc aos furnecedores dos he>pitaes,
que na rua eslreila do Hosario n. II, dcposilu ilas
bicha* Itamburgoesa*. tem una poroio de bkluta de
Lbboa, pie Miidca IjJOOOrs. o cenlo, ealttga-sea
IIM) t>. cada cuna.
AliKM'.lA l)K l'ASSAi'OHTE, Til 11.(1 l)l RE-
SIDENCIA, E fOLUA CORRIDA.
Claudiniiilci lleco lima lira pa--.)|sule para den-
liu hila dn linpeiin, lilillo de leshleni iu, e liilha
enirida: na na Ja l'iaia ti. U, primeiro andar.
I'recisa-se de una ama ea|i/, de meia icl.ule.
pai,i reaer una rasa de punca ramilia: quena se
echar **!** rbf*l*nri*r arnnnrlr. un dlribtsea
rua olreila do Ko.-.u in, lerceiro andar n. 23.
mcilicaiuetilns.
I)am-sc de rara o* livros indispensaveis J^
para a pritica da liouurnpalliia, heui como R:
leL'imeiis impressos paradirec;au las chelas C^
as pessoa* cpie eeniprarein In,liras Je IH me- H
dieameiilus para rima. iW
l)ain-se lamliem de gran \idros da me- E|
r tintura de arara. MEIIICA.MEMd .:,
i; IMHSPENSAVEL A'TODAS ASFAUI-BC
I.IAS.
u A snprrioi idade dos medicamento* t\* lio- A
ni liea do rtuisiillorio central bomusipalbien ilc h^
l'criiamhucn a todos os antros t/ur por ai/ni V
i> lem appareeido, cerificada na clinna do Sr. J^
9 Dr.Sahi.....lesile ISIS, e por muitas pessoas p'
9 jai os tem etperimemaao, e reeonhetem g
g ama prodigiosos efrito*, dispensa de /nal- K7
S i/arr recommendaeao, P^.
Ceda lidro de incdieameulo cm linlitra -Jn <^
.3 Tubos avubM a.............lJfi
AVISI) AOSSBXIIORKS IIK KXliEXHO.
ltenlas as granuM vanlaaen* na moagem de
can.nanro\ ententes de teros lamboro* das moen-
das pcrfeilaincnle torneado*, naliaMiassL'iiailorc^-
peiloM........le lemlira aoawnlioretde enaenho, quo
na sua hjndlcaode ferroem Icira de Porlas, se pd-
dc perfeitanienle Icuncarde iiomi nnjogo de lain-
I.....--. c aparar e eudireilar ns denles das cairelas
eom lana predela, qne se pode enlrega-toi no mes-
mo dia, o\ lando-so assim o urnnxenieiilc da clemn-
ra iIik carros e n empate da moagem ; assim como
que a mesma liiiuliease aeha sempre surlida pao
su de nova* nuienclns ilcili)crsns lamaiihos e innilc-
Ins, seua lanilieni le rodas dentadas, lano para
agua romo para animis de lodaa as proporcOe*, a
saber : xdla por Milla, \ulla e cpiarla. Milla e I cr-
ea. Milla e meia, litas, In-s. iptalro Millas, clc.olr.,
paranlo qualquer senhor de engeobo, que-
rendoacceder)*a sua moeuda, alim de muer uais
raima nn incsiun lempn, un relarda-la, alim de es-
premi,i mais liquido da nie-inn raima, piule seindc-
.....raeacolher as rodas e.....ipetenle*. FundicMI de
Ierro, na rua do llruni. paatuido oebauu-ix,D, ti.
Iloirnuln. enuenheiro.
Anlonio Gome*de Carralbo retira-so para Por-
tugal, a Iralar de *ua lando,
I'iaueisco Jeisi' de Sonta o Manoel Jos le Soti-
I* ielii.iin-se para Portugal.
.Na rua Imperial n. .'II, precisa-sc lo seis ofli
eiaes dechariileiru e aprcmli/cs, ou tiradores de
ruino
A arremalKjao aananctoila das bemleiloriu
no terrena do lunar de Santo A>aro por exeem.-an
de Jos Candido de Barros, nln lete lugar na praea
aniiunriaela |>or nao Icr fcilo audiencia o respecliin
jui, por cuja raigo lem do se elleclutir boje Holli-
nar du cosliime.
I'recisa-se de um rapaz porltisiicz que Iciiha
platica de haleau c enlciida de paderia: a Iralar na
paderia da roa Nova.
A Sra. Caroline Poinudeslre relira-sc para a
Haba.
Ilcseja-se saber a hem de scus iulercsscs onde
eiislc Joto de lieos Millilo natural de Lisboa, veio
i.jiii se rasnu, leve lilhos, o um
peeocleu para o wrUo. Iregue-
na rua da Cadeia loja
< .2,
SS"i! '. y
CTItfiT'ill
U-mCiais s r
Itin g ??-&
s|l||l|H|
yiisii
= :-e
i*
lajf" iM
Hliilli*
eliflilll-S
" E c -5 i s
" = h S.-31 s
i- =5 e--*S = Si
COMPRAS.
Na rua da Senzaln Velha, lefronle do Sr.
.Marlins, pintor, ciinipra-si- todas as qualidades da
ferros velbo e nielaos, assim como ourclos de pan-
nos linos e casentiras, c miilambos de lodas as qua-
lidades que servircni para fazer papel ; assim como
cabos vellms, lonas, ele.
Compranvae escravos, e vendem-se, recelicm-
se de cnniini-sa, lanln para a pruvucia como para
fina didla; na rua dos (juarleis n. 84, seimdu an-
dar.
Compra-sc c venele-sc escravos, c recchc-sc de
ceiniinissAo, tanto para a provincia como para fiira:
na na das l.araugciras u. I i, scgi)do andar.
Compra-sc DO aluga-se um preto cozinliciro;
na rua do Crespo n, 10.
Comprare a lcgislai.So anliga, |ior Delgado:
epicm liver anminric.
VENDAS
/ii do ('ralo to lliun Janlim
de rorrauens n. -":l.
O ahaixo assisnado relira-so para Porlugal a
Iralar do sua BaudOi doi\ado por seus uniem e lias-
lanlo procuradores o seOUOre Jos Pereira, Joto
Toiieira Bastos e Siha e Victorino Joo deSouza
TravaSMi Omosmo nao podemlo |rclos MUS mui-
los alazores c rapidez tic sua .layen* des[>etlir-se
de lodos os sen i amibos, o Hi. por moio dedo, ofle-
recondo-llios as ciliados de Lisboa e Porlo o sen di-
minuto pii'sliino. lenla fernamtct du Paro.
Na rua da Aurora, casa junio ao Odlouio de or-
ph.Vis, precisa-sc de um copciio o urna ama engom-
ni.iiirii.i, amliiK livros.
Manoel Ferreira da Silva llamos o sua seuhn-
n 1>. Anna/uri'|i Hamos, D&O Mo sondo potlivel
despedir-w de lodas as (K-oas ilc sin. amiitile>o
fa/ein par osle Diario, ollercrcudo-lhcs osen tlimi-
Dlllo preatlmo om laslxia, amulo (oin leucodo rozi-
dir por algn lempo.
IHajoeu abelao aaalgiiado, qne ufo oslando bem
Apurado o seu aimuneio, dinlara quo as coinmis-
v,.i., io i-eeobldas om casa u^peasoaaejue para isla
i-si.io uaMUladas, rbloquc oabalso aasianado lia
rosdiasritom.il de Mw e eaul hospedado em tasa
ni manir, a noni astt aimia balmitado para le-
en seu poder.fJvurah ACH Ta>(tir*.
AKADOS DE FEBRO.
Na fiuulirao* de C* Sluif. A C. em
Santo Amaro acha-te para vender ara-
dos dr lorio do lUperor (iiialiiladc.
it*i|iMLaaH>^
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Baha.
Vendo-so om casa le Domingos Alvos
Mallieus, na rua la Cruz do Rocifc n. .'i2,
primeiro andar, algndau transado daquella
fabrica, muilo proprio para saceos e rou-
pa de oscravos, assim como lio proprio para
rodos de pescar o pavios para velas, por
reco muilo conunodo,
Remedio eapaotl pariTTIubos eravos
seceos, continua a vender-sc na botica da rua (lo
Rangcl n. 6t, que foi do tinado Sl>asiiao Jaso da
Olivoira Maccdo.
Oloo especifico para curar a caspa o con-
servare cabello, continua a vender se na boina
da rua do Rnngol n. 64, l 640 rs.cada vidro.
MOBII-IAS J)E FERRO,
como mJii.ii, cadara le duTerenta mol-
l?, misa esolas, ludo -lo mttis modr-
elo (cisio, viii'lo le Pariii vi'iicle-si' na rua
ntiCiii/., ti. 10.
Vtiiil'iii-sr ii'iclailcii'o Vllbo de
cluiiniiagne de cxcelU'
milito 'in cniln, |mi I
cata de Bruuu Prai'fji
|i Cid/, ii. 10.
ule i|ii.iliil,iilr, e
li|iiida;iio' :
I' o Cm no 11W
MUTILADO


D AURORA
C. STAHU t
iis|ieloMiiiGiilr iiiiiiiiiriam que no sou extenso cs-
labelciinienlo pin Sanio Amaro, ronlinuaa fabricar
wni a rii.imi |ierfi'ic.i" e |iroin|ildao,(oila aijualiUadc
e luarliinisino para o uso da urinillurs, iiaxcMi-
il "> n.'ni,l i imi.i. c que para maior euinniniloile
{cus mmennosfregueies e ilo publiio eni eral, Icm
iberio em un do raudo arinazcim iloSr. Mcsmii-
la na roa do Brum, aliaz lo arsenal de inariulia,
un
DEPOSITO DE MACHINAS
. onshiiiilns no dilo seu eslaln-leriiiiciitu.
Mli aeliarao os iiini|iradores mil rompido sorli-
meulo de modulas de caima, coin lodos os niellio-
imenlos(alunns ilelles novos concillaos) deque a
experiencia de mullos anuos lem moslrado a neces-
sidade. Machinas de \apor do baila o alta pn-ssiio,
laixas de lodo laniaulio, lano batidas como rundidas,
carros de rolo e dilos |iara roniluiir formas de asu-
rar, machinas para moer mandioca, piensas para di-
lo, fornos de ferro balido para farinlia, arados do
ferro llamis appro\ada ronslrucco, fundos para
alambiques, crivos e |Hirlas para fornallias, e una
infundado de obras do ferro, que seria enfadonho
i-numcrar. No niosino dopusilo oxislo nina pessoa
iulolliaenle a babililada para recetar ludas as en-
coiniucndas, ele, ele., que os auniincianles conlau-
ilocom a capacidailodo suas ofliciuas e macbiiiismo,
e |tcricia de seusorticiaes, se coinproinelloni a fa/or
exocular, rom a maior presteza, perfeico. o exacta
ronforinidade rom os modelos oudosculios, c inslruc-
rdo, que llic foreni fornecidas*
TA1CIIAS DE FERRO.
Na fiindirad' d'Aurora em Santo
Amaro, < tambem no DKI'OSITO na
uia ilo Urinii lojro na entrada, < defron-
ii' do Anenal de Hariuha lia* lempre
mu grande sortimento de tadia lano
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundida, grandes, pequeas,
razai, e finda ; e em ambo* o logare*
existem quindastes, para carregar ca-
noas, ou cairos lixivs de despeza. O
preeps sao' os inais couunodos.
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Hnii'ii Praegcr & Companhia, na ra
da Cruz, n. 10. raceberam de novo um
sortimento de instrumentos de msica ,
omo sejain, flautins de bano em mi be-
mote la', rom 1 chaves; pistoeseomsuu
competente caisa ; flautas de buso; vio-
les de difirante! c|iiadades, e com mu-
cliinismo ; assim como 2 violoes ri(|ni*-
simos, (mos guarnecidos de madrepero-
la ; tambem recommendam o seu gran-
de sortimento de todos os mais instru-
mentos, tanto para orcliestra, como pa-
ra msica militar, por menos preco do
que emoutra parte; sendo para liquidar
cuntas.
Vcnde-se uma typographia com
mu liDiii prelo, coin grande ou pequea
porco de typos, entintes, e muitoboas
caxetas ; emfim tudo a vontade comprador ; esta' tSO liem montada que
se pode immediatamente entrar em tra-
badlo : na rnn da l'raia n. 55.
SEMENTESDE HORTALICAS.
Vcnde-se semeiiles de liortalieaS de li-
llas asqualidades, chegadas proumameu-
le do Polio, por prejo commodo na na
Dircita, venda n. 76, esquina do becco
dos Penados .Morlaes.
Vendo-fio um esrollenlo ojtcravo, rrioolo. mo-
co, rolnislo, sem nefelio al-:iiiii o opllKI pura arma-
cru do istucar: na roa d,n Cinco Tuntas n. (i.
18(0 i US.
\'einlo-se ricas snbrecasacas de casomtra do (uros
ino-rl.id.i~. polo diminuta preco ,1c IHZjOOOrs.; a el-
lasiDtCS que se acabom : na ra do Ouoimado, lo
O VERDADEIRO RAPE PAULO COR-
DEIRO.
Na niii da Cruz, venda n. .V), acha-sc a\endao
verdadeiro rap Paulo f.ordoirt \ ajado, do lliodc
Janeiro ao Para; este rap* loina-sc mullo superior
Kini ca vi.isetn que fa/, pois o loma muilo emilan-
le HOda Lisboa, ceom a falla desle os amadores da
boa pilada arham o recurso no anniinriailo.
Vende-se a verdadeira grasa n.le/a n. !>",
n rasa de James Oahlrcc & C.: na ra da Cnu
n. ,:t.
Vemlc-sc a laliema n. Ii da ra Imperial*.
bastante afrcuiic/ada, o eom os fundos a volitado do
comprador, o motivo le vender-se lie |inr o dono
querer eomprar oulra rom maJoroi fundos no centro
ta cidade: Irala-se na mcsina.
Vende-ao un uuilalinlia de It anuos, de mul-
lo boa figura, cose, fa/. Iah\rinllm, marca, pintea
una scuhora, ludo fa/inuilu bem : na ra do Col-
h-:ui ii. M, primeiro andar, se dir quem vende.
Vcnde-se uma labcrua no berro I.arco n. C,
nnii!" .tli r-iii'/.nl.i c enm poucos fundos; a halar
na ruado Amorjm n. ..'.
AOMADAMISMO.
\ ende-ae um palaiKmim da Italia em Inun oslado
o uso. uma uiobilia complela de aniarrllo cni bom
rslado, ludo sin por mdico proco : no pateo da ri-
lieiro de S.Jos u. II,
Vendo-so duas bonita prelas ipie engommam
boro, coainhan c lavam, uma das quaei faz doces,
urna dila de IK anuos rom principio de habilidades,
urna dila de meia dade, duas pelas, sendo uma de
ineia idade : na rua dos Quarleis u. i'l, segundo a-
ilar.
Na loju de 4 porla* do iniude/as da rua do Ca-
buajlam paravendei cartas para \ollarele milito li-
nas, ealainhaa de lentos para o mesnto a <,o:m> rs.
um cmplelo sortimento de franjas, Iranciuhas, hi-
i'o-, rendaste lilas de lodas a* ipiulidades e cosi,
louras de la, ttapaliiihos do inesmn para meninos,
bahoa liiisiudo UU-laruga proprlOI para meninas de
e>rola, um completo sorlimculo de perfumaria, BgO-
Ihas fianre/asmuilo linas lauto em carleira romo
emcaJiloba, ineiaiprelaaebraneaide Mda muilo
sii|*riorcs,hi\as de pellica eseda para ieohora( pen-
se* de tarlanua para atar cbelo c alisar, rasliracs
de Jaspea l,.VMIrs. o par, um encllente oratorio
sem imageni, bandejaa de iodos os lamaubos, e ou-
Iroa muilos objeilos, e por prero rommodo.
Veude-sc mu canieiro uraude, iium-Iio, o mui-
lo manso, paramoutaria de menino: na ruada So-
ledade, rasa n. \2, ronfronlc a venda doSr. Ma-
chado.
.IxDTFanjBlTTATACiAS
PARA CASACA, A l.siOOr.
; eadl urna, de cornalina, c milito lindos mo-
M ilelos: na rua do Queiniado, luja do iniude- 1H
K /as n. 47, do Anlomn Jos de Azexcdo. S
Vcnde-se 16 cscravos, sendo > ronleeouB de
idade *\c '2 a '22 anuos, bous cu/inbeiros, 2 dilos,
toado um sapaleiro, 8 dilos de lodo servico, 4csera-
xasquo tavam c eozinliam, sendo uma ite idade de
JO anuos: na rua Direila n. .'1.
Vende-se sacras coin farinlia a proco do 2SH00
rs. rada sacea: no arina/em de Antonio Pinto Soa-
res, no bceco doCarioca u. 9.
A POCA.
Jornal de industria, scieurias, literatura e bellas
.utos, veude-so a colleccilo pelo preco de ItaOOO: na
toja de livros no Keeife n. "i;, indo para a rua da
Cruz.
Vende-se tres predios de casas, j>er-
leiicentes ao Sr. Jse Joaipiim Al ve Tei-
\eira, o [iriiiieiro de Iresandares nobair-
ro do Recit, travessa da Madre de Dos,
n. Ili, osejjiindo lias Cinco Ponas n. 52,
e o leieeiro na rua do Pescadores u. ":
o preteodentes dirijam-se a Oliveira Ir-
mfios & C, na mu de A|hjIIo ii. 1 i, para
tratar.
__ Vcndem-sc tabn de pinito lar-
ga da Suecia, costado, cosladiiiho, as-
soallio e" forro para fundos de barri-
cas : cemento as barrica e as tina,
remo de filia, oleo em botijas : atrai
do Theatro Vellto.
AGENCU
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste cstabeli-cimento continua a lia-
ver um completo sortimento de moen-
das e metas moendas para engenho, ma-
clnasde vapor, e taixa de ferro batido
e eoado, de todo os tamaulios, pata
dito.
DOCCa, as i|
preCO commodo
UOENDAS PATENTES UE A. EE
|IE MOKNAY.
W Em casa de Hollic xV llidoulac rua do |IW
(a1) Trapirlie n. 12 acbam-se conslantemon- 5
Vita xeuda MACHINAS INTEIKAS E TV
W) MEIAS MACHINAS de varios lamanlios VV
testa construocafi. Eslas MOENDAS loin (*
a vanlaiiem de extrabir das calinas, por "JT
(A cima del") l'OK CENTO niaiscaldo duque ty
7 as ordinarias, com a mesma forca motriz. /A
W> Acliam-se lanibem na nio-ina CSM TAI- x*'
Mk XAS HE IEHI10 do iiiihIoIIo superior, c (fti
T? MIAIMIS TODOS DE KEKKO da aere- Zj
ip dilada rain ira de RANSOM E MAY. W
Denoato da fabrica de Todo, o, Santo, na Baha.
Vcnde-se, em rasa (le N. O. Biebor &C> na rua
da Cruz n. 1, aluiHla Iraiujado d'aipiolla fabrica,
millo proprin pan sarcos do assucar c roupa de es-
craxos, por proco commodo.
Ajenen de Edwln H,
Na ruado Apollon. fl, arinazom do Mr. Calumnl
,\ Cnuipaiibia, arlia-se conslanleuionle bous sorli-
inenlos de laixas de ferrocoado c balido, lauto ra-
sa como fundas, iniH'iidas iueliras lisias de Ierro pa-
ra inhale*, IgM, etc., ditas pm armar em inadei-
ra de lodos os tamanlios e modelosusinai- niodei us,
marbiiia borisonlal para vipor com foroa de
leivlUos, cimi*, passadoiras de fono oslanbadn
para rasa :U- purgar, por menos proco quexisdc cu-
ino, neoxens para naxios, ierro iilcz tanto em
barras como em rense fullias, eludo por barato
proco.
Vende-se xiiilm da Madeira de superiur qoa-
Udideemquirlose oilaxosdepipa, por proco eom-
inodo: iioarinazcindc N. O.llicbor i\ Couipaiibia
na rua da Cruz n. i.
Moinhos de vento
com bombas de repnxu para reaar borlase bailas
decapi......afuudicade 1). W. Ilonman: na rua
do Brum us. 6, Sol.
A 5,000 r>. pequeos, e 5,500 r*. trandes.
Veiidem-so ehipoM do sol di soda inglou de
superiur ipialidade, pelos precos cima : na rua
doGouegio n. 'i-
Veiideni-se rclofjios de ouroe pea-
la, patente ingloz : na rua da Scn/.ala
Nova n. IS.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de l>- W.
Howmaiiii, na rua do Brum, passan-
do o clialiiri/. continua liaver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e balido de .") a S palmos de
is quaes acham-se a venda, por
e com promptidao' i
embareain-se ou carie;ain-seem carro
sem despeza ao comprador.
POTASSA SUPERIOR
Vendein-se por preco milito com-
modo, no arina/.ein n. 7 de cae da
alfandega, de Josd Jonqiiim Pereira de
Mello, ou no escriptorio de Novaes &
Companliiana rua do Trapiche n. 3*.
Voiidom-seeni casa do Me. Calmonl { Coni-
pinliht, na prica do Carpo Santn. II, oaoguinle:
xinlio de Marsolloom caixas de :i a Ii iluzias, liulias
em noxellos o cairelis, tiren em barricas muilo
grandes, ac de milaOsortido,ferro lugles.
Em casa de i- Keller v Compan-
liia, na rua da Cruz n. .55, ha pan
vender dous excellenles piano) fortes
de nina das inellioies fabricas, c ebe-
eados ltimamente da Europa.
' AOS SENIIORES DE ENGENHO.
O arcano da imeneao' do Di*. Eduai
do Stolle em Hei lin, em|)reado nilS co-
lonias inglezas e liollimdezas, com gran-
de vantagem para o mellioramento do
assucar, aclia-se a venda, em latas de 10
libras, junto com O inetodo de ompre-
mi-lo no idioma pprtuguez, em casa de
N. O. Bieber iS; Companbia, na rua la
Cruz, ti- i.
Vendi'-se sups'rioi la lilla de man-
dioca de Santa Catliariua : a bordo da
barca Firmeza, ou a tratar com Manuel
da Silva Sanios, na rua do Aniorim n. 50.
VendO-n cora do carnauba, priinoira surto, a
61000 rs. airroba I na rua daCitlil do Herifen.
'.l, piimoiro andar.
Vende-se seiuenlcs de lodasasiiua-
I ii hules de borla hces, juntamente ervilhas
de duas iiualidailes, feijftO ca ratii'lo de
tres (iiialulades, e seinenles de flores as
mais modernas nuc lia no mercado: na
ruada Cru/. do Recifc, arma/.em n. 02,
de Martina x\ IrmBo.
Vcnde-se saperior pnlassa lirasileira, por proco
mullo commodo : a tratar no armaxem n. 7 iloeaos
da alfandega, de Jos loaquim Pereira do Melles ou
......Miiplorio de Novaos (/impanliia. na rua do
Trapicbe n. :ti.
CIlANDE FABRICA DE CHAPEOS DE SOL.
RUA DO COI.LECIO N. 4.
J. Falque faz soiculo an rospeila\el publico do
Pornainbuco, e em parliciilar aos seus IreRueXeB,
que araba de recebor de Pars, como do Itin do Ja-
neiin, da fabrica de Falque trillaos, mu lindo e
completo sorttmenlo de chapeca de bo| do soda o de
panninbo, tanto jiafa bonicos como para sonboras,
leudo para os priineiros mu ewolhldo suri monto de
cJtipetMdesolcomciboB inlelrieo os mais lindos
que lem vindn em rariraluras diversas, ditos de can
na, ele.; orando i|iianlidade de sodas o pauninbus
em peca para cubrir armaees sorv idas, as que furem
de forre, envornisam-se que licam nuxas; baloias
larcas, ralreitas e do acn para osparlillius o vetlido
de senbnras, bonaalas bonitas; cun io o concer-
la-selmla eqiialquerqualidadode cbapns de snl
ludus nsobjeclos cima iiiencinnadus vondoni-se em
purca e a rolallio por nicnns ireco que em oulra
qualquor parlo.
RAPE PALLO CORDEIRO.
Vende-se or preco muito commodo,
na loju ii. 7 da rua da Cadeia do Keeife,
de Antonio Lopes Pereia de Mello & C. ,
advei'te-se que be chegado pelo ultimo
vapor.
ATTENCAO'.
Na rua do Crespo, toja da esquina que xolla para
a Cadeia, vende-se panno lino prelo, a :fc?2dO, ;ts*>U0,
flOOO e 64MX) rs. o cuvado, dilo verde muilo bom,
a ilSOOO o iDOtm rs., azul, a jHIIO, IIJOOO e WJO
rs., c milito superior, a 58000, lentos de seda bran-
cosdos mais finos que lem apparceido, a IptlOO rs
rada um -, lia tnafiem um lindo sorliniento de easc-
miras de cores cprelas.sctiin prelo, sarja despalill-
la, c nutras mullas fazendas, |r prcc,o commodo.
AOS FABRICANTES DE VELAS.
Vende-se cera de carnauba, e grasa do Kio Oran'
de muilo superior, c por commodo proco: no nr
niazcm de 1). R. Andrado & C, rua da Cruz, con-
fronte o cliafariz n. 19.
Voude-se muilo bous palias franrezes de pan-
nu lino. cbeRSOOl ulliniamenle, de muilo bom uosloe
Kir baralissiinu preco: quem quizor, dirija-se a rua
uva n. It, toja de Hogojot di Costa.
__ Vcndc-sc un oscravo poca, do bonita limira, o
nroprio para ludu o servico: na ruada Madre de
Dos, toja u. 34.
Na rua das Cruzes n. 22, vende-sc urna |irela
de 10 anuos, muilo ruliusla, enzinba, lava, c serve
bem urna casa, c um escravo de nafiiu, propriu pa-
ra servicu de cani| ou sitio, per coiuiuodo preeu.
DEPOZITO DE CAL E POTASSA
No uriuazem. da rua da Cadeia do
Keeife n. 12, ha muito superior cal de
Li.ba em pedra, assim como potassa
ebegada tiltimameiite a preeos muito
rar.oaveis.
Vcndem-se rclogios de ouro, pa-
tente inglez, os inelluires (pie lem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Hns-
sel Mellni's & Companbia, na ra
Cadeia do Keeife, n. ol.
Vendcm-se saccas eom farellos, a 39500: B0
armazeni n. I do caes da alfandeca.
Vcnde-se leni;oB c loallias de labvrinlbo; clic-
uadas auura do Araealy,|)or preces pralos, c lilas
Beto proco de I96OO cada par: na rua da Cadeia do
ceie, n. 19, prtmeiro andar.
AO BARATO.
Na na lo Qucimado, loju n. i>, lem para ven
der-st: iiiu<;oh du inoas de cores [>.n .t liomein, a M m mi
rs. o iliaco, Icik;os de caiul.raia rom liiro, a iBW rada
um, i-sir ,is da ludia, a 28*SOO, c outras fazendas |wr
|ireros mdico*.
SALSA DI. BAOS.
Cbeuou nova remessa para abolir de Barlbolo-
ineu Francisco de Souza, na rua laraa do Hosario
11. :l(i. Esle remedio nao precisa do elosios par
ser coiibecidu, |his queseiieunsiimu tica irova mais
ov idele de tul lioiidade.
Vcnde-se por proco coninindu chapeos de pello
\t- Lisboa, ditos de pallia do Chile rondes c pe-
queos, linos c urossos, liulia de roriz, coulras niiu-
dozasqno se .irluin plenle* aos compradores : no
escriptorio de Novaes cV Companbia. na rua do 'tra-
picbe n. :il.
Vende-se 110 arniazem de N. (1. Bielier o* C,
rua da Cruz, n. I, carne de porro saldada e de vac-
ia, em barris, e desu|>eriur qualidade, pur preco ra-
zuavel.
Venilem-sc Vinbo de champagne
legitimo, c ile superior tpialidadc : em
casa de Keller i\ C, rua da Cruz 11. 55.
Gcmo.
Vende-se aesso 0111 barriras, chocado iillimanine-
le : em casa J. Keller & Companbia, na roa da
Cruz n. .).
A 500 HS. A VARA.
Brlm trancado hranco depuro liulio, muilo en-
corpado: na luja da esquinada rua du Crespo, que
\ntla paia a Cadeia.
Vendem-se vaquetas de lustre, para
caberte de carros : na rua da Scn/.ala
Nova n. \'2.
Vendem-se oleo de linhaca em i>o-
lijas de 2 e incio a 3 (aloes cada um
no armasen) de Manocl da Silva san-
to*, na na do Aniorim, ns. 56 e 58.
No armazem grande, defronte da
escadinha, se vende saccas de farinha de
mandioca, lina, a f,5tll)asacea.
Na porta da Alfandega anpaza]
11.20. vcnde-se oleo deliniiaca,cmp
eo'es a mi,, ide do compradores; acod
milao', cliiunbo de municao' e sacea
coin farello a 1,000 rs.
\*oudeiu-se lunas, brinza, brins c meias lo-
nas da Hussia : no armazoni do .V O. Bieber v\
Cuinpanliia. na rua da Cruz 11. I.
Vendem-se os xerdadeiros sollinsintilezos, pa-
lale, demol e sem ella: na rua daSenza la u-
va 11.12.
DOCE DK BACORY.
CheROU reeonlemenle do Jlarauhao urna pequea
poicao desle delicado doce, o mclbor que ha, tanto
pola sua escolladle qualidade, como por conservar-
se por mullo lempo em perfello estado: veade-se-
em casa de KontcAj Irmao, na rua da Cadeia Vollia.
TAMANCOS FRANCEZES, TUDO DE
MADEIRA.
Acaba de chegar ao mercado desta
prueu, urna portlo destes tamancos nova iincncao, lio leves e commodos que
parecem ser l'eilos do couro o mais lino
e delicado, po< Icm cu lea r-sc com sapalosou
sem elles; e poripie preco se vende estes
tamancos, por 1,000 rs. cada par; nao
pode ser mais barato : as pessoa tpi
qiii/.ercni, vflO a rua Nova n. 17, que
aeliarao de qualqiier lamaubo.
Vende-se nitiilo superior fariulia
de Santa Catliariua : a bordo do bri{ue
Sagitario,
Vende-eoerle de oassa piulada, eom oilo jar-
das, polo diminuto proco de l;Mi00, c o comprador
Comprando de dez curies para cima, se faro n abali-
menlo do cosime: un aterro du Iloa Visla, lojj
11. IK.
Vonde-serliila oassa muilo larca, cnrliva ede
ptimos dcoeubos a 200 rs. o covado, cliilas domes-
ticas pur seren escuras, bom fiaiiiin o cores lixas a
.VHI o Ii-? a poca e o invado a ICO, riscados de ti-
ntn a 2i0, c metas Casimiras de aluoihlo, ptima fa
zonda para fazci calcas ueste lempo, a 320 rs. o co-
vado: no aterro da Iloa Vista n. tu.
Sabio ii luz o advocado dos orphaos ou uui-i
pralica do ptucesto orpbauolouico, ad,i|dadoao furo
brasileiro,para o uso dus Julies, escrivilescadvo-
cados: vcnde-se por ll^NKI rs. na liviana u.CcH
la praca da Independencia.
COBERTORES DE TAPETE
Escura para cscravos, |900, 150011c lHtrs
na tuja da esquina da mu do Crespo que volla para
a Cadeia.
Madama Millncbau lluessard partecipa aos
sousfiocuezes que pelo Cnule Rogtr, ultimo navio
cliegado do Havre, ella recebea um lindo sorlimon-
lu de ruineiras e capolinbos de bico; xcslidos
do lilund cun bailados ricos com cabecik^ c maulas
para noivas, dilos de baile; llores linas para rbi-
ca cenfcilcs, '-apellas da moda nova, csparlillios de
qualidade superiur, enfoilo- de cabcoa, liiibanlos
loucidor, llancas do soda para veslidns; bicos litas
id.....I, acuito naneen, retrae ele. emakifazeo-
dasquo so vendern muilo em coat.
COBERTORES DE TAPETE.
JS'a rua do Cri-spo n. C, vende-so superiores rolicr
lores de alendan escuro, proprios para esclavo-., a
kmi, 18000 rs. elSttOeada um. briin Innesdo tiran
en de nlio puro. I ") rs. a vara, curtes de dilo es-
curo, a I5l10 e 2?000 rs., curies docilita cum baba
dus c barra,a 15000 rs., leudo II covados cada um
chitas caruras de Untas securas, a 160, IH0, c 200 rs
o covado, solio) prelo macn, a 15000 c :t5200, pan-
un piolo Uno, a II c IBIMKI rs. o covado, dilo azul
muilo fino, a lJOOO rs. o envido, poe,as de cambraia
do salpiros rom 7 varas, ate IBJOO, c muilas mais
fazendas por incnns proco do que em oulra parle
na rua do Crcspn, luja 11. 0.
TRAMA.
Veude-so superior Irania para obras de sirunciro.
em quailas e lito as, ecanulilho de ouro para Iwrdar,
por piren eoiiunuilu: na piarada lnde|ieiideiicia 11.
21 a 3I
PAO' C1IIOLLO.
No dia secuiida-feira, 23 du crrenle, baver o
superiur pao orioulo, o mais acrediladu que ha na
rdrlo do Kio de Janeiro, por ser Irabalbado |Kir 111:1-
chiuisinn o ov ilar assim qualquor pila do suor que
por ventura posan eahir na mam, como qusstgs
ramenle acnilecc em oulras rasas, |>clu poiiro rui-
dado que emprecam no Irabalhu das massas, oque
au succcdc neslu novo eslahelecimenlo : este p,1o
he superior a qualquer dos fabricados ncsla prai;a
espera, iwrlanlo, o fabricante que as pessoas que
Iccm lam costo, na secunda-feira inandem ver as
ainoslras, corlo de que continuarlo: na rua da Sen-
zala Nova n. 90.
ltILIIETES DA PROVINCIA.
Lotera do Rosario.
Na rua da Cadeia do Recifc n. 21, toja de cambio
de Vicira da Silva, est csposlo a venda um com-
pleto sorlimculo do cautelas da loleria cima men-
cionada, cujas rodas andan imprelerivel no dia 29
do rorrele mez. Os presos sao os soco mies:
(lilavos........700
Decimos........000
Vigsimos.......->0
Vende-sc uma cabra (ueulc) de idade ,W Ma-
nos, poiieo mais ou menos, que rozinlia o diario de
nina CSSS. o onian.....a h.-m : quem pretender, appa-
roca na la Nuva 11. 8, luja de Jos Joaijiiiui Mu-
roira.
Vende-te nina canos urande, que |>ega em
mais do mil lijohw, coucerlada lia poueo de novo, a
nuil so vendo pe* lio ser mais prei-isa: na rua do
lluspiriu, casa u. 5.
\ ende-se cobre voltio do forro de uavio : ao
lado do Cor| Saulo, toja de uiisaanies 11. .
lll'sf Bill
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AO HAHATO,
una do Crespo n. 0.
FREGUEZES
vende-se supeiior cassa
franeVa a 21(1, 2CI, 2SII, e :120 rs. o covado; chita
francem 22tl. 210, 2Clle2H0 rs. o .ovado ; pecas
\y lula, lin,1- riu-es lixas, a ."i>VKl rs. a peta
ICOrs.o eSaadn ; riscados frauoezes com 6 palmos
de tai cura, \ 200 e 220 rs. o covado ; e nutras mui-
las fazendas |ur incnospreco do que em oulra qual
quer parle,
.v\0HAI)kR.;,//A)
Veodo-e couros do cabra o cera de carnauba
de superior qualidade, por preco commodo: na ru-
da Madre do Dees, toja n. t,
Veiide-esaccas com mllho: no Recifc, Uccro
Largo, venda da esquina 11. 1.
H
BOTICA
HOMEOPATHICA
a RUA DAS GRUZE8 't.
Dirigida por um pharmiireulivo approvuilo
V.-\r rs|,il,i'|(riiiirliln |HiSS|K' (odOSM IO'-
(liiiiinonlosal auoni r\|>eriiuonlul(s. lano
DaEuroMcomo to Brasil, e praparadoa pe-
las n..irliin.isda invenofl Oarlcirasilc \'2 lulxisali'' 1(K), |wir prcros va-
ravels. conrorme qualidade ' i| 11.111! 1.1,11 le dos remedios c suas dxnaini-
sai'cs.
2.V.000 US.
l'MA CARTEIRA rom os >\ princlpacs
remedio! homtonalliirosc:,obrasdifereiil-'"
iiMls|M'iisa\t'is para os prinripianles t\\iv m1
qulierom convencer daverdade !" nova mo-
: olena; eontendo alm de mollea conselhos
clnicos, a palbogenesla de ,8 niedieainen-
los.
Tubos aMilsos( cada um ).....IjMHH)
Tinluiasdc lodososmctlitaiiu'iilos em fras-
! ros do 'i oiu.a............AjKMI
.Na misma liolira cnnuilrar-sc-lia semprc
um uraudo sorlimonlo de Im'os en i porlu-
mieze fraiire/.e emlini ludoipiaiilolie no- '}
ressariopara o esludo e pralira da lioinopa- ^
, lilla.
a. //. REFORMAM-SE GRATUITA-
ME.NTli lodas as raileiras vendidas noes-
labelerimenlo,eujos remedios, pela bumitla
de ou portpialquer oulra causa, li\crem si-
do dclerioradi
DAVID WH.MAM BOWMAN, enaenhclr ma-
'liini-i,t c fundidor de ferro, mui respeilosamenle
.H111111M.1 am -riilion's propriclarios de cnuenlHis,
fa/endeiros, e mresp^Mlavel publico, que o seu esla-
belecimenlo de ferro movido por machina de vapor,
na rua do Brum pausado ochafaiii, contina em
efleclivo exercicio, ese acha complelamenle montado
eom apparelhos da primeira qualidade para a ncr-
feila confeccaoda>; maiores |wcas de macbinismo.
Ilabililadopara emprebender quaesquer obras da
-na .oh-. Da^id William Bowman, deseja inaispar-
licularmcnle chamar a allcnrao publica para as se-
ouinlo. por Icr deltas srande sorllinenlo ja' promp-
to, em deposito na mesma fundicao, as quaes cons-
truidas em sua fabrica podem com|>elir com as fabri-
cadas em paiz eslraneiro, tanto em preco como em
qualidade de materias primas e ma de obra, a
sal>er:
Machinas de vapor da melhor conslrucaft.
Moendas de canoa para enuenhos de lodos os la-
mnnhos, mo\ior agua, ou animaos.
Kodasde asua, moinhos de vento eserras.
Manejos independentes para cavallos.
Kodasdenladas.
Airuilhes, bron/es e chumaceiras.
Ca^illuicseparafusos de lodos os tamaitos.
Taixas, paros, cri>ose Inicas de forualba.
Moinhos de mandioca, movidos a ma ou porani-
maes, e prensas para a dila.
(.bapasde fotrao fornos de farinha.
ClDOI de ferro, lorneiras de ferro c de bronie.
Ilomhas para cacimba c de rcpuxo, movidas a
ma, jior animaos ou \etilo.
tiumdasles, uuinchose macacos.
I'rcnsaslmlraulicus ede parafuso.
Ferragenapira navlot carrete obras publicas.
Oiliininas, varandas, railes c |>ortcs.
1'rens.is de copiar carias e sellar.
Camas, carros de ma earadosde ferro, ole, ele.
Alm daMperioridade das suas obras, ja' iceral-
menlereconhccida, David William Bowman caranle
isevada conformidade cornos moldes e desp-
ulios remedidos pelos scidiorcs que se diunarcm de
fazer-lbe enconimendas, apro\cilandti a oecasia pa-
ra agradecer aos seus numerosos amiiios e freaue/es
a prefereneta coin que lem sitio por elles honrado,
r assegnre-lhes qoe nao poopara eaformedillgen-
c aspara conliuuar a merecer a sua coulianca.
a V ende-sc Kcinrntcs di' luirtiiliras
ininlo novas. siMido (le l'cijo car-
rapato, ervilhas tortas, couvo, ra-
banctes, salsa, etc. etc., c porpro-
cobarato na rua lai-jja do llosa-
rio, loja do miudezas n. 22, de
Victorino Jos l'Ynvira.
o r, a
cnufruiilo an Hosario de Sanio Antonio, rontiniia a
vender dure de casca de guiaba, o melhor que lia
ncsla [,i ,n ,i.
Vende-sc ac de iiiillfto, traques
on l'ojo da China /neo em lollias,
Caixas surtidas com copos de videos, co-
mento em barricas de 10 arrobas, facTics
e parnaliilias, callos da Itnssia, lonas da
Ktissia, velas sleaiinas de 6 em libras,
rotunda India, oleo de linliaea em latas
de ."> jaloes ; tildo na rua do Trapiche n.
3, casa deC. J Astlej & C.
Ven-lc-se presunlos inulozes muilo novos para
liainbre, lilis com bolacliiubas de soda iimleza.quei-
jos ilc pralo, conservas muilo novas, semenles de lo-
das as qiialidades de burlalice, chetadas iilliniainen-
le: na rua da Cruz n. tC, defronle do Sr. Dr.
Cosme.
CHA' PIIETO.
Kmhriillios os melhnros que lem appareoido al
boje ueste morrudo; lio o nico do que se do ve
ludus ,i^ iiriiu.Mires ile medicina uioonnunoiulain, as
virtudes desle ola oslan bem discutidas; vende-se
no aiiiia/em di noria taran, defronle da escadiuhl
da allandoL'a, por proco enmmodo.
0 "> A
conlronleao Rosario de Sanio Antonio, contina a
vender holinims paradla senipre frescos, ede l*i
mi mais ipialidades, per si ou mislurado-, e anda
veiide los muilo linos chocolalcs francezes.
BARATO .
9 Vndese casacas de panno prelo, a l6jH
LUVAS DE PELICA PARASE-
NHORA, A IjOOOn. opur.
Talvez os fregucze9 se admirem em razAo I
de sercm muilo baratas, porm o anuun-
cianlese rcsjioiisahilisa pula boa qualidade,
auim romo dilaa de seda branca.cor de cali-
na o do lirio, etc. etc., a l$K(i0,dilas ,|e sri|,( |
decrese prcla, a 800 e l000 rs., ililasde
laia iguacs as de lor;al, a 610: na rua do
I Qucimado, loja de miudeza. n. 47, do An-
tonio Jos do Azevedo.
Vcndc-sc calcados para liomcm, scnboia, me-
ninos emeninas: na toja n. 1 da rua Nova.
Vende-sc um cachorrinlio atravesado, de nmi-
lo boa rara; vcude-ae por 11S0 se poder ler em casa
pin ser bastante bravo: na rua da Roda n. j2.
SACCAS DE MILIIO.
Cbefjou da Parahiba uma porro de
saccas eom milho, e vende-se no trapiche
do Huilln, ou nn loja n. 26 da rua da
Cndcin do Recife, esquina do becco lingo.
Vcnde-se a posso de um pequeo silio, cum
frente para a Soledadc; lambcm se alusa como eon-
x icr, no lugar chamado Campo Verde, junto ao s-
lio do Sr. hispo; a fallar na rua da l'raia 11. 37, que
se dir quem faz este negocio.
Vende-sc malc da primeira qualidade c muilo
fresco, chegado na barca Sania Mara Boa Sorlt,
lu-.li .1- de amolar em pequeas c grandes poreoei, c
sal do Assi'i, ludo por preco muilo cominodu: na
rua da Praia, armazem n. 37.
Vcnde-se um macho grande, novo, man- Jo
so, de carro, c bom de carroca, um bom ra- ,v
I vallo to cahriolel, grande c bonilo, um Ikhh >*j
cahriolel, novo, depalenlccdc col>eila. um H
[ bom carro, novo, moderno, dequatro rodas, jMj
I de p.iitMiir, e de quatro assonlos, envidrara- fc^
I to: na cocheira de Adolpho Bourueois, na ]}'
um Nova. m
BBHBnBBBB wmwzzzmM
l'll.l LAS VKI.KTAKS.
Cnnliniiam a ventler-se cm casa de Bartholomau
iTancisco de Snu/a, rua larga do Kosario n, M\.
Na rua da Soledadc ao p ua Trempe, n*n
11.70 ha para vender-so sement do enilha dcdtias
qualidndeseuvaiuuscatel bem mailura.
Veude-sc os diccionarios grandes, iilIivc-,
por Vieira, assim como a historia romana, lambcm
em inglez; no pateo to Collegio n. (>.
Vcndc-sc uma esema, que salic co/indar c
lavar, he ptima quiCndeira; no aterro da It '> i-
Visla n. 39.
Vende-se IriOOgOO rs. de anolices da divi-
da publica : ao p dos Marlyrios sobrado de m2 anda-
res do lado do sul, primeiro andar.
Vendo-se uma linda mulaliuha de II anuos de
idade, propria para se educar: na rua Nova n.:|j.

1
Vcmlc-se oleo de ricino, cm latas, pornwnoi
do que em oulra qualquer parle: na rua da Cb
dcia do Kccifc n. .V, loja tle rerragens.
RAPE PAULO CORDEIRO.
Na rua daf.adeiado Keeife luja 11..V), tle Ciiulia A
Aniorim, vcude-sc boles e meiosdilos de rape Paulo
Cordeiro.
rH:l.s:i flHICr14 .Hi.i
Noanliuodcposiloila Oideia Velha 11. \~2, e\i-le
urna pequea puread tle polassa americana, cheuada
recenlemenlc que por loperlor rivalisaeom u da Hus-
sia : rende-te por preco rasoavel.
i)i:posito de cale potassa
Na rua da cadeia ih> Hecife n. ."(), MMitlein (.unha
,\ Amoriui barris com i arrobas de cal em pedra
recenleinculcclieiada de Lisboa, e polassa de boa
Vende-sc lio de algodao da Bi-
bia, por preco coDimodo noes-
ciipliu'io dr Novaes & Conijiaiiliia,
na ruado Trapiche n. .IV.
'&?!mmwmm WBMattBOk
SAPATOS DE BOKKACIIA.
Na rua da Cruz, confronto a l.ingoela n. 3(>, ven-
ile-se superiores sapalos de hoira<-ha, proprios para
o lempo de cliuva, e [Mir preco commodo.
VINHO DO POBTO Ml'ITO FINO.
Veiulc-se superior vinlio do Porto, cm
barris de V., 5. c 8. : no arma/rinda rua
do A/cite de Peixc n. I V, ou a tratar no
escriptorio de Novaes a Companhia, na
rua do Trapichen, i.
PECIIIXC1IA.
Vende-se |Hir :u h i-i ii k i rs. una mulata moca e ro-
busta, que nao lem achaque algum mais du que
urna pequea iiillammacau mis ulhos: OS prcleit-
denles vilo a rua do Qucimado u. 7, loja da es-
trella.
PIANOS.
No escriptorio de Feidel Pinto & Com-
panbia, na ruada Cni/. n. 05, vcude-sc
quatlt) pianos fortes do melhor autor de
Pars, ebeyados pelo ultimo navio Ii .in-
ora.
SUPERIORIDAD!-: E ASSEIO,
Ns padaria da rua da Senzala Nova n. 110 ; nes-
Ic cslabclcciincnlo sao todas as massas Irabalhadas
pur macbinismo, para evitar qualquer gola de suor
que -'-i Minien ir se asa as mais pallaras, por seren
SS ditas massas Irabalhadas hrac.almenlc, o que nao
acontece neslo novo cslabelecinicnlo, e se franqueia
er o asseio annuuciado, sendo ludos os das.Mas-
sas frescas o pelos precos seuuinles:
Hiscoulos de ararula c de ovos .... i su
I iiii.i- da rainlia.........MI
llolarhinhas de ararula pura.....1IIO
Hilas a.....lic.inas.........(1(1
lli-i un inhus de erva-dore......100
Ditos de lima..........100
Hilos de laranja.........100
Hilos de familia.........son
Dilos imperiaes.........HOO
Dilos amantes..........100
Nn paleo do Carino, taberna n. 1, vendo-se un
secravu uiojo, proprio para o raui|w.
s|3 rs., ditas de cores, I l:fe<)0(l rs., ditas com
m aboloaduras douradas, a isoini rs., sobre
': casacas de paiinn de cures, a 11.' n m i -..: n,
jj rua Nuva, loja II. 2, alraz da nialriz.
NA ItlA DO CltSI'O N.'.l,
Vendc-se panno a/.ul muilo snjwnor, proprio pu-
ra fardas dosscnliorcs tilliciacs da guarda nacional
por preco commodi*.
Vende-sc um quarlo para cania, por proco
muito commodo: na cocheira da rua da Klorenlina
fi PARA roanos DK CARROS.
Casomiras de cores, propria* para forro de
K carros : na loja n. 2 da rua No\a. 'M
Vende-sc camisas para bonicos coin |eilos, co-
larnhiis c punhos entina: iiarnaNota, luja n.'I.
Vende-se um opliino mulalinho de 1.1 anuos de
idade: na taberna da rua do Haiicl u. .".o. que fax
quina com o becco do f.arccrcirn.
FARINHA DE MANDIOCA
vende-se por preco coimnodu: a bordo da escuna
Societlade Feliz, ouao lado doCor|ni Santo, loja de
uiassiiuosn. ",.
MEIAS CASEHIBAS.A sOOOOCORTI
N'elide-se rrles de meia casemira, de padrees es-
curos e claros, a 2^000 rs. o corle : na rua Nova,
loja nova n. l(i.
CHITA, A 120 RS.
Vondc-se pecas de chila de cures securas, a ,V)fl0,
c aos cavados, a 120 rs.; dao-sc amuslras coin j)C-
nlior : na rua Nova, loja novan. Ifi.
AO FEIJAO' BARATO
Koarmazem de Candido Alberto So-
dre' da Molla, na rua da travessa da Ma-
dre de Dos, vende-se li-ijao hranco cin
saccas de ahiueire, coin um pivpieno
principio de liiro, a SflOOOrS. cada saeca.
ULTIMO GOSTO.
Vende-se ciirles de cassas de barra, e que se piale
enriar para fiier do bahados, fazeuda nova e do ul-
linin Bjoalo, a --'.-.SOO o corle : na rua .Nova, hija nova
ii. IG.
No palco do Collccio n, 33, se dir quem vende
una rica mobilii de jacaraiuhi, |Hir preco conimudo,
sendo Hradeiras, I sof, 2 bancas, I mesa rcilouda
de niciu de sala, 2 cadeiras de hnlancp, I par de lan-
leruas lairdadas, ludu de bom goslo,
Vcnde-se para li(|nidacao de coalas os scuuin-
les predios:um sobrado de dous andares coin so-
lo ua rua llella n. .17, nina rasa terrea rom quintal
para o rio na rua do lleinlira, ua l'assaucm da lllg-
dalena n. (i, e um (erreuu de qualro frentes nufm
da rua Bella junio do rio: os iirelendcnles dirijam-
c a rua dus yuarlcis n. 8, do lucio dia as :i horas
la larde, ou na rua laraa do Hosario n. 50,
laiMiBttitftgi
Ai PONTO INGLEZ PARA 110-
MEM, A IsOOO RS. O PAR.
Na rua do (Jueimado, loja de uiiiidczas n.
17, vende-se luvas ponto inglez para liomein,
inuiln nuvas, pi'ln diiiiinulo prern de Inmki
a ellas antes queseacabem.
ESCRAVOS FGIDOS.

i
\ ende-so por haralissirnti preco um sobrado de
dous ailares c solao, com baslanles rnnimodos na
rua do Vinario n. 17, nerlcuceule a herdeiros: na
roa do l.ivramenlo u. .'W, se dir.
g TRANjAS BRANCAS l) SEDA
9 de diircrenles padres c larcuras, |Kir nmiln
J:.- commotlo pieeo: na rua do Queiniado, loja
::; de miudezas u. ,7. de Antonio Jim- do Azc- ;:
Vendc-^osaldo A-s t- palba de carnauba una
va, c muilo al%a; a bordo da barrara Felfa POSSW
gano, fondeada no lorlcdo Mallos: a Iralaruarua
da Madre de Ifcos, loja u. :ti.
\ eiulem-ie lonas, muilo em ron I a : no arma-
zem de l''o\Brolhers: na ruada Cadeia do Recife,
n, i-'.
ROA RECOMPENSA.
Acba-sc fujida uma escrava, muala, de nomeCos-
ma, de idade |h>uco mais ou menos 10anuos, com o
sigoaea aagolnla :altura renular, as cosas com
duas cosluras, sendo nina no hombro esquerdo e ou-
lra pora o mrio das costas, no luar da nuca Icm
igualmente unas costuras pequeas, os pos comjiri-
dos c seceos, lendoa mo esquerda um lano dur-
menlepor Icr lido um panarico, calwllo corlado, wi-
lii'i de saia e liman tle lila baslautc vclho, fugio na
seinuida-feira, IH do correte: a pessoa que Uva A
noticia del la, pode dirigir-sc ao alerro da Bot-Vutl
n. 17, a entender-se com seu senhor Frcderico Cha-
ves, que ser !.(un|irn-adii uencrosamenle.
|)a cidade de Sobral, provincia doCcar, fuso tic
seu sonbor Joaquim Lopes dos Sanios, em das tic
abril tle 1K.10, um seu escravo mualo de nomo .Mar-
colino, tle idade tic -H) anuos, pouco mais ou meooii
con os siynaes seuuiules: cabello crespo c lomo,
roslo redondo, olhos pequeos c casannos, nao Ii
nli.i barba, cheio docnr|H>, cslatura mais para ball
lo que alio, pernas B/OHas, its largo* 0 carnudir.,
liulia uma pequea marca de lalho sobre o bcin
junio ao nariz, (cm osemblanlcalcgre, e akuiiu'
marcas lias cosas de roldadas, Irahalha algtnna cmi-
sa de carapina. Sabc-sc que este escravo veio at a
\illa de San JoAo, provincia da Parahiba, ou pan
as parles de Campia tirando, d'ondc j liuha utlo
escravo tle una senhora de iioine I). Joamia, senho-
radoengenho lieiiipaiK), cm cujo engenho ha um
rmN0 de iiuuie (icraldo. Consta com certeza, |wr
ler sido \islo por outroscscra\os que foram da me-
ma cidade, que este escravo tem rinda acstaprara
coro caryas de algodilo; dcscoufia-sc que est du
Pao d'Alho para uma banda com o supnosto no*
inede Manocl. Quem o pegar ou dclle livcr mili-
cia dirija-sc a rua do Qucimado loja de fcrragciK
n. H, de Jos Rodrigues Fcrrcira que Icm orden
halho.
Kuuio a prola Balbina da casa do Sr. da im-
na, Manocl ta Molla, morador no engenho No vi
tle Iguarass, cuja prcla lem os seguinlcs signis:
idade :M) anuos, pouco mais ou menos, na cao Ango-
la, l'.ti\i, corporegular, cabeca um pouco puchada
para a parle dedclraz, testa pequea, nariz chaloc
bocea peqoeoa, cuja escrava foi desla praca do Si.
Manuel Carneirode Souza Laccrda: quem dola lU
ver noticia |m'hIo leva-la a seu senhor noditoenn
iibo ttima.oii nesla praca a Jos Antonio ItaMo, ii
rua da Cadeia do Kccifc, que ser generosamcnlc
gratificado.
Em das do corrcnle mez de marco fugio doa-
baixo assguado um seu escravo de iiome Domn&Oi
trioulos, ollicial tic |KMlreiro, deitladc de 21 anuos,
de hoaeslatura, pouco furuido dccor|>o, sem barba,
pouco enroupado, c lem signacs de castigo pelo cor-
po. Consta que anda entre os bandos deSfgaaM
que infcslain a provincia do 1 i u h\ ,c que ha pounn
dlaa alravessarain entre San Maiiicdc eCorrahnlio
to Kio l'arnahiba para a dila provincia. (.)uom <>
pegar c entregar nesla cidade a seu senhor, na Maranhoao Sr. Manoel Pereira Cumiantes Caldas
no i '.i'.-n .i ao Sr. Joaquim da Cunha Freir e cm IVr-
nambuco ao Sr. Jos Kaplisla da Fonseca Jnnior,
seni bem rcconi|>eusado t\i> seu trabalbo. Ca\ias I
de marco de IH.">:l. Sergio Jvsr l'iamia.
No dia lll do correnlc mez dcsapparcccu dc*la
cidade a crioula Joaquina, haha, chcia do corpo. ai
fula, nariz chalo, rara alnu otada, representa ler/
idade pouco mais ou menos SSannoi; levOO reJl
de chita azul e chale ta mesma cor ja tlesbolado;
qual scacbava tleposilada em casa do abaivo as-i
nado, por execucao de Jos Maria de CasIroNiiiic-
conio lutor dos menores Illbos do Francisco Joaquim
de l.t-i i. i Nunes contra L'mhelina Candida do Mel-
lo : quem a apprchcnder, dirija-se a Iravcssa do Adi-
queacaaa do professorJoaquim .Inlonio de 'a,m
trtt Xuue*, que sera ueiierosamcule gralilicado.
Desappaieccu nu dia 21 do marco prximo
passado um prelo crioulo, por uome Anlonin, 0
t|iial reprsenla ler 35a 40 anuos de idade, pouco
mais ou menos ; altura regular, cheio do corpo, cor
fula, bem barbado, olhos \crinelhos, o tcm urna
mancha preradcbaixodo ollio esquerdo, e um gci<>
no andar com o p diroilo : levou vellido carniza de
hacia azul, calca de casemira cor de cinza, e chapeo
de seda prcla ; levou uma Irouxa amarrada as re-
ase um ccele, ft vislo em Mara Farinha ; uuein
> apprchcnder quciraleva-lo a rua da Cadeia \ellia
n. Id, segundo andar, que ser generosamcnlc re-
compensado o seu trabalbo.
No lia primeiro do crrante me*
(leubri!, (lesappaivccii omoIe<|iic, criou*
lo, de nomo Epipliatiio, nos de idade, neceo do corpo, pore'm bas-
tante peitudo ; levou calca de algodn
and e camisa de chila r\a com florea en-
carnadas; tem ofiieio de sapaleiro e anda
calcado, epor isso taires se inculque for-
ro: quem o appreliender, leve-oa Sanio
Amnro, acasadoscu senlior Jos Pereira
Vianna, ou na rua de Apollo, nrinazeru de assucar de Leal Rea.
- cstlco dia II do corrcnle poz-soom fima o BMB
t'st-raMi (.igalo, crioulo, rcnrcseula 48 anuos ruin
os signaes seguinlcs : he de boa estatura, me i o fula,
pinir,i barba, com falla dcdiMiles, lem una MQUcni
lielide, penan que no olho esquerdo, e o melhor M*f
nal que tem be ler o- ps mal fe i los, eos dedos gran-
des lortos para dcnlro, n os mais tem ciraurraet J*
feritla as pernas, e nial feilas, |tor \km anda de cal-
cas: quem inlercssar prenda-o, eo condu/a na
lio Capi-llinlt-i do Momleuo, que ser reCOMpentSOS
DO? seu senhor.Sebanliao do* Ocnh* Arvo-I ertlf^
i
r*rm.,-Tjp. 4.K, F. J MUTILADO L


Full Text
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