Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03153


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Full Text
ANNO XXIX
QUINTA FEIRA 21
DIARIO DE
DE ABRIL DE 1853.
N.89
PERMMBIWO.
nli
TBIt}0 DA SUasCRIFOAO .
rrevc-so a 159000 poranoo, e 49000 por
(piarli'l paso adianlado, e 9M0 por quartel pago
uwrtia, na rasa donen propriclario, M.Fitjueiroa
tlrFuria, iiaprara da Independencia, ns. Ge 8, eno
KiuileJ.raH doSr. Joaftl'ercira Martins.
Ilahia use I Duprad.
.Marei a Joaquim Bernardo Mendonra.
I'arahiba a Jos Rodrigues da Cosa.
.Natal a a a Joaquini Ignacio I'ereira.
Aracaty a a Anlouio de Lomos Brasa.
i "-II.r na tiuilliermcAuguslo de Miranda
Mu.mil.ni Joaquim Marques Rodrigues.
Para' Justino Jos Ramos.
CAMBIO DZ 20 DI ABHU.
Sobre Londres 28 ;{ a 28 '/.
Pars, 335 v
Lisboa, 95 prtenlo.
Ouro. Oncas hespanliolas. .
MocdasdeOlHOOvelhas.
c de (iUXI novas .
de *000
Prala. Palacoes brasileos. ,
Tesos columnaros .
a mexicanos .
Arcdes do Banco. .
Descont de Ledras .
. 29851
. laioeo
. ItigOOO
. 98000
. 18940
. 18940
. 18H00
. 10?
.I" .1 .'
NOTICIAS ESTIlAMGEinAa
Porlusal .
Heapanha
Franca. .
Blgica .
Italia. .
Alemanlia
Prussia. .
Dinamarca
Russia.. .
Turqua .
14 de Mar.
7 de
8 de u
3 de
lile i
4 de >
4 de
1 de
I de
25 de Fev.
Austria. .
Suissa .
Suecia.. .
Inglaterra
E. Unidos
Mlico .
California
Chili .
Buenos-A.
Montevideo
3 de Mar.
3 de >
1 do u
8 de
23 de Fev.
15 de
10 de
15 de Jan.
4 de Mar-
ti de
NOTICIA! DO IMPERIO.
Para'. 2 de Abril. S. P. do Sal 17 do Mar
Maranhao 2 do Miuas. 15 de
Ccara'.. 6 de S. Paulo 8 de >
l\ir,iIhIi.i. 12 de lt de Janeiro 26 de >
Alagas 2 de Babia. ... 8 de Abr.
PARTIDAS DOS CORHXXOS.
Oliitda, lodos os das.
Victoria, as quintas feiras.
Caruarii, Boiiiluo liaranhuns, nos ilias I c 15.
Villa Bella, Boa-Vsta,KicOrrnry, a 13 c 28.
(ioianna e Pariihiha, segundas o scvlas.
Nalal, quintas feiras.
DAS sa semana.
IH Segunda. S. Caldillo
b. card.
19 Terca. Ss. Espedidle
Arislonro.
20 (uarla. S. Igner. do
Monte Policiano.
21 Quinta. S. Anselmo
Are.
22 Sexta. Ss.Ss. Soler
Caio.
23 Sabbado. S. Adhorto
B.
24 Domingo. S. Ilouorn.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Helarao'
tercas esa libados.
Fazenda
Ierras esevlasas lOhoras.
Juizo de Orpham
sesundase 5. as 10 boras.
I'rimrira rara do cirel
tercas e 6. ao meo-dia.
SriiHHd rara do civel.
quarlas e sab. ao meio-d.
IPHEHK&1DES.
Mareo 31 Quarlo mingoanle as 7 horas, -2 mi-
nutos c :|7 segundos da larde.
Abril 8 La nova as 9 llora, 37 minutos e 37
segundos da manhaa.
a 10 (Juarlo rresecnte as 2 llora, 25 mi-
nutse 39 segundos da larde.
a 23 La ebeia aos 41 minutse 31 se-
gundos da larde.
rnXAMAB DE HOJZ-
Primeira as 2 boras c 54 minutos da larde.
Segunda as 3 boras e 18 minutos da inaiiha.
BBBB
EXTERIOR.
CRNICA DA QUINZENA.
Parte 1* 4e lererslro.
eulura lia momentos em que paisa nos
l'or ventura lia momentos em que paisa nos ares
i urna cousa de incogonito e misterioso que de:
|m'i la subitamenle os espirites, fazendi
ii,i
se-
'KM
de
ion-
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un
iiil.i.
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Or
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OCf-
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slo
Jo
.......
nuil
ni.'.
ein
sig-
me-
ta
cal-
lascer nelles
lenles precipitados e inesperadoe' E porque
rapriebo do acaso cases incidentes se \cm misturar
rom os moribundos rumores de Testas e de prazeres?
IVisoeseingrande numero em Paris, una tentativa
ilc insurreicao em Milao, ludo slo, quasi numesmo
ilia, na mesilla bora, como miveiis que sobem em
lints |Hinlos dilleretites do liorisonle Fel/.menle
a siniullancidadc he o nico l.u;u cutre os iuiiden-
li-s; nao lia una outra analoga na nalurc/a dos fa-
|a, c anda menos pode Ii.im-i nos resultados; pa-
rece pelo contraro que o carcter primitivo das
|,ri- \et mais, ou pela soltura surcessiva da maior parle
das |H-vsoas presas, ou pela lu que brillia sobre as
ttcriisaces, de que sao objeclo as que se acliam anda
prosas. Di- una conspiaoo contra a seguranea do
estado, a aeiusacao |>assa para un delicio de pro-
pasaran de noticias falsas, e, dcbailO dcsla forma,
ella cidra na aleada dajustica ordinaria.
(I. Iriliiniaes leriio |wis de prununciar sobre o
ave parete, desile o principio, um arlo preventivo
de sesurauca publica, c revoslir a este llnlo um
raracler essi-ucialincnle poltico. Se bou\c delicio,
,i iiisiiea o dir inrallncliuculc, assiiu como si- bou-
ier alsuma questAo de legalidaile dUTldou, ella li-
xar.i as incertezas da lei ; be esta sua missao c aun
ulna ueste caso especial. Assuniindo a respnnsabi-
lulaile da medida, que julgoii que devia tomar, o
.nvcriio tinba\isi\clmcnte por lini altiugir de una
llianeira mais gcral no conimcicio suspeilo de falsas
milicias, de boatos injuriosos, de correspondencias
.iL'jresshas, c be esle o nico ponto em que se pode
parar.
He -mu llovida um cmbale Irisle, aquello que
i onsistcem propasar boatos nusridus, nao se sabe
oiid.-, em aciedilara injuria clandestina, em lnw
ajaar cada diaachaM a tete, em desfigurar bo-
rnese rousas; todava nao conviria aiigineular-lbe
,i importancia. Em lodos 01 lempos, ai lem telo
sai Berta esta eslraulia uceessidade de saber mais
do qu cxislc realmciilc, e dedi/er mais do que be
M-rdade. Nalurabneiilecila uceessidade unida de
e\pt
Lila lo
SI.
i,ioscsiiiiiloascrcuiiislaneias ; ella arha un
i nos jomaos, ajeando osjorn.ies lem o dirclo de
i ludo, de imprimir ludo, de divulgar ludo.
um a forma de urna noticia, de um rumor via-
lanle. de una palavra Irmada do passagem, de urna
nnildeiica que.scm ser publica, perlencc a lodos,
debaiio do laiperte dos regimeua, que itapoent urna
merva mais eslrela. Se estes regimens sao alsu-
.....s tena nina garanta, silo mudas \c/.es lainhcm
nal inroiivciiiciilc que ellos inesinns sollrem: he
ipn-elle-minislram um nroleslo para s,- diler eui
io/i baiva. o que em ninlium raso nao se atreverla
a ililer em VOI alta-, beque a rreilulidade M deam-
lulva ahi de un niodo ingiilar, ao ponto de ijunlar
leas mais ridiculas bUllilholiros.romo s fbula) as
mais uqiossi\eis. 'linio o que a auloridade pllldi-
ra pode fazer he iulervr onde esta pi-opasae io rlan-
deslilial.....a o raracler da dili.uuaean a da injuria.
i.liianlo ao mais, ipiaulo a e>l,i uceessidade inlie-
renle ao espirito Iranrc, os procurar por bula a
parte um aliinciilo, de se derramar as roiiversa-
riK-, de bizcr que ludo comparcea anteo 9CII tribu-
nal, mudas vezes mai. faceto que justo, o goterno
mellioi que iiiusuein nodeanucr, se be scnipro fa-
ril cmesmo ulil Inl,ii ruino inipalpavel e como n-
cogollo, cora esle delicio perpeluo e uto injeite s
iniaginares iiiienl.....~ c malignas. Seo- gOYOr-
i.....taiietanm lomar umlal lialialho.aibanan pro-
i.iMlnieiite nuiilM rriminosiM, principiando fre-
qui nieinenle pelos seos proprrM amisos, porque
iiual he o homem em l'iain;a, que H Doga U praier
de um clistc, niesmo contra o poder que elle ser-
10? Oqua lia pois de mellior para o soverno. pa-
leee-nosqiie be, sein abdicar o dueilo de reprimir,
ipiaudo poder, ai fbulas injuriosas e as noticias hd-
a-, upiKir-lbessobrclinlo osaclo. de nina |volilra
inlelligeulce justa. Se ilsiimas vezpsus n......rote
boato, occupamalguiu lugar no niovinienlo ses-ial,
as rousas serias oto deivaiu de tomar ah natural-
mente sua posirao: ba boje um numero siilleeiile
ilellas.
A sessao legWaUva acaba de alirir-se na bora em
que estamos. t)Sr. niinislro da fazenda em um rc-
lalorio ao imperador, expanha honlem oarenltedoi
iln evercicio liu.iiii "ii" de IS52 e o eslado presente
dos recurso do tbe-ouro. ti governo decretava ha
I.....ros das a crcaeo de um COMelho tuperior de
luricullura. de e.....mente o de industria. A Alse-
i i.i oeste nionit-ido vem a ser mais que nanea o ob-
jeclo da aileueao uoiicrsal. Fioalllienle o con-elho
-iipi-riiii- da inslrurcao publica ha ipiinze ibas. i|iie
i-i......i urna sessao laboriosa. Alrave das mubili-
ilailea da polillca, nao se aporcebe alguna dos ele-
inenlos os mai. serios da presente situacao da l'ran-
r_a debaiiodo ponto de vista de scus iutoresMi posi-
tiios e permaDenlesf
lie hoje com etreiln que se abre a sessu legal c re-
Eular. lia mu anuo que ella se abra nu dia st-guiu-
lo.....lia 2de desamoro, agora abn-si no dia iinmc-
ilialo ao do reslalieliciinenlo do poiler nionaichico.
l'ro\aiebneiitcumaconiniuiiicae.io do imperador lia
ili- \ ir e\|nir o eslado gcral dos iicgociosdo paiz. Em-
quanloao mais, Mbe-sa perfeilamenle que o rori
legislativo nilo lem de disriilir resposla a estas ma-
nlfeslatOSI do ebefe do estado; nao ha mais discus-
vioda mensagem. scguiulnos usos parlamentares do
iiulr'ura. Est.i fora do dominio ilasaatembleaspas.
-ir em re isla, em solemnes vivos dbalos, lOthM
o- |Hinlos de |Mililira interna e eviena.
t llcorpo legislativo se achara immediatamenlc em
prtaenea deseus Iraaalhas, de alsuus dos projeclcn
iie que Iralou o auno pasaado, o daquelles que |hi-
derao serapreseulados este auno ;s suas deliberaroes.
Juanlo monos evtensiu sao sua* prerosalias. debat-
i do paulo de li-la poHucA, mas parece que suas
iiiieslisaciVs c sen evame deven dirigir--e sohre
i crias materias das mais grave linda ; laes como o
estallo dasliuaueas. I) budget be una OCCasteo na-
legislalivo verificar, analisar,
io liuanieira, dabpial .Mr. Ili-
lia oquadro nesse rclatoi i"di-
que r.ill.iin,,-. I llliado em sen lodo, esla siluacao
i framente lem limita nitiinacan. A ordem deve sua
l'ileii;ao ao. negocios, c dando-a ios negocio*, de-
ve-a srisreilas publicas, t) que se v no relalorio
de M. Hincan 1 l.lne as rendas indirectas de 18X1 nao
" i veederam mais de Wl milboes os producios de
IH",|, e que linda eieederam 28 milbies as prcv isfies
More a- quaes eslava bascado o orcamonlo. t> anuo
de IK5I deixou o augmento de 100 milliocs, o do
.uni de IK.V2 fui iu In/iilo a 28 milboes, leudo pr-
iiiilivanicule subido a 103 milboes.
i Coutando-fle rom odcsenvolviinenlo resillare mo-
ral dos inleresscs, com o progresso da fortuna pu-
blica, |i--.!-! -"-Iii.i csiicrar ver as nseeilas do estado
rtciarem-sc iiisensivcluieiile ao nivel das dcs|iozas,
f obudscl atlingir o cp.ililuio lodesejado e lio
i'iuliluiente proscsiiido. A situarito llnanceira de
iiosso paiz se aprearnlaria pois debaUo de um aspec-
lo ilos mais favoraveis, seuao fossem os dclieils |cr-
mioentei e seinpre crescidos, os quaes se elevam
liresenlniente acerca de 7IHI millioes. Ellos siio sup-
priiliK, romo se sabe,com os recursos da divida lluc-
luanle, a qual se coiiqioe dos fundos das caivas SCO-
iioniira d.i- apulii-r- .lo Ibcsouro, etc., C que monta
"'je a tm niilbfies.
A rifia elevada da divida fliicluanle nao eonsh-
lueinnadiniiuldadr por asura; sera porieulura
is-iiii em todas as eventualidades'.' Pde-ee evitar o
perim), ilir-se-ba, evilaudo-se as revoliiei'ies. Bem,
au queremos nutra cousa senao ver esla probabili-
ilaile deupplreiii d,i lista das eventualidades hu-
"i-iiia.-, maslallie a alleroali'a sinsnl.u que nr.ini
Volotee*, sen.io conlarmos com ellas nos cal-
mu no-, soioo, impllldentes e li.......arios.
> mulla rmisiilei.ir.iii .i essas leluil eis proba-
-, ii'ii'iaumsobrar, roslrinsimos 'oda a pre-
ivaae ili piesi-iile, e o deseniolvimeulo do
ha paralisailo.
ral.
Perlencc ao eorpr
oni|Nir c-la -ilua
au Iracaia i utia
e rallamos. mil.
lotf
II.....-llT.
|">i. |ir iNe
oscollio, asseguraudo o fuluro com iiiiih |>re\tlcnln
miuJcraro e dis|wudo do prsenlo ron salwdoria.
Un.mil) ao prsenle, o Sr. niinislro dajiislirad
una -ririir ,i mi. a qual ser rerlampiilc rerebida
i tuii s,iii>(,H .ni.- he que nao serAo laucados ao \mr
novos (ribulos, oque ptrliic d*MlMM0 lodb ten-
Hjiniciilo de foicr reviver os projeclos de lasa, que
Indi.mi ido apresenlados o anuo pausado ao corpo
leislalivo.
Se o relalorio ministerial revela de unta manci-
n eral o mellioramenln dos iuleresses e dos neio-
rios, o relalorio annual do Ha uro o exprime lamliem
debai\o de urna Toruia toda parlicular |m>Io urande
-ni-.....ni< dasoperacoe-tdaquclieeslalielncitneido.No
rotatorio do Hanco, como no de Mr. Iliueau.lia nina
cousa que nos chaina a allenc/io, lie que ncslcs doui
nicnioriacs linauceiros, ha iuuaes feliclaces de so
ver a forluua publica subir boje ao ni\el le I87, e
com elleilo, bto rappoa mu urande e \ iyoroso exfor-
co ; na >erdade pode-se parar ahi um momento pa-
ra e*aiiiiiiHr-M' o ponto em que se esta, como quau-
do se lem percorrido mu caminho lonyo e escabro-
so. Mas o que se pcideu no inlenalhi, os delicils
que exisiem romo mu peso sobre o pai/,bulas as Tor-
cas entpreuadas em lular por qu.ilio anuos contra a
ruina, em voi de seren applicadas em empre/as Te-
cundas O nico progresso que permillein as rcw>-
lucru"*, cousisle poi\entuia em voltario eslado em
que se eslava anlcs que ellas Ihetuom ,ippare-
cido ?
Anda assiui, votla-M cansado, com muilas cba-
BU porcurar e cm condiees iuteiramenle Irans-
Tormadas. Nesla uova siluanlo, quaulo mais o 1:0-
vernn he revestido de una auloridade iinmeu*;, lan-
o ni.is conven cerca-lo de todas as luicn, rujo
concurso pode tornar sua iniciativa iulelliuenlc c cT-
(ca/. I'orvenlura naoheesleo pensamenlo que pre-
sidio o errarn do uinconsellio superior de agricul-
tura, de induslria e de roiumcreio ? O relalorio de
Mr. TroplonB s.dre osuiialus cOOSUllO que reslabe-
biia o imperio, deivava presentir esla rreaeo, boje
rcalisada.
O novo ronselbo he nomeado pelo governo, elle
nao piule, pois, embararar suaacro. Os parecer-.
llflOsaoobriualorios, mas deveni necessariainenlo ler
um grande pe, lie um orgo enrarregado das ne-
nssi.lades e dos interesses, um inlerme.liario ulil,
ruja inTluenria (oda pralira p.lr ronlribuir para Ta-
ter marebar de accordoo aoverno c a opinio publi-
ca para a suluco do- urandes problemas da indus-
lria e do coninicrcio.
Ksla hariuonia da opiuio publica c do mivcrnn
sobre aluuns dos (huiIos, que di/ein re-poilorom
mais parliculdiidadea i;rande/a dopai/, porvenlura
nao be a primeira garaulia de um impulso juslo e
leeuodoi Nao lie a eoudieRo a umi Tavoravel o ne-
reaarla ? A l;raiica, depois de ler esgotado lodas as
forl.....is polilicas.'eslii boje de bom humor para pre-
/ar a Iraiiquillidadee procurar por toda a parle a-
limcnlos para oseuardor deconquislas maleriaes e
paelfleaa. A AlgerU Iheolrece um nalaralmenlo.
Ouando o imperador em sen discurso de llordeos
Jilla, que a Tranca linlu um reino que Tundir no
oulro lado do Medilriraneo, 1.....Irava urna deatas
obra*, para as quaes lio mullo iiccesnr.0 eau Iih-
tnouia. leque Tallamos, oulro a opiuio publica 00
Koverno; aponala um novo rani|ra de adividade.
N.o he poique llnqul elle n.io lenlia Teib limito
na frica.
A uuerraao principio Toi Teda com vigor c victo-
ii"-ameiile, a nao deivardnvida aluuma stdire as
pnihabilidades de ikmso dominio. Podo liaver aimia
revollai (>arciarN na ATrica, a. graihlej resj-teiiri.i-
erfao veilcidan, o. urande- tilislaculos quebrado-,
oda a Aluera e-tn cm poder de imsvis armas, e a
lomada rcenle de l.auboiial BJunloil una uaranla
de mais a nossa preponderancia. Agora a praca es-
l debaivo da prolcc^floda isp.ulaile lloiMM atilda-
dos, li\re para a organisarjo, paran Irahalho, para
a 1 tilonisicdo, e para a assimilarao romplula daqiad-
Ic vatio territorio.
Dizeni pese tralou ullimamenlc le um senalus
riiiisiilliis, destinado a regular a cou.liluiMO da Al-
ueria, c a esla que-lo se premleu urna mira, a le
saboT-ftC em que infios de-cansara o uovemo supre-
mo da colonia. Nao -e sabe que Icnha sido prontiu-
ciado o IKMIIO le um principe la familia imperial.
Os Tulliros ministros da Tulura vire-mmiarchia
es(.ivamj;i designados pela \n/ publica, o que, % islo
alguus dos uomrs pnslo. na Trente, nao poda deixar
le ser evidentemente urna caluuiuia a respoito do
governo e do* liomens assim designados* A juiuar-
sc pelas aparencial actoaeo. nada appareee por ago-
ra lio adianlado, eomoae lem podido rter. Este be
le algum nimio o lado puramenlc polilico da Alge-
ra.
Ilafl o uitverno parcT 10 ine-mo leiu|H diriuir
sua altenco ndue miras militas 111.1le1i.1-. 0cu-
pa-se. orno di/'ni, le una oruanisaco judicialia
la Algerla. Lina das reformai a- mais uraves que
se preparam, lie a do imposln territorial sbreos in-
dgenas, cuja ini|>osit;o varia al aqu Mgundo os
lugares e Irbus, e que se traa de otabeler solne
um plano mais uniforme e menos incertu. E, ci-
ma dcsles diversosprojecltis adminislialiviw, existe
euifim a grande obra (aomoso ronseiiim povoar a Alueri ? Como a
iudlislria c o Irabalbo cbruar.lo a Iraii-Torniar oase
soloe apropriar-se le seus immeusos recursos? l>o-
baivo d3ste ponto de vista, a Alurria ja lem Tcilo 110-
laveis proi:rrss)s ; poder-se-ba julgar inelhor lel-
|0S| piando o governo liver publicado ou resultados
do movintento commorcial la eolonla om I8>,
mas oprobenla dacolonisa;Ao pcrmamvc evidente
mente aiiula o inesmo. Ora be aquiquee* proje-
tos almudam drbaixo de todas as Tormas. Ha lie-
uiuaulescos, e bem poderla tanibem haver lies pro-
jecio> ehimerleoSi
Tem-se Talla!o de urna podeTOH compaubia se-
melhanlc a eompanhia iuulc/a dai Indun, a qual
se rurarregaria evrlusivanienle la cdouis,ir.lo al-
gerina. Ella i-- In 1.1 o mono|Hdio da r\pbira<;ao
das minas, das Huoslas, de todas ai industrias em
urna palavra, sein contara explora*;.lo agrcola. \la
(im.i onili;.lo que Ojo he de nalure/.a, ao que nos
parece, para Ta/.er conseguir rmpre/.a, he OJUO ?
govrrini devera garantir um mhiinmiu\c inleresso.
Scuondo mu oulro projerlo, o e-ladoobrautlo lirec-
lamenle, devera lanzar na rica VMi.tKm homena
e .VH) miIbocs ; mas por ventura se er que he iiiui-
10 Taril adiar estes OO uiilli.Vs e .".IKJMKI bomeiis ?
O estado pode mullo, todava nao |KMle ludo, lato
naoquer li/cr, que elle xar linio ao esTor;o individual, o qual eulreuue a
si inesmo, seria Impotente: querdi/er que o mellior
s\stoma te colonis.i;ao he lalvcz aipielle que ex-
eua lodo e-pirilo desvslenia, ceoinliiiie a inlervcn-
t;aodo eslado rom oesTum, individual. He o me-
llior porque he o mais prallco, porque loma em rm-
sidcrarilo Iodos os elemenlose se presta as lenlalivas
as mais variadas.
Sao entes alguns dos pr.ijeclos os mais recentes,
uasc i tos de*la preccapacao vivissinu los destinos
da AIj.-i-i.-i. Enlretaulo ainda ha oulros que nlo
vierama lint em l'ranra.
Formou-se cm (ienova urna eompanhia, rujas pro-
poslas eslfto arlualmenle submetliilas ao governo
11 ,im /. o qual parece disposlu a areeila-las. A .11111-
panhia genoxca |>ede urna ronressilo le "JW.tK)
nctares nos arrebaldcs do StiT. Esta oncesaflo
ser Teila por annuidade, naratlo do'i.OOtUieclaros;
por auno. Pela sua parle, a compaubia se olirbm
construir urna aldeiadc rincoenla Togos em cada
urna ilcslfls porcM ale ,(MM) lipclarcs ; pagar em
raso de ncressidade, por raila rolono a somma le
:i,000 francos que este devora traxcr, O beneflriu
da eompanhia resultar de urna leajeMcjto de K(M)
beclares feita cm seu inlcreaae cm cinta concesso
annual.
Eslas proposlas sao agora, romo diziamos, objec-
lo de esludo. Ella podem rhegar a um resultado
satisfactorio, precisa me 11 te porque nSooao gfajantea-
cas o so aprewnlam wn condi;es mais praticaveis.
linalmeiile reata um ultimo urojeOtO, que nao lie
menos engeutioso: he o da ereaco do aldeas do-
parlamenlaes, ou em oulros lemos, le aldeas, ruja
|r.ipnl,ito seria lirada de cada deparlaineulo la
Franca.
Con elleito, em um pah como a frica, atal-
deaa, eomo *< lem pwlid obaorvtr, so eompoem
muilas \ezes de habitantes, cuja linguageui, usos
eroi.....ios *l.i dill'eri'nli's: slo iudivluot que vi-
ven! junios, mas que nao formam urna popula
bomogenca, que viva da mesma vida. As aldeas
departftinontaes, de que so falla, leriam \><>v tlm re-
ino, liar osla incoherencia fortificar a |Hqmlai;ac
franre/a, relativamcnle Traca na A Trica, Tazera emi-
gracAo mais Tacil c menos rcpumifliile para os nossos
f.mi|intif/rs, muilando i menos que Tor possivcl
seus hbitos e Tazcudo-lhes nchar no solo africano
urna especie de irnugem de sua patria europea. A
todos esles planos de colouisaro, junlc-se os pro-
jcelos de canutillo* de Trro, os quaes comer, 1111 a
apparecer e multiplicar-se para a frica.
Falla-so j:i de propostas Teitas ao governo para
crear liuhas de Trro entre Ariel c Blidah, entro
Phiiippcvillc e ConetaoUna, dAraew a Oran. A
Algeria, como se vi-, exerre sobre as imaginacoesa
iiillueiicia las Irrras inaravilhosas, c faz ucrmimir
as cemUuacjoea. Em ioios catea projeetoe, o que
nos parece mais ulil, he o pouru que ellos leem de
chimeriro o lo gigaut?si'o. No he bastante lam;ar
no mundo da especulado aliuima combiiiacoqiic
canse admiraco e deaperO I allciu;3o, -hilic o que
muilas vezes llic surcede: inalogra-se a empieza.
ipiamio ea inventorea toen eomdydoi pagareede
lliafl invenn'KS.
Muilas experiencias leem sido fritas no sol da
frica para que a opiniAo publicii so se iuteresse
pelas, lenlalivas serias c o governo proleja cmn una
vigoruaa eonllanea as empreina noaatvefa c realmen-
te ferumlas.
femos aleaqui fallado de um iuteresse mcio cvle-
rior, |Hirquanlo elle SUppOC] una UpauaSo la Iran-
v\ Tora da espliera daae^HW ouliuenlal. I'm pensa-
menlo prallco be que deve rcuular e Tecundar Osla
eipanaAo, e n*oauccedeaaandoqualquer Intcrease
que se lale? O ine-uio pensaiurnp,'-unlenle e pra-
llco nao deve por ventura prceJir aos yraniles ar-
raigos que o governo er que leve Tazer as diver-
sas parle- da adniinistra;o interna, principalmenlri
na iiislruee.lo publica? A lei le I de marro de
1830, como se ha de estar Icuilira.lo, he que con -
con a mwIlDcar de nina manelra aenarvel o priml-
pi mesmo do rcuimeu do ensiuo. i
O decreto le 10 le abril de 1853, 0 qual lraJa
um novo prngranima le esludos, veto em urna o--
Ira ordem de ideas, nogmenlar esta transforma
Esta alleraco prfunua na diraeota gt^ral b..
IruccSo publica, arrastava neceaiariamenle mn nu-
mero bstanle grande de moililica;es na economa
do rgimen la nslruc$io. He le todas estas 1110-
dlfkacAea, eapeeiedeappetidice lo decreto de 10 de
abril* que 00 oceupa, ha lias, o ronselbo supremo,
sobre proposlas do Sr. ministro la instrurcao pu-
blica.
OsnovoJ regulamenbrs submelliilos ao ronselbo
sao de nalure/a livers.1; dizeiu rcs|n-ilo araoepcfto
IKH Ivcru-, ao ensiuo das raculdailes las letlras, ao
ensiuo do "lireilo romano, ao grao de liceueiado
para as acleneUM phyaiOBa, malheinalica- e naluraes
ruialmenle a reuimcu linanreini doa Ivceus. ll-
nelos e Jecisoea ja leem intrrvimlo em alguna des-
ses reuulamenlos, principaluicnte 11'aquidle que liz
rospeito ao direilo romano ; os milnis fl
inti.-v,ii_.i.. bastante grave, fundada talvez em um
erro, o qual cousisle cm dar c&rlusivameute ao b>-
mem o ordenado que se d.i muilas vezes funrrao.
De qualquer inod que so juluar, e sein desapreciar
nciihum servil^, ha evideiilenienle urna dislincco,
que se leve Tazer entre una radeira elementar o
urna radeira de rhclorira ; lie o novo principio que
1.1/. .1 tliib'ienija entre as Tuncenes de sulwlilulo e as
de procuratlor _i-i.il. Si^ja como Tor, o regulamenlo
sobre orruiuen linameiro dos Ivceus se junta a
una iiiiiiiiii.Mi de reformas dignas de loda a consi-
derado, e s quaes Mr. Forloul consagra una acli-
viiladc.....-.iiilf.
Todas estas rousas que enumeramos, as linduras
cm viade mclhorainenlo, a colonisai.-ilo ea Algeria
que se prepara, a instruc;o publica que se trans-
forma, sao inleresses su|HTores e |rerinaueules, os
quaes mo a molbor garaulia la paz. Ellos precisan)
da ordem e Iranquillidado interna o externa. O que
ha de mais singular lie, que no momento, em que a
paz parece itepender mais inveneivelmenle da siiua-
1.A0 moral e material dos DOVOa. ha eapiriloa que >e
diverlem em alear para seu passalenijio tola a espe
de de incendios euro|>eus, em queimar p
j ebeiro nao so faz sentir felizmente lenA
lirochuras.
He o contraste cutre a emigra:lo e a realidade.
Sem duvida anda nao cali eaqueeida a grande
questo uliuiameiite baviila ntreos ijtnif* de la
Frunce t os Umiltde la Belgign ojueaUo em que
iiijuslamenteinvolveiiioto nonie le Mr. Joltraml,
ilvora
1 em suas
idv.igad.i le Uruxellas. O Sr. Joltraml nao lie o
BUtor drs Limite* de la BelgU/HB, ei.uaiiaiuo-nos
quaulo ao nonie, mas nao quaulo a il;as, cuja s*i-
Iblariodadee Sr. Jotlrand parece nao declinar, co
nofaoerro era tmbenlo de muilas pessoas, na Bl-
gica, por umara/o muito simples ; poique so sup-
punha que o houraibi advogatlo le Hruxellas era s
ipieui podi ler a idea ileannexar a l'ranra i Itrl-
gira. Parece nao ear assim. Bm aunmia latve fosse
mellior que o Sr. Joltraml livesse sido o autor leste
llvro singular, |Mirquenlo teria linalmeulo arrisia senao a si mesmo; nao teria [todido, por sua pOBJgfo,
dispertar o pensunenlo le una sdidariedale, que o
uoxcruo belga reprovava, a menosque. o gabinete lo
Hruvellas uosinla a uceessidade de por sua vez re-
presentar seu papel note drama la imaginario n-
p.mi.na. de que fallavamos. Por auora a pie-l.io de
se saber, se he a Helura que lia de sor aniiexada a
Kranea, oua Franca a Blgica, Ac indecisa.
Oimciuliose extingue desle lado, porm appare-
reu loso em oulro nonio, ceis-uos na urande inva-
s.lo lalnglalerra. Ileisbupie o autor las LeUrea
fnini/ite* propOZ simplesinenle ao governo Trancez.
O ardenle inimigo do lime britnico nata menos
quer do que 0 sacrificio da Inglaterra para maior
I.....rada bumaiiidadee da nmral. Seo sru pensa-
menlo nao for areito pelo governo, o aulir m' vero na
obiiu
I'
em iliacuaal
ao pie pare
Que inlln
em l'ran;a
uidas aind
ma estar
11 tardarat
ideul
cln
le
veri
IIUI
fofo.
A i
ha I
muilas ai-i
m' aclll fa<
siiliri! a i-a
1 no ruuscllin su|ireuin, c m
*, I vil' a luz.
in-ia nercarto na inslrurelo puMIra
as relorniai (ellas lia lempo, o Ihoss-
1 pilo governo '.' Su a ex|ieriencfs |">-
......lie n-s|iniiilL-r. Todo n que o go-
fazer, lie marrhar com pruiloiicia em
para a qual fui levado per um desloa
onini'io tan hrequental as horas do
tlru
10 lo
r.in pulilia, rom clloito, tal romo fui
tipo iiruanisaila, trn iilnu objeclo ilc
i-.noo.: i-lo |iroM'iu ilu i|iie mu geral
I o dsseiicarregar-ae sobre algucm ou
-a da responsibilidado de um mal uni-
u-rsal, cm que loilus (um sua parle. Ilcsla ve/,
a 11-lruiTio piililira fui um .los criminosos,
Si-in parlilbar muilas Injuslicaa e preconeeitoi
dec.piriliis superliiiaes, qual lem sido realinenle
u rrime ila inslrui'i;aii piililira'.' t) ler siilu de seu
lempo, ler lisiumeailu talle/, aliins desejiis, instino-
los, i-nlcMis facticios.....ven ile os reprimir; o ler
cedido a tendencia que o itastivaai Inseosivel-
inenle re son lim.
A disciiilina moral comecou |mr Jesapparecor
i.....iinar.iii pulilia, c nao be inleUnuenle com
rcgulaineoloa ou decretes que se i'h1c faier nascer
essa disciplina. Logo que esleve neslo terreno a|i
pam-eram nutras aberraeoea que se niaiiifcslaraui
debaisode mais de una forma.
Se ha mullos nrofeatorw de loda a ilaile e cm
lodos os m'.ios dn ensiuo, os quaes lem permanec-
lio liis ao seu pa|iel, .1 sua missao, an sen rarai-ler,
uo he verdaile que ha miiilos nutrns que se lem
ri-iip.ido menotl em ser mostrea alientos e pralieos,
lo que cspiriios lirilhanies e Instruidos, ilguraas
te/es porm mais haliitualineiile Millailos para o
evlerior do que para o interior da sua ellSN 0
urarler proprio de nieslre se lem atlcniado nelles.
elo que respaila aos discpulos, lamliem nao he
verdade que o ensiuo tem sido rousiderado como
umi surte de (linnaslira, pela qual ello se lem
turnado a lomar una noi;ilo eral de ludo, que
Ibes proeurava a llluslo da iciencia sem llies deivar
i realidade'.' A instru silo pulilica vciu a ser as-
iim, romo alemos visln, mais lillcraria que mu-
ral, mais supcrlii-ial que profunda, mais iaIi-ii-i
ipie sulislauri.il.
So as relonnas acluaes lem em resultado levar
a iiislrurrao puhlica para o sen lim, coonlenar os
esludos, forlilira-los espn lali-ando-os, fazer que
olileiiliam em solide/, o que podem perder em es-
li-nsao, nao un- devenios queivar dolas, lie .tu
:pic deve dominar as niodilicai.-oes, as quaes o en-
ano est siilnneiiiilo desdoilgum lempo; be este,
aoque nos parece, o pensamenlo dos diversos rogo-
lmenlos que o conselho uiperior leve de disculii
ni-la- nlliiuas me/es. Tainheui he a esle peo
ment que se refere todas as disposices que leu-
den! a dai um carcter mais praliro ao profoawrado
nos Ivreu-.
Knisiiinnia, o prnjcrlo Subte a rercpi.Ao nao he
mais que a ippHcaeJIa do decreto de 10 do abril.
Uuautb ao regulamenlo sohre o rgimen Onanceiro
iIosIm-ous, ha un lim duplo, 0 de |irceiirher o dc-
lii-il permanente que cvisle no orcamenlo da ins-
Irunilo puhlica, e nielhorar a iluacito material dos
profeanrea. o Sr. minbtrode inslrurcao puhlica ie
prepBoeonssguir blo sem pedir ao estado um supiilc-
iniiiloileilolai.',io,pcl,iclciai;Aoinoili-railailasrelriliili-
lcs, ipu- pal..... as familias para a educaran de
s'ius lilhos. A modicidad*delas relrihuices pro-
iIu Imjc um laclo sinuular ; he que o numero dos
discpulos, cm ve de serum elemento de prospe-
riil.ule para um Ivreu. he pelo contrario um eleineu-
lodc ruina. Assim os liceos de mais tmincada em
Taris slo os que precisan! de niuior piule ua sul>-
venro do eslailo. fin |KM|ueno augtiKiito de prcro
deve ser siinicienle, no pensamenlo do Sr. ministro
da inslrurcao puhlica, para -alista/, i o delicil de
:MMI,*MM fi ancos, que evisle no orcamenlo do eimino,
e para nielhorar a situaran dosprofeasores, auamcii-
lando sen urdenailo eventual, o qual so compic
de una parle prpporttsul as relribuu;oCs das uni
M-r-iiladcs.
I)hjecla-s< a sin, ilitcndo-sc que o augmento dn
preco lera por lim arrollar um urande numero de
discipuloa e alterar o carcter democrtico da iini-
versidode ; mas nao he confundir com i-uta qui-stao
una i oiisidoracAo que llie he evlranlia'.' t) lim da
inslrurcao nulilira mo he oslruirn maior numero,
mas in-irnii o mellior possivel, n.i- rondtooe a.
mais olMrazcso as mais favoraveis. t) lim do esta
do em parlic
lU-ialilade di- ...
por aquellos que procuran! os esludos elevado,. II
este o pensamenlo superior que se devo realisar e
que na verdade iiAo fora mullo difllril a sua roalisa-
cao, anda que para blo se fosso olirundo a inelho-
i'ai a-iioaiAo .i,.. profeaMresdobalie de umn ouira
forma.
lia em novoieuiilamenlo una disposic.lo. a qual
ConfeSMunus, parece aos iiimsos olhos mais susi-epl-
Vel de ser collleslad.l. IVIo rinlanionlo. o od.....i-
.lo .le.linailii ao |,r,>l'e,s,.railii s.-ria colleo.li.lo a anli-
guidadee .i eatoiba sem dislincoiode grnoe de ua-
llire/a de ensinn, do lllodnque um professor clenn'll-
lar podarla U um ordenado superior ao di.....i pi
fiis.ii de rhclorira. Tareco-no- que li
rao de o levar ao
Ttamcnle cm evi
autor das l.-'ltrr* /raw/>
lencer a una rorla frac
qual fa/mililos artigo* t
do interior, o que uAi
una agulha haslanl
'nnde do Qiamberd, que o
nicAo no primeiro dia. O
10, parece com elleilo per-
,1o do partido logitimisla, a
Cornos ingleses dn evlerior i-
ienipodido encontrar jamis
Iclicida para pul mu |iarlido
em equilibrio. PeliimcnleM ingleses o interior nu
M'-ein na plsenle hiorhuia senAo em posl-scriplum,
de outra sorlo un. per-uadiinos que i,un ser caleBo-
riei......lile pullelisados; pelo menos lano romo o.
ligeireza, esiapa a lodos os lacos. Madann-rll II i
i lo'l nao |linio mudara forluua atsl/tdu Tartufo, le-
lo contrario aggravou-a lal\e/,e ella se agita no lucio
drala frivola arcAo como nina alma alllieta, como
urna noiiilira Irauila, que procura o piinlial, o val
desi-ansar a nulo no famiiso vcsliiirio do macaco do
|T.|n.'ii" Salioiauo. No pa|>cl que .Madamescllc Ha-
chcl fez, moslra.se pleuameiilo a desiuuldadc entro
a idea que o autor so linha pro|ioslo,e as forras rcaes
deseu i--|iniiii. E todava uesla enmedia, que uAo
he verdadeira seuao pola idea primaria, que uAo in-
leressa scuAo por momentos, ondeo dialogo parece
as mais das vezes mu m.iuulnuu do autor, uno falla
ileliaivode lodos oscaracleros, nosla comedia ainda
ha milos ditos picantes, milites |nirmennres de una
observaran nao profunda, mas vivamente parado-
val.
lia lodo este movinieulo. lodo este hrillio, de um
espirilo.ilistiuiio que lalvc/adiara mclhnr leulugar
em um romance do que na leem, Tode-seein rigur,
scragradavehnciileai'lilieial emuin romance,mas uAo
em um Ihealro. l'orislo uAo he para admirar queMa-
datnede tiirarilin d no memo instante ao publico
nina comedia que nao lera mais que um surresso
duvilloso, e um roinaiue, que he urna li'ilura agia-
davel o divertid! cuino Maii/arida.
lirilhanlos reunios do Ihealro, vivas pinturas dos
ameres uiunilaiios,surce.--us ou revezos lillerarios, lu-
do islo uo dosapparore dilllle da realidade, a qual
loma emeertus inoinoulos seu imperio ese uianifes-
la no qiu- i-Ha (em de maissediiclur un evlerior ',' (I
espirito de iusurroieao que sojulgava evlinclu. ,-
que apenas adormecido araha com elleilo de fa-
zer una nova apparicfto cm Milao. Im no dia dn
carnaval que essa esliauha leulalia leve lu,ir, o
ensanguentou nina ves mais a l.umhardia. taiuslrui-
rani-so harrieadas e dirigirn! algn* lilaques cunlra
os qu,irleis e |msIos austriacos ; mas .'ligninas horas
forain baslantos pan lUTocar a insiureie.io qiit; nas-
cia. Iiil'oli/.iiieiile, j vierain coniocunscqiiciiciari-
ores que .....||o hem se ev|ilicaill, corlo numen de
evecnoocs, que ariHiipaiihaiaill a sublevaran de ti de
reiereiro. Porvenlura este movimenlo eslava pre-
parado c comhinadii de tnnilo lempo'.' O que pode-
rla rasar crer lie. a agitarlo que liouvc .siinultanca-
luonloc'iidiicrsos pontos da I......Ii.inlia ; porm ha
.....a prava mais certa; he a puMieaelo dos mauifes-
tos dascommissnes do Londres. Ilavia mullo lem-
po que Maz/iiii e Kossulh au tiuham apparecido
''......i rain na niio. como o Jpiter do olwnpo re-
loluciiiuario. Ksle silenciu nAo se da coiii a sua ua-
line/a '. ellos lem necessidadode alear a guerra em
alguma parle. He mbler que esles orgulhoa Infle-
viicis deeiii proias a si mesmos de sen (Mider pelos
sacrilieios que causaiu e do-quae-sao os primeirof
:c,|hii
.....lo,
idos li
. |i-
, aos h I ia in
e hai,.lil Ion
linearos, quo fa-
rinuuo-o-. Hsulniw diri|
ra ihos imgar a guerra ao i
palaira para iuliuiaros sold
eam causa i.....iiniim eom
nos.
I'inalmoule nada lia mais curioso do que esle a-
inaluaina de oveilaees mandilas o de jaelaiu-i.....io-
lucionaria. de fanalisino e de lioh-neia desptica.
insurgenlee iialia-
quefai
mundo
de COIU
seus mo,
Ma/./ini.
halar en
os |Kihro-
forra. un
.Maz/iiii
boje, e u
vigihtnci
A. lei
-ou rinoi
objeclo do
Oinllimo
leoobjei
parlameutu
nuloxcsdo estertor
l> que ha de mellior hequea- Mire* franqua li
leraui em Londres um Miceesao estranho e rolo-sal:
li/oram descero-l'imdus na f'/., o a nova milicia
piovaveluienle fe/ lamliem um (sacio patritico mn
lodos ,i. condado-, .lilil dcrepellir o. u-aure/c qu.i-
si a ilesembarcar. lia lauhcm bom numero de In-
gleses, ao que parece quo erecm em tuna invasol
priivimadoniiievercilo frailee/. 1 eli/nienle a paz !-j"ll.,ir
onroiitroii um folie campeio na Inglaterra : he Mr.
Richard Cobdeu. Mr. Cobdcn fat meetingt para a
I concordia universale redigo hrorhuras. Iteuue
o eoogrem da pn e re-isle a lodos.
.N.i.l.i alala osle homem intiepidn, iii-m mesmo
qiiamlose lite diz, como em Mauchesler, que o dito
eongresfo reuni em seu favor Indas as sorh-s de
ronsideraroes, mas que niin i-sl de conunun accor-
do. O quo fes esta pobre pax das nac-oes para >er
assim prohiliida'.' tv eomo he uiisterquc o humor
hrilanicii tenha sonipro saluda. Mr. Cobden fa/
apo-las contra a iuvasao franre/a na verdade incr-
dula, cacha quem Ibe responda. As Ltllrafrau-
i/ili-.s puileram f,i/er-lho crer que perda sua aposta!
mas nao succedeu assim, o Mr. tadiden ainda lem
a pos-e de suas 10,000 libras esterlinas. .Na venia-
do he bstanle curioso observar indo ene motim de
inauinaroos esqiionladas, as quaes AlAo em tan lla-
granlc riilradccan com as neeossidados, iiislinclos,
iulere.-es ilus polo-, inesiun com seus desojo,, os
quaes nao silo alisoliilamcnle para as collisoes, para
as lulas uuorreirase para as conquistas pelas armas.
TarlilhamiM a opiniAodo Sr. Jotlrand que oulro da
dizia pouee mais ou menos, que cada um llcasso em
sua casa, c ludo istu so acaliasse !
Os javans ni verdade nao se asnclam a lodo
osle riinu'.r de peniia ; porque a sor a-i..... que so
deveria pensar'.'o u queso del cria crer desto oolosso
hrilanico para iiiquidar-so, o porque'.' l'or nina
pequea hrochura, que quil le a fantasa de \r .i
luz i-iii um dia de inierno. em que a coila Iliteraria
nao era mullo ahundanlc.
Com elleito, o que ha do mais Irisle, he que as
IMret fraiii/tir* Mo san inleii,menle um opsculo
agradivel, o que todava be ama condieejo indis-
poiisavol a um liiro que nao carece de nada mai-.
l-'elizuicnle na ouira evlrcma do horiaonle Iliterario
BB prepara umade-las feslas, a qual todos oonoorrem,
para ver como um espirito ardenle ha de logar com
o inipossiiol, t ina niillher do iniauiuac.iii omprc-
hcndia iiiudar o sevo de Tartufo o laucar ua scena I "' dolales pe i
esse c-tianho personagem assim transformado o | depois
Iraiisplanlado ei......-so mundo ronleinporanc
iio-o. iiisluinos, no rapricliosn movimenlo da lida "
elegante. Sini, Tartufo de vertido do lelini c de
loueado de rondas, Tartufo dama do cuidado o pro-
tectora, lando seus pobres o fa/endn vestuarios para
o- macacos do, pequeos Saboianos, por amor di Itu-
nMoidade,Tartufo com umavariedadode historia,
galana em sen pasudo o em seu prsenle, ivaula-
jaiidii-sc em iiitrodu/ir-se as familias, em derra-
inar a calumnia com um loin ailoeirado. oni eom-
proineltor as raparigas, em iluiuar o espirito de ara
\elho im......-ii.it para o desposar! lal he o pensamen-
lo da nova comedia, que se chaina IjiiIij Tarliifr.
Tazer pan o sevo feniiniiu. MI disfarcardo no-
iiliinu modo esla protcncao, o que Moliere fax para
.....,-so sevo. o, ran.....toiilc nao em nina onipie/a
i nlgar. (I poior he, que em una obra desle enero lie
de mistar de mais alguma coma alera de lmaglrjac,o
o engolillo ; he misler de um sinuular poder de 00-
servacao, a arle de apaiihat a realidade, de com-
municar a vida, de animar os pertonagens, de re-
presentar ns caracteres em suas \ariacoes, o om sua
profuodeil: be precbnesle insliucto dramaliro, que
faz do urna obra do espirito a iiuagcm liel da vida
humana. taimo csluu mal lourada! olio a pri-
meira palavrl de lady Tallo mirando-scom um es-
polho.
NAo lio inloiranieiile assim que deve comerar a
rnmeilia do urna inulhcr'! E por mitras passauens
anda se pode reooulier una man femenina, quaudo
nAo IbaH cm ludo que o aulor diz cora ospirilo liru-
aldseu sevo. Que liomem leria podidodior tan-
to assim ?quo homem loria misado |Mir osla audacia
em rertos porinciiore!
Coroou o succewi essa bizarra c nusa.la tentativa ?
Temos aqu em verdade nutra questao. Porque
ns ubslaucia .ie-i.- manifoslo. ko- que elle osla rhri de nrliridadr, e a |
-iic seu lim. I.II-- nao piule se di-da/i
los de dictador, o ei-lo que em.......e di
mrala raioiueuloalliaueas ; la/ paclns
. o qual lom oulros Umloi liluloi para
o n.iineila Italia. Sabis os resultados'
- dialu- que van ser peu.liiradus era
liinuardoailos cm Milao, ao nmn
A Ail tria
. redobra de
lescveridado.
lado desilio sAo appMcadas em lodo o
em Inda a suporticieda l.omliaiilia, o wm
is duras condiei's .s manas legitimas do
nacional.
i desojar quo a Auslria se rom niodera-
Ivu-suth redigein in ail, -lo
i-ileill piule ailmirai-.e illsl
ilu
I i/ .I
nlo
de
1 Sao
que
iinl
llep.
Cin tle un.i Victoria faril sobre a
lenlalivas; imnelo IraUalliu Inc
demagogieasi |nidc-si'\r, so oaleh
para a soeledade europea crear
miv intnsala das
gante *u* nellaa
aimla o muiimu-
poriuos lirliri'N
Esla -ni .ni,ii u luiiiuiosa io\Ldai;ao vem a proposid
para os ifovcniosi quo oliveasem dbneelca a se dei-
UT lo\ar pela pulitira bis armaineulos eaprieboaoi c
daaexpeclalivaa ln*sti-*- Na ingutlerra nieamo he lia-
ra luvidar pie s priu'ipaes huineus de etlade oen-
lervem ns meemos unlimeulosi (|no linliam na po-
ca los panraioa provocadora) de lord Minio na Ita-
le-itH'iti" de Milao ser.io |im\a\p|nicn-
alguma difcuaaao na luulalerra. t>
iba com elleito le abrir-sr* c lar al-
n vida poltica, a |ual nao linha si-
llo alterada eata ulllmoa lempos, senao pela c\-
ceulrlea aposta le Mr. Cobdeu. -as ni uncirs ses-
sk's .lo parlamento, lord John Ku> urna especie de novo proaramma; porem be singu-
lar ver como lodos et prnuraminas se desembaraeam
rHKCewivamenle de suas promea-. A maior parle
dos diversos projeclos pie linliam sitio annunciados
no principio la urna aduiinistra;ao, e priucipalmeu-
( a relbrma deiioral ealao adiados para oanno \in-
douro.e d'aipii al l,odito la rbula de I.atntame
podo i-erlaineiite ler Ma icali-..u;ao. Em Himma,
planto mais se examina, mais si* percebe pie ha no
Rabinele actual, lio conalderavcl c Uto brllliante pe-
los homena, alguma cousa ipie devo Impedir sua v\-
ratj.io e f.t/e-lo dis-olwr aluum dia, no momento o
mais inesperado.
Oseleminlos de onpiwii-jo nO I ili.un ; osorcasi-
oes nloerani.iiCNCIia,e a Mvisamlm parlidos po-
llera milito Ihmii fa/er o mais. Kiilrelantu, 09 Hie-
res do partido lur>, lord licrb> na cantara dos lorus,
e Mr. Ii>raeli as dos ronununs, piepararam sua
campanlia. O ininislcrlo aparta o mah que pole
os; porein convir que, aulea m
la nasclioa, a dis,-.us*io das aran
em despiesbie-lenlian limar,r
>ila vcr mellior pie esperan;a-
do robinete actual.
t)s neancios da r'ranca na
par vivamente a Alicmaub
lailoa piesIAu dn reconbecii
lo adoeasameuto do Impon
leuiiea. Na l'rn
arlividade i
lempo a Hi-iip.ii' a Allemauha, c o movimenlo de
tropas, que liveram luuar ua Auslria para a fronte i
ra otlouiana, lizeraincrer por......noiiicnto que a
quoslao 11.in lerminaria sem um conflicto diplom-
tico.
Os recciosque w |Mnlia conceller a este respeib.
parecem pie de vem lissipar-sc ihuico a |m>iico. O
gabinete de Veuna, como se sabe, euviou a Goua-
laulinnpla cm missao eilraordiiiaria o principe de
Leinumen, e esla missao, qual a opiuio quiz allri-
buiraoprnelpe um carcter aiigressivo, se anri'sen-
la agora lebai-ioilc um aspeclo mais animailor. U
aamnete IHliiaea. como di/, um artigo la tiazellr.
oIcial de Vicua, que foi aecusado le animar ain-
surreii.ao los Moulenegrimw, selimila boje a |>cdir
a Porta a etinservaijrto ottatut/uoante beltum ea
promesa de aluuiascmci,ss'M'saosHirista)sla Ho-,-
nia. Todava be impossivel nao ver-seo cuidado pie
a Auslria ir.oslra em nprescnlar-se como proteclora
los rhrislao das pnniurias viinhas de suas fron-
leiras. lie si depois le akuns anuos, pie ella lem
lomudo esta aUUude, e parece que quer seguir exac-
tamente ni-to o evemploda Kussia. t'.onio a Russia
se pre/.a le proteger os Blgaros e as Serbas, a Aus-
tria allecta reivindicar o proteclorailo los Ifosniacnse
Albanesesealholieos.
>'o Moulenegro as duas |Hileucias se dispulam o
terreno; renle a Russia tem aqu edianleire. He-
ais esla i i\.ili.|.' de boslilitlaile. A Au-lria Jului ler o aaesmo inte-
i esse que a i; u -u em por a mira na partilba do im-
perio olloniano.
l'or especioso que seja, esle calculo he errneo,
c a Auslria teria menos de Icliiilai-so, do que nao
Imagina, pela queda da Turqua ; mas o papel le
pnderlora los Slavos calmbeos la Turqua Ibe sur-
l, depois que ce Slavos da Hungra meridional e
la Kobemia Ibe |/.eram lo grandes servi;os na re-
vdu;o le IK.K e IKill. I governo austraco na
sabe de |uc modo pauuc osservi;os que Ibe lem-
brain cada dia esses povos nao recompensados; e
be a cusi que se Ibe concede lignina das numerosas
llberdades que Ibe havlam promelliilo, quando se
linha 18o grende wecanu dos seus serviros. Hoje
elb>o?pcva iljr-Hes a lecompensa ombelado-os na
esperanca de livrai seus irmos, os' mu. da Tui-
i)im.i la Europa. -
Com elleilo, vio que be a Jellacbicb, servo zelo-
so, lia tlous anuos les\alilo, mas COJO lime he
boje necessarto para prnluzir o elleilo querido, bu
a Jellachicli que se leu o coinmamlo do cor|H) do
evenito oncarreuado de vigiar a froulcira olluiiiana.
A Auslria todava nao poda deivar le hilen ir as
perlurhaijes que agilain neslc moiiieulu urna parle
da Turqua. Brincar com urna ruvolu,ao, be orin-
ar como fogo, c se ha um pall ao qual nao ho
lermilti.lo este jouti sem perigo, be a Auslria. I)e-
l.iraudo pelo orgiio da liazeUe de l'ienne, que a
missao lo principe le Lonlngeo era urna luisaao
aeilica o concilialora, o enverno do imperador
ranci-.ii Jos deu una prova le inoilera;ao inlel-
Mgenle, a qual, como todos creem, outinuar a
mostrar 'in suas rela;es com a Turqua.
A publlca;aOde um novo Arman relativo i ailini-
nisliiu.ao lo pafat, causou ao principio vivas iuquie-
laiVws em Conslanlinopla. Teincu-se, no primeiro
niwnonto le sorprea, que a carta de tiuilhenne
o ruase amea;ada em seus proprioi principios. \
poiiia incerta que o minitenn s'guc lepiis le
alguns me/es entre as ideas do partido da reforma
as to auliuo partid turco, parece juslilicar i^es
Todava o novo (irtnan nao lem o carac-
oso que com lana prOJM Ibe linliam allri-
Klle lem por lim cenlralisar as leeOei do
romprimir as forras das adiiiiiislra'Hs pro-
al;eiit.iodispersas esem uuidade. Elleser.i
mesmo lempo nos spvoniadores las provin-
cias, os quaes terao de boje em liante debaivo tu
sen poder lodos os agentes secundarios de sua jui i--
difflo, aulnriihulc central, peranlo a qual js gu-
vernadores scr.'io os uuis reaponsaveif por seus
proprios vitos e por seus agentes. Em una palavra
maior unidaile reinar na administraran, c a res|-on-
sahilidade, smplilicando-se, vira a ser mais real.
Tacs sao m pontos salienles do nn\o liruiau. l'ara
julua-lo co......ais cerle/a, deve-sc esperar pelas
sua> consoqoeoclas, l'ossa elle reparar as Tallas
pie desde alguns me/es se leem coinmcllido na Tur-
,|j,i. / fente de* drice monde*.)
temores,
ler ncri
llM.Io.
poder e
vinoiae-
ulil a
enlai. talle/
deVO ler il"
e [i.issa
di-slillu
lar he niauter em soa-i Ivrou* nina Ijidy Tartufo teria sido applnudida
iisin.i, ipie un f5 sornpri' preferiiel
iniui,-
Pola aorao ?
Ma<"a noro'lie umitas \cic lenta, arraslaila, mono-
lona. Ella repoUM em una faliula impiMsivel. em
una lalumniaqno ninnuomcrii, e faz romon aman-
te Ir.ia mura, ipie a calumnia |uiii-iiia iiil.ini.il' :
ulha-a e a hloria dcMpparcce. lie peln oaraolc-
rciuue a lima i-.iiiii-.liii se sustenta t Mas u maior
liarlo falla a verdade ; ellos niin vivem, porqMO
arliliein da imiminaea.i nelli- se fa/sentir em mil
.li.iiiianel.ls i- em mil alleclarrii-s. lia na nilili-lia
um linilll.....I.....|iii il". 'I'"' 'a/ esla, si-uillldn a
Inmota.....do autor, oque poderla paawr en.....o-
prosoiiiaiidn o poramugem lulairamanta contrario.
A nica liltura verdadeira o lila lalie/, lie a da ino-
a, pausando trine/ de Inda ossaalniuspliera de ea-
iiniuia UM a ocrea, rninu um |
.siini i|ue
tem doivadii de ihtii-
i. Apenas ae tinha 0M80-
neulu dn imperio, ipiau-
idnr vciu roaniuiara pu-
i parlidiii|ue eaperdieoo lauta
elardarn reiiinlioriinentu do novo
Imperador nao podia,aeoi w lncoujoquenle,applau-
dira mu acto lio eonlrario as idea, receblda, entre
ns Iheorico, da monarchla bbtorlea. Se oa ioIowh
apeallo, du part,In feudal lem ipieriilii lirar liis a
seus iinniulaveis prineipiui, us iui.ik senii-iiflirini-s
do mlnblerio promano lem perwverado nonauli-
inculos doiiineiliaeaii, ipio al linjo lem iiianifeslailii
peln temindo imperio rraoon,
Sua unguinal lie linio mais para ser nulaila
quinto aii|iiniiln a ntlriluie om grande parle an Sr.
liliciil, lilomhrii diaegundl einuri, cul|irosadn su-
perior dn niinislcrio dos ncitncins cslraimciro, e |e-
ralinonleeonsiderado em Berln rriniu innlidenle do
Sr. de .Manlenlell. l'urlaiilu, |>iulo-se ver, mu ra-
no, BU artigo, favoraveis< Franca imperial a ei-
|,ri'in dn |ieiisanienln du lnverno. O desejndoSr.
de Manletifell he rlaramenle ro|iollir.istinsvainon-
Ic as dcrlaiiiiieoes fehrsdus jornia* poelislas,smen-
le lms para entreter nos |hivhs a irrilaeAn o a per-
lurhaeaii.
(K dolales parlameul.ires proseguan rnm vivaci-
dade na l'russia. t) partido feudal acaba de alean-
ear, nina api'is nutra, duas vanlau'eus impnrlanli-s
as ditasipieslnes as mais uravos que lia milito leni-
pn lem ocriipado auramaras. n qiieslilii dn pariadn c
da ailiiniii-ii.K.aii niuniripal. A primeira raiuara
vntoii a 011101111 do rliee da ovln-ina .liroila, o De
Maislre prolcslanlc da l'ru-sia, n Sr. Slalil, a qual
ennferc ao roi o |ioder de noinoar us pares heredita-
ria ou vitaliciamente.
He verdade que, antes do ler forra a loi, esla
emenda precisa ser aceita pela scipuida cmara, e
piule ainda mlltograr-M nosia nova prora.
Tndaiia, a soyunda cmara acaha i\r inlar.da sna
parlo, a alil.ii;ai',iii du lei municipal, ded.1 le eelo-
hre que dovia ser. na esperanca dn partid.. Iilieral,
i .limpin.....lo o n ipolo da ennslllnicaii do IKiO, o
iiiii- ai.......s proclamada, sus.il.......mili "'lia a op|Hi-
sic.in ai........>e hoje rietartoada almebaUi no-
In-ea. A souiinda .amara lainhiiu r......pois. peln
inciiusuinineiilnnoameiilo, ns inlliionciM ,1a feudali-
dade mata |kuiIo Iriuiuphiiiilo.
A nueatan de Wlenaoro runlinun m meano
Tennis sequillo coro um Interesal lodo particular
o-di versos incidentes que sa sueceileni na marcha
dos diversos govarnM runsliluciouaes da Kuropa.
I i.n ei un- darte gcucru se lem conslituidoo se inan-
Icm cnlrc nossos viiinliiM, na Ilcluica, llospauha c
l'ieinunlo. Na Belqiea as iusliluirocs parlanieularos
fiineciiinain reaiilartncnle o rom urande prnvcilii
dos Iteluas; c conlii o n'i Leopoldo asroinprchcuile,
as appinia eama, como ellas tem pcnelrado cm lo-
das as rlassos. como a uaciunalidade belga se t-on-
i ii ii.I.- de al nina surte cun a n.ii ni .-/.i de seu go-
vernn, nilo parece quoa cousliluicilo estoja aineaca-
da, e ludu da a eunliceo', pelo eonlrario, que ella ha
di- vir a ser, cada ve/ mais, a lei diliniliva dn
pala.
Nao lUCCede O niesmo na llespanha : ulna criso
vintenia lem ainoaeado o aoverno parlaiuenlar, rujo
destino parece inseparaicl do lliiuno da ratona
Isabel, c cumquanto a siluacao so tenha inelhiira-
ilu. nu se pode diicr que o perigo passou, o que a-
itisliliiiriies lilierlts estilo de hoje cm diantc foradu
quesillo.
ti perigo he maior ainda un l'icmonle. Enlrelau-
lo all ha umrei Joven, animoso e sincero, o qual,
desdo suacvallacao, se idonlilirou eom a coiislilui-
co, da qual ello cnniprohcude lo hem o mecanis-
mo c nao lomo os scus resultados; quo se contena
eom a |iarlc de poder que osla ioiisliluicao Ihc con-
ceden o nao procura dar aua auloridade um aug-
nienlii illogilunn. Tainlieni all lia hnnicns sabios,
que lem iilquii idn evpericnoia na pralica dos llegu-
en, hiles lom parle no governo, UM |icla Influen-
cia quo everce......i sonado e na caniaia dos depii-
ladns, oulros polo concuo que presum an lobera-
naadiniiislraeilo gcral do pai/.; c aperar de lanos
elementos de MCcesm ; os amigos da rcalc/a enns-
liliu-innal do ViclorEmmaniicl II nao eslao tran-
quillos c perguutam a si eom auvieiladcsocunscgui-
rflo vencer os ohslaoiilo, que se Ihes OppM iiilerna
o evlernainenli-.
Estos obstculos siio nunierosos c |Hiderosos, e to-
dava estamos ronvcnciilns do que o governo rniisli-
liii-iiinal do l'ieuiniilo achara precisamente em sua
pmpria naluie/a aforra neeossaiia para Iriumphar
dostes obstculos, com tanto que ns honieiis nao
ajunlein a estas coniplioacoes os cmharaens de suas
qucslesiicssoacs, o roiisiiilam om rounir seus ev-
fiiiTos ale que leulian terminado a ohra de rallo e
de patriotismo, quoclles lem oniprchoiiddo.
O '.miei ili i'.iii-iiliii'i.ni.il dn l'icmonle he de tuna
data rcenle; fundado cm ISIS poneos dias anlcs do
nossa revoluco do me/ de feverciro, ello so tem
adiado de tal modo envolvido c confundido nos
a.....ilerinientos, que no curso daquolle annn por-
liirharain a poninsula italiana, que se Ihc allrihue
oralnieiilc sua origetn a cuses acnntccimcnlos. o n
consideriini eomo u ullinio resto dos producios revo-
lucionarios daquella C|ioca. Isto nao lio justo, iior-
que nao he verdade. Ilesde S do feverciro de ISIS
que n l'icmonle cslavn de posse do nina caria cons-
titucional, que o re Carlos Alberto Iho liana darla
da sua nlena o soberana volitado ; o lio este acto
que, rom n nomo A<> litlalutn real, giivcrna o |.ai/.
Migamos entretanto que o re Cari Alherlo liana
cedido aos volos quo se Ihe linha felo do todos os
IKintos deseu reino, o ruja exprossao esta a deposlii
as ineiisagensdas ridades as mais importantes. A
. ,' r Ihe linha sido presentada 7 de feerenu
0 una prorlaniacilo do re annuncou imniodiala-
uionle que elle .lava ao.seu |no una ( omlila.rao
reprrie'itatira, da qual elle fe/, publicar as princi-
iiai-sili-posirocs.
He que ludo estala com entilo preparado de an-
lami no espirito do roi Carlos Alherlo para operar
es-.i grande modanca em sen pai/ ; era lllll sureos-
-,, ipie linha iihlidn a conduela poliliea juilieiii.a e li-
heral do enverno franca, qual esteudia -ua in-
llueiii ia un. piiiieipai-s otado- da Italia pall anlu-
1 i.lado de seus e\i'lil|ilos. pela s.llli'diilia deseus
-olhos, o pela eonlianea ipii
de inspiavaiu a Europa.
in.niii' fui nortaulu mu ich
sua piudeiiiia
uuslilliie.i'i
miar, aceil.
ilealda-
l,i l'ie-
i'oui mu
MUTILADO


I


grande rec.nhenuienlo pelas das-es superiores;
ella lie, por rauilos respeilos, ,1 reprudurro ilu nin-
-a caria ro-pcila orcligaocalltolira. a qual nao deiiou de
-el a rcligilta do estado.
Se i lulia (ivesse sabido prctervar.ecm IK18 da
invasiiudo espirito revnlucoiiario,clla putsuiria em
Turiu, Florenca e Nadies governoscomtlliiciouact
inonarchicos e liberaos, conservadores a moderado,
"S quac> favoreceudo ccontculaudoos progressosdo
espirito humano leriam resolvido de sua parte o
l i 'I-I< ni.i queagila a Europa lia mais de mcio secu-
to ; i i,i 'in nao fui assim.
O impulso dad |icla rcvoluraocm l;ronea nomez
do fevereiro, se esleudcu rpidamente no exterior, c
dril as paixocs donanogiras un vio que ns novemos
nao pnderam inais comi.r.....r. No meio dista cllor-
vesreneia gcral, nina i.la sohrc ludo foi adoptada
o ardor pelas populagOea da Italia : sua rcuuio
em lima s nM leudo mn s noine, un SO uover-
iii> c una s>> constituir.!. Kslc sonliincnlo da un
lulo italiana penclrou no Planete ; o proprlo r.
Caitos Alborto se dclxou arraslnr; o foi assim qu
mo principo, a--oi iado aos projcrlos dos rovoluciii
n.uios se aehuu empcnliado eoulra n Auslria el
nina guerra, que terniinoii pala balallia de No
Salic-se que resollados liveram as empre/.as |hui
<'rolleclidas de Carlos Alberto : ellelinba perdid
opresliaio deseu noine ; liiilia rhamado sobre sei
reino as viiignnrasda Au-lra, o dissipado os recur
raa de iiinriru lliesouro, Amelo de una administra
..an sabia e prcvidcnle ; linlia liiialinenle cnnipm
mellido n gnvcrno constitucional coni que linlia do-
ladoMupaii. O ral, para conjurar lanos perigoa
lomoii o partido de abdicar em favor ilesen lilho, i
qual Ibc succcdcii sera diniculdade.
A guerra eslava acabada ; mas era inister agora
uas dnliiriMas conscqiiciu as, eo pagamento re um,
.......ibuiao de 75 niilliiu's de francos, que a Au.
tria exigi como urna Indomnleacao de sua despe
/as, nao foi a menos dura das roudioos que ell;
impoiaolDiraigoquclinlia vencido.
lie no meio destas ruiiinislannas qnc o govern
.nnsiilucion.il do reino dcSard.-iiha onineo.ui venia
lobamente a funreinnar. A priineira Hallo do ca
i lol aberla a X de maio do 1H1H, |ielo princip
Dizcni muilo bem do Sr. de Cav
mus, ipiando soubemos que elle en
Sr. dMzcglio, cuja retirada pr.....a
mos, nos felicitemos e leinoa con ''
ir, o no mes-
ii suecessor do
ira lamrnlavn-
ado a formarlo
2
Envera de Sabida laiiiguau. le
do reino ; no I.- de feverdro do au
re Carlos Alberto abri em pestol
ule
al do
inte, o
la ses-
em 30
dade.'o
iria d.
lie, d.
renos,
ule, n
llparlamciilu se reuni pela lerccira ve
de jaldo e pela aliarla voi em SOdetombr
-oc.su lem siicce.lido.li'poi- nao sem ragull
a sessabaelaal,que linha sido prologada,a
a l> de rtoverobro. Poneos .lias antes.....i
Historio se linha formado debata da preil.
Sr. r.....le doCavoaremrabaUluielocfogali
pie eia.li.lcoSr.il'A/.-alio.
Helemos dizer qucsaninlccininilos lo
o em diflnlllva lio daagracadoa para o l'iei
quaca liveram lugar em IslKe Ik'.i, nao favorecen
a experiencia do novorlgimen ; os faui.ii.-- rovoto
dallarlos eslavara na mai.ir exaltarn, elles nao I i-
oh,un sido vencidos em Nevara, linliani-sc esquiva-
do do so mostear n campo de balalha pon li
obaiii ron-criado sobre scus partidos, naseidadc:
principalnienle, urna aitloridadc. de que elles se
servan para crear ao governo embaraens .1
nalureta ; por islo, n.utiiciios ii.uts anuos, asdisso-
liicocs .la ajuara dos depulados se renovaran! 1,
frcipienlccnle. Ilnme mn nionieiilo era que
i'ctparcn-u crer que o paiz nao eslava judiaos p
i.i as iiislilnicoc-, que linha de sen pal, e evprim
ir i-.......-ule s'uas duv idas em dcclaracocs soten
de en gabiocle com a iiiclhor solueao da ruso nu-
nlslerial, que se linha declarado iiiopina.lamculo;
faiiamos votos para que se aplainassem is obstcu-
los pcranlecste ministro e para que se evilasseni as
inicslocs irritantes; invocamos o espirilo do conci-
lladlo coinii o invocamos boje. Trabalho o Sr. de
Cavour com rosoluroe cora prudencia c faca ver
que so conseguitsc formar no icio da .amara dos de-
puladus mn verdadeiro pulido realista constitucio-
nal, perineo no exterior, elle faria ao scu paii o
m.iiui-o umnis nlilscrvirn. llana cmara urinal
honrados dcpulados que sao realistas, |K)rm que
sdo lint pinico mais conslilueonacs ; lia oulros que
sao cni-iilin i-iii.ie-. mas que sao mil |iouen mais rea-
listas, lie em rcuuir estes depulados, que se sepa-
raram |xir diverso* apiniftr* qiico Sr. de Cavour de-
ve Irabamar ; ese elle quitar, esla reunido se lera,
iwrque ella be imposta a uns c nulnis pelas eviden-
cias .la siluarflo, a qual pon sobre lodos.
Porquantoningucni ignora em Tarn que a cau-
sa dos guiemos coiislilucionaes esl ameacadii em
toda a Europa ; que se arrusa a cales governo. de
fraqueza, oque nroproscnlam como nao campo u-
berlo eternamente s lulas das ambiges pes-nais.
Diicm-iios lamliein que o ministerio nao he hn-
monenco, que entre os collcgas do Sr. de Cavour,
Blgunt ha que o abaudonariam, se elle Icntassc reu-
nir os dnns centros, porque veriam nesta rcuiii.ln o
avillamenlo do parlido revolucionario, o qual ronla
no lado esquerdo da cmara mn numero considera-
vel de adhereulcs e |iclo qual elles le ni synipathias.
Com qiianlo oslas notirias nos vculiain'dc boa fon-
te, nao pederiamos crer nollas parece-nos Impoe-
sivel quceiii prcsetioa de litn ursenlcs perigns, ho-
menssinceros, esclarcrid.s pela pralica doaneROeioi
l,esil,.l1,r,,,a
poieaae concilla
que qiiereinsini
dadecomaordi
cilinslaneiasacli
qucoSr. deCi
leste- ullimwi
manifeala o a n
Olemponrg
iililmenle, se perd-
lie ver.laile.pie na
luenl" em que a ca
novada emelolcoes
mera rapidamentci
lempo que falla an
lempo. A eondueU a qual se pro-
s hoinens honestos c moilerail.is
menle a liherda.le, mas a lilier-
i, boa.mica quoconvem nascir-
M, A silvarao he por osle preco;
ur nao se engae, a eipenencia
ios he a sua dcnionsIracAo amis
s victoriosa.
lodo o lempo que se nao empresa
le c os adversarios o ai.rovoilam.
mis de mn auno nos separa il.imo-
imara dis depulados ha de ser ro-
aos ; masnsauniissecons.1111-
negoefoe, emuilaa ve/e- he
cesso. I)e mais, se o Sr. de
l-lilll
dfrb
pala
i.
A SO de iiovembrn de Ispi, leudo di.-olviilo
niara eleila no inri de julho prece.lenle, o re
ario mn manifest no qual unamos esla
i m.inler
direiioacadau
iiuiia d.s parlido-, q
i, o esla.ln. a ciilldic;
jjusli
in; p
|Hcssem. li-tii
cuinpro dissolv
|mlvel: cumpro
nutra cmara. M
a c o livrc evercii
iiielli salvar a na.
etquer que Ibanm
ihs homens que os
icnlos,
ironiesa, osleaju
lo nina cmara, que se lori..... i
convocando Inimedlalanienlo ui
ai -eii pala, se is oledores me i
uso, arespoiuabilidadodofulu
le boje em diente sobre mim,
-.....If
de iiiiiii, de
ubrevir, i
grao quelt
i lento de
-c de -i
rusarera sai
:i:!;:::::de
ipieivar-se
nie-mos. n
Kdcpofs, peanle a-cmaras reunidas, o re di
i. I'i/ ludo que e-lava em inini para consolidar a
urden polticas fundadas peloroi Carlos Alberto
ineii pai. de auaii-la memoria ; ma- a volitado ni
s decretos do ni mi batlam para que as iusliliii
toes polilieas laneein railes profundas un cmelo ,
na Miniad.! do novo ; he misler j.....ar a isla a pro
va do faci, a qual d.i a ilemousliacau de sua utili-
dad.....le scus beneficia em sua- applicajoa prati
ras. E-la salieran indispi-iisavi-l OSld de boje en
dianle era in-ii poder. I.eiuluo-vos que melhoi
nrcasUp imau nao se apreeenlou para que usis di
vo-a boa vonlade; cem uomo dista patria ipil
Iraienn......curaca, poco-vos que ponlum de par
I" lodo millo pen-ainenlo que nao seja odecicalri
/.n a- chana- da patria, de honrar c salva-la. a
< linnla esll.....le llnguagom, acamara .leu ai
coverno a malaria .le .pie elle linha uccrssidadc
Esla cmara aiuda (nncelona, c a nao ser por un
dissolucto impievi-la, nao se proceder i.....va-
.icicois, tenaa em IK".i dove-se esperar que o
rleilons se bao de mostrar cada ve/, mais compene
hados da inipiiilanria deseus direitos, o qlie esll
noviprova ha de consolidar o ealabeleclinenlo .1.
governo ronalilueional mas para ronjorar os mu
pe icos, es senadores, os depulados c 0 proprlo gO
temo nio Icern grandes dovere a camrir.
Em primeiio lunar o governo deveria proriirai
c.colher bem scus amigos c aliado, depois de ISIS,
icpicseulam-uo como un aulagon3lii svslemalici
da Austria, romo mn loimigo de sua iullucnria ni
Malla; blo pode ter verdade cm urna corla medi-
da, porm nao he (o verdade como se allecta dizer
.iquelles que o diiem e o repelcni bem o saliera
mas nao estilo cansados de entreler as suspeilas ib
Auslria, e lalve/. lanih..... os resenliinenlas do Pie
maulo. O ni Vctor Ei.....anual esen governo, .
m membros InOnenles dasduas cmaras, tecm re
iiiiiii iado cerlanienle a idea da entelo de un reim
la Alia-llalla, a qual proseguii era luts o re
Carlos Albcrlo, c que nao se poderia formar sena,
a cusa da Austria, liando-lhe as ricas Drovlnclai
.la l.ombardia c Vene/a. Mas isTo
le, he preciso quo a Austria estoja
disnosieSeepacificas desea viilnha
rila salba que o Piciiionlc ai cuid
Mas chana-, em ic-lalieleier -na- 1
lilicar-sc em scus limites, em dcse
.....oimiieicio c sua Industria. A ii
lem couservadii nmncio-os parlid.
boje a pulavra de ajuulameuto dos revi
que nao deisam de conspirar e anilar-e,
Ineao serve de preteito a medida- aeer
i, ,i
as o
lide-
forniar una maioi ia
il c conservadora, nao tero feilo lu.t
inenle preparado aesphera de arlividad
devela se mover lallar-llie-ha propor k
que os espirilo- sabios, e o Sr. de Cavan
l......iiiiiii indi.iioii-avoiso lmenles.
Todo) eoncorilain era dizer que a lei eleilnral .lev
ser reanimada o eslalulo real nio lem determina
dnl.l,isa.c(.ll.lc.ie-quo liv.....a rapacidad.- do-C
lollores; mullos ponas for.uii regulados por un
lei relia rom pvsripilacfcue que o rol Cario- Albcr
lose den pre-aeni piouTlilnar para as-enurar a exe
cuca..da consliluicao; a experiencia lem revelad
o- viciesdcsta legistaruomal estudada, e boje -. re
ronhecaque ao mesmo lempo,que ella se moalroi
iniiilo fcil na-i ondic.Ks de capacidad.-, lornoiiipia
-i infjnwiivfl u mainr numero dos cleitorcs o exei
.icio de scus direilos. e ii.nla US para assenurar
renularidade e -inceridad.. das opcraeflCA
lii-eiar-sc-hia lambein que a leni-lacio da impreii
-a fosso reanimada, aiim de cvllar que e-la lbenla
legencra
vesso do mandar reimprimir toda a dlscusso bavi
da sobre assunipto tilo importante, de maneira a
nao apparecercra os iliseursos eivados desses erres.
ORDEM DO DA.
Discnss.lo do parecer da commisslo de ronslilui-
{(lo e poderes, acerca do chamamciiin do snp-
plenles.
Val ,i mesa, e he apolada a seguinlo emenda :
.. Que nejara chamados 3 supplontc. Augusto
de Olieeira.
O A'r. .iiniiisi'i It Olieeira: fnSo rosliluo scu
discurso.^
ti Sr. /a Hrrelo: Sr. presidente, cu nao
sci qual foi otiin que leve em visla o nobre depilla-
du .luercccndo una emenda an parecer, porrino elle
diz : (If) .. lio de parecer, que sejain convidados os
laes siipiileiilcsquo so scgueni na ordem dos (|iio jii
forain chamados ole. a
O nobre deputado apreseni urna emenda para
que se rhanioni Iros uppleules ; por tanto no sei
qual n liin que love cm visla cora a sua emenda, por-
(|iic ella reproduz o parecer.
Eu Icnlin de aprcsenlar una emenda para que so
rliameni nao tres siippleutcs, mas sim qualro ; quan-
du a conunissao claborou o scu parecer anda so nao
linha verificado a retirada do Sr. Villcla ; tinham-
se retirado apenas (res Srs. dcpulados e por isso ella
propoz que se cliaraasseni Ires snpplenles, mas visto
que se lelii ou mais un, proponlin que se rliamcm
qualro, A razo apresontada |>eln nobre depuladn
para que nao se chime mais mn supplcnle, nao po-
de |iroceder : disse o nobre deputado que o Sr. Jos
l'cdro .ichava-se na cidade eque poda v ir lomar as-
seulo|his quandnclle vicr o sup[ilenle que livor lo-
mado senlo em seu lugar, rclirar-se-ha. 1) Sr. Jo-
s Pedro ainda iiaocompareceuesleanDe apode bem
aconlocer, que nio comparec; por isso mi ha In-
conveniente alniin cm eliamar-se quera o substi-
tu) .'.leniilislo. lembreino-niis deque oslamos qua-
si no li i ii da se-so, que por diversas v o/eslein dcixado
de liara casa por falla de niimern e que Icmos que
discutir o oreai.....lio municipal, gramlo parle do. ir-
eamenlo provincial, o projeclo de lhar.au de turca
policial c o das carnes verde-, nialerias Indas lmen-
lo-', que nao noilera driiar de ser Iratadas esleanno.
Aiuda mais os uohres depulados saliera que alguna
membros, rom quanlo mo lenhara dado parle de
docules iianqucreni vir a casa, oque lem occasinna-
do nao liaver se-sao em mallos das ; |.rlanlo inan-
de Ires
apnrov,
.. Qu
rrfn
ti Sr
sen .lis.
(i Si
nha emenda, para que se chameni era luna
qualro siiiiplcntcs, c espero que increca
elo da asseuihla.
uiesa.e lieapoiadaa atguinte emendat
i se enamora 1 suppicni.-. Pao Bar
Augtutoit oiii
l-i.in
: (nao reslluin o
pal
da pronria lilu
nenie iuquiil.ui-sc
dade
ile
gn.....o peri
Islario do- ii
o hebaslau-
invencida da-
be nii-ler que
cm cicatrizar
meas, einfiii-
ilver pela pal
dade da Italia
os, he aiuda
ovolnrionorios
' cujo agi-
I
jiistilic.idas pela no es-ida.li- de se defender conlr
iniuiinos iuiplaraveis, queso nao pido prender iiein
A boa fe do governo pi.-nionle/. nao seria mais
duvidosa para nuigoem, c eUeaeseparasn franca-
nieule du pariidu revojncionario. pelo qual se er
.....elle lera milita condescendencia, ecuja iiillian-
ria se lome; porque he este partido quelevon o
rei Carlos Alberto a guerra, cquu a acoBscluaria
aiuda se por ventura se apiescnlasse una occa-iao
laviuavel. Mas, deve-sc rccoiihcrcr quo be aqu
que as dinieuldades da siluaco apparcreni de lodas
a- parle-,
(I rgimen consliliirional substituid un Picnionle
un novel no absoluln que, na vspera ainda, pareca
liideslrnclivel. Os partidistas do governodecabido
san uumeriisos e poderosos : elles nao dissiniulaiu
nein scus zares ncn snascaperancas ; lera militas
"su apoio do clero, o qual domina quasi ezclusi-
valente as mas-as populares. O rgimen c.insli-
lii'-ioiial loiu pois duas orles de adversario-, ns ab-
sululislas e os revolucionarios; imrciu lera scus par-
lidarios que -a., numerosos laitibcm, o que nao rlcs-
.onhcccni as inevilavels conscqucncias das calras-
Iropies de 1818 c Ik'.i. o julgam rom intelligcncia
e iiuparrialidade as cuudiccsquc ellas impozeram
ao paiz : uns desejarant o prcpararain aexallacin do
novo regimeu, c silo dedicados sua causa ; os ou-
lros o virara rslalieleccr-sc cora inquiclaciiu, mus el-
les o aceitaran! franca c sinceramente, lie rom lo-
dos elles que o governo far licm cm onlcndcr-sc,
porque he cora laes houtens que se pode governar
rcnularnicntcccorasegurauca ; cora ns revolucio-
narios nada se eslabelece, cun os absolutistas coui-
piouictlc-sco futuro.
\--o-ui.iiii-iin- que os realistas constilurionaes
s.ioeni una tiandissinia niaioria no sead; mas
que nao succede iuleiranioulc o mesmo lia cmara
.lo-dcpulados, onde as duas fraccocs dcsta cmara
que leein asseulo no ecnlru esquerdo e dircilo, po-
dcriain formar a inaioria, mas rnni a con.licio de
que o ministerio se desse ao trabalho de os conciliar,
de os reunir por meio de roncessoes reciprocas, de
c......ar-lhes euiliui a consliluii un grande parlido
defensor da ordem, amito de nina lil.erda.le sabia o
iwderada, iladicMla i......aMoleso .- a coroa,e de-
cidida arepillir ron, nina inual cnei lia Indas asexa-
jil.i.oe-c ludas a. violencias.
I) millislerioda que o Sr. de Cavour l-chefe,e
li.....I estad........mpi.-hender urna -cmelhanle i
i. (a 1 e se (.oiupichi'iiilr.-o. seria ba-lante hbil p
,- .,.,ii..,-i-.
ilr nao
la urde
final
triplos.
Estas Ires qiieslcs sao fcilas pcraiile o publico c
i-1.iinara-, e fura prudente que.. ministerio nropo-
ie>se asolucil.idellas, logoqus tiver reunido tima
naioria para' as volar.
Enlrelanlo o Sr. dcl.iv.nir c-la rheio de conlianc;
orno elle he ao mesmo lempo presidente do C0IU0-
hncministro da fa/euda. he sobre elle que pe-a a
liflleil larela de regular a siluacjo linan.cira, dofa-
rer dcsapparercr ii-lelieil-e reslahelecer n equlli-
hrin dos nicaineiilo.. Elle nndesc-pera de o C0I1SC-
ibtevc ultima.......le das cmaras tira voto, qnc
he mn Icslemunhodc eunlUniea, e piten sua disposi-
uinrccnr.o iraporlanlc, por quanlo o autorisa
licuar.....a nova renda .le i mill.es de libras.
Este -ii. roo he de un I......anouro. O Sr. de Cavour
li/ rom rallo, que acabam do dar mu grande pasto
para o lira que elle proscgue cam tuna pei-everanca
falinavel, e piomelle para IM">"i un oreainenlo. o
lal nao ha de deivar nada a desojar, pois que as
spe/as propostas au evcedi-rao as reccilas pre-
vi-las.
Tenh.i n Sr. do Cavour o mesmo /el no oslado das
qoesloes polilieas; appliqne sua Inlelligenria cora
mesmo cuidado,o se aparte de inda- as resistencias,
do qualqiies parle que ellas vciihdin, qnc hade
preenclier, como esperamos, sua mbao de organi-
saejlo e di-repararan admiiii-lraliva publica i- social,
o fundar -en s)slcma linanccirn cm una base ver-
dadeiramcnle solida ; porauc .. numerario oliste
alimidanleineule no-cofres dos noverno-, que de-eni-
penbanl lien, sen dever.
Nao temos dllu ludo sobre o qno se pan.....Pi-
monte ; porque n'aqucllo pai/, se lera suscitado c
discalido lodos os .lias qoesloes da ordem a mais ele-
vada, cuja .nlucao he de mu inlercsra nrral para a
Europa. Vollaremoaaclleoaira vez.
Journal de nebalt.)
/ocio: Pedia palavra i
fa/er apenas duas pequea- i ou-ideracies. A pri-
ineira beque, un parecer que siibniellcinos con-
siderado da casa, na ha coulradier.ln alniuna.
Quando eu redini cs-e parecer, tres senhnrcs depu-
do- provinciaes te havlam relindo para a corle o
quarlo que se relirou, foi .lias depois da apresenta-
cdo do parecer, e at era vapor dillerenle ; porutn-
lo mo lionvo lal riinlradicc(i,,,quc apenas fin cncon-
Irada pelo nobre denotado, para mostrar que elle li-
nha reparado o crio da eniiuni-lo. Has ell quero
ser menos fa.il do que o nebro deputado, volando
boje contra o parecer, para a-sini mostrar, que quo-
loreprovaro dell'.-iloque elle lem ; isl.i be, apprn-
vaiido a emenda do Sr. I'aes Brrelo, que quersc fa-
ca n chamamciiln de qualro siippleules, que boj
he imlispcn-avel. Pnrlanlo, concilio volando con
Ira o parecer, c a favor da emenda do Sr. Pac
Brralo.
Encerrada a discussao, he o parcrer approvadi
rom I emenda .lo Sr. I'aes llarreln, leudo a casa as
tenlido na retirada dadoSr. A. de Olivelra.
Segunda parte da ordem in Ha.
l-'nlr.i em .1 di-cus-au, c be npprovado, o projecli
asIralouem geral da u(ilidade ou inutilidade .1
contrato.
sSenhores, se mis livessemos agora de celebrar un
-.mralo ; tase Iralasso boio de aulorisar o governo
i organisar unta eonipanhia, que se encarregasse do
fornecer a ramo para o ninsuino da capital, erara
bem cabidas as ri-llcuies fcilas pelo nobre dopula-
do; mas nio so trata dblo; Irata-sc de remediar, ou
pelo menos de minorar o mal, rom quo lula aclual-
cnle a populacho.
O iiubrodeputado provou por ventura, que res-
udlo o contrato, os habilanlcs do Recife, deia-
ritodesolTror Talla de carne f Corto que ralo, o on-
Irclanlocraissouqucciiinpriaao nobre depulado
fnzer, visloqucapresonlou a rescisao do contrato
romo solncao do cinbaroco cm que nos acharaos.
Eu disse, quan.lu fallc da imlra vez, quo res-
cindido o conlralo anualmente, quasi do supelo,
i ser cs|icrado pelos borneas quo podiam cnlre-
gar-se ao roinracrcio das carnes....
O Sr. I'ranreiieo Jvio: Deixo ao n.ibrc depn-
ladn, o marcar o prazo qnc entender razoavcl c con-
veniente...
O Sr. I'aet nrrelo:... resultad.! seria, que
a comnanhia acloal, conllnoaria a fornecer a carne,
e pelo preco que quizase...
O Sr. CaiaM de Mello : l.ivrc das pe is do
contrate...
(i Si: Franeiico Joilo : E cu sou culpado
disso ?
ti Sr. l'uet nrrelo: Ncnt ningiieiii disso quo
o nobre depulado era culpado...
ti Si: Fnmeiuo Joo : lio culpado o conlral.
calciquclhedeuorigcm...
O Sr. I'aei nrrelo : E porque o nobre depu
lado naoscop|ioz essa lei.quaudo foi ella discutid,
nostacasa.' porque nao procurou rodea la do |irc
eaiiei.es que cvilasscm o mal, que dclla rcsullou!..
(i Sr. FranctteoJoilo : Eu nio Icnho a forla
leza, que he dada aos espritus superiores o aos ge
ti Sr. I'ae< Brrelo I Nao aceito a irona ; rc-
VerlO-a intacta para o nnbre depulado.
Mas o nobre inmolado abandonou a qoeslao n.i
poni cniqic.levescrlrala.la, dcixiui de parlen
scu parecer, na Iralou de IttOStrar, so oscontrala-
dorea linham ou nao dlrelte de exigir a resri-a de
conlralo ; nfw nos diste, ncnt pna-urou mostrar que
a rescsan liara baa ; disse smenle, o contrato he
nao, c portanlo rcvogiiemn-lo I
Mas, seuhoics, ... males que resultarlo da res. i
sdo, niio sera inaiores do quo os quo oslamos sof-
riendo T
Para aconte! bar a resolano, ngoera preciso prova
primeiro que ella remove os inconvenionle da si-
luac.o'.'
Sr. presidente, cu lenlm do faxer linda alniuna-
obtervscoea a respeilo do discurso do nobre depula-
do, nias"linilo-nic|Kir nra an que Icnhii dito, decla-
rando, que rom quanlo cu entrala que. que .leve
asscmhl
) dizcr-ll
he devolver cssos papis ao gu
i ciintpri ivo.-.i dever Inda
l. Ilid.-sleaniin
muda discussao,
Continan le
. contrate da- ca
.llereei.lo pelo Si
ni......<
ti Si: raes lli
cm visla dar alg
discurso donla
eo......lasaocspcci
teisemoho licito
ti Si: PretUenli
mu ella-.ii
idas oITcrccid:
do projoct.
es verdes, b.
\ do Olivelra sobre (
.lo
IS sobre
leu. 21,
relo: Sr. presdante, cu linhi
i.i- respostasa diversos hpicos .1
depuladn que he nicnihrn d;
oSr. I'ranciscnjoan ; mas ni
osla o. e.i-i.io ilar estas re-postas.,
Naosaliendo de que nalu
nu nao rabi
ti Sr
(i Sr
.sd, nao possu dizer se t'
BaplUla : Nao pd
rniwiiiiio.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Sessao' ordinaria em 18 da abril de 1853.
Pretidencia d Sr. Pedro Caialatmi.
, Conclusa... |
(l Si: I.- Sei retalio: Participo qucnSr. de-
pulado Anui.ii ..lli. ion a cmara, communicaudn
n,lo podor comparecer uestes .lias por se adiar ano-
Jado.Mandou-so desanqjar.
ti Sr. BaplUla : Peco a palavra pela ordem.
o Sr. Presidente: lera a palavra.
OSr. Baptitla : Eu, Sr. presidente, nao -ou
amigo de laicr reckinacocs contra a pubHucao dos
trahalhos desla as-embla, mas lainbeiu nao quero
iiio-lrai-me superior a estes eslv los adoptados. Ncs-
(c proposito pe.li a palavra para redamar contra a
publicarlo de raen discurso, publicadn no Diarin
de quinta fcira. rclallvamenlo ao projeclo sobre a
retclsSo dn conlralo para furnciimenln das carnes.
Alu fui u.....ii pensamentoalterado profundamente,
alera de rauilos enos, ruja paternidade reneilu.
t:.....cnio-uie .un o Rurosla dedarscao.
o sr. Pan Brrelo: Sr. presidente, pe.li a pa-
lavra para fa/er lamben! una reclainaca... Nu dis-
curso une vera linje publicado un jornal da casa e
que r.u pronunciado pelo Sr. deputado francisco
Joto, appaieee un aparle dad por mim de nina
maneira inevacla. (Juando este illuslrn deputado
Irauva de mostrar Inconvenientes que resalla-
vam do conlralo das carnes verdea, disse cnlrc ou-
Iras ii.ii-.i-,. pie elle Ira/ia iiauqulamcilto dus cria-
dures de nado.Eu di......Olaoem aparle, uno
conlralo rotpoitava ns Inleretta des-es criadores,
mas que nao tabla-se a corupaitlila os linha respeita-
do.Aoran jornal diz, Ir.)
ii Nao sol Mac.......issjii respiilou es-es nlcres-
ses; conlralo respeltou-os. u
Eu iiinfallei em roiuiuis-u, mas siniciii cnnipa-
nbi.i: il.i furnia porque esta aparte he al iiuidis-
proposito; por bao racoesla reeuunadkt.
ti Sr. Gltedet de Mello: Sr. presidente no
discurso que profer na Malo de 13, en disse, fallan-
do do conlral das carnes verdes segunlo : .. c
depois que ello nao foi religiosamente cumprido >
o na o que se l o depois que elle foi religiosa-
mente ruinprdo enlrelanlo nao sei se uas olas
larbig aphicas oque cu re i faitea a negativa, porque
pela uiaueia porque o jornal jiuhlicou cssa parle do
raen discurso est era conlradircfio cora as ideas por
mira i......i.i l,i. : cu ralo disse que n conlral li-
nha sidn cumprido rcliuiusamenlc ; disso o contra-
rio.
Aprovcilandoa orcasiao, |icro a V. Esc. que se
acaso nao esla ainda e-gulada a priineira liarlo da
ordem dn dia, tcnlia a hondade de subntellcr dis-
cussao un parecer da commisso do poderes, rela-
tivo ao clianiaineiilii de supplentes que e-l.i adiado.
O Sr. Francinro Joo; Sr. presidente, bcsciii-
prc enm muilo acsnliamenl, que mo levanto fazen-
do i.-, l.im,ii .i...; nas eu o faco porque, ora me fa-
zem dizer absurdos, nra me faient usar de unto lin-
guagem, que eu relo mesmo que nao existe. Para
provn de que rae fa/cm diier absurdos ahi va mu
i U: i
.. Os nmiKipnlislasde farlo podiam impnr mullas
de niln eolitos doris 7 n
Ora, realmente cu nao pudia dizer semclhanlo
cousa !
OSr. I'aet Brrelo: Bem se v quo he erro
l)|iimraphico.
O Si: Frmneiiro Joo: Oulras nrailas inexac-
li.le- se achara nu nieu discurso. Cuncluire |iois
,,,in..... |iedidn an empresario, e vera a ser o de (e-
roniraeii.lai aos -eu. revisores un |Hiurn mais de
, ni,la,lo na m,.....I.eiici.ique Ibes he especial, nr-
menle u'uin.i qu.slao la., iui|nil lauli- COTOU isla, oii-
deteacnllera.....ir^ensannaaMi eniuicia.l.K alo s
por mim. COHM pin mu do. iinlires depulado- o Ir.
Pr. Il..|ilisla- que falla tempra c......anta lueidei o
iente I Se ellas furcni do nalurc/.a
a provaro lira que., nobre depulado livor era visla.
pode. A quesillo he a preferencia entro os dous
projeclos ; pode aprcsenlaru quelite aproara para
demonstrar, quo lal projeclo, deve ser preferido, o
ti Sr.Pae* Brrelo i Sr. presidente, V. E\c.
sem duv ida ubscrvoii que. .piando lallei sobre esla
materia procurei ronibalcr arbilrio aprescnladu
pela conunissao, de se rescindir o conlralo das car-
nes verdes; cu disso que, nao s a ronipanhia nao
linha dircilo a pedir a rescisao, coran que a revuna-
(30dn contrate actualmente nio poderia Iraier se-
an cidrales o Inconvenientes, O viria complicar
ainda mais a siluac.ln cm que nos achara.. En dis-
se lambcm, que no conlralo exista, no meu enten-
der, n remedio para o mal que estamos solfrend ;
porque o noverno lera ahi os lucios que san ncros-
sarios para coagir a couipauliia a execularo conlra-
lo ; di-so anda que, a asscntbla nada linha que ver
ne-le negocio, que era lodo a.bninislralivu, c que
perianto devia reverle-lu ti quera compele. I'ro-
nuncian.lo-nte .leste modo, j vi a asscinbla, que
CU nao pnsso drkai do volar Contra o projeclo da
romnii-s.lo.
Agora, pnrcui, apparecc um oulro projeclo olTe-
i,i ido pelo nobre depulado o Sr. Augusto du Oli-
velra, M qual se da a governo aulurisac para to-
ma. Indas as medidas que forera convenientes, cm
ordem ,i remediar os nudos que actualmente soffrea
populaco do Recite J he urna ropolicao do que ja se
c......ni nu conlralo, simiente nnbre depulado
aeresccnla ao queja esislla,|n abcrlura de um cn-di-
lo de :ill:(Ki(s, habilitando o governo cora mais este
meio para remover o embaraces era que mis culi.
mu a c.....panliia.
Acbo que esto projeclo be quasi intil; mas cm
lodo o cato lie ello preforlvelao oulro. Higo que,
be quasi intil, porque para laucar mao dos lucios
convenientes para remover o mal com que actual-
mente lula a popula.;;! do Recite, ji esla o governo
aulorisado, podendo fa/er modilicacncs no cuulralo,
que lonliampor Dm, rrtto evitar que os o.....ala-
dules nao toflram un prejiii/o corlo o InMIivel,
mas lainlicni coagi-los ...lar liel execuc as obrl-
Bact.....tuo eontrahirain ; mas enilim, dir n no-
ble depiiladu, que pialcui as cnusas chegar i tal apu-
ro, que governo se veja obrigado inrumbir-se,
por meio de MUS agentes, de abastecer o mercado de
carnes, c para sso he preciso que Icnhii um crdi-
to su,, ,li-p-i,;a, que......a di-por dii -omina pre-
cisa para oec.irrer n esla nerossidadc. tnlcndo que.
se o governo qui/cr, o populadlo do Recife lera
(I Sr. l'raiiritm Joo : Nao se pode fazcruina
acriisacaoniaisrurinal...
Paet Brrelo : O governopdc, m.wlili-
condicoes do conlralo, aulorisar a roui-
augmentar O preco da carne, se cnlcn-
sso he uceessari; aclualntcnle vcudc-M-,
udeve-sc vender a cune u2fA00 a arroba, elle pe-
de aiiloii-ar aquo se venda a:l3 eniesmo por mais; o
uinnuein diga que nao ha nado ; porque, sabe-sc
p.ileilaincnlcqite ha malla carne 11 lli o O pala-
cas ; esc ha nado para esle proco, he ev denle que
a falla de abaslcciraeul por parlo da conipanlua
iniu nasce de falla de gado, mas sim da ma vonlade,
que osc.inlraladoreslcm tidode cxnor aquello ge-
nero ,i venda pelo proco que sao obrigadot,
Pelo eootrato Mae o govcrnu unbem emprear
senles MUS no abaslccmicnlo do genoro, por cont,
dacoinpanhia que a sso se obrigou ; pdc manda
comprar iado pelo preco que cncnnlrar o c\po-lo ai
consumo, como lalvez ji u devora ter feilo, visto
que, a campnula nao cumprc aquillo aqiiescobri
nou. Eis a raiitu porque digo, quo no conlralo csli
o remedio para o mal. Mas, cinlim, como o negocie
veio asseuihla, o he precise que ella d una res-
posla, d-so rcmellendocsla lei, e dizendo-sc ao go-
vernovos tiraos aulorisado do novo para laucar
mito dos meiot que forera convcnicnlcs para que
cesse o torrivcl mal quo llagclla a populaco da ca-
pital ; ou por oulra; na tonliaes oscrupulo n
nlrain ; a asscmbla reconhoco que
rcilo a prover a osles ltale
fa/er
vrrn
via...
ti sr. Francisco Joo: E mis cumprimoa
acaso...
ti Sr. Pan Brrelo : Sim, senbor, mas cu en-
trado que notlo negocio o nooM dever he dizer an
averno que faca cumpriro conlralo. A asseuihla
inde por ventura Imnor mulla ans eonlraladorea '.'
A a-einblea pode inaiidar por agcnles scus aha.lc-
er n mercado de gados 1 Pede llualmculc, obrigar
iiesecurapra o conlralo? Nao pode ; portelo,..
. fa/er ncslas circuinstancias ? Se o nobre depu-
ladn mcprovarqoe, com a rescisao do contrato, a
populacho lieasalisfeita, que o mercado lira abaste-
cido, eludo emllm remediado...
(I Sr. Francisco Juo : Nio lenhn as nulos a
Variaba de Aarao, que locando no rochlo fci sa-
bir anua...
O Se. Pae< Brrelo : ... eu serci primeiro n
dar O meu vote era favor da rescisflo ; utas dar um
paam destetan Mbornws, se elle remediara o mal, e
anlcs |ieleronlrarin haveudu Indos ns uiulivns para
snppnr, que elle einpeiorari, he o quo rain acbo con-
ra
des dos cootraladores, ja niicrresdos pelos criado-
e hojo cm unta situaran interior a desles.
a, dados estes (acto, que so verdsdeiros, o
que cumpro faier'.' Dizer siniplesmenle: ot eonln-
ladores que cumpram as suas obrlgaces que for-
necem loda aesrne ne as iieeaatldndc do cuotu-
ino hojocxigetn, .- pol" preco do n.nlralo de 7 pe-
ora prent elles o gado porque jirec.0 compra
ti Sr.
c.....loas
panhla a
i
leudes
15 Sr,l-ranciseo Joo : Esl tem boa decliua-
t Si: I'aes Brrelo : EnUoachn o nobre de-
puladn, que com a rescindo ilucoitlrato lio quo esl
ludo remediado?...
' O Sr. Fraucisca Joo : Acbo que, lio inelhor
lomar unta providencia, quo rcineilcio o mal pre-
sento o acautele o futuro...
OSr. Pcet Brrelo: Melhorserio que o no-
Im-o depulado live-se, qilando fallou, mostrado quo
remedio oflcrccidn no prniocio era uinai |irollruo.
Bo nio desoja VS que nobre depulado Iralasw a
.pii.-li,. nu leirnno em que a cullocou ; etcenvi
que -u.leiilass.- o parecer que sssiguou ;qtte nio-
Iratse ser a sulueil nelln lenibradn a niolbor ; mas
V. EV. vio encasa observou -cm duv ida, que o
un.....lopulado deivou o wu parecer do lado, ralo o
......un, ..... Ion.....eil(.....ine-
Senhores, sera negocio de ln pequea ini|mrlan-
ca o ihaslcrinienlo do um genera de priineira ne-
cessidade para nina ciliado lao popalOM coran esla,
queso |.ssa resolver rom precipilacdo, sera certeza
da jiroliruiladc da soluro?
Concloo, dizcralu, que vote com preferencia pe
projeclo do Sr. Augusto de Olivelra, a raspeHo .1
qual lerel lalve de presentar alnunias observarta
.piando fordisrulid...
o Sr. BanHsta Senliores, se en rra liel diicl-
pul das doulrinas de Baslial, liorroriado com a c-
nunciaca dn senumlu projeclo, oUrccido pelo bnn-
r.i.io i.......bu., que -i- sema .leste lado, abnegarla
luda a disrus.an para, -eui besilardu, rejeila-lo enm
ornea voto. Apzar, porem, de nio ser de iheurias
alsululas ecxlieinas, peni an- honrados ineinl
que lellii !am com ralimi sobre os inconvenientes
desle prnjcrlo era rclac'io as missas circiuiisl,
4 nossa provincia.
Sim. Sr. presidente, sera um oslado aprnfunilailo
-obre a- causas vcr.ladeir.is da rareslia das carra-,
sem um niiiliccraicnl porfolio dos fados, c pelo
contrario un meio de alorados debates, onde ns es-
pirites varillara, as informarnos ,|e jemos das coa-
las M eonirariani.e se desirocm reciprocamente, e
Interese d......., prejulzo de oulros o as prrvacocs
de mallosdesnataram ot lacios, terf nina grande
imprudencia de nos-a parle abrirmot os caires pro-
vinriaespara darmos carne barala, rom quero pro-
jeclo, i populacdn da cidade do Recite [apoiaot)
Nesta medida eu antevejo um futuro, que me amc-
driuila, anteveio consequcitrias hurrveis, vejo de
prsenle nra remedio tmente Mludado para aggra-
var exccssivainculc n mal. Eslas ligciras ubseiva-
res, crea que haslaii, para tiesta quesldn de prefe-
rencia, a cmara decidir-sc cm favor do primeiro
projeclo apresoolado pela commiado. Aqu o bme-
no be nial- vaslo, proporcinna occasigo de chenar-
inosii verdade. e por ron-enuinlo mais senurn c mais
compalivcl cora a nossa ntissdo.
lie sobre c-te lerrcno que eu avenlurarei breves
rellexoes era lavar da resei.;io do conlralo, -em toda-
va ler vaidade, e pdo ronlrario, detconflando de
mim misino, c disposlo a oitvir boniguauenlc ns
mciis conlradiclores.
Senliores, quando calino e tranquillo interrogo c
faco esforc para saber quaes as causa- da cate-lia
das carnes, que na aclualidadc fiasclla cruehuenlca
popularlo do Recite, ras diversos gneros de quei-
xas, que nuco, uas variedades de IradieOeS que cor-
retn, un pensanieiilo quasi uuaninie-e letana con-
tra is c.inlratadores, c quasi que todos formulara a
sua aceu-ac.ln por oslo modo : a Os ronlralailores,
era lempns favnraveis, servirant-sede seu poder e In-
fluencia exclusiva para impnr o preco ans criado-
res ; oppriuiiraiu cruelmente esta classe do produc-
tores, forain insariaveis rnt (iiininenlar ns scus lu-
cros; p dahi he, que [trvelo a lula c a guerra, que
actualmente Ibc laiem os rriadores, que, feridns era
scus inlercssos, in lisposlos e .-.inspirados r.inlra a
compaohla, se lulo aproveitado da criso para retira-
rcui a r.....c-a de scus nados para a provincia ole.
E, Itenhores, O qno ha de extraordinario neslc
proceder des ronlralaib.res?! Nao ata e-les o oulros
malesaemelbanles, que denunciara a inconvenien-
cia dns monopolios Icgacs ? mo s.1o elles lo nalu-
raot, quaesqaer que tjam as pestoasdot nino(>lis-
la-, t.li.arrcssivcisas previsoca hiinianas, qiiealc-cr-
vein de fundainenlo a insines escriplorcs, quando
na analyae lis Ineonvenieolea de laes medidas se
pronaoelam contra ellas.'
ti Sr. I'aet Brrelo : A cousa he elles Ira/.c-
rent depnis estes fados como raan para ralo ruin-
prrent as obrlgieooi a que so sujeilarara.
O Sr. Baptitla : E nao be esla lula de ntc-
rcecson'endidut, sera arharem salular remedio as
icis.ia concurrencia, um vicio inherente s eompa-
nhias dativas? e. nliu.il, nao no os interesses de
povo que tillinianieute soffreni a causa principal
do vivn aiilannnisuin de mallos espirilos ponsado-
res contra laes compsnliias? imloisin. pois, q
ic faz pesar ubre os conlraladores, be cltcilo da ii
liiuirdo,serve ronsegoinlemealedeargomenloco
ira ella, e de auiar-uos cora a propria eiperiencla
na rescisdo do conlralo.
Enlendam-ine fielmente, cu nilu quero elogiar
prnccdimcul.i dos ciuilraladorcs : ndo quero sanli-
tlra-los ; c o que quero fazer sobresahir romo unta
verdade Ihenrira cpralira he, que todas cssas coin-
panliias quacs<|uer que seja o sen pessoal, sdo cegas
pelo seu ulcresse, sao vidas de influencia dspo-
to, que procurara cngrandcrcr-sc pur unta lei ir-
rcsislivel, a rusia dos pi-o.luil.ires; e porcontegoln-
le, que cm vez de qitcrcrintis, cont os nlltos cerra-
dos, punir boje ns rontraladorcs pelo que llzerara,
c como aulores da guerra, que Ibes estilo Calendo
os criadores em lempo de careslia, c rom insuppor-
lavcl padccimenlo dos consuinidures, devoraos anlcs
rcronltcrcr, quo lio inconveniente o continuar oslo
nI rain.
Relucanlo- ainda pnuco sobre oosluln aclual das
crasa-: recebamos os Celos sera prevenres, e co-
mo elles sdo.
A .n ne salgada esl i tli patacas, e ndo ha em
ibundaneii, o baealluo a J9 rs o Ccijdu, milito.
odos.H gneros esto caros, c liavendo carne de '
patecas lio claro que a afllueneia para esle genero
leve ser exlra.irdinaria. llalli resulte anda, que
ligninas fienue/.ias, que nlto eulrarain nuroulriilii,
onio Vanea, Poco, o oulros limares conrorroin ho-
jo a comprar ramo nos arouuucs dn Recite, e ludo
..i,, i.....le a augmentar.....lis entallo .....ddade
lo ..niininiciilo. e nor cuiiteuiiencia a- dilliculda-
rem, venha dunde vcr Doclato quo acbo mu
ndo urna solttcdo ver.lodeira imparrial, c desa|>at-
vnuada do problema, mas urna solucaodcspolica,
fundada na fria iiulilfcrenca aos perigos reaes, aqu
|ior ventura podan ficar sujelos aos contratodores,
que, opezar de quasi suecumbidos com o |iesu .1.
odiosidades populares, ndo perderam o direilo de
t.i/.-imi rcclamacftcs, c de verem ma posicao aclual
devidiincnte ctludada e apreciada, ecoin ira tn
.liileien. i a todas ralas dossot de criadores, que
bel mi l/e'n la-I or lira- em que e-l.i a compailllia, I
mpassiveis ans sollrimonlos do consumidores, |te-
dera a concurrencia livre, e as garantas para sem
interesses profundamente offendidos. Ixestc |ioiil.
lio que devenios apreciar a queslao, e alu nicsmi
rctolvc-la dcllnlivamcnte, e rosolvo-la de modo
que ndo sejamos parciacs e injustos ; c esta resolu
cdo, assim intcnral, detlniliva, jusla o tegura ndo
he nutra, senliores, tcuao a rovogae.ao da la, e a
rescisao do ronlrato.
Sim, Sr. presidente, cu condiVo-mo dos malos,
qtiesolfrc a |iopiilai;do do Rocife, arho-me potsuido
de iHim desojo de mclhorar a sua sorlc ; porm bai-
la do pcrsislirmos em um lerrcno, onde a lula de
inlercsscs birlos, ou ha de conipronictlcr o causa
publica, ou nos alirar constantemente |iara a ne-
cessidadede loinannos de vez era quando medidas
especiis, para a marcha regular de rcrlos negocios
indusliiacs; hasta de persistimios era unta sluaedo
cercada de complicar."K!s o rcsponsaliilidado indevi-
da; liaste de azednmes, imparicncins, prevenrK-s,
c injusliras de lodos quanlos, sein coiiiprehcndc-
rcm as emergencias, cntendeni iinpur sitas opinioes
anda qttandu dcsarraznadas, o concitar pnixocs.
Senliores, foi a nossa phil.inlropa, quo nos mo-
veu .1 rnnfeecionarraos a lei provincial, que ntoli-
vou a crear da rompanhia para foriicrinienlo das
carnes verde-, era procura das euiemencias dadas
cumpre-nos lambem nio aeiiar i populaco etpos-
la a horrorosas prvares. Ka/nos de convciiiencia
publica, a experiencia que nunca deve ser aban-
donada me stinnerirain n lirine arcordo de rcs.-in.lir
o conlralo ; mas conten que de nenhiiui modo, po-
la retirada repentina da companhia, nao venha
acontecer Ocarem ns mercadea vastos, c a populaco
cm siluacdn de desespero.
Assim, |Miis, cu aceito a idea .1 honrado incm-
bro, autor do segundo pcojeclo, que consigna :I0
conloe de ris para o prndente lomar as medidas,
quo a scu arbitrio entender, que as riraimslaniias
achines exigem: sim, ad.q.lo esla i.la, mas enm a
condicn da ini-vilavel riscisl ,1 conlralo : que-
ro dizer, que sirva esla quanliu, para que na mar-
cha das colisas para seu estado primitivo udo scag-
nravo a sorlo da populacdn do Recife. lio esla a
ininlia opinin.
II Sf. Fian.-ten Joo : Sr. presidente, deal-
niim modo MU forrado a lomar parlo na disritssd,
c a islo i-on.bizid, udo s pela nocessi.la.le de detCa-
zcr a iinpies-il que no espritu ibralgiicm c.iusnu
o nieu ils.iir-n tillintautcnlc proferido, fa/endo-sc-
inea grave injuslics de suppnr-sc liaver cu cvilado
as dilliculdades do'assiunpln em queslao. ladeando-
as completamente, o cnlrandn cm abslramios nc-
raes, romo lambem porque lupponho neeesurio
que ainda una vez rerunsiderando al olucrvai.-r.es,
uejn Uve a honra de suhmcllcr ao jiti/u daca-a,
de novo dcscnrolando-as, en inoslrc toda a exlcn-
s.iii das mesillas.
Mas, antes que entro nesle proposite, rae pcrntil-
lira V. Ex., que, como pequea Introdcelo a esle
meu pequeo discurso, cu faca nbscri.tenes, que
|ioslo que priineira visla r-tlrauhas, lera cora lu-
do intima retacan coma siluardo, pois lera servido
para annrava-la.
Sr. presidente, tcnbo para mira que compre que
sejamos romano-, mas sejamos lambein snlirclndo
justos, roturado por issn nin-iderarrans a quesldn.
e a ri-solvcrino. sera nlharinus a interesses de quera
quer que si-ja ; ranvimlo pnr isso|explicarnios a si-
tuaru pelas verdaderas causas que a nerara.....-t,n-
vraln por biso mostrar que o engraveclmenlo dcs-
si mi-sma cri-e. lera sid forntadn por causas, so
bi"n que adventicias, comludo noderoias, duinoiln
que Icndn podido iniidilrar a sita earreira, se <-
tenlido favoravcl dirigida, nito lera servido infe-
li/iii.'ule pe scu lu eucamiuhaiiicnln senn a
agravar, o precipitar mesmo a queda de urna emer-
gencia, da qual o pandelro lomo de encarar....
O Sr. I'aes Brrelo : Ndo entend...
OSr. Floreneio: Eu entend, quer que tja-
nlos justes, que focamos juslica...
OSr. Francisco Joo: O nnbre depulado,
amoragando a palavra juslica, como que mnom-
nisau a uiinlia Idee, precisando o nieu pensamen-
to. Sr. presidente, en lamento que era unta ques-
illo lio grave, como esta, que tem servido i pren-
der a allenraode balo o publico, que lera servido
a apresenla-lu jusla........0 ancioM pela rosolurdo
das dilliculdades ; cu deploro que era oreiirrcnria
de li alia sinnifietc.....lo Imitamos sido auxilia-
dos, braba mesmo tuccodldo liavermot sido iban-
adininislraed publica, que nao lem
ii Ibc eumpria, c tasliino profnda-
la falla iniu lenba mesmo tido tup
ns dos membros desla casa, que aqn
se rom razo OU sera ella, apresen
us ninos. leudo ulliraaiueulc feil.
osso. bancos, nos lom posto rra .1.
das vistas, .- nensamontos da a.lmi
pois nelln itera lio apre-eniada a svst.-mali-,,, ,, ll(
'dos, que por not ne seguida, nem lo pouro n.
dicada a direccao que pela administra! pu|,|ic<
dovo ser adoptada, deuando-M apenas incumbido
ao seu cuidad o resolver uno entender mait w.
renienle, o que corto ndo raoslra grande adianta-
meiUo de camlnho. Ainda mu torceiro svslcnu
de merliriua foi seguido, c foi aquello que indo en
batea das verdaderas causas do mal, distingu,,,
do-as cm n.iiurae. e accidentees, nao i< t.-n i.. rc.
mover ou modificar as primeiras que erara verda-
deirami-i.le ronttiluitivas, e rcconheceiioo que a.
.eniinda- (as accidentaes) linham sido verdadarj.
ment crcailas tiela lei do conlralo, busrou revo.
gando-a o rcsciudindo o contrato lillto dclla, obli-
terar-llio a causa. Tal o sentido cm que '.-,,(,..
cunslanlcmeule fallado, tal tambera aquclle em
que Itoje um nobre depulado que me preced-,,,
(O Sr. Bapliste abuiidmi. ci|iondo cora aquella r-
rilidade de palavra o tegurauco de argiraienlaojn
que Ihe siio familiares, o pensamcnlo un,o aetnk-
sivol para aqueiles que quizereut resolver a difil-
cuidado, ndo se contentando rom ada-la.
Ainda in.i-liiul.., Sr. presidente, em .l.-l,.i
unta a urna, todas as p.n t>~ do primeiro sjslcnta *>
medicina ompregado, o e tar de assignalar os teus gravlssimos inronvenieii.
tes, pois que ndo remediando de nonbuin nmloo
|,,i- i i.., nao acaulelando o presente, tambera ni,,
previne a futuro, cujo horisonlese meapretenla rn.
nenrecido, |nrque leuho para mim que a arruinla.
ro de lanos tolTrimenlos a que den causa a nona
intprcvi.tenra, nSo pdc deixar de Irazcr Eravim-
ino |icrig, que cumprc a lodo transo ser evitado por
alvilro de mais desembarace., do que o proposln pe|
nobre deputado, que nada mais importa que, o i-
diamcnlo indefinido da difllruldadp. E i.em sou eia-
geradn, manifestando assim as ni i nha- tristes nppn>
hensucs, que lera |ior Cundamenlo o ver suhsislcnlr.
todas as causas, quer naturaes.quer (iccdcnlae-. que
a este mal deraiti origcm ; mal que inreliimcnlea-
presenlan crises vilenlas e ameacadoras, toda- a-
ve/esquo furem despenadas pelas mesmasrirrums-
taiiitesqoeagora se .lao.asdiflicol.ladesquc M
dnnadns pela
acudido, con
"'.....o 'lc O
piula pur alni
icn.l
lados rninn
descredu de
eonhecimenl
nislraeao.
Sr. presi.lcnle, eu ndo sou fa.il era abundar ent
aceusaeoes, nao sou animado pnr deatleleSc ao
aibniuislrador da provincia, a quein nao sei miar
seniln respcilus c considerarnos ; mas apezar desla
niiiilia siluaro moral, rae he ferroso cslranhar o
baver elle se contentado rom faxer remana a esla
casa das reprcscnlae.cs dos conlraladores, alislcn-
lo-.e de communicar-nos n scu pcnsanieulo acerca
da maneira pnr que, no seu eiil.-ndcr. dcviain ser
ajir.-cia.las o ies.dvid.is as conveuieueias publicas.
Bem lal proceder, Sr. presidente, raininba em in-
icien encontr jis renras de haiiuuuia cm que deve-
ns viver, np|i.ii--e nie-mo a csso organisniu, era
que he iiidispcnsavel n concurso dos poderes poli-
tiros quedcveud.i mutuamente se prestaran iiitilio
Ijuvacao, no aprcriaraenlo dos inlcrcsse. p-
blicos, n.in podan ser .li-pen-a,lu- de buje roncor-
eiein r.injuiilainciile, resiillando de-nraradanicii-
le do -eu afa-laiiienln. iin 80 desvio do caniinhu
que detiain Irilbar. mas ile-niaeadainente ainda,
pnr forra dille, dilllculilailis que |-c aunnicnlarAn
le maneira a r.unprninellor interesses iniporlautis-
.iiiins. de que estes meamos poderes devem sci liis
leliderea.
Mas acasu, fniain es-a- rema- de.c.uihei ida-, fo-
rant despiezadas inralgiinia razdn de alia eomo-
niencia } yucrn crer que nao. Acaso leria um lal
prorcdimenln em vistas o d.ixar esta ii-scmhla
i-nlrenu! a dise i,;.,,,, e .le-aniniada pela falla de-se
iwdcros concurso, torna-la v clima uissc mar pro-
cellos.....i iliuiciildailas ,-m que novena ? Tamben
quero crer quo mlu. O que foi |kis, qual he o
porque des-a siluacdn J Eu o anletejo, lodos mis
o desriihriiniis de modo que udo he ueressarin ap.ui-
la-lo. E o que cumpro fa/ei .' Toinarnin- I ns a
re-nliiean deaia gravo queslao. ilispensainios auxi-
lio que nos nao be olierecldo, resolver por mis aquil-
lo metmo cm que deveriamos eoncorTer enm ou-
lros, c cm linio caso iteinunslrar ao publlro iuleiro
q......esta can existe o dominio do lioui espirilo
publico, que nesta rasa existe- devncdii pelo- inlc-
res-e- dn paiz, devocdo cont lodos os earaeleres de
que devem ser rcuslidos OS represeulanles desla
importante provnola, es representante) do unta
opilriaO soffredora c conslanle nos lempos de mar-
tirios c perseguices, calma c racional nostcmpos
,Ir vida.
Fcilas laes considcrares, que, se Itera sejaiit, co-
mo dllia, de nalureza adventicia, lean coinludu
Intima conoeao cont a materia, cu cnlrarci no
examc dclla.
E agura que lenltude perenrror esso terreno, rae
perraillir.i V. Ex. que para inelhor prcrisdo de mi-
nbas ideas, cu empregne o sistema do analugias
coinoaquello que se preste alornercr nuior clare-
za ao meu pcnsaraenlo. Ao que parece, depnis de
conhecido o mal, e segundo a divcrsida.lc dos diag-
nsticos, formados pelos diveisos niembros desla
rasa, que tcein temado a si o rcnicdiar cssa grave
emergencia, diversos lem sido usistemas de me-
dicina empreados. A medicina ctpcclanlo he a
pre.libcla do Sr. Pues Brrelo; pois qiiercsolvc
a quesldn com aquillo mesmo que deu causa ao
mal, hiendo appclln esperancus para lempo, c
para os acontecimentOS que em sua inarcba elle
cnslunia Irazcr. A lano so reduz o sou recurso an
conlralo, o confiar dale c da cITccIivida.lc .lesna
execttcAo, remedio a mal que te acaso mi foi por
illc creado, ao ilcitos foi engravecido de mu mo-
do rspanloso.
Tambera a medicina .1... .loses, que pele lama-
iilioforan allopalhicas, foi emprogada por um no-
bre deputado, o Sr. Augusto de OUveira, que
npiesoiilando seu projclo Mbslltulivo, nelle cuear-
iii.......as as dilliculdades da situara, scntdarre-
incdin a nenliiiina dola-, .- apenas Calendo o coi
ludimiento da mnleslia ao administrador da pr
Viada ,l|ile.elilaud..-llos (l--illi -em ucean o M
peiisaineiilo ; pin- que seu pmjcclu ndoserve
revelar de iienliuin modo o pensamcnlo de-la cas
MUTILADO
herida!. Mas ainda mesmo roncedendn porinro-
Ibe-e n appliracfln do lentedio aconselhado pe.. n.
bro deputado ( a effcclieidade do ronlrato) en prr-
uuular-lhc-he, se lera a adminislrarilo publica ea
seu i..i.l.-i ns ineiis para remediar de proinpln,,- em
nic.li.las evpedili va- o rccalrilraoientn dos contraa-
dores, c i,i de modo a ser sali-feilo o abaslerimcnlii
do publico...
ti Si: I'aet Brrelo :Eu disseque, paraa-ihia.
can aclual, o remedio pdc ser encontrado nu con-
trolo...
O Si: Franciseo Joo :Eu aceito o aparle A.
nobre depulado, e flcndollc entendendn, que., mil
a que pode o ronlrato dar remedio, lie simplc-mni-
le aquello, a que pudia ler dado nrigcm,...
l Sr. I'aet Brrelo :Elle nao...
O Sr. Franciseo Joo :....ou san aquellos qtiri
lllaacfo lem creado, c nao lera elle desteido, tata
era para presumir o conseguiste. Mas, Sr. presides
Ir, apezar de todas as insistencias do nnbre depula.
do. nao se pode dcsconhecer, que netihiima das can-
sas preexistentes antes delle, Coi destruida |iela sua
cuifccc.ln; a irrenularidade das nos-as eslacftcs, .
epideiuia-, que acoranii-llein os gados, a inip,ssil,i.
li.lade, midinicul.la.le por clli-ito dossas raesina-epi-
ileiuins .Insidiarn de grandes logradourospulilicm,
uas vizinbancas da cidade para o altaslerimrnlo ib
niesnia, Indas cssas difileuliladcs Acarara no iiir-uii.1
p que danles, nn viudo a ellas Irazcr remedio ,il-
mim. Quanlo is rausas arridenlaes, roncimilanlf-
roin estas, lamban niio vcio elle dar remedia, can-
tes nada mais fez que, procurando destruir um jn-
culcado in.........Ii.,, crear um novo, legalisan loa.,c
revesltndo-0 de ama armadura de ferro, aonde ndo
poda penetrar o espirilo de industrio, c de esperu-
laco.
Ilavendn eu, Sr. presidente, considerado a qurs-
Ifo, fozeniln expnsirao franra da |trlc vulneratel *
sv.sleina seauido peln nobre deputado, havciidn en
explicado aquello que segua de urna maneira cla-
ra, creando principios, o armado driles, descado.
cxnnie das hvpolhcsis, fui ai nnido infelizmcnlo pe-
lo nobre depulado, c acensado |ielo Ijlieral on>
de rana das opinics desla (erra, de hav er prorura-
do ladear a qucsl.lo...
ti Si: I'aes Brrelo :Eu nao disse que o nnlirc
depuladn ladeoit a quesillo...
OSr. Francisco Jodo: Repilo, ainda, que e-a
aceusaejao me fui fcila, por csse orgo a que me re-
tiro, e que o nobre depuladn foi aindamis loimcln
que elle, a mim se .1 ricii.lo directamente e mo ci-
prl r.iudnn nn liaver cm I8.il sustentado csse pu-
rera- de que linha dado ronla rasa, O nao nava
nossa poca procurado dirigir o espirilo da assemldra,
palomeando Indas as uiiulias ideas e por forra dcl-
la. dlriginilo a marcha dos interesses pblicos, i
mais fez anda u nobre depulado, rae apnnlou, rom
rulpail de Indo- e-ses nraves males, por ndo os ha-
ver denunciado c prevenido. A una aiwslrophe Ub
vilenla edesabrida roma esla, scnlindu o incupci-
I assnberbailii pur senlinienlns contrarios, cu spe-
iiisinnleiilei-ini- cont dizer, que niio linha a forcj
dn- espirito) siiperinres, nao qiicrcndn cora islo,
mais do que jnslificar-nic.
lieio.Sr. presidente, que (i lenibranra de V. Bk.
acii.lirn, o liaver eu na ultima scsso, rontcansk
com luda a candidez e iugeniiidadc de que su n-
pa/,n baver lidn na occasido da ronfeccao da lei, |K.-n-
samentu coulrari ao de loda a rasa, c ler siibnrilin.i
do pnr Corea de lennde/.ipic me he nalur.il, este raen
pi n-aiiiciilo ans de oulros coinpaiiheros meus inai-
Inldligontct, illuslrsdosc ameatradM na marcha ika
negocios pblicos. Se acaso fui culpado, fui por frou-
veza de leinperameulo, foi por ndoscnlir cm raen
mpirilo a torea que di a tuperioridade de tule......
fin |mr ndo rae poder considerar como unid ule do-
minadora, foi por nn piidcr a mim proprm. iBgu-
rar-inc rumo pianola rodeado de sallclilcs, foi |.r
todos estes motivos que cu li/ o abandono, c larri-
lirio de minhas ideas, que nao erara rccel.idas.
Eis portento explicado, Sr. presidente, o nieu pon
smenlo daqaellca lempos, eis portante eiplicado
aparte que aeabci de dar, quando orava o Sr. I'.n-
Brrelo, a quera rcconhccn coran inoen espcraiirnsn
ardeule alnuuias vezes as discuss.".es, mas scinpi
un meio de ludo i-lo duladii de espirilo pulido.
Sr. presidente, nedindo a V. Exc. c casa parda
desla |iequcna digreed, eu vollarc anda a anal)*
do Mgiiudos) sienta de inedirina cniprenado,, o da
dotes) deque lie rcrciltiarin o prnjcrlosulislitiilii
oiieiroido polo Sr. Angosto de OUveira. Ni >erd
do, as deas coudas neslc projeclo nao sao Icndcnlr
a nada mais .1 que dar forras |iara seren reposta
as causas de de.nr.leiu un scu mesmo estado, e aun
mente-las ainda mais, se hepnssivel, com otembsra
eos era que varaos por a adinhusIracAo piililira, dei
lando a ella a solu.;o de lodas ns dlffleuldadi-, ten
a aoeeorrarmee com as noojaa luzes, c apean aun
mentando, se he postivel,at Irevas, noseio do cabos
apenas, Sr. presidente, denunciando a nossa li.npie
za no resolver a questo, apenas ilciiunriaiiilu a mi-
sa .luhiedade de pcnsanieulo, oque ludo cedoeootl
liiue motivos para causar Mnceu.e chamar ceri
ilo-fai ur sobre o-la rasa. Enera posso. Sr. presiden
lo, deixar de |>oiidcrar i rasa que mis vamos fazer
rejielico da nossa improvidencia de oulro- lempos
nos v anus relimara roraniisso quo deiuos au ail-
ministrador da provincia ( u Sr. Sotiza Ramo- I
que servio a li azor-nos boje oinhniacadn.. E al.
me.i..... Si. presidente, o graduamculo das dii-rs. I
rcrciluarjuilc luije, se parece cora o que enldo appli
cantos ; hnje conredemos :\0 conlos, o enlao .hila-
mos 10, o he esla a nica dflcrciic,a, edilTereni.aipit
ponen inipni la.
O Sr. Paet Brrelo;Se slo Cor iicccssariii. pa-
ra que a popularn di. Recife udo conlinuca -ollict.
cu vnlare ainda jnr mais....
" Sr. Francisco Joo :Mas, Sr. presidente, en
detn observar ii casa, apezar desla niinba nianriu
de rnniprchcnder a queslao que nonhunia repuniian-
eia tinto em fazer imidilicafo Has minlias idea-, c.....
lano que dclla resulte o ser remediado o pastado,
aoaiilcl.idno presente, c prevenido o futuro ; o que
bem pode ser conseguido revenada a le, res. indi.!..
ornnlralo, na por autor .los runlraladnrrs, mas sim
pnr amor do publico ii.nssunii.lor, do publico terne-
cedor, da classe dos criadores do nado das prov inri-
a. vi/inhas ..- nossa, por amor em sunraia do he pu-
blico, que deve ser considerado como superior a pe-
queas consderarocs tilias de popnlariilaile. US
duvido.Sr. presi.lcnle, e proteste mesura neslc scnli-
do,icclar quaesquer emendas que possant ser ollc-
recidas....
OSr. Paet Brrelo:Pr.'.vc o nobre depulado.
que a rescisdo lio era vanlageni do publico, que i
aceite....
OSr. PrtpwUco Joo:SSo daxhlarei dar to-j
adminislrador da provincia, a subvenoao de bu, W.
ou IIKhIKKs'!! is. com lano que seja evitada a gra-
ve emergencia de una ralainidade pulilira, cm
que o povo pessa carne, c ndo a encontr |Hir prec"
Igunt, viudo assim a prccipilar una rri-e. para ,>'
jo paradeiro, cu nao posso olliar sera cslrenicriiii'ii-
to involuntario. Mas Sr. presidente, sendo este "
meu pen-aiiieiilo, han lico V. Exc. coitliccenilo i|i"'-
eu ndo pos-o desojar provr nsiluariio, sendo de u"ia
maneira eflirat, o nunca desojando.! reprislucC"'
das mesmas causas quo a gerarant. Mais de u"M
i, apezar de por lanas rae ler explicado, ou -
lado pelo nobre depulado .. Si. Pm-s Hu.'1",
para aeationtlrai em com a ies.-i-.io irar eant u"'
meu. raaallad......
.i/,,ii/i< srt. Depulados i tata ha nuaaHo-.
ti sr. Franciseo Jala :Bu peco a.w atabrai *>
puladn-, quecni-iulan que not lnuus .....meiil"-
1

os
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lili!
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lilu,
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pi.-
la: ,,
nn,u
,i-lc
US-,


ru r.ira abandono da |ialavra resco, para cmprc-
..,r siniplesinculc o termo recogaro da le, \mr
quo dcsl'arle evitando lodo o odioso da quesiao,
iiio liro lolliidode exprimir o mcu iniisameiilo que
lie iu i tcente, cpuro.
I ii diio que a queslu lio de fcil resoluto, e di-
i-.iroinsio i reiKwir^lo de lodas .1- ;ih>;i> aceiden-
t,ici no sen .111 lino calado, ella (rara a competencia
,|ib industriosos, ella Iran a franquea das Mirlas
id* mercado aos fonioredoros, e por igual, o propor-
, ilumnenlo doabattecimenlo aos consumidores, que
, i-'i.m > encontrar at mesmo a nbaslanoa, o que
lie li'N*' desconliccido....
m Sr. Deputado :Islo lie, cej a soeca, cca
,i reluctancia dos criadores....
O Sr. Francisco Joo :Ku diao que a revoga-
,a.i da lei, Importa a retrogradado ao oslado que
1 [liiii i menle exista, porque eerlo, nao he o con-
lralo a panacea salvadora, |H>rquo deixando subiis-
lonlesas cansas de ordemaccidcnlal.cortando amodi-
Dea^io que a ellas poda serlrazda, pelo espirito de
empresa, explorando terreno franco o ahcrlo, itfiy
.((ni a-i in-nliuiua incumbencia que livesse por
lim neiihuma dimiouicjlo as causas ,de ordem na-
inral, pois nenliuma mcdiila neslc sentido llic foi
Imputo
I. r.,prcidcnto,esle desidertum,que he o mcu.c
n to iciMisirSo das ron sai em o scu estado anligo c na-
luial. que me parece sor empenlio do possivcl con-
scuuinenlo. Enema mim se n.eafl.ura,wmoimpos-
HU'l.um tal resultado, que apenas pode ser traliallin-
0, e carecedor de di recro acertada c pmdente, que
,1 r*la 1- i incumbe lomar, para a marcha c cncami-
iiliaiiicnlo d'aquelles elemento* de concorrencia, que
ii icr. Mi\indo o perigo actual a revelar )oda a for-
ia c \erdade das minlias propoaices. Mas.Sr. pr-
ndenlo, cu nao sei cuino |M>ssa salisfu/er a lautos
iparlos, quecliovemsobre mim, como saraiva gros-
-.1; .i'|ni e all se me pergiiulu, se cu desejo que se
psmpre o genero carne |M>r 16 e 20 patacas, coiim cm
militis tempns surcedeu ; se cu desejo f.uer rcviviV
BHH poctf triste*.
.\ miaba resposla, Sr. presidente, borlara 0 fcil
, BXplIOt
. a |r
V
da clev.icAo de preco* nosses lem|Kis lu-
ida as c&ccsshas seccasque liouveram, be
ida as epidemias, que acommellcram os mi-
se llaiello de que leos se servio para pnr-
o\ arito ; be porta uto o resultado de OtlUM
a turnes cojo impulso nos nao poilemiis evilar. E
momOi >'" presidente, os nobros deputados, que
(anwni oploMO contraria miidia, parecom aceitar
1 forca de i'iinsideracru's de-da nrdein, quando ad-
niillcn o direilo que o governo lem a modificar, e
illrtai o proco do conexo carne, conforme as oceur-
I 111,1 \c/ que, Sr. presidente, so (rala do lava-
meilln do proco do seero, una vez que se queira
Mor clc resultado, sem fazer violencia a ttaie 10-
:u* RatUTMS, que regulan, taes quesloes, urna \e/
qufl i queira olitcr a rcimlnr sarao no abas) crimen -
I11 o proco dellc, be preciso convir cm que nao pode
riidas imliiTclas, catculadasporpeusamonto adornie-
t lu r apuran1!.. E do fallo, Sr. prndenle, entrando
n 11 a quesillo pralica, lomo., iniciar sistemas qooil
pralica de lodos os palies repcllia, o que a maueira
''l'i'i ulali\a de rnnsiderar a questao, d'aiitciii-lo
i""'loinnava.
I nidade como sou, fraco p dbil, Sr. presidente]
ni nao me eucarregarei de submeller a consideraran
11 rasa projocto tendente ao abastecimculo publico,
"mptelioinlido na idea do preco taxativo aos gene-
nj, porque cnlcndo que sAo i& graves os incomc-
lii'-iiics c desvanlagens que podem resultar, se nflo
bram ron luda a atten^o consideradas, todas as
iitintircs que cm un tal s\slcma devem ser calca-
I las Porque ciitendo quoVm assumplo to niclin-
'ro^i, be iiiflispensavel o concurso de urna adiuiuis-
T.nao publica, que coraprchamla nm\Idaaadasi-
1i.ir.li o dalla intoirada, e de \crdadoir,i devoanoa-
iiiiiial i, procure do aecordoe barinonia coin esta ca-
a. raminliar rom lirmeza, njudada pelo nono obra-
iiiihiI'i il ao ponto verdadeiro da quesiao; i-|n
rcsolvc-la de mudo que rescindindo o conlralo,
iM.ij.nla .1 lei queo crcou, so procure urna Bubstl-
nic^o qnalquer, lerarlca pagados....
O.sV. Pae* BarrttdtQuorarescisao a rovoga
.i-Ma IH....
" s/-. Frandtco /do:IVopondo a rovoga(*o da
d. iiidiraudo cala idea, apoulando como mu arbl-
rionovoo lavamenlodo genero, nunca cou\irei ein
i- algum, na creacao de companbias que londaiu a
niiixar lodos c>lcs perigos, Indas e-lascrises, porque
niiii^. alravCSSOdOi e lie com todo o abandono de a-
limo 'pie cu faro esta conlissao. Ku crcio, Sr. pre-
Kleutu, que ap'-/11 desla ininlia maneira de iniciar
i< minlias ideas, nao |mderei ser lardado de roulra-
[ictorlo, m adoptar o projeelo subslilulno das do-
*, porque delle poden licar conservada o parle
c diz respeito M qoanUUUvo, que bem ptKle ser-
ir romo medida auxiliadora paia evecucao da lei
rogadora do conlralo, para siibsequencia do bvsIo-
ii'quebou\ei de ser emprogado cm sua snli-liiiii-
. ou para milraquatquer providencia admlnislra-
iv.1 ueste sentido dirigida. Nas, Sr. incsidcnte, en
in poaao deixar de lamentar o abaudoun cm que
vomos, cu nao poaao deiiar de lamentar os riscos
ecorremos do naufragio, que Ocar exilado, se
! 1 casa poaaoida, como cat, de verdadeiro espirito
sillico, (ornar o prudente accordo de volar por cale
Rtjccto siibstilulno, cesperar que os poderes pu-
fo -c lembrem do que dovpm ao paiz, procuran-
b, abracados eom noacoi remedio ao grave nal,
1Ccxbtte. Masdiz-meo nobre dopulado em apar-
c cnlrclaulo !utrctaulo'.' a re-posla be iiiui-
1 iudes; cnlrclaulo, leo cu aqu, a espera dode-
ilacc de ccrlos acontccimenlos, que a cada iustan-
o esperados.
O.SV, Florencio i Para fazer mitro conlralo,
ir,i orlar uovasdifllculdndos.
"Sr, FmnrL K conllonam a daiHne uparles deala nrdem. vu rc-
anrlo a palavra IS'ao eiasem razaoque cudi/ia
'inira adopcaodo projeelo siibslutivo, nao m pela
inslderaeio que ja Hz, sobre o quanlalivo nelle
usignado, porque bem pode succcilcr, se ja neceaaa-
> para ac(ftO do governo scuAo 1 auilicm |wra
der ser aproveilado como medula de Iransfcio,
ie lonlia der aperfeicoada telo peosamcnto dcs-
diam que era improflcua oquenSdalcancavao lm
a quese propunbam seus autores, porque seudo re-
vogada a lei reslavaduvidusco contrato que era un
neto do poder executivo, fieava ip$o facto roselndi-
do. Oulros seiibores cnleudlan quo o conlralo a
que nos referimos era urna medida justa o vantaiosa,
nao s na sua concepcao, como pelos efTeitos salutfl-
res que iam resultando de sua execu<;So, devendo
em tal caso prouunciar-se contra qualqucr idea,
3ue em sua rcalisacn altenlashc contra a existencia
aquella medida Uto til, como a dcquolancara
mito o digno prodculc de lYrnainbucn, como ni-
co salva lorio cm una poca de drtr e de clotgrac 1, allm
ile remover os males que |csavani sobre os habitan-
tes drsta c.ipial. Eu confeaso a V. Exc. que foi eila
ultima consideracAo a que maispeaou no mcu ani-
mo para volar contra aquella resolucao, se bem quo
mo n.in lo.s. pcrmiltido motivar o mcu volo,porquo
a discusso foi encerrada aules quo me coubesse a
voz do fallar. I vi eslas explica^ocs, alim le mostrar
aos Ilustres collegas com qucmcslaxa ento de ac-
cordo c boje divergenle, que eu nao quoro enxcrgar
no seu procedimcnlodc boje a menor incoberencia.
As razOesquo me levaramenlaoa volar a favor da
conservacao do contrato, nao sao as inesmas que me
seduzein liojea \olarmnlra a sua roseisao.
Voloconlraa roscisfO porque naojulao provados
fiindamonlo* cm quo se eslribou a commissAo
( apoiodo*); vol conlra o rescisAo proposta, porque
1 resolurAo da commissAo be incoinplcla e nao remo-
ve os males da si(uac,ao. {apoiaitof}.
DoM salos fundamentos cm que se eslribou a
commissao para aprc rclato ao caso verificado de secca, e ooulro beoda
rciialOUCli |Kir parte dos criadores.
A discussAoj li;nida na casa, as nolicias ltima-
mente ebesadas das provincias do norte, e as climas
copiosas que teein cabido nesla ultima quiuzena,
provara com toda a evidencia que a primen a BfSer-
cAo ila oominissTm h<. insuslenlavcl, emesmodeve tor
inoslrado ineMiia Ilustre commissAo, que ella ca-
bio em un erro cravissimn dando por prnvada easa
ollegacao aprcscnlada polos contraladorea, que ali.
be a nica arma deque ellos se sen iran para apoiar
as sitas prelencps.
Quanlo aoKuMiido fundamonlo, oda relucan
ala doscridorca, ein verdadci Sr. presidente, nao si
ilc presumir, como j foi observad
que os criadores nAoqiioiram vender os seus produc-
ios ao mais importante consumidor, que por cerlo
he 0 mercado do Itcrife...
, N Houip'irte. '
Ji ve pois V. Ese. que nao sendosuslenlavob os
dous fundamonlos cm que s<* Itaseou a commissao
como beque pode esto projeelo ser approvadu T A
duas bypolheaea admiltulas pela lllture commissAo
de roeeae de reluctancia por parte dos criadores nli
exislindo, como he que o projeelo pode pro-redir,
pois que a resxisao, a nica ideados projeelo, fun-
da-so em una base que nao evisle ?...
O Sr Francisco Jotio: Mullo obrigado polo fa-
1 rasa.
Agoraconcloindo, nAooiiosso fazer sem dizer
luc me lie doloroso o considerar a minba pos
Cmqueaou Toreado a comprimir com toda a fon
ciiliincnlosdomeii coraco, para dar loda a exteusao
'"iiii'ii ponsamenlOi enaquesou forcadoa alTastar-
ncnadfKiaiBaode maoacompanhelroa de ideas, da-
'lucllisdequcmtciibo sempresido amigo lid csiuce-
'". I.hjiielbs a quem me reennbeco de\cdor de lan-
1*1 provas ilecslima c cousideraco.
Vparlade boje delles por minlia Inlenigencla,
Mema apona tuna oulra estrada a pcicoirer.
p esla a nica coiibitlcrarao que explica a inhiba
nsifo excepcional, |ioico que sou forrado a
CnuocJai pela forca da especialblade do Iraballio
'f que lu ciicarrcgado, c [wr me ver boje dcsarom-
panliado do auxilio dos mcus oulros companbeiros
Ib commissao.
K com eslas bretes rcflcxcs, concilio parle do
Me linlia adlier, nao (Hideudo continuar no des-
Mvolvimento de ninhaa ideas por me sentir impe-
lido pm incommmlo uiave, de quccsluu solfrendo.
O orador xenla-*c iwuunnwlado.)
" Sr. ./. de Olireira : Sr. presidente, em ma-
arialoaravc e ini|oriauto como a queoocupaa
'UciicAo da casa, lomando en palavra V. Exc. e
1......nobres collagaa boilmeale ajui/arAo qoal
I'' "-i mi n acanliamenlo,monnenlo leudo cu si-
I piiTcfliilti na (ribuna pelos dUllucios oradoresque
^'Tlarain este dbale ; cst conlaiidocom a benovo-
"11 a me animara a aprcscnlar ulgumas
Mlrv-, s cm abono da opiniao que sigo uesla
jaraliu.
Irala-M- de saber qual dos dous projeelos oflerc-
odoaaobre esleaasoniptoi un ateboreda pela illusire
aMwntasio especial ooulro firmado mi meo nomc
.'lOtrecer a preferencia da iiswniblca para as
"oras da discossjto. Alim do dar as rataea que me
carama uhVrecer consideracAo da casa aquello
a don- projeelos que me pMWOce, sou obrigado a
n|rar na mpugnac,ao da naolUCjSO oll'erecida pela
' iiiiin-v,,! esjMT;,|; sendo que essa impugn.l^Aoscr-
^roiitoqucdcjuslincacAoau |>ensamonlo do mcu
nrioi os IHafllrea collegas que, assim como cu tcm
'mbla geral, e lomaran) parle nesle
fin
julgarara dever dar alguuias explicacOcs,
provar que nao existia incoberencia 110
''l'j^edimerilodeboje ,m o que li\cram na as-
Mi'li'a mn\t jl0r ocrasiao da disoussao do projocto
' l"i apn-si-uindo pela depulac.jo do Oar.i, leudo
11 lim aievo^aciuda lei provincial de Pcrnambu-
* domaiodcIMI.
rai'iileii.lo, Sr. presiilenlc, que as circunstancias
ln" diversas, que me pan-ce que o reccio de ca-
"" cootradicao nao deva olwtar que eu ou quil-
os ineiis collegas adoptemos na conjunclura
arbilrlo que maiscoiivci.ienlenospare-
foran iis arguiwnlos comajoafol
combatida aquella resolnc.il na as-
"i" oulendiam quo a rcsoluco
deMluosa e nSe iwdia ser adopla-
" fjoe u aclo legislallvo que ella pretendi re-
m uaineute innocente em todas as suas di-
iJ.';'. ,;t",!u,"i' iuracdto conliuba contra os
''""......."<*.......- triado* : oulros enlcn-
' r
l-n-sente
Uve
ioaasoeiito
IChUa geral;
r+c*irtaoa era
OSt, .l.de(tlireirn Ji CSM rescisao proposta
ptide sor iolerprelada como nina verdadoira coucoa-
aAo felta aos conlraladores qoa a pedom e dosojaro.
e os quaos segundo a rminfAo do illusire procurador
da coros), nao leein dii cito a evk'ir nioditicacao algU-
in.i lutecomllcfiea estipuladas no conlralo.,..
O Sr, Franri*co Joo: Islo 11A0 be para a-
qui...
O Sr. .1. de Oliveim :Mas parece que cosa opi-
niao pode ser citada ; O illusire procurador da co-
rda no seu bem elaborado parecer, rujo oriajual se
acha junio aoadocumenlosenviadoaacaaa.dealruio de
uma maneira clara e c\ idcnlo, ludas as aflega(OCS a-
pre-;'nladas pelos cnnlraladorcs. So bouvcssesccca.co-
ntO M conlraladores di/.em, como poderiam ellos le
como prelcndem morlo maior muiiero de retes do
que aquello estipulado no arllgo do convenio *
Alm dalo, lem afdo morlo gado por poaaoos cslra-
nnas ao contrato, subjcilaiido-se i mulla E se bou-
>cssc secca.as roiiH'fpicncias inevila\cis seriam csca-
ccziie gado; e os conlraladores n3o podiara (er mor-
lo o numero divido de rezos ; esto argumento me pa-
rece irrespondM'1....
O Sr. Francism Joto :Pois nao !
O Sr, .1. d'OUidru :Ora, Sr. presidonlc, cn-
carregando-se, pois, os mesmus conlraladores a des-
Iruireiu suas proprias a flisse o illusire magistrado a quem ha pouro me re-
feri; se nao ac verilicou n caso de scea. mu il'.i-
auellos, cm que pelo conlralo se podem ailmillir 1110-
dilicacocs laca que os liahililem a cumprir rodas as
obrigacoosdo convenio sem um prejuizo corloc in-
fallivel, os conlraladores deviaiu, pois, ser roal-
dos a manter o conlralo pelo lempo eslipnladoi fa-
zendo-sc cllccli\as as mullas mencionadas 110 con-
venio.
Esla he, Sr. presidente, a opiniao do illusire pro-
curador da corea, que me parece urna Interpretarse
jurdica O rigorosa dada aos artejos do conlralo;
nas coincidi, Sr. presidente, que esla opiniao nao
pode sem gra\o prejuizo dos mii imenlos da popu-
lacho, ser seguida pela rasa que nao se acha con -
liluida em tribunal do juslica, que lem dcjulgar
pelo allegado e nrovado* Nos mi podemos negar
ovidencia dos relos: lie comanlo, o todos nos
nbemos, que a populac.io sidlre mu mal e muilo
raude, cumpre dar-lbe um remedio ; c n esse res-
peilo enlciido cu que o projeelo da COmmissRO be
incompleto; ello naoremovo de modo algum os
mabs da silu.icao, e em circumslancias lauaos a as-
sombla lem de lomar nova deliberarlo tendente a
remover oases males.....
" .s. Francisco Joto :Euappcllo parad'aqui
14 anuos ac tiver a boma de scular-mc neslaa ca-
ileiras.
o sr. ./. de Oletira: Qual foi a medi-
da tomada em 51 senSu aulorisar ao governo para
empregar os roelos nocessarlos a remover ns emba
reos de situaijao, oiiorque agora iiltoprocedcremos
la mesma maneira ; porque razAo ?
/> .sv. Francisco Joao \ K obraran- bem...
O Sr. ./. dr Olircirt l Dctccrlo, porque eu
nao ou da npiniao do nobro depinado a respeito do
conlralo ; ontendo que ello prconcheu pcrfeilamonlc
aa viataa do presidente no sen principio e OS emli.t-
racos que agora ao dflo, nao sd se provem do contro-
lo ou de Ma mo cxccucAe,....
o sr. Francitco >'<><~to: Provem da lysIomaU-
sacao das idea-.
O sr. .1, dr OUceira : Porlanlo Bepararerno-
ver os males da siluae.io em ~t\ lu aulni jsado o pre-
>iJ...e a empregar lodas-ae medidas neeeaaariaai
abrimlo-sedlie umcredilo para esse lim...
O Sr. Francisco loan: Olbe queo sen projee-
lo lainbem invohea idea ib' rescisjo.
O Sr. A. diHHireira :Para cpie o projocto da
commissao nao fosse Incompleto cumpria que a mes-
ma nobre eooimisslo provaaso, que a simples reaci-
aao do conlralo Iraria a cessacAo de todos os males;
e cala he a queaUo da qml o nobre dopulado lem
fogido constantemente***.
(> Sr. Francisco Joo:Ilc porque son nalural-
inenle fujAo.
O Sr. .1. de Olreira :Nao sei ; mas bade per-
millii qnocii Ihedlga, que CVOU, be \crdadc no
meio re brilbaluras oratorias, os espillhos des-a de*
nionslracao, e USO pro>00 que a roaciso do contralo
arredavaoa embaraoos daHloacSo, nem que o mer-
cado seria logo abastecido eom carne suflicieule para
aeueonaa...... I. selivesso podido provar quo oroa-
ciso causara (Ao grandes beneficios, em tal caso, O
nobre dopulado loria igualmouledeslruido os funda-
monlos do parecer da commissao ; se existe a sena
comosediz nopaicccr, necessariainenlc lia ver fallado L-adoe o queliouvci lia de ser xelidido
por um prceo cxorbilanle....
O Sr. Francisco Joo :Knlao o que quer que
Milica?
o sr. .1. de OUccira Parece que o nobre do-
pulado recusa a paternidad)' do parecer que aaeig-
noutl Eu estou argomeolaudo eom aspropriasaa-
BerCjOeado parecer, disse e anda repito, que se como
imples cxliuocAodo contrato desaparecen! todos os
males da sluacAo, Dcando abastecido o mercado
>m sudicienle carne para o seu consunto, em tal
bvpollicse o nobre dopulado encarrecou-se de des-
truir os fundamentos de sou parecer que elle assig-
iiou..,.
O Sr* Francisco Joo :l'ois cu eacroverd as
suas palavras, dirci o que qui/.er.
O Sr. A.de (Hiedra :A Ilustre conunisfviocal-
culou hein todas as cveulutlidades do futuro com a
resciso do contrato?
O Sr. Francisco Joao\Os nobres depu lados cal
culem melbor.
O Sr. A. de Olireiru:.NAo se podem repetir lo
das as causas gra\ssimasque derain lugar lei de ti
de maio de IH.">1 da qual se originou essa medida de
que o prcsidenle laucn mAo como nico salvalerio?
O Sr. Francisco Joo:Para as causas naturaes
nao d 6 nobre deputado remedio o para as aceiden-
laea pccu-lhe que o indique.
OSr.A.de OUccira:ti nobre deputado paresse
que 11A0 \io que lodos cssos incoineuientes podem
rca|iparceer boje, o com ceitosanda mais pernicio-
sos...,
O Sr. Francisco Joo:Beuto o remedio he
0 seu projocto?
O .Sr. A. de OUccira:Estabelecida a lixrc con-
currencia, podo apparecer 110 conunercio um colosso
quesera em assocacao que tomn a sioeonlraloji-
1 ando de lodasjas \ antagens do ntOOOpOlio de que BS*-
I0U durante o es pan de porto de 2 auno-, a lim de
afaslar qnalquer coiicurieucia ; matando cm seu
horco as pnpienas bjduatraaqW proriireiii erguer-
OSr. Franii^co Joo : Boijo-lhc as mflos po-
lo favor, rcconlioco que o contrato lio um colosso
quesera dilllcil i dorriba-Io.
() Sr. A. de Oliceira : Perianto, Sr. pre-
sidente, asista dmlas razoes eu 11A0 pos volar
pela resciso do contrato, nem quero lomar sobro
mim a rcspon^abilidade de seinellianlc delibcracAo,
8e a commis-*Ao pois nao proMiu, nao olistanle ler
sido pro\ ocada bastantes vana, que com a rescisAo
do conlralo desappareciam lodosos males da aclua-
lidade, a rcsolucAo, ou descoubeco os cmharacos da
sltuacAo, ou importa uma condciunacjo asscmblca
de 51...
OSr. Francisco Joo: Estou no ineu diroito.
0 .SV. ./. de (Hirrira: Pela ininlia parte
Sr. prcsidenle, se o nobro denotado se livesse cncar-
regado de moslrar o que cnlanto dcwjava, ) que
da reseisao rio conlralo resullariam beucticios cerlos
cinfalliseis paraOBOVOi en, Sr. presidente, nao le-
rla duvida cm lomar a rcsjioiisablidadc d'essc aclo;
mas lomar a resbonaabllidade de scmcllianle deli-
bcracao quando cu olho para o futuro, quando eu
vejo que podem rcapparecer lodas as causas de 51,
entendo, que a assombla o nao deve fazer.
O mea projeelo, Sr. prcsidenle, nfto fot bcmroni-
prchendirlu pelo uohrc deputado que alias Ibc deu
cures lAo leas, quando disse que elle ia conservar to-
los o* inconvcuintes c embararos dasiluaco : en-
tretanto o mcu projeelo resol ve tildo, porque al
11A0 reccita a ideado nobre deputado, aulorisando
ao governo a adoptar o respeito do conlralo o arbi-
trio (pie mais eonvenicnlc Ibe pareca; osla Mtis
comprebendido iiessc arbitrio a resciso que eu ad-
miti ConiOum remedio extremo...
O Sr. Francisco Joo :Sim, he um mvsto com-
pnslodcmuilos simples.
O Sr. A. de Oliceira : O meu projeelo lia de
dar lugar a que muilos enlcndaiu que eu quiz
declinar desta casa toda a responsabilidado na sa-
lticando uma quesiao lAn iniporlanto ; n quem as-
sim pensar resnondoao dizeudo, que n assemblca
11 Ao faz scnAo dar um prova do coherencia em suas
deliheraces, c prucedeiido pela misma tuaueira
porque se bouveein IH"|, 1 nos ha que boje assim co-
mo iiaquella poca, nao lio indiircienlc aos padec-
metilos da populac.io.
Tal vez se diga queo meu projeelo haz diniculda-
dcs, porque 11A0 precisa nina medida: mas nesae
sculido elle |Mide ser emendado. Todava 09 nobres
depulados bao de permillir que cu Ihesobseno,
que ere materia Uto melindrosa o delicada, convin
antas dar urea aolorisacibi ampia ao governo; nor-
quaulu de um procedireenlo contrario pdein resul-
tar gravissjmoa inconvenientes. Hullas vozos moil-
dascalculadascotn loda prudencia esabedoria.lraiis-
lornos laca aoOYom naauaoxecucao, quo proiluxcm
cITeitosoppostosns vistas que determnaram a sua
adopc.io; oneasa hyoolbcsc, uma medida legislativa
loria o grando ineonvonionlo de nao poder aerdo
Iruidasenflo pela moamo poder que a houvcsse de-
cretado, o lodos mis sabemos as dillirublades que
evislciu para a rminiAo dos cornos legislaliv
casos evlraordiuarios ; e bem assflll por otilen Indo
nem lodos os presidentes so julgam auloriaados aob
sua propiia rcSpOUSObilblado a su-pender a OXOCUCRo
ile uma lei. \ pois, V, V.w. que uma medida legis-
lativa adaptada a oslas circumslancias, por muilo
bem considerada que seja. podo na sua exccussAo
produzlr oflcltoa funoalos, uflo pudendo eessar senao
rom a prxima o futura reunin doslfl aasomblda.
Knlendo, pois, masprmlentoquc so remella ealo
negocio no governo, porque so o le beque podo bem
avallar ludas as circumslancias do momento ; c se a
re-1 km do conlralo foraiiuica)iucdida salvadora pa-
ra piirlermo aadesmneasdaaclualidade, estoja cer-
lo o nobre dopulado, que ella uio escapar 11 penc-
Iraeao do illusire presidente nomoado para esla pro-
vincia, o Sr. cunsellieiro Jos lenlo da Cimba I'i-
gueiredo ;clle nao reeuarn peante easa medida.
Entendo lambem, que o mcu projeelo nao podo ser
regeitado pela commissao, porque ello nlo repudia a
idea da resciso ; a qual deve pordm ser adoptada
pelo governo como medida puramente administra-
tiva.
Sr. presidente, coacluindo [ulpo liavcff dito quan-
(0 he stillicienle para revelar casa o petisauenlo
domen projeelo. O conlralo da> carnes verdes nao
foi folio por esla asoemblea, foi uma medida loda 0;-
poulanca e da concepcao do presidente da pn-vin-
rla. Ao poder execulivo porlenceran as evaces
lase acto cm seu nascimento, o qual produzio en-
Hu dasino pelos benelicios quo delle pareciaui reSUl-
(ar ; pois bem,seja o mcsinu poder ipiem colha os
ros com a sua exlinrjioi faxcndo-llio as honras fu-
3
~
Maicovailn p-ollido *Wm e lfiOO rs. por ar-
roba.
Mascavadu regulara lH)0 n. por arroba.
ALKANI)K(A.
KoiKlinipnln do da 1 a 19 221:97551)06'
dem iln dia 20.......13:2900912
2:2(i."i99IH
DescairegamhajcH abril.
Paladn Ingle Don farinha o hnlarliiulias.
Polaca trda llimnr iiinrailnrias.
CO.NSII.AIHI i.l-ll Al .
Heinliiiii'iil,, ,li> dia I a I 70:(27,>")6I
Iilem (ludia 20....... t:9lly,li2
7.>::i:M,y>i.)
DIVKKSAS PHOVINCIAS.
Itondiiiieiilo du dia I a 19 2:2i09J0:>
dem do dia 20....... 2IB
2:I)02S67I
Ki;:iiUF.I)()IUA DR RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEHNAMBICO.
Rcndimcnlo do dia 20...... tinto
CONSULADO PROVINCIAL.
Iteiiilimenlo dodia 20......2:RS7397.">
MOVIMENTO DO PORTO.
X'triii enti'iul'i no rfm 20.
liba de Sania llellena 12 dia, barca InRllHfl /!"-
lint l'iiiie, ilo 2'i"> loiiolada, capillo C. II.
Willlam, eguipagcm 11, cm laslro: a Doaiie
VoaleA C.
Xuvios UlMOi mo mexiiin ilin.
Rio (liando do Sul paladn braallaln .lilrrn. ra-
pilio Joao Imiario l''erreira, earga aanuar,
I pela Pii-aliiba lt.,i,-:i 11,'.le,i /;-'/'(/-
capitn D. Bowcr,
i laaln
DECLVRACOENS.
(I arsenal de maiinlia compra para as obras do
iiirlluiramciilo do piulo, canoas no\as ou usadas cm
boni eslado.
o topo* braillelm Mucttiy, commandanle
JIcllo,espera-sc dos porlasdonorlca 29 do concille,
edc\er scuuir para Macci, Rabia o Rio de Janeiro
no dia BegdinlC
O vapor brasileirnqiiR dc\c rlicuar boje dos
porlos ilo sul, poilei-.i recober para u Cear c Ma-
ranlillo, a larlniado mandioca qno peder carregar
no capaco que Irotunr var.io, por frele liionl ao dos
navioj de \cla: oaprolondonlaa dlrijani-ocalania-
nliafl 21 do correle a asancio da companhla na na
do Trapicha n. lo, segundo andar, o agento da
roinpaiilua lai saber aos Inlorreaiadoa, que esla
rccepcu do reccbiuicnuM do carga por reio igual
io dos navioj de vela, be Icinporarlaincnlo adnpla-
ila de accordo com o Governo Imperial, cineonse-
niioncia doiroeclos que nos ulllmos me/es se mani-
Rslaramnai dllaa provincias, odas probabllldados
do i......secca, devando ccasar esla medida logo que
dcsapparera o motivo que a fej adoptar.
Pcraiitc o coosrlbo da adiniiisli-ar.ln naval,
lem de cciuiralar-se para os navios armados, barca
do cscavacfln e bospilal do marinha o romedmeulo
de carne verde, laiinlia do inandioca o carne secca,
pelo quo convida-ao aos que Inlcroaarcm dilo fbr-
nccinienlo, a romparaeeroni as i> binas do dia 2'l do
crranlo com suaaproposlas, declarando os ulllmos
lucros c quem os liadores. Sla dasaeflBOMdo cui-
KClho da adininislraran naval em Pcrnanibiico 20 do
abril de 18)3.O secretario, ChrittorSe Santiago
CONSULADO DE PORTUGAL.
No dia 21 do crranle (qnlnla-feira) pela* II lio-
ras da manlia:.....> ariiia/.cm da easa n. IK da na da
Cadeia do bairro de Sanio Antonio se ha de proce-
por parle desle consulado venda cm hasla pu-
blica (loi InUlCd de uso do linado subdito porllluue/.
Antonio Farrrolra da Silva, osqnaes oslaran iodos
paleles e sern vendidos a quem mais dei-.
(|iie
miiiis avinis
AVISOS MARTIMOS.
A vista dcalas breve*reflo^oeai ^
meu projeelo entre em discusvlo do
millo apresenlado pela illusire
cial.
Julgada a malcra discutida, procede
cao sobre a preferencia dos OUS projeelo
C.....-mpalada
Entrando-te na conllnuacgo da segnnda dheusaBo
do orcjimenlo provincial, vorillca-so 11A0 baver nu-
uioro legal.
O Sr. /'residente designa a ordem dodia C levan
la asessfto. ( Krain m.iisde :lboias da larde.)
o para pie o
preferencia ao
iimnisslo espe-
se l vola-
ta a qual li
diario in: PFimBi'i:o.
\ assemblca approvon Innlcm um parecer! adia-
do da rnmrafaaAo do mzenda, sobro a prelencn dos
berderoado padre AntonioTheroziodo Oliveiro An-
lune-, e oniro da eommlssao de orcamonlo iniinici-
pal acerca dn icipieriineolo de l-'loi-eucio de Son/a
l.e.io, mandandoonvira cmara municipal da Vie-
loiia i respoitodn prolcncjlodo mesmo.
Entrando na ordom -U dia, approvou mais cm
lorccira diseussAo a resolucan que manda fecbar aos
doniiiiuns, o das sanios de nanla, os eslalielei-iiiieu-
mmercloc industria, eom exropgaV) das bo-
. padarlas, lahornas, acouguos ji,sobapeoa de
mil ris as inrarciVs, e do du|ilo na roinci-
los (li-
li
di
; ruan-
do projeelo n. 21
mesma adiada,
de Olivcira, ale que fo-M'lll
projeelos, olferecidos como
dencia ; c bem assim oaarligos 31, 92, 33, 31, .'I-
:I7 do orcamonlo provincial, adiando o artigo :i< i
ra dcpobque se discutir o projaelode credit
do ailiado o artigo .'IM pela bora.
Tratando da seuuuda dhjcuasgi
acerca das carnes verdes, licnu
reipicrimenln do Si. A
impiessus nsseijuiule:
emendas :
n Arl. I. l-'ira rescindido o conlralo celebrado
em vil-lude da lei provincial n. 27H nfo podendo a
rcschffo verilicar-se nulos de Irosmozcs depois da pu-
hllcacflo da prsenle lei,
Arl. 2. Alcom|delarn pra/o paraarc*i-isan do
conlralo osconlnladorcasei^ooln'hxados s toriiccof
ao consumo publico o mosmo numero do mes, que
l'Hn conlralo craiu obrigados a matar, aiiloiisado
o presidente da provincia a axcr qnanlo ao preco
c oulras coiiiliroes mais as inodillcagOes que julirar
oxlsidas pelas circumslancias actuaos, do modo ipie
osle .'enero nao falle ao consiiuin. l'unlit ll'iplislu.
" I. rica desde j.i rescindido o conlralo cele-
brado com o'joverun em virlude da lei provincial
n. 278 de ti do hialo de IK-il, lanndn-sa efleclivas as
imillas cm que liiibain incurrido os conlraladores.
2. o presidente da provincia, sol proposla das
cmaras miioicipaes,dairignan anuiialmenlc o i>i-e-
CO das carnes verdes; nao evcedeiido de 290(10 rs.
a arroba durante os seis mcaas de inve.....oSIBIO
rs. nos seis de vera; Rcando llvre a qotlquercida*
da.....-vi-irieio d'esla industria.
o Arl. 3. O governo da provincia dar os regula-
incnlos que foicm ueccssarioj para cvccucio desla
lei.
Arl. 1. Ficam revesadas lodas as disposieos cm
coiilrai'io.
" Paco da Asscinldi'-a legislativa provincial de
Pernamnuco 20 de abril de 1853. Manotl ./-
tonto Martin' l'crcira.
A ordem do dia de boje be a mesma de boiilein,
C mais a primeira iliscusso do projeelo ii. 25.
1'AliAA BAHA.
Pretende uilir com bravidnde o novoc
vcli'iro hinte Sao Jos(; dnsTuipnt : po-
n o cargo trolo-w com os comignoloi'iiM
na ni,i do Triiniclicn. lOprimeiroondor.
Pito o llo de Janeiro voiuiiiir com
i maior brcvidadeponivel o liem conlie-
cido patacho nacional "Valente", paro
o resto dn carga, etcravoi a IrctcepaMa-
rjeiros trata-se com o cnpiuio Francisco
icola'o deAniujo, no prnra do eoramcr-
co ou com os consignatarios Novaos &C:
nn na do Trapiche n. ."i.
O paladn Aniadt Feli; de primeira classe
podo anda n.....bcr 130 barricas a fele para o llio
liandc. para onda seguir em poucosdias: lam-
bem oflereca eiccllentos commodos para pnssaiteiros
oescravosi Irala-so noaseriplorio do Bailar & Oli-
voira, ra da Cadeia Vclba, n. 12.
Para o Aratal] sabe rom brevidailco hialc
Flor ilo Cnrnri/tc : quem qui/er carregar mi ir de
passagoin( dirya-ao a ra da Cadeia do Kecife n. ),
primeira andar.
1'araoCcan sabe afeo dia 21 do correle o
hialc .liigclica, por Icrosoucarreaainentopnunplo,
e si', recebe passaaciros: quem quior ir de passa-
gem, dinja-sea ra da Cadeia do Rccifen. 10, pri-
meira aunar.
I'rela-se para os pollos do mirle aleo Crar.i, I
lancha fiara Rtperaura, o lambem caneflani a frote
Iiara os mesiins porlos: a tratar na roa da Cadeia dn
lecife, luja n. a'.l, com Jos llias ila Silva.
Para o Pollo a gallla nacional SS. 'Irintlmlr,
f.iluicaila de novo, SOgUO o mais lardar al ao lim do
crlenlo me/.: para oralo da carga epaasagelros:
lrala-se un escriptorlo de V. da Cunfia e\' t-., rila do
Visarlo n. II.
Vende-so o ltale braaiteiroS./fMe'ffTi* 7Vr/Mi,
novo, leudo tollo ad uma vlagcm, e do eicdlenle
uiarcba. l-'oi conslriiido em Pollo Seguro eom loda
a pei'feicao, sendo suas madeiras Indas escolllidas e
da melbor qualidado. lisl.i fundeitdo em frenlodo
cae* do ColleL'io, franco a ser ciaminado pelos pre-
leudoulcs, que para o ajuste se dirigirlo > ruado
Trapiche n. 10, primeiro andar.
LEILOENS.
Ierra fcira211 da
ru i ,-ii> ile .M. Caineiro
orienle bavcia Icllin no ar
na na do Trapiche n. :w'
nriuciplandOi no meio dia em poni, poi um excel
loulO carro de nulas com lima p.ii'clba de lindos
cavados alaioes bons Irola loros e gordos; depois dn
que seyuir-se-ba oleilai de um rico piano do me-
llioraulor ; c de oulros muilos olijeclos que -o a-
cli.uan paleles, os quaas sern ontrcgues pnr
quer precn que for oflerecido, visto que se ni
r sabir o freiiue/. sem ser salisfacloriamenl
qual-
o del-
bem
Monsieur le rcdartenr du '-Diario de
Pernambnco". Li-s IVanrais domicilies
a' Pernambnco, n'ont point a se prectt
per pour le momenl: des liavardages
mensoiigers debites dnns une correspon-
ilanc- de volre joiirnal, un sujcl d'iiiie
ftedonnee par Mr. le cnsul deFranct
le psege cst si visible, l'inlention si trnns-
parente, el lu base ll frage? qn'clli
s'ecroiilera sous le epoidsdu compteren
dnnoni ecoiinaissuiscpieIonnepeul se
moipier d'une maniere plus spintuelle
que lie l'n faite l'auteur, en laisanl l'eloge
dcsonsnjet; nous ne nous en plaignons
pas: mais se dont nous nous plaignons,
avec loule l'enrgie dont nous sonunes ca-
pable; se snnt l epitbeles injiuieusi's
de Irene!ques, de soides, d'anarcliistcs,
dont nous sonunes l'objet, et rpi'a pu seul
raoliver un aitiele insM-e dous lo 'Libe-
ral" du 2 nviil, iirlii'
lous di'snpi'ouvt'S.
Depuis quand Mr. le redocteur, des
Inmunes qui vivent lioiiuorablemenl du
l'ruil de leur (i-avail, ou delcur industrie;
sonl-ils des unareliistes? Depuis quand
des Inmunes conniis dans cette vilt! de-
puisde longues alinees, ou ils y ont tou-
jOUrt rspede' les lois, et l'nutorile d'on
elles e'maiieiil ; sont-ils des frdntiquet I
Depuis qiiuiul sea memos hommes pela
eonsule'iiilion publique enlome el res-
pectent, sonl-ils des re'volutionaires !. .
eeu\ que l'auteur de l'article auquel
nous repondons, ottaquent ovoc tont de
mauvaise lo ? soni de liommes d'ordre
aimanl la pa\ par raison et par le
bonlieur qu'elle proeure, <'l avanl un
profond rsped pour le Sotiverain gouvernc leur Pajs, S ils en sonl tempe
raircmenl liloignes, leiin coctira patrio-
tiques boiidissenl d orglicd en SOiiffeanl
otix grandes chotes quo liles !___ et
que pcul la i re leur Potriel ilssonttou-
joiirs ("raneis par le sang ipii boul dans
leurs ardieres ; el I n'appartiendra pas
a un e'erivain salarie', de mentir impu-
nemenl; el de deverser le blamc, sur
les hommes qui vallenl mictix quei lui.
lieceve/, Mr. le lleilucleur etc., etc.
i\o dia 21 do correle vao a praca. a noria do
Sr. Iir. juizdo orplilkw, os prodios|seguinles:ra
Real, casa n. 33, 1909100, oulra na ra do Ouiabo
n. I, por S.vHHI rs., perlencenles aoa berdeiros do
uado padre los (oucalo, ludn na frcuuezia da lloa
Visla.
Aluga-se uma ama iUi easa, queco/iuba o dia-
rio, engomla li>o o cose bellisamanienlo de todas
as qualidades e modos: no becco da llomba, casi
ii. 12.
OITeroco-x' um caiveiro parlugaez, ja com
pralica bstanle de armasen! de Mancar 0 (le roa,
eom pralica decommercio para oulra qualquar cau-
sa : quem precisar piule aiiiiiinciar por esle Diario
para ser procurado, que SO dar lodas as informa-
rnos que fiueiii precisa-.
PO dio primeiro do renle me/.
de abril, desappareceu omoleque, criou-
lo, deuomcEpphano,dc I i para 15 an-
uos de dude, sceco do cor po, porm bs-
tanle peitudo ; levoil ralea de olgodfio
a/.ul eeamisa deeliila i("i\a coin lloicsen-
caruadas ; lem ollieio ilesapaleiro canda
Coleado, e por 8SO labe/, se inculque for-
ro : quem o apprebender, Icve-onSanto
Amaro, a casa do sen senlioi- Jos l'ereira
Viilliiin, ou ua ra de Apollo, arma/.eiii
de assueai- de l.eal liis.
Quem livor um proloou molequo que seja lid,
e (pieira alugar para o son Ico extoruo de uma casa
de familia, dirija-so a ra do Gollogio, venda da es-
quina ii. 25, que ah se dir quem precisa.
r'rancisco Josc de Olivcira, portugus, vais
Portugal.
Dcsapparoccu do lugar do RibeirodoMel 11 <-
guoiia o comarca do Mmociro, um oseravo de Alo-
vandie Maiincl lle/cira, de ame Heanlo, de An-
gola, (em do 30 a 80 anuos do dado, be de aliara
recular, denles limados e grandes, almona omisa -o-
bresahldo para fira, cara compeida, j.i lem bem ca-
bellos brancas, lem em um dos lados dn cara alguna
aignaesquo coalnmain Iraser da Ierra delles, bol-
eos grossos, nlbos grandes, nfto so expressa beni no
fallar, lem una nrelba finada, e as VOSOS lapa o
lito liutar, ccnsiiimna embrlagar-ao: levou camisa
eccroula de nlgodSoda lena, c lambem camisa de
alRodAoziuho a/ul. uma calca vclba de Ha, de lislra,
o chapeo volho nrelo: pede-so as autoridades poll-
riaes ocapIMea do campo que o pegnem para cnlrc-
.ir nesla praca 00 Sr. Auoslinbo Vielra taielbo, na
ra do Crespo', toja n. (i, ou no lugar donde (dio dc-
sapnarecou, que sera bem recompensado, Dosappa-
receu no dia 5 do crranle o foi onconlrado perio do
Hecife, o stqqioe-se ler loniado a cslrada de Sanio
Anillo.
Casimir laruier tV Companhla, relojoolroa na
na Nova n. 22, avisama Indas as pessoas quo lem
rcloglos para concerlar, de os viran buscar al odia
:lo do crranle me/, vblo que lem do acabar com
o negocio,
O iilrasn-iplii impressordo jornal /:V7in l'cr-
HamburanOt declara que a correspondencia reale
ao Sr. Joao Atbauasio Jlolelbo. pela (pial esle si
nbor meclianioii a responsabilidade, c em virlu,
dola fui condoinnado pelo Julio da primeira vara du
crinie qualrn mezes de prisao, foi |mr mim im-
preasa sem verdadeiro conheoiDienlo do que ella
conlinha de oflensivo ao pondooor c honra du rofe-
rido Sr. Molellio: que nao bnuve da mitiba parle a
menor intenego de oflender, mesmo porque enlre
noa nao havia o mnimo motivo de Inlmixide; e li-
ualnienlcque a condemna^Au ipie o julio mesu-
jeilou pruvdo (1*0111 faci uAo s commellido por
mim sem sclonciadomal,como cm raxRodo minba
icjlo social o do fortuna quo me sujeila u ser o
Com aul.iri-ac.in do Em. Sr. Prcsidenle ft
Francisco Antonio Ribciro, I). I.uiza Aunes de
Andtade l.eal, e Senborinlm do Asseca liilancourl
Leal do Rezcnde e rhere/.a de Jess Leal, lem aber-
ra cm sua casa unta aula de primdras leltras para >
sexo feminino, aoudo se eusina a ler, escrever, con-
lar, grammalira iiacioual.arilhiuclira, Araacez, in-
ole, c oulras quarsqurr facilidades, quando os pais
queiram mandar cnsinar, censiiiam a doulrius cbis-
l.ia, liorda-de seda.de marca, de insto, c escondo,
labvrinthoj, e oulras habilidades deagulba : as |>cs-
soas que so disnarcm honra-las, conflaiidc-lho suas
presadas filbinbas, liearfto salisfcilas pelo auctiieuln
ipic terao lano eincsludos, a ellas se applicarcm co-
mo cm ludo mais que loca a boa educaco. A casa
lem roimnodos para rercher do qualro al seis pen-
sionislas, c recebe meias ditas e enemas medanle
um preco ra/oavcl, c pdenlo ser procuradas na
na do l'ncuiidcs, n. 5. primeiro andar; quem vciu
da ribeirao segundo sobrado ao p do ilc vaianda
encarnada.
Na na Imperial 0. 31. precisa-so de seis ofll-
riaes do cliaruleiroc aprendiics, ou tiradores do
fumo.
Precisa-sc do dous offleiaes do cbanilciro de
(res por dous, da-so fumo lirado o so paga 280 rs. poi-
cada cont: na ra doVigarin, na luja de pintor o. 10.
Quem tiver para alugar uma casa
terrea no bairro de Santo Antonio, eque
eu nliigucl no exceda de ljOOO n.,
sendo em lina ra, dando o inquilino
bom liador, e obrigando-se a tratar da
mesma : a pessoa que tiver, dirija-sc a
loja do Sr. Figueira e participe, para o
mesmo avisar a pessoa que quer.
Prcrisa-se fallar au Sr. Joao Joaquim Rclicllo
para negocio do scu inlcrcssc: na ra do Aragao
n.27.
A pessoa cm cujo poder se adiar una lelra da
quautia da 2:50 liomcs llorges l'rbda, a favor de Jcronymo do Al-
boquerque Mello, queira aprcscnla-la na ra da
Golf, sobrado n. Bl, primeiro andar, para ser
paga.
II ahnino assignado, forrado a scuii para
Portugal por uccasiilo de molestia que o priva do
andar, com a mais puugculc dr so despede do sous
amigos por meio desle, que muilo mal supre a sa-
lisr.ic.lo que loria em ir pessoaluicnlc abracar a ra-
da um de per si ; mas espera da benignidade dos
mesoMa seus uuigos o desculpem de no cumprii-
niii dever que Ibc be impossivol, c que eonlcm coin
elle l como presenleiuenle nos uegurios quccslivc-
rem debaixu da possibiiidadc da sua gerencia.
Francitco Concito ila silra.
Desojarse saber quem be o procurador da easa
couimercial de Dioso Cokcbotl C." : aniiuncic.
Domingos do olivcira Prannos, subdito por-
liiiaio/, rclira-sc para Portugal a Iralar de sua
saiute.
(uilberme Purcell ral fazer, una viogem n
Inglaterra, levando cm sua companhla seus nous li-
nios menores de nomc f iiiilbei-me, o Helena.
Rcnlu Jo- Pcrcira relira-se para Porlugala
Iralar de sua sande; o deiva por seus procuradme-.
iinsSrs Jos Alaria llorges c Antonio Piulo de Ma-
-'albacs.
Mannel l'erreira da Silva llamos val a Europa,
o leva cm sua roinpanhia a sua seobora II. Alma
/uricb llamos e uma criada dneme Emilia c um
illio d.i mesma de (res anuos, ambos prctos.
Alauocl l-'crrcira da Silva Hamos lem de se re-
tirar para a Europa, e vende alguna dos seus cscra-
vos: na ra do Collegio n. 15, segundo andar.
Antonio de Pinbo, subdilo pnrluuiiez, relira-
>c para Porlugal, a Iralar de sua sade.
Precisa-so alugar urna prcla. |iara todo o ser
vico de una casa de |KHica familia, na ra da Cruz
n. 10.
Preeisa-se de urna ama do Icilc sem filho : na
ra da matriz da lloa-Yisla n. Iti.
Precisa-sc de uma ama de leile, preferindo-sc
setn fdbo: na ra dos Quailcis, n. 21, segundo
andar.
I'm muco com pralica de padaria. se offereco
para caiveiro de qnalquer una padaria, bom BSBlnt
qnalquer oulra negocio que o mesmo ontenda, o
qual da Dador a sua conducta: no caes do Ramos
.
I)-se diubeiro a jurnscm pequeas quanlias,
sobre penhores do ouro OU piala : na na do t jl.lei-
iciro n. lo. se dir quem da,
Precisa-so do 2 a 3000j000 dors. a premio
com saguranca: quem livor numim-ic.
Quem liver porco de callea, pedregulbo c li-
jolo quebrado, nuereiido vender, dirija-sn a botica
confronte aooilao da Igreja do Terco, quo adiar
rom quem Iralar.
OSr. l-'iaiK'M'o Antonio Duelo, fem uma car-
la viuda de lioiamiu, na liviai-ia n. lie 8 da praca
da Independencia,
Precisa-so de mu amassadur |iara vender |wo
com um prelo : na na Direila u. fill.
t)IIerccc-so para caiveiro um moro portiiuuez
para qualquer casa da nogocio, nipiaisabc dosom-
peubar o seu lugar, piiucipahneulc para venda :
quem precisar dirija-sc ao bm da na da Sen/ala
Velb.i, n. ti.
Darse &O00VO00 de rs. a juros sobre pcnborcs
deourooiiprala.ini boas flrjnas desla praca, pelo
juro que se convencionar, o pago niensalmcnlc:
ipiemipiizcc aiuiiiucie por esla fulba.
Alugn-SO um sillo na cslrada de Parnaineriiu,
com casa de laipu, o com grande |iorcao do arvorc-
dosde filelas: na ra do Passeio, luja n. I,
COMPRAS.
FIBLIO' A PEDIDO.
servido; o islo lano mais quaoto bao elles ami
dn bom o barato.
Qtiintn-feirn I do corrente me/.,
llavera' leio, por eonla e liseode quem
pertencer, no caes da nlfandega, de uma
l>onrio de massns ultimainente chegsidas
de Genova no polaca sarda "Principio",
sendo os lotes o voniadedoscompradores.
Thotnas do Aqoino Fonaeea iV l-'ilbo farao I
lao |M>r inlci'xcncao do carretor Mimiel Carneiro,|ior
uomoadh) judicial, de 1,101) sanas do familia de
mandioca, v indas do Itio de Janeiro no hrigoobra-
sileiro Aero, por eonla dos Sr. Joilo de Malln Cus-
a \ Coinpanbia d'alli: no dia 22 do crlenle as 10
luirs da inanbaa cm ponlu, un armaron de Anto-
nio Anuos, junio a escadinba da nlfandega onde so
acbam as inesmas.
AVISOS DIVERSOS.
.i"
pratef impor u n*f-
'riucni ncccsiJ.iJg,
Um. Sr. AccikhmIo a rccopriit do ofllciuila V.
S. il.iliido ilc huje quo aruni|tiHilimi m olijcrlw so-
eiiinlos, um riiv.illorusso, o tloii<4 b;irrU tic 111.111-
Icim, umita inule/a, cmilro dn franreza. rtin^tilc-
TStdo porV.S.bensile vvcii(n,parIici|H>a V.S. qucli-
Siici ciilroctic dos mesmo-s objecin para a ref>olo
elle* proceder na forma da lei.c que eslou seicule
diiiiiis'liieinedcrliiiaiio semniilei'ido,eassimIcnlio
res[>otii]liJ \'. s. Recite 18 de abril de 1853- Illa. Sr. Francis-
co Itaplisl.i d'Almeiila difiio milidelesatlo da fre-
mic/.ia deSan-Jos-;diiltcrifr --Ojui/......ijelpalnp-
plenlo da primeira \ora Francisco de Farias /sino*.
COMMERCIO.
PKACA IM KRCIKK 20 DE Altltll. ASI)
HORAS lA TAROK.
t j)lC."'S olticioi-s.
Cambio sobro Londresa 2 1|2 d. a *D J|ld,
60drv.
Cosuhvm ile iiisurar.
II.....cu l.ii.irlca 29100 rs. nur arruba
t abolso assicnado declara o:w sciibores pro-
priclarius de casas, inclusive o bnspilal da canda-
de, que s se rcs|>nnsablsi |>elos alucueis das ca-
sas onde moram os sous afianzados al o uliimo do
inoz correnle, e assim podem cxiiir dos incsmos
Iro liador, e do contrario obrem como melbor Ibes
coimcr ; licando cerlos, torno a re|iclr. ipio do I.
de maio ein diaule na palia aluauel de casas a nc-
iibuiu dos dunus das inesmas onde aclualineiile mo-
ram os seus alianead'M. Itecifo 20 de abril de
18.13. Jote Htbtllo l'ailillin.
t) leslnmonlciro. ou invenlarianle do fnado
Anlonio l'ereira l'inlu de Farias, queira dirigirles
au 2. andar du sobrado n. il da ra da Praia. alim
de rereber urna lelra do dilo tinado aceila |Hir Joa-
(|uim llnmiimoj da Silva Jnior, da ipiaulia de
: 1:i'Hl--:lMKI ii-is de principal fura os juros estipula-
dos, c noslu aclo patear ao aiinunciniilo a quanlia
(|ucdevia o referido Pereira Piulo, |m-I.i (pial es-
lava comouaraulia a dila lelraem man do aiiiiiiu-
cianlc, sendo ipie reunido ujuro ao ca|iilal dadila
lelra euedoda HMMIWiOO rasa, ipiaulia osla a !-
nclicio dos hevdairM ^o BSaMM l'cleira Piulo de
Parias,
Na nialriz da Uoa-\ isla lia cuiislaiilcnuiilc
Impressor responsavol du ficho PcrnoMbucoMOi Km
face da declaracan franca c evaelissima ipie levo
enunciada, teulio fuudada esparanca que o Sr. Bo-
ii'ibn lodullar-me-ha pelosnieioa leaos danenalida-
deii (pie fui ciindemmiilo; e ipie Ibe servir de in-
CCnlivu a i-so a i onsiiloracan de qiK' esse me-mo pro-
cesso eorrra < rerrlia c que |ior motives que se-
riam longos de enumerar mo me pude defender em
juizo. Kecife 18 de abril de 18.1:1. Impressor o
responsavel, Mmiorl lloitrigue* Pinhriro.
t) llr. I'ravedcs (lomes de Souza l'ilanpa de-
clara ao aulnr da correspondencia sem nomo, inser-
a no Diario n. 8">, que esla promplo a rcs|Hider-
Ibe.coni lano que se descubra.
AOS SENHORES CHAPELEIR0S E LO-
CISTAS DE FAZENDAS.
Avisa-se aos scnborcs rba|iclciros e logislas de
lazendas que na ra do Collesio casa n. 21 secundo
ailar, ciislc um rompilo sorlinionlo de rlmpcos
iiovos lano para boinem como |iara senboras e para
se liquidar, se vendein por baralissimos presos |wr
atacado ou em porejbos, a diubeiro ou a prazos con-
forme soroiivcncionar, lambem se vciulcm da mes-
ma forma alguna partoUM para cbapos como se-
jam lilas, courinhos, forros do papel, c de seda,
livcllas, plumas prclas e oulros muilos objeelos prn-
prios para fabricas chapeos, bem como um flriro
com dous vidrSfl grandes, proprio para cima de
li.ilcao : os pretndanles dirijam-se ao indicado .ni
dar que acharan com quem tralar.
O v apor brasilciro que ilcvc chegar boje 20
dos porlos do sul, poder receber para o Cear c
MaraubAo a familia de mandioca que poder car-
regar no espaco que Irntucr vasto, |wr frele igual
ao dos navios do vela : os prcleudcnles dirijam-se
al amauliAa 21 do correnle a agencia da compa-
nbia na roa do Trapiche n. 10, segando andar. O
agenlo da ronipanbia faz saber aos iiilcn-.sa-
(Iih, quo esla cvcepcAo de recebimeolo do carga
|h,r Trcle igual aos dos navins de vela, be lem-
porariamenle adoptada de accordo com o governo
ini|M'i i,il, ein ronseipieucia dos roceios que Boa Ul-
limos me/es se nianifc-larain nos ditas provlaelas,
e das probabilidades de nula secca, devcndi, nar
esla medida logo que dcsap|iareca o ulolivo quo a
Du adoptar.
Manuel da V........I.-Ai au jo, subdito de S. Al.
K. relira-se para fura do Imperio, deivanilo |wr se-
ii- procuradocea aoa Sra. BantoJoa Pemandes ll.tr-
Na ra da Scnzala Yclha, defroulc do Sr.
Martina, pintor, comprase lodas as qualidades d.i
ferros vellins c nielaos, assim como ourclos de pan-
nos linos e ensenaras, o inulnmhos de lodas as qua-
lidades que servirem para fazer papel; assim como
cabos \ cilios, lonas; etc.
Cnmprani-se escravos, o vendem-so, rcccliein-
se de cuminissa, lano |>ara a provinria como para
fra dola; na ra dos Ouarlcis n. 21, segundo an-
dar.
t^ompra-se escravos, vendo-so, c recclw-scdo
commissao, lano para a provincia, como para ua
della: na ra Vclba n. .V).
Na ruado l.ivramenlo n. 21, compra-so ticu-
nas de cia, c pasa-sc bou conforme a qualulade das
mosDias*
Compra-sc e vende-se escravos, e rerebe-sc de
coinmissrio, lano para a provincia como para Tora:
na i ua das l.arangeiras n. II, segundo andar.
Cnmpra-sc um esclavo de I i anuos para rimn,
nac leudo vicios: lrala-se na ra Ilireila n. "i.
Compra-sc cITccIivamcnlo papel dlarlns.aSfsWI
rs. a arroba : na ra larga do Rosario n. 1">.
Compra-ae urna casa larrea que nao exceda de
HOIROOO rs.: quem livor c quizer fazer esle negn-
i-in, anuunci uu dirija-sc a na Imperial u. 53.
VENDAS
Vendc-se nina cscrnva, crioula, de idade do 20
nos, co/.nba ceosabiia, sem vicios nem achaques:
em Pora de Corlas, roa do llrum.defrontc de lun so-
brado novo, caso lenca sem numero.
Vendc-se um oplimo cabrinlcl cnlieclo, com
lodos os seus arreios o cavallo : na Iravcssa da roa
Helia, .... Iirii.i son numero.
Vende-se a posso de um leipieno sitio, com
frenle para a Snlcdade ; lamliem se aluga romo eon-
vler, no lugar chamado Campo Verde, junio o si-
lio do Sr. hispo; a fallar na ra da l'raia n. 37, que
so dir quem faz esle negocio.
Vendc-se urna escrava de lodo sei viro, e mui-
lo boa ciisnhoadeira : na ra da Viraran n. i-i.
Vcndo-se malc da primeira qualidado o muilo
fresco, chegadn na barca .Sania .Mara Hoa Sorll,
podras do amolaron pequeas e grandesporcoes, c
sal do Ass, ludo por i-m-.-.i muilo commodo: na
ra da l'raia, masen) n. 37.
Vende-so una uegra, crioula, de 2ti annos.quc
rozinba o diario de urna easa, o lava do sabio: ua
ra do Brum, dcfronlc de um sobrado novo, casa
terrea sem numero.
O visconde de Cniaima vende o scu cslaboleci-
mento na cslrada do Ilelm, que se compile do um
urando silio que lem de rrcnle 200 bracas ou 2,0t>
palmos, com sobrado de vivenda, egrauderasa para
familia, com duas cocheiras, solala, cslribana, o
Iros armazens; c mais raw terreas o abarracadas,
proprias para so alugaron por ron n uma cneni-
/.illiada de qualro asteadas, Ires lauques emdiffc-
reulcs lugares, um lauque aber o, oulro coin (cilia-
do, e oulm tanilK-n, con. lelba.. e fochado com, pa-
roles e iiorlas. Iros cacimbas o todas do agua oplima
oara so beber, alein do oulras cacunlias as casas
para se alugar, quintal grande de muros, eom |x>r-
lo, e mais oulro para galinlias, c oulro |ra piir-
crw lamliem de awrua, o iiniilos oulros cominodos
para grande familia, o qual sitio vendc-se ou Iroca-
se por predios urbanos uu rsticos, em Santo Aulonii
ni llua-Visla.
l'AIIA 1)1 EM NAO COSTA DE I Alt I MA DK
II AltCO.
No hoco largo do Kecife u. I, seuuiiilo aiida,
iicuiiliaiao a mais superior rarinba da Ierra, emais
nova que be poashel, era saetas u por pnea raaoa
v,-l; liepuuc.i ese i-i.i .i.alialldn.
Vende-se um pelo de idade 2U anuos, bom
MUTILADO
____


>*)** ***!.. av
A,
DAURORA
(.. KIAKK A (..
tetpdlniamMil annunriam que ae seu asanse es-
tabetaclaiealo ou Santo Amaro, continua a fabricar
ruin ee niachinismn para o uto do agricultura, navaga-
d.u e inauifacliiru, o que para manir cominoilo ele
..cus numeran fregueses c 00 pilUic.......geni, lem
berta i'iii mu ilus grande! armazens dolar. Mcsqui-
l.i na rua do llrun, aira/, lo arsenal de marmita,
un
DEPOSITO I)K MACHINAS
riuisliuilas no dilo seu cslabclccimcnto.
All achuran os compradora un roinplclo surli-
oirnlo de modulas de raniui, rom lodos os melhu-
i.inifiilos(algUBS driles uovos coriginacs^ deque ii
rxperieui'iadc niuilos anuos lem moslrado a ncres-
siilado. M.n liiiii- de \apor de baiuie alta prsalo,
laisas deloilo lomando, lano balidos eoluo rundidas,
tarros de uiii e dilot para conduzir formas tleassu-
i-ar, marliinas para moer inaudioea, prensas para tli-
lo. Tornos de ferro balido para farinha, arados da
Ierro da inais apptnxada construcran, fundos para
alambiques, it\o- e parlas para rornallias, e nina
iiilinidade de obras de ferro, que serla enfadonbo
enamorar. No mesuin deposilo existe una pessoa
inlolligeiilo c babililada para rereber Indasascn-
niiiiiiendas, ele., ele., que os aununcianlcs rniilan-
dorninacapaf idade de inai ofllcinM e marbiiii-mn,
e pericia de sou-.iillii-iac., se ciiinpinnicllcui a lser
eiecular, rom a niaior prstela, perfoicao, a exacta
t-unfoi-initladr con os minelos ou deseubos, e iislrur-
i-Oes que Ibe forem fariiei'idas*
.".E.-S

OS
i
i
SJ
a
GANTOIS PAILIIETE A l'.OMI'A-
NIII.V. g
r.iuiliniia-se a \euder no deposilo i:eral da
roa da Cruz n. ,"i2, o escolenle e bi'in con- ca)
reiiiiadn rap arela prea da fabrica dean-
loli l'ailbelev Compaullia, da H.iIii.i. iin
m andes cpci|ucuaspuri-cs. pelo pici-iie-lalic- A
leeldo.
c-.':;;s88**^.'-.-' ::::':::
HOll I.AFI F.CTI-I v.
" hmm mloriuxio por deciiio do eoiuelho real
t atento iiiiH'rial.
o. uiedii'os desliospilaes reeoiiimeiiilam u arrobe
I alVeiicm, ruino sendo o unico aulorisado pelo go-
vornoe pela Real Soclcdadc de Medicina. Este mo-
ilii-ainenlo d'um goslo agradavel, e fcil a lomar
i-iii -errlo, esbi ein uso na mariuba real de-de inais
lio 'iU anuos; cura radiralineule ein poueo lempo,
cum punca despe/a. sem marearlo, as all'orcos da
l'elle. iinpingcus, usctinscquciii-i,is das sarnas. Ul-
cero, e os arcllenles dos parios, da dado critica e
da acrimonia bcredilaria dos buiiures ; convein aos
ealharroa, da besiga, as conlracraei, e rraojueu
do- urgiios, precedida do abuso das iuucccios mi de
sondas. Como anli-s)pliililico, o arrobe cura em
punco lempo os lluvns rcenles ou rebeldes, que vol
x em incessanles sem cousequeueia do enipreuo da ro-
paiba, da ruliebu, uu das injecces que represen-
laiu u virus sem nciilrahsa-lo. O arrobe Lairecleio
I.....-penalmente recoinuicndado contra as doeucas
inveterada- mi rebeldes ao mercurio e ao iudurelo
le potasio. Vende-se em Lisboa, na blica de liar-
a!, e de Antnuiti Feliciano AI\o. de A/evedo. pra-
>;a de l>. Podro n. 88, onde acaba de chegar ulna
grande porfi de garrafal grandes e pequeas, rin-
das ilireclamenlu de Paris. deca-a do Sr. Itoweau-
I ailecleiiv 12, ru Rirhcv ii Paria, O* formularlos
ilain-se gratis em casa do senle Silva, na placa de
I'. Pedro u. s. No Porto, em can de Joaquim
Arauju; na Babia, Lima i\ limaos; em IViuan-
buro, Sonni; Rio de Janeiro, Rocha ,\ l-'ilbus, el
Moreira, loja de drogas; Villa-Nova. Joan P.....ira
de Mogatos l.eiie; Rio-Grande, Francisco do Pau-
PASTILHAS DE SOUIAI
Vcgetaes contra as lombrigas.
\ppruvaila- pela junta CCHlrol de liyStiOllO pilhli-
rao preparada- por J. M. Soullie. [mar lliaccu fleo,
memoro Ulular da academia imperial de medicina o
l.i socieilade de iilinrmaciii do Km de Janeiro.
il nico doposilo verdadeiro de-a- paslilbas lio
belccido pelo ine-iim aulor ua Indica do Si .Jo '
VendeujMc IuIkkis de pinlio lnr>i
ga la Succia, costado, rostaginho, as-
soallm o Corro para fiiinlus de liarri-
cal: cDiuciito as barricas c as tinas,
remos de filia, oleo em botijas : atrae
do Tlicatro Velho.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Niste cslablecimciito corilinin n lia-
ver uro completo sorlimcuto do mofli-
da e mcias moendas |iara cnpenho, nia-
cliinasdc vapor, o taivas de Icri-o hatillo
e coado, de todos os ta maullos, para
dito.
d.iKi
tono.
Iliv
, tira i
inilil
lia Pai allos, rua Uireira n. 88. em Pcrii
le iiiuilo lompoa arle
e mu ineilirameiilo ip
ianeas sujeil
i- qilc
liad
, mole-lia-ten i
mulo iitu graud
Ral.....beiro d
medir eslava a pro-
B rbsse racllnicnlc ad-
s s molestias vernii-
'oiiibl/ein lotlnso- lii.i-
a dolas.
nlhelmlnUcos ompregadm
admi-
upiar-
alebiije erain oalrM lauto, obstculos
ni.liaran i por laso eremos ler prestado am grande
-ei-virit ii liiimanilaile, a pi iiicipalnienle aos pais
de familia, anmiuciauln-lbos ..... veiniilu-o, de-
liaivo da furnia de paslillias, sem rliciro e sem -abor.
que uoaMM a accao a inais enrgica como aiilbel-
iniilico vermicido contra as lombrigas Intestinas.
Ijombrigat, oxuMrae, e/e., ele.)
\ iniii|h.ic.in das pastiitia- le puramente rege-
liil. Oiianilu em IMafiemoa I tal preparara.....-
livemo- l.lo cerlo da sua accao vermicida que nAu
besiianios mu Instante em experimenta-la em ims-
-o- pronrios lilbns antes de a fa/er conberer : o ef-
iciio lu espantoso, o logo que os lloslres pcofesso-
rasdo Itio de Janeiro e das inais pruviucias do im-
perio a eoiibecei.ini, nao iliividariuu empresa-la em
ludas as inobslias veriniuosa-.
O elleilo deslas paslilbas be Mocarlo que nin po-
de baver a menor duviila sobre a sua eflieacia. co-
mo consla das opinioes de milito- illii.lie. luediro-
queabixnlranscrevemus. Cuinludo, comn as en-
ancas estn sujcilasa unirs molestias rujossvmplo-
iii.i. san quasi us inesmns das molestias xerniinosa-,
aioiiselliaino-. noSCMOl -laves, de riiiisullar um bo-
ineiii da arlo antes de ailminisliar as ditas pasli-
lbas ; uauqiic ellas possam produiir algum man cf-
leilu, porque na sua cninposico nada entra de im-
eivo ; mas porque peusanios nos <|ue n'aquelles ea-
.o. in-avo- nao deve ailininislrai-se remedio algum
einipiaiilua mnleslia nao be perfeilatenle diagnos-
lic.ula.
A d Ase das paslilbas be a segurle :
linas a seis paslilbas em jejinii, para as erianeas
de Jali anuo-, auiiiueiilandoa di'ise gradoalmenle
-t-mnitloa idade. Dedczadoze paslilbas pu,i ,,.
ailnllos, equmiea viulc para as iiessoas tic ;l an-
uos para rima.
lle|iele-so a mesma die Ircsdiasa fio, c i
lo da |wde-sc dar un purgante de oleo de ..
.\. II. I'otle-sc aiianienlar a ib'isc das paslilbas
semrecelo de pnduitrlrrllaeax)alguma as via-di-
gostivas; eae algnmai vc/cs mo ba lombrigas ex-
pulsas, pude-si' e.lar carie ipie lodo c ipialquer
vinpttima tle molestia verminosa lem desapparo-
t ido. Scgliem as o. allealadoi de dill'crenles m-
dicos.
MOBILIAS DE FERRO,
ionio tejam, cadeirai dediOerentci mol-
des, mesas etofa'g, linio do inais inoder-
do gOSto, viudo de Taris: vende-sena rua
naCru?, n. 10.
Vende-te por preco commod.....n piano inalcz.
em bum uso : na rua Nova, loja do Sr. Koberlo.
TAMANCOS.
\ onde-M lamancos de (Vira, tanto para bomem co-
mn para senbiira e meninos, a Indo proco, dinbeiro
ti visla: na |.ia..-a.la lnde|iciideiicia n."i:t c 15, loja
do Arantes.
CALCADO FRANCEZ E (NGLEZ.
Vende-se na loja do Arante*, eal^ailo rccenlcmcii-
lo Chegado, lano para a cslajilo invernosa, como
para o vcrAo, scnilo de bomem, senbora o meninos,
|ku- inais barate prero do que em oulra qualqucr
liarle, eom dinlieiroa visla niio scdcixa sabir o fre-
ale/ sem que nao va sen ido a son desojo: na praca
\ *.....le-so um joao tle malas em meio uso, |K>r pro-
co eommodo; na rua Nova n. 7, primeiro andar.
CODERTORES l)E TAPETE
Esrurus para cscraxos, a 9(10, IgOtW c IstiOrs.:
na loja ta esquina da la doCres|H> quo xolla para
a r.ol i,i.
Madama Millocbau Itucssartl jiarleeipa ao.
seus freuue/es que peln Conlf liuger, ultimo navio
t-begatlo to Havre, ella recebeu um lindosorliincn-
lo tle rnmeiras e rapulinhos de dito; vestidos
tle bloutl rom babatlm rieiw ruin calieni.....nianla-
|.ara uoivas, ililti- de baile; flore- linas para cabr-
ea eenrolles, rapetlasda uadt.....va, espartJUMs de
tpialitlade Ml|M'i un. enleile, de talieca, llllbaiile-,
loueador, naneas de seda para eslidos; bieos Illas,
bloiitl. amdlia. lian. i/a., rer,./, ole. e liiai- l.i/in-
da* 1(111- se vender.....uil.i em i-nula.
leoospeciGco paro curar a casjia o con-
srvalo cabello, continua a vendar se na botica
da rua do Kiingel D.M, n 040 rs.caa vidro.
(?, MOENIIAS PATENTES DE A. EE. \ff)
K HE MOKNAV. fo
W> Em rasa de llolbe i Bidoulac rua do VI
i*) Trapiche n. 12 arbiun-se eonslanlemen- (sf>
f> le a venda MACHINAS 1NTEIRAS E X,
MEIAS MACHINAS de x.uins lan.anhus <&1
X desla ronslrurraft. Eslas MOFADAS lem ,
a v.uiia-jem tle cxlrabir das rannas, |mr j'
cj cima tle 15 l'OK CENTO maiscaldo duque
V as ordinarias, rom a mesma forra molrii. ,>
Acliani-se landiem na mesma casa TAI- W'
A XAS DE FERRO de mndelln superior, e im
^ ARADOS TODOS DE FERRO da acre- JL
fi) tlilada fabrica de RANSO.M E MAY. tjj'
4 ?.\*V^^ *i *v *v v****^ ^
XVepoiito da fabrica de Todos ou Santo* na Baha.
\ende-se, enieasa deN. O. Ilieber t\C, na rua
da Crol n. 1, algodaO Iranrado d'iupiella fabrira.
inuilo proprio para saceos de assueare roopl tle es-
travo-, por preco eommodo.
Agencia do Edwin Miw.
Na rua de Apollo n. (I, armazem de Me. Calmonl
Si Cumpanliia, acha-se cnnslanlenienle bous surt
menlos tle laixas tle ferro coado e balido, lano ra
-a c.mi" fundas. iniH'iitlas iueliras Indas tle ferro pa
ra animaos, agoa, ele., ditas para armar em mador
ra tle Indosm tamauliose mndclososmais niuileino.
iua borisiitilal para vapor rom loica tli
fcaxallos, cocos, passadeiras de ferro eslanliadi
i. tle cn-
anto ein
ii barato
u eravos
para ras-i de porgar, por menos proco que
ble. escovens para navios. Ierro iludo/
barras como em arcse folbas, e linio|
l'reco.
Itcnieilio especial para lioubos
soceos, continua a ventler-se na bolica ta roa do
llariiol n. I, que fui do linado Sobaslio Jos do
Oliveira Maccdo.
Vende-se viuho da Uadeiro do superior qua-
lidadcemquartose oilavoadenipa, porprc{ocom-
mudn: utiarma/.em de N. O. Ilieber &Compauhia
na rua da Cruz. n. i.
Moiiihos de vento
eom bombas de repuso para regar borlase balsas
de eapim. na fundicaO de I). W. Hovvinan : na rua
to llrumus. ti, KelO.
A 5,000 ra. pequeos, o 5,500 rs. grandes.
Veuilem-se chapeos tic sol de seda Inglesa de
superior qualidaile, pelo, preces cima : na rua
doCollegjon. I.
Veiidem-se reloj'ios de ouroe pra-
la, patente lglez : na rua da Sen/ala
Nova n. \'.
Taixas para engenhos.
\a fundicao' de Ierro de I). \\ .
Bowmnnn, na rua do Hi'iiii,, auan-
do o cliafuri/. continua liaver um
completo sorlinu'iilo ile laivas de Trro
fundido e batido de 3 a S palmos de
bocea, as ntiaes nclinm-aea venda, por
preco eommodo e eom promptidao :
enibarcam-se mi carrejram-seem carro
1 ii
sem despeza ao coinui'ador.
rilTASSA Sl'PKRIOR
Nenilem-se por prero nuil to Com-
tnoilii, no arma/.em n. 7 de ces da
illfitndeea, de.lose Joiif|uim l'ereia de
Mello, ou no cscriptono ile Novae* cx-
Companliin na rua do Trapiclic n. .".
Veuileni-seeni ea.a tle Me. Calninnl e\ Com-
pauliia. na praca do Corno Sal.....II. OSCguillle :
viuho tle Marseilleeni caixas de 3 a Sdazias, linhas
ein noveUos eearreleis, brea em barricas mullo
grandes, aro de milaOsorlido,ferro ingles.
Em cata de .1. Keller & Compan-
ln.i, na rua da ('.tu/, n. 55, lia para
vender dous excellentos piunoi lories,
de una das melliines fabricas, e CUO-
jjndos id ti mmenle da Europa.
AOS SE.VHORES DE ENC.ENIIO.
O arcano da invencao' do l)r. Eduar-
do Sinlle ein Berln, empregado as co-
lonias inglezas c liolliindeza, eom gran-
de vantagem para o inelliorainento do
assiicur, aclia-se a venda, em latas de 10
libras, junio eom o iiielliodo de ompre-
rjll-lo no idioma porliij'ue/, em casa tle
\. O. Itielier v Companbia, na rua da
Cruz, n. .
Veiule-sc superior Cal inlta de man-
dioca de Sania Calliarina : a bordo da
barca Firmeza, otl a tratar eom .Manuel
da Silva Sanios, na rua du Amonta n. 50.
Vende-se cerl de carnauba, |u iini ii.i surte, a
69000 rs. a arroba: na rua daCadeia do Retiren.
10, primeiro andar.
Vende-se gemente! de todasasqua-
lii hules de I toi'l altees, j un lamen le ervillias
de duas (iiinlidniffs, leijao carrapato de
Ires qualldadeS, e SCmcntes de llores as
mais moderna* que ha no mercado: na
ruada Cruz ilo Iteeili', arnia/.cni u. V>2,
de Mari i ns i\ Irn-ao
\'eiide-sc superior pataiia braaileira
mnilo eommodo : a Iralar no arma/em i
ta alfandega, de Jota'- Joaquim Pereirn di
no i.ii iplorio de NoxaestS Oimpauhia, na
Trapiche n. 31.
CBAKDI FABRICA DE CHAPEOS DE
ROA DO COLEEOIO N. 4.
J. Falque n schHite ao respeitavel publico d
Pernambiicn, e em particular aos seus ffegueses
que acaba tle rereber de Paria, rninn tlu Rio tle Ja
ueirii, ta fabrira de Falque Irnias, um lintli
completo sorlimenlodocbapcM
pauiinbn. lauto para boinen- i
lentlo para os pruueiros um en-
chpeos tle sol eom cabos iuleir
que lem vindn em caricalurasd
ua, ele. ; uraudequanliilado di
ein pera para rtihrir arnuciVs servillas, as que for
de ferro, envernisam-se que licain nnvas; baleias
lamas, eslreilas e de aro para esparlilbns e xeslidos
tle senboras, bengalas bonilas ; rnlu o--r e concer-
la-se liHlaequalqiierqualidailede chapeos de sol:
lodos os objeclos cima mencinnado x emleni-se em
porcao e a relalho por menos preco que em oulra
quaquer parle.
RAPE PAULO CORDEIRO.
Vende-se por preco milito eomuiodo,
a ii. 7 lia rua da Cadeia do Recife,
DEPOZITO DE CAL E l'OTASSA.
No artnazem dn rua da Cadeia do
Recife n. 12, lu milito superior cal de
Lisboa em pedia, assim como potasen
ebec/nda iiltimamente a preeos multo
i-a/.oaveis.
Vendem-se i-elogins de ouro, (in-
tente inglez, os uelliores que lem viudo
a esle mercado, e do mais acreditado
fabricaiile de Liverpool: em casa de Itns-
si-l Mcllors ,\ Companliia, na rua da
Cidria do Recife, n. 5(i. #
Vendcm-sc saeeas 000) farol los, a 35500: no
arma/em n. I do caes da alfamleua.
Vende-se lencus c lualhas de lahxrinlho; cho-
cadas iieora do Araealy.|ior procos pralos, o lilas
lelo preco de latiOO rada par: na rua da Cadeia do
Hecifc, n. 19, primeiro anclar.
AO BARATO.
Na rua du Qucimado, loja n. 10, lem para ven-
der-se macos de meias de cores para bomem, a 19000
rs. o maco, lencos de cambraia eom bieo, a 280 cada
......esleirs da India, a iflKOO, e oulras facndas |r
prcros moiliros. '
SALSA Di: SANOS.
Cheuoiinova remossa para a bolira tic llarlholo-
ineu l-'i-aneisco de Son/a, na rua larua dn Rosario
u. :U. Esle remedin nao precisa tle clonios pan
ser conhecido. pnis que sen cunsumo he a pruva inais
evidente de sua bundaile.
Vende-se pnr prero eommodo chapeos de |>ello
de lslma, ditos de palha to Chile urandes c pe-
queos, liuns e urossos, liuha de rori/, e oulras miu-
ile/a. qne se aehain pllenles aos conipratlores : nu
escriplurio de Novaos ev (amipanhia, ua rua du Tra-
piche n. :ti.
Vende-se no armaiem de N. O. Ilieber A ('..,
rua da C.ru/, n. I, rariic de porrn salgada e de vac-
ia, em barris, e de superior qualidatle, por prero ra-
/oavel.
Vendeiii-se Yinlio de cliampaj'iie
legitimo, e de tiperioi' qualidade : em
casa de Keller &C, i'iia da Cruz n. 55.
Oisss.
Vende-se eesstiem barricas, cheuatlo iillimamne-
le:cm casa J. Keller A Companllla, na rua da
Cruz n. 55.
A 500 liS. A VARA.
Ilriin Iranrado bramo de puro liuho. mullo en-
rorpatlo: na loja ila esquina ta rua dn Crespo, que
rolla para a Cadeia.
Veitdent-ge vaquetas de lustre, para
coberta de carros : na rua da Sen/ala
Nova ii. V2.
Vendem-se oleo de linliacn em bo-
tijas de 2 e meto a 5 jpilo'es cada urna :
no artiia/.eiu de Manoel da Silva sall_
tos, na rua do Amorun, ns. li e 58.
No arma/.em grande, del'ronle da
eseadinlia, se vende saeeas de facililla de
mandiocaj lina, a ,,500 a sueca.
Na polla da Allandcj'a arma/,em
11.20, vende-se oleo lie linliaca, em por-
co'es a vontadfl tos compradores; acode
inilao', cliumbo do niunicao', e saeeas
eom farcllo a V.000 s.
Vendem-se lonas, brinzao, brinse meias lo-
nas da Russia : no arma/.em de N. O. Ilieber i\
Gompanliia, na rua ta Croa n. 1.
ATTBNCAO.
Vende-se huincha tle soda iiiuil
ilimiinilo prero de SgSOO a caixa :
Rosario, uibcrna n. 21*.
Vendem-se ns verdadcirossellinsinglexes, pa-
tente, de mola e somella; narnadaSenia la No-
van. 2.
DOCE IH-: BACOBV.
Chegou recenl........de do .Mar.iiihan una poqnona
poican de.ledolicado doce, u melhor que ha, lauto
pela sua ovcollonlo qualidade, cuino |mr conservar-
se por inuilti leinpn em perfeito eslatln: vende-sc-
em casa de Fnnlei\ Irmao, na rua ta Cadeia Velha.
NIMIO DE COLARES.
laii liarris deselecm pipa, vende-se na
rua ila Cadeia do Recile, i>
andar.
TAMANCOS FRANCEZES
MADEIRA.
Acaba de cliej'ar ao mercado desta
|ioreo ileslcs lamancos de
i. I fio leves e conmnelos que
pareeein ser feitOS do couro o mais fino
e delicado, i un lem ca lea r-se eom snalos ou
C lHrr r ^| C = O O "6 c 3
ililf fflll-
c 5 = .
|18if.
ai 2 = .-
r-c-.
'2=8 = .
4F-
mi
= I 3
i; I
-E.
. TU
- ,
5 =
:
se
.=:
i

siqieritir. pelo
na rua lama do
iS, primeiro
TUDO di:
lll
praca, unta
nova invenc
I""
c porque preco se vende estes
i por 1,001) rs. cada par; nao
mais barato : as pessoas que
(pie
por prero
i. 7 to caes
Mello, ou
na rua do
SOI.,
le sol de seda e tle
uno |iara senhoras,
Ibitlusol'liiilenloile
os os mais lidos
crsas, ditos tle can-
das e paiininhiv
na loj
de Antonio Lopes Pereira de Mello & C. ,
adverle-se que be clie;ado pelo ultimo
apor.
atten<;ao'.
Na rua tlu Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia, vende-se panno fino prelo, a : 58000 c GgOOO rs. o covatlo, dilo verde mnilo bom,
a :fcO00 e 18000 rs., asul, a 2S00, :ig000 e -18000
rs.. e nimio superior, a 58500, lencos de seda bran-
cos do. inai. lino, ipii- tcio app.u i-riilo. a 181100 rs.
cat!a um ; ha lambt-in um lintlo sortiinonln de case-
miras de cores e prclns, solim preto, sa rja hcspanlio-
la, e oulras militas fazendas, por prero rominodo.
AOS FARRICANTES D VELAS.
Veinle-so ivra lerMin.Hiba, e iri\a lu Itio lltf imiil*)Mi|)t'ioi, c pin ntniiMHlo pivro : no ar-
niannideDi AiHlradfl \ (i. rua da i'.iut, con-
famleo duuVin. 19.
Vude-M timtsn.no, cabra, da UatfededB a
30aniHK,tiln boollaflgura, aam victo ueuidaWloi
na na da Aurora n. 'Ai, |iiiiit'iro anda.
Vend'--!' nina csna\a, tiiotila, ili* iSanim- tle
i.l.nli', rom Ulna MIIi-mIc h iiK'/ts: na lu Helia
n. Mi.
em cues;
(imneos,
pode ser
(luizerem, vSo n rua Novn n. 17
icIiii'h) di* qualquei' lamanho.
Nciidr-sc minio superior farinlia
de Santa Gitliai'ina : a l>oixlo ilo brizne
Sagitario*
Vende-sc mnilo superior fnrinlia
em saeeas, mais barala do <|ue em onda
qiiabllier parle: na rila (la lYaia, ai'ina-
/em decanten. 10.
Vcutle-so f.irinha sujrerior la Ierra, medida
vcJtia cognlada o oni uceas- dita de8. Mailieus da
iiK'llion|iii' leai viudo a cala mercado, emaaccaade
.ili|in'ii o a relalho, dila da la\ada, ludu por preco
mullo eommodo na rua do Rangel aima/ein u.^fi.
ULTIMA MOMA.
Na rua do GfWpo n. \), vendi'-sc corles tle rmn-
braia braiaorgaody, multollndoa padrOei i 3e3f5O0. v
ellaa fi rmity.es antea que ae aeahein, port-pic he su-
perior peehiueha.
Vende-ea mullo aupcrtorcera porc^oc a relalho; ua rua da Cadeia do Recire, u.
:t, primeiro andar.
Vede-M'rrles de eassapiulada, eom oilo jar-
das, pelo diminuto prero de l>(i4M>, e o comprador
comprando de del eorlc-* para rima, se Para o ahali-
mt'iiio do cosame: no alano da Moa Visla, loj
ii. IK.
M1CANGAS, COMAS, LAPIDADAS,
CRUZEaSE VEBONIGAS PARA
ROSARIOS.
Vende-sc miranuas, eoutas, lapi.4, eruzes c
ras, linio proprio para rosarios corffs, isd
rerenlesi|iialidades: na merma lt>ja rima.
Vende-se ou arreuda-se o engenhn 'I
plio, disimile desla prara duns letiuas e meia, nioen-
le c correlo, rom hoas mallase Ierras de plantaran,
hoa caso dn \\emla, e animaos do roda: os prclen-
leulcs, dirijam-sc "' lorceiro sohrailo da rua do
Tai: lindes.
Vende-so cinta raSM niuilo l.trua, cor lia ede
ptimos desenhos a -J(Klrs. o eoxatlo, odlas ilomes-
liraspor seren oscuras, hom p,imi SfiOO e li> a peca e o eovudo a IliO, risrmlos de li-
ndo n a.0, e meias casimiras dealuod.lo, ptima fa-
leoda para la/.er calcas ueste lempo, a ''Jt rs. o co-
\ado: no aterro da Hoa Vista n. 18.
Vende-sc una rrioula propria para muraiuha,
enpiinma, coziulia c cose, dcmuilo Iwa conducta:
na rua Velha n. 55<
PARA CIGARROS.
Vende-se duas urohas de |>a|cl de diarios: na
rua da nzala Velha, laherna n. 1.">.
SaUoalUI o ad\o^ado dos orpliAos ou uuii
I ira lien do pruecsw nrphanoloico, adaptado ao Wro
irasileiro, para o uso dn- juize#, cscrivAes oadvo-
gados: vende-se por ;t5K)ll rs. na livrari.i n.6cH
da praca da Independencia.
Vende-se suecas eom la rio lia da
Ierra, e saeeas eom mbo : a halar no
Trapiche do Cimba, ou na tejan. 2(> da
rua ila Cadeia, esquina do Becco Laryo.
Vendo-se um mulalinho minio lindo : na rua
da (iitia n. (i. secundo andar.
0 ") A
coni-onioao Kosario de Sanio Antonio, contina a
vender txiluihos para cha sempre frescos, e de 12
uu mais pialidades, per si ou misturados, e anuid
sendo dos mnilo BM8 cliiM-olale- fraurcies.
Vende-se nina mulata de IK anuos de idade
,i qtial sube lavar, enytiniiuai, colindar, fa/er dtH-e
m 9 _^, lis*
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AO BARATO, FREGUEZES.
X.-i rua to GrSHN) n. II, vcn.lc-sc sii|eior casal
IrancesaaiMO, 380, 980, e 890 rs. o covado; ohlla
Irancan a i). M0, S609BO is. o covado ; pee
de chitas liu.-i* corea lix.is, a ,v%V)0 r. ,i pora, i
100 rs. o covado; riscados franeesM eom t puisiot
tlp largara, a asi o 330rs, o covado ; c oulras.....i
por menos prero to que em oulni tpml
nona
HOMEOPATHICA
A l.\S CRUZE8 88.
'm pli'irmiirriifir'i oppnt&O
i.......tu possoe lodosos mo-
agora ospornieiilados. lano
o no HrnsM, c prepannlos pc-
iiiM-nrao tlu llr. -Mure.
lubosat 160. por procos va-
8 tu
Dirigida por i
Esle rslaheli't
d raimlos al
na Europa eom
lasmaebtnasdi
Cartelrasde I
rlavois, eonlornM) a fiualitlatle das
ipiauiiiailc tos remedios c sua
tlMiaini
i.'illlMI lS.
IMA CARTEfRA eom ..s >\ prineipacs
remedios homopalhicos e3 idiras difieren te-,
indispeusaveis para os principiantes que se
nuixerom convencer davordade da nova me-
dicina ; ronlciido alm de muitos ronselhos
elinicns, a pallim-enesia de i8 medicamen-
loa.
Tubos avuNos { rada um ).....11000 ,
'linlurasde todos os medicamentos em fra<- ;
coado ,' onca............-^HK
Na ine-ma Indica enronlrar-se-ha sempre
um urande sortinieuto de livros ein porlu-
goeie france/., e einfim ludof|iianto he
ssario para 0 estudo e pralica da liomnpa-
Ihia.
A. /;. HKHHtMAM-SE GRATUITA-
MENTE todas as carleiras vendidas noes-
laltelecimenlo, cujos remedio^, pela hmida
de ou poruualuuer oulra caasi- liverems
to delerioratlos.
veroni-
dc .11 f-
olocra-
\ endo-se oleo de ricino, em latas, |H>r menos
doipic en oulra qualqucr parle: na rua da Ca-
deia do Kecife n. 5n, loja tle ferraren*.
Vende-se superior farello tle l.ishoa, rm sae-
cas mandes: na travessa da Madre de Dos, arma-
RAPE PAULO CORDEIRO.
Na rudaCaoToiM|o Reello loja a.50* de Cunlia t\
Ainorim, vende-se Iwlesc meiosdilos tle rap I'.mo
Cordel ro.
PoIiiiii miiorirnun.
Noautiutidepositotla Cadeia Velha u. \'2, existe
una pequea porcao do pulassa americana, rliouada
recentemenlo que|H>r sii|>eiior rivalisaron! a ta Kus-
sia : v endo-se por prero rasoavel.
DEPOSITO DE CALE POTVSSA.
Na rua da cadeia do Kecife n. >u, veiidem Cunlia
i\ Ainurim liarris eom arrobas de cal em pedia,
receulemoule clieuatla de Kishoa, e polassa de boa
qualidade.
Vendom-se lonas, mnilo em emita : no arma-
zem de l;o\ Urolhers : na ruada Cadeia do Kecife,
lio lo aljodo da Bu- f
por jirirt CODUDodo 110 ("S-
cnptoro de N0VO6S & Coninnnliiu, ^
na rua do Trapiche n. .11
\V\.\\>v>\N\\V>X
DAVID WIMJAM BOW.MAN. on^eiiheiro ma-
rliinla e fundidor de forro, mu rwpeitosamenle
aiinuncia aos senhores pniprielario de enKeiilio,
faiendciroa, e ao respeitavel publico, qaenseu esta-
lieleciiiieui.. de ferro movido por machina de vapor.
na iua do itrnin passando ochafaiit, conlinua em
ell'ec i i v o ejercicio, ese aeha completamente moutade
eom apparelhm da primeira qualidade \tn a per
feita ronferrao da* maiores \te$*s de maoliinismo.
Habilitado para empreheiider quaeaqiier obras da
sua arle, David W.lliam Bowman, deseja mais par-
ticularmente haniar a alloman publica para as se
guildes, |wr ler dellas srande wrUmenlo ja' promp-
lo, em deposito na me-ma fundicao. as quae eons-
(midas em sua fabrica podeni com|M!tir eom as fabri
cadas em paiz ostranKeiro, tanto em preco como em
qualidade de materias primas c maO de obra, a
salier:
Machinas de vapor da mellior rniwlmcaO
Moendas de caima para encenhos do IhIos os la-
manbos, movidas a vapor por aoua, ou animaos.
Hixlasde auua, moinlios de vento eserras.
Alanejos iude|>oiidenles para cavados.
Bodas dentadas.
Amiilliftes, bronzes e rhumaeeiras.
(^avillitVseparafusosde tmlososlamanhos.
Taixas, paros, crivos e bocas de fomalha.
Moinhos de mandioca^, movidos a maO ou poran-
maos, e prensas para a dila.
Chapas de fouaoc Tornos defarinha.
Canos de ferro, lorueiras de ferro c de bronze.
Ilombas para cacimba e de repino, movidas a
mao, por animaos ou vento.
t.umdaslcs, uuinchosc maracos.
Prensas hidrulicas ede parafusn.
Verraueiispara navios, carroso obras publicas.
Columnas, varamias, urades e porles.
Prensas tle ropiar rarlas o sellar.
Camas, ranos de maoearadosde ferro, etc., etc.
Alm ta su|verioi idade las snas obras, ja' seral-
mente reronherida, Davitl William Itinvman uarante
a mais exacta couformidade cornos mobles e tlese-
nbosremellidivs pelos senhores queso ditmarem de
fazcr-lheencominoiitlas, aprovoilando aorcasiaO pa
raagratlecer aos seus numerosos amiuos e fretiuezes
a preferencia eom que lomsUopof olios honrado
B BSaegartrUiea que nao |.....t-.u .1 esftircosodiliLten
cias para coiilinuar a merecer a sua coulianca.
Vende-se um preto b.....Iraballiador em sitio
o| ii uno tratador do vareas, o qual mo bebo uem fo-
uc : a Iralar no Hccife, botica do Sr. I.uiz l'cdn
das Nevos.
Vende-se a melado da casa 0*35 da UU Di
1 fila : a fallar na mesma rua, rasa n. .'. I.
\'cude-sc carros de mito c crnicas, tanto para
boi como para cavallo, novas, fortes o bom construi-
das, e tamboin vende-sc pos tle larangeiras novase
enveladas, tle umbico, c tambem para cuxcrlar
ps d" liiuo para cercas, ditos do sa|H>lis, c oulra;
qualitlatlosdo arvorotlos, ludo por preco muilo em
eonla: uciiontedc Uchoa.silio de JoAoCoroll
MkVafBa^BBKB mm&tefi&m
VVihIi
-se
preco
n
le lodas as tpialitlaths, B CON rb
Qiabo n. 12, bairro ta |loa-\ i-da.
Na rua do Colleuio 11. 17, vei
rao do venda e llgUM pe lem es, l>
\oes proprios para padaria; quciii
no Ih
le-so urna arma-
111 como Irosca-
pii/ei comprar,
aTt-aB I mesma que achara eom quom tratar.
SAI'ATOS DE BOItltACHA.
Yi rua ila Cruz, rniifronlo a l.ni-.-n -l.t n. :li. \eu-
ile-se superiores spalos tle liorrarlia, propriini para
o lempo ile rlmva, o por prero riimiiiutlo.
VI.MIO 1)0 l'OIITO MLITO FINO.
Vender superior vinho lo Porto, rm
barris de i., 5. e S.: no ancazemda rua
do Azeite de Peixe n. 11, ou a tratar no
otci'iplorio de Novaos & Companhia, ua
rua ilo Trapichen. 51.
Ventlc-se nina muala que salie lavar, engom-
iii.ii, c eom mu liili" ile (i para 7 anuos, e una ne-
gra inora que cncoinma limito bein, sem \ icios iicni
achaques: ua rua ila Cruz n. 63. seuuiitln andar.
a rua da Cadeia du Kcrife n. Ii, vemli'-so
una prcla luo^a, cum algumas habilitlades; visla
do comprador se dir o motivo da venda.
Vende-se uiasmusraleis da mellior qualitla-
de, a H rs. a libra, doec de raj seeeo, a 100 rs. a
libra, dilo de maugalu seeeo, a 3:20 a libra, dilo de
limito serr, a 30 a libra, raslanbas runfeitadas, a
010 a libra: cni Olintla, em rasa to abaivo assigna-
do.Manoel Sunet de Mello.
PECHINCIIA.
>'entle-se muilo em cunta una muala nioc,a c ro-
binia, que nao lem achaque aleum mais du que
una pequea infl.inunac.lo nos olhos: qiiem preci-
sar, tlirija-se a rua ilo (Jiicimatln u, T, loja da es-
trena.
Vontle-sc um stibratlo tle mu mular c solao,
ni trapeara, na rua do Araglon. W: quem pr
li-iiilfi-, tlii ija-sc n IhiIh-.i ilo Sr. Joao Moreira
tlir queiu o Vende; ou nu anna/eni
,i.i ('.iHii-i-i.-jiiilii Boa-Vista u.B.
SAI'AKIS DO AIIAOIV, A
No aleo ta Baa-Viata, dslruole
II, ha mu L'rautle deflosildos bem
palies do Araraly, tanto para hsnssm eaaan
menina, visir-, u par.
que
le sal, ua rus
oo us.
ila boiitt-a n.
iinhet-iilos sa-
para
Vriiile-si- M'Micnk's do liorlnliriis
S muilo novas, sendo de leijao cai"-
a rapato, ervilhai lorias, couva, ru-
H bailetes, salsa, ele. etc., e porpre"
-|3 CpbaratO: na rua larga do Itosa-
rio, luja de miittle/.as n. ''2, di
3 Victorino Jos Ferreira.
msn&mam&m mkwaam
O 39 A
confronte ao lio-ario de Sanio Antoolo. contina a
vender doce de casca da guiaba, a ntelnor que ha
neala praca.
ATTKXC.AO'.
>'a rua ilo Cabag n. I, nroca-ss Imaucns to Crs>
cilicailo eom S. Joiloc Nossa Seiihura, cliemulos ulli-
mamenle tle fura, por preco mili foiiiuiotln.
Na rua to Cabug n. ii, venda as caisasda col
veles, a 00 rs., relro/ tle loilas as cores de piimcira
quaiitlatle, Ii alijas tle bullas i-iim linilas cures para
cortinados, dilai e trancas tle retro/ prelas para
mantelelos, filas lavraoas finas para cinialros, capa
chns rcilondose compridosdoniullo boas cores, car-
leiras de agulllOS frant-ezas, c |iapeis de tulas a\iil<
sus iiiuiotinas, superiores penles de larUruga para
alai cabello, tlitosile lialeiaimitandoInrlarum, sen
do muilo delicados, linhas em miadas para bordar,
ililas do marcar reopa,, Irascoi de perfumarlas mul-
lo linas, sabonetas, meias para bomem, seiilini.1 e
meninas, assim romo diversas niulezas, que ludo
se Vende por preco muilo couunotlo.
Vende-se aro de nullo, framies
ou lii;o da China /.neo em Jollias
caixas sortidas eom copos de vidros, ce-
mento ern liari'ieas di- 10 arrobas, (tenes
e paiTiabibas, cabos daBussia, lonas da
Kussia, velas slearinas de Ii em libras,
rollmda India, oleo de linliaea em hilas
1 (aloes ; ludo DO rua do Trapiche n.
.">, casa de C. J Asllev &C.
Vende-se preuos de ioilas as qualiilailes, pro
rios para esle mercado : uu armazem de Eduardo
I. Wvall, rua do Trapiche Novo n. 18.
Vende-sc tinas escravas mo<;as e tle bunilas II-
juras, rom as hahiliilatlcs derozer, cngiunmar c eo-
linhar; nina dellas lem una cria milito linda tle
Jom masas: na roadasLarangeirai a. 11, segundo
autlar.
CALCADOS a 700 e S/J0O0 RS.
No aterro da Boa-Vista, defronteda
lioneea n. I i,
ha cliegado pelo ultimo navio francez, um novo e
niipletn surtimenlo tle calcados ile lotlas ns quali-
datles, tanto para linniem coinu para senliera, mciii-
nuse meninas, assim rumo os bem eonhecitliis sapa-
Wesde-lieieriiTtle Nanles para hrmiem e nieninns,
muilo proprios para a estacan presente, sapotees do
Araraly, a 700 rs e de luslrotla Babia, a 3SOO0 rs.,
Q um surlimenlo tle lamancos e perrumarias, ludo
por preco muilo eommodo, a troco de sedulas anda
mesliiti vellliis.
PENTES PARAHABBAFAS.
Vende-sc penles tle baleia para inarrafas, fazend
muilo lina c furle pur i-tunmodu prei;n, loja tic miu-
dezascm freulciln l.ivramenlo.
PARA MENINOS, MENINAS E
SENHORAS.
.Meias de todas as qualidados para uns c oulros,
louquiihas tic bla/iulia muilo lindas, propria* para
a cahecmlia dos leccmnascidos (ranrinhas de lodas
m coree, pvoprlaa para vivos a en retios da ve-tidns,
a50 eSt rs. a |reca, nuulhas frauce/as em cai\asc
ii pa|ieis de "i j sorlidas, ditas curtas para abre-
viar costuras, atacadores para esparlillms de senbo-
ra, eom suas amilholas, o oulras muilas (a/rudas,
que te nao podcfll mencionar e que SO venden, por
muilo |tonco dinheiro: na loja de miudezas, em
Treiile do l.ivramenlo.
(iKAM)E SORTIB1ENTO 1>E PALITOS TAHA
MEM.NO.
Acaba tle se recoher de l;rani;a mu Minio c eran-
do surlimenlo tic palitos, tanto tle lila de quadros,
a-sim cuino de brins, para meninos, de muilo lindos
mobles, que se sonde por proco eommodo: na loja
de madama Tlieard, na rua Nova n. 32.
Vende-sc padn para malanca : no ciiRenlio
I lu-' i de (ama da Cazeuda ilo Cabo.
ti:h;os exgrasados para o MEZ
MARIANO.
Anda (em ali;uus Ierro, encrasados em rame,
ni ni fu lindos, proprios para a dcvooSo do prjimo
me/ niariauo. Vende-sc tnicamente na loja de miu-
dezas em Trente do l.ivramento pelos preeos do eos-
iiiiii*'. IsfSOO a du/ia e IdO cada um.
VenJo-se presuntos inglczes milito noves |tara
fiambro, latas
ATTENQAO".
Vende-sc um negro, crionlo, de bonila lisura
quemo pretender, annunrie poresla falla.
a rua ila Soledatle, casa n. 70 ao |k ,i,i Trcnv.
pe, halMiaseinciiledeervilhadcdnas qalidaile<,c
uva muscalel, e o mais ja annnneiailo.
Vende-se sal do As-.ii e nina pore/o ,le p,||l(
de carnauba a bordo da lancha .Vorn iperaim,
a Iralar eom Jote Illas da Silva, oa rus da Cadeis
do Recife, loja n. 59.
TAMANCOS BARATOS.
Vende-se urna porvfio de innum,,,
pnra liomem, seiihorae menina, poi'pns,
ro mi 11 i lo eommodo: na truvessu da un.
i-nrdi.-i, caa junto a tenda de marcinciru
do Sr. Manoel Lourenco.
Vende-se umescravo, crioulo, sadio ernlim|0i
proprio para o servido de campo: na rua do Tnq
che n. 40.
Vende-sc um escravo de 20 anuos, cotiaha o
diario de casa muilo bem : roa do ua CnUegbi
n. 21,primeiro andar se dir quem vontle.
VENDE-SE NA RUA DO C0LLEC.I0N. j,
barris eom dueede dih*erenl inicias, a Igtajon'n
lalas eom sardiohas de Nanles, adOOrs., meias di-
tas tic ditas, a 580 rs., fraseos de conservas usIcms,
a 1100 rs., velas de espermaeete americanas verdt-
deiras, a 9G0 a libra, ditas fraoeezas, a 720, dibu t
610, superior farinlia de Sa,, a 400 rs., i-mii,,,.
Kcnuvesas, a 160 a libra, Mvadiuha, a 200 rs., jefa
de in.ii incln, a 240, familia de tapiora to J1.ir.t-
iili.i'i. a 120 a libra, dila de ai amia, a200.
sanan
Vende-se um macho grande, novo, man-
so, ile carro, e bom de earrnja, um bom ea-
vallo de caliriolel, grande c bonito, um hom
cabriolel, novo, depalenleede eoberla, um |
bom carro, novn, moderno, de qualro rodas,
de pilenle, c de qualro assenlos, envitlrara.
to: na roclieira de Adolpho Beurscois, na |
rua Nova.
i .ouiiiiii.i-'i' a vender Tarinna do reino, ditaoc
apioca, (omma de enRommar, velas de carnaln.a
J>V) rs. a libra, holarhinhas nslo/as, a 200 rs., rape,
I nhii rs. a libra, talas de sardinhas, caixas de do-
ce de goiaba, ludo de bom c do nielhnr: no pateo
doCarmn, venda da esquina do becco da Bomlia n,
13, eom a frente pintada de verde.
PILULAS VECiETAES.
Coutiuiian a vender-se em casa tic Bal lliolniiiju
Francisco de Souza, rua larga du Rosario n. :ili.
ESCRAVOS FGIDOS.
eom linlai-lniilia- de sosia inglcza.qiici-
jo, de pralu, conservas muilo novas, snenles de lo-
das as qualidatles de horlalire, chegadas ullimamen-
Ic: na rua da Crm n. 16, defronlc do Sr. Dr.
Cosme.
CHA' PBETO.
Embriilhns us mellinres que lem apparcrido al
boje ncsle mercado; he o unico de que se deve usar,
lodos us professures de incilirina o rerommendam, as
virliiilcs deslcclui cslilo bem disculidas ; vende-se
nu .11 ni.i/ein 01 porla larga, defronle da escadiulia
ila allanileea, pur preco i-nnunoilo.
D. MIGUEL.
Troea-se por ilinheirn o retraa de II. Miuilel eom
-na esposa* ao lati, assim eurao lesourasrla Guima-
raes de tres l.-imanhus, (nucas tic hla para seuhor.i,
!.....las pelos pai-i padre, franjas para lualhas bran-
cas e de eoii-s,b.ili,itliis largos nrorios para kaacues,
uotoea de madreperoia braacasa da cures para pal-
lii: ua rua du, Quarleis u. -JO.
\'ciide-sc |Nir cuiiiiiiihIu preco um earrn tle I
n idas, ipie arma | um e iliui. an BiMS, fin lioiii nao :
ua rnchch-,1 tlu Sr. Aiiliint-, un Ierro di II11-\ i-la.
Da rulaile de Sobral, provincia doCcar, futlin tlf
seu senlior Joaquim Lopes dos Sanios, em tlia- ih
abril de 1850, um seu escravo mulato do nume Mar-
colino, de idade de 20 anuos, poueo mus ou mem.
enm os signaos seuuinles: rabcllo cresno c luurn,
ruslu redondo, ollios |>equenos c caslannos,......li-
nli i barba, rhciu ihiriu |m, estatura mais para bailo
ilo que alio, pernas grossas, ps largos c ra mu,.
inli.i urna pequea marca de lalhu subre o I.....
i ii ii 1.1 ao nariz, lem o semblante alegre, c aliun-
marcas as cosas de ralbadas, Irabalha algunia na-
sa de earapina. Sabe-se que esle escravo *co ate .i
villa de San JoAo, provincia da Parahiba, ou para
as partes de Campia Grande, donde jalinda sido
escravo tle nina senbora de uome II. Joaima, salido-
ra do engenho Genipspo, em cujo eugenho ha um
irmilo de nome Gcraldo. Consla eom certeza, |Hir
ler sitio \islo [Hir oulros cscrovos que furam da irnv
in.i cidade, que esle escravo lem viudo a esla prara
rom cargas de algodao i descoiia-sc que esli do
I''" I'AI dn para Ulna banda eom o suploslo ut>
me de Manoel. Quem opegar ou delie l ver noli
ria dirija-sc a rua do Queiniado loja tic ferr.igen-
n. II, de Jos Rodrigues Ferreira que lem orden
tic seu senlior para generosamente pagar seu Iri
halho.
-f'ugio da compaullia de seu senlior um escm
eom ns signaos seguintes: altura regular, CSjfpuist
en. aLnni.i colisacspailailo.cabcllos prclos rarlici-
ilits, olhos prclos, -na aneellia- pretas c carreuadasili
cabellos, rosto seeeo, nariz alilado.barba chuco |hw
ro, lio(auilo-sc senlitlo piitlc acbar-se cni rima dt
iima das sobranecllias urna pequea cieatriz tic um
ronce de cavallo, cor morena inln muilo fechada,
pernas sereas e cabelludas, pea sercos, lm feiln.'
etledos compridos. |l,i-se 20118a quem for entregado
ao Sr. Francisco da Bocha Wantlerle).
No tlia ti do correte tlesap|iarcceii a prcla
riara. escrava do abaivo assignatlu, a qual Icuin-
seguinlcs signaes:nir fula, estatura alia, corvo
regalar, ps e maos neceas, dedos compridos; Icn
n'uin.i das orelbas no lugar dos brincos um buraco,
e he bastante ligeira; levou saia prela, c panno lii
prelu eom barra de pello de rlia|io; consla que
transita por eslas mas enm limito c saia prcla : qnc
a ap|>rehender c levar a prara da Boa-Vista, sobr
lo n. 10, ser Generosamente recompensado.
Jos .Inloniode Souza Magalhiie'.
No ilia 1(1 do crranle mez fugirain de minlii
rasa em Olintla, Gaspar, crioulo, idade 22anuos, al
filale, eClaulino, cabra, idade ,11 annos, sapaleir
ambos bem fallanles, c bem condecidos no Recife t
Olintla, cmcsmoH>rquasi lodos osSr.s llr.s formail
em Oliuda, Icvandoo Claudino calcas c palito, e n
l-illieleineii |mi.i | in h 11 rae n I ,a-|en que [ligio ilcm
ulula c elle a notc. Quem nolieia liverde qualtpi
tlus dlosescravos pode pegare leva-lo ao abai\n,i
signailn ; c mgu a lorias as autoridades se dignen)
manila i regar dilos eseravos c cnva-los eom lod.i
segnraiira an llr. Francisco Joaquim das Chafas, i
los eseravos silo muilo ennhecidos lambcm em Igu
rass, i iiumina c Sanio Aniso, onde ha ponco esle
na casa do l)r. Sr. Cirne.
Fueo a prela llalbiua da casa ilo Sr. ta nu
ma, Manoel da Molla, morador no engenho No-
de Iguarassii, cuja prela (em os seguinles signae
itlatle !IOannos, poueo mais ou menos, nacen A' .
la, baila, corno regular, cabera um poueo pach.n
par- a parle tle tlclraz, lesta pequena, nariz chale
horra peqoeaa, cuja escrava foi desla prarja ilo Sr,
Manoel Canicirotle Souza Lcenla: quem della
ver noticia pride leva-la a seu senlior no dilo en
aha aeiiiia.oii Beata prara a Jos Anlonio Baslo, w
ru Tl Cadeia do Rerife, que ser geiicrosamenl ','
crallirado.
Em tlias dn *mez de mareo fugin do ah
lo assignado o seu escravo tle nome Uomnia
lenle.. oMIrial re pctlrcro, de idade de 21 aiun
le boa estatura, |hiuco fornidu rlecor|io, sem Iwtrl
poueo enroiipado, e lem sgnaes de castigo pelo ct
po. tallista que anda entre os bandos tle Sigan
que infeslnm a provincia do Piauliy.e que ha |mut
lias ,-ilravcssaram entre Son Mamedc e Corralin-
I lie-l'.n n.ilnli i para a dita prtuincia. Quem
Segar o entregar nesta cidade a seu senlior, na di
laranhao ao Sr. Manoel Pereira Giiimaraes Cald
no Cear ao Sr. Joaquim da Cunha Freir e ein l'i
nainliueo ao Sr. Jos Baptisla da Fonseea Junini
seni liem recompensado ilo seu trabadlo. Casias Jl
de mareo de KI. Sergio Jote I ianna.
Ilesapparcreu dama llireila n. H, um csc
>o por nome Joiio Velho, alto, lem umahelidec
um olho, he muilu humilde; esle escravo perico
a II. Francisca da Cimba Bandcira de Mello: qne
n jiegor, pude leva-lu an engenho Aguas-claras;
pe de Sanio AnlSo, ou nesla praca a Jos Pinto da
Casta, que ser rccninpcnsado.
Iii-.ipp.iiei-eu no tlia 21 tic marco provim
passado um prelo crioulo, |ir uume Anlnnio,
qual reprsenla ler :i a 10 annos tle itlatle. poui
mais ou menos ; altura resillar, chcio docor|io, n
fula, bem barbado, olhos n-i incln... c lem .....
niaucha prela dchaiio do olho esquerdo, c um geil
no andar rom up direito: levou vestido carniza d
baca azul, cal^a tlecascmira cor tle rinza, e chape
tic seda prcla ; levnu una Irousa amarrada as ro
(ase um rcele, foi vislo em Maria I ai mi,a ; miel
O apprclicnder queira leva-lo a rua da Cadeia Vclli
n. 1, segundo andar, qne ser generosaincnlc re-
compensado o seu Irabalho. '*r
ATTENgAO'.
Dcsapparcreu no domingo. 10 de abril tlcstc
i, um crioulo de nome Matlieus, de idade 32 -li-
nos, mostr de assuear c carreiro, altura regid
pona do nariz adiada c as venias arregatadas, |i
eos denles e esles ja podres, poneos cabellos ua ln
ba, ps apalhcladus, c os dedos miiiimus >ollcdn-
um lano pansudn, cum marras seibas de acuulcs
nadegas : quem o pegar, poderii lo>a-lo a seo
nlior Antonio da Cunha Navarro Lilis, no ongei..
i .ma n n i dn mirle, minan.i de Nasarclh. que roe r l
beni lOOgOOO rs. de graliliraco; o se der nolii
verdicas ende se aeha > inesmo. .'1O9OOO r.:
no mcamo engenho cima, ou nesla praca a JoM
(ornes Leal.
- Hi- le .. tlia II tlu rorrenle poz-scem fuga o 1
escravo Cunalo, n ionio, reprsenla 18 an..... i
os signaos seguinles : be de lina estatua, meio I
pinu-a harlra, cum falla dadealas, lem nina peqn
le lele. 1-11-1 que im tilhu i--i|iiei dn. e o melliin
nal que lem he ler s uta nial Mies, eos dedos gt
dea lortoa para dentro, e o mais ba elcalnses
leritla as pernas, e mal tallas, por laso inda de
cas: quem iiileressar preiula-o, cu i-nudiiza &" *e
Un Capidliulia tlu .Mundegu, que ser rseampeasivl
|Kir seu seiihur.Sebatliao doi llinloi l,,-l rr
^ri,
Ai
Ca
tle
Cl
-18SJ
1
11.,
Ha
I
iiii
ba.
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-rpn
leu
MUTILADO


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