Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03150


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Full Text
SEGUNDA FEIRA
DI A RO
DE ABRIL DE 1853.
N. 86.
PERMMBTOO.
PBI90 DA JBSCBIPJAO
Subutreve-m a I5S0OO por armo, e 43000 por
miarte) |>ago adianlado, c 49500 por quarlcl pago
vencido, na caa do aeu proprtelario, M. Figueirm
Furia, uapraca da louepemleneia, n.6e 8, eno
Rio de J. casa doSr. Joao remira Marlin.
Ii.iliia F. Uuprad.
Marci o n Jonquiii Bernardo Mcwlonra.
Parahiba a e Jos Kodriquea da Coala.
Nalal o a Joaquim iRiiaeio l'ereira.
Aracaly o a e Antonio de I.emo* Braga.
Ceara' o o OuilherineAuBuslo de Miranda
Maraas a a Joaquim Marques Rodrigues.
Para* _J a a a JusIiuoJob Ramos.
CAMBIOS BJE 16 D ABRIL.
Sobre Londres 38 # a 28 '/
a Par, 335
a Lisboa, 95 porrenln.
Duro. On^as liespaidinlas. .
Moodas de 640O velhas.
ile 49000 .
Patacoes hrasileiroe. .
Pesos columnarioi .
a meiicaos .
An'i's do Banco. .
Descont de Ledras .
Prala.
. 299500
. 169OOO
. 169000
. 99000
- 19940
. 19940
. 13*00
. 10*
.10al2
noticias iinuiamui.
Porlunal . 1* de Mar. Auslria. . 3 de Mar
Heapanlia 7 de Stiissa . :i de
Franca. . 8 de Sueria.. . 1 de s
Belgii .1. . 3 de Inglaterra 8 do.
Italia. . Ido E. 1 111,1..- 33 de Fev.
Alemaiiia 4 de Metirn . 15 de
Priusia. . 4 de California 10 de
Uinamarra 1 de Chili . 15 de .1.111
Russia.. . 1 de Buenos-A. 4 de Mar-
Turqua . 25 de Fev. Montevideo 6 de.
Para'. . 2 de Un-il.
Mal.tlili;in 2 de ti
Ceara'.. . 6 de i>
Parahiba. 12 de
Alagdas . -' de
NOTICIAS DO IMPERIO.
S. P. do Sol 17 .le Mar
Minas. ... .."i de o
S. Paulo 8 ilc
Itdo.laneilo 26 dC
Baha. ... 8 de Abr.
PARTIDA DOS COBJRXIOS.
Olilllla, lodos OsdSS.
Victoria, as quinta* feros.
Garuar, Bonito e Garanhnns, nos 1 I c l.'i.
Villa Relia, Boa-Vista, BitieOricury, a lile 28.
f inhuma e Parahiba, segundase scxlas.
Natal, quiula feira*.
DAS DA BMfAJffA.
18 Segunda. S. Galdino
b. canl.
19 Terca. Ss. Expedito e
Arislonico. '
20 Qoana. s. iones do
Monte Policiano.
21 (Jubilo. S. Anselmo
Arr.
22 Sella. Ss. Ss. Soler
Caio.
33 Sabhado. S. Ailbcrlo
B.
2t Domingo. S. Flonoro.
AUDZZVCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintos.
Belaran'
Ierras eaabhedos.
/Vi: rn Un
lerdas escxlasas lOlioras.
Juizo de Orpft*
segundase 5. as 10 boras.
Primeira tara do cirel
(crea* e 6. ao rneo-dia.
Segttndarara do rice/.
quarlas j saliAo meiu- Marro II Ojiarlo mingoaute as 7 horas, 22 m-
nulos e 37wuudofi da larde.
Abril 8 La nova as 9 hora, 37 minutos e 37
segundos da iiumhua.
a l( (Juarlo rresrcule as 2 horas,
nulos o 39 segundos da larde.
if 2TI.ua eheia aos il minutse
gundos da larde,.
PREAMAR DE HOJE
Primeira 0 o 30 minutos da larde.
Secunda 0 c 5i minutos da monhat.
35 mi-
31 se-
-!
do
I
AS8TJMBLA frovxncuu*.
Smm*' ordlmara ral 13 de abril de 1863.
Presidencia do Sr. fario de Capibaribe.
(Conclusa.)
ORDEM 1)0 DA.
(AinliuuacAo da 1.a discussao do projeclo n. is.
que aulorsa o governo a rescindir o conlralo das
carnes verdes.
O Sr, Pa$$ Brrelo :Sr. presidente, os nobres
depulados, que na sessao passada fallaran) a favor
ilo projeclo que se disente, julgaram necessario mos-
trar que nSo se achavam em centrad ir fio, propondo
11 njc a rescIsAo du contrato das carnea verdes, qunu-
doo anuo passado em prega rain todos os seus esfor-
r,os para |wr esse mesmo contrato n cobcrlo dos ala-
ijuesquelhe foram dirhJMo* na a**emhla eral.
IVIa minas parte,'nao tenho necessidade de dar <-\-
plicacoosaeste resnefto; nao lendo imdido lomar
no debate que houve wbre e5(a queflo, porque elle
roi encerrado, mies de me rheaar a vei do fallar,
eu iive occasiao de sustentar o conlralo peta impren-
-a, para onde os seus iumigos levaram a*discuss*i
ilepon de derrotados na cmara dos Srs. depulailos;
ii queenlosuntcnlei, anda hoje susfeulo, enlo eu
diiia que o conlralo era de grande vanla^eni paiaa
popularao de Pernambuco e que de nenhum modo
'itendia^s iuleresses dos criadores e anula boje o
ligo; ciilo eu eulendia, conio enlendo ainda hoje,
rjueo contrato be cicquivel; c se |H)r ventura
actualmente ellocnconlra emharacos na suacxeeu-
;ao, wmduvida a cansa disso nao esl no conlralo,
mas sim na maneira porque se o lem procurado exe-
ntar.
Sr. presidenle, V. Eic.se recordar de queqnan-
> a assembla provincial resolveuaulorisar o prc-
iJenle da provincia a tomar medidas, que de
algn) modo rcmediaesem ocslado a que lnbachc-
ado a populado ik> Recifc, nao encontrando carne
para rompraaaeno por um preco cvnrhilaute e in-
leirameule foTa do alcance das rlsses menos abasta-
dos, ella de cerlo nao quicom islodar no governo
auIorisacOo para formar um conlralo que smenle
Irouiesse vanlagens aquellos que o lizessem.
Moenlrelanlo, Sr. presidente, se osle projeclo for
approvado, se o contrato feito com a companhia for
Imje rescindido, de cerlo poder-sc-ha dizer que elle
nao lu feito sontlo em favor dos contraladorcs, por-
ipie qunndo he chegada a orcasiao do |>ovo tirar as
vanlattcus desse conlralo, ihm vamos dcslrui-ln (a-
poiadot), Porvenlura o conlralo foi feilo s'iroenle
pora o lempo de abundancia, para os anno* Inver-
nosos, para quando esl a carne por preco barato?
I>c cerlo que nao. Pois os contraladorcs nunca acha-
ram motivo para que o controlo fosso rescindido,
juando o gado se venda por preco intimo, e boje so
porque elle se vende um poueo mata caro, vem pe-
dir a resrisa do conlralo? Hescindir o conlralo
hojo lie declarar que o conlralo foi fcilo uAo, em
favor do povo, masem favor da companhia.
Sr. presidenle, os nobres dejHilados que apresen-
laraui o projeclo, fundaram-no em dual razoes.
." na exisleuciade unta secca, 2." na relurlatina
ue v6 conlraladores lem enronlrado da parle d i. ludan riadores. Bu doro observar a rasa que,
Na segunda razAo n.lo foi lembraila pelos cflnlrala-
lores nos reqMcrimcnls que diriuiram ao presiden-
te la provincia, e a esla assembla, he um fado de
rpieelles nao se lembraram, masacommissoenlen-
deu conveniente lanzar mo d'clle....
O Sr. Franriteo Joo :Poda ou 11X0 azc-lo?...
O Sr. Pon larrelo \Poda, eslava no seu di-
rcilo. Vamos examinar estas duas razoes; as nicas
que foram aprc*eiiladas aqu eiu favor do projeclo.
Senliorcs baummez, ou 15 das antes, poiler-se-
bia apresen la i a razlo da exislcucia de una aBCea,
mu pcilii a i L'M'i-.'n) do conlralo das carnes, boje
Htrm deuos que lem felizmente cabido ahondantes
Imvas, depois que lemos (ido noticia das pro\in-
ias do norte de que os receios de nina secca J appareceram, ajircsentar eslarazao.lie querer lurlai
ontra a evidencia, he moslrar que a rescisAo he iu-
usieniavel.
(' .Ve. Aguiar :Eu peco ao nohre dcpulado que
faca modo de se lembrar da dala em que foi pre-
notada o parecer...
(t Sr. Pae* Nrrelo: Respoudendo ao aparte
ilo nobre dcpulado, direi que aint]a na sess;V) paasa-
da, elle apresentou esla razao, ainda apreseulou a
razAo da secca como urna das causas para a resrisao;
piando o nohre deputado falhna.ja era sabido que
is provincias do norte linha chovtdo muilo, e que
nosnossosscrlocshaviamilesappareciiloo-s receios de
urna secca. Porlanlu, Sr. presidente, actualmente
io se pode apresentar esla razao com esperan cas de
que ellascja aceila pela casa. .Mas peruunlarei aos
nobres oiembrosthnuvc secca? Pois, senbores, nao
lie sabido que as provincias do norte o verao prn-
ipia emsetcmbro cacaba em fevereiro ou marco?
nio pois entender que islo neja secca ? Pois ;i> Til-
as de climas que bouveram desclembro a feverei-
ro ou marco, podein autorisar algucm a sustentar
que lemos urna secca, e una secca espantosa como
ilizcm os conlraladores no seu requeriinento, c como
rece dize-Io arommisso no seu parecer? lam que
udamrnlos poderao os honrados meinbros allir-
mar. que lem bavido urna secca extraordinaria .'....
(i Sr.. lijidar : Peco ao nobre depfado nflo re-
lira urna cousa que nao esl escripia....
*> .sV. Pite Hrrelo :E cu peco aos nobres de-
puiados, que nSosc agaslem com oque en dlsscr,
norque devem salwrqueosrespcilo niuito, que os
fiiii-.jclero summamente, eque por lano nao jiosso
ler iuiciie|o de olTende-Ios: nodo ser que me csca|ie
alL'iiuia palma menos delicada, mas a inlenco nao
he otendc-los.
Ilonlinuarei pois dizendo, que lie verdade que,
houve um v crao mais prolongailo, mais rigoroso esle
anuo, masdizer que bouve secca uao he |iossivel
oeiHM que se queira contestar o que be claro c
vicenlo. Se acaso o verao se eslondesse por mais
Iuum lempo, so as ebuvas mo livessem cabido cm
liarlo como cahiram, enlAo poderla dizer-so que
ione principio de secca, mas lendo ckuvido ueste
pmpo, de cerlo nao podemos fallar em scinelhanle
uusa; oque aconleceu esle anuo, he o (pie lein
ronlactdo em mtiitosoulms, benm faci que devia
erprevislo pelos contraladorcs, ees sainan, que
nnos lein bavido em que o vcrAo se prolonga por
iais lempo, c he mais rigoroso; que mesmo nessea
unos, nao de secca, mas de rinorosn \erao, o nado
iHrrc nis serlKS, o nao pode deixar de ser vendido
or um preco mais elevado ; que por cunsequencia
lies Icnain alguma dilllcnldadc em abaslccer a ci-
ado de carne verde, se porvenlura uAo bouvccin
nles lomado as cautelas necessarias.
Sr*. presidenle, se a companhia quizesse prevenir
i futuro, se tivosse inleressc em cumprir exaclan)en-
Ic assuas obrigacoca, devia ler feito solas de ado,
[Mira nesla occasiao ler aquel le que I he era necessa-
rio para u forneciinento da capital c cumprir assim
iquillo n que se ubrigou...
O Sr. Carneiro da Cunha:Solas aonde?...
O Sr. Pues nrrelo : Solas nos serles mais
,ifi)\imn.; i imhre de|Hilailo sabe que *>s lugares
mais prximos da capital nao soffrem tanto descera
(noos mais remlos; e, Sr. presiileulc, lano nao
nove secca, lano csse verflo nflaobslou n que dcs-
cesse o gado necessario, que a |ropria companhia
ronfesu ler cumprido os obrigacoes do conlralo,
Rutando um numero de rezes ainda superior aa.net-
!< a que era obrigado. Ora, se aperar de secca a
'ontpanhiacnniprio suas obrigacoes, se ella leve o
-ado necessario para o consumo da capital, romo
teni pedir a rescisao do conlralo, allegando urna
rausa que lodos contestme que ella proprin con-
baria ?
A casa sabe, creio eu, que os criadores de gados nao
sflo aquelles que Iraiem os mesmos gados para as
feiras; sao os marchantes que os vo buscar ao ser-
to, e os ti-a/ciii para o mercado....
O Sr. Francitco Joo :No lempo do contrato?
O Sr* Poe Brrelo :>'ao; mas depois do con-
lralo lendo a companhia destruido oque havia, cor-
ra-lhe ohrigacaodc prevenir m inconvenienlcsque
deviam resultar da nlleracflo que soiTreu com a sua
eiistencia. O nicu llm, scubon-s, he moslrUrquc os
criadores nu lem nleresse cm oppnYu menor resis-
tencia ;i eonipanhia, quem considerar o faci cm ge-
ral, depois descere! a especialidade. Sabe-se, repi-
lo, que os mordanles he que iain ao serbio comprar
os uados, e os Iruziam ao mercado aonde corlavam a
carne, p3raexpo-la ao consumo ; c sabe-se lambein
que quaudo nesla eidadese venda a arroba de car-
ne a .> e 6 mil res, o gado se romprava no aartto
10 c 12 mil ris a cnlie^o, com que liravam aramios
vanlageusos forncccdorcs c os marchantes, estes
\ endeudo a carne por um preco exorbilanle, o aquel-
lc*i vendendolambem ouado por um prcromuilo su-
m. pn
lapre
ir. pe
dure
onart
A a
"vxisikse, segu
Una doqne .i pi
(uerimttiio ella
OSr. Frann
i.lenle, passarei agora a tratar da ontra rn-
nlada pela romtuissau, e ipie foi esquecida
i-, islo he,arettilancia di parle dos
embla data erque, se esse fac-
amente liingoem a conheccria me-
.pria companhia, e que nou re-
ii.ii. -,. esqueceria de mencionar.
ro Joio; Alas 0 fado existe, ou
0 aV. Pan nrrelo :En digo que Mo. Senlio-
rcs, he pmrUo nAosalH'i conmse faz o commercio
adoentre nm, pnia adirinar que os rriadorai
iciu iulcresseein oppor rcsislencia aoscoiitraladorea.
perior ao porquo baviam comprado ao* criadores^ os
ipiaesquasi nenhuma vanlaucm liravam do pre
excessivo a que havia checado a carne verde entre
nos antes do conlralo.
Que prejuizo por lauto snnrein os criadores com
o conlralo, se ellos boje poibmi vender OagadOfl pelo
mesmo pre^o porquu veudiaut anles d'ellc ? Por
ven I ora enleudein M nobrej diputados (pie, o* cria-
dores |Mir mero capricho queiram prejudicar os seus
inleresses? Podein el les querer que seus nados mor-
ra m de sena ede pc-le, sornenle porque o compra-
dor n.ii. se chama Pedro mas sim Paulo? Nlnguem
o acreditar. A companhia lem encontrado einha-
racos, nao ha duvida ; mas ||0 ernharacos devidos
ler ella querido lirar maiores lucros do que os que
sao razoaveis Kamiados ; a uAo qocrer comprar os
CadosseiiAo (H>r um preco inliiiHi fapoiadoi)\ se a
companhia oucrerer aos criadores um prcc/i razoa-
xel, que interesse lem elles cm, recusar o seu
producto, quaudu para isso be que criam? Anles
do contrato be sabido que liavia nesla cfdaue nina
companhia chamada de nlraxessadorcs, a (pial linha
consecuido monopolisar o commercio das carnes ver-
des, no municipio do Recife, esta companhia de fado
iuipiinhaa le do nicsnio modo que hoje podcni im-
por o* conlraladores, porque nao havendo nesla pro-
vincia milito* capilaes paraurandeseinprezas, acun-
i.va que quando um, ou mitrse aprcsenlava para
compelircom a companhia que exislia.c que dispu-
nlia do fundos avullados, era louo esmaiiado por el-
la, le modo que conseguio assenhorear-se complela-
mente do pominercio das carnes.
Ora, uno inleressc lem os criadores em vender
rompinhia \.l ou a companhia /I! SognrameBle ne-
nhum...
O Sr. Franriteo Joio: lia mulla dilTerenca
entro a companhia creada pelo acaso, c esla creada
pela lei...
O.Sr. Paef nrrelo : Oue Importa aos criado-
res-que u monopolio seja creado pela le, OU pelo
acaso ? Por ventura os seus clleilos nAo su os mea*-
moer...
O Sr. PranCUC /Olio: Ol monopolistas de
fado, podan) hnpor mullas de 8:inn'** ?
OSr, POC liando: NAo ; mas os criadores,
uaosAoos que coilaina carne no mercado, uem he
possivel que o lejam; porque, morando elle* no aer-
lAo e leudo la suas l'azendas, nao lito de ab uiiloua-
las para vir corlar carne aqni ; o he sabido que
ainda quaudo oli/esse,a milita para ellos he apenas
de 3.
Perianto, Sr. presidente, nfio ado que esta razao
seja procedente ; nao pode existir reludaucia da
parle dos criadores, seniO havendo da parli' da com-
panhia um proposito de eamaga-loa. Se ;\ companhia
limitar-se a ohlcr lucros rawavcll, se nAo quizer
mais do qucaquillo que deve querer, sesurameule
os criadores nJo procurarflo embaracar o contrato,
iwirque nenhuma vaiitagem obloraO com isso ; pelo
contrario, ellos lem tudo a anliar com a existencia
de nina companhia eomposta de homuus eslabehxi-
doa, de eredltO, c que de cerlo serAo pontuaes mi
pagamento doauaadivdate naaalisfaQta dea mus
empeuhos. vantagem nAo pequea, que nAo lerao
os criadores deixando de existir o conlralo e sendo
elleaobrlgados trataren, com ludan casiadoespecu-
ladores, que uem sempresc leinhiaiu de salisfazer
os compromissos n que se omigaram : lodos se lem-
hram ainda din clamores que exisliam contra aim-
|Hirlunalidade dos marchantes. Ihreiaindaque.com
o conlralo os criailores gauliam, porque anles dellc
lalliava-se netta cloade um numero de rezes muilo
inferior as que era necessario para o consumo da po-
populacaii; esle fado foi dennuislrado com docu-
mentos olliciacs, dos quacs resullava que a compa-
nhia de alraveesadores apenas malaxa diaiiameule,
para poder com mais felicidade vender a carne por
um preco exhorbilanle, de :WI a \t\ re/cs : enlrelanto
a companhia adual be obligada malar SO rezes
pelo menos, por cousequeiicia duplicou o consumo,
abriudo assim um mercado muilo maor aos produc-
tos dos criadores ; porlanto que ulilidade podein ler
csses homens em uuerrear o conlralo, o fa/er com
que elle nao se possasuslenlar?...
'OSr, Carneiro da Cunha i -* Os criadores n&o
prccisain de tulor.
t. O Sr. Pae* Brrelo : Como tutor?...
(i Sr. Carneiro da Cunha : Sim, obrigudO-os
a vender companhia porque se Ibcdiz quo he mais
conveniente para elles...
(i Sr. Pae* nrrelo : Sr. presidenle, h ouvir-
sc os nobres dcpulado*, dir-se-tua que os scrlaiiejos
nao podein vender seus BjadOS senAo no Recife ; que
o Recife he 0 nico mercado aonde os criadores das
diflerentes provincias do Norte achain consumo para
os seus producios.
II Sr. Carneiro da Cunha : He omaior mer-
cado...
O Sr. Pae* nrrelo : Pois pode-so dizer, que
na provincia s M come carne no Recife? O gado
s pode ser vendido para ser consumido aqu ? He
cerlo que nao...
O Sr. Carneiro da Cunha : Parece que sim,
poique a lei s euidou do municipio do Recife, pa-
rece, pois, queso aqu se come carne verde...
O Sr. Paei nrrelo : Sr. presidenle, nao des-
cubro motivo algum raioavel que leve os criailores
opnorern reaktencia ao contrato; nico motivo
que pile dar lugar reluctancias, depende da com-
panhia, poi conseuuinlc nao pode ella allegar um
fado seu para a rescisAo do conlralo ; islo parece-
mcevidente. Sea companhiaollerecer aos criadores
um preco raioavel lelos teua productos, como be do
seu deverfa/e-lo, elles nao pmlem deixar de xen-
dcr-lb'os: nao ha interesse ueiihuinque os aconsclhe
t proceder de um modo diverso.
Mas, dsse ainda o nobre dcpulado, que he rela-
tor da commissAo t o Sr. Aguiar }, que propondo a
resciso do contrato leve em vista acautelar o futu-
ro da populacfto, poique hem pode acontecer, que
ehegue occasiao em que o conlralo nAo possa nhso-
lulamenle ser cxei-ulado, e en Lio a popul.ic.lo ae
vera sem um enero do primeira necessidade.
Scnhores, osle argumento responde perfeilaucii-
tc o contrato, o qual para csses casos cxlraonlina-
dinarios aulorisa o governo a lomar as providencias
que forcm necessarias. Mas eu digo casa que mes-
mo para acaulelar o futuro da pOpulacSo do Recite,
he que o contrato nAo deve ser rescindido.
Senbores, rescindido o conlralo, o que acontece-
r ? A companhia que boje fornece as carnes, con-
tinuar a fornecer, podendu enlrelanto dar ao seu
genero o preco que quizer, c a popularan do Recife
uAo adiando quem Ibc venha ollerecer um enero
igual, b& de sujcilar-sc ao preco que llic for imposto
|Mr eau companhia.
porque, scnhores, para lular romessa companbii
o que be preciso ? lie preciso que se forme oulra
habilitada com ampios recursos para enl i aajjcuin el-
la em concurrencia, tira, islo nao ha de aconlecer
durante muilo tompo ; o* capuces %ho so dealocam
se nao com IUUU) vauar e recejo; quem poiaoppor
nina coiicorrcncia ^onlajosa .i esta companhia, que
i.i est armada, com lodos os recMrmw, que lia de ne-
ces,ir i amonte ler gadoapara dispor del les, que lem
(loantes por teda af pule, que lem grandes fundos,
que tcm cqiilais dbl|.....iveis. porque aaubtHi o go-
niiot intuto o auno panado t Por consegoiule lia de
n,.; ,o por muilo lempo, e impor a lei a |HipulacAo
do Recife : por W*0 modo em ve/ do acaulelar o
futuro do poio, pondo-o a cobcrlo de qualquer mal
vamos pelo contrario acaulelar o futuro da compa-
nhia...
( Ha dtrerto aparten.)
O Sr. Pae nrrelo. Os nobres depulados
bem saben) que cu nAo Ibes posso allribuir csses
desejos...
Cm Sr. Deputado: Quando acabar o lempo do
conlralo, seguc-seque elle deve continuar...
O Sr. Par* Hrrelo : Quaudo chegar o termo
legal do conlralo, enlo outras pessoas j.'i eslarAo
preparadas para entrar nesse negocio ; mas de re-
pente, sem ser cs[crada a rescisAo do conlralo ;
quem he que se a presen lar ? Quem he que pode
luonr com a companhia que cxisle ? O nohre de-
nuladoquc hei'icmhpo da commissAo especial eque
h.t poueo pedio a palavra, disse nasessAo anterior ;
se n.io bu secca, se nao ha rcclulancia da parle dos
criadores, que inleressc lem a companhia em res-
cindir o conlralo?
<> Sr. Franriteo Joiio: Disse islo em aparle.
O Sr, Paes Hrrelo : Dissc-n na casa, e eu lo-
mei ola, porque anteado, que he um argumento
quo pode ler IguHM forra, e que por isso merece
que eu procuro, nAo direi destruir, poique fallam-
me fonaspara isso, mas allcnde-lo o ronsidera-Io...
Sr. presidenle, que nao ha secca, he fado que iiiu-
gucni pode conteslar.
Um Sr. Deputado : Contesto, cu*..
t) Sr. Pac* nrrelo : Pois com a Irovoada de
honleni, com) chuva que em lana abundancia lem
cabido e com o Icslemunho de pessoas que vieram
doPiauhv, Maraiibiio, Cear c Parahiba, as quacs
nosdizeinque nao ha maisreccio de secca. respondo
as asseverai esdo uobre deputado, que alias ludan)
ronii,i a evidencia.
Sr. presidenle, a companhia lem grande interesse
cm que o Contrato seja rescindido agora ; ella j ga-
uhoii, semiiido dizcm, ccanliou muilo durante o
auno passado ; he de supporquc este auno nao Ihe
seja muilo ravoravel, ape/ar de terom cessado os re-
ceios da secca, |Hirque be sabido que con) o Gran-
de verao quo houve, morreu algum gadoe por ronse-
guiulc lem csse enero de encarecer, sendo por isso
desuppor, que a coulinuar o conlralo venha n com-
panhia a perder aluuma cousa ilos lucros quo j ga-
nhou, c he esse mal que I companhia qur acaule-
lar, laido mais quaulo ella sabe que, rescndindoo
conlralo lem de haver lucros maiores do que j leve,
ponpie he de esperar, que a incsma compuliia coi
linue ser fornirccdora da carne verde, o enlo o
far pelo preco que Ihe aprouver, vislo que nAo le-
r por muilo lempo concuiTcncia. Porlanlo com a
rescisAo do conlralo nesla occasiAo, ganhain os con-
lraladores duas ve/es ; uauham conservando os lu-
cros avullados que jcuoscL'uiram, e ganbain ainda
|Hirque licain senliores do mercado, pudendo exigir
pelos seus eneros o preco que quizerem.
Bu aqu, Sr. presidenle, porque cu dio ao nobre
deputado que, ape/ar de nao le bavido secca, ape-
la! de nao haver reluctancia da parte dos criadores,
a companhia he interessadn cm que o conlralo seja
rescindido,
Creio, Sr. presidente, que foram cslcs os argu-
menten que em favor do projeclo se apresenlarainyia
cata ; mas antes de concluir, cu devo observar a as-
sembla que, lendo a commissAo reconhecido no
seu parecer que, no proprio conlralo havia remedio
para o caso do se darcm cedas circiimslaucias, que
lomen) a execuco do contrata ditliril, nao posso
descobrr o motivo que levou a commissi^o apre-
sentar esle projeclo...
O Sr. Aguiar : Eu j evpliquei isso.
OSr, Paes Brrelo i Mas perdde o nohre dc-
pulado ; a explicacao que leu do me Mtnuea de
modo algum. O conlralo dizcm unta das suaseiau-
ulas o sei'iiinle : : l,e /
O overuo so compranietlc garanlircom loda
)s suas clausulas econdcoes, o os conlraladores
ie obrigam solidariamente ae eiaeto cumprimcnio
lelle por si eseusbens, licamh entendido que so
reservam os casos fortuitos de guerra na provincia,
ecca, ou peste, c de seren alteradas por disposiees
(Misleriores as iniposices ora decrelailas sobre eslo
ohjeclo, qur prov iuciaes, qur niunicipacs; port/ue,
nado algum oestes casot o governo da produca
>idmillira< iiiodifiniraeit nrressaria* ein ordem
repararse oteffeilot de urna forra maior e habili-
tar o*rontraladoret cumprir 0 contrato sem um
prejuizo cerlo einfalicel.
Jase ve, pois,quedado o caso de Torca maior, o
administrador da provincia esl autorisado para re-
parar os seus clcitos ; sem que seja necessario inlcr-
vir a assembla ; a companhia |Mir esle artigo o|>r-
ou-se ainda dado esse caso, a cumprir o conlralo,
com as modilicncoes que forem justas...
(I Sr. Franriteo Joiio : Mas nos nAo fazemos
mndilicacoes.
OSr, Paes Itarrelo : Os nobres depulados fa-
zem mais ; propoem a rescisao t\n conlralo, que a
companhia se obriou a cumprir ainda quando o raso
de fon;a maior se de, apenas evitando ueste c.i>oque
o governo a habilite cuinos i ocios uecessarios para
que Hilo leuha um prejuizo cerlo cinfallivel.
Como he, pois, que os nobres depulados xAo ofle-
rceer-lhe mais do que aquillo que a companhia so
julgoucom direilo de exigir, e aconsclliain que so
acabe com o conlralo?
hizemos conlraladores: nos nlo podemos cuin-
piiv-o conlralo sem um prejuizo cerlo e intalhvel ;
a islo Ihe devenios responder :poisdingi-vosaogo-
ver no que est auWrisado para babilitar-vos com os
uieios necessarios para que se nao cerlo e infallivel...
O Sr. Francisco JoSo : Eu nao cidro na ques-
lAo dos interesse* da companhia, enlrn na quiMAn
dos inlereases do publico.
> .s'r. Pac* Brrelo : Eu catn iuteiramenle
persuadido de que o publico auha muilo com a
conservacAodocunlralo, urna vez que ello se exe-
culc...
OSr, Carneiro da Cunha :O do municipio do
Recife...
OSr, Pac* Brrelo: A lula pode cslabeleccr-
sc entre a populaco do Recife, eos criadores; quait-
(o a populaco do resto da provincia, cssa nada lem
com 0 contrato, a sua posicAo be a moma quero
conlralo subsista, quer seja rescindido; no ei.lauto
direi ao nobre dcpulado qno a populaco do munici-
pio .lo Recife nao se conipe de mcia duzia de ho-
mens, eompe-sc de urna populaco numerosa, c de
cerlo o* seus inleressc* o o seu hem oslar devem ser
muilo considerados c allcndidos pelo governo e pela
assembla...
OSr. Carneiro da Cunha : E o resto ?
' .s'r. paes Brrelo : Porlanlo, cu digo que
he iuquestionavel a vaiilagem que o publico do Rc-
cifoohleui como conlralo, e para isso, basta alleuder
para a dillerenca que vaoem comprar a carne por 2
e *? i arroba, a te-la por 5 a (i?, como aconlecia au-
liaiiienlc...
Cm Sr. Dcpulado : EnlAo o conlralo nAo foi
feito em favor dos conlraladores 1
O Sr. Pae llurreto : Perdc-me o nobre dc-
pulado, oque cu disse foi que, rescindindo-sc o con-
lralo, hoje poder-se-hia dizer, que elle foi feito,
nao em favor da populadlo, mas sim em favor dos
conlraladores.
Senbores, he inqueslionavel que o publico nao po-
de deixar de gaubar com o conlralo das carnes, nAo
cxeculado, como esl sendo; porque assim melbor
fora que nao exislissc; mas o governo lem os meios
necessarios para coagir a companhia a cumprir e\-
aclomenle as obrigacoes que conlrahio ; e\le pinte
impor mullas ; pode mesmo cucarregar agcnlcs
MUS do abstenme uto da cidade cusa dos conlra-
ladores, c liquemosrcrlosdcquc quando o governo
se resolver empregarcsses meios, a companhia ha
de ler interesse cm fazervir maior porcAoide gado.cde
cx|M-loao consumo. Eis aqui porque ou dio. que
o conlralo inqueslionavelmenle he vanlajooso jm-
pulacAoda capital, e be por isso que eu nao desojo
que elle saje rescindido, principalmente sendo cssa
reacisao feTta de repente e JHMperad.....Le, como
Mas. parcrc-nic, que eslava nioslrando qoeogO-
verno linha ems*'u pudei H meio- oeeessaiio-. p.ua
previirir as coiiseqiienri.is di> uin.i forca mai.ir, e
evitar que o* conlraladores loBreaMM um prejuizo
cerlo a infallivel, quaudo fui iulerroinpitlo pelo no-
bre deputado com o seu aparle, que me ubrigou a
dC|UTO -i'.tiiinciilodo meo ilisciiiso.
Eu digo, Sr. presidente, que ainda dada a secca
alleada pelos conlraladores, uem por isso dovemos
rescindir o conlralo, porque o que se segu dahi he
al&uma diflkuldadc no cumpriinenlo do contrato,
porrn o mesmo conlralo j previnio esse caso, c o
governo quo fez comprometteu-so a auxiliar a
companhia com os meios necessarios, para que essa
ealamidade no produzu IikIis as suas eonse(|uencias
funestas, uem (raga aos conlraladores um prejuizo
cerlo e infallivel da parlo do governo est o prestar
osses auxilios, para que a companhia nAo sinTra os
prejuizos, que ella parece recear.
Aquillo, a quea companhia lem direilo, dado o
caso de forca maior, he diriir-scao governo, palen-
lear os seus apuros, epedir-me talvez urna iudem-
nisacAo, se conseguir moslrar que lem (ido prejui-
zos ; que laes prejuizos nflo lem ncm pdem ler lido,
porque lodo* sabem que a rompinhia obleve randes
lucros no auno passado,e nAoos pode ler j perdido,
s parque ogadoae vendo um paueoroaia caro pode
ser que leuha algum prejuizo esle auno, mas isso be
:om|icnsado |H?los lucros que j lirou : cm bulo o
'aso quero cbeuar a esle resultado, e vem a ser, que
a assembla inda ten que ver ueste negocio, ello
he lodo administrativo, nocontralo estt o remedio
para D mal que cxisle, n governo (pie cumpra o seu
dever, fa/endo cxecular religiossinenlc o contrato
NAo queiramos, senbores, approvando o projeclo
aulorisai dguem a dizer, o que eu j ponderei ante
nrmenle, islo he, que o conlralo nao foi feilo em
favor do publico, mas que o foi cm favor de algn1
iudvduos.
O Sr. Franriteo Joiio: Essa referencia, estn
de-se at a lei que ercou o conlralo.
O Sr, Francitco Joao: Sr. presidenle. cu creio
que ha muilo que considerarlo desla casa c ab
(cnco do publico, que espera com anciedade orosul
(ado de noss,is deliberacoes, nao he suhmellida ques-
lAo loo grave como a que se agora asila, quesblo co-
mo ella lAo nomenlOM < melindrosa. E qualquei
que seja a deliberarlo que por iw'h for adoptada
qualquer que seja o apreciamenlo da questAo. o al-
cance de nossasdecisi'ios servir, me persuado de al
unta mancira a cquilular nAo sattencdoquo (iriN-
lamos anciedade publica, scuo lambein servir,
revellar a nnssa previdencia ou iniprevidencia em
assumplos de ordem lAo rave.
Sr. presidenle,boje mais que nunca calan) em mcu
animo a verdade ib: una proposicAo da celebre rs-
criplora inadame d'Eslhael, dessa mullier genio nAo
menos nolavcl pela amenidade, raca* e encanto de
seueslvlo. que heapreciavel pelo profundo csubli-
me ile seus pensaincnlos polilteos. Dille ella, que
*e as miilhercs sempre cumprcui seguir c suhordi-
nar-scopniao publica, aos homens quasi sempre
he dada a trela de se moslrarem aupenorM ella.
E un verdade nAo he a primeira vez, que nolaveis
eacrptores pblicos, assembla* delibrenles, ho-
mens cucan erados das adminislraccs do paiz, lem
sido victimas da sua faseinacao, eedendo a impeluo-
silade dessa torrente arrasladora, que as mais das
ve/es nao serve scuo a desconcertar e Iranslornar,
em vczdc crear c dirigir os rondes interesse da hu-
manidade : e se hoje invoco em favor de minlia 00-
sjcio especial bula a forca dessa verdade he porque
ella ualiirahnenle condu/ miulia juslilicacAo, nflo
so para com,os mcus amigos epara com o publico,
se nAo mesmo para com aquelhs meus adversarios
qucqui/crcmparurnmignse apreseularem auim.idos
dejiislica.E anles que eu entre no apreciamenlo eral
dlo,1.1 a questAo,\ Kxc. nie permillira e icasa lani-
hem coiiseulira.qiie eu me xolte por um ponen para
o mcu passado,fa/eudo um exame relrospeclivo de
lodo* os meus pensares nesla mema qucslo. fe-
lizmente para mim eslAo dlapenaadas aa neceaslda-
Jes de explicar as miabas coulradicces iicslo as-
sumplo, porque cu as nAo Iive, o mcu pcnsamcnlo
de hoje he o mesmo peiisnmciitc de enlAo ; mas com
esle mcu di/.er nAo quero (olber de nenhum modo o
direilo que cabe a mime a qualquer deprogredir re-
Irngradamlo.deinolhorar osen pciisameiilo, a per fui-
cocho mesmo adoptando opioiOei cm oulro tcmjio
repudiadas.
E pois, oeste mea pequeo discurso, forcoso me
he memorar ca.sa, que o mcu pemamentO agora e-
nunciado, he o mesmo que Iive cm oulro* lempos
quando se Iralava da adopto da lei de 0 de malo
de 1851, na qual cram prestidas ao Exm. Sr. Souza
Ramos, nesse lempo digno administrador i les (a pro-
vincia, lodos o* meios de ilinheiro, lodas as mcu Ida-
des oulias para confcccAu desse conlralo boje crh
questao, Bnufo oanobrea membros da corumiaMO
csperial.os Srs. Auuiar c Carneiro da Cunha a quem
lenhu a bourade referir-iiic volaram pela adopc.lo
dessa lei, conliadamente faziain depoailO de lodosos
recursos pecuniarios e al ollcrcnda mesinadeallri-
buicoes nossas, para assim balnliliro admiuislrador
publico a salisfazer e-sa grande necessidade social.
E em quaulo, que elles assim opinavam. eu me aa-
siguava vencido, eu me oppunha erigem eausade
lodos csses males, de lodas essas grandes dcsvaua-
gens eemlim ila motora dess-v grande emergencia a
que somos boje chamados a dar remedio ; o nao con-
lale com essa minhaopposico franca o leal de meo
pcnsaufilo, cu havia conliado cm parecer deslaca-
do da eommhaffO de que era memhro, ponde em re-
levo as razoes do queme ajudava, o* exemplos a que
me aoecorria para demonstrara iniprevidencia da
medida enlo propo-la. A|ipellaudo para n memo-
ria de alguna amigos inlimos, elles si? recordarn de
mehaverem aconsclhadu o sen escondimcnlo pela
iucouvenieiiciado estilo em que eslava escriplo, no
qnal me comlciniiavam pela vehemencia de minha*
evpiew.es contra o enlAo andministrador oSr. Souza
Ramos...
I) Sr. Carneiro da Cunha : Elles quem ?..
O Sr. Francisco Juila :Esses ami&os a quem
eu roiiliauca apresenlei o resultado de meus traba-
dlos foram os Sis. l>r. Raplisla, Manuel Cjvalcanli,
Pedro Cavalranli e oulros;sucecdeudo.que dcil co-
mo sempre son a juizo* superiores aumcii, e a ta-
lentoseslarocidos o illus'irados, e nasquesloea irati-
cas mata do que eu amesliados, reiirei-me conlen-
laudo-mecom assiguar vencido. Acaso eslar emn
esla minha explicacao salsfeilo esse nobre dcpulado
que me interrumpen com o seu aparle ?
Mas, Sr. presidenle, oslas ohsorvaccs que me ser-
ven dejusliliracAo pessoal, se loruam comuque pre-
liminares indispensaveis de lodo o meii pensumeulo
em face de grave siluac>> em que no* achantse
dos motivo* delle, eu iuformarci casa entrando na
questao.
E anles que o faca, alada pedirei a V. Exc. liccn-
ea para fazerligeirn ohservai;Ao a um nobre demila-
do, que lomando parle na discuss-lo, precuroude al-
guma maueira e creio que sem deslcalib.de, arras-
irado por culliusiusmo do que se mostrou possuido
lomar odiosa a minha ikisc.Io.
Eu bem sei Sr. presidenle, que esse nobre depu-
tado procurou prender-me ao (amborele fatal e lem
para (alvez, que scnlado nesse banco de dor, cabe
a ellcou aoulro qualquer dagiciar-mo ; cabe aquel-
los que sio hroes daopinioda dia,que liugem di-
rigirasua lorrculc.quandu nAo fatem mais que deso-
rientado* deixar-sepor ella arraslrar sim, que a
unfeoulroshc dado a larefa de dcs|H>pularsar....
O .S'r. Paes Hrrelo :l>cclaro, que nflo coslumo
deixar-mc arrastrar pela lorenle...
O Sr. Franriteo Joo :Mas eu nAo me dcixa-
rci arrastrar por ella, embora me caiba a sorle de ser
esraagado, couvirei mesmo que o nobre deputado so-
bresal!; ness-is vagas, mas lamen larri porque ser ati-
ra.lo por ellas mais oo lone e tal ve/..... em reben-
tio mais perigoso, cmlMH-a me dcixe submergido
abaixo dclla*.
Mas Sr. presidenle. nAo be esla a queslao, nao se
trata aqui do apio Mnenlo di- opilcs jwpulares
que mudas vezes nao sao mais que vulgares*, o por
heos eu pc^o nunca confunda-mos os lermo* ;
tagnes de animo c apprehensoes do futuro, fa/endo
cm bxlo o cas*i margem completa dos nleresscs dos
eoidratadores, cuja sorle he para mim de bulo cm
iodo indiucrente, |>oucn imiHirlaudo para mim seus
lacros ou suas perdas, ou mesmo o seuahvsmamentu
futuro.
Sr. presidenle, aherla assim a primeira pai le da
ipn si io, Iralaudo-se da ulilidade ou inulidade da
conveniencia ou iuciiiixenieucia da lei, du conlralo
a que ella servio de baso eu me serviiei o soccorre-
rei apenas ueste poni daquelles aruumculn-ie ex-
emplos, que a ox|H>ricuria lem tornenlo coulra a
creacao e admiuislraco du formamenlo de compa-
nbias de monopolislas pblicos; deveiido-me |H>r is-
so ser p empbi que lambein nos foi ollerecido no immiqHdio
que mis creamos e que polo desordeiiaineiilo por elle
causado lem assisualadoe feilo registrar maisdo um
fado em apoio da minha opiuiao.
Para quem quifer com vislas de imparcialidade,
com crilerio seguro examinar a situaran em que lo-
das esliisdilliciildades lem nascido ; para quem qui-
zer formar o diagnostico doUa grave ealamidade nAo
ser exlrauho, que para m il |o horrivel lem serv
do um ronjundo de causas unas em ordem natural
e nutras de especie merameiile accidental. E de fei-
lo, para que a caresta do genero gadoe incerteza
daaBOMas eslacoes, a falla de frequeule* ebuvas, a
ausencia lolal dellas em certas qu.idras airvam de
elementos mui poderosos para roirsliluirc causas
em uosaa ordem natural, nAo he necessario grande
eaforeo de imasinaco, porque silo plieiininemosque
s vistas de ejuguem podein escapar; sao fados de
ordem lopalpavel, que iiiusuein misar coulesta-
los, uem mesmo creio que o nobre dcpulado lo for-
te c desabrido as suas conleslacoes. Alin desla*
causas, outras baviam do eapeeieaccideelal, Bsquaea
o uobre dcpulado me pon pon o Irabalho do denun-
ciar, lomando a seu cargo o fa/e-las publicas aqui,
fallando-nos em monopolislas e alravcssadorcs e con-
tra elles vociferando.
Ora, Mlgoalado assim o fundo da queslao, lican-
do um demonslradaa diversidade OaaoaaaMque
serviam aerear esta cireslia, a -jerar essa grave 6
umldade que era denunciada pelo Sr. Suuza l(
mus, precisido de lal modo o mal e em busca dere-
medioaelle.qualdeveriaser a conduela da assembla
naquelles (em|M>s, qual a da admiuislraco a quem
conliadamente se cnlrcgaram ?
Seria o que parece remover, alleuuar, destruir
mesmo as causas do mal. preparando o remedio em
retaceo i eaiua do soin-imcnio, e (Hirianio auertar
meiilecomlialendo as causas de especie accidental o
modillcaiido aquelles que linhain sua origen) em fac-
i*, cuja direccAo c.....|dela nos mo po lia raher,
mas sim apenas medidase providencias em ordem a
suepoftder um pouco c modlAear os seus desasiK's.
Assim lallaudo, eu me roliio secca como causa na-
tural, o a esses alravessamonlos como causa acci-
dental.
Mas Sr. presidenle, fui por esla assembla dada
providencia no sentido que acabo de demonstrar?
acaso foi iniciado pela admiuislraco publica? cerlo
que 0 nao foi ; ceno que he triste verdade o ler sido
deludo ao acaso por esla casa naotncib doSM RrtVC
quesl&o; corto que nao hmenos Irme verdade o
haver sido IM| compreheiidida pela admiuislraco,
0 haver sido desastradamente remediada e ai redada
e*w contingencia.
Mas Sr. presidente, anda sobre essa face c anti-s
que Impie no segundo poni da ipiesto. V. Exc.con-
M'ulin que eu assevere rpie a bu o o conlralo de ta-
la mabsorviramdo quodeijundoprextstcnleaesom
SOflrerem o menor ataque as cansas natmaes, virem
'in sueco rio e favoreciimnlo das causas accidentaos,
reaudo como creou um nnmopolio legal; resslindo
oiiio resisti de urna armadura com pie i a con ira a
qual nad i valiriam os hole* que pode*seiu ser atira-
los por espirito- de especulaco c ife industria, por-
|Ue liv re concurrencia Ih'avain iuleirameiile Iran-
Mda* (odas as imitas. E latea maloa> que lile nao alo
jmr uiuguem de>conliecii| IU1
mi -se apenas saber see.sa lei de maio de "l foi ou
nao prcxidenle.se as vista* desla casa, si-as suas in-
lenci.es creando issi lei le meios ao admiuislrador
da provincia foram |ir ello guardadas na eoiifecc.m
do contrato para o lornonmeuln da* carnes verdes;
Irala-se lainbem de saber qual a medida que na si-
luacaoaalual |arece mais confoiniecom a previden-
cia iud*|iensave! n.aceito dos neflaeioa pblicos j
la medida mais condigna cun a posicAo de.,1 i casa.
com a Incumbencia que lite he dada de salisfavAu aos
graves interesse* pblicos. Eu o farei confiundo lo-
do o meu peneanieiilo, manifestando todas o* mi-
nbas es|ici ancas, dcscobrindotwlasasmiuhaji inquic-
iiigeni essa lei e esse contrato, devem mais
ii esla CAMO admiuislraco daquclle lempos aer
allrihuidos do que 01 proprio* conlraladores. lira-
ve be a incumbencia daquelles que administran) os
tosimos pblicos e por igual lambein a respousahi-
lidade que pesa sobre lodos aquelles que lAo mal
aprehendern) e resolvern! problema lao impor-
laule. Eu peco i ca>a perdi desla nimba maneini
franca, uiiiis sindique a ella cao paiz inlciro devo
toda a verdade.
Eu suppiiiiho ainda Sr. presidenle, queasvi-ia*
lala casa, que aespeelaliva publica nAo foi de ne
nbiim modo guardada pela admnislracAo publica :
assim pensaiidoearcKUiu sempre salvaras inlences
de IimIos aquelles que se acham mais OU menos inte
ressado* no apreciamenlo dessa c|iie*IAo, e nem pode
valer como rarao Jajoonslrar, que a coiieurrcneia
foram abcrla* as portas pelo fado de que una ou
mais companhia* podiani-se apresentar em uubre
competencia e nAo pode proceder cs*a argumenta
cAo poique ella perca pelo grave deleito do Ira/e
como remedio ao nial causas que nao serviam se
nao em aggravar a iulensidiide do mesmo. E, Sr
presidenle he esla argumenlaco Uto clara, seu
resultado lAoev denle, por lodos lao apalpada a gra
ve inconveniencia de crear um monopolio legalisadi
como medida para eslabelccer a concurrencia livre
e franco de lodosos industriosos, que me quero pa-
ra mim persuadir, que niuguem hav era que se recu-
se a COteaMr recmilMcer como mais poderosa a
actual coiupauliia de cotilraladore* que o* anligos
monopolislas ; como malhabilitada e ailada para
dider a lei ans consumidores e creadores, ou uessa
lula iudispeiisavele necessario que cidro ella for es-
labelo ida o os foniccedores de gado soccorrido* na
occasiao por 09*6 verao prolongado que leu) llovidos
foruiar L-rave crisc, que uAo consliluc cm si mai,
IQ asequencia necessaria da reaccAo sobre a acoffe.
m lodos os lempos, em lodas as q liad ras foi sem-
pre reconhecido as leudencia* nalurae* cm lodosos
poderes creado* de deslcndcrem sua* torcas ao poni
de despotisor. lal o resultado da creaco pon!) ra ; (al areaccao indispensavel, o rccalislra-
mcnlnOraquelles cuja existencia c inleresses foram
leiiivebneiite coinpromellidos pela sua neacao.
Mas alera de lodos esses graves inconvenicnift que
ato euoonlrados no primeiro ponto das eonsidero-
coes geraes, iuconvoiiienles que deveudo ser enca-
rados como iialuralme.ilc docorrcnlo da vslomoli-
s,i..io de ideas pelo goveruo c pela casa seguidos
ucstaqucsIAo, nen ve i lien le* contra os quaes nos
devia piemunir o experiencia de oulros povos inais
do quo mis adiautadosnacorreiradosconbeciincnto,
ecouomicopolilicopraticos ; ainda mais oggravada
foi lo lerrivclconjuiiclura.aindomoisaugmenlado
se he possivel o acervo de iodos csses males pela for-
mo (nslemenle desasado porque foi compreliendido a
explicado csse syslcuia impralicavel na forma e con-
lralo em que elle foi desenliado.
Entrando nesse segundo poni a que me propuz,
Islo he, no exame e analvsc das diversas eslipul:,-
eos dooonlralo, cujo lodo deve formar como que
iim abracainenlo completo em nuc as suas dilToren-
les clausulas miduamento se abrarem e se expli-
quen), dessa inspccco resulto a salieucia bem nola-
vcl de que em lodas as descidencias que eutro o in-
vern c a mesma companhia possam ser pela pratica
eslabelecidas soja a solugAo do tudas ossas graves
qiiestoes revolvidas po.' dous arbitros de nomeacoo,
umdo governo e oulro delle, e no casode dcsaceordo
por um Icrceiro arbilro a aprozimenlo de ambos es-
colhido, viudo asim a importar lo perigoso arbitrio
loda a vanlagcm aos conlraladores, lodo o desfavor
ao overuo.
O parque dessas il.JTerenc.as be lo claro, que cu
quasi me supponho dispensado de oexplicar...
Cm Sr. Dcpulado : Porque razAo ?
O Sr. Francisco Joao:O nobre dcpulado me dis-
pense do desenvolver esla ida,me dispense do mirar
fundo, de abrir lodas as dobraa de um pcnsamenlo
quo elle iusliuclivameule coiiheee, porquo elle nui
poite escapar aquelles que pralicameiile o oslo sen
(indo...
O .sV. PitfiS Brrelo :llu inuilos homens capa-
zo du dizerem a verdade.
OSr, Franriteo Joo:Aoquoyejnonobredepu.
lado me lona o explicar a raiaodo meu |Mirqiie; lal-
vez seja eata\i|rlomai*espiiilnHd.iimloopra(ica.
talvez Mtjnaquella, que mais po**a oireiider e anee-
lar inleresses c reputacocs. Mas sempre o dirs,
sem dcsabrimeulo com bula essa calma, quea ciro
cumslancia requer, com loda essa iiigenudadc qu-
(odos me reconheccm, c que cu me honro de poun
como o mcllior lilulo cordialidadedemeus amigos
e eslima c considerarn do publico. O porque se
funda em que naturalmente be seductora, he iu-
ternecedera, he vordadeiramcnle credora c arrastra-
dora no* rrise* urna companhia que Ircte pelos seus
capilaes, iioderosa pelas suas ramillcactes, esmaga-
dora pela sua uuidade de pensamento, e perseveran'
le lauto quaulo pode o interesse colletvo em cm-
bale com inleresses o industrias desenconlradas cou-
lra o pciisamonlodo governo contra as suas iiiteu-
Cftes ainda a* mais pas, contra iuteiresa do sen
proprio lomado na esculla de uin lercciro desem-
patador cnlre amitos. E he vislo o quaoto esla
cousideraco servo aprovar, que urna tul eslipula-
cAn prosla-se a reogir cumplelameiilu contra a ell'ec-
lividade do conlralo cm lodas as bypolfieses em que
o interesse dos contraladorcs possam ser compro-
mellidos.
NAo be c*la porn) a nica cousideraco de quila-
le bem subido, unirs naturalmente se deduzem de
outras clausulas cm que lira cslahclccido o direilo
exigencias de modilicacoes. Importando iiulcmnisa-
i.oi-s lod i- a> VeSM que |Mir olleilo das ii M'iilai ida
dis das citacoes, |idc ser enronlrado o nleresse da
companhia com o dos creadores e refazedores de ga-
do ; doseiicontro que qualquer ocurrencia pode.
crear, choque indi*|ieiisavel atiricio e embale hem
iiaiinai da reaeco suhjeicAo, nao imposta pelas
circiiraslalirias naluraes porque estas nos cusluma-
niosa suhjeilor rcsiguadamenle, mas sim ti Iba do re-
vollouioiilo a nina situnro creada cm nome da leie
|mr ella escudada com a pesada chave do multas e
de oulros meios nlo menos vexatorios creadss pela
mesma companhia intereawda, como he bem natu-
ral em sulocar completamente lodos os rebenloos,
que aqui e all podesse gerar cspirilo do empreza.
E ii"ui pensando assim, e nemascusando a le crea-
dora do conlralo, c esle que nAo he seno lllbo dcl-
la, eu posso ler nutro proposito que nao seja de-
iiiousliar que lodos esses vicianieulos provein nao
laido do defeito de coulcslura, seno do |>ergo du
idacm si mesma ; porque, Sr. presidenle, convem
confessarque naufragan) sempre (odas as capacida-
pes anda a* maiscminenles, quaudo lemerariameu-
le prclciidcm oppor borreiras dissoluco do espiri-
to do industria, murcaudu regras reulailoras da jus-
ta competencia, que nao |k'hIc sendo solTrcr |ieque-
uas modilicacoes Irazdas com lodo a lenteza de lem-
po, calculodase meditadas com toda a frieza de pcn-
samcnlo por muilo lempo adormecido o apurado.
Revoluciunamcnlu em sentido contraro importa
verdadeiro desmoronamento, que podo por algum
lempo emhahir o espirito publico, pide por algum
momento sorprender as boas inlences dos encarre-
ados da direceo deslcespirito, viudo filialmente a
assisnalar uiois ama ti slc decepcAo, mais um cruel
desengao de que as revolucAes >\a^ ideas quer po-
lilicas, quer iuduslriacs, a lunuiieni be dado o po-
der de Ihe prestar existencia, e deslrui-las a seu t-
lenlo, caliendo apenas aos genios superiores aprovei-
lor a sua passagam cm proveilo do publiro. Peoaa-
mculo contrario a esle be Icmcridadc contra o qual
protesto a hislorio.
E boje mesmo O nohre dcpulado, o Sr. Paes Itar-
relo, aipiem me rdiro, ncsie momento pesar de sua
habilidode de ai'^umenlaeo, a pez-ir da sua facilido-
de de palavra nao pode esconder o pcnsamenlo de
que o monopolio creado pelo acaso iiciihuma com-
pa.iaco podio ollerecer rom aquello, que era aulo-
risado e escudado pela lei. Mas, Sr. presidenle, cu
assevereique dependo ao oxame pralicoda lei e do
controlo que Ihe a verdade dos meus principios resallava de modo a
deixar ver loda asna luz c loda a sua forca, islo lio,
que pralicamensc livemos de ver molestada a situar
cao do* creadores o refazedores de gado, cujo* iulo-
resses foram por esla compauhia contrariados de
uni maueira vilenla ; livemos de ver que os inle-
resses do publico no abaslecimento nao foram guar-
dados, liv eraos de ver por lira 0 que be muilo neie>
rai Buceada, compronieUida e arra-ada mesmo a
existencia iuihislrial desses conlraladores. E be este
o ponto em que agora cdiuiubarei.
Se liver de formular aecusai;es, cu o farei ceir
quera quer que seja. esaa ohrigacAo me be imposta
por forca de minha peaTcAo. Pesa-me lAo ardua la-
refa, ms ella he iudispcnsavel. Rcpelirei que as
consequencias desse conlralo foram as quo vou a-
puular : em primeiro lugar desapparcciuienlo com-
ptelo deuinaclasse inleira, queservindo de iuter-
mediaria entre o fazendeiro, o refazedor o o con-
sumidor, tivemosde ve-la reduzido miseria, de
lodo sumir-sc, mos no em vaulagcm do publico e
sim apenas era proveilo dos conlraladores. NAo has-
lava es*a suppresso, era lambein necessaria a nul-
lilicoco coniplcla ibis fazendeiros e refazedoacs do
ado e ella o foi inEelizmcnle completada, e nem,
Sr. presidenle, com fundamento razoavcl se pode di-
zer, que oslo minha proposioo be menos verdadei-
ra, c ncm podem-se levanlar os nobres depulados,
aseverando que os inleresses dos Lanndeirosde ga-
do foram respeilados pela companhia dos conlrala-
dores.
O Sr. Pae* Brrelo : Nao sei se a cmmisso
respeilou esses inleresses; o conlralo respeitou-os.
O Sr. Francisco Joo : O que be verdade he,
que o* fados brailam muilo alio, quo a sua linguu-
gem he mui expressivo para que jiossa ser obafada
pem nobre deputado ; o que be verdade be, que o
pronunciamenlodc IoIo os induslriosos ( fazendei-
ros ) fui fcilo por maueira mui solemne de niodo a
nao deixar duvdas no espirito de ninguera de, que
seus inleresses tinhain sido feridos. E porque as-
sim succcdcu ? Serio acaso porpuc fossem os con-
lraladores de na unila ? Seria ocaso por dcll'eilo
pessoal de sen carador ? Seria acaso por defleito
de formo era que o pcnsamenlo da lei foi formula-
do 1 dorididaincuic que najo. Elles solTrcram |ior
que a lei que creou a companhia de conlraladores
ueccssarainentc havia de ferir os inleresses dos ere-
dores c refozedores. E nem he esle o faci primei-
ro que veio por cm relevo os perigos das crrao&es
desses mouo|Hilios pblicos (>oderosos |>elos seus re-
cursos de iulclligcucia, de cahedaes e de voulades,
mesmo sem querer suas allribuices se lornaram di-
potisa lores, porque lal lio a tendencia de lodos
os poderes creados, cuja tendencia ou dominio
absoluto he urna necessidade ; nao podendu por lan-
o esse dcITeilo ser considerado como tirando o sua
origen) das |>cssoas, como dedusido sim plsmenle da
lei que creou o conlralo. mas sim cm lodo o caso
considerado como decorrendo naturalmente do svs-,
tema adoptado cm ordem o favorecer as idea de
creaco dos mouopolios pblicos. E nem posso fa-
zendo (ae* rcfloxoesdeixar dcaduzir a ellas a minlm
sorpreza de animo em ver, que alcm de se nao |>o-
"cr dar como rasflo justificativa para abrir excep^o
as regras da scicncia cconoinico-polilico-pralica a
necessidade creada por urna industria toda nova lu-
(andocom troperos e embaracos insu|ieraveit seda-
mesino a grave, inconveniencia do confianca in-
leira a um administrador publico o qual nesla mes-
ma queslo pareca afronbtr-nos e por mais de um
lesgoslo pareci de no* airedar-sc rclirando-nos sua
con fia nca fazeiido-nos provocac.oesc ileixaudo-uos
a wis, desconheceudo assim as leis de concurso de po-
deres do regimeu em que vivemos, do qual ludo es-
qiieccu Al a iniciativa da preferencia de svstema
para sollucAo desla grande queslo,
( Ha varios apartes, )
Mas, Sr. presidenle, cm parle demonstrados os
deueilos praticos da lei, ou nAo posso apesar de atur-
dido porlanlos e lAo variados aades deixar de hra-
dar.que o avenluramento domlnlias preposn'ocs em
i-efereiicia ao moledamenlo das duas classes de mar-
chantes, c fazendeiros. he boje um helo conbocido
no.ia casa, onde as roprcsei.lacocsde* asduas oorpo-
racoeexuden,he hojoumfacloestobelecido pelojui-
/o do publico inleiro que se pronunciando de um mo-
lo recto c imparcial me acomuaoba romplelamenle
Hosie pensanienlo. E nAo pesie deixar de *er Irazido
para apoin dessa proposicAo cs^i fOMleocia apreseu-
la-l i na cmaro do* scnhoie- depulados neja* depu-
lacoea iuteiro* das provincias do Ccer, Rio lirondo
do'orle ePiauhv que pronuncaudo-se contra a lei
que creara o contrato, revcllou o molcslameiito
dinrinleresse* do* seui commitentes cuja sorle m
acliavo aggravada a c.....ptomoltida, uao sendo \m
oulro nianeira explicado o opposicao de loo v miada


enlata imillas no accordo do um ulerease unid..
E, mesuro, Sr. prci.ide.iiU' as revelareis que ii". ir;i-
ba de tazer o nulire dopulado Paes Brrelo 1 da ma-
ncira porquo fol Invada n lucia dn tMnpei.liu taita
11,1 Minara do* depulados, das polmicas ornnlislioos
rslahclccidaa anda depois de perdida a lialalliano
parlamento, eunstilueni lodos oslo- fulos domnen-
los 11,10 equvocos do que cu dizia, islo lie, de que os
inlcresscs detaa clatsu pj la/endciros I linham sido
"ffendidos c feridos. Mas lia rasos cm que a rons-
lanctasu lonliuidc com a pertinacia, lie c-lo uiu
dilles, iwnpie a aaMm uuser n.lo descubro mullvos,
que arrvam ,i loiliOcar a negativa da reUudcnria
dos fazndeiros a progressito ,l molalo. Ilesconho-
cr a importancia do* reiircsanlaeocs que nos furain
dirigida*, despresar lodos os corolarios a que se
presta o proiiuiiciaiiieulo iiprescolado na ramara dos
depulados e a que en acabe! de alludir, imperta o
inesmo, que negiir que nos aeliunios aqu hoje con-
gregadus halando densamosma malcra.
Mas, Sr. presidente, remullendo esle tarta ionio
Oca, quero nutiredopulado o dedusada le, quer do
cntralo, quer da evrouco ilelle, cm Indas as cir-
cumstaucins ser .o nicsnio taclo caiatcnle, ser a
apresentarao da reluctancia que existe cslahclccida,
aera a torinacAn darrisc, que Unios nnscncl.crgan.ns
niravada ainda mais pelo verao prolongado deque f,,-
inosviclimas. Eneinso diga,quecssa reluctancia uo
pude existir |>orque nao pode ser creada senAo |ielo
raprirlio, c que se nao |hkc resillar espceulares des-
la nrdeni que iiingucn llover que ex|Hinha seu mi-
do ii morle cerla preferindo isso a xen.le-lo aoscou-
Iraladorcs. A cxpplioacAn do tocio hcoulrft : apenas
a erra tem sen ido a im|Wilir a desrida dos na-
dos pida Talla de pastos cm camiulio, |icmiiltiido
assim a conscrvarAodcllesiins raanlas e o appcllo
para niolliores lem|K>s, c lempos que Hilo podem es-
lar mullo ilislanles porqueo contrato dove-sc acabar
para o auno que se tagne.
(Or. I'imBrrelo di um aparte quejaaioou-
vinios. )
O Ht. Fraiuisco Viran:Sr. presidente, he mo-
li exacto o aparte do nobre depuldo; ron\eiilio
cm que se elle informe de peanas do Coat, I'ara-
liilia r Un, i,i,nulo do Norte, c licar.i rniilieceiulo
que os fa/eudeiros dessas provincias to apenas rcta-
zctlorcs do gados comprados era l'iaulii, que pule
ser considerado como vjvciro de gado para Indas as
provincias de norlc, sendo que as provincias 'quo
ucabo de ipootar era o lugar dosliuado para iiidus-
Iria do retazinioiilo dos gadus, industria que, como
flca visto, fui atacada, c que boje reagudo aobre as
nipusiros que Ibe foram fcila d neen.io a ,-.,-
(risica resulladnsque pralirainenlo ae clao reconbe-
E nem poda lainbcm, Sr. prcsidenle, licitar de
ser roiifcssatlo, que o inelboramenlo da classe con-
siunidora, orn inesino esle sequer foi olilido pela
lei c i mi 11 11... porque apaMa bouve a pequea vau-
lageiu de comer carne barala e magra cm lempo de
gado baralo c gordo, mo |mdciilu ser Ira/ida ionio
ratlo a dillcrciic,a de pirro, porque lie cala apli-
cada iiaturalniciilc pelo baralo proco por que foi
vendido o gado em Inda a parle. O nobre dopula-
do, oSr. l'aes Brrelo, por mais de nina vez, no
correr do scu discuiso, disse:se o conlralo fr rc-
rcuilidu dir-sc-ha, que a asscmbla rreou o ronlra-
lo |."i amor dos conlraladores, que oulra xanlagcni
nao bouve senu casa defazer coiu que lograssc.n os
inesmos grandes lucros.
Ora, lia mullo que na ventado nao lie jogada no
mcio ,|,-|, saino [lombarda do calibre desln Eu
suppuz-mr aniquilado pelos eslilhaoos delta, e o
inesmo nobre dopulado que a jogou curren scus ris-
n, expontl,, perigo a lealdade do sen carador.
Mas cu procuraici explicar lodo esle ilumnenlo
nralorio, appellmulo tmenla para o curarn genero-
so do nebro dopulado, nppcllando para o eMhuaias-
ino que elle roaluma lomar indo licni publico, ap-
pcllando pura a na vida inicua de probidaile; por
que atoante aaaim en pollera explicar esle argu-
mento, que na.....de lirar oulra torca quo nao aeja
a da |,,-i,.,,, odiosa em que |>e os seus adversa-
IIOs.....
Nao se lala agora da quesl.io panuco el trctMtt,
nao be nata o grande problema social a resolver,
nem mean case parece dover ser o nosso nobre im-
penbo, esle se reun a eonheeer se ser conveniente
o imputaran que coulinuein a lei o o conlralo a ler
vigor, se leve ella sor revogada odlereeindldo, o
uo raso de tor do resolver a questao pola alllrmuh-
x.i, qual a medida de providencia e cantata que
limpio sor lomada para que nao leja DUanernla a
erlie urinal, para que lodos os hncalos desacollo.
provhulns dessa lei tejara inndilicados c removidos
lauto quanio soja poaavel.
Por escusado eu ja lenbo, Sr. prcsidenle, n de-
inoriir-mc cm lomar mais saucillos anda, se lie
possivel, as ou-utarares que tive ocrashl tapro-
hizir qiiandn. no correr da disrusso. lixe do aven-
lurai a propiisicao de que a lei c o conlralo eram de
recouheclda Inconveniencia publica, quahroor que
fos-e o lado c face por que doxesse ser consiilerada.
quer em relac.iu ,io tazcmleirn de gados, quer em
rehiran ao consumidor, quer meamo em relamo ao
pteprin eonlralador. Ao que parecc-mc oKimdo
suiponlii, nata tareb, porque (odas i-tas reOoea
aqu repelidas, apenas Iraria romo resultad.....n-
sar a flllellcuo da cata, qur me lein "mido cun lau-
ta benevolencia, que.nao quero |Hir mais lempo nos-
te poni abusar de ana indulgencia, ronlciilnndo-
inc com dizer, quo as oonsidei nroes geraea que li/
se ajustan! porfeilamenleli hvpothe.-o por inini Mini-
rada da iiironvciiieiicia da conserva, o da lei, e por
igual iiercssiitado da sua rciogacAo ;' sendo scqueii-
cia desta prtqiosioo a rcriso do incsiuo conlralo.
Precisadas desle inndo as iniubas opinloM, V,
Kxc.meconseiilii o dar ellas um poiiromaisdcseu-
xolxiiuenlii rospouileiidn de paangam i varios apai-
li-com que lonlio sidnde conliiiuu alropellado no
seruinicnlo de nieu discurso, procurando assim res-
ponder as inlcrpcllacics que de lodos es lados mo
-.....lirisidos. Anu c all se me peraunla porque
a suprema auloridade da proxinria nao exerre a ins-
pci cauque Ibe cabe no cuinpriinento do conlralo'/
quo lucios Ibe fallam para o fazer cuniprii'.' porque
nao I.... tila i onjinnlo essa grande lempesladc re-
mincudo as siias causas? Nao licuada mais fcil
lo que a rosposla a lo injustas arguirocs. lu xe-
laii prulongado, podendo-sc quasi dizer scea, al
licn poucos titas, a rcliilancia calculada dotforne-
t odores, a rcaci;ndas classessultroiloiassobreaquej-
la que foi creada nppressor.i pela lei, a falla desu-
bvcncAei |icciiniaras poslas a disposirao da pre-
sidencia para nina emergencia dosla ortlem, as de-
tonga*, resultado da c-pecialidade da- eslipulacoes,
s.ioraziiesquccaplicani de una mancha mala que
legitima o recuameulo da presidencia, o scu re-
curso indirecto a nusnesla sraxo cunjiinclui;.....
II Sr. Pan llttrrelo :(lucr dior que nao lia re-
meda.....contralo?
(' S.I-'rimri'rnJoTuf.f. nquefalcr? Iliz o no-
ble dopulado, queuu. iuiiunlie rcruiiuneiida aogo-
xerno a sualcnlac.ao .lo conlralo, c quo a osle cabo
I"'".....que todiisaasuas clausulas sejaniciunptida,
nao dovendo era caso alguna ser permilllda a reciao
dello. A-siin pensando o nobro dopulado, parece
gar os cereio* lo crisc omnenle em que
buscar remedio ao
o nos i rometle sub
esla o r medio! pe
be elle ? o remet i
seu cd uto anligo
I quo nosafllige no prsenle,
ler para ,, liante. Masondo
na oala bom nalural qual
sl.i em repr as omisas m
lalural, o remedio est cm
habilitar ogoverno com meto) pie sirx.im a fa-
er rcslabeleccr a concurrencia indispcnsaxol, n
remedio eal cm reparar os iiojsOI desacerlos pe-
la, uii'didns xioleiilas que louiaiui, iireinedio os-
la em fenecer ao ginerio. siilnenc.oe pecuniarias
que sirtam a armado paia indireclamenlc regu-
larsar a conipi'lencia. o remedio est cm miiui-lo
de medidas que sirvain a anretenlar de ana parle
a aeran mcramenio noulralisadora.
Sr", presidenta, senlindo-nie fatigado concluir!
|Mir boje (promellendn xnllar n carga em oulra 00-
casiao) o mcu discurso ne.sle jioiitn, asseveraudo ao
nobre dopuladu cm conrlusao do ludo quanlo aca-
llo le dizer (rom rehemeurlii) que se ara-w me nao
quero boje npreaeiilar rumo a nova Uassaniba pro-
pbelisando a desgraras de sen |iaiz infelizmenle
me angustia ocora;Ao, c incalale ludas aa for;aa
de animo as afiprolicnst.es |ue ainlo, de quo se aca-
so nos onh'iilarmos rom conservar o conlralo no
[k cm fflf se acba, se acaso nao lomarmos pro\i-
deuria enrgica e pnnnpla, leronios un lia de res-
ponder por horrorosas desgra;as, talvez meamo por
grande desorden! social, cojos motivos rondados ne-
nio cncoiilradns na nossa imnrcvidoucia, punpic
lenbo para mira que a romo lio desalmada rouse-
Ihcira, erque o abasleciinenlo regular he lambciu
llleio do goxCilio.
Ilein corlo Uro de que nAo leroi salisfeiln o pro-
|kh1o cm que me empanliei, bcn orlo estnu que
aouobrc depuldo a quem mais de una vez Idilio
litio orcasnio to me referir, c que os oulros Dea) il-
luslres cninpaubeiros me poderlo considerar romo
leudo marfilado rom lomidez nene terreno deslina-
ilo .i tlisriisso to escabroso, o cm que a direocao
be laodiflicil, mas espero lidies, esporo de toda a
rasa e to publico a Indulgencia <|uc me levo do
ser proalada, niio cm razo da ininlia peana, mas
em rallo de minba pdelo, queme obliga a expli-
car as niiiihas opiuies om maleria ruja dtecusslo
deve apenas ser cabida a espirilt" superiores. Da-
llo assim perdo iiiinha lemerida.lo, dado assim
desconio ao desconcert de miohM irgumenlacacs,
ao di'.eiicailoainenlo tic nicus pi'iisaiiienloa, c a esse
ilesalinho de nina phrase pomo castigada em que
tas idoi. que em ramilla inciile se himiilluarain.
nSopedia en com vivo roltoriilo, nriii'roiu roupa-
gom lirilbanle palcnlcor a sna forra o preparar o
seu enradeamenlo, rique-me ao menos de ludo a
cnnxiccAo consoladora de que minlw bocea porre-
rio quanlo i.....i coraran sonlia, e tpie sahi ta dis-
.ii-i" lAopuru ionio liuba entrado.
.i/i/iio' Sr.: diputaiot: Mullo bem, imiiln
O *. Barro Hrrelo: Sr. presitlonlc, lio Uo
tlilliril o Un graveo atatuopto que eal aubmetlb.....
discu.-.io.que cu nao onsaria petlir buje a palavra. e
priucipalmoiilc depoltde ouvlro brilbnnlc e alo-
iiiioulissimo discurso dn humado lueinhrn que acaba
de tentar-te...
i Sr. Franduo Joto: Aaum uotam-mo a
perder.
o Sr. Horros Bon-ralO : Se porvcnlilra en nao
lixessede expender alguinas breve, ciu.ideracc.t,
que le.-iii por ti ni deixarbein palenle, bem asaigna-
lada iiiiuba opinilo acerca tic una queslio,eiu quo o
ii.....ese particular so ada rnloiramenle em conlra-
posico, em cmplela dcliarinonia.ein inauife-la lu-
la com o inlercsse de una popularan lutoire.
Scnhores, o problema que se nos oll'erere a resol-
ver lictlinicil, be iulrinradissiino | eou declaro des-
do JO, que nAo enlro liad
don le resolvitlo, delor-lbc desc
na. leulio enlrclanto uim
mullo profunda, e vem a i
problema ser oulra qualqi
ullei.ri lac.ino lal pola ill
jecto, que so discuslc.
Scnhores. eu scnqrc fui
carnes ventas, sompre consfdi
parlo oxlinvae.inlc do i-'i
rerlnsadniiiiislradorc-, q
i......vi., Icciii villo aprender a barbear as barbas
do loto...
II Sr. l'row-i'n,,/"."",: Trup-fnrl !
r< Sr. Uuedei ilc Mello N.io poiado ; m.....a
palavra.
II Sr. Horros Brrelo ; Paciencia, podemos
pensar ilillrenleincul.'. Ku tenipro inleiidi. Si
preside...... quoo conlralo nio oiTerecla jaranita al-
gomado fiel eeciissSo,t|Uo tf conlralo nAo linlia.en-
Irc aa sua. nlipularoea, amato que dette em ga-
raulia do sor liclmenloexeciilado ; poique te enlro
as e-lipulacoestlo conlralo bouM-e algunia, que o-
brlga......t ronlnladoreta lean grandes tollas nos
-ei IGet mais prximos da provincia, se eu vis.,, as
CSlipulaci.esdn conlraloqualq.....' di.po.ic.io, que li-
vetse por limolirigaros contratadore a ler.....logra-
dorea as protimidades la cidade, eutSn cu eompre-
hcnileria que o conlralo piecncbeiia o -en Mu, por-
que neale raso b iveria nina ba-e solida sobro que so
poderia cito Orinar.
i-i.sy. Uueiisde Mello: IVi um aparto.
OSr. Ilarrot Brrelo : Eu pero ao nolircdo-
pulado, que me na., dlaparlc..,
/'i.SV. nepultiilo: O- apartes boje esli re-
provadot.
') Sr. Btrrot lloneio He ventado, porque
quesillo he multa jravidade, lie multa Iransccnde
cia liara ser halada de Improviso,
Hat, .enlnues, anula .piando laes etliputacBol
a. has-eni no t.....Ir...... acredita algorn que Inulto.
companhia que se obrigatte .i oHaa Acredito qi
.,1" ,"ll a prc-ur ipc.io
etcubci loa iii," inililo il -ma; lima,
que a menos solnc.io l que u ssn no dette >. be pro-
Irario a erei c, ra adu o conlra iii-traliv > das um a de
einolha irado h. rliei-
reir* grande numero de gados; os conlralailorcs pu-
lieran! imptjr a loi aoa criadorea, romprando-llio os
gados pelos procos que Ibes pareca. Os crhulnrea,
ou cases honiciw que e enrarregam da compra de
gados no serian para Irazc-los s feiras, nao livorsm
nitro remedi senAo aceitar essa lei, o laido aso he
corlo, Sr. presidente, que ousei, que rriadon. que
linham lia/.ido grande; bolada, nAu adiando por
ollas proco razoavol, n.io live.....i oulro remedio ae-
nAo enlrcga-las aos marchantes dessas reirs para
curlai em a carne pelo proco que hornillos parcret-
sc. Wacldatle da Victoria Imiucran Mbbadoaem
que a carne -e venden all a duat patacas; porque
os conduct.irea das boiadas, nao achando quem as
rumprasse, idlu podendo dala, aos agentes do con-
lralo pelo proco que ellos impiinham, nao livcram
oulro remedio wuaoliimarom rale accordn, para nao
tornarena rom seus gados para o serlAo, ou cerner-
va-los cm lugares em que, segundo loda a proliali-
dade, o mallrhle intlcria loca-Ios. Entretanto oa
eonlralatlnres lixeram por si um ronruran ininiciiso
de ciirunislan.iias r.ivoraxes; o enlro ellas ou qioii-
larci o faci de ler bavido ronslanlenienlochuva no
verlo do I8.il para I8i2; ora, abundando a chu-
xa, lornou-sc mullo fcil o conduocAn do gallos do
Berilo para as feiras, o osconlraladnrcs scnipre im-
|>olido a loi, ronipravam o gado como bem Ibes na-
nean ; mas Miando de pagar nielhor o gado, nlo
proxeuiraiii o fulurn, nao se lombraram que lenipo
viria talvez, em t|iic ellos quizessoni dar huindiuhci-
r.i o nao arhasscni; porque cm llm issuhavia doler
um lornin.
lisse farto, Sr. prcsidenle. he por corlo miiiln
rnnlrisladur, ^porque ou onlciido, que |nr mainroa
que rossom os lurros que oa"conlraladores livossem
lencAo .le tirar, quandi. se aujeilaram ao rnnlralo,
ellos tleviam ler lanibcni em Vistas o inlercsse da-
quelles, que, arriscando como riles grande! api-
laos, podiam vc-los iierilidos re|i.'nlinaniontc, por-
que a ni'.i laudado Je nina grande botada arela
grandes prrjuizos ao criador. Esrabriados desla
sorle 'perinilla-sc-nio a expreslo) os criadores, OU
aquellos que Irazian as botadas para as feiras, re-
liiaram-se para o serbio, e nn loni querido agora
remolleros seus gados para baixo. ou parque nlo
lein a rerleza do que M rnnhalailores ji ettcjam
mais dsposlos a dar um pr.ro rnzoavel polo sen ga-
llo, ou porque querrn) lamban impr a le; ellos
nlo leudoaeertexa deque lineando asna bulad,
alravez dosses serios ridos, que cm conscijiicneii
.lo verSo, cu ngxf lienda seca, lornani-se le mili
lo .titii.it Iravaatta, nAo tem querido taza leste
os seus gadoa ; porque, repilo, cslo roccosos id
que traanlo sua* boiadas nao Ibes,......ileoa o qu.
j Ibes aconlt'cou.
Ora, in-tlos riniiinslanras, devidas pola mato
parlo a existencia do contrato quo nialoii toda I
coiirurronra, porgunluiicii, Sr. presidenta, eslan
do as colisas no esladu em que cslilo, levemos m
dizer aosronlralatlnrcs:-i.lo pora vos.a. casis saho
mar .s grandes luiros quo livettat da emprea, i
a popultcfto que esl mlngua do um lionero de pri
ineira uecessidade :-prornrai os nici. de vos re
uit'diar.li's. p.uque osrnulratadoicso inlopoilein fa
icr ser sin o quo ronxeni tazer-se boje";
11 Se. FraHcitCO JoiO: Convcm por as rousa
no seu estado nalural.
O Sr. Horros Hrrelo: Por tanto, Sr. preri
denle, eu uniendo, que ella asscmbla obrara di
um modo inronsequenlc san allender aos priiiri-
pos ilnjusioe o Sr. bronriro Jooo : Oh .'
OSr. Horros Hrrelo : ... te buje Abatata M
riiulrata.lores relirai-v.r. para vdttaa ra-.i-, ida la
benar os lucros da empreza. e populacao Irala
de lomcilinr-vos como vos aprouver, nos nA leiiim
remedio para isso.
Sr. presidcule, os honrados menibros da t-iiinmis-
s., no seu arrazna.lo.pie precedeu O projecl.que es.
la .ni discuss.io, dizem, que una das causas que po
deria |irlii conlralo dar lugar sua rcsclaSo se leu
orilirailo, islo he, a causa da sena : i
2
laiitloCear.i no I.
ios pelo conlratl i
da loi, nloleriam
aim como, traland
rii.. tto conlralo, p.
los aquellas re
Eu nunca mi
desse descubi n
les quo auflVia i
lo- do ronlraln
cumpriilii lelo
uiinha enntlica.
sol lemhrar un;
malos; ntrela
CSS
sem oflendidoa cm seus inleres-
iino providencia, que dimauava
solicitada a rovogaciio delta ; as-
ila lei nAo se podia tazerabslrar-
rqun ello he que dava lugar a lo-
acoes
persuad, Sr. prcsidenle, que se po-
ln alvilrc proprio a remediar oa.....-
populacao ta cidade do Kfcfte an-
o depoa que elle tai religiosamente
i mi Untadores, anda boje deploro a
; porque anda boje nlo vejo, nem
providencia que <\^ remedio a estes
lo, cu nuil lenbo sido muronte a
pn
Depois la celebrarn do contrato militas taram as
qucvas que cu oiivi, nao so le parlo da popularlo
tiesta ridade, romo d'aquellcs quo oulr'ora so em.
pregavam no coinmorrio das carnes verdes, c com
lin.limen!.- .loa criadores lo acrlo do norte : par--
rendo-mo que ossas queixas deviain ler algnm fnu-
damento, e reconhecendo alia a insulllcencia de
niinba iilelligoncio, o do minlia cipcricnria para
lian aquilatar as rcrlaniacucs fcilas, resolvi-me a
aprcarnlar osla cmara um rcqucrimcnlo, que tai
approvado, c uo qual eu auscilaxa duvitlas sobro as
vaulagcns do ronlralo, asaim cuino sohre a sua lcgi-
Umidade.
Soja-mc permitido rcerir a minba opniao a cale
rospoito: cu nao sou tal, (nem supponho que na
tmara baja ataucm ) que tomento |Kirque um aclo
van tic Pedro ou tic Paulo, dosla ou d'aquclla aulo-
riddc, cu Ibe prieto I minh.i plena approvacao.
Ilo.peiio iiiui'., as aiilortdatlcs, c as aulori.lades da
i niel 11 o. 11, nn, i........ laulo que Ibes subordi-
no as cunvcnieiiras publicas, o a uiiuli.i prnpria
Dito itlo, Sr. presidente, oliaervarci que nasos-
sao de ti de abril to auno patudo fbl approvado o
aoguinle requerinionlo. cuja leilura tarei, para se
ronhecer ti fundamailo de miulias duvi.'as e> dos
mena escrpulos
n Kequeiro que soja Romeada nina commi.sso
especial, tara examinar scu conlralo celebrado pelo
".mor.....la provincia, em li de junb.i de IKil, em
xirlude da lei n. 278 da mesuro auno, considerado
em rclacAo s nocessidadea publicas, que dirlaiam a
rererida tai, as prove e eooellia de una nianoira
salistarlnria; c so considerado cm rclaco as Icis
do etlado, toare i sua companclo, tem prajuio doa
direilnsinaiirorivois dos ci.iados, aliui de que pean
i-la a.-einbla adoplar providiocias, que o rrsulla-
do de .einellianlo exame Ibe |io.ler aronselhar.
II Sr. frowheo Jooo :lie quem fii esse rcquc-
rimcnlo r .
II Sr. Guadal ile Mello:Eslo roquerinienlo fui
Consultada a asa, approva-se a iirgenrlo requeri-
da polo illualre niembro.
o He lido e mandado imprimir o scgulnte pro-
jeelo:
(Vid. o Diarlo n. Si.)
li Sr. I'oen Hrrelo: O nobre diputado reque-
ren que sen projorin ro.se iinprt'sso, para depois de
sor dado para ordein .1" di, ler lugar a queslao de
proferenria. Eu echo mis coiivcnieutoque seja
adiado o projeelo n. 18 para ainanhaa, porquo tttim
crouoinisareinnslempo, tralaiulo do ambo* os projer-
tna. Eu poia vou requeror oadiamcnlo por -'i luna..
O Sr. HaptMa : Parece, Sr. presidente, que o
projeelo que se diseulc, ronlinuaudo om sua mar-
cha, nenhum ineonvcnicnlc aprsenla, nem com-
plica com o marcha que o nobro dopulado, aulor dn
projeelo novo, Ihe quer dar. Nos nAo podemos des-
de jo dizer pial sera o projeelo preterido. Pode
muito bem ser que o projeelo que mereca preferen-
cia, soja o que est cm disrusso, e cntfio bom ser
que seja approvado om priinclra disrnssAo, porque
so for elle o proferido ja estar adautadn....
f) Sr. Pac Barrito: Eu vol conlra cm prima-
ra .t.-.'ii- ....
OSr: Hapti'la: Mas oulros votam a tavur.
Entretanto pode o profcclu roiilinnar em aua inar-
" "d que o outro aeja tlado para "dem do da, c
Ispov
le
lli'Cl'
i he
ncada
r oulr;
Sita rc.ii.crim
ido do oappi
da.lc lo "o api
com.nissau,
MgacSet, ni
lo, e n negoei
ais csli
ijolgo.
. passol
lirado
miaros que en Ibes diga, que nao os-
ea... de-erra, que a talla ile chovas
crios do Pernambuco ligo ronsliluc
para que te d.1 essa tece* he mlater
.no tem que chova ; mas., nob.es
loinon-lrara... ainda que no serlAo
as no invern pausado ; e para que
.......itlor que baja una serie mo
,scininxc.no.qiierori;eapnpularaoa
veulura lein nlvldo essa onuuraO"
la popular" do .filan p.ua asromaivas do liloral ?
le corlo que nAo ; e como se prova o raso de te
o. I
lax
pelo ver,
o caso de
que pote
inembro.
nao houv
se ib1 um,
rcasivade
el"
I"
o Sr. l'orneiro ila liioloi : Porque H
-un o lempo das chova- no serian.
" Sr. Horros Hrrelo:Sr. prcsidenle,
radoa nicinbr..s estipularan! mu nrojotto que
pauhia pollera malar III rezos...
li Si: Franeltco Jooo d i mu aparle. I
O Sr. Horros Hrrelo: Bem, nlo locare
guar.lar-iiio-liei para a legunda dlKOstao.
numindo as reflexoct que
a oppiuiAi. que lenho s,
poi i" n. iiunugu que cu-
que
prcsidenle
reilO paraiul.M;
projeelo, direi. qu
ronlralo, por mili
.....lopodeinpro
'nlciid..,.|ii......ce
. I
' I
o,
lenta
ble .;
ja tic
e del-
i.iu nAo he
lendo.-qu
nlrala.lun
...
pl
l.ii
taiga
|m'kIo ser roinproinelliila a ordcni publ
eusaiido, parece deapresaV os perigos qn
hual.uc.ilc creado* |nir aqucllcs que icdei
nao achiro, o i-oiilcuta-sc com sol lar un
nao me inqioilaas providencias lodas
conlralo. Mas n nul.ro depuldo quando diz islo
parece esquecer a ralla do ineios pecuniario* quo
lein o presidente sua disposirao, lomando-so por
islo, c |wrac por fura da siluacu mais que injusta.
l.'miSr. Depuldo : Argumente com o ron-
lralo.
- O Sr. I'ranriico Jooo :Eu nao posso argnmei
lar birada ailuarao cm queme arho, iifloinisso a
guiuonlar liojo acniln rcrerinilu-me ao lia de taijei
II Si: l'ai Brrelo : Que importa que o pr,
: 'ule nn lonha ci.nipri.lo o ronlralo?
lio sabido. Si
le nina epidemia d.uon
le, que essa epidemia s
que dos serillos de dcol
vimos.lo liloral; ella-i
vclicn.cucia.tpianli. Da
nido :
Ionio, quo.onlroegado
niada viilgarincnlema
tiaurcala (gu lodo o
pas... aos serlo. inai
sonvulxo com tanta
lit.'ouumi'i",loua,|,
O Sr. Fr
ni o seu aparte,
bom agora om novo aparle
que a companlna lonha creado
be Importa que o presidente tculu
Joo : Diz o nobre depuldo
que isso nao importa, .liz-ine lam-
aparle, que nao Ihe importa
s, que mo
_ -nlradodir-
bculdadcs. Oh 1 l.lueslranha finma tic argumen-
tar, lanos o.......oiuipi.Ha nao podem doixar
de gerar cm mcu animo sorpresa que sudo lor tic
luanitetler.
He preda, preaMento, que o nobro dopulado
Ulo olbc para urna quesIAu lo graxeeomoesla, rom
nlhar do dcstlom he proriso que se ello uo ci.n-
lenlo com tljier, que uAo Ihe importan! as couso-
qiiciiciasde birlos Iniportanlttaimo* dos quacs mili-
to* sAo por ello eonbecidtis, o rnufessadns oulros |Mr
lodos scnlidos e apalpados; bo preciso, Sr. presiden-
ta, que axeriguemus o apreciemos lodos ossosfoctos
de modo a conheccr-lhes a origeni para allcnuar,
siiiAo remover as causas dello...
I'm Sr. feputif'.o : O remetlio para calo mal
est no conlralo,
o.Si: Ptancitea Jooo : Ja ditse o que linha a
ilizcr a scmelh.iule re|icilo. Ma-. Sr. prcsidenle,
se adniiro usaiiLuio trio do noble depiitadn que me
Im.ma..un aparles, .eme sorprende, a su> quieta.
cao do animo no avorigulmeot do mal. o son det-
eniln.aco a vista do perigo ; se adiniran.lo-o na
pos nem .bisojo .'inila-lo, n;io lio milito que dina,
,po t.id.i, asaca l.. tos pui olio lespreadea me im-
Iju'la......ni'", porque toe inporln muito a ranti
. p.'u. inleiro, porque me iuqnrla in.ui.. >tl.-
:"!,." I.....i llox.io inlfi.a, p,,|
lijieri
UUlo o nlo oi.,.l,
cla.e. !; Iti.lt> moi
ion
si.I
aporta
tita
por
laiidndc barato, que o, .inhalad,
cnrai reeasscn de lor urna grande sola, do comprar
um numero de gado sullirieule para suppisr ludas
as neces-idades dn rous........osla capital .pcruunln.
logo que res-as.e a e.lac.'i.i ill verno.a, logo que prin-
cipiu-.i' o vera... ,o-riinllaUdores nAo lorian, do
M.il.er grandes projuioaconi a iimrlandad......gado,
nlo ... pela epidemia que liavla de dotenvolvor-*e,
com,. lamban pela talla de agua e de paslu-, ",,,.
be lo c.iinuuim un serlAo durante o verti e que
nem poritao se pode chamar nina serta 1 Eu creo.
qneniuguemsc uhrigaria a laes eslipulanies. 1'..-
i.'.n suppunha-se anda, que a falta lio chura pela
vero lian uceasiuasse essa morlaiidado de gado ; sup-
punhaini.s, que podesse e-.o gado deaccr proiiorcin-
nahnentes necCtsidadcs d.ic.ui.iun para ... logra-
doros que ose......viadores porvcnlura livemero; an-
da aaaim, Si. pretidonto, Ollet nio poderiam de ma-
ueira algiuna dar ruiuprimci.lo ao conlralo, porque
o mal Irislc ah oslaria para dizimar grandemente
louoa "- gadoa,qne porvoiiuira pottassem ranrdeseer
para ... lgradorot. Porlanlo, Sr. preaidenle, uo
tendo posiltel, romo acabo do dizer. que eiislara na
ronlralo csliputar.'ws dossas, e, porronsoguinlo. nn
podendo .. conlralo a.sonlar ou. ba.es tolldat, em
bases que garaiilissein a sua lid execucao, cu ando
multo bem avisado quando digo, quosoiuprc oonai-
lorci u conlralo inexcquivcl, quo .-eniprc o cons-
derei ..ma nula. Pacoabalraeclode comldera-to
cm rolaco aos prinripiu. da .ciencia econmica, o
em rclaco aos priuripio.coiisliluc.uiai's encaro o
conlralo unicauinle polo lado dj! sua oxequibili-
Ton.ln aaaim inauifesldo a mulla opinilo sobra
o cohlralo ; liaiulo assim demonstrad., que o con-
trata be inq.lo-li.....ivclnienle iuexequivel, eu pat-
sarci aora a examinar se a res. isAo dello bo lu.je
o|.p.)rluna.-r>*
Sr. preaidenle, cm I8.il nos lius do vero dou-so
a mi-ina falla de gados que boje so di, o quo pelo
verlo he mullo enromum enl........, a lio aal que
cu nAu sc como se pajta fazer Ismi catallo tW ba-
lalha. OBr.SouM llamos, lalvcz. mal acoi.-dliad,.,
o., lomando a nuvom por Juno, veioaqul denun-
ciar casa, que cortos humen, animado* dn inle-
rcsse de grande, lucros tardan para as proximidades
das feiras pora compraren) todo o gado, nlo tai com-
prar o termo proprio deque se usoii, tai alraies-
tar lodo o gado que apparecesao naltai, a que lor-
nado. assim os Huiros poatuidore* de gado, vinham
vendo-lo aqu poi um proco exorl.ilanle, doquade-
rivan a.areslia das carnes verdes, muito sentida
aqu nos prinrpios de (Sil. A asscmbla de en-
lAo han compenetrada da necessidado do tazer ros-
sai etica clamorea, qneroudo dar una prova de quo
nao sti S. Ex. lamenlaxa a sorle da populadlo ties-
ta eidade, mas que lamban ella se imnpenelrava
Igual.nenlc dessa oala.nidade, aulorisou o govoruo
para empregar lodos osmoios, lodasasinedidas, que
elle aiippozesso neressarias, alim de que ,s ciutaa
do encareci.nenlo ilas carnes v crdes tassoni removi-
da., o aluio-lbc un crdito de 1<.:0OU7 para lal
fian. Essa aiiimisacAo. Sr. proaidonle, dou lugar
ao conlralo, do cuja rcaisA.i buje se hala, ejosse
conlralo r..i multo bem roeebido pela populacao,
miiiioupplaudido ; ronstou-i.ie qu.. o poto o rece-
bra con. appl.iuso., o que o nomo do Sr. Sorna lla-
mos for.. virluriado ; mas nem por lito, aenhore*,
eu poidi a eonv ice.'... que linha arospeilo do contra-
lo ; |Hiique em lin mala de nina vez oxiierrenrla
Ion. inoslradoinfeliznienlo, que a populara,,a. ,,/, .
l.e i,.,, i",i,ii om d.u vi..i .i o- alguioa, romo ou
Ira* Mvo.. ni apcdiojar o. ,ea. amigos. O ronlra-
lo cunecou a ler cxecii.;,'." jiislaiuenle quando pi
]ue se de.i'jain,
isopiK.rlu.iapa-
i rescialo mpor-
laria dizer-se aos conlralailuies : ble saltare os
.'raudos lucs da eniproza; o BpopulatAo:procu-
i.ii romediar-vos romo vos appn.iivcr.
Pulanlo, Ion,I., j.i.lilir.i.b. o vol que Icul.u de
dar conlra ao projeelo, nada mais me reala aunao
dirao. honrados neuibros, que so por ventura no
or da .li-cu.-.i" empreguel alguinn oiprcsstloa
que Ibes podettem ser ollcnsivas, que cito n.io foi n
.....ii talento, nem live o menor desojo de oflonder
a quem quer que fate.
il Si: Huelles ile Milla:8r. presidenta, eudc-
sejava quo a discus-... inlu l'o..e onrerraila anda bo-
je : cu quizera quo a cmara ConlinutSSC por algiun
tem......ais a ocropar-ac desla dbeutrto, alim do se
poder adoplar ataiuua iqcdida convenienle s cir-
.....natanciasacluasa, pirquo esla mcs.ua dlacusiao
bavida, ,q.....a.lein -ervi.lo para dn......sharquean-
da niio se prop.'.z nina providencia,.....que lodos no,
coniliinemot.
Eu ...iNino, Sr. preaidenle. Dio tarta pedido a pa-
lavra para halar de'la maleria, se nao Uves* sido
toreado a dar un. aparle a.........ad......nobro, que a-
caba do rallar, .piando qualiiiro.i o contrato das car-
net verdes ao-parlodoinaior Ignorancia -j corren-
do-ine pur.'in a ol. izarn de explicar a iu.puguacAo
que lia. nio anotando lio etlranha proposicol.......
nao Irei renionlar-n.e origen, do ooiilialn. c nem
me daroi ao Irahalbo de encarecer as habilitan),..,,
o inlellgencia de quem o roleliriui; antea donando
de parle se.....ihauc lareta, ou roe rcporlarol nica-
mente o ni tarto, o ven. a ser quo. lendn 08 criado-
rea do gadu do icrltO dn Dea.,, c Parahiba, fcilo
grande opposlco ao conln......lirlgindo ata......i- re-
prescntaoiio. a i-t ttcmbla, e emponhando-te a
depulnro daquellas provincias na a-seinldea gertl
paranvogaroma lei de Pernambuco n. -'78. t ca-
nia.a ,1... Sis depuldo* apreciando esla maleria en-
Icndcii om suaalla illustracAn. quo a lei, om vrindo
da qual tara.....lada a providencia do contrato, ..Ao
era digna de revogacao.
OSr. PranelttoJoao-.KqvMUoU foi oulra,
e foi a da eontlilueloiialidade.
O Sr. t:ucihsiic Millo:X quesillo l'o halada
na aatembla gcral, nao s.'. rclalivamenlo i coualiln-
eionalidada da lei, copodambem, c unnelpalmenle
em allencA.. aos elleilos do.......ralo.
li Sr. Pram Ueo J"-o dl um aparta '.
OSr. Otiedesde Mello:Sr. pre-ulenle, os apar-
le dQnobndepuradotibapaleada me Jeaorioii-
lar. Aos honrados nu-mbros iiue leen, halado doslo
olijerti. sobra in-li iircao, c olirain torcib oratoria*,
cm quanlo que cu...
O.Sr. Francisco Joan:Ol! a modestia deina-
talta lamliein lie...
O Sr. Gveie da Millo :.\" aparte d.....do de-
puldo respondo eu leiuhrandu-llie o liiiul dn seu
diacUHO, quando pedio indulgencia n rasa depois de
ler brilha.lo, csalisfollo (Ao grandcineiil
cilio r.
commistfio, lalvez p.
a inatoria .ligua do 'a all
para eslo anuo sem snliicA1-.
II Si: PretUenli:Peco ao nobre dopulado que
alenla para a dala to rcqucrimcnlo: elle foi ap-
provado no dia -Jli de abril, o a scssu eneerrun-se
no da:...
II .Vr. Huelle de .Mello :He ventado, ou nao
al......I i para as dalas: poco aos ..obres depulados
disculpa desla lev iandade. Com ludo a graxilade
da quoslo ora de lal nulnrcza que a nobre ro.n-
missAi. doria ler iciubradu alguma providencia,
mas hoiivc una romplela iudillereura a osle retpel-
lo : lalvez que, se un auno passado tixesse sitio al-
londi.la esla malcra, buje nao nos visse.nos n'umn
criso como osla, sujeilos a lomar providenrias que
lalvez rtaornatam teraprovailiidai.
Assim. Sr. presideul.', parece que nada mala lie
preciso dizer para ju.lilicar as u.inl.as duvdas, para
juslilcar i.....tallo en. que oslo., de quo o n.....alo
nao he, como se lisse, uiit parlo de iijiioraiicio. o
que mereca a rompararAo lalvez niuilo engenhosa,
mas iiiappliravcl, que taz o uolire dopulado.
Sr. presidenta, ou n.lo soi que vota .leva proferir
a respailo da rCtolueia quo rol offerecida pela .robre
conunissnu Hpecial; porque inl'elizinenlo. como
j* diste, ainda a dlaeUaaSo nlo nio siiggorio una pro-
videncia salvadora.
Euenlendo, Sr. preaidenle, que o ronlralo, se-
jam quaes rorcmascondieeso que r.ii subordinado,
se elle hila plena e li.lnionle i'xerillado pelos rou-
Iraladorcs, en buje oslara habilitado para dar un.
vol .cg.iro, mas, como he publico e notario, esse
contrata nn tai li.'luiente observado sii.au nos lem-
pos cm que aabuudanew dos nados favoreca por
domis u.siiu exharco.
II Si: Frniinsro Joo d.i um aparle.
OSr. < hiedes de Mello:Justamente. Eu nio
levo, Sr. presidenta, cansar a rasa mais ruin
aballa
anotado
aasini adianlare
\.u ., .no-a. o lio apoiado o seguhilc requoi
ment
llequoir.i o adiamanta do pnjeeto cm disciissA.
|K.r i\ horas.Pac Brrelo.
Encerrada a disciissilo, he o a.liameulo siilunelli
donv.lac,.eapp.ovadn.
Continuaran da >. dt.sru..i dn arcamento pro-
vineial.
I'rocedc-se a volarn doarl. I" com as emenda:
a ello oltorccidas, ruja discusso llcou encerrada n:
sessoo ulliina, osan approvadasas emendas subslilu-
livas de ns. t, I, .i, (i,8,!t, 13 c H, sendo regcila-
ilusas dais.
Pama te ao cap. .i. arl. 18 o seus paracraplins,
que he o scauinle :
Arl. 18. Com u corpa de poilela, a saber :
si. Cn o .,,|,|". rardamenlo, for-
ra L'eos c Iranspnrlc IIIHOObWKI
S -i. Cm o ormainenln o equipa
meato Xttotio
$'.\. f.om nsupprimenlop.
ralvi.this oraras iKMOlOeO
S i. Com agdl, o luz p,
quarlcis do corpo. c dos dcslacamentus. J:(IO(teni)0
lie adiado, para depois que se;.liscnlir a le da I
xa,;;,,, ,1o tarca policial
l-.ulra em disctalo o artigo 19, que diz :
.. Arl. 19. Coa a iuoioin.".,,, pu-
blica das ciliados ,l<> Recite e llliud.i. i;::|8H*!sI0
Val u mesa o he apoada a scauinle emenda addi
Un ao artigo 19: Tendo a illumnacAn do Olind
mais Irii.la lampeos. Xesle sentid aiigiiicnle-sc i
quanlilalivo. S. W.Olireira.
O Sr. Mello lleno :Sr. prcsidenle, eu duvid,
que esta emenda pnssa sor admilli.la disrusslo un-
a orcasio, porque a llumnaco de Olin.la tai cs-
labeleeitla por una loi permaucnlc, e Ottl emend
Vil alterar essa lei; por bao me parece que nao leu
o raracler aiuiuu. que deveiu ler as emendas, que
so podan sor adu.illiitas Desla dscussAo.
II Sr. Castro teilo (NAo ilcvolvou o acu d
celo continuo, que a popularn oresoa u iqueii,.
gar.
Porlanlo, as refleioea do nobro dopulado ilevn,
ser altcndidaa e ronaideradaa; a diaposiru ,. i,
tureza permanente, assim como slo qua.i lod
,li-P".ic,)e. que ah' ae acharo. Eu cunti mu.....,
iiiformares dadas pelo nobro dcputailo que he pri,
mero secretario i retpeiln da necessidadu dc.la |.
Iiin.il...';in, c acho queeslAo uo cato de ser allonji.
das. mas nao pela forma quo te aprsenla. Agora,,
o roulraln nao be lielmenlo escrutado, aulorid^
adminislraliva pertanre oobrgaresee arremaUnlr
a cumplir suas abrigacOes. Purlonlo, oslaria ,|i,
lo a votar pela emende so arraso a aascmbl
lor quo eala dispoaicAauohe permanente, e jj
ser votada agora. Chamo a attencAo da casa pan
osle imito, c chamo a alinelo do Sr. presidentept.
,li,ni.. Ihe que reluca a este nsqieita.
OSr. Presidente: Nomeu entender, tenia.
Iralasse da illiimina;.lo. cu dira que esla iletpeu
era auiiui; mas, cuino juntamente cometa lea
oulra, romo por etemplo, a da compra doa lampe,
vejo que esla ho permanente, ou lerve para
lempo do que um anuo. Porque, ou so baile
linuar a diapcudcr, ou ha de llcar |iuulilisada ch
drspt'/.i. Islo ec.u.li.'cia cu, depois de relloclir mP.
Ihur ; como irorm inadverlidamente j sujcilei
onienda ao apolamenlo da casa, o que podera nio i,
leu.., agora a casa que decida.
OSr. CarneirodaCnnha : Sr. preaidenle, r
nAo sou aulor da emenda, mas ped a palavra e pro.
niio, i." me ii r.ivoi dola, islo he, |ielo ron leudo. .*
la idea ; e continuo a pronunciar-me....
la Cu
1 tlillii
iiSr.Carueiri
rcre-ine que nao
lar o augiue.....do mu
inania exige se volein p
unir esse ...uero, ou ti
pie. nosnexi-leale,
neniar por mais an
......gninle a cmara re.
i.u. he conveniente ni,
leste auno, n
a ri'prodiii......le alguna i
dos ., aua runsideraro, ni;
que a Uo tallada aerea 'om
para ail.uillir o direilu dos
ciaJo, ou meamo a alguroat
I... nao pode anda ser com
maior, que n sentido do a
procuatfuo c i>s um piejuizo certa C inlll
i-" "i....... W oflerwi
is seja-me licito loiulua
que so quer argumenta
onlraladures a nina res
modilira. oes do conlra
dorada como urna r.'.rr;
.1. 5 du conlralo lonlii
por agora os elleilos ,1.
vel ; porque, tollll
fot
lAn :Sr. presiilonlo, pa-
Idado-emqnete.....mvo-
0 de lanqn'K'S, que a c-
i oiiida. Se loaae dlml-
1 quo nao era possivel, por
is um ruulralo ; mas aug-
. he potaivel. So no au-
iheriT que esse augmenta
,ulara .piola para elle, mas
no, por um anuo, n.i" ha .lux ida ; excepta
'..ltanle houvessctlc ..Ao querer mais oslo
; mas ngo acodo assim, nao vejo dillirulila-
iia. lie nina dispnsico anona, que lem ca-
lscussilo da lei do orcainento.
pianio iinpugnacloque snll'reu osle aug-
ill.i
llllllll
leal
hi.nenlo
A
lucillo pedido, pela
ce-mc que ella pro
delornunirasupin
que ella be soein prove
bre dopulado aprestulu
o,, -.....lis.'...-.)., antorim
ladn que ts-a illiuninacA.i
ra poro 1,-leniiinliu den
do tubdeleg.....que rhan
idiocia que anda buje era
ota n.io podia volar pelo i
ci. .Ma. ..i,,, respondo,
Deven, volar eullo pela -
.noque existe, pare-
de mais, porque servir., p.ua
tsao.lo toda a illiiininoc.io, visto
no,i" arrematante, o uo-
llle lu
uto: dtowqt
ida lilil,, re
e-
us proprio*.
ira para prej
I" I"1' l'OI
Bgme......losa Illa
te prova, prova da innis.
ipprctslodc loda a illu-
i"-;b
aqun-
II Sr
ozdo
Castro /.cokC,
queso di) ,1.
d Itai
i nlo so podo la
:]n sabia que a emenda d.
i da Cunha : .....A razio ht
lar por ella. Mas a rcIlcicsiHt
II Sr. Catiro Le:
va apparecer....
O Sr. Carnes
sufllcicnlc para
se araba do tazer, de que esta emenda he mal
da aqu, porque involve depeza que ncccssariania
lo uo pode.ser tella s para este anno, sao de ,il;ui.
peso, e cu, que me prnnuDcei pela emenda, ni
posto querer que cllascja votada, porque, cahinit
ella, pido sor pie se onlenda quo a id be regcili
da, quando muito he regeUadn por ser mal abtd
agora. Por conscqucuriarpedirei ao nobre aulor i
eme.uta que a rclirc, alim rleuflerece-la em mol -
"casillo, xialuque nio quero que a idea seja na
n q.ie .ii. .-o lona, se se regeitasse ; porqne nao p
doria sor inai- juopu.la este anno.
i S/ V. /. de lili-eir: Sr. presido.....
quanlo iS railes, que araba le cipender o noli
pillado, de alguma forma iietem em mcu animo, I,..
davia en tare! a scgninlc observaoio, c lio, que me
nao conformo rom a opiuiAo dos nnliresdepuladosil
que cala emenda conlcm dis|iosico pcrmaiienle
porque, so ella be pormanenlc, tambem oalio uanj
"ionio, que leve a lluminaro do Kecitao anoo pn
-ado, oque a commssAode fazenda incluo no pro
jeelo, que so discute. E a nio ser, a comniisso ni
levia |o"|.o-1,,.
Ilijun Sr. Oepuladni:Acominusiiipodc...
O Sr. .1. J. de Olaeira: Enlcndo, que a illa
minaco sendo augmentada ente anno, a asscnildr.
nn tica privada de a rrduzir un seguinle: pi.rci.i ni
qucreuilo por isso, que acmenda seja desalen,li.la
eu peco rasa brenca para relira-la, rescrvaudo-in
para aprescnla-la. na lerreira iliscusaao do pruje, i,
sobre a illuminaro de t.oiauna.
A rasa convcm em que o Sr. depuldo rolirc.
sua emenda.
Encerrada a discusso, he o artigo siihmellidoi
volarlo o approvado, assim como o sAo os seguinle.
artigus :
" Arl. o. Com o hospital de
ridade v IOSKl5lil
15 L'iiieo. Com o aluguel o reparo d,
casa 2:(KKHK1.
Art. SI. Com o hospital doa la
zaros :i;it-o{ii
Arl. Com osei|>oslos 3:.IIl!(ll|ll
" Arl. 'i, Ctunususloulo e
vo dos pro-os pobres li.'UOtHinn
a Art. ^1. laim aa rocolhiilas d.
convento taGoianna nmcjmi
,, Arl. i. Comas do convento de
Ignarassi fJWil
Arl. >(1. Cun asile Olinda VlUjtluil
O Sr. I. J.de Olireira:sSr. presidenle, eu ni
sou dos ileputad'js, que ...ais e pnmunri.un [teto
augmoul". le dcspi>zns:| guma be neressara. nao s.'. a proponho, romo taro
esbirros para que seja volada.
A administraran do patrimonio dos orpliaos ia re-
ndo tem grandea dillruldadcs os cslahclorimenl.
sen cargo, piando inespora.tainenlc Ihe tor,m
li......las las exerueues, una a livor do hispo ,le
Marianna no valor do olio conlos e laulo. c ouln
i,
, publica.
a eapi
ic loulio paiainim que henottiuero|>enh08*Bradulfipiaraiii as chuvas: couiccaijni I le-ccr para a
OSr. Francisco Joo:Ah! Esla han:! E.ma-
gou-mc...
OSr. Quede de Mello tt-Votlaalo, os apartes me
detaponlam ; cu porc... tem ler a prelcncto loma
tic salistazci ao nobre depuladn runleiilar-me-lie
cm assignar oell'eilologiro, c inmediata da suslen-
l.icn na asscmbla toral da lei provincial de Per-
namhuco.que aulorisou o ronlralo das carnes verdes.
A consequoncia da suslenlac.lo dessa le era tero du-
x ida a inanulenro do ronlralo, o qual si' ora u;u
parto de ignorancia, romo dil o honrado .nombro.
s poderia so-lo por ronler disposires ollon-iva- de
ilireilu. garantidos pela consliluico ; mas pcrmil-
la-mcu honrado membro Ihodiga quo, se a cunara
dos scnhores depulados so lvesse convencido de que
esse ruulralo era nina obra iniqua, o de /nn/ lijno
rancia, uo uvera ronlirinado Implcitamente esse
ronlralo, e loria em sua illu-lr.,.;.io alta.......0 ao mo-
ni,, ou. parle ,is rorla.nari's dot depulados da pro-
n in.... do Coar.
(Ha um aparta),
II Sr. liueile de Mello :-Nem so diga que ora ta
I, lia da loi, pola qual lamben, vnlfi, que se poda II-
rar arrunenlo contra O conlralo.....ni ct.nlra a -...s
ma lei. poli lie visl" que ella nada tora de inr......i-
lnciini.il.
Ha un aparto).
ii , sitian.-, tratando do conlnto, tncr alslraccao ,1a
lei. Todos utis sabemos que, tt os creadores do si-
do esrorro de inlelli-
goncia para, aemcontnllir otlivrot daeompanhlaa
allirniir que lal prejuizo he inadmissivel depoit-do,
grandes lucro, dos anuos anlorloret.....
II Sr. Fraiiei.eo Jooo. O calrulo he bem lacll.
O Si: Huelles de Mello:Depois. eu vejo que
pela res.....c.lo so quer ubi igar a enmpanhia a forne-
cer carne verde, ainda por dous ntesct, na razAo
de nielado do ni.......o das reos a que .Imites eslava
..lineada ; mas nao mili indo en a etpennca de que
osla nova hrigaro ser nielhor riimprida .loque
"Pr.......vas, nao sci como residvei-me.
Sr. presidcule, ron.luir.i dllelldo, quo volara
pela resolueo om pri.neira discusso, tomento para
esperar do ton.po una providencia salvadora: por-
que, perinillam-me o- nubres a......c da red...-.i,.
que lina diga: eu neale negocio nimia deposito
mais roulMiica naaauaa ideas, as suas lu/e-, de
que cm mili, proprio.
Tendo dado a hora
ii Sr. Presidenle designa a ordem do da, e le-
vanta a -csso. (Eram :l horas da larde. )
Seasao' em 14 de abril de 1853.
Presidrnrin do Si: Pedro Cacal-anli.
Ao meto dia, relia a chamada, verifica-te estarn
precnto. Jtisoiihnr.s.ili.piiia.l.t'. tallando o. .enho-
res Maeel Monleiro, llanos I alelo. Ihlo. Aquiji",
Si Pereira. Villela eCula Inanes.
fl Sf. Pre.-ideiile abre a sessao..
I.ida a arla i., nato antecedente ho approvada,
O Sr. primelro Secretario menciona o scauinle
EXPEDIENTE.
In. lequcrinienlndo Hila Olimpia de Allniquer
que.prnressoia.lepiiiniiraslehrasdaci.lade.la Vir
loria, pedindo a graliAcaelo qne Ihe pertonee, se-
gundo o dbotto no artigo ti.' da loi n.96l, por le
mais de lili alunuias. A' e.nnniisso de inslrurro
publica.
outro,le .Manuel Peregrino da Silva, pedindo ouc
na lei competouta so marque quola, para que soja ,i
supplicaiile ndonuiisa.lo dn resta da qu.iuli.i que
Ihe dovo a cmara municipal do Herir. A' com-
...sslodo ful.lnsinunicipai's.
iiotio do padre Mlgoel Vlelra de lluros Marreca,
proteBur le prlratjlraa lettraa do balno ,lc San Ir.
Pedro (onralvcs, pclii.....a gialilicac." que lem
dicoito o. |,i.,lo .mu- que livorem mais do 60 alum-
no.. ,in vista das disposioes do artigo ti da lei li.
JBI. A enm.niss.lo .lo in'.lri.rc.ln publica.
Oulrnde Frauciaeu das Cbagai Salgueiro, collec-
lur do municipio de Olinda, pedindo que .o laca el-
recliva a sua npu.ailailnria naconformidado do arti-
go 39 da lei ... 3111 da 38 de junta, de l8io. A'
rnmmisso de pctirr.es.
Oulro de Manuel Joaqun) dos P.iss,.......ilrus.hcr-
deiroa do aado padre Amonio Thcrezh. do Ollvol-
r.iAi.h.....s, pedindo que na tai donreame.....ao
marque .piula para pagamento da quaulia de
3:9DW6n7 n., inipurlancia tic una precaloria que
obliveraiu nojuilO ,1". rcltosda tazn,lu. A' coffl-
mis-an de hunda a orttinenlp.
lira adiado, por baver pedido a palavra o Sr. Au-
uu.lu de Olivoii.i, o scauinle parecer.
V coinnussAo tic consliluicAo e pudores, a quem
tai nnielliila a ndirorAu do Sr. dcpulailu luiboli-
para que sejam rnnvidados a lomar Monto oes-
la cmara lautos supplcnlcs quanlos s.lu ns incinl.ros
que seretroram para a attembla geni, leudo
minado o objoelo da ...esni.i in,hcac;l,.. lie de |
cor quo sejam convidados os (res inmediatos IQp-
plciilcs. que sesee..en. na ordein lus que j turan
Chamados, evpe.liuilo-tc neslc sentido as ronvenicn
les ,.....miunicaces pelos Irainiles do cslv'lo.
Sala das eon.i.ii.-oos 11 de abril de 1853. Fian
cisco JoiloPorlellaylguiai:
ORDEM DO DIA.
Conlin.iaro da priuicira discusso do projeelo n
18, .iuli.ii.in.1" o ...nenio a rt-rindir o conlralo das qu
cune- verdea mediante ceda, runilici'-.
n Sr. i. de Olieeira : Si. presidente, ou Ic-
nhoduvida te poderei apranolltuinprqjeiitoau-
bsliluliv.),lo que ,-l.,eni,liscn..ai! Desejava que V.
Ex.-.., vi-ta do regiment me loformaaae toba era
pus.M'l, a liui de se Ii.iIji da qoe.lo de nrorercl.cia.
n Sr. Prcsidenle: -- Creta que n noluo dep.ta-
lo uo pode apretentai o tan projeelo, porquo mo
"ole ha,o, o.... .l.cn,so de preferenri.,, uo leudo
lie sido dado para orden, dn dia.
I) Sr. .'. de Olieeira : Enlan icpieiio 111 .ou
ajeara quo elle seja lid., agora o mandado impri-
iiir no jornal da cusa do an.auAa.
;l
II. se :t
que ,. mal teja em maior escala....
II Sr.Carneiro da Cunta :Ouo quer dizer
nur'.'.....V lliiniin.ico, do Olinda ii.....hi i
piola: ha lugares quo nio lein um t.....ipcaa
nao he dejuatica que os moradores dettea lugan
qi.....' privado* destalllumiuacflo.ao iiaasoqiie ou-
lros a lem lal ou qual. Ouc a (Iluminarlo beenn-
vi.......ilc al para o trrico da polica, baila aUendor
"l ao capitulo.......iuo esla deapeza v.....consigna-
da ua lei de orcamenlo : l.e o eapllulo de loguranc
l'uldica. Logudeve ser para loda a cidade, e nio
para una parle dola. Sonlrores, cu nao quero ilos-
crateao pcntoal desla quealio. Nio osioii aqu
exaiiuiiaiiilu seo arivinalanle cumpra ou nao scus
II Sr. Castro uno :E q.iciu l.e o arrematante
de lado?
OSr. CalHliro da Cunlm :Diga... ., nobre de-
puladn. Aqui nio se Irala de arrematante, traa-
se do maior ou tu....... ll.....ern de lampeos para
Olinda; eo.......e depuldo labe que eu sol. ni-
nugodepo......tildado*. Tenho ha ata,un lempo.
tsenlo netta rasa, e nunca Iroutc para a discusso
nonios. Nio ...c tare, pola, a huo, porque n.io
quero, liala-se da ilhuninarai., o nao do quem
he ou deixa de ser o arrematante. Para quo, pola,
me quer envolver nossa discusso7 Ocio que mala
rasa poderei invocar o lesin.unlio de que nn snu
ndvogado emcatoalgum dopctsoat; e que mesuro
ipiando essa- pe.....i. leu. direilo a exigir do m
llgum favor, su.i dcmasi.idainenlc se
i.....ador em Olinda ; sou delegado lio termo, e mo-
ro en. Pragoxo, porque a lea me faculta que realtli
.lenno do termo. Nao se. nroulo.n.culc romo se taz
aillu.uinac.lo; mas reli.o-.ne aos scnhores sabde-
legadot, om quem confio. Ellos me dizem quo ella
he regular; refirome a ellos.....
II Si: Catira Ledo Mas quem hoo arreinalau-
le de l'acl"'.'...P,uai|iicsehailoaiiguieular o inlercs-
se dclle, sem provolto do publico':...
II Sr. Carneiro da Cuuha :O nobre depuldo
por aqui c por arla quer rhainar-mc para urna
nieslao pcssoal ; oaccredilo pese eu fosso suscep-
I,"ona dar por inorlilirado...
lustro Uo :Oque cu digu nAo val
livel.
O S
liad., i,
11 Sr. Carneiro da Cunha:-E o quo cu digo
lamben, nio vale nada?
Sonlrores, eu nAo posso continuar. Ja do oulra
vez fui toreado a telar-oie ante* de lempo, miles
do lor dita o que desejava. alim de evitar entrar na
di-, u.-i", para que o nobro dopulado me chama.....
II Sr. Castro l.eoo : lua boa illuuiiii.ic o, cu a
detejo, porque he do inlereate publico ; mas nn de-
sojo que o arrematante receba o dinbeiro -cu. cnm.
prir as suasolu-gares....
II Sr. eumeno da Cunlm : Essa he a razo
.Nlolenho nada rom isso. Se a illuminaro nao ser-
ve, .ee-laein estado menos conveniente,O remedio
he niilro...
OSr. Catiro Leo : Da* um aparta.
II Sr. Carneiro da Cunha:O linhrc dopulado
nimliaria-so ale com seu proprio pal. Eu nAo me
quer iuiuuzar ruin n .robre dopulado ; porisso sen-
lo-mc, declarando quo volopclaenienda.
(I Se. Pal Harrrlo : Sr. presidenta, cu altan-
do que as razos apresenladas pcl nobro dopulado
que talln em priineirolugar.iiAo siosulllricnles,|iara
que a casa dciie do volar pelo augmento de illuin-
llacaO na ciliado de Olinda, so a illu.ninar be u.
Dbriguc-te oarrematantal comprfraa obrigacrie* do
seu ronlralo....
O Si: Castro Uto: O govoruo nao sabe, sao
os subdelegados rom os scus allcslaihwqiieciicolucn
isso...
f>8r. Pn. / Brrela : A quoslo nAo dovo sor
Irazida por oslo lado, precisa a cidade do nuil :itl
lampinos'! Esla he a quoslAn, o nobro dopulado ru-
cio dola, c Iroiixo-noa o arrematante e os subdele-
gados : p.u.'i e.-le Ierren" cu nao xou.
(Jiioru porom, agora tazer nina obscrvacAo ao Sr.
presidcule, para r. que Iho pedirci liccuca. Eu acl
isa tto.V O. Biohcr A Cninpanliia
conlos o lano, imporlaiido ambas en. m.i- nulos de rea, prove .entes do tlvidas eoulm
ludas pelos padres da exlinrla congrrgnrao de S. li
li|.|ie Nerv.
Neata apuro do ercumstanrias, tarca foi loiiu
orlas medidas, que. depois deapprovadas lela pro
aideneia, foram postas cm execucao ; seu.lo ellas;
redurco das diarias, nao so dos nrphAos, romo do
empregadot, atubsliluiclodot srvenles poralrir
nos livres, o nn se a.hmllirem mais ctluraii.lns, eu
quanlo se n.io lvesse pago a divida ; cennomias os-
las, pie moiilavam cm i cuntas e Unta ; ahin di-
ta. ......I"' procedido a arromalarAo do. alugno
los predios do patrimonio, emjulbodoanno passa-
do, ronsogiiio-se um augmenta de renda no valor>
dous conloa o lauto, porm tacs a'onomias o auc-
iiicnlo uo iHKlcram tazer tare ao ddiril..
A a,liiiini.tr.inlo olileve tos cretlnrcs fazer o pa-
gamento era pro.laces Iriuiciisaes, mas a|iczar dula
os menino* te achara quasi mis, tem rada um lua-
calcas o iluas camisas, que tendo preciso lava-las dn
\i'/. t'uiquamlo, com mais tarilitladc so estragan!,
alende que na arlualidado uo he possivol.soguiid'i
o digno director lein reprcsenladn, dar i. sustoi.lo
diario doa nrphAos rom 210 rs., porque, Imln mis aa
los procos, |...i que se \ginlom os
VL'II
i.leni
lili,
de prmera nei'cssidade. A presid
I ludo isla, bem coiu.n) icio que a administracAolta
desenvolvido na gerouria da rnininiasAoque Ihe I"
incumbida, nn diividou Icnibrar esla a-.einl!-
a uecessidade do um supprinicuto pelos corres pro
vinriaos, segundo Ibe liavin pedido a dita adnnnis
lra.;n.
Devu tazer xer a casa, que ao pasto que oulr,~ es
labclccimcnloa nlo maisim|iortantcsdt< que eslo re
reboni aiiuiialmeiilc una eonsignacAti, como* gran
de hospital.- a casa dos evpo.lns \, na iinporlanri,
do mais tic 18 conloa, o collegio dos orphos qu.
existe,lelo 1835, nada |iercelii'.
A attembla, en. 1849, ronsigunu Icontotderr
para o comei;o do urna casa pan o collegio daaor-
phas, mas vendo a adniinislrarAo. que com em
quanlilalivo nao so podia dar principio a olira en
ordein a ser concluido, o nAo .piolen,lo. que se per-
ilessc o Irahalbo que houvcsse de se tazer, .leixon
de leccliero-le quanlilalivo.
Esla, pola, visto que a administrarn nada lem .
. aajloxtlcs taitas peto Sr. Mello Kcgi
inTitii uto. ,. rogimeuto diz que mo s
tem al-
to pdea-
juo traan
al.
gun. raimnenlo, ll rcginlcnlo diz q
presentar na lei do orcaineuto cmeqdi
ou diga... rc-poilo .'. di-po/as pen.ianenlc
/ in .sv. Diputado : Esta ho animal...
OSr. l'aes Brrelo: Enl.ro ludo be anm
guenlo de um ordenado, he animal, porque n
ii,..cumule pode ser alterado. O nobro dopuladi
P le.....Illr, que paasandu o augmento de ,I!.,,.
i.i.'o paran anuo, elle ser revogailo Poishepo*
i,ol que u,.. esle aiinojulgiioiiio. ,'.le auginenl.
ie, i's-ai ii!, o "para ,, aun,, digamos que n.io h,
Pelo ronliarlo o que ha nalural he, que ,e *Ug
CIllC IIOVIHUCIll,
ludo dos cotres pblicos ; o me parece, tenia
que, quando osla casa acaba agora mesuro de x,.!,,)|
fundos para colicortos tic convento*, c oulros objor-
toa, que nao lem urna uecessidade lo urgente, nlo
lio mullo, que vote |>or ...na vez stimenle, a quaulia
de .I." h.-'kki rs. ., bonolirio dos infeliz.'- orphAos:
ueste tenlMo lci.hu a honra le nircrerer i casa uni.i
emenda que esporo osla assemhla lomara cm roii-
sideraco.
Val mesa, o he .'.poiatlv) o 6oguinlc arlignad.li-
t)om os dous rnlloaios dos orphos3:IKwi
rs.tlliceira..n
Encerrada a discusso lio approvado unnime-
Em seguida slo approxados os segui.les rticos :
tt Arl. -Ii, Cnm ,lS coadjutores das
rrt'guczias r,:IWHi-J <
,| Arl. 8. Com o guisamento e fa-
brica tas innhizos l:7uWnil'l
i Art. >!). (aun os religiosos rapu-
rbinlina si; I.-si'
,, Art. 30. Com a Iheaourarta a uber :
i! I. Como uspeelor,secretario,con-
tinuo opiH-lriro
S i. Cora o proeuradnr fiscal, seus
Iju.tanlea, escrivo dos tallos da ta-
zinda, aoJicilador, oflleaes to juslira
(por rcnln iwla cohranca judicial da
divla-acliva
S :l. Cnm os ompregados de onla-
doil c paaadoria
S t. ('aun o evpe.li.'iilo o asseio da
rasa
Entra cm disrusso o arl. .11, que he o seguidle
Arl. .11. Cnm o rimsiitado a aaber:
S I. Com os emprecadns 2l:89S.'-IVi.
5 -2. Com a rapalazia do alg,lilo toOflO
S 3. Com o expediento ,-isseio da
casa rtlIHim
Verhlco-fiO nn baver cosa ; faz-so ascgixmla cha-
mada, en Sr. prHdrule dotiuna a "dem do) .lia, o le-
vanta a sessn. ( Era I ,' hura da larde
MWtfOOl __
" 'i
6:ll|l^ili
Pi:9j0?ll
1:7:175000
Rcm.Uo em 15 d. abril de 18
Pee.idrncia do Sr. Haro de Capibark
AO mrio-di, fclta t llamada, verifra-sc e--.-,
esen.i'. 15 tehui-es depulados, talla.i,l,i ossonli,
. Pedro C.ivalcauli. Harros Palca, (j
Cunha, M.id.d M,,i,i,-i,... Aquin... I.ui'des .
Oveia Ma.-ud, Varejau, 8a Pereira, Castre Lew
Mari.us Porclra, Brito, Manoel Cavakanll, Igiiaci,
porque he de esperar que a edili- 'Joaquim, Alvos da Silva eEsIcllila.
" ,,' -too.
aniclm /
* de Mello,
MUTILADO
l
11


O Sr. I'reiidenle declara v>5o liaver numero le-
_il pura sesso, c dissolve a reunio. i Eraueio-dia
.culliquarloj
Re.ml.o a* 16 da abril da 1858.
rmidencia do Sr. Pedro CacoIramU.
\n mrio di, fcita a chamada, vcrifica-ae esla-
icm presente 17 scnliorcs depolados; r.illaniln o
Su. M.riel Monleiro, Agular, Aquino, Oliven a
Mariel, Varojlo, Florencio, S Pereira, Carta C-
nica, Brilo, Alaiiool Cavalcanll, Ignario Joaipihn,
Vive? da Silva, Francisco Joao, .l"-1' Filippe, c
Barro Falefo.
O Sr. I'reiidenle declara nao liaver numero legal
para sesso, o diwolve a reunio. (Era mrio da
c un quarto.)
HKCIFE 16 DE ABRIL DE IKVI.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPEGTO SEMANAL.
Fin caso raro leve lugar no dia 10 do correnlo,
n'c.-la cidade. Passeava noilc cerlo individuo rom
Hia scohra,c ao pausar pola ra da Penha, sur-
ccdcu-lhe dar un leve enconlrAo cm um ceg, que
i .inilii-ni ia pela calcad*. O mendigo irrilailo, c -.....
hu. iicn mais, foi-se afastando, e crguondn o |io
que o guiava, descarregou-n obre o ugeilo, o qual
Iralou de dcITeoder-so como pode. Travada a lulo,
puion o mendigo por urna faca, chegaudo a fazor
n,ni ella um leve ferimenlo nn mo do seu adversa-
no ;e como quer que a seuhnra dosle loinassc parle
ni lula, pude elle por urna fatalidadc agarra-la de
lal geilo, que rerrando-lhc urna furuiidavel dentada
na face, deiio-a no inais deploravel estado. Eolo
,i'"ii|irani diversas pessoas, e fui preso o mendigo.
Dizcm uu que este ilcsgraeado soflrc de alienaran
mental, pota que em um dos dias anlcccdciilcs, en-
trara desaliado pela igrejada Penha, e ahi encon-
trando um dos religiosos, Iravou-o pelo braco, e
inordeu-o da mesilla sorle soffrivelmenle; dizem po-
i iiti oulrus, que o ion mal he a embriaguez. Soja
i orno for, o que be cerlo he, que falla de umu casa
I'1 correcclo, c de um asvlo de mendicidade, lemus
por mus de urna vea presenciado sccnasd'esla ordem,
nao havondomcsnio muito teni|io, que referimos o
as-aisiualo perpetrado por um mendigo em oulro seu
enmpanheiro, em urna ilas ras inais publicas dala
cidade.
Nodia lenlrou to* porlosdo norlc o vapor Im-
peratriz, leudo dcUado todas as provincias d'esse
lado cm sania paz. NoMaranhao, Ccar c Rio liran-
de ilo Norlc acbavam-se dissipados os reccios de
secca, pois que o invern linlia principiado por lu-
das as liarles, c se presuma seguro.
O Imperairiz Iriiuxo a seu bonlii varios depula-
il". a assenibla geral e parlindo no dia seguinle
para a orle, conduzio anda inais dous reprcien-
lanlcsdcsla provincia, sendo um dcllesoEsm. Benc-
talSeara, o qual nodia do seu embarque, pela uia-
nhaa, passou o coimnando das armas, que oxerria,
ni Sr. roronel Manuel Mulita Tavares; o oulro o Si.
Mr. Nabuco.
Foram demiidos o commandanlo o o majur do
rorpo de polica desla cidade ; e suspensos, para se-
ren responsabilisadi, v arios ofllciaos do mesmo,
pie haviamtswigiiaduos prels o relacies df moa-
Ira, cmque foram encontrados erros du somma, du-
plcalas, ele.
Para os dous lugares cima mencionados achnm-
-o moneados interinamente dousofliciacs de I .alfolia:
um cepillo para commandoiilc, c um alfercs para
niajnr.
Segundo a caria recebida do nosso correspondeu-
Ip de Nazarclh, c publicada cm o n. 8. desla folha,
Deiva aquella comarca cm socego, e o invern ron-
lmua\aa favorece-la beni. Temos nolicas da maior
parlo das comarcas da provincia, C cm lodas lem
i ho\ido com abundancia.
Olanlo a esla cidade lambem j nao temos rnzao de
ipieixa noque respeitaachuva, sendo quo a Irovoe-
da da nuilo de M, parece ler-nos querido augurar
que nos n.lo fallaran as aguas, que a precedern! e
seguiram. Urna crcumslanca, porein, den-sc nes-
la semana, a qual, nao deixou de causarnos algmn
suslu, c.xcm ser a extraordinaria inortaljdadc, quo
nellabouve, c que abaixo vern M leilores.
Kntraram I i embarcara o sahirain 15.
Renden a alfandega %:8iS861 rs.
Fallecern! (II pessoas: mu 90 horneas, 15 rao-
Ihcnsc lli prvulos, livros; 5 homens, 3 miilheres
c2 parvuhis.cscravn?.
barrica, e dcaram cm ser 5,000
barrica-.
Carne cea A venda, desla semana foram
avulladas e os procos pareccm
milito Imiiics cm conSequonein da
dimlnuicJe 'do deposito. Vcn-
den-se da du Rio tirando de 33WK)
. a llllOO e a He Buenos Avies ,1c
:i3o(JI a :i!H00 |ior arrobo', li<-an-
do em deposilo H.OIIO arrobas da
primoira e fl.OUOda segunda,
Clui.......Vndeme de taSSO a Ifi0(l |ior
libra ilo ll>sson.
Facililla delrigo- Fez-so venda de um rarrc-'ainoii-
- lo vindo de Balliniorc cerca do
lt,- por barrica; c o deposito iu-
i lu-ivc dous carregamenlos rlie-
Radoa nosta emana lio de 7 a
7,500 barricas, as vendas conti-
nuaran! de Ifi a 20$ por barrica.
Manleiga Vendeu-se de 600 a 610 rs. pr
libra da ingleza, e de .VIO a "tO
da franecza.
Deacoiilo Hebalcram-sc letras do i a 8 nie-
les do prazo de II a 11 por cenlo
ao anuo.
Accftcs do banco- Fez-so venda de alguma a 10 por
rento de premio.
Fieles Afrouxaram alguma cousa, eob-
leve-se o doassticar pora o Med
lerraueo al Trieste a 80 s. c 5 por
cento, para Londres a 75 e 5 p,
cenlo, para o Havre a 8"i f. c 10
por cenlo c do algodn para esle
ultimn porto a 440 rs. por arroba
c 10 por cenlo.
Ficaram no porlo 58 euibarracaes: sendo i ame-
ricanas, JK brasileas, Mraiircza, :i bespanholaa, I
baiiiburgiieza, II lindezas, 1 nickleuibiiruiien-e. li
purluguczas, 2 sardas e I sueca.
MOVIMENTO DO PORTO.
CORRESrONUEY,:...
.V.1'7' Gla-ifiAw :J das, harca muli'/a tjitceiii, da 258 lo-
nclailas, cipilAu William l*a>n, cquipauein I-',
em lasfro; a Sctirainin Wlialcly. .
Malaga Mi Uias. (miara s.inia Himav, ilo 277 o-
nclmlas, rapilfto Micucl Demore, oqulpagena 13,
oarap vinho e-mab naeroa: a vu>a Amorfm
a PldA.
Baliia 1) daai Clplllo Jaka llamn, c'iinpa^i'iii M, em las-
Iro ; a Schramm Whalely i\ 0.
Sano MthiiU)* nn mr>ma ilhi.
Mais.'llia aaNtaa frunce*, (lancuv, capitto Hn-
iiard, carga aburar.
Gcnora brimichespaulmi inturia, capillo A-
ln-slinlHiMarislatn, carga assnrar.
Idriii polaca hwpanhola Floro, capillo Geraldo
Marislany, carga aaillfiri
Nati entrarto* no flin 17.
Asmi 8dias.lancha braallcira \mu /:*pnanra,
de34 Innoladot, meslre Jnsi; Dlai da Sl\a, eqdi-
pauem 1, caraj Mi e palha ; ao im^lrc.
Itolherdam 'JH dia-;. csriina liollaildea Ooter-
neur I anrfrr/:. H., de 115 ..meladas capillo A-
vandar llarsi, aquipagem h. carga qoeijoa, fnne-
lra ernai1* uciu'ros; ji lii m n \U .n>.|i- ,\ C.
Nario$ sttftii/* no Moamo iia.
Balda Inale lu-.i-iii-im 'tnifliti, meslre Joaquim
J.w da Sd\eira, earirn bacalho C tnafcl genero.
rassagcirn, lafioBllaa Piolo do Gouveta.
Alcobaoaajaropolra hrasilcira .V. S. (aVrnno.
meslre Joaqun, de Sou/a Gomes, carga sal e mais
gneros.
Porlo d su Iva|H)r de y n erra americano "7c-
vwiti'h, commandaiite llinina/ l;. I'age.
Jos I.im/ l;errt'ira da Silva val ao Rio de Ja-
neiro, levando em sua eonipaiihiae a sen fer\co
osscim eseravof. crloulos,Tlieresa a Jio.
O abaiso assignailo londn de seguir para o Rio
d<> Janeiro no vapor Imperairir, e nao leuda lenipa
de dwpedir-se de Iodo* osseus amigo* pela rapidez
de sua \iagein, jtede-lliea por uso mil dc*>culpaaS*r
uaudo-lhes o favor de aceitaren, suas de^pcdidVo
oilerecodheioseu pequeo presumo naqoello iugaV
Jote Camuflo de Barro.
Nodia ls do corronle de|H)is d'audiencfa no
Julio da Cvel da I." \n\n, na re-pecliva nalla, lem
de era ullima prara, as bemfeilorias no lugar do
S. Amaro, no lerreno que Tui do desembargador Jo-
l Lbano de Souu i*or cuccuc.h de Jos (ludido
de cujasbemleilorias \iio a piara jKira nagamenlos
de foros, esemo Sanios.
Joaquim NanC8| luttdHO p^rluguez, rclim-sc
para fra do imperio.
Alunai' urna casa em Olinda na ladeira da
Miscrii ordia n. i : a fallar na ra de Malinas Fer-
reira n. 28, no Sr. lion/aua; esl piulada de novo,
e para ajusfar na Hcrife, u. 21, ra doKangel.
Aulonio Joaquim da Maia rclira-se para fra
do n>pero.
Precisa-se de um padeiro, quecnleuda de fa-
zer lodas as massas com perfeijAo: na ra das Cru-
xes, n. 30.
Preciaa-ae (1*^ um eitor que saiba
plantar capim, e arnuijnr um si Iio : ua
ra da Cruz n. 10.
Francisco (jrneiro da Siha, cidado brasilciro,
vaia l'orlugdl, a Iralar de sua saude, na galera Mar-
gar i da, levando cm sua cnmpanliia um menino de
onze annos por iiome Francisco Carnero da-Silva
Jnior o um criado pardo forro por nomc Antonio
Villela.
O ahaivo assignado avisa a algumas (K'ssoas
que lem lido a Itomlade de o procurar para apren-
der com rile as parlidas dobradas, que se .linda tcm
desejos (^aprender, ser necussario 000 eomcccm
immedialameide, |mi* que do lim do prsenle me/
em dianle nao podcr.i ensinar mais r-n ipiiii.ii.in
commercial, em wrludu de ir ler mitras ocrupaces,
que I lie alwirvcrao lodo o lempo.Jo* da Maia.
i:o\sii,toiiio iiinioKiH'vriiico-
.No Mallo iuiissii. comarca do Cabo, .\l. d
iipieira Ca> aleante d consullas e medica-/^
Minios uralis aos |Mibres, lodos os das das bl
mas da manhai a I da l.inl
ATTBN'CAO, NICO IIKI'OSITO NESTA
C.IIIADE.
Paulo Gaignnii, denlsla lecebeu asna denli-
frire do l)r. Fierre. iNla auna cnulieeida como a me-
que lem apparerido, ( e lem inuilos cle-ioso
llor,) lema propricdaile de toratrrir a bocea
ebeiroaao pre-cnar das dores de denles: lila o
gofio dengradavel nuc M em geni u ebmilo, al-
uunias untas desla n un CODO d'auua tfo sullieien-
les ; lainbein se achara pi'i deulirrice exceHenle para
a eooflervacflo 'Mi, sCL'iiudu andar.
- Prccisa-ae deoflldaecde iunileiro:
Nova. ii. K, (li'li'oiitu 5
DF.CLA 5ACOENS.
Srs. Heilaelorcs.I.cndo non. H!l do sen Diario
um discurso do Sr. dcplilado .Manuel Cavalcaiili, no
mial os eugenheiros da reparli^iio das oblas publi-
cas, si'in eveepeo alguma, sao acensados nao su ilr
n>7o mbercm iln (MO profio, cnino lambem de uo
OHtrirem IrabaUfr, t como, anda nue nAo pre-
lendo ser algiini llruucl "11 Slephcnson, lenhii loda-
>ia acnist'icncia de poder dcscuipculiar qualquer
lialialho de i|uc o goierno seja scr\ido encvregvir-
iiie, uuer pralieonuer scienlilieo, clainbein do nini-
i.i ler puupailo para o servieo publico nem o meu
lempo, nem a rolaba sade. nem os i.....is nlcrcsscs,
.'uiiscimdoal a propria ida. romo saliciu lodos os
ipic me runhercni, protesto, na parlo que ule loea
contra as nipulaees do nnbrc dcpulado cujas inlen-
coe. alias raopeHo por jukar de boa T, e levado Uo
Mmenle do desejo de serulil aoseu paiz.Snu.Srs.
reilaelorcs, etc.llrnrit/iieAugusto ,l/i/c/. Afosados
15 .Ir abril de IKVI.
'IIHICllliO A PEIIIIMI.
- pre-
nnse-
I.o
" l)r. Franrivo Joo Cariieiro da Cuiihn, jiii:
dr orphiog e auttiUc* da ridaUe do Iterifr e *rn
Imito, prorinaa de l'eritaiulitirt>,por S. M. I. r
oitslilurioital, que Deoxt/titiide. erl.
laeosaber em romo |ir esle juilo foi jnlsado
l'./iipiii l Jn-r ilr (.ai i.illiii. prodiuo, c pnr isso Tura
de |MMler rogar e administrar sua pessna e boas : aeo-
dn euradura ud boutt sua mullier Mara Magdalena
ile I.una. oque se faz publico pelo presente para
que iiinguem com elle cofilratc sobre seus hens o
iieiu laca negocio de qualidade alguma, pena de
uullidade: c esle se passou por bcni de niulia seu-
ii tu..i proferida nos autos de juslilicac,an de prodiga-
lidanc. que se etimpra.
li'iilr, 20 de agosto de 18.55. Francisco Joa-
i/utiti l'creirt de Carralho, o fe/, etcrever.
Francisco Joiio l'arneiro da Cunhu.
rrawtniptodoDiarioiAMdr&dcatjo'lodeWVt
COMMERCIO.
l'KACA DOKECIFE Ifi lili ABRIL AS 3
IMIIIAS HA TARDE.
ColacrH>s offcines.
Cambio sobro Ixmdres a'2K Ir d. i." d|V.
Descont de lelras por rento ao auno.
| Frcle para Londres a 7'q-e .*> |mr cenlo,
/ Coman* de avocar.
Masi-atadu escolbido a I3WII rs. por arroba.
AI.FANDEA.
Rendniculnilodia I a 15 185:8.?51(778
dem do dia l(i.......II:4759I
187:3319079
lii
Deicarregatit Itoje IS de abril.
americano llrand ll'ine farinha o
bnliichinhas.
I'alacho bespanhol SanClnna mercaduras.
CONSULADO GERAL.
Itcndimcnlodoilial a 15 .... 53:I759065
dem do da 16....... 52n,i(>5
5595|)470
DIVERSAS PROVINCIAS.
Ilendincnlododia la 15 .... I:8:I*(K:
dem do dia 16....... I85IH8
l:88lls>-).v
HECEHEIiimiA DE RENDAS INTERNAS E-
ItAKSliE PBRNAHBUCO.
Rciuluiienlo do da lli...... C.IOflWI
CONSULADO PROVINCIAL.
Rciidiinenlo dodia 16......1:27.">J8I
l'IIVt.t III) KECIFF. 16 DE Allltll. DE 1853,
AS TRES BOBAS DA TARDE.
Jleeiiltt teiituiiiil.
Cambios Saou-se a 28 Si! d. por I a di-
iihcni, e a *t l| com prao, |-
roni hoje os lacadora! so querem
ueaf ao ollimo, adinlieiro.
Al.iil.iii Eutraran ensaccas, e fni pouro
procurado, lendcxae fcil" vendas
iicqucuas de qualidadcs escidbi-
das a."*, regular a 5|HO0 e ae-
. mda sortc de in'UO a I8U0|Hir
ai lidia.
Aasurar.....()iiicrcadues*e>ecalnio, eas ven-
da- do bramo legulou de I7i0 a
He d.....aseavado de I9IIXI a
I 600.
1....... ----- As ulUaias vendas eirecluaioiu-se
'. :, I (, |mr libra dos seceos sjl-
'jaditi'rToran mu iimcuradoTe
11.i" liaueuhiius para vender.
Ilaialh.1.1 Relalhoii-se delira lis5U0por
(I conseibo ,1a adiuiiislracan naval contraa
para fomeciinenln dos navioe aYmad, hospital e
barca de cscaiacao, os gneros Mguiultfl assuear
branco, arroz hraurn do Maranban, azeite doce de
Lisboa, c de earrapalo, agurdenle de :!1l gfnui| bo-
laeba, bacalboi caf cm grllo, cune verde o aerea,
fcijilo, Iriih.i em acbas. pao, I.....inbn de Sanios.
inagre de Liaboa, \eias bilearinaa c de carnauba :
pelo quo eonvida-ae aoa q.....nvier dilo forno-
ciuienlo, a rnniparei-erein as 12 horas do da 21) dn
rnrrenle, ua sala dasscsaOesdo niesiuninnsellio,iiun
:is amostras e propoalaa, declarando os ultiuu
eos e ipiem ni lladores, Sala da- sesscs do
Iho da ailniiiii-lr.o.li, naval Mide abril de I8i
secretario, Chritluvoo Saniiai/o de Oltccira.
A ari'eniataean dos VI saceos com tunear, an-
nunciadoe pela mesa do consulado, em u cdtal pu-
blicado em II do crranlo, lica transferida pan) o
dia 18 do rorrenle.
0 cuiiselhn ailminislralivnrm \ilude da .111-
inii-ai.'iii da prcsdeneia, cinollieo de 8du crranlo
mei, lem do comprar para roruecimcnlo doaraenal
de guerra, os objeclas aeguinlea: 338 caadas de
aile de ca rpalo, 'Ule meia ditas de ren, 112
de \olas de carnauba, 36 de linde al.'iilao, (iilu-
ilas de parios, 30 resmas de papel almaco bom, 8
ditas de peso, 500 peanas de escrover, 30 garrafas
deiiiiia pela, lo massosdeobroias pralasi Iduxiaal
de lapis linos, I a, de rame de lalao surtido, 2rai
vas de ii'llia de Dandroe dobradas, '2 ditas -in-ela-
As |M'.si,a- aquem convier a leuda di' lae> objecios
apresenlem as suas proposlas em cal las fechadas
aeompunhaclas das competentes amostras,
laiia ilnconsclhn, eslahelceido 110 arsenal
as II) huras da niani.ia du dia 18 do con
Secretaria do consclhn admblhlralivo, p;
rimeiilu du nisenal de guerra 11 de abril
Jote de Brllo Ingle:, corono! presidenle. Dei
nardo l'crriru do Carino Jnior, ingal e seeielario.
(I ronselbo aduiinislraliio, cm urludc da au-
lorisaeao da presidencia, em MU despache de 211 de
marco, lem de comprar para forueciinenlo queoar-
senal de guarra lem de rizer ao 1. Iialalhan de arli-
Iharia a p, M objecios seguilllea : 81(1 pares de s-
palos, lili esleirs de pallia de carnauba, 51 ^ro-as
le boloea d'ossn prelos, 2ii dilas de diles brauros. As
pessuas aqneni nuilicra vendadle lapsobjei'losapre-
senlein as suas proposlas ornearlas fechada-, ac.....-
pnuhailas das ruiiipclenlis ainnstras, na scrrrlniia
doeonsellio, OSlabelCcido no arsenal de guerra*as ID
Iwas da uiaubaa do ,l.a IK do correnlf me/. Seere-
laria do consefio adiuinisirnliio para Ibrnacimenlo
do arsenal de inicrra II de abril de 185:1.Jote dr
llrilo Ingle:, coronel presidenle.Ilnnnrdo l'e-
reirn do Carino Jnior, vogal c seerelario.
na sacre-
do guerra
rule me/.
romo-
de IKVI.
AVISOS MARTIMOS.
-.ihi' com muila brrvidadc,
1 prompla.o lilalfi Att{feliC(t\
|*ara o Araral>
por ja ler parle da car
para o relo epa-.snciios, lrala-sc*na ra do Heril'e n. i. prlmclm andar.
PARA A BAHA.
Pretende sahir com bi-evidade n novoc
veleiro Iiate So Jow! das Taipns ': pa-
ra carga trata-te con] <>s coiisignatartos
na rila (I*1 Trapicli u. <) primeiix)andar.
Bara o Ararat) Regae no lim do prsenle ao-
maua ohiale Capibarihe% medir Antonio J'>e \ ian-
na, para carga o pafugeirea Iralc-aa na ra do VI-
garlon. 5.
Para o 1'oajo icmia viagem em poneos das o
bergantn. S. \ltgutl /, capilfioJee Krauciaco <".;-
neiii', rerelH'aind.i alL'iuna cama c pavtaeoiros, para
<> i|in' I cm excellenles commodos para (ralardi ijam-
scao eapilao, ou asen COliaignatarlO M. J. Hamos e
Siha : na ra da Cadcia do Recito n. 38.
PrrooKio de Janeiro vaisaliir com
a maior brcvidadcpouivel o hem ronlic-
cldo patacho nacionai "Valente1, para
orcstixla carga, eacmvoi a (reteepaua-
Reros irala-sc com o capit&o rranciico
Nicola'o de Ara ujo, na praca do cormner-
cio oii^om osconsjiialaiioNovacs oC:
na rila do Trapiche i). V.
O palacbo .imizade Feliz fie primeira ciaste
poda ainda receber laO barricas a riele para o Itio
lirande, para onde seguir em poneos dias: lam-
bem oflerecc excellcnles coniniodoa para p;is~;wiros
eoacraVMI lrala-se noesrriplorio de Hallar <\ Oli-
veira, rua da Cadcia Yclba, n. 12.
na rua Aova, n.
ccico.
O Sr. J. (i. I, loaba a boudade demandar
pagar a aovilla que alo Ignota dever. desde 4 de
inlio de K'I, do COnlrarJOloN dever seu nomc
por extenso nesle Diario,
No eicriptorio terreo da rua da Cruz
n. .1 Rcha-feo deposito do mellior rape*
e o mais acreditado, de Jo&O Paulo l.oi-
deiro da cidade do Rio de Janeiro, sendo
is caixal em meiaS libras para mellior
venda; esle rape pela sua frescura varo-
ma nue conserva, nssim lambem por ser
ornis imitantedode Lisboa, lem n.ere-
cido grande aceitarlo e adquirido toda a
preferencia ats detnais fabricantaV nesle
imperio.
Tiaspassa-se o arna/em da rila do
Trapiche n. \, proprlo para eseriplo-
rio: a tratar no mesmo.
\ pessoa (pie jiedio-a .Mamx I Aulonio (iiiima-
ije-, ouriveanaroa doCabag, .> aalvaido casi|iii-
nbo inolezas, ijuaira perobaequie de as mandar en-
tregar ao iiieuno.
Os crcdoic do linado llcuriipie Cvrillndc
Helio, queiran apresenlar suas conloa atoo dia 20
do correnlo: no eacriptorio do Tasan rmeos, na
do Amortmn. 35.
I'rcrisit-Mjde urna ama para < a-a de poma fa-
milia: na rua do Crespo u. IX
LOTERA DORIO DE JANEIRO.
Nodia \(.) ou 0 do conenle se espera
o vapor (lo Sul, conductor la lisia 16a
beneficio do theatro da inljierial cidade
de Nicthero}.
Oaabaixo aaslgnidos, lendo dlaaolvUo aso-
elcdade que linliam nalaberna da rua Nova n. 3,
lobaflrnia de Aulonio Kerreira Lima i\ Compa-
uliia, no dia 31 do marco prximo pasudo, avisam
a ipieinsc julyar sen credor do apresenlar sua 011-
la na mesma ra^a, para spr conferida. Antonio
l-'rrrrira IJma, Manouel Jaut/uin .llrr.< l'i/tnaha.
VAI AQCEM PERTBNCER.
Rnga-M a lodas as pessoas (pie esi;io de\eiulo coa-
las ulicas ua venda darua lia Cidria do lleeile u.
lelronle do li-
seus dclilos ule o lili
o mo h/ricn leria de veri
ra Bcrem conheeldos por I
dos (finios la le, nao leiid
miera.
Largo, que queiratd pagar
i rorrenle, |mis ji por \q/v
vlo,ua rerleudequeoaque
i-cus iioines puliliados.pa-
fregueacs... eae usar
inlcmplaeAo com inu.-
Peeciia-e de nm peaueno para caiciro do
laberna, preferc-se doslcs rliegado* agori
  • Porlo;
    na rua da |loda n. ">^, se din quera precisa.
    Jos llaptisiada 1-onsecaJentor mudou osen
    eseriplorii' da rasa ii.t2.1da rua do Vicario, para a
    de n. primeiro andar, na nicsmarua.
    aii:m.;a(c.
    rrreisa-sualirjar un prclo eozinbero, o que en-
    lenda pcireilainenli'dr f.i/t r calo\ ou me>mo una
    pessoa forra que queia d*por-se a isso, paga**c bem;
    na rua e&lrela do Kosario u. Y.\, loja.
    O policilador dorapnlla e residuos fai acien-
    le no rwpcilovel publico, que uinguera faca iicroco
    com o bulis do uado Jos Dominuues >\es \is|n
    eslnrcni esles Incilamenle livpolbccados a Tazenda
    publica acional por falta do cumpr*ncitlo do (cs-
    tnm'iifn do finado I>. Antonio l'io de Luccna e
    Castro,dequemaqucllefallecido Nevesera leslamen-
    teirocnlo tinba dado roula*emjuizo,roram oslaos
    da leatamenlaria julados residuos.e se lem do-arre-
    inntar para a (a/cnda.assim como se prelcnde liaver
    para a fuzeuda o PMidimcnloidos sitios, dejuleqne
    lomou conla da teslaniciitaria o referido Nevcs, al
    qucinorreu, que anda por 38 anuos, cujas rendan
    monlam a jierlo de 1(>0O((M) de rs.
    Aluga-ae uma escrava que cnuomuia e fosinlia
    miiiio bem, erompra-fte fazeiidocoula: noalerro da
    Boa-Vista n. -il.
    Pre|8a-8e de um feitor da de plantar capim ejardinar: na rua
    Cj /, ii. 20.
    ATTENX AO\
    No i'ii/hi do Terco, sobrado u. :'.. que faz quina
    p.ir.i ii- Mnrl>rios, cufeitam-sebandciJA^ piramulacs
    do melbor oslo que lie possivcl; lambem e faz
    piMi'lfs, loria-, |in.lin-, pastis de nata, enutras
    mais^alanlarias, esempre lem bolinlios frescos para
    Mnder-se.
    rrecisa-seilo dous niolequc* den Dimos para
    cima, para servico de rasa eslranueira : a quem Me
    convier, dirja-se an arniazeui do Sr. I'almcira, no
    Corpo Sanio, junio a iureja.
    Aluca-se um moleque dc*J0 anuos para BBN
    vicoilecasa.oqualcoziuliao diario ;quein o pretcn-
    der, | ir. >r i ni- na praca da Indc|>endencia, loja u. I.
    Um moco jii babililado no conuncrcioseoITcrc-
    ev aos Si>. inulc/es ou trapiclieiros, ou quem de seu
    presumo precisar para eaixeftro, ou oulra qualquer
    occorjoeao, a qual eacreve loflrlvel e d fianc a sua
    conducta : poiler aunuuciar por esle jornal, para
    ser procurado.
    AMA DE LI-ITE.
    Na rua Imperial R. :17 lem una parda forra com
    imiilo bom leile, parida de um niez. c nlo lem lilbo:
    assini como se vende umu cabra (biebo que d;i dia-
    riamenle uma garrafa e mcia de leile, o lera urna
    eabrilinlia.
    I'recisa-se de um bom feitor de campo para nm
    eogenho perlOdesla praca, quem ncslas circuiuslan-
    l i.i- M'aelnn dirija-so a esla Ivpoiapbin que llie di-
    r.i, com quem de\e tratar nesla [naca esle negocio.
    O Dr. Manuel Joaquim l-eruaiules Eiras, julua
    nada de\er a pOMOa aluiuna, e se siguen) lejlgar
    seu credor, apreapjjleasauas conuu na rua do tem
    ce Da h, quo aeran pnrautlamentoj panas.
    Deaeja-so rallar ao Sr. Jlo Hvpolilode Heira
    iin.i, para se tbe eulreuar una caria ledenle a ue-
    goeio do cnllcun dos orpbAos desla cidade; alora
    le Portas, rua dostiiararapesn. :l.
    I'recisi-se de uma ama de leile sem lllbo : na
    rua da malriz da Boa-Vista o. I(.
    Sc2iiuda-fera,IH do rorrenle, linda a audien-
    cia do lllui. Sr. Dr. jiiiz dedinilo da primeira va-
    ra doeJvel, w lifiodo arramaler es alugueta de uma
    casa terrea na estrada do Jacobina, timar da Cepuih
    ua, por eveeuc;lo de Antonio l>ias da Silva Canica I,
    contra Antonio Victorino, sendo a ultima praca.
    A pessoa que prensa os ."tMWWI r*., mora
    ua rua da tiuia u. 64.
    .-\d\erle-se a certo menino de p leve e mio
    liueira, que na noile do da l do prsenle lirou no
    Ibealro de Sanla-Isabcl do ca na role n Sda primei-
    ra ordem, um chapeo cuma bangele, que (cuba a
    bondadede mandar levar lees objeclosi seu do-
    no, na roa da Cedis d> Recile, no (erceiro andar
    da casa u. auradicendo-lbc a curidade, c dota
    furnia evllsi doaet mu i.....te publicado, vhlo liaver
    quem o conhece.
    Rogarte a qualquer |ies-oa. caplISCS de campo
    e a polica, que leudo noticia >m vendo um mulato
    (almelado, erqueimada, cabellos lisos, alto, rom
    cala, jaquela o chapeopretos, amia calcado e vea-
    deudo spalos, c <|uer passar por forro, que o Icmui
    ou denuncien) na i ua da Camboa do Carme n. !l. que
    $e uralilicar.
    O abaixo aSSign&OO declara franca
    e cordealiueiile a seus devedores, csjie-"
    cialnieiile a aipiellcs ipic llie nao lempii-
    go suas letras vencidas e protestadas, que
    as paguem quaulo antes.primeiro os desla praca que
    os ipie moram no malo, porque nao be possivel mais
    esperar, e val Iralar j do realisar seu embolso judi-
    cial mente; emqrtanlo que por oulra ves01 ponpa da
    Ibes por os seos respeilaveis noines por eslenso nc--
    le bem conecituadoDtorjo} Uloanuem eeenlen
    de com aquella BOnliorea a quem lem prestado sua
    llrnia em reforjo jas anas, e agorase veobripado o
    reeebou, e nao he a primeira
    iilidocs se pralicam com oauuuu-
    ser a ullima. porque sendo dolado de
    lal qual lem, llvci anda acrcdilcuas
    crocodilo*; pota que por le-las eiului
    Ainda se precisa de una ama de boa conduela,
    .para servir duas pessuas cacadas, paga-iO bom: ua
    le llorlys n. \, pegado aos Martirios.
    Paulo Gaignou, dentista.
    Pode sar procurado a qualquor hora om
    sua rasa n,i rua larga du Rosario, n.
    S 36, segundo andar
    Trcn*a-se ulu|r um sitio que uwi seja inuit
    pequeno, c que r-irj.i liem plantado de frucleirai*,
    sendo perla la prara ainda mesura quando a rana
    ojo -i',,i ilo inuilas coimnodos, o que nSo c eiigc:
    quemo li\cr equizer alujar, annmu'ie para ser |>ru-
    i-urailu
    l.NSfl.TOKIO IIOMEOI'AITIH'O
    tiussel niiiioiil, prntessor de liomcopalliia
    lela osrola do Bio de Janeiro, ronlmua a
    dar rmi-iill.i- gralit aos |bres loilo* os illas j
    utei, das H liorna da manliaa al to meio dia '
    no seu consutlocio, 'rua das Cruxes n. H.
    LOtMrAT)Eiro^XSrL,IR)lljU)0"
    KOSAKltt
    111 mi, li-.i,i annuncia ao publico que o llicsourei-
    roquerfaer rorrer as rodas no dia 9 ik> crranle
    iiifallivel, ainda rom ali(um sarrilirio, e |Kir isso ro-
    ua nos .iin.iiiir- desle joyo, que concurran! a com-
    prar o resto los liilhctcs, para nflo ser forrado o llie-
    sourciro espncar o andamento das rodas; assim ro-
    mo na rua do (Jueimadn, lnjau.nl, e na prara da
    I uil.-pi'iiili'ii.-i.i, luja do Sr. Fortnalo, esl i venda
    um rande sorliraenl do cautelase um resto de lii-
    llictcs.
    Hillictes..... nm
    Meios.....:'-'i
    i.iiiiii.i......I-Jim
    llmimos .... filio
    Osnliaiinassigiiados lem aulorisado o Sr. Ale-
    andre Casar do Mor.es, para reeclier as dividas dos
    seus devedores da prara, para o que llies toga a
    mais prompio wsgammilft.Jote da silra Camgp
    \ Cninpimla'a.
    LOTERA DK S. PEDRO MARTYR.
    Scniln a importancia dos hillieles por vender su-
    perior a quaiilia, que o llicsoiireiro eslava aulorisa-
    do para arriscar, liircoso loi ainda espaear o anda-
    lucillo das rodas da mesma lolcria al -que o lliesou-
    reiro se aclie lialiililadu a marcar um dia positivo,
    o que nao poda Cnzcr em quanto a venda dos liillie-
    les fiir Uo limitada.
    ATTENCAO'.
    Mailain.'i Tlieard ai isa a ludas M jMSfBBs fl
    jiinlanieule aiisseus rrcauezes, aquem ella Irrn IViln
    i*s|ierar pelos eureiles, lurbnnles, chapaos ricos, c
    ouiras rateadas, que ebegaram no salibado, 17 de
    abril, |Kir isso |hhIciii vir vc-lo/, ou mandar bsca-
    los.
    LOTERA DE NOSSA SKMIOIIA DO
    KOSARIO.
    O tbeaoui-eiro delta btei'ia, lirmado
    ikissi'iisannuiicoide faxet
    las iioiliu !) quem bilbeteiqueie pona
    nos amantoi deite jo/yo nue
    prai' o resto dos hillieics, para no %r cs-
    |).K;imo o andamento dat rodaa pela l'nlln
    deved nos llimtl i'S ilu ('iisliimc.
    AGENCIA IIF. l'ASSAPOinE, TITn.O HE IIE-
    SlliKNCIA.I'. FOLHA COBRIDA.
    Claudino do Heno Lima lira passaporle para den-
    tro c rorn du Imperio, ululo de resiileneia. e fnlba
    lorrida: ua rua da l'ruia n. 1:1, primeiro andar.
    Eli abaivo assianado a\iso aos meiis credores,
    que nodia 2-J do correnlo queiram comparecer na
    casa da rua do Rosario da Baa-Visla n. "-. para se-
    ren pasosdesuasconlas, das!) horas da nianb.Vi al
    as :lda larde.tote Francisco de Teicet.
    I'rerisa-sc de mu massadnr para vender pao
    Colll um prolo: na ru,i Direila n. 9.
    Aulonio Jos llilieim Bastas NUra-ae paraos
    parios do sul rom escala pelo Rio de Janeiro.
    O Sr. Aulonio Oulez, lem uma caria viuda d
    Parlo, em Vn do Portas, na rua do Pilar n. 1-9.
    O abaixo aailatado lem de ir a Porluual tratar
    la sade. debatido a sua rasa de negocio n
    correr as ro-
    ainda qne li-
    ifrlscar, rosa
    un a rom-
    iI.i
    Soalgum jardineiro emprecadu em qualquer
    silio, quicr no doniinuos Irabaltiar n'iini pequeo
    Jardiin, dirija-se n um sido aira-, da Igrela da tslan-
    cla, que lem uma pilombeira no porllo, que alii se
    instar., |iauamlu-sc liem o seu Irabalho
    VO Ct^lMElCtT^
    Os abaixo assinudos continuam
    a (ranquear a todas as el.,-,. eoi
    l'rrnl os seus sorlimentos de l.i/ni-
    das |xir l>ui\os preeos nao' me-
    nos de uma peca, ou uin.i dnzia,
    a dinlieiro, ou a prazo, conforme
    se ajustar : no seu urmuzem du
    pi-arn do Corpo Santo, et(uina da
    rua do Trapiche, n*48. Ros-
    tron Iti ii ikrr di Coinpanhia, nej'O-
    ciantes ingleze*. Os meamos av-
    so ao respcitavel publico que abri-
    ram no sua loja de l'a/.endas da rua do Col-
    lef'io e Passcio Publioo n. 15, di-
    rigida [K'los seiihorea Jos Victori-
    no de Paiva e Manocl Jos de Si-
    i|iiilra Pitanga, para venderem
    por atacado ea retal lio
    AVISO AO PUBLICO.
    Principalmente aos foruecedores dos hospitacs
    que na rua oslreila do Rosario n. II, deposito das
    hirlia- baiuliiii'jui-/as. lem urna porco de bichas de
    l.islioa, que vende a l.V^lOd rs. o cenlo, e aluca-sc ,i
    l0 rs. rada nina.
    IIOIICA DO CONSULTItlOCE.N-
    llt.VI. IIOMOKOPATIHCO DE
    PKKXAMBL'CO.
    Rita da Cadcia do Recife n. 51,
    primeiro andar.
    Iticas carteiras de medicamentos liumceo-
    pnlhicos preparados segundo lodas as regras
    pharmaco-dgnainieas, conleudo de i a IfiO
    inedicaineiilos.
    Ilam-se de graca os livros indispeiisavcis
    para a prlira da hnmn'opalliin, liem como
    re^imens iin|ircssos para direceu das dielas
    as pessoas que compraren! boticas de 48 me-
    dicamentos para cima.
    Ilam-se lambem de graea vidros da me-
    S Ihor linlurn de rnica, MEDICAMENTO
    INIMSPBN9AVBL A'TODAS AS l'AMI-
    i LIAS.
    A mperioiidadc dot niedicamcnlot da bo-
    tica do consulloriii central boinusipatliieo de
    l'ernainbuco lodot ot oulrot que por ni/ni
    lem appurccido, cerificada na clinicadoSr.
    Dr. Sabino desde ISIS, e por mtUat pettoat
    qae ot lem etperinienlado, e reeonlvcem
    teut prodigiosos effeilot, dispensa de qual-
    quer rceammcndacilo.
    Cada Tiara ilc nii-diranicnto cm tintura 2
    Tubos avulsos a.............18
    No o iiiii/i'in da rua da Moda n. 15, do abai-
    vo nssiun.ido, |irccisii-sc de mu liomcm rapa/ |iai;i
    andar com carrosas: no mesmo vende-o umapor-
    f.iii tic Men ni ni fin caiviulia* de Hora, e um .iran
    de lialonra de Hninai rom lodos oh seus pertOflces,
    c doaSCIIToeaj rom todos m perlenrcC um lioi ;
    Ulim romo ronlinfia a veuder cal de l.i&boa, a me-
    llior que lia no mercado.
    /om* Antonio da Silva l'ianna.
    I
    ti
    AO PUBLICO.
    ado i
    metan uim, c soba gerenaifl Luitdo A/ovedo, a qnem consliliiio i
    pagar o que n
    ve/, que oslas iu
    cianle c na
    um corarAd
    lagrimas !
    O abaixo aarigaado avisa ao respcitavel corpo
    dorommercio.ipieeiiiquanlo durar sua ausencia uu
    Riode Janeiro para onde parle no vapor Impera-
    Iriz, deiva enranciado de seus uegocioa cominer-
    ciacs coniogcrenle do sua rasa aoseu guarda livros
    -a-
    ni
    aquim .lose dos s.i
    prorinai.ao bstanle. Jos
    Na primeira audiencia do
    - roitosdalaieids.baarrentau
    |Hir e\ecui;Aaila fatenda pn
    que lia- lem ni
    Candidodcllur
    lim. Sr. Dr. jui
    cAo em ii li un.i pra
    Inelal iloasogainle
    .Ai.
    iquil
    AVISOS DIVERSOS.
    A pessoa que pardea um alliiicle de ouro de
    scnbora, no paleo da Penha: dirija-so as Cinco Pun-
    as ii..",, que dando os signaos certas Ibe ser cnlrc-
    aue,
    NEGOCIO DE VANTACEM.
    IJualqiiiT |icssiia que queira |issuir um oslbale-
    limenln de urande vaolagcm, queira dlrigir-sea
    niae-lreila do Rotarin n. 13, bija, que adiar una
    pessol que csclare
    Oiiciii liver |
    jlo quebrado, que
    cnulViiule ftoullao
    om ipiem Iralar.
    OSi. PraucincoAnloniu Durio, Ion nanear-
    la .inda de GoUuva, na livraria n. OetJ da praca
    da Indeiiendeiicia.
    i ijii.ii o oagocJo,
    iitAo du callea, pedregulho li-
    endo vendar, dirija-",' a bolina
    l.i Igreja do Terrp, que a. Iiar.i
    bens, urna casa terrea sita ua rua do Molocolomb
    nados, por 75J000 re. penhorada a Anua
    a do Sacramento, a parle do eogenho lie-
    heir.is, porl:lKWKlrs. ; oulra dila. de JIV->I.VIrs.
    nocngoulioCabecsHlo-Nagro, para pagaineiilo de
    -erviconai ional no inienlariii dos bens "de llernar-
    iliuod,' Senna ; urna casa terrea mcia-auna, na rua
    do Boin-Ouslo no lugar da Ciponga por liaySOO,
    com on.5, penlmiaila a Jos Quaresma Branca, a
    renda aniiual da casa sita em sania Amaro, que loi
    do finado Jos Ramos da OHveira, por 989000re.i
    quem qni/.er aneiualar dilus bens comparec "''
    ala das audiencias.
    Advrrlc-Kc aos cliefes de familias,
    iiasnn como aos ten llores de enffenhog liwri'in esernvos para venuerein, umu os
    en tregela a urna sucia de vadios, algnns
    dos quaes una cusa lem [lata morar,
    e |iu' capitaneados por mu celebreportu-
    l'iiiv.seiii papeleta, ainlain jiclas mas des-
    lacidade peuindoosescravos alhekw pa-
    ra vender por um pirro, e do aos li-
    nos por nutro, cot! tanto que leiiliaiu
    dinlieiro para satisfaxer os seus escanda-
    loso deboches.
    GRATIDAO'.
    Lcvanlado hapaucos dias de urna dolerosas tonca
    eurerinidade,fallara aoineudevcr.sedeivasM' de siu-
    ecraiuenle agradecer com toda a cllu-o de inen rc-
    uiiiIh'i miento, ao lllm. Sr. Dr. Podro d'Albaliide Lo-
    bo Uascoso, pela cura queme araba de fa/ei. con
    i, /rln pbilaulropico de sen bom coraran, r silii.t
    iutelliuenria na applicacao dos mcdicamculos bo-
    moopaUricoa, que me chamaren a vida das portas
    da elernidadc ; c assiiu restituido a sainlec us mi-
    nbas oecupacoes, faco insessaiile- Milus ao ceo. pela
    prospcridadc'c ventura de lAo lijbil medico, o cari-
    lalivoeidadjo. i'ossam eslas [Hincas linbas siunili-
    rar publicamente a anana uraliiblo a lo illuslre
    pinressor. eassim incitar alados a curar-se pela lio-
    iuieo|ialbia, e solicitar os andes ronberimciilos e
    ausHla d tlenlo assas runherido do lllm. Sr. Dr,
    ILkcwo, cuja |iericia e pbilaulropia jamis me rau-
    sarci de chutiar. Mantel Joagtiiintlc lllitcira.
    Aluga-M una e-rrava que lava, encinuna,
    coxlnha, a lio multo liel: na rua do Collegk) a, Di,
    Wgando andar.
    Desapparereu do aterrada lloa-Visla, no dia
    I' do rnrrenle, as K para as 9horas da noile, um ca-
    vallo caslanbo, castrado, orelbas corladas, naneo
    do quarlo direilo, ferrado em rima d'anca com as le-
    IrasA I" II: quemo liiei adiado pode entregar em
    casa do Se. Manuel de GovoiS S,m/a Jiniroi, nos
    Arogados, ipie sei.i liem reri>ni|H'nsailo.
    O Dr. Manoi I Joauoim l-'eruaiidc- l.u.i- reli-
    ra ie para o Kiode Janeiro, Imaiido em mi........
    pauidaos Kcu.earn.voa Isarcotiana ManiHd, pardos.
    I.a\a ee cimiiniina-se rom aasejos aerfeifftu:
    uu paleo da Hibeira de8. lo*, n. 19,
    Vando por esle Irabalho inais d
    por cenlo sem se levar cousa
    gadoolm preiudicado grendonianle em sua villa
    micjI, duque de-de j prolesla emendar-se. se eo.
    Por servido, ees i.....en. nio mandaren) o contrario,
    O I'. I'rttutisco Jote llot/rignc.
    I in rapas soUeiro, que d conhecirnento de
    sin.......duela, ileseja-seariunjrdecaiMMro de qual-
    quer i-.lalieleeiuienlo eveeplo venda, preferindo bira
    desla pruviiiria ou engaito, para o que alien.....a
    vaulagein de se fr necesasro leceionar primeiras
    ledras por le platica : quem de seu presumo so rp-
    ier utilisar, dirija-se a esla lypographia, quesedi-
    rt quem be.
    I'recisa-se de uma co/.inheira hura
    ou captiva, para uma casa cslraii;;iiia ;
    agradando paga-sc liem : a (allarnarua
    do Trapiche n. I-, piliueiio andar.
    Jos LaiS Porrolra da Silva val ao Itio de Ja-
    neiro, o leva em sua roinpanhhi o seu cscravo, ca-
    tira, de nomc Bento, de dude 211 anuos.
    Na rua daSoledadc ao p da Ticinpc, lia Ima
    seinenle de erv iltia da direila e loria mi de quebrar,
    a uva muscaiel bem madura,
    CASADECOMMISSAO' DE ESCRAVOS.
    Na rua Direita n. sobrado de tres
    andares defronte do becejo de S. Redro,
    recebe-se cscravos de ambos os se\os pa-
    r.i se veiiilerein de con.inissao, nosele-
    i que dous
    ilj;imia de
    comedorius, oirei"ecendo*e para isto toda
    teguranca precisa para os ditos escruros.
    Precisa-sede um failor, anula mesiuo casado,
    rom lauto ipic se OCCUpa de suas obrigarflet, para
    cuidar na eouservaeo e augmealo de mu sillo : na
    botica du Sr. I.uiz l*edm das Nevos, no Kecife, se
    adiara eoni quem ronlralar.
    Al lENCAII'.
    Roga-aa aos Srs. abaivo declarados, utt quem suas
    vexeafecam, de sp|iarceerem quanto snksans prac.
    da BbaVist. n. :!-'. a negocio de seu. Inlcrease.
    Francisco Rica do wiriloSanto, Un. Pinto da Sil-
    va, hrauciscoile Dlivclra Dinh, Benedicto Jas do
    Ginalbo, Joan l-ruiiriscn da Uendonca, moradores
    na Abren de Una; los Joaqnlm Cvatcanli, Alc-
    xandre Jase1 Xavier de Miranda, Jeronymo de Pa-
    ria lrica, Joaquim Jos de Catiro, Joto r'errcia
    l,i\....... moradores ooBrejo de Arela.; Aulonio
    Ayreada Silva, inorador em S. lenlo; Juilo Nepo-
    muceno, inorador em Alagoa lramle; Jos l.opes
    dos Sanio-. Morador em (,i.mi.i. villa do Camrim,
    consta que sencha prc-onlcmeutc nesla cidade; Jih,
    l-'ernandes liadiipie. moradorm l'orlodc Podras;
    Joaquim de Su/a Cirne, morador no Itio-l-'urinoso;
    Jaelnlao loa de Bampalo, morador no Paro do Ca-
    maraeibe; Jos l'elicio Marlins da Kosa. morador
    cm i. i vi...-. Jlo BodriojtM da i.o-i.i. Domio-
    bosAntonio Rodrigues, Candido de Krcilas, Aulo-
    nio Piulo da Silva Freir, Loi. Aulonio Percira
    i .b........ moradores nesla cidade : taires alcum se
    acbe por fra.
    Prerisa-sc do urna ama do leile, preferindo-se
    em lilbo: ua rua dos (Juarleis, n. 21, seRuudn
    andar.
    Aliiaa-se um sobrada run rande quinlnl.'o
    com bonibanlin bice, e lambem misliiradn, no la-
    gar du Anoinliildo n. I ; quem |irelellder, dirija-se
    a Itliiula, a relfnac.lo do Sr. Aiiiorim, ou no Ke-
    cife, rua do Apollo, armaren! n. 80,
    I DENTISTA AMERICANO.
    D. \v. ibivium,cirnrgisodeulisla,continual
    (8 eurcerwia proflaiao, faxando lodass*opera-
    ;.' (oes une fiiieni precisas de qualquer nalore- St
    :; /a, lamo por bu......hiiii n. sua resid.....lia,
    .'; nnile |,,le ser prOSttrado a iplabpicl ln.ia : .'..'
    W na rua da Crin u. 7. legando andar, no He- :.;"
    cito.
    vfjsevtvt9vi
    raiveiro Jo-
    ir sen liaslnu
    le procurador, e bem as.iin aos Srs. Jos lliurlc das
    Nevos, Jirao Jas do Maule c JooTavares Crdeno.
    Joaquim Aulonio do Pon.
    I'reci-a-sede um moco portugus para raivei-
    rodfl venda: na rua da Itnsurio da boa Vista n. 58.
    Nddia II do rorrenle desappareceii a prcla
    Clara, cscrSVS do abaivo asaignado, a qual lem os
    aeguinlea signaos;cor lula, estatura lta, cor|m
    regular, ps e ntfos SGOess, dedos comprlos; lem
    n'aroa das orelbas no lugar dos brincas um buraro,
    e be bstanle liceira; lovou saia prela, e panno lino
    pelo com barra de pello de chapeo; consta que
    transita por eslus ras com liman e saia prela : quem
    a apprelieniler c levar a praca da Ho,i-Yisl.T, sobra-
    do n. III, ser uenerosainenle reeoni|H'iisado.
    Francisco Carnero da Silva, iendo do retirar-
    se para Pira do imperio a tratar de sua sade, duran-
    te a -ua ausencia deiva por seus bastantes procura-
    dores, os Srs. Anacido Joe de Mcndonea, Dr. Jos
    Bernardo Calvan Alcanforado e li liv Francisco de
    Souzu Maualhacs.
    No dia 7 do rorrenle sppareceo no engenho
    Mas.uuacii, fremie/ia da Esiada, um prclo que diz
    ser escrvo de Itaviinindo de (al, morador no
    Itio Doce, procurando o abaivo aatignado para a
    rooiprar, e caso queira o dilo sciibor vender, polle-
    ra eiilendei-e com o Sr. .Manuel de ('louvein Soasa
    Jnior, morador nos Afogadoa, do ronlrnrio pidc
    mandar au nirsinu, cinteado cima mencionado, bus-
    car o dilo prclo, quesera entregue proniptuincnte ;
    lirio se rONpiinsaliili-an.lt o abaivo assiuuado por
    qualipier moleslis ou fima do iiiesmn. porque o
    abaivo BSSfgBAda be /claso de sua rapolaeso.
    Candido Jote Lo/tes tic Miranda,
    Alagarto a podarla da rua Real n. -J.~, prximo
    ao Mamniiulio, com uraudes comniuilos c Indo:
    seus pcrlcuriN, por precn milito eonunada: a Iralar
    na casa n. i. da mesina rua.
    Contina a oslar para se alagar a casa terrea
    n. III, rita na rua do Arado, mullo propria para ne-
    gocio por ler Ircs portas de frente, ser em boni lu-
    ^ar, e estar em armazn ; d-sc |mr proco milito
    eonunodo: a Iralar na Indicada praca da Boa-Visto
    n. (i.
    O advocado Antonio Ferrcira Marlins Rilieirn
    mudou sua residencia para o aterro da Boa-Vista n.
    i, pfimoiro andar.
    No dia 21 do rorrenle me/, na porl.1 d resi-
    dencia do Sr. Dr. jui/. de urplnlos desla cidade, pe-
    las i liora- da larde, a requerimenln de Antonia llo-
    lelbn Piulo de Mesquila eoiiio tillar iIik arpbaos li-
    lbo- do Jos Marta do Josa. .Muuiz.se ba de arrema-
    tar por renda animal as casas Kguinlea : una casa
    de rebradoda rus Augusta u. hii, oulradita na ines-
    ma rua n. SS, oulro dila na mesma rua u. tttl A,
    oulra dila na mesma rua 11. !K), una .. lerrui na
    ua du Alecriui u. I i. uutra dila na rua das Aguas
    Verdes a. SI.
    O abaivq ashiiniado, desprc-zandu solierana-
    meuto os insullos du misiravcl Manuel do He/ende
    llego Barros, nao se rebalsar ao seu nivel para res-
    .uder-lbe romo elle merece. As Irapaca. quo lia
    elle feilopara se o|M)derar dos bens dos pobres or-
    phfis seus enlisldos, quem procura reduzir o inj-
    era, sao as pmVasda inoraldado dessddescrneado,
    |ue ousa nsullar a quem nao pode adinillir rom
    ua asgaereaa iiessoa a menor rompara^Ao. Iin tu-
    tor quetcni incllido em si a forluna de seus pupilos,
    e que lia |iuco leinpu acalla de fazer um acia frau-
    dulento para soapossar da nico escrava quo o po-
    bre nrphu Italliina Ferrcira Diniz locou, na psrli
    Iba doseu lallcridu pal, Miinoel Ferrcira Diniz. nao
    be cousa do quem a u*enl se ueeupc, a ineniis que
    n.iu sel.i para so Ihc iuHigir a pena, que a lei (em
    coniuiinado a Irapaceiros de um lal'jacx. O juiz de
    orpban- entrara breve no conliecimenlo deseas ollas
    c.vallarlas; oenlao veremos so essemberave! con-
    Iiini.ii.i a ludibriar das lois com a insolencia que n
    carcter isa.
    Honorato Joseph de Oliceira Figueiredo.
    O Icstumcnteiro ou invenlarinnle do finado
    Antonio Pereira Pinlo de Faiias, queira dirieir-se
    aosrKimdn andar dn sobrado n. 1.1 da rua da Praia,
    alim de rceeber uma letra do dilo lloado aecila por
    Joiiquini Domiiiaiiesda Silva Jiiuior, daquanli.de
    I^Mi-icm rs. de principal fura os juros estipulados,
    e nesle acto pasar ao annunrianle a qiianlia que
    devia o referido Pereira Piulo, pela qual eslava eo-
    iiiii uaranlia a dita lelra cm mo dn aiiiiiinrianle.
    sendo que reunido o joro, a capilal da dila lelra
    evrede de IO:(MK>WIOOile rs., tpianlia cslarl beneficio
    dos bordeiros dn mesmo Pereira Pinlo do F'aria.
    Lu/ Marques da Silva Mello vA S Porlim.il,
    na barca Olimpia, a Iralar de su. sade, c deiva
    por sen- prorursdores nesla nr.ca rara Iralar de
    hoiis negorlas, em primeiro lunar aoMUCOiieirn
    !., IIikIii-iii-- da Silva Mello, i.....ISOgUllihl au Sr.
    Mauoel I.uiz Feneira o J"in Baptbla de Araujo.
    Na rua Nova n. 10, evade luna pela esclava
    para alagar.
    ),u\o assi{na(I0 avisa aos se-
    oboreS de engenho, binadores,
    fasendeiros, e ao publico em geral
    (pie, de combinaeao com algumas
    {% casas eimmierciaes inglesas, l'ran-
    cezas, allemas rsiiiss;is. lem aber-
    tci na rua do Collegio, n, um
    grande aima/.em, ricamente sorli-
    do de fazendaliiias e grossas para
    vender porgi-ossoe a retallm i por
    piceos mais baivosdorpiecm ipial-
    (iner oulra parle. Aulonio Lui/.
    (os Santos.
    rio andar do sobi ado da ruado
    a Iralar no primeiro amianto
    SSS?
    Aluaa-se oqu
    Trapiche Novo n.
    mesmo.
    . i:ii\Sllillllll IKIHIKOI'AIIIII. I
    S Rua do Trapiche Novo n. 9, no -s
    hotel Francisco.
    O Dr. Casonova cuolimia a dar consultas |9
    e remedios gratis .os |iobres, das 7 huras da W
    'y in.'inba al ao meio dia. As pessoas qoe mD
    9 n,1o fiirem pobres so pagaro de 3 a 'JtXfxS) A
    $f rs. |ielo Iralamcnlo. Os escrovossii pagaro
    le 5 a lOsdUO rs. S
    I.OTI'RIA l)E NOSSA SEMIOKA DO
    UOSARIO.
    O Ihesoureiro annuncia aos amantes dente Jogo,
    pie lem marrado o dia 9 de abril iniprelerivel lia-
    ra o andamento das rodas, ainda que lupino buh-
    les que se possa arriscar : o reslo dos bilbeles que
    evisleiu actiam-se a venda nos lugares do eoslinne.
    .SftlaittSisc^
    r.ONSri.TOItlOIII)M0E0PATIIIt:O(illA I
    $ TlITOPAHA OS POBRES. #
    ; Na casa amarclla pateo de Collegin, primei- @
    J8 ro andar, residencia do eencral Abrcu e I.i- -*
    $ ma. Esle ronsollorio be diricido pelo propria S
    f, general Abreiic'l.ima, e nelle dam-se cnsul- ~
    las oralis aos polires em todos as dias uleis
    f dcsile as dez da nianbaa al urna hora da lar-
    " de. O mesmo senlior nade ser i-onsullado j
    W |wr mitras pessoas a qualquer hora do dia ou 8
    la noile.

    RETRATOS
    Tirani-so relralosdo dagucrreolvpo desdo o prero
    de :?. os mais |ieqiieiios, ale a, os maiores que se
    podem tirar: no estabclceinienlo pliolograpliico, ua
    rua do Angfa n. 2, lerceiro andar, das oilo hora-
    da manlia s quulroda larde.
    M^wati^f*a^a!aiiSM
    WnMli^Tt1'RlWK*;:^*9RlPV.faK*,IUWIv>iPII^"W1|.A*.>US"lwl,Ji *;:')
    DACIEItREOTVIH).
    Avisa-sc ao rcs|ieilavcl publico que o esla- '$.
    belecimrnlo do alerro da Boa Vista u. lo. M
    e-I i passado para Santa Antonia, rua do W
    Oiieinioilo n. II, segundo audar, onde o re- Sr
    11,ii i-I.i poder ser procurado das II luirs da
    niauhin as.'l ihi larde; aqiii os protcndenles
    sahirgo Inteiraincnlc salisfeilos, noso|iclo
    variado o bollo sorlimenlo csisleole paro os
    retratos, como |iela scnielliauca da pessoa
    fielmente copiada, pelo elerlrotvpo, orelra-
    lisla pois esl promplo salisfazer completa
    mente aos que o pronirarcni.
    O abaivo assignado, agente nesla praca do Di.
    Iliaiulii'ili, fas asiento ao respeilavel publico, que
    poli barca americana ..Emilia Banings, entrada no
    corrente mei, lem rerebido novo proviineiilo do pi-
    llas vogcUics ; essas pitillas, cuju autor bosta para
    garantir sua evcelleucia, lornam-se muito recoin-
    niiiulaveis |ior ser um incdiraruento iiileiranieiite
    inolTensivii, podcnilo applicar-se al s crianca. re-
    cmn-uaseidas ; ltimamente le lem applicado a uma
    indaidad.de mulcstiasjnlgadas incoraveis, de cuja
    applicacao se lem lirado lo relizes rf-iollado, que
    parece rada vex mata resolvido o problema do un
    remedioiiiiivcmal: vonde-se na roa la Cadea Ve-
    Iba n. 61, bolra de Vironlc Jos deBriW.
    idou^a^'u^r^iinS^g
    3 dis t'nzcs ii. H, casa onde morou o Hvin. .^
    1.S geral B. Mei,,. onde pude ser f
    ...........,,.!..,, nn.iloiier hora i-elas pessoas quo Ci
    n sua ciinlianca. _
    Cruzes i
    Si. vituirio goi
    procurado, qualqu
    .pil/neiii I
    COMPRAS.
    Na l
    Marlins, p
    f. ni- v.-lli
    nos rm".- i'
    lidades iju
    las
    a da Sen/ala V
    ilor, compra -e I
    e luelaes, as-im col
    .i-rinica-, e iindainl
    si'ivirem para fazer p
    cabos v cilios, lona-, efe
    ipel
    lefronle da Sr.
    s qualidadcs d.i
    unilo* de pau-
    le luda- osqua-
    a--im como

    J
    _:rss


    Compram-se csrrnvat, c Yendim-r, rorelieni-
    so do < ninniissafl, lauto para a provincia como para
    fura ilill.i; na rui dos Qiiarlei n. 'il, segundoa-
    ilar.
    Compra-so cscra\ o, vcnde-w, c rccebe-je de-
    i'ommisso, lano para a provincia, como para (ora
    dclla: na/un Velha n. 5.
    (.iimpra-c urna morada de rata Ierren, quetou
    |neco u exceda do tHO a .jOIWXK) rs.: na na No-
    va n. 8, ou na ra do Kaoiel. rntilacAo do Sr.
    Viclorino Francisco dos Sanroa.
    Onnpra-seeniscKunda nilloum relogio de ou-
    ro palenlc nglet : na ra Nova u. 10.
    VENDAS
    i
    Vendc-sc un iimlatiiilio ile dado de 11 muios,
    rom mili bonita ligura o sem vicios o defeilos: na
    ra do Qucinao luja n. 43.
    \>ndiMe inulto superior cera do carnauba cm
    (inr^o c n relalho; na na da Cadeia do Recite, n.
    M, primeiro andar.
    Vcnde-sc Ira vooezianas, urna potoAo de cai-
    vilhos e mu Metro : na ra do (amiga, toja de qua-
    lio |Hirla^.
    Vende-se corles de oassa pintada, con oitojar-
    das, pelo diminuto preco de UKiOO, e o comprador
    comprando de de/ cortes para cima, o faru o abali-
    monlo do costume: no aterro dw Boa VMa, lojj
    n. IR.
    Vende-se 4i meios de sola da mala, chegada
    iillimamentc detioianna; na ra .Nova n. .>.
    Vende-se Ib'escravos, sendo dous ptimo-* nio-
    loques bons oanoeiros, 2 ditos, sendo mu sapateiro
    eoulro banqueiro, olio escravos mocos de IikIo o
    servioo, qualro earravas mocas que lavain ecozi-
    ii I mi i: na ra Dircta, n. II.
    Vende-se gado P*ra nialanca : no cnircnho
    l ni:i de Cima da fa/enda do ('alto.
    Vende-wchita cassa mnilo larga, cor fivaede
    ptimos desenlio* a OOrs. o covado, chitas domes-
    ticas porsercm escuras, bom panno c cores las a
    rfttiOU e ti a peca o o cuvado a KW, riscados de li-
    nhoa StO.e meias casimiras dealgodAo, ptima fa-
    /enda para fazer calcas ueste lempo, a 3O rs. o oo-
    vado: no aterro da Roa Vista u. 18.
    Vende-se um osera\o crioulo de bonita finura,
    idade'20 anuos, Ikuii ranoeiro e iK*cadoi,ticm vicios
    nem achaques, o que se pode ahanear: a /ralar em
    Sanio Amaro rom Francisco Rolelho do Andrade,
    junio a fundico.
    Vende-se um mnlalinho inuito lindo: na na
    da liuia u. <>, semmdo aiiiRir.
    TERCOS ENGRASADOS l'ARA O ME/.
    MARIANO.
    Anda lem alsuiis Ierro* encrasados em oame
    mullo lindm, proprios para a dewirao do prolimo
    iiic maria..... Vende-se iinicamenlc na loja de niiu-
    ilrzas em frenlc do Kivraiiieiilo |ielos prec;os do cos-
    ime, l?-1l a dn/iii r I lili caila um.
    MICANGAS, COMAS, LAPIS, CRIZES
    VERNICAS l'ARA ROSARIOS.
    \'ende-sc miransas, conlas, lapis, rruzesc veroni-
    i.is, linio proprio para rosarios conlas, islo dedif-
    Icrr-iilc qualiilailcs: na merma loja cima.
    I'ENTES l'ARA MARRAFAS.
    Vende-se lenles de lialeia para marraras, fazend
    inuilii lina e lorie por commodo preco, loja de iiiii-
    tleuuam fenle do l.ivramenlo.
    AOS SAPATEIROS E SEI.LEIROS.
    Superior couro de lustre, niuilo urande, iiial a
    marroquim, da bem acrcdilada casa de Avrial Ir-
    nulos, lio c linhas crossas Irancezas cm miadas,
    como as do Pnrlo, a 70 rs. cada urna, e o niais por
    mudo commodo preco: na loja de iiiiudezas, em
    lenle ilo 1.1 m.unen le.
    PARA MENINOS, MENINAS E
    SEXHORAS.
    Meiasde todas as ipialidadcs para mis e oulros,
    lenipiinli.i- de laa/inlia mnilo lindas, proprias para
    a cahecinlia dos rcceinuasi'idos, Irancinlias de lodas
    a cores, proprias para vivos e enfeiles de vestidos,
    a-i ccKI rs. a pci;a, anuidas fraiice/as em raivasc
    em papis de "ij surtidas, ditas curtas para abre-
    viar costuras, atacadores para csparlillios de scnlin-
    ra, rom suas auulliclas, c outras imillas fazendas,
    ipicsc iiiMi'podem incni inuar c '|iie se vendcni |>or
    muilo pouCO dinlieiro j na luja de miude/as, em
    Tienle lio l.ivramciilo.
    Vende-se urna inulta coni urna cria, ilc muilo
    boa Agora, labando bem coilnliar e engoramar, e
    mais arraujos de nina casa: na ra do Collagio, bo-
    lira II. II.
    Vendi'-sc una pela crioula, de imiiila lisura,
    roa) idade ile I .inni, muilo sadia, e sein vicios da
    ipialidade algunia, co/inlia liem, engmala snllri-
    vel, cose, ensalioa, e presta paia lodo sei vico de* nina
    casi: i|um a pretender, dirija-so a Iravessa da
    Trompa n. 9.
    Vende-se os mais superiores queijos mennos
    (pie lia no mercado, muilo frescaes, a 170(l: na ra
    Aiiuusla, lalierua de Viclorino Jixc Correa de Sa.
    t.HANDE SOKTIMEMO DE PALITOS PAIIA
    MEM MI.
    Acaba de se recelier de l'ranca um lindo e i'ran-
    de sorliineiilo de palitos, lano de lia de quadi-iis.
    assim como de bros, para nieninos, de muilo lindos
    moldea, que se venda por preco rommodo: na loja
    de madama Tlicard, na rua .Nova n. ij.
    Vende-se ou arrenda-sc o ciiuculin Telcura-
    |iho, itislanle desla praca duas temas e meia, nioeu
    le ccorreule, com boas mallase Ierras de plantaran
    boa casa de v venda, e aiiimaes de roda : os prelen-
    ilenles, dirijam-se ao lerceiro sobrado da rua do
    I-aladules.
    Vende-se urnas cadeiras com assenlo de pallii
    nlia, de Jacaranda, um joyo de baiiqiiinbas de an
    -no, c um palauquim da Babia, ludo por preco
    commodo: quein qui/er. ilirija-sc ao iilco da li-
    beira de S. Jos Vende-se para o Itin de Janeiro um bom nio-
    Icquc : na rua da Madre de lieos iHir cima da boa
    n. 7.
    PAHACKiAKHOS.
    Vende-se duas arrobas de pa|icl de diarios: na
    rua da Seaiali Vdba, laberna n. 13.
    Sabio luz o advouado dos orplulos mi iii-i
    ortica do processo rphaiiologlco, adaptado ao filro
    brasileiro, para o uso dos juizes, escrivaes cadvo-
    nado*: vende-te por :Ioj r. na llvraria n.6 ex
    da praca da Independencia.
    Vcnile-st: sobo em /)c\ifjas: na rua
    Direita n, 59.
    Vriulc-80 naanlijii lujada rua larga
    do Dotarlo. anUgameMe rua dos Qoarteii n. Mi,
    ciivas de rap lomeadas, liiiciiidolarlariisa, viudas
    doAracalv, de dilTerenles lamanbos, a-im como
    binu.das le divenoa pidres, es|.elbos |ieipienos de
    paredo com lampa, c meias de cores riscadas |ra
    bninein.assiin como sapaliubos de laa para meniaps,
    diversos, carrilcis de linlias fortes de 2110 jardas de
    ii. IB, a l,0 rs., IhiIhs de selioi pelos |mra casaca,
    i' nnila- de viilro lapidadas aues e brancas, assim
    como escovas linas para cabello d rouiia, c franjas de
    .ikiid.'m eslrcitas para loalbas ; ludo se vende luir
    proco cnillnodo.
    Veudc-sc pronos de lodas as qualidades, pro-
    iirion para esle mercado : no ormaiem de Eduardo
    II. Wvall, rua do Trapicho .Novo o. 18.
    Vende-se duas escravas mocas o de bonitas li-
    uiias comas habilidades decozer, eiiuommar e co-
    /iuliar; una deltas lem una cria muilo linda de
    don mena: na rdadeaLaraogeiraao. H, Menudo
    andar.
    \ oude-OB rc/is para criar ou matar : na eslra-
    d.ide llelni, a fallar (oin Paulino da Silva Min-
    ilelln.
    \'oude-se um oplimo escravo-de mcia idade,
    proprio para lodo servir/): na rua da Prala n. i :i.
    priinciro andar.
    CALCADOS a 700e3|00e RS.
    Nu a trro da lioa-Vista, dpfi-ontc da
    Ixmcca n. 14,
    b.i ebesado palo ultimo navio Trance?, um novo o
    completo sorlimenlo de calados de lodas as quali-
    dades lano para boiiicm romo para senbera, m.iii-
    nose meninas, assim como os be.....indicilos sapa-
    li.e-de liezerrode Nanles para homem e meninos,
    mullo proprios para a cslacao presente, sapaloes do
    Ararat}, a 00 rs., e de luslreda Babia,a fcHKIO rs.,
    um sorlimenlo de lamaunni c perAimariat, ludo
    por preco muilo rommodo, a Iroco de scdulas anda
    iiiesmo velhas.
    SA PATOS 1)0 A ItACATY, A 700 RS.
    No alerro da Boa-Visla, defronle da boneea n.
    1f. lia um lt,inde deposito dos bem conhecdos sa-
    pales do Aracaly, laido para homeni como para
    menino, a 700 rs', o |>ar.
    Vi'iidi'-se aro de millao, traques
    nu fugo da China zinco em l'ollias,
    nnxai aortda com oposde vidros, ee-
    inrnlo i'in barriras di' lOarrofajBt, liuois
    i'pai-naliibaa, cabos da llussia, lonas da
    linssia, vi'las sleai lias de (i em lunas,
    i'uliiiiil.i India, oleo de lindara em lalal
    ili: J aloes ; liidn na rua do Trapiche n
    "), rasa deC. .1 Asllev c\ C.
    Vcnd........diieiio mercantil de jnsc da Silva
    i lima, nielo....... ocio ilooa voluntes m Imm uso:
    na Iravcata do Paraiao o. ni:
    Veiulem-se talMas de pinlio larV
    gas da Suecia, costado, cosladinlio, a-
    soallio e forro narn l'undos de liarri-
    cas: cemento as barricas, e as tinai
    remos de faia, oleo etn botijas: utra
    do Tbealro Velbo.
    AGENCIA
    Da Fundico' Low-Moor. Rna do
    Senzala nova n. 42.
    N'este estal>elecimento continila a lia-
    ver um completo suitiniento de rnoen-
    das c meias moendnspara enpenbo, raii-
    cbinas de vapor, e tamal e coado, de todos os tainauhos, para
    dito.
    MOENDAS PATENTES l)E A. E E. 118)
    DE MOHNAV. Z,
    Em casa de Holhe i\ Bidoulac rua do "eV
    Trapiche n. i'2 acbam-si' coiislanlemeu- (f-,
    V le a venda MACHINAS INTEIHAS E T
    fy MEIAS MACHINAS de varios lamanlios


    'Sil '''',l" cousIrue^aO. Eslas MOENDAS lem t-
    a vanlaem de evlralur das rannas, |Kir *^
    $ cmadel.'i POB CENTO mais caldo duque (
    7jL as ordinarias, com a mesma forca molriz. jfc
    *9 Acbam-se lambera na mesma casa TAI- Wf
    i*i XAS DE PERRO de modello sn|iciiur, e (rf.
    JZ ARADOS TOIMIS DE IERRO da acre- ]
    tfi) dilada fabrica de IIANSOM E MAY. (j*
    Deposito da fabrica de Todos os Santos na Babia.
    \ cmlr-so. cimasa de N. 0. Bieber cv'C., na rua
    daCnir. n. i, aluodao trancado d'aqiiella fabrica,
    mili lo proprio para saceos de assurarc roupa de e*-
    cravos, por preco commodo.
    Agencia de Edwln H,
    Na rua de Apollo n. 0, arniazein de Mr. ralmont
    & Compaiihia,acba-se coiislanlenienle bous soili-
    iiicnlos de laixas de ferro coado e balido, lano ra-
    sa romo fundas, mocadas ineliras lodas de ferro pa-
    ra animaos, agoa, ele, ditas para armar em inadei-
    ra de todos os lamanlios e nindolnsicmais modernos,
    iii.'ieliiii.i borisonlal |iara vapor com forca de
    fcavallos, ecos, nanailfilrai de ferro eslauliadn
    para casa de puruar, por menos preco queiKde co-
    bre, cscoveils para navins, ferro ini^lez lano cm
    barras como cm arcse folbas, clodopor baralo
    nrefo,
    Vende-se marmelada nova em buretas de I o
    '2 libras, caivinbas com el libra* de peras, ditas
    com e 4 libras de ameivas. raivas com .....ssas li-
    nas de cslrelliiihii, ludo muilo superior : na ruada
    Cruz do Reciic n. 10. defronle doSr. Dr. Cosme,
    Vende-se viiilin da Madeira de superior qoa-
    lidadeeinqiiarlose nilavoade pipa, por preco com-
    modo: noarmazenide N. O. Bieber cV Compaiiliia
    na rua da Cruz n. Moinhos de vento
    rom bombas de rcpiiv para regar borlase baivas
    de capim. na fundica de I). \V. Bovvniou: na rua
    do Bromos.6,8e 10.
    A 6,000 ra. pequeo, e 5,500 r. fraudes.
    Vendem-se cliapeos ib; sol de seda nuleu de
    superior qiialidade, pelos procos cima : na rua
    doColleaio n. I.
    Vendem-se ielojios de onroe |)ia-
    la, patente injjle/, : na rua da Sen/.ala
    Nova n. M.
    Tai xas para engenhoa.
    Xa fundico' de Ierro de I). W,
    Bowmann na rua do Bruiii. passan-
    do o clial'ari/. continua liaver um
    limpelo tortimento de tai xas de Ierro
    'iludido e batido de a S palmos de
    bocea, ,is ipiaes aeliam-se ,i venda, por
    rcco c.....modo C cun promptidao':
    embarcam-e ou carregam-seem cano
    ni despe/.a ao comprador.
    rOTASSA Sl'PERIOR
    Vendem-se por proco muilo com-
    modo, DO anua/.cn n. 7 de caes da
    alfandega, de .lose Joaquioi Pereira de
    Mello, ou no escriptorio de Novaes i\
    Coiiinanbia na rua do Trapicho n. 54.
    Vcndein-seeni ca-a de Me. Calnnuil A Com-
    panbia, na praca doGorpo Santn. II, oacguinle:
    vinho ileMaiscilleeni canal de :| a II duzias, linhas
    em novellos ecarrelcis. bren em barricas muilo
    grandes, ac de milafteortido,ferro Ingles.
    Em casa de J. Keller A Conipan-
    bia, na rua da CrUZ II. 55, lia para
    vender dous e\celleiilis pianos Corles,
    de Ulna das melliores fabricas, o eliC1-
    eadot ltimamente da Europa.
    AOS SENIIORES DI. ENGENII0.
    O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
    do Stolle em Iteilin, eiupie;ailo lias co-
    lonial indezai c lioilandezat, com gran-
    de vantagsm para o melhoramento do
    Batucar, aelia-se a venda, em lalasile 1(1
    libras, junto com omclbodo de einpre-
    {;a-lo no idioma portllguez, cm casa de
    \. O. Un I ii i c\ Companbia, na rua da
    Cruz, n. \t
    Vende-se nina lypojjrapliia com
    um prcloe l\ pot, em pequea mi grande
    poican: na ruada l'raia, n. ").").
    Vende-te superior larinha de man-
    dioca de Sania Calbarina : a boiiln da
    barca l'iiine/.a, un a tratar com Manuel
    da Silva Santos, na rua ilo Ainoiiui n. 50.
    Vende-so cera de carnauba, primeira sorle, a
    61000IS. a arroba: na rua da Cadeia do Reciten.
    10, priinciro andar.
    Vcndo-aC semenles de,todasasnua-
    I ida i les i le I orla I ices, j m llamen le er\ lillas
    de duas inialidailes, leijao carrapalo. de
    tre (lualldades, e semenles de llores lis
    mais modernas-(le ha no mercado: na
    ruada Cruz, do Recife, arma/em u. 112,
    de Martius \ Irinao
    RLA DA CRIZN. 15.
    Vende-sc na rua 1 ;* Crol 'lo llodO. sUIMiem n,
    13, alcrn de oiilms uoihtus, os sc^tiinles: t:arno ile
    varea ruduada cm Itarris, roluo cm follia para forro,
    roiiKKdr1 aia ameriraiH*, oleo de linliara om liar-
    M-. (na verde em latas, a 100 re. a libra, dlla ver-
    nn'lliii, a l^i rs. a lilira, cabM dfl linho de loiltt M
    i!in>sur.is. por monos |iru<;o do i|iio fin oulra ipial-
    |iirr parlo.
    V'cndo-so supt'iior polassa lirasilt'ia, por proro
    mnilo commodo : a Iralar no arina/om n. 7 dicaos
    fia iill.unir.1,i, do Jos Joatpiiii IVioira no escriplorio de .\o\aos i\ (^nnpanhia, na rua di
    Trapicho u. :'i.
    No horco do lione.aUes priinciro arnia/cm, de
    Deanc Voullb aiiula cxislem uluuu queijo londri-
    im* mnilo frotaos, que para fecho de conlas se \cn-
    derUi por harnlo prefO, assim como lindas cadeiras
    de palhinhn americana, a imilacao da de Jacaranda
    de nioihor aolo.
    GRANDE FABRICA DE CHAPEOS DE BOX.,
    RUA DO COLLEGIO N. 4.
    J. Falque faz scienle ao respeilaM-lpublico de
    I'eruamlHico, o om |tarlirular aos seus frcuue/os,
    que ncaha neiro, da Clin n a de Falqife IrniafM, um lindo o
    coniplolo sorlimonto do chapeos de sol de seda e de
    paiininho, lano para homons como p.irn sen horas,
    leudo para os primeiros um escolhido sorliuieulodc
    i'li.ipro-ilc sul com cilios inloiricos o mais lindos,
    que Iciim indo em caricaturas ili\orsas, ditos de cin-
    na, ele.; erandoquaulidado de sodas e pauninho*
    em pcciaparacohriraruiao/>cssei\il;i>, MQJU6 forom
    de forro, cu\cruisani-se que llcam no\as; l>aleia<
    laruas e>lreilas o do ai;o para Chpai lilhos c \eslidos
    de senhoras, bengalM bonitas; cohro-so e concer-
    fa-wloda oqualquoripiiilicl.iili-ile rlia|M'*os do ftiil :
    lothrs osohjedos cima inencioiiiidos renden f cm
    poi cao e a relalho por monos preco que em oulra
    qualquer parle.
    KAl'i: PAULO C0RDE1RO.
    Yc'.ni<*-sr por (iiitii milito comaiodo,
    na lojn ii* "' un run de Anloiiio JLope 1'rn-iiMilc Mello \ C. ,
    adverte-ie que he clicgado pelo ultimo
    vapor.
    \ eiule--r a ni. I.ide de lima CaMi na ma *
    ralla n. ;(.'.: ,i liatai Ul inesOM ma. casan. _':i.
    DEPOZITO DE CAL E POTASSA
    Nn ti iiiii/.cn dii rua Kccili' n. 14, ha muilo snpcriur cal
    Lisboa oDV^eli^TT^Hiifin romovpota
    clisada iiltiiiinnicntc a |irc<;os murro
    razoiivcis.
    : Vciidfcrh-!m relogiog do ouro, pa-
    terrte nptez, os mclhores qtfe tom vindo
    a este mercado, .e do mais acreditado
    fabricante t\v Liverpool: cm cata d Itu*-
    sel MelloiTi & Compnliia, na rua da
    Cadeia do Kecifc. n. ^C.
    Vcndein-se sm-- com farello, a ,%>>)O0: nn
    annazeiii n. 1 do cao da alfnndc(U.
    NA LOJA N. t 'DA RUANDO CKKSPO,
    HA AS SEG1NTES FiVZEMLVS BA-
    RATAS.
    Veinlom-w corles de veslido de camhraia com ha-
    hado-.. attgOOO rs.; di los rom harra, n 580(K)rs.; |ie-
    ta de oamhraia do Mineos hrancw, n 380U0 o 1jj4M)0
    rs. ; corlen de cassa dula, a ?Wni ra. ; dilo com har-
    ra, a 2fO0 rs. ; dilosde caa franeexa, n .19200
    rs.; corles lie chita com harra muilo larga que lem
    t.t covados, a 40000 rs, ; pecas oVchila escuras o
    claras, a (iflOOO rs. a pea o G0 rs. o covado ; pecas
    de cassa doquadrosa 2s>.00ot. a pet;a e 280rs.a \a-
    ra : na rua do Crespo n. 6.
    HEI.OUIOS DE AM.IBEIRA,
    intlle/es de iialculc, vende-se a preco commodo:
    na rua da ideia do Kccife, u. \, arnia/.em de
    Barroca A Casiro.
    Vende-se loncos c (oalhas de lah>rinlln>; o
    hnlas polo proco de 29 rs., cheuadas aaora do Ara-
    cal \: na rua da Cadeia do Kccife, n. !>, primeiro
    andar.
    AO BARATO.
    Na roa do (Jiicimado, loja n. ID, lem para \en-
    der-sc macos do meias de cores para homcm, u I^OOO
    rs. o maco, lencos de camhraia com hiro, a JSii inda
    mu. esleirs da ludia, a 2>N00,e oulrns fazendas por
    preces mdicos.
    Vende-se nina prela, crioula, com allomas
    hahilidaes : na 111a da Cadeia do Itecifc n. 51, pri-
    meiro andar.
    IIOA ACOIISICAO.
    Vende-se mu aillo heia do ro, 110 fumlo da
    proptiodade do Sanl'Anna de denlro, adlanle da
    ponte dfl L'rhoa, defronle do sitio do Sr. Cahriel.
    com l,(i4NI plmos ao humo do rio, 11 Ima haia dfl
    rapim. que sondo coiiM-uienlomentc aproxeilad..
    pode Misleiilai mais de 20 cavallos ; lem iMiia ina-
    L'rsIiKi ca--a 0041170 palmos de freulo e 00 de fundo,
    com salas, .alunles, nlcovas e quarlos, c conlllia
    comaeslrada que lem de rocehera ponle projecla-
    da para unir a eslrada no\a com a da ponte de
    l'choa.poia pasugem doGoraelro; aproiimidadedo
    liando, a ferlilidade do Icrieuo, a saluhrithde do
    lugar. 1 elgaocia t coBWiodoa da nsa *flto dreoiM-
    lancias de tirande merilo para quein desojar reunir
    o iilil an aurada\ol: os 1 r e ten don I es podem enlen-
    der-se com o correlor Miuuel Carneirn ; o pura ver,
    com JoffO Venancio, na mosma prnpriedade, defron-
    le da \euila do Sr. Nicolao,
    SALSA DESANDS.
    Chcauno>a leinessa para a Indica de Barlholo-
    Mieii Francisco de Son/a, na rua larga do Rosario
    (li. Bale remedio nao prcii-a de elogios para
    ser conhecido. |ms que sen consumo he a pro\a mais
    evidente de ana atondado.
    \ ende-se inissaes D0VOS para missa, ohra mui-
    lo bem encaileruadi : quein pretender, dirija-so ao
    Recife ao armasen) lio Sr. Batios, na rua da Ca-
    i'INAS PARA FORRAR SAFAS,
    Vende ae esleirs di india brancas e de quadros
    encarnados, proprim para lorrar quarlos, salas,
    camaroli"- o marque/as, ionio na tpiahdade como na
    largura, a 800 rs. a jarda : na rua da Cadeia do Kc-
    cife 11. 8.
    Vende-se por proco commodo chapeos do pollo
    de Lisboa, dilos do palha 1I0 Chile grandes o pe-
    queos, ROM c mossu, linha fie rori/, e oulras miu-
    tle/asque SO acham paleles nos compradores! no
    oscriplorio do Novaes i\- Companbia, na rua do Tra-
    picho o. ;.
    Voudo-se no arma/em de N. i), liieher iV C,
    rua da Cruz, n. i, carne de poico -.iL.i.I.i e de \ac-
    ca, em liareis, e desupeiioi qualidado, por proco ra-
    loavela
    Vende-se8 esoenfosi sendo 1 negras, 2quiian-
    deiras c I ouuomniadeira e co/inhoira, 1 neuros
    proprios para engento nn sillo. 2 lindos mualos,
    sendo I bom bolle.ro e de muilo boa conduela, c he
    sapateiro: na rua Velha 11. .Vi.
    Vendem-se Vinlio de champagne
    legitimo, e de superior utialidade : em
    casa de Keller 61 C, na da Cruz n. 55.
    OeMO.
    Vendo-so essoein barricas, chocado ullimnmne-
    le:emcasa J. Kollcr \ Conqianhia, na na da
    Cruz Da 55-
    A 500 IIS. A VARA.
    Ilrini trancada branca depuro linho, mullo an-
    rorpado: na luja da esquina da roa do trespu, que
    Milla paraa (inicia.
    Vendem-se raquetas ce lustre, para
    iiiImi la Mova 11. 42.
    Vi'iiiIi'iii-si' iilio de liiili.-irii i'iii bo-
    tijas de i tiH'io 11 "> galo'es ruda nina :
    no irina/.cni de Manuel da Silva pan-
    tos, na rua do Amoriin, di. 56 c 58.
    PO .'irma/.cni raiiilc, dclionli: da
    escadinlia, se vende sacias de familia de
    mandioca, lina, n ^,500asneen.
    Na piula da Alfandega, armazem
    n.20, vende-se oleo delnhar^a,empor-
    co'cs n vontode dos compradoi'es; acmlc
    C sacias
    e e.= 2 a =
    3 sllfr
    S'i 3-*fre 3 2
    rlf! "It
    -:|&. .sis
    liS'S.1. S5.
    4PI--P
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    0
    0
    X
    v
    ^-
    mu t
    milao', i IiiiihIhi de iiiiuueuo
    Com farello a ,iHH) rs.
    Vondem-so lonas, hrin/a. hrins e meias Io-
    ta da Uiis-da : no arina/em do .N. O. Bieher (\-
    Compaidiia. na rua da Cmi n. 1.
    Vendem-seqiieljos londrinoB. dilos do praio
    nmilo frcM-aes, latas com holarhinha, soda ingJOU
    om |iorc,lo e a relalho : na na da Cru/. n. 4(1, dc-
    fronledo Sr. Dr.Cosmo.
    Vendem-se osverdadeirossclUnsInpJoies, pa-
    (ente, de nula o semella: na rua daSen/a la no-
    va n. \2.
    DOCK l)K BAC0BY.
    Cheeou reconleiuenle do Maranh.io nina pequea
    porcao des le delicado dore, o mellior (pie ha, lano
    pela sna evoilcidc ipialid.uie. como por consenar-
    h por muilo lempo em perleilo estado: vende-se-
    cin eaaa de KoOlO i\ IrmSo, na na da Cadeia Velha.
    -7 Vende-seos lisenos do I'om, com eslampas
    linas. 7 totumos; dilos de Pars com eslampa, 10 vo-
    lme; dilos de Londres, Svolumos; dius do l.i-
    moetro, volumesj historia dos Gerundlnos, por
    l.amarline.em portuguex rom e-lampas, miIuiiiin;
    lienovean, pelo mesin 2 rol.; Kaphael, i volu-
    ines: Msloria da revolufao de IH.h. com eslampas,
    vol limes; o Jnden Erran le, 5 Milumescoin eslam-
    pas; a Tono Velha por K. Sue, volamos; iw I i-
    llios do Amor pelo inesmo, J \ohimes eoni eslampa ;
    o conde dfl Monle Chrislo, com eslampa; araiuln
    Hargarida; lorneoo o capillo dos pimas; a i iih.i
    do regente; Viole ai.....sdepols, ooCavalheroda
    casa vermolha, por Alevandre iMimas; obras do
    Garren. A< llercuiano, Ca-iillm o nimias maisobras
    a procos coimnodos: na rua do Gollegio, toja de 00-
    1 I -. I 1 I. I 1 a a ||. H.
    VINHO DE COLARES.
    Km liaiiis ilcsctc em pipil, vcinle-se na
    lilaila Cadeia iln Itccilc, P. W, priinciro
    ailar.
    Mis SKM10P.ES ACADBMIC08.
    Vndele nina liro arailcinira siilire a |>ena de
    minir |Hirl>riiiiunan Iradiuilii por Lopes Ijania,
    mu Miluinc por .'iini ra*| da Sacravlaao iiimleriia, pnr
    l.amcuiiais. I volunie por 330. roilisn pemil braat-
    Irini, |uu Meiidcs ila Cunlia. I vol.....e por ."000
    lia suprcniaria dpapa, I VOlOnSB |ior I^MKl; orile-
    ii.iri'ii-; l.i- Teiielra: Oiellm da Rocha; ltn>is;
    Barga Carneiro; C 'relies; Ii. Piulo 1 Silva Ua-
    Ima; Bergler; l'ercira e Sonsa ; Lour*|ro Asseii-
    los ila supplirarAo; l.idio; Sctiundaa linlias; pro-
    ressu exerulivo; Vaogoervc; l'ialira Juiljrial a
    iiinilas ni.ii- ninas .i prnji roinniiulo: na rua Un
    Ijilli-uio, luja de eiii-adiTiiarao, u. ..
    MUSEO PITORESCO.
    Vi'iidi>-se ii Haaso l i i.....-<-... Jornal pobllead.......
    l.i-liu.i, ini frmalo grande, contando -21 amaras
    rom O estampan lllliograpliadas mu papal Vatio,
    rcpmenlando oii lacios ma celebran da liislorii
    porluguexa eosroiiie liaroasmabaadgnolailoi, ven-
    daje por preco mallo commodo: ns ruado Collegio,
    luja de encadern&cfl.....H.
    V'ondo-M! nina poTriio dechda india, mas
    iiiliiiln. proprio t para liiiliireirn: a Iralar na Ira-
    m'-,i I Paraiu .
    AO BARATO, IBEGLKZKS.
    Na roa do Cres|Mi a. 0, vendse inperior caaaa
    franre/a a M0, S60, -Mi, e :till rs. o covado; cliila
    rraneess a ai, ni. liiieisil rs. n covado ; peras
    de i liila- linas cores livas. a ."ks'iIKI rs. a pera, e
    ItiOrSfO cnvailn ; risrailos francesas nuil ti palmos
    de largura, a M) e SHOrs, covado ; e oulras mol-
    las faadas por menos prern Un que cm oulra ipial-
    mxjGiaooBaoaM
    BOTICA
    HOMEOPATHICA
    an ROA n.\S CRUZES 28.
    Dirigida por um plitirnwrriiliro iipprniiiiln
    Esle eslalii'lerjinenlo piissue todos os me-
    dlcameBlosald aajura esperinientadosi lano
    na Europa coma no Brasil, e preparmlns pa-
    la* maclunssda ioreocafl do lir. Mine.
    Carldrasae I3laboaall,porprccosva-
    riaveis. eonlbrme a qnalidadc das rafias,
    qoaalidsde di remedios c suas dvnaml-
    sanies.
    25:000 RS.
    IMA CARTEFRA com oa94 principaes g
    \ remedios hoino|ialliicoso:iohrasilifferonles. >
    iiulispensaTeis para os prindpianlea ipie so 3n/oreni comencer daverdade danoxame- S
    ir i na ; conlendo alm do mnilos citnsolhoo y,
    clnicos, a palhouonesia de ,8 niedicamon-
    lOS.
    lultosaviilsosf cada um ).....1|000 ,
    Tinliirasilc todnsosmedicamcnlos im Tras-
    eos do ,'a ooea............i-HHrll
    Na mesma Indica enconlrar-sc-ha sempro
    um urande sorlimenlo do llvros em porlo-
    uuezo IrancoZO einlim ludo(|iian(o he ne- '
    cessirio para o eludo o urlica da homcopa-
    ll.i.i.
    a. B. REFOB1UH-SE GfiATUfTA-
    iMI.NTK lodas as carleiras vendidas noes-
    lahclecimonlo, cujos remedios, |k*I.i humilla-
    do ou porqoalquer oulra causa. ii\ercmsi-
    do delorioradiw.
    Vende-so varias ohras de prala, sen l'eilio,
    coi no sejam: caslicae-, um eapOVludor com sua sid-
    VB| uina collicr urande para lirar sopa, mua du/ia
    decolhcros para a dita, unta e meia dil para cha ;
    assim como seisapolices do (hcalro de Apollo, islo
    por sen dono se retirar para lYira da provincia !
    quem preteiiiler, dirija->e a na du Cahui^a.loja u. (i.
    vende-se oleo de ricino, esnlalas, por menos
    doipic cm oulra (piahpier parle : na rua da C-
    dela do Hoeife Da "?(, loja de ferrnuens.
    Vende-se raivas domis superior e arredilado
    cha relo que lem viudo a este mercado: no boceo
    do uoofialreta armaem de Deane Voulle.
    RAPE PAULO CORDEIHO.
    Na ruadaCadeiado Itecifc loja n.50, dedinha c\
    Amorim, vende-se holese meiosdilos de rap Paulo
    Cordel ro
    Ol QUE PECHINCHA!
    Corles de hrim trancado hranco com *{ vara de
    puro linho a l3K0: na rua do Crespo n. l, loja de
    la zondas.
    i'iit:sss:i ainorlrnnn.
    Noanliundeposiloda Cadeia Velha u. I*J, cvisle
    una pequea porca de DOblBSa aiuericana. chouada
    rcceulomenloipjeporsuporiorrivalisacoiiiaila llus-
    sia : vende-oa por preco rfaoavel.
    1,280e l,U0 RUA DO CRESPN. 0.
    Superiores cobertores de aiumiao, eaeuros mullo
    eneorpadirs e erandos, proprios para escravos, pelo di-
    minuto precede I02H0 e lj?H0 rs.
    Vil.LA DE POUTO ALVO.
    VenJo-se una lelra e una ohriuacao, acceil.is por
    LourenCO Alvos l'lado da quanlia il :i:,V,KVYf
    rs., murailor na \ill.i de Porto Calvo proprielario;
    faz-si' lodo o negocio para saldar Conlas, aoiule ha
    dividas nao lem herdeiros: na rua da Cadeia do Kc-
    DEPOSIT0 DE CALE POTASSA.
    Na rua ila cadeia do Kecifen. ">0, vendem landia
    Ov Amorim harrs com H arrobas de cal em pedia,
    receiilemeulechcgada de Lisboa, e polassa de boa
    qualidado.
    Vendem-se lonas, muilo em conla : no arma-
    zem de Pos Brothers: na ruada Cdela do Bkeeife.
    n. 63.
    m sitiis ti- yy
    -i 3 ~ o m 9 .r _
    g-S ir= "
    sg ';" S.a 2 s = =
    2.2 ="*J _- -3
    = 5 :
    otISm
    9??! =
    c-g |.g'
    e-fl
    is-ss
    ~ K BL
    HIHii
    IHI fll!
    Ilfll
    33 1!
    sK'
    o-1.3-5
    ** W -
    H
    B tari
    2 =1
    ? I | 2
    *,f,'8
    5 -9 _
    * 3 2 ?
    -, i s = 5'C-5
    IH^ill
    |h|li|
    B o S -i =- ='
    illlsfa
    o ai -- i"
    If 1*11~
    I o. f i a
    llltifh
    'i. i
    ti ti ? '-
    1 At \IV-
    efl ^ ?, ar as"?
    -JJU
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    i. i
    1." 2
    = 2 n
    si
    =41 Rfllfl lii
    m
    191 i.-?
    'tiSii1
    liflUj
    -> g = 2 o =
    T =
    R s
    SS-3
    i I If
    o a -
    ssi
    |8|!
    rs 89.
    r ij s
    ul-
    aifs
    Vi'inli'-si.' lio de il{joilio da Ba
    Iiiii, por preco cooimodo noes-
    criptorio de Novaes iV Comparthia,
    w na ruado Trapiche n. 7>\.
    (at.VXA l'AK.V AKKKIOS
    produzindo un lustre superior, c con-
    siTViiiulo o couro niaravilliosanieiilc, nao
    se gastando quasi lempo aljjiun na appli-
    cacBo, rende-se na rua ilo Trapich Noto
    ii. 10.
    sai-a ros di: BORRACHA.
    Ka rus da Cnn, rounronlo a Lingoela n. :u, ven-
    de-se saperiores spalas de borracha, proprios para
    o lempo de chura* o por preco cimnuodo.
    Vende-aadiversas obras de prala sem feiiiuo
    .le milito bonigOSlo: na roa d.il'.ni/, n. 17, defion-
    ledo diafarh! no primeira andar.
    M una boa cama de casal, e rlllaS boas
    por commodo preon: na rua do
    Vean!
    vesteiiauas. imi
    l'asseio IMihlict
    . l A.
    DAVID vYIIAMM HOWMAN, enejenheito na-
    ehinisla o riindidur de ferro, mu respeilosamcnle
    aniiuncia SOS senhores prt>priolarios do eimonhos,
    niieodeiros, e aorespellarVel publico, oaeoseo esia-
    beiecimenlo de ferro movido per nateUna: de vapor,
    na rua do Brnm paseando o chafan/, contina em
    efleclfvo eaureklo, eseaclucomplefament montado
    eoin apparelbos da primeira qualiilado para a per-
    leil.i enitCercaoila- maiores jiecas do machinismn.
    Hahililado para emprehonder ipiaospior obras da
    sanarle, David William Bowman, desoja naisiiar-
    Ucttlarmenle chamar s aUencaopobUca para asse-
    ffulnles, por ler dolan grande sorlimenlo ja1 promp-
    lo, cin deposito ii.i inosma fundica. as quaes COOS-
    Irnidnsemsna fabrica podem com|Hlir com asfahri-
    cadasj'in pai esiraimeiro, lano em proco como em
    qualidado de malerias primas e ma de obra, a
    sabor ;
    Machinas de \apor da melhor constmeaft.
    Moendas de raima para 01 me id ios de todos os la-
    manbos. movidas a vapor por agu, na animaos.
    Iludas de anua, moiiihosdc vento eserras.
    Manejos indopcndenles paraeavallos.
    Rodas dentadas.
    A'-'tiilhes, hron/es o chumaeeiras.
    Ca .nflese parafosos de iodos os (amanhos.
    Taivas. paroo-j, crivo^e bocas de fornalha.
    Uolnhos de mandioca, movidos a man ou poraoi-
    maos, e prensas para a dila.
    Chapas do foaaoe forims defarinha.
    Canos de ferro, loroeiras de ferro e de bron/.o.
    Bombas [tara cacimba o derepuxo, movIdM I
    ma, por animis mi \enlo.
    (itiindaslcs, miincbose macaros.
    Prensas hulrauliras e de parafioa.
    FerraRenspara navios, cano.....bras publicas.
    Columnas, varandas, arados e porles.
    Prensas tW copiar carias e sellar.
    (lamas, carros de ma o arados de ferro, ele., ele.
    Alni dasaperiorldade das suas obras, ja' ueral-
    menlereoonhoeida, David William lhinan pranle
    a mais evada confonnidade cornos moldes e dese-
    nhosn-melliihis polos senbores qnose diunarom de
    fazer-lhe eucommeudas, aprovoilando a occasia pa-
    ra agradecer aos sena nujnerosos amigos e Iregneses
    a preferencia rom que lem sitio por ellos honrado,
    e aeuiira-lhes que nao poupara esforcosediliuen-
    efas par.i continuar a merecer a sua coiiliaiica.
    Vende-se nm piolo bom Irahalhador em sitio,
    oplimo (calador de vacras, o qtial nao bebe uem fo-
    uc : n Iralar no Recife, botica do Sr. Luiz l'edro
    das Noves.
    UTIESQAff.
    Ka roa do Crespo, loja da esquina que volla para
    a Cadeia, vendo-ee panno lino preto, a 39300,39300,
    ."iSHMt c ii>4>IK) rs. oCOVedO, dilo \erdc muilo bom,
    a l-oim e m.'i rs., aiul. a ^siki. :HNK) e nhmi
    rs., e muilo superior, a >'<><>. lencos de seda blan-
    cos dos mais linos que lem apparerido, a l km rs.
    cada um ; ha (amhem um lindo sorlimenlo de rase-
    miras de coros o proia-, selim prelo, sarja bespanbo-
    la, o oulras militas fa/eudas, |Hir proco commodo.
    COBERTORES DE TAPETE
    K-ciinvs para o-ci..\os, a HKI, I.^NJO c IsMOrs,
    na loja ila esquina da na doCnspe que volla para
    a Cadeia.
    ATTBKCAO' AO lAKATEIIK).
    \einle-se .ippncilios para cha a/ues, rdlOSOcdr
    de rosa.dilos para janlai a/ucs ciomis, pralmazucs
    .imiI-.. de ini.-.i para filela o dore, bai'ias aiUOSCOQ
    Jarro e sem elle, bules o chicaras .nulso, (oucinho
    le Lisboa, vlnho do l'orloeuuarrafado, o cm caada
    ; garrala, dilo do Lisboa o Flgoelra, vinho de Bor-
    JeatlX, < lia brasileiro, a libra em r,ii\as de H libras,
    i [92B0, em bina separada, a MHK), nlVaMO, Niiiiiyroein uarrafa, a KU), e Mi rs. de Lis-
    boa, o oulras muilas hincas c molliados de mullo
    bom Boaln o OjUiUdade, modernos e mais commodos
    no proco do (pie em onlra qualquer parle: no ar-
    mi.i/i ni di- lonja o mol hados, defronle da malrizda
    Itoa-Visla Da SH, esquina do Hospicio.
    Vende-se um arando eslabelocmenlo de ran-
    cho em Maneota, com os commodos secundes: I
    casa. I enda, 1 cocheira que acrommoda IK caval-
    los, e:l quarlos que se aluuam, e mais terrenos para
    lev.miar 8 casas. No lado npposlo nina grande easa
    caiaila e env iJracada, com :l salas c 7 camarinlias, o
    com Brande coilnha, bern nova c construida
    con. madeira de durnolu, eao p oulra casa peque-
    a ei aiada: os prelomlenles dirijam-so a rua da
    ti/ u. 31, ou no mesmo lucar, a fallar com o pro-
    prielaiiOa
    Vende-se um ueuro de houila finura, fl bahil
    (Kira qualquer ser, ico de campo : na rua dasQ n/i -
    n. SO.
    Vendc-scuma escrava pea, de idade de -20 a
    22 anuos, a qual co/inha o diario de urna casa, e en-
    Bomma liso, sem vicio nem achaque; vende-sc |wr
    precisAO : a Iralar na rua Nova n. 19, loja.
    Vende-so fariuha mi|ieror da Ierra, medida
    velha copulada, o cm sacras, dila deS. Malheus da
    molhoi que lem \iudo.i e.le morcado, emsaccasde
    alqueiro o a relalho, dila da lavada, Indo por proco
    mnilo rniinnnlu : na rua do Kaniel, armazem n.ti.
    PROPRIOS PARA OTEMPO PRKSKMK
    Na rua do Crespn. III, acham-se \onda opli-
    iiio.rbapeo-. di-sol desi'd.i C0........ lotpie de nnlfo,
    por U0U0 i--.., v diliismellioriK, por4t0tM>n,
    ULTIMA MODA.
    N.i i ii.i do Crespo li. t, vende-se cortos do cam-
    hraia de salpicn com barra a SK00, e dilos de cam-
    Imiiaorgandy, muilo lindos |Kidres a >||e3ft50O, A
    ellas Iregoezci nnles1 que se acaben., porque he su-
    perior pochiiirha.
    i
    i

    t
    i 1
    fl 5
    si
    i
    e-i
    e*a
    pipf|a
    - VVVi\\>^v^V>^ i
    TAMANCOS KHANCEZES, TL'O DE
    MADEIRA.
    Acalla de cliegar ao mercado ileslu
    praca, nina |M)icao destes tamanciw de
    nova invencao, tAo leves e commodot que
    parecem ser i'eitoij do Cduro o mais uno
    i11 Ii'I u Mili 1.1 ii i. li-mralrai -:< com sapatomn
    nem elles ; e poitjue preoo se vende este,
    tamancos, jxir 1,000 rs. cada par; nio
    '|M>de ser mais barato : a pessoas ijiic
    i|in/.i'ri'm, vito a rua Nova n. 17, ijiie
    adiaran de ipialipier tamanlio.
    Vende-se milito superior farinha
    de Sania Calliarina : a bordo do biigiic
    Sagitario.
    Vende-se milito superior farinli.i
    emsaccas, mais barata do que en outra
    qualquer parte: na ruada Praa, arma-
    zem ile carne n. 10.
    Venilc-w superior farplln ,1c Lisboa, mi sac-
    ra ji .nnli'-: na Iravessa da Madre de Don-, .uini-
    /i'in ii. JI.
    AOS FABRICANTES DE VELAS.
    Vende-se cilra de carnauba, c ralo, do l.m Gran-
    de millo superior, e por commodo preoo: o ar-
    ma/em de I). R. Andrade & C, rua da Cruz, con-
    fronte o cbafarizn. 19.
    ~ESCRAVOS FGIDOS.
    No dia 16 do crrenle me/ itiuiram de miuliJ
    casa cm Olinda, (aspar, crioulo, iditdc 2-2 auno-, il
    faiale, e Ca ud i no, cabra, idade 3t anuos, sapatoin>,
    amlios bem fallanles, e bem condecidos no Recife e
    Olinda, e inesmo poequasi bulos osSr.s Dr.srorin.idw
    em Olinda, levaudoo Claudino calcas e palilo, e nm
    hilhelemoupara procurarolaspar, que I'uo tlema-
    iiIm.i e elle uoile. Quem noticia Hver de qualipier
    dos dilos escravos |mmIc pegar e leva-I ao ibaivo .is-
    siunado ; e rogo a lodas as autoridades se ili-incm de
    mandar |cgar dilos escravos e cnvia-los coai toda a
    seguranenno l>r. Francisco Jonquim das l.ha^as, di-
    los escravos silo muilo conhecdos lambememlsua-
    i.i--'i. i ..H.iiiii. i e Sanio Aniso, onde hapouco oU^c
    na casa do Dr. Sr. Cirne.
    Fuiio na inauhaa do dia II do rorrciileiim
    moleque de nome Joo, de>idadodo IK anno% (kxico
    mais ou menos, com ossiennes scyuinlos; cor lien.
    prela, olhos avermelhados, cara redonda, nariz da-
    lo, bocea pequea, c com um dente da frenlc de ci-
    ma quebrado pelo meio, lendo um pequeo Vcil
    em una pema: levou camisa dcmada|iolaoJsoja,
    e calsa de castor azul lambem soja. Qnorn o sppre-
    hender leve-o a rua da Cadeia do Recife n. 'M, ou
    na Roa Vista a rua Velha casa de eomniissao de
    escravos do Sr. MililAo Borays 1,'choa, que ser ac-
    nerosamenle recompensado,
    Dcsappareceu da rua l)ireila n. H, um esrra-
    V0 |Hir nomo Joio Velho, alio, lem una hchoYcn
    um olho, he muilo humilde; esle eseinvo perlence
    a I). Francisca da Cunha Bandcira ile Mello: quem
    o jwKar, pode lova-lo ao enaenho Agnas-rlaras ao
    C3 de Sanio Antao, ou nesla pny;a a Jos Pinto di
    astas que soni recompensado.
    "Do cugenho Moreno dcsappareceu o cscra\<
    de nome Elias, no da 13 do crrenle, n qual leu
    ( anuos do idade, e ossiunaes seauiules: alio.
    COrpo reuular, roslo redondo, denles atirise por-
    feilos, buco de barba um pouco grosso, olhos \'\\"<,
    cabellos nao muilo pegados, pos apatbelados, o lem
    marcas de Ircs corles nadftnga, feilos com fa< a
    o asiao que foi preso ; awwarras do hacalh:.....i--
    nadeuas, o de chicle nceoslas: oslo escravo lem
    o olllcio de oleim deformar lelbas o UjoLV; levou
    calca de riscado azul com I i si ras panlas, eami-a do
    i lu.i azul com dores encarnadas, camisa o comillas
    de .iL'iiil.in da Ierra suja : quem o apprcheudcr, Ir.i-
    ca-o ao emicnho cima dilo, quo sen proprielario
    Ihe eulregar OUUOrs. de uraliflcaoao.
    Desappareccu no dia i2 docorrenleun/ e sn-
    no. a prela crioula, do nome/eferina, querc|>re--'n-
    la le *Ji ,i J"i anuos de idade, com os signaos *o-
    guinles: altura e corpo regular, crtr fula, com falla
    de nio mi dous denles na frenlc, e no fecho dos pel-
    los alguns pannos, procurando esIendcrem- pelo
    |>escoco, e algumas cicalrizes uas cosas de chicle:
    julga-se Icr-se cncaminhado [tara as parles de Sanio
    Anio, onde morava, no ongenho Amparo lia pouco
    lem I "i. o ler viudo de mudo no dia 22 do mez provi-v.
    mo pauado para osla cidade: porlanlo roga-se m
    auloridades policiacs e capilflos de campo a appn-
    hen*;ao da dilaescravn, que se graliOcam genersst-
    menleaquema levar na rua do Vigario n.5, |*>-
    meiro andar.
    Desappareceram do engenho Poep, ftegOtfH
    de S. I.ourenvo, no dia 1-i de inar^o ultimo, dotis
    escravos de nome Januario c Anlonto, sendo aquel-
    le, mualo, de cslalura regular, chcio do eor|H>. na-
    riz chalo, pernas grossas, |rs largos o gnissos, bar-
    bado, carreiro, c (endo 40 anuos le idade; ec*ie
    de cslalura regular, choio do carpo, pernas lina*,
    beicos grossos, nariz chalo, roslo rehuido, nios
    uraudcs, negro, crioulo, muilo ladino e de dado de
    90.......><: quem os prender, leve-os ao meiicioiado
    engcoho, ou no Recife rus da Aurora n.... scunnuo
    andar, quesera recompensado.
    Fugio no dia M\ tic marco do crtenle din.
    da rua das Aguas Veriles n. W, nina ntcravacriou-
    la de nome Ceo/adnl ceen oesfouaeaseguales: *'
    i......K misa doalgoddo/iiiho comodehrum do tal lio do du-
    la, com falla de dous deules afenle ectuno-c*-
    beflo cor defogo: quoiujApouar leve a diucas* /
    que ser.i icconi|ieosado.v|
    di
    Id.
    k"1
    el
    [ei
    le
    ni
    di
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    I).
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    Ptm.:Typ. de M. T. de Faria. -1W


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