Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03148


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Full Text
AlfNO XXIX
m
SEXTA FEIHA 15
ig y 'y jk^. Jj PLABHa PE 1853 N 84
DHBT0~DITUPERlAMBrar
rnxrjo ba bjcrip^ao .
Subscrevc-so i 15*000 por uno, e 4*000 por
qu.irlol pago o lj00 por quarli I pago
vencido, naca de en proprietario, M. Figuira
itf'n >la Independencia, ns. ti c 8, e no
Km de J. rasa doSr. Joan Pereira. Marlius.
Kahia o o F. Duprad.
Macei i Jnaquini Bernardo Mendonca.
I'arahiba o o Jos Rodrigues da Cosa.
Natal a a a Joaquim Ignacio Pereira.
Aracaly Aiilouio de Lomos Braga.
liuilherme Augusto de Miranda
Maraubao n u a Joaipiiiu .Marques Rodrigues.
.....i Justino Jos Hamos.
CAMBIOS DI 12 X ABRIL.
Sobre Londres a 28 X
Parte, 340
Lisboa, 95 por rento.
(I uro. lluras lies|ia idn ilas. .
.Muas de 69400 veluas.
de (i100 novas .
a dcIjjOOO
Praia. Palacoe brasilciros. .
Pesos cohininarios .
- meiicanos .
Arene, Descont de Ledras .
aosooo
uv-tm
ttiJKlOO
U9000
19940
10910
tN00
io z
9a 12
NOTICIA! UTBAVOI1AU.
Portugal . H de Mar. Austria. . II de .Mar
Hespanba 7 de o Suissa . 3 de
1 l.un a . 8 de i. Sin lia. . 1 de
Bolgira . 3 de Inglaterra 8 da
Italia. . 1 de o E. Unidos 23 de Fcv.
Aleniauha tilo 1 Mxico . 15 de i>
l'ni-su. . 4 do California 10 de
Dinamarca 1 de i> Cbili . 15 de Jan.
Russia.. . 1 ile || Buenos-A. . 4 de Mar-
Turqua . 25 de Fcv. Montevideo 6 de
Para'. . 2 de
Mal aiilian 2 de
Ceara'.. . i; ilr
l'.ir.i 111 lia , 12 do
Alagas . 2 do
noticias do Dcrzaio.
Abril. S. l'.ilo Sol 17 de Mar
Minas. 15 do o
S. Paulo H de u
II ilf Janeiro 26 de
Babia. ... 8 de Abr.
PARTIDAS DOS COBJIEIOS.
Olinda, todos osdias.
Vieloria, nasquintas feiras.
Caruar, Bonito e (laraubuus, nos das I c 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Eni e Orirury, a 13c 28.
Goiaona e Parabiba, segundase sextas.
.Natal, quintas[eiras.
DAS da semana.
11 Segunda. S. Lclo P.
dimitir ita Igreja.
12 Terca. Ss. Vctor c
nuil.
13 Quarla. S. Hermene-
gildo.
14 Pnula Ss. Diminua
Y. e Tiburrio.
15 Sexta. Ss. Eutbiquio
e III> indiada.
10 Sabbado. S. Engraca
17 Domingo. S. Aniceto.
ADDEKMCIAS.
Ttiliunal do commei eh'
segundase quintas.
Relatan'
tercas e atibados.
'nzenda
Ierras esextasas lOJioras.
Juizo de Orpktih*
segundase 5. aslO horas.
Primeira tara da cieel
tercas e 6. ao mcio-dia.
Segunda rara do cieel.
quartasesab.au nieo-d.
Marco
Abril
KFHMXBXDBS.
31 Quarto niingoante as 7 llora, 22 mi-
nulqs e 37 cgiiudw da (arde.
S La nova as 9 lima, 37 ni......... c 37
segundos da manliaa.
16 i.iii.u I" creronte as 2 horas, 25 mi-
nutos c 39 segundos da tarde.
23 La rbeia aos 41 minutse 31 se-
gundos da tarde.
ra
ion-
Primeira as 10horas e 6 minutos da inanliaa.
Segunda as 10 horas o 30 minutos da larde.
-9-
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUGO.
PamhllMi 12 de .hril ele 1853.
Nada ha romo o esperar. L:m nocla francez disao,
o se me nao engao fui Vollaire, quejha doos culos
l-cmfarojoa da especie humana, un odoee*omno,
mitro a etptranca; c eu apnio sem rcslrlrccs esse
neueamoilo me se casa porfeitameulc com ornen
systema de vida. O que seria de un pobre ho-
mem, que pn^a mu da aperreado c iucommodado
dedcsnosltn o .lllicoea, de vtame e necesidades,
-ni.lo Tora mu doco e profundo somno, corrobora-
dor das fibras, aculmador do espirilo, equilibrador
do humores.'
Quautas vezes. uin benfico, embora i II uso r sonhar,
di ao misera\eT* momentneos, mas saborosos ozos
IcRolherhild, do lrlln sultn, do mas |>errei(o sj-
barita? Quanlas vezes Morpbeu iios fi/e-'pii'crr
nina maicoa, milita urna saudade, allivia una pena,
cicatriza urna chaga?
Qiiem fazcsqucccr aos frailes 04 gozos mundanos
que ulles lloraran pelo egosta rc|>mi40? O dore
somno, osse balsamo ronsolador, ex-wi nicdieiua uni-
versal dos sonVimenlos inoraos. Nao pensein meus
leilores quo eu sou altfun desses dormidore* de
olltos ni'lniilo-, aliium ente entregue ao torpor, n ...
c noin niiiiha idaile o |>ermilte, com pena o digo;
na-* saboreo, como apreciador, duas horas de bmn
sumo com mellior gusto, di. que una conversi in-
sipida de curtos caretas, polticos de botequinse bi-
l taras, lilleratos decarregacao, patriotas de encoiii-
ineuda, em cujas unhas, por nial de peccados, Icnbo
1 almo algumas ven, e que me lorluram como o im-
illa f re innocente pombinlia.
Sm senbor, a nica gero dormir, e dormir em du-
ra barra, doque ouvir a lacn indviduo<>, verdadei-
ios flagcllosde minlias ouras, mil vezes peiorc* do
que o Irombono de mou viziubo, do qual ja Ibe dei
lyidiecinieuto.
A esperanza, o segundo cute benfico, sendo a
base de nossas ambiedes be a mola de 11 o.isas accOes,
a espora que nos activa aos Irabalbos, o conCnrlo que
nn. reanima, a companbeira insepnravel de nossa
vida, rompaubeira, que nos nao deia, qur sob
dourados toctos, qur sob urna mesipiiuba cabana,
quer na uiocidadc, qur na vcllce, qur na nuda,
qur na iufermiJadf. Triste do bomeni cm cujo
olliiir nao lampeja mu raiode 'iporancal
Cottl quanlo seja auoloifisla da esperanca, mo
|K>sso occoltar,. que triste da liuiflanidade, se todas
as espaolas se realisasaam ; o em verdade ninsueni
(caria por sulTrcr, uinguem para pariente, \.....|ue
lodos queriam ser agBttUs.
Como Dos tomn o cuidado de dirmir o inundo,
nriibiiin perigo ba em animar a esperanca, em fazer-
Ihe urna apologa, em dai-lbc un lugar apar lo
dldoa.
Itei-lbc esta grande montada, para dizer-llie que
costo de beijar as plaas 10 scu hroe lio-
je, indo recbelo a bnro to Impera! ri:, que, so-
barbo i'i'l;i preciosa carga que (razia, clifgou dous
das .mies de ser esperado, dando assjm una agrada-
vcl sorpresa a mis e (rabalbos a outros, que nao o
esperando, u.idalinbam anda preparado.
licni v que Ibe fallo da chegada doJIlualre esla-
dista Souza raneo, que leudo falbado do llahian-
na, ebegou rcpenliuameiitc no Impera/1 i:, encen-
trando oj amigos de teroula*, pelo que pouco llie
apnseiilaram, alm das boas bombas dos fugeles, e
dos vivas ao mirador do imprri, com que o vielo-
rfaramll Eslouconvencido deque S.xc. vai fa-
zendo lisongeiro jiiizo do euIhi:sasmo parahlbano,
eda fori*a de nossos pulmes; bem como convencido
de que o numero dos tolos be matar do que S. E\c.
Imita a bondadede Mippor.
loe um arompauluiuienlo sofl'hvcl do caes para
n faptiro, mas se S. Exc. livesse a discrcla cunosi-
ladede pergiiutar a cada un dos commllanles sua
pronaafo, loria reconhecidooulra verdade, e lie que
nao be indisponen el para viver lar raeio honesto
ile \ida.
Ku que son muilo curioso, quiz ver o hroe, e
jiilguei que elle Tosse uolavel eni sua licura, pois
confesso-lhc iiiinba flaqueza, lenho a inania de Den-
sar queos hoiucns iiotaveis devem ler mu n.lo sel o
ipie em sua figuro, cm scu rosto, forado conunum.
veruo gcral; maso Sr. coronel nao be capaz de |x>r
A salubridadoua rapilal lem melborado; oulro
lano nao digo do (mipiua, e Alagoa Nova, onde
anda grassam as febres. Os Ihaggs \"io em paz, e
l)eos os conscrove.
Saudee pataco Ibe desojo, o que me mande suas
ordena*
l'lItMlllllll.

S'ffo punaoCObaO um muro do ....... conhccimcuto
queacbuu n.io so onde, que a nalureza marca osbo
mens, que devem dominar com um vergamenlo pa-
ra a parte jiosterior, assim a maneira de velho.qut
ipier passar imr moco, os que de\em ser dcmiuadot
rom urna incliuar.lopara o venlrc, como diz Sallus-
to; mas seiupre quo meo fallar n'um bomein cele-
bre formo a capricho sen reliad-, dando-lbe unid
Miiiiularidadena figura o feices, que o dislingam
d'essaalluviao de bpedes simpensante*, que nos
abalroam a cada calilo.
Vi o E\in. Souza Franco, c fui mister, que m'o
nioslrassem o dedo, oconfesso que sua figura, um
pomo ibaiku do mediocre, 1110 fez penler ccnlo por
cenlodo rouccilo em que liuba sua capacidade in-
Icllectual. '
He una de minbas lolices, mas (ico com ella, por-
que nata prejudira a S. Exc, a quem lilas sempre
respeilo, como honiem superior a mim.
i E\ni. senbora nao desemhaicou, c nolei que
ncuhum dos Liberaes lovou sua seDhoru bordona
1 a 1 isijar aquella l-m. que me dizem ser perleita
'a\\tM que por isso ella nSo ileaembarcassc, 1
olirou muilo bem, |niis mo merece menos alleneoes
do que seu esposo.
la-eioquc o copod'agun foi pessimo, por quanlo
niohavla lempo, e mu dinbeiro p,ira mais; e eu
estou coberlodc vergonha, c teniendo o (tensar do
Exm. Minias a nosso respeilo; mas S. E*c. far.i a
honra e juslica com os que o obsequiaran!.
0 vapor seguiono mesmodia, levando a seu bordo
OSdepuladoscnmmemlador brederco de Almeida c
Albuquerquc, l)r. IJudolpho Jos Correa das Noves,
B o Evm. Sr. Cunda, osquaesforain acompanhados
|ror 8. E\c. o pessoas mais gradas do parlido domi-
nanle, que innstra\am pozar pela relirada, embora
temporaria de seus amigos.
Os mares sejain propicios aouilluHlrcs viajantes, e
que possam conseguir pata osla infeliz provincia os
inclburamenloi, deque ella ucccssla, c que seu pa-
triotismo promcllc.
S. E\r. leve a delicadeza de pur a disposicAo do
I,\m. Salvador, nas2i horas, o vapor a (im de que
elle sem incouvenieuln podesse cozar os nMequios,
'I-ir Um era nn 1 (rerec i dos, e maudoii fazer seus o f-
liiet imenlos pelo ajudanlc d'ordcns ; oas os libe-
laos (egostasque sao!) nionopolis,iram S. Eic, de
"irlo que oajudanlc d'ordens levo asecea resposla,
que Ibe foi dada por um. que oicrcia interinamente
de repoiteir, que S. E*c. eslava muilo iucommo-
ilado, o qiie (Icava inleiradn palavra oulcial com
Hieiro de miuilerjal). Assim houve de vollar o
pulir do ajudanted'ordens sem gozar um momen-
lo da presenta de S. Exc. e sem obter alguma das
V'":a*, com ipic as mayestadet coslumam gratificar
(h ciniados das potencias alijadas.
Kucrei antes que o reposleiro nflo noliciou a S.
Eic. a presenea do ajudaulc d'ordens, pois nflo poe-
"MimnbiT, que ello Iralasse lao sem melindre um
flinal digno, e honrado, ernbora ainda n.lo livesse
Guardado alguinadas paslas, quo oprocurava por
V'il" 'lo K\ 111. presidente, vislo a c fonsclliBro, rujos incommodos Ibe nao vedaram o
ir rom seus Exms, \*h do varadouro a cidade.
Estou ninveiieido queodigno ajudante d'ordens,
afores reformado Atljaide, o n3o ser mandado, nao
iii'oiiuuodaria para procurar o Salvador ; o pir
Wo imniereoida fui a m raenprJO que r.-M-rteu nao
"""'< inim, e uem o mesmo ajudanle d'ordens.
s. Etc. o Sr. presideo/, saaondo me Informara,
1.....desfuur parauSul 110 Uavvrv, porque seus
'"aisios lli.MiJo lem ponnillido seguir anu
0_ Utjix nolii iadorde ms ideas, espalda que lem
"M i.-.n... ,il.,LUii,s pea mudanca do Sr. coronel
francisco Antonio para lerceiro vice-presidenle:
'menle n.io fui bem aceita polo parlido ordeiro,
:<> lem causado im desgostoa quo elle apregoa
ASSEMBLA PROVINCIAL.
Sastao' ordinaria em 8 de abril de 1853.
I're*idenria do Sr. Pedro Caialranlt,
(Courluso.)
O Sr. Carneiro da Cunha : Sr. presidente
insisto anda, seno no lodo, ao menos em parlo na:
razos por mim proferidas uesla casa respeilo U e-
mcuda que se acha sobre a mcsa,c que foi ollerecida
pelo nobre depulado o Sr. Pac* llarrelo. Nao so
scofim a que seu aulor se propoc se conseguir ; en-
xcrgo cmbiiracos, e nilo (htcoIio os hieios de sabir
delles, alenla a manoira porque be concebida a 0-
inenda.
Para mclborsc compre hender as minbas du\idas,
eu a lelo* Miz a emenda : fkandQ o gowrtw, antit-
riMidn a mandar eiinajar na lirttpaum engenhei-
ro e ponte e cateada*, para ser cmprei/ndu na
trorhiria uniendo dispender para c.c fim ate ffinii/ffir/eHiINNI^IOtlrs.
Estes HtlKHWltt! rs. serao dados por nina s vez M
ciigenheiro l Serlo por lodo o lempo que elle bou-
ver de servir na provincia ?
Creio quo nn, porque um euuonbeiro, como ims
preclsimoseni Pernainbueo, e romo se requer que
seja mesmo na Europa, aonde com fcilidade
so ellos rormam, eh grande numero, u.lose poib-r.i
eugajar pela quanlia de n:ihh-i.m: porque lalcn-
los diisa oidem.eapaeidades consumadas em Ibeoria
e pralica do que uesse ramo se faina Europa, c que
de per si s, sem soecorro de outrem poaum bem de-
empenhar qnauto se Ibe incumlw, nao se sujcila-
rao 1 vil ao Brasil pur lal quanlia.
Sao deslcs que nos prccis.imos, ainda melbores,
sem diivida.se for possivel, doque os que la alo em-
pregados ; porque l ha academias, evisleui habili>-
simos meslres,c coni|iaidiero a quem cousullem,co-
mo ellos o fa/em (tos os dias : ha gratules liviana,
mandes Irahalhot feilos, ondese pode ver linio, eli-
nalmeulo muila facilidadc lias cmnmuuieacoo-. com
que podem olles Iransporlarem-se de us lugares
para uniros, e desfazereni-sc as tmidas que pon mi
ler.
Os eiiL'enheiros france/es.por evemplo,podem, em
menos 1I0 incio dia, ir observar na I nula Ierra qnal-
quer obra j feila, ou que se ealeja l'a/einlo : podem
em '2i horas oslar de volla, leudo observado oque
desejavam, para podereiu rorriuir, o al augmentar
is deque OSlfioencarregadoa. Engenheiros que pos-
sam dispensar lodos osles auxiliares nao viro c. por
KMMMfcOM rs.
Porlaulo, conrorme eu dizia honlcm, eutenduque
se deve dar mais alguma musa do que os K:(NKl>01HI
rs. de ordenado, e que deve alm disto licar 0 gOVOT-
00 autorisado adispender para o seu transporte pan
aqu oque necessaiio for.
Senlirei que oslas inhibas ideas deiveui de ser a-
ceilas, tic iienlium mododeve pozar 110 animo da ca-
sa o recelo <,ue lemalgousseulMM-es.de que se quau-
tia manar for volada, jamis ae farA o eugajiueulo
-en.io pe. mximo dola, nenbuin eugeuhoiro se eu-
ctmlraai pormoilOI.
Tal nao rereio eu, pois nao pens que a pessoa
que furenearregada oieale conlralo, esquecer ai di-
ligencias que deva fazer. e as-ini memo he encarar
o Objeclo {telo lado mais des\aulajoso que sera
combatido com mas faclidade. So um habilissimo
ongeubeiro scapie*eutar que estoja promplo a vir,
porm pormalor quaulla da marcada .enlaouao vi-
r um assim, e (1 engajador se ver foreado a ctmlra-
tar um, Dio em lelacesainolboresliabililacoe-.ina-.
quaotla volada!
Senbores, a noasi lcrri| onde ludo est,onde lano
se precisa de talentos grandes e eniineiiles,nau deve-
nios nos mostrar lueiquinhos emosmeio de M ad
querir. lio d'uin hniuem grande, o nao de simple:
engenholro para dirigir qualquer obra, de um ho-
incm que rerouliecendo nossas nccessi hondo lotla a vanlagem que te pode tirar de um paiz
rico de meios naluraos como este, prnpouha,aprecie
calcule essos mclboraincutos malcraos lAo indis
pens^ivcis.eque ninuuom liega hqjedeve ser o nosso
jirimeiro cudadn.
Lcmbremo-nos do Sr. Waulhiei dos sorvlcus
prestados pur elle as obras publica-. ; eos que o co-
nbeciaui parliculrmenle se rcconlar.lo que mo ti-
uha elle lmenle conhecimentoide ongeubeiro, sua
eooversaojlo moslrava eslndoi variados, com elle
sempre se aprenda alguma cousa, R0 mono aconte-
ca aaiim comigo
E o Sr. Waiilbiermoco habilissimo que liuha si-
do sempre premiadoja noseslutlos preparalorios, ja
noa da escola polylbeennteaquedalil sabio coma pii-
meira e mais alta qnaliOcacJEo.qne he de engeiiheiro
ile poulcs e calcadas,e tic paiagem uolarei que uem
lodusqiic *5n approvados uaquella csmla,podem ob-
ter u titulo do eogeoheiroi desuniese calcadas,por-
que be neeeaurlo que alm de bous e aprovellavel
esludos, moslrcm ellos ccrlo tlenlo natural, corlo
eiigenb. O Sr. Waulhicr, Sr. prosidente, alumno
premiado daquclla BSCOla, aonde I1.1 diilirufdades
(inmensas para se entrar visla de-eslmlos for/es,
que para isso se eviuo una idade cmque ordinaria-
mente se os mo lem jinda alcancatlo.e pelo ipio a Frau-
da os aproveila.e vae busca-Ios onde os encoulra, a-
jiidanilo com socenrros pecuniarios aquellos que
silo |Hdires, 0 Sr. Wauthicr ainda nao era 0 enge-
iiheiro lal qual precisamos, como lenho cuvido d-
zer.romn pois seremos 1,1o pOUpadoi marcando soiu-
ni. 1 tflo diminua para havcrinos um boin enge-
ubeiio.
Em visla de ludo peco lireucaao nohe aulor da
emenda, paraUl*a deivar substituir por milra, quo
parete malexplcita e que por marcar malor
quantitaUvo lera mas efequiveh
OSr. Presidente !Eu dovo declarar que a e-
meuda do nobre depulado nlo lie adus-ivel, \isla
do roquurimenlo ; ptirque ella fi\a um ordenado, o
ipic nao pode sercoinprehenditlo na evcepcHo do re-
ipicrimonlo, que dll respeilo anlorisaenen dadasM
IH-esideiilc, para reformar regulaineulos. Diz o re-
piernienlo l,
Aulorisar o govenio para reformar rcglainentos,
mo he lixar ordenados. Aassembla pode aulori-
sar o uoveruo a re formar o regulamento das ulnas
publicas; mas, urna emenda cm quo M livemn or-
denado, nao pedo ser enmpceheddida nesia evcepc.io.
Digo que toda a emenda que venlia.livaudo uin or-
denado, nao podo sor aduultda. I'ode-se oulorisar
o govrrno para dispender lal e lal quanlia, aderando
o regulameutn, para o fim de poder dar um ordena-
do mais avanlnjado ao ougenbeiro que mandar euga-
jar: islo he athnissivel ; jiorem sin somonte ; por
que eu enlcudoque, para fazer ougajamenlos ti go-
vcrnncsli aulorisaJo por nina le de iK,H, que nun-
ca foi revouada. Bala limilada, mas he pcloordcna-
do. O coverno nao pode mandar engatar eaaa eu-
gonbeiro, porque Ihe ufeo pode dar maior ordenado,
do que aquello quo dii aos cngenlioiros da provin-
cia ; e para isso he quo precisado nova autorisa-
cao : para essa facuhlado do pagar, rixar porcm
ordenado na lei do orcamenlo, nu pode ser.
O Sr. Manuel C cipiarei diiendo que o nobre depulado, que impu-j-
nou o artigo, nilo fumlameulou sufilcicutomente a
sua iiiipiuii.ic.i". Don" for.un 09 ruudainoiitos cm
que ello so basoou, para suslenlar a cmcutla que a-
presonlou : primeirocom para cao com oulras re-
parlice,quo nao juluava te. Ora, eesc respeilo, eu direi que a reparltr.lj
das obras publicas, com quanlo eu nunca, 1.1 fo-se,
nao he umareparlicaY muilo \a-la : os eiigenbeiros
a maior parlo do lempo tr.ibalban lora da ii|i.nli
r.io. reo que islo be M-nlade : a leparlico he
muilo |iequeua. Logo, o ex|>edien1e e acerado urna
tasa pequen.), de poneos empregados, nao precisa do
quanlUalivo, de que carece urna casa grande....
t'm Sr. Deputatlo:Casa neuuna, por que f
OSr. Manuel Cnntlranti : l'orque lem pouco*
nipieL'idos, porque os cnuenheiros eslao, ou de\om
Por consequeneia nao vejo fundamento nacompara-
c,aoqne se fez : he argumento que uo serve. De
mais, Senhorcs, se osla quanlia fosso diminuta, o d-i
reelor tas obras publicas, nu seu rolalorio,.diria ao
presiden lo isso ; mas elle nao for meiic,,lo de lal
cousa. Creio que no rolalor.io ello nao disse islo...,
O .Sr. Mello liego :O uobre depulado leu o ro-
laloriolodo?...
08r Manuel Caraleanti:Se o director,pede
O Sr. Florencio :Reclama.,...
O Sr. Manoet Caraleanti: Se ba rcrlamacao,
cu Ibe darei o peso que juluar conveniente...
O Sr. Mello /lego : Eulao be escusado ler...
<) Sr. Manoel CatalranliSo: he preciso que
elle fumbunenlc a sua reclamac.....
OSt, Mello llego: lie m vunlade que lera
de m|.ir...
O Sr. Manoel Caraleanti : Ma vonlatle de
\olar? Se be m.i vonlatle tic volar por augmeulo do
despezas, eu sempre tenho; islo nao oceulto a uin-
guem. Por augmeulo do despou com o possoal,
sempre estou de m vonladc para volar.
Um Sr. Depulado: Islo nilo he |tessoal. 1.a-
ps papel e linla mo he pessoal...
(i Sr. Manoel Caral'anti : l'ropriamentc fal-
lando nao he, mas cusa a tlislingiiir-se; e lano que
al vem na verba, que (rala to pessoal. I'tde pool
ser que o Sr. tlireclor aprsenle ia/oes lai-s, quo me
coiivencau. Tilicamente o seu dito nao basta. Se
mo fundamentar, nao vol...
t'm Sr. De.patado: S poda fundamentar jun-
tando a roula da des|>eza...
O Sr. Manoel Caraleanti: Fundamente cou-
veiiicnleinenle, quo eu votaroi.
OSr, Me'lo llego : Qual he a repartirlo que
fundamenla islo"?...
O Sr. Manoel Caraleanti: Qual he a que fun-
tlamenla '! Ora, a islo nao sei eu responder. Nao
me lembro, mas se alguetn pede, deve rundainen:
lar ; c cu creio que a Ihcsouroria, quaudo faz osles
pi'ditlo-, ruud.i(iieu(a-os...
O Sr. Mello llego : Fiiudaineula-osrom a pa-
lavra...
O Sr. Manoel Caraleanti : Aunra, quanlo ao
artigo o emenda, direi que eu estou inclinado a vo-
tar pela emenda. O nobre depulado que a impug-
noii, collocoii a quistan 0111 um terreno lal, queso
eimcnbeiros |>odoriain entrar nella. Collocou a
quealao de lal modo, que s engenheiros |mdiani
fallar nella ; porque era preciso conheccr da capa-
cidade tos actuaos, e das obras que nos nccessila-
mos do fazer. Disse-se que as obras que temos a
faiCf nn) soiiienle ponlc> de pao, estradas e oulras
coilas somelhanles. Se he islo somonte, direi que
os nossos engenheiros nao leoni ideas doque he ser
cugenlieim.
t m Sr. Depulado :Elle diste que n.lo liuba-
inos ile fazer nrnbum Tunnel...
O Sr. Manoel Cacarean ti : E s ha que fazer
obras Icssa especio? Senbores, se as obras que mis
temos a laicr alo estriadas, alnos e pontea lo pauN
enl.io os enueuheiros que Ionios slo BUleleulea ;
mas, so ha mais do que islo, como ou siipponbo,
eulendo que para entrar nesla queslao sera preciso
pudor (rala-la como cnuenhcjros de um ur.o elva-
lo, para di/.er K lana obras, que ha a fazor, tlesle
ou daqiielle lirado podem sor ouprehemliitas po-
los eilgeuuelnM acluaes, com a ca|Mcidado que ellos
lem...
f> Sr. Florencio :-- E u Sr. por onde andn, j
V0 una poni mais bem feila do que a tia Boa-Vis-
ta ?
(i Sr. Manoel Caraleanti : Ora, senhorcs,
mo ba nada mais bou feilo to que a ponte ta lloa-
Visla I.'ma ponte de madeira Por corlo nao me
record doler vislo ponto de madeira mais bem fei-
la, porque lie COUaa que nao se usa. au me recor-
d de ler vislo una ponto de madeira como aquel-
la. As nicas que vi foi ai n as do Pornambuco, e
por cello, dosla especio, sao as inolhorcs. Mas, mo
so concehern que possam havor ponles de madeiras
melltore doque as noeanl
OSr, Florencio; Molluuos do que a ponte da
Boa*Vbla nunca vi...
O Sr. Manoel Caealranli : Onde quera ler
visto? KaCapunga, noManguinho
Senhorcs, osla qucslaorollm-ou-se 011 um Ierro-
no laj, quo nao se podo rospondor .1 ella sem ser en-
Bjenhelro, e grande engenhofro. qtic londo preaonle
as obras que nos temos a fazer, o presento ludo o
lie
i um arlo pouco prudente, e sera escusa do go-1 estar occu|do nos seus Iraballios fura dareparlicji
luffs tpie for neceaaario a este respeilo, possa jiil
-.fl*.|.i r,1 mi 1.1,1.le iln- i'ii_i'iilicit..- actuaos, ele,etc.
O julgarque lima cousa he mal feila he fcil ; mui-
lo mas (piando se vOque osengonheiros fazoiu sois
nroamenlos do maneira lal, que he preciso refrma-
los duas e tres \ e/es. Memo o orcamenlo de una
pon le de madeira n.lo saben) calcular Islo be mi-
sera vel, e pefor do que isto ii.Mi couheco nada, so-
nrio o curpo de polica...
(' .SV. Mello liego : Aqu ainda nao se tlcii
isso...
O Sr. Manoel Caealranli: Nao so den isso ?
.So o nobre denulhuo quer que eu ibe prove osle
fado, eu Ibe direi que isto so den na ponle dos Al-
fogados ltimamente. Eu 11A0 vi os doeumoiilos,
porque s o rhefo da roparlcju, ou o prosidente os
pode ler a sua disposicAo ; nas he corlo que istose
den, porque me coiumuuioou um engeiiheiro, que
um seu niega llnho feilo um orcamenlo no oslado
que disso, islo be, son saber 0 numero de esletos
que a ponto lev a levar ; o nao admiro i>lo quando
uoa temoi engenhelroi que nunca pude eonceber o
que era um palmo cubico.
Cm Sr. Deputndo; E csso est arlualmcnlc
m pregado 1
tt Sr. Manoel Caraleonli : Eu fallo tos oigc-
nlu iros que lenMM litio...
t Sr. Florencio : Eu sei que o Sr. Il'aulhier
IrabalbOQ IreJ anuos com um, para fazer-1 be coni-
homler o que era um palmo cubico, c nunca o
pode conseguir...
OSr, Manuel Cacalcunti : Por ronsoquenein,
nesla questao cu mo entro. Eu nSopusso avaliaros
eilgenbefroi actuaos pelas obras que ellos lem feilo,
|K)s que sio os arrematantes que oslao na evec.ui
da obra, quo lescobrom a mclbor tlroccao quecu-
ella deve seguir ; e lio preciso que eu diga, quo os
nossos engenheiros Ice ni duas qualidades ms : n.io
he so n,io saherem da sua proJuafio ; he mo quero-
rom Irabalhar. I>bi lio tlesuracja ceral de nossa Ier-
ra. Omissjlo no cumplimento dos deveres he cousa
geni tic que nao alo exceptuados os engenheiros.
Fazoiu os orcainenltvs muilo couunodaineule, muito
sem Irabalbo, sem evamiuarem: o os arremal.inle-
quando vlo fazer as obras, silo os que vAo deseo-
brindo, e descohrimlt pur mais coimnodidadc, di-
zem o fzoni o Irabalbo por csso modo, mas pelo pro-
co quo foi calculado, quaudo o Irabalbo era maior.
Disto ha muitos evcmplos, c eu sei'de uus pou-
Cm Sr. Depulado : O nobre depulado sal>e
muila colisa.
O Sr. Manoel Caraleanti:Eu sou o lioniem
quemis dz as confisque sabe....
Um sr. Depulado:E que mesmo diz o que 11A0
sabe....
D Sr. Manoel Caraleanti :E outros sahcui, o
nao li/Ti 11. Potle, com ludo, islo nflo ser ovado :
digo mesmo que nao vi, que iiAoovamineidocumen-
los; mas que cssas cousa* me sflo ditas por pessoas
de limito credilo, pelos proprio* arrematantes, chic
conversando comiso fainiliarmeiile me tlAooslasin-
formaroes. NAo enlrarei pois nesla queslo.
I'assamlo emenda, islo he, ao quantilalivo mar-
cado, digo que ello he bstanle, o que mesmo so nao
devora marrar maior ; |H>rquo, so so marcar, os n-
teiv^iilti. nao quererAo aceilar menor quaittilalivo
do qno csso que Tur estipulado ; mesmo pnrquo aos
BACWragedaa do contrato dc-lhcs pouco : daouquil-
lo queso podo, sem grande diligenra. De mais nos
sabemos uno o Sr. Waulbier, quo foi ensajado |Mir
\2 mil rrancos he verdade que liuha poma pralica,
mas era uin lnum-m e-peeial. veo por ela quanlia ;
e dando mais S:tHK)3 rs., que sao ->i mil liamos, te-
mos doblado a quanlia ; e avista da abundancia de
ensenneiiTM que ba un Eurupa,c quaudo to ube
quo lia h mieus uuitoa eapedaos, que dosejam ler
nrcan.it) de viajar, ior corlo que achrenlo.
quem queira vir por lal quanlia. o quo en lenho
ililliculilade, be o recejo que riles Icein da fe-
imarelU, oda incerteza do lempo. Expcriraen
ni.n-; o lano noreceio que deixe dechegara quan-
lia quo so vola, quanlo sei que, quando se Iralou to
ongajameiito lo Sr. Wauthicr, houve alguma sofre-
guidAo da parte de quem fez o contrato, porque
l">.|i-i |hh aquello inesinu proco (cr engajado urna
pessoa mais pralica: porque 01 estou informado lo
que o .lele, 11.10 ttei do que reparli^ao, uin profes-
sor de urna categora elevada, um dnsdirectorcs des-
sas escolas, ou otabclecimenlos de Franca, a'ponta-
ra umaoutra [tessoa, que julgava mais apla, prali-
cmenle, o'o que o Sr. Wuuthier. Estas sao as n-
fonnacAcs quo eu lenho. Nesse conlralo houve al-
gUTaa precipitacoeuiaccilar-se o Sr. Wauther, rom
quaiitoello muilo nos wrvisso.
O Sr. Francisco J0H0 :Sr. presidente, escusa-
do mu ser dizer que he inhiba opiniao, quo mis de-
venios 1.....iiih,11 na senda ta civilisaco, que se acha
aberta laule de w'n, que, porcmisesuinte, mo de-
venios |hit barreira 1 importacAo to lalento. Pelo
conlrario, devenios remover lodos os obstando* que
so ufipozerem a essa imporlacao do talentos, 011 lo-
dos aquellos ramos, em que com vanlagem ponV>-
sem ser admillidos a nossa oouimuuhAo, qualquer
queseja o lado |iorqucsc olhe. Mas eu ped a pa-
lavra, porque, leudo fui lo oslas considera>>es, que-
ro suhiueller considerai;Au da casa um requerimeu-
lo, o vem a ser oadiamenlo dessoarligo que osla cm
iliscusvio, al que seja disculido o Ululo :l. da lei do
orcamenlo. Este adiameulo, por mhn propoalo* leui
em visla explicar alguiu dos incoiivenieiiles comba-
raCOS, que a discusxio Ion servido do revelar : a n
cessidade quo ha em aulorisar o presidente da pr.
vincia; em alleriar o rogulameulo la reparlie;
das obras publicas. Julgo quo isso he Oeceaaari
lano para lo* lugai o einiaujaueulo, e para auloi
sai a qiiaulidaile do dinbeiro quo devenios dcspci
tler com as obras publicas, como pela qualidade
d'uqucllas que lerao do ser derreladas ; o porque*
(ainheui poi'roinos ser guiados uesta queslo, de a
eeilar-se ou mo a idea, quo resida lo enuajamont*
de um estrangeiro. Sao osles os mol i vos que sor
vondejustilicaro adiaiuenlo, que lenho de ollero
cor a considratelo da casa ; devendo, em ullimo lu
gar, apresenlar ainda una rellevAo, o vem a ser ;
iicccssidaile que mis leuiusde pormos a admiuislra-
cao publica, qualquer quo seja, as circuinslancias
de, ou tleseuibaraear-sede nios engenheiros, ge os
ha, ou procurar bous, sea neeessidade os pedir. Por
lauto, devenios examinara queslo com os meios ne-
eessaros para isso ; e'esloii que, se o presiden lo mo
livor meios para procurar melbores engenheiros, li-
car embancado com os mos, porque uno pode del-
les desAner-ae, Aqu esteeuumecldo o meo pen-
samcnlo. Nito quero com islo trazo a menor ollen-
sa aquellos que so acham omprei:ados mis obras da
provincia. Ao contrario, a coininiinieaeo cun um
bienio superior servir de guia-los ; servir, nao
digo de fazer crear um talento cm cada mu delles,
mas de fazer apparecer. Perianto, Sr. presideule,
sem aventurar mais oulras renovos aln las que
acabo do ponderar, mando a inosaoseuinlcrequeri- fazer
ilion!". vado
Kequeiro o adiameulo do artigo 19 que BO acha OS
em discussAo, at quo seja disculido o Ululo 3. foro
Francisco J0B0 <> o .v,
OSr, Meti llego :Eu pedi a palavra Mmenle
para dar una breve res-iuslaao Sr..Manuel liavalcau-
li,e quasi que eslou arrepeudido do o ler feilo. Foi
oh a imprcalo das palavra* do nobre depulado que
ped a palavra ; 'nas vejo (pie niclhnr seria nao vn-
Irarem debato l 1 pouco agradavel, ou pelo mo-
nos muilo lesagradavol paramm, (aillo Oais pian-
do eu tenho por habito nao aer violento (piando
fallo.....
OSr, Manoel Caraleanti:Obligado pela par-
le quo me toca...
OSr* MelloHego :Teuba paciencia, o nobrele-
pulado aveuluroii alguinas proposices que me nao
sio agiadavei do ouvir; o eu para respondor-lbc
recelo ehOCt-IOi Mas, em Indo o caso farol por me
couler nos termos da prudencia quo, a uiiiiha poai-
(ao nesla casa me lmpoe.a.,
O Sr. Manoel Caraleanti:E cu sei lamhcm
qual heudeverque aniiulia pusieA nesla casa me
esto terrn
la cm boa 1
queeu chnmoa discussfio, eulremos nel-
devida forma ; douiousIrc-Bc isso mes-
1 prove-so o mao onprego dos diiihciros pubiieos.
essa .liscu-s.ii i|nr 1 ointMii- par.1 esclarecer a ca-
para se conheccr pie ha neeessidade de vir esse
ciigonhciro.
(Muito* Se*, depulado* dao aparte* I.
OSr. Mello Hego:O uobre depulado o Sr.
Manuel Cavalcauli, lem referido na casa alguus Tac-
tos, para d'abi concluir inuaplido ou [Hiuca habili-
ta^ao nos actuaos engenheiros : essos factos foram o
exeessode alguma desfiezasobre a oreada,em diver-
MfObrai. Orase islo podesse servir de descrdito
ao ougenbeiro que a livesse oreado a obra, oSr. Wau-
lbier oslara desacreditado. Se unta ou lal cousa,
ou un desvio dedlreccjo de una eslrada,|Mnte *0.
podesse iullur 110 crdito de qualquer engeiiheiro,
e acabar com sua ropnlaco, to corlo que csso ho-
1110111, cilado como engeiiheiro muilo hbil, e que do
fado o he, oslara boje muilo mal, no coucujlo dos
nobres depulados, e deveria nunca ler invocadaco-
1110 lem sido; mas oque he verdade beque bao nao
he haslaule ; se os orcamenlos rapplejnenlare 0
fossem, 01 dira que a obra to Ihealro foi oreada
em conloe lentos, conlo>,inuiIonMIdeesa quanlia
fui gasla.
Um Sr. Depulado :Mas nao foi ello que a con-
dujo,
0 Sr, Mello llego :Mas quand.i
inspeccao da obra ja a (piola so ecl
Eu com islo mo quero senao provar
oulro faci, um mi oulro eveesso nn
011 lal ou lal obra, uo (>otle dciaoredilar a pessoa
que a orcou.
//" cario* aparte*}
o Sr. Mello Reg :Senhorcs
dcrain no lempo a que me refer.
t'm Sr, Depulado:Mas tlclle aprescnla-si um,
ou oulro fado, ni,is aura ara^eaentenvee mil...
lia muito* aparte*)
t> Sr. Mello liego :Bem | l
di-1 11111 nu ooiilinuarci, couclu
dito.
opponbo .1 emenda, o al nene pouco dinbeiro 8:000$
rs. Por mim, eslou promplo volar por 10 011
t'2 ; mas quero um eusoiheiro bem, qucvoiha ser
inoslre, que venha ensillara nossa moddade, |iortpie
ella he I lo capaz, como quabpior uulra do mundo,
paraapprender. Porlanhi, quero tlar 10 011 1::000cj
de rs. ; mas venha um lioniein hbil. O quo 01 uo
puro, Sr. presideule, he que so lance urna injuria
sobre urna corporacAo resjieilavel...
Cm Sr. Depulado: O nobre depulado be que
quer chamar a queslo para esse terreno odioso.
OSr, Florencio:En, Sr. presideule, sou amigo
da juslica, o rostumo respailar muito as coiiviceos
dos nobres depulados... Emlim, lien aqu...
O Sr. Manoel Caraleanti: NAo ; diga o rosto.
OSr, Florencio Nao quero; conlenlo-mc rom
nobre depulado um rouccilo muilo ele-
elle deivou a
ava czgtdada.
que, um <>u
BSpexa or;ada
deetes fados so
issim mo so ptMlc
1 cora o que lenho
enrarregado do diversas commiwoes no interior da
provincia.A' conunissao de petlcdes.
He lidoe apnrovado o seguidle parecer :
Joaqum Honifacio Pereira e Caetauo do M.ii 1...
Sillines, guardas do cemiterio publico desta cidade,
soliclam dcsla assembla augmeulo de ordenado,
fundando-sc para isso em que ; leudo o novo* regu-
lameulo de '> de novembrode 1H.V2 augmoilado o
numero de suas obrigaces, o tornado muito mais
oneroso o seu Irabalbo, bu de juslica inie selheaug-
meute lambcm o ordenado que percemam nu virlu-
de do anligo rogulameulo. A eommissao tic orca-
menlo municipal, para iiilcrpor o seu parecer res-
peilo dcote OgOOfe, precisa que sobre ello, |elos ca-
laos competentes, seja ouvitla a ruinara municipal
lesla cidade.
<( Saladas -onimissoes da assembla provincial de
Pernambuco9 de abril do 185:1. Pae* Nrrelo.
llardo de. Capiluirihe.n
O Sr. Mello llego: ( Pela ordem). He para
nina reclilicaco. O jornal la casa de boje, fallando
sobre .1 deenraejioque aqu fea iiosahbadoo Sr. Paes
llarrelo, diz que o nobro depulado dissera que osses
docuineutos foram reeebidos de uuilc. Isso Oao. hu
evado; quandocheguei emealnnacana, tfepoafda
se uno ellos l seacbavan, foram mandados ao meio-
lia. Nao me lembro de que o Si. Paes brrelo li-
vesse dilo o que dht o Diario, c se o ouvisse (eria re-
clamado.
O Sr. Pae* llarrelo :NAo disso a imito.
OSr- Mello liego :Na mesilla hora em que aqu'
se fallava coica dosses documentos ellosehcgaraui a
iiiiiili.i casa.
Tenho ainda oulra red a ma cao, acerca de um a-
parlo por mim proferido quaudo fallava o Sr. Manoel
Cavaleauti, sobren parecer la commisso de obras
publicas na prcleueo de Jos laqies (luimarAes.
O Sr. Manuel (lavalcauti disse : a Euto o examu
" 11A0 ha de ser do excesso de Irabalbo, ha de sor
(i da obra toda. Podo ser quo bajara fallas, v quo
o houvcssc mesmo diminuico de Irabalbo.)
Diz o Diario : o Sr, Mello llego : Iswi osla
entendido. Eu mo disso sejnclhau te cousa: oque
eu disse fin que isso deva-se sup|ntr j feilo, |torqiio
a estrada eslava entregue prov istiriameule, eque no
acto dessa cnlresa he que so deve examinar cssas
Paes llarrelo : Bollo a quem se re-
ino
fazein que
. creio que
i pola pri-
OSr. Mello llego :O nobre deputatlo disse que
para diieulir-eo A emenda no terrena em que o col
impie, era preciso ser engenheiroi oque elle'o n.ii
era, que por isso nao poda solver as inhibas duvi-
das, o que nao era para admirar, pon pie a di-.ni"ai
envolva nina qucsIAo que, 110111 mesuro os engenhei-
ros entendan)....
OSr. Manuel Caraleanti:Eu nlo disee BSsinj.
en dno que nSo 80 [nidia dlscuUrJ qOCStlo no cam-
po enllocado pelo nobre depulado, porque sera pro
onhocer cssas obras (pie davina fazer, c co-
nhecenuo do melnudo dolas com alguma exadh
dAo, oipoderavallar daeapacldade los engeiiheiro-.;
disso uno slo 11A0 poda fazor, quando os propriog
engenheiros nao eonneeiamque haviam cousas a fa
zer alera d'aquollatque actualmente se
sao ponles de pao, alerros, e\cavacest\
foi islo o que disso....
(I Sr, Mello llego :Eu quaudo fall .
meira vez, pedi ao nobre depulado 0 aquellos pie
advogaram a ila de so mandar vir um enuoiiboro
cslrangciro, que me dissessom ipiaes erain as obras
(aogigantescas que havla a fazo, para as (paos la-
se preciso a viuda dessa capacidade...
tmSr. Depulado :O que se faz adualmoile,
he aballo do eomraum..t
> Sr, Mello Hego :Oquese faz adualinoilo na
provincia, lieonuescmprose fez, mesmo quando...
O Sr. Manoel Caealranli:Morrn o Nevos ; is-
sn be que cu mo quero pie so faga, CU UlO quero
que se laca 0 que sempre se fez...
O Sr. Mello Hego :.... mesmo quando en livc-
mos um engenhfilro eslrangeiro. Eu ped a cala 11111
dos nobres depulados que com lauto onlbusiasmo
advogam essa lea, me iiidicassem o que he pie Io-
nios a fazer nosso ramo de sorvico publico, quo exija
a v nda desse engeiiheiro, ou pial a obra que temos,
para cuja execu;o os nossos engenheiros nao sejaiu
sulliricnlcs.
OSr. I. secretario, quo parecen querer encano-
gar-se dessa lai oa, quasi que nos fez aqu un dis-
curso acadmico propro para a abertura do una es-
cola de ongenbena ; fez-uos nina descrip;Ao da es-
cola polithechica do Franca, o urna anal)se tas ma-
lcras de seu ensinc ; porom de ncnhnni modo me sa-
tis fez, o pora soi mesmo a que isso veo ; eu por mim,
que nao lenho que mandar ninu'uon cslmlar nossa
escola, que nu pretendo la ir |wrque nao posso, pou-
co Inlereew saber nesta occasiAo qual he o syalcma
de ensillo que lase lOgUQ, de quanlos anuos se com
peo o curso, o seo rgimen he nublar, ou nao ; isso
para mim he iiuliUV-renle, o para aquosiflo nao vein
ao caso. E donis nunca puz em duviilao penos
espete nobre tlepulado : eu 0 que quero he volar
COUV nina coiisciencia bou formada, e he para i>so
conseguir que me dirijo aos que com lauto afn sus-
lentam a emenda, que alias, 01 sei que hado passar
Quero i-ois quo so-me liu. qoaessao as obras doque
a provincia de l'oiiiaiubuooueccssila.e paraasquacs
he necessarin o concurso de um estrausoiro. Esla
he urna qucsIAo cm quo devem eulrar todos aquellos
quo qucrciu volar com a convieeflo bem formada.
Agora, Tallar na materia de um mudo vago o super-
ficial, he fcil, assim como o lio dizer-sc que nao se
deve fechar a por I a im|wrUcao doslalcutos, como
so alguoinquizosse fazer tal o usa. Quera fui que ja
disse que se devia prohibir a imporlayAu lo tlenlo ?
Paia que, por lauto, essa reflexAo 1
Disso anda un nobro loaulado quo a viuda d'osso
hornean hbil, desse engenholro consumado, poda
servir do muito, e quandu mais 11A0 fosso leria o pre-
sidente um hornera que o rudeasse o acon^elhasse &c.
Coucordo quo o gOVOruOOUCa sempre os horaens de
saber o experiencia, o professiom*s na mateia
mas he iieceanajrio qne a ara lal hornera nao falle
una qualidade muim essendal; be preciso que ello
reja um hoineui pralirii as musas da nossa lena,
conhecedor das cansas do nosso iwix, SCOhor das nos-
iaa ne. c-sdade-, para applicar-Ihes remedio seguro;
atasoque se quer li........atraogeiro, quo sobro nao
eonliecei o pau. Ignora alea uossaHngua....
OSr.Pti Brrelo:Um hornera dessa quali-
lade, evitar que se facara muifasdespciaMera del-
lasseUrai vaulageni cortpjpoiidenle....
o Sr, Mello llego :Diz o uobre depulado, qno
pai a evitar pie, se Tacara grandes despezas sem
Florencio :A Ditlguem. Eu ligo, Sr. pre-
sidente, que as vezes so faz'in aecusacoes. soni se ler
couscieiicia le queso devem fazer ; mas otl declaro
ao nobre depulado que, quando ou dofemb ou ac-
enso, tenho cimvicco dequeo levo fazor....
Cin-.Sr. Depulado : lodos lazon 0 mesinn.
O Sr. Florencio :Uin nobre depulado fez aqu
accusacis ujuslissimas. quando disse que os 011-
ajenlieirui uo ara aos limares onde liubain seus
Irabalbo-. o se conlenlavam com mandar 01 BOUSajtt-
lanles, os quaes fazam 11 Irabalbo por ellos. En pos-
so assev erar ao nobre depulado (pie, quanlo a um, o
Sr. I.oulhor.nunca inaudou fazer por oulrein o Ira-
balbo pie Ibe compela. O nobre daputadu uo fez
excopeo ; coinprehendeu lodos os engenheiros; mas
posso-lhe asseverar pie esla excepcio he muito jus-
la; c naturalmente mullas oulrra naverno..,
O Sr. Manoel Caraleanti:Eu 11A0 disso lodoi,
mas digo-u agora.
(' Sr. Florencio : NAo dizliem. O nobre de-
pulado nao leve lizo cousas injustas, porque non
as sonle, non esl n'easa poshjo...
.sr. Manoel Caraleanti: Mus o nobre de-
pulado uo bojiiz.
O Sr. Florencio : Eu ouloudo Sr. presi-
dente, que leve passar a emenda, o mesmo dar-so
mais diuhero para termos um cmoibeiro muilo h-
bil, quo venha ser nosso meslro. Mas, paracjiefe de
reparli;A(t, para fazer as obras que mis temos, creio
que Imeiiuoibeiros na provincia.
OSr, Manoel Caealeanti: I'ois para ensillar
nlo voto.
O Sr. Fhrcneh : Oh .' port n.m querem mes-
Ire. t
Cm Sr. Depulado Um hornera 16 para ensi-
llar ?
OSr, Florencio : Ora !, ora E porque nan?
llevo-so a Hender, Sr. presidenlo, quo u engeiihei-
ro. que est tliiioudo as obras publicas, foi um eslu-
danle d ola, linia das universidades mais dis-
linclait..
O Sr. Manoel Caralrunfi : Qual lio ?
o Sr. Florencio', Coimbra*
O Sr. Manoel Caralmnli:Nao, 11A0 ; esl mui-
to atrasada nesla materia.
OSr. Florencio: Coufesso, que isto he novo
para min Sempre uuv i dizer (pie o esludante para
sei premiado em taiiinbra, era preciso ser mullobom
esludante. o edgedhelro*que dirige as obras publi-
cas esludou inalhonaticaein Coimbra, foi para l-'ran-
<;a, esleve na eseola de poniese calculas, pralicouj
por mis poneos de anims : o me parece que deve es-
lar mais que habilitado pan Tazo o que hoje temos
a fazer...
OSr, Par* llarrelo : Por isso nao goslo dodlff-
cusses Individuaos.
0 Sr, Florencio : Portento, Sr. presidente, cu
votara pela emenda, o al por mais dinheiro; mas
para ser meslre, e Dio director das obras publicas. O
de que mis precisamos muilo, he de aprender.
Agora Iratarc da emoula quo augmeulou a quo-
la do expediento las obras publicas. Parece-nio,
Sr. prosidente, (pie leudo croscidoo cxpodicnle, cu-
ino de fado Ion crescido pelu augmeulo de Iraba-
lbo, esla al cedo ponto jusllicada a emenda. Fh-
inalsaroi. dizendo quo voto pelas einouilas.
Toudo dado a hora.
O Sr. Premenle designa a ordon do dia, e lc-
!ilie, cucas r|ue eilabeleceiu a cooion>,h t".
OSr, I arefao :A commissAo de negocios eccle-
siaslioos est retluzida um si incmbro, pela retira-
la para a corle loSr. padre Campse pela ausencia
do Sr, Villela ; nao |hmIc por consegninle Irabalhar.
Peco pois a V. Exc. a nomeacAo le um inembro pa-
ra substituir oslas fallas.
O Sr. Francisco Joiio :Peco a palavra, para fa-
zor nina rerlamaco acerca do apanhainento deum
pequeo discurso mou, mi auto para fazer 11111 prt-
loslo cuiiIra o eslrnpeamcnlo, ja nao direi de Dora-
ses, mas de pciisamculns, quo aqui so acha ( l.)
Cuniprc observar que, uem o uohrc depulado,
quem parece alludir, directa ou indirectaraeute l'.il-
lou, 011 referio-se ao actual administrador, uem eu
disse nada ueste sentido. Abundei mesmo cm senti-
00 dilleronle.
Mais adianto ainda ha outra iuexactdAo. I)iz-so
aqui fie.)
l>o maneira que, v-se bom que o sentido achu-se,
i nen 1 pie lo, nlciramcnlc incmplelo. Eu nao lenho
lomado mim o Irabalbo de corrgir cliscur~os ; por-
I que esperaudo, vislo fallar com saumie fro, eda una
manoira pausada, pndiam os Srs. lachigraphos apa-
ndar com alguma lidelidado as pbrases dosconccrla-
tlas (fue onprego quaudo me exprimo. Mas, ou es-
quccimenlo dos Srs. lachigrapitos, oucrrusda lyno-
:i'.ipln.i. I'.i/em com que apparec.am ostro pea montos
de pbrases, o o que he mas, do peiisamenlos ; !dc
maneira que, mais do urna vez tenho sido tentado a
la/er protestos solemnes |Kir estas omissocs.
Primeira parte da ordem do dia.
Primeira diseussao do projeelo n. 18, qu au-
lorsa o uoveruo a rescindir o contrato das carnes
verdee,
o Sr. Castor :Sr. presidenlo, autos le dizer ai-
mima cousa a respeilo do projeelo pie se acha em
discussAo, peco licenca aos seus nobres sigualarios
para fazer algumascoradderaoMequejIgo necessa-
rin, onlessamlo-me ou upposii;Au ao mencionado
projeelo. Tres foram os mol i vos que Ihe serviram
de liase : o primeiro foi a existencia da secca dadu
como provada acompaubada rom todos os seus eflei-
los. Mas. senhorcs, eu julgo que os nobres depula-
dos autores do projeelo se acham a esle respeilo in-
(eiramenlo engallados, lal secca aiuda nao se podt
dar tle modo (Ao pronunciado, como se quer fazer
sentir; apenas so lera dado um comoco do secca, e
como lal creio, que nAo he bastante, uem motivo po-
deroso, para queoscoulraladorcs nocumpraiu com
asroiidic'>os oslinuladas no conlralo das carues ver-
des, como sao obrigatlos em visla do mesmo conlra-
lo: o segundo molivo em quo se estribaran! os ne-
bros sigualarios do projecto para poilircm a rescisao
do contrato, foi a reluctancia que clles eiixcrgaram
van la a ses*ao, sendo 3 horas da lano.
lomos. So for pouco, para oulra vez se marcara' so colher vautayon correspondente; pois he para
ILEGIVEL
Seiuo' m II de abril a< 1S53.
I'inideiiria dn Si: redro Caraleanti.
A'ft 11 horas }t. .lu mjnli.la, leila a i li.nn.i.l.i. m--
rAcft-M i^lari'in |.roM'i.lcs Tsenlinres ilcputudus,
.ill.iiulii n.siMiliiiiv- Uarrus l'alr.lc, Aqiiinn, livoi-
ra Macicl. Si Tirara. Culrn l.cioc Brilo.
O Sr. Prndenle abre .1 Mtflo.
Li.laa acia ila eM0 anlorior, hoapprovMa.
0 Sr. 1 Secretario mom'lona o seiculotc
EM'EUIE.NTE.
Um nnko do sprrplario iiilerhio ila pro, iocia. par-
ticipando que te acaba de lraninilnr por copia ao
director das obras publicas, pin .1 iuronnar com o que
ocroi re. o parecer da eommissao da assembla acer-
ca da recl.imac.li) que lizera a cmara municipal de
Na/arclli de dus acudes.Inlcirada.
Oulro do inesrnii, rateado seient tpUM i.i.indnii
iuforiBar a cmara municipal deala cidade siibro
o requcri.nenlo do Jnso Francisco Pereirrda Sil-
va, romo foi eligido pela mesnia assenibla.Inlei-
rada.
Oulro do iiii'snm, ilizei.doqiie nasta ibtta semau-
dou ouvir o director das obras publicas acerba do re-
querimento dos minadores da lliu-Viageni.Intui-
rada.
L"m requeriiuenln de Mara Ctemealio. de Fi-
gueirctlo, profeaora publica de prliueifli letra da
fregueiia Je S.-Jns JmI> cldadi,nltcilaudo d*
fcrimenl" de un. requerinielo, que a upplii'aul
dirigi lia dous anuo, a elii a*oml>Ma. i"'l
gMlillra(.iiii|iu> Ihe he deviila, |H>lo 1
le I-1.1.......no i-un.....lema aula. A'
de im.....i." poHica. .
Outro de llernanlino NiUleadeOlivini, aiud.......
de engenheiroa dii ropirlkfodaa obras publicas, pe-
,1111.1., qnr ie llir marqua urna gralilicac.'o, para ru-
lo do eaees das desperas que fez, qitiuido
aiaBBaia>*>JJJJJiJB*KM^-~
pedlndo .1
,iiinii...ii
da parte dos criadores : molivo esle, Sr. presideule,
para mim pouco valioso ; porque quaudo Motvense,
desojo da |Kirlc dos criadores para una lal reluctan-
cia, niio passariade desejos.porquc, o criador enten-
d- e com toda raUoquono louvein retera venda
do gados, muilo principalmente em lempos criticos,
lempo em que ctles procurara coui niaissitirreunilao
dis|Hrdc seus gados: uro IcriciroinotivocnM-iuafiin
os nobres depulados, como que deduzido dos dous
primeiros, quo vem a ser o receio da cnntiniiaciio do
contrato, que |h'hIc dar como rcsullado a falla do
Im.....menlo preciso nesla parle noto urna ronlra-
dii'ro da parle dos nobres depulados ; porque leu-
do sidoo contrato creado por motivos o circumstau-
oias criticas ; creio que eslas*azocs nilo deviam ser-
vir agora aos nobres depulados para |iedirem a sua
raaclno,
A'visla (.ni-, dcslasconsideraedes eu cnlcndo, quo
nao devo volar |>elo pnijeclo, o sou autos de parecer
que esla casa altendeudo a lae razi'tes tome oulra
resoliirfm, a qual i fazer com que se ponbaeui oll'ec-
liv idade as emidiroes estipuladas no conlralo. e mais
mecouvenco dosla neeessidade, quandosou iufiu-
mado por |iessoas imparciacs, que lem bavido sem-
pre gado as fciras : portauto vo.lo contra o pro-
jeelo.
II Sr. Agotar: gpohot presideule. parereni a
quem mejuigar com severidade que fui c sou con- '
Iradictorio, leudo assinado n parecer da rnmiuissao
e projeelo que se disculcm. Sin, diuo que roo jul-
garao contradictorio, porque, tendo sido eu quem eni
IHt aqui aprcscntoii a iiki;.1h que den lugar ao con-
lralo das carnes verdes, c quo eulo alguna csfon.is
liz para quo essa idea pa*uissG, o bavrudo .meaino
enipregadu aluuus esforz., para que vigorasae esse
conlralo, quando combatido e aggrcdMo na assem-
Mi'-a gcral na sesso do auno pastado, parecer, re-
pilo, que sou incoberoule, o o mesmo nobre deputa-
do que acalla de oceupar a tribuna, mo deivou es-
capar esso reparo, notando que motivos, que ,-nl.iik
determinaran! esta assembla a adoptar a lei, eni
v irtudc da qual so celebrou o conlralo, sejam 09
mesmojque allega a eommissao buje para a rescisao
desse acto.
Sonhores, urna vez eiamiuada a queslio, facil-
inenlese rcciinhecerii que nao eiisto essa cnnlradic-
e*i> queso julgou envergar, porque a casa deve' es-
tar certa, c coniprehcnde que aquilln que boje bo
M-nlaili'iru, i- eiiiivenieule podo00 poyenleropo per-
der estas qualidades, conforme ocufso dascircunis-
l.iiin.i-, lii'iiiroinn que av razoi-s que miiila vozesom
urna occasiao aulorisain a dclrriiiiiiam urna medida
qualquer. podem v1ri.11 o perder i sua lnri;a como
correr dn lempo, dando lugar a uni.i raioael inu-
dencade iieii-aiueuto. Por ronseqiiencia, nao bode
admirar que, ......." uleelado o projeelo, quo
den lunar ao roulralii eni I85I, venba buje pro|wr
aejo dessa leie a reseisjodesse 1 nnlralo, sen-
o-mc peraiitlidn lembrar ao Ilustre memoro, que
,lrill,,i ine a prevaloeer aiua oliserva-
1 que una le. una vez promulgada,
naisdeveria ser revogada, embora se desacru
vallo-1- razoi, une jusli(lcan>ein .1 sua revugaAo.
Tendo dado oslas eplieaeoes ao ineu prorediiur-u-
in, ocrupar-me-liei agora do projeelo em disruss,,.
l-'oi.iiii ri-mcliiilns a esta casa, um ulllriii do presi-
deule da provincia, acompauhado de duas |ieti(ea
doslontraladon-i, de un parecer do procurador da
0111,1, fenda o soberanll nacional, e de algumas
nutras niliiiin-.ierus sobre o coulralo. l'cdiam os con-
tratadores to governo uioililieaco as oslipuUioOea
I
J


-fe
do coiilralo, c requer eram depols a cita sscmM
l>nr una poticao especial, aresrisan tln inclino con
lalo. O presidente da provincia, cnlendendo JW
qualqucr alterarlo, quo houvrsae de fazer a qual
quer das clausulas, mporlav urna modificaciio na
Ici, porque ene contrato faz parlo da logislaco do
pait; iulgou, quaiilo amini.muitarurinUnoule, quo
nada Ine era dado alterar, que nenhuma previ,le,
lia poda adoptar, porque,quem fe* a le i era -lmen-
le qui'in linlia o direito de niudilini-lu : em
queneia do que siilimelleu a queslo no conlicoi-
iiicolo da asscmbla. A commissao, porin, depols
>l'uin maduro tame, estn lou que ..v nivel progres-
so da secca. Ojue reinava ose desenvolva, da qual
nao sedandava. e ninguciii conlcslava, quando se
deu o parocer, nulorisava a medida propoela....
O Sr. Costar:Se o quo houve, lio principie d
socea, eiilao temos lido senipre sena..,.
O Sr. Aguiar :-Deos nos llvre que talo sompre
noa -uceo, la. O que lie porem que. o oolira drpul
do enlenilo por secca? A commissao leve cni vial;
que, dava-se um principio mullo |>rouuncado de
secca, que ala era conllrniada pelas communica-
roe viudas do serlao; que aluda apoiavaui esla ver
dade as noticias publicada polos joruaes a ro|*lo
du calado do mirle cm gcral, onde se lemia. com luu
llmenlo, a continuado desse mal rom lodos os seu
oITcilos falacs, o |>or issojulgou que era mais con
veniente ao licni publico a roscisao do contrato, d
que a sua conllnuaco rom todas iu contingencias..
O Sr. Cailor :Mas da oulra ven deram as IDO)
mas ratees para o teu nascimenlo....
O Sr. Aguiar :Ha de perdoar-mc. Se o nobr
depulado quizei bem rccordar-c do que entilo se
as razocs aqui produzida* |
iincnlo do coulralo, n.'in fui
scaltcgam.cquc os runjamc
ii nao sao como o
orlanli
le que
passuu.hadc ver ipie
a ailopeiio da le e fai
as incsmas que agora
los que entilo servirar
lado dit, idnticos. I
razao, qnando pretal
silo
obre depu
lo parle, nao leu
iiiImi-, que deler
nos que Icvam
a rcscisao..
niesina i
;rcssidade qu
essidade quo rreou o con-
secra, csiin ama guer
linila
minaran) o coulralo
eiiinmissJi) a propor a
O Sr. CailorFoi
rreou o ronlralo....
OSr. Aguiar:A
I ralo nllo fui, como ag
i illi.-i iiifiuila de alravessadorcs que uiaatif
0 Sr. Manat Caulranli:Gucrrllr.
de alravessadores, bao nJo se pode dizer....
O Sr. Aguiar :Para que quer lomar a cipressu
era lodo o eu rigor? lima grande gi
Irnvessadores que exislia, isso loilo o
Oo. Manoel Vacalcanli:En
leslo, liego al....
O Sr. Aguiar:Essa foi a razoq
rnlAo o procedimenlo da assenibla, uto h
jo de evitar esse inconveniente, dcstruind,
no lempo a causa da csrassez d'um gciicr
necessidade, ntrete)
que smenle a especularan
srdido davam oecatiao a qu
falla de nbaslccimculn; m
rada he iniiilo diiTerenlc, )
rigem no |iroposilo de nao i
Iba de:
uudo sabe...
)Ao|sei; ron-
1 delcrmii.....
o lese-
lo mes-
do pri-
gados, e
i ganhn
senlisse
pOllde-
II.
lo que havla
j o amor de iu
c a popualeilr
is boje a razil.
urque rio lea
. ir suluciciita qui.nlnlu-
de'de carne para o ronsiiin publico, c lira na falla
do gado....
O .se. Guedei de Mello: Nao apoiado...
O Sr. Aguiar : Sim aenhor, agora digo cu a-
poiado,...
O Sr. Guedti de Mello: Nao apoiado,|ior Ics-
lemuitho...
O .sr. Aguiar : Nao duvido disso; o nebro de-
pul.idn iuvoca o lealemuiiho, cu lambain invorarciin
lesleraunhn. llojc porm, diziaeu, que a razao nao
lie a iiii-m.i. |H>rque o nobre depulado que lambem
habita o serlao ( o Sr. Castor) sabe que, logo que a
secca principia, nflo lie preciso ebegar aoseu auge,
para impedir a desrida dos gados....
O Sr. Cailor : Desee ; ha niuilos mcios para
sso.....
O Sr. Paei Brrela : Tanto lem desculo, que
o coulraladores moslram que lem unirlo mais gado,
do que aquellc a quosaoobrigados, embora Ihecus-
le um pouco mais caro....
O Sr. Aguiar : He que durante esses prhnci-
ros mezes do secca esgoiaram os rocursos que li-
nham,...
O Sr. Pats Brrelo : Agora ja rliovcu, cesu
a causa, de mais nunca hou\c secca....
O Sr. Florencio : Houve um \ero mais
torio....
O Sr.. guiar : Pode milito liem ser que MI cr-
ioja cni engao ; p
algumdenspodech
ra, eutrelaiilo, a VI
chuvosereioquep
crio Iu
-ilir.ll edcllin
rdade be, que
opaco de aele
lia
I que ia Talla deu lugar a que lenl
lio serijo.. .
c) Sr. Guede de Mello : Ilou
dinario, como lia todos osannos. ..
O Sr. Aguiar : Nao scnbor; o
lenh.i paciencia, lulo se recuse a\
los....
Vm Sr. Depilado :A chu
as iijn he i-', i
qu n.ni eia see-falla di o mezes ido gado
mu MTJO IU'
lira lepulade
dencia dos fai
I |,i
co nwis larde, mas iio he i*o razao para motivar a
rcsoliieao..-.
O Sr. Aguiar : Perde o nobre depulado, iwo
ser.i coiironne a nianeira de ver do honrado meinbro,
mis a intelligciieia da roiniin.lo iiosc subordina ..
dciiiiiu'iiorn ; ella cnlendeu que houve essa causa
quo nao era ordinaria....
O Sr. Huido de Mello : lio quasi ordina-
ria...
O Sr. Aguiar: So lie quasi, nao lie ordina-
ria....
O Sr. (uedei de Mello : Nao quer que eu im-
pugne, iicm contrari esto minio de pen-ar da com-
inl-.in ?...
(l.Vr. Aguiar : Estou pmniploa recelicr Indas
as impugna^oes ; a commissao quando opresciitou
seu Irabalho, foi para aceitar lodos os reparos e cor-
reeeocs, qin- se lile quizer fazcr, inclusive memo a
derrota....
O Sr. Gutdei de Mello : O nobre depulado of-
fendendo-se, dn direilo a que os mais se offendam
rom a sua npinio....
O Sr. Aguiar : Eu nao me ollciidn. Iculio pelo
ronlrarioscnipredadu provas de muHa docilidade ;
IKirin au admiti que se uegue um farln que lem
cm stu favor o cunho da ciaclido, para que dessa
ilenegaeao se possa lirarronclusi'ies eonlrarias ao pa-
recer e ao projeclo da commisslo.
Sr. presidente, a commissao, apresenlaniloo piii-
jeclo que se discuste, iio leve como rao primaria
' provada de urna secca ; nao
s forle e p<
uto, oml)
uso quedleriui-
principin reco-
ntado dcs?e mal n |iodessc aulo-
tuilc de una das
s a commissio es-
la encontrar cm
ler
wa
nile rila
lade
lendi-
t inli-
N.ii. he so
ule a .-.le
late,
mas n
razoave
ma '
deal
fui este o molivo
non o seu proced
iiheeidoenaocoi
risar c propdr a resolur
clausulas do inesnio coulralo ; ni
la persuadida deque oVoulralo I
seu .lud.imeiilii difliruldlldes.que poder.
piejiii/n da |wpulae3o. Eu reliro-nic a
u i i-hua mia doa criadores que acmpre I
do ucharum-sc prejudicados
resaos....
Otir. Miiiiii't lavaleanl,
nao...
" Si. Aguiar : He juslame
nieiile, que nein esla aaaembla nem o governo
h;in le poder dar remedio, quando lodos os cus ef-
feilo\apareeerem.
I'n) Sr. Depulado : Na niinlia iiilelligeneia,
au ha din ida alguna.....
08r, Aguiar: t) nobre depulado queni
rauMHido contcsloii que houvessc ma vonladv da
parte dos criadores a respeilo do routrato ....
I m Sr. Depulado: Talvez eniila
ehegou a |Kinlo de regeilarem um prc-C'
|x>r aeu gados....
O Sr Aguiar: Para pro a de que i
ladoeiiste basla que se saiba que ha na casi uiui
represenlaco dos criadores nao so da provineie
de Pcruambnco, mas da provincia do Ccarii, en
que ac queittiu e moslram os ineonvenicntc do con
lalo, pedindo pnivideneias a respeilodas desvn-
lasen-que Ihea resullou d'esw acto. Prtenlo niti
I........Muihn, uno he una supposicflO graluila, Iu
una realidade ; e he neressario eulao ronfessai
que, se por ventura rain nui vontode cvlstc, ese clli
eljegar a desenvolver o produzir os seos offeitol
romo estou persuadido, pode limito influir nao su
na norte do coulralo, mas anda crear difneulda-
de serias em raijo ilo futuro da p<>pulae,io deala el-
dade....
0 Sr. Manoel Caralcanli : Ma vonlade.
inuiln jusla, e iiiuilo legilima....
O Sr. I'aei Brrelo : O meo de acabar com
esta roa vonlade, be pagar mais alguiua rousa pe
lo gado....
O Sr. lijuiar : Senliorcs, toda a vez que ll-
enadores Icnhan interesse em por en atla
ni a viuilade, o laijn; porquo efles podein demora/
os seu gados. |Hidein mi-inii niln querer voude-los
ao coulralo, e assiui auaciUr cmharaco sulwis-
leneiado pavo, ora odio ana contrajadore. cml
raii que nada inporliiiiaiu -e nan vieasem afeelar
a paz publica e atfo do governo......
(i Sr. Callar : Os criadore querem vender,
mas por um pceo mai- vaulajuso...
O Sr. ii/uiar : Sriihorn ou au lenbopmvas
de que os criadores u.io queiniin vender, un .!
.....dralailoreaniiquei
vendo quem Ih'os quoira comprar por um preco ra-
zuavcl ...
ii Sr. Aguiar : Arazo tamlumoita diieiulu,
queseo iwnsaiuenlodn lar o da anni-
qiillariio do contrato, ellos llcaidocom seus gados
iiarad'os, embora ofTrain algiini prejuizo. AatiD
'orno se adinillcmas oulra- hvpollioso' dn>llUr*e
Vm Sr. neputada: Nao silo elle- lao aliasla-
b'sr. I'ranciico Joo: Nao he |r capricho,
lio luir sen proprio inlcrcMe....
II sr. Ai,ui sivcl bascar-so raciocinios cm hvpohcse. tao gra:
tuitaacem arguinciilacoes lodas desliluidasde lun-
dainenlu o por esla forma nao poderemos dar um
"vT'Ei". sabe, e a cnsa nao deaconhoco qual foi o
omptnho, qual foi a forra rom que oa cmara tem-
poraria se procuren fazer baqiicar este conlral......
OS'- Paei Brrelo : K tambera a rorja cora
que mis lodos o siislenlamos....
O Sr. Aguiar : He urna verdade....
Vm Si: Depulado : E agora esta cm senlido
conlrario... '
O Sr. Aguiar : He una conlradiccaoque j
expliquei. Seos nobrea depulado* cnleiulem que
eslou em erro, desejarci ser convencido, e espero
que esla ininhas paiavras sirvam de proleslo ronlra
ludo quanlu possa atontecer, se qualquer incoii-
vcnieiilc resultar por ventura da ronlinuaeao do
coulralo, ou de sua irremeiliavel inexecuriio.
Enlendo que essa inexccucSo lie jvosaivcl, mesmo
apezar da mcllior vonlade ; e se aasim vier a sucee-
der, iiergunloeu, qual heoremedloqueos nobri-i
depulados daro quando es-a clise chegar Em que
diniculdailes iiho se achar o governo da provincia
se por venlura se rcalisar o que digo *
OSr. Paet Brrelo : O governo da provinna
nn coulralo lem meo- de evitar essa irise....
O Sr. Aguiar : Quallic o meo 7
O Sr. Piel Brrelo :- Modificar 0 ronlraln....
OSr. Aguiar: O governo nllo piale modiOcer
o coulralo |r si M. Eu enlendo que o governo
leu mullo cm regra quando se Ibe rrq
proeu
csllpulaecs do
m
do ulguma- inodiliracnei
Irnlo, o inaudoii a esla casa....
hi Sr. Depulado : Eu entend
OSr. Aguiar: Eu enlendo que sim....
1'mSr. Depulado: Elle nao decidi, porque
iiaoquri lomar sobre si a responsabilidade....
O Sr. Aguiar:- Esse ronlralo faz parlcUi le-
L-i.llie.i,MllipilZ....
rni Si: Depulado: Ao novcnio roiiqielia I
i lie.
: Eu i
ular as le
ale-I"
ivlbc
io goi
dirrit
m......w ,'i"
usencia do
issc de ler i a
nlralu
di i-, la
|
,1.1
ido..
le
a assem-
ilesejava
, orno le-
ilnri-aran,
ir i-so iia-
ii.....i-an.
Iiiuii sen-
te eu fui
lilo 11
da para
obre de-
ira, qi
na;
iiai
i- eiMiIraladnre
cuidado de prnvi
cliegaateini.....alad
api
l-la di
O Sr. Agu
o direilo de c
asinodillcar....
0 .Sr. Pan Brrela:
idea eslava rechada.e que te d
OSr. Ai/uiur : En eqi
provliiirnlo quera que, na
a-laiivo, o governo di
preoisi para inndilicaro
1 ni Si: DtfUlado :Est auliirisad
OSr. Aguiar: Est en
aqui mandn....
I m Sr. Depulado :Do pal
dedm-se. que o governo cala au
O.sv. .jiiinr :Punir erioune mcii
so, meiis eollegM lainbeni ; be verdade qi
o enearregado de redlgl-lo, e que o redic
pressa, mas estou no ineii Iwni aenao n'i
concordar nem aneveraco ; por ron
pillado n.1o lia de adiar nelle o que ai
Sr. presidente, cu conheeo q
corra a obligar.'
ilencarem dcm
em que se arbam....
o Sr. florearlo:O oslado he Mllente; c.-irm
lev ule patacas....
O Sr. Aguiar :-Mas lainhem devo ponderan
a-a que Ibes n.iu -cria poasivel f.i/eriima reserva di
gadoiUl.quo oa hahilia-c a ler epiBltnleni.....e na
iiiuncdiacoesdeslii eidade a qiianlid.l.le de ratea pie
isaspariisali-fa/eonni-iiniuc iilrave-ar a crin
le '. mi ii menef o- nobre. depuladcn bem cenhe-
em que i-I" -cria impn-ivi-I...-
Vm sr. Depulado :Sim aenhor, he verdade
as erase bouve-se si ecn. nui- nao I.....ve acera.
O Sr. Aguiar :Eu ereio que. para ii"-. Mo leu
mido, ccca.e emboro cu lenb.i minio reapeili
a iipini'a- do obre depulado, devo lambem arre-
litar edir iie-o a a-iveriu;.io d'iun illu-lre niein-
un qu,-, morando no -crian, ven." agora de la, i
iqui nos alliinia que a-e,, a te tem dado, lili cni,
|ue na deven, por eu, duvid.i a pnlavia de un
|.,al,a pOUCO do -rrlilu.e pude mfor-
i ronhcunenlo de .hi-.i. Por I......I
-o vqiieeinbnia eu leeonheea q
levei e-lar prevenido, com ludo, i
falla de cbuvaspoi laido lempo, DRo poaso aecusa-
-lo.e JulgO que, ronnii/ao. miodevein-cr incre-
pados...
ii Sr. Florencio:E eu atho que derem....
OSr. Aguiar:Enlrelaiilo, o iinhre- depufav
doa ainda aiuiiineuliun com a a.....iricao de Rlgum
ehiivas no litoral. Mii-Mi|iponha--e que ia- l Im
vos cesara, au eonlinuarna ecca Crdo, qm
nan dlraoo conlrario. Se appare er eaw nagcllo i
se o coulralo ulo poder proporcionar ao- lnd.ii.ui
US do inillliiipio,.!- vanla-en- que a a-.aniden pro
viiicialeulcnilcii que divi.un-ir proporcionadas poi
mcio do coulralo ; -e este nao poder sin- etccutadl
lir diulculdade Inauperavoii, nevera ainda utinj i
contrato tar nulenlado peh
O Sr. Pan Brrela :M
OSr. Aguiar:Eu fallo na lljpntlieso ilc qm
as londieoes do coulralo mo |
las....
i m sr. Desalado ^-D-ocao"deforcaroal
.aso que o iiintralo rc-crvoii, como o nobre de|
Indo pode vr....
O Sr. Aguiar :En ja disse qrte ii.loenleudia
im, cuan, oinpriliind.i que o enverno posta r
ludir, nem inodiluar a- ilaii-iilas do eonlral
lalvivMja i.....imorroem que laboro....
O V. Manat l'ariilrniili :Juan
unan terreno, uto ha meiodetahir,
O Sr. Franciiia Joao : MftO I
le,...
OSr Aguim :-Todo- nos podciiu.- coUocar-
1W em iiiiio irrreno, porem proleslo que -e meaclio
O ea.....ue lisura o nobre depulado, he por de-
leito de minba InlelligOOCia.
iSo se supponlia que cu queia inelbo-
nloi cnulri.....lore, cudesej......ica-
sorle futura da populiuao detla i Ida-
; prale-len.-i......- ludues depulado..
pcrisn com a queda dn projeclo, o eu
i,,,,., .,,, qm-elle calii, ; porque,re-
anlo detejo he evitar coutequencia
, mullo seria- que se pnleiu dar.
oinenao.onvcneeiemdislo.eniquan-
ivarcni que cu e.lnil em en,,, bu-de
lenicevota o projeclo.
alranli:Mr. pre-idenlc, iu
levanlei para rnzer lanas refleves. eonm
luje ; mas ereio que, o rcsullado nan sera -enilo la-
Mr milito poucas, porque min lenho nem ipanb>
un iilu..
PrincJpiandu por dar alsiuna re-posta ......ibre
depulado que acaba de senlar-c, direi que elle nao
eslciniouiradieiiio. A anemblca nao fez cate con-
trato miscravel.a a-einlilei oque fez foi i-lo. I.,-.
A asscmbla nao iniciou medida iienhuma; lulo-
af
VllllO ."..
lica-o .
hvpolb.
rula
torlsando, e sim determinando; e p,
lo e.iuira o projeclo por -or locomp
l) mi. |ii'iiniltam-mc os nobredepurado que
lilis diga, que fui milito pouco considerado; porque
di/.,. Higo II .
Scnlioro, que de inconvenientes nfto hiin do ap-
parecor, se os conlratadoroa forem ohrigados a matar
rnenla metade das re
l'.-la nielado ha de ter vendida pelo prei;.i do roo-
lralo;etla metade heinnito insultlcienle ; e u quem
te lu de vender etta carne'.' A quem se ha de dar
a preferencia f blo ser molivo para lula. Se nas-
ii i -i i medida, nos leremo desonlem na eidade
do Hor.ife. A quem se lia de dar preferencia Se-
ni possivel al bnver violencias para nblor-se carne.
Islo pota, donla quo liuuvc |iouca conidercflo da
parlo da comraiasSo.
Eu nan entro na que-i.n,, se ha secca. ou so nao
na. Insdi/em quo ha, oulros que oao ; mas o cul-
pado de lodo ito lie o fatal contrato I So o contra-
to so pdome realisar, seria favoravol populaco
das frcgueiia previlegiada, (so e podosse rcalisar:,
ma- devvanlajnso a lodos os criadores. Os criadores
ostavaiu acostumado a vender os seus gados em con-
currencia de compradores : vem c achain um i con-
correnle, que Ibes limita o preco que elle nao pode
ciccdor, altendcndo-te ii que a maior parle do gade
que o consume cm Peruambuco he do Piauhv. O.
criadores do Cear v Joao Piauhv comprar gados:
ma otistindo case conlralo, quo Ibes limita o prec/o,
olios (razem os gados de produrco do sua fa-
zondas, porque elles nao v*o comprar gados na cer-
teza de adiar um mo mercado. Eslc he o mnlivi
da falla de gados, que so tornar mais aggravanlr pa-
la o anuo futuro, se 0 conlralo continuar.
Agora me nilo occorro mais reflcvau nciihuma ;
n. ei lio que oslas mcreccrao alguina consideraran
dos nobre inembros da commissao, cm levaro
refleclir um iwuro sobro ellas. Eu voio centra i
projeclo, mas voto pela resrlsao do conlralo....
VmSr. Depulado:ricando revogada a Ici be
bstanle....
O Si: Manuel Curalciinli ISao ; nao he has
lano, (jue liquc rescindido o conlralo, he mai
dan. Osconlratadoresopcdem, nao ha risco d,
rcclainoco. De oulra cirrimisliincia me tambre
: a presidencia nilo foi bstanlo zi losa, com
se-lu .Eslava aulorisada pela lei dar algn
.....lio ao coiilralu.e poda ler com indo com os con
tratadores em elevar um ponen o preco da carne es
lit auloruada para bao), par remover cssasdidlrul-
dade. Mas nao, cmetleu o negocio para a assem-
hla. c nao lomoii conhccimcnlo. O presidente nao
poda resriiidir o conlralo ; mas, fazcr alleraccs m-
hre o preco c a qiianlidade, crein que es nobre dc-
pulados podn] ver isl.....i conlralo, que em um dos
seus arliuos, .intonsa o governo a fazer alleracoes,
a- quno- ereio que dcviaui seralleraciio un prern. c
na quautidade de gado. N.iu o fez. lulo sei porque.
O Sr. Mello Bego : Sr. presidenle, cu Icnhn
uiiubii- diiviihisem vnlar pelo projeclo, porque o
acho ocioso, o cinqiiauln a cnininian me n,o lirar
e-.a-diivida-.....sar-lhe-hei n motivlo. Eu cm
aparte diste au iioluo depulado, que das paiavras do
prembulo de parecer da commlstao se dcluzia,
que an presidenta cumpria tomar as providencial
que o cato urge ; porque diz o parecer : ( hl).
Siippouho, que a quesillo he luda adminislraliva :
o contrato prevonio ot casode secca, peste e guer-
ra ; esc se di um desses casos, ao governo compele
aitcnder is rectamaeootqueoa eonratadores Ibe i-
zerein. A Ici que iinlori-ou im sov cnni a fazet csso
contrato, diz apenas : (le).
O enverno cnlendeu, que o mcio era esse coulra-
lo, o ronlralo nao fui ainda approvailn pela asscm-
bla ; porlanlo o governo eatava no cato de allender
lisrcpreaentacAea dos conlraladoras, e o escrpulo
quo elle leve foi mal entendido, porque osle nego-
cio he puramente administrativo.
Nao quero entrar no exame -e li.t.serc ou iiho ;
untar que se se realisa alsiuna das ex-
tinto, etU 0 presidenle auluri-iidu pa-
s alleraciM-s e iiiiidilicaci'ies que jul-
ear conveniente, cquo por bjto naodeve esta as-eui-
bb'......cupar-te I.....i c-sc negocio. Se eslou cm erro,
devo ter esclarecido.
O Sr. Baplhtu : Sr. presidenle, a quesillo lio
batanle delicada. No sincero desojo de llvnr a po-
pulaco do Recitado um mal que ella soll'ria, rnn-
roccionPU-SO a lei, que den lugar 0 controlo. Ilnje
apparccem novas red unacOescontra a eiwucao des-
se e.....ralo, e lodo, mis sabemos, que u nuil que bn-
jopetaeobroi......miara., do Recite, he enorme-.
Parce, pulanlo, senbote-, que em que-.....- de-la
nalure/ii. no.-ns alleieis, digo inesnio i.ns-a- friiquc-
zas, devem licar fiiradesta rasa, e devemos fallar
com lodit a tinccrldadc de noMM corecSes. 8e
queslo bedeliead., peni mema, para II.....mais o
DUI-me foilcmente o essa le aipn
..ovineiiil, e acunpanhei cum Sr-
i o constancia o nobredepulado que a impug-
; mas, na assonililcu seral, eu live de dizer al-
as paiavras em fav urda cxecucilo dessa lue-nia
C.....pre-nie pulanlo, cv|di.ar-nie com luda a
53WT
ra faier-ihi
!
meu
olio
foi
lei.
clan.....
Na attembla provincial cu nicoppuz a adopi.au
de-la lei, invocando os principia* dit siiuiiciais.....u-
iniea : na astemblca gcrnlcudltte algumas paiavras
em favor da lei, coiiriderandoa quettao emrelacfoa
comlilulcflodoEslado. Porque,querem algum,que a
conslilulcAonao admille a me.....reatrircao na ple-
na libenlade de commerciar, opipiao que cu nao
-igo. ,V ene respeilo, lenhoret, eu digo que lenho
niiiil.iis opinin. Ainda nao live occasi.in de vculi-
la-l.i, ,i.....Jas as -as ...nsidciaccs fundamei.lao-,
mesmo porque c-ic recinto naohelugarproprio
para itM. Sao qucsloesacadeinicas. Eu nao admiti
.......icnei.i. principios absolutos, o digo, que essas
prelencoettioinruinpaliveiscuin oserluunaiio, que
he minio aei.nliada. Al telendas se lornam compli-
cadas na applicacilu deteus principius. He senque
einrclaca......Iiopcl de circumslanciasquea|ipaie-
rem, eo'nde o lodo se faz maU Confuto, he em com-
binar cada una das hv polhaet, que os princlplw
devem prever. Apoiaioi. I
Examinando a lei que lutorisou o ronlralo, o o
,......alo une he [lilao dilla, eu n.iu enlro nos fniida-
illraln;
pie nao
-mo contrato, .porque, como os" ormlraU-
dores sto compradores forrados, los criadores eeto
lamben] impondo o te elle nao impoieatem seriam
un ineptos muilo grande. Se ellos ale tajtW-
sem nao Iciiiun cuuiprelioudiilootteui inloressem...
I Ha algitm aparlei. )
I) Si: Bapliila : O quo onlcndc o nobre dopu-
ladopela palavrapormim cnipregadii'.'lalve/naiilbo
Icnha soado bem, Ibe leona ferido o -enso audihvo ;
iipponha que, quando eu digo impar, on-
lenda a nrca, a violencia.
Nao sera impar .iprovoitar-aa da ordem natural
do- ,-ironledmcnto, para disto tirar vantagem T
Quando o genero abuiidiivo, o criadores eslavom
do pciorcondlcilo, porque linham necessidade de
dar sabida ao seu produelo : hoje, porem, quo ha
folla desate produelo, os criadores estilo impendo.
Ainda, Sr. presidenle, lenho de faier um rene-
sao ii respeilo do projeclo, o nessa parle lambem le-
nho do aconipanhar ao meu nobre amigo o Sr. Ma-
noel Cavalciinll. .
(larl.idodoprojeclo.quanloamim, nao osla
elaborado de um modo convonienlc; porque, como
urna cautela o precaucan para que nSo| oppareca i
falta sbita dette genero de |iruncira necessidade
como lie a carne, qttr a commissao que os ennlra
loros conlinuem pelo" espato de domneles torne
cer a carne, matando apenas metade do gado a qui
cram ohrigados. Sem duvida esns quarcnlas rezc:
moras hilo de ter vendidas a 2l0tt, c essa peqiieni
quautidade, que nao chega para o consumo, ha di
ser vendida por esse prc50.uo passo quo 0 mesmi
genero lera de vender-se a I ii .- 41 palaras; c qual
ser o rcsullado"! O quo devenios esperar dessa 11
dida / E ser essa carne dc2t!lupara ter rendid
pobreza "! Certa quo nao; porque a carne de 9K)
ha de ser para os amigos para os aucr,oadas c com-
padres dos roulraladores...
O Sr. .1/iinor Caealranli : Ou para quem Ii
ver mais fnrea para Invadir o ac.ougttc.
o Sr. Ilapliila : ieremos de lamentar secna:
lasliniavcis, o lalvcz incsmu so rcaliscni os reccios
do nobre depulado. Neslc caso, acho convcuicntc
queseja rcgeila.ln o artigo, ou alias, quo sejam os
ronlraliidoics ohrigados a matar o mesmo numen
de re/es ; u eslou quo islo miu ha de adiar imiila
repugnancia da parle da rnmtnissao.
Su, rslii-, Sr. presidente, as ideas que do ilininen-
lo meoccorrem itverca dessa quesillo, alias delicsda.
Chamo, pois, a ollenciln da coinuiissao sobre o .111.
i- do projeclo. Ella que reida bem, que .. 11111-
laretn-sc III rete*, para sercm vendidas a 2#()0t) rs.
a arroba, mi ebegando essa quanlidade de ga-
do para -iili-l'azer as nocessidades do consumo, val
ettabelecer urna detharmoaia no mercado muilo
sensivcl, e lalvez que al fatal. Se DO correr da dis-
cussau me occorrer mais algum peiisamenlo, |icdirei
a palavra.
O Sr. Presidenle : A disciissao Dea adiada pe-
la hora.
C-iuiiuiiiic.ui da segunda discusso do oreanmle
provincial.
Arl. I i, com as emendas ullercci.las na tetrao
anterior.
Val a mesa c sin apeladas as togulnlet emendas :
,, An arl. I i arrescenle-scE com dual ra.leius
nofirtorier, arado unta na villa Helia, c oulra no
lugar que for mais roi.veiiicnlc, nao pudendo gas-
tar-c em cada urna dellas mais de HKKKSj aug-
menle-sea verba nesle WOlldo Pues Brrelo. >
a Ao arl. H, na palavradclciiraoacrrscculr-
see cudrias do inlerior a quanlia 0030*00.8.
H.Firmina de Mello, o
OSr. Pues Brrela:Eu pe.li a palavra pora
juslillrariima cm.....la que iniindei a ine-ii aitlori-
sau......governo para iuilini.ii.ar o arrematante da
eadeiade (,,,1,11111.,, -eguiido o queja foi vencido na
casa, O Sr. Mi.......I Cvale.inli quando fallan nc-la
malaria disse, que nilo sabia se com cll'cilo essa in-
deinnisiie.inlinliasidn aulorisada; cu enlilo |Kli a
palavra para mostrar n que houve i este rotpeUo.
(lairciniilaiiledanbra da cadeia de t'.oianua pelio
a esla asscmhlca urna iudeinuisacilude XiS-msii-.
pelos prejui/os que snlliera na factura dessa obra :
a 1 miunissiio de obras publicas, 11 quem foi este re-
querimento remellido, reeaoheceu queo trrenie-
I.111I0 linbii enm efleilo soffrida um prejuizo, loda-
via negou-lhea Indomnlsacio. Entretanto ene pa-
recer em .li-cu-slo. eu ollcrcri a seguinte emenda li
sua con. lusa..he a ci.muiissao de parecer, que rc-
eonbe.idoo direilo do peticionario teja a sua po-
licio remcllidaao governo pura alleude-lii,.anno be
de juslica. E-ia emenda fui pprovada, c remelle-
1.....-e ao governo lodos 01 papis concernenl.s a
osle negocio; masogover......o encontrando no
orcainenlo nina quilla para esta despez. negOU o
paga.......lo que o aireiualaiile lile requeren ; 11 vis-
1,1 disto parcee-inc que corre obrig.ie.'io a attembla
de marcar esta quola, e be etta o lim d.i minha
e.....n.la. Nan te nata pola de urna 1...... nova ; a
attembla ipprovando minha emenda, nao faz mais
do que-aiiicioiiaroquc ja decidi na seMtO do au-
no pintado, lainhem .lucilinas paluvras em jn.li-
licaciiu de nina emenda que mande! meta, e que
foi........ida ha pouco. Exisicm diversas emendas
J-- 'I' '"'
ente aquella que designar alguina queda para
.....iliearoslugareaero que ellas de-
1 contra o arbitrio, ja me te-
dio por v, 'lad.......le seulidii. sempreme
p|H)nho 11 que ,,,aceda arbitrio ao gOvartW p>
em em u: qaando nos veinosque a ne-
ce-idade de eadeias no centro he liTo roconbecld*!
quando lodos 01 presidentas a lem rcconltecido, pa-
rece-meque nflo devemos rcrciar quequalqnc iiuc
seja o prndenle que tenhamos, deixe ,1,
cer essa nece-sidade, deixe de mandar constru, un
cadeia era cada un dea lugares que as circuosla
cias exigirom c que se llver rcconhccido sercm
mais necestitarios. Eu eslou ronvencidissimn que
ama cadeia cm Villa Bella, he muilo necessuria
mas por estar convoncidn disso, enlendo (ainbciu qui
nenliiun presidenta, pode deixar do reconhecer essi
necessidade o que por conseguinte no lia precisai
de que se fac,a essa ,lcsigiiai;o.
Sr. presidente, proniincio-meprincipalmenlc con
Ira a emenda que designa urna quola para a eons-+ac
iruccfto de ulna cadeia em Ouricui). Primoiranieii-
tc o como jn anles de houlcni foi observado nesla
casa pelo honrado membro o Sr. Manoel Cavalconli,
depende da a|iprovacu du asscmbla gcrol um pro-
jeclo creando pina nova provincia, a qual comprc-
henilcra necessariameulo a comaira da Boa-\ isla,
alcm de oulros lugares do centro da Haba, Minas
ele.; um projeclo quo ha lala a probabilidade de
que passe duranle a sessao dcsle auno...
O Si: A. de Olireira: Isto, neg cu...
O Sr. Burrai Brrelo : E cu lenho razo, pa-
ra sup|ior o contrario disso, lenho razao para mo-
rar que elle passo eslc anuo ; pnrconscauinle licita
enerar lamben, que a cimarra da lloa-Vislii Icnha
esto auno do deixar de fazer parle da provincia de
Pcruambnco. Eu pois que, nao quero concorrer d,
modo algum para que parlo das uossas rendas sej,
applirada a nina comarca que brevemente dcixnru de
fazer parle da provincia de Pcrnainbiico, voto con-
tra tal emenda. He verdade, Sr. presidenle, que
podc-sc ohjeclar de um modo favoravcl a emen-
da c vem 1. ser que so he exado que a comar-
ca da lloa-Vista deban esto anuo de fazer pirr
las cousas, quando determina, naescolha das garan-
tas indlvidtiaes, que lis eadeias serSo clara-, \_
pus, segura e orejsda, mo elisio senSo oque da-
se. Ha custodia, que he urna cadeia de pi
quando ojiomem que est respondando a um pro-
cesso, est, para a-siin dizer", em una prisao prc-
vcnllva, para receber um julgamenlo, que bem \n
de -ei-lbe favoravol, pois que todas as smpciliK,
quo pc-uni eobre elle, podem desvaiiccei
ser declarado petos tribuuaes como nnorenle. A
minha opinian paranlo lio osla : que a ne,
nulo,
la p.
fazer cade
ido diversos I
tria e desi
sel se as de-isiiaec- leilii- su.
le-, Sr. presidenta, nlnguem
., necessiuadodoquepeoilil
islam cadeia nos lugares on
exislem, o. preso, si.., on-i
I date mullas vetes as auto
guarda-tos em troneos, o q
lei......10 alea huinaiii.laile
turado eadeias no inlerior I
' quem o possa negar ; mas qnaes slo .s. Iu
mais neo-ssi.la.le lem deatet edilicios ".' O
dcOliveiraiioscii relalorio iipresenladu a
-'embira na sessan du ailo pastado lenihr
mu-1, lili,ludes, que 110 seu eulcniler di
preferidu c o Sr. Ribeteo referlndo-ta
lalu i. evpiiine-sedo niodoscguinlc (le)
110 interior
re-. Bu nao
'le'iviu.i de reconhecer
srlorda provincia ex-
ilie esses edilicios lio
.11h1.ii 111 casas imuuiii-
ladi- silo ohrigadasa
henlos conlrario a
Por lano, que a tac-
esta ,1-
11, algit-
l.l'i, sel
da p.
de
ovlucia de Pcrnamburo, devo Irauqiiil-
de que nao se ha-de uaslar dinliciro nl-
>m a ronslrurco da Cudcia, por que se .1 ro-
d pertencer a Peruambuco, prcsiden-
dar fatet urna obra cni enmarca de
ria. Mas, senlinres, eu recele que I
ipie um nobre dCPO-
ileia eslava pr.unp
le algum 1
oulra pro
cadeia j estajo prompla, |
Indneni uparle no disse qu,
a, c.ej
ndinhelrc
lirei nada
llirei tal
1 volar pe
isa "suve
u que
nproll
lo assim Ii
ciionicnle para a
sobre este objeeto.
,Sr. presidente, q
nula do Sr. Pac 11
fazer una indi
de gastar es-
vincia. N.1i
,11 disposli
que nulo
Jos I.
z
asa ja reco-
io (pie sol:
On
do
immiasao enlendo
legitimo para a I
muslo considera 1
lenta, comidera 1
tiiccumbit ferido
Senbort-,
rar a pode.
oaataque
le teja -.su
ru ella na<
jhcnroarei
pilo, meu 11
uiiiilo grav
.Maseniqiuii
lo me min 1
c dar lice
O Si: V,
Td
.....
a invadir
rigia a pn
didaoam
snu rapaz
com o 111
trato. A
ronhecida
Etijul
mo, em con-equcncia
m infundado, mas que
imagiiiacao do esl.uli-l:
DCia. Bu desdo que se
atrasado, emprcgueioj
em lii
. que
liscitlii
H.....a
mlldo contrario
esle rcs|iei(o y
aii,
ib,ie- pndein nao qu
11.iu qneieieiu vaiuiar ao .
naterones gratuitas.....
1111 Si: Depulado : A
..ui|.l.ir;n..
),iai 011 US
trato, Inda
que
.mliala
riiidoif.
iss, M,
e-la dizen.lo
le um ,1.1,1,..,.
olieenu
uliio di-
oslo me-
i d........
crsacnc-
anugos,,
ninlias id
>s de lodos quanlos inniiniinicain cninign.
o conlralo nocivo, e se algum lempn rc-
_. :1a minliii inlelliueiicio, |Kir ver que as min has
oppiniAca nan eram seguidas, buje vejo realisado
ludo quanlu cu receava de prejudicial ji'cslc con-
trato, em que si leve parle o presidenta que enlo
eslava na provincia. A casa ronliou este negocio ao
governo. Em virludc da Icnibranca d'ellc a lid res-
peilo, a '.si so taz proporcionar-lhe os mcios para
elle dar algum remedio a esse clamor que enlao exis-
lin: niln Im puis eunlradieco nciihuma no mem-
bros d'esla asseniblca. Eu vol ie.lciraniciilopela res-
citio, uiio por autorisaco. Quero dclcrmina,; 1,1,
quero que se rescinda esse contrato. Se eu nao pro-
puz ja a rcsciiiiu, fui |K.rquo receava reclainae,,,-
dns eonratadores, mas buje que elle pedem cu de
muilo Iwa vonlade acedo, efacoo que elle, pe-
den. O conlralo, ereio que lele n.iu he preciso de-
uiniislra-lo, lem tillo prejudicial ao povo, c poder
ser prejudicial al oos eonratadores. En pouco me
importara eran a condirn dos eoolratadofee, por-
que cites so suhjeilavain netso coulralo. Soemlem-
pae v.iiilajnsos elle poderamlucrar, deviam per.l.-r
ll'etle leuipii. Se fus-e su a na parda pouco mo
importara ; mas o caso pede a resciso i\o contrato.
Os al rematantes luai dr ver-te em siamle- embarii-
eospaia puderem eiiuiprir o eniilralu, porque esle
,'o,.lr.llol.euuiab-,ird,l...... .:l,"ll..,i|......ua........
Embora tedigaqm.........uros paites ba estas.....1
Iraa roasas s..,nidliiiui,-, que se h ,uera ss vezes scui
ii.-nl.uin ..iiheciuiwilo para esculpi, lie porque la
te dan mitra, eiieiun-li.....ia-, que lijo exislem 011-
Irenn, uue_estara.is acosl.nnailos 11 lihenhule (I
xu
clusio.
fado da
cinlia-
,lc lima
1 pri.ci-
ine.....-.Liparecer. Eu
masosfun.bimenlosil.i
pi'iilemcuii-liluii inoliv
que he o parecer. Ac
teces cuno um relo ev
ladores cuino dovend
torea maior; a metma mi.....balo admille
po da lula viva e porfiada, que existe culi"
dores e os contraladorea, dizcndii que, no Inleresta
doi n indure- esta linjo cnipresar ludo- OS inein. ipa-
ra acabar com es-e contrato; e por consoguinta,
daiflii lem ri~.ullii.ln eiubaracus ipia-i iiveiiciveis
pura iiscnnlraliidoics ciiinprirein as coiidicoes do
conlralo. Eu nan cranpreheiidu estes dous princi-
pios simultalieamo.....: vej.....Mino que ha una
impotsibilidaileera contidera4oi laca ; porque, se a
secca evi-le, nan be iicreililavcl que ..criador lulo
quena vender usen gado para pcrde-lo ; pulque su
evi-ie a secca, o porlgo lia emiuenta, e ellos 1.....la
nio enlouqueearam para lulcldarom-te. He precba
tuppor-te un I.....lem lonco, para chcgiir ao ponto
.lena,, vender os seus gados, deiva-los perder, e
perder ludo...
O.SV. Manuel Carutmnli : Mas faca .nenco
da.lilliciildado.lnlriuispinlc.
O Sr. Buplislii: Pois bem...
(lia dietrtot aparte*.)
O Sr. Baplitln: Eu pero aunoblesdepuladns
queme nio Inlerrompara. Es-a objeccSo do nobre
depulado nao anecia t roeu nentamenlo de modo
nenliiiiii. Eu concedo que haja esta i.....ossibilida-
do do trausporlc ; entilo ressn a segunda razan da
committfo ; eni.iu as gados 11S0 deljaro do ser ven-
didos por urna Iota Invada entre Ot criadores c os
coulraladores ; nao he esta lillia do calculo, mus he o
resultado de urna Impottibilldada. Por i-so eu disse
10 ochava nielo de combinar raznavelmenle
iil<
esses dous fundamentos do parecer...
O Sr. Aguiar : Puis me parece que li
razoavol, sem grande esforc do inlellgMcia.
O Sr. Buplhla : (Ira, eu quero moslriu B0
m,l........potado um mcio justo crazoavcl de coinhi-
11111 os.lous fuidameulo. E sabe como cu posso
combinar oa dous fundamentos, c com toda a fran-
queza c verdade, que nao sen. a verdade objccliva,
mas nesle casosubjeclivu .'
Nao Oliste secca ;e lodos os terrores, lodosos ma-
les, lodosos inconvenientes quo lem apparecido, san
i, r.aullada dense conlralo, como disse o nobro do-
puliidn. Porque, scnhqres, quando se me dizio quo
u eonratadores cslavam iinpondoo preeo 00 cria-
dor, seinprceu duvidei um pouco desse fado, pul-
que arbiiva iinpossihilidailc nelle : purquo nessa lu-
la de inle es-es suppuuha sempre o criador era|inc-
lliores condicoes ; |irque-b,islava allender-so que
oscoiilraladuieseran cunipriulorcs furcudo., linham
ohrigacilo de cdta|>rar iiuiii corla quanluladc de gado
para malar, lano mais quanlu sobre elle- potavaoi
mullas valiosas. Esle re-ullado, pnis.linhii dcappa-
roccr.inais ende OU mais larde: os gados ahundariuu
em razao das chuvat, e |K>r cousoquciuia a condicao
da-.....ilr.ilii.b.resr.ii-eloinanilniiiaisr.iviiriivel. lato,
IKiis, est na ordciu natural da- cou-.i- : nos dcvia-
m.is conlar com esta lula. Perianto, Koje, a propor-
co que vni filliiudu u gadu, 11 c.uuhcao dos c.....1,1-
ludurei rai-ta linnalide petar, e por CODteq......111
mais iusiiperaveis M dillieuldades para iiuupiueii.
o contrato. Por este lado me parece, que a recMo
,l,i enul1.1l,. be buje nina me,lela de nuce-idllde pu-
Idici. Se por ventura csnas dilllculdade-. buje eni-
hnracam a execuea...lo conlralo, o ., liel .uuq, "
,llrejoji.exisle
illlillil e-la na- n
ir lauln cscls dous
ule
|U,
dizi
rcumsl
Seriii-l'iilliad
e llio-l'.uiuoso.
Eu'nilosci se Hin-l'onno-o he
cita de cadeia, mas tei que gen
siisiirruiiislan.ias. nao s |.....|
casa que pu-sa servir de pristo
lia cid,.....Iguma onde tojam
dease lugar, que Oque em di-la
lesna.....
I lia nlgiim aparltl
O Sr. Fue* Brrelo Nos 11
eadeias em Inda a parle, mais c
,1......."essidade da cadeia na Villa Bell
vida nenl......11 ; pojemos sem inconvi
mu essa villa.
Iiu oulra emenda designa o lugar dcOurirurv :
nao tei te esse lugar tere mulla neeoasldade de una
cadeia: te ii". lives-finu. iiiuiln dinhfiro, cu nao
leriadiividiifin volar pela emenda, porque sera
muilo cunvenionlc ter eadeias em lodas as povoa-
c'eie villas do Inlerior. Im nobre depulado me ,1-
uanea que Ourlcurv nao lem grande necessidade de
cadeia, liorgue en. un. lugar que nu lica distante,
cvisle 11......a,lem segura, C ni
iliigarqneiiiiiisprc-
-liilbada e.l:, nes-
b.........'.....i"
como porque Oto
ccidhidus os presos
iciii de menos de (l
, podemos lerliou,
i., que a retpeili
, nao ha dil-
ucide deis-
de 90 b"
IS pil
ib. vilo; en
Dtfula
:ll
:N'
h.
,1 ,
I"
ostra-
,rt
que lem
atente que
11 jiilgiinie
l.i- e-las obras, se li-
las nao liavendo, he
pilleas mais ncressa.
al .leve ser preferido,
I llin-Knrilin-.....
uleanli:Eu deixo, o arhi-
i.lhi.h.
pros,
f",
liba.
o Sr. Pan Brrelo Ha
vej que o governo do Cear c
sejam alli recolhi.lo ale an
rolarla porque se lizessem lo
vesaemos mcios para bao,
preciso que nns liinilemos son
ras; be preciso pois taber q
se, ,Kireve,|,l, Un'
O Si: Mana,! Va
Ilion,, presidenle....
,; Sr. /' Barreta :-E cu 1
Villa Bolla, porqoeo pmldenlolK
ijueliheiiiilispensavelina cadeia
.loque .nii.iguiir nula idea q
presidente, comludu se
qili/eiein e-ll designara, .
no raanlo nn sei que recelo possa haver em desi
nar esle lugar quando ninsueni cu
dude, c o presidente enneorda, c q
bem que nao ha |w
aonde possam ser n
Vm Sr. Depulaio:-Hi
Villa do Flores, que buje ni
marca....
> Sr. Paei Bturelo :Por lano c
ignarte Villa IMia, c deiur-ee ao 1
rolha do oulro lugar.parcce-inc que isla no caso de
ser acelU. Acho larbemqua iiaosedcvodarniuito
dinheiro n.u.ie.-a- cadeia-, min precisamos gran-
des cosas do detentan "" interior, basta quo Icnha-
mot casas seguras, o que oflerccan iilguiniiscoiumo-
didades aos presos. K:IMMK; rs. parercii-ine ba-lan-
e-.e lln), lie i-lno quceu quena dizei.
1 mesa, o lie abalada a segrale emenda.
Ao artigo li arresrenle-scl'ie.iudu o governo
aulnrisa.lo desde ja mandar pacar a lodomnisecad
deHl8sOW rs. ; requerida por Jos l.uiz da Bilva
Barla, arrcualanlo da cadeia de Uuianna, cuj)
diieilo Kconhcreu esla asscmbla na sessiiu inis-a-
da. S. 11.i'ur Barreta.
O Si: Pan Brrela lequcr para rclirar a sua 0-
im nd.i aprotenUda ., esta artigo, na se-siiude lion-
leni, lieeica do me-iuii objerlo da emenda que'ora
,,|,ie.enl,l.
A .a-acnnc.n.
o Si: Hur,,. Brrelo : Sr. presidente, eslou
que,;,;:;-;:
nao raen mai
sla no relalorio ,1
re depuladns ni
cu nio insistir!
inlesla 11 necessi-
nido lodos na-
de lili lesna-,
s presos de Paje,
ia urna cadeia em 1
lie mais) sede da co-
ll idea de de-
tdenlea ci-
ta silva Barbota, cje dirallo ella
nheceii na ttelo do auno patudo, i'.
stu nao pede haver dovida algum!. A casa dele
nuil que e-la iiuloninisacilu fosee fcila, a quanlia he
insigiiilicante, creiu que nio pude Imvci icpiignaiuia
da parle da cata em desigua-lo.
A vista deslus rellexcs, ereio que eslou habilitado
11 volai emita luda-a- einendii-, menos a que Men-
cione!.
OSr. Firmina de Mello iQuando na ten do
lionlem Indava-sc de urna emenda, relativa n .pio-
la neeotaria para urna cadeia em Ourlcurv/, e na
oecaaiao em que a inuuignava um dos honrados
inembros desia can a Br. Manoel Cavalcanli) que,
ulfiii de oulras. rhiiiii.iva a alleiieu di as-einlda
para a conshlcracao de que 11111 projeclo so dizla
pndenle da ddalo da asscmbla gcral legislativa
de Imperio, o qual llhha i>or lim a creaeb de ama
nova provincia no centro, ellmlla desla rom ou-
lras provincias visinhin, ,i qual cm pnuco lempo es-
ta loealidade iria pertencer; eu, dominado pelos
principios e sentimentas de utilldade publica, sem
a qual nenbumii Ici devo ser confeccionada por esto
asscmbla, c que o legislador 11,1.1.leve ser casuista,
ma- que as suas cuicepcies devoni abracar, alcm
de principios certa, normas geraea, e mais que lu-
do, |ielo anlonfe dirallo do ter selMeila no inlerior
da provincia, e mais parles do hnprnn f-la iieces-i-
dinle emincnifiuenic garantldora dn- dlreilos Indi-
viduaos dn cidadiln brasileiru, rciommcn.lii.la pelo
S I arl. 170 da contL do Imp.; alm de mitins ti-
ce o honra de dar n teguinle aparte, quand., orara
o hmiradu meiiibroentretanto r la frita.Islo piulo, no correr da discussiu de hoje
na pule relativa referida emenda, vej.. que o dito
mea aparta rara mal Interpretado pcb> nobre depn.
ladn.qiie se uerupiiu deala queslao o Sr. Barros Br-
relo ruja interpretadla por indevota julgo nio de-
ver passar sem reporo.
O nobre depulado, a quem por ultimo me refer,
tratando hoje dessa qucliln, nulei queapreciou mal
ornen aparte quando 0apredon na parto relativa
aquella parle .1,. emenda, que aulniisao governo
da provincia a comprar nina ca-a particular na villa
dnOiiiiruiv pura Ibe servir do cadeia, porque es-
Iraiihnu que cu Ibe live-c dado acqulesconcia,
quando diste que o beneficio jn ettaea feilo, cnlen-
dendo sem duvida que estatd felloK nliic-
li.i a ea-.i. pura cuja cumpra se uulorisava ugnveriiu,
a qual j estar /ala, o por hno onlendla quceu
aciiavaconveniente a anlorbaeao, qu.....ln polo con-
lrario oulras eram a-ideas que me ,I,,111111,n,un na
exprettio do aparto, nio s,i pelo ncinia referido,
cuino porque julgo nennvenieiile a cumpla de casas
particulares paraservirem de cadeia publica, por-
que esla, demandam muilo maior leguranea, do
que aquella enm que as mesillas casas particulares
s.l,i tallas.
Por honra do mesmo nobre depulado cump.e,
I'""..... declarar que esle equivoco me parece pre-
veniente da 111......11.1 |kii quo me exprim relativa-
mente a inlelligcncia que alguem, assim romo 11
nobre depulado, poderii dar..- duas parle- conUdat
na emenda,.' nao por falla de detallo de I.....Migeneia
do nobre ,1, pulid,.. E assim julg.....1 explir........
casa o meu peusamenlo de una miineira cuuve-
iiicule.
O Sr. Ilapliila : Sr. presidenle, a queslu,
quanlo a necessidade de se edilkarem cadeia em
diOerenles pontos da proviucla est fon do terreno
,ia discutsao, porque lodos estilo de accnnln ucll.i.
A quotllo, porlanlo, versa iinicaineiile sobre o de-
signar ou uiio a asscmbla qnaes estes lugares.
Creiu que esle he o poni de controversia. Dillc-
ente- raides leem -ido Iraiidaa a disru-.i,. em favor
de oulra iqiiuio ; cu, puis, direi o que pens a es-
ta respeilo.
Creionucas raines do maior populacilu. de maior
ou me..... prognato as diOerenles localidades, nao
veeTO para u caso do que se trata.
lie preciso, Sr. presidenta, que lenhamea perfei-
tn coliiieciinenlu do que se passa culie n..s. Eu nao
sei, nao posso coiivonccr-mc, como liajan juizes de
direilo em dlOerenloi comarcas quo se lennam con-
servado al buje silenciosot, sem dirigireui duTereo-
les icprescnlaeici a respeilo da iicressida.le palpi-
Innle que ciiconlram na adiiiiiiisliai.o da jutllcj.....
Cm Si: Depulado :loeiii representado; e suas
rcpre.ieiilaecs leem sido esqueci.las, leem sido se-
pultadas no p.> da secretarias...
11 Sr. Bapli-lu :-Eu siulu o peso das considora-
coes, que, de alguma sorlc. me prohibem nao dizer
ludo quanlo tinto a osle respeilo. Pacto de urna
importancia i......orna se pastaru ontae nt, a que
mo servem ralo de vergouhi notsa. Eu direi
pouco. Quem bavera cni Pcrnniibucu, on lalvcz
em ludo.) Brasil, quo Ignoro que cutre mis os ini-
ciados cm oriines nao idi.iiicavcis, cm otdiuer.......-
lugares do serllo, slo procestados, algemadoa .' Que
por Ma do eadeias sin mctiidus cm Ironcos, s,io
liiilur.i.liH'.' E ou a juslica da de cravar o punhol
das eadeias he urna necessidade indispeusavet, eiiiu;
ossa necessidade, a ser salisfella, .leve coinec.u nns
lugares mais tanges, porque quanlo mai longc,
liores os pernios de fuga, matar a fociilda.le m
(nriurorem os preso, matares as violencia, tea
que dellas as autoridodes Ha capital Icnhan eoaht-
rimcnlo; em urna palavra, mais dcsagradaveis tor-
turas o mesmo maior luljlidadc. He esto o mea
peusamenlo, que cu enuncio siniplcsmenlc, e que
vir de justificar o meu vol a favor da emenda
duSr. Augusta de Olivcira.
O argumento trazido a respeilo da divisflo da pro-
vincia, he um argumento, pora mim. que mu,, ;,r.,.
va ; be um futuro todo incerlo ; lie urna cousa n,ue
est para vir, e com que nao podemos conlar.
Mas, Sr. presidenle, j,i quo se loca nesle poni,
pcrmillam os nobre depulados que ou diga lian,,.
mente a minha opiniau. Poaso estar em erro, e mu
sao as minlia- tarcas soladas, nem o meu vol ci-
clulvo, que pndeni decidir dessas couas; ron,
, "ii, o meu vol, e com as miuhas torcas a provincia
de Peroambucu au se ha de dividir. Posso oslar
em erro ; mas, quando se diz que o numero dos re-
presentamos das ilillerenies provincias, que a feral
numrica he que g.iuha matar tarta no parlamento;
quando est boje na tendencia de todos augmealat
Icrritorio, augmentar as suas tartas; quanos
as cousas raminbam para nos di.rein a Hsongeh
peranra de que a notsa provincia ha de prosperar
bstanle, de quo asnos-as renda hAo de augmen-
tar, do que nossos meios bao de chega r a corlo pon-
to ; q 11.1 le I" IciHOS .'-peroneas de que e-I l a I ,. de
ferro e oulras vias de enmmunicarao se Im..nn. a.
qnaes possam produzir a fcrlildade de certos tusa-
res ; e, 1 amen le com o meu vota uto bel de concor-
rer para adivisaoda provincia de Pernamhu, Se
ulguma |,i,,mi 1,1 bmnei,pese julguecora tcniliilr,.
rio de mais, e o queira dar a Pernambuco, en acci-
1',,1 i.mi", voto para amiexar, mas nao para dividir.
Posso estar cm erro, repilo ; mas he minha opihiat,
Julgada a malcra discutida, e tendo o Sr. I n-
mino do Mello retirado a sua emenda -relativo 1
cadeia de Barrenos, he approvado o artigo subrii-
lulivo doSr. .Mello Kegu, com as emendas do Sr.
Augusto de Olivcira e oulros, c hera assim rom
dos Srs. Manoel Pirmino c Pues Barreta, quouloM
arrematante da cadeia de uoianna, regeilad,i a ou-
lra do uiesino senhor.
Tendo dado a hura,
O ,S'r. Prndenle designa a ordem do dit. c leJ
vanlii asessao. (Eram 3 horas da larde;.
tana
o da luir
lia, ou cutan .
verdade, 8r.
recorrer a outr
eeasadoa para
melli.los depui
delicio, alimd
so de seu pro
do da fuga, ne
pos armados que
din unios da jusli
appareeioo para
rommcllcrciii lio
pilssiiul
VCIll s,
le, c dar
me hade lie,
denle. Se p.
apio
leselvago-
1. Islo he
rveniura so quizer
metas, ruin., o de remoller os pro-
cadeia da capilal, para sercm re-
qiiiiuilu r..r necessarin, au lugar do
ic.....pauharem otdlDerentat rerur-
m ; d-se, j nilo digo o resulla-
fallarci mesmo dos dill'crcntes gru-
,c npretentam |iara tirar o preso
1, mas sim o pretexta que lem
se tamarom vinganca-, para se
iridios. Ora, se estas rousas se
111 cutre luis, me parcro quo oslas cadeia do-
ser fundada nos lugares mni longiuquns.
lo mais tange tal' u lugar, quauti, mais d!.Imi-
te da capital, niaiorcs os pericos do pronuncia,I
v ii cni para a cadeia do Recita, matara o iiironve-
mcnics, c por Donteqaencla maior neressidude.....
11 Sr, Manoel CacakaMi:Nao he n-iim ; a
digo eu que, se porv entura esses iiiconvenicnles alo
verdadeiros, na comarca da ll,ia-Vila, romquaiilo
seja diminua cm populado, para se pouparem .1,
I, ou vii-liiuas |,m .111110 desle flagcllo, desla lur-
Inias, vale a pena cslabeleccieni iiniu cadeia. E
nos logara cm que bouvcroni 100 ou 300 lago nflo
O Si: Ilapliila : Eu respondo jii : ha grande
diller.....;a" nos lomaras dotariao. Em Naiarelb,
por exeiuplo, liacasa perros pretos, iiorqueeua
Vi, quando alli fui excicer a mu,I,a pronsato de r.J-
voga.lu: no Hio-l-'orinoso lambem ha nina casa can
,1 .esiuanca slillicieule para os preius ; lia can 11,..
,lall,,a-\i-l.iba nina ea-a de l.iipa. em que n.iu po-
de citar prono algum de mporlan.ia, itta be, preso
por ,11111c-, em que a -oeieilllde he ,,lien,lulo, c Ullli-
l,i inli'iessida na elle, lividade da |uinica,i. Mp lia,
puis, alli plesnulsulli desla ,u,lem, que llilli \ ,i |,.l-
a-alseums, OU para lllll li.uicu; de surte ipie,
luttnrn, llUjilMf-
iiilitio iu: n:n>\uiiii:o.
A asscmbla houtam approvou nm parecer da
......mii,, de piulcre-, para que sejam rnnvidodgi
ii biiiiiir iisscnlo os Ircs immedalos supplcnlcs, que
so seguissem ao que foram chamados.
Mandou imprimir, tendo julgado ohjecln de c-
libcraco, q tcguijite.prnjecol:
1. Artigo I- Pica orffosiaonie-ihrpiovnci.i aato-
risadoa empieg.ir as medidas que julgar conven
tes, alim de remover as causas que actualmente dif-
licultam iie-iii eidade o ahastccimenlo de carnet
verdes ; adnplaiido a respeilo do conlralo celebrada
em virludc do lei n. "278 do (> do maio do I I
o arbitrio que mois apropiiado llie nancer 11 -
luacilo.
t Arl. 2. Para a coiisecuelo de um lal lim he
aherto ao mesmo presidenle um crdito extraordina-
rio de SlkOOOB ; llcando revogadas as disposi, c M
conlrario.Angmto Frederiea de Olireira. s
Entrando no ordem do dio, adinu por ii horas,!
requorimenta do Sr.Paet Barreta, o projeclo n. II
acerca das carnea verdes.
Conlinuandona segunda discusso doorroincnlt
provincial, npprovou-o com alguma emendas, alo o
arl. :tl exclusive.
Verilieando-M nflo haver casa, fez-so scgundi
chamada, e recunbcccu-sc que se liaviom reliradoi
Srs. Portclla, Florencio, Catn La, o Alvcs di
Silva.
A ordem du dia designada para boje abrange,
alm do rstanle da anleeedonta, a primeira hcttj
sao do projeclo cima, c (crecira do do n. 16, qu,
approva a poelura da cmara nuinr|ial de-la cid*
de dcO de mata de 1811.
Honlem pelas t hnrat da (anta, no eaesdoCai
sm. onde se uchava postado una guarda de Imur
leve lugar o embarque dnExm. Sr. general Antn
Cnirii Seara, 1111 qual assi-tiram o seu sucressur,
Sr. coronel Irou.iscn Hulla lavares, a oDIrialid.,,
Hulla, e diverso individuos de sua.'un
Jira-
de pri
zade, de todos os qnaes se despedio S. Exc
eaudo-oi com signaes de seusibilidadc.
Honlem mesmo, pela manilla, fez S. Ex
ua dn commandodas arma da provincia ao
Sr. coronel Mana lavares, o qual o .leve I
cniquauln se adiar na asncmbla gcral, .
lomar analo, como rcprcscntanle desla sm
ria natal.
rele
ibtlll
me
CIIIIMI'MC.IMI.
Enibarr
ao wmiL si:. i..
1 h.mlem m
1
i
|l
n
re
u
rl
11
,1,
lc-
|M.r fmmratm, co
.....lal do imperio, o primeiro dcpula.l,
vuli.....por Pernambuco, Kvn,. Sr. manchal A*
TOMO CORREA SEA'BA I liedle uindosia-
ros Pcrnambiicanos iileirameulc seu.
Sen, peta gloria; seu, pela bravura ; seu, pida leal
dade 0.1 ninnarrha.
Soldado Pernamhurano nos dios do independen-
rio, he boje general du imperio, gao ltala ananol
una cansara hrilbanlc, senieada de bellos fel"
.l'arnias, c comprovada de brasileiiismo sem reve
so; pnique nunca a -na Adeudado falhuii em pnH d
iusliliiifics da nossa patria, as quacs goianlcni
Ihionucnnsliliicinnal du mais illuslrodn, do nicll
dos SOBERANOS. NoSr. marccbal SEA HA I
bcldia e anarrhiii lem encontrado senque una e-|
da : a liher.lade o o |u>vn, sempre um imito.....
Val elle descni|ienhar as funrrocs de legislad
tmentando |iela primeira vez a sua pnvincil 1
Eis ii honra mais subida a quea-pirava 11 sel
ral.....aqiial s,. haver cuno 1111111 uotobilidjdc i|u< j,
ii si deve todo o seu reuonie.
Para lio augusto fin, nos cnugialulomos pelo"
partida.....sondamos om nomc da amizade, cm n<>
me da palria, ipic elle sabe apreciar 1
Sejam-lhc as uiidii- pfoipena ; a providencia
guarde para o oslado, para sua Ilustre lamilla, l-1'1
seus amigos.
J. II. .SV.
i
m
H
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ru
se
l'J
S,i
Vi
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di.
il-
la
11,
0
a
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COMMERCIO.
Plt.VI.A 110 RECIPE II DE ABHII.AS.'I
HORAS DA TARDE.
Colatf.es oAlciaes.
Camino sobro Londres a d|l d. 00 d|v.
AI.FAKUECA.
Rendimenlododia I a 1:1 v**
dem do dia I i.......miW
I,VJ:TVI9*
Brigu
Brigu
MUTILADO HT
Deicarregamhi'ieVide abr!.
mericano Fairg farinha de Ingo.
niericanu Brand Hie dita.
Importacao
Rugue americano Brandy lime, inda de Fl
ddphia, consignados RnsIronRookcr Alainipan
iiiaiiifestou o scuuinlo:
ilO barricas grava, t calxa drogas ; a Bel
& Campanil
90
Vouli
i olgodne
ucs, 300 ha
hinhas, 1315 narriras farinl
niesiuoa consignatarios.
CONSULADO OERAI
Rcndimcuta do dia I a II
dem iluda II......
Has
has l'iil-
dos; O
W:X<^
WMIVti6
DIVERSAS PROVINCIAS.
Ileiidiinenln do da 1 a LI .
Id......lo dia II......
'!;


!~!

,|j-, roudnsto o saguiule:4,700 ufo com 23,500
liciiovn, hrigno hespanliol Industria, de a03 to-
nelada., oonduiio o nguinle:l>V30 aaero-
uear.
iHi.il Octano, de 393 toneladas
rondiuio osegoinlc:150'onelldas, luslro de
i, polaca licspanhula Flora, de 213 tone-
ladas, cnnduiip o seguinle: 4,300 sacros coa
ll.nno a. do assucor.
HF.CKBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RABSDB PERNAMBCCO.
Heiulimealo do dia H...... llllWtt.!l
CONSULADO PROVINCIAL.
Heiuliinenlo dodia 14......l:6t7S70B
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 1 f.
Philadelphte 31 das, brigur americano Brandy
tvittt, de 907 toneladas, canilao David Cormick,
cqulpagem 10, carga farrolia e ficudas; a Ros-
Iron RookcrAC.
Liverpool 41 dias, patacho hespanhol San? Atina,
to V0 toneladas, capilio Jos Antonio de Baitlcr-
rpcliea, cquipagem 0, carga fa/ondas; i James
Natio tahido no momo da.
Kio de Janeiro e porlos intermedios vapor bra-
-deiro Imptralrlz, commamlanle Joaqun* Salo-
m Ramos de Azevedo. Passsgciros que lova
deslo provincia para o sul, Pedro Jos Carnclrn
Monteiro c 1 criado, Antonio Joaquim Morarse
Silva, Jos Candido de Barros, 1 criado e 3 escra-
viw, desembargador Francisco Joaquim Gomes
Ribeiro e I escravn, Dr. Manoei Joaquim Fer-
nandos Eiras e 2 escravos; marcchal de camj>o
.Vara o I escravo, tcnente Jos Xavier Pereira de
Brito e. t escriva, Joo Valenlim Villcla o 1 mu-
lato, Dr. Manocl Heudes da Cunba Azevedo, Dr.
Jos Xlioniiiz Nahueo de Araujo c 1 criado, Joao
errfra Villeia, Misael Aludi de Figueiredn,
Francisco Piros Carociro, c 1 escrava a entre-
gar,
Ooin-rafilo.
Fundcou no (jmeirao para acabar do carregar,
a barca ingleza Conocer.
EDITAES.
ii Dr. Cmloiio Manat da Silva Guimariits, jni;
ilr direilo da \. vara cittl e do commtrcio ta-
la cidaile do llecife di l'trnambuco por S. M. I.
e ("., i/nc Orn i/uarde, tic.
Fajo saber aos que o presente edilal virem, ou
dallo noticia liverem, que T. de Aquino Fonccca o
rillio medirigiramjxir escripia a pelicao do llieor
Wgulole : Dtlenl T. de Aquino Fonccca g Filbn,
negociantes nnla cidade, que tendo mandado auto-
rsir,ao e ordem a JoAo do Mallos Costa & Coi upa-
nliia, do Rio de Janeiro, para que Ibes romprassein
1.100 sacras de fariuba (fe mandioca da primclra
sorlo, e as embareassem no briguo nacional Ser,
: mpriadadedoa suppHcanlcs, *e doqualcram cousig-
ii.ii.u-ios naquolla prara do Rio de Janeiro dilos
Mallos Cosa iV Cumpauhia, acontece quo osles li-
nssem a compra e reuiessa do eligido numero de
arras, na importancia de rs. 5:3189034, porm sen-
do ngonero de inferior qualidade, ja com mofo c in-
leiramenle contrario eiirommcnda o rocoinmcnda-
co positiva, qne baviain fciln os siippliranles : <
romo esta falla de i emprmenlo 'da parle dos sup.
plirados devn Irazer prejuizo certo aos supplicanlcs.
c estes 0 queiraiu evitar pelos meios legacs, e ossecu
raroseu direilo, requerem a V. S. se sirva ndmil
li-los a protestar eonlra a inciecuco das urden- dos
upplicanles, o por todas aspcrilosedamnosqiie del-
ta linuvcrem de resultar, com rilaran dos supplicados
por edictos com o prnzo de Ires dias, vislo morarem
em lugar sabido; aulorisando oulrosim V. S. com-
prlcnlcmenle a venda de loda a fariidia ein Icilao,
por conlae risco de cunto pertancer.
I'edem ao Sr. Dr. juiz do rivcl e do commcreid
issimlbc delira. E R. M.T. de Aquino Fonceca
i\ FillioNada mais se continua ein dita pelicao, na
(joal profer o despartid seguidle.Distribuida, lo-
ue-se por tenno-o pruteslo,.uo lendo lugar pin ora
a uiilorisacio solicitada em quanlose nao dor ciim-
primenlo a Ultima parte do orligo (18 do cdigo
......marcial. Recife 9 de abril de 1853.Silva tiui-
inarics-Nada mais se coulinba em dito meu despa-
rti, ein urdido do qual o escrivn que este sub-
rrave lavrou o lernflB de proleslo do Ihcor scguinle.
Tamo ile prottsto.
Aosl de abril de i>,>3, nesta cidado do Recife pe-
ranle mi ni e as lesloiiiunlias ibajio aasgnadas, di
scr.nn Tliomaz do Aquino Fonceca & Filbo, que pro-
MaMm, como da faci protestado lioham eonlra
Joao de Matlus Cosln A; (aimpanhia |>olos molivos
\ j>. nli. I..- ni.i sua |ii'ln;.ii) relro ; o de como o dis-
seram e prulestaram na forma da ilila pelieao que
lira sendo parle do presente assignarain. En Joa-
quim Jos Pereira dos Sanios, csrrivflo o cscroi.
Tliomaz de Asnino Fonccca & Filbo-Jlo l.uiz
HangclJoaquim Altillo dos SaniosNada mais se
ronliulia em dito protesto, de|Kiis do que me lize-
r.im ii. sop|,tiraula~ a replica seuuinlc :
lllni. Sr. Dr.juiz du eivcl e do cbnimercioOs
nipplieaulea vein ponderar a V. S. gneo artigo ti IH
nao Icm applicarao a esiiecic verlenle, visio (pie
Icm por lim regular as rcclainacOes, que possam Icr
lagar entra O frelndur o o frclailu por causa de dam-
.....ruubo, ou diminuirn aconlecida a iBirdu; cn-
Iretanlo que no caso de que se Irala, os supplican-
les pcdein a \ rula en) leilao da mcreadnria, que
fui comprada na ronformidade de suas ordeua,
que he regulado pelo arlico ttill do cdigo do com-
ineirio ; c nao versando a reclamaoRo Mdire nen-
limiias li\ pollicses, mas sobre a inferior qualidade,
parece que naolem lugar a villora, principalmen-
te ein virlude do 5 I' do arl. 213 do regulamcnlo
u. 737 do cod. coinm. ; o assim cs|ierani que V. S.
Ibe defira pela forma requerida, E II. al.E. da
Sil\a. Nada mais se conlinba em dila replica, a vis-
lo da qual profer o desparti seuuinleNa forma
requerida. Recifo II de abril do i"8j3.Silva Gui
mai.ios.Em rumpriuienlo de rujos inelis despa-
dio-se |iasson o prsenle edilal ( eniais doui de
niesmo llicor) rom o plazo de tres dias. pelo Iheo
doqual se cliamn, ciln-se, e bao por rilados aos
dilos supplicados Joao de Mallos Cosa & Corona
nina para que liquem scienles de lodo o contend
da pelir.iu. replica e lerino de proleslo supra Jrans-
criplo, c que se iclia aulnrisado por este juizoa do
, I -caen supra declarado.
Polo que lodas o quaesquer pessoas os pdenlo fa-
H 'cr scienles do que cima lira evposlo, e o Kirleiro
do auditorio publicar, calllxarii un na |iraca do
iiiiiiinercin, oulro uacasa das audiencias, o oulro
sera |.iihlirailo pela mprensa.
Dado uesla cidade do Recife de .Pernambuco aos
12 de abril de 1853.Eu Joaquim Jos Pereira dos
Santos, escrivo o subscrevi-( Hitadlo Manat da
silva Unimariits.
_. lllm. Sr. primeiro escriplurario, sen indo
le insperlorda Ibesuuiaiia provincial, ein cuinpri-
mrulodaonloni doEviu. Sr.iuesidenle da provin-
'ia de !l do correnle, manda fazer publico, que nos
ilias 10, II e 12 de inaio prximo \iiidouio, se liado
irreniatar a qvcm |or menos lizer, |>eraule a junta
la fazenda da mesiua Ibesourariaaobra do oilavo
ancodaeslrada do sul, avahada em (i:ti00a.
A arrematarn ser fcila na forma dos arl. 21 c
27 da lei provincial n.28fi do 17 do malo de 1851,
o sob as clausulas especiaos abaivo copiadas.
A- pessoas, que se propozorom a esla inreinala-
io, .niiiparreain na-ala das sessocs da mesinajun-
, nos das cima declarados.pelo ineio dia, rompe-
idemenlc babililadas.
E para constar se mandn afjhar o presente c pu-
blicar pelo Biario.
Secretaria da tliosourarla provincial de Pernain
buco 12 de abril de 1853.O -enelaiio,
.liiltiiiiu Ptrrtira iAnnunciacito.
Clautulat ttpccititi para nrrtmalaciio,
1.a As obras do oitavolanco da estrada dosul sn-
n l'eitas de rnuforinidade com a plaa e iierlis
juitlos ao ni lanicnld approvados pela direclona em
ronsellro e apreseiilados uesla dala a approva{odn
"im. prcsidenle, na iiuporlanria do 0:600.
2. i) arreoialanlo dar |iriuripiu lis obras no pra-
odeum me/, o dover conclu-las no de7mczes
conlados de ciuiformidadc rom o disposto no artigo
31, X' t> pagamento do importe da arrcmalacSo rea-
l'.'.ir-e-ba em qualro preslacoes iguaes : a primeira
ji'IKiisdc fciloo primeiro laiicodas obras; asegunda
o|iis de concluidos dous tercos; a lerceira depnis
do rcrcbimenlo provisorio; c a quarta flnalmenle
(epoit da eulrega delioilha. u qual lera lugar um
ruiodepoisdo recebimenlo provisorio.
I." I'ara ludo o que nao se aclia determinado as
prsenles clausulas neni no or^ainculo, seguir-so-ba
0 que dis|ie a ud |irovlnrial n. 286.
<."ufarme.O secretario, Antonio Fcrreirau"An-
"unviimlo.
Tabella dos dias em que so devem verificar os dlver
.menlos que
da lliexniraria de fazenda de Peruanihuro.
No I' dia uii! de cada mez.
acia.
fallas d'ollleiaea.
Commando d'armas.
No 2' dia ulil.
tirso juridico.
Juetica de primeira iiutaucia.
loria.
Crrelo goral.
Empregados de visita de Mude c do inslilulo vacci-
nieo.
Noli-dia ulil.
Consulado.
Arsenal de guerra.
Aposentados.
Reparticoe cilinclas.
No 4'dia ulil.
Alfandega.
Offlciaes reformados.
Empregados do juizo dos fcitos.
No 5' dia ulil.
Pensionistas do estado.
Rispo, calbcdral e parocbos.
(iuarda nacional.
No 6'dia ulil.
Os pauamciilos perlencenlcs no ministerio da Ma-
rlnlia.
Secrelaria da lliesouraria da fazenda de Pernam
buco 14 de abril de 1853.O oflirial maior nlcrino.
fmilio Xavitr Sobriira dt Mello.
O conselbo administrativo em virludc da ii-
lorisacAo da presidoncia, em oflicio de 8 do correlo
mez, tcm de comprar para fornecimenlo do arsenal
do guerra, os objectas sogiiinlcs: 338 caadas de
azeilc dccarmpalo, 30 o mcia ditas de edeo, 112
de volas de carnauba, .'Mi s de lio de alsodo, Odii-
zias de |>nvios, 30 resmas de papel almaco bom, 8
(lilas de |so, 500 peonas de escrever, :O L-arrafas
de lila prela, 10 massos deobreias pelas, 4duzias
de lapis linos, 1 a do arante de lalo sorlido, 2 rai-
zas de folba de (landres dobradas, '2 ditas sinaelas.
As pessoas aquem convior a venda de laes obieelos,
apresenlem as suas proposlas em carias fechadas,
acompanbadas das eoinpelcnles amostra, na aeem-
l.u ia do ro i- rlli. i. eslabelecido no arsenal de guerra
as 10 horas da mauliAa do dia 18 do correle mez.
Secrelaria do ronselhn ndmiiiMralivo, pan forne-
cimenlo do arsenal de guerra II de abril de 1853,
Jo* dt frilo Intjlri, coronel prcsidenle. ller-
nitrdo l'ereirn tln Citrino Jiininr, vo"al e secrclario.
O conseibo nihuiuislratnn, em virludc da au-
lorisai;ao da presiden, ia, om sen despacho de 29 do
marro, Icm de comprar para forncciiuenlo queoar-
seual de gueira lem de fazer ao I. Iialalho dcarli-
Iharia a i', os ohjeclos sepililes : 810 pare, de c-
palos, 101 esleirs do palba de carnauba, 51 erosas
de lioloes d'osso prclos, 20 (lilas de dilos hraneo.. As
liessoas aquem comiera vendable laesobjeclnsapre-
senlem as suas proposlas ornearlas fechada-, aeoin-
paubadas das rnmpcleules amoslias, na secrelaria
do conselbo, eslahidecido no arsenal de guerra, as 10
horas da uianha do dia 18 do correle mez. Secre-
laria doconsellin admiuislraliwi para Ionio, miento
do arsenal de guerra II de abril de I8Y1.loti d
llrilo Imjlcz, coronel prcsidenle.Hernn! Ve-
rtir tlu Carino Jnninr, vogal e secrclario.
O arsenal de mariidia compra, para as obras
do melhoranicnlo do porlo, canoas novas ou usadas,
un bom estado.
O arsenal do marinba adinillc, para as suas
obras, ofllciaes de pedreiro eservenlcs liiro-,
O arsenal de marinba contraa com urgencia
para as obras do melboramenlo do porlo, o forne-
cimenlo do cal prcla, li medida que se fdr precisan-
do. As pessoas que qulzerem fazer somclhanlccon-
Iralo, comparecam na secrelaria da inspercao com
as suas pro|H>slas.
O arsenal de inariiiba, rondo em basla publi-
ca un dia 18 do crlenle me/, ao moio dia una por-
rao de rabo \olho. As pessoas que qui/orom laucar
sobreodilo rabo, compaiecain no misino arsenal no
indicado dia e hora.

No d.u 17 do corroale, te lia
lijisla pul
i ti do Atooi
IVrrimi-si' de um fcitor parn o Iritkitfao 4c un
k|o, toja R, 21.
O nb|xo iwi a aluun
Icm (du a bondado Ue o procurar para apren
rom ello m parliil.; [Ufl n rinda Iimi
dehcjni d'aprpn'IrT, iffi nwessario que comecpin
iinmcli.iliunciilr, pon qufl < lim ds |>rcscnl(: me/
ein dianli' ftlo (inlriM ruinar mais (-sniplurariln
rmiimcnjal, em \rinde de ir lerouiraitprrnianies,
o llif alK.r\crao todoc loinuo.Jone dahiaia
Sc,'T!g^fc:
ouo
dore
i
CISIITORIH llflNOEOPATIIICO-
No Mallo Grosso, comarca do Cabo, M.
Siipicira Cavalcanle d< consultas c medica-i
menlos gralis aos pobres, lodos os dias das 0
horas da inanba a I da larde.
CIDADE.
Paulo Gaignnu, deulisla rcrelieu agua denli-
frire do Dr. Pierre, esla agua condecida como a nie-
Ibor que lem ap|iarcrido, ( e lem muilns elogioso
seuaulor,) lem n proprieilade de conservar a bocea
ebeirosn c preservar das doras de denles: lira-o
goslo desagradavel que d em geral o charuto, el-
iminas golas dcsla n um co|ki d agua sao suflicien-
les ; (ambem se achara pi> deulifrice ezcellenle para
a conservacao dos denles : na ra larga do Rosario
n. 30, seuundo andar.
Precisa-se de ofOMide finilero:
nn rtiu Novn, n. 38, clefronte da Con-
ceicSo.
CONSULTORIO IIOMEOPATHICO
(osscl lino,mi. profissor de bomeoiialbia
pela escola do Rio de Janeiro, roillinua a i
dar consultas i/rnii* aos pobres lodoansdias
is, das 8 horas da inanba al ao mio dia
sen consultorio, ra das Cruzes u. 28.
des de teros tambores das meen-
niente toriioadoa, oabaixu asslgnado res-
osseuhoresile enuonlio, que
i.lie.iode rerroem I ,, e p-
.lmenle tornear do novo un, joao do lam-
- carretas
nuil tanta ae le/a, que so pode culi,--a-Ios no men-
ino dia, evilaiulo-se assimo inconvniienle da demo-
- empale da rnoinzein ; assim como
(pie a mesnia fiiudieaose acha seinpre sorlida nar
s de novas moondas ilc diversos lmannos o mode-
los, senao l.unjtoni de rodas denlailas, laido para
agua como para animaos de ludas as proporoiles, a
labor : \olla por volla, vnlla c ipiarla, volla ter-
ca, volla c mela, duas, Ires, qualro sola-, ole.,ole,
e porlanlo qualquei seobet de engenho que-
rendoaccelcrar a sua moenda, aiiin de moer mais
caima no mesinn tempo, ou relanla-la, alim de es-
prejncr mais liipiido da niesiun caima, pode soin de-
mora csrolher as rodas compelenlcs. Fundii;afJ de
ferro, na ra do Bruin, |iassaiuln orhafariz.h. IV,
Ilojvman. engenbeiro.

O Sr. J. t. I,., tenba a bundaile de uiaular
pagar a iiuaulia que nao ignora dever, desdo 1 de
:iubodcl85l, do contrario lera dever scu nonio
|ir eMonso noslc Diaria.
Noetcriptoro terreo da ra da Cruz
ii. 25 uclia-se o deposito do tni'llior rape
e o mais acreditado! de Juo Paulo Cor-
deiro da cidade do Kio de Janeiro! sendo
as cajxus em meias lilu-as pora incUior
venda; este rape* pela sua frescura e aro-
ma que conserva, ossim tainbem por ser
o mais imitante do de Lisboa, tera mere-
cido ;;i'.hmI,' aceitac&oeadciiurtdo dula a
ii'-cli-iviicia (ios ilcmais aliricaiiks nrslc
AVISOS MARTIMOS
I'ara o Aranih salte rom mtiila linvidade,
|ior j;i (er parle da rarja pnmipla. 0 liiale Jiujelinr,
para o fOMO c passai:i'itit*, liala->e na na il.i Cadeiu
do Herir n. primein. andar.
I*ara l.i-l-oa o hriiiiie |Hiilumici liiijaiitr mi-
lie iniprelmwlinenlc un dia :'l de abril (piem no
iiu'siin quitM raneuar un r dr pungera eutenda-
m rom os coosignalartoi T. de Aquino Fonaeca i\
Tillio: na na do Vloaron. 1 > primeiro andar, ou
rom ocaplUo o Sr. Hanoel ms Sanios, na praea.
I'ara o l'orlo salte imprelerivclmenlc no din
2'. do roirenle a barca porluune/a Otimpla para o
resto da cargae paaaageiros, para os ipiae^ ofrerecc
osinellioreseuininndos: (rala-se ruin os COBalgDlIa-
rios'l honia/. de A(|iino Poniera A l''illm na na do
Vinario u. I*J, primeiro andar, ou rom o rapilao na
prara.
PARA A BAHA.
Pfetend sabir com brevidade o novo c
vclciio liiaie So \im: dits Taipai : pa-
ra a cai'i'.i li'ala-sc com os consignatarios
na rila do Tnipiflirn. 10 primein)andar
I'ara o Aratal> BegOO no um da presenil: se-
mana o ltale Capibaribe} morir Antonio Joe Van-1 ll,,;'
na, paracaiuae pa-a^.-in liala-st! na ra do Vi-'
lario u. .">.
Para o porto BegUS vlagem ein (MUCO* diasn
beruaniim S. Miyur! /, capllaojoa rrancheo (!ar-
neiro, recebe anda alguna carga e paaiagolroj. para
o tpie lem excellenlai commodus para Iralardirijam-
naocapillo, ou asen enusiiiiialario M. J. Hamos e
Silva : na ra da Cadcia do Hecilc n. ilH.
rz:;j.,A3riAijOENS.
-O llhn. Sr. inspedor da Iheaouraria de fazenda
ilisla provincia manda faxer publico, afim de pie
Iihim o coulieciiiirnlu de lods as pessoas hleres
ma*. a la MU ahii\o Iran-rripla dus dw eni une
* 'N'wiii nerlOca <- di\eroapaaunenlo#. queosiao
11 argnda |i.ua.i..iia dn'inesma fcoiirana. fecre-
laria da Inesouraria !< aliril de iKVt.-^) olllrUl nwlor iiHerino Emilio
\ner fyfrtiru tte Mrlt.
LEILAO*.
LEILAO' DE SAUMMIAS.
Ilojc l.'i, Imvanfi leila de J(i barricas rom surdi-
niiasdr superior qualidade, viudas tic .Lisboa, pw
conla e risco de tpiem perteiicerj aerAo vendidas por
quobpicr preco, e |mr isso bb rugaaos^ra. \enue-
OiBeaque nao deliem de ap|>arerer deironla da piu-
la da allandeca, as la buras em poni.
AVISOS DIVERSOS.
ALERTA.
CauM n/o,se mu Indlgnaclo, verem-*!' anda es-
ses padacinhosde annnnelos, sob diversas as>i:ii.i-
1 uros, sendo o iillim i o lal Triiiinpbo, villora
pelos orsatislas, onde \oiiispmu horda inrame mal-
Iralar por meio de eipresaOei ridirulas a mu par-
lido, (pie rom quuulo es leja enisilimrio, se rouserva
(odavia e se slenla Torio pelo seu numero, e uobre
pelosseul imculos que odoiniuam.t' enieujosroraroes
nao cabcn essas envinrilliadas de iusullos que Ibc
aura por demaisesse ampo de eanalha selvaaeni,
que se nlO psjs Ugredlndo aquellOI que desor
Jam smenie em silencio presenciar mus luamos
procedimenfos V'Vs laucis a luva paraos Iwiirados
^cmiaoislas a luvanlarem.mais ellos a deixarAoucssc
lamancal onde raliio,e anda porque liorna a deves-
sem Hwanlar,pnfertnrarn quebrar asiainina--dcsuas
espadas, do que cruza-las com a de luunens, cuja f
be a mentira ;ea honra, vil aduladlo 11 v* io
sois ca\alleros, soissim apenas uma peipiena caval-
laria do aniinaes,(pie s livQ ser Ungida pela espo-
ra c pelo Nebros e honrados germanistas 1
disculpai a fraque/a de-le mis-o aliado, e ahniidouai
ao completo deepraso oa inaultoa deiNos miaeraveia
que io-iii ao menos ocenpam a mais pequea PMieJM
ua cla&se raixeiral; e volai ao abandono esse vil des-
enrocatlor de aluodo, que depois de IroniO e carco-
mido docupini deu para vil inslrumciilodas Odos
M. e dos Carcleiros. Kasla : assim quer o
. trtilltriro.
Fuuio no dia 30 de marco do correnle anuo,
da ra das Aunas Verdes n. :Mi, urna escrava moti-
la de iiomc Leocadia com OS suuaes scuuinles : '.\
anuos de idade, levou veslido decidla desbolado, ca-
BBlaa de al'-'odo/inho com odebrtim do tulbodc cbi-
la, com Talla de dous deules na Treulc c com o ca-
bello cor de Topo: quem apegar levo a dila casa
que ser recompensado.
Francisco Cnrneim da Silva, cidadAo brasHeiro,
vaia 1'orlusAl, a Iralar de sua saudc, na galera M garida, levando em sua companhia um menino de
ouzc anuos por nomo Francisco Cameiro da Siha
Jnior c um criado pardo Torro por nomo Anlmiiu
Villcla. -'
Aluna -i- urna ama para n servico de uma casa
de Tamila: quem precisar dirija-so ao raes do Ha-
mos, sobrado de tinas andares, no primeiro andar.
Joaquim Nuncs, suIhIo porluguez, rclira-se
para Tora to imperio1,
Aluua-se unta casa nn Olimla na ladeira da
Misericordia n. \m2: a T.dlar na na deJMalhias Fer-
ro ira n. 2K, ao Sr. Gouug: esli piulada de novo,
e para aJSlar no KenTe, u. 21. ra doKau^cl.
Antonio Joaquim da Maia relira-se para Tura
do imperio.
rrecisa-sc de um padeiio, picenlciida de Ta-
ger ludas as massa* com perfeicSo: ama das Cru
es, ... :((>. ....
- IYerisa-*e tic um litor lie s;nla
planlai ra)Miii, r airaiijai mu siliu: na
irapeiio.
NOVA FABRICA Di: CHAPEOS DE SOL
NO ATERRO DA ItOA VISTA, \. >>
i) dono tleslc eslabeleciinenlo Icm a Irwira de puf.
lclpar ao rospeiUvel publico, (pie ibc ebegau mu
grandeSOrtimento de chapeos deso muilomodernos,
lano de isdi, como de pannlnho, onde os aanhoros
achario a comprar a preco maisem conla, duque ein
oulra qualquer parle ; lem um mande sorlimeulodt
seda O paiiuiuhn em peca para se cidnircm anna-
ne>, lauliem Ta/-se ipialquer concerlo.
x :{*:.:::;:;.: ;.. :;.,.;:.;:;.:..:;;:...
<;o\siiTORio iioMorvriiitfl. 1
Hua do Trapiche Novo n. 9, no 8
hotel Francisco.
O Mi. Gsaanova continua a dar conaollM II
> ('remedios uralis aos pobres, da^7 horas da 5-.'
W manhSa al ao ineio tlia. As pessoas que a)
;; mo Torera pobresafiVpagarSo do5a^OSOOO m
j rs. pelo Iralamenlo. s CSCtavosad niKarao jff
de .* a UtyM*) i>-
. ;: ,; ;..;..::;; .
loava-ee e engoiniua-se com aaseioe jierfcijao:
no paleo da Hibeira doS. Jos n. I">.
I'ivciira-sc do um li'ilnr (|iii'cnl'ii-
da de plantar cajiiiu cjanliuuL1: na na
Cruz, n. 20.
Traspassa-te Driuazeindama do
Trapiclie n. l, proprio pai*a eseripto-
1*102 a halar no inosino.
Aimla se precisa de urna ama de lMa conduela,
para sen ir a duas pessoas casadas, pagante bciu: n;i
ra di' Norias n. I i-J, pegado aos Marlvrios.
Roga-se ao Sr. I. A H. o obsequio de ir ou
maullar pagar a quantia de JH.^1-20 de duas letras
OUO aceitou na ra da Cadcia do llecife n. IH, corlo
deque so o nao li/er leni de ver seu mue pOff
c\i'uso uesla Tnlha.
.Manuel JosSenira relira-se para fra do im-
perio.
l-rancisco Alies de Son/a l.arvallio Taz publi-
co, que ttodo-se rimolvido a sociedade roramercial,
que glrava na cidade da l'arabiba sob a tirina de
CurvalhoIrniROS, licaiarn as divida que cvisliani.
rrm cobradas por elle amonicianlc, tpie fbl o
irregado da llquidafao da Diraa evlinrla. Por
comhia, porm, fcila a~ocia I). Franew'a las Cha-
las Por tolla de Can albo, como consta do papel por
ella aaffguado, e por sen liiho o Sr. Dr, Antonio Ai-
vesdo Simia Carvallux?! i de marco lindo, per-
leucein boje ao anuiincianle (odas as dividis Filo
A\ ISO AO CO.MMtlIC.IO.
Osabaixoassignados continuam t'J
i IniKinriii- R todnS :is rlusscs t-iii I-
oeral os seiis sortimentos de buten* '1
lias por bai\os iii'i'ros, 11:10' nn*- Q
nos de urna |h'i;ii 011 11111:1 duzia. 1
a ilinliciro, 011 a praiX), loiiloi-mc fc^j
se aiustnr : no sen arauzem (iiarii lio Corpo Sanio. GSquinil ila W
iia do Trapiche, a. 'iS. los- M
ii-oii Rookei' iV Gompnnhia, neg- 9
CaJlteS UgloxcS. Os mi-sinos a\ i- cj
saoao icsiii'ilaM'l iilililH'oiiiu'aliri-
i'iini lio oa "1 1I0 concille lile/ a
sua luja de (azendas da ma do ('ol-
leeio i1 Passeio Publico n. I">, ili-
idii pelos sennores Jos' Victori-
do dePaiva e Manoei Jos de Si- ln
(incira l'ii:iii;;.i. para vendei'em i-i
mi' atacado e a rrlalho.
HAiaEUKEOTVPO.
Avisa-caurcspeilavcl publico queocsta-
iKlcciinonlo do alerro da Boa Vistan. 10,
est paseado para Santo Anlouiu, ra do
h ai Mi podera ser procurado das 0 horas da
maullan as.'i da (arde; aqui os prclendentes
i sahirao Inlciraiuenle salisfeilos, nao s pelo
variado e bello soiiimento eiislcnle para os
retratos, como pela scmclbant;a da [>essoa
helinente copiada, ivetoolci'lrohpo, retra-
tista pois cala promptu salisTaor eompleta-
! mente aos que o procuraren.
Piensa-so do uma urna tona ou
i.i|ih\.i para-co/.iiliar, pafja-so Ik'iu : n
(calar na rtia du Gloria U. 58, ou aiiiiun-
cic j)or eslo *' Diario.'*
-.,- (.(i.NSl I.TOKMMlOMOKOFA'lTlIOMiKA
TUTO FAUA 08 FOHUFS. S
,':; Na rasa amarella paleo do t/illegio, primei- gp
^i ro andar, residencia do i;encral Alircu c l.i
;' ma. Fsle consyllorio he dhitudn pelo proprii
general Abren e Lima, e nelle dani-sc coumiI
fararatie aoa pobres em lodua < dias uieis
"& desde as de/ da inanba al una bom da lar-
*j de. O mesmo senbor pode ser consultado
| da noile.
laberua do (.ampos,
o, c lambem se alu-
iiiclhores que lia uti
Na ra datUUUS u. 10.
vendc-e por jiuiln c a ictalli
ga bichas bamburguexaa diu
mercado.
DENTISTA AMERICANO.
& D. W. lia.Miou.cirui-imaeiilisla.coiiliimaa ::
jf eiereer sii pnithnao, laundo toda*a opera- w
*."i- i|uf fofra precisas de qualquer naliire-
C /a, tanto por Tora, romo na sua residencia, ;
oudepdc.ser procurado a qualquer hora : }$
$p ua ma da Crin n. 7, secundo andar, no He- H
Y-i eiTe. ;-:
v &H .'<:#$&$$: :;.*:.';.;:
um no.
Na larde dodia 10 do correnle, as horas da lar-
de, dcTrnuleda itiieja do Kosirio de Sanio Antonio,
, em <. .1-1.mi que alli se aduna um adjunto de povo,
I a Vef um prcto faacr rerlos movimeiilos do corpo,
I o abaivo assjuuado uesla occisi;io parou para er;
lie (piando de repente se Ibc arrbala da abuheiru
(lajaquela urna carleira de couro Illanco, (nao pu-
dendo verquenfoi o gatuno) cuja carteira conlinba
lIK'oOOO rs. em sedlas, sendo una de 501000 rs. e
us mais de lO^NHI rs., assim romo uma leia aceita
em !> de uovembro, eVOUCida ein de/euibro doaiino
prximo pasnadO) por Therexa Alaria de Jess, c
como 0 abaivo assij:nado seja pobre, ooncradode
uunieroaa lamilia, sondo esta quantia o nico re-
curso de (pie viva para mauler-sc, pede a quem ea-
lc mal llie Te/, Ibe reslilua a la letra O parlo do
dinbeiro, mandando entregar no Pnsaelo pulilico.ua
bija ii. II, ao niajor liiiniauo .lose RodrlglUM l'Vi-
reira, (pie sera islouin aclu de caridade, v pede as
anlorblatle- a pesipii/a tiesto uegoelo.
Antonio He,it LOTMIA DE XOSSA SENHORA 1)0
IIOSAKIO.
(I Ihesourciro aimuiicia aos amantes dcslejogo,
que Icm marcado o da m\l de abril imprclcmcl pa-
ra o audamciilo das rodas, anda que liquein bilhe-
les ipic se posy.i ai i i-car: o resto dos bilhclcs que
e\i-lem achaiu-si" a venda no- lugares do COStllin -.
Aluga-ee a quarta andar do untado da ruado
Trapiche POVO n. ti, a halar no primeiio andar th
raeamo.
O ahai.xo assi(;nado declara frunea
p rordoaliueiite a aeua dovi^Jores, cap1-
cialmnie a aqueiles que Un- nao tcm pa-
po suas letras vencidahe protestadas, que
as i'aauem.quanlo antoa,primeiro osdesla pi
os ipic moran no malo, |>urquo n.io lio posivel mais
('-.perar. e vai tratar ja de realiar cu ombolnu judi-
cial ineole; einquaulo que |Kr oulra vez os poopa de
Ibes por oa seus respeilavcis nomei por estuso nea-
tc Ihmii coiicciluado Diario ; islo (amlwm se finlcn-
dc com .lipidies senborcs a quem lem prestado sua
tirina ein reTorco das suas, e aflora so vi obwuado a
pagar u que uflo receben, e nao be a primein
vea que estas inaralides se praticam com u aunun
ciante o nao sera a ultima, porque seudo dolado de
um roracao lal qual tcm, lalve/ainda acredite as
lagrimas do crocodilo*; pois que por le-las eiu'bu-
gado o (em prejudicado Krandomenlo'cra sua vida
social, do que desde J protesta emendar-sc, se Ucos
Tor servido, o cm bomens no marhlarem o contrario,
O I'. PnttoUoO Jote fodrigue/t,
O Sr. Candido Jos de Lemos, tera una carta
viuda du norte, e tirada do corrcio por ensao: ua
ra do Vicario n. 29, arma/em deassucar.
Adverle-se ao (liesouroiro da lolcria de San Pe-
dro Martvr de Olinda que nao pauue, caso saia pre-
miado o meio bilhete n. 2iM, o qual esl assiRiiadu
uaa costas com os dous iiomcs Manocl Joaquim
t.oncalvcs, c Feliciano Primo deSouia, pois que se
dcsencaminlrouoii I lie roubaram.
Prccisa-se de 2:50084)00 a premio de um por
cenlo ao mei, |>elo lempo que se ronveuciooar, pa-
Kando-se o premio mcnsalineiilc, bv|iolbecando-s
um predio de maior valor paro segstfaej da referi-
da quantia : a quem convier Riinunce.
Koiia-sc ao Sr. Francisco Pereira Piulo Ca-
valcanli, o favor do virou mandar ra dos Mar-
lvrios ii. ;W> Uma |"'- m.i que lem as babelilaiyioif precisas,
prnpnnn-Hcu Icccionar diariamente em casa dnsin-
teressadtts, eranunalica (HirluRucza, arillunelira a
geometra linear e plana. Omtcuhores que se qui-
aercn ulilisardeseu proslimo, lenbam nboudadede
dirinir-so a luja do Sr. Jos Morcira Lopes, que far-
sc-ba o aj usic.
RETRATOS.
liram-sc rclralosdc dagucrrcotv|K> desde o preco
'!' :l'\- ni.,;. icijiH'iH,.. ataSSli osmaioresquesc
|>odem tirar: no oslabeleciniciilo pholourapliiro, na
01 do Aramio n. 2, (erecirn andar, das oilo horas
ila inanba is qualro da larde.
lenlo Feruandes do Passo, subdito pnrluguez
vai ajl'orlimal a Iralar do sua aaude.
Nodfal !> do coi rente, linda a audiencia do lllm.
Sr. Dr. jui/ de direilo da primeira vara do mel. se
hii de arrematar urna pequea casa com quintal, na
" Megera da Magdalena, por evecucode loto l.ci-
OrUgueira, como tutor dos lilbos de Aulonio
I fl gt L _
i,
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S235' fSB-tl
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:iett:.:;iS; :.; :..,..,.:.:
IIO.IOr.T|||A
(Hii. StlnoOlegario Ludgero Piano
iloo-M nsra o bairro do Baalo Antonio,
daiOuzcan. II. rus.....de morn K
Si. vigarlo Reral l'r. Meira, ond. |.i..l>-
::
lil
sor
" procurailoa qualquer hora pelas pessoas quo ;:;
,'* o qui/eicm honrar com sua couliaiiia. Cif
. No aima/em da ra da Aloeda n. l.i, do abai-
10 asa lunado, pidsa >e de mu honirin capaz para
andar com canoras: no incsino vemle-sc urna por-
c.itide ineicurioeiii ciivnhas de libra, e un braca
dchaldiicadc Komo coni lodos os seus pe lem (-.
e duas canoras coni lodos os perlences e uiu^ioi ;
assim como continua a vender cal de Lisboa, a me-
lliorque ha no mercado.
Jote inioniv da silnr i ianntt.
(c I'
llii(lri(!iics l.im:i, iiinlra l.uiirciii.o Jone ilas Kova
he a nl.ini.i prara.
No da lo do crranle lamia sadienela do
lllm. Sr. Ilr. jui/ iiiiiiiiri|inl .l.i Hcaiinila vaiii, si'
hilo de aiTmialiir variiit nluvois |H>iilionuli>s a Jow
Uanool il"s Sanio. Vllal c na uuiher por execuli-
\" do Iianciscii KiHlriKues ila Crua : he a ullirru
praoa.
Oadvooado Antonio Joaqoimde Moran Silva,
lendo de reflrar-M por alanos mezo* para Tira d.i
provincia por iocommodo de saude, nxaaMraoi
MU. clientes S a i|iieni convier. <|ue lien cm scu os-
eriuloriooSr. Dr. Antonio Jos da Costa Itilielro,
con ipuni se pdenlo entender, oh rain ostenbore.
douloros Jote Bernardo Galvao Aieoforado c Joao
ioetf Ferralra de Aguiar, eini|uaoto eslo seuflo rcli-
i.ir para a corto.
nogaree ao Sr. aogundo cadete du nono liala-
Hi.IikIc iiit.iiil.ii 1 JiMuJns Csanle l.iuu, o ob-
equio den dirigir a ma do Crespo n. 16, ipicsc
lie deseja tallar.
Termlnon a impreaafa annunciad. da Irada-
r.i.,.i,i Ijrica de llorado, e..... o texto latino em
frenle por Elpino Um iense, feila em Ihiiii papel e
uiiida iiiipresKiii. Acha-ae a venda na liviana da
ipiiiia doColleglo n. -211 cna afncJua de cneader.
nar.u du paleo d'i inesmii. don. viilnnies broxado.
V-. c aniUMencadornado. era mu m ii,--. *
Prccba-ae de um criado eslrangolro, (pie aeja
innn. dando flador asna Mndueta, para caasde lio-
inciii wlteiro: na ma estrella -inii......... n. DI,
sobrado, Icrceiro andar.
I m rapa/ snlleiin, quo d ranlicrimenln de
sua conduela, deseja-sc arl anjai de caixeiro do ipial-
nuer eslabeleciinenlo eieepto venda, preferindo fura
ilosla provincia ou engoolfO, para n (pie oll'ercce a
vaulageni de se fi neecsaario lecclonar primeira.
letlras per lerpralira : ipiem de seu praatlmoasnnU
ser ulilisar, dirija-se a esla Ivpnt'rapliia, que se di-
r:i (jllem lie.
No dia 13 (Id rorrente,a> oilohorsa da nunbia,
perdeu-sedas Cinco Ponas iriia Augusta, un ler-
mo de luidla, tollo neloeasOMo inlerino de or-
pinto) dcsla cidade. j.i assiun.iilii pelo lulnr: quem
(i aehou ojuerendo resliluMo, pode-o la/er na mu
Augustosobradn n, T, ou as Cinco l'unlasloja n.
aj. quo >< gralillcac.
Perdcu-sc o ineio liillielc n. l7,"i da pri-senle
Inicua de San Pedio .Marlvr de Olinda. o OJUal e-l
anlgnado por Antera lacome de Araujo c Irinco
uga aa ao Br. Ilresonrdn
pagar ao. meanw. cima.
de,
Jacomodc Arauj
sahii premiado, i
Alexandre Lorasaoa e sua Mohora, nsliran
se para a Europa.
A pesaos qnt
carta uu dia |:| do
ra .Manuel Francisi
Ircu-a-la na ra do Manuel n. 5.
Ao lllm. Si Allin
|xir engao lirn dncorreiduma
orrento, viuda doMaranhae i
ida Silva A/eicdo, queira c
Lellls de Jfo-
raesKugo Jnior, peder queira dirigir-
ir, iirili'-
liirlii' D.
S AO 1'LliLICO. p
pj) O nbnixo nssignado nvisn nos se*
H u|iorcs de ungenlio, luvi'udorcs, sM
fi/.i'iiili'ii'iw. e no publico emgend f
ijiu', de (iimliiiiiii'io culi ulguuias w
iiisis i'iiniiiH'iviucs inijli'/.:is, fi:in- B
i'iv.s, aUemiusesuissus, leuinber- c
lo na rila to Colli'jpo, n, '1, mu \
grande nrmuzem, ricanientu sortt- '/-,
do de (azendas linas e raxNsaavpaifi a.
vender por grosso en retallio epor &
preCOS 11lais liaiMisiloijiiccn iinal- ^
iiiiit oulra parte, Antonio Luiz y>
(losSanlus. L".
se a rudoTrapofie n. 10, para selhe
roiiiniiiiiicar um ur/'orioili'scii intereSSO.
O Sr. Jos Lourenco da CruBtem
unta (.'arla de imiKii'laiicia, na rita do
Trapichen. Ili.
Na i u.i No>a n. 7. primeiro andar, vende-se
um jogo de molas cm meto uso por precn ciuiuiindn.
0 donadlo de diccionarios da lingua poriu-
guexa por Constancio, acaba de ser ii.in-rcii.linl.i
ra dnSul para a ra du Cruz do llecife, eSM n- 9,
aiiiidi1 ciuiliuiia i lender-se por preco rammndn.
ti absiio assignado, agento nesia praca do I)*-.
Braudrelh, fasaeienteao raspetlavel puldiro, que
pela barca americana .Emilia Baninga, entrada no
crranle mez, lem recelado novo proiiiuenlo de pi-
lulas vegelae*; enaspilulas, cuja autor basto para
garaullr sua eseeltonds, leraam as muilo reenn.
ini'iulaM'is por ser um iiiedicaiueulii iuleiraineiile
inoflbnsivo, podando spplicar-M al As crianca. re-
cetn nasddas : Ulliraamouto se Icinappliradn a nina
iidiuidadc de molesliasjulgada. Ineuravnia, de cuja
applicacao se lem lirado hln feli/es lesulladns, (|ue
parece cada ves mata resorvido o problema de um
R7ES&T.*3CT J-3a.:'"VJ *ti^4\*3TSI remedio mmcrsal: vende-ee na rna da Cadete Ve-
^i.^;;i;cf^,^:^^^neKi l1-..l.....-'" Vice.eJ-e del,,,,
I'rerisa-se de una ama de leilc sem fillio : n.i
ra da malrU da Boa-Vista n. 16.
Oflerere-nc orna ama capas para casa de Ihi-
inem sollcirouu dc|ioura familia: llamada Cadeii
de Sanio Anlunio n. 20.
ATTENCAO1.
Ausonlou-sc da casa de scu senbor, o ahaiui assia-
nado, no dia 1. do correnle, pelas 9 boras da rna-
nli.i.i, a l.i'in i ..i 11 ir. i.l.i prela Carolina, a qual leven
siin de fianklira c panno prclo fino, ludo novo ;
gralilica-so a quera a imiar o levar na Koa-Visla,
casa piulada de cinzcnlo, na i ua da Mangueira, ou
na ra dn Rosario n. 1, escriplerlo; oulro siin, o
abaiio assignado, prolcsla |Mir perJas a dainos, e
punircum Indo o ri|iordas Iris, aqueinallvcr aeou-
lada em sua raso.
Carlos Manoei Sogutira Campos Jamar
': botica do (:<)Nsuilwnoci:x- i
TRAL IIOMOKOI'ATHICO DE
PERNAMBUCO;
Riin da Cadeia do Hwife n. 51,
pmneiro andar.
Ricas carteira. de mcdicanienlos bomoeo-
palliirns preparados seauudo indas as rearas |
pharmaro-ilynainicas, coulcudo do 4 a lfK> |
inedicameulos.
I):uii-se de -i .n;.i os livros indispensaveis
|. ii ,i a pr.tira da Immrcopalbia, bem
i c- iinriis mpressos para dircci;ao das (lelos j
'M os pessoas que rumprareni bulicas do 18 me- I
",U dicanicnlos para cima.
sjl l)am-sc lambem do grnca vidro. da me-
ffi lltor tintara ilc rnica, MEIMCAMENTd |
I.MMSPENSAVEL A'TODAS ASKAMI-
i MAS.
A "iiperiotiilade don medicamento* da Ih>- |
lira do consultorio reutial liumn-opallfico de
l'crnamhuco i todo os flttfroe qu$ jmr aqui
lem apparecido, letificada na clnica do Sr.
Dr. Sabino dcstle IKK, e por muiian wttMi*
i/ae os tcm eijiciimenlndo, e recoiiherem
scu* prodigiosos e/fcilosy ditpenta de ijual-
raer rcnmoitcndanin.
Oda \idrode medicanicnlo em liiiliir.t ^
Im! ... B\ulrKM a..........' Ii> I
O Dr. Manuel .loiupinu l-t'rnamks Eiras, jiilya
nada dever a |irn;i al^uiun, e se alsiieinse jul^ar
seu credor, aprsenle as suas conlas na ra *lu Bem-'
lira ii. 8, (pie scro proinplameiile paas.
Deseja-se fallar ao Sr. JoAo II)poIiludo Meira
Lima, liara se llie entreaar urna caria leuden le a ne-
roco lo collegio do* orphflos denla cidadn; a Fra
de Porta-i, ra dos (iiiararanesn. 'M.
Deseja-sc saber a inorada do Sr. Antonio Ja-
miario i.lti.ii, para neuocio que llio diz respeitow
Desoja te fallar com o lllm. Sr. Rayuuiidodc
Soiiza Paes, a neiocio que lhe [lerlencc :' na ra do
Onriiuado, luja n. 18, esquina que vira para o Ro-
mm&js&s&x MMXtaaa
O Dr. Manuel Joaquim Fernsndcs Eiras,
relira-sc |iara a corle; despcde-ne de lodos
is seus aluMvs, as-im como oflerecc alli os '
lenes ser
peque'
serviros.
hcniaiid
buas reli-
na luja dn ra da Cadeia dn
(pie
il'.
ra em diaule, tente a
acere, de quaesquer
(raossecoe. relia
res|ieiln de uniros oeuiK-ins rclaliwmicnlc cssa exliucla casa
cnnunercial.nser.o pelo .'inuuiicianle.ipie nada dove
naDoredita sucia, aaiimeomo esla lamben nada lhe
deve. A catacoinnicrcial, portento, continuaeomo
j toiaonunciado, sob a linna de Prancieco Alies
.le Soasa Camino, nu. he nico res|
Indasas lumsacces d:i evlincla linna. e da li. ni
lual.I'ranriiro llresde Smtza Carmino.
A pessoa que om resposte aoa annunclo. inse-
rido, oeste Diiiri no. (lias 8, ll, II e VI dn crren-
le di/ le l:OUWHKIders. para dar a juros, dirij.i-
BC. ra doCoUeslo, no segundo andar du sobrado
ii. junto ao suliradn urande da esquino,
la-s .VMIfitKKI rs. a joros, sendo com Iijimi,
iliri.i nn um predio uesla praca, que eslejo Uvre e
desembarafado: na ruada Banisls VelUs n. lio.
se iiii.i ipiem (ai este aeguclo.
Aliiga-.se um uiiiia/uiii c primeiro
andar na ra do-Encantamento, muilo
proprio pul lunorliiu OU OUtrO i-slahe-
lecnent: R-atar un ra da Cadeia do
Recife, n. 83.
.les Sanio. Siqucira
Recito ii. is.
Hrecisa-M de nina ama de leilc. preferindo-tD
sem lilhn: na ra dos IJiiurlcis n. H, sciiuinln
andar.-
AluiM-so.um aobrado rom manilo
con buin banliu doce, e lambem misliir:
r d Arrombado n. I: quem prelensr
Jiiintul.V
o, nolu-
, dirija-se
ou no lle-
1-11:1 <
la Citan. U.
Paulo Gaignou, dentista.
Pido sor procurado a qunlquor bora em
sua casa na ra larga do Rosario, n,
30, segundo andar
I'rerisa-se alu&ar um]silio qiurnau seja inuilu
prqdfeno, e que esleja lieni plantado de lYuctchas,
lendo parto da praca nimia bmbbo ojusmo a cas.
nao seja ,lc uiuilos conmlodos, o (pie nao se eviue:
quemo liver equi/cr alugar,.......neto para ti pro-
AV1SO AO l'l IBLICO
Priocipaln.....le aos rorneredore. du* bomiUeS,
quenaruaeslreila do Rosario 11. II, depositlas
1,1. lias li.iiiiliiuuiic/.as. lem nina porco de bienal de
Lisboa, que tendea IaOtUl 1-, oeentn
Mi" r>. i.id.i um.1
1 (tliliila, 1 rcliiiacau do Sr. Amuiii
lito, ra du AnnUo, ariua/em 11. .'ID.
Seatoum janlineiro empreado em qualquer
, iiii. qni/cr nos dominejM Iraballiar n'uin pequeo
rvel por jardlm, dlrija-wa um shin airo/da isrejn da hsliui-
cia, que ten uma ptlombaira no porUe, que ahi se
ajustar, pau.uulu-se bcmii seii lrabalbu.
Manoei Forreira da Silva Hamos vai a Eurupa
Iralar (lesna sade, e leva em sua compsate sua
scnbora D. Amia Zuricb Hamos, e deiva nesta pra-
ca pur seus procuradores os Srs. ot -M.uia da Coa-
la C.ni albo, Manuel Anlouio de Jess e Manocl l*e-
icia L.inie-,.
Quem precisar alugar urna eserava liel c dili-
uenlc para todo o servico interno o alterno, de nina
casa, evcepln cncoiiiinar, dirija-se ao Hierro da llo.i-
Visla 11. IH.
SA\DS.
SALSA FAHRH.HA.
Vicente Jos de Brito, nico aucnte em l'ernam-
buco de 11. J. I). Sauds, cbiiuico auicricano,fu/ pu-
blico, que Icm rliei;aiiii esta praca una itraude
porfi do frascos de salsa patrulla de Banda, que
san vcrdadeiranieule talsilieados, c preparados 110
Hio de Janeiro, |ielo que se devem aeaulelar os con-
1 mu 1 Im c- de lio precinto Talismn, de oabir......le
ensao, lomando as fuocslas consequencias que
scmpic cosliiui.im traer o. inedicaiiicnlw f.il.ilica-
dose elalKirados pela niilo daquellcs que anlcpoein
seos interesara aos nuiles c eslramN da humanidad!*,
Pulanlo |ieito |ura que o publico so pOSH lisiar
dcsla fraude o disimila a verdadeira salsa jiarrilha
deSilids da falsilicuda e rcci*ulnieiile mu ebesa-
da ; n annuiici.inli' la/ vei que a verdadeu-a se ven-
de iiiiicnincnle ein ua liulica na ruada Coiiceico
do llecife n. til; e, alin do rereiluariu que a, oin-
panha cada Irasco lem emba da primeira pauui.i
s............: impresso, e se acharo sua tirina cm m.i
nUMiiulu sobre imolloiio impTOMn du meeOMI
ti .1-1,..
Deseja-si' faHar cun os lillios ,1o fallecido lgiM>
aluaa-sea ,(iode Aliucida Sariiibo a bem de sosInletSSSH
ua ra,daloris B Iouaun
freoisaxe de uma cozinheira forra
ou captiva, para urna casa eslrangeira;
agradando paga-se lieui : a ialiarnarua
i, primeiro anda
do
rrapiche u
Sevla-feira, 15 do correnle, findaa aiidicnria
do lllm.Sr. Dr. jui/. de direilo da piimeira varado
civcl, se bao de arrcinalar os alusiieis de nina casa
lerre.i 11:1 estrada do Jacobina, lugar da Capun;ia,
|wr eiecucSO de Anlonin Dias da Silva tirdeal.con-
tra Antonio Viclnriuo.
Jdai l.ui/. lerrcirn da Silva vai aollio de Ja-
iieiru, c leva em sua companhia u scu escravo, ca-
bra, de nomo Ib'iilo, de idade :20 auniH.
Na ra da Soledadc ao pe da Tirni|ie, lia Ikui
semenlede ervilba da direilo c birla uu de quebrar,
e uva imiseulcl bem madura.
CMieni anniiiiriou precisar de 2:.50O800O rs. a
juren, annuucie a sua morada, para ser procurado.
Dcsapparcreu no dia l do correle mea e an-
uo, a i'iel.1 ni,mi.1, de uomc/eferina, que reprsen-
la IcraM a2."i anuos de idade, com os siun.i, M-
guiulos: altura e corpo rcnolar, cor fula, ruin falla
de 11 ni ou dnus denles na lenle, c no fecho doepel-
los tonos pannos, procurando esleiiderem-se |ielo
pescoco, e algnma. cicalrics nas costas de chicote;
julga-so ter-se encaniiuliado para as parles de Sanio
Anlo, onde morava, no cnpenbo Amparo lia ponen
lem 110, e ler viiidn de muda rtodia*c dome/ pin vi-
mu passadn |iara esla cidade: porlaulo roga-se as
auloriilades poliriaes e capililes de campe a appre-
hciicio da dila escrava, que se gralillcar cnorosa-
iiienle a quema levar na ra do Vicario 11.5, pri-
meiro andar.
CASADECOMM1SSAO' DE ESCBAVOS.
Na ra Dircila 11. 5, sobrado de Ires
andares defrontedo foecco de S. Pedro,
i-i -el 111 '-se isu'ravos de iiiiIkm orsexoa |in-
i*a se venderpui ile couiusuo, rrtoscle-
t) Dr. Manoei Joaquim
ra-sc para o Kio de Janeiro, levando em sua rnm-
iianbiaosseusescravos Marcelino c Manuel, pardos.
ATTENCAO'.
Iliei.i-se aos Sis. aliaivn declarados, ou qneni suas
vivs, f.ieiini, de apparecerem qiiaulo antes ni praca
da HnaVisla u. Si, a neuociu de seos inleresscs.
francisco ItirodoEspiriloSanlo, l.ino Pialo da Sil-
va, Francisco de lllivelra Diuii, Beneiliclo Jos dn
Carvalho, JoSn Francisco de Mendolira, moradores
no Abren de Una; Jos Joaquim Ciialcuiii. Al-
xandro Jos Xavier de Miranda, Jcronvmo de F'a-
ria llrasa, Joaquim Jos de Caslro, Joao I>i rcir.i
lavares, moradores no Brejo de Areia; Anlonin
Avres da Silva, morador cm S. lenlo; J0S0 Nepo-
iniccuo......rodor cm Atoaoa (Vaude; Jos Lupe*
dus Sanios, murad..1 em Granja, villa du CaflMBM,
consto i|ue seacb. |iiesi'nleinenle uesla ciliado; Jos
l'radiqne. murador em Porlo de Pedras;
.Inaquini de Suma Ciroc, moiador un Hio-Furuuiso;
Jiiciulho Jns n, 11 millo; Jos Felino Marlins da Rosa, morador
cm Po-d'Albo; Joao Hodrimies da Cosa, Douiln-.
nos Anlouio Rodriiiues, Ouididu de Frcilas, Anto-
nio Piulo da-Silva licu, buir. Aulonio Pereira
Cbaron, muradnres uesla cidade ; lalvex algum se
arde pw fra.
Inslado por aluiins amigos que lei.nu a poesia
Ironscripla ueste Diurio 11. HO, jiara que uilo s se
evilem ciiminosque|MMleui liaver, como para livrar
da resjKinsahiliiladc urna pessoa a qoeni quereni
allribui-la, vejo-mc na neceasidaile de indicar o sen
aulor,assignalido-incruin bstanle praier.J. P. K,
AIT8NCAQ,
l'edc-sc aos senhores que na uoile de 13 do ro -
rento loniaram a Torca do um mulatinliu vindo du
Olinda um liabdc II,m.lies com roupa coulros oh-
jeclos, que hajam de 1 e-I 11,111 os papois que se acha-
vaui dentro do mesmu lialni; pcis que leudo cartas
pnrlicolorcs, que muilo inleressauaosoii 1I0U0, e do
nadapodem servir a oulrein. Querendo os inounos
senhores restituir lambem dous livros, o urna raiv.i
do larlaruga, que eslavam denlio do inenriouadn
buh .crio recompensados, c u mesmu se Tara a ou-
lra qualquer pessoa, que os possa baver das maus
dos sublraclorcs. A cana de larlaruga he bem ro-
uhecida pelas iuiciaes B, D. II. J. iberias cm urna
chapa de 011ro oucravada na lampa ; e o livros sito
urna Bjrajnroetica |iorlugueia |ior Coiistaneiu e un
voiume cunleudo ninas poslillas de coiistilnu inom
mauisc iplu. Podero, pois, cnlrcgar os menriu-
nadee objcx'los na ra dos Quarlcis, sobrado n. Jt.
primeiro andar.ou em tlliuda na ra de San Ucnin.
casa do Sr. Jcrunvino dcfrimle da academia nova.
Aloga-se uma escrava que engommae cusinli.i
muilo bem, ecompra-se fazcudo conla: no alerro da
Boa-Visla u. 41.
t) dcpulndo Jos Tliomaz Nabuc* d* Arni|o
uio pudendo dcspcdir-se possoalmoiile da lies
rom as quaes lem araisade nesla cidade.n seus
arrchalde.s, rei-orro a eslo meio (icdiiido-lhes rlea-
cnlpa, c oirerecciulo-lhes scu presliuw o servieo.
un Rio de Janeiro para mido liarle no vapor Mptra-
t.iz. Ouiru lim penelraoXi d. profundo reconhccl-
meulo aiiroveila esla occaslao para agradeoer ao
eleilqres dcsla provincia o. vol eom que o hon-
rar.m 0 Pra proleslac que lude empenhar lodos
,1 de corresponder a conhanca
que nellopoieram. .
p;-i(ipido^rcnc/'cii linulou-so n Illa sapiencia
k'sfrtiia'eis o, .atores dos dous com-
iiii honleni ueste jornal,
njunirados que saliiraru honlcei nesle jornal, em-
vaudo por este trabulkoioais'ao.iuedoiis quaiitoao nrmailo O. llrsalislas pode muilo
I- cent? *m~ levi '........^^; de ^^^^^Z,^T
para assim le alie
TOinedorias, ollci i*cendo-e para isto toda
M'i'iiriuii'.i pi-ecisa |i:ua os dilos mcravns.
-'-- l'ic-i.a -.ede um toilor, anda
,n i-ini,, |.u de san. obrinaeoe-, paij
e aiiumeiiiu de um silio : na
Iwliea do Sr. Lufa Pedro das Nev-, no Kii-ife. -e
ILEGIVEL
raii.ir.i audiii rom as nos uu
veres a (sao, roas nao rontimies, se nflo le dam una
liu.i corre O Minntauro.
I'ret'i-ta do iimlioin feilor derampo |>ar mu
enaeiilHi pi'ilt de-ila prara, <|uem iu^Irs tinuutslan-
. i.i- se Kliar dirija-se a es i> Doaraphia quo II* di-
Lr.i. iuiuuueuuit\e (ralur uesla pr.ie esle usaos.
~S
fl


<
4.

Houa-so ao Sr. eaapresyuiu brl 'le emprear lodos os lucio para
din Mil uncus DC i" tliealre nos e
'Ivagerts querem i non
trr-lhc i i iu, iuiporlan'M
de i eniprai o bithete c a demasa para (|ucni quer
que soja qucseoslenla orgusolho...ouorgulli(isin,..
lleve agraden aviso lo Vm perii
(I aliaiMi asignado avisa ao respeila'
iloroiiimcrcto.queciiiquoulo durar sua amencia no
Itjodu Janeiro para onde paHo no vapor futftfo-
li encarroado de seus negocios commer-
riaes eom (renle il- sua casa ao seu guarda livros
Jnaqiiim Jos ilo~ Sanios para o que loe lena pasaa-
do procurarao bastante. JorcCondidoilcllarros.
O aballo assignado leudo do seguir p.ii.t o Ble
le Janeiro no vapoi Imperalriz, o nao leudo lempo
de despedir-se de lodos os scus amigo pela rapidez
de sua viagem. pcdc-llic por isso mil ilcsculpas, ro-
gando-llies o favor de aceilarem suas despedida, e
onerere-lhe oseu pequeo presumo naquelle lugar-
Jot Candido de larrot.
No dia 48 do' corronle depois d'audicuria no
juizodo civclda 1." vara, na respectiva talla, lem
.le ser a ullim prara, as liemfeilorias no lugar de
S. Amaro, no lerrcno que Ibl do desembargodor Jo-
-i' l.iliauo ilc Souza |wr ciecuco de Jos Candido
de cujasnemfeilorias vao a piara para pagamentos
de foro, cscrivio Sanios.
MALCRIADO ATICADOR DE I.LZES !
Enipreslasles una pedantesca compararan ao in-
slenle Amador ; por occasiao de terca felo no dia
!> subir o Uescor o candieiro do lliealro do S. Izaliel
d'iima maneira serena c platilla ; maserqiicccslcs
depoia, deminisiiar-llic algumas corree/tes que el-
le mereca por ler como sempre enibrulhado o seu
discurso em metforas afastando-se assim do vorda-
i'leiro syslcina que adopta para esmagar o artista
a quem quer lo mal.' He verdado que no espec-
tculo O Idiota a Sr." II. Manela l.ucci c mai ul-
guiisarlislas/oram receidos du publico rom enlhii-
siasnin e geralmcnle os que a applaudiram fe-rain
lambein os meamos que applaudiram o Sr.tiuima-
res, e a empliaso do e.n'mio coiiselheiro ele,, per-
ianto se perlencem academia de ignorantes s se
he porque brindaran) o .n i i-la esposo de perola com
palma- na nrcasilo do entrar em scena, o que foi
baslaule inmerecido, porque esle Sr. nada mai
fez do que intimar nina ordem de priso I Charo
.-tinador, alicador da intriga entre os bastidores,
como consta (o o que he que nao consta em Pernain-
bueo uio conseguirs abater o creililoc a repu-
tadlo lirmada dos arlislas eslimados dos Pernambu-
canos, c a quem volaslcs oilio c rauror, assim como
lambein de balde leulaselevar a aquellcsqueaiuda
nao passaram da mediocridade c quo se le assoria-
ram para os scus plano miscravei e inlercsseirus !
O l'rnphtta.
COMPRAS.
Na ra di Scnzala Velha, defronte do Sr
Marlins, ninlor, conipra-se toilas as quididades da
ferro vellio-c niilai-., assim rumo ourelos de pan-
no liuos c casemiras, c mulambo de lodas asqua-
lidadcs que servircm para fazor papel ; assim ruino
cabos velhos, lonas, ele.
Cnmpram-sc escravos, e vendem-se, recebem-
se ilr enmmissao, lano para a provincia romo para
IV.ra dellaj na rua dos Quarlcis D. 94, secundo an-
dar.
Comprn-se um molequede \\ a20 anuos, leu
dolioafigura econduela: no primeiro annazonido
becco do Goocalvos.
Compra-sc urna cscrava que enlemla liemdc
engommado, coKlnha ede costura: paseando a pon-
te uPaatageni da Magdalena, no sitio n. 'JO, de
fronte doSr. Joao Ferreira dos Sanios.
Compra-se urna libra de banha de jcaro,
pagalulo-se bem: na ra llireila u. 1211.
Compra-so escravos, vende-se, e rerebe-se de
oiuniissio, lauto pora a provincia, como para tora
ilclla: na ra \'ellia n. .Vi.
Conipra-se una murada de casa terrea, quosetl
pieco naooreda de IWI a .VKIcOKI rs.: na rill No-
va n. 28, ou na ra do Rangcl. reslilaoao do Sr
Victorino Francisco dos Sanios.
Na ra di seala Velhi n. 113, no lercein
andar, compra-sc um sellim Ingles oslando em liom
uso, ao contrario annuncie para ser procurado e Ira-
lar-sc do ajuste.
Compra-sc urna historia romana em inglc
quem liver para vender, annuncie m eslo tolha pa
ra ser procurado.
Compra-sc cm segunda man um rclogi" do 011
ro patenle inclez : na rua Nova n. II*.
Vcndeltl-sc lalinas de pinlm lu
i'ns Ja Succin, costado, cosuidinlio ns^
Sbalho e forro para finidos de barri-
Cai : eeini'lltii as barricas r as linas,
,|r faa, ni iu em Iwtijas : aira/,
iln Theatro Vellio.
AGENCIA
Da Fundicno' Lovv-Moor. Rua da
Senzula nova n. 42.
Nestc estabebscituento continua a lia-
ver mu completo suiliini'iito de moen-
das c meias niocnda para engenho, ioa-
chinasde vapor, e la\a de Berro balido
e coado, de todo o tnmnuhos, pata
dito.
VENDAS
Vende-se um prclo liimi Iraballiador em silio
ptimo tratador de vareas, oqual alo bebe ueinfo
t! : a tratar no Recite, botica do Sr. I.uiz l'cdro
ua Neves.
)ATTENC;.V'.
a rua do t'rcs|Hi, loja da esquina que voHapara
a'Cadeia, vende-se panno lino prolo, a 3(200, JjoOO,
!U0(l cli^KHI rs. ocovailo, ,lilo verde inuilo bom,
a 3SO0O c 18000 rs., azul, a 2o8C I, IfcOIIO e I9MN
r., e multo superior, a .">300, lencos de seda urli-
cos dos mais finos que lem apparecido, a i^oiMt rs
cada um ; lia lainhtni um lindo sorlimcnlo de casi'
miras de cores c prctas, setim prelo, sarja hcs|>anho-
la, e nutras muilas fazendas, |inr prcro coininodo.
COBEKTOHES DE llgPE E
Escuro para escravos, a 000, 13000 c IsliOrs
na loju da esquiia da 1 ua do Cres|W que volla para
a Cadeia.
ATTENCAO' AO BAKATEIHO.
Veiidc-fie apparellios para cha azues, nvo- cor
de rosa,ditos para janlar azues e rxos, pralos azues
avulso de mesa para frucla c doce, bacas azues com
jarro c em elle, bules e chicaras avulso, (oiicinlio
de Lisboa, vinho do Porto engarrafado, c em ranada
e garrafa, dilo de Lisboa e l-'igueira, v iulio de Bor-
deatii, cha brasileiro, a libra cin eaixas de 8 libras,
a 1280, em libra saparada, a IstilXI, dito da India,
a 29210, vinagre em garrafa, a IGO, o 200 rs. de Lis-
ala, e oulras muilas loucas o molinillo de mullo
bom goslo e qualidade, modernos o mais couimoit
110 proco do que em onlra quulquer parle: 1111 ar-
inazein de lonja o moldados, dcfronlc da mal 1/. il
lloa-Visla n. 88, esquina do Hospicio.
Vende-se azeite, aro de millo, Ira-
(|iiesotl lfo da China, (UlCO i'in Tullas
caisni surtidas rom copos de vidrt, 11-
nieiilo eni I1.11 ana. de 10 arrobas, faoDet
c pai nalias, cabos da Russin, lonas da
Itussia, velas slcarinas de 8 em libras,
iiilitnda India, oleo de buhara ein latas
de-5 galoes ; Indo ta rua do Trapiche 11.
5, .asa de C. J Aslley & C.
Venderse um grande eslal>eleciuii.'iilo de ran-
ch em Maricela, com o comniodos seguinles: I
casa, I venda, I coebeira que arcommoda 18 caval-
los. c :i quarlos que so alugam, c mais terrenos para
levantar M casas. No lado opposlo una grande casa
caiada c envidracada, com 0 salas c 7 camarinhas, c
com grande cozinha, bem nova .e eonslruida
con; madeira de durarao, eao p onlra rasa peque-
a ecaiada: os preleudentes dirijam-se a rua da
Cruz n. 21, ou no inesnio lugar, a fallar rom o pro-
prictario.
Vende-ie um negro de bonita figura, c hbil
para qualquer servicode caui|>o : na rua dasCruzcs
11. .10.
H Vende-se nina cscrava peca, de idade de 20 a
22 anuo, a qual rozinha o diario ile nina rasa, e en-
Lionmia liso, sein vicio nem achaque; vende-sc por
precisao : a Iralar na rua Nova n. 19, loja. '
ROB LAKFECTEUV.
" Milico (lulori.uido por decisilo do conselho real
e decreto imperial.
1I- .....dicos dos liospilaes reeomnicndam o nrrobc
l.allet'lcuv. como sendo o nico aulorisado polo go-
vernoe |>ela Real Socicdade de Medicina. ste me-
dicamento d'um goslo agradavel, o fcil a lomar
em serrelo, eslii em uso na niarinha real desde mai-
de 00 anuos; cura radicalmente em pomo lempo,
com |iouca despeza, sem mercurio, asaDeccOca da
Vellc, mpingeus, as consequencias das sarnas, ul-
ceras, e os accidentes los parios, da idade critica e
da acrimonia hereditaria dos humores; rimv^in ao
1 Mlharros, da beviga, a conlrai'c,ocs, e fraque/a
do orgao, prer-edida do abuso das imanos ou de
soniUis". Como anli-svphililiro, o arrobe cura em
pouco lempo os dnvos rcenles ou reiicliles. que vol-
velo iiicessanles sem consequenria do emprego da co-
piaba, da cubebs, ou das njecjaes que reprenn-
1 jui o virus sem neulralisa-lo. X) arrolw Lalfoelcuv
lie espeealinenle recommendado contra as docncas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio c ao indurlo
1I0 iiolasio. Vendo se em barh>, na botica de llar-
ral, c de Antonio Feliciano Alvos de Azevedo, pra-
va de 1). Pedro n. 88, onde ;u\iU.i de ilicar una
grande pnrcan de garrafas grandes e pequeas, viu-
das dirrclamenlo de Pari, de casa do Sr. Boyveau-
Ijillocleuv 13, 10c Rlcnet 11 l'aris. O furmiilni ios
ilaiii--,> gratis em casa do agente Silva, na praca de
I). Pedro u. 82. No Porto, cni cata de Jnaqiliin
Araujo; na Babia, Lima \ Irmos; em Pernam-
huco, Soiim ; Rio de Janeiro, Rocha Moreira, luja iledrout; Vllla-Nov., Jo3o Pereira
de Magales l*ile; Kio-tiranue, lraucixjo do Pau-
la Coulo A C.
MOENDAS PATEMT.S l)E A. E E.
DE MORNAV.
Em rata de Rolhe 1 Uidoulae rua do
Trapiche 11. 12 arham-se cnnslanlemen-
le a senda MACHINAS IMEIRAS E
MEIAS MACHINAS de varios lanumhns
desla conslrurcao. Eslas MOENDAS lem
a vanlagem de exlrabir das cannas, |ior
Nk rimadcl POR CENTt) maiscaldo deque (ff
as ordinarias, rom a inesma forja molriz. /
Acham-se lainliem na inesma casa TAI- V'
ti XAS HE FERRO de inmlcllo superior, e m
S ARAIIOS TODOS HE FKIlUO da arre- JZ
^J) dilada fabrica de IIANSOM E MAY. W
Depoiito da fabrica de Todo os Santos na Babia.
Vende-sc, enicasa de N. O. Ilieber VC na rua
ila Cruz 11. 1, almnla Iranradn d'aquclla fabrica,
muilo proprio para saceos de assucare roupa de es-
cravos, por preco ronunudn.
Agenciaste Edwln Mm.
Na rua de Apollon. (i, arnia/.eni de .Me. Calmonl
i*i Coni|iaiihia, acba-se couslanleiuenle bou sorli-
mcnlos do laisas de ferro ruado e balido, lauto ra-
sa como fundas, iniH'iidas iueliras Inilas de ferro pa-
ra animaos, auoa, ele., dila- pan......1.11 em madei-
ra (le lodos os lamanhos o mudolnsus mais mudemos,
inacliiiia liorisoulal para vapor rom forca de
ieavallos, ci\cm, passaileiras de ferro eslanhado
para rasa de purgar, |mr menos piejo que o de co-
bre, oscovens para navios, ferro mulo/ lano em
barras como em arcos o folhas, eludopor barato
prero.
Vende-se niarnielada nova em bnrelas ile I e
:! libras, ramudas com 2 e i libras de paras, (lilas
rom 2 c 1 libras de ameixas. raixas rom inas-a- li-
na- de rslrcllinha, hu.....uilo superior : na rua da
Cruz do Recite n. 1(i, del'ronle doSr. Ilr. Cosme.
Vende-sc viiihn da Madeira de superior qua-
lidade eniquarlose oilaxosdepipa, por proco eoiu-
'armiueuide N. O. Ilieber Compaiihia
ua rua da Cruz 11. 4.
Moinhos de vento
rom bombas de repino liara renal hurlase baixas
de 1 -.ipin. na fundicai de II. W. Iloivnian : na rua
do Itriiiuns. II, HelO.
A 5,000 r. peqnenos, e 5,600 rs. |randas.
Vendem-se rha|icos deso de seda inileza de
superior qualidade, pelos piceos acuna : na la
doOllegio n. i.
Vendem-se relogioa de iiiiroe pra-
ta, patente nglez : na rua da Scnzala
Nova n. i2.
Taixas para engenhos.
Na fundioio' de Fcito de I). W.
Bowmann, na rua .do Brnm, pastan-
do o chafari/. continua baxer 11111
completo OrtimentO de taixas de Ierro
fundido e balido de ~< a S pulmOS de
bocea, as quaet acliain-tco venda, por
preeo ron......do e coin proinplidao :
niibaiviuii-sr 011 earrc;.uii-seem carro
sem despeza ao comprador.
IMITASSA SIPERIOR
Vendem-se por prei;o muilo com-
moilo, 110 ariiia/.eiii 11. 7 de caes da
DEPOZITO DE t:\l. i: l'OTASSA.
No iirina/eni da rila da
11. I i, lia muilo supi
Lisboa em pedia, assim romo polas.sa
cheeada iiltimarnente a procos niitito
ra/oav'i
Vendem-se reloi;os de 01110, pa-
tente ingles, os ntelhores que tem vmdo
n este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool : eni rasa de Itus-
sel Mellors A Onnpaiihia, na rua da
lanicia do llecil'e, 11. 56.
Veiidcro-se saccas com Carelios, a 39500: no
arniazcm 11. 1 do caos da alfandcga.
NA LOJA N. (i, I)A HLA 1)0 CHESPO,
HA AS SEGUINTES FAZENDASJJA-
II ATAS.
Vendem-se corle de vestid de cambraia com ha-
llado, aWOOO r. -, ditos com barra, 11 :<&**> rs.: ih-
ja do cambraia de salpico brancos, a lauOO e toOO
rs. ; rorles de rassa dula, a 2o>IOO rs.; dilo rom bar-
ra, a -J-\S00 ra.: dilos de rassa franceza, a 118201)
rs. ; rorles de chita rom barra muilo larga que lem
III ;, rovados, a 18000 rs, ; peras derhila escuras e
clara, a 68000 rs. a |>cja e 160 rs. o rovado ; pejas
ile rassa deqiadros a 2100rs. a pe ja e 280 rs. a va-
ra : na rua do Crespo 11. 6.
RELOUIOS DE ALGIBEIRA,
inglcze de iialenlc, vende-se a prejo rommodo :
na rua da Cadeia do Rcrifc, n. i, arma/.in de
Barroca & (Jislro.
Vcndc-se lenjos e loalhas i\y labvrinlho; c
hola- pelo proco de 2.-) rs.. rlie.lda awira do Ara-
Cal] : na rua da Cadeia do Recife, 11. 10, primeiro
AVISO AO COMiJLKClO.
Antonio Francisco Pereira, com
loja na rua do Crespo 11. V, lado
1I0 mirle, avisan lodas as clnsses em
geral, que vende a dinbeiro c a.
praxo conforme se ajusfar, un
Completo sorlimcnlo de lii/.cndas
inglezat, trncelas, luissns, alle-
inas. lano por atacado como a
rctnlho, com preeos lixos, e mais
barato do que em outra qualquer
parle, la/.endoa benelicio do com-
prador seis porrelo de desconlo.
ndega, di
.lose Jonqum Pereira de
etCI'iptOriO de Novis \
rua do Trapiche 11.
.Mello, ou 110
Companhia na
- Vendem-se em cata de Me. Clmonl & Com-
Corpo Sanio 11. II. oseiminlr
panhia, na praca doXoi
vinho de MarseilleiS1! ci
h> :| a (i dualaa, lindas
em nnvellos e earreleis, bren em barricas muilo
grandes, ac de milao suri ido. ferro ingle/.
incaso de .1. Keller ex Compan-
hia, na rua da Cruz. 11. 55, ha para
vender dous cvcllciites pianos fortes,
de urna das melhores fabricas, e chc-
jjados ltimamente da Europa,
AOS SENIIORES DE ENUENHO.
O arcano da inveneao' do l)r. Eduar-
do Slolle em Herlin, empregado as co-
lonias inj'lezas c liollande/.as, com rali-
de vanlagem para o mcUioramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de lo
libras, junio com o nu'lhodo de empre-
ga-lo no idioma poiiiij'uez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na rua da
Cruz, n. i.
Vende-se una Ivpojjraphia com
um preloch pos, em pei|iicua ou grande
pon .10 : na rua da Praia, 11. "1").
Vende-se supeiioi familia de maii-
dioca de Santa t'.alhariua : a bordo da
barca Firmeza, 011 a Iralar com Manuel
da Silva Sanios, ua rua do Aniorim n. ")li.
Vende-se cera de carnauba, prjnicira sorle, a
6M0O rs. a arroba: na rua da Cadeia do Uerifen.
19, primeiro andar.
Vende-sc scmeulcs de totlasasqun-
lidades de liortalices,'juntamente ervilhas
de ditas qualidade*, feijao carrapnto de
tPeS rpialiilades, e siinenlcs de flores as
mais modernos (pie lia uo mercado: na
ruada Cruz, do Hecifc, arma/.em 11. 02,
le Marlins x IrmSo,
palitos Ferros,
Contina-so a vender palitos teitos, desu-
lieiioi panno liiiu prclu c de mies, e pin pre-
w ru muilo enmmodo; na loja do -obrado aiua-
\ relio, nos qualrocalilos da rua do QueioM-
do 11, 20.
AO BAKATO.
Na rua do Qiieimado. loja 11. 19, lem para xen-
dei -se macos de lucias de cores para humein, a I."?II00
rs. o maro, Icuros de cambraia com bien, a 280 cada
....., esleir da India, a _'78IIO, e oulras fazendas por
precns mdicos*
Vende-so urna pela, crionla, com olgunnr
hahilidadi
iiieiro andar
na rua da Cadeia du Recife 11. al, 1 1
ES 2 b 2
0
o
lll

Vemle-sc
piopriedailc
ponle
de
RUA DA CRUZ N. I
Vcndc-se na rua da Cruz do Recife. auna/1111 n.
13, ulin de oulros genero, os seguinles: carne de
vacea salgada em barris, cobre em folha para forro,
reuns de faia ameriranos, oleo de lindara em har-
ria, tinta verde em lulos, a 160 rs. a libra, dila ver-
mclha, a 120 rs. a libra, rabos de lindo de loda a
grossuras, |Mir menos prcro do que em oulra qual-
quer parle.
Vcndc-se superior polassa brasileira, por preeo
muilo rommodo : o Iralar no armase..... 7 do caes
da alfandcga, de Jos Jnaquim Pereira de Mello, 011
110 eseriplorio de Novac & Companhia, na rua do
Trapiclie 11.3t.
No becco do lioncalxes primeiro armazem, de
licauo Vinillo anida cx'istcm alguns qucijos loildli-
nos muilo fresraes, quo para riH-ho de rodas se v en-
dero |Kir barato prejo, assim romo lindas cadeiras
de palhinha americana, a imilajilo da do Jacaranda
de mellior goslo.
QHANDE rABIUOA DE CHAPEOS DI SOI.,
RUA DO OOIXXOIO KJ. .
J. Falque fazficiente ao re|>eilavelpublico de
Pernaniburo, o em parlicular aos seos freguezes,
ipn' acaba de recelier de l'.nis, como (lo Rio de Ja-
neiro, da fabrica de Falque I maos, 11111 lindo e
rompilo sorlimenln de chapeos de sol de seda c de
lanuinlio, lano para horneo- c.....o para .enduras.
elido para o- |iiiiiieiros mu OSColllido sorlilllonlnde
chapos de sol com cabos rnloirieos osTnai lindo-,
que lem viudo em caricalnraa di ver i, dilosdaean-
na, etc. ; ^randequanlidaile de sedas o |ianniiilio-
em peca para eobnr armarnos servidas, as que focein
,le reno, emernisam-se que lie;.....unas; lialcia-
dccilas e ile lien pala e-parlilhiis e le-lid,.-
do -eiilinras, bengalas hnnllas; eobre-e o roncer-
a ni lodae qualquer qualidade de chapeo- de wf:
lado ".nlijei lo-cima un.....ionados v.....Iem-e em
I11.11..10 oarclalliopur lueuo preci) que em oulra
qualquer parle.
ROA ACQVISICAO.
um silin a deia do rio, no fiiiidu da
de Sanl'Aulia de delllrn, ailiaulo da
rlioa, dcfruulo do silio do Sr. Cabriel,
com Idilio palmos ao longo do rio, e boa baia do
capim, que sendo riinvenienlenieiile apruvoilada,
pude suslenlar mala de 0 ravallo.: lem una ma-
geslosa casa rom 70 palmus de Irenle e 011 de fundo,
c..... ala-, gabinete, alcovas e quarlos, e ruiilina
coin a cslrada que lem de receber a ponle projccla-
1I.1 para unir a cslrada nnva rom a da ponle de
l'rhoa pela passagcni doCordoIro; a proiimidade da
lianlio. a l'erliliilade do lerienu, a salnbridadc do
lugar, a olgancia e eonunodos da casa sao circuma-
lanrias de grande mol lio para quem desojar reunir
o ulil lio agradavel: us piclcndenles piidein enlen-
der-se c.....o rorrelor Sliguel Cjirneiru ; epara ver,
cora Juan Venando, na inosnia prnpriedadoi defrou-
le da venda do Si. Nicolao.
SALSA DBSANDS.
Chcgoiiiiuva remessa para a bu I ira de Harlholo-
mcii Friiiirisro de Souza, na na larga do Rosario
n. 36. Esle remedio au preeisa de elogios par
ser rimheehlo, pola que sen consumo he a prova mais
evidente de sua bondade,
PIULAS VEGETAES.
Contina a vender-so em casa de Barlliolomeu
Ir.....i-cu do Son/.....a rua larga do Rosario n. :ili.
Vende-e linha de meada a mais lina que lem
apparecido, loaras de laa para senhora e meninas,
franja de algodao hiaiua e de corea, propris para
loalhas, llancas de seda branca, dilas de liia de d-
versas cores para eoleilo de vestidos, eluvasdeflo
da Escocia para senhora, a I^MXi rs. a dn/ia: na
rua da Cadeia do Recife, loja de niiiule/as 11. .
RAPE PAULO COKDKIHO.
Vcndc-se por preeo muilo cotnmoilo,
na loja n. 7 da rua da Cadeia do lleeile,
de Antonio Lopes Pereira de -Mello A C. ,
udverte-se epi he cliegado pelo ultimo
vapor.
Vcndc.se miss.ies iuivos para niissa. obra inui-
lo bem encadenada : quem preiender. dirija-te ao
Herir au arina/rin dn Sr. Ilaslns, ua rua da Ca-
' i'I.NAS PARA FOUBAR SALAS.
Vende-se esleirs da India brancas e de muiros
encarnados, propriaa para lunar quartos) -ala-,
cailiarulcs eniarqilivjs. laido na qualidade como na
largura, a 8IKI rs. a jarda : na ru.i da Cadeia du Re-
rife 11. 8.
a-,^ Vende-te por proco commodo,
r -7-^V^Z um bom cabriolel coin nda'rla, de
( h ~~ZSl .....''' lialc",c' c muilo forle. pro-
.^-^T^^Baal piio para o servico qiioljdiann :
ua rua da Cruz du Recite n. I!i.
O ilpidilalc hoiiueopalhico que SO vetulia lia
rua das Trinrbeiras n. 0, vende-so agina na ruado
Collogion. 2, lalierna da esquina, de Manuel An-
tonio dos SaillO Ionios.
Vende-so por preeo commodo chapeos de imjIIo
de Lisboa, dilos de palia do Chile grande e pe-
queos, linos e grussos, linha de roril, e oulras 111111-
dezasi|iie se acluiii paleles aos compradores: no
eseriplorio de Novaos ^ Companhia, na rua du Tra-
piche 11. M.
Vende-te no snnasem de N. o. Ilieber e\ C,
rua da Cruz, n. i, rarne de porro salgada c de vac-
ia, em barris, e de raparle* qualidade, per prcro ra-
toavol. ,> .
Vende-te8 escravos, sendo :l ntgrai, Squllan-
deiras c 1 eugommadclra o coiinheira, :i negroi
proprioe para engenho ou silio, 2 lindos mualos,
sondo I bull bolieiro o de muilo Ikiii eoiuhicla, e he
sapaleiro: na rua Velha n. Vi.
__ Vendent-e Vinho de champagne
legitimo, e de superior qualidade: em
casa de Keller ex C, rua da Cruz. 11. .V").
Gesto.
Vende-se gessoem hailiras,ebegadn iillimamne-
le:meaja J. Keller A Gompaubia, na rua da
Cruz n. .Vi.
A 500 US. A VARA.
Ilrim Iranjado branro de puro liulio, muilo cu-
chi pado: nalojadaeaquinadaros do Crespo, que
rets para a Cadeia.
Vendem-se va(|iielas de lustre, para
coberta de carros : na rua da Sen/ala
Nova 11. 12.
___ Vendem-se oleo de liiihaea em bo-
tijas de Se meio a 3 (aloes cada una
no arma/.em de Manoel da Silva san-
tos, na rua do Aniorim, ns. 56 c S.
No armazem grande, del'ronle da
esrailinlia, se vende saccas de facililla de
mandioca, lina, a i.OOasncca.
___ Na porta da Allandcfja armazem
11.20, vende-se oleo de liniacn.cm por-
6'es a vouladc dosi'ompradiires; aiode
milao', chumbo de munica', e suecas
com farello a i.000 rs.
Veiiili'in-se lonas, liriiizao, brius o meia- lo
lias da llussia : 110 ann.u......le N. O- Ilieber &
ColopaUQia, na 111a da Gru n. 1.
Vemlelll-se qucijos lon.lriiio-, 'Ido- de pralo
muilo ftreacaes, lalaseom bol.n Inoli 1. wda ingleu
em porfo ea retamo I na rua da Cruz 11. 16, de-
li unledoSr. I)r. Cosme.
. \ elide-so urna armaran nnva Milaule, por pie
cu eommoilo, feila a moderna, de madeira de pinho
enxi'drajada e forrada pordenlro de papel adornas,
eatlo, cum gavelao o armario por baixu, nielni-
do um' halrao volante e um retabillo proprio
para luja de raljadu ou de all'aiale : quem prelen-
iler, dirija-se a Fra de l'urlas, rua dn Pilar n. ";i
que achara com quem Iralar ; ailvcrlindu que a di
la arniarao lamheiu serve para loja de cera.
BOTICA
HOMEOPATHIGA ,
* -!!. RUA DAS GRUZBS .
Dirigida por umphiirninreulirn tifipror'ltlo
Eslo esl;il>rl(Tinpiilo |xissup Indtisos iiic-
illramenlos at agora expefmcDlaUoi lano
na Eoronacom......BmUl, o (ircitiiiatlos pc-
I.kntarliinasda Inven^aO do l>r. Muro.
Carleirande Isiluboaald Ho. |nir|irors>a-
ria>os, confbroie a qualidade das raliai,a ^
ijn.iiiii'i.iiii' dos remedios o nas dyoanii- i^
Oes.
25:000 KS.
I"MA CARTEIRA rom m 2i prineipaca
remedios honiopalhiros e3 obras ilifterenlo-, \
iudispensavei- para ns principianle- que se I !
Ini/eoiii coBvencer davefdaue da nnva me- h|
iiina; eonleudo alom de mullosconsellio ^
elinieos, a palhoueiicsia de i inedicameu- H
los. a
Tubos avulsns cada um ).....IcIHia
Tinturas de todos os medicamenlo em ta-- ;
ensile*, unja............aoslOO
Na mearos botica enconlrar-se-ha sempre
um grande surlimeulu de livros em porlu-
gaexe frailee/., e emlini ludnquaiiln he ne-
ressarin para n esludo e pralira da liomopa-
llii.i.
h. n. IIKI oit.MAM-SE GRATUITA-
MENTE todas ascarleiras vendidas noes-
lahelerimeiiln, rujus reinedins:, pela liumida-
de ou pnrqualquer nulra causa, liverein-i-
du deleriorailos.
DOCE DE BACORV,
Chegoo rccoiiionionit' do Maranlfflo uou |to|ucui
jMHrAo dosledelicado liTO. o mellior que li.i, lano
iicia iua ovelltMii ijualitlaiii'. romo por conservar-
le por muilo lempo em porfolio oseado: vende-so-
em cas de Fonle \ IrmBo, na rua da Cadeia Vellia,
Vendo-M \arias ohras to |irila, som .'cilio.
como cj.itii: caslltao*! um espevlador com sua sal-
va, una coUier grande para lirar sopa, urna duxia
iiiMoiiurc- para a dila, urna e raela (Jii para clia;'
assim romo saisapolices do litenlro do Apollo, Uto
por seu dono -i- retirar para rra da provincia:
iiucn prclendor, ilirija-se u rua do Cab8jatloja u.li.
Vendo-so iwi|Kfl |dn(ado de dillotenlos rtuv e
Boatos, para forrar salas, vinle oanlas lra\osno\as,
eum foofloparanavioi lodo |><>r prero commodo.
na na da (Ir 11/do Recife. casa D. 3.
Vcnde-M* urna >riouliidia do, bonita liutn .1. tic
itlado de l.'iamios a qual lem a I u una pralira de 00*
/tnli.ii e ni. 11- arranjos de nina rasa, c paia quem
qui/cr lOC un peqiieno Iraballiti para acabar de
aperfeicoar, pode poisalrumecrava peca, pobmio
lem \icio nem arliatpio aluoui : na rua los Marl>-
riosn. Mi. M dir quoni \onde.
__ Vende-se um molequede idade de 17 a |s an-
iin., de bou ila lisura, sem % icio alyum ; o motivo da
Venda *c dir ao comprador: na rua cslieila do Ito-
sario 11. 31, armaiem de trastos.
__ Vendc-so "Ico de ricino, eni lal*, por mono*
(loque em onlra qiudqiier parlo: uaTna da Ca-
deia do Recife n. 5o, loja de lorragens.
Vende-se sacras com arroz tic casta, por pceo
commodo : em Oliiida, 110 Varadoom, veua.
Vende-sc raixas domis superior o arredilado
i'h.i prclo que lem vfldo a oslo mercado: no boceo
do UoncalVQS| armazem de Oeaue Voullc.
RAPE PAULO CORDEIRO.
Na roadaCadelado RecUeloJa d.SO. de Canda i\
Aniorim, vende-sc bolcsc iiioiosililusde rape l'aulo
Cordeiro.
Ol QUE l'KCIII.VCIIA!
Corles de lirini Irancatlo bramo rom -J '^ vara do
puro linliii a InSSO: na rua doCrcs|w 11. ti, loja de
raieodas.
ioi:iss:i nniirrlrmia.
No ulico deposito da Cadeia Velba n. \-2, existe
urna pequea porcaftde polaSSa americana, elipuada
reroulcmenle quc|H>r smperioff 1 ivalisjiconi a -i.i: vende-M por preeo rasoavei.
Vendern se amarras de, ferro : na ruada Seo-
lala Nova n. M-
l,-280c 1,440 RA DO CRESPN. 0
3> 9 sna, !U 3
^raca-o' a. a w 5a3.
?SI|I?liliisfR -s-
MillsiJlfllKl
5"'S aSoo
ni ?n iiii 11
irii hmvi\

"AViii wTTXTam BOW&IA.N, eiiaconesTO ni.i-
''''ni-la o fundidor de forro, mui res pei losa me ule
a"mincia aos seohorca proprlelarios de engenhos,
fa/ondoirtrs, c aorespeilavel publico, queosbu bbu-
beleclmeuto de ferro movido por machina de vajtor,
na rua do I nuil pascando ochafaii/, coiilina em
clerlix o cvcrcicio, oso arba romplclamciile motilado
rom apparellins da primoira qualidade para a |>er-
fella cuiiforradas maioies pecas de niacliinismo.
liaMlilado para eniprolieinlcr quaosquor obras da
sua arlo, David VViiliam Bownu.....leseja mais par
llcularmenle chamar a alleneaApublica para as sc-
Kulntes, por ler dellas grande wrmentoja'promp-
lo, em deposito na niosnu ruiniica, as quaes cons-
truidas em sua fabrica podein Competir com as fabri-
cadas om pai/ oslraimoiro, lano om proco como em
qualidade de malcra* primas e uiao de obra, a
sabor:
Machinas de vapor da methor consIracaO*
Moendas docaunapara engenhos de todos os la-
mauhos, mm idas a vapor por agua, ou animaos.
Rodas de agua, moinhos do vento o serris
Manojos iudcpciidcnles paracavallos.
Rodas dentadas.
Auuilboos. bron/os o ebumareiras.
Ca\ilboiso para fosos do lodos os lamanhos.
Taixas, paros, crivose bocas Moinhos do mandiocas movidos a ma ou [roraui-
maos. e pcensas para a dila.
Chapas de fogaA o tornos defornhos
Canos >lc ferro, lot ncii as de ferro c de bron/e.
Itombas para carimba e de reputo, movidas a
mao, por animaos ou ventos
Guindastes, guinchse macacos.
frejssashydraulicas o lo parafuso.
FerrageDS pan na> los, carroso obras publica*.
Columnas, verandas, unulcs e portos.
Prensas de copiar cartas oscilar.
Camas, carros de mao carados do ferro, ele., ele.
Alem da snporioi idado das sitas obras, ja' ueral-
nienlo roronliccla, David William Itowmaii garante
a mais ovarla conformidade com OS moldes e desc-
hosremetUdos polos senhoresojuese dimiarom de
fazer-lbe oucoiiimoiulas, aprovoilainlo a oeeaslaO pa-
ra agradecer aos seos numerosos amigos o fregueses
preferencia com que lem sido por ellos honrado,
EBsoo^ira-lhos que nao poupara esforcoseiUligeDr-
M para conliuuar a merecer a sua conliaura.
DAURORA
Superiores cobertores tic aliod,lo, oscuros muilo
oncorpados o mandes, propriits para escravos, pelo I i
minuto proco do I:* e I. 11) rs.
VILLA POH'H) CALVO.
Vondc-so una letra e urna oini;ac.io, aeeeltas por
Lourenco Alvos Piado da qtianlia de:t:."..is.>Y.:(
rs., morador na villa do Por I o Cnl\o proprietario ;
faz-so lodo o notfooio para saldar conlas, aondo ha
dividas Rfio Iciu herdeiros: na rua da Cadeia do Ko-
DEPOSTO Di: CALK POTA8SA.
Na rus da cadeia do Recife h. SO, veadesn Csuma
,\ Amm-ini han i- com arroba- de cal em podra,
rccenlomeule chegada de Lisboa, e pjofassa de boa
qualidade.
Vendem-se lonas, mullo om eonia : no arma-
iem de Av Brotliers : na ruada Cadeia do Itcojfo,
Venderno overaSHleirossellinsrnRlajsJA-
lenlo. de mola t remolla: na rua daScnza la ro-
vi ii. W.
C. STAKK S r.
respeitcrsanioiilo aiiuiiiiciam que no seu cvlonso es-
lalx'lccimciilo om Santo Amaro, couliiiiiaa fabricar
soin a maior |>crfciraoc proinplidao.lotla aqualidadc
ce maehioismo para o uso da agricultura, navegA-
dao 0 niaiiiifarlnra, o ipio para maior coinmodo de
ceus numerosos fici:ue/os c to publico cm garal, lem
aberio em um dos grandes arnaiens do Sr. Mesqoi-
la na rua to Itriun, alia/ do arsenal de marinba,
um
DlfOSITO DE MACHINAS
con-lmidas no dilo seu oslabelocimonlo.
,MI arharSo os compradores mu completo sorli-
iiienlii >\c moendas do calina, com lodosos iiiolho-
ratneiilos al^nns driles novo ouriuinaos tlequea
experiencia de mullos anuos lem mostrado a iiecos-
sidado. Machinas de vapor dobaivaoalla press-.o,
lalsas ile todo lamaiilio, lano batidas como fundidas,
carros de mo e dilos para coiitlu/ir formas de asqu-
ear, machinas pitra moer mandioca, prensas para di-
l0| foruos do ferro balido para fariidia, aradw de
forro da mais approvada rnustrurc/io, fundos para
alambiques, crivos c Mirlas para fornalhas, e urna
infundado de obras de ferro, que seria oiifadonho
enumerar. No mcsino deposilo cvislc urna pessoa
IntelligentC O babililada para receber lotlasascii*
cominciidas, ele., etc., quo os aiiimuciautcs conlan-
docnma ca|>acidadede loas olliriuas e macliiuLsnio,
o pericia de sou> nfllciacs, s(> compromeltem a faier
evocutar, rom a maior presteza, perfeico, o evada
conformidade com osmodolosou des^nhos, einstriic-
nios que Iho forem fornecidas*
W36 tKSSSBVBSUSBBl
Ve&dexe lio do algodo da Ha-
liia, por prtrn commodo: noes-
criptotio de Novaos & Companlii,
na rua ilo Trapiche 11. oi,
i>
Vciide-w 1.1 inlia sii|ierior da Ierra, modula
tclha roiiihid.i, c 0111 sarcas, dila deS. Malhoii.ila
iiiclborqiio lem viudo a esle increado, ini-a. i.le
alqueiro o a relalho, dila da lavada, ludo |ior oreoo
muilo eomino.lo : na rua do Kangel, arma/eiu n.26.
V'endc-sc 11.1 rua do Raiigcl n. .">, suaranj
ehesado ullimaiiienle; lainliem se vendo urna |-.r-
rao de -i'ini'iiir do coentro muito novo,por coraraB
do ]irero.'
Vende-se una casa lerrea, sila na rua do Oiio^
na eidade dcOlhida.-nor in-rn umi conunoilo: ct
prclcnilcnles podcui diriuir-se a rua do Amparo,
fallar rom Joao Pacheco Vlcira.
PHOPRIOSPARAOTEMI'O PRESENT:.
Na na do Crespo n. 10, acham-se a vonda uptl-
inos chapeos de sol do seda com uin loque de imito,
por lOOO rs., c dilos niclliures, por 5JOU0 rs.
Vende-se um mulaliiihu muilo lido: iiarua
da liiiiu n. (il, s.'jii'idn andar.
Por precisao vende-so dous sitios com boas ra-
sas, bstanles arvorcilos, viveiro, e lujar para S
(ro, peqiieua baixa para capim, olariac barro, lana
dore coniusalgado, proprio para loda obra, e lam-
bein para lotiza: no Passcio Publico u. 13, se din
o lunar.
Veiiile-se a melado do urna caa,-na rua Di-
reita n. li: a Iralar na inesma rua, casa n. 1
Vcudc-se o eiiRcnho Sanio Andr, moi'iilcl
corrcnle, sibi na freguezia de Muribeca, dislnuli
desla cidade 4 leouas, predio soberbo pela prodi
r.io de suas Ierras quer alias, quer bailas, eferliU
dadede suas mallas; |>ossue largas vaneas ludas,
arado, c he para safrejar mais de qualro mil pe
aiinuacs, e banliadas pelas ciichenlcs do rio J.
li.'.u "ni. c de agua inulto ahundiiule, he ro|iein>i
quemo pretender, dirija-se ao enaenlio Rcrreio li
inesma freitueiia, que achara com quem Iralar.
Vcndc-se nina casa, na rua nova que vai'l
Manguind para a Soledadc. por proco muilo com-
modo: a tratar rom o Sr. Magalbaes, na Torre, i
na rua du Calman, loja do niitulezas n. I>.
TAMANGOS FRANCEZrS, TUf/O DI
MADEIRA.
Acaba de chegar ao mercado dcsls
piara, tuna porrao (lestes taniiiiicosde
nova invencto, tuo leves e eomnioilos (jiie
parecein ser le tos do couro o mais lino1 K
ed<'licido,|>odeiiicalcai-se com snpatoson
sem elles; e porque preeo se vende estes
tninancos, por 1,000 w. cada par; iiiol
pode ser mais borato'; as pessoas (|iie
quizerem, vBo a na Nova n. 17, rnt
acharao de qualquer tamanbo.
Vende-se muito superior larinlia
de Santa Catliarina : a bordo do Im/tiih
Sagitario.
Vende-se muito superior larinlia
em saccas, mais barata do (pie eni outra
qualquer paite: amada Praia, arn
/.em de carne n. 10.
Vende-se superior farello de I.sIhki. rin sac
cas srandes: na iravessa da Madre do Heos, anua
zem n. 21.
BOA PIMA.
Vcudc-se vinho do Porlo, cm raisaa de 2 c 3 duj
/.a. ; na rua da Scuxala Nova n. 12.
AOS FABRICANTE^ l)E VELAS.
Vcndc-se cra de rarnaba, e raa do Rio tiran-
de muilosuficriiir, e por rnaiiiimlo prero: lio ais
mazcni de R. Amlradc & C, rua da Gru, roit-
fronlc n rbafarizn. 19.
Romcdio especial para liouhas o rravos
soceos, continua a vender-so na botica da nwi do
I! a nuc n. 64, quo foi do (nado Sebasliao Jos ds
()l\ .'ira Maccdo.
de

efl
KS
ESCRAVOS FGIDOS.
GRAXA PARA ARREIOS
piodii/iudn um lustre ni|Mtrior, e con-
servando o couro iiianivillnisainente, niio
se gastando quati lempo algrun na appli-
cnciio, vejule-se ua rua do Trapiulte Novo
n. 10.
SAI'ATOS DI' IIORHACIIA
Na rua da Cni/.....ilnuilo a l.inaicla n. %, veu-
ili-M' supri'iiiics sapalus do borracha, prupriu.4 para
o lempo de chuvu, e |wr prefo cuinuiodo.
Fugio ua nianhaa do dia II do rorrele om
molcquc de nomc Joao, de idade de 18 hunos, |Kiuc0
iiis ou monos, rom os sianaes seguinles; Mr bps*
prela, olbos avermelhados, rara redonda, narii rha-
lo, liorca |i,'i)in'iia, e rom um denle ila frente le fi-
nia quebrado pelo meio, hsnide un psajueam nMI|
em urna perna: levou camisa de madajioliio ja soja,
e calsa de caslor azul lambein soja. Quem oappre-
hcndcr lcvc-o a rua da Cadeia do Rcrifc nt ;1. ^
C<
la
ir
f.
la-
saj
na
tmissu ilt^l
icjersV^I
na Boa Visla a rua Velha casa de coinmiss
escravos do Sr. Mililflo Borgcs I rima, quej
ncrosamenle rccoiniMinsado,
ATTENWO'.
No dia 8 do corrcnle, das T para 8 horas da noi-1
le, fugio a prela Marcelina, do idade de '< hu.-.
pouco mais ou menos, be bem prela e ateca do or-
no, rosto comprlo edescarnado, desdentada da par-
le de cima, lano dos lados como da frutal tero
panno da Cosa c veslido de alsodaoiinho do risca-1
do, o levou mais urna Irdxa com dous vestidos de
' hila ri'iva : lalvea ja lenlia mudado de vesfido
snppfle-si' quo esleja amulada por pessoa que a
dunssecomo j lem aionlcciiln; prntesla o (tono
contra os autores, apenas chcnoc a seu eonhecinien-
10 ; assim como roga-se as auloridailes polinaes. ca-
pules de campo, e inesnio particulares, qoe dells
liverem nolieia.appiclii'iidainc levcinariia da- unco
l'milas n. 117, que croo gencrosaincnle recoiniwn-
sados.
Desapparcccii da rua llireila n. M. un ivsBS-
vo por nomo Joo Vcllio, alio, ni nina bebde cm
um i.IIki, he muilo humilde: esle cscravo |icrlcOrt
a II. Krancisca da Cunlia llandeira do Mello : que"'
o iiegar, |w'kIc Icva-lo ao eugciiho Aunas-claras aii
" de Sanio AnISo, ou ncsla prara a Josc 1'....."'
IikIii. qoe ser roconi|Hiusado.
I-ara., Tyi *.. F. detrarti. -
de
da
re
di-
la
Ida
tw
HU
o-l
en
na
di
i;
da
da
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,.l
ta


Full Text
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