Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03147


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Full Text
ANUO XXIX
QUINTA FEIRA 14
DIARIO DE
DE ABRIL DE 1853.
N. 83.

PERMMBIICO
1-BBr/O SA SOBaCBJPJAO
Srrbscwve-ae a 15,000 por anuo, c 000 por
quarlfl i Jo, c 1J>W0 por quarlol pago
% rorirlo, na casa do seu jiniprielar, M. Figueira
deFara, naprara da ludewiulencia, ii*. 6c 8, cno
lli.idcJ.cana doSr. Jo" Pereira Mar I i un.
t. Duprad.
a Joaqoiiu Bernardo Meudonra.
a Jos Hiidrimiea da Cosa.
a Joaquim Ignacio Pereira.
Antonio de l,criirw Braga.
a Guilherme Augusto de Miranrlu
a Joaquim Marques Rodrigues.
a Justino Jos Ramos.
Balita o
M.M'Cill ci
l'araliiba u fl
Na lal
Aracaly
Ceaial u ff
M.iranliHO a 0
Tara" o
OlniUII 12 DI ABRIL.
Sobre Londres a 38 <4
Parto, 310
o Lisboa, 95 por ento.
NOTAS!.
Ouro. OncjKliespanhoia.........298000
- Moe,ladcM00vellias......10*000
a de fi100 novas......168000
de 43000......... OgOOO
Prala. Patacos braslleiros........ IB9H)
Pesos i'olunmarios........ 1*110
a meiieanos.........18900
AccAes do Banco......... 10 .y
Descont deLctlras.......9al2o
NOTICIAS UTBlKOinil.
Portugal. 11 de Mar. Austria. . 3 de Mar
IJespanlia 7 de a Suissa . 3 de a
Franja. . 8 de Sucia. ._ 1 do
Blgica. . 3 de a Inglaterra 8 de o
Italia. . 1 de t E. Unidos 23 de I'cv.
Atontan ha 4 de d Mxico . 15 de o
J*russia. . 4 de o I.alil'nruia 10 de
Dinamarca 1 de Cliili . 15 de Jan.
Kussia.. . 1 de a Bucnos-A. 4 de Mal
Turqua . 33 de Fov. Montevideo 6 do a
NOTICIAS B-O UOIBIO.
I'ara'. 19 de Marco
Maranha 26 de n
Ceara'.. 1 de Aliril.
I'arahilia 2fi de Marco
Alagas 2 de Abril.
S. P. do Sol 17 de Mar
Minas. ... 15 do o
S. Paulo K de
l(de Janeiro 26 de
Babia. ... 8 de Alir.
PARTIDAS DOS COIUIXIOS.
Olinda, todos os das.
Victoria, as quintas feiras.
CtTMrB. Ilouiloc t.aranhuns, nos dias 1 e 15.
Villa liedla, Boa-Vista, Ei o Orirurv, a 13c 8.
(oianna e Parabiba, segundas c sextas.
Nalal, quintas feiras.
das da siman a.
11 Segunda. S. Leao P.
doitlor la Igrcja.
12 Tarja. Ss. Vidor e
iniu.
13 Osarla. S. Ilcrmcne-
BldO.
14 Quinta Ss. Domnina
V. e Tiburcio.
15 Seila. Sa. Eulhiquiu
c Olv indiada.
16 Sabbado. S. Encraja
17 Domingo. 8. Anicclu.
AUDIENCIAS.
Tribu/ral do CQmmercUl
segundase quintas.
filfao'
Ierras e alibados.
h'iizenda
terjas ese\lasan lOlioras.
Jti izo de Orphao*
segundase 5. aslO horas.
t'rimcira tara do eice
(erjas o 6. ao mrio-dia.
Segunda vara do civtl.
quarlasc sab. ao nicio-d.
Marco
Abril
31 Quarlo iniiigoaulea*7 horas, 2 mi-
nutos c 37 segundos da tarde.
H La nova as 9 liora, 37 minutos e 37
segundes da nunbaa-
16 Quarlo crescente as 2 doras, 25 mi-
nulos e 39 segundos da larde,
a 33 La rlieia aos 41 minutse 31 sc-
guadea da larde.
rniiHtn di uoje
fruncir as 9horas e 18 minutos da manliaa.
Segunda as 9 horas o 42 minutos da (arde.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO BE
FE1UHAMBUCO.
P' l.o s* abril *to 1863.
Nada de extraordinario lem ccrorrdo durante o
curio perodo de lempo, dejiois da ullimn correspon-
dencia.
No dia 20 do passado rcuniram-se o amonitas
o Hunco Commercial desla provincia, alim de ou-
ffrem ler i deoreio, pelo qual foi approvadu o res-
pectivo estaflo peto governo imperial, e iwr essa
i < isiiii proredeu-se a nnmearao do presidonle da
ossemhh m geral, e ohteve a grande maioria dos suf-
fragios o uegociaule desla pr.ir.i francisco (iauden-
rio da Cosa. Para directores foram estolhidos os ne-
Kociau.es, Joaquim Aillo Dio Alves, II. de 1.a Hoc-
intho Joso Ferreira, II. Dewcy, Joao An-
-n-io Girrea, |)iogo tamben c Cli. I.eraislro. Shi
imbm 'lo ret'onherido crdito ede valiosa garanta.
Permita Dos, que paraodianlc contine a rerahii
a eleirao em pessoas de (guacs mcriios, c que mo
sccedaoqnc aqui,por ^.i de retira, se observa
umita influencia no comeco de qualquer empreza
tlcpotipi.rm mura inerria e detprezo total* e a-
final morte lenta, indo ahir a direcnlo da in*ti
fuift" em nulo* de meia duzia de esperlalhes, que
uriifuima duridn piiem em sacrificar a* fortuna*
nlhtiat emprovetto proprfa. Por estes (rinta ou
i|iiarcnla das espero ver itislallado osle eslaltele-
rmenlo monclarin, de que lano carece a provincia
As aceito Iichi sidti tnHo procuradas; ja eslavam
, |H>rm todas d >Mo poder salisfazer .ios muilos, queas ambicionan).
No mez, que acal;, de (Indar, IrnlralTtou o jury
niMa capital. Foram julgados nove pncc*sos, sendo
diales, tres |mr rrime de morte, um nnr compliri-
, lado em roubo, e lodos m otitros por rerimenlos le-
ves. Os aecusados por crime de mor le foram coo-
denmados ^ales |>erpcliias ; lodosos outros Toram
| absolvido.
Seguem neslc vapor para a orle os ricpuladi"
I por esta provincia l)rs. Angelo e Magalhiles. Tam-
hein m ;n' npaidia o Dr. Souza Franco, nflo sei em
que carador.
Continua o socego c o anuo promellc ser almn-
| diote en seeros de exporlarao.
.\a prxima barca referirci o que occorror de
ntais inlcressanle.
do-se dar pr
i (ralialhos, ja so pode com
1853.
Ttirt
No ullimn do mez passado, reunio-sc o colleuio
ilciloral da capital para a eleico dos memlnos da
itvi'mbla provincial, que devem servir na legisla-
lalura do prximo armo viiidouro. Em confonni-
dade duque a lei ihc faculta, S. Bk.oSt. presiden
te da provincia, acaba de prorogar para o I. do no-
vembro a abertura da assembloa que dovia ter lu-
gar uodia 3 de ario. BsM acollado passo do go-
leniO leudo a arredar os troperos, que una asscm
Idea, em gr.iu crosccuciasfioiidc a ristrel la sempro se n ios I ron
v ligativa c estpida, como na ulliifla legisla I ura
possj purvenlura presentar contra a marcha regu-
lar de sua criadora admiiiislraeao. So Vine, eslivci
bcni leiubradii dos pequeos o virados que o aium
pausado fu dos vario-./tro/t/o c discustiie* havidas
iitiquelta assemhla, de ceilo ds|teiisnr-int'-lia do
deinonsIrar-Dic a neeossidadea que ogovoruose vio
obrigado c.-p,i;aiido para mais larde a abertura em
crposinln, daxalinha, que o uosso bom povoclw-
nava decryrtat.
O collegio dacapila), como mo ignora, foi o frte-
lo pelo qual a K*trclla se mauifcslou mais ilo que
nunca, traidora ao tal convenio, aoudosc pretenda
enxerlar o J. Faco na reprcsenlacilo geral por ola
provincia. Tendosidoos eloilores escolliidosa dedo
pela ftitrella, agora como eulAo o parldo governis-
ta em pouco uu nada coulim com ellos ; e assim o
resultado foi deafavoravcl aos candidatos governis-
laa. N;in m' levando em conla Ds*o as engolidelas
dos votos; pois que mese l'oicoui|Msla do medien
Mala, como presidente; do Jorge, aobrinlio do J.
Varolla, como seci clarn ; do Barradas o J.Claro,
nimocscruladoitM... So quem ntocouliere o Mara-
nhao poder.i ignorar o quilalc que lem cada una
dossas firmas !...
O (pie vale porin ao partido governisla lie, que
a volaeiio da rapilal he a nica, com que se no
|Hde conlar; a foca dahi, todos os demais eollegios
>U provincia sabero levar ao seio de sua represen-
laceo os hoincns, que ainda nao se achain cor-
rompidos nflo si pela-* Icndencias com que foram
"liMquiados pela naluroxa e |*eln educado, como
itif-ino i-elo conlaclo desse id i lo pestfero, que de si
eiBla a K'tretla.
l>cAlcanlara e do llanicur acaban) de rhegar
indicias deque a chapa do governo foi eomplcla-
nicnto victoriosa. Pdo-sc |HMsconlar com um Iri-
uniplio igual ao das oleii;es ultimas para depula-;
nos geraes, aomlc, como vio, 03 ovenlistas sahi-'
tjiu-se oplimamonle ; cenlflo ser assim,'que eala
|trovineia |HMsuir una assemhla como a deesa
aonde seveliuir grande parle das suas inelhore
iiilelligpnrias.
O rodador om chefe do l'rogresso, que he o l>r
Carlos F. Kibeiro, lendo-sc ausentado por algiuu
Ioiii|hj para as soas fazoudas, deivou inlcrnamenlo
I;ht,'io daquclla folha aos cuidados 11A0 sei de
n. que levado, ignoro porque rircumsiiicL
IV' cihi-la uas unhasd'uui dc-ues sugeilos, que nflo
o cararlcr algum cslavel em poliliea, est sem
pi e i-romplo a rahiscar, ou antes, a deprimir osle o
iiquelle individuo, ainda inesuio que com isso com
promella a soi le d'unta folha seria, como lio o Pro-
graso.
Com nina folha, ou antes com una tal machina
le descoui'Kjr as suas ordens, o imii honieni aca-
be, disfarcodo cmcominuicanlc, do dar suas den-
ladas no governo, c a render zumbidas u Estrella.
Ouem (al dira! Semelhanle liiiguagem as paginas
do Proyresso !! Feli/meule, porm, i cousa nao
passou de dous nmeros : os ligeiros, nuluzia* sa-
.uaiii dasmflos do intruso rodador o seu infeliz.'or-
: .i o ; o agora coi>sl;i-tm>, nese acha entregue aos
uidadm de um oulro individuo, al que chegue o
h\ Carlos, quo aqui deve oslar por todo o correr
le.le me/. Em sua seile do procurar dlKUSSoes com
todos, ohomcm deque cima Iho falloi no Progre*-
i n. *2t aproenla um inscnilicanle communicado
nlraesle scu criado, aonde sel^em principio j>c-
mliscos refolhos de urna estragada erad I cao tem-
perados rom corlas nllusoes nflo sei se ao I). Braga
ou se ao Coln, como aulores deslas liulias. O liin
principal do meu eommunirante he querer demons-
Irar as descaradas mentira* das miiihas duas ul-
timas correspondencias. ( negocio na verdade he
bem serio: digam pessoalmento do cu Indo o que
Fedro, l'aulo, ou Sancho
ipn/ereni, que son redro, i'auo, ou sandio; (pie
lvp, teulio, ou hei de ter tai'- mazlas; gramem-
inr os couces e dentadas, que bem Ibes aprouver ;
porm illiiinrarem qu.-fali" verdade as miuhas
orrespondencias, c que assim infrinjo o sagrado
compromisso d'um corresponden le, fie isso cousa
que nao posso supportar, mormenlc auando se me
duque son um humem assalarado!: Vmc. que o
diga com que preco me vendo...(#)
Km resuma a cada limadas inexaclidoes das tni-
idias ultimas noticias, dovodizerao ami^o do pro-
ret*o, que em nada leuho culpa, de qiiecllcseja
(b gnoranle do que enlro nos se passn : e assim,
safbam que o prujecio de S. Ex. sobre a creaeflo da
eaivri econmica ha muilo que se acha com os res-
pcciivos estatuios, ern poder do governu geral p-
reme dar a compelenle auliirisaco, c que varios
ncsneianhs desla pcaca j,i foram onvidados pa-
rase rollocarcm froulc de urna (al IosUIoobo.
^aiba l.iiidieiu que em referencia AfaeoOea decoib
mi*i intentadas pela fa/onda contra os demos dos
'i'iins aonde so lem deconslruir odiquo, e len-
dossedejiosiladii a qinuilia uecessariii dos lerrcnos
depniB rte avahados, iude|>endeiile de ludo isso, in-
Het l.iiaiu,,. ,|n,. itenhiuii.i lelriliuic.in d;ini<>.
aoar. correspuiiil^nte. o que o por rosKi de obse-
quiar-n^ K ,|., ,.|ie a |M!SfJ,|0 iri,balho de commu-
mcsr-iHs u< Bronlwiirvoiilos Hctoa provincia, pdo
Imc Inesumo muilo gratos, (h (eductores.
po
(juc aOlan^ar a dcsapropria^flo daquelles lerrenos,
Saiba ainda que no pnwsso Faiva lodas as lolemu-
nhas j foram iiderrogadas, que os aulw acharam-
e em conclusflo do delegado Claro, queoexame
das carias denuncianles s*> fui dcfimuilivmnciilc re-
querido quando se flndaram as inquirir/icsil as
lestemunhas, lalvez como um mcio de prolongar a
decisflo de pronuncia, e que o avoramento dos autos
do delegado para o Dr. chefede polcia, foi um fac-
i muilo poslerior a aquellas minhas corresponden-
cias. E se quizer salier se a sociedade Ttrptiekorc
morreu, e seem seu lugar uo se vaiorganisar una
outra com o nome de Club Afaranhense, dado al
pe!o |)r. Brrelo, c em ruja frenlc se acham indi-
viduos de credos dianiclralraenlo op|mslos, como o
Dr. .,1,11,1. o Dr. Theophilo, o o leuonlc-coronel J.
J. Bolford ; |iercuntc-o ao Sr. Ignacio Varella, quo
(he sabor i e-j......In
Fara comprehender a minha milicia sobre o jiir-
dim, que raagcslos surde na unliga praca de J. do
Valle he furcoso, qiie o coinmuuieaiile saiba dar um
vordadeiro peso a palavra, surde. Cornelia;
nao ipil/ cu di/.er, que o jardiin J estoja prompto,
IMirein sim, que vaia sabir ; e leudo no queja
se acha felo, moslrado mais ou menos a sua elegan-
cia, esl bem lonio desee Comparado, como quor S.
S.* aos muros do cemilerio d'Alcntara.
Fiialmcule, eiuquanlo ao mais ; se nflo foi no Oh-
sercador, que o J. Juliano fez a sua celebre declara-
eflo, fe-la porem, no Publicado/-; c se nao foi o
A. Bernardo da Silvcira quem aleaueou o haheas-
COTpUl, fui o nffo menos facauhuiloSahiuo Carnoiro.
Isso nflo passou d'um lapso de penna,que a primeira
vista, devian commiiiiicaule perecber.
Tenho |H>rlanlorespondido t (odasas inevaciidoes
deque fui argido ; iiiexaclidiU'sdessas, sacadas rom
dous patitos do loiolhodu DOSH bom humem. Aban-
dona elle os fados capitaes de nina conespoiideucia
para ir descubrir niel de pao em fados de mu segun-
daria ordem... A mesma peona, que (rarou o com-
mullicado de que Iralo, raliiseou as noticias diversjw,
que se leem higo ahaixo, aonde o seu aulorea torna
(ligno advgado dos judas, coulra a furia do* mole-
ques, que nflo o irnupam do Indos os anuos queima-
lo em eslalua. a verdade que lie cousa digna de
duas (ochas o locante trecho do (al nnliciador, a
implorar piolado contrau discpulo arrependi-
do muito cmlHira faca elle cun isso u papel
de um advgado de causas perdidas...
Acabado ser elejto depulado por (iovaz, O DOSBO
palrico, o Sr. Verialo Uamleira Duarle, jufl de d-
roilo do Itapur. S. S. parte lente vapor para a
corle ; eeslou, que a causa do Maiauhflo, u.iu deJia-
r.i de fazer benelicios, mormonle quando se* Ira lar
da linlreMa, cmilraquem, ronsla-me, quo possue elle
rcrlos documentos a respciloda innundaeflo do se-
dlas falsas em, quem uilo honraui aquella genio.
T.unhem segu nesle vapor, o senador Cosa Fer-
reira, c o depilado Antonio lvav mundo lolforl. A
esles dous dignos rcprcsonlanles, a Em." Sr.-1 D.
Auna Jansou olcrecou'-lltcs lioulom um luildo
aire.
O invern continua sofrivetineule ; porem o* te-
neros ile primeira necessidade nao haiv.u.iui ainda.
S. DSC.*, a semana >assada, mandn suspender a e\-
podacao do aun/,
o dividendo daa ar^ocs do noaso banco cominor-
Clal, duranle o ultimo semestre, foi do li>7(K r>.
imr ai cao. O saldo foi de II iMi.'>MS e o fundo ac-
lual hede.'ilHIMHH (NHIrs.em J,:tH)ace(-ies
A ulfandega duranle o mea passado lendcu rs.
Rl:07K>t369.
Ksquci-mo di/er Ihc, qil no da i do prximo
passado mez parti para Piailh) 0 molo halalhfl
daquclla pro\iucia. que aipii so aehava em serveo
dcsile IKffi. Seguiram por ora os oiracsdc lileia,
os inferiores, o cornetas. Km breve llovera partir u
iT-|iedi\o eomiuamlaulo, co major, que silo os Lia-
os lenle coronel Peceguelro, e major Cotilo.
0 ineii correspondente de Cavia-, ecrcvc-ineo se-
unle do dia I do prximo passado : Os parli-
lofeaUo em (recuas. OsJoiiunm leus orgCoscala-
ram-se. Soma impeluosidado da iiupreusa o vasto
mar da Intriga esl quasl em calmara. Fosse duia-
leuro esee catado, o a navegacjlb OU cruzeiro das re-
formas seria mala secura. Porem infel/menle OS ven-
us reappareccrao ; o mar se lomar de novo agita-
da ; c a despeilo da pericia dos pilulus, com pouca
segurauca c maiorapparelho dos barcos do que dis-
on, a exproraco seni quasi improlicua e as mais das
vezes Dengosa.
A immoralidado he milita, e a forra moralisad'ira
pequea para consum-la e supnlauln-la. O crime
fui do louga o abaolala soberana: o virio, aspa-
losa ms, e a inlriga priiicipalinonle nimia lem nu-
merosa doscendoueia e vassllageill
Uo IMssa oslado de pertinaz iiiqienileni la, que re-
clama-sc a allcueao do governo para esta comarca,
njas alleraees (em echo por lodu o interior, ale ni
limites da provincia para esta corncea, cojo piinti-
piodo reforma lem rclloclido al os confllosda Cha-
pada.
No da Fl ou I i do crrenle, chegou a ola cida-
do da nova capital do l'iauhv o seu presidente 0 Dr.
Jo-<; Antonio Baraiva. S. Exc. foi altamente olmc-
Buiado pelos princlnaes liabitanlea desla dclade, en-
tro elles deslimniindo-se aquelles que sao os amuus
da poliliea actual, os verdadoii^oraeirosde Cavias.
Coiitraslando porm em seus modos repujuaules
cun esses signis de eonsideracao, a ncntiiiha do
Petourinho, faeeao da Camaiilhii, miseravel em
sen oraulho, ou orculhni;i em sua miseria, nom se
quet VlsitOU a S. BlC, contra O qual nada havia a
alosar a vil inveja, qoe tal gente lom denois do san
abandono a roipcilu d'aquelies mo exereem I
merecida inlluencia na aclualidado do pai/.
cedimeulo lo eslupidu eurosseiro, si se |mkI
eonlrar em gankndores e lami*.
EMpioceu-me dizer-lni- quo a soeiedado fliereali-
va Ctuicnse, ollroaeii-llie um baile, do qual sendo
hoiive oslcnlacflodeiun lino de capital ou de corlo,
huuvo com ludo bom arranjo, docencia, e aquella
crlela, que de aluum modo S. Evo. provocOU BD-
tre oa seus amigos afloicoadot, e mcsino lodas asse-
Dboras, pelas suas manearas delicadas, o ilngcllo ca-
vallieirisnio.
fi:hmmiih:o.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
Scisao ordlurla em 9 da abril do 1863.
Presidencia dn Sr. Pedro Caralrunti.
A'sll horas >{, feila a chamada, verillca-se esla-
rem prsenles ^isenhores dopulados, fallando os sa-
lidores Aquino, S Fercira, Barros Falcflo, Maciel
Alonleiro, Oliveira Maciel, Villola,Caslro l.eo, Mar-
tin- Pereira c Brilo.
0 Sr. Presidente abro a sessflu.
Lid a acia da sessflo anterior, heapprovada.
0 .Sr. I.' Secretario menciona o seguiulc
EXPEDIENTE.
1 ni reipiermeulode Jos Mariaiuiude Albuquer-
que, solicitador da fazonda provincial, pcdudo,prn-
videneias para que as cusas dosupplicante ademis
empreados do Jalao, sojam pagas pela Ihcsonraria
na proporefloda arreeadacao ;o >e faca nieiisalmeii-
le a folha respectiva, para o devido pagamento.A'
commissao de fazonda e orea me ufo.
Oulro da mesa rouedora da Ordem Terco ira do
Carino da chinde de Coralina, pedlndo que Ihe se-
jam concedidas lOInlerias em heuelieio das ultras de
sua Igreja, de I0:(KH>?MMH> rs. cada urna. A* com-
mbjato de pelicoes.
Oulro dos directores da obra da reja malriz da
fregaesia do LintOCjiro, solicilandu quena lei do or-
eainenlo si-desiune quola para aconclusfioda dila
obra.A' commissTo de lazenda e orcameulu.
OKDEM DO DIA.
Diseusso do parorer adiado ( puf haver pedido a
palavra o Sr. Maciel Monloiro ) acerca da proleucflu
do proprielario dn fabrica de vinagra desla pro-
vlnda.
O Sr. Mamut (Uirulcitnti: En nffovou entrar
DO apieei.iejo do parecer, quo, primeira vista, pa-
rece-ine juslo ; porm nflo sei se licar salisfeila a
inlolligeneia da lei |Mir um parecer decoinmissflo....
O Sr. Camefro da Cumia :Foco a palavra.
ti Sr. Manoel Caralrunli:Cuino o iiuhre depu-
lado pedio a palavra, pode sor que mcdexplicacoes
laes, que eu vol polo parecer; mas nfloijulnsuf-
licienic para cxpjkar a inlelUancia da lei.
O Sr. Carneiro da Cunlm d algumas cxplica-
fiOBS.
O.s'r. Manoel Cacnlcanti :Eu olavaom duvi-
da, o anda continuo a estar. Son favoravel ao pare-
cer, porque aatOU IIU proposito de ser favoravel lu-
do qiianto (ver por lini aliviar as impiisirocs. Mas
julgo que 0 parecer nao satisfaz, porque o uohre de-
pulado oxplieou com a lei do o camenlo du anuo pas-
sado, f|uodi/.: j t), Eucroioque so pode onlondor
fabricas de fazer aguanlenlomas naofabricas
em que se cuiprcn agurdenle *, c me parece que a
represonlacflo, que scapreseulou em unidos anuos
antecdanles, 0l de fabricantes do auardenle, de
son boros de enuenhn, e outros, que linhain sido rn|-
letados. leio (peosles foram os que reclamaran!...
o Sr. Cartmro da Cunka:E tambera estes.
O Sr Manoel Caeatcantii Nflo tenho idea.
Mas a commissao quer que aabsUla a lei, (al qual
existe, porque ell;i he clara. Ella lem sido ejecuta-
da por alguem, que Ihe nflo acha esta clareza. As
fabricas co que a lei faz menean, sao as fabricas de
fazci iguardOnle, o naooslasquecinnregam a agur-
denlo como materia prima, ou como mel de fazer
nutro-, producios* Por isso, a minha din ida subsfsle.
au sei se a pprov a ndo-.-e o parecer da commissio,
ao conseguir o Hinque se .....un vista..,
' Sr, Carneiro a Cunta : J est obviado
islo.
O Sr. Manoel Cacalctnti\ Enlao, se so pode
remediar islo, se he contra o passado, respello da
lula entre os arreroataotcM deise hnposto o os fabri-
canies, elles h.lode recorrer a alum tribunal, ees*
(O ha do decidir coiiforuie a iiilorprelacfln ; o por
consequciicia ella heuecessaria. lie neceasariaa in-
lei|iiet,ie.iu aulenlica, o ella CTeio que se nflo pode
lar por mcio deuin parecer da cominissilo. O deeejo
pii'eu leuho, hoque as cousas se facam regu-
Pro
Vai proreder-so as elcicoos provinciao. no dia ti
docorrenle. Os camldatoi apparecom, como ca-
valloros a cruzada, cada qual fazendu brasflo de
(pialidades mais recummoiiilavois, de nlenco;>. mabj
patriticas. Mas ludu isso, ipieira Dos que nflo fi-
que em amostras.
O governo oHeroreu aos eolleios nina chapa de96
nomos, cujas peanas forman) um amaluama com-
plelo, ja em sua repiesonlae.'io social, ja* em sua rc-
prescutaco poltica.
A proidoncia ao que parece levada por um pen-
samcnlu conciliador, imparcial e apparaluso, cm-o-
IIiqii d'cnlre osagriculloro, conimorcianles, milita-
res, clrigos, c maui-lrados; inlrodu/imlo n'e-la or-
dem o ccclclismo poltico em reproenlanles luz'ui*,
sayuaremas ou puros o al om nessoas cuja- utreU
ludas maculas aiuda au sei se foram do todo puri-
ficadas.
Ojurv deCoroali ao que nos consta, Irahallmu p-
timamente. Em quafro julgauiunlo< huuvo una
M'ulcnca de -20 anuos de pnso;ou(ra de galea per-
peinas, e urna do oondemnacu capital, sendo os seu-
lenriados aecusados de crime de morle. O afamado
Coque foi absolvido em um priH-essu de furto do BS-
cravos, em qucdizein nao era l muilo culpado. Ii-
cou porm, e nao pode entrar em julameurD a-
quelle no qual elle so acha indiciado era quatro ho-
micidios e per lo de dezesell forlos de eseravos.
Alm dcslescrimos, (om sido lirados da sua laien-
da, de|Hiis que se acha prezo, til eseravos. aroulados,
sem que seus senhore- lenham animo de ir busca-
Ios tal o lerror que ainda mCSOMl preXO lem d'aquel-
lascelerado. Esles actos dn energa, san obra do
dislinclo subdelegado do Mearim, Joaquim Finio
Saldanha.
,\ saeta de que estavaaso ameateados e a fume ou
raresua de vivero com queja lula vamos, vai larrea
desapparecer em breve.
Vieiam as primeira- Bgoas de iuvi'iiio,!' 08 laua-
doren lem asuerancas de ver conjuradas as degracas
di' que e.ta.aui ameacadas -ni- rnllieila-.
O socego nrajeflue inalleravol nesU comarca, a
lias eiicumvisiulifls.
u (cubo,
irmenlo,
O Sr, faptista \Sr. presidente, cuncho que he
irre--livel a necessidade om que esl a cmara, de
lev oh ora mesma commisso o parecer, para que ella
o aprsenle debaivo da foi na do resuluco. Que a
qiieslo versa sobro a iulerprelaco do nina lei he
obvio. Poder-te-ha dizor, comudissen nohresecre-
tario, que nflo ha mnlivo plausivo) para seduvidar
da iulellgeiieia des-a b ; poder- lo bous principios, para se inostrarqiio nao deve ha-
ver duvida sobre a sua iulellgeiieia ; mas n fado he,
que i'ssas duv idas se lem dado ; mas o fado he, que
-e appellou para a assembla, alim dola Interpretar
osa lei; quo se fllVOCOU a sua jurisilieflo para dolor-
ininar-lhe a inlellieucia. Logo, he uwle simlido
que a assembla lem de funeconar, e |M>r conacgnln-
le de aprcM-nlar um aelu legislativo, que leuha tor-
ca obiiiialoiia. E. Sr. presidente, so a assemhla cn-
tendia que isso nao era ra/oavcl, dovia elaborar um
parecer, dizeudn ipie nao louiava ronlieeimeulo ; do
contrario, deve ser por meio de una rosoluco, que
he una vordadeira ulerprelacflo aulenlica.
Seria celebre que, quando urna parle quizte alo
ar s'ii direilo sobre a duvida que se suscitaste n'-
iima le, livosc de andar requercudo cerliihVs de
parecer; pbrque, sabe a nohre cninmi-anque nina
lei vai para o coi|hi da legislacao, euto os magis-
trado., o lodas as peasoaa, leem obrlgacffo de sabor
da evislencia dalla ; mas um parecer de cuinnii-s.o
nao he assim. Fm tanto, debaivu deslo |miiiIo de vis-
la, acho que he iuditpeusavel 0 devnlver-so o pare-
cor mesma coimuiss'io, para quo alia O elabore de-
baivu dos caracteres de nina resoluro. A ora, eu
meopponhp anda ao parecer da cominiasao, quanto
ao |KSBsamnlO que elle encona. Eu parlilho muilo
as tildas do nohre depul.ido que se sentn doste lado,
a respailo de se aliviar a nduslria de cortos tribu-
ios ; mas boje que eu lenho a convieeao de que o
nossos dinheiros nao lem una a|qdicaco milito i,i-
loavel e conveniente, quero que a industria soja ali-
viada debaixodos principios do jusica v. de (gualda*
de; razflo porque, eu me aprsenlo sempre contra
ludo que he um |>rivileio. Ora, a inlerprelacflo da
lei nao lio laudara, rumo o nebro doputadodisj o
a prova he, que en, apexar de minha mingoada Inlel-
llsencia, don uma interprelacocoulraria ilaeom-
ini",io ; lano mais, quaulo me oeeo reiu as discus-
soe-liavidas nosl.i <;i-.i. as quaes revelaui que o lim
da lei fui sentar as fabricas de agurdenle. Por is-
so digo o negocio nao he I lo claro, lano que eu don
uma utcrprelaco rontraria quedcu acommi-sio,
islo he, que as fabricas iseulas sao as que fa/em
agurdenle, eno as oulras que di auardenle se ser-
v.....como de inaleria prima, para Iransforma-la em
uniros productos. E a quolao he um pOUCO delica-
da, porque o imposto das auiiardeules taz um ramo
da receila provincial, ojaene arrematado e qual-
quer dimimucu nossa renda, d oreasiu uos airo
matantes para a presen larem suas recia macos. He
preciso, porlaulo, proceder-se com (oda a cautela.
\ -oa direi aimla ao nohre depulado que, tanto a
inl.rprelacflo dada essa lei nflo he lo j.alpavcl
loilas a- intelliencias, que, segundo me consta, ja
esta moma queslo foi submollida nao sei se Iho
suuraria provincial.
O Sr. Jone Pedro:Nao, senlior.
O Sr. liaplitta :Pois so nao he sobre ole fabri-
cante de vinagre, he sobre oulro quo eslava em cir-
cunis(annasanalnas. Sei que he um parecer om sen-
tido contrario ao da commissao.
Agora a quolo de saber-se, se o fabricante do
vinagre, comprando a agurdenle e Iransfonnando-a
em oulro produelo, nflo faz consumo da agurden-
le, he urna quolo loda econmica, qual he a do
consumo prodiidivo e do cnnsuuio uiprodudivo ;
quolaocsl.i, que nflo esl ao alcance de Indas as in-
teligencias ; qucslio puramente econmica ; c lau-
to, que o nohre depulado recorren aos principios de
economa, querendo mostrar quo e agurdenle era
transformad,t, e por isso nao consumida...
OSr. Carneiro da Cunhu ; Nfloeulrl nesaa
quc-l.io.
Sr. faptUta :Enlo ha de |wrmi(tir quo Ihe
diga, que a inlelligcncis trivial nos di/ t|ue dsh i
gurdenle he consumida, c como tal, SObre ella deve
recaliir o imposto. BstahecMe he a Inlelligencia
trivial da palavra consumir, eonlida ii'uma loi. Ma-.
abslrabindo dislo, enlendo quo, qualquor que saja
a decisu da casa, deve eltasi'i lomada u'uma loi lu-
lorprelaliva : e |K>r lano vola coulra eptreesr.
O Sr. Carneiro daCunha: Sr. presidente,
eu nflo lenho em vistas dciTciider positivamente a
forma porque o parecer ola redigdo; sobre ella
posso passar. He apenas na idea concebida no pare-
cer que insisto, o concordando o nobre depulado
rom ella, esl de accordo comigo. Permilla-mo que
Ihe noto', que antes da oi.ccuc.ao da loi actual, toda
a agurdenle pagava, c pagava al duas vexes esto
im|H>sto : no consumo e as fabricas, e islo quaulo a
mim, por urna m inlolligeneia da lei do enfilo ; no
lo que, naconfocrn da le orcamenlo do anuo pas-
tado, sendo cu membruda ootnmissode fazeuda, e
iletejando-scevitar ole mal da maneira que pare-
cer mais cimvcucnlc, redigio a coumus&o o arligo
respectivo, de maneira a tirar cssas duvidas e loda a
ucerleza, os|>eclicaiido que licava sajeila ao impos-
to dos -*t) por eenlo sinnenle a agurdenlo do con-
sumo. Procuramos fazor-nos entender, c a casa
nos cnlcndeu, |Hirqiic para cssc lim se prnduziram
razos valiosas. Disso-se que nflo seriain ohrigados a
pagar as labribas, querellas fussm as que permi-
li\.miento li/ossem agurdenle, qur as que dolase
lerviasem como materia prima, transformando-a, ou
fazendu nutra qiialquer cousa. Kai por consequon-
cia, |mr causa disto, que a lei do orcamenlo se ex-
primi pela maneira quo se acha. Eslo auno, fazen-
du cu lambern parle desla eoinmissfln, diese BOS
mC0| COmpanheirOS que u maneira, porque se aeha-
va redigidoesse sj iloorcamcnlo, pareca nflo salisfa-
zer ainda o sen liin,|>nrqueainouiadu\da so apro
seulava do unvu, mi sem fundamento se couliuuava
a duv iilar. Ellos mu ro|H>uderam que, lanas du-
vidas nao so poda dar resposla, purque mais caga
era quem nflo queria\er, do quequom linha nasci-
do ceg ; e foi quasi por uma condeseeudeiicin para
comigo, que ello aceilaram ascvpressGos que so
acham charadas no projeclu de lei do orcamenlo,
que agora nos oceupa, declarando sontas as fabri-
cas, qur as que produzem esse genero, quer as que
del le so serveui como inaleria prima.
A commissao moslrou anda desla vez deseju de
Obviar a lodas as duvidas que a lal ropeilo possaui
apparecer, como aquella que apjiareceu agora, com
o Sr. Carlos l.ahauliere.
Domis, soiihoro, para mim, para a cnminissflu,
nao ha duvida alguma, cagora momo me informei,
ile que na Ihoouraria nflo se aprocnlou tal duvi-
da; oque o | c as isso itrovem da parto do arrema-
tante dosso imposto, tu reconheco que islo pude dar
lugar f pcrmilla-se-mc a evpressflo ) reolamacos
echicanasda parle do arremalanle ; mas lambern a
Ihcsonraria as pode curiar, respomleudo-lhe quo,
quando \><\/ em arremalacflu csse imposlo nao iu-
cluio ossas fabricas, e sim sement aquella agur-
denlo que su consumia, aquella que desapparecia
impioduclivaiueiilo. Por conseqiieucia, se esse ar-
remalanle viesse pedir que 9o Ihe abalse, visto
que se (inham excluido as fabricas, dizci-so-tho-hia
que a loi, que as exclua, exisla nulos da arrema-
la cao.
Sr. presidente, eoncluindo, dirci quo a eoromlasSo
nSoscoccupoU da quoslflo na eueralidade em que
a cncaiam aliunsjscnhoies, ma-sinulo um caso par-
ticular, de um individuo que se acha ollcndiilo em
seus direilos, o a respeiln de nina loi que nao (em n
carcter de pennanenlo, do uma lei-amiua. Fur-
lanlojulgo que uSoseria neeessario, para lal lim,
urna resolueio, uma nova loi interpretando urna lei
amina, lu simples parecer do commissflo procu-
eho bom o lio desojado. Taas dcloilgas sio ilosne-
cessarlat.
lie lido o apoiatlo 0Seguinte requerimenlo
a Itoquoiro que o parecer, que ora SO disculo,
volle commisNio para uAerecer a sua maioria om
forma do rcsolueu.Ilaptisla. "
O Sr* Jos Pedro responde boj oradores quo o
nvoeileramc concluio dizendo, que vulava Contra o
roqiierimenlo.
o Sr. Francisco Juo \ Si. proshlonlo, ou pe-
d a palavra para mostrar quo, ainda que abunde uas
ideas do nohre depulado, quo acabado scnlar-se,
veiii do cnuunciar, com ludo vol coulra o parecer
da commissflo. Consldcrarei o parecer sobre duas
faces diversas : eiuquanlo i forma e quaulo suaes-
soncia. Eu son fureado a fazer CSM ilislinceni, por-
que he indispeiisavel quo elle soja a-sim considera-
do, pois quo lomos do tratar c prestar a dovida de-
rereucia aos eslvlns, s frmase regrus, que leinos
aqui para legislar c para inlcrprelar.
DlgD, quo o parecer, em sua forma, uo |hhIc,
nom dovo, sor approvado pela casa, porque elle nflo
(rala de oulra cousa mais, duque fazer uma inter-
pretar.o aiilheuliea urna lei ; ca quesillo havida
lom servido para uias, do que para demonstrar
essi iiilcr|>e(raci
lefoza que foi ulVorecida pelo incmbro da com-
missiln, versou sobro osle poni, versou note seuli-
do. Porlaulo, recouhecido como lica, que o parecer
pocca quaulo forma ; quo uma inicrprclacflu de
le nflo podo de niodu algum ter ollrerida pelo
enunciado qualqucr do una indicaco, mas que
csse enunciado deve ler urna forma qualqucr ; e
que osla forma dove ser por mcio de urna rosoluco
especial, ou por oulro mcio deeuespecie ; est visto
que o parecer, uosla parle, nao |tileser aceito.
Kola-mc agora considerar o parecer sobro oulra
face, o veni liser, pelo quo diz ropeilo a *u.\ os-en-
cin ; islo he, incluirlo, nu nflo, a lei que creou a
imposte
lo 'Mi por eenlo sobre o consumo do
agurdenle e as leit posteriores que a regularisaram
ou addilaraui, as fabricas que cousummiam agur-
denle de uma maneira producliva, cuipregaudo-a
como inaleria prima na eonfeceflo de diversos lico-
res e nutras quaesquer bebidas espirituosas, ou nao
espirituosas T A quaaUo, sob ote aagondo poni de
v isla, me parece que lambern (em contra si, u que se
pode deduzir de expresso clara da loi ; porque, Sr.
presidente, eu nao desojo de modo nenlium quo es-
la aomlila, ou fazendo lois, ou inlcr|notando-as,
Cuja daquelles regraa que se acham estabelocadas
polo direilo publico, oque sao aceilas por lodo-i 00
Iribunaes na Interpretarao de uma loi, lendo-se em
vitianao sslennos, dequeseservio o legislador,
mas mesmo o seu espirito ; o antes desojo que d,\ ii-
(ellienciae indaacfln do seu opirilo se acoilom as
regias que servein para a iulerprelaco, o os princi-
pios eslahelenlos em direilo. A' iuclusao de urna
proposkflo importa a esclusflo do ludo aquitlo, que
nflo fui incluido. Foi croada a imposico, o fofam
eveluidas as fabricas e doposilos de auardenle ; pa-
reca natural que, ludo quanto nflo fuste fabrica e
deposito de agurdenle, dovia ser incluido...
O Sr, Contrito da Cunha : Essa he I nlor*-
prelacflO rainmalical...
Um Sr. DepVtado \ A inlerprelacflo da lei he
sempre grammalical /...
> Sr. FrancmKoJoifi i Esia ho a Inlerpreta-
eflo que se dciluz, ou que decorro das c\prc.>so da
loi...
O Sr. Jos Pedro : A lei nao se exprimi desla
maneira.
O St, Francisco Joo :Tudo quanto nao for
fabrica c deposito do agurdenle, esla incluido...
t'm Sr. Depulado: A lei nflo diz fabricas de
agurdenlo ; diz smenle fabricas.
O Sr. Francisco Joo : Hefcrindo-so o arligo
agurdenle, e (aliando depois do fabricas, he claro
que hfludo ser as fabricas de agurdenle, o nao de
niel, ou de oulra cousa : bode agurdenle. A in-
lerprclac.ao do nohre depulado |m'hIo ser muilo cn-
gciiliosa, mas nao he aquella queso deduz da letra
da lei. Considerado assim o parecer, quanto sua
segunda (nirle, islo he, quanto sua substaucia, eu
responderei anda ao nohre denudado, c querendo
seguir oulra hv pulho-e, o procurando buscar o es-
pirito e inlenr'o do legislador, para saber se so
acham ou nao comprchendidas casas fabricas o ou-
tros deposito* que nao fossem do agurdenlo, quero
ere que, remonlando-ino ao espirito desla Caes, -
quclle espirito eom que ella semnro se lem mostra-
do desojo i do nv aliar o mais posSIVel BS mpo-icoes
evislenles, dar lugar B0 cngraudcciinonlo da ndus-
lria, e prestar favor aquella que so acha nascida e
criada, ufo leve por cerlo eata mesma casa oulra
inti.'iie.io. senfloaole eseiulrdcsM imposiesjo as t'a-
briris" delicoiese hi-hldas ospiritiiiMBS, e oulroi |-
quidos que nao so bombbviii ixnniHxdioudhlos es-
pressaininlr. Se esle foi o limito da casa; osla vis-
10 que, para hooonhereredeinun-lra-lo, he frecSa
saseaclopetoqual mal litemos, derrocamos, abro-
gamos 9 explicamos as uoswis leis, lio preciso csse
inoio que nflo podo ser sciio una reaulur/io.,.
O Sr, Jos Pedro : Dada a inqiorlancin que o
nohre depulado lem dado i essa duvida, csse lio o
mcio....
OSr. Francisco Joo :Um nobre depulado,
querendo deinoustrar que a intelligeucia da queslo
era em sentido contrario ao quo linha sido dado,
sorcorreu-se de orna dis|>osicao que se achaiicluida
nu projcclo do lei do urcamunlo. Essa dis|>osicflo,
de que o nobre depulado se quiz snecorrer, nflo se
presta de maneira sulucientc ao lim para que he tra-
zla ; porque essa moma dbpoelegn deisa em duvi
da o que lem servido de objeclo de queslo. Essa
disposican lera do regular de buje para dantc, man
nao poder comprehender o presente, visto que nflo
(em o carcter de interprelaliva, ncm Hscniidii;ocsda
uma le de lal natureza, epor conseguinle nao pode
de maneira alguma referir-so ao passado; c nos
traamos aqu do passado c nflo do futuro.
O nobre depulado disse mais do urna vez, em a
parle, me osla quolo nao valia a peua, que ella
nao linha a importancia que eu Ihe quera dar, ou
preslar.
Sr. presidente, cu ligo Importancia a qucslucs,
nao lauto, as vezo pebuivullado das imponcoes; eu
ligodhosa importancia que se dovo dar naturalmen-
te aos casos, cm que mis, usando de nllrihuicflejB nos-
sas, podemoscommcltcr gravksimos erros, allorau-
do aquellas rearas que nos devem dirigir no docu-
volvimeatodeseas noasas aiirihuices, ou despreaan-
do aquello olvlos o aquellas formulas, que culre
iii'h lomos eslahelccido. E nao so culenda que o
nome, que a palavra formula estvlo nao signi-
ca nada : tiguifira ludo. As formulas sflo as verda-
deiras regras garanlidoras de (mlosus uussos direilos.
Porlaulo, nao se envergue da minha parle euthu-
-ia-mo eiudellomleras formlas, |Mirquc,delfeudciidu
as fot nulas, tenho doflondido os direilos, que otflo
dependentes dolas.
Sr. presidente, sem querer de modo algum oppor-
mc a iulenro dos uobres anloros do parecer, abun-
dando niesino uas idea- do nidire depulado que he
iuspcclor da (hesouraria, c de mais oulro, quo sao as
de aliviar os fabricantes desla uduslrio nasccnle ,
nao segundo ola parlo senflo oopirilodota casa,
dcmouslrado h lano lempo, nao posso doixar de
me Oppdr ao parecer, adoptando ueslaparlea emen-
da duSr. Haplisla, que podo que o parecer seja rc-
inriii lu i i'iimiiii"......i a outra qualqucr, para que
ola forinulo osou peusauenln do mmlo mais con-
venieiiJeulc; ou enlflo a presen tem na lei du orca-
menlo urna emenda que prceiicha coinplolaqicnle
>eus lilis, ficaudn assim salvu o perigo, que a nobro
commissflo quiz salvar.
i> Sr. Presidente : A discussflo osla addiada le-
la hora.
Continua a diacuaiflodoorcMaento provincial, ar-
tigo 12 e emolidas do Sis. Paos Marrlo e Mello
Reg ao momo olTorccidat.
Vai mesa, e he apiada a seguidle emenda.
a Ao arl. I.'I arn*sceulc-se E bem assim mais ;
qiiaula de l:(MK>5fK)0 rs. com ik reparos da cadeia
casa da cmara e quarlol da villa do Cabo, pro-
cedendo-SC ao devido orcamenlo. S. K. Firmi-
m de Mello,
o Sr, Ftortneio : Eu nflo me opponho, Sr.
presidente, a emenda que ulorisu o governo a dfts-
pender SMMNHHMI rs., para mandar v ir um cne-
nhoiro muilo hbil para a provincia do Fornaniini-
coj mus, leodo em milita cousideiaeo os iminen-os
sen Ico que podeni resultar provincia da acquisj-
eflo de um hbil engeuhoiro, niio pude doixar de
formular una emenda, que he esla:
o Pica o presidente da provincia aulorbudo a
mandar, por opaco de um auno, viajar o director
daa obras publicas pala EWOM. alim de visitar os
(rahalhos mais importantes all feiloteein andamen-
to, mareando para easeflm urna uralilicaco, queso
r addicionada ao seu ordenado. Florencio, o
Yon pois justifica-la, como he dn meu dever.
Sr. prcsidcnle, o director das obras publicas fnr-
mou-se em malhemalica na universidade de Coi Hi-
dra, fui discpulo da osela do ponlcs c calcadas em
Pars, so^uio lodos os processos, Indos os trabadlos
pratico. dessa escola ; lom, esla mais do que habi-
litado para, viajando um anuo, c vendo o progresso
queso (cm feiln servir milito bem para aquilloquo
|h'hIo servir qualqucr ongenlieiro hbil. Elle lem j
sido director das obras publicas na provincia por al-
gunsanuos; pode, pois, mellior du que qualquer
oulro comprehender a dillcrenea do Irabalho, c ava-
liar o progresso quo tm havidn. Enlendo, pois,
que, a emenda dovo sor approvada, como medida de
Ulllidade ; porque assim liaar oso moco mais habi-
litado, nao so para sor director, mas al para meslre
la nossa mocidade, que desoja muilo inslruir-se, e
que o nflo Taz |iorque nao lem molra.
Seohorcs, eu eesmeao, que lomos poucaanabilita-
roes ; islo he uma verdade. Eu desojara nfln dize-
o rom lana franqueza, mas cmllm, he urna verda-
de: tetos pmieashahililaeoo ; mas nfln he possivel
quocoiiliiiiiemos neslc oslado Precisamos de nicios
para que a nossa luorid.ile aprenda ; do contrario
veremosu que estamos vendo todos os dias,o hoque,
vana um emprego, e nn he inimuem nonioado, a
nflo sor ahzum individuo da llalli.i. ou de Minas. Pa-
ra que. pois, uo aconleca islo, devenios hahililar a
nossa mocidade, para queseno diga quo nao lomos
gente habilitada. Emfim, cu peco a commissfloque
com espirito do jusllca medita na emenda, veja o al-
cance ilella ; que veja que, com mais uma pequea
despea, mis podemos ler um pernambucano, que
si,i |,i bastante habilitado, capaz de conseguir o que
dasejamoj*
Nao se pense, que islu he cousa de en com monda,
nflo: oSr. Mamedo nome ralln em semelhanle
cousa ; se o (izse, ou uo aprescnlara a emenda:
foi ella nihsvda discuasflo*
Sonhorcs, nfloscjulinio lamheni que eu me Oppo-
nho a que venha e-se engeuhoiro muilo hbil, nao :
eu aledoejaria que, se os cofres piovinciaes podcs-
sein.se inaudassein vrinoslros habis de lodos os of-
licios, porque a experiencia me moslrou que os que
e.ivier.ini de outra vez, dcixarain brasilciros muilo
habilitados.
Sim, sonhoros, son dossas ideas, sempre o fui. As
minhas ideas sao mais lalas do que parecen) : tenho
cabello- blancos, mas nao son vclho ; o ainda quan-
do o fosse na idude, nao o era as dea-. Quero os-
Iraiigoirus, que vciiham ensinar os nossos mocos.que
sao capazo do aprender, como se v nos que to
uios c apronderam com o* queja aqui eslive
rain.
Sonhoros, o director das obras publicas he un mo-
co habilitado : com ola viagem qic cu proponho,
ello licar i par dos mclhoramenlos que se tein feilo
osludara (udoo que huuvcr, o a provincia gauhar
muilo. Se eu fosse mandado viajar, por cerlo ira
diverlir-nie ; mas uflo acontecer isso, quanto aquel-
lo de quo u emenda trata; porque anumte da scien-
ca, ha de procurar augmcularoscouhccimcnlosque
lem dclla.
Eusnlo uo ler os conhecimentos precisos, para
conveucer ao Sr. Manoel Cavalcanli, o a oulro Sr.
depulado, da ulilidado de-la medida. Convencido-
elles, ludo ia tem; porque em lira, estes sflo os mais
imperliueiites, os mais leases: mas convencidos,
sem escrpulo neuhumvolam. Eu conlocom o vo-
l do Sr. v secretario ; porque o nobro depulado,
me houlcn nos fez um bello discurso sobre a aca-
demia das obras publicas de Pars nao pode boje
dcixardo volar por osla emenda.
Seiihorct, cu ja Uve quem me dissetoe, na minha
cara, que misos |>eriiambucauosnflo Mullamos hainl-
lidado, seno para pegar em armas, o meler-mo-nos
as mallas de Agua-Frota. Eu disse ewa pessoa, -.--------, ..,--------
que aminha provincia produzia mais assucar o estrago que a estrada soffrer o)r superior, niun
do quo a Babia. He preciso que procuremos superior a quemas oreada, o airemmnte vira ro-
moslrar, que uo nos fajteccui habilitarles, para clamar; se o-orrainaUule ganhar, esta ganiio. nor-
NSo havendo mal quem tonda a palavra acer-
ca do arligo, encerra-se a dlscnssio, e sendo o mes-
rao -ulunelli.il \ \olaeao, he approvailo com as
emendas do Sr. Paes Brrelo, sendo regeladas as
oulras.
o Sr. Paes Brrelo :(Pela ordem): Sr. presi-
dente, lenho negocio urgeule, um Tarn extraordina-
rio acaba de ser verificado polo eiame dos docunieu-
los dncorpo de polcia, pec]o a V. Exc. co mulle a ca-
sa 8C ron-ente em que -e inleri ompa a ordem do dia
para ouvir a rovelacflo dense fado,
Apoiadaa urgencia, entra em discussao e lie ap-
provada.
OSf. Paes nrrelo:(Profundo silencio.; Sr.
residente, houlcn quando nos retiramos d assem-
la, sellamos em casa do nosso collega o Sr. Mello
Rogo, os documentos que foram exigidos do corpo
de noticia;nao nos foi possivel examina-tos hontcm
momo, nao s porque nflo ti vemos lempo para isso,
como porque asseulamos que o ex a me devia ser fei-
lo u'osla casa ocoui (oda a publicidade. Mandamos
vir os papis para a secretaria e ahi eniiiecanios as
nossas iiivesliga^oo pelas relacoes de mostra, elogo
as primuras, que cxaminaniiH, descomimos falsifi-
eaeoes as mais escandalosas que he possivel ima-
ginar. A commlsato opecial uomoada por esla as-
semhla linha iliin em um lopico do seu relatoaio o
seuiiiute (le):
Sendo para notar que as relacoes de moslra per-
lenccnlesao archivo do corpo, relativas aos annos
de IH5I i IKVie do primero seineslro do exercicio
vigente, alm de estarem emendadas com Sjinla do
fresca iluta uas sommas, Jo s deixam de conferir
com os respectivos recibos como lambern nao confe-
rem com as relaeoo archivadas na Ihcsouraria.
Era urna falsilicacao que cortos olliciaos do corno
do polica tiuham feito, era um crime que a commis-
sflo linha denunciado casa. Mas o que lizeram
agora os auloro do delicio para acohcrla-lo ? Kas-
p.o .i ni os recibos que exsliain uas relacoes, e eraen-
daram, pondo-os de acord eom a -oiruna das par-
celas I mas lizeram as emendas com lana preci pi-
laran, t.-in estupidam-Mite, que basta lancar-llies os
olhosparaverilica-las!
m pi e-i'lento, foi urna medida de muila im|>or-
tancia, a quo a assemhla lomou, exigiudo de novo
oles documentos, porque i ella se deve o nao ler-se
concluido a falsilicacao e o poder-se descobri-la sem
difliculdade ; em algumas relacAo a falsilicacao he
pela, as sommas das parccllas combinara agora
com as dos recibos; maaam oulras apenas so piVde
emendar parle dos recibos, islo he, apenas (iverain
lempo para alterar a somma geral deixando intactas
:is parciacs, de modo que nflo combinam otas com
aquella. Em oulras, sonhores, rasparan os recibos
para cuchlos do novo e nflo havendo lempo para
isso rom o lera m-as ainda n'essc oslado, cora os reci-
bos em Inain u !
Ainda mais, a commissao disse uo seu relatorio,*
que o alcance coulra a Ihcsouraria proviuha tam-
bem do toldos lirados para pracas que liuliam de-
sciiado, nu queja se arhavaui escusas do servico: a
coinmissSo reoonheceu essa malversadlo, combiuan-
do asrelaoiMs de um mez com as dos anlerioros o
cnconlraudo u'uma os momos soldados que uasoti-
t ras se declara va lerem desertado, dado. Imita, ele.
(Juom lem visto as relacoes de musir, abe que ha
n'cllas uma c isa destinada para essas dcclarapocs.
<> que tizeram os humens do cur|Hi de polcia para
oeeullar lao escaudalusa inalvorsacao e sem duvida
para contrariaras assevoracfles da commissao? Ras-
paran! todas as doclaracesd'aquella casa, de modo
quo pelas relacoes do corno nflo so podusabera poca
om que corlas pracas abandonaran! o corpo por tc-
reui-se cscusado do servico ou por terem desertado ;
purque, repilo, a casa cm que se faz menean d'esnas
alteraoes, foi (oda rus|mda, e acha-se embranrol...
I m Sr. Dentado:Assim, si'i na Mirueira.
tiutro Sr. Depulado :lio preciso arrasar aquil-
lo ludu, do contrario, d'aqui a |>ouco andam ata-
cando a gcule na ra.
O Sr.Paes Brrelo:4) examea que procedemos
o passou de algumas relaofics de moslra ; ho na-
tural que oulras falsilicacoes, oulro* crimes se le-
nham cummellido: a commissao ha de proceder aum
exame minucioso em lodos as papois que Ihe foram
remcllidm, o ilar de ludo conla n casa ; mintan-
lo julgue do meu dever iuteira-la desde j du esta-
do em que se acham esses papis i apoiados).
Sr. presidente, eu nflo posso atinar com o motivo
Ir-la- r.il-ilie,ines ; n.io -ei o ipic liseram om\l-!,i
aquello quo, comproinetlidos, j |>elas malversa-
o,oo que commollerain, juigarain conveniente ag-
Bjravar o seu crime, falsificando ducumonlos pbli-
cos : no enlanlo o faci he esso; aqui eslam as re-
lacoes de molra falsificadas, he fcil cxamina-las,
o reconlieccr que os momos individuos que escre-
veram os recibos foraiq os niesmoa que os altcraram,
porque a letra he iguaj. |
Sr. proidente, depois do fados desla ordem ho
para lastimar, que aquelles que os pralicaram ainda
sejam conservados no corpo de polica, anda se
ochem encarregados de velar na guares* da vida o
propriedado dos cidadaos (apoiaosj. Sao fados
escandalosos, iuaudilo, c cu sinlo que esla assem-
hla nao posta lomar por isso uma medida decisiva
para omslrar esso liomens que ha quem reprove
lana tor|>eza c (aula immoralidado.
Comiuirei pedindo V. Etc.; a ser possivel,
ordene a secrclaria para que conserve oles docu-
mentos patento, eosfrauquee a quem quizer eta-
mina-lns.
Sr. Presidente:Sondo durante as horas em
que a casa olabcrla, nao vejo impedimento ne-
uliuui ui-to. Nao ha nada em diseussflo. Cuiilimia
a ordem do dia.
Entra em discussflo o arl. 1.1, que he o seguiulc :
Arl. 13. Com os reparos da eonservacao das
obras, (cando o governo autorisado a arrematar
por um anuo a eonservacao.W):IKM9tM>0
Vai mesa, e he approvada, a seguiulc emenda :
(i Supprimam-sc as palavralicando o governo
aulorisadu a arrematar por um uuuo a conservarn.
Mello llego.
OSr. Manoel Cacalcanli:Talvci a discussao
nao passo com aquello sangue fro neeessario ; mas
ou declaro pela minha parto quo, como espera va o
faci quo so deu, nflo olou alterado. Foseo dscu-
lir a malcra, sem me lombrar da ultima orcurren-
cia ; porque, repilo, conlava com ella, 4inha at
o loza do que i**o se faria. Vou entrar na discus-
sao do art. 13, que diz : (I*).
Anlo de fazer as ohscrvacocs quo lenho de apro
sentar, peco licenca ao Sr. presidente para inlcrpeb
lar o inembro da commissao, sobre o sentido das
expressoesaatorisar a arrematarsobre o modo
dessa arreinlaeflo : se he orcar-sc urna estrada o
examinar-so o seu olado o orear-so o que he pre-
ciso para po-la em estado regular, c arremalar-sc
esla obra ; ou se a anWnatacao he reparacao do
daino que soffrer qualquer estrada.....
o Sr.Jos Pedro:He a segunda parle...
O Sr. Manoel Cacalcanli:lien, me pareca
3uo esla era a intelligencia; mas como so poderia
ar a oulro um pouco raxoavclmcole, eu lis a ub-
ser vacan.
No primero sentido, talvez eu n*o me oppoiesse,
mas no segundo declaro que me oppeuho. A
eonservacao de uma eslradu. o ler urna estrada em
esta lo regular, he objeclo iuteiramonte preeario.
as estradas podem sobrevir damims e estragos, que
so poden i calcular; epor aso nao pode liavor
uma baso para a arromalapflo. |)ir-so-ha que se lo-
mara o termo medio ; mas ou. pola experiencia,
rcrcio que islu nflo lera bom resultado ; porque,
que o gnverno geral niio continu a tratar-oes eoojo
ate aqui, n.lo nos procurando para cousa alguma de
maiorimportancia. Se nflo, pergunlarci en: OjMI
ho o pernambucano, que lem sido nonioado para om
lugar do diplomacia ? Nenbum. Diga-sc o nomo^e
II10 I
o Sr. Carneiro da Cunta :EuJ
O Sr.'Florencia :1 ',l' 'Kj" P?la
caa he nutra cousa. i nunhas'
Ih.-oria- .,,!,,, am rom u rtMl. leputudo!
Sr. premenle. ..-eiliisaBBSJiile
rama... que nao vol, sasTqu.- *> |mm Irtlii, -un
qued valor a Ole pOD .tea ju-liea.
A emenda be anotada para culraf otu di-
q pode perder, valo qoe osla estabcleri-
do o iirincipio de quees anematanlc* deale ou
d'aquelle ramo do servico publico nflo podem per-
der. Est islo eslahelocido, creio que geralmeule.
que su pa,1iu na c^a
(i- irrenmlanle- nao podem ler gran-
des prejiizos. Mas, na cnnscrvacflo de uma eslra-
l.i pode aconleeer que, poi uma iinuudacjlo, ou "
poi oulras quaosipiei causas, >e inulilisti urna gran-
de parle dessa mirado, o nessa cas* o arreinalanlo
din: isso nao ho reparo, he una estrada que se de-
ve fazer do novo ; he una poni que a cheia levou
o nao un reparo, ouo sera por-lho um Mteto, ama
cativa, ole, ele lodos us sabemos que as euclicu-


w\
-*.
K
1/
les dos ros sito mallo irregulares, pi inelpalnionto
Surapnorle da provincia. Naa margena dnt.ipi-
iaribe as chelas sao irregulares, silo ranino ncaleu-
nvoia. Ora, daudu-sc Istu, a thesoururia deve II-
car de mullo mi coadico; c eu, que iifio desejo
que o Ihcsouro tlque de m coudlcan, 11B0 posso
approvar ca idea.
Se estos reflexoes que cu fajo oto leen) fooda-
ineulo ; so me mostraren! quo no ha essas rUrvidas,
jen volare! ; nind.i que presumo que n sistema de
cousorxar estradas, ou dos conservadores, pode, Ion-
do i un. adoilnilratlor que dftsoeipeuno,
digo quo os pascados uGo deseiupoiiharam) que dese-
je o uossos mclhorainenlo* em diversos eulidos,
pode, digo, com o ditos conservadores ser un m<
policial, urna fdrea de que o governo possa dis|ior
cm caaos imprevislos; inaa Uto, sendo rcgalariiicn-
le organizado. Eu cenceo que slo ae possa uer.
I'odem ser agente puliciaes oas ealadas, pndem Icr
a incumbencia do coadjuvar auloridades cm laes e
laca raaos. Creio que nao devemos Icr fulo cm \ is-
la. Nao devenir desprezar iulciramcnlo os con-
servadoies creados.
A commisso quando adoplou esla idea, lu pelo
descrechto em que eslava a ronservayo: ncni |iodia
aer por oulra causa ; mas, se nos formo legislar
pelo descrdito das cousas, entilo nao faremos mal
nada,
Eu, senhoros, quando me vejo eolloeado entre
dous periaos, esclito o menor. He verdade que.
3uando poseo aalvar-mc de ambos, ponho-os ambos
e lado.
As diflercnlcs lels do orramonlo leem dito o go-
verno que colloquc nsbarreiras as cslrailas; mas
hs barreiras nao eslo postas, sendo este pedaglo
imposto, romo que principalmente liara a eonser-
vacao das estradas. Mas nao se poo barreiras ; e
quando se puterom algum da o povo ha de cslra-
nliar, porque, acoslumado a passar nessa estrada
em pigar, llca babiluado a isso, c de|Hiis ha de llic
ruslar. Acho que era vantajoso que, a proporrao
que o fossem fa/endo as esledas, duas, tres, qua
Iro leguas, nos lugares proprios, fossem ellas cono-
cidas, porque assim nao hiyeria rcpugnanr.i da
parle da popularan, romo tatve baja, quando csll-
ver fella toda a estrada, so pu/crcm barreiras em
(oda ella. A populaclo est habituada a passar por
ella sem pagar; lia do for ualnralmcnte repugnan-
eia, Tem Islo sido um esquccimcnlo dcploravcl da
ailuiiuisliar.il......
OSr. Mello /lego:Jcsl proposla a crcaruu
deduas...
II Sr. Manoel Caraleanli:Nao sol o que esta
proposlo. So est proposlo, he Ignorado, mo che-
pon anilla ao couliocimcnlo do publico. Sci quo
lia na lei dirollo para se cslabelcccrem as barreiras
o iiiiojulgo que osso cslaboleclmenlo aoja objeelo de
lana wnslrlorarao, que precise do lano lempo
para >e rcalisar.
Senliorcs, cu julso que o cslahrlcoimenlo das bar
reiras he una ucressidade, nlo sjiara que o seu
rendimcnlo coadjuve a conservacuu das estradas,
mas mesmo para liahiluar a populacho a pagar.
Coucluo votando roulra esta parte do artigo.
O Sr. Carneiro da Cunha : Sr. presidente, so
nflo fra memoro da rommissAo do oreainenlo, cer-
lamcnle no lomara a palavra agora, e islo pur um
motivo, que por mais Je una vea Idilio folio pa-
tente na casi ; e he, quo me lio mullo doloroso o
eulrar n'uma discussito, em que anda de leve (c-
nha do tozer censura a qualqucr indiviiluo, soja el-
le de que qualdade ou ra'hegoria for.
Os reparos c conservarn das cstradaslsAu propos-
los li esla assembla para seren feitos por mcio de
irrpmatacjn, porque ccrtanionlc no v.lo bem feilos
como i-i.n ...
Vi Sr.Depulado: Nao duvido. Eslou por is-
so : n8o eiislc tal eonscrvac 0 Sr. Carneiro da Cunha:: Ora bem ; v-
so pola que nao sondo a eonservacao, como aclual-
mcnle lie fclla.rapai, era necossario lomar oulra me-
dida l para melliur, que conservasse. E reahncnlc,
se ella* nao eumprem os scus deveres, aeja porque
de si mesmo baja falla, falla procedida dessa ocru
paco, dense Irabalbo ; seja porque a nalureza do
li,ili.illin nao possa ser preenrliiilo da mancira por-
iuc seacliam organisados.c esla sera a opinlAo mais
ivoravcl para essas pessoas, que so occupain des-e
genero de Irabalbo, c para aquellos que devem
olhar para quo csses Ir.ihatlius sc,am bem feilos;
nu flialinenle seja pelo que for, o ccrlo he que esse
trahalho he mal fcilo.
Voltando porm ao ponto cm que eslava, direi
que, para provar-se que as estradas Hito sao bem
consonadas, creio quo nlo he preciso diseussio,
arque al os cgoso diro. Nao precisa ler cilios,
que se gasla para cssa conscrvac.lo lano diulici-
ro, que geralmenlo se di/ que, coin osea sonima, so
poderia ohler o Ifui desojado ; lamhcm istu he dou-
Iriua correulo.
Eu no sel quanto leni|io se gasta na factura das
eatradas: mas aquella que cu mais vejo, que he a
que val duqui para Olinda, sci que est em ronsor--
vaco ha muilissmo lcm|>o, c parece que se nao
esl inlransilavcl como estrada, nada lem de con-
servaerto...
1 'm Sr. Depulado : O syslema de conservadlo
alii lie cslraganicnlo.
II Sr. Carneiro da Cunha : S se for isso. Ha
mui(M barrancos, fallos de aterro, ole. lie verda-
de que j um amigo incdissc que uaquella estrada
nao leudo o terreno a consistencia precisa, convi-
iili.t fa/cr-sc um em|iedramcnlo ou nao sci iiuc ; mas
o que se segu ho, que a estrada foi recchida, o que
nao devia le-losido, porque nao eslava no oslado
ronvciiiculc. A reparlirlodcviatc-lu dito por mel
de seu rolalorio.
Pareee-mc que ouvi diier ao nohre depulado,que
a duiida prUicipal era a do so nao poder hem dcs-
crminar o que era concerln o o que era conservarn;
Sie as estradas iiodiam dar-so estragos quo, leudo
do a arrematado feila, podia diividar-se se cram
concerlos, so reparos. Na verdade, algiima du\i piklcapparccer esle respclto, marchando rogular-
meulc as cousas, Wiarchando-sc cefn os empecllhot
proprios da nalureza das cousas.
Pesou no animo da romuiissao essa dnvida, o fui
ella motivo de discussuo por mais de una hora ;
C sabe o nobre dopulado que ciilrc Iros peana reu-
nidas, o lialiallio cuja dlscusslo dura nina hora, i ni
jiorta alguma cousa. Eu direi |iois o que cntendo se
deve conipreheuder por couservai.'u c reparo. Bala
rniiM'i\;ir.io nao |Kde ser entendida n'um sentid
lclalo. Porconscnae,Ao enlcdcu-se fa/cr aquiilo
3ue o uso ca musa deslruio, (louservar una esla
a he po-la no oslado em que fui Mingue, mas.....
nos os estragos que possa solTrcr por clfcilo de fun a
niaior, como inundai;oes, ole. Islo fui o quo a rom.
niisaao cnlendeii; iicm podia entender em sentido
mais lato, tainse vacilo, repito, he a reposirao il
ohjecto, que se conserva, no mesmo estado em que
eslava, llraudo-lho as dilllcuhladcs oflcreeidaa iu-Ii
uso da mesilla consa. O uso da estrada faz ap|iare
cor ccrlas escavacocs, certos desmanchos no nivela
ment : he isso que os musen adores dCM'in luruai
a |Klr em seu luear. Mas se, poroxcmpln, homcr
umoslragu devidoa fmri maior, se por cxenipl
nina pona pesapparecer em una noltc, islo nao he
eonscrva^Ao.
Pesando, pois, islo no animo da rommissAo, o mal
ipioia a conscnaco prcscnlemoiilc, ahracou olla a
ida queja orassa ha U inpn. de quedeyemos (ralar
a consenao por nielo de arrematadlo. Quaulo as
oiilras dinieuldados, ao governo c a dirorcAo da
obras publicas ho quo compre defllnir o que he con
scr\ar,'in*
no oslado em que fui cnlrcgno, reparando oscslra
gos feilos pelo uso. Ma- secn) oiirrcmalanlc da
consenacAo succeder. que haja um cslraao u'uin
cslradn. j nao difo occasinuado por una chcia
[Kir moa inundac.lo, mas por nina |iequona clima
| poripio a esliada nAo hccnisiruldacom o ababola-
inciiiu nooessario, porqa hto ful Mbt com porlei
ro, etc., o arruina-su faclIniDiilo, esse con
aperar pela chavo, nao soMR-lar, dola
nar-je, o vii reclamar, dlwndo rjao se nao ohrina
a reparar os i I chova fcv ; l
quo olio he o culpado.....
US/. Carneiro I Cunha Mas vejo quo o
conlraloha de prcvlnlr lu-lo Isso.
o .sr. Manat Cnmlrunti:Islo he impossivol
previuir-se; o nos loremos causiulemculo recta
maeoes o indemnisaedos.. Mosmo di/endo-sc: o
reparos s5o tacs o taes; menino provinindo-se loda
as hv|K>(heses ( o que nao he possivol ), os arrema-
tamos corlo nao comen ar.lo as oslradas as prual-
mldadcs do Invern : apedreo que a chuv.i onhl
o faja aluuus estragos, para so desonorarem densa
obriga^ao. Islo he o que ha de succeder....
Cm Sr. Depulado:E essas rcclamac/les alten
didas todas, nao sahiri o negurio mais b.iralinlio ?
H .V, lunOfl Cuialcanll: A esse aparie res-
pondo : ao menos como as cousas cslo, mis pode
rao calcular, c |ior essa oulra inanclr nao lia cal-
culo. O negocio como vai, nao vai liem ; mas as
sim iremos |ieior. Demais, eu, cumquanlo uAi
lenha mulla c.qiorHnc,a. somprc espero quo so me-
more um poum. Podemos Icr una admiuislraco
patritica, c lalvc/ melhoreinos.
(1 Sr, Mello llego : Sr, presidenlo, eu cslnu
Suasi desistindo da palavra, porquo lonlio certoza
e que a segunda liarlo do artigo lia de passar...
Cm Sr, Depulado : Nao pelo meu vol.
OSr. Millo llego : (jnando a vni do Sr. Mn-
noel Cavalcanli Dt lem sido ouvda, quaulo mais a
miuha !
OSr. Manoel Caraleanli:(l) um aparie.)
O Sr. Mello llego : Nesla malcra principal
monto a miuha yo* ho ouvida com inuilaprcvcni;ao
Eu dciao iMirlnnlo de partea qucslo que foi trazla
|ielo nobre depulado que acaba de scnlar-se, o qual
discutio-a IAo bem que me dispen-a mais i-iinsidera-
joes. Na verdade nao sci como so possa di lili ir boni
que seja conservar", ncn cslabcleccr o limite en-
tro esta e reparos ; nAo sci como se possa dizer ao
arrematante fai;a smente islo ou aquiilo; masa
eommissn pro|>oequo a musen ar io soja feila poc
,ii r, ni,liarn, e a casa esl ds|n>sla a volar nesse sen-
tido, eu nao quero perder lempo insislindo nislo.
i.ovanlo-inc Minenle para dar una pequea reapos-
la ao Sr. primeiro secretario c ao Sr. Manoel Caval-
canli, quando disseram, que o quo lu\ou a com-
missAo a aprcscnlar esla i-icdida foi o disrredilo era
que eslava a ronsen acao aclualincule. O nobre de
pillado que ho primeiro secretario, referio-sc cs-
irada de (lliuda crilou-a como urna eiomplo cm a-
bono desua opiuio, mas nessa uceusiAu levo a hon-
dada de roufi's.sar, que o estado em que se neha cssa
estrada nao he del ido BOl roiiservadores, c sim a na-
lureza do Icrrcno, o dcfcllosdo sua consIrucrAu.
perniilla-me o nobre incinbro que llie diga
ogo,
Tenlciiio um mcio que ainda nAo foi tentado, e
que alguem cuida que deve ser proveiloso. Porque
em yerdade, Irosouqualro individuos, sollos n'uma
estrada, trabalham cuino querem, c quando que-
rcm...
Um Sr. Depulado: O goicrno procuro remover
isso.
OSr. Carneiro da Cuuha: onde val o go-
verno buscar oulra gente ? .Senliorcs, mo so pidc
negar que o mcio actual de conscrYac,Ao he o peior
jiosslvcl. O mclhndo seria provoiloso, so fnsso do ou-
tra mancira : |wHia mesmo ser til, nao s para a
eonservacaodas Irados, msale para a aguranca
publica; mas eieculado.romo lem sido al boje, lio
0 pciorpassivcl, he urna sinecura. Sim, sinecura
que nn importa loe dinlieiro ncn nula fa/er, poil
que sem pre faz aiauma cousa para o Icr.
Sr. presidcnlc, mu senlar-me. Mais alguma cousa
1 ni lia a dizer 6 casa ; mas, nAo querondo ella ouvir-
niccsloa perdeudoo meu Irahalho.
<> Sr, Manoel Cacalcanli:O nnhrc depulado
quo so oppui is observacoes que eu llz, creio que
me nlecoroprehenilcii riiiironieiitcincnlc. Eu nao
ilisae que o estado actual da conservarlo das estra-
das crabom: nao digo quo os conservadores eum-
prem os scus deveres; mas digo que lie o unirn
iiii-iM pratlcavel, embora lodos os iocunvcnicnlcs
que possan apparecer. He preciso, paranlo, con-
servar le meio, o Iralar-sc ilejuar dclle Inda- as
TMiageoa petatria. Mas talo ufa nos compele, c
i quera roinpclir que lome eonhccimenlu das cou-
sas.....
illa um aparte.'
a sr. Mmifiil Curalruuli:A nos nl......- rom-
i ole ii'i'i eom que os eio|iregados cuniprain o, -en
devana, Nos podemo. aranas faaei alguma c:-n
-uras ; r as-im nn-mo oiiiim lachados ,le vilenlos,
Mas cinfini, t. Arl,,,,, o,,,. IM,\em ,\,.u. ,,u,-||,
lf' ""I.....(iiizcrcni, queco faici o que ,-iil.-iiil,-i
pndem .i.lii.ii.n .i rhainar-lne uolcnlu,
l.iinln-in uo me BOBatu. Vamos a nialeria
O nobre depulado confundi um puuco c
,............... i;.......,,,-... i,., ,
que
que se isso rcconhccc c cnniossa, que as razcs, ipn.-
cm particular Ihe di i,o salislizerain.cscusaclo era Ira-
zerpara cvcnipluscinclhanlcisliaila, em ,| qual ha
palale que a consen ai;Ao ufo pode ser profi-
cua.
OSr. Carneiro da Cunha: tiito llrcni-ua.
II Sr. Mellafrgo : ti que a estrada precisa he
de um reparo gcial, para depoisser empedrada, c
lo i-la- asvislasquc solera na rcparlic,o das obras
ublicas : s assim aquella ciliada licar lula ; mas
-so nao se piule fazer do lpenle, porque d
Irabalbo c lie diapendton. Bu peco aos nobres do-
pulados, que sedirijam a oulros ponlos, ccsamlnem
sem preveneo o que se faz, c digain cm suas cons-
cicncias se un homcni,para cada mil bracas do caln-
ato, pode hizcr limito mais do que se faz actualmen-
te Eu nao queru dizer que csleja imlilo boa a con-
servarn, milito bella.
Um Sr. Depulado : (Juanlas bracas san !
O Sr. Mello llego : Sao mil bracas para cada
urda.
O mamo Sr. Depulado : Huida por 965 dase
veja quanto da para cada dia.
O Sr. Mello llego : (Ira isso nu lem respoala,
Oiicr o nobre depulado que mil Iliacas do .....a es-
Irada, que lem 111 palmus de largura, seja punco pa-
ra um s iomem t Ninguem dir que se posa fuoi
multo majal En pretendo aprcscnlar um pi ojelo
para a conservarn das estradas, ja at lenho as baja
dcllc, mas a miiunissoi-peeial me lem ron hado o
lempo : cntendo. que por inudu uenhiiin u governo
piule dcixar de Icr a rnuscnac.lo pcrinancnlc. Jul-
ko IndispoDaavol que o governo soja aulorisado a de-
sapropriar os lerieuo- a luargem da estradas que
torc.....icesearia para habilacjlo do- guarda con-
servadora, porque nn lie possivel que seja milito
fcil a cunsenae.....i calado em que as cousas Ol80,
quaodoesaaamprcgadoa nao podan inorar porto do
aarvieo, e alo forrados a andar dual e Ires legOU pa-
ra U cliegar lodos oadiaa: ha distancias mullo man-
des que nao sao liabiladas....
o Sr. Manuel Cacalcanli i Nao, onde ha es-
Irada-, n.iu li.ii-n.
OSr. Mello llego: Hi engenhos que nao lem
um -o morador a boira da l-.lrada e ncn consen lem
qiicqucni trahalha ao governo inoicein sua-lena-:
ora um liumeiu que mora cm JaboaUto poroscmplo,
e tom de ir luda da a .Morenos, piule estar la as
horas daigntdtt para o ser\lco ?
Eu au aprcsenlarci |>r anorainaisconsidcrarcs,
roscno-nic para quando olfercccr o meu piojerloa
cnnsideraro da casa, conleiilo-ine com volar CODlra
a segunda parle do artigo, a peco aos nobra depu-
tadus, quo vejara s<- me convoncom de que um -o ho-
mcui pode fazer mullo mais do que actualmente -e
faz, leudo para conservar mil bracas do airada. Is-
so -era mclhor du que dizer-sc \auanientc : acnn-
aer\a(aoaclual he un, o osla desacreditada.
O Sr.Pac* nrrelo :Sr. presidente, en pronun-
eio-mepelii.ul. que-i discute :crcio,quca co......i-sio
de orramciilo scmduvida iniprcssinnada pela avul-
tuda quanllaqucsc caslaaiinualinenlcrom osicparos
econscnaeao da obra publica, quiz tentar mu cu-
salo cfa/.ci-uuiaexperiencia,mandando que a coufer-
vacAofosse feila por arreinalar.in,|iaia \cise por cs-c
nieioii,ufre.putilir,,s cenminii-avam aluunia ruu-a.
San dui ida a Cl innuissi. esla auloi i-aila propor esae
ensaio pelo que-e lem ilado a respeitoda racima das
obras. Ale agora,ou al lu pomo lempo a obra e-
r.im leij-M-mpie piiiadmiiii-liar.loeiiuislaiileiucn-
le os angonlieiroiencarrcgadoa ncesM obras, ou gaa-
lavamlodaa quaulia marrada nos oiranieiilci-, ou
ac\reiliain;rrcioque nunca aeonlercu naslar-s.....c-
uos do que aquiilo cm que se liulia oreado as o
bras. o Sr.Viclor de (lin-ia foi o primeiro quo
emenden nula <.....venienlo lancar mo do lyalema
dasarrenialacocs ai menos cm larga esiala.ca eipe-
rien.ia lem moarado, qi......cofres pubucoaganlia-
rara iimllii cura cale novoayalema, porquo i.....-lan-
li'iucnlo as obras sao ai 'rematadas com MI), 10 o t
por ccnlo de abato...
Vmir. Ileputado : Com cincoenlac cinco lo-
nhoou lisio.
ftiffro Sr. Depulado : E as re lainaee. I
O Sr. I'aet llarreln : Islo he um argumento que
nAo lera |ieso : cin primeiro lugar n.lu lem apparc-
cido essas rcelaniariies, c depoll a assoinbli'aeuin-
pre oscudeier, lulo roncedendo senn as iudemni-
aaoSa que forcni juslas e dovo dizer, que o piucedi-
moulu desla asscmblca nao aulorisa as suspeilas du
nobra depulado.
O Sr. Florencio :Nao digo is-o...
o Sr. Ppet llarreto:So o nobra depulado nao
reeeia quo osla assembla cnuceda InJenmisaroes
in,le\ el,i-, uulo u aparte nao lera ucnhuiu alrau-
signilica nada. O ccrlo be que as reclama-
5cs au leem apparcridu u pelu conlrario vemos,
lile eisses arrcmalaulcs, a|iesar de su eucarrci.'arcui
las obras com nabalu do i pur cenlu, gaidiam lau-
to que so aprosoulom para arrematar no\as obra
om igual abale. Porlanlo lie ncslo sentido que
cu inc pronuncio pelo arligo da commisso, he urna
lenlaliva que ella quer fazer, C pude ser que por
esse sistema ns cofres ganhem. O presidente da
provincia, armado com esla aulorisocan, nu ir.i do
rio por a ronsenaro de lo.las as cslrada- em pra-
;a ; fai.i algmis cnaios, o dc|Miis nos dir so c^sse
ysema he prcferlicl ao oulro, o para o anuo que
iriii ilelibcraremos cora ronhceinicnlo de causa.
Sr. presidenlo. nao acho razo nos nubnsajepu-
lados ipi.nuln di/em, que nao ho_possivel iaiei 1 i -
llucco entre reparos e conservado. Nn descubro
cssa imnnssibilldado, o quando assim fosso poder-
se-Ida determinar q,,c as pessoas que se encarrega-
rcmda conservarn leuliam alin disso mais alguma
cousa para os reparo..
o Sr. Manoel Cacalcanli: Enlo nao ha eco-
noma.
0 Se. I'uri /lu rito :Avalia-o, |ior cxcmplo, a
consorvacAo em um ronln doris, mas como cun-
vem que oarrcmalanle lique lambcm uhrigado aos
concerlos, de-sc-lbc mais aluiiina cousa para cs-c
serviyo, o que de nciihiiin modo quer dizer queso
cagle a verba, nu que-e gaste mais.
1 m si. Ili/iulailu: Mas como nvaliar csses
U Sr. /'" Vanelo : Quoai arremata ala
obra entra nislo rumo em qualqucr iu-im-u ; |m'kIo
-erque Bvanuo soja uilllo invernoso eeni.io o- re-
.......linli-., pn ie lamlii'io anilliere i|......
.nuil seja -r,r,i, e ns ii-parus iIiiiiimiiii-ni : no pri-
meiro raso, o aminalaulo nAo lera os inesnio. lu-
cros quo Doaegundo ; he o que aconlece em quasi
sivel os engenhelros organisarem um regulamon
lo descriniinando ruin rlare/a o que lie concerln, do
que he reparo do Miradas t Ser prqae n
lo nada de-I;.- raalcrias, mas pare
muito iiossivel. 1'^ se nAo, diga-ine n nnlirc depula-
do, que ho engonheiro, a- pessoas enearregada da
eonservacao das c-Iradas sao as inc-sinas que faznn
os reparos, ou ha homona encarregados somonto da
rmisri v.i^.lu c quando lie necossario fazerem-so os
I rcpailiraii das obras publicas la/ o. re-
per! ivn-ni raioenlos, c manda osccular as obras por
*
*-
aaia.__.iiji.
nrramalatjoaf Parccc-me que o que ho possivel
fazer liojo com os empresa, b
las roparlicIVes pido
ser folio" por particulares I ou 11811 son engonheiro
nunca II* obras, mas parecc-ino que islo nao be cou
sa inuitodifUcil.
O que eu lonbn em vista, Sr. presidente, he quo
se luc una cvperieuria, o se qnizercni alterar a
dlsposicAo ilij artigo, determinando quo nao soja a
rimsrnarii ilo. ludas as i-slrailas posla om arroma-
lacAo, porcm sim a de urna ou oulra, nao duvida-
rcl dar o meu voto nosso sentido. Eu eslou con-
vencido de quo, so os reparos forcm feilos por mein
de arreinatacao, havemos de conseguir alguma cco-
numia, apezarda opposicAoque algiinsompregados
das obras publicas fazeni a esse syslema...
(Ha alguus aparie-.
Pois os iiubres depuladns querem nciar que o d 1
rerlor das oliros publicas constantemente se oppoz
ao sistema das arrematarnos para a factura das
obras ?
Col Sr. Depulado:*- E isso beopposicAo
O Sr. I'aei llarreto :Eu quando digo oppo-
sicAo, nao queco dizer que ello v.-i com una faca de
pona ua mAo nbrigar us oulros a que aceilem
sua opiniAo: op|ioc-sc sustentando o defendendo
oulro si slcma. Creio ler dado os motivos porque
voto pelo rtico.
O Sr. Manoel Caralranli:Eu quando pcdl a
palavra fui animado da osperanca de ronvoncer ao
nohrc depulado ; mas era llm, |iolo final do son dis-
curso quasi dPsaiumri de consi'iiuir o meu fin. O
nohrc depulado arcuincnlou cora o eveniplo da ir
romalaco das nhras para suppnr que se liraria
mesmo resultado na consenacu; mas os objeelo
Bu muito dilferciitcs: para a arrciualac.lii das es-
Iradas lia um oreainenlo, he una cousa sabida, mas
para a eonservacao ralo ha nada determinado; c cu
declaro que nAo'sei fizcr dislincoAo de consorvaci
o reparos. Oque he eonservacao! he por no eslado
que se juica perfeilo, he enlrcter nosse oslad'
para isso be necossario concertar alciuna cousa que
se desconcert, o sin nn lio reparar. Para fazer es-
ta dislincco do reparos o eonservacao, cu decan
que me aclio cubai'iieado....
CinSr. Ileputado:A reparlicSo das obras pu
bliras lem feilo cssa dislinccu.
O sr. Manoel Cacalcanli -Nao se pode listn
gnir. IVnIccIla ordenar aos sjus acenlcsfaca-sc is-
lo ou aquiilo ; mas quando fnr a eonservacao arre-
matada, engenbeiro ha de diter-islO he conserva
n, o o arrcmalanlc ha de dizcr-sAo reparos.
Um Si: Ileputado:Enln nAo ha do haver um
regulamenlot
O Si: Manoel CacalctMI:En peco ao nohrc de-
puladoque rclliclaumpouco,jaque be lio perspi-
i.:/: e -e ha de convencer do que cu dlgu : que lie
bstanlo dUIfcll a dlsllncclo.
A adininislraran das obras publicas, quandu vi
una cslrada era ccrlo estado, di/, islo nlo he objeelo
le conscrvac.lo, mas sim de reparos. Islo ella faz,
inrqne nao lia quera se ojqionha; inas.qiiandu aeon-
crvae.lo lor arienialada. a adiniiisIrarAn ha do di-
zerislo he ronservacAo, e o arrcnialanli' ha de di-
zernu scnlinr, sAo reparos ; o temos qucslo.
OSr. Pan Brrelo He um ensaio que -o faz.
'SrMffwwl Caraleanli:Esscs ensaios devem-
sc fazer, quandu hinive probabilidadede hom resul-
tado ; mas, cnsaios'quanilo mullremos da sua inexc-
qiiibilidade! Eu nunca ns faria. l;al-os-hia quando
uve-so probabilidadc do bous rcsiillados j o no caso
presente nao lia molivos para Icr boas esperancas ;
na o conlrario he o que so deve esperar. Se eslas
refleOa nao naarcm no opirilo dos nobres depu-
tados. volrm comneulciidcrcm, quo cu licosalisfcilo
com qualqucr volaeo, volando cu Contra a medida
proposla,
OSr. FrancitCO Jo3o : Sr- presidenlo, nao sci
que peso poderlo merecer as cooilderacba que
mu aprcscnlar a casa mas em lodo o ca-o, nesla
especie queso lenta, Moquero mnlenlar-inc rom
lolaru simblica ; quero otlcrerer algnmu cousi.le-
rarcs que sirvam 00 justificar a repugnancia que
lenho cm volar por Ola ultima parle do arico, abun-
dando a osle respailo as ideas que acaba de oiiiuin-
ciar o nnbic depulado.
Sr. presdanle, pararo-mo que. pelo dbale que
lem Ii.imiI i, se lem innslrailu que craves dillieulda-
dcs ha em explicar a qucslu de reparos cooserva-
ro, ilepro lomado e....... sjnunvinu de cuurerlu, o
de rnii-ei varu tomada romo sinonvnin de cnlrele-
nimenlo do eslado natural da cslrada depois de fei-
la ; aiml.i quando, Sr. presidenlo, cu quizase seguir
a opiuio dii.nnluo. dcpulados, que so pronunciar.un
pela letra do artigo. Mesmo -assim, abundando eu
em -cus arcuineulos, ver-inc-hia obrigldo a fazer
dislincc.lo que en faco.j.ipclo que ns nobra dcpiiln-
dos dis-eram j pe|oi]U0 di-se nobre meiubro que
he emprecado na rcpariieu das uliras publicas,
qual araba de declarar que os granda concerlossSo
feilosprecedendo oroamento, e por meio de arrema-
tarlo. Clan esl pois. que o ortigo si coinprchen-
de o. pequea colicorta; o cniAu entendo que pes-
Oa alguma deve volar por tal dea de arroinalaco ;
nao su pelo que j se lem dito, milis ainda por una
crande dilllciildadc que -e me aprsenla, que lie, o
seram aubillluidMOi liomcna livres, qucscaehain
empreados as e-Iradas, por escravos dos diversos
pruprielarius, luir onde essas estradas pa.-arem ;
|r que csses san os que hode ser os ancinalanlcs
da eonservacao.
Sr. praldenle, V. EC." me perinillii.i que eu fu-
ra a eonlisslo franca de um pciisaincnlo, que ha
mullo domina cm inim. c he que, a machina, npri-
meiro molor das motada adminislraro publica, he
que inllue nos rcullados cccacs do andamculii de
todos os neeoeios. lie ponaamento, dino momo,
.....beeiilu |>or lodo umuiidu, que loda proeuram
arremedar e acnnipanhar u penaamento daquclle
que e-la a Ic-la de grande aduiini-lraeo do palz,
sen lelo, sciipalrinlisuio, sua inlclligencia, sua de-
vocA mesilla. Porque na prceisamosali' de devo-
cffo da parle daqucllos que estn a lesla da adniinis-
io. Tildo islo sene pala fazerrom que asna
nladc c pensanicnlo sejain execuladu- pur aqclles
que Ihe licaui suballcruos.
Olanlo a oulra qucslu, que para aqu foi lia/ida
i do ('slahclcrinicnlo das bairciras I digo cu que,
nn snhe preciso que ella- -ejam e-lalicleriil..-, como
que ao decreto algum oulro mcio para auxilio de con.
senaco das e-lcadas: porque, quaudoo rain dcllas
for mai- va-lo, uiis no- veremos em dificiildades pa-
ra poder suslpnlar cssa ronscrvacilo. Mas, ainda
fallando na- barreiras, V. Exc. me pcnnilHr fazer
una censura, que se se quizer lomar como iu-iuiia-
;Ao, mo me doera o animo rom is-o o rom
ser, a ni distribuirn e eollocaclo dcllas. Parece
que, por una triste falalidadc, ale ucsla cspecialida-
ile, ha parriali.ladre favor. Eu nu quero iprontor
tal mi lal estrada, mas ludo o mundo que lem viajado
por ah, sabe o que se pa...l. Ha pequeas distancias
om que se pagadnaae tres veza ;quudoeroonlroa
pOOtOS, com di.laucias mullo nMiOni, -e nao paca
iiculiunia. Paca-sc al em limares, unde ha risrn
de pas.ar--e pelo estado de ruina cm que se acham,
como [>> cxcinplu, na Passagom da Magdalena, .Nao
se persuada llguem que en fallo nislo porque soll'ro;
no, eu sou pouco all'eclailo, |Hirque pouea vive-
venho a cidado. Pallo pelo Inlcresse goral, o para
mostrar que al nislo existe sua di-tiibuirlu. Tudn
Blinde Talla de teto pela nonos Inlerosia.
Eis o lim dcniinlia llnguagem ; po do vendo mi-
nliaspalavias sor entendidas ramo cm referencia
esto ou aquello administrador, ma- sim cm geral.
Sim, sculuircs, a presidencia de una provincia sig-
nifica uiaisalciima cuusa do que necociode mero ex-
pediente. Sicniliea lanitiem, ou serve laiuhcm pa-
ra crear o c-pirilo publico, prepara-b., dirici-lo; nao
,e liuiilaudo a pequeas que.idos de momento, neui
a creacSo ou oalrnlclo do pareialidada, dowvol-
viuicnto decirculos. KIO be com islo que se precn-
cher u grande fun da adininislrac.lo pblica : vislo
que u grande lim daa ser, para os homensque lera rocacauc inlelligeocia,
-en.ni nmelboramenlo material e moral do pajz.
,si-, l-irminode Mello.Sr. presidente, ped a
palavra para fundamentar una emenda ao art. f:i
do oreaniciilo provincial, a qual livo a honra de
in.itiil.ii- a mesa. Trata este arlico da verba do
liiantitallvo para reparse eonservacao de obras
publicas om geral, e alem de oulras a que evojlgaj
a referida emenda lie da imporlaiicia d'aqnellas de
quo fallan eonsliluiflo'do imperio, quando traa
le garantir os direilos iudlviduacs do cidaiHo brasi-
leiro : c por salo he digna da allcncfio desla assem-
l.li'a.
Alem deslas ra*lcs geraes do publica ulilidade
quo abonara a referida emenda, eu cspeciliraiei nu-
tras, que lem orararle de nllleiaes, por is.o quo le-
llho dellas ciinlie, imeiilo uaqualidadr de Jutlmuni-
cipal, que son d'aquellai oroarca.euja cadeia aehan-
dii--r em estado roinii-.i, asobreeanegadada \n-
rio-erinilno-os.sucre.leu que rioiliua linile daiu-
-a. a arrumbas., ni diver.u- eiim.......-, que
ii. a.iao -e evadiram d'alli, entre elfos um
processado pur crinic de male na cidade da Victo-
ria : por e..aoi .asan offlelou-seao ehefe de poU-
cla. a presidente da iirovinrlapcdindo-w alem du
l, ,, r.,..i a
lela
Uva
O dep
li.i
MUTILADO
amara l ropec-
... mandado fechar o an-omliamcbWlnjBi de nao
continuar assim |mr lanos lrm|K>i, contcntoii-so l
le deeniao demandar fazer o raspo
nminilo, e nisloliioo osle negocio. l)or
fui lonilemn.iilii pelo jury da comarca um ertmioo-
sodcoiorlc aqualorzc anuos do pcisAo simples, r
eucomo juiz municipal delcrminei queosla sen
lauca fo.serumpi'iila ua cadeia d'aquella villa, con-
formedelermina oarllgoH do regubanento n. I
I, :il de Janeiro de IS12. c para imprmenlo da
mesiua disposijflo me v i bstanlo embancado |
cousa da |H)iica segurauca d'aquella cadeia, i"
que o carccrclro para livrar-se de responsabilidades
mellia o coudoninailo em ferros duranlc anoilc, it-
lo por sua parle reproenlava-me, que sotlrla pi
osla forma nina pena nAo consignada na lei, visto
quea sua pena crade pi sao simples, e a que se Ihe
inipiinhaea li.ihall.....i. vi-ln que era mellldo era
ferros durante n noilc com o recelo que ludia o
carcerelro, de que elle se evadiste ; aloque desloen!-
Iiaraco me viesse tirar o aviso imperial do minisleric
la jusilla de 27 de novembro do anuo passado;
comprimi todava lombrar a cmara, que por ola
occosiao ofllciou-w aluda ao nohrc adniinislrador
da provincia, o qual mandando outra vc proceder
ao referido oreainenlo, dcixou que assim cnlitillo
assea lloaro nuio estado d'aquella cadeia; acere
litando porem que o embanco cm que talvoz si
achasMO dito presidente seria sera duviria por ralla
da quola necessaria; o he islo o quetem cm vista
previnir a emenda otrcrcclda. Os principios de c
" ue mo.i nhiiiidam linalmcnlc a favor da Mipn-ci
lada emenda, porque Irala^c de lima rc|iaracAo, is-
lohc.de previnir para que mo se inulilise una
ohrajf.'ila, com aqualja houvc dispeudioa dos
cofres pblicos, c sobre mancira til a provincia,
|H>r loilas estas razflcs pois espero que scmclhanb
medida mercen favoravelacolhliiicnlo desla Ilustra-
da, e patritica asscmhla.
Encena-sc a disrusssilo, he submellldn o rtico a
volaeo o approvailo, sendo reselladas as emendas
Erdra cm disciisso o art. 11.
AU. II. Com o pagamento das
preslaces das obras arramatadas al
o uliimn de jiiuho do roircnle auno;
esludus craphiros ; estrada da Viclo-
rla. Espada, Po-d'Alho,Sul e Norte;
mclhoramcntu do rio (loauna ; sendo
ll conlos para a casa do dclencAo, c
hospital Pedro II, o 1(1 conlos para no-
vos acudes..........SviOKIlIrjtaK
Vo'o moa o sao apoiadas para cnlrar cm dlscus-
so ns socuinlcs emendas:
Aoarl. 11 aecccsecnlc-scoliera assim mais a
quaulia de i conlos de res com a obra da cadeia do
novo municipio de Murrolros, procedendo-e ao dc-
vldo oreamenb).S. H.p'irmino ie Mello
Subsiilulivudo arligo.
Arl. I i. Cora o pagamento das pre-taees .las
obras arrematadas ate ao ultimo de junho do cor
rento BUUO, aluda craphiros, estradas da Victoria,
Estada, Pao d'Alho, Sol o Norte, melhoraroenlo du
rio (joiauna, acudes, sondo cincuenta cnnlos |
casa dedelenelo < liospllal Pedro 11, 22ii:(xhi- Mello llego, o
Emenda ao arl. II.
n birandoo pie.iileule da provincia aulurisadn a
despender ale a quaulia de 20 conlos de res coin a
edilicarujiu conipra de edificios que sirvam para
radeia. e ra.a. de raniaia. na Villa do Ourirury.
Villa Helia, o om oulrasquaesipicr villasondcsejam
nei es-acias, aucinciilaudo-se ueste sequilo oqnanli-
lalivo marcado no artigo.S. II..tugarlo de OI-
reira, Jtu Filippe, Catiro Isao, Cailor. Costa
Como. t. J. de Olicelra, Florencio, I 'arejto e .11-
Ma // Silra.
Ao arl. 11 accrescciilc-so
l'icamlo o enverno aulorisado dcsle ja a man-
dar pasar a ndciuuisacAo requerida por Jo-e l.ui/
la Silva Uarliosa, arrematante da radeia de Galan-
a, coto dimito roronheceu esla assemhloa na sessao
paseada.S, R.Pan llarrelo.
O Si: Manoel Caraleanli:Sr. presidenlo, eu
fu pelu rtico.... roporto-me....
/ in Sr. Depulado :Nao vola |uir lodo....
O Sr. Manoel Caraleanli: Sim, se o arligo
nu fnr siibsliluidu por cousa quemo paraca mclhor.
Eu declaro que coin islo rain faCO inrreparo alguma
cominissilo, porque leudo sido mcinbro da coin-
niis-o, por diversas occasiiics cahl na incsma falla,
mas incsmn |ior ter cabido ua falla nao deixo deco-
uhecer que he falla. O rtico cncloba toda a dcs-
peza, excepto a casa de dclencAo, o os decantados
acudes, recelo que uo inorramos alio-gados, estecn-
BKtl........nloheqilceu desejava nn appaieee.-,' un
artigo, so Isso he pusslvel. Eu quizera que a com-
inis-.onle-icuassequal a sonima a que est obricada
a Ihcsiiuraria para o pasamento das prestarne- da-
ubras arrematadas....
I'u:e* :,\o pode.,,,
II Si: Manoel Cariwanli :llcm, enlo pnrei
islo de lado ; desejava saber quaulo dos 220 conlus
mis snlirava tirando as summasipie ha a pagar i.....
as ulnas arrematadas, porque s i xisla disto he que
pnderei sabor se posso volar os Ocotilos para a i,i.:\
le detenclo; como nao sci slo, volurci por parle do
arligo, o declaro j que voto at ti palavra orle,
v olando colilla a cousicnaeo marcada pan a casa
de ilclcnen, por nao saber o quanto nos tica den
quaulia no artigo, depois de pacas as prestaces da.
obras arrematadas.
Voto con Ira a acuda O direi fianramenle a mi-
uha opiuio. Eu juico que us iin-sos scrles soDrem
niulludc sccca.e que se deve dar alcuin remedio,
mas lambctn os acudes nu dAu remedio ueiihura, e
vera ascrinuito prejudiciaes causa publica. Eu
nlosei -e be mao genio meu, nAo sci a que allriluia
osla |i|-ojiusicuquc vuu avanzar....
< "i ,S';-. Depulado: Ao desojo de dizer o que
sent...
" Sr. Manoel Caraleanli:Mas porque sinlu?
Sinlo e nn sci |Hirque. mas cu per-uado-ine quo es-
tes acudes para nserian xilo pd-lo em una anarehia.
cm unta rcvoluro insup|Hirlavel...
O Si: Coito Gome* :Nn lenha inedn dssu...
OSr, Manoel Cacalcanli: .Nao lenho modo,
porque, cu nn moro l, mas rumpadero-mo da Ics-
srara dos serlaucjos. Senliorcs. pessoas ha que mo
vccn mais do que um pairan diante do nariz; ha
sim mullo quein veja, mas ncn todas es-a- poaMMU
que di/em que solii'iii o que querem, na lealidade o
.abein. Selllmie-, rile, jilluam que t-om laesarude.
vAo ler abundancia e\-, vV. masen digo que taes ani-
des han de ser fcilus n'uma comarca, n'uma frectic-
zia, o mu termo, c sendo em distancia grande, bu
le sec nicamente vanlajosos para MPBasoa que
moradoras prximas do lugar em que llcs forein
edificados, seapruveilemdellcs. Maspassanduaidcti
de que se facatn alguna acudes, u que se sesuc he
que a. pessoas do serto iullucnles, lulo de procurar
Icr o acude o mais parlo possivel do bisar em que
fr situada a sua fazenda, e para Issoto de empre-
sa! os melca, o um dos lucios hoje empregada para
se ohler aquiilo que he conveiiieule, he ser pntenria
eleitoral; os homoni doaerllohlode querer ser mais
poleneia eleitoral do que boje silo, liAu de emp cam-
inis nieios do que ale acora, atini de jiodereui ler o
acude proximu sua fazenda ; lulo de se entender
Com o governo, comas ulnas publicas o, ot< paca Ic-
riin o acuate aoinle qui/erem. mas untes bao de fa-
zcr-sc valer, bao do querer prestar sen icos, cm re-
dim.....sa o resultado aera que bao de disputar aclei-
r.ln (le um modo mais tcrrivcl do quo dhputam boje.
Eu nao desojo os males dos seriara-jos, mas creio
que s he favorecido aquel le que por osle ou aquel le
meiu, poder ohler a concessAo do acude iiaprnximj-
dade do tusar que desojar. Piule ser que ludo i.|u
seja idlin da ininba itnasinaeo csqiienlada, pnrem
beeerto que cu recelo istu. Aluda, Sr. presidente,
lia oulra cousa ; para c-lcs acudes se coustruireiu
lindose fazer or^ainenlos ; estes orcamenlos aqu
na cid,i,le fa/em-.e coin dilllcublailc, O que sucedie-
ra nes-as graudeldistancia- ; piule etcnlher-sc um
lugar que nao seja o mais justo, mas assim licar,
mullendo dahi que escnlhidu u bical,cscnlludu est o
arii-inalaiile.
A nossa pnpnlanluiln serian pelo numero ileclei-
lore. que du lie miiilo cratidc, mas nisluba falsili-
caco de ccrlo, ha morios, improvisado-, peo,i- que
nao ,-vi-iein v, i. Eu sei disto, muito prinripal-
monlo...
f*/;i Si: Depulwlo:E porque mo denuncia ?...
O Si: Miiuocl rcrtleniifi :Porque nao sou de-
nunciante, e inesino porque nao ha quem lome co-
lllle, lllli'llln.
Um Sr. Depulado :Enlau nlo lem conllanca as
auloridades 1...
0 Sr. Manoel raralcanfi :Mullo pouea...
1 ni Si: Depulado :Esl ludo corrompido...
O Sr. ManoeUCa aVanli:Eu disse inuilo pou
eo: creio que nos fazemos mal ao serbio com essa de-
lei inin.n-.n ,lr rud...
O Sr. Costa Comes:Faz-sc-lhe mal, nao votan-
do fundos para anules...
O Sr. Manoe\ Cnealranli:NAo, senhor, oqual-
quec bem que se lite fa^a he cninparalivameiilome-
nor do que o mal, ho elleelivamenle menor do que
i mal que causa, coma desurden! que vai ostabclo-
eci tllli...
(i Si: Firmino de Mello:Enfilo nao-e laca na-
da para o serbio.
OSf. M'l'iorl Cil:inti :Isso be eolleln-o do
nobra depulado*..
OSr. i. de ottnira : Eato, uwbam sena'u
devem rater airada, por iMiudearrernalaco..
" sr. S\niinr\ Ciirideanli :Vnlo |tois eoiilr.i os
acode, pni este, molivos, e a emenda ifo Sr. Mello
li...... ;........il,,- ., t. nrtnr .-.,"(',
que e-liver enearregada de distribuir eMe ntida ; I
< rummissJu consignaiidn 10 roulm, lio um j
mal craude, mas tilodcsisnando quaulia,
enearregada da distriliuico fr amigadeac.udos, po-
tar loda a quaulia para Isso; mas esto anuo,
nao he anuo de eleii;All...
:lie, he. provincial...
O Sr. M.oioI OoealeMM:Nao \'0 para alo, os
pretendentca nao slo casas autoridades quo dispOetn
dssn. Sobre pois a emenda do Sr. Mello Re
sci romo vol; he um mal, mueu nu sel goal lie.
I'ossarci a emenda do nsabaixo assignados. No
scrtaoha edilicios que so possom comprar para sentir
do cadeia ?
yozet:Ha, ha...
O Si: Manoel Caraleanli :Ncslas villa de Ou-
rieuri,. Villa Ik-lla 1 Esta emenda ho d'aqnellas
que deveprestacasa em sobresalto: sim quando
nos sabemos que o lugar do Ouricury, lio um dos
logara mais itiipoi laule- lias loicoes, iniportanle
quero dizer, porquo enln como coiilingcnle supc-s
un ,i- -oas fnrea....
Um Sr. Depulado:Nflo leve a quesloo para es-
se lado ; eoulestea ulilidade das cadeias....
OSr. Manoel Caealeanti :Eu beld levar a
ipii'-i.in, pura o terreno que julgar conveniente, e
creio que, a forca de todos oa nobres dcpulados
juntos, nn he capaz de mo de-v iar do meu pro-
[Misilo, liel-dc collocar a quesllo no (erreno que
jiiIimi 11 ni veniente: cada um faca o mesmo. Disse-
ram em aparte quo cu conlUUSM a ucccssidadc
das cadeias. Eu nAo contesto, eiilcndo que sAo
milito precisas, mas proiiuncio-mc contra a desic
n.ir.ni ; lano mais quaulo o lugar dignado, que
he Ouricury, he um tusar que lem eicrcido urna
inipin l.iin i.i que de ccrlo Ihe nao compele. Eu
nn pno, |Mir eveiiiplii. ver que o populoso crico
municipio do Itccifc csleja equiparado ao Ouricu-
ry em numero de votos ; nAo quoro, deploro, c nAo
IKisso mais supporlar....
' in Si: Depulado :Isso nAii se cnlcndc com-
nosco....
O Sr Manoel Caraleanli: NAo se entendo com
ninguem, ealou dzendo os molivos porque obro
leste ou d'aqucllc modo....
Cm Si: Depulado:Bupporlar o que'.'...
O Si: Manuel Caraleanli:Sup|irtar esta ,ce-
pnuderancia indcviihi, do resultado da quaulidade,
porque uiis lodos sallemos que umitas cousas se
inoveui pelos nlcrcsscs eleiloracs....
OSr.Jos Felippe : Eu MO assigncl o oincn
de, pon ansa dislu....
OSr, Manoel CniaXranti:Mas he faci qw
militas cousas so iiiuvem |ior uterc-wcs clcilo
raes....
t in Sr.Depulado :Sup|ninho que nenhiimdns
dcpulados que assicnarara a emenda, fnllcvadoa Isso
Iir tal llm.
O Si: Manoel Caraleanli:Eu quando fallo
aqu, nAo incluo, ncm ex, lim ; nflo lenho cm pal
sanenlo os uohres dcpulados, nn os incluo, ncm
tombera os cxeluu....
Um Si: Depulado:Nao tom um jiuzo seguro...
OSr, Jote FiMppr:\Un in.i que,os queassig-
narain a emenda linham essas vistas'.'...
OSr, MaiuicX Cara\rinili:He preciso ler *
unidos tapados, para me nflo ouvir.
Croioque me lie licito enlrar un espirito da c-
monda que ho vcriladeiranieulc a compra de um
edificio na villa do Ouricury, o que vem apadri-
iihadn ruin oulrasipiaesquer villas anude sejam uc-
rcsNirias ; islo he um .-ppadrinbamentoipiacscpicr
v illas aondescjain neressariasseria mcllior que se
votasse urna quaulia para cadeias anude fosse ne-
ceaaario, nflo se desicuando Ouricurv ; e nAo xc-
nham os taes locares necessarius para apadrinhar
urna lal aadeia.
Acrescc ajml.'i mais oulra rzalo ; eu creio quo
na assetnlilea seral so trata da crcarAodc urna nova
provincia no centro da llaliia.Peiuainhiico, Minas,
Alagoaa Ac. 4c. n margom du rio S. l-'ran, i -i :o,lo
que cu juico necossario,, c muito mais necossario
que a do alto Amazonas; c creada que seja essa pro-
vincia, iudubitavclmcnle a comarca do Ouricu-
rv, nu tatvez mais alcudia colisa, ha de passar
para essa provincia, lio |his uas vcs|ieras de lal
acouleriineutoqiic cu multo desojo, que cotivoin
pur iniiilos principios, que'devemus desicuar quola
pan........despe/a deslas'.'
Eu volare! por tuna quola para cadeias, mas sera
lesicnarAo du lugar.
OSr, l'aes llarrelo : Pode-so votar para cadeia:
to Interior a quola que era designad! para n consc-
ho de salubridad!'.
ti Si: Manoel Cw-alninti: Sim, senhur
mais i'lsiuna fruisa. porque eu jntgo que as cadeias
silo precisas, mas fique ao presidente n dever da de-
signarn du tusar. Voto, pois. contra esta emenda,
i mesmo facu a respi'ilo da do Sr- l'iriniuo de
Mello. Olanlo do Sr. Paos Brrelo, nAo eslou ccr-
'.....tas acredito o que sediz, se est rcronlicrldo o
lireilo Morola aonlo pagar fazendo-ae mencao no
orcainciilo, desicnando-sc quola, o quo seria linm
l..... nnhrc depulado lizesse. \'oto por ola emenda.
Temi dado a hora,
O Si: Presidente desidia a ordetn do dia, o le-
vanta a sessao. | Era mais de II hora da larde. I
Com muila delicadeza sempre romos (ralados pelo
Sr. Ilr. Vlllclk, oso porvenlara oSr. padre Hock,
Vianna, como doia entreva era sua correapooil.
cia, julga-sc onendido por se Ule ler negado a \*u.
vn, faiendo consislir nisso'o Iralimanln txcepri*
nal que dizrcecliera, be porqoe, a losso ver, H||
dos limites do urna seria araumenlaesso.
Sirvain-se, Srs. Kedarlores, do dar puMicdadr a
OStaS Mulla-.
(Unida 1:1 de abril delKVl.-.MonoeldnN.'ucimri,!
Machadol'ortella, AnlnnioMarques Hoilrigues, l
miuianu Antonio Vital d'Oliveira- Autouio ,IA\i,
Pompoe Castro, MariannoJoaquiui
cisco de Paula Sales Jnior, Joo Jos Pintu Jnior
Jos Bento da Cunta e H'iguelredo Jnior, Jlo t.
vaugelisla Marlrns, Jos Roberlo do Murara Silu
Jnior, Zefirlood'Almcida Piolo, Franrelizio Aifol.
Sho Perejra Cuimoros, Francisco Mondos Ptro,,
nninr, Joflodos SantnsSarabiba, DanielEiluartoo,
Cova PorlugaWellsbinn do Memlnnca Vasconc<|.
In- Diniz, JoAn Francisco Nogoelra Castcllo-llraa,^
l.uis Comes Pcreiradoa Sanios Nen-s Ji.....,
Esmorino (joma Prenle, Jos Anloulu Rodrifim,
Joaqnin duNascimento Costa da Cunha e Lhni,
SehasliAoComes da Silva Kelfoid, Joaipiim Mi,|,,|
latan/. Cuinana Jnior, Jos CaeUuo d'Aranjo.
PUBLICADO' A PENDO.
SONETO
Offerecido ao Illa. Sr. Dr. I hsdslph J,
Corre daa Nevw.
Ris, vem frisando as aguas vclozmento
Do l'arahiba sereno o mageslso,
Fumivomo baiicl ostroplloso
A forra do vapor omnipotente.
Vem buscor-lc, amigo, que prsenle
Para mis passa o lempo IAo gustoso I
Mas ah quanto nflo ello saudoso !
Ouandu do uiis lo aproz lar ausente !
Ohricam-lc a parliros leus devora,
Cha ma ni-ir do la lambem uamlzadcs,
Aconnm-le a gloria o os prazeras.
Venturas mil. o mil prosperidades
Alniejo lo conceda o ser dos seres
Para assim mitigar nossa Mudada.
Por nw Parahiliaiiii.
COMMERCIO.
PKACA HO RECIPE 13 DE ABRII. AS3
HORAS DA TARDE.
Colarftes olllciaos.
Cambio sobre Londres a 38 3|4 d. 60 d|x.
AI.IANDEA.
lie,, lime......India I a \2 llgaVIM,!:
I-leu. do dia 13.......18:M2M
I i!l:ViW
Deiearregam hoje 14 de abril.
Briguc americano Fairy farinha de Iriso.
Ira porta cao
Vn|>or brasilciro Imperalrix, vlndo dos portosil
norte, niaulfcslou o seguinlc:
I caixa jnias: a llrunn Praeger.
Ilricuc brasilciro Sagitario, vlndo do Rio de Ja-
neiro, ronsicnado a Manoel da Silva Carreo, nu-
nifcslou u seguinlc :
H.ltS alquciros frlnho, 30 oacras c fi meias harn-
eas dita, 100saccascaf, 1 caizo cha; a ordetn.
CONSULADO GERAL.
Kcndimcnlo do dia t a 13 ...
dem do dia 13.......
12:0(1^1111
:l::i!l|ff)
\n-.mm
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimcnlo do dia la 13 .... l:ll3X
dem do dia 13.....- "
l:i'*'!l
DIARIO DE l'IWlilH0.
A a-erabla appruvnu bonlcui um parecer da
eommissAo e.pe 1.1 eucarrecada do exame da cscrip-
luracao o conlahilidade du corpa de polica, com
lima emenda do Sr. Paos llarrelo, para quo so man-
dasse dar aus tres amoragados, que.coailjovar.un a
ine-nia enmmissau ora scus Irahalhos una cialilira-
eu do 100; rs. a cada um, pasos pela verba do
expediente da assembla, rcqulsitnndo para isso
nina quola suppleincular.
Mandn imprimirdouiprojeclos, unida rommis-
sAo eccb-siaslica, approvaudo o coinprotnissn da ir-
tnaudade de Nossa Senhnra da Penha da Sorra 'la-
mida ; c nutro dos Sis. Aguir, Florencio o Firmi-
no dcMcIhi, elevando a SOQfn. a grallllcaeto con-
cedida ao cscrivAu dui feilus da fazenda.
Adinu por Ires das o parecer da commisso de
fazenda o oreainenlo acerca da prelenco do llcn-
riipio Augusto Millcl.
Entrelo na ordeni do dia, proscenio na priniei-
ra disciissando projot-lo n. IK acerca das carnes ver-
des, a qual lirn adiada pela hora, leudo fallado
sobre a materia os Srs. Paos llarrelo, Francisco
Jeo, Marros llarreln e Cucdes de Mello.
A ordeui do dia do buje he a continuacao da an-
tecdeme.
IvECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS l*
RAESDE PERNAMBUCO.
Henilinicnlo do dia l.'l...... cStWII
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimcnlo do dia 13......3:6311
-
PADTA
lo prerm mrrenle* iht asmvar, agotUi<>\ f WB
genero* rfonoi, t/iir ye tlrsparhiim nammi
' roHMHl'iifti 'le l'x'innmbaco, na ttmana t II
'i 16 ite abril 'lf IH.V1.
Avviirj. iMiit-aixasliraiiro l.'qiMlitlailc
B )) .t
maw........
n liar, c-wr.hranro.......
n mascavmto.....
rollnaili
AIb.hIo cm pinina de I.'
n n 2.
> n j> 3.'
rin ran\t^i .
Boftfrilo ilr iiiiianlcnlo. .
Auttaiilcnlc radiara .
lie f.n.ia .
i) it-IiLhI.i. .
(iciiclira.........
Licor..........
qualidaJ
ranada
. bol iia
. lanada
. ..ni-il-i
iimakiiicire
l'i'lo/m/MTrtfWv, cnlrado lionlem lo norlc, livc-
nitis joriiaes dn 1*.1 r al 2do roircnlc, do MaranliAo
al -, do CmN alv (, r carias do Kio lrandc do
Norlf aj II c ila Paraliiha al \
CnnliiiiiJMi a yozar de soceio (odas a* provincias
desse lado.
\- rallan dus nosmis forres|ioinlciUe> as ditas
lirimcira- mencionadas, que dcuanio lranscri|>(a
i'iif nuda parto, dbpeuam-Koi ctslallartobrc ella;
e (pianlo ao C.car.i nadii cncoiilramos lias sua ga/claA
digno demondonar-w, nfto ser que, a sua popal*
yiovai sendo Immii fa\orecitla polo invern.
Temos a vista gtteiai americanas que alcaocam
at ."ule marco prximo paatado,
No dia 1 pelas 1:2 luirs encerrou-sc a sesunda
-C-S.O do:\>' congresso da 1'niAo Atucricana, Icndo
principio ua mcsina hora una sessao especial du no-
vo sonado.
0 general Pieree tomara emita da prerideucsl da
L'niao nesse mesmo dia, fallando os jomaos amcrira-
uii-coin urande calor o onlliusiasmo de sua mon-
sagem Inaugural, a qual ainda nu recobemos.
Todo o pail (icara tranquillo.
ranada
o

. urna
. .. um
. |
cento
|
CORKESrOMIEMA.
Srs. /eductores..onda nos ahaiio assignados,
esludanli-s do lercoiro auno da academia de Olinda,
.....a"ciin-es|Hindenca do nosso collega o I llm. Sr.
pudro Antonio da Rocha Vianna, na qual, referln-
du-se a una caria do nosso lente o Illm. Sr. Dr. Je-
rnimo Viltela do Coslro Tavares em resposta i de-
cisttoquo o Exm. Sr. arcoliispo da Babia den snlm
nina consulta feila pelo mesmo Sr. Rocho Vianna.
assevera quo o Sr. Dr. Viltela nosminislrava a pos-
tilla sobro o ponbi Ja consulta, o que ella conforma-
se com oque havia olio oiposlo na mesin.i eunsiilla,
nlopodeinoi deUar de declarar, por amor verda-
de, que u Sr. Dr. Villella, durante o lempo quo nos
leeeioi.....no aun pasi lo, n.lo cuslumava dar-nos
aaposliUa, porem sim algunas reara aponan.....los,
.....que vonvaai sobre o ponto da coaaulla i!e hi-
'iraiuenlociinrormcs eom a doulriiia evpi-ndida |k--
8r. Iir. \ illcla em sua raapasta .m lino. Si. ateo
hispo, beiu c.....u quo alguna punios deU mesma
consulta nao se acliain confoinies eom o que o Si,
Ilr. Viltela explicuu n'aubi, uetii eomoi apoiilamcit-
Arrnit pilado duas arrollas,
o em rasca.........
Aolle de mamona.......
i) meiiduim......
o de |ieixe.......
Cacan .............
Avesararas.........
n papaeaios.......
Bolachas............
llisi'llitoS............
Caf Inim...........
i reslnlhu..........
a cum casia.........
o muido...........
('truc secca..........
Cocos com casca.......
Chat utos Ihiiis.........
o ordinarios......
i reualia c primor .
Ora de carnauba.......
i em velas.........
fjebre novo in ni d'ohra. .
Couros de boi suhadus.....
n espixados.......
o de nina.....*. .
o ii de cabra corlidos. .
Dure do calda.........
i uuiaba........
i) secco..........
" jalea........
Estopa nacional. >.....
renE uso scira, mo d'uhra
stidaadmi Iracrandcs.....
ii pequeos......
Farinha de mandioca.....i
Ullllli........,
aramia......
Keljao..............
Fumo liom...........
a urdiiiario.........
ii cm inlli.i linni.......
11 O II i,I,lili.ti n, ....
a rcslollio.....
Ipecacttanha..........
Ilumina.............
lienuilire'............
I.enlia de achas.........
n lrus .........
Pranchasdeainarellu d
i luiiro..........
Costado de amarclln de 33 a i" P- de
r. e -2 i, a 3 de I.......
o de dllo usitaes........
Cosladlnho de dllo..........
Soalho de dito............
Forro do dllo.............
(aislado de louro...........
Cosladlnho dcdiio..........
Soalho de dito............
Forro de dito..............
a o cedro. .
Toros de lalajuba. .
Varas de parre-ira.. .
n a-j-uilhailus.........
qniris............
Era obras riKlasdcsicupia para carros, par
eiius
M claco........
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alqueire
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alqueire
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quintal
. duiia
Milho
Ira de amolar,
a filtrar.
,i rabote
Puntas de boi. .
l'i.i-saba.....
Sola OU v aqueta.
Sebe rio lama .
IVIle- de earneili
Salsa panillia. .
lapioea. .
ITnriM de Imi. .
Salan.......


MOVHWENTO DO PORT.
Hartos mirados no dia 13.
I'.ir.i e portas intermedios 1 I 'liar- c 6 horas, c do
ultimo porto 18 bora, paquete/omr-rain:, com-
mamlanlc o primciro-lcnonlo Joaquim Salome
II....... o. Passageiros, Dr. Tnomal
di Costa Serreira Forran, sin sentara o 1
vas, Benedicto de Barros Vasconeol|ns, Dr. Flip-
I da Molla do Aicvedo Correa, Dr. I'ilinpe Con-
cilios Rodrigues Vieira de Soma, Dr. Jos Ro-
tarlo de Si Ribeiro o I cscravo, Antonio l/rnn-
risro de S Rbciro, Joao da Naliviiladc, II. Ma-
ra Carolina da llama l.obo, D. Mara Luiu de
Paula Pessoa, I). Francisca de Paula Pessoa e 3
escrava*, Francisco Coelbo da Fonseca, Jola Cr-
rela de Mello, Anlonio Po Machad, Manuel Ni
n de Mello, Manuel da Cosa l.iina, Bcrnardino
Peregrino da Oaina Mello, Manuel Marques Ca-
macho, Dr. Jase Carlos da Costa Rlhelro, coronel
Jato Coellio Bastse 1 escravo, Caslodio llomin-
Ssesdos Sanios, conimendador Francisco Anlonio
9 Alinelda e Alhuqucrque e 2 eacravos, dou-
tor Francisco Aulonio de Almeida oAlbuqucr-
3ue (llho, Aulonio Gamillo do llollamla, Pe-
ro Anlonio Bernardiuo, All Fournier, Rodol-
5lio Kruckomberg, Francbco Martins Bolelho,
laiioel Porfirio Atiaba c I cscravo a entregar.
Scsuern para o sul, o Eim. ronselheiro Bernardo
de Sonta Fraileo c sua familia, Ein. senadores
Antonio Podro da Costa Perreira, Francisco do
PaulaPessoa, e Anlonio da Cuaba Vasconcellus,
dcpulados, doiilores Jos Joaqnini Plnieula de
Magalhaes, Angelo Custodio Correia.Viriato Ban-
delra Duarte, Antonio lta> mundoTeisera Vieira
Uclford, Jos Asseuco da Costa Fcrrcira, Liudol-
uho Joae Correa das Noves, Miguel Fcnuudes
Vieira, Prauriscn Doiningucs da Silva c sua fa-
milia, o couimendador Frcdcriro de Almeida e
Albnquerqu'e, capiUles Franklin A. da Cosa Fcr-
reira e Jos Benlo Alvares c sera familia, altares
Francisco Antonio Perelra c sua senhora, Jos
Joaquim Tnvarcs Belford, 1. cadete (ienlil Au-
uuslo de Audradc oyres Carnero, lotimo Braulio
Barroso, '-'. cadelo Eustaquio Rodrigues Samico,
6 recrulas para o eiercilo, e varios escravos e cria-
dos dos passageiros.
Maranhto 6 dial, vapor americano de guerra
Iftmritch ronimandanle Tliomat F. Page.
Narlon sahidos no mesmo da.
Genova briguc sueco Osear Thtodor, capilo R.
Norman, carga ossucar.
Canal pelo Rio (jrandedo Norle barca Porlusuc-
ta Simia Cruz, capilao Manoel Francisco No-
gueira, em lastro.
O thesoureiro ilu lolerin de San Pedro
Martv r de Olinda avila ateipeituvel pus
que esta lotera coxw inapreteri-
elmente no din lido corrente, ja qiial
fbr (i numero nesae din por vender, nao' excedaido
no valor ilr cinco QOlttOl de i'i'is.
GMSl'LTMilO HunliEOPATHlllO-
No Mallo tjrosao, rimiarra do Cabe, M- de
'iqueira Cavalcanto di consullas e medie
montos gratis aos pobres, lodos os
lioras <\,t nianlia a 1 da larde.
CIDADE.
Paulo Caignoii, dentista rerebeu agua denli-
frlce do Dr. Plerrc, ela agua coubecida como a me-
llior que lem apparerido, ( e lem muilos elogios o
seu autor,) lem a propriedade do conservar a bocea
iheiio-ae preservar das dores de denles: lira o
goslo desagrudavel une d em gcrel o charuto, al-
gumas golas desla n'um copo d agua sao sufllrh-n-
los ; lamheui se achara p denlifrire evcellenlc para
a conservnc,a.i dos denles : na ra larga do Rosario
n. 36, segundo andar. .
Prccisa-sc de ollciaes de liuiilciro :
na ra Nova, n. 38, defronte da Con-
ceicfio.
ia^^"Wj|nW^"lwSKJt"aal"lwts"*Pi '"
CONSULTORIO IIOMEOPA I IIII.O
EDITAL.
Pela adminslraco da mesa do consulado se
laa publico, que uo dia 18 do rorrenle se lio de ar-
remalar em hasta publica, ii |>orla da ineama, o na
forma delerniinada uo arligo 391 do regulamcnlo de
22 de jnnlin de 1836, a una hora da larde, 3 sarcos
cora ajsucar B, a IpW rs. a arroba, c .wditos M, a
IfflW rs. a anoba, viudos do engenho Camurim da
provincia da Paralaba, na barraca Francclina Ven-
turosa, meslre Jos Joaquim da Ora, perlencenles
a Francisco Cavalcanli de Albiiqiierquc, e consig-
nados a Manoel Alves Perreira, o aiiprchcndidns por
o guarda eouferenle Francisco Jos de Veras; sen-
,do a arrcmalacao livrc de dircilos ao nrrcmatanle.
Mesa do consulado de Pcrnambuco 13 de abril de
1853.O administrador,
JoiloXacier Carneiro da Cunha.
miar
le.de 1 seu iioinc
da Cruz
DECLARA^OENS.
O arsenal de marinha compra, para as obras
ilo melhuraincnlu do porlo, canoas novas ou usadas,
em bom estado.
O arsenal de marinha admillc, para assuas
obras, ofllciacs de pedreiro c serventes Mires.
__ O arsenal de marinha contrata com urgencia
para as obras do melhoramento do porto, o rornc-
cimento de cal prela, o medida que se fr precisan-
do. As peasoas que qnizcrein fazer scinclhanlc con-
trato, comparecam na secretaria da inspeccSo com
as suas propostas.
__ O vapor Imperalril recebe as malas para 0
-ni. boje as 1 horas da larde ; as corresp.....lelas
devero ser entregues a urna hora, c dc|Hiis dessa so
-eran receblas rom o porte duplo. _______
THEATRO DE SANTA ISABEL.
iiii\iin:ii\i'.i)K\i!iii.iiHs:;,-,.
28. RECITA DA ASSIGNATURA.
tura, subir
Deponde l'llili.me ouvci
tirana em Ires arlos
OMIYO DESERTOR FRWCEZ
Aclo primeiro A conlissio de amor.
i> segundo A prisio do desertor.
n lercciro A sentcnca e pcrdAo.
Ua inini'ipacs papis scrilo eieculado
las L. Orsal Mendcs, Cosa, Mendes.
Seuiia.
Nn lina! do drama marcliar un rculincnto de li
nha com banda de msica e far.i varias oolueics.
Si'iaiir-sc-ha a jocosa farra en. mil aclo
O AVISO A' GAZETA.
Principiar as oito horas.
Os blindes achani-sc a venda no escriplariodi
Ihealio.
aaaena <
pelos ,lllis-
Anioedo e
AVISOS MARTIMOS.
6
Mi
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f'dl
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SI
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KJO
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I
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i>
Para a lialiia vni saliir com a inaior
liri'\idade punsivel o hiate nacional A-
mi'lia : paru Oa'rga e passajji'irns Irala-
'ixirn Novaet&C, na ra doTrapiclie,
n, 3 i.
Para o Aracaly sabe com nniilahrevidade,
por j Icr |rlo da carga pronipla.o liiale .lagrliea;
para o rcslo e passageiros, Irala-so na ra daCadeia
ilo Herir n. 19, primeiro andar.
Para Lisboa o brigue porluguu/. I'iajanlr sa-
be imprelciiielmcnle no dia 1 de abril: qurm no
inesnin quiter carrciiar ou ir de passagem cnlcnda-
-e rom os ronsimialarios 1. de Aquiuo Fonseca A
I illi" : na ra do Vicario n. 19, primeiro andar, ou
rom o capuln o Sr. Manoel dos Sanios, na Braca.
A veleira escuna Galante Harta segu urales
dias para o Rio Orando do Sul, locando no Rio de
Janeiro; recebe smcnlcesclavos a frclc.para o que
oflcrcce os melbores roinniodos; Irnla-sc rom os
ronsiniialario, na ra do Vigario n. ).
Para o Porlo sabe niprclerivelnienli' no dia
\ do
VI
lien-
to d
mell
a ii,
urrenle a barca porlugueza tl/ioi;iii, para o
carga c passageiros, para n- ipiae-nlleiece
uits commodos: Irata-sc com os consignala-
iinai ile Aquino Fonseca ,\ Filbo na na do
n. 19, primeiro andar, ou com o capilao na
PAHA A BAHA,
Pretende saliir fom hrevidade o novo e
veleiro liiale Sao Jos das Taipai : lia-
ra a i ai('a Irala-ne com o COINJgnulanOS
ua ra uo Tra|iiclic n. 40 primeiro lindar.
Para o Aracaly segu no llm dn prsenle se-
iTianaoliialeVi/ii7mV/l/r......slie Anlonio Jos Vian-
na, para carga c passageiros Irala-se na ra do \ i-
yario n. 5.
LEILAO-,
s
non
Quinla-feira 11 do
corrale, as 11 horas da
maiibaa, oauenlo Anlu
lies far.i Icilao de Iraslcs
de todas as qualidades
novos e usados, e oulros
muilos ohjeclo-, a-ini
como faro latnhcm lei-
nodi' algunsescravo de ambos os sesos e de diver-
sa, loados, no seu armaiein, rna da Cruz, n. S.
isa de una ama de boa conduela,
ca-ailas, paga-se bein: na
ido aos Mari; rio-.
A II. o obsequio de Ir 011
le ttQOju de duas lidias
leiadollccife ll. IN, cello
leni de ver sen nomo por
AVISOS DIVERSOS.
Dcsapparereii da ra Direila n. M, um escra-
in |>r uoiiic Joao Vclbo, alto, lem urna blido cm
nmullm, he muilohumilde; esle cscravo pcrlcnre
> II. Francisca da Cunha Bandcira de Mello: quem
o ueaar, piule leva-lo ao engciihu Aguas-claras ao
I"-de Sanio Anl.10, ou ncsla prora a Jos Pinlo da
Cosa, que ser recompensado.
No dia 17 do coi renle, se ha de arrematar cm
hasla publica do Dr. juiz da primeira v ara do rivel,
iliier-i- divida- penboradas a coso fallida do Leuoir
J'unel i\ Ompanhia, por eiecucilo de Antonio Jos
IV'ieua e oulros.
Prcri,a-,e de mu feilor para o Irabalho de lim
siiin: na ra do Passeio, loja n. 21.
(I abaiio assianado avisa a algumas peasoas
lem lido a bniulade de o procurar para api en-
i lie a- pailidas doblada-, que se ainda lem
i aprender, sera neeessario qu coineeein
llmenle, uois que do lini ilo prsenle mez
em dianle uiiu |wder c-nsiuai inai- e-nplurar.lo
"'li......' id. ein \lilude de ir Im iiiilr.i.iMillpaoic-,
i|iie llie absorverSo lodos lempo.Jote d Main.
Joaquim Jos Pinto uiniaraes vai u Emopa
iiauM^ua^nide^^^^^^^^^^^^^^
derroin
de-ej,,- |
siHHiedi
lioel lliuioui. profcssnr de homcopalhia
lela escola do Rio de Janeiro, continua a
dar consultas ijrnli* aos pobres Iml
uleis, das 8 horas'da inanbiia al ao
no seu consultorio, ra das Criir.es n
WMMWWBa'fftfgf
SrTjTo. I... Iinba a bniulade
pagar I uuanlia que nao Ignora dever, i
mli" le is '.i, do contrario lera dever
[ior extenso nesle Diario*
Noescripiorio terreo da rna
n. 23 acha-fCO deposilo do mcllior rape1
e o mais acreditado! de Joo Paulo C>
deiro daoidade do Ko de Janeiro, sendo
as cai\as em lucias libras para mcllior
venda; ente rape pela sita frescura enro-
ma que conserva, assiin lamlicm por ser
ornan imitante do de Lisboa, lem mere-
cido (runde accilacio c adquirido toda i
preferencia no demais fabricantes nesle
imperio.
NOVA FABBJGA'DE CHAPEOS DE SOL
M) ATERRO DA BOA VISTA. N. ii
O dono deste c-labrlccuncnlo lem a honra de par-
ticipar ao respcilaul publico, que llie cliegou um
grande sorII.......lo'de chapeos dosolniolli.....Mlornos,
lano de seda, c.....o de panninlm, onde os saibores
orharao a comprar a pceo mais MI cunta, do que mi
nutra qiilqucr palle ; lem um grande sin lmenlo de
seda c pauuiilio em peca para se cobi ircn arma-
cees, lamban faz-s qulqner concert.
CWSILTOHIO IIOMIEP.\TIIU:0. g
1 Ra do Trapiche Novo n. 9, no S
hotel Francisco.
i." O Dr. Casannva eoulimia a dar consultas 5
}; eremedios gratis aos pobres, das" horas da i
K inanbaa' al ao meio dia. As pessoas que
.'; n.i.i forein |Hibres s pagarlo de S a lljigiil tg
$ rs. |>elo Iralainenlo. Os escrioss pagarao
;:; de 5 a l?Wl i^. CS
i#ffMMHtStt83-fiS:K :-'
Lavu-sc e engo.....la-sc com a-eme pnele*:
no paleo da llibeira deS. Jos n. 15.
Lotera uo kio de janeiro
A coila da lotera 10 r benelicio do
tliealro da imperial cidade de Nicllicnn,
corren do dia 2a (ido concille; os liillic-
teie cnidas acliain-sc a venda as lujas
do cosime, pelos piceos ja' ......inCIO-
ilus; B lisia se espera pelo v.-qior lirasilci-
ro a 19OU 20 do concille me/..
Precisa-so de um cilor qiicciilcn-
da de plantar eflpim ejardinar: na ra
Cruz, n. "20.
Traspassa-SG o ormaem da ra do
Trapichen. I i, proprio para esa-ipto-
rio': a Iralariio niCSinO.
De-eja-e fallar M Si. Alevandre Francisco
da Cosa, lilho do Sr. Angelo Custodio do Sacra-
ment, ao qn.il reua-se de iinmuiriar -ua murada
para se llie fallar a negocio de sen inleresse.
Ainda se pi
para servir don pcsso
ra de Hurlas u. 112. pe
Roga-se ao Sr. I.
mandil pagar a quanlla
, 1111- aceflOU na na da C
de que se o nao l*er
Buaojao nesla folba.
Prcrisa-se alugai um moleqilC mi negra que
liba ro/.iiihai : ua ra lio QueilDMO n. 51.
.Manoel Jos Senrra retia-se para fra do im-
perio,
Francisco Alvesde Suuzn Carvalhe faz publi-
co, que lendo-ee dissolvldo a sodedade eommercbjl,
quegirava na cidade da Parabiba soballnnadc
C.malbolrnios, licaram as dividas que Clisllam,
para seren cobradas por elle aniiimcianle, que rol 0
encarregado da liquidacao da lirma ezlincla, Pm
compra, porm, fellaasocia D. Francisca das Cha-
gas Porlclla de Carvallo), romo emula do papel por
ella assianado, e por seu lilho o Sr. Dr. Anlonio Al-
ves de Boina Carvallu) en 21 de marco lindo, ner-
lenccni hojeao auniini'iaule Indas as dividas. Pelo
que as transare/ios leila- d'ora nn dianle, lano a
respeilo des-as dividas, como acerca de auMaqnw
oulros negocios rclalivanicnle essa ctlmrlii casa
roinoieicial,!.....5o pelo annuncianle,i|lle iiadadcve
iisobredila sucia, as-ini como osla tamben nada llie
deve. A casa comiiierrial, porlanlo......il.....a como
ja fot (anunciado, soba linna do rnsoeheo Alvos
Se Sonsa Carvalho, que he o nico responsavel pm
lodasaa IraosaecOea da oxlinrla lirma, e da hrma ae-
lual.FmiHirn AUltdt Sousa (imiillm.
__ \ peatM que em roposla ms anuncios inse-
ridos nesle Diinm nos dias S, !l, II c 12 do con en-
te diz ler 1:(Hllfc se a roa do Collegio, no segando andar do sobrado
o. 33, junio ao sobrado grande da esquina.
|)ii-e.VHIIKlls. a uros, sendo com bjpo-
thocaein um predio nesla placa, que esleja livra e
deseinbnracado: na ra da Sonzuln \ ollia n. IIII.
se dir.i quein faz este negocio.
Aluga-*3 nm arina/ein 0 primeiro
andar na ra do Encantamento, muilo
proprio para tanouiria ou oatro estabe-
lechnento: a halar na rna da Cadeiado
Kceii'e, n. 25.
AVISO AOSSICMIOIIKS DE F.NGE.MIO,
Menlas es grandes vanlagenS na moagem de
canna, provonionlesdeleroi lambn- das moen-
das pe feilainenle lorneadns, o aballo aasignado res-
neilo.anienle leinliia aosseolioresd......geubo, que
na sua fiindiiai.de ferio em lina de Portas, SO po-
de perfeilaiuenle lorneai de novo un, jugo de tam-
bores, 8 aparare endireilar os denle- da. cairela,
em m,,1a pie.le/.a, que-epodo eulrega-lo. nn mi--
modia, evlando-se assinio inroiiveuieiile da demo-
ra dos carros e o empale da moagem ; assim como
que ,i uie-nia landlooSS .liba sempre sorlula nao
sii de novas niiH'iidas de diversos lainaolio- e mode-
los, sead lamban de rodas dentadas, lano |>ara
aeua como para animaos de Indas as DroporcAes,
saber : volla por volla, volla e quarla, voliae Ier-
ra, odia e incia, duas, tres, quiltro vultos, clc.clr.,
i paranlo qiialquer sonlmr de engenho que-
reiidoaiceleai a sua miHMida, aliin de mote inai-
rniui.i nomesmo leni|>o,ou rclarila-la,aliin de es-
preniermaislii|uidniL.....mili canoa, pide sem de-
mora esrolher as rodos roinpelcules. Fiindica de
ferro, na ru do Bruin, passaodo .ii-iufan/.n. ir,
Hoicmaii. eugenheiro.
Paulo Gaignou, dentista.
S Podo ser procurado o qualquor liora cm
9 sua casa na ra larga do Rosario, o.
if 36, seguDdo andar.
^^Frwisa-scaiugar a!silloqneTBoacjsmullo
io, e que-esleja bein planlado de Nmliira..
i,,l,, parlo da prScj ainda niosrao ipiainlo a casa
naosejade muilos coiiiuiihIu-, o que o.io -e i-vige:
luemo lite* eoolur alugar, auoiuielepswse pio-
urado.
Aluga-*f u |'ini
N'">M "-20:
__Nanoilede II do mez actual, desde .
Isabel at oarsuual de marinha se c-lraviou
um brilhanle'eiicasloadodeulrodciimbotiiode caini-
nem o sehou e querondo railituir,
ao dito Ihe.ilrn e procure a Antonio Jorge,
de re.i.inpensadr
HAI.1 KRHKtirVPO.
Avsa-se norespeilavel publico que o eslu-
Mecuncnto do aforro da Boa Vista n. 10,
nln para Santo Anlonio, rna do
Oneimado n. II. segundo andar, onde o ro-
(ratisla |dcr ser procurado das 9 bora da
nMnhaa as) da larde; aqui os pretcndonlos
sabii o Inlrirsuienlc sallsfeilos, nao s pelo
variado c helio sorlimenln eiislcnte para os
relraln-, romo pela semelhanca ila pessoa
ttdmcnte copiada, pelo electrolvpo, orelra-
tisla wiscsl promplo salisrazer complela-
menle aos que o prorurarein.
5
Precisa-so de urna ama Ibera ou
captiva para coziiilinr, pa^u-se Ik'iii : a
tratar na ra du Gloria n. .)8, ou annun-
cie por esle Diario."
O ahaiio assianado conjura ao Sr. Manoel do
Rosendo Reg Barros, para que no prazo de Ires
itio, pravo por osle ou oiilro quali|uer jornal, em
como o aununciantc jii espoz |*ir repelidas vetes n
venda pclnjonialaslerrasquooannunrianle possuc
no serillo, romo o Sr. Reg Barros aleivosaincnlc c
sem ucnbiun podor 0 verdade, levo o desrarameulo
de menlir ao juizo de orpbilos desdi cidade ua nua-
lidadc de tutor (contra Icii dos iulelizcs orpli.ios
seus Iniciados, na inrornuifiia que dona dito Jais,
no reqiierimcnlo do anniiiirianle; poda o Sr. Rc-
sendepara mcllior acoberlar c conseguir seus Ibis...,
scrvr-se deoulra qualquor evasiva, que niio fosse a
inciilira, pofni 0 aiiniinciaiile pinleslo ua querva
que pasaa a ir levar ao nicsino juizo do orphaos con-
IraoSr. Rogo llanos, como incapaz da tutora que
everce, e coinence-l de sua un l. Honorato Jo-
irphde Olifira I nurirtC .....-
CONSI I.TOIIIOIIO.MOHIPAIIIK.OI.RA
I 1IITOPARAOS POBRES.
JJ Na rasa amarclla paleo do Collegio, primei
. ro andar, residencia do general Abreu o l.i-
na. Esle rnnsullorio be dirigido pelo proprio
,, general Abren e Lima, e nelle duni-so cnsul- .
* las gratis aos pobres em lodos os dial uleis *
'" desde as dez da manbSa al.....j hora da lar- 1
.
de. O mesmo saohor pode ser ronsiillailo
por mitras pessoas a qulqner bora do dia ou 3P
que
reir,
la noite
. ....'.y...,,
Na rna das Cru/es u. W, laberna do Canip.
vende-sc por junio 0% relalbo, o lanibcm se alu-
na biilias hamburgueUI das melbores que ha no
mercado.
OSr. Jos Antonio Coelbo de Goes,
......mi I. ir coi Sanio Anio, qncira \ir |ia-
I qiiuiilin de T,\)JiM) rs. de ferragOflt,
COmprOU em IHWi a Jos LUZ Pe-
na ra Nova, ii. 10.
H DENTISTA AMERICANO. f
!': D. \v. Bajoon.cirurgSodentisla, contina a {
'.', exercersua nroOssIo, fazendolodae asonara- 9
;: i..... que foron precisas de qulqner ualiire- M
Vi u, lauto por fiira, como na sua residencia, ;i
U onde pide ser procurado S qualquor hora : '.'
;.; na ru da Cruz n. 7, segundo andar, no Be- &
cifc.
liiilaran no dia li de marco, as III horas da noi
le. do corredor da oseada do sobrado da quina da
na das lu/es n.2. urna cala do paoainarcllocon-
lcudndrnlrominOOr! em dinbeiro, n Ires meios
bilholesda lolcria do Rosario da llya vista, um cha-
peo francs novo; calcas, jaqoelaa e camisas, ludo
perloncoiilo a um pobreescravn, que eslava ajun-
laiulo para ler a sos liberdade : ruga-so a qualqoor
pes-na que descubrir sonde esleja esle raubo, quei-
ra iliriuir-seao niesinii sobrado cima 00 rna do
I.mamonio n. II, loja de Francisco l'.a'.alcanli Al-
liii.|iieiipie.que graiiiirai generosamente.
Aluga-scuinnioleqiie muilo bel c proprio pa-
ra maullados : na roa do l.i\ runenlo, sobrado u. I.
CONSULADO DE PORTUGAL.
No din 11 do correle, quinla-feira, netai I limas
da larde, na porta do lllin. Sr. juiz de alsenles, na
ros ilo borlas, se ha de proceder por parte desle
consulado...ai loiiialac'iii em ha-la publica dei duas
esclavas, luna pormnne l.udovina menor; crinla,
euulra por minie l.ii'.ia inaim de naeo, peitcn-
conlcs a lier.inca do Hilado sllbdilo |K,iluguez Se-
bosliso Jos Coelbo do Rosario. Consolado de Por-
tugal em Periiainbnro SOS II de abril de IK.VI.
Joaquim Baplhla Moreira, cnsul.
AVISO AO PUBLICO
I'rim
II
ho-pilae-,
deponlo das
de luchas de
e aluga-sca
| |ICllC 115
plmenle aos forneceibii
que na rna e-lrcila do Rosario i
bicha-,hamburguesas, lem ums porej
Lisboa, que vende a ISaOOO rs.ocenl
liiil rs. cada nina.
RUI 110.
Na larde du dia III do crrenle, as 1 hora-da tar-
de, delroiiieda igreja ilo Rosario de Sanio Anlonio,
om occasiuo que alli se achava um adjunto de poyo,
o ver um prelu fa/.er certos inovimcnlosdo cor|io,
oabaitoasiignadonesla occasldo paron para ver;
he quando de repente se llio arrebata da alailwira
da jaqucla urna rarleira de como braoCI......o po-
dendu ver quem foi o gatuno cuja carleiracoolinhs
20IINKII) rs. cm sodulas, sendo Ulna de ."idlHKI rs. e
as mais de lOgOOO i-., sssira coi.......na Idas aceUs
em !l de uovenibro. eveurida em <\et......hro do auno
proslmo DMHdO, por Thcreza Mara de Jess, e
cano o abolso aasignado leja pobre, eoneradodc
......irio-a familia, sendo esla qiiaulia o milco re-
curso de que viva para nianler-so, pede a quem os-
le mal llie fe/, llie resUIOS 8 -na letra O narledo
dnheiro, mandando enlrogar no Paselo punlli
loja u. II, so mejor FirmianoJoa Rodrigue-
reir, que sera islo um arlo do enrulado
autoridades a prsquiza deste negocio.
Intmiiu tiento Mffflo^ffflolofL^
TKAI. HOM0E0PATHIC0 DE
^ PEKNAMBUCO.
Una da Cadcin do Hceil'e n. 51,
f primeiro andar.
Ricas cSrteirai ile medicamentos honueo-
... pallucos preparado- segundo lodos al regias
B pkarmaco-dnnamieai, conloado dc^ a 160
ffij ine.li.-.iincnlos.
i Daiu -e de arara os linos iodisponsaveh
? para a prlira da homotopalllia, bein como
5 regiioeus mpiessos paradireci.ao das dielas
h ,i- posma que comprsrem Indicas de is me-
! dicaineiilos para cima.
B Dam-aa tamban de anea vidros da mc-
m lliui-Imlura dr arniea, MEDICAMENTO
INDISPENSAVEL A'TODAS AS FAMI-
LIAS.
./ ttiptriorUade dotmeHeamtnlOi da iw-
Uea dn consullorio ccnlral bmaoMpalbieo de
Pci-nambuen i lotlns o. mi/ni ./'"' /""' '"/.'"'
um appareeido, rerifieada na clluiea do Sr.
Dr, Sabino done IXIk. c por umila$ peuoa$
qat ot tem etpertmtnlado, r rteonheeem
snu prodigioto e/fritos, itfnm de muu-
qutr reromiiirmlanlo.
Cada ridrode mcdicaniciilo em tintura 2-7 f<
Tubos avulsns a............_ II Bj
LOTEBIA DE N088A SENHORA DO
ROSARIO.
II ihe-uureirn annuucia aus anianle- de-le logo,
une lem marcado o dia 2!l da abril iuiprelomcl pa-
ra o andamento das rodas, ainda que bqueni Inlhe-
les que se 1-oss.i arriscar : o resto dos bilbeles que
evislem acham-se a venda nos lugares du cosame.
Aluga-se o qiiarln andar dn sobiadn da ruado
Trapiolie Novo o. 12, a tratar no primeiro andar do
No armazn) da ra da Moda n. 15, do abat
ido, precisa-sede um homem capaz pao
andar aun car rocas; no mesmo vende-sc una por-
S'ndenieiTiuioein iai.inlias de libra, e um liracn
i batanea de RoDiiin non lodo- os seus pertences
nr.icas com lodos os |ierleiin> e um boi
assim como inulinna a vender cal de Lisboa, a nn--
llior que ha un mercado.
.tiilnnio du Silla I ianna.
AO PUBLICO
O abao nssirjnudo avisa aos se-
nliorcs de engenho; larnidores,
fa/.ciifleii-os, eaopublico em geral
(itie, de combinaeAo comiil|;iioias
casas eommereines ngletas, lian-
eezJis, illerailns esuissns, tem alier-
to na run do Collegio, n. 2, um
grande ai niazein, ricamente sorti-
do de ftizendiis linas e grossas para
vender por grosso e n retallio e por
pircos milis lniixos do (pie enujiiul-
(iner outra parte. Antonio Luiz
os Santos
Jos Murta lioncalves Ramos srioiilillra aos
seus amigos, efreguezes, que desden I-do mez pr-
ximo pagado, pasin asila iKilira sita naauliga ra
iltM Quarleis desla cidade, a ser propriedade doSr.
Joaquim ilo Almeida Piulo, porveuda quo della fez
M dito ajotar, o annuucianle roga pois aos seus
Iioiis o anligos fregue/cs fie conliuuarem enm a
mesilla freguozia, par quanlo leudo o Rr. Piulo es-
ludailo o seu cursoile pharmacia em Paris, verifi-
cado o seu diploma em nina das academias brasilci-
ras, acha-se assiis babililadn para bem draempriihar
iisdcvcre inhcrculcs a sun arle. (1 annunrianlc
muilo so ufana do dur aos seus bous c anligos fre-
guezes um tilo bom successor.
Desoja-sc saber Sonde cvisle Joiin l'rancisro
ibis Sanios Siqueira : na loja da rna da Cadehl do
Retire n. IH.
Prccisa-sc de una ama de ledo, proferindo-se
sem lilbo: na ra dos IJuarleis, n. 21, segundo
andar.
Aluga-se mu sobrado rom grande quintal,!c
cun bom banlio doce, e lanihein misturado, no lu-
gar do Arrumbado o. I ; qurm pretender, ilirija-se
a Olinda, a rehilaran do Sr. Ainoiiin, ou no Rc-
cife, ra do Apollo, anna/ein n. ,'gl.
Sealguiu jardiuciro euipregado em qulqner
sitio, i|iiizer nos domingos Irabalhar n'um peipieuo
jardfro, dirija-sca um silio aira/, da igreja fia batn-
ela, que lem uin.i pitumlicira uo porlAo, que abi se
ajustara, pagando-ee bemonu Irabalho,
ManoeJ l'erreir.-i da Silva Ramos vai a Europa
balar desua agudo, 0 leva em sua conipaiibia sua
sentara D. Anua Zurlcli Ramos, o deisa nesla iirn-
ca |Mir seus procuradores os Srs. Jos Mara da ('.os-
la Cm vallin, Manoel Anlonio do Jess e Manoel Pe-
relra l.anicgo.
Quem precisar alagar una esrrava lele dili-
gente para lodo o servico Interno e esterna de urna
casa, excepto cngonmiar, dirija-so ao aterro da lloa-
\ isla n. I'J.
O deposito ilo diccionarios da lingiia porlu-
gueza por Conslaiicin, acaba de ser liansferidoila
i ua do Sol jiara a vua da Cruz do Itecife, ca-a u. :i
|ICI|IU
brailo da rna
1
|
aonde conllna a vender-sc por preco eonunodo.
- O ahnivo a-signado, agente nesta praca do Dr.
Rraiidrclh, faz scieulc ao respeilavel publico, que
pela barra americana Bmllla llaiiingu, cnlraila no
corrcnle le/, lem recebldo novo proviincnlo de pi-
lulas vegelaetj essaspilula-, cajo aulur ha-la para
garantir sua ftcellencia, lornain-se muilo recom-
laieis por ser um meilicamento iuleirainente
Inofleosivo, podondo applicar-ae al ua criancas re-
-ein oascidas; iilliiiiamcnle se temapplicaflo a inn.i
nliiiiilade de molaliaS julgadas inciuaveis, fie ruja
applicaco se lem lirado Un feliios resollados, que
rece cada vez mais rosolvido O problema de um
remedio universal: vende-sc ua ra da CadeiaVo-
Iba u. (11, bolo a de Viccnle Jos de Urilo.
SAMIS.
SALSA PAHH1XHA.
Vrenle Jos de ib ilo, nico agente em l'crnani-
buco de II. J. D. S.inils, cliiinico americano,fu/ pu-
blico, que lem elwgada ii tata praca nina grande
porcuo de frascos de sal-a parrilha de Sauds, que
sio verdadeirainenle falsilicadns, o preparados no
Rio ile Janeiro, neloquc se devan acaulelar os con-
iimidorcs de lo precioso Talismn, do cahir nesle
engao, lomando as runeslu eoiueqaeacias que
sempre custnmain Ira/er os medicamenlos falsilica-
doso elaborados pela man daquellea ipie anlepoem
seus ioleresses sos males o elragosda liumanidade,
Porlanlo pede para que o publico se |kissh livrar
desla fraude e distinga a verdadoira salsa parrilha
de Sauds da falsificada e reccnlemcnle aqu chega-
da ; n auiiiiueiaule faz vci que a verdaileira se ven
le iiiiiraiiienleemsua bolica na luida Cunceican
lo Rerife II. 61 j e, ahin do rcceiliiario que anun-
pauha cada frasco lem embaivo da priineira pagina
leu nomo ImpreaSO, c se achara sua lirio;.......na-
i.....Tipio subre o invnllorio impies-u do nicsiun
frasco.
Al I ENCAD".
Precisase alugar mu prelu que soja rozhihcirn.c
|iieenleuila pcil'eilanienlc de lazer caf, pagantlo-
leban: atraanla rna e-lreila ilo Rosario n. i:l.
ATTENCA'.
No da 8 do rorrenle, das? para 8 horas da mu-
l, fugifi S pela Marcelina, de dedo de 21 auno-,
aonCO mais un nioqu, he heni prela esecea dn cur-
|io, rosto comprido c descarnado, desdentada da par-
lo do rima, tanto dos lados o.....> da frente; lev
M
B o 2.o as?>a A-a
H }t
*la.S.f Is^is
iffirtiiiii
rf*s*f *!
lsitlH!
lumh
npi*r *lz
-" 2S3-
5', fr a 'S s
Mo1
j-S.5 W
" P-3
BfillM
iioMomiu.
O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho mi
2 oa-se para o bairro de Santo Anlonio, ra
5 das Cruzes n. II, casa onde morou o Rv m
I M. ligarte aera! Dr. Meira, onde pode ser
** procurado n qnalqucr hora pelas iiessoas que w
|5 o quizeieui lionrar com mu cnnlianca. Sg
*#
Prccisa-sc de um pequeo para rauoirc de
miiiI.i: un lorie do Mallos, ruado Codorail n- 12.
_ Precisa.....le um liiun coziuheiro : 00 liolequin
,l.i iua larga do Rosario n. 27, paga-se liein DoejSO
que agrade.
- Ka eni.ideinac.'.ii da placa da Independencia
o. 12, preeian-oe ileum raaiino bus quoira aprender
,,'fdlTci, deeliea.li-in.id.ir: i|ileui qill/er dllija-e.l
. iii.i.
__ \ hessuii que aiinuiiiiuii querer h\pnili.-car
A ,!_-'_ ... .. ...i.. I. nam !,, .iml ^n
nuil Barran,
dirija-se a esta hpograplus
fSSPf e-le 11,'L'iuJo..
que se
MUTILADO
panno da Costa c veslido de llgodtoxluta de rasca-
do, c levnu mais nina In'.va rom dous eslidos de
cliilar.Wa; lalvcz M lenbn mudado de vesrulo, e
soppoe-se que esleja amulada por pessoa que a se-
du/isseeomo j lem acontecido; protesta o dono
contra os autores, apenas ebegue a seu conheclmcn-
lo; assim como roga-se as autoridades poUeiaes, ca-
piars de campo, e mesmo particulares, que della
livcrcm iiolcia.appiTbciidanicleieiiiarua da- Cinco
I'oulas n. (i", ipie seriio gencrosaineiile |-eeoinpen-
S.I.IOS.
Aluga-se o tereeiro andar ila casa n, 21 fia na
Nova : quem 0 pretender, procure na ra doQuci-
niado n. 10.
Deseja-se fallar com os lillm- do fallecido Igna-
cinile Aluieiib Sariulio a bem de seus intcic-scs :
na ra ila (loria n. "l.ou oiinuiicicni suasnioradas.
-- (l abaiso asslgnauo faz publico ipie toado re-
ceido ein pagamento dm ral da quanlla de 2K.?,
assgnado peln Sr. l'raucisco Tai are-Correa em
de inarco piovimo nas-ado ; sendo que ililo val se
llcscncaminhassc, lian obstante 0 Sr. Correa me cm-
bolcoii fie dila quuutia, por rujo motivo tica sem
eflello slgum dilo val, caso anpareca em qualqoer
lempo.* .'o Marltm de Hanoi.
Joaquim do Almeida Pinlo, nalural desla ci-
dade, pbarmaccalicoanprovado pelas aeadamas de
Paris c Balita,scicnlilica ao respeilavel publico, c
ein particular a seus amigos que desde q I" do ror-
renle mea se aclia de poasc ds bem acroditads boti-
ca da anttgfl rna dos Quarleis desla cidade, por com-
pre que della fez ao Sr. Jos Alaria (ioncalve- lla-
mo-; protesta pois-enir com pericia, seto c activa*
dailc a lodos aquellos,que se dignaren! procurar 0 seu
novo eslnhclorimculn.
Na ruu Nova n. 7, primeiro andar, vende-sc
un jugo da matas em meio uso por proco couiuiodo.
O diaiv) aasignado declara tranca
e oordealmente a seus deredores, espe-
cialmente a iiiptelles (pie llie naolempa-
|o suas letras vencidas e protestadas, que
as pagiieui quanlo antes,primeiro osdcsla prara que
os quo i li- ii .nn no malo, |iorquc no be possivel mais
e-perar, e vai Iralarj dercalisar seu embolso judi-
cialmi'ule; eniquanlo que |i,r oulra vez os puupa de
Ibes |H>r os seus res|ieila\eis lime- por oslcnso nes-
le Ih'iii cunceiluado Diario ; islo lamhcm sccnlcn-
de eon asjaeHa senhores a quem lem prestado sua
lirma cm reforco das suas, c agorase vobrigado a
pagar o quo nao rerclicu, e niio he n primeira
ve/ que esla- ingralidAes so pralicam com o annuu-
cianle c niio ser a ultima, porque sendo flotado to
un corncAo tal quid lem, tulvez ainda acredite as
lagrimas do crocodilo;-, pois que por te-las enibu-
gado o lem prejudicado gramlcnienlo em la vida
social, do que desde j4 prulotla cmendar-se, se lieos
tur sci vdo, c es bomoiis niio maudarcn o contrario,
ti I'. I'raneiseo Jos llodrigmt.
___(| Sr. Candido Jos de tainos, lem una caria
viuda do luirle, e lirada do crrelo |wr engao : na
ru do Vigario n. 29, ariuazem dca-ucar.
Adverle-se ao lliesnureirn da loleria do San Pe-
dro Marlvr de Olinda que no pague, cuso saia pre-
miad., o inein l.ill.ele n. 2111, o qual esta aasignsdo
..inni us dous iinincs Manoel Juaquim
fj.....-,d.e-, o Kelicii..... Primo doSuuza, |M,is que se
de-ei-iiiiinbnnou Ihe rouhurani.
l'rerisj-sc de 2;.'l000O0 a pieluin de um pul
contuso mes, pelo lempo que se couveocionar, pa-
u.....l--e o premio mensatinViile, liipuiliecauln -r
m |.redi., de inai.u valor para s.'L'ui.iiie.l da raferi-
da quautia: a unemoourler imiuncie,
-- Uoga--e ao Si. I'r.iiicisc.i Pi-i.-ici Pinlo (,a-
valcanli, u lovor de \ir.ui mandar a r.....los dar-
I,, i,,, ii llliii wauriiMW* U'
Filgio na inanba ilo dia 11 do crlenle um
moleque fie lime Juan, tleidade fie 18 anuos, |huico
mais ou menos, com os signaes segundes; cor Ih'iii
prela, ollios avrrinelhados, cara redonda, nariz cha-
lo, bocea pequea, e com mu denle da frenlo de ci-
ma quebrado pelo meio, leudo um pequeo geilo
em una pona: levnu camisa doniadupolo jiisuja,
e cal-.i decaslnra/ul lamhcm suja. (jiiem oanpre-
bender leve-o a ra da Cadeia du Recite n. :il, ou
na lloa Vista a na Velba casa de commissan ile
Oscravos do Sr. .Mililan Breas Uchoa, quesera gc-
ncrosainenle rccoiupensifln,
AO AMADOR DOS CALORES.
Queremos pergnular-lhe priiiieirameule onde a-
prenderama Pcrola, seu esposo c o turibundo Cos-
a aesaola iimder'na? a primeira iialuralmenlc no
sagu.io do Ihculro de Snn-Januario,oseguuilo, entre
os comparsas do mesmo, c o tereeiro, n'alglim con
dffo mgico d'algama fada, mas que o nAo preser
vuii das carolas, cun que nos mimosea u cada in-
luulc; responda, e se fnr salisfarloria asuarespos-
li concideremos a primeira M genio gigante', a des-
pelo da atmotpliera do boleintini, ao segundo '<-
tono dramtico I tambom a aespeilo dos seus ami-
got nfiligim, en tereeiro.,.. oh ineu lieos, oque di-
remos? nmuttiitliit de fnr! o primeiro mdela da-
quellaescnla IVojnm quanlo bejiislo,O l'rophettt-
Lina pessoa que (cm as hahelilaertos precisas,
pro|n>eui--eu leci-ifuiar iliariamenle em rosa flus in-
eressados, grammalira porlugueza, ,'irillunclica o
neoiuelria linear e plana. Os senhores que se qu i
zerein ulilisarileseii presumo, lenbam a bOfldadedo
lirigir-sc a luja do Sr. Jos Morcira Lopes, quo far-
-e-ba o ajuste.
RETRATOS.
Tiram-se relralos de daguerrootypo ilcsilc o preco
de :t&, os mais pci|ueuos, ateSS^i osinaioresquc se
piKlem tirar: uo cslabelecimcnlo pholographico, ni
ra ilo Aragilo n. 2, lerceiro andar, das uito lioru:
la manha qualroda larde.
Beato Fernandos do Paseo, snbdilo pnrtugoei
vai alPorlugal a tratar do sua saude.
-No da l.'i du crrenle, linda aaiidicueiailu I Un.
Sr. Dr. juiz de direilu da primeira vara du civel. se
ha de arrematar nina pequea casa com quintal, na
Passagem ds Magdalena, |mr evecucaude Joao Lei-
l0 l'ila Ortigueira, eomo lulor dos DihOS de Anlonio
Rmlrigues Lima, contra Logreare Jos das Noves:
he a iillima praca.
No dia Ib do eorreulc liiula a audiencia do
lllin. Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara, se
b.lo de arrematar varios movis |>ciihorudns a Jos
Manoel dos Sanio- Vital e sua lillilher nur evcculi-
vo do francisco Rudrigucs da Cruz: lie eultima
praca.
O advocado Aulonio Joaquim de Moracs Silva,
leudo de relirar-se por alguna motes para fra da
provincia por incoiuinodo de saude, faz salicr aos
seus clientes ea quem convier, que tica cm seu es-
criplorioo Sr. Dr. Anlonio Jos .la Cosa Ribciro,
com quem so poderlo entender, ou cun os senhores
doiiloro- Jos Heanlo lialviVo Aleoforado c Joan
Jost; l'ei reir do Agotar, cmquanlo esle -en.'io reli-
rar para a corle.
Prccisa-sc de nina niulbcr capaz para lomar
coula fie una casa de homem solleiro a balar de
dous meninos de escola, porm que seja branca ou
pateca: ua rna do San-francisco n. (iH.
Roga-ee ao Sr. segundo ndela do nono liaia-
Ib.iii de infanl.iiia Joojose Cesar de Lima, o ob-
sequio de se dirigir a ruado Crespo ii.K). que se
llie desoja fallar.
Teiniinoii a impressiio anniinciada da tradu-
cn da hrira de llorado, com leilo taimo em
limita p.ii Elplno Duricnse, talla cm bom pajielc
nilids mpressao. Acbu-so a venda na livraria da
esquina do Collceio u. 2(1 o na ofllena de eucader-
naefo do pateo do mesmo, dous votamas broiadoa
'9, e anilMiscncaderiiados ein iiin-sn l?.
Precisa-se de un criadn cslrangeiro, que seja
mocil, fiando dador asua conduela, liara rasado lio-
niem solleiio : na ra eslreila do Rosario, n. II,
sobrado, tereeiro andar.
rilEAI'RO DE SANTA ISABEL.
Na nnilcde lldii inez urinal, tiveram lugares es-
peoladoresque concorreram i reprcscnlaeSo do dra-
ma o Idiota de nhservarem, que o canibeiro do
Ihealro subi cdeseen de nina manetas serena e
placida: a pericia cun que neslns operacoes se
iiouvo o alirmlor das lu/.es, requer justa recompen-
sa. Palmas' e bravos elle nao leve, o ncm isso
quer; ponpianln e-ses anuidos o podem fascinar
a |.....! fie so considerar mais elevado, brilbanln,
fulguroso, quo o proprio enndiciro, a quem humil-
de serve ; mas, como Uve boje occasiAo do oliscrvar
que o corpo rollcclivo de admiradores den somc-
lliaule alvar.i, provisilo ou decrelo, cxcellencia c
, i.m n Sr. Manoella Locel, eorporaofo essaque
faz lembrar a a Academia dos llumildcs e Ignren-
la n lio prdigos cm elogios : armado o alicador
das luzes por benevolencias lacs, pede, requer, ins-
ta, -ii|.|.li.a aus BOUS admiradores 'que os ha de ler',
Ihe seja concedida asculinria (no que ha sem du-
v da modestia da parle dcllej, mas que ainda quo
ein prosa seja n dipluma, nao se csf|ueea oliservar,
h nao obslaule as leis em contrario E R. M.
ti mirador das Uits.
BBSPOSTA.
lio multooynlsmo, inuilo audacia, vllupcrar-se
l.iu de-alaidaienle a nobre classe dos caiseinw; e
peln simples laclo diz o orsolisla de nSosjmpalisa-
rcm cun os Srs. Mendos, Costa e Orsnt: o darom o
devido apreco on eximio artista (ermano Francisco
de Olivcirn, arlisla preclaro quo souta grangoor a
estima dos verdadeiros aprcoiailores do mrito, c dos
liomens que devidamenle llie (ributavam os elogios
fpie elle mereca. Acta imicn ninsenlaneo urna tal
censura e dirigida direrlamcule aos calieiros quan-
,lo iiin .i evrepeo ilesle ou daquellc : pois toilos
uuanimemenleapplaudiam o sublime mrito do ni-
co arlisla eximio quo Irilliou o |ialco do tliealro de
Santa-Isabel III he recusado por cuntcgunle deilar
toda a odiosi'lado de suas calumnias sobic oscaivei-
rus; |Mirque ellos, sobranceirus u ellas, as atvidam
com o mais solemne despiezo, e o lacbam de apllen-
la; pola liuguagein infame que enrproga |iara Uio
dilapidar a I.......ule/, lio com efleito ler punco
senso, laucar mao da penna, e enctar de sarrasinos
urna classe inlcira, COI........leo lim de grangear a
eslima do Sr. Costa e de mais no sei de queinl
eu dei l.ii.i-llii- que nunca pude s\uipnihi-.ir com
oa ditos senhores |wr nunca llie conhecer qualidaik-
alguina arlislini que niererednra fra fie ologifis,...
porm, lalvez, o orsalisla queira galibar iu
ca- plenartal...... e prcci-.uneule nldei o pago de
seu assiduo Irabalho..... insensato que sois! por-
v i-i i i i icii no esta aniquilado o Ihealro de Santa-Isa-
bel, no astas reduzidos os procos dos camarala
hein 30 |mr cont de abate, para com mais facilida-
ilce econninia o novo freqiieularesso iheaiin... ara
i,i,i preciso un lempo que a testa delta eslavao me-
moravol artista Hermano!! como oasais ujiniar-
uos, pelo molvo de alentarmos ooM convii
precisameuta prevalece, basta aoRQ,
(Icdtxelrogsrnum
I'in rapa/ solleiro, quo ds coiihe.-enlo de
,ua conduela, deseja -e .maiijai de cuv.-uo de ipial-
uuei-e-lal.ele. inienlu evi eplo leuda, piel, lindo luc
de-l.i |U..Mii.i.i.ni enueiiliu. para u que nllrrere a
vnnl.igi.....le -.- fw noco-.il 10 le..'iuii.ii piunen.l.
qilem de seu presliniusequi-
zer ulilisai, duija-se a esla l>|mraphia, queso di-
Hoje, 13 do ron-ente, as pilo boros da manhSa,
perdeu-sedas Cinco Ponlss a ra Augusta, um ter-
mo fie inlelta, (ello pelo escrlvSo Inlcriuo de or-
phaos desla cidade, ja assgnado pelo tutor: quem
o acbeu querendo raslilui-lo, podco tazer na ra
Augusta sobrado n. ~i, ou uas Cinco Ponas loja n.
62, que sr gratiueer.
Perdeu-se o meio billiete n. 67S da presento
lotcria ileSan Pedro Marn de Olinda, o quid est
assgnado por Anlcro Jacorae deAraujo e trinco
Jan une de Araujo, roga-se ao Sr. (besoureiro de, -o
sabir preinia.b., s |iagar aos meamos cima.
Alevandre l.orcnzniia o sua seuliora, reliram-
se para a Europa.
Alcsaudre Jos Alies relira-se para o Rio de
Janeiro, talando cm sua coinpaubia i seus escravos
Igo.n-ia, Miguel e l.ui/. criouios, e Viclorina, cabra.
A pessoa que por engao lirou docorreio nina
carta no dia 1.1 ilo corrente, viuda doMaranliau pi-
ra Manoel Francisco da Silva Azevedo, queira en-
11 .--a la na ra do Rangel n. 5.
Ao lllm. Sr. Altino Lellisde Mo-
raes llego Jnior, pede-se queira dirigir-
se a ra do Trapiche n. 16, para se llie
commttnicar um negocio de seu inleresse.
0 Sr. Jos Lourenc-o da Cruz tem
tuna carta de importancia, na rita do
Trapichen. 16.
COMPRAS.
Na ra da Sensata VcUia, defronle do Sr.
NI .u i ni-, pintor, compra-se todas as qualidades ilo
ferros vellios e melare, assim como ourolos de pan-
nos linos c casemiras, c mulambos de todas as qua-
lidades que servirem para faser papel; assim romo
cabos vehus, lonas, ele.
Compram-se escravos, e vendem-se, recebem-
se de rniiiniiao, tanto para a provincia como para
fra della; na ra dos Quarleis n. 34, segundo an-
dar.
Compram-se prelas de meia idade e mesmo
m'IIi.i-, com habilidades un sem ellas, sadia, que he
I ..ir.i ongeulio; paga-se bem: na ra larga do Mo-
ni ion. 35, loja de iniudezas.
Compra-o um negro moco, prefere-ec criou-
lu, e que seja robusto: a pessoa que o livor dirja-
se ra da Cruz do Reeifc, n. 53, loja de baT-
lieiro.
Compra-se um molequo de Lt a JO anin.s, tan-
dil boa figura o conduela: no primeiro arinazemdn
liercu do (,oni;alves.
Compra-se una escrava que enleuda bem de
ciiEninmado, roiinha e de costura: posando a pon-
te da Passagem ila Magdalena, no stio 11.20, de-
fronle doSr. JoAo l-'eireii.i dos Sanios.
Compra-se urna balanza grande com alguns
pesos: na na da Rotla n. ~vl.
Coui|ira-se urna mobilia de Jacaranda ero bom
OSO : na ra do Cabug, luja n. 9, se dir.i quem
enmpra.
Compra se vareas rrioulas mansas, boaslatai-
ras, o com liezerro pequeo : u tratar,0a rus da So-
Icdailc n. 13, ..........de a venda dn Sr. Machado,
ou anauneta para se |irociirar.
Compra-si' mu.i escrava moca, que tenlia boa
conduela, preferc-sc sendo rrioula, que saiba tazer
luilo servico iulerno de una casa; quem livcr,di-
rija-se a rna da I '.< nuei..... u. IH.
Cnmpra-se no palco do Carmo, vendan. I,
um tronco paro escravos.
Compra-se um escravo moco, sendo sadio o
sem vicios: na roa Direila n.-21.
Compra-se urna libra do baulia de jacar,
|>agando-e bem: na rna irclla u. 129.
Compra-so escravos, veude-se, e reccbc-sc do
enmmissau, laido para a provincia, eomo para fra
dril.i: na run Velba n. .....
Compra-so urna morada de casa terrea, que seu
preco nao ceda do 1S0 a 5008000 rs.: oa ra No-
va u.28, ou na na dn Rangel. ro-lilacui do Sr.
Victorino l-'raucisco dos Sanios.
Compra-so vetas de carnalia, quesejamde boa
Ju.ilni ile. que he para tirar rom fregue/ia : ua *en-
a da ra do Codorniz, nn Forte do Mallos n. I.
Na rna da Senzala Velba n. 112, uo tereeiro
andar, compra-se um scllim inglcz estando cm bom
uso, au contrario annuurie para ser procurad e Ira-
tar-sc do ajuste.
VENDAS
Vcndc-sc mu imilalinlm nimio lindo: na ra
i (iiiia n. (II, segundo andar.
Por precisan vende-se doussilioscom boas ca-
sas, bstanles arvoredos, vivero, c lugar para ou-
lin, pequea baiva para rapim, otaria o barro, lano
iloce como salgado, proprio para loda obra, e lam-
liera para louca: no."Passeio Publico u. 11, se dirii
u lugar.
Vende-se a rsetade do una casa, na ra Di-
reila n. Sai o halar na inesina ra, casa n. 23.*
Vende-W 0 engenho Santo Andr, lmenle c
crrenle, silo ua fregue/ia de Muribeca, distante
desla cidade 1 leguas, predio soberbo pela prodne-
*Jo de suas tarcas quer alias, quer barios, efertili-
da.lodc suas mallas; possue largas vaneas ludas de
arado, o lio para sarejar maisjde quatro mil pues
ananaes, e hauhadas pelas enrhcnlcs do rio Ja-
bii.To, e de agua inulto abiindanlo, be copciro:
quemo pretender, ilinja-seao engenho Rcercio da
inesina freguezia, que achara com quem tratar.
Vende-sc una casa, na ra nova que vai do
Maiiguinho |iara a Soledadc. |r proco muilo rom-
modo : a tratar com o Sr. Mag.ilb.1es, na Torre, ou
na ra do Cabug. loja de miudezas n. 6.
Na ra da Sania Cruz n. 21, vende-se velas de
arnaba, em poirao e a rctalho, a 250 rs. a libra ;
a ellas, em quanlo niio se araliam.
Vende-se lio de ulgodao da lla-
Ilia, por preco eommodo : noes-
eriplorio de Novaos V Corapaiiliiu,
na rilado Trapiche Q. 54
sSsTS^KsSBHH l_
C.KAXA PAHA AHKEIOS
i'odirzindo um lustre superior, c con-
servando ocouro maravilliosatnente, nao
se gastando quasi letn|nj algutn na uppli-
rai-.ii), vende-se na ra do Trapiche Novo
i.'l6.
TAMANCOS IKVNCEZES, TUDO DE
MADEIUA.
Acaba de cliegar ao mercado desla
piara, urna poreiio distes tumuncos de
nina inveneo. tao leves ecomnodos que
pnrecem ser fritos do cotiro o mais Iuid
e delicado,podemcsdcor-se com sapalosou
sem ellos ; e porque pceo se renafeesles
tamaneos, por 1,000 rs. cada puT; n6u
pode ser mais barato : as pessoas que
quizerem, vflo a rita Nova n. 17, que
ncliaro de (ptulquer tamanho.
Vende-se milito superior farinlia
de Santa Cutliarina : a bordo do briyiu:
Sagitario.
Vende-sc muilo superior 1'annlia
emsnccas, mais barata do que em oulra
pialquer parle: na tila da l'raia, arma-
/.em de carne n. 10.
Vende-se superior, taraita do Lisboa, em sac-
cas grandes: na trav essa da Madre ds Utos, arma-
zn, (i. 21.
BOA PIMA.
Vende-so vinbo do Porlo, um caitas do 2 e 3 da-
lias; na ra da Senzala Nova n. ti.
AOS VABRlf-ANTES DE VELAS-
Vende-se cera de carnauba, e graia do Rui tiran-
de mullo superior, o por ionimi..lo preco: noai-
mazein de D. R. Aiulradc & C, ra da Cruz, ron-
fronle o ehatarii n. 19. .,,
SAI'AIOj DE nOHUAC-HA.
Na ra da Crol, confronto a I.iuoeta o. 36, ven-
del- su|*rioro?spatos do borracha, proprio. para
'''"T^uic-se'^iiirsilprTSa. me......,
,- ..s.ditadeS.Malheu.sda
uielhnrauclemvinJoaosle mercado, cinsaccasde
aIquoire oa rolallm, dita da lavada ludo por preco
imlo eommodo : na ra dn Rangel. aiina/em n.26.
1*40 IU "i-i dn Rangel ll. 5, guirana
Iu ulliiuamcnlc; lainliem -t' vende iimapor-
ile de i'(.....Iiu muilo nova,|H>r ruimno-
PP Vendeu una can tarrea, sita na rna douiso,
i cidade de Olinda. pm preco mui rominoilo : o.
domicilies podem dirigir-so R rtla du Amparo, a
fallar rom Juo Pacheco Vieira.
Pltlll-RIOSPAKA 0 IKMItl PRESENTE.
Na run do Crespn. III, acham-se venda unli-
. cbapeir.de sol de seda nuil um tapie de mofo,
'



**
w. WV \\^\\\VV\>X a
(UVH) WIUTAM BOWMSN, eiiwnheif mn-
r'UuisUi p fumliilur de forro, mu reapei'toMQkenta'
;'"utira nos -cultores propriotaf09 de ogenhDli
* end oros, o aorespeilavel publico, injeoscu esU-
"elecin.iHo de ferro movido jior machina de *apOfi
"a ra do Bruin pausando o chafen*, contina om
ecctivo eiercicio, m achan-mpleaineule montado
*"oin apparelhos da primaba qualidade para a pcr-
eiia ronfeccafidas mainre peca* tic machinisno.
Debilitado para rmpieheiider qnaesquer obra* da
Rila arte, David William Rowman, desfija maispar-
licularroeiite chamar a aliento publica para as se-
guinles, por tordellas rande sortimento ja'promp-
lo, ora deposito na mesma fundirn, as quitos cons-
truida era sin* fabrica podcio competir eoui as fabri-
cadasem pau estrangeiro, tantoem preco romo om
qualidade de materias primas c roa de ubra, a
aber:
Machinas de vapor da melltor ronstrn^aV.
Mooudas de ranna para ongenlios deludo* o la-
111,1 nuts, movidas a va|M>r por anua, ouaiiimaes.
Bodas de apua, moinhos de vonto eserras.
Manojos indopeudeutes para cavallos.
Rodas dentad,!-.
Asuilhoca, broii/e e c humare i ras.
* 'a\ hoes e paraiusos de lodos os Unannos.
Tai xas, paroes, crivose bocas do tornallia.
Uoiubos de mandioca, movidos a ma ou porani-
iii,ii\ o prensa |mra a dita.
Chapas de foiaoe fornos defarinha.
Caitos de ferro, lorneiras de ferro c de brome.
Bombas para racimba e de ropuxo, movidas a
ina, i>or animaos ou vento.
liuiudaslrs, guinchse macacos.
Prensas hidrulicas ede parafuso.
Kerracons para navios, carroso obras publicas.
Columnas, \ aramias, grades e portos.
Pre usas q> copiar carias o sellar.
Canias, carros do ma o arados do ferro, ole, ole
Alm da Miporioridatlo das kaes ultra*, ja' ucral-
mente reronhecida, David \\ ilh.un Bowman Rara uto
a%jais exacta conformidad)- coin os moldes o dese-
ilboe remol ido pelos cultores que so disnarcm de
11-ci Me eiicontniemlas, aproveitatxlo a occasia" pa-
ra agradecer aosseus numerosos antigua e froRuezes
a preferencia cotn que IcnisidojHtr olios honrado,
o assoRtira-lbes que nao ponpara estorboso diligen-
cias para continuar a merecer a sua con llanca.
KAPE PAULO COKOElltO.
fa ruadaCadeado Hecifoloja n.50. de Cutdia ,\
Amorini, veude-sc btese ineiosdilosde rap Paulo
Cordciro.
OH QUE PECIIIN'CHA!
Curesele brim Imanado brinco rom 2 >' ara ile
puro linlio a 19280: na ra do Crespo n. 6, luja de
(andidas.
'il.'iss murria'aun,
Noanligodcposiloila Cadeia Vellia n. 12, ciaste
una pequea porr,ao de polassa americana, a-licuada
rccenlemciilc que por superior rivaliaacoin a da Hus-
sia: vende-ae |Mir preco rasoavcl.
Vendem-se amarras de ferro : na ra da Sen-
. '-alrNara n. i.'.
1,280 e 1,4*0 RA DO CRESPO V. 6r
Superiores cobertores de algodo, escuro -nimio
enrorpados egrande, proprio |Kiru escravos, telo di-
minuto preco de Ij-iMO e lMO rs.
VILLA DE PORTO CALVO.
Vende-se urna letra c una obrigarjo, acceiu por
Lourcnco Ahcs Piado da tpiauliu de3:5489a53
rs., morador na villa de Porto Calvo propriclario;
faiHK todo o negocio para saldar ronlas. Sonde lia
dividas Din leiu berdeiros: na ra da Cadeia do He-
rir n. 8.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Na ra da cadeia do Korifcn. 50, vendem Cimba
tV Amoriiu barris rom 4 arrobas de calora podra,
rccculemeutcchcgada de Lisboa, o polassa de boa
qualidade.
Vcudem-se lonas, mtiilo em cotila : no arma-
sen de Fox Brulhers : na ruada Cadeia do Hecifo,
u. 62.
Vcndcm-se os verdadeirossollinstuulozes, pa-
leute, de mola e semella: na ruadaSeu/a la So-
va u. VJ.
\a porta u. 20, vende-S oreo delinnaca,empor-
ni*)-s a vootade do*comprauoi*es; acode
milito', chumbo de muncao', e saccas
cym farelio t 4,000 i-s.
Vendom-so lonas, brinzao, hrius c meias lo-
nas da Kusaia: no armaion de N. O. Bieber c\*
Companliia, na ra da Cruz n. 1.
Veudem-setpieijos loudrinos, ditos Af pralo
muilo frescaes, lalas com bolacliiuba, soda nglcza
em porco ea relalbo : na rita da Cruz u. \G, dc-
rronledo Si. Dr.Cosnio.
GRANDE rABRZCA DE CHAPEOS DE SOL,
BOA DO COIXEOIO N. 4.
J. Falque razscienteao reapellavelpublicaMe
IVruainhiico, e em parlirular aos scus froiiuezos,
que acaba dcrwcber dcParis, como do Rio de Ja-
neiro, da fabrica de Falque Irmas, um lindo e
completo sorliraenlo do chapeos de sol le seda e de
panitinbo, tanto para bomeus como para senhoras,
leudo para os prtmeiros ura esrolbido sorliinentodc
cba|>eos de sol com cabos inleiricos os raais lindos,
que leu) viudo era caricaturas diversas, ditos de can-
ta, etc.; Brande quautidade de sedas e panuinlios
em pec,a para cubrir armacos serv idas, as que forera
de ferro, euvornisam-se que licam novas; balclas
largas, estrellas e de ac para csparlilbos e vestidos
de senhoras, bengalas honas ; robre-sc c concer-
la-so Imla o quajquer qualidade do chapeos de sol:
todos os objectos cima incticioiados veudem-se em
porcad c a relalbo |tor menos p,"e^o que em outra
qualquer parle.
- Vendem-se Vinlio de champagne
mialidade : em
da Cruz n. 5.5.
Ven boa de pinho I-"'-
. qpatado, eOBtadinho, as-
idallit) u iV)in> para fundos de harn-
eas : combto ii^ barricas e i|S unas,
pernos de inia, oJeo era botijas: atraz
do Theaslro Vi-lbo.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estalelecimento continua a ha-
ver um completo sorlmento de moeu-
das e meias moendas para engenbo, na-
cJiinasde vapor, e taixa de ierro batido
e co:kId, de todos os tamaulios, para

mi-
li'gitiino, e tic (uperor
casa le Kcllcr & C, ra
Om.
Vendc-se gessoem barrica, ehogldo ullimainne-
le:eni casa J. Kcllcr Compaubia, na ra da
Cruz ii. 53.
A 600 RS. A VARA.
Ilrim liani-ado krauro depuro llllho, mullo Oo-
rorpado: naloja da esquinaila ra do Crespo, que
volta |iara a Cadeia.
yendeube vaquetas de lustre, para
coberta de carros : na ruu da Senzala
Nova n..42.
Veiidein-se oleo d(^ linliaca em bo-
lijas de 2 e meio a 3 galo'irs cada urna :
no arinamn de Manoel da Silva sn"~
los, nif na do Amoriin, ns. 56 e 58.
No armasem grande, defronte dn
csiadinlia, se vende saces de i'arinlia de
mandioca, lina, a 1,300asacca.
FINAS PARA FORRAR SALAS.
Vende-te enteiras da ludia liranras e de quadros
eoceruidos, proprltJ para forrar i|iiarlos, salas,
,-umaroles e nurqucias, tanto na qualidade romo na
largura, a HUU re. a jardea na ra da Cadeia do Re-
cite u. 8.
Vcnde-sc por pre^o commodo,
um bom cahriolcl rom colwrla, de
ini'i.i patente, c muilo forte, pro-
prio |iara o serviro quolidiaiio :
na ra da Criu do Recife n. M.
O rliocolatc liomuHipattiini que se venda na
ra.das Trinriiciras n. vende-s agora na roa do
I "lina" n. -J."i, l,ili,.in,i da esquina, de Manool An-
tonio dos Sau(n> l'nntes.
Vonde-se por prero commodo chapeos de iwllo
de l.iihea, ditos de pallia lo Chile grandes e pe-
queos, Mu e grosaos, linha de rnriz, c oulras miu-
,li'aqncseacham patentes aoa compradores: no
escriplorio de Aovaea & Coinpanhia, na ra do Tra-
pichen. ;il.
Vende-se sofs de jarannd, ditos de angiro,
. I i I ns de oleo, oadeiras de Jacaranda, dita de angieo,
dilas ile oleo, consol* de jacarando, ditos de angi-
ro, ditos de oleo, bancas de meio de sala de jaea-
i anda, dihis de angiro, oleo c amarello, marque/as
de angieo. ramas de dito, dilas de amarello, dilas
franceas, guarda-roupaa de amarello para lioinem e
para aanbor*, e*dak de, bracos, dilas para meni-
nas de escola, quarlinlieiras modernas, e oulras
obra ludo de muilo lam gnslo e por prefo o.......et-
ilo: na ras da CamMa do Carino u. II, toja de inar-
eineiro.
Vende no jriuazvn de N. <> Bieber \ ('..,
i na da Cruz, n. 1, carne de pnrvo salgada e du vac-
ia, em bai ris, o de sii|.ei iol qualidade, |ior ploro ra-
zoavei.
N'eihle-seHesel'iivos, sendo nenias, lisOJOilan-
deiras e I enuo.........letra < eoiinlieira, :l negron
pioprios para enieiiho uu silU, lindos mulatos,
sendo I laim bolieiro c de muilo boa conduela, e he
sj"2ri^iania^cllia^^5^^^^^^^^^^^
MOENDAS PATENTES DE A. EE.
DE MORNAV. .
Em rasa de Rolhe fs Bidoular ra do
Trapirhe n. l arhain-*c ronstantemen-
la a -riela MACHINAS INTEIRAS, E
MEIAS MACHINAS de \arios lamanhos
desla ronslrurr,ao. Eslas MOENDAS tem
a vaulaucm de e\lrahir das raimas, por
Mt riinadel5 l'OR CENTO maisi\ddo do que
7Z as ordinarias, rom a mesma/orra motriz.
t^ Arham-sc tamliem na mesroa rasa TAI-
A XAS DE FERRO de modelln superior, e
Z ARADOS TODOS DE FERRO da acrc-
t ditada (abrir de RANSOM EMAV.
l>opo.ito d. fabrioa de* Todo o Saolo n Babia.
\ ende-se, em rasa de N. 0. Bieber A C, na ra
da Cruz n. aluoilao trancado d'aqnella fabrica,
muilo proprio para sarros de assurarc ronpa de cs-
cravos, |ior prero rommodo.
Agencia de Edwia Ha*.
Na roa de Apollo u. (i, armazeili de Mr. Calmnnl
ti Comnanhla, acha-ee cooalantenienle bous sorli-
meiilos de tainas de ferro ruado e balido, lauto ra-
so romo fundas, moendas ineliras todas de ferro pa-
ra animaos, ocoa, ele., dilas para armar em inadei-
ra de lodosos lainaiilios e i.....lelososmais modeiiios,
iiiaehina liorisoiiliil para \a|ior rom forra de
ira>allos, rdros, passadeiras de ferro esljiuliado
liara rasa de purgar, por menos prero que os de ro-
lne, esroM'ns para navios, ferro inulez lano em
barras romo em arrose folhas, eludopoi barato
prero.
Vende-se marinelada nova em buretas de I e
libras, raixinlms rom 2 e i libras de peras, dilas
rom -2 e i libras de amellas, caixas com mantas li-
llas de e-lrellinlia, ludo muilo superior : na ra da
Cruz do Rrrifc n. lli, defronli' doSr. Dr. Cosme.
Veude-sc vinlio da Madeira de superior qua-
lidade cmquarlose oiUvosdepipa, por prero rom-
modo: noarniazeinile N. O.Bieber i\ Coinpanliia
na ra da Cruza. 4.
Moinhos de vento
rom bombas de repuvo para reunr hurlase balsas
de rapim, na fundieai de D. VV. BoWIn.au: na ra
do Id um ns. (i, He 10.
A 6,000 rs. pcqaenoi, e 5,500 rs. grande.
Vcndcm-se chapeos de sol de seda inuleza de
suprrior qualidade, pelos prer'is arinia mi ra
do.Cullrxip u. 4,
Vendcni-sc relogio* de....."0 8 ('ra-
ta, patente ingles : na ra da Senzala
.Nova n. M.
Tai xas para engenhos.
Na rundirn' de ferro de I). W.
Bowmann, na ra do Brum, pastan-
do o chafriz continua haver um
completo sortimento de tai\as de Ierro
tundido c batido de 5 n S palmos de
bocea, at rptaes acliam-sea venda, por
preco commodo c com prompbdao :
embarcam-w..... carregam-*eem carro
simii despeza ao comprador.
POTASSA Stl'ERIOR
Vendem-se por preeo muito com-
modo, un armazcm n. 7 de caes da
alindega, de Jot Jonquim Pereira de
Mello, mi no escriptorio de Novad &
Companhia na ra do Trapiche n. 3.
Vendein-si......casa d Me. Cahnonl Com-
pslibia, na praea do Culpo Santo n. II. naOBuillle :
viulio aellarsellleem calas de S*a < duilas, liabas
e.....oxello. eeaireleis, Ineu em barricas milito
grandes, aro de niilao soiIhIo, ferro ingles.
Em casa de J. Kcllcr & Compan-
hia, na ra da Cruz. n. 55, lia para
vender dom excellentes pianos lories,
de urna das melliores fabricas, e chc-
sadoi ltimamente da Europa.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da imencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonial inglezas e liollandezas, com gran-
de vantagem para o mellioramento do
atsucar, acha-sc a venda, em lulas de 10
Ulnas, junio com O incthodo de empre-
ga-lo no idioma porliiguc/., em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz, n. i.
Vende-se urna typographia com
um preloetypos, em pequea ou grande
purean : na ruada l'raia.n. 55.
Em easa ileJ. Kcllcr & C. lia rita
da Cruz n. 55, lia para vender, e por
[iieeo commodo, couros proprios para
cubrir carrol; clicgados ltimamente.
Vendc-se supcriiii liuiiliailc maii-
dioca de Sania Calliaiina : a burilo da
liana Firmeza, OU a halar cun Manuel
da Silva Sanios, na ra ilu Aiuorim n. 50.
Vende-se cera de rarnalia, primclra sorlo, a
tIOOO rs. a arroba I na na da Cadeia do Reciten.
10, priiueiro andar.
Vende-se sementes de todaiaiqua-
lidadcsdcliortaliccs, juntamente ervillias
de iluas qualidadet, feij&o caiTapato de
Mes qualidades, e semental de limes as
maii modernas que ha no mercado: na'
ruada Cruz, do Uccil'c, ariuuz.eiu n. 02,
ile Martini >^ IrmSO
PALITOS I EIIOS,
Conliiiiia-se a vender palitos feilos, desu-
perior panno fino prclo e de cores, e por pre-
ro muilo coiniuodo; na luja do sobradoama-
rclln, nos qualro raidos da rua do (.Inclna-
lo n, 99.
wm?mzm. msmam
RUA DA CRL'ZN. 13.
Vende-so na rua da Cruz do Rcrife, armazcm n.
13, alm de oulros gneros, os segualas: rarnc.de
vacra salgada om barris, cobre em follia para forro,
remos do faia americanos, oleo de liuhaca era har-
ria, linla verileen) lalas, a IliO rs. a libra, dila ver-
melha, a liO rs. a libra, cabos de linho de toda as
grossuras, |*r menos preco do que em outra qual-
quer parle.
Vcnde-sc a taberna sila na rua da Concordia
n. 26, bein arredilada para a Ierra : a Indar na
mesma.
Vendc-se superior polassa brasilcira, por prero
nidio commodo : a tratar no armazein u. 7 do caes
dajiirnndomi.de Jos Joaquim l'ereira de Mello, ou
no estriploi io de Novara & Companhia, na n i do
Trapiche u.31.
amadas Cruzes n. 32, segando anda ren-
de-e urna cscrava crioula de 28 anuos, quo cngoir.-
uia, cose rh.io. ro/mlia e laxa dr sabio; e nina dila
de 20 anuos, .bonita figura, que rose p lava, c.....
moa cria iniilaliuha, muilo lida, rom 10 mezas de
idaile e com limito Icile pala eio.u ; iluas dilas de
ll'i a 10 anuos que co/inliaiii e la\am deaablo; e
um tscravode nato mullo robusle pra,serviro de
campo ou i na.
_ Vende-te couro de lustre com algumaav.i-
rji : na i ni Nova n.90. .
Nolierro do (ionrahes pruneiro arinasem, de
Dea ni- Vinillo aluda evislciu slgUUS queljos lomln
nosniniin ile-rae-, que para lecho de conla e ven-
dero |hh- barato mee", assini ionio lindascodeiras
dr palliioha ameriran'a, aimilarao das de jacuauds
de nirllior goalo.
DEPOZtTO DE CA. i: POTA?
\'u armazera dn rua da Guela do
u. 12, lia limito superior cal Lisboa em'pedra, ass'un como polaina
eliei;.ula ltimamente a procos nitrito
Veiidein-se relogios de uuro, pa-
tente ingle/., os nielliures ijuc tem viudo
a este mercado, e do uiais neneditudo
iabiieante de Liverpool : em casa de llus-
sel Mellors di Companhia, na rua da
Cadeia do Recife, n. 30.
Vcndem-ae sarcas com farellos, a SitflO: no
aiiua/rin n. 1 do raes da alfandega.
NALOJA N. 0, DA RUA DO CRESPO,
HA AS SEGUINTES PAZENDAS BA-
RATAS.
Vndenme corles de vestido de ramhrabj rom ha-
llados, aSOOO rs. ditos com barra, a SgOOOrs. pe-
ca de cainhraia de salpicosltranros, a 39000 e tJHIOI)
rs. ; corles de cassarhua, a200rs. ; dito com bor-
ra, a 39800 rs. ; dilos de rassa franceza, a 38200
rs.; corles de chila com barra muito larga que tem
13 4 rovados, a 4*000 rs,; pecas de chila escurase
claras, a 6(000 rs. a peta e 160 rs. o covado; peras
de cassa dequadros a 3*400 rs. a pc^a e 280 rs. a va-
ra : na rua dn Crespo n. fi.
LOTEAIA DE SAN PEDRO MARTYII
l)E OLINA.
AOS
i >,ooosooo, (.iioinooo, 3,0003000, c i^oaioorj rs
Na Praea daloJopeadeneJa, n. ISeIS, Iqjade
calcado do Arantes, n. 37 o 39, Inja de calcado de
Porlo () C, e lia rua da Cadeia do Rcrife, n. 45,
bija de miudezas de Jos fortnalo dos Sanios rol-
lo, M'ndeui-se hillicles, meios e raulellas desla lo-
leria, que rorro inprelorivehiienle no dia 15de
abril no consistorio da lureja Malriz da Boa-Vista,
,i \ ria. Os qualro primeiro- premios grandes sao panos
sem o duaroiilo de oilo |ior rento do m|Hi!o geral.
13^X10*000
6,O00000
3.IKSWSKI
2,(ii.-aii
1,900(000
6001000
<'.!i.ii.....*. niM'i iii/.i'ins de l)n,i i|ti,iliilail<' ; L'Ji-Vy
,iu de Duro c (iiiiUi Inrto o Mralo; botta -^
km o dooradoa, vemkrto ludo |Mr romimulo-g
>^(ircro: u |.r,i<;.i da Iinle|H*mliM.rit n. I". ?S
inulo/ts do imIciiIo, vsodCHM n prct;o ronimoilo:
na rua da Cadeia to Herir, D. i, armazem do
Barroca t\ Caslro.
Ililhclcs. . . i i-mi
Meios . fi500
Quarlos. s . X^MI
lioinlos. . 2(700
Hocinos. . I"|IM)
\ bjesimoa . -7( m
PABA o INVERN.
Veiule-st' tmnaliiiiilel novo com colwrla,
; c arrelOI ludo do melhor cosi, v por pra0
commodo: na rua No\a,|or bixo da cantara
n iii ii ir 11 ..t i.
Vcudc-sc lenrorv e lualliaa de lab> riiilh; c
bolas |m*Io |iren de J) rs., chenda tBOTl do Ara-
ra h : na na il (ladeia do Itecife, u. VJ, primeiro
andar.
Mmmmmsmm.m..._
aviso AO COHHEffCTO
Antonio Franciico l'creia, cora
luja na rna do (avs|in n. i, Lulo
ilo nurlc, avisa a lodas as rlassos i'in
geral, que vende a dinneira e a
razo conforme se ajuatar, um
Completo sui liini'iilii di' la/.cnilas
inglezas, francezai, luiuai, filie*
ti mflai, lauto |Hir atacado como a
ri'lallio, com [liceos l\08, c niais
-p liaraln iloi|iic cm onlra (|iial(|iirr
* liarle, (ii/cihIo h licnclicio ilo cnin-
! orador seis por cento de descont.
mimmmMmmmssBtsmm
AO BARATO.
Na na do Oiiciinailo, luja n. III, tem para ven-
der-so maco- de meias de core- paia liiiinem, a l300
rs. o maco', lencos de rambraia rom biro, a 2NO cada
un.....leiras da ludia, a 25WKI, e oulras fazenda por
preros modiros.
\ ende-se muilo boa manlclga ingleza, a IW),
dila a560, dila para tempero, a 2N0, cha losson
inulto -uperior, a 2,-SIOO rs., cbocolaledc Lisboa mui-
lo I.....i, a lilil rs. a libra, assiin romo oulros mais
gneros, pelo barato; na rua larga do Rosario n. 39,
defroiile da igrr-jn, venda de qualro porlas.
Vende-so una escrava, crioula, de 35 anuos
de idade, imiilo sadia e de ptima eouiliirla, rom
habilidades, sendo muilo boa \cnitedora de rua,
rom um lillin mnlalinlio de -'anuos de idade : qiiem
n quisercomprar, procura na rua do Sebo, casa
n. 40.
Vende-se una prrla, crioula, rom sgnalas
habilidades : na rua da Cadeia do Rcrife n. 51, pri-
meiro andar.
Vende-se ua rna da .Mamullara, casa piulada
dosiii/.eulo, por praco cnniinodo, una iluzia deca-
deias, duas liuu(|iiiubas, um sof, una mesa de
janlar, ludo de amarello. e no mellior estado: assim
como oulros trastes que s vista.
2j NACION.M., NA pRAQA DA NDEPEN
1 DKNCIA N. 17.
N'ende-se linos biiles de I'. II., galn ibv
inro para divisase bonetes; pa-sadeiras borda
tas bandas, rom franjas de ourocderelroz; le.
liz do iilliinn geato ; espadas pralcadas, c ou-,
ros iimilos objectos, ludo por muilo comniodo.
ireco.
M'PHieB Sai}*'rail
"8-5.8
lisa?.
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i-S-nalS. |_
if.f m
MI"
Itfj ii|r|s ffS lu
il hH?l lil Ir
BOA ACQI8ICAO.
Vciiili'-st- un aillo lifir.i
  • propretlaite ile SanrAona de dnlro, adianto da
    pon le tif 1 rii, defronte do aillo do Sr. Gabriei.
    cun i.i.'mi | '.i .- .10 longo do rio, e boa baia de
    raplnii t|uc sendo convenlenlemenle iprovellada,
    podo ainlenlar mala de 20 cavalloa; lom ama ma-
    Bjealosa <',i*.i rom70 palmoade flreau e iM) It* fiimlo,
    rom solas, ajablnelefi ilcovaa c quartoe, e rnufii.i
    com ;i estrada ajoe U'm tic reeeber u ponic projcciji-
    ila para unir .1 ealrada nota rom n tli pitnic de
    Ucnoa pela possaajem doCordelro; a proxloudadodo
    iiiuiim, o renllldaile do terreno, .1 salabrraado do
    lu(Hir, 1 elgaocla < eommodoa da rasa alo drctimt*
    laneiaade grande metilo para quem deaejar reunir
    n nlil 111 nuratiM'l: o* iircleinletilcs potlein eolen-
    iler-se non o nirrelor Miunel (iiitiieiro ; e para \er,
    rom loffO Venancio, na metma iiropriedadc, dcfroii-
    le SALSA DESANDS.
    Cliegounova remeaaa para a botica de Bartlmlo-
    roen FranchcodoSoiiiBi na rua larga do Rosario
    11. 'Mi. Esle remedio nao precisa de elogios pan
    ser COUheddo, pois que sen consumo lie 1 prova mais
    evidcnlc de sua luimladc.
    PiLULAS VEGETAES.
    Coatfnua a vender-te em cata de Barlholomeu
    Praneisco de Sooza, na rua lama do Rosario n. :ti>.
    Vcntle-se um deposito de ful lia fio (''landres,
    tiara oleo de Indura, de, coro, ou de ca rpalo, por
    laralo preco, leva DOOCO mais 011 menos60caadas:
    ua rua l,n l-i do Rosario 11. IIK.
    Vcnde-sc tinta balanza uraintc com pesos al
    arroba, cm bom estado : na rua larca do Hosa-
    rio n. B6<
    Vondc-se marroi|uius ordinarios nmilo baralo;
    ua rita No\a 11. 0.
    Vcndc-sc linlias de mcnla a mais lina que tem
    apparendn, loaras de laa para seubnra e meninas,
    franja de alpodo branca e de cores, propria para
    toninas, trancas de seda branca, dilas de bta de di-
    \craascores para enfeito lo vestidos, clttvasdefio
    da Escoria para setibora, a IfiOOt) rs. a duzia: na
    rua da Cadeia do Kecifc.loja de mindc/ns n. .">.
    Veude-sc IGescravos.scmlo ptimos mole-
    eotOS, de idade "20 anuos, Iwns coinlieiros, -dilnsdc
    idade 18 anuos, sendo 1 banqueiro de engenbo, t
    dilosapaletro, K cscravos de I0.I0 servido, Sesera vas
    inoeaa. qullandetras, que lavam eeoarobaini na
    rua Direita n. :l.
    kUPE PAULO CORDE1KO.
    Vnde-ae por preqo ramto commodo,
    na l de Alilniiid latjit's INitiiit tlf .Mello A G. .
    itlvrrlf-si' (|iic lie tliv;a.lo pelo tlll.1110
    \;i|ioi.
    Vende-ae miasaes oovos para misui obra mui-
    lo li 111 encailiTiiada : inicio pietendci, diiija-se ao
    Recife M anuaieiD do Sr. Ha-tos, na ruu da Ca-
    rimba.
    Vende-te urna nnacao nova volante, iwr pre-
    co commodo, frita a moderna, de madeira de pinito,
    envidracada e forrada |tor dentro de papel adarnas-
    cado, com uavelo c armario por haixu, inclui-
    1I0 um balcAo volante c um retabillo proprio
    para bija lc calcado 011 dealfaiale: quent prelen-
    der, dirija-sc a l'ra de l'ortas, rua tb> Pilar D. 73,
    que adiar com quem (ralar ; adverlindo que a di-
    ta armario tambem serve pan leja de cera.
    BOTICA
    HOMEOPATHICA
    !i RUA HAS CRUZES 28.
    Dirigida pw umplianimrrulicn fippr'inuh
    K-lr c-labelecimenlo possne IinIosos me-.
    dlcameolos at agora npermentadoSi lano |
    ua Europa emito noltrasil.e preparados pe- '
    las machinas da in\ein;ao do Dr. Mure.
    Cartefras de 1 -> lubceata* IW*. por precos va>
    ria>eis, conforme a qualiilaile das cai\as, a .
    tpianlidadc dos remedios o suas dxiiami- .
    sacos,
    2:>:(I00 US.
    I "Al A t.AKTEIRA rom os -\ principae-
    remedios liomopalliicose.t obras tliriereules
    indispeusaveis para os principiantes que s'
    quixerem convencer daveruaue da nova me-
    ilicina ; couteudo alm de muilos consellios
    clinicos, a palhoQcncsia de 18 medicaiiien- '
    tos.
    Tobos avuboa(eada um ).....l^tKHi \
    Tinturas de lodosos medicamentos em fras- ;
    ro-.de x-x onea............-..'-onu
    Ni mesma botica eucotdrar-se-ba sempre
    um uraiule sortimento de vroa cm portii-
    gUOIC frauce/, e emlim lado qiianto lie DO- |
    ressario para o esludo c pratica da liomopa- .
    Ibia. i
    A. //. KEI-OKMAM-SE GRATUITA- j
    MENTE todas as carleiras vendidas 110 es-
    labeleciinenlo, cojos remeilins, pela bumida-
    de ou por qualquer outra causa, (vereni si-
    do tleleriorados.
    DOCE DE BACOKY.
    Cheaoa reeenteroente do Maranlto urna pc<|ucna
    porcto de-tedelitatlo doce,0mellior que lia, tanto
    pela sua evrcllcnle qualidade, como por conservar-
    se por nmilo tuni|K em pcrfcilo cstatlo: vende- em casa de Fonlc i\ Irniao, na rua da Cadeia Ve I ha.
    Vcmle-sc varias obras de rala, sem feitio,
    como sejam: raslicaes, um cs|>cvilador com sua sal-
    va, una colher liamle para tirar sopa, urna duda
    de coln res para .i dila, nina e nina dil para cha :
    assim como seisapoHces dollieatru de Apollo, j-io
    por se it dono se retirar para fura ta provincia:
    quem pretender, dlrija-ae a rua do Cobuan-loja it. (i.
    Vonde-se papel pintado de dlflbrentes cores o
    lOSloa. para forrar na las, viole dantas travs novas,
    eutn foa.it para navio, tmlo |H>r proco conunodo.i
    na rua daCrui do Recife, caa u. 3.
    Vendc-se unta criouliuha de bonita fisura, de
    id.ule to iranuos, a qul tem alsuma pratica di- co-
    /inhar e mais arianjos de unta rasa, e pura quefl
    ipii/er ter um pequeo liahalho para acabar de
    iperfeiroar, pode possuir urna cscravu pera, puj-uan
    lein vicio ncoi achaque llgnm : na rua dos M.nl>-
    rios o. lili, se dir quem vende.
    \'riiile-*e ama hacia de rame, nova, bastan-
    te Brande, propria para banho, por baralo prero:na
    rao de Moras, sobrado D. H>. scaundo andar.
    Vende-se uintnoleqiio'le itlade de 17 a IH mi-
    iiis,de bonita isura, sem vicio alsum ; o motivo ila
    venda se dir ao comprador: ua t ua estrella to Ro-
    sarlo n. 31, armasen) le trastes.
    Vende-se oleo do ricino, em lalas, por menos
    loque em oulra qualquer parle: amada C-
    dela do Recife a "* loj1' UO ferrasens.
    \'ende-se sacras com arroz tic casca, [>or pceo
    commodo : cm Olinda, no Varadouro, venda.
    Vende-se caivas domis superior o acreditado
    ^ m
    9. 'A
    li.i arelo que tem \iiulo a este mercado:
    ilo tioucahes, armazom de Dcauc Voulle.
    SALSA PARWLHA.
    DE
    no becoa
    As numerosas experiencias follas rom 0 uso ta
    Misa parrilba em todas as enrermitlades, orisiuadas
    pela impureza do sairsuc, e o Imm Ollt ohlido ua
    corte pelo lllin. Sr. Dr. Sisatul. presidente da nra-
    dCttta ini|K'rial ile medicina, pelo illualcado Sr. Dr.
    Anlonio Jos Frivolo em sua clinica, e em Ma afa-
    mada casa de saudc na Gamboa, pelo lllm. Sr. Dr.
    Saturnino de (>li\eira, medico do e\ercilo e por va-
    rios oulros mediros, perinitlem boje sitamente as \ (nndea eflicazes da
    SALSA r\llllll.ll.
    DE
    BRISTOL.
    ola.Cada garrafa conten duas libras de li-
    quido, c a salsa parrilba de Kristol he _.m,iii(i l.i
    romo puramente vecetal sem mercurio, io sium.
    Visto achar-M'tle novo aherla a iMitica doSr. Jo-
    s Maria oncalvos Ramos, na anlisa rua do Quar-
    leis, luudou-se mitra vez para all o deposito da sal-
    sa parrilba de llrislol.
    MOHNAS DE FERRO,
    ruino sejam, rmli'ii'iis deiliHi'i'iiiii- mol-
    des, mesul i'sulii's, ludo lio nuils iiumIc-i-
    iii i nsin, Minio i Ir I'iiiis: vtaiJtsse ua rus
    diOii/.. ii. 10.
    Olsoospcciro para curar a caspa o 1011-
    servaro caimito, continua a vender se na liolica
    a ruado Rangel n.(<, a (40rs.cada vidro.
    . PASTILIIAS DE SOULLI
    Vegetaes contra as lombrigas
    \ Pl.1 ..\.nl.i- |),.|.i jinil.i rcnlr.il ilcliysicuc |iuhli-
    Caa preparadas por J. M. Soiilli, |iiariiiaronlirii,
    inemliro titular da academia imperial de medicina a
    da soricdailc ile pliarmaria do Kio do Janeiro.
    (I uui-ii ileposilo \erdadeiro ilessa paslillia lie
    eslalieli'i'iilu pelo niesnio autor na botica .do Sr. Joso
    da Rucha l'aranlios, rua Dircira u. UU, em l'einam-
    liuco.
    Ih'sde muito lempo a arle medica lava :i pro-
    cura ilc um medirameiilo une J"osse rarilmeiite ail-
    miiiislrailo as enancas snjcilas nioleslias \ernii-
    niisas. molestias terriveis que rumlu/cui lodosos dias
    0 liiniulii un aade, numero deltas.
    I) misto e clieiro dos aiillielminlti-us emprcaados
    allinjc eram oulros lanos obstculos i sua admi-
    uislracilii ; por bao ciemos ter preslado um grande
    serv ico,-i liiinianidadc, c principalmente aos pas
    de familia, aiiiiuneinmlo-llios um vennlftigo, de-
    liaixo que possua a accao a mais enrgica como aullicl-
    minlico M'rmiciilo contra as lombrigas intestinas.
    /.'o/i/i-'/ii..-, iwtjiii-iit, eli\, etc.)
    A rnnipii.irao das paslilhas he puramente vege-
    tal. Quaiiilo em IHio 1'nceinos a tal prepararan, irs-
    livemos lo cerlo da sua arcao verniirida ipie iiilo
    liesilanHM um Inslaaleem eiporiawDUeta em ooa-
    sos |,riipiiii lilho. antes de a fa/cr conhcccr I <> cf-
    feilo loi espantOSO e Ioo que os illiislres proTeSBO-
    resdo Itio de Janeiro e das mais provincias iki im-
    perio a cotihereram. nao diividar.un cmprcga-la em
    iodasas moh-slias vermiinisas.
    (i eDeilo destas paslilhas he Ufo cerlo que nao io-
    do haver a menor duvida sobre a sua clliacia, co-
    mo consta das npiiiiVs lo muilos illuslres mdicos
    que ahaivo lraiiscrevcmo>. (aimludo, como as cri-
    ancas estn sujcilasa oulras molestias cujos sv Diplo-
    mas tUi ipiasi os mcsinos das nioleslias vcrmiiiosis,
    aiiiiiselliamos, nos casos graves, de consultar um ho-
    nieni da arle lates de administrar as dilas pasli-
    lhas; n.ln que ellas poSSWn pindll/ir slgnm lilao ef-
    reilo, porque na sua composirAo nada entra de no-
    civo ; mas porque pensamos mis que u'aipielles ca-
    sos graves uo deve udminislrar-sc remedio alguin
    cmipiaiitoa molestia nao he |ierreilaiiienle diagnos-
    licada.
    A ib'isedas paslilhas he a seijiiinle :
    linas a mus paslilhas em jejuin, para as rrianca
    de 2 afi anuos,aiiiunciilando a dose urailuabncule
    seuumlo a iihnie. lie de/a do/e paslilhas para os
    adultos, e qiiin/c a viole para as |icssoas de JO an-
    uos para cima.
    Hepele-se a mesilla ihse Iresdiasa lio, e limpiar-
    lo da pode-se dar um purcanlo de oleo de ricino.
    .Y. //. I'ode-se augmentar a ibise das paslilhas
    sem receiodo proib./ir irrilac.loaluiuna as viasdi-
    gealiraa; esealgumas vena atona lombrigas c\-
    pulsas, pode-sc oslar cerlo que lodo e qualquer
    sv iiiplotiia de molestia verminosa tem desapparc-
    cido. Seyucni-se os allcslados de dilVereiites m-
    licos.
    c GANTOIS l'AII.IIKTi: C0MPA- g
    MIIA.
    JJ Ciuitinuii-se a vender.....leposilogeral di
    }K rua da Crus n. .Vi. o excellcnle e liem con- {
    f ceiluado ru|ic areia prela da fabrica ileliau- f
    ^ luis l'ailhele A; (aimpaiihia, da Haba, em ^
    g Liraudesepequenaspnreoes,pelo precneslahc- Jj
    & lecido. M
    ##itlvSSStitMI
    TAIGHAS DE FERRO.
    Na lUlidcuo1 ilAiutira cm S.uiio
    Amaro, e tainbcm no DEPOSITO ni
    i un do Itiiiiii logo na entrada, > defron-
    tc ilo Arsenal de Harinha ha' sempre
    un grande sortimento > 1 taichaa (mo
    de uibrica nacional como ettrangeira,
    batida, fundda, grandes, poriiienni,
    razas, c liinilas ; c em ambos os logara
    existen! rjuindattei, para oiirregar cn-
    noiis, otl carros livra de despeza. Os
    precos sao' os mais commodw.
    INSTRUMENTOS DE MSICA.
    IliiiMii'PraegerACompatjjhia, na rua
    da Cruz, n. 10, receberam de novo tun
    sortimento de initrumentoi demuiica
    como sejam, flautn! de chano em m lie-
    mol e la', com t chaves ; pisti'ies eorusua
    competente caisa ;>flautaidsbuso; vio-
    lto de (hll'ercnies qulidadsve comma-
    chinismo ; assim como violocs rquis-
    siuins, lodos ;;iiariii'ciilns (le 111:1111-<-| ten
    la ; 1.1 mlii ni re-iiiiinii'iiilaiii o sen gran-
    de sortimento le todos os mais instru-
    mentos,'t mito para orchestra, como pi-
    ra msica militar, por menos prero do
    me cm oulra parle; sendo para liquidar
    cuntas.
    Vendem-se verdadeiro viabo de
    inmpagne de excellente qualidade, e
    muit cm nula, para liipudaiao' : em
    casa de Id nuil Praegei" & ,C, ua rua
    da Cruz, n. 10.
    ARADOS Di: FERRO.
    Na fundicao' de C. Starr. C. em
    Santo Amalo ncJiu-Se pura vender ra-
    los de retro de superior ipialidadc.
    A.NTI0L1DAE E SLI'EKIORIIUUE
    UA
    SALSAPARRILHA DE BRISTOL
    sobre
    4 SALSA rtl.KII.IH DE SAPOS.
    Attenqrab*
    A SALSA PARRILHADE BRISTOI, .lalatlos-
    d \W\1, c lein conslanleraenle maodo a Ma
    piitarilo sem 1 crcuitlade de recorrer a poinimsai
    annuDcio. tle que as prepararle* de merlo \dm
    dispensar-se. O succibho do Dr. BRISTOi. lem
    provocado iulioilas i ovejas, r, entre oulras, asilos
    Sr. A. R. I). Sand. de New-York, ireparadora
    c propfielaros da salsa parrillta couliecidj pelono-
    me de Sands.
    Esles setiltort's solicilaram a agencia de Salsa par-
    dilla de Itrislol, o como nAo o potlewem obler. fa-
    ll iraram urna i di lar fo e Brislol.
    Kis-aipii a caria i|iie os Srs. A. R. I>. Santb ajf
    creveraro ao Dr. Brislol no dia (i de al-ri! de 1812,
    e que se ada em notwo poder:
    .SV. Dr. c. r. BHstol.
    Bfalo, iVc
    Nosso aprecian el senlioi.
    ' Embodo o anuo passado lomos vendido quanlt-
    duden con sitiera veis doeslraclo de Sal^iparrilliatlc
    Vine., c_ pelo que ouvimos diier de suas rirlnda
    aquellos'que a lem usado, julgamos que a venda di
    iliia medicina seaujmenlar MiiuiftuNOa Be Vmr.
    quizer fjuer um comento coinnosco, eremos que
    nos resiillaria muila vanla^cm, lano a aacooioi
    Vmr. Temos muilo prazor que Vmc. mis rcspomll
    solire osle assiimplo, e t*e Vmc. vicr a esta tidade
    daqui a um mez, ou cousa semcllianle, Icriniima
    muilo prazer em overem nossa botica, rua de Ful-
    Ion, n.79.
    I'icain os ordciis de Vmc. seos sea uros servidores
    lAssiinados; A. R. I). SANDS.
    CONGLISAO*.
    lJk anliauidade da salsa parrilha de Bfblol lie
    cl.rtamcntc provada, |wis tpte ella dala denle 1834
    cque a de Sands so appareccu em IMS, poca M
    qual este droyuisla nao pdde obter a aaencia do Dr.
    liislol.
    2. A supcrioiidade da salsa parrilha de lltislul
    lie ineonleslavel; pois que nuo obslanle a com-ur-
    rencia da paraces, olla lem inanlidoa sua repulacoeiu qut
    si (oda a America.
    As numerosas experiencias feilas com o uso da
    salsa parrilha em louas as enrermitlades oriuiuada
    pela impureza dosaugue, co bom exilo oblido nes-
    la corte )>clo lllm. Sr. Dr. Siguud, presidente da
    .teademia imperial de medicina, |elo illuslrado Sr.
    I>r. Anlonio Jos Peinlo em sua clinica, eeuisiia
    afamada easa tic saude na (ianilnm, itelo lllm. Sr.
    Dr. Saturnino de Oliveira, medico do esercilo, t
    por varios oulros mediros, pniiiitlem boje le pro-
    clamar altamente as virlude- eflkanl da sal-a i-.n-
    rillia de Brislol, \ende-sc a -V-*i:Kt o \idro.
    Visto acbar-se tle novo aborta a botica do Sr. Jo-
    s Maria GoneariVM Ramos, na ulica rua dos l^uar-
    leis, mudou-se outra vez para lili o (poello dasdl-
    Mi i ilii.i de Kristol.
    .....Mtmmu&mMKBBat*!'
    Deposito de tecidos da fabrica n
    de todos os Santos, na Babia.
    Veiulo-so om casa rlu Domingos AKo
    Mallieus, na rua da Cruz do Bteife a '-,
    primoiro andar, algodoo transadodaquclla
    fabrica, muilo proprio para saceos o ron- fl
    padooscravos, assim como Go proprio para jj
    redes do pescar e pavios para velas, por 3
    muito commodo.
    encllenle esrravo perilu pmli'iro,
    capaz. de lomar cunta de ipialquer servico: u li.iUir
    na rua do Crespo n. 10.
    Charutos de Havano.
    Os melliores que leein vindo ('sl1
    mercado, vendem-se continuad.iimol''.
    em casa de llriuui Praeger t Coni|iin-
    llia, na rua da Cruz n. 10.
    I
    ESCRAVOS FGIDOS.
    Ausentoasedacaiadc sen sculmr.u aliaisa --
    iciado, no ilia 1(1 do rnrrenle, |iela 0 liaras da m*
    i.Ii.i.i. a bem i.MilnT.1.1 prela Carolin ; a inesm. fe
    \ousaiadcrranqucIim e panno prelo lino, luilu na
    vo, eraliflra-se aquem a iiesar c levar na Ka-1 isla
    ca pintada de ciuzenlo, ua rua da Mammeira, ou
    na ruadoVisario n. I. escriplorio; oulnisimo
    aliaivo assinado, protesta por perdas e diinnos. e
    tiunircom lodo origordasleis, a quem a Ovar Seu-
    ida em sua casa.
    Cario/ Manoet S'ngurira Campo' Junior.
    Fugiram no dia tdo margo prjimo pasado.
    dona mualos de nomos Filippe c Leandro, o |M-
    ineiro de idade de '-fi a 30 anm, pouco mais ou nic-
    nos, com o- signis seauinles:uaiio, |mura liarlia,' hss
    muilo conversailni, foi callado, Icwu uma <""'
    comroaM.dMpo de seda; este eacrarofoi reuiar
    lldo de nuprras por Franclsro de Murar Na-
    varro, a Joaquim Krascisco ,1c Alm, cm 0ilc.il-
    nciro proxiinii passadd! o segando dettfaoedeiai
    .Kl anuos, rom os siunai- snuintes : altura recular.
    chelo do carpo, pobi fallo de denles na freul. m
    liarle decima, ron abrumas uolides de carne "j
    .nuil,,.ns iiIIiik, Ii'miii un......na i-mu ruupa. uqiwl
    wi.i ,i.i aidade do Iw remanido por (laniinlia A i-
    IIhh aos meamoii ncsla praea : roga-se a luda a> ui-
    i.....ladea ijiliriai- e i-apllaes de c.....i"i a ap|irdieo-
    i .i,, dos ililos eacmvoa, o n'mcltr--los pura eolii praca<
    em cana do al,aun ajalgnado, u i'.na donde iiuaiii rciiii'iiiilii-, ui.....i grolificargcuerii-
    ini'iile.Joaquim Frrancixco de A.
    Al
    e i
    |IOI
    II.I
    le
    i
    qu
    ni.
    Iin
    Ei
    ol,
    lar
    qu
    A
    M;|.
    el
    pul
    lo
    jn
    Os
    1
    Ex
    SOI
    un
    ro
    ir i
    I
    a Ifi
    iss.
    ion
    lea
    lleu
    i
    liav
    frt
    lo.
    MUTILADO


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