Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03146


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Full Text
QUARTA FEIRA 13
DIARTO
DE ABRIL DE 1853.
N 83-
PERMIBMO.
rnxqo da avascsLzrqAO'.
NiliM-reva-oc a I.VJOOO poranno, c 15000 por
quajtelpng" Jianlaijn, (> 19-KI por qtiarlo! pino
vencido, na cana do scu proprieUio, .1/. Fiquririm
dtFdro, ruprara da Iiiilcpviidciicia, us. Ce 8, euo
Kio de J. cM. doSr. Joan Pcreira Martin*.
Bhii- o V. Duprad.
Macelo o .( Joaquim llcrnardo Mendonca.
ParabM o ci Jo.,. Rodrigues da Costa.
Nalal r a Joaquim Ifniarin Pcreira.
Aracaty u Oara' o < tiuillirrmeAofnislo do Miranda
MaranhaO o a Joaquim Marquos Rodrigue*.
Par' a o ,. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DI 11 DI USa.
Solirc Londres a 28 K
Paris, 310
o LUboa, 95 por cont.
MKTAXI.
Ouro. Onra> liespanliolas.........UOfOOO
Moodasdc6IOOvelhas......IKjOOO
de UO novas......1(18000
de 48000......... 9M00
Prita. l'alacocs brasileos........ 19940
Posos coluinnarius........ 19940
o mejicanos......... 19800
AC50C8 do Banco......... lOtf
Descont de latir .-.....9a12
NOTICIA* UTHAI7GXIHAX.
Porlir.-.i! . 11 de Mar. Austria. .
Hespanlia 7 de /> Sui;i .
Franca . H de 1 Suecia.. .
Belaira. . II de 0 Inglaterra
[Lilia. . 1 de > B. 1 'nidos
Alemaulia 4 de Moteo. .
Prussia. . 4 de o California
Dinamarca 1 de OH .
llii'-i.i.. . 1 de i Itucnos-A.
Turquia . 25 do Fcv. Montevideo
:i de Mar.
:t de a
I ile a
8 1I0
93 de l-ev.
15 de .)
10 de ,
45 de Jan.
4 de Mar-
ti de o
jfOTiciA do mnuo.
S. P. do Sol 17 de Mar
Mina. ... 15 de
S. Paulo H jlc 11
K de Janeiro 26 de 11
Baha. ... I de Abr.
IfiS
Para'. Itl de Man;"
MaranhaO 2K de
Ceara'.. I de Abril.
Parabiha -Jt de Man;o
Alagdas 'J. de Abril.
PAB.TIDAIDO* COHJUCIO*.
(Ilinda. todos os das.
\ iiioria, uasquinta feiras.
Caruani, Bonito e ttaranbuns, nos das 1 o 15.
Villa Bella, Boa-Vista, E e Oricurj, a 13 e 28.
I io.u 1 na e Parabiba, segundas e sellas.
Natal, quintasfciras.
das da semana.
11 Seunuda. 8. LcSo P.
doutor da lureja.
12 Terca. Se; Vfefar o
mni.
t:i Qoarif. S. Ilennene-
liil.lu.
14 .tilinta Ss. Iliniinioa
V. eTiburcin.
I 1 Serta. Ss. ulhiqiio
c OUindiada.
I Sakbado. S. Engraca
17 Domingo. S. Aniceto.
AUDIENCIAS.
Tribunal livcommerciv
seiiuudase quintas.
Iltlaav'
tercas esabbados'.
FuzenUa
li'rcas i'soxlasa Olioras.
Juizode Orpkotu
M'^iiinlase 5. astO horas.
I'rimeir&fara do civtl
tercas e 6. ao nicio-dia.
Seaund'itam rfo eint.
querase sab. ao ineio-d.
monuDis.
Man-
Abril
II Quarto iningoanlc as7 horas, J> mi-
nutos e 37 segundos da larde.
8 l.u.i nova as 9 hora, 37 minutos c 117
scuiutdos da manhaa.
< 10 i.io.ii 10 crcseeAle as lionas, 25 tni-
uto e 39 seguudos da larde.
1 23 La elieia aos 41 minutse 31 se-
L'iiudu da tarde.
, rnxAMAn de boje
Primcira as 8 horas e 30 minuto da manhaa.
acumula as H horas c 51 minutos da larde.
PARTE OFFICIAL.
OOVBHBTO DA PROVINCIA.
E*>4l*u do dU 29 4i marco 1863.
i HIU io Ao eommamlo .I.is armas, liamuiillindo
por copia o aviso circular da reparlicao du guerra de
7 do crrente, delenninando quo, se ni pro que al-
gum corpo de (ropa mudar do aquarlelamcn.it, fara
entrega jwr inventario de lodos os movis cniois ob-
jectos privativos do quarlcl, flm de que se possa
respot tsahi lisa r o causador de qualquer extravio,
que possa liaver, om ditos objoctos.
Dito A o mesmo, remetiendo copia do aviso do
ministerio da werra de 12 do rorrenle, no qual se
determina, que sojam anuidos Hoqunrlo iMlallifiode
irtilliaria a p, para nellefarerem o servico, o ofll-
cies doexcrrilo meocionados na relaro, que lam-
bem rentetlc pur cupia.e se previue no mesmo lem-
po, iiu su de liaver expedido ordem para que os
dtu (ipil.les de quo trata a citada rcia^ao, sejam
para feu novo destino, mas laml>cm de se ler manda-
do addir uo secundo da mesma arma o alfercs do
nono de infanlaha Augusto Leal Ferrcira, que se
adu no Rio Graade do Sal. iRiiaes copias rc-
melleram-se a lhe*ouniria do farenda.
Reanlo a aue refere o offieio cima.
H.- batallio de Enfaotaria.
Opilo Aulouio Jos Laura.
8.' balalliao de infanlarie.
tapido Antonio Maria deCa-tn Delgado.
2.a liaialliiiniic nfanlarin.
Aircres Joao Guillierne Marialh.
Kslado-inaior ilc seiiinda cliissu.
Airen Alctamlre Augusto de Fras Villar.
IM(u Au inesmu, enviando, jnir copia, o a\so
do ininislerii da mierra de \'l do correte, do qual
nimrta, que se mandou addir ao (crccii'u batalliaode
arlilltaria a p, para nellc farcr o serviro, o capilo
do II.* de iofaulara,Francisco Hilieiro daSilva.quc
N ach na provincia do Para. Itemetteu-se iiual
copia a thesouraria de facenda.
Dito Ao mcMiio. remetiendo copia ministerio da Rncrra de 10 du corrente, determinan-
do, que se d haixa doservco ao soldado do quarlu
balalliao de arlilharia a pk Salvador da Silva, por
lOTComqidoo'lcmpopor lei marcado.
Di lo A' lliesourai ,i de (azcuda, l>ara mandar
iinlciimisar a lliesuurnria proxincial da Paraliiliada
qiiantiade 39MO rs.,emque, segundo a guia que re-
melle por copia, imporlam os vencimenlos que o
K.ui. presidente duuella provincia mandou alio-
nar a mu cali de cslpiadra e duus soldados, viudos
de Icrnandoem una balsa. r.ommuicou-sc ao
iueuciunado presidente e ao marecl.nl commandantc
<\.i* armas remelleudo-sc este a guia do que se
trata.
Dito Aojuizn-lalorda juslica, Iraiismttindn,
para sci ciu relatados ciiiftCssAo da mesma junta, os
proce**.* umbaos follosas oraras do scumido baln-
IIkIo de iuTanlaria Bernardo Jos Soares e Mauoel
Joaqutm de Santa Anua, do nono da mesma arma
Joaquim IV-reira Caldas, c do II.* I.m/ Maria.
(ionimunifou-seao mareclial coiniiiamlantu das ar-
mas.
DitoAo iuspcrlor do arsenal doinarinlia.dizeii-
do,que,c cunvier a auem apresenlou a proposta,
que M icl'crc o seu olllcio n. I, \ender pelo preco
de Istl rs. o quintal dos callos mencionados em
'IiImi)ti[iio, sujeitaudo-seaopaganieiito dos direltos
deconraoMi |Wle Sinc. indicar o numero de quin-
laesdeque precisa aquello arsenal, lim de se aulo-
ii-.ii a compra.
Hilo Ao mesmo para declarar agora mesmo,' d
(pianlas saccas de familia fe/ embarcar no briguc
Ceareiwc, cinn destino ao presidio de Fernando.
DUoAo inOMiiu.liausinillindo, or copia.o a*fso
da reparlirao da marinhade :M le de Janeiro ulllino,
ilo i|u iinalido Felifc Bastos nara residir nesta pro.iiH-ia
coni .i respectivo sold, sendo admildo nauellcnr-
Hiial.tiiude nellc prestar o sent^o que forcomjia-
Ihel C0M o seu estado ph\siro, mas (ambem, qiir se
solicilou a c\j>cdicao das con.ementes ordensoara
-r.....enno invalido pago do dito sold pela Ihc-
sonraria de fazenda tlosla proviucia, \ isla da uia
quoapreaeolar. Igual copia remoleu-sc a iliewni-
i.ii ia de faiemla.
DitoA* tliesouraria de fazenda provincial,ItRus-
iiiillindo, para que, estando nos termos legaes, seja
Mga a sii.-i iiiiportfincin de dlfisiWU rs. ^fos faes
tjniniaracs, a eonla da despeza fcila nos me/es dsrnr-
ridos de jullio a dezembro do auno prximo pasfldo,
rom o sustento uoaprBooa pobres da cadeia do Kio-
Formoso. Comniunicoii rodiilrielo do termo deota cidade.
Dito A' mesma, enviando o roqucnmeito da
cornaabfl ile cominercio, agricultura, indusiria, c
arlfti tin asseniblca legislativa provincial, afni de
que preste cuui brcxidatle as iiiforuiacoes nefe exi-
gidas acerca da illuiuiuacao dcsta cidade,
serem moral mente examinadas.Igual copia se rc-
melleu ao mareclial commandantc das armas.
Dito.Ao director do curso jurdico, iuteirando-o,
de liaver mandado pagar pela llicsourarie de fazenda
ao mestre carapina Manoel Tinto, a quantia de 990
rs. constante do ofltcio de S. S. datado de _'l do cor-
rente e da eonla que o acompanlioo.
Dito.Ao director das obras publicas, dizei.do a
vista do que Smc. expoz em seu ofllcio n. 100, que
compre pelos presos iudirados em dito ofllcio a |>e-
dra lf uta e a mclralha de tijnlo de que precisa a
obra doenrorbamenlo da ponte da ra da Aurora, <
a faca.ciiiuo j. se mandou cm IG de dezembrodo n
no (rroiimo passado.Commuiiieou-se a lliesouraria
da fazenda proxncial.
Dilo.Ao juizde paz do I* auno, do dislricto do
Bom-Jardim. Em solunio a du\ida constante do
seu oflko de 5 deste mez, toiibo a dizer-llie que,
visto nao se havr frito na pott marcada |w>r le a
n.ocac.lodoselciloresc supplenlcs para a forma-
rn da junta revisorada qnalilieario dos volantes,
de\o Vine, ronvocar os que foram ultiinamenleelei-
los, por foso que uto [Mnlemlo a junta renir-se se
uo depois do da :i de maio pniximo futuro, em que
comer a nova legislatura censa, dcsie diaem diaule
(oda a faculdade dos cleitres e sup]ilenles eleilos
em IK,1) para funecionar em quaesuucr aclm elei
loraes.
Dito.A lliesourariada fazenda provincial,trans-
mitlindo para ser paira, estando n.is termos leuaes,
a eonla na importancia dr20Hp,Ki) r-,, da*, dc-pc/.,^
fritas nos mezes de Janeiro e fc\ereiro deste auno,
coiii u sustento dos presos pobres da cadeia de
toiauna, sendo es>a quantia entregue a Victorino
Moreira de Son/a, conforme roquisflOfl a repaiiicao
das obras publicas cm ofllcio n. 178 de 11 do cor-
rente.txmmuiicon-se a esta.
Dito.A cmara 1111111irip.1l do Reelle dizendo II-
car scienlc de au poder tomar asscnlo na asscinhla
gcral legiflaliva, por terdado parte de doenle. o dc-
|iulado eleito |H>resla proxiucia, o Dr. loRO Jos*.1
Feneira de Auuiar, e de ler aquella cmara expedi-
do diploma ao I suppleule, oconsclbeiro Jo- Bcu-
lo da Cunda FigucrcdO.
dem do da 31.
Ofllcio Ao rommandu las armas, para mandar
inspeccionar, conforme reipiisitonjo rominandanle da
forc,a naxal no ufticiu que remelle, o imperial mari-
nliciro da segunda rlassc, Joto Francisco das Nevea.
IilitAo barbarcl (.aspar Menezes de Vasconcel-
los de Diminuid.dizendo licar scienle de baxci smc.
no da I!, do corrente lomado cunta do lunar de juiz
municipal e d'orplians dos termo* do Itin l'onnoso e
Serinliaem, c entrando uo exercir da vara dedi-
reilo daquella ruman-a, por se adiar impedido o res-
pcclvo propaiclario.
DiloAo conmiandanle da forra naval, dizendo
licar inteiradode liaxero I.- lente Tliomaz da Gi-
ulia Vasconrellos deixado o brig-ie CiiHivpr para lo-
mar o cumulando do briguc llamimxe cm eonslrur-
riio, para oqual fui i.....icado peto governoImperial,
e bem asalm de ler ame. twwmldo oconimando do
primeiro dos lloa brigues, estabelecendo nellc o sen
quarlel.
DiioAo director i\o arsenal de tiuerra, para
mandar promplar naquelle arsenal 00 correames
completos para o corpo de polica, e bem asslm fazer
os comerlos de que ncceaNlarom OO armas do mes-
mo corpo. que Ihe serao uiandailas appre-cnlar pe-
lo respectivoeommaudantOi romellendo smc a eon-
ia da despeai quo se li/.cr rom os referido! corren-
mis e concertos, flm de ser indomnfsada poli llio-
stiuraiia da hienda proviiielal.--4>tnunanicon-so a
tlu-sonraria de fazenda e ao ronimaudante do referi-
eorpo.
I'oriariaAo ajenie da coinpanhia daabareaa de
vapor, recoiumandamlo a BXpod(aOde Mas ordciis.
no senli.lo do seren tiansporlados por roula do go-
verno uo vapor que M espera do Hurle para a corle
o segundo Icneiile da .limada Carlos Kaniel. para B
proviucia dan Alagoai o guanliao Mtnlendaao Ma-
uoel dos Sanios Caruero o os iinperiaeimarlnhciros
desertores Amancio Jos Tiago, e Joaquim Dionizio
da Sil.a, c para a Babia a ser entregue ao commau-
danie da respectiva ealacfto naval .....chronomelro,
que Iheaer mandado apresentar pelo commandanla
da forca naval dcsta provinria.Ounmiimcou-sr
<*sle.
DiloAo mesmo, recnmincudaudn.i ex|icdico de
suasordens, para (pico commandanle do vapor que
u aspen do Sal receba do inspector da Ibesouraria
de fazenda deala provincia a quaulia de i:(MM-?>'KKI
de rs., da qual far.i entrega a admiin^lr.icilnde ren-
das proxiuiai-s da Parabiba logo que locar o dito
vapor n'.iqurll.i proviucia.CofiimunicoOrSO ao meii-
cionailo iuspeclor.
ia pe-
ilibe-
rlrifornt. Se tal me acontecesse cu proleslnria
rante o co c a (erra contra o insulto ; mas
raes sito em sua maioria, pacientes.
Preparado o padr.io de miseria em urn sobrado',
que aqni lia com visos de faqueiro, comecou a es-
perar a opposicflo, eos lilos a fermenlar, os dores
a mofar, as fruclas a decomporem-sc, c a carno e
pcixe a arruinar-se. Alguna robres, quo em segun-
da busca appareccram, foram reformando o que se
ia corrnmpcndo, que logo era devorado pelos deve-
lados obsequiadores c meia duzia de malulos cm-
proados, que lodosos dias vinliam do mallo, para
lerem o goslo de se aprcsenlarem ao Sr. So/a
Franco, como se cite nunca' liouvcssc visto raridades
na familia dos bpedes.
' i tal sobrado era, comparando mal, a arca de
Xo, e al lguravam os majs exquisitos aumaes.
lepos de limito esperar, ebegou tinalmenle o
vapor e o Sr. Suuza Franco, por algum feliz pre- ;
scutimeuto, inili.i -i' deixado licar uo l'ar.i, (piando
pela lerceira vez fermcnlavam ns preparm, sem du
xida pela abundancia de gar.es no faqueiro agio
merados.
(aun a noticiada nao viuda do Ilustre palriarrba
arrefeceram os nimos, mas por una rcaceAu desen
volveram-^eos afieliles, de sorle que, a nao ser a vi
gilancia doMMtfra Braga, quasi nada ira ao leilao
que cm perlgD da s.ilubridadc publica, leve lugar
pouco lempo depois. Admiraxa-sc a presteza com
que corran, de todas as parles a dilacerar a victi-
ma, que eslaxa cm liolocauslo, o afn famlico quo
mofla.am, appzar do principio do decom|iosiciio da
materia.
Aa uvas foram vendidas a bordo do iiahinnii, t
os paangoiros llvaran mu bello refresco, de\ido aos
cuidados ila op/iu lciros eran, pela maior parle, deputados da aclua-
lidadc ; e rrcio que mu dellcs o mesmo que eufor-
qailhoH l pelo Pnr.i 0 nobre estadista. Os me loes
andain por mitos de cujos louos, a cu anda pilhei
urna pauellnba de dore de cocos, que me cuslou
mil res. Dos wulios ninguem da noticia, e dizem
lodos a Ulna vat, que foram (ufados por una ornr-
tela que l audaxa com muila diligencia ; sao cou-
sas da economa domestica, de que mo lenlio exac-
tas noticias.
Sir ItWUt gloria mamli (ionsla-me que pre-
paran! urn segundo, cnlao sera baile, para o dia 1:1
n I i do andante* Veremos.
8. Esc., logo que soube das fnteoeftes da oipo*-
rio. disse, que |">ria a partida do vapor, dentro das
inte c qualro boras, a dispo>icu do xiclorado,
bem rumo ana galeota, por qiiantn os obsequia*lores
so jjiiliamo sua dis|HiMrau unas canoas de jiescara,
0 essas mal seuuras, remadas por odorfero* aiou-
flOf, (piedeverian embalsamar *i ambiente ente com
o sen odor ratatitatU. Ha mullo uiio veta lana mi-
scrabilidade. Por lato dizia un enlcmlido que lia
nuirrs, que p.ircecm una jialeadax o que eu de
boje cm diaule suslenlarei rom ludas as iiiinhas
lofeas,
cunlniam c com ellas nossa saUsla-
o estamos com fondadas esperaiiras
va deaapparecer a careaa de vveres,
As cllUVft
rao, porquai
le ver en. br
ipie nos (lagt
V carne continua pessima C a
i.i a dezescis e de multo nr
lorlalidade nesta cidade
r.i.
A i
febro
mino
que I
Ullllll
NA
lezoilo patacas
qualblade.
lem iluiiiiuido,
i nao eessaram Inteirameute,
om sua malimiidade. pofal u
i morrdo almiom deilas def
aa
leem mullo
e nao consta
iis de niinlia
DiloA'mesma, Iramniiltinuo duas ron ss tas
d. .pe/as felas desde 1.1 de junlin ale 13 de -elem-
I Imu ilo anuo prximo passado, com o sustnln dos
presiw pobres da cadeia doOurirurx, flm le que,
estando nos termos lgaos, mande payar a su.- mnor-
I lela de MfgooOrs., a Pedro Benfloda_S a tre-
. (uiimunicoii-se ao delegado do prtiiM ro dis-
lricto do termo desta cidade.
Hilo A' cmara municipal da cidade d; Victo-
ia, dizendo que, nao estando a presidencia b lulila-
la para dar as prox idoneias reclamadas por Amella
uara, merca do abuslecimenlod'aaua potMel na
referida cidade, e dependendo isso de proxieucia
legislativa^ recorra a mesma cmara aawinbtaj pro-
MiH'jal.
dem do da 30.
(Iflicio.Ao cumulando das armas, reconuien-
I.uitlo a cxpcdinlo de suas ordens, para que o ntajor
lo segundo batalbao de infanlaria, Joaquim Rodri-
:nes Coellio Kellx, recolba a lliesoui uia de fazenda,
oiifurnie rt qocsla o resperlivo inspector io ofllcio
que remolle por copia a quaulia de 7:1009 rs.,
Iue rceebeu na corle para pagamento dos venciinen-
ln* atrasados dos ofllriaes e pracas do mesmo bala-
iiim. riitoqueafjrnclhaiilea vencimeulo. foram pa-
I pelo coronel Manuel Miiui/ lavares, rom os di-
nlieims que receheu na provincia de Siu-Pedro do
Itio (radile do Sul.< de tandil.
Dito.Ait mosnto, remcllendo, por copia u.io. i
o aviso de i do crrenle, mas lambcm o de 10 de
minino do anuo prximo lindo, para quebrando li-
le irado de quanto fui comiuuuicado pela repartidlo
da guerra em ditos aviso, cerca daprorogafflo da
licenea concedida ao pi iuieiro cadete .Manoel Jo Re-
g Barros, que boje perleiicc aoollavo dr infanlaria
un coflaeodencla de mitro aviso d.i mesma re|arli-
Co dolado de (leste me/, expeca suas ordens tim
de que o referido cadete pague na reparuco com-
petente a quaulia ile .10900 N., que aegundo a nota
quclaiulrem remelle, por copia, esl a dever de di-
reitos e euiolumeiilos da niencnnada proroga^o.
Dilo.A Ihosoura/ia do fazenda, rommunicaudo
liaver l.\m. presidente da l'araliha participado,
quo ex|M?dira ordem ao cnsul do S. M. Britnica,
all residente, para rerolliera Ibesouraria d'aquella
proxinca, a liuule ser enviada a desla, n importan-
do que aadaspeadefl romo iuvteufu dos aubditus
iii-le/Ks.ipn.fnran transportados para esta cidade no
Itriguo Calliope.
Hito.A mesma, Iransmillindo, por ropia.o aviso
da rejwrliroda guerra de Al de fexcrciro ultimo,
co o qual nao s se delerminn, que d'ora em dianle
n'iiM'!i,ini-s(M-oni Kgularldadc a mema reparlicao:
primeiro, < atapBM diarios ^manaes dos liospliaes
eenftMinaiias militares e os lOflppit BSlalislicos pa-
Mioloicos; segdnda,ledas ashaxascalla*das pracas
ni semelliantes e-taliclecinienws, o copias
de ludo quo poer esclarecer a ejmpfuracSo iio-
rr|HMa tal respe i (o, rom derlaracTlo. .It nouic, do
firurgSo-mor director; IcrceSW, a- prlnioiras ese-
innUsvitde todas Baeoolas das daspeaa retai
"......SM- liinini. en ru em cada senuMlre, aspeci-
Hraado-w o qiiC nmminb de rnfidC#iueotoJ cada
na praca;.e quarlu tmalmeiile, que soja esoenado
iielnu-iiieii regul.....enlude 17 de fevereiro de IX~>1,
as laiUbeni -, mu ia ilerlarar aoueila.lliesoura-
pa.qwoo pagameuio das ditas datpcxas deve ser
eiloiwssa ronformidade, remclleudo-se para a corle
l'oiilualineiilc as cuntas aasim docuuientada- para
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA B0 DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Parahlba 8 de abHl de 1853.
Sir Iramil ijtoria nunidi! (!om estas palaxras,
se me nao lludia o ineii mestre jesuta, reenrda-se
ao papa, iimaiueiitc eleito, no momento de receber
a liara, queasenusas uiniulauas bAO Iranstorias, v
sua gloria lluwria, como o be a fraca cb,,uuua fia
frgil suca, peala cin sua presonca ; rom estas mes-
mas palaxrfe-rpirjrTreu rccTritar a"os ietis amigos //-
be raes deslj, provincia, que da mesma forma porque
fui Iludida sua espuranea de obsequiar, anda quo
un ['"urivft.sforiniinriitr, ao seu palriarrlia Sosa
Franco, as.im (ambem lem de SOT illudda a de xer
rcalisadbssvus planos de asceusTio ao poder, manipu-
lados pelo haiiiiengenheiro Carnetroda ('.ampos, o
oiilrosqiu.j;,,,,!,,, aborto, de imaginaclO, cm que se
aliiuei.lam. Sir tmmit ghii't miindi'. Assiiu des-
apparecc lUnlas xezes a pre/a que jolgavamO an-
Ireaa nter1]
Idilio (do noticias de Campia, e AlagOfl No-
xa, c dliem-roe que S. Ble. mandara conlralar
nevo provincia um ntodico para seguir a prestar
aoceorros na ulima.
Dizein-me qiiccm nina dessas villas do interior.
cujo nomo me nao recurda, um individuo matara
mitro para roubar, e (pie fora niiuedialaueule pre-
so; pouco lempo depois ctici-am varios individuos
armados, e desfecliam osbacamartes sobre o assassi-
no, que se acla na grada da prbio, e o matam ; lo-
grando evadir-se anexar do almins tiros que pari-
ram .ros sol lados, (pie guardaxain o preso.
Todo o reino dividido perecer.i, sao palaxras do
HO Divino meSlre, pelo que ereio que 0 reino dos
thffgt ser multo breve aniquilado, xislo que ellos
i lulain mis conlra oulros, e so deslroeiu recipro-
nenle. Tal vez que u general I rale de aconnnoda-
los, equinla-los.se cuntuiuarcm na insultordinacao.
Em lodo ocaso vamos uauliaudo.
iquolle airo/ alleulado pode Iraduzir-se como um
protesto dos prenles do merlo contra 0 tribunal do
Jury, que lab domnciVIo se tem nvostrado, dando
ras de tigaro a quanto assassino ba ; e declara-
0 ile que nao coiiliam em una insliluirjo (AO 008-
uceiluada. Omlicram em lempo s sen I lores ju-
rado;!) mal que nos lem frito, elralemde emendar
a lilao, pois lalvez nao soja larde.
Afora etSI o'currencia, j liaslanle graxe, nada
uiaistem liavldodigno de mousilo.
O. noasos amigos nao cessam de dar surcessores ao
Bint. Si e Alhuqueruiie, e aleja Hiedan por ultimo
o Sr. desmnbaroador Jlo Antonio de Vaaeoneellos*
l'-u nata llie sei dizer a respoilo, porque nao ostou
cm dia rom a orando poltica; mas leJImentoJ
oslamos livrea dos rfu/roe* iiorque foram enforqui-
lliados.
Bando o lienrasltodeaejo. aarim como que as re-
parla romuiiuo, porque rrcio que (cre delicit no or-
camento, valo que auWo o cambio no mercado dos
eereaos, eqoe em verdade me causa um neaarranji
no ivslems nervoso.
gar a um coulrato incoiislilucional. Ora, eu creio,
3ue esse fundamento mo he (Ao cousislenlc quanlo
eve de ser para basear-se urna boa argumeulafu ;
porque, se a duxida do imluv ileputado est uo re-
cejo que lem de que a medida x dar lugar a fazer-
se um contrato iiiconstiiucioual, faca-se um cwilrato
que o nao seja ; da parte do govemo est remediar
o mal.
Tamliem dsse o nobre depulado, que, em vista do
regulamento [Hirquc se rege a reparlicao das obras
publicas, elle n;ln sabia qual devia ser o papel, que
viria representar esse engenheiro iia proviucia. Eu
dirci, que nAo encontr mpossihildade em ser em-
pregado na repartido das obras publicas um enge-
nheiro eslrongeiroequcat mesmo seja eucarreuadu
de ludas as obras da provincia.
O Sr. Floreario :Guiformc.
O Sr. llano Hrrelo : Eu nao lenbo ua opi-
II).tu ipii- xou emillir prctencao alguma ; pe^-o nos
neus honrados colleaas que noeucarem as miiibas
expressoes una upiiiAu pretcuriosa, quando digo
me se eu fura presidente de urna proviucia que es-
Iivcsm* as circumslanrias, que dis|n>ztwsc dos recur-
sos pecuniarios da de Pernambuco, nao leria dmida
alguma do cercar-mc de cnsenheiros eslraiigeiros,
que tivessem as habililaces que eiisuppouho indis.
|iensaveis para realsarem qualquer plano de obra
que eu concebesse, e mesmo para dirur-me pelos
scus couhccimciilos pralicos cm tudoque fosst
eefnente i sua arle.
as circumslancas que acabo de considerar eu
prufiirai.i cercar-mc de um Ihmii insperlnrdo Ibe-
souraria, de um bom director ila inslriicc.lo publica,
de um bom rhefe de (tolicia ; encarregaria a polica
aoseu ebefe, a llicsouraria ao seu iuspeclor, a ins-
Irucco publica au seu director i\, c reservara para
iiiini nicamente a pasta que UMeSM re-peito us
Obras publiras...
O Sr. Florencio :Mas he preciso drixar a rlei-
caoaonoxo.
O Sr. Barros Uirrelo :Isso esl sulteiileudido,
porque o goxerun que chama a si a elecao, roni-
inette una iigrrenria ndex ida, um abuso e cu nun-
ca conrorrerci para que tal se faca.
Mas como eu dizia reservara para mim o que
dissesse respoilo aos nwlborainentOS maleriaes da
provincia : e enlAo noria meu lado um engenheiro
siuliricnlemente hafililado.quem eumixisscein lu-
do que loan roncernenle aos Iralutlhus publico-, o
eslnii ccrlo, que a provincia gaubaria multo, porque
eu son coinoj texea bondade de dzer no anuo pas-
sado um nobre depulado que se seula deste lado, ma-
niaco jielas estradas.
O Sr. Francisco Joo : Vamaiiiaeu.
O Sr. /larras flarrclo : Sini, lenbo cssa ma-
na, ligo una importancia tal s xas de rouunu-
uicacAo, quo considero o futuro da provincia lao li-
gado, l,lo dependente do descnvolximeutu maleiial
dellae principalmcnlc do dessas xas de comniuni-
cacu, que eslando no caso que lgiirei, iieuhuma
duxida leria de reservar unieamenle para mim asa
parle la admiuislrarao que eu reputo a mais
portante.
V, porlanto, o nobre depulado,
impossihilidadc lia de um presido
ler a sen lado, alm do engenheini
obras publicas comodOterrnina o regul
un homem que llveaseOS conliecinenl
pralicos ncessarioa en ojuemelloouvl
quedissesse respeito a esse importante rain
vico publico...
OSr. Mello Unjo : |.c\and.i
iprender a luigua.
" Sr. llanos nrrelo : V
lnuua...
ouiro Sr. Depututoi Aqu
um engenheiro Ingles que
pardean
O Sr.
o Sr.
o Sr.
jue nouhuraa
le de prox iv
ro director das
llmenlo, nui-
Hos Ihooricos i
em lude
lo ser-
I'repavoii-sc, como Ihe dfavse em ninha ultima, a
opposicRo desla provincia, qundi lerem seu seio
n maior numero de bomens proeininenles em rique-
za e iiisiiiiri;,in, para nbseqular ao son entattla
>"''WV.mcu, pelos >er\irm prestados na ultima
lecislaluiji, ti dos qu.ies nao liuha ella rouhermcu-
lo alnmquando emsiia ida para o-Fara* o ilafiou
passarpH.eato porleacm receber*au menos a vadla
do patrale),n provincial, e para (pie nao fallasso
lirilho, aliia-ilaucia e xariedade, quolisou-sc cm de/
mil res par r/ipila, sem ser ntii-ullada a xnul.ule
dttS coiicurreii'i-., pan nao pur emdura proxanca a
'jmrroiiila-le l-V-ral, ededicacao filial de nljini.
que nada OSperSpdo de juros Je um lal adanlameu
lo, aamduvldaivpieriamlao livrea as bolsas, co-
teem os
PERMMBICO.
;us
Dando a maior i\iciic.Ao possivcl a scus d
niirt, para o qu ItjuJo ua li-la dos sangrados
gnus hoiiiens lioneros e condescendenlcs, que
polticas csuas influencia:
Till
homens I
vem allicioj a quesli
quelalvez iguurema
prnle a Ilustre, ernml
capital embalsar Ire
uicnlo e ucm dimiiiu
lomo ser contestado. (
leuden OJUeOslava liabi
cha >com honras taei, (pial
rertamenlo ridiculo, c eu
lo ; mas nao posso fallar n
\ence-lo ilo que be aqui a
CoOM lie queso dis|ioe I
um refresco, copad'agua,
mitra qualipier COOsa a un1
Soiiza I-rauco, que deve ler
uflerecidos a elle ou a algnm O
lito o faca ofliar distante de si.
tlu poltico ? Como he que scci
partido rom a pal tw i de ordem
ligionarios para acumpauhar u
ra fazer-lhe cauda, quando ella x
gro brinde de trezenfo* mil rcis '
mnojoda-a um pobre homem o
teiuia de Si'. Suuza K raneo,
poderosa onooalc^o desta
is mil rris Nao ani;-
o o que ocrorreo, c miu
este feruiulo potan ru-
la a reeel-er seu patriar-
e j unis pTOVOU. le
lu xergonha de di/e-
I.i.le c dci\ar de con-
mit riU para dar
mcreuda, oaU, ou
mem romo o Sr.
i brindes,iguaes ;
o, que sen orgu>
sso por mu part-
ida pelo Oraodo
ilica, aos coitc-
mporlaiv-Ki, pa-
raeebas' am ma-
no be que se
Etma. senho-
r.i. para subir urna lllgrome ladeii..,. vir ver Irr-
zmioi mil raVf de miserias do |4\tidoa queelte
perleiice, julgaudo ser grao partido n\Vioiul t
Certamen le se o brindo eiicctu.i L, sr. Suuza
I lauro ficava ilesa p non fado e eslon c-W'ncidu d6
tjiieteria.pela primeira xe/,ai repemlutViiloVIe haxrr
doixadii ii partilo ordeiro, e.n cujas Ueras come,
Mil mu rarreira poltica, paraadepial l|M, oulro-
que ihe offerocia mu brinde, que bem lrKuhloi.R-
nilicaria urna cassoada pela sua lijcn^ farquilha
ASSEWBLEA PROVINCIAL.
Sessao' ordinaria em 8 de abril de 1863.
l'n-idrnaa do Sr. Pedro Cavalran/i.
r.onliuuacao.)
OSr. I'oes flarrclo pronuncia-sc contra o reque-
riinenlo, porque osen um est prcenchido querr
o fazer publico o relo; declarando mais me, a coin-
niissao eslava re-olvida a dirigir-se a S. Exc. a esle
respiilo.
ORDEU DO DIA.
Terceira dnvusalodo projecto n. 13, queanlnrsa
o ajovorno a jubilar com o ordenado proporcional
aos anttos de scrxico, o professor de primeiras letras
dol.iinoeiro.
Nao ha vendo quom tome a patarra, lie o projecto
siilimellido a \ol.icln, eap]>roxado.
Connuaejioda diseaaalo doarl. il do orcamenlo
KovlncUil.com as emoadas ofloreddas pekoa Srs. Paes
irreto c Mello Itruo.
o St\ lanos Brrelo :Sr. presidente, Irala-sc
da aprecacao de urna emenda olTerecida ao artillo (!l
do projecto de lei de orrament pelo hnurado inem-
bro, 0 Sr. Paos Brrelo, na qual lio aulorsado o go-
verno a mandar eimajar na Europa um engenheiro
de pontos e calcadas, podendo dispeiidcr ncsse
gajainento alaqnanu de 8 conloa de reas, Essji
emenda conten duas aulorisiicoes, se bem que seja
una ,i roiw.|iienra. da mitra: a primeira he a fa
ciildadc (pie se da ao goveruo para mandar engajar
um eii'.'eidiero em paz cslrangeiro para servir uas
obras publicas da proi Incia. Basa auluriaaejo no en-
tender de umita gente importa n ronfisso larita, de
que na provinra mo ha engeuheros hahililados pa-
rase cncurregaxem das suas ebras...
fj ,sv. Manoel (a-alranli: Para mim lie e\-
pressa.
f>.NV. Horros Brrelo:Para minio,importa una
rnnlhalo nwtn) de quena provincia jiSo ha enge-
uheiriM habilitados para se enrarregarem das suas
obras, e para o nobre depulado importa urna coulis-
sao expressa.
A m-nuda parir, a cm que se concetle ao uover-
no o poder gastar uesse engajamenlo at H eonlosde
res, he com clleilo um augmento de despeza com o
pessoej, couic.i o qu me indio coaalaalemente pro-
nunciado; mas nao Iratarri por ora disto, f.illarei
dalla intu para dianle
da
ol>i.
leuda soffreu boniem ulguma iropugnaeli
re do Iwnra lo membro que be enifonbeiro da
publicas, o nobre depulado, impugnando o*
n emenda aaseou a sua arttumenUGw, primeira
inenlena duxida que elle liuha daeonatilueioaallda
le da medula...
II Sr. Mello feqo :Nilo fui isso.
O Srt narros farrelo : Piase que poda daj I"-1 d* vias rerreas quevao (er eiecm.ao na provincia
dous anuos para
os falle em sua
acaba de ohegar
salte a ngua do
paz, c xcni encarregar-so de um trabadlo impor-
tante.
// rarios uparles. )
O Sr. /tarros /Inrrelo:Sr. presidente, cu
dsse ha pouco que militas peasoas riilendiain, que
a aiitorisacio iuiporlava a ciuitissao de que na pro-
vincia iiauoxistian en^enbeiros habilitados para se
oncarresarem das ulnas publicas. Senhores, era to-
das as classes da soredade nao sao os mocos apenas
saludos das escolas os mais habilitados para se eu-
rarroarrln da applicarao das materias que esluda-
ram por OXOmpiOi em medicina, uiuguem oslando
gravemente enfermo in chamar o medico sabido
naqnella momento da asela para o curar; val bus-
car o houieni ortico, que por urna serie de expe-
rionras o curas, lem adquirido nui imme. Na ad-
vocara nAo slo os mucos mais lalenlosos, c aosahi-
rem d escolas que Vito lomar cunta das questnr*
Imporlanlesqpo se auiam no foro, busca-ee os ad-
VOgKloS pralicos. os homens que una longa expe-
riencia de ful licar autos os lem lomado mais habili-
tados do que o oulros, que apenas sahiram da aca-
demia.
Emllm,senhores, noexcrcito uaosAo osmocossalu-
dos das escolas onde so aprende a arlo da mirrra.que
sao rhamados para commnnilur os exercilcH,sanos ho-
mens hauililados pelapralira oscscolhidos. E|Kirque
rasfo na sciencia do enyonheiru nAo ha dcaconlorer
a mesma colisa ? Porque razao nAo se ha de conco-
ber. que estes mocos (alentosos c que apenas se lem
levantado dos bancos da escola excuso di/er a casa
que nAo fallo de mim ) lulo tero ainda os conher-
menlos pralicos necessarios para lomarem a direc-
cAo das obras publicas de una provincia como OSM?
n......II.il-,i ba nislo'.' Ku nao vejoque isln lenlia
nada de oflenslvo contra esses mocos, ucm pTOVe
conlra a sua intelligcncia...
O Sr. Florencio : O Sr. M i.....I esludou em
Coinibraquc he una unixersidade niulo acredita--
da. esludou na escola de ponles e calcadas de Paris,
(em bastante pralica, e se islo nao hasta, nAo sei e
que bastar.
O Sr. Ilarros /arelo : Nao o contesto. Sr.
presidente, eu entendo que um engenheiro director
de obras publicas dexe saber mais alguma eousa do
que levantar plantas, Iracar os perlis das obras c
fazer os orranicnlos ; um engenlieiro director de
obras publiras leve ler vistas largas ; comparo-o
rom um general ; um general nao deve apenas sa-
ber o manejo iTarmas, as manobras e cvoluri'ies mi-
litares, lie preciso lamhcmquo lenlia vistas largas
para saber appllce-las s s(ua(;oes...
fui Sr. Depulado : Essas vistas siio as teoras
que as dAo.
(> Sr, /tarros Brrelo: Nao sao as leeras uni-
eamenle, ellasnasccm com o homem. ( .Ipoiados. )
Sr. presidente, en apontare aluuns cxemplos em
favor de ininbaopiiao : a obra do lunel do Ta-
misa na Inglaterra, fui feila por uro estrangcro, foi
um engenheiro franco/ quem foi incunibdo delta,
entretanto eu presumo que por mais patriotismo
que lenhamos nao poderemos exceder, ucm lalvez
'inpe i. com os luslezcs ueste ionio. Pois bem
ingleses, esse povo ehelo de orgulho ene amor pro-
propro, esse povo quo leva o seu palriotsmo alean
mais ferrenhn eaoismo, foi pedir a sua rival um
engenheiro para exceular cssa obra gigantesca Mr.
Bninsn, celebre engenheiro que enriqueceu a
sciencia rom o seu Curso de comtruccAcs foi
chamado aples para se encarregar das obras do
melhoramcnlodo porto daquella cidadeai
E, [Mirventura, senhores, mo cslarenn*s ao caso de
mandar \ir um homem habilitado para se encarre-
gar das grandes obras deque a provincia necessita?
fias grandes obras, que felitmenle para nos vejo
mais" approximada a i-poca de ellas serem reah-
sadaa?...
O Sr. Florencio : Pois ?oito contos he poUco,
deem-so 10 ou 12, masvenha um homem habili-
tado.
O Sr. Barro Brrelo : Sr. presidente, repito,
nSo cnlendo que baja dcsar algum para os senhores
que se acbam encarrogados das obras publicas em
serem dirigidos nessas obras |or um estrangeiro. Eu
creio, ipiiMK iMinrados inonibros convirAo comigo,
ue um eogenheiro como eu auppenhb que vira na-
na provincia, naoSOr um simples tcvan'ador de
plantas, nao ser um homem smente: habilitado
para Faxorum calculo de aterro eescavacjlo e para
einpivlieiider as pequeas obras que so eslao ee-
ciiiondo entre os imagino um homem suluCien-
Icnienlo habililado para executar qualquer Iraha-
mpurlanle, qu.iesipier a>alemas de ponles -n--
pe n-, is. p.ua omiitir, por ciempin, o seu jui/o ncerca
para se encarregar da muito imporlauto obra do
melliorainenlo donosso [Mirlo...
O Sr. Florencio:Nada, isso pertcnce ao pudor
geral.
0 Sr. Barros Brrelo :Einbora, mis tambem
Bnaaaaead'aUaa e mais iminediutameuledo que ogo-
xeruo geral.
Sr. pre-i.lente, eu o,ni.....d'aqueiies que matate
pronuncian! aqui em favor doaugmenlos de despez
com o pessoal.quamiu pitrin se Irata de um aug-
mento da na tu reza deste, nAo posso deixar de dar o
meu voto muito filhoda vontade da minba couscien-
ria, porque eslou convencido de quo a provincia ga-
ndan muito em ter em seu seio um engenheiro ba-
bel lado nao si para se encarregar das obras da pro-
vincia, como mesmo para dar una direccao melhor
ao esludo pralico d'cssos uic.os, que poderAo vira
ser habilssimos engenheiros, uuiudu a pralica ao*
esludos Icoricos quo ellos lem ; eu mesmo aronqi
na-los-he, porque lenbo muito que aprender c nAo
m- envergouho disto. Lembro-uie de ouvir de um
lente da escola militar, o Sr. conselberu Candido
Baptisla de Obveira, que uas escolas nAo se apren-
da as ciencias, aprendia-se o uiodo de esluda-las
COTO provcito. .
Porlanto, Sr. presidente, en relo que sem ser
conliadiloriocom os principios que leuho manlido
neslu rasa, posso dar o meu voto em favor de um
augmento como esle que be proposlo |iela emenda do
honrado membro, e por isso voto por ella.
O Sr. Mello llego :Sr. presidente, priucipiarei
justificando aa emenda que maiidei mesa ele-
vando a IMU) mil res a quola marcada mi orcamenlo
para o expedieuteda repartirlo das obras publicas.
A secretaria do govorno lem pelo orramenlo para o
seu expediente (00 mil ris, o Ixreu leve 400 mil
res, o consellio de aalubrldado boje cxiinrto) levo
bOO mil ris, a Ihcsuurara provincial levo um ronlo
c soleccntosmil ris, o consulado lem 991 mil ris,
* entretanto ru aclio, quo nriihuma d'essas reparti-
ch's lem um ex|tedenle mais pesado do que a re-
las obras publicas....
Florencia :A|w>iado.
Manoel lUtralranli: Dubito.
Mello llego :Isso li faril comprchender-
se, alleudendu-se que he urna repartirn que lem mu
iriibiucle de desenlio, c que be obrigado a comprar
papel para dosenlios, que s ve/es urna folha cusa
de/ Instiles, c oulros imiitos objectos, c que todos
enlraui no expediente : alm disso nAo se pode dis-
pensar um srvenle para condurAo de rerfosuslru-
trumeulos, plntasete, para a rasa dos engenheiros,
o qual he pago pela quola para expediente, do quo
resulta que esto nao pode ser leito com .'iOtl mil ris
sinculc. Entendo pois quo nao deve liaver duvida
em volar-se por cssa emenda,
Enlrarei agora na discussao do arl. 12 do orra-
menlo e da emenda que Ihe foi propoela. Boniem
quando fallei sobre a emenda l-loiom algum ua-
nhamenlo, e live esempuk de emillir a miiiha opi-
uiilo cerca della, lz s(menle alguus reparos
acerca t\,i sua redaeco c dos embaiacos ipie ella (to-
do Irazcr: boje pnrem que um nobre depulado co-
irn na materia de um modo mais positivo, e procu-
na dar-Iho mais ampio descuvolvlmoulo, farci
por aconipanlia-lo. Ku mo disse que a emenda que-
ra (pie se uzean um contrato inconstitucional, mas
siin, que sanio bravease cautela poderla ler lugar
esse inconveniente, e enllocar o govorno nos niesmos
embaraces em que ja n eclmu (piando eontralou um
engenheiro estrangeln queja' aqui livemoa,...
o Sr. i. J. de OUreira ;--Quattf foram?
O Sr. Mel llego:Voi que por naoser bem cun-
prebeudido o que se vofou, esse nngenhein foi con-
tratado ruino director das obras publicas....
O Sr..l. J.de Olivetra:Da .....aparte.
O Sr. Mello llego;Perdne-ine o nohre depula-
do ; lembre-sc que al a viuda desse engenheiro foi
o que motiven a reforma que liouvc na reparlicao ;
en eiii.it. o,,ii me oecupava com os negocios pblicos
mas ouxi di/er por pessoas que estilo bem a par des-
se negocio, que a peana enarregada do contrato
den ao engenheiro um carcter que elle nao devia
ler...
O Sr. -I. .1. d'Olireira :Nao, seuhor, nao bou-
ve laso*
O Sr. Mello llego :Seja como fiir, o easu beque
a emenda nao previne esses inconvenientes,que riim-
prc serem acautelados. O nobre depuladnque fil-
lou ha pouee, fez algunas ronsUoratoes imana das
vaulagens que podiam resultar do enuajaniciilo de
um engenheiro hbil e pialico 009 Irabalhos do sua
prolissao Eslou longo de negar (fue um engenhei-
ro nessas ciicnmstancias, leudo obras a fazer possa
apreseular mullo bous rasultados; mas doixaudo
a queslao ncsse terreno vago, descomi a realidado
das cousas, desejava que O nobro depulado me dis-
nsnquaOS rf as grandes obras que temos a fazer
6 que nao |ossam ser cxeculadas por falla deasn
engenheiros? Se ha na provincia prcsenlemcnlc
obras ^iLMiilescas, o (Ao importantes que nao pos-
sam ser felas pelos engenheiros (pie com|>>em a re
pailieAo das oblas publicas, ou as ignoro; c por
isso peco aos nobles lepulados hajaiu de me dzer
quaes sao essas obras que uevam determinar a u-
sembla a mandar contratar esse engenheiro, c a
gastar una quantia axullada enm o seu eugajameu-
lo. Para asiduas que exislem na provincia creio
que os engenheiros da reparlicao das obras publi-
cas, exeopcao de um que se confessa o menos ha-
bilitado driles...
Jlguns Srs. Deputados :Nao apoiadu.
OSr. Mello llego :..... eslao lodos muilo no
raso de salsfazcr as iieressidadcs que ha na prov in-
cia; e vtlcclivmeiile sem -e prnlioar una grande
injustica, sem se irrogar urna ollcnsa a esses enge-
nheiros, ninguem poder di/er ipie cssa reparticAo
lem deixado de salisfazer as necessidades da pro-
xinca.....
.liguas Srs. Deputados :NAo he olFensa
OSr. Mello lltgo:O nobredopuladodisse que,
a rbamar-se esse enceuheiro, se naodexia ollemler
a nossa susceplibilidade uem palriolismo, porque a
Inglaterra rhainou um eugenlieiru francez para rons-
Iruir ossa obra giganlesca e monumental, me ser-
vo de admirarAo a quanlos a VOQUI, 0 Tunncl;
mas lemos nos obra de semclbanle na tu reza na pro-
xinca de Pernambuco?
O Sr. Jguiar;E havemos de renunciar a espe-
rance de as ter?
O Sr. Mello /tego:E quem disse ao nobre de-
pulado que quando livermos obras do corta ordem,
ii.lo pos,,mi ollas ser cxeculadas jwr engenheiros na-
conacs f
lu Sr. Depulado:He para termos ponles sus-
l>cnsus c cucanamentus.
O Sr. Mello llego :Mas de quem he esse pro-
jecto de eucunaineiito das aguas? He de engenhei-
ro estrangeiro? Nao, be de um engenheiro Ifrasi-
leiro, o Sr. Uellcgardc, c de um engenheiro Brasi-
leo que nao esludou na Europa, o que todava,
entrando em competencia com um estrangeiro que
l esludou, pode merecer a roulianc,a de una coin-
panhia irnj......o.te. que iiio duvidouarriscar os aeus
capitaes ao pouco saber desse liomem. Digamos is-
so, pelo menos, seuhores, Par<> honra desse lilho
do nosso paiz.
Porlanto, Sr. presidente, enupiauto os nobres
deputados me nao pruxarcm que no momento surge
urna grande iiecessidade, que determina osla emeii
da, pcrmiltam-me (pie eu vol contra ella, sem
3uc aeja levado por um excease de susceptibili
ade mi palriolismo nial entendido: voto conlra a
emenda.
(Conlinunr-se-ha.)
I de uso de aruias
bendendo
ilefezas conipre-
I dilo.
tan/ i Mara
iTiniz. Antonio de Muraos e Silva.
TRIBUNAL DO JURY.
Illin. Sr.Conforme o dever que me imnoe o
art. 180 do regulamento 120 deS*2, cuinpi;.-mc
por a V. S. que a primeira sessao judieiaria do
jury deste termo, i qual presid, sendo convocada
para 10 de fevereiro e adiada para o I.' de aaar\n
prximo passado, foi instalada no dia 7 e se lindon
a.II do mesmo inei, sendo m lia julgmlos 10 pro-
ssos ciiinprebendeiido |(i i.
Que dos dilo; 10 iiroecssos fmaoi
1 de morlo comprenendendi
I de roubo comprebeinlemlo
5 deonerncw physiros ifv*w enmpr.'-
bendendo
1 de daino coinpreltendeii'l"
dilo
'.ditos
1 dito.
10 Di
Quo dos ditos 10 iirncessos pcrlcuciam ao anuo
de 1851 quatro, a saber :
I de morte compreheudendo 2 reos.
I de ollensas phjsicas compreheu-
dendo dilo.
I de damno conipreheudeudo 1 dilo.
:i *
Qoe dos ililos 10 processos perlenciam ao anuo de
IH.VJ prximo |Kissado 7 processos, a saber :
I de morlo compreheudendo 3 reos.
I de roubo compreheudendo 5 ditos
1 de armas defezas compreheudendo i dilo.
1 do oflensas physicas compreheu-
dendo. i ditos
7 il
Que dos ditos 10 processos : foram comerados
por quelias, e 7 e\-olhVio.
t,)uc em 9 dos dilosprocessos foi a aecusacao susten-
tada pelo promotor publico, c so cm um detles |*eIo
queixoso.
(Jue dos nbrcdiH 10 reos cram bulos Brasilci-
ros; 13 homens e 3 inulheres, 9 analphabetos o 7
ahondo ler; H solteiros, 0 casados e'Jviuvos; 15
maiores de Jl anuos o I menor de Jl anuos.
temnadas 8.
Que dos ditos Hircos, 10 nao interpozeran re-
'urso, t .ipi'i'iiiiiiioi, ea favor de3appetlei ex-u(li
ci por sor a pena imposta demnrte, o galos perpe-
luas nos termos do art. 7!) $ -i da tei do '\ de dezem-
brode I8U.
Ahsolciroe*.
t,)uc foram absitlviilos os reos :
I. Mara Jos de Santa Auna
1.
:i.
i. Francisco das ('.hagas Duarlo deOllveira.
. Joso larrea de Mello
0. I -iifin Jusliniauo.
7. Alexamire Jos Pereira.
H. Jos francisco de Soma.
Aalwolvcao da primeira o segunda r, aecusa-
das de ollensas ph/sicae, o fundada cm lerem sido
por ellas roinmettidos esses crimes em sua defeza
mo foram, vala dos autos e dossilebates, rlgorosa-
inenleconformef sdis|Msrdes e requisles doarl.
I i !j 1 e S .1 in Une do cdigo crimiual, mas se fun-
daran! na equidade, sendo que o jury si? impressju-
nou, como me parece : primeiro, pela circumslan-
cia de serem as ros mu Iteres o os offendidos bo-
mens. superiores em forras ; segunda, pelo lempo
de prisao que ellas linham soTiJu, c pouca gravi-
dado do delicio.
A absolvilo dunoMnil Aulonio do Maraes e
Silva, que liarla sido cnidemnadii em onlrn jurx e
nlerpoi apnellarao desse primeiro julgamcnlu que
Toi anmillado [k'Ii relarau, por prelericao de for-
mulas substanciaos, be muilo fundada, purquanlo.
versando a arcusacao -obie o damno que o reo
commellen ohslrundo una ramha que a A. alle-
gava que Ihe perlencia, o requisilo esseucial que
caroclerisa essecrime, islo he odireito de proprie-
dade ouwrvidao da autora era eousa duxidosa o
nao averiguada, sendo queojury, que aliis reco-
nbeccu a serxido real c activa da autora, todava
declarou que ella nao liuha a posse da camba e o
uso deservidao: a quesillo era exidenlemenle de
nalure/a civcl, so pronra da jurisdico ordinaria,
sii capa/, de ser discutida pelas arcos cixis compe-
lentes, 0 absolutamente lora da jurisdirao e rapa-
ridade do jurx.
Aabsolvio dos reos ns. i. ti, e 7, lambem
foi muilo fundada : o jury, puslu rcrouheresse Ba
furtos de que eram aci usados os reos, negou a cii- -
cumslanda de violencia que constue o roubo, e
foram os reos absolvidos, nAo |mr innocentes, semlo
ponpje nAo compela njustra publica, avista do
art. 37 o74do cdigo do |trocesso, a aecusacao do
crime dcfurlo: em verdade avista dosautos'e dos
debates nao se poda reconhecer a cxislencia de vio-
lencia (pialilirada conformo as regras do arl. 270 to
cdigo crimiual, sendo que nem mesmo foi pela jus-
liei publica, no lilicllo articulado ciun determina-
cao o precioso, o fado em que consista a violencia.
Releva, todaxia, |>onderar como lie de (lectiva a
nossa legislarlo, mi prcveuindo c puuiido com pe-
nas rurrecriouaes os que fa/em parte das quadrillias
de ladrOes, mesmo quando nao provados regular-
inenle os furtos o roubos \>i ellas rommctlidos;
o.o consideraudn da compelencia da juslica publi-
ca, o inalliancaveis os furlos |>or essas qundrlhaa
comincllidus : assiin baldados osesforcos da policia
c afls sem responsabilidade dojurv, icano impu-
nes us socios dessa quadrlha que uifeslou as ras
e arrcualdcs desta cidade no anuo do 185, pondo
em alarma os scus habitantes.
O reo ii. 8, Jos Francico de Soun, foi bom
absolvldo: a aecusacao, que cousstia cm fazer elle
parte du subiedila quadrilha, e ler commetlido um
furto, c se fundaxa na denuncia do dous co-ros foi
desmentido: primeiro, pelas proprM teslemunhas
da aecusarao, e nutras que a defeza produzio, as
quaes aflianraram a Iwia conducta do reo; segundo,
l>elos atistanos do subdelegado c inspector de quar
leirjio, e oulras pessoas que sobre dizerem que ello
era bem conduzido, afflaoeavam que nSo fora elle,
senAo ouiro o autor do furlo que Me foi allri-
Inn.lo. ,
Cundemnaret.
Foram cundenmados:
I. o reo Francisco Antonio.
1. o ro Joaquim Jos de Jcsu.
3. o reo Manoel da Canda Mosquita.
S. o reo Antonio Marlins da Silva.
.">. o reo I iregorio Francisco Pcreira.
(i. o reo Joto Miguel Kerreira-
7. a r Mara de Albiiqucrque MaraubAo.
8. o reo preloescravo JuliAo.
O primeiro, segundo, terceiro, quitrn, e stimo
pu-ii", o quinto c sexlo morle, o oilavn gales
per|ieluas.
A coiidemna^ao t\o primeiro reo, Francisco An-
tonio, fundou-se principalmente nos dcrKmeutns
con test es de lestcmunhas de vala : a prova era lAo
plena quanto fdra para desejar, o cerlo com razao o
primeiro julgametito do jury que absolved o reo,
hii liorn considerado como contrario i evidencia dos
dcpoimeiilos o provas pelo juiz de direilo, "que in-
(erpox appellacao do art. 70 ^ I da lei de .1 do
dczembi*o> de 1841, c pela relaro quo o julgou
procedente.
A rondemiiacao Jess, fui lainbeni fundada em prova plena cousis-
loiilc nos depomentos contestes de cinco testemu-
nhas do visla, c (res de ouvida.
A ooudenmar.ao do terceiro reo, Manoel da Cd-
nli.i Mesquila, |H>r uso de armas dele/.as, fundn se.
em prova de vista, efoi tanto mai- justa quanlo se
provou eunipridainenle. alm de nutras circums-
lancas aggravantes, a da reincidencia.
A condemnaco do quarb
reo, Ai)lnnio Marlins
da Silva, fai (ambem justa o bem fundada, por-
'pianln havia no processo. alm dos depoimentosdo
leslemunbas de visla, os d'oofras que odriranta
dcclara^o do offendido, no momeiilo em que foi fo-
rillo, e a conlisso extrajudiclnl do reo.
A cofHJeiiinac,ao do ">. o G., rfua (iregorio
Francisco Pereira, o Joao Miguel Ferreira, ruudou-
se l.nannlkjo judicial. 2. na* inftirmacoes de
mu menor, eda asTendida Ucrnardin i do Sen na, u-
funnace- veosuneis. e que r.unridein ciim as cir-
t umstancias do fado, 3. uo deponin-uto de miia les-
lemunhauievioaosreoaontrareni "a casa dos oflen-
didos, i- no depoimontode leslonuuihas que pren-
dcrain aos reos em flamante quando anida persegui-
dospetn clamor publico, salpicados de sangue, e
loalemdos proprioa instrumentos a faca do
offendido que eltes I.....nram. e da (pial mu d'elles
-e nervio.
Ojur) negon as circunMlancias .^gravantes do
abusoilc comI;mo;;i, ajale luecedcnteao crime e en-
la na casa dos oleiididos para perpelra^ao da
morle, as quaes ram necessarias para ser o hqmeci-
lioclassilicailo uo-arl. 192 do cdigo criminal, mas
leudorecouhei'ido que houxcentrada na casa dos ni
fendidos com o inleuto do roubo cque a morte fora

MUTILADO


II
/
perpetrada para vcriucac|odo roubo foram os H. R.
condemnados a pena de morte, grao mximo do ar(.
271 do cdigo criminal.vlslocomo Iniuliciii "i retoo-
nherida a existencia das ciicuiinlam u- aggrav antea
il" n, 1,1, 6, o 9 do arl. III do dito cdigo.
A condenmaclo dos reos n. 7 e 8, I). Maria o
Albuqiiorquc Maranho, o scu oscravn- o prolo Jn-
liao, poda sor mala severa, e ccrlo o mno' une u r
pcrpelrou matando sua lilha por ineio do letiineii-
los.c aapbyxii, e enterrando-a no eti slli,scrvlodo-
sedo braco c ajoda do escravo, o roo n. K, mereca
i pena mais grave que a nossa legislaran luliniun : a
repugnancia porem que o juy molr pena de
inerte explica casa volajao por "vnlo a rc-peita de
lodo os quisilos.
Fundou-se a aecusacaoom provas ciivuui-l.utciae.-,
rcenlo complexo resulta a plena conviccJMi da cri-
nilnalidaile dos reos: I. iufin macan da csrraxa
Tlirreza(aqualjurou queoroo Ib* confessoo o crime
......it.cui que u licrpctrou, e o ico.rnm ella con-
frontado nao a confesin : a, a informas*) da
va Felicia, c oulras ai quaes a r na imito do crime
para evitar o seu tesleinunliodislrahio do servico do-
mestico, c mando* a din isas pules oh prclexlos
rulis; 3- a conflssao indirecta dos reos sendo que
o aeus interrogatorios se ressenlem de mullas inve-
rnsimilliancas, e coulradiccOes ; ). o fado de se
ai liar enterrado no sitio da re o cadver da dila sua
Mlia, quando alias a mosma re declarou apllela
que a infeliz partir |iara o serUo com uoi desco-
uliccido, sendo que revela a eiilpabilidade da re, o
i'iiqienlin que ella fl'l paia fa/er eier essa moni ira.
in.In/in.In as pessoas da familia a jnrarein csse fado,
c pedindo as leslcmunhas Manoel Pereira da Costa,
e Pedro Aleandrino, que jurassema mesma cousa.
AIIlia...i., e i.lenlidaile do cadver, de alaria l.co-
cadia, foram licm provadas.
(Mingado pelo arl. 18(1 do rcgulamonlo 130 de
iHi, a indicar as causas da frequencia dos rriines,
Torea lie repetir aquillo, que lenlio scniprc dito as
diversas posiroes utliciaes em que me leulio adiado,
aquillo oquo lodos sentem, c apalpan! por ex idele:
a cauta principal se nao nica, lie a impuiiidade, o
a impiiniduile n,1o leni una causa, sella militas
i ansas publicas, moraes, emaleriaes, sendo entro el-
las I. o patronato que as relajos polticas e ambi-
cio de crear, ou manter jnfluencia local, tem des-
envolvido sxstliematieameute, 2. o egosmo e te-
mor de comprometimiento, a ignorancia, ncgliueii-
cia ou prexaricaroes d'aquellcs que sao enearrega-
dos de colligir as proxas, o perseguir oos criininnsos.
3. a exusncSo do pata, raridade da poptilac.lu, falta
do forra publica e oulros rerursos nceessarios para
a autorldade fa/cr-se respeilar, e perseguir aos crimi-
nosos. 4. o seplielsmo, e iidillcrcnoo, assim como a
obliterarlo da sanelo moial. dcvldos a polilica, cu-
jascausas e ra/Jo carecem de longo desonvolvimen-
lo. 5. a nititiiicao do jury no interior do pai/., do-
niiiiada completamente pelo patronato e inslrmiicii-
1.. ilas influencias tocaos. f>. a multiplicidadc de
autoridades |iolciaes c judjciacs em un pai/ como
< nosso aonde na., ba o uuiuero de individuo* Ulone-
Sarii esses exercicios inqHiilaules.
cnbum defeilo ou lacuna Icnlio cuconlrado nas
leis eregulainculosque deva especialmente menci-
onar.
lieos guarde a V. S. Hccifo I de abril do 1853.
lllni. Sr. Dr. ebefe de polica.O juiz de direilo.
./o*f Tltomaz Sabuco de Araajo.
CMARA MUNICIPAL.
Soa.ao' extraordinaria da 32 da marco
d. 1863.
PretUtnra do Sr. llego e Albuquerqut.
Presentes os Srs. llego, Vianna, Mamedcc (ia-
meiro, abrlo-se aVsso, e foilidac approxailaa acta
d'anlecedenle.
Foi lido o seguiute
EXPEDIENTE.
Um oflirio do Exul. prcsidcnlc da provincia, ro-
incllendo copla dos qucsilos do parecer da comnilssao
de Minas e Bosques da cmara dos depulados a que
se refere oav. de 6 dejulbo do IHIiO, alim de que
llio ministra-so a cmara com brexidada, s informa-
roes de que ellos Iralam.Mandou-sc responder que
mo consta que ueste municipio lenliam apparecido
os objectos mencionados nos qucsilos. e quando os
baja, que nao a cmara, c liiu as pessoas profsalo-
naes na scicocia iniicralouica compete ocoubuciuieu-
(o dessas maleiias.
Outrn do uiosmo, Iransniillindo per copia, alim
de i|ue a cmara o cumprisse, o ofllcio que Ibe diri-
gi o secretario da asscinbb'ia provincial, commiini-
tando a rrsolucan que rala lomara para ser chamado
un suppluiitc cm lugar do deputado Dr. Alvaro ll.ir-
lialbo Ccuoa Cavalcanli.Oimprin-se, ovpcdindn-
sa diploma a Kodrigo Castor de Albuqiierque Ma-
lanli i...
* Mitro ilu mesmo, maudamlo que a cmara infor-
masse, por assini Icr resolxido a asscmbla, acerca
da i.i'lii'.i,. de Domingos da Fouscca Su/ano e mitres
sobre fecbarem-se nos dominaos ns estabelerimenlos
da commercio e imluslria,cuja negociaran nao xer-se
sorbe gneros alimenticios de primeiraneeessiilade.
(ue se luformasseapoiandoc sustentando a aecessiila-
de ila medida solicitada pelos peticionarios, par ser
esle o pensamento da cmara de ba milito tempo.
Oulro domesmo, mandando que a ramarainfor-
inas-c. por assim Icr resaluda a assembtcn, a peli-
llo que remedia, de Jos Hilan. 'nurl Amarante c un-
iros commerrianlcs de xcudas c tabernas, requeren-
do a abolilo do arl. t), til. 11 das posturas, que 1 i
/em ser velatorio do commercio.A' rnmiiimissin
do pelirdes ouxindo ao Sr. Vereailor Mamcdc.
Oulro do deputado eleilo assembla geral legis-
lativa, Dr.JoaoJos Ferreirade Afiliar,participando
que |wr acbar-se iloenlc, podeudo succcdcr que o
sen inrommodo conlinue, uilo pmlia seguir logo .
corle a tomar asseuto na cmara temporaria.Man-
il.ii-.' expedir diploma ao primeiro supplenlc para
o substituir durante o sen im|iedinieuln, ebem assim
rommunicar-se presidencia.
Oulro de Simplicio Jos de Mello, dicndo que
emquaulo durarem os IrtbilhM do jurx onde esl
servindo como jurado, nao poda comparecer pres-
tar o Juramento do cargo de Vcreador suppleule.
luleirada.
Oulrnduprocurador, renielleiido areladlo dosob-
erlos que |ielo presidente do tribunal do jurx, o Dr.
ibucp, foram requsilados para o asseio do meamo
tribunal, os quaes dissi ter foruecido, com exi ep.jan
das J i-a.leiras por julgar roiixeiiicule que em biL'ar
doslas sejum pequeos sofs, os quacs se nao moxen-
do com a mesma facilidade que aquellas, alo por is-
ao menos sugoilos a estrago.Approvou-sc, aulori-
sando-sc afeilura do sofs, comanlo que sijam es-
tes de modeltos simples, seguros e d'nm cusln \\m\
man.i que o da-. a.lciras.
Oulro doadmiiiislradordocemitcrio,comiiiiiuican-
dn. alim deque se provdenciaBie, que ascalaciim-
biisde prupriedade niiiiiicipal, eslaudo andasem cor-
nijas, c lirando por issn mais bailas que o muro
em que cnroslam, se achara augeiln a ruina prove-
nientes .las anuas de clima que sobre ellas empoeam
Mintieran por onde i-sgolom.Adiado a requcriinen-
I" do Sr. vcreador Mamcdc.
Oulro do fiscal de S. Antonio, diaendo que nlgu-
ntas pessoas se Ibe lem oflercridn para darem arxo-
ros para seren plantadas em lugar das que morre-
rant, no caes ilo Passcio Publico, no largo do pala-
i in di, uoverno, na roa doSolelc., c que no caso da
cantara anmiir a que se faca seinelbantc planlaeao,
ii aulorisasoe.Maudoii-sc aunuiu iai para ser arre-
inalado esc servico.
Onlro do mosnio, pedindo so mandasse pagar ao
ii ni -ii" Joio Dorojiigiies da Silva a qiiania ders.
2IS0IIII, iinporlaiicia de t corridas dcsaudc que li-
/era nosdiasll o lido ...../. passado e :| e \i do
rorrele. Mandou-sc possar mandado de paga-
mento.
Oulro do llscal da Roa-Visla no mesmo sontido do
anterior, seudo a imporUncia de tijOOOrs.A mes-
illa dclilieac.lo.
Oulro do engenbeiro cordiador, rcqnisilando, pa-
ra exei'ucao dos trabalbos a scu cargo, dixersos ins-
trumentos.Autoristm-se ao procurador a mnda-
los xirdo Rio de Janeiro, par intermedio de algucm.
Oulro do mesmo. apprcscnlando o orcaiueuto da
obra dos mclliorainculos do que precisa o caminlio
doiiommido coi redor da Vanea, na imporUncia de
I:I28S00I).Adiado por n.la baxei quola, c nao jul-
gar a cmara de muila iieccatidado emelba.....
obra.
Oulro do mesmo, Milormando sobre a |ielie5ode
Jos Concalves Fcrrera c Silva, relativa a cordeaejo
iiue conferir ao pelicionario |ra cditica no limar
da Ponle de I elida, sustentando Icr sido dada de
coiiformidade com a planta da cordeacao.Jndcli-
no-sea prelaofao.
Oulro doconla.lor, lemlirando ques as le ras que
so vonceni no I. di abril, alim de scrcm tiradas do
col re, e receidas naiui|inriaiicia de rs. .',:.M,-silln.--
luleirada.
Outros(2) do fiscal de San-Josi', rcmellendn i
mappas do gado niorlo para- coiisiiino nas semanas
do 7 a 13 c de U a 21) do correle (801 retes, inclii-
sixe W pelos marchantes avlusos).Que se arrbi-
va-'in.
Oulro ilo mesmo. informando sobre a preleoc.i.i
de JoAo Francisco do Regu Hala, que reqiier liceo-
va pura levaniar um Icllieiro do inadeira nu scu I i-
reno na ra da Concordia.Mandou-sc informar ao
cordiador.
Ouko'do eontmondador Francisco .te Carvalho
l'.us.ile Andrade, jui/. depa/. do l'disli'irlo da V.u-
tra, propondo a Jos.', de Miranda .la Sil,a Premia
p.ua e.ciu.oMl,imi'Miiojiii/o._Appiovoii-l.eman-
ilou-M'passar titulo.
Eslrve em prafa a obra do alrrro da travessa da! sendo que oulros povoidlslanles eslo na
a
Concordia, c parle da roa da Palma, e nao apparc
cendo licitantes, i-esolveu-se que se eontinnaass a
anunciar.
Deliberoo-se ques i.fliciosseaoExm. preside.....
da provincia, pedindo-lbcqueremetlcssea aaseirnila
a reforma do rcgulamcnio das aferi./
addirinnal que a cmara llio envin em dala .le ".
de -clenibro e 15 de der.emliro do auno prximo
|iaysado.
De-pacliaram-seas pclirws do Arscnio 1
da Silva, de Jos Anloulo .Vives da silva tonaira,
de ll.'lnardino Pereira llamos, de Bernardo llodn
goesl,i.uno-o Costa.de ll.'i nardo da Cimba leuci-
i.i, de IXmjingos Jos Pereira da Cusa, de D. I reo-
cisca Marta Rosa, de Fraucitco Jos Vioira Machado,
de Joaquim Mara de Carvallio, de Joo Siimors de
Almeida, de Jos Francisco Belein, de Joo Frao-
cisco do Bogo Mai.i, .le Jos (iuncalvcs Ferreira, de
Manoel Ilavutuiido, do coronel MsniHd Monis Ta-
rajes, de l'i'f#n Bczeira de Araujo Bcllrjo, e Ic-
vanlou-sea sessao.
Eu Manoel Ferreira Accioli, a escrevi no iuqicd-
menlo do secretario.Kego Alboquerqur, pro pre-
sidente.Viauna.I iameiro.Bego.Mamcile.
diario m vm\i.HMO.
E_EL"LJil-------
->
Na *owSo parecer da coi.imi.wfto de cotila nniniapac* sobre
a* prclcnrocs de Joflo Pessoa Catalcanli Cesar e An-
tonio Lourcuro de Allmqiicique Coclho, indicando
que senuvisse arcspelo a cmara municipal de
Sanio Anlftu, c adiou por haver pedido a p.l*>ra o
Sr. A. de oiiw'ii .i, oulro da comniKsao de fazcuda,
acerca de um requerimenlo de Ilenri(|ue Auguslo
Mil le.
Km seiiuida foi approvado, dc|n}Hdelrevc!ircflc-
xbes dos neidiore-4 Itaplisla c Pacs Brrelo, o seBuin-
le parecer.
A coinmis-wo especial ciiearrofada de examinar
r i 1 -.....j :
licia, leudo rereldo m d
. ..mcnlus pcrle'ncenle* ao mesmo cor|M>, ipje sen i-
ram de base ao sen primeiro came, e que liaviam
sido devoh idos re^iiisicio do resjieclivo comnan-
daulc, procurou venlicar o esladoem queso arbain
aquelles documcnlos, e i ene exanje proceileudo, rc-
conlieccu que, alem das anliuas fafsilicares denuu-
ciadasii esl.i cki, em o relalorio de de..... oulras
foram feilas nas relaci'ies de inoslra, de um modo lao
iucoiitplelo, que por si mesmasse rtnrlaiu, pelacoin-
paraco dos recibos com as seminas das parcellas-
acrcsrcndo islo o se reseidir csse vicio, ja da pre-
cipilacftoque nAo prniillio conclui-lo i-m llgaDfl
desses recibos, j.i de cpic a subsliluieo operada o foi
demancraa ser acensada como falsa |>ela frescura
daliida, que foi empreada. Alem desles vicia-
inenlos, oulras alleraeoes foram lambem enconlr.v
dos nos I\ros da cirga c Icxmi-.i do ipiarlel mes-
111 e no de dislribuieao dos fardariienl't-, sendo que
no primeiro a cscripluracao, que eslava aljuidio de
(KV2, foi adianlada al outubro do mesmo auno;
succedeudo lambem que o i., que se acbava escrp-
lurado al junho de lH.'il, foi coidiuuado al juubo
de \H-~r2. A commissAolleve obsenar que o enm-
mandanle interino to eorpo de polica, em uOicio
que \eio actuiqiaidiaudo os documentos, buscn o\-
pllcti e-las iillimas allerares, ahibuindo-as a/elo
do serxieo da parle do oflicial que as fez.
if Acoininiss.'.odfpois de feilas lodas e-das diversas
a^eriiruarcs <|iie hcam especilicadas, lomen a pro-
videncia de rubricar as relares de inoslra, que se
acbam falsificadas, e do fechar a cserpttuaeao dos
li\nH mencionados, nfto podeudo proceder oulros
evales, que lalve/. so loruem indcspeusa\cis para a
verilicaro complcla do nielo ; < que smenle pode
ser ennsognldo por meio de dlUgerciasJDdicfaeio
h Concluiudo a cominissiu esla nM rpida exposi-
c;ao, c nao podeudo nuisltur-se como aulordade
pr.cessailora, e nem direclainenle dulerminar aquel-
les, a quem por lei lie esta ncumlienria dada, o
seciiimeido judicial pieos fados deiiuueiados evi-
uem ; be de parecer que fa/eudo-sc remeda ao Kvoi.
prcsidcule da provincia de Indos esle documentos,
liuoM- pareceres sobre elles instituidos, ao mesmo
M reronuneode u f.i/.i r ellerliva pelos meios rom-
plenles a respousabilidade i le lodos aquelles que
inlcrvienim na dcUplacan dos dinbeiri'S publico^,
e nas fal>iliraees cima mencinuadas.
<( .Vio pude a comini-ssao terminar o sen parecer
sem lembrar que se recommeude iuualmcide ao
Bsm. preridenie o recoHiimenlo em deposito publi-
co de lodo o paiiiiu ulliinanieule comprado pelo
DWlllO de admiiii^lra;ao doCOTDO de (Hiticia, para sao producidos,
fardameulo do mesmo, actualmente depositad"
re-er\a do mencionado eorpo; provleucia que a
rommiado auima-se iiiRerir pelo justo reccio, de
que O extravia, que nos dinheiros pblicos foi daO
se eslenda lamblD lo panno de-tiuado para o far
damenlo; eracioalodajuilincau^pdaaproieulacia
de documenlos que leudo sido produ/idos para a
juslilicacrio de de-pe/as com es>e nbjeeln, succede
que as as ^naturas nos mesmosconlidos se preslam
abundadas sus|>eilas de fraude, por seren, urna
perlenccntes ;i Individuos e-Iranbos as iiennaer
em que liuuram, e oulros a pessoas inicuamente
desconluvidris ou que nao evislem ncsla cid ule
mulivo porque nlo pode dispensar-fe a mean
GODMnieiajO de chamar a allenejo do DJOVeruo Sobre
esle ponto.
" Saladas commiWies da assembla provincial de
Pernambuco \1 de abril de 1853.f. A. Pom H i-elo. V. fifiph'tet de Mello ltr veirn.
Kntiaulo-se na primeia parte daordem do da.
foi approvado em segunda lwcusrto o projcclo n.
Ifi, que adopla as poslras da cmara municipal
deslaeidade, de! de maio de IH|, com dua-emen-
da, e foi adiado por 91 horas, a requerimenlo do
Sr. Francisco Joo, a primeira diseussAndo projcc-
lo n. 18 acerca da rescisao do contrato das carnes
verdades.
Passando-se a seu'unda prtrle, conliuiiou a ^e-oll-
da disiussao de projeclo ile lei de orcanienlo pro-
vincial, e foram approvados us arls. I5el6, lieaii-
de emendas por nao haver casa.
fcilii i seganda cliamada, veriQcou-ee haverem-
se retirado os Srs. Agolar, Florencio cFrancisc
Joffo.
A ordem lo dia de boje he a conliuuacflo da an
lecedcnle.
ircumslam;a#wto be: lem iberaliuudancia ile
nl?uu8 arligos o inufflriencia ou falla total de ou-
Iros. () pqvoda ('.anilina doSul e da (reorgia Iwu
su|nrabui os ras illias das Indias
Orrldenu. de na de a-
fiacar, o do iiiimonso valle do Mis-i-sii11' e ode Mis-
our de ti lo, oda rivili-.ida l'.urnp.i
de |>roductoi manufacturados, o da Franca de se-
rias, o da Iniilnlena de Rlgodo fulo irado e de por-
i.-quinpiilhaila. Cada umdesle>
povov pode, o desoja Hipprir aos oalros c<
pfodaCCAes, que ls "supealtiindam, recebenio en.
Iroen aquellas de que necessilam, e que alhurot sao
supcrabundanles.
Para fa/er porfli estas trocas, be misler que ha-
jam meios de lran-.pi.rte, sufllcicntemenle liaralos,
rpido-, Rgoros i rognUreSi alim do que essas diver-
sas prortucfftco posaan clicgar aos seunconsuinidores,
e.ser otTcrccidas de Btodo, e rom coudiertos tacs, que
o consumidor possa compra-las.
Entre as vanla?ens, que resullam dos roeios lrniis|)(irli'aperrriniih, a mais proeniinente lie a jjui/o, mo*.
de Abaixsr o proco de lodas e quaesquor mercadorias I 3t
no mercado do consumo, osliinulando cooseguinlc-
meule a produci;ao. O pre^o quo o conoumidor pa-
ga or um objoclo consta de dous elementos : pri-
meiro o precoqtie se |>aga por elle ao scu productor
no lugar da produri;A(>: o segundo a despega ile
condun-lodesle lugar para o consumidor. Neslc ul-
timo elemento esl ocluido o cusi do transporte, e
ns riBfpnaj conuncrciaes inherenles ao mesmo Irans-
|ici 11*, as quaos com prebenden! una variedade item* que enlrain urandementc no pre;o das mer-
cadorias, hrin como o rusto do (ransporlc propia-
mente chamado, os juros sobre o preco pago ao pro-
ductor, os quaes sao proporcionados ao lempo que
deeorre al que a mercadera cliegue ao consumi-
dor, eoseguro corita a avaria ou perdo durante o
transporte. Ksle seguro deve ser pago directa ou in-
dircclameule |ieloconsumidor, esou5o he rcalado
por aquelles que ronduzcm as mercadorias ao con-
sumidor, o valor das mesma- mercadorias. que so
podem perder ou avariar no Irausporte deverao nt?-
ressariamenle ser carregados no preco das que che-
gama salvo. Tanto em um como em oulro caso o
consumidor he quem paua o sea uro. .Finalmente
lia ilespi/asde armazenagem, oe encaixotar, de bal-
deado c oulras mullas particularidades commer-
eiaes, rujo complexo augmenta inuito o ultimo pro-
ge pago pelo consumidor.
Imh inuilus casos oslas desi>ezas accidonlacs ao
Iranaporto montan nuUoeatls do que amatado
do preco real da incrcadorla, e em alguns casos moti-
lan! aos tres quarlos, ouaos qualro (puntos, ouain-
Citemos, por evomnlo, o algod.lo em rama, pro-
dit/idonas planicies da Carolina do-Sul, OU da Geor-
gia, Este genero lie cusarcado pelo productor no
ltj-,ii' da producefto. As iaCCM sio transportadas
para C.barleslon, ou Savaiinah, donde sAo coudu/i-
das para Liverpool. Cbegaudoa Liverpool silo con-
du/idas pelo caminho de ferro para Mauchesler,
BtoekporC, Presin, ou qualquer oulro asscnlo de
manufacturas. A materia bruta o aluodto) Ili lie
liada, lecida, hranqueada, estampada, lustrada e
preparada para o consumidor, sendo oulodc novo
enfardada, be niamente posla nos camiuhos de
ferro, e Iranspoclada oiilra ve/para Liverpool, on-
de he reembarcada para Charlcslon, ou Savanuah.
Cnegando all he oulra ves posla nos camiuhos de
ferro ou nos barcos de vapor e iTODSporlada para o in-
lerior do paiz, e linaltiMMite volla para o mesmo lu-
gar, onde originalmente macera, a ahi be oulra
vez comprado pelo sen proprio productor. Sem en-
trar em dclalhes arilhmelicos be avidensslmo que
grande liarle do preco assim pago pelo artigo manu-
facturado deve ser "laucado cusa do transporte,
e das despezas rominerriaes, O genero lem eilon
circuito de qua-i melado do globo antes que posso
er reeondusfdo em estado manufacturado para a
ligar nr.de nascera.
Os producios agrcolas em ueral lem grande vol-
me e valor propotcioualmonte pequeno. O cusi
do (ransporlc lem por coiiscuiinle grande influencia
.'d>re o preco dos niesmos protluclos no mercado do
consunto. Por lauto, seo Irausporte mo se eflertunr
Com consideravel economa, os ditos producios de-
ven, ter consumidos no luaar onde sfto nroduiidna.
Pelo que loca a muilas producroes animaes e ve-
gclaes, a rapidez do transporte he Iffo caseoctal cu-
nto i baralea, porquanto ellas se delorioram, e sao
destruidas pela operacAo lilosoinenle do lempo, por
lauto sem grande perfeicAo na arle do transporte,
08 objectos desta natureza deven ndcessarianieule
usiimido-3 nas immediacoes do limar em que
Taca sao, por exemplo, os produc-
ao mencionado rnrpo^ como entro esses nomos ap
oMilde ::it)t>O0O rs., julg
o os dos
COMMOICADO.
INFLUENCIA Ql K St>UHK A CIYII.ISACAO
E\BUGE0THAN9P0RTE APERFEICOAO.
A arle, pela qual os productos do trahalho e do
pensamento, e as pessoas que trahalltam, e peu-
Mm, rJlo Iransferidus de um limar para oulro, he
mais essenrial aos promessos sor i jes, do que oulra
qualquer arle ; sem ella neitluima nutra pode pro-
gredir. O povo que n nao possue pde-se dizer que
ainda nao sitruiu do barbarismo. O povo que anda
no fez progreaaM nella nlo pode estar muito avan-
zado na carrea da ci\ ilisacfto. IMa arle |K>rm foi
a ultima de (odas que loem eborario i perfeifjio, de
sorle quo o historiador dos prumessos sociaes rri:i'
Irar, sem a mai- leve oflOMI da verdade, (pie a sua
rreacao be um dos successus que mais eiuiueiile-
meule lem assignalado o seculo aclual, e a ger,icrn
(iresentc ; porqoe"com quanlo o Inmsporle por Ier-
ra c por agua fosse prarado por nossos maioie-, t
sua condirao eslava Uo destuesuradamenle bfJlO
do ponto a que lem ebegado cm nossos dia<, que
maisadequada idji se fardosen estado aclual, clia-
mando-o nova arle, do que d ose reven do-a como um
apcrfcicoamcnlo da que pi cshlla.
Se o espirito humano porm foi lardoubo cm di-
rigir os seits (toderos para este objeclo, deve-se con-
vir em que essa demora Ion. ^i1'" nobee.......le com-
pensada pela imcomparavel rapidez com que lem
elle progredido lauto que rome^ou a ler impulso.
No decurso dos cem ltimos anuo', Icm-sc fcilo
mais no locante a fucilare molboraras viasdecom-
muthraeio, do que a esle respeilo se (Izeram desden
cranlo domando at o meiado do seculo passado.
lahe/ parees encarecida ou exagerada esla asser-
;Ao; porm nao he ; e asseguro (pie ella podo pausar
pelo cadinho do Oame.
As nmdicOes geograpbicasdo mundo, adislrtbtii-
<;.lo do piMoipu; o balda, e a appropriaco exclusi-
va dos producios itaturae* destinados aousodoslto-
mensquo flieram v.iri( pai/es, imposeram ao ge-
nero humano a necessidade do commiinlcar-ae e de
eiimmerciav. O commercio nao be aeno a Irma dog
Eroduclos da industria, que entre si faxem o povos.
sin irora reciproca pesuppoe a existencia da
avls commercio |mu, hcsompi'e proporcional perfcieftu
dettaarle.
Um povo incapaz de ciiiiimutii(\ir-e com oulros
deveaubsislr excuaivamente com os productos to
sen trahalho. e das sitas Ierras: a natureza porm
plantn em nossos peitosfl desojo de aour das pro
duero* de oulras (erra-x e deotitrosclimas, larcsce
que as uieivadnrias de caa teneln ou ilc cada pai]
|iodcni ar supernlnindanlcs; e de fcilo o sao em
quaulidade infisdlamcnle sii|icrcr3ncccssidados(lo
|Kivo,|>elo quem o entre quem sio ellas producidas;
los das qtieijarias, da- liona)
jardins.
Nos paites onde u transporte he caro e vagaroso,
grandes desvanlagcnsaevem resultar nao so para i
populacho dos campos, mas lambem para a das ci-
datles, quando os objeclos, a que ha D0UC0 me refe-
i i. custamum Insignillcanlisslmo |ireco nosdlstrictos
ruracs, nas cidades, principalmente nas maiorea,
cuslam precos cshorldlantos* Nos logara.....de lia
grande abundancia desses objeclos, elles mo valem
iiuasi inda ; naseidade. onde o seu su|qirimeu(o he
uosmcsuradamenle abaixo da procura dcllcs, so-
monte chegam para os ricos,
Se porm botiverem molos de transporte rpido O
barato, essas (iioduccoes fcilmente chegarao aos
mandes ceiros da populadlo nas cidades, ea [io-
pulacaocampfjstre queosproduiir. receberAcm iro-
ea Innumeravels artlgos do utllldadee de luao, dos
quaes aules eslavain privados.
A Franca, que lie um dos maiscv tusados paizos
da Europa, otlcrccc um deploravej osemplo desta
verdade. N,m obsUnloa ferlilldadc do seu solo, o
numero, a industria o a indiligencia da sua popu-
larSo, o- producios de todas as qualidades, tanto
animaos como vegcllOS que ahumlam no seu lerri-
lorlo, por falta de facis mclos de coinmunicacAo,
oslas vaslagens, al boje, quasique no tem sido
deslVucladas. Todo] eftes objectos, no lugar onde
sio produiidos, |todem ser ohiidos pormaisbalxo
proco, do que em miiilos oulros pailas, ecom ludo
em consequoncia dos cusios do transporle, ellos clte-
gariam, sernasem levados ao limar onde to procu-
rados, por um proco lal, que equivaloria a prohi-
ejlo do seu consumo. Por esta cansa a imluslria da
rranea nao lem lido ledo odeaenvolvimenlooue pil-
dora pido ler.
Km algauscasos o preco de um objeclo decunso
no consiste exclnsivameule nos cusios do Irauspor
le. Froqucnlenteiite vem-so artigas que nao lendi
i valor aluum nos lugares onde sao ochados, ohlcm
preces considoraveis sendo transportados para nutra
liarle. Numerosos exemplos deslos so enconlram
IMH eslnunes de que se usa na agrien lura. Cadi
duceflo, por lano, une >e poder faxw nos euslos lie
transporte do semelliaiile artigo, conlrlbuija* con
-nbiaveliueule |>ara aballar osen preco.
Dr. Lardncr.
TraiuzidopeloDr. m. y.
Conlima.)
tDKIIBI'OMIEMl.S.
Tendo-me conservado silencios*. acoroaUai crlmi-
naroes preparadas ao rorpo de |iolca, |toibeiis des-
airelos, e auuaiilaudo a respeila\el dcUodo llhn.
Sr. presidenle da provincia para esclarecer ao pu-
blico imparcial as emaiiaces dessas queixas, nio do-
vo, nem de>ejo que fique em desleinoranca a aecu-
saejo. que me diiiuio o Sr. dopuUHM Francisco Xn-
rler Paos Brralo em a sessao de 9 do correnle, o
qual faz parle da commisSo em arregada de ev mni
uar la contas do mesmo eorpo prestadas a thcsoura-
lia provincial.
Atllrnioii eSM senhor, que rocebera na noile do dia
H em casa de um dos monibroa \a eommissao o do-
cumeutos (pie haviAo sido eligidos de ttiim na qua-
lidade de commaudaule interino do eorpo, < que
mo jiodcndo cniAo e\amina-los, proceden a esse
exatnciin dia immedialo, na secretaria da assem-
bla, cbeuaudo por elle a conbecer que eams docu-
menlos eslavam alterados, ou falsificados, teudo-sc
al arpado aliains recibos, os quaes por falla de lem
po para os encher, foram mandados mi hranen, (
quo lambem acontecer com as casas das observa-
<;es de var rela'oOmde moslra, etc. Em vista que, afllnnolio illuslre de(iulado, quo os obieclos
mencionados foram enlrogues cm casa Rcgo as 10 horas da manliaa no dia H do crrante,
|tor eu ignorar a /tnliiti^n da rommi"lo, i'ambeui
afllnno que essas a|tas ou falsilicac/ics nfto foram
feitnspormii.....em por individuo algum, quo por
ventura perlenca ao rorpo de polica. Dean raspn-
ahilidadc porem mo desonere dcsile que esses do-
niuieiilosperleiu-eiilisao archivo do eorpo, pasa-
i.iih i essas particulares, c a seren pal-mies a qual-
quer pessoa do povo, (pie os qiii/csscm exantiar !
Ksiou com a ininlia eooseincui isnola dareroor-
sos, oque protemlo nrovar ao rospalUvel publico
visla da docisftoque lomar o Exin. Sr. presidente da
provincia, que nunca peder sor injusta c contraria
ao que madnrnmeule pensa.
Itecifull de abril de 185.1.Jos Rebrlh l'a-
dittta.
parece o meo __.
convenante declarar ao publico [tsnar redar lodo,
qualquer junto desfavoravcl, que anWU rejfiotto aT
posla fazer, que nao son devedor dcisaqiurmia, eao
eorpo de polica nada deve. alem di- nimios favores
uncrecebide lod^osSrs.ofllciaes, espechlrtenledoj
mandante e nwjor, durante o lempo que alli
eslive (iroso, victima da mar- revoltantecaluinniade
bonwus perversos,-que sobro inim desc.ii
feitos honiveis qae nunca praliqnei. Poi .mente do
eorpo de noticia inda quando era curitulaiidaiilc det-
ico anana Sr. leueuie coronel Av-tenloCarnolro Ma-
Chndo llios nii'ii intimo amieo, sendo elle dosoncro-
do desso comando poidesidoneias poli Meas foi noniea-
diiparnosuh.tiluir i.Sr. Monlairovos.euaconipaiibi'i
ornen amigo n Si. Carneiro. lauto em SOM opinlfies
polticas,como itadoiNlssJlo.poisquodissoIvcu-se a4.
rwn|taiihin de quo cu era tenenlo: Iralei de apresen-
taras minhas conlas logalisadas, c tem documenta-
das, masoSr. Monlarroyos. que me era desafleelo,
ala os ipn/ recebor, c obrigou-me a romclle-lasn
as de fardameulo na importancia de
tule obtivcsenlenra a favor, como se
Jo documento n. I. baixo tratiscriplo, fu ando o
mesmo eorpo de posse das conlas do extincto nos|ii<
lal na niporlancia de IrfWHatW) rs. domnenlo u.
do que ludo |iTcfa a quanlia de f:.On(lo rs. or
so ainda cxislo na raixa do eorpo case documento, he
porque depois quoobtive a sen lenca junta, nunca
mais ufo restituirn), a|tezar das muilas e reiteradas
exiucncias quefir. E eis, pois. Srs. Ke.laclorcs, a
verdade lal qual be ; nada devo ao eorpo de polica,
sedovesse, ja ha muito loria saldado minhas conlas,
anda mesmo cuida do algum sacrificio, visto que
preso mais a minha repulacao que a propria vida.
Rccifc'J do abril do UiVI.Jm Conrittre* da
Silra. |
n lM)CrMEM'(S.
Diz Jos (ioncalves da Silva, quo para I.......le
seu direito precisa que 0 OWVMo dwle juizo, avista
dos au( provincial contra o supplicanlc, Ibe d por ccrlido
asrcs|>oslase senletira defolha-* 19 e 10.
o l). Kecife :> de abril de IKVI.Vrha Varal-
nuil i.
P. aolllm. Sr. I>r. juiz di feilos da fazrnda as-
sim Ihe delira.E. K. Mr.
s Pedro Jos'' l^ardozo, cavalloro da imperial ordem
da Rosne de Cbrislo, condecorado rom a medalba
de disliiu-eo tela independencia na campanlia
da llahia, e escrivflo dos feilos da fa/cuda nacio-
nal desta provincia de Pernambuco, &.
-i Certilico que revendo o-.mo-- de nolificacdo
conuninatnria da fazenda provincial, contra Jos
Qonenlvea da Silva, delles consta ser a rcrlidao |tc-
dida por osupplicantc na petico supra do (licorsc-
gainiet .
KIgne-soV. S.dfl mandar examinar pela rosjtecli-
va seccio as conlas rnnslanles desles aulos, e infor-
mar o que oornrrer acerca de sua veracidade exacti-
dao, alim deque pOSU despachar convcuieulcmeutc
os mesmos autos, servimlo-se V. S. de mandar ex-
|*dir osle ncaocin com a brevidade posalveJ,
Dos guaran V.8. RecifeW deabrllde I8W.
tiln. Sr. Jos Alaria da Cruz, inspoelor inb-rinn da
Ibeaourarla provincial. o procurador lineal, /ot
Bernardo Galtao Mmnfbrado.
Hemellido ao Sr. oflicial-maior (tara mandar o-
xamiuar. Thesouraria da fazeuda provincial de Per-
nambuco >\ de abril de IK.9.-Vru:.
lllni. Sr.--Ein cunipriiiienliMlodespacho dessa
ius|icc(oria de -J1 de abril do antnt prximo psnsado
priM-edeu-se ao exame nas conlas constantes .1 .- au-
los de que faz menean o doulnr |)rocurador Bacal n-
preaenle offlcio,e desta se vaoooei-agenle do eor-
po de polica JostioAcalvea da Silva, endo renebo
do as quaulias conslanles das COIIUH corren les, jim-
ias aos mesmos autos importante na quantia de rs'
3:4010320, despenden iiial quintil como se va>das
referidas contas crlenles e dos documentos compro-
batorios a ellas juntos, com o que me parece ler sal-
dado o seu dehilo.
< Segunda scelo da ihesonraria de fazeuda pro-
vincial de Pernambuco -2\ de agosto de I8S0.V- O
olllral-maior, Manoel Varneim de Souza I/i-
rerda.
hIIIiii. Sr.llandosoluco a eommissao de quo V.
S. me enearragou do examinar a eonla dooi-agenle
do eorpo do polica Jo lioucaivesda Silva, tenlio
de dizer que as arho dignas de seren alleudidas em
ronsequeneia de e.utlraltalauear fielmente a di>pe-
UCOm a receila dos obleetoaquo IhC foram debita-
do-.. D.i ropfa porm, do termo do exame procedido
m eaxa do respectivo eorpo, apenas as mesuias cun-
tas, consta, quo ao referido ex-agcnle foi enlre-jitea
quaulia de :8.":ir*7 i "i rs., para a manufacluraeao do
faldamentos, compras de bonetes, i\., &., O das con-
las correnles ajuesentadas por elle, que receben do
Ibesoureiroa quaulia de 3.4019330 r-*.. bsvendo por
conscguinle enlre as quaulias urna diflerenca de rs.
>i7,7")7"i.
Segunda sandio di Ihesourarla de (aionda pro-
vincial de Pernambuco lideoulubroda 1849. o
amanuense, AlexondrAmtrtootU Caldo* Brandao,
a Jubo por senlenca as cotilas tomadas ao reo -
vsla duque consta de folln 10, a folbas:!", e de fa-
llas.'19 verso, e folbas 10e cusas.
< RecifcSCdc setembro de 1850^-Ciwto/io M-
Ho i Nata mais se conlnha em dilos documentse
senlenca que eu OBcrivAO dos feitos hem c lielmente
lizco|iiar,evliahidosivisla dos proprios aulosauqua)
mo re|iarlo : vai a prsenla sem cousa que duvida
faca, conferida e concertada na forma do odv lo, nubs-
cripla e as-imiada ncsla cijjaile do llei-ife de l'er-
natnbuco aos lide abril do 185.1.Suliscrtvi eassiu-
uoi cm fde verdade.Pedro Jote Vardnza.
< iiiin, c Exm. Sr. praaidentOoDIxJosGoncal-
vea da Silva ex-ngenle do eorpo de policia, que a
bem de SCU dreilo, precisa que V. Etc. se digne
mandar, que o Sr. command inte interino do eorpo
de polica Ihe atieste ao pd'csle, a importancia da
quaulia das conlas do extinto hospital do mismo
eorpo prestadas [icio suppticanlc, na qualidaile do
aycnlo, desd>odia Jdemaiode 18,8, al 16 de
agosto do mesmo auno em quo foi dentitlido por dis-
solucAo \\ f.-> eompiohla a que pcrleiu-ia, Bssim
como se OSUppJicante leudo prestado as cotilas do
mesmo hospital, Ibe foram entregues recibos, ou
documentos do valor das ditas nulas, finalmente
que o mesmo cojuiuaudanle aliaste ludo quanlo sou-
ber relativamente as coutas (iresladas pelo suppll-
canie quando agente: pelo quo pedo a \. Bxc. assim
ornando.K. It. M.Jiur GonfatM da Siha.
Recife 8 de abril de 1833.
a C-crlilique-se o que constar do archivo. Palacio
do goverao de Pernambuco 9 de abril de I8.VI.
Ribeiro.
a Cumprindo com o desnaeno supra do lllm. c
Exm. Sr, presidente da provincia, cerlilico que Jo-
s (lonealveada Silva, exigente do corno do mou
Interino rommando, em virUidoda se haver dissol-
vldo a ." companhia em 188, a que o supra men-
cionado agente pertencia, prcslou conlas fagaea ie-
laliva.-ao extinelo ho-|ulal do eorpo na iui|Hirlaiicia
de l:01H:>.S0i>., as quacs fnram remellidis a llie-
souraria, diqiois de seren llsealliauas jm'Io eorpo,
isUOdo-sc-llics todava os recibos das necessjuias
contas: cerlilico lamhcmqae n.olho foram lomadas
as conlas de fardameulo, por as n.io querer lomar 0
ailo cnmmandanle do eorpo Fernando Francisco
de Aguar Munlarrvos, o que leu lugar ao mesmo
ex-annte Silva as fosse prestar em juizo.
" Nada mais conslii dos asscnlanienlos cxislcnles
n'esle archivo.
Seerelarta do commandn interino do eorpo de
polica 9 de alud de ISVI.-Josr Iteh.-llo l'adilfrt,
counnaudanle inlcritio.
qualro irme deram nasopullura,
la que mais ru. irlos Mairlnk. sena-
do Imperio ; Franctseo de Paula Mairink, l-
enle coronel de cavatlarla;, nai de Jos Carlos Mai-
rinck, negociante bom onlieoldo nesta pracn ; .
Auna Ricarda deScixas Mairink, casada cora o c-
pttiode -avallara Valeriano Manso da C-osla Res,
lequem&lo prenles prximos, os Sis. Savo Loba-
to ; eEmcrenciana Evangelista de Seixas Mairink,
cabula ron o coronel de cavallaria Carlos lose le
Mello. A que he objeclo da presento memoria cslcvc
sempre ao abrigo de ndssas lias c lit o niareclia-
Joflo Carlos Xavicrda SilvaFcrrflo, aoe a didxnu por
sua herdeii ,i. Prescindindodos arroabosdiiumamanl
lapoela, Mara Dorotliagoxava osfros;de mn.\ com-
pleta belleza. Erado estatura mais que mediana,
esvcita sem ser magra, alva de nove, focos do rosa,
olbos negros c* grande,boceo pequoua e graciosa, or-
nada do bellos denles; inadciAs de chano que se
enrulavam tialuralmenlcem lustrosos aunis sobre
uina fronte do branco esmalte.
Meus louvores devem sersuspeiloi ti vista dosla-
osdo sangue que 15o de per I o nos prendiam, pois
somos (libas le duas irmaas; mas, anda uuc |>oetisa(
sou verdadeira, e posso atllrmar, por minha fe, que
o retrato que delta fes Gonzaga, he lio eiaelo que
nada deixn a dizer quanlo ao pbysico ; so acresecn-
tarei que Mara Dorolha ora dolada do espirito vi-
vo o elegancia natural; linba bons ditos, respostas
promplas e adcqiiadas, lembrancas felises quefa-
ziam aprceiavel sua convcrsacSo, sompre aduliada
desse sal allco, que lambem a la/u muilas vexesJc-
tnivet quai.il'> propemliapara o sarcasmo, que prali-
cava com a maior gracx c llrmeEa.
Itcpois da morleue nosso lio, comecou a viver
i-o lada. c algumas pessoas que desojavam conlicco-la
crem obrigadas a procurar prolcxlos.e mesmo estra-
tagemas, c nem Indas conseguan! o Mo.
Assim pawou Mara Dorothen os ltimos annosde
sua longa vida em pralicas de devncfloo caridade.
doce recurso do nosse sext quando foRem as HusAes
da mocidade : comtiubi, ella liulia sido sempre ro-
ligiosa.
Ilcquanlopisso dizer do minha fallecida prima
|ns n.lofuiainda instruida drsrrcumslancias da sua
morte, que devem ser as ordinarias em tima pesssoa
la sua il.i'ir.
Vos oulros apaixonodos de Vonzaga.quc l.m
leudes inlcressado c enternecido pela calaslrophc
lseos desaforlunados amores, rrcobeiesla nohcia
liel sarecordarao que lauto merecemos desgracados a-
ni.i ote s:
.mortede I). Maritt Ihirothrade Seira* Mairink,
Essa belleza, que immorlalisra
lo mais torno amador a accordo Ijra.
Essa Marilia de Pirreo querida,
Cessou do respirar !.. Ja nao existe !
Oerrram-se essos olbos |wlerosos
Que inspiraran! lo doces pensamentos
Aovle dedicado, o inda nas sombra-.
Da esqualitla masmorra illuminavam
Dcoraciioea monteallribulailos
Da victima infeliz da prepotencia ;
Onde instruan de amaros* imluslria,
Tinlae penua fon non le especie nova,
Para csrrcvcrusua beinamaila,
E con. traeos de fogo assim pintar-lic
lie scu infausto amorloaa a vehemencia!
Eoslc amada, Marilia. esc o leu iiome
A par de Laura e Hcalrizrcsfta
Noorlte lillerato; se inlcrcssa
Tou destino aos moraos, a amor o deves !
O amor de un vale la |ioslerlade,
K anda mais, se as dcsi-racrasoscllram !..
Ilirceo o linba lito, inda no lempo
Ib* sitas maissuavei es|wrancas,
Nesta lv ra ln simples, lao sincera,
Tocbeiadeconcetto o le verdade !
f Minha Marilia,
Se leus belleza,
l'.i nalureza
IIi' um favor :
Mas se aos vindouros
leu nomo passa,
Ileso por arns
Oo Icos do amor,
Oue lerna luflamma
A monte 00 pallo
Do leu pastor
Fosle linda, Marilia. "oslo amavcl ;
Possuias mil dotesagradaveis;
Maso lempo Ierra morgulhado
Nosab)smos do eterno esquecimentu
lodos esses encantos, xe os suspiros
De um vate apaivomulo, mudulados
Ao palhelieo si m da branda Ivra,
N.bklivesse (ou nome elernisailo !
A dcsxentura aviva-Hie a memoria ;
As desora^aa de amor sao mais loranlea:
Abailard e llloisc soro sempre
Objeclo-, de piadosa Minpalha :
Assim do leu cantor o acerbo lado
Se nos anlolha, quando contemplamos
Nosso veo morluarlo, que le cnvolve,
\a mudez di.'ssa loust que le esconde
Aos olbos dos moraos, nrio memoria:
Ouo omqjuanln Iwuverom oorac^es sensives,
Amor e|Htesia, OSflratoa llonUM
DeMarilia c Dirrno-^serao lembrndos,
Sen amor o rieagrarasmemorados !...
Beatriz Franrlsea.ee asfi Braudo.
CARTA DOBARAO1 DE KIKIRIKI. EX-DEPI
TAI"), A SI A ESPOSA A BARONEZA DO
MESMO TITULO.
PWBLICACAO' 4 PEDIDO,
Faxendooo no iilliinn numero h.
Uni&o de 9do corrente, allusOei mu -
l'riisiv.is a nii'ii lilil, (i Dr. Juiii|iiiin na
Auuiuo Fonieca, devo declarar que lio >-a-
lumnioto iiiclc. quanlo i mim so pinuui re-
ferir. Recife II de abril de 1863.
Tlioma/. lo Aciuino Fonieca.
\ VRIEIURES.
MARUJA lE IllllCEli.
I). Mu.i II.....llii' i tic Soixiis .M.iirink fui lilha do
I). Mara Drolhoa dcSelus Frreo, c do capillo da
eavallarii H.illlui/.'ir Judo Mairink [) a neta ilo le-
nciilc-Kcncral licriiiinlii ily Silxa Korrili o sna mu-
Iker l>. Fraactaa de Bela ila Paineca UoriicTevo
M'ii primo Jos cMou
('.'nina menina mal bella.
.Mas .listc/.-s.. I.,..,,.1,'lla;
llissi'-lli,' aili'os! aileixi.ii!
DepreaM so enlasliou.
Toda a nonio que pronta
Un conjugloa aacra r,
It.itliuii do iiriuM Jiiso :
Pulido a inilirc rronliira
Totas i as da aniaraura.
III.
Mea primo Joa, karoa,
lio rapai: issn lio asint:
Piilni saliia n laliin ;
Nao ora nenlium poholc,
l.i.i o Cornclio Neuolo.
IV.
Ni iBirla foi roa fui falo
IV liatina arro'-.ii.aila;
H de pirra acalilada.
Don itiuis marroi nn heilel,
No pddeaer bacliarel.
V.
II primo Jii-i- tu em,
.Viim abrir oreeharil'oIlHW.
Vende sooeln a iiioIIhm;
lio puola tlionlral;
PaaM bem, nao llio vai mal.
VI.
Ilns artistas fomoas, ni
Monranlnr vitalicio;
Aunaucia u beiieDclo
Nos Jornia ns mai. a
Al rediga oacarlriei
VII.
I. ni oniraiia noalhealr
(.ulimnns [mi IHMBI ras
Ksitcvc rticos rasa
Sobre nlereseea malcrl
t.)no vend' para mlorn
VIH.
.Mou primo JW fii pni,
lbffWlieaWonJSd,,
(.niiot'ila. hachi', loni. i. .
M.-ll.- .Ioiis |.-M. n-aZ.'^*
E aiiiiTmc iM'iiVf,,,,,,,;,^
Mou primo Jos la
Nogoceii cnifiiil
Cliariila nu. bofa
Jaula ai|iii, jaula
I i a vida me
A lal bella compnilicira
Toma lialila, a raudo aaneira.
y no fierra m Kres haniaaos
lio parir todos ns aniu-:
\V
NC'80 caxvn ll xai tmln,
Tudo o que Marta llnn !
A ramilla se augnionlnu '
II, ra|i.i/i's|iodolll pao I
lio fatal sorlnuai.iln.
XVI
Olhe, menina, lia mulliere,
Que milito liem se ilijpeiisaui,
Quo su sonliam, que w pensani.
Em bailes, tlicalros, modas,
Em liaiilius, Uios, cm sodas.
XVII.
Mullieres com osla, baldas
Fazem mais mal do que bom ;
Quem por peccadosas (em,
(.onsumo Indo o que gaulia,
Tildo o que pilha, e que anaulii.
XVII.
Mullier idosa lem sempre
Enrbaqueca permanente.'
Cada mea Ihe cabe um denle !
0 rap Ihe tuja a venia I
lie Ir-iiimn, be rahngenla.
\l\.
Nao lia, prima, mullier nova
Oue o son nervoso nlo telilla.
E nao queira que Ibe venba
(Idootor todos os dias,
Vis nunli iimiiu'iiIi's, un frias.
XX.
Oih'iii por desunir se rasa
. Com mullier qupebeira a sania,
Quojejua, reta, cania
De joelbos pelos canlos
A ladaiiilia dos sanios.
XXI.
Com a mullier, que lem sem|iro.
0 scu cerlo confessor.
E ardendo em divino amor,
He ii ni.i.i da confraria
Do Corarlo de Maria.
XXII.
Ouem se casa com laes Imitas
lem vida de purgatorio.
VA na casa um dormitorio:
Quanlo se pode pilbar
Ao conlcssor l vai dar.
XXIII.
lulo, scnliora, nlo di/.
Hcspcilo sua pessoa.
Keciiiihoco na baroa
A grande mullier modelo.
Basta i vor-lbe o cabello.
XXIV.
A respeito de mullieres
Eu sou um genio mui raro.
Sempre tivo grande faro.
(I inellioi- rao perdiguenn
.Nunca tove mellior cheiro.
\\V.
Son nn barra: vendo -.na
( licir.i-ine logo a mullier,
Arredile se quizer.
Mas saiba que sou aulor
Nosles negocios de amor.
XXVI.
Eu fui um gramle raliu
Nu ilion lempu anliiio, e belln.
Iliju e-luir jie de i-a-lollii.
Dcuei osorvico activo,
E si do passado vivo.
XXVII.
Meii primo Jos foi lulo
Em se rasar sem vinftni.
yuein sobcraiiitos nao lem
Nao se melle cm dancas alias,
l'ara nlo sentir as fallas.
XXVIII.
Deiiar a sua mnlher!
Abandninra pequea!
Mereria gola serena I
1 lu pelu menos provar
1 na lusso pulmnnar,
XXIX.
Pelo que me diz rosneilu
Dir-llic-be que fui feliz.
No rasaiiieiilo que liz.
A minha cara barda
Deshauea qualquer pessoa.
Eu lambein rumpro os dexeres
i.iuo me impoz u malrimonio.
ijuandu me lenta o demonio,
.IhrriiHiilto, digo eu,
l'ogc o bicho; o campo be meu.
I Hraz Tizanti.
COMMERCIO.
i'HACA lid KECIFE \1 DE ABBII. AS I
MOKAS DA TARDE.
Colares olliriaes.
Cambio sobre Londres a M \\1 d. a prazo.
Hito sobre dito a -JH :i|i a dinlieirn.
Compra* le mimar.
lira ico snmenn a I9HIK) rs. por arrulla.
Mascavadn escollado a 1,-mi rs. |H>r arroba.
Murcavado regulara laiOOc IMIOrs. por arrola,
AI.I'A.NDEA.
Ilcidiinonlndodia I a II IISHWOM
dem do dia Si.......17:ttl:iilil
I30:7li!>till
Driaiiirgnmhnje 1:1 de abril.
Ib iguc americano Fninj fnriulia de trigo.
CC.NSLI.ADO .1: H XI .
Koiidimontiidodialall .... .10::l(i!Wl.V'_IJ
dem .lmli.il->....... 'Ii.kI.Ljuj
(J:liMtjE|
Rend
dem
DIVERSAS PROVINCIAS.
ralo do dia I II .... I:39i|7l
dia \i....... I.V9
CONSULADO PROV.!*.;-,'...!
J,limIji,!iTIn-iioTlt TV......
I:.ll!a
:9rt}6l|
MOVIMENTO DO PORTO.
N/nVn lakUat iirnlia \i.
I iilui.iilh briguc belga flo**ule, capitn J. .lu
Rievcrrs, carga assucar.
Canal 11111.1 nnruegiienie Frderik /V./n/wrrfi
enjilli A. .lensen, cirga a-sucar.
Ilavaua os, una hos|ianhula Caletre, capilAo Jorf'
\ riiliu.i. carga assucar.
~EDITAL.
fifi, ftnhlvlnrt'*. I.cinlo 0*0 l>i(tli<- ll. 77 ilc 7
I" oorranlo enamlrei uo expediente do L'uveruo um
oillrin fio eamiiiaiutanle hIitim co eor|Hi de inlicli
.liiiuiilo.hi djffuu Exin.Si. lambiente, utompanlia-
ln de mu-i rt'liiro nomlueidoj offlcuMtf do n le Ule
cur|w qie iii'M-m j .;ii\,i da rai-ikunenl divenai
qumitiAH. e beni tmim wlnw quoj* nlo perteoeeiu
* It.illhii/.ar Juo M.inuk. DHcido un llio de Jl-
iii'in, era fiUw le Antonio Carlos Marink, ecilc l-
IIm di- Baltlun ir JoSo Mvtrioki deicendpntede unu
illustrc familia diwl'ai/o^ llaivo?, Iiojo DrlgicA. Ida
commaiulaiito lo una trgala:, qii.imlo pwMMJ ao
vUjocIo PorbJKQl,e cawu-ae com uina scohura ri-
ca di Hha to Faal: morrea acodo chele de dfvMTe.
Scu in'io ilo mesmo nomo c lienlcirn de naMgraiHle
Corintia uonuorledL' seu \>\\, \tor. una compendia a
-na evita. l;i tjsal foi capilao, qoaudo Foi rrdo o
rcuinonli) Ir avall.iria em .Minas. CasOU-sOBOl D.
Frauciaea .\<-.. lUha da oeneral Bernardo da Silva
IVii.hm. que.....non -eioliiMWMiiadt.i da pruviuria
de Mm.i-. I'V/ diirn eamnanhaa no Rio(irande sol, ni retomado em leiMole-eonMieJtp&iloemdufl
loorreo. Vo/a da rodturao dej/e Ui>tri<>,
JvMmroa,
Porque mcu pi
Que Uo boi
lei\iMi a sua i
Franguinha <
A' \ Uia di
Bem rori|ii-|
Viver nao
Anastan
MUTILADO
iein
ivn
0 JllM',
olio he,
ade,
idade.
a barda
quo o raixaj
lia om paz
ii bem, ou nial.
u ronjuajl,
\ll
reconlircn
lu'iiiiu lie sagrado.
UO llC jllu |"'-,uln
un i esla nincu,
r-|iinlia. Den u.*m.
XIII
a la de niel
aet geilo lem,
ndoo |K'ipienu \ini.
ilaos calefiosilo rao,
.nnni as a/.as, who.
\l\
acaso i.... ilo-:u
Manoel Joaquim da Silra fibeiro, Final <'" l*'f
gaezia ilr Santo Antonio do termo da cldade tk
llecife, etc., e/e.
l-'acn pulilico para o ilovidn rniihccimento us ar-
liaos abaixo Irauscriplos das |iosliiras niunicipao
em vigor.
TITULO 9.
Arl. 6. Ningucm a cavalln|inilora aalnpa
correr pelas ras c puntes da cidade, Bacal
dcuancas montadas c nlllciaes cm servicn;
na de parar 8*000 re.
Arl. 7. onliuin carro sera cniilu/ido ar
uasiHintcs: os cavalloi dovcrAn ir a pequenn I
o nas ras nAn pudeiau ir a galopo : os inTrac
oran mulladns ein (igUOOrs.
Arl. K. A'imite nenlium carro doixar.i di
/ir lanlcrnas rom luios: os miradores serlo mul-
tados om KgOOO rs.
Arl. 9. Nas mas ou limares da cidade onde
hniivor lama, ou auua ompocada, os cavallosirao a
liasso : os miradores aerao multados ein figtH) rs.
E para que scinelhanlt's arligoa iiuiham a devida
execuclo, lavrei nprcsoiitc i|ue sera publicado pota
imprema.
Freuuo/i.i de Sanln Antonio do Recife -M ic mar-
co de IRVI. Manuel Joaqmw da Silra Hiten".
ol, P<
' ti
;i
I
u
ni
VI
S
0
ii
il
ir
DECLABAQOENS.
O coiisollio administrativo cm virtud* 'I
loriadlo da ivcaideuria, ein ollicin de K d ""*;
met, lem de comprar para rorneCiroenlo do arsenal
do silerra, os objoclas soiruinles: 3.W caadas oe
ai'ilr decarrapalo. :lll o lucia ditas de ruco, II *
de velas de carnauba, :lli 1 de linde alamlao,tidu-
rJa. do pavios, 30 resmas'do papel almaco '""""
ditas de |icso, 300 pcuiiH lie esrrcvcr, :' p"*
le tinta nrola, !0 mnssns ilenbreias prelas. I iIii/ms
delapis linos, I a ile .iranio de latan surtido. "-
xa- de rnllia de llanilii's iluluailii-, '-' ditas lili'
As potOM 100001 ronvier g venda de laes obicr o",
i|iH'sonlein as siias |irii|iu.las om cartas fi-rliaiia-.
icomuanbadm dM compelenlcs iimoslras, na erre-
,u ii JO i iiiiscMiii, eslalioleiidu no arsenal de lioen
lis 10 horas da nUNlhla do da IS do rorrrnle me/
siecretaria ll........seibo admini.tralixo, para torin
u'iilu du ars.'iial do guerra 11 Me'abril de IKV)
Jo.i- /,' 11,-ilu tni/lr. Col'uui't prosidonlo. lili)
minio Fereiraio (-'armo Jnior, voftale secreta'
O coiisellio administrativo, em virlude da *
--''---^-aBBeaea--

!
N
T
0
g
VI
le
9"
le- *
di
J
di
lo


asa
tensarn ila presidenrtaiesieudesiia*hqj,jle2l'
marro, Icin do comprar para forncci......do que o ar-
senal do guerra rom de fazer ao \. blall*i de artl
lliaria a p, osobjcclos segundes: KIO pares de S-
palos, 404 esleirs'de pnlhn derarnauba, ">1 rosas
do hulos d'osso prelos, 2fi ditas do dilo- broaeos, As
miarle taesiibjeelosapre-
rnlriu as sua* proposlns em certas lechadas,' ncom-
p.odiadas das rompctonles amostras, na secretaria
doconiellio, eslaboicridu no arsenal de guerra, es III
llorada ni.uili.in do dia 18 ilu eorreule mez. Scrrc-
laria doconselBo administrativo para [brneeiincnto
da arsenal do guerra II de abril de 18X1.Jmi de
Hrilu Ingle:, corono! presidenteUrinaria Pe-
reira do Carino Juninr, vogal e secretario. *
O arsenal re marnha compra, para as obras
ilo nielliuraraenlo do porto, candas nova ou usadas,
ora bom estado.
O arsenal de marinlia admille, para ai loa
obras, offlclaes de pedreiru e srvenles llvres.
l'ela subdelegada dos Afogadosso faz publico,
ip>i' se arha reeolliida a eadeia desla ridade, urna
prela de nomc Adriana, crioula, que confessou cslar
imada da ea de seu senlior ha mais de um niei, o
ijual he morador no engenbo do Poco, frcgueiia do
.s. Lourcoco da Malla, cujo senlior diz ehamar-sc
Joo dos Sanios Rodrigues: quem se julgar com d-
rello a mesma, comparcaa 'ueste juizn, que pruvan-
iln legalmente.lhc sera entregue.
O arsenal de mariulia contraa com urgencia
liara as obres do melhoramenlo do porto, o forne-
riiucnlo de cal preta, medida que se Mr precisan-
do. As petseas que qulzcrein fazer scmelhante ron-
lulo, coniparecam na secretaria da ins|ieccao com
as suas propostas.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
iiii\nf'FiimiKuiiiii.iiF,s:.->.
28. RECITA DA ASSIGNATURA.
Itepoisde brlbanlc ouvcrlura, subir secnao
scnipre applaudido drama
0 DESERTOR FRAMEZ.
I'ara que o dito drama v representado com todo
o apparatue esplendor, a croprcu cs|iera anrescnlar
no secna parle de um regiment o una banda do
msica marcial.
Principiar as olto horas.
t)s liillielcs acbam-se a venda no escriptoriodo
Ibeatro.
_ fallai ao Sr. Alejandre Francisco
. (libo do Si do Sncra-
loqual rogase ilc aouuriefar aun morada
o llio fallar a negocio de seu oleresse.
Anda se prerisa de moa nina de boa rondiirla,
para servir duas nessoas oasadas, paga-se hcni: na
ra do Horlasn. 112, penado aos Mnrlyrios.
"Roga-se no Sr. I. A R. e obsequio deirou
mandar pagar a quaulia de 288920 do duas letras
Snc areilou na roa da Cadeia dn Hecilo n. IK, cello
r que no o nao lzer te de ver sen nome por
extenso nesla Tulla.
Precisa-sealugar una ama Torra mi captiva,
que saiba cozinharc engommnr hcni para urna fa-
milia .-trangeira : na Passegem da Magdalena, si-
lio do Sr. ti oeri a, aonde os pYcleudenlos devem ap~
tiorecer ale- as 9 horas da roantia, ou depon das t
na. da tarde.
SORVETE AS I HORAS.
Na na da Cruz defronte do rh.if.iriz rasa n. 17,
primeiro andar, llavera de boje em diauto pelas 11
oras do da, e as 7 da noite exfolenlo srvele de es-
colhidasfruclas.
Prcrisa-se alugar um mnlcquc ou negra qoc
saiba cozinbar: na ra do tjueiinado n. 51.
O llieotirciro ila lotei'iu de Sun Pedro
.Marh r de (llinil.i avila ao rcspcitavcl pu-
blico, tjue etn lotet-in corre impivtcri-
vel mente no dia 15 lo frrente, leja pial
for o numero de liilliems que existam
nesae dia por vender, nao' eximiendo
ao valor de rineo eolitos de res.
<0\S| 1,1 (Mili IIIIHIIIIII'UHIO
AVISOS MARTIMOS.
Para a Baha vai saliir com a manir
lirevidade pouivel o ltale nacional A-
tni'lin : para carga e paesageiros trata-
secom Novae&C, na ra 00 Trapiche,
ti,.*.
Para n Aracaly sabe com milita hrcvidade.
I por ja ter parte da carga prompta,o hiato Anglica;
para o resto o passageiros, Irala-sc na ra da Cadeia
do rtcctlc n. 49, priiiiriio andar.
Para Lisboa o lirigue |kh lugucz /'ajante sa-
lir iinprelcrivclmculi: uodia 211 de abril : quem no
[ inrsmo quizer carregar ou ir de passagem enlcuda-
iiii os consignatarios I. de Aquino Fuuseca A
I Filbo: na ra do Vigario n. 1, primeiro andar, ou
| rom o capilAn o Sr. Manoel dos Santos, na praca.
A veleira esruna (alante Maria segu uestes
dias para o Itio tirando do Sul, locando no Rio de
I Janeiro; recebe smenlecsrmvos a frote,para o que
eflorece os niclborcs cnminoilos; Irala-se rom os
I ronsianatarins, na ra do Vigario ll. 4.
Para o Porlo -alio iinprclerivclnienle no dia
| 21 do rorreule a barra porlugueza Olimpia, p.n a o
da carga c passageiros, para os quaes ollcrcec
I o* melliorcsrominodos: Irata-se cora os cousignala-
i I liniii.i' de Aquino Fonseca A Filbo na ra do
I Vigario n. 19, prinieiro andar, ou com o capitn na
prara.
PARA A BAHA.
Pretende taliir i'om lirevklnde o novo e
| veleiro liialc Sito Jos das Taipas : pu-
no Mallo i ,i ,,... comarca do l'j
Siqueira Cavnlcaiilc d consultas o m
nlos gratis aos |Kibres, todosos dias
da manhn a I da larde.
NTCOTT
CIDADE.
Paulo tiaiguou, dentista receben auna ilenli-
frice do llr. Fierre, esta amia muhecida romo n nie-
llior que lein apparecido. ( e lem inuilos elogioso
senaulnr,) lem a propriedade de conservar a horra
rheirosa e preservar das dores de denles: lira o
goslo dcsagradaxcl que dii em geral o rbarulo, al-
giunas golas desla u um copo d'.icua sao sullicieu-
les ; lainliem so achara pi'idenlifrire evrcllentc para
a ronservar.i dos denles : na ra larga do Rosario
n. 116, segundo andar.
Precisa-se le olllciaesdc iunileiro:
na ra Nova, n. 38, dcfroiite la Con-
ceicAo.
CONSI I.TORKt UOMEOPAT1UCO
GoMBl Itimonl, profissor de honieo|ialhia
pola esrola do Rio de Janeiro.
dar coiisullas yriilh aos pobres I
uleis, das K hornada nianba ale
seu consultorio, ra da- Crol
ra a earira lrala-e com os oongnAtariot
I ii.i ra do Trnpiclien. 40primeirnandar.
Para o Aracatv segu no lim da prsenle se-
liiiiuiaohialef'ii/irtifii'ioe, mostr Antonio Jusi; Vian-
para i ,ina c passageiros tratare Da ra do Vi
i nrio o. 5.
O .V. i. ti. I... lenha a bolidade de manda
iagar a quaulia que nao ignora dever, desde i de
nilnnli' ls.il, do conlrario ter de ver seu noinc
por extenso note Diario.
A obra do hospilal Pedro II. precisa de sr-
venles, apaga a Mora., proferiudo-io oallvros.
No eaeriptono terreo da ru da Cruz
n. 23 acha-se u deposito do melhor rape
e ornis acri'dilailn, de Joan Paulo Coi"-
deiro ilai'idadc do Rio de Janeiro
as caal em meiai lilirns
venda; este rape pela alia Ireseiira enro-
ma aue conserva, Ahui lainliem por ser
o man imitan te do de Lisboa, lem mere-
cido grande aceitaetoeadiniirido tola a
jirelereitcia aos di'inais lubricantes lieste
imperio.
SI'IMll
para Dielliot
com assi'io e perfe
S n. 15.
subdilo Porlii'-'ue/, VSO
LEILAO'
Quinla-feira It lo
eorreule, as II horas da
manliaa, nagento Aulii.
nes Tara leilao de trasles
do Indas as qiialidades
novos c usados, e uniros
inuilos nl.jr.iii-. assini
romo tara lamben) lei-
ll.iode alguns escravos de amlms os seos c do diver-
Isasiilades, no seu armazcm, ra da Cruz, n. -'i,
Lava-50 e eiiuouuna-se
no pateo da Hiheira de6. Jo.
Jarinlho Pavodo Reg,
a Rabia tratardoa mu negocios.
Precisa-se de 2boun*ns foiros un escravos para
sen......nipreaados em um sitio mullo porto desla
girara, sendo um para pasturar aliaiuias vanas e li-
rar o leile, c oulru para compra e mandados a ra :
a Iralar na roa da Subulado, casa u. 12, roiifronle a
venda do Sr. .Machado.
O ndvogado Cypriano Kenclon
(iiedes Alcoforado aelta-se resta)>clccdo
de seu inconnnodo, ^ contiuiia
icio de sii.i ptoliss i
lidencia
no e\er-
i'in rasa de siia rc-
.\ova o. i i, primeiro
Alugu-se una arma/nn r ni
andar na na do l'ii'.nitamenlo, niitilo
ptWi>iiiO leeimento: a irai.-u- na rita da Cadeia do
lccii', u. 23.
AVISO AIISSKMIIIIIKS DE ENGKNUO.
Alenlas as grandes v.iulagei na moa
caima, provenientes de ler ns lambona das iiioeil-
d.i- pcrlcilaineoli' lonicailn-, o ahaivo assigoado ro--
peiiuoinenie|iMnl.ia aoaaenhorwde engenbo, que
na sua fuiolirao de ferro eui Pora de Perlas, so pi-
do piil'eilainonlo tornear de novo uinjogo do tam-
borea, e aparare i-ndiioilar os denla da- cairelas
com tanta presteza, que se pido entresa-los no nies-
lo.i di.i, ovilando-sc a-.ioi o iornnu'nionlo da demo-
ra dos carros o o empate da moagem ; assiin como
ipn; a iiic-ma f'tiuili^at>se nrba scnipre sorlida uno
sii de novas moendas de diversos lamaiibos e moli-
los, senao lambeni de realas dentadas, tanto para
agua como para animaos de talas as pnqiorcAes, a
saber : volla por volta, volla e quarla, voila ler-
ca, volla e mein, duas, Iros, quatro vnllas, ote,ele,
e portanlo qualquer senlior de engenho que-
i .n.l.i acrelerar a sua nioenda, altm de moer mais
eanna nomesino tem|H>, ou retarda-la, aliiu de es-
prcmer mais liquido da mcsina caima, pilo sein de-
mora escolher as rodas comjielentes. I;undii;ari de
ferro, liorna do llriim, passando o chafar i/.D. II'.
fowman. engeuheiro.
Paulo Gatgnon, dentista. g
Podo ser procurado a qualquer hora em S
ua rasa na ra larga do Rosario, n. 3
n 30, segundo andar.
i& S8&&ss,;Sv mm&m&mt
Aluga-se um csrravo cosinbcirnilesilc as 8 ho-
ras da maiihaa al as II da larde : quem dellc preci-
sar, dirija-se a ra eslreila do Rosario n. MI.
Perdeu-se. ila roa da Sen/ala Velha, boceo
Largo, Sen/.da .Nova, a seguir a rim de Apollo al
a do do IImimi. um lenco de ra-si lisa, lodo borda-
do e rom hiro, lando no meio u Iniciaos F. P, H.
quem o livor arhado c o quizer restituir, levando-o
u ra do Hriim n. JH, sera recompensado.
Emilio llaiirb, relira-se liara lora da provin-
cia.
Na na do Sol n. 9, vendo-so urna preta criou-
la, ainda iniica, sabe hem eoziuliar, lavar, vende
na ra, nao lem viciu nein acbaipie. oque se aliau-
c,a ; e lambem so vende um plano quasi novo, ludo
imr proco con.....ido, por seu di..... se retirar para a
Europa, das 7 s 9 horas da nianhila, e das > ns 1
da larde.
Preeba-aa alagar um
peque.....e que esd'ja hem
sondo perlo da prara aindi
nao teja de mullos conimod
quemo livor equizer alugar
curado.
Antonio Jos Pcreira do .Miranda e sua -eolio-
ra, vilo a Europa.
JoaoJiwda t>p-ta vai a Europa.
forma de um qiiadradii. perdido da Trompe al a
Soledade, oda Soleiladoal ao paleo da Santa tan/:
quem o arbonquer udo risliliii-h, leviMia Iravcs-n
da Treape n. 99, que se gralilicar.
Prorisa-sc de una ama pV o servico Interno
e evleriin de nina casa de hiimciu solleiro: Ta prara
da Indepand......ia, n, .l.
Na imito de 9 do me actual, desde o Ihealro
de Sania Isabel at o arsenal de inarinha se eslraviou
um bnlhaulis^ncaslnailoilenlindoiimhnlodc cami-
sa, mas sein p, quem o nchoii e qiicrcndn resliloii
diiija-o ndito Ihealro eprocure a Anlonlojorgc
qui'^era gi'iierosameule recompensado.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
Nova, n. Jll: a halar na hija do me-ino sobrado.
Quaila-feira l.'l do rorreule abril; ha arroma
tacan em iillima praca de mis movis porlenrcnlt"
a Jos I-iiiiiiii,, Alvosyuinlal, o-ipines oslan no de-
posiln senil, por oxecucao de JOlO llnplisla PragOXO,
a arreinalacao hedepoisda audiencia do film. Sr.
Dr.Jns Ravmiiiulo da tisla Monezcs.
Precisa-e de um pequeo para raiveiro de
venda: no forte do Mallos, ra do Codorniz ll. \i.
Iloscja-so fallar rom os lillius do fallecido Isna-
rindo Uiuoida Sarinho a hem de seus inleicsses:
h.i na da tiloria n. 7il,ou :.....iiuci.....suasninradas,
ti ahaivu assiguado (/. piibliru que leudo re-
rcbldu em pasuueulii um val da quaulia do l'H>?.
assignado pelo Sr. francisco Tavaraa Corrc......"i
de marco proviuio pa-ado ; sendo que dito val se
de......aoiinhasse, nao ohstaule o Sr. Correa me em-
hiilcou de dita quaulia. por cujn molivo tica sriu
ell'eilo alsiini dilo val. raso appareca em qualquer
lempo. Jua Martin ie Horros.
ti visarioda freene/ia de San Jos lem em sen
ler mu brinqulnho de miro pon um inii-quilinho
5

-
sitio que nao seja mullo
planudo da frucleiras,
i ineaoio quando a rasa
s, o que nao se ovige:
, aununrie para ser pro-
CONVITK.
A artujl ino-a regedora du Glorioso l'.m archa S
Jos da Asoma, creca uu convento do N. S. do Car-
cidaile, lauto de Iralar do objeelo inleres-
sinle aoini-siuo S. Palriarcba, desde jn convida a
ra -i' i.....drol......i
ral oo din 1:1 lu cumule pola- '} lim.i, .1;, Humilla,
alim ileso pudor delllirrai i,un tfkthi no que me-
lhor coima.
CONSOLADO DE POIITI.'CAL.
No dia 11 dororrenlo, qoinlo-fttira, pela- 1 I, i a
da larde, na jiorla do lllm. Sr. loii do ausenli -. mi
ni.i ilo Mollas, SO lU de proceder pul parta desle
consulado A arreaialai.ab em bola publica de duas
e-cravas, una por mulle l.udoviiin (menor) crioula,
enulra por nomc l.uzia mal.....le naro, perlen-
ceutes a heranc.1 do Uado subditit portiisuo/ Se-
ha-t ln Jun Coelho do Rosario. Consolado do Por-
tugal em Pernanibnro ana II do abril do IK.V).
Joaqun* HaptUta Moreira, consuL
AVISO AO PUBLICO.
I'rinciiialmeulc aos foriiecedores dos bospilaes,
que na ra eslreita do Rosari.....II, deposito das
bichas hanihiirguezas, lem nina poic,jo de bichas de
l.ishim, que vende a IjJJOOO rs. occnlo, ealuga-sca
160 rs. cada uina.
RO HO.
Na larde do dia 10 do crrenle, as t horas da tar-
de, defronlcda igreja do Rosario de Sanio Antonio,
m occasiao que alli se acbava um adjunto de |iovo,
avi'rimi prelo fazer cortos inoviinentosdo cor|io,
J ahaivo assignado nesla tH-casian proli para ver;
lio quando de relenlo se Ibc arrebata da algibeira
da jaquela nina onrlcira de cnuro branro, (iiiio |ki-
dendo veiipienifoi o galuiiu) cuja rorleira ronlinha
tflttslHXI rs. em scdulas, sendo una de .'itrstKKI rs. c
as mais de IOWO0 rs., assiin como una letra areita
em 9 de novembro, e vencida em dezembro do anuo
prximo passado. por Thereza Alaria de Jess, o
como o aballo assignado seja pobre, coucraihnlc
numerosa familia, sendo esta quaulia o llliiro ce-
riirsn de que vivia para manter-se. |iede a qneni cs-
lo mal Iba fez. Ihe reslilua a BU letra O patio do
dinheiro. mandando entregar no l'asseio pnlilico.na
luja ii. 11, no mnjor I"irmi.iuo Jos Rodrigues Per-
reir, que sera islu um aelo de caridade, e pedo as
anloridades a peaqulia de-te nesocio.
tiitniiu tirilla ilil ( 'iiiiIhi.
A iuroja inalri/ de San Jos, que se esta edili-
c.....lo, precisa comprar para sua eonlhniacfo, urna
porr.lo de canoas de rea: quem as quizer Dolar en
leuda-so rom o vigario da mesma, ou com oonrar-
rogado da obra, alim de se Iralar do ajuste.
Precisa-... de um bom rozinheiro: no Imlcquim
da ra larsa do Rosario u. >", paga->e hem no caso
que amado.
Na cno.idcinaon da praca da Independencia
n. 12, prcrisa-se de um menino que queila aprender
n olliiiiideencadernador: quem quizer dirija-se a
mesma.
No armazn! da ra da Mneua n. 15, do abal-
1. o ci:
=;sr
1?I.?I|5?
?l

laet
3bS-*-$S.S g-
ii|{frt|ff I
it$5-s**3a
3 |- i: .^Jt
2-c = S = 2. 3
B 8 ffl f,E s g

S^l
sn
*-J
mais finoslque ha no mercado; dilea de sol] de sedas
um sorllmenlo de pannos lu,- e morillos de toda;
lirio- hrancos e de corea de puro liuho,|e
de oulros mullos padrees ; lencos de seda para al-
sibcira ; dlliispara grvala suspensorios: boneles
liara montana desenhorna;ditos paraliomens; pale-
to-; miras c jaipielas para pequeos de Illa lan-
nos; um grande sorlimeiilo lepaletos de todas as cores
equalidadea. fazem-so M'slidosparasenho
rem a ravallo demonio
onla-
A
Z------'
EVf|S

|>ror
\ HBiguado*
indar v
: .! bAlam;ea> Bom*
P daMCeVfOCH ruin
uslm como co.illnia
lll'M t|iif h,i ih
AVISOS DIVERSOS.
No largo da alfandega olrerrcem-se lanoeiros
pan lampar barricas de assucar, das tres horas em
lili.inle; quem pretender procura no iiicsmu lugar
|n......oiailo, ou na ra da Madre de Dos no prinici-
Iro andar |Mir cima da botica.
Manocl Jos Seiurn relira-se para fura do im-
|pcrio.
Roga-so ao Sr. do rommunirado assignado
11 iscal das piladas que renuncie o seu nome e
isinc-sc pelo de fiscal dos desfrutes en mes-
|H"dido se faz aos senhores do rommunirado
I" I iimnphn :... Vicluria, que seehamam Orsa-
llislas, que so crismom os desfrutaveis.
Ofrnulico.
AVISO AO COM
Osiiliaivoussigiiados continuad]
a franquear a lodns ns clnsseseui
Sernl os seus sortiinenlos de l'a/.i'ii-
ns por bailOS j)rei;os nao' me-
nos de tuna |M'ea ou tuna (lucia,
a iliiilii-iio, ou ii piazo, conforme
se ajiular : no sen urina/rin dn
prara doCorpo Santo, esquina da
uta du Trapiche n. V8. l'.os-
iroii Rookei' i Companliia, nego-
ciantes nglezes. Os meamos avi-
.N.ioanri-snetavelpiililro<|iicalin-
i'iim no dia 3 lo corrente me/, a
sua lujn def'a/i'inliis da i-ua do (il-
lejjio e Pnsseio Puldieo n. I."), d-
rijjida pelos si'iiltores Jos Victori-
no le Paiva e .Manocl Josil le S-
inieira Pitanga, para venderem
Macado e ti ivtalho.
tsMmest EJ^sscms
Iloje ha de ler lucar a arremalarilo dn proprie-
irledo Alio, na Roa Viasem, |iorser a iillima pra-
ra do escripto, c cdilal que se passou cm conscqueiir
ria da cxccuc^o, que p.a senlencn un jui/.o da se-
cunda vara niuuicipnl desla cidade proniovo Miguel
i-banjo P09I111110 do Nascimenlo conlra ,r. herdei-
dc Affouso Jos de Alliuquerquc o Mello, c mais
i tres pracas dncsljloqiie se concillen) boje: as
as qne quizerein hincar para arrematar dita
ririlade, deverSo roncorrer ii sala das audicn-
ineio dia, cerlos de que estilo citados lodos os
(erdeiros e nao ha imllidades, e com dinheiro ii vis-
nn-esuirflii a arronialar.Ao.
| francisco Alvesde Souza Carvalho fazpubli-
. quo lemlo-se dissolvido o sociedade commercial,
le girava na cidade da Parahiha soba firma le
irvalbolrinaos, llcaiam ns dividas que eii-liam,
na seren cobradas porolleaiinunriaiile, que fui o
irarrcaado da liquidadlo da Urina estllela. Por
tnipra, |iorcin, feila a sucia I), francisca das Cha-
Sn l'ortella de Carvalho, como consta do |ui|K-l |wr
1 ll i assignado, e nr seu lilho o Sr. I)r. Anlonio Al-
'c-de Souu t.nrvalbo em iil de marco lindo, per-
'niceui bojoao anquneiante Imlns as dividas. Pelo
Iransairoes Iritas l'orn em dimite, lano aj
speilu de-,i- ilivida-. como acerca de quaesquer
*ulros iii.^MiiiN reSnlivnnienle cssa ovtincla casa
I fo'nmeiliil(1(,M.rao [m'Io annuiicianto.qiie nada deve
| "sobreli|a k i,i. assimeenw e-la lambem nada Ihe
seve. A casaconiinerciat, portanlo, ciailinacorau
)' luianiiunrindu, sol a firma de francisco Altea
jte Souza Carvalho, que be o nico respoiisavel por
I''"la-a- iransaceSes dn eslinela lirmu, o an lirma ao-
inai._;.,,.: itrlir smizu larvulho.
A |ho.i ip. rnl resposta aos annunrios inso-
'"'"'.....' '.iiiriii no. dias 9,11 e \i docoircn-
"dii i,., 1:(ski.^ki ,1,. re. para dar- a jm.isr drrtja-
' '',.["'' Uo^OHeai, uo legudo aiular do sobrado
j. -1, jooi,, .h, Kolirado yi.inile da esquina.
llii-se .SSnyuglr-. n jorn-. -end.....ni hv|K>-
'"'''' f"1 '"o predio insta prau, que eslea lino o
i!i'-en,l,.i,nm,l: minada Se'nzaln Velha ll. 110.
.dirajqiiein fn> este iiegeeln,
I
Ha ra
indar.
LOTERA 1)0 RIO DE JANEIRO
A roda da lotera l' a beneficio do
tlieatroda imperial cidade de Nictltcrov,
orreu lo lia a (ido corren te; o.s.liillie-
tese cautelas acnam-se a venda mis lojas
do costttine, pelos precos ja'nnniincia-
dos; a lista se espera pelo vapor brasilei-
ro a l!l ou 20 do eorreule me/,.
Na Soledade casa n. 70. ao p da liempe. alian
le mais roiisa j annunciada, lambem liapesdc
rv preste para seren plantados no reiuilorio para or-
naran] as sepulturas de seus rallecklos pais. paren-
tes, e lambem ha uva muscalel pata iender-ee.
Francisco Antonio Codito, pro-
prietarto do Imiel Francisco) annuuciaao
rcspeitavel publico que tem estabelecido
mesa ii'doiua lealinoio cjanlar lodos ns
Domingos e das santos, sendo o iihnoro
as 10 horas da ni.inli.ia e o janlar as
quatro horas da tarde, na casa le sua re-
sidencia na Magdalena, no principio la
estrada nova. A niesia casa se aclia
completamente mobiliada para sedarem
grandes bailes, lem pscellentos salas e
piarlos independentes para se alugar |mr
prei'os milito coniiuodos, assiin ionio se
incumbe le jantarea para lira.
Preeisa-sc di' um l'eilor pie enleii-
ila le plantar capini ajardinar: na rita
Cruz, n. 20.
Traspassa-se o ai'mazem da um do
Trapichen, l, proprio para escripto
rio: a Iralar no mesiuo.
NOVA FABRICA DE CHAPEOS DE SOI.
NO ATERRO DA IIO.V VISTA. \ >>
O dono desle e-lalielcciiuenlo lem a honra de pnr-
lielpar ao respoilavel publico, que ihe ches.....un
simule-nrliinciilo de chapeos deso inuitiimiiilerues,
lauto de seda, como de panuiuhii. onde u senlioie-
acharao a comprar a pceo mais em cunta, do que em
mitra ipialipiei parle ; lem um grande sortimenlode
-rda e pauniino em pera para sr ruliiiiein arina-
coos, iniiihem fnz-so qualquer concert.
I'rerisa--e de l:.iU(0 a juros |air bypolhecfl
n'iiin siloperloda piara: quem e-le nesocio quixer
dlrija-ee DO Pasaekl n. l:l. que se dir quem quer.
Arrenda-se um engenho .lisiante da capllal
M-te leguas, lem boas lenas ,- aclin--e beni monlado:
ueui o pretender dirija-se ao engenho Sapocaia.
iesne/ia de Jabonlo.
Prerisa-w alugar una ama para ra-a de pun-
ca familia, e que saiha hem co/.iubar: na ra lo
lar-pii ii. III primeirn andar.
No dia 1:1 du crrenle, fnda a audiencia do
Dr.juil miiiiiripal dn segunda vara, se ha de arre-
matar diversas cousas perleuccnlcs ii taberna, pe-
nhoradas |Kir cvccurSo do lu.a do filbo do lenlo
Jos Ajvcs, a Benlo ferreira Rallhar.
fina mulher p.nlusuez.i, chegada ha (muco
do Porlo, se oucrocc para lodo o servico interno de
una casa de familia ; quem de seu presumo se qui-
zer ulilisnr, dirija-se ra la Cadeia do Recite nu-
mero I i.
COaSILTORIO IIOMOrTrillliO.
^ Ra do Trapiche Novo n. 9, no ;..:
hotel Francisco.
i) O llr. Casaiiova cmiliini.i a dar ronsullaS it
poder um linnquiulai de miro rom um
de diamante no meto, que ha mais deum auno fui
arhado na isreja de \o-.,i -unliora dn Teren : quem
for sen dono, apreaenlando oeoMpanhelro Ihe sera
enlrogue.
AGL'EKREOTVPO
\\ i-.i .' u ir-peilavel publico queoesla-
$ helerinienln do aterro da Roa Villa n. 10,
i* est pastado pura Sanio Anlonio, ra du
?? Iiieiniado n. II. sesiindo andar, onde o re-
p iiali-ia poden ser procurado du 9 hora da
liunlia as ; da larde; aqui i
Q -aliii.io Inleinuienle saiisieii
jfcs variado e bello sorllmenlo o
i relalos, como pe
m Delinenle copiada, peloelcci
S """ l'oisesla prompto .i salisfa/e'r
.; ineiile nos quo o prnruraroill
I'iccisa-M' de nina una torra
caplvn para cozinliar, paga-sc hem: a
tratar na na uaGIona u. .~s, un aniiun-
cia por i-sl.- Diario."
O uliaixu a--L'irit" conjuia ,u> Sr. .Manocl de
Kcfleudo lU'L'o I..:. 11... i'.u .i (|mc un |irazn de IfQI
lias, prove por Me ou oulro qualquer jomai, eiu
como o nununclanle jA eipox por repelfuM veteeii
venda pclojorulm Ierras que > ai........*lanle poasue
notertAo, comooSr. Reg Barru* aloivosamenlo e
mi nenliiiMi puctr a \uiilaiU', leve (li'sraraniciilo
ilc melfr ao jui/o le orpMoii desla cidado na aua-
liil.itlt' ilo tullir (conlra le .!"* iufeli/i"- OTUIloi
seus Iniciados M inforinarrui que 'Ini a ililn jui/o,
no requerimenlo !< anuuncianlc; poda o Sr, u--
sende para nirfhoracoberlar econseguir -rus flns...,
servir-eede oulra iiual^un evasiva* que uio fosso >
uicnlira, porm o;......inclanle protesta naquelu
que passa ;i ir levar ao nieanto jui/o de oruboscon*
ira iSi. Rogo Barros, como tucapax ila lutora que
exern*, r eon\ence-lo de sua un lo. Honorato 7o-
teph (Ir Oliceira l-iiiitrire
::.: ;;;-,; ; :;-;:-::;;->*::::::v--.-:.'-:::;.-;
*> CO.VSri.THUlUKlMOKlH'AlHICllillA
;.; TCITOPARA OS POBRES.
m Na casa aniarella paleo ii CoUeglo. priniei
M ro andar,residencia do general Alni-u v I.i
. ma. Bsle consullorfo lie dirigido pelo proprii
ucurral AIutii u,l.iuia, e nefie dam*socnsul
las urali- aos pobresem lodos os dias ul<-<
desdo is del da manliaa al nina hora da lar
V' de. o lueaiuo senlior pode ser eoosulladi
** por oulras pessoasa qualquer dora do dia ou
;;u::;::':'::?--.:::;:::::.;-f 99$#
.Na ra dast.ru/es n. ,(, taberna do Campos,
>onde-se por junio e a relallm, t- lainheni se alii-
aa iiich.is humburgueas das mclhoras que ha no
mercado.
O Sr. Juse Antuiiu) CoelllO lt! liocs,
inniador cm Santo Anlo, (iiu'ira \ir pa-
lle lerragent,
iiit'ii* rapa/, para
no mesino \ende-se una por-
imnlias de Ultra, e um lira ni
com iodo, os seu perteiices,
lodos ns perlenres v um lioi ;
i \cnder ral dej.ishoa, a me
merrado.
Jo* Anlonio ta Silea i'lanna.
y botica no t:o.\sii.romo i;i:.\-
TltAI. IIOMOEOPATHICO DE
PRNAMBUGO.
Una il.i Cadeia dottecife 51,
primeiro nndar.
Ricas rarleiras de nieilirainenlos luunieo-
palliiros preparados segunda todas as rcras
phnrmacQ-ynamira$, coolendo de I a lim
inoilir.uiienlos.
Ilani-so de grata OS linos iiulispcnsaveis
para a prliea ila bou......patilla, lu.....orno
regjmem Impreasos para direceto das dietas
i- petanaa que comprarcm bolicas de W i.....
ilieamenlo. para cima.
Ham-se lainliem de praca \idn da me- Kj
Ihor/nftn-a ./. oi-HHfi, MEDICAMENTU '
INDISPENSAVBI, A'TODAS ASI-A.MI-fc
MAS.
i mptrioridade doimedicameiitoi ila be- '^
tica ilo consultorio central honiieopalbieo de H
l'i'inainliuco n /.,(/. oa OH/IOS i/ur por in/iii t
__ tem apjmrtciao, reri/leada na clnica do Sr. &
5{ llr. Sabino desde 18IB. por muitai petmoat R
/'" lem experimentado, r reronhtnm K
ucut prodigiotot r/fritw, diepemade jual- H
i/nrr rernmiiirndiii>.
Cada \iilroile meilicauenlo em linlura ^s fct
I.OII-.lilA di: VOSSA SKMIIIA DO
ROSARIO.
II lliosoureiro annuncin aos amanles ilele jwai,
que lem mareado o dia ii de alnrll Imprelerivcl pa-
ra o auilameiiio da rodas, aluda que ilquom biliie-
tes que m' posea arriscar i o roslodos blllieles que
exislem ,icliain-se a vendadnos lugares ilo coslume.
Aluaa-se o inarlo andar do sobrado ila ra ilo
Trapiche noton.w, a iralar no primeiro andar ilo
f) ahai\o assinailo, auenlc nesla |iraca ilu l)r.
Ilraiulrctli, fa< srienle ao resyeilasel publico, que
pela barca americana nniilia llaiiinuo, enlraila mi
trrenle mes, lem recebldo novo protimcnlo de pi-
tillas euelaes ; cssas pitillas, cujo aulur basla |iara
uaranlir sua cicellcncia', lornam-se muilu recom-
memlaM'is |or ser um inciliraineuto inteirameiile
inollensivo, podemlo ap|ilirar-sc at s crianeas re-
ce nasiiilns; ullimnmeule se (einapplicailu a nina
iuflnidade de inolesliasjulgada locuraveis, de cuja
applicacioae lem lirado uta fcliiea resollados, que
parare cada ves mala roselvldo o problema de um
remedi unKenal i vande-ae na ra da Cadeia Va-
ina u. til, botica de Vicente Jos ilc llrilo.
SAMIS.
SALSA PARKILHA
ente Jos ile llrilo, nico agenta 001
le II. J. D.Samls, chirako a.....rirai
qne tem eliegade esta prara um
ile frascos ile salsa parrilli de Sanils.
rilaileiramcnte falsilicados. o preparadla..
Itio tic Jaiieiio, pelnque se ile\em araulelar os cou-
umiilores ilo lao precioso Talismn, de cahir nesle
engao, lomando as funestas consaquaneias que
seni|ne Coslluiiam Ira/er os medicamentos falsifica-
dose elaborados pala mAoduquelles que aulepuem
simis inleicsses aos malos e aHragM 'la liutnaiildailo.
Portanlo pede para que o publico si' posea linar
desla fraude o distinga a veajadeira salsa parrilla
ileSamls ila faUilirnila e rerenlemeiile anu clleca-
" anuuncianlc faz ver que a verdailcira se \cu-
doiliialquei rnlellpslmiin
yiisuiltl rs. Ha um sorliiuenfo de rliarulos tluosrlie-
gailo da Babia, o oulros mais baratos para acabar';
etullni o IVcgues que cnlrar tiesta toja, sabir.,
prompto ilo um fado cmplelo, traseode sempre
-..i i'i n.i Ini do miiuilo o senlior dinheiro.
'$ CI).\SULTOIUOIIMr:OPAIIICO^
6, Rui do Collegio n. 25. pri *
?meiro andar. ,*
0 Dr. P. A. LoJw Mostoso, da' 2
oiisiiltiis gratis nos pobres, to-
dos os das das H ns I Ilotas da
$ maiihii.
a* Pnittca |iial|iii'p opera;ao de .
J2 cirtirfjia, nu de partos. 3\
Rixelw ciavos doenLi par 1J
ti-atar de suas enfermdades i ou w
W l'a/.i'r<|iial(iiit'iO|H'ra;ao, porpre- W
'O ioiiiiikkIo. .
&
COMPRAS.
.....I
Uio
porrao
rernam-
'>,I/|>U-
urande
pie
i iHilira na ra da l*oneei_
, alein do rereiluaiio ipie ai oin-
tuui emli.iivo da priiueira pauina
I, c so aeliara sua lirma em ina-
iinoiiorio Impresso do ntesnio
K
AO PUBLICO.
O aliatMI assiii|iu!i> uiisaaOSSC-
nlinics dr engenho, juvradores,
izemleiros, e ao publico um (jcnil
pie, le 'iiiiiliuiai'.ui 'iini algiinias
casas ciiiiiincrciacs inijlc/.as, lian-
cc/.iis, allcni.ias eSllissoS, lem alici-
In na lita iln CoUefo, ti. ', um
grande tu maxem, ricamente sorti-
iln de laxeuda linas e grossas paca
vender por grossoe a relallm epor
iiv;os mais li.ii\nsliipiccni (jttal-
(iiu'c mitra tiai'lc. Aiilnnin l.tn/ VH
is.SaliIns. H
r^mg&aMHmmwM '
Jone Mana Gon^alvos llamos aeieulifica ana
cus amigos, e freyuc/cs, que desdoo I*domes pro-
panado, passotl asna botica sita na ulica ni'-'
ii ser propriedade do Sr.
puliendo que dola fez
I
\.....< panado
dos i.iu.uii'is desla i'ol.nl
Joaquim de Alinela Piulo
ao dilo senlior.....nuincial
bonaeanligoj nTaguesea de conlinarem
mesma Iregireaia, por quanlo lendo u Sr. I
SCIII
mu a
uto
[udailo n sen curso de pliariuncia c
Cade o seu diploma em urna das ac
ras, jirba-sc BMS habilitado para I
osdevores inlicrenlesa sua arte.
n Pars, erill-
jemias lirasilei-
iii descmpenliar
t> annunciaule
gueio
garaitiantia 0659,560 i -
que comprou cm l^ii a
1(.
Josc' l.ui/. Pe
n
j)^'remedios graUs aos pobres, Ias7 bi
Sin.uiliaa al ao ineio ilia. As peosoaa uua W
Oto forem pohres sii panaro de ."i a :><)80(>0 tt
rs. pelo Irataineiilo. IN isci.imissi pauarau #
,1,.:, a lOiHKKl rs. #
Y, %'. :;;;;;: :: 9 9 S 8 8 8 8 88 ''-' S *
Precisa-sc de una nina prela ou parda lona,
para una casa de pouea familia, para comprar ero-
sionar diario ile lima casat na l.,iinl,oa lio Carolo
i. n, segundo Saldar, a qoalqiier hora achara rom
|lien) tratar.
tena, na rila Nov
i DENTISTA A.MEHI.ANO.
8 II. \V. Ilasiiiin.ciruruiaoilenlisln.conliniia a !
.'; evercer sua prolissio, fa/endo todas as opera-
i' roe. que forem precisas de qualquer nalure- 6f
13 /.a, lano |ior fura, romo na sua residencia, &
V. oinle pille ser procurado a qualquer liora : ;
J na ra da Cru ll. 7, scuiindo andar, no Re- *.
cife. ;;
#8f8O88ff.88l8888008 I
^-- UOI. D).
Fiirlaram no dia -Mi de marco, ns III horas da nui
le, do corredor da aerada do sobrado da quina da
ra das Cruzes ti.-2. una caixa de pao amarello con-
Iroiln ileulrn -J-JOJOTS) l- em ilinheiio, e lies mrios
liilliclesdn lolcrin do Rosario da Boa visia, nmeha-
pni l'ranrr/ novo; cairas, j.iqurlas o raniisa., Jinlu
perlencenlc a un pobre cscravo, que eslna ajil-
la Qliudo para ler n sua llbcrdade: roca-ae a qualquer
pvtaoa ipir dcacobrlr aonde estoja este roubo, quei-
ra iliriKir-seao nirsino sobrado rinili ou roa du
l.iMainenloii. II. luja de Francisco Cavateanll Al-
Imqnerqur, que graHflcant generoagnieiile.
- Aluu.i-se um molcque muHo lid e proprio pa-
ra mandados: .....ua iiu i.m'.iuii-iiiu, sobrado n. I.
Aluga-se nina piel i lirl fl -,iu mi 10. pnr.i lodo
n wn irn de iima rasa, lauto iutci no r.....u miedlo,
esceploarrogar' auna e despejos: quem a pretender
dirija -i i ii.ima ila tiempo u. 9.
so ufana de dar aos seus iniiis e antigs fro-
uin IVi honi snecessor.
Joaqiiiiu de Alinoida Pinto, natural desla ci-
lade. pbarmaccullro appnivado pelas ncadomias de
Pars r Babia, scicnlilics ao rcspellavcl publico, e
em particular a seus amigos que daade o I-do cor-
rente niel se aclis de posee da bom acreditada bli-
ca da anliii rita ilus Onarleis tiesta cidade, por com-
ira que della fe/ ao Si". Jos .Maria tinucalves lla-
nos; piolesla poisservir rom pericia, zelo e aelivj-
dado a lodos aquellcs,que se dignaran procurar nsei
mil.....Iilielecinieillo.
i ;s8
llltiKCIII'AHI..
m ti Br. Sabino Olegario Ludgero Pinbo mu- 'A
] ilou-se para o bairio do Santo Antonio, na !
.J das Cruzes u. II, rasa onde morn o Kmii. '
:;: Sr. vigario geral Dr. Ueira, onde pode ser *
procurado a qualquer hora pelaapeesots que ;
13- o qui/elein honrar rom sua roulianra. .f
: : I '::::: :::::;:::.<
Ilrsoja-se nhCr aonde asisto Joo l'ljnri-ni
dos Sanios Siqneira : na luja da rua da Cadeia ilo
Retire ii. 18.
Precisa-se de urna ama de leile, preferindo-sc
sem lilho: na rua dus tluarleis, u. '2\, segundo
andar.
Alaga aa um soliradn com t;raude (luinlal, o
com Imiii haiibo doce, e laiuhem msiliirado. no lu-
nar do Arrumbado u. I ; quem pretender, dirija-se
atlliuda, a relinac.lo ilo Sr. Ainoriui, ou no Itc-
cife, rua dn Apollo, armazcm ti. 30.
Sealiiim janlineiro'awpreuadu em qualquer
sitio, quizer nos domingos (ralialhar n'iini pequeo
jardim, dirija-so a um sitio alraz da icroja da Estan-
cia, que lem nina piloniheia un |Kirl,lo, que ahi se
ajustar, paLiando-se liento seu lialialln,.
Manocl Ferreira da Sil>.i llamos >ai a Europa
Iralar desua-niole. o leva em sua roiiipanlua sua
-enliora 11. Anua /nriili llamo-, o dola nesla pia-
ra pin si'iis pioror.iiloies os Sr^. Jn-r Mana ,|a Coi-
la Carvalbu, Uaoel Antonio de Josns e .Manuel l'e-
reira I..'inicuo.
(Juen) precisar alugar una escravaueledlU-
gcnle para lodo o >er> ico interno cOXlcr.....le nina
casa, circnlocngoaimar, dtrija-se no aterro da Boa-
Vista n. III.
Odeimsiu de diccionario, da lingua poilu-
Hucm pnr umalaucio, acaba dr sor IraiHerldoda
ron do Sol para n rua,la Cruz do Iteril'e, casa n. 3,
iiunde r.....nina a iin.lei-r por preni mmmodo,
uo unicaule
do Herir n. 61
pauha cada frasr
sen ituiue impres
tiusrripici sobro
Irasco.
tlahaMias.ii;nailo,respoudeiiiloao Sr. Ilouura-
loJoaepbleOliveira Figuelredo, tem a di/erque
vai procurar os jornaes em que S. S. anuuiiciuu a
venda das Ierras que lem uo sertao. nruleslandn des-
de ja npresenln-los breuieiile ao Sr. llr, juiz le
"iph.i". para provar luilo quanlo Ihe asaevorou ucs-
lu parte: e quanlo ns injurias que S. S, latiruu aa
abaiio assignado pelo i/iimo de 12 do eorreale. o
abai\oassiuiiadu llt'as iM'i'da, romo sondo partidas
do peasoa que esln milito balsa e be aam eonliecj-
da pata puder ferir a repulacn de alguem.
Manuel dr Hezeittle Iteijn Barros,
ATTENCAO'.
Precisa-sealugar um prelo que seja ro/inheiro, c
H......nlcnda |ierfcilameiite de laier rafe, pag.....lo-
se hem: a Iralar na rua eslreila ilo Rosario n. 13,
Ausenten so da casa de seusenhor.oaballo as-
siuuadn, no dia III ilo rorreule, pelas 11 horas da ma-
ndila, a hem roulierida prela Carolina ; a mesma le-
\nu saia de fiauqiielim e panno prelo lino, ludii uo-
vo, graliflea-saaquema pegar elevar na Bua-Viala,
casa piulada de ciu/enlo. na rua da Man-in-irn, uu
na rua du \'iiario n. i. escripturio ; oulru sim o
abaixoassignado, prolesla por pealas e ilumnos, e
punir com lodo origordasleb, a quem a livor acon-
tada em sua casa.
CaWoi Manoel S'ogueira Campo Jmihr.
ATTENCAO*.
No dia S do corrente. das 7 para K horas I. imi-
te, lugio a pela .Marreliua, de idade de 'i'i .mu..-.
muro mais ou menos, he hem pela e sorra i\n cor-
no, rosto rompiidu e descarnado, desdentada da par-
le do cima, lano dos lados como da frente; levou
panno la Cosa o vestido de algodaoslnhode risia-
do, e levou mais urna Itriva cun dous vestidos de
cuita rosa, lalvesj lenha modado de esfido, e
siippni.-|. que estoja amulada por pessoa que a sc-
ilu/isse romo jii (nu arunleeitlo; prolesla o dono
rmilin osBatores, apena- ehegoe n seu ronhecimeu-
i.i ; assiin como roga-se as auloridadea poTiciaes, ce-
pilles de campo, c mesmo particulares, que lella
ilverem nolieia,appreheDdame levemaraaaas Cinco
Puntas ii. ti7, que seru uencrosatnentc recumpeti-
sadus.
Aluga-se o lerceiro andar da casa n. -Jl da rua
Nova : quem u pretender, procure na rua dnQiici-
mailo ii. III.
A pessoa que annuoejou querer hypntlwar
uma-oscrava, dlrija-sea esta lypograpbfa, queso
lira quem quer la/ere.le negoefo,
OsabaisoassignadoB, lemlu disolvido aaocto*
dade que liuhaiu na laberna da rua Nova n. :l. sol
a lirma de Antonio Fereira lima o. Compatihia.
nodia3l de marco prximo pasaadOi avisam a quem
se julgar seu ender, de apresenlar anas cuotas na
mesma casa, para icrem conferidas..tnumm Per-
reir tJmat Manoel Joaauim .//res Prlomatr,
TKIIIITO DE CHATI. 11 A SI A MAliESTAIlE
IMPERIAL.
V'ossa Maue.laile Imperial sempiejiisticoiro, m-iii-
pre solicito em promovoro betn, diuuou-re cuuceder
ao cidado .Norte-Americano Alexandre Camphell
lorhes. privilegio paja curar a oauucz.
). abaivii assignados. Mulior, que em silcm.os
pravas de quanlo haisldo o pode ser proveilosa<
iiumanidadeaarte a que se den enedigno america-
no, uo poiliam ileiv.u* de lesleniunhaia Vossi Ma-
gesladc Imperial suaeraliiln.
Kaseudo Vosas Maosalade Imperial jusiicaium
lioiiiem aiiiian dus hoinens, fez au mesinu Iciii|ki um
hrneliclo real .-' seus subditos.
Sirva-so Vussii Masesladu Imperial acolber com
lienimiiilaile nossi. ovprcsscs ,le sincero recouhe-
rinienlo, e peiniillirque puhliqucuios mais e-la pro-
va de amor ronreiliila aos brasileos.
llio de Janeiro 1:1 le desembro de I8.'.2.I). Car-
lota Junquilla Rodrigues.II. Iliruva Maria Comes
da Silva.-1), Maria-Joanua iVisolo.-l). Mariaona
Airosa.-l.Carolina Airosa.-1). Thereza Leopoldi-
na de S.inl'Aiiiiii.II. Malhildc dn Cuulia Macha-
do.II. Maria Leocadia Ferreira fioaroS.Si-'nal -p
de I. Ai.....Jaciulha da Itosa.-yrm-ina ticralda das
lloros.Pedro Joan Mauacr.Joaquitn Comes dos
Santos Marques.Frauriwo da Costa llias.Joo de
I i. las Itilu-iro.-.Manuel Luis Pereira de Amlra-
de.lairlos Hincho da Silva.lenlo Franci-ro lii
uo.--Anlonio Machado Pcreira.Jos Muniz Tello
llani;el deSanipaio.Ailolpbe F'raudy.Jo3o An-
iniiio de Alenla.-liento Manuel de l'-irraseilu.
Jos Ferreira de l'inho.-AnlonioCoruesdeSiqueia
Chaves.I.niz Claudio de Maualhfles.llr. Jos Au-
louio dos Reta MonlenC!ro.Joan Alvares de Aze-
veilo l.einos.-Francisco Jos Hndriuucs. -Franrisro
Alvares <'e Axevedo Lentos.Jola BaplitU Rodri-
gues Dnarle.Martinlanno de Souza Piulo./ephe-
rino Jos Pereira.Manocl l.uiz da Cusa e (Unci-
r.Tilomas l.uiz Sotnes.Fenaudo Peirii.i de
Andradc.Ezcquiel do IHivcira ROM.Stenal de
|- Fiaurisco 11^ pl isla Saco.Jos Hibeiro ,le Sam-
paio.tiilperico Franciuni.Juaquini Hinh i
nha.-Joaqnin Silvcirn l.arcrda.--Manuel linrii.i
ile l'aria Filho.Joaquiui Malliias l'rieii
tus.Anlonio Manoel CoetlipvMauricio PintoSoa-
res.l.uiz leivoira da PaisSo.-Signal-|-de Ale-
vandre Ferreira dos Sanios.Sigual|-r- de Fraons-
co Jos de Freitss.Jooquim da Silva Maia.Jos
de ll.uros Ir.iuro.-Joaquin iaSrqnes Lisboa J-
nior. .: ,
.Vi ni.i Nova n. IHloja de S. do A. Caj ha
senipio um Kruuilo sorlinii-ulo de uhras fril
,l,i. ii.ipinlnl.i.les, liinl,, -iipoiiorr-. romo mne. ordi-
narias; ..... .i. InancaaijP 'lkasas eilc mies.
chapeos franrci. linos ; dih- de haela .1 ala larga
liraums. cor do chumbo, prclos e cor de v inho, o-
Na rua da Senzala Velha, defronle dn Sr.
Marlins, niulor, compra-so lodas as qualidades da
ferrus vellios e melae, assiin enmo rnelos de pan-
nos: Unos e caseiniras. e mulambos de lodas as qua-
lidades nucsrrvirem para tazer papel ; assiin como
cabos velhos. lonas, ele.
taiinpram-se escravos, o vendem-se", reocbcni-
se de commissafl, tanto para a provincia como para
roa della; na rua dus Quarlcis n. 21, Segundo nn-
dar.
Compram-ee tirelas de meia idade e mesmo
illia-, rom habilidades ou sem ella-, -ailia, que he
para engolillo; paua-se bem: na rua larga dn Ko--
arion. 35, luja do miudezas.
Coiupra-se um negro moco, prefero-sc crinu-
In, o que seja robusto: a pessoa que o livor dirija-
se a rua da Cruz dn Herir, ll. 53, loja de bar-
bean.
Cnmpra-sc um molcque de It a O auno, len-
dn boa Hgura e conduela: nu primeirn armazem dn
boceo du lioncalycs.
timnra-so'urna escravn que' enlomla 1iem .h-
engonimado, cozlnlia o de costura: passando a pon-
i ila Passnucm da Maudalcua, no sMion.20, dc-
fronle doSr. Jnilu Ferreira dus Sanios.
Compra-so una balani;a grande com alguns
pesos: na rua da Roda n. 52.
Compra-se uina mobilin do Jacaranda em bom
uso : na rua du Cabug, luja n. 9, se din quem
compra.
Compra se voceas crinlas mansas, lioas leilei-
as, c com bezerro |ici|iieno : a tratar na rua da So-
ledade n. 4, cunfinulo a venda do Sr. Machad...
nu anniincie para se procurar.
Cnimira-se nina escravn miica, que lenha boa
conduela, |ireferc-se sendo crioula, que saiba fazer
lodo servico interno de urna casa; quem liver.di-
rija-sc a rua da (juiceiciln u. IH.
Cnmpra-sc no palco dn Carino, venda u. I,
utu tronco para escravos.
Comprase lan cscravo moco, sendo sodio e
sem vicios: na rua llireila n. \.
Comprase nina libra de baiihn de jacar,
pagando-so hem: na rua Dircila ti. 129.
Compra-se escravos, vemle-se, e recebe-sede
runituissio, lano para a provincia, cuino para fiirii
della: na rua Velha n. 55.
Compra-se nina murada do casa (errea, que seu
preco mo exceda de 180 a .VHfeOIK) rs.: na rua No-
va u.28,011 na rua do Hangel. reslilariln du Sr.
Victorino Francisco dos Santos.
Compra-se velas de carnauba, que sejatn do boa
qualida.le, que he para licar rom frogeaia : na ven-
ia rua do Codorniz, nu Forte du Mallos u. I.
VENDAS
Vende-so8 oscravus. sendo :i negras, 2i|uilan-
deiras e I eimuiiiinadcira o cuzinbcira, -I negroi
piuprios para eu^onhu nu-itio, 2 lindus uiulalos,
seiuln I liom holieiro e do muilu ba cunduda. c he
sapalcirn: na rua Velha n. 55.
Veude-se ulen de ricino, em hilas, |ior menos
toque em oulra qualquer parte : ua rua da Ca-
deia do Recife ii. ."ai, luja do terragoiis.
No licceo do laoiicalveo primeiro arinazcni, do
Heanc Vnulle ain.la exMIam alguna queijos luudri-
nos muilu frescaes, que para fechu de cooTaa sa ven-
drr.io por barato preru, asshu como lindas cadeiras
de palbinha americana, a iiiiijr.ii, das de Jacaranda
de uiellior goslo,
Vende-aeraisos domis superior e arredilado
clin prelo que lem viudo a Osle minado: no boceo
.lu (i.uiealves, arumzun.de Deane Voulle.
Vende-se niissaes Rovos para missa, ubra limi-
to hem enradernada : quem pretender, dirija-se au
Recito ao armazcm du Sr. Bslos, na i na da Ca-
cimba.
Voiide-sc"varias obras ilm-prola, sem feilio,
comosejam: caslicaes, um es|ievtladnr com sua sal-
a, nina cnlher tarando para tirar sopa, urna duzia
.le colberes para a dito, nina o meia dil |ira cha;
a-.iui ciuiin seisapolices do Ihealro do Apollo, islu
pm seu dono se relirar para tora da provincia :
quem pretende), dirija-se a rita dnCahug,lnja n.fi.
Vendo-se papel piulado de diflcrenles coros c
en-ios, para torrar salas, viole e lautas travs novas,
e.iiui fouao para navio, Indo por preco coinniodo :
ua rua da Cruz dn Reelle, casa ti. B>
Vende-so urna crioulinba do bonita llgura, do
idade do 15 anuos, a quatdetn algitma pralica de 09
ziuhar o mais arranjos de tuna casa, e paca quem
quizer ler um peqiicno Irabalho para acabar de
aperfeiroar, pode possiiirumaescrava pora. |Kiisnao
lem vicio nein arhaque nlsum : na rua dos Mariv-
riosn. 3, se dlni ipieiu vende.
Veude-se una Inicia de rame, nova, bstan-
le erando, propria para Inulto, pur barato proco :nu
rua do lloi la-, sobrado u. It, segundo andar.
Veiule-.e um molcque de idade de 17 a I8au-
iius, .lo hunda llgura, sem vichi atoum ; o motivo da
venda se dir un comprador: na rua eslreila do Ro-
sario n. 31, armasen! de roslos.
UAI'i: PAULO CORBEIBO-
Vcndi'-se por pi na loja 11. 7 ila fila da lanicia lo llei'ilc,
de Aiiimiiii Lopes Pereira le'Mello & C.,
ailvcrle-se jih' lie chepudo pelo ultimo
vapor.
Venderse suecas com arroz do cosca, por precu
rommodo : em Olinila, nu Vaiaduuro, vnnda.
,DAURORA
" C. STAIIU src.
reapcitosameole aooonciM que uu aso eslensa es-
lalielcciinciilo em Santo Amaro, continua a fjhrnai
-,nii i maiot poilrir.ioe prom|iliil."io,loda aipialidode
e in.nliini-ino para o uso da agrlenllura, navega-
Ii.....manufactura, a que para mniorronimodode
..rus iiuiiirii.sfreguecscdo publico em geral, lem
borlo em lim dus grandes arma/ens doSr. Mosqui-
ararua do Bruin, aira/, do arsenal de mariuba,
hKI'tl.SITO OE MACHINAS
construidas ua dilo seu cslabehxime......
Alli saharo os roiupmdores- um""H
ment de mueiulas .1.
rameriles algura di Mr-novo, orljpnacaj .........i
lo sorli-
i nielho
1,'lini .mi .iisu." 'i^-..... .,;,_,|1.1 t a INT.'S-
i,,,- de man i
lu,
i mu-
id condrndr fdtmaa ilcossu
r mandioca, prensas para di-
niacbinas para muer inanuium. sr |~..n...-
,,,. Vr.ro Mido para lar."ha, arad* de
I', ;,' .....i, app.-ad,. ro..lr..ec..o. ,[!>
itmjosiu
a fornalhas, e uina
bi ubiques, Clivus e norias pan. llH-uauMs, un
..Unidailo do obras de ferro, que sena onfadonl
numerar. Nu inesino dern-silu evislejjina peasoa
ulellieenle e tiat.ilitmi. para roreber luda-as en
r.iiiimrii.la-, etc., ele, que annuncianto- conlau-
docoin jca\iaciiladede sua- olli.in.i- e uiarliinisino.
e pericia de seusonTciaea, s.- romproiiielleni a fazer
eieeotar,...........lioi preslcta, iK-rfeiran, eexacta
, uutonuidade i oin uaumdeliM ou desenhos, e iuslru.'-
r.'ies que Ibc forem Inruerklas.


\
4

li.WIl) WLt.IAM BOWMXn; engoiiliei ma-
rldnisla p fundidor de fono, niui reslfoiunamenlo
aniiuncia oes seuhorcs propietarios
rzein|pinw, e aorespcilavel publico, liclcriinciito de Torro movido por rmeliiiia do vapor,
"a rim do llnin pausando orhalaiii, contina pin
elTocllvo ejercicio, ec arha r.....pleleraeole montado
1 "ni apparclhoa da priiucira qualidade pura a per-
feia confeccaoda malom i"11;.'* de pajcbinitmo.
ahuilado pare eraprebendei ojuaeaflar obras da
sua arle, David William Bovvniaii, desoja mai|ar-
licularmenfeebaiuai a alinelo publica pan asae-
liuiilcs, por ler deltas arando aorlimento ja piimip
lo, cui deposito na mesma fundicafi, as quacs rons-
troidaaeni na Fabrica poden) competir em aa fabn-
radnseo pai i-traniioiru, lerdo e proco como em
qualldade de malcra primas c raa de obra, a
-i I el :
Machina-de vapor da mclhor coustrncaO
tiOeodas daeannapara emionhns de lodo o la-
uiauhos. movidas a vapor por auna, ou animaos.
Rodas ile agua, mulnhos de vento e serra.
Manejos indcpcndeiilesparacavalloa.
lindas dentadas.
Aguilhocs, liron/.es c eliuiuareiras.
CivilnOese perafuaus de lodos os lamanhos.
Taixa. parns, crivoa e bocas do forpalha.
Moiuhos de mandioca, movidos a wao ou porani-
maea, e prensa* para a dila.
Chupasdc fogaAc romos defarinlia.
de ferro, lorneiras de ferro c de brome.
Bomlias para cacimba c de repino, movidas n
mao, por animaoson vento.
liniliilasle-, Ullinchosc m.iraeo..
Prensas li\ di 'ulicas o de parafllso.
i ,[ ragens para nav. lo, caira c obras publicas.
(iluiiiiu-, varaudas, grada e porlocs.
Prenses de eopiar cariase sellar.
Capias, carreado man earadosde ferro, etc., etc.
Alin da su|>erioridadc das suas obras, ja' geral-
incntercconlieeida, David William lio man garanto
.i muiscxacla rouformidade comos inoldes o deso-
dlos i emellidos pelos seiiliores que se disnarcm de
faer-llie eneommeiidas, npruvrilandn a occasiaO pa-
ra auradeeer aos scus nunierosos amigo o fregue/es
n preferencia rom que tcm sido por cites honrado,
e asscgura-lhes que nao pouptra estreos e diligen-
cias para continuar a merecer a sua cuit li.VPF. PAULO COREIH.
Na ruadaCadeiadu Becifeloja n.50, de Cunlia &
Amorim, vende-se btese meiosdilos de ra|M Paulo
Gurdeiru.
011 QUE PJXHNGIIA!
Corles de briin Irauradn Illanco com i f vara de
puro liulioa I280: na ra doCrcs|K> ii. ti, loja de
fasen'ds.
l'nliisn.i ninrrlrnun.
No autigo deposito da Cadeia Velba n. \1. existe
urna peqiicna porcao de polassa americana, eheuada
rereiitcmciile quepor superior rivalisacom a da Rus-
sia: vendc-c por preco rasoavcl.
Vendem-sc amarras do ferro : na ra da Scn-
zala Nova n. *2.
1,280 e 1,440 RA DO CKLSPO N. (i.
Superiores cobertores do aleudan, oscuros muito
encornados e grandes, propio is para osera vos, pelo di-
iniuujo precode ISN0 e U>MI) rs.
VILLA DE PORTO CALVO.
Vcudc-se una lelra o urna obrigacao, arreitas |mr
laurciico Alvos l'lado da quanlia de :i:5tH>V>:i
r... morador na villu de Porto Calvo proprielarin;
fiii-se lodo o negocio para saldar ronlas, aonde ha
div idas uo tem licrdeirus: na ra da Cadcia do He-
rir u. 8.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Narua da cadcia do lenle n. 50, vcudein Cunha
i\ Amorim barris eom I arrobas de ral em |ietlr.i.
i'ceenlomeiile rhegada de Lisboa, o polassa do boa
qualldade.
Veiidein-sc lonas, milito em conla : no rma-
teos de Kos Brothers : na ruada Cadcia do Iterife,
n. Gl
Vemluin-so os \erdadeirossellinsiiialc7.es, pa-
lele, de mola c scmella: na rua daSen/.n la No-

labims ile pinlio lai-
ostado, uosladinlii, <*-
, lorro pina fnndoa de kirn-
iDt'i t>> as bilricat < as tinas,
ni hulijas : nlrnr.
,lo lliratri. Vi-llio. i
AGKVCIA
Da Fuadife' I^w-M Senzala nova n. 42.
Ncslc i'slahclci-iiiii'iit'i "liliii'ia .'i lia-
ver mu comjilel ortmaento 'I'' moen-
dai c nicias woendaapara engenho, ma-
Chinaade vapnr, c tauat '!<' (''i-i'] l>.itiii(i
c ooado, de todi <> laniaulios, para
dito.
\. n. 12.
\a porta da AllatldeKO ainia/ciii
ii. 20, vcinli'-sc nl(i) di'lindara, em por-
&'( a volitado dos co:ii|iiadinrs; ai;odi'
uiilac', chumbo de munirao', o sacias
com l'ari'llo a 4,000 rs.
Vendem-se lonas, hrin/a. brins e nioias lo-
nas da Kussia : no armaxcm de N. O. Biolicr ,\
Conipanliia. na ra da Cruz u. i.
Vendem-sequcijos loiidrinos, ditos de pralo
muilo frescacs, lalas rom bolarliinlia. -oda ingiera
em porco e a rclalho : na ra da Crur. n. iti, do-
fronlcdoSr. Ilr. t'.osmc.
GRANDE rABBICA SE CHAPEOS DX SOL,
R1IA DO COLLEGIO N. i.
i. Falque faz scienle ao respoilavel publico de
rcrnainlnn-o, e em parlieular aos scus freauezes,
que araba de renlier dal'arls, como do Bio do Ja-
neiro, da fabrica de Falque Innafts, un lindo o
completo Mirlinienlo de chapeos de sol de seda e de
panninlio,tanto para lioineiis como para -eoliin.i-,
leudo para os rfuiciros um csrolhido sortimenlodc
chapeos de s<>l rom cabos inleirieos os niais liuilos,
que tcm viudo cin rariralnras diversas, ditos de i an-
ua, ele.; grande nuanlidade de sedas o paniiiiihus
em pera para rohrir arinaeiN scrvidits, as que furcia
de ferro, emcrnisani-'-e que lieaiu novas; baleias
largas, oslreilas c de ato para osparli||ios c vestidos
do 'aenlioraa, bengalas bouilas; rohrc-so 0 conecr-
la-seloilae qualquerqualidadede chapos de sol:
lodos osobjerlo* cima menrionados \endem-se em
porrao o a rclalho por menos proco que em oulra
qualquor parle.
Vendci-se Vijio de champagne
legitimo, e de supeiior miitlidude : em
cata de Keller & V llla ('a Cruz n. -r)j.
Oeno.
Vende-se uesso pin barricas, chcaado iillimaiuue-
le:em rasa J. Keller & Conipanhia, na ra da
Cruz n. 55.
A 500 RS. A VAHA.
Ili mi Iraarado branco de pino Hubo, muilo en-
cornado; na loja da esquina da rao do Crespo, que
volli paraaCudeiu.
Vendem-se vaquetas delustlV, para
cubera de carros ; na rita da Sen/.ala
Nova n. 42.
Vendem-se oleo de. linliaca cni bo-
tijas de 2 e meio a 3 galo'e cada una :
no urmazeni de Manoel da SJva k'in-
los, na i na do Amorim, n. ">() e 58.
No armazem grande, deliontc da
escadilia, se vende MCC8S de farinlia de
mandioca, lina, a 4,"<)0asacca.
UNAS PARA FORRAR SALAS.
Vende-se esleirs da India brancas o do qnadros
encamados, proprias para forrar quarlos, salas,
caniaroles e marqiicras. luido na qualldade como na
largura, a 801) rs. a jarda : na ra da Cadcia do Kc-
cifo n. 8.
Vende-se por proco commodo
lim boni cabriole! com robera, de
mcia palele, e muilo furle, pro-
lirio para o ser ico quolidiano
na ra da Cruz do Becifo n. M.
Vcndc-sc. hom calcado para lininein, dito para
meninos, e dito para senhora : na loja u. '2 da ra
No>a.
\ eiulc-sc o ilcposilo de aMUcar da rua Direila
n.58: a Iralai un iiic-iiiii.
II di,unale houiieopalhico que se venda ua
ruadasTrincheirasn.il. eiuli-sc agora na rua do
Colleuio n. 25, taberna da esquina, de Manuel As-
Ionio Jos Santos Konlea.
Vende-se por proco roinmodo chapeos de pello
de Lisboa,-dilos de palha do Chile grandes e pe-
(iiiciios.JInns e -msso., liliha de roliz, coulras mu
dezas ipio si'achain (Moulcs mis compradores : no
csrriplorio de Novaos & Coiupanhia, na rua do r ra-
pichen, :il. ,,_ .
Vcnda-ac sofs da Jacaranda, dilos de ai
dilnsde oleo, cadeiras do Jacaranda, dilas doanglco,
ditas de oleo; consolos de Jacaranda, dilos de angl-
00, dilos ile oleo. Iiaocas ile linio de sala de jaca-
landa, dilas d, angico, oleo e alllaicllo, man|ne/a-
deaociC". cama, de dilo, dila- do aman lie. dlla-
fiaore/as. miaidll-ioiipa- de am llalli' para hoinein e
,aui.....hora, cadeias de hratus, dllaa pa" moni-
iia. de i-sn-tHa. ipliu lioheir.is modernas, "' mitras
.lina, ludo do muilo Ikiiii U"sl" e pe prec" i......nio-
du: amada Gamboa do Caratlu n- II, '"ja de inar-
i ini'ico.
,1,' -e un .un.,/eio de N. (I. Ilieliel \, C.,
na da Cruz, o. I, cune de iliaco salgada e de tac-
ci. em hairis, o do superior qualldade, pul preco ra-
/ojvel.
MOUNDAS PATENTES HE A. BE
DE afORNAV.
Em casa de Holhe A Bidoulac rua do
Trapiche n. 12 arham-se cunslanlomen- n
_ lo o venda MACHINAS IME1BAS E T
^9 UEIA.S MACHINAS de varios tomanlios V
A desla .oii-lrocca. Estas MOF.N1IAS lem ,
J0 a vantagem de cxlrahir das caimas, por "
A rima de 15 l'OB CENTO maiscaldo duque (m
Z as ordinarias, com a incsma forca motriz.. /X
w9 Acham-so lambem na mesma casa TAI- ^W
A XAS DE FEBBO de Mello superior, o n
*Z ABADOS TODOS 1>E FEBBO da acre- Z
W ditada fabrica do BANSOM E MAY. Deposito da fabrica de Todos os Bantotna Babia.
Vende-se, em casa do N*. O. Biober (,(.., na rua
da Cruz n. *, nlgoda trancado d'aquella fabrica,
muilo prnprio para sarcos de assucarc roupa de es-
cravos, por proco commodo.
A|Mclad EiwiaHn.
Na ruado Apollo n. ti. armazem de Me. Caliiinul
,V Companhia,aclia-so coiistantcinenle bous sorli-
meiitos'. do latas de ferro rondo o balido, lauto ra-
sa como fundas, munidas indiras Indas do ferro pa-
ra animaos, auna, elr., ditas para aunar em madei-
ra de tintos os lmannos o imalolososmais unidor nos,
machina horisonlal para vapor eom forra de
i ravallos, cocos, pasa adobas de forro eslsnbsdu
para rasa de purgar, por menos preco que H de co-
in, escovens para navios, Ierro inulcz lano em
barras romo em arcse folhas, oludopui barato
proco.
Vendo-si'mannelada urna em hcelas de I t
libras, raivinhas rom 2 o i libras do peras, dilas
r.....2 o i libras de amoixas, raixas can maaees li-
nas de eslri'llinha, ludo muilo superior : na rua ila
Cruz do Becifo u. Iti, dolroiile do Sr. Ilr. Cosme.
Vendo-so vinhu da Madeira de superior qua-
lidadoeinquarluse nila\osdopipa, por proco roin-
modo: iioarinazeindo N. O.llioher \ l.oiiipanhia
na rua da Cruzi. 1.
Moinhos de vento
con botabas as repuso para regar borlase balsas
de capim. na fundicaO do 1). W. Iluwmaii: na rua
dn Bruin ns. 6, KoUl.
A 5,000 rs. pequeos, e 5,600 ra. |randea.
Vendein-se chapeos de sol do seda ingle* de
superior qualldade, pelos procos cima : ua rua
dn Cullegin n. 4.
Vendem-se relogios de ouroe pi'a-
ta, patente ingle/. : na rua da Sen/.ala
Nova n. M.
Taixas para engenhos.
Na liinilicao' de ierro de l>. >
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua liaver um
Completo siirliinenlo de lai\as de Ierro
fundido e balido de a 8 palmos de
bocea, as ipiacs acliani-se a venda, por
preco commodo c com promplidao'
cnibarcani-se ou carri
sem despe/.a ao comprador.
n,TiSSV.SliEI.IOI.
Vendein-se por preco niuilo COm-
ninilo. no armazem n. "i de ces du
alfandega, de Jos Jonquim Pereira de
Mello, ou no escriplorio de Novaes
Companhia na rua do Trapiche n. 5*.
em casa do Me. Cnlinoiil & Com-
panhia, na prara do Corpa Santn. II. osogulnle:
\ilihn de Marsolli.......-aixas do :l a (i dudas, linhas
i novenos ecarreleb, breo em harneas multo
grandes, aro de mllsoaorlldo,ferro Ingles.
Em casa de J. Keller c\ Compan-
hia, na rita da Cni/. n. ")"). lia para
vender ilous excellentes pianos Coi Us,
de nina das melliores fabricas, v. che-
gados ltimamente da Europa.
AOS 9ENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao" do Di". Eduar-
do Stolle em Berlin, empregndo as co-
lonias inglesas e hollandezas, com gran-
vantagem para o mellioramento do
icba-se a yenda, cin latas de 10
libras, junio com o metliodo ile empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
M. O. Ilieber & Companhia, na rua la
Cruz, n. 4.
Vende-se una l\ pngrapbia com
mil pi'cloelvpos, em pequea OU grande
porco : na rila da l'raia, n. .)).
Em casa de J. Keller vV C. na rua
da Cruz n. ,V>, lia para vender, < por
preco eonunodo, couros propnos para
cubrir carros, cliegados ltimamente.
Vende-sc snpcrioi faiinliade......i-
dioca de Sania Calbarina : a bordo lia
barca Firmeza, on a Iralariom .Manuel
da Silva Sanios, na rua do Amorim n. "><.
Vende-so rera de carnalia, priincira orle, a
(M00 ra. a snobs narua da Cadcia do Reciten,
10, primeiio andar.
Vende-se seinenles di' lodasasijiia-
lidadesiieborlalices, juntamente crvillias
de duas (Uialidades, leijao carrainto de
tres piabdades, e senienli's de llores us
mais modernas que he no mercado na
ruada Cruz do Itecife, armazem n. (2,
de .Marlins i\ Irn ao,
PALITOS I FITOS.
Conlina-se a vender palilos feilos, desu- M
, perior |kiiiiio lino pelo ede coi es, e por pro- I*
co mullo commodo; ns loja do sobrado ama- ft,
rollo, nos quslro cantos da rua do OiSunia- K^
do n, 9.
Vende-sc superior cera de carnauba, as-iin co-
mo esleirs o pnlba da inosina carnauba, ludo por
proro mais commodo que em oulra qualquor parle.
RUA DA CRUZ N l">
Vende-se na rua da Cruz do Becifo, armasem n.
13, alm de oulros gneros, es segutnlss: ramo de
rao i Ujgads m barris, cobre em folha para Imni,
nuil, de faia anieriranos, oleo do linhaca em bar-
ris, tinla verde em latos, a IGtl rs. a libra, dila ver-
mellia. a 1-20 rs. a libra, cabos de linho do lodas as
grossuras, |ior monos preco do que em oulra qual-
quor parle. .,
Vende-se a laberna sita na rua da Concordia
n. M, bem acrnlilada pora a Ierra : o tratar na
mesma. ., .
Vcnde-e um sellim inalez em mudo Imni os-
lado, com toilos os perlences: na na estrella do
Rosarle n. SS.
Vende-so superior polassa hrasileira, por preco
muilo commodo : lisiar no armazem n. 7 doraos
daairandega.de Jos Joaqnio Pereira de Mello, ou
oo escriplorio de Novaos & Companhia. na rua do
Trapiche n. 3i.
Na rua das Cruzcs n. 21. segundo andar ven-
de-se una esrr.ua i rioola de 2H annns, que ongom-
l,5o, rozinha e lava desaino; e urna dita
de ai anuos, I.....ita llgura, qnc cose clava,......
urna cria uiiilalinha, muilo linda, r..... 10 niezw de
Mt ,.,., omito leile para crear; duna ditas de
r, i te anuos queensUmnm e lavom desalio; o
iiin escraxode narJM muilo robusto para servicode
eanipo oo i na.
Vendo-scruui" de luslre com aluuiua ivs-
ria : na rua Beva u.W.
DEI'O/I i. i: l'OI
No armazem da rua da Ca<
Recife n l, lia inulto superior cal il
ci.....i p'
la ltimamente u pn-i-os muAti
gf-'
Venilcm-M' rclogios de miro, pa-
tente ingle*., os mellan-es que tem vimlu
a este mercado, e de mais aredhiido
fabricante de Liverpool: em casa de Rs-
sel tfellors >V Companhia, na roa da
lanicia do Recife, n. li.
Vondcm-scsacras coni faiellos, a 3'i00: no
armazem n. 1 do caos da alfandega.
NA LOJA N. C, DA RUA 1)0 CRESPO,
HA AS SExiUINTES FAZENDAS BA-
RATAS.
Vendem-se corles do vestido de cambroia com ha
badns, a6*(>o0rs.; dilos com barra, a!i00Ors.; pe
ra de c.uobraia de salpicos branens, a 3)>(M)0p IJOtKI
rs. ; nortee de cassa ctiila, a tWOOrs. ; dito rom hor-
ra, a 28*100 rs. : dilos do raasa franecza, a 38*11
rs.; rortes de chita com barra muito larga que lem
t Xcovadoa, a 19001) rs, ; pecas dcohila escurase
claras, ,i 6SOO0 rs. a |ieca c 100 rs. o covado; pecas
do cassa dequadrosa 25100 rs. u 1105a e 2K0rs. a va-
ra : ua rua do Crespo 11. 6.
LOTEAIA DE SAN PEDRO MAKTVR
DE OI.INA.
AOS
btOOOJOOO, O.OtKtsOOO, 3,0003000, o l.OOjOtS rs.
Ns l'rara da liuloponilencia, n. 13 o 15. loja de
eticado do Amales, a. 37 o 99, loja de calcado de
Porto & C, c na rua da lanicia do Becifo, D. 1,
loja de miudezas de Jos Fortunato dos Sanios Pol-
lo, vendem-sc bilhetcs, moios o coulellas desla lo-
leria, que corre niprolcmelmonle DO di ISdc
abril no consistorio da lareja Matriz da Boa-Vista,
n xisla do aniiiincio do Ihesourciro da iiie-ma lote-
ra. Os qualrn primeiros premios grandes sAo pagos
sem o descont de olio por oenlo do imposto geral,
Bilhcles. 139000 I2.ISI0B0U0
Meios 09JOO l,IIOOtSS)
Ouarlos. 3S300 oOOOjOOO
(Juinlos. 25700 .KKI.-4K)
llecinos. InVSI I.2IHWSKI
Visea......... HW oosissi
55 Chapeos envernlzarlos de boa qualldade ; ca-w
lau do euro o peal largo e eslrello; botoes li-gj
3Esns o ilournd.is, vende-se linio por ronunodo.K
Mproco: 11 prara da Indopendeiiria n. 17. 5?
CORTES DE SEDA.
Na loja ds Estrella, rua doQoelmsdn, n. 7, de-
fronle do beeco do l'eixe Kriio, vende-se corles de
soda do inelhoi goslo i|ue ha hoje no morcado, leu-
do todas as rores, com lislras, matizadas, e sendo o
assento turla-cures, porprcen mais cummodo do que
em oulra qualquor parle. ,
__Na na do l.ivrsmenlo, sobrado. 11. lo. se dim
qiieni vende todas as qualidados de obras de ouro o
piala, sem feilio.
RELOGIOS DE AI.CIBF.IBA,
inulezes de palale, n'iide-se a proco roinmodo :
na rua da Cadcia do Becifo, 11. t, arma*cm de
Barroca i\ Castro.
SALSA PARfilLHA.
De qualldade regolsr ; vende-se jpor proco muito
roininodo, |ior ser para fcelia
Trapiche n. 10. primeiro and,
PARA o INVERN.
Vende-se um cabriulel novo rom robera
arrotas todo do melhnr gesto, e porprefO
commodo: na rua Nnva,|Mir haixu dc.iinai
inilliiripal
='j 2. -^ c-
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1 *

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ronlas : na rua do
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issttca
".Vuiili!^" riirds e oalhas do lab>riulho; e
im-aeem carro litlas pela proco de 29 ra., cliegsdss sgors do Ara-
cal) : na rua da Cadeia do Recite, n. i'.l, primeiro
Antonio Francisco Pereira, com
lujii 11:1 rua 1I0 Crespo n. i, linio
iln mirlo, avisa a bodas as classes em
geral, ijue vende a dinheiro e o
prazo conforme so aiiistar, um
completo soi'timento de uusendal
nglezas, franoezas, suissos, alle-
iniiis, tanto por atacado como a
ri'tiillio, com preros fixos, e maia
barato do que em outra qualquer
I parte, (nzendo a>eneCcio do com-*
I orador seis por ceuto de descont. 3
wmmaaaam ummmmmm
AO BARATO.
Na rua doQoejmado, loja n. I!l. lem para ven-
der-so maros de nioias de rores pala liomeui, B 19000
rs. o maco", lencos de cambraia i.....i luco, a 380 cada
mu, esleirs da India, n SSliOO, o uulras lasoodss |mr
precos mdicos.
__Vende-se mullo boa maolelga Inglesa, a 180,
dila a360, dia para lompeto, a no, cha hyasoo
moilO superior, I -^l! rS., chocolaledc Lisboa mol-
i bolil. a lilil rs. a libra, assini romo oulros mais
gneros, pelo bnalo: na rua Isrgsdo Rosario n. 39,
efronle ds igrejs, venda de qnalro portas. _
__ Vende-e nina esersvs, rriuula, de 35 anuos
de idade, mullo ssdls edeopllma conduela, ruin
habilidades, sendo muilo boa vendedora de rua.
i,un iiiolilliii uinlalililio dbannos do idade : quem
a qui/'Tcomprar, procura na ru do Selio, casa
n.40. ,
Vende-se ams rela, monis, rom algamaa
liabilidades: na rua da Cadeia do Recite n. SI, pri-
tneiio andar. _
_ Vcnde-se na rua da Maiuiuoira. rasa piulada
desiiSleiilo. por preco ronunodo, una duri do ca-
deias, duas hanqiiiuhas, um ota, nina mesa de
janlar, lodo de amarello, o no inclhiir oslado: assini
romo oulros Irasles quos visla.
Vende-se nm cavallo bstanlo gordo e hom an-
dador balso a roclo na roa eslreils de Rosario a.
Jli, lojn
= /')

Vciuie-sc iiiim .innani" iinva wil.intc, |or I"'-
{O roinmoilo, foila i inudcriin, de madoira tic pilibo,
eiiviilrirnda c fnnailii |Mir tiendo dr |ipi'l adainas-
rado, com uavclau < armario |Htr ha\o, inclui-
do um liilcio \ol.inlc c um rclaliulo proprio
liara loj dt1 mirado ou dealfaialc : i|iumi prcloii-
der, dirija-sc a l-'ra de Portas, rua do Pilar u. 7.1,
qiM achara rom quem Iralar ; id veri i nd que a di-
la armacao Inmliein seiNc para luja dr cora.
Illlil
fifi
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l;;i llPil lfl ti.
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Hrif//thi por iimii/i/irnnirenlrii iijiprint$ilo
Esle eslalielerinienlo poMOQ loUoO nic-
diraiiieulosal auora e\|ioriniriilado-, lano
na Europa como no Bnuil. b pre|>aradoi po-
1m mar hias da imenca* doyr. .Mure.
('.arlrirasde IdlulMisal KM. pOTpreCOSVa-
riaveis, conrorme a qualidailo das cai\as, a
quanltdade dos remedios e suas dui.inii-
saciKs.
25:000 RS.
I'MA CABTEIBA rom os I prinripiics
remedios bomopalllicose3 obras dirtoreules, g.
indisponsaveis p.1ra os priuripiaiilcs que SO 5? ,',".'".'
ipii/eroni ennvoncer daverdade d nova me- MA ^."_
dieiiia ; colilondo alcill de miiilos ronselho. O
cUnicos, a paibogenesis do 18 medicamea- >?J
los. &
TiiIkis avulsos( cada um ).....lJtHI0 M
Tinluiasdo lodos os ineilicanicntos em fras- fx
ros do '. onra............ Na inesnia bolles ooconlrar-ae-hs seupre
um erando sorliinenlo de livros em pono-B
tiiioo franco/, o oiuliiii liidnipianlohc no- Jj)
ossjiriopara o estado S pralira da homcopa-
llii.l.
A. ii. REFORMAM-SE GRATUITA-
MENTE todas asearleiras vendidas noes-
labeleeiiueiiln, rujos remedios, pela liuniida-
iU1 ou pnrqii.ihpier nulra rausa, liverein si-
do deteriorados.
5>j
Para ser-se vestido rom promptidao lias I a le-
var o dinheiro na mao a loja n. da raa Nov.i :
chapeos linos da moda de Pars, paUlOI t panno
preln, ditos de cores, casacas d<' p.mnu prelo, dilas
de cores, a I5N*M> rs., meias calcas de rasemiras de
cores, collelts de selim prolo. il>>i de fusloes de co-
res*, cainitas hrancas linas, lilas de rores, dilas bran-
cas com peilos de linlio, lencos de grvala de soda
de cores a uapoteao, lencos de seda para aluilicira,
luvas de seda, dilas de pellica de cores, metas de
nlgodo cnias, linas camisas de akodao, ditas de
meta,dilas de nieiade laa. dilas de meia uesedatDO-
liiisileraiio de he/erro de romo de lusirp.siVHilorsdc
luslre, IhiIiis de panno com li.iloes, henualas lina',
cliapel de sol de seda.
\'ende-se ainrndoas eonleiladas, em fras- gj
- cus: ua loja n. 2 da rua Nova. X
BS llA til AIIIIAJ
NACIONAL.NA l'BAt.A DA INDEPEN-
DENCIA N. 17.
.;!; Vende-selloo* botoes de I'. II.. Rallo de!
>8onio p.ira divisas o bllelos; passadeiras burda
Sidas banda-, rom franja- de uuro o dorelro; lo
S5li/. do uliiino kiisIii ; espadas pralcadas, c ou _
Kirus mailoaobjecloa, ludo pos muilo commodo;
BOA ACQUI8ICAO.
Vcnde-sr nin sitio i boira do rio, no fuiulo ds
propriodade de Banl'Anaa do denlio, adiaule da
ponte do UcMa, delVonle do silio do Sr. Gabriel,
com I.WSI palmos ao longo do rio, o boa baixa do
rapini. que sendo ronTeoionlemeale sproveilsda,
iHide suslonlai inais do Jll ravallos: lem nina ina-
nslosa cas* rom 70 palmo-de (rente e 90 de rondo,
,......alas, nabinclis, aleovas o quarlos, o confna
can S estrada que lem de rerober a ponto projccla-
,11 para unir a eslrada nova rom a da j.....le do
1, boa pela psassaem doCordelroj sprosimidadedo
li.iiilni. a forlilidiule do Ierro..... a saliibridndo do
logar, a elgancia e eonanodos ds rasa sBe cirenms-
lancias de aramio mrito para quem desojar reunir
o nhi ao agradavel: os pretendenles podeni ealea-
der-se com o cndor .Mianel Carneiro ; o para ver.
com Joao Venancio, na mesma propriedade, defron-
tc ila venda de Si. Nicolao.
salsa nr.s.wiis.
Checoii'nova reincssa para a botica de Bartholo-
mci'i Iranrisco dcSoiiza, na raa larga do Rosario
n. .1. Este remedio nao precisa de elogios para
ser cnnlierido, pois que sen consumo he a prava mais
evidente de sua lauilade.
IMI.l l.AS VEGETAES.
(a>ulimia a vender-so em rasa do Barlholoineu
1-canrisro de Sou/.a, na rua IsrgS do Rosario n.:).
__ Vciidc-so um deposilo de tolha de llamlres,
para oleo de linhaca. do cilco, ou de carrapalu, por
barato nreco, leva ponen mais ou menos ranadas:
ua rua larga do Bosariu n. lili.
_ Vende-se nina lialanra grando rom (lesos alo
arroba, cni bom oslado I na rua lama do Rosa-
rio n. :it. ... ,, .
Venderte rssrroejoios oMioarlea muito barato:
na rua Nuva n. ^, .
mlo-se una negra rom nina el la de K .111-
mis, muda l......la a cria.: oaem a pretender, diri-
ja-nea rua do l.iviaiuenln u. I.
Remedio especial para bunbas o rravos
(flecos, continua a vender-so US botica da rus do
Rangel n. O, que (oi du finsdo Sobasiuu Jos du
Olivoira Mucodo.
DOCE DE BAt.Hltv.
r.hi'uou reei'iiloinenle do .Maranhao mu pequea
poieo doslodelirado doce, o inelhor que ha, lano
pela' sua escolenle qualldade, rumo por cenaenar-
e por mallo lempo em perfeito oslado; vende ae
em ea-a de I-nulo Irinao, na rua da Gsdeis N'olha.
Vendo-so panuos ,lc cores p,
ranos: ua loja n.S da rua Nova
malrir. ,
Vende-se nina esiTa\a de :IK anuos, ile hoa li-
i:ure. possanla e sadia, propria para euuenho : na
rua la Soledade n. \2, confronte a venda do Sr.
Machado
m Na loja Da ii da rua Nova, veude-sc ImiiiIo
) Tuslocs le cores para rolletes, e aholoadnra
k-v para os uiesmos.
a eucailcruacilo da prara da Independencia
n. \2. vendase os agolalea livros:Salusiio, llora-
rio. I;ahulas, Poclira, l;ahula de Lafonlaine, Solera,
Virgilio, uanimalira franre/a de Scvone, Blu-lori-
ea, Til l.ivio.tairnolio.PaulocMruiuia.Tolemaque,
e r.ieero, lodos em bom oslado, c por proro roin-
modo.
__ Vendo-so linhas tif meada a mais tina que tcm
apparecidu, toncas do laa para scuhnru o meninas,
franjado alindo branca o decoros, propria par
loalnas, Iraneas de soda branca, ditas de laa de di-
vefsaseons pera enfeile do vestidos, e luvas do lio
da Escocia para senhora, a !-nii i rs. a dur.ia: na
na da Cadcia do llceife, loja do miuile/as n...">.
Vondo-se Iti cscravos, sendo 2 ptimos mole-
rolos, de IdadoflO anuos, linos coxinhoiros, dilosde
idade IH aniuH, sendo I banqueiro de engenho, I
diloso|ialeiro, H esclavos do lodo servc,o, escravas
lime,i-, quilandoiras, que lavam o co/iiiham : na
rna'ireila n. 3,
UOBiLIAS l)K FBRRO,
como sfjmii, eaderas de (UTerente* mol-
des, IDOsal l'sofes, Itnlo dn mais niocli'i-
iii) joslo, vimlo ilc l'iiris: vende-sna mu
iluCril/., ii- I,
Charutos de Havana.
O. iiirlluiri's (jue lei'in vitido a este
inri cun, viiiili'iii-si' i'iiiiliiiiiailuiiu'iilr,
ni) can de Hriiiui l'ruc|;cr o> (ini|)uii-
liia, ua na da Cruz n 10.
PAST1XHAS DE SOULLI
Vegetaes contra as Iombrigas.
Approvadas pela junta renlral de liyaicuc publi-
eac preparadas por J. M. Soulli, pliariiiarculiru,
membro (iliilarda academia imperial de medieiua o
>Ia soeiedado do phariuaria du Bio do Janeiro.
O nico dc|K)silu vordadeiro dessas paslilhas he
fstahelrrido pelo inesiuu aulor na bulira to Sr. Jos
ils Rocha Paranhos, ru Direira n. H.X, em l'nnani-
buco.
lie-do moilO lempos arle medir eslava s pro-
cura ilo mu medicamento que foseo fcilmente ad-
miuislrailu os rriauras sujeilas s inoloslias vermi-
nosas, molestiastorrivois queruudiuom lodosos das
ao tmulo um "raudo numero dolas.
I) goslo r rhoiro dos anthehuinllros empreados
al boje crain oulros tantos obstculos su admi-
uisli.ieao ; por bao eremos ler prestado um orando
serviru jiumanidado. o priuripalmcnlr aos pais
de faiuitia, aiinuneiaiidu-lhcs um vcrmifui;n, de-
Inivo ds forin de paslilhas, soui rhoiro o som sabor,
que possae a aceito a mais onereir ru)nu uulbcl-
milllico vcriuiriilo ronlr as lombcigaS inloslinns.
l/wibrigti*, iu't/nriK, el<\, rlr.
A rompu-irao das paslilhas he puraiueulo vege-
lal. Quaiido em INI.'t li/emos a tal preparacan, es-
tivomns tan rerlo da su. arrilu vermicida que nao
hesitamos um instaule em experimenta-! em nus-
iprioa lilhos aalesde a fa/er conhoccr : n ef-
foi cs|iaiiloso, o loao queus illuslros prufesso-
riN do Bio lie Janeiro o das mais provincias du im-
pcrlo a rniihcroram, n;lo dnvidaram einprcga-la em
ludasas molestias verminosas.
O clfeilo deslas pastillias he tan corto que ntn pu-
do liaver menor duvida sobro a sua eflicacia, ro-
mo eonsls das opioioea de inuios illuslros mdicos
que abaixo Iranscrevemu-. Gimtudo, rumo as en-
ancas eslao sujeilas a oulraa molesliss cajos svinplo-
mas -,',> -|ii,i.i os mosmos das inoloslias vo|minosis,
aeoiisclhainus. uose.i.n. -rave-, de coiisullai um ho-
ini'iud arlo anles de adminislrar as ditas pasli-
lhas ; 11,111 que ollas pussain produ/ir aluum mao cf-
foilo, poique ua sua roin|iosic.Ao nada entra de no-
civo ; mas |.....pie Peosamos DOS que iraquellcs ca-
sos uraves luto dev o aduiiuistrar-so remedio algum
emquanlo niolcsli nao he pcrfeitamcnlc diagnos-
lirada.
A iluso das paslilhas lio a somunlc :
Duas a sois paslilhas em jejiiin. para as criancas
de 2 a ti anuos, augmentando a doso sradiialuicnle
seuiiudo a idade. De dez a do*e paslilhas par os
adultos, equinze v inte para as pesanas de 30 an-
uos |ara cima.
Bepetc-so a mesma dse Iresdiasa lio, o iioqunr-
lo dia pode-so dar um punante de oleO do ririnn.
.V. II. I'odc-sc aiiiiienlar a di'ise das paslilhas
sem recrio de producir irrilaritn alguina uas viasdi-
oestivas: ose alguotas vexesoioM lombricos ex-
pulsas, pode-so oslar rerlo que lodo e qualquer
svmplum de molestia vermiaoss tcm desspparo-
eldo. Seguem-scos alleslados do dilTorenlcs m-
dicos.
2 GNTOIS PAILHETE & COMPA-
MIIA.
f.onlinua-se a vender nn deposilo coral da
g rua da t'.ru/ n. B3, o oxeclleulc e ln'in con- ffi
i eeiluado rapearei pret da fabrica de lian-
':j luis l'ailhele A Oiinpanhia, da Babia, em ^
',- ;riinilcse|H'queiis|Hircoes,peloprcc.ocstabe- g
j lerido. ^
TAIf.llAS DE I'I'IIKO.
Na fuodicao' d'Anrora em Santo
Amaro, e lambem no DEPOSITO na
na do Brum loso na entrada, c dcl'ioii-
dn Arsenal ile .Maiinlia ha' senipre
mu grande sortimento de tnicnas lauto
de l'aliiiea nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, peciuenat,
razas, e fundas ; e em amboios loiafes
exiitem quindastes, para carregar ea-
DOOS, o'ii carros livres de deSpeza. Os
preens nao' os mais coimnodos.
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Hriimi Praeger& Companhiaf, na rua
ilaC.ru/., n. 10, rcccb'i'aiu de no\o um
sortimento de instrumentos de msica ,
como se/am, llautins de eliauo em mi lie-
nto! e fa', COQl l cliaves ; pistOeSCOmSUB
competente caixa ; flautas debuxo; vio-
I,'i-s de dillereiiles i|iialiiiailcs, e eomma-
cliiiiisiMii ; assini como 2 violoes riquis-
simos, tmlos guarnecido de uiadrupero-
la ; i.imiiciu recoinmendain o st'ii gran-
de sortimento de todos os mais instru-
mentos, tanto para orchestra, ionio pa-
ra msica militar, por menos preco do
pie em oulra parte; sendo para liquidar
conlas.
Vendem-se verdadeiro viudo de
champagne de encllente uuadade, e
inulto em i'onta, para li<[iudncao' i nn
casd de Bi-unti Prneger A C, na rua
du Cruz, n. lo.
MIADOS Di: I KltltO.
Na fandjcao' de C. Starr. oi C em
Sanio Amaro tclia-sc para vender ala-
dos de Ierro de supetior (pudidtuli'.
:
IH III I \[ I lil.lT-.l v.
(I uniro tttihit mli/o por dcriAii frromceUia real
r deertlv imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam oarfobe
l.alIcolcuv, como nendo o nico aulorisadn |ielo co-
vernoc |>ela Bcat Soriedade de Medicina, bale me-
dicamento d'iiiu goslo agradavel, e fcil a lomar
em sccrcln, est em uso na mariuha real de-Ir mu.
do lifl anuos; cura radicalmente em poucolempa,
com pciuca despejo, sem mercurio, as alTercSe J
I 11.-. impingeiM, as coiiscquencias das sarnas, nl-
rcras, e os accidentes dos liarlos, da idade rrilicat'
daarriniunia hereditaria dos humores; convcinao)
r,iili,ii i ,1-, da bexiga, as contrac^oea, e fraqaea
dos orgAos, precedida do abuso das nucrriVs 0u dp
sondas. Como anli-sxpbililico, o arrobo cura ea
puuco i en i|" os Un v,i- recentes ou relteldes, que mI-
vein iiicessaules scmcoiwequcncia dn empreco da ra>
paiba, da cubeba, ou das injecefles que represen-
lam o virus sem neulralisn-lo. O arrobe l.allcrlciiv
he ospei'ialincnlo rct'oinmcndado contra as ilucnr
iiivcleradas ou rebeldes ao mercurio e ao iojurelo]
de potasio. Vcndc-sc em l-islala. na botica de 11"
ral, o ile Antuniu Feliciano Alves do Asevedo, pra-
ra de I), l'edro n. K8, onde araba de chegsr una
uranile |>orrao de unrrafas grandes o pcquriia-. viis
das direclamenlo del*aris, de casa do Sr. Hovvcae
l.all'ccleuv l, ruc Hichev a Pars. Os foriiiiilarinl
dain-se uratis em casa do agento Silva, ua prae.i di
I), l'edro n. si!. No Porto, em casa de Joaqun
Arauju; na Babia, Lima & Irmos; em Pcriiam
buco, s,,inoi; Rio de Janeiro, Rocha ,\ l-illm-, H
Mu en,i, loja de drogas; Villa-Nova. Juo l'erein
de Magotes Leile; Rio-Grande, Francisco de l'ou
la t-outo SC. _
_a iu2 da rua Nova venue-se ricas e
liiiis-iioas aboloaduras douradas para ca-1
sacas do cores, lilas para carias de bacliarci-1
por (;-iim rs. rada una : aira/, da inahuda g
mmm^m snaaBsatm
SALSA PARRILHA.
I)K
As nunicroNi> o\perienrias feila com o iimuJi
sainaparrllha em (odas as curormuladcs, oiiiiwbi
|M'la iiiipurcza lo sanate, e o hom etilo hliilit s*
corle pido liim. Sr. Dr. Sigaml. preaMt(e da mi
demla Imperial de medicina, peto (Uualrado Sr. I>r.
Aulonio slOSsf l'i'i\olo piii sua rlinint, rom HM jl*-
inatla casa dn saude na Gainl>oa, jmIo Illm Si. Dr.
Saluriiiiio de ()li\cira, medico do eturcilo o pr .*
i im- iiiiIm'- nn' allamenle as\irludes BaBcMee SALSA PARRILBA
DE
BRISTOL.
ola.('..ni.! :;u i;if;i conlrin dlia liltr:
quido, c a salsi i.i illi.i de Urislol he uravlii
como puramcnlo \egelal sem mercurio, iodo, polai-
sium.
Visto aclisr-se de nOTO aberla a bolica doSr. J"
s Mara (ionralves Hamos, ua anlipa rua i\o K),ul
leLs mudou-sp oulra vez para ulli o ik'|>osilo t\,i t
sa imii iiii.i dp Hrislol.
i s^!^e^^ajT3S^"Se^WaTe**rs^soBjs"aHe^aJtTeT!( |svMalarB^^sm,> '^, a si
Deposito de tecidos da fabrica A
d e t o dos os S aritos, n a B ahia.
Vende-so om casa do Domingos Alvos
Malheos, na rua da Cruz do Recilc n. 58,
primeiro andar, algodo transadodaquclla
fabrica, muiloproprio para saceos o rou-
pa deescravos. assim como lio proprio para
rodos do pescar o pavios para velas, por
muito commodo.
_ mam wmmmam
Vende-se um excelleiileeM-ravo peni o pailcii
capaz-tic lomar conla de qualquer servico: al
na rua do Crespo n. 10.
Oleo especifico para curar a caspa e 0011
servaro cabello, continua a vender Se na boiH'
da rua do Rangel n. 64, a 640 rs.'cada vidro.

ESCRAVOS FGIDOS.
Ilesapparercu no dia 9 de marco prximo |,,,:
sado iilHa negra, crioula, ponime Rila, de allun
resillar, sccrado corpo, lexou vestido de diila rol
de qnadros miudinhi e panno da Costa azul, c u"
llandres rom azeile de rarrapalo, a qual anda con
um ferrn.no iiesroco |">rj ler rugido por mais vero-
Roga-se as auloriifades policiaca o ao capilacs di-
campo que bajam de a apprchcnder c leva-la o
casa de seusenhor na rua do Trapiche, n.2l, arma-
zem de assuear. .
Fugiram no dia 2\ de marro prximo passado,
dous mualos de iinines Filtpne e Leandro, o pri-
meiro do idade do 'J8 a :> annos, pouro mais ou me
nos, rom os sigoaes seuuinles:bsiso, (Muir serba,
muilo conversador, foi ealeailo, leven urna maca
rom roupa, chapeo de seda; esto rscravofui rcinel-,
tido de Bananeia- por PraoeisSO de Sloraw M-
xnrro, a Joaqun) Francisco,do Alrm, einuiiiU")-
uero prximo passado; o segundo ileidado -
:i annn, eom os signaca legOinlea : alie reguui.
rhcio do corpo, eom falla de denn
parle de rima, rom algumaa l.elolrs de rarne "
omlKsos olhos. levoo moa maca coro, reopa, i'<
yeto da eldadedo i, lemeiiido por Csmiulia A '
Mos a,,, iiii-iiii.......la prara : rega-so a lo.lasa-.u-
lorMades policuios c eapilea de cain|w a apprriii*
e.iiMlosdiio. escrsvos.e remelte-los para oslapraej.
do analto asaigaado, ou |ra ualusairs ih
diuide fiii'.nn rcmollidos, queso graliUcaragenei
menle.JoaqHim Prnmtit 'Ir i.
T*ns- Tj. V. de (Tmria. -3.


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