Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03143


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Full Text
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DIARIO DE
DE ABRIL DE 1853.
N. 79.
PEMAMBUCO.
PMIJO DA 3UB3CIUPIJ AO\
Subsrreve-ac 153(100 por anuo, e 49000 por
quarlel |hiko adiantado, e 49300 por quarlel paso
vencido, iiarau do seu proprtelario, M.Figueira
ileFaria, uapraca da Inilcpnndmria, lis. 6e 8, e no
Rio de J. can do Sr. Joao Pereira Mariins.
Baha
Murci
Paralaba
Kalal
Araraly
Ceara'
Maranbao
l'ara'
I
F. Duprad
a Jote Rodrigues da Costa,
u Joaquim Ignacio Pereira.
a Antonio de Lemos Braga.
a (luhermc Augusto de Miranda
a Justino Jos Ramos.
CAMBIO SI7BI ABBJTX.
r cpiiIci.
Sobre Londres a 28
Pars, 340
" Lisboa, 05 pe
Ouro. Onrae hespanhol.
MoedasdetislOOvellias.
de 6400 novas .
de 49OOO
Prata. PalarAes brasilriros. .
Pesos columna rio, .
a mexicanos .
Acedes do Banco. .
Descont de Ledras .
299000
f9000
I69D00.
99000
I99W
19940
IjNOO
101
9al2
nOTVIA IITUIODUI.
Portugal de Mar. Aintria. . 3 de Mar
Hespanha 7 de e Suisra . 3 de >
Franca... 8 de Succia. . 1 de i>
Blgica ... 3 de 0 Inglaterra 8 de
Italia. ... 1 de E. Luid, 23 de Fe.
Alemanba 4 de Mexieo. . 15 de
Prussia. 4 de 0 California 10 de
Dinamarca 1 de o Chili . 15 de Jan*
Ruana.... 1 de ltaenos-A. . 4 de Mar-
Turqua 95 de Fov. Moutevideo. 6 de
MOT1CIAM DOUOIIUO
Para'. 19 de Marco
Maranhao 26 de o
Ceara'.. 1 de Abril.
Parahiba 26 de Marco
Alagds 2 de Abril.
Mar
S. P. do Sul 17 do
Minas. ... 15 de
S. Paulo 8 de
Rde Janeiro 26 de
Baha.... 1 de Abr
00:
Olinda, lodos oa das.
Victoria, as quintas feiras.
Caruar, Bonito c (iaranhuna, nos das 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Eii e Oricury, a 13e28.
(joianna e Parahiba, segundas e sextas.
Natal, quintas reirs.
DAS OA IDUtU.
I Segunda. .i-.. Au-
niiiniarSo da SS. V.
5 Terca. S. Vicente Fer-
rar.
6 uarla. Ss. iogines,
< Plalouides.
7 (.lumia. Instituir*! do
SS. Sacramento
8 Sexta. S. Amancio b.
8. Ediiu.
9 Sabbado. S. Dcmele-
rio.
10 Domingo, do Boui P.
AUmXMOIAS.
Tribunal do commercio.
segunda e quintas.
Ilelacao'
terja e sabbados.
Fazenda
terrjas esextasas lOhnras.
/u;o de Orphaos .
si'unndaso 5- as 10 lloras.
Primara tara do cicel
tercas o. 6. ao mcio-dia.
Segunda vara do eivel.
1 pa 1 tas e sab. ao meio-d.
Marco
Abril
31 Quarto mingoaule as 7 horas, 22 mi-
nutos e 37 segundos da tarde.
8 La nova as 9 hora, 37 iniuulos c 37
segundos da manbaa.
" 16 Quarto creseente as 2 horas, 25 mi-
nutos e 39 segundos da larde,
ir 23 La cheia aos 41 minulose 31 se-
gundos da larde.
rilXAMAa DI HOJI
Primeira as 5 horas e 18 minutos da maulia.
Segunda as 5 horas e 42 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
Ina
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GOaOUMDO fiAS ARMAS.
Quartel f ral m cidaM -o Recite n 7 de
ahril 1853.
OIU>M DO DZA W. 207.
(i marechal de campo rommandaule da* arman,
mi virlude decommuutracflo receida honlcm da
presidencia desta provincia, faz publico para ntelli-
gencia da guarnico, e devido efleito, que S. M. o
Imperador hoave por beni, por aviso do ministerio
da guerra de 17 de fevereiro ultimo, approvar a
transferencia do Sr. Iciienle-corouel graduado do es-
lado-raaior da segunda clasae Joaquim Gaelano de
Suatt Cousseiru, roinmaudaiile da fortaleza de lia-
marac para o roinmaiido da di) Id mu, Hraudo neslc
evercicio na(|uella,o olllcial que all srrve inlerina-
jneiilc de ajudaiile. O menino uiarerlial itii-lara, que deu parle de pminplo e eulrou no e&er-
cicio do mu (Miiprmo de ajudaiile da fortaloza lo
Brum, a 5 do crrenle, oSr. alfcrwMauuel Marques
do Amaral. que era consiflerado doeule.
Antonio Corren Sera.
OHDEN DO DA N. 308-
Temile apresenlado ueste quarlel-genrraloSr.
H>aundu rirurgiaodo rorpodesaude doexercilo l>r.
Milu--i Joaquim de Castro Mascaren lias, que poror-
dem da presidencia desta pn-viucia somiira erdde-
/cmhro do auno passado para a cidade da Vicloria
na comarca de S.-AntSn, com o Hm de encarregar-sc
dolralameiilo dan |H?sMasd(i poviialTeeladM da ler-
n\i'l epidemiadas bexigas, o marechal de ciun'H)
i 'imii.Miiluiili' dus anuas, cin virlude de iiiroriuar,,.!
da cmara municipal, do doulor jni/ de direilu, o do
ilck'gado de iMilicia duquclla comarca, que Ihe fo-
f.un iniaislradas lela niesina presidencia ciu ollicio
de docorreule, loiiva o compurlamenlo do referi-
do Sr, segundo cirurgio Mascaren has, que no drs-
nnpenhode sua ardua coimnissao, a parda pericia,
irM'imi|\ ni o maior zelu uo curalivu dos iloentes
rebolludos a eufermaria, que alli eslaMeceu.
, Antonio Correa Sea'ra
para o anuo nflo queiram cobrar impostos, e era re-
ceberem diarias, mas os erapregados quercrao estar
por smi ?
Agora Ihedrei alguma cousa cerca dus meuspro-
tegidos, dusquaeshamuilu nao Ihe fallo,uAo porque
driles rao leuhaesquecido, mas |>orqueeulendi que,
rao grado meu, eslava-lhes aggravando a sorle.
Sei agora aue o (al Marbadu renunciou os dous que
em i.n i illi,i llie haviaiu tocado de|His das formida-
veis tundas, e dizcm que para u5o ver mais o scu li-
me era lettra redouda ; nJo sei poreiu aiuda a quem
terflo de perleneer.
Hora mal audei en, quando Ihe noliciei aquella
reuuio a que, sem ser convidado, assisli de racia-ca-
ra, |K>is que loinaram em cousiderarau o negocio, e
por mais que corro todas as imites as ras da cidade,
nunca mais vi urna luz em casa alguma, e |>or esla
forma eis-me coudemnjdo a passarasnoilos entrequa-
Iropareiles; |>or quantoinuitn temo passear as mas
a iioMc C4U1I o recoio de ser devorado pelas matilhas
decaes, uno as inundara, e polo que miiilo breve
Inri de chamar o Sr. Hscal |>eraule a polica para
assiunar termo de conservarlo de iniuhas garantas,
visto quo he elle o uniro responsavel pela abusiva
perraissao da cria;flo de laes aniniaes, com os quaes
j vejoquemuito sympalhi/a, e eu bem pouco.
Asaluhridade publica mo vai iMia, |misasca"iiubras
de sangue, e una febres somiioteulas lecm atacado
Brande parte da populacau, principalmente em S.
Jos; es|>eraraosqiio a continuaren, as chavas, que
vaoapparecendo, nos veremos lives destas vi/ilasliiu
inconiraudativas.
Anda nao estou de lodo reslabolccido |Kr issocon-
Icnle-se cora que tenlm dito por esta ve*.
Saudc, e bous protectores ; e Ihe asseiMiro que es-
te mundo ser sen; ooulro pormsDoos sabe
etc. etc.
de
.!
E
e-
M
CORRESPONDENCIAS SO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Natal 31 de marco de 1853.
A>m achegada do vapor ultimo, vi publicado no
' -eu Diario n. ">9, a* iniuhas duas ullimas de 'Mt de
fevereirOf 5 do correnle, que uppuuha bifadas por
mo maliciosa, fallando poromuma anterior a'qucl-
la--, que |or corlo it1o esca|H>u das garras da euriosi-
dade, ikOis que Hilo foi publicada.
I>e farlo livemos semana Santa nteira.e comal-
cuma decencia na nossa matriz, o muito rae s,ilisfe/
\rr a maoeira |>orque a lodosos actos concoma a
KODle mais grada ; sisualde que era nossa (erra nH>
\ai-so arrefecondo ocs|iirjlo religioso, Nto aabll I
lodos os aclos.porque tive urna learivel macacoa,que
me prostou por dous dias.
Mtiilo de proposito deivei de noliciar-lhe peloeor-
teio passado, um farlo que rauilo deu aqu que fal-
lar, [Mjrque nao eslava elle aiuda bem Inundo, e eu
ro goKo de i-er preripitailu, e ver-mcao depohna
dura necessidadcderetraclar-me ; auora poful que
jaitnhaqucm o ignore, uuposso deixar de refe-
rir-lhe.
Veioaqui ROIMM0 porloemdias do correte mez
carregar a barca franceza Ocrient; c depois de ha-
ver sabido, se es|>alhou que o cupilto dissera a al-1
cueiu ter viudo roceberura coulraJNmdo, e que es-
te traba sido feilo de couscnlimenlo do inspector da
alfaudcga ; declaraclo que di/.iam haver sido feila
Jelo capilao d'uma oulra barca iugleza, que taubeui
qui eslava a canta : islo corren muito, c tanto cor-
reu que ebegou aos ouvidus do proprio ius|>eclor,
que rcridoem seu* bros, reuuereu a indicia a lira de
que fosse chamado peraule ella o eapilAo ingle/ para
delo : do factol'ui cha-
mailo o capilo, e'um inlerpelre, e interrogado o ea-
pil.lo.disse que na vespera da saluda da barca Ocei-
tlrnt fora convidado polo roininaudaute para jantar
rom elle a bordo, o ucsla occasiilo Ihe disocia,que
havla dado ao inspector da alfandega rinco cento*<\c
mil res para /azer um caneaamcuto, e que isfo no
Brasil se faz por muito pouco dinheiro, pos que
gil oannu passado ora noveinhro havia elle aqu viu-
do, e que tambera dera dinheiro.--Ora bem se v
que o negocio anda assim nflo flrm hein csmerilha-
do, o que muito diflicil se torna |Hir j (er sabido do
porto o naviu.c nao haver vestigios, que possiim con-
rorrerput um rgoraw etame lodevla esta decla-
T$a fo reduzida a termo, e rcrolluila ao cat lorio.
Eu nao oslo de fazer juizos principalmente era c,v
yK (Ao melindrosos, que comprometiera a reputucjn
d'mn empregado publico, poiem naodevodouar em
silencio certas creuinstancias. IVimeiramt'iile con-
veiuolisenar que era una crisc em que os gneros
de melbor produeco do paiz eslflo ahi era grande
aliuudancia retidos nos armazeiis a falla de navio-, e
quando estes eslAo [H>r un fnde eilraordinaro, be
muito para reparar que urna barca viesse ao Hio
linuidc era urna barra |erigosa, com urna demora de
8 dias, receber Mmente 1:10") quinlaes de lalajubi.
lo viloi no mercado da Europa he diminuto, c que
e aveutiiro a di/er, seus lucros nao podem bem sa-
lisfa/er a alta despoza do frele ; fazemlo-se notavel
ainda ter vralo d'abi um socio da casa assistir a esse
pequeo, c insiunificaiile carregainenlol Estas silo
*t conjecluras que lem apparecido acerca do uego-
rio, que a meu ver ainda um julgo hem verilirado, e
que aser verdadero be diuno da mais severa pnni-
';"" A pnlicia, |>orcin foi pouco minuciosa, por
que poderia milito hem cidhcrmals alguma couM,
*equi/i^se levar um puuro adianto suas inveallga-
'.'"'- : he verdadeque sera raisler ura |kiuco de se-
veridade, o que ralo be boje cutre nos mu hem re-
tcebido ; mas eu que sou aluuraacousacarrauca, ira
applicando os mcios at conseguir meu Hm o nao
v'i mesmo se seria conveniente principiar pela pri-
4S do (al socio rarregador.
Em urna das iniuhas ultimas Ihe dmo, que o pro-
cesso do preto Lu/, havia sido remedido para S.
'Hncalo, anude quera o juiz de dircito, quo o preto
fosse responder, por Ikar ansim mais livre das vla-
lasdo publico casa escandalosa alsolvicau, que se
prepara, e em que limita gente lema mira; (torcn
fuganei-me em parle na hsloria. Oprocesso nao ba-
ta sido submcllidu aojury desta cidade por nao es-
lar preparado na poca da reuniao do Inhunal, po-
letn o juiz de" dircito contando que o juiz municipal
e arbava na Parahiba, c que em cierciciu eslava
4m supplente, fcil de acmimodar-se, sem mais
formalidades, sera mesmo o processo Ihe ter sido sub-
nieltido, e sem euinniunicac.ao alguma, desimioii i/-
'. que o processo fosse remellido para a villa do
S. Goncalo ; ncsle interim, e quando menos so es-
pprava, fhcaa o juiz municipal, c licam os homeus
rom olraballio burlado, (Kirquc o Sr. do preto rv-
querendoao juiz de drcilo a remessa do processo,
;lo que eslava porto a reunan do jury n'aqnella \i\-
quofoi marcada para o primeiro de abril, re-
[Aetleuo Dr. a petieflo ao juiz municipal para fazer
messa na forma requerida ; mas o juiz mmiici-
pal, qucsup|N>nho corapreheude melbor seus de\e-
fw, equeainda nfloest ligado aqu por estas con-
*idcracies, que muitas vezes deviara o boinem da
MTil.i.Icna norma de conducta, negou sati>fa/ci o
^paclio dojuizdedireito, inos|rando que nao Ibe
leinbisido Biibrnotlido ainda o prueosw, c ncm se
''li.unlii cllci>reparado, uAo poda ter destn algoni
l-'-l" j'ii/ode iliii'iln ; era vias disto llrouo horaeui
asaltos, e ja medizem quo pedir remocao ; c por
Itln |muco ?
' i "i-i- sabl^idode Alleluao nosso candidato a soti-
1 muela do l.uz (lomea ; taltcz uAo Ibe auradass
mullo a resurreico <\o salvador, por isso uto o quiz
er aqu.
ocentro nada mais tenho aaliiilo, alorada C4riju-
Pfiodo >erbo Eo Is. que Toio tal l'tro.
^oiilnuan as diliuencias do Eira. Sr, Carvall
Nra persimiic,m doa mmluottOli no que lem sitio in-
amavel, e an. Mil,.-para une S. Exc- neja feliz
^'ii Milenio.
A aiuemUa eMlipua bem, dando de quando era
cabulas,oque iiAiijuluo l.t das nielbons cousas,
itiuciiKiiuicnic quando eai a encerrar-se a sesso, e
ida au tralaidui da le do ocanionlo: tah vi que
Parahiba k ale abril de 1853
(amtino os escuras arespeilo de noticia!
, i"ii'|iic
iiotieiasilo gran-
i os deslribuido-
ha tres semanas,
eassiin ignoro
ii fazendo preces
, em grande uniforme,
bolsas para M bolo-,
U demora, e os bolos
lo inundo, jtorque ou os rorrei
res de seus Diario, rae conservara,
era jejura de grande numcrodellcs:
se o inundo eviste, c o como. %
para que ce*se minha incommuninih'tUilatlf, wr
que, conf(>sso minha fraque/a, sou curioso romo
una Imita, cam*jo-me quando BR0 potN saciar ejee
meu vicio, que at boje nao |icnelrou nos urabraes
da vida alhoia.
Quasi que Ihe nao DOMO esc rever boje, |H>rquc
desde quiula-feira santa quo rae aebo alleclado das
ca*eira*, c receioso das amarella*, ape/ar de lerein
suspendido seus clleilos i esla capital depois de mi-
nha ultima.
Anle-houtem comecaram as chovas ucsla capital
e seus suburbios, oslamos por taso mais animados,
a'-smi como tambera o rsiao os serla nejos, aos quaes
ellas \izitarain uestes ltimos lempos.
A Iranquillidade publica e foiunanca individual
vAo bem. NAo tenlm lido uestes das uolicias do
Ctmpina eAlago* Nova, o muito temo que ellas so-
jain (lessiiuas, a nao ler inelhoradu o oslado alinos-
pberjeocoin as chovas.
Eslo mtiherac* desta provincia no afanoso Ira-
balbo de prepararem urna recepcao palriaiebal ao
Souza tranco, que desdelionleni beo^perado no va-
|>or ilo norte, de \ ianem para a corle ; sustentar scu
layar na rcpres4Mi(acao nacional.
Di/eni UIM quo 0SH rocopciio eslromlosa fiira ro-
commoudada era circular pelo ctuh rentrtA da corlo
aos mih dilectos lllios; oulros ilizem que o- libe-
rar* d'aqui quereui einendar a niAoe corregr-se da
reccpclu um pouco fnebre, que Ibe t/erara era sua
piMIprn para o mirle, quando elle (razia vcosos
01 loaros colindes no arsenal de guerra, Seja qual
fora causa, o certo he que o .Iri/ox convidou seus
iiuWnlos, e recorren s suas as comceoes para
coiicorrorein rom Mas pe-son-
au deseuiharque, e com sua
assim como que o komem j
de ciico vo-so cobrindo de Minio.
IHzein-rae, mas mo croo, que o CorvalllO eiupres-
tar.i unas pefstacom que ntVOU a sabida do,um ex-
presidenledesta provincia, parasamlar o E\m. liliif-
ral no desembarque, e ira em grande uniforme do
niordurao ueral ao corlejo.
Terei de ver eSM Brande fPsIa, su coiuparavel, ao
que rae dizem, a recepcao de um bispo anlgo, |>.
Thouiaz, so rae mloeuuano, la qual ou so don mili-
cia tradicional, era quo vinliain dausarinos baledo-
res, scBUudo o bosIo bblico.
I i-i......mullo lempo lio catamitOan, no qual he diflicil encontrar
boa vacca para sopa e verduras, ea carne do sul
lia/ o-intestinos dn animal com lodo o scu contan-
do, sem davina para adubo ao gosto liespanhol; mas f
leulio coidiauca nos coubeciiueiilo- culiuaresilo mes-
Ir Bragat que mi defiera compromctlida a gMO-
DOmie liberal ilcsta provincia.
DifCm-me ludo quanto Ibe refro be por inforina-
ee- que esta nomeada una coramissao para levar
ao coiiliociiiienlo de S. Evo. os males e violencias
que lora sol, ido o grao partido nacional, o queja
est preparado o retoloro pelo memoro encarrega-
do o Sr. I i'iM'n i.
Tambera ealao reaorvIBa pelo nesire de cerimo-
uias o Dr. e\-pacba, algumaB DMUenaa do\ illas de
eeriiiruiial. O |r. Toscano Snior onlreaa as cha-
ves do castalio, o cura pcaa uo hvssope, o capelI.lo
do Edinoiiil eaglira a cauda, o Itraga o vaso c o llr.
Toscano Jnior empiinha a vara iuterinaraente de
juiz da testa. Ver i como isso so pean pira dar-
Ihe noticias mais circunistanciadas eevaclas, secun-
do meu costil rae.
Ilnutein un meu auiBo deu-uie noticias do natu-
ralista llruuel o do seu coinpanhciro deviagemo re-
Iralisia llindslil. Estilo aclualinenlo na cidade da
Areia, que acharara superior t sua repulacao. A ci-
dade be eo.....leicial. de sorle que ; maior parlo de
seus habilautes sao logislos, ou vcmlellirtes, oque
em verdade be nina \enladeira calamdadc para
quem quer divcrlir->e, porque em lodo o mundo
aquella especie de individuos he oBoisla, como o ne-
vo ser um humera oceupado de cifras e dominado
do desojo de amonloar riquezas. Diiera quede hs
a IKIIt reinava al muito pra/.cr e folgam;a. e que
as familias era doce ami/ade fornnnaui alegres reu-
nioe-, onde o canto c risos afuBentavam a tristeza
nocturna; mas boje a delinhadora |m|ilica, eocal-
culisla espirito mercantil, lom aincsipiinliado os aui-
mos, afuueulado o pra/.cr, divididom familias, de
sorle que as bella* .Irecn.ttA sao invisiveis, e ura ou
mitro montono viulAu deia-se ouvir entro osusiir
ni dosibilaiile vonlo (pie penetra cora forra |ielas
feuda-* das cerradas |Hirtas e jaucllas, as frias no-
les.aeonipauhaudo o rmico cantar de algura inar-
inaiijo, porque at as bellas lem quas perdido sua
aniielica voz, a falla de oorasies uoprimarem nesse
dora, que laido abrilhanla, e enebe de encantos o
bello sexo. Tina nica ra importante, dividida
em duas pela praca que 0Cea.pl a matriz, boje bem
sotrrvel pelas despezas feitas pelo ../erno ecida-
dlos, de casas quasi lodas terreas conslituea cidade,
em una linha esjrv coran um S, com espaco -uili
cenle a ser transposto ap era dous minutos a passo
ordinario. Ao nascenle ha unas Iros ras de casas
mal edificadas e alinbadas, de lolbase palhas. Ao
picnic ha nutras casas dis|iers,is de palhas da mais
niisera\el appareucia, onde se llberga a indigencia
crassa, quo cosluuia circular os pouiados para ali-
mentar-se de seus residuos. Lal he com mais ou
niciin- aiiiraaco a cidade da Areia, collorada era
un espianten boje rauilo inelhurada, Bracas a asseubica provin-
cial. A visla he a mais bella pussivol, e domina
era lodo o seu alcance urna immensidadc de inou-
cidn-. nos quaes asombra das nuvons modilica cons-
lautemento os effeitos da luz, produziudo o mais
agrada\el panorama.
Disse-me o meu a mi no, que Mr. Bruuet tem des-
coberlo as mais bellas lloros c inleressanles plantas,
assim eomoeiemlnod ecarvio (que at boje suppo-
nba-se de pedra) que alli ha ora aluuioa quaulida-
doe do fcil extractan, e rcconbeeeu que u.io he de
pedra, mais de fac! combusUo eiufllcieute, por ser
maisfracn, sfornalhas doseugenbose mislereacu
linares, parn econuinisar as matas Lio necessarias
conservarn das liuniidades.
JJrevemoiitc tem ello de visilar a mina do salilre,
que Iica7 ou8leuuas dislaute da cidade, e prova-
velinenlc far es-a mportaulc descoberta. Mr.
Hindonlitdcscobrio o mais raro taleiilo.na cidade da
rea, que diz ler visto para o desenlio, e falla delle
cora respejin ; aaseverando que, so o governo o man-
dar educar, um dia ler nomeada, nao era (odno
Brasil como na Europa. Esse joven he tildo de um
hornera |K>bre, mas bunoslo, Manuel de Chrislo, e
por falla de ineios talve se perca csso genio, como
se tem |>erdido rauto oulros.
J vainiH, portan lo, eolheudoos benficos resul-
tados da resolucAo do Exin. Sa e Albuquerque, de
mandar ao interior o hbil naturalista Bruuet. Mil
louvores a S. Iw. c ao desutcressado c houeslo sa-
bio Francez.
Cuusla-ine quo niuitu breve ter Mr. Briinol de
mandar um relalorio ao overno de sua vagem a
Aira, ese rae for possivel colboralguiisapoutaueu-
tos, Ih'os maudare, ainda que muito temo tolher a
obra daquelle naturalista, c lirar-lhe o niereoi-
mculo.
Seeu eslivera na idade propria acorapanbara a
caravana daqucllcs \ ajantes, i.....p i- tenho rauto
amor a easeamlndoii e convceau de que mulu a|i-
pnneilaria ; mas inrelizinenle mcus incoiumodm
me nao perraittcra entrar emscnwjhanlcseiupre/as,
assim como os iiiesquiuhos recursos, de que posso
dispor.
BegUM hontein o Bichan! cora a-maior parle dos
emigrados para a Australia, lie nulo un- Iridia o
lautos, que lemeram abafar na viagein. Creio, quo
olles irAo parar nessa provincia, para dahi lomareiii
mais couiiiiodaineule rumo. A queslao de alguus da-
quolles infelizes, na qual |hii corlas allencimes tenho
locado mullo de leve, e lulo lauto e profundamente,
quanto a huinanidade rao orduuava, rae lera |
movido certas iudis|ius^6es internase exlernas, cal
me consta quo na tfniiiu sabio, em defezado inspec
lor da alfandega, ura lihello contra mira, cora sub-
scripto para oulro. Ainda nao li cssa |wca, mas dar-
Ihe-hei, quando a vir, rabal resjMHla, e entAo tai-
vez rasgueo veo que lenho seiupre, nesso negm'io,
enllocado ante minha |>enua, c remontar-nic-bei ao
teiiipn da mami do Gd>cdcllo,que tenho rauilo pre-
sente na memoria. Por milito fortes que Ihe pare-
ara minhasexpresses, quando Ihereliro certas oc-
urrencias, sempre leam ellas a quera da impros-
sAo, qucdcixam uo espirito publico, c duque a fa-
ma as aprogoa, porque em um lorrao pequera), como
nosso, nunca fallara cousideracoes que corlcn os
lucos a ponua de quera quer fallar a verdade ma e
croa, Eu lalvoz atienda menos do que qualquer
miro a es^isconvderacoes, principalmente quando
os fados forera dlreltOf dn fraco, mas nao s-ra de lo-
do livre desse nosso peecado original do que por
mais de nina ve/ me lenho arrependido.
Nao posso tolerar a audacia dos individuos, que
rmiipmmcltjdos era rerlos fados, conliando de mais
na Bouerosidade alheia, oiisain, |Hir si OU seus impru-
dentes defensores, apreseiilar-se em publico, mal-
tratando aquelles que pecara na pona do veo. que
cohiem suas inazellas, para produ/rcm una ilclcza
lilo ftil, quao iniscravel, e por isso, ua queslao que
rae ocrupa, lornaref n carga, poni Mura ulliuia-
menle procedido foi publico, o |ior todos moralisado,
assim eoiiio por lodos he sabido o juizo que fazia o
filiado iulelro Dr. .Noves de cortos Individuos, acas-
lellados ua repai licao dos rstoaroa c teinpe Di/em-me que os naufracos, que uo M'uuirain,
eslao bira da proleci;Ao consular ; e assim, (altos do
recursos cnmoeUea eslao, nao sei como se naverlo.
lie essa una grande queslAo, que desojo ver resol-
vida.
Ilonleiii assislia procissao do |alriarcha San-Jos;,
feila pelos homens de cor, e cstevcmuila boa.
Nada mais orrurre, de HOVO, que inereca mencAo
Saudo o fellcidadef Ihe desojo, assim como que u
orreio seja mais prorapto em lazer-lhc chegar .is
irnos iniubas carias, do que tem sido era (ra/er-mc
seus Diaria*.
llegar aos flus que a assembla dese-
alcance pai a
ja...
O Sr. Manoel Caratcnnti:Dos, o ajude...
O Sr. Guedes de Mello :Senhnres,apzar deja
ha bstanles dias a casa ter determinado que se ro-
mettesMe ao governo esse relalorio, e os documentos
aunesA, acontece que anda sto nflo se fez ; eu po-
rni nao quero com islo fazer urna censura ao e*|ie-
diente da assembla, porque he sabido queso rau-
to* os documentos que acompauhavam esse relalorio
eque |mr consequencia a demora de suas copias llo-
va conrorrer para que elles nao fossem lAo depres-
sa quanto era para desojar ; mas como felizmente
piiblicou-so nojornaldacasa o relalorio da coramis-
sao, eabi eslava quanto era bastante, para que um
honrado administrador zeloso pelos interesses publ"
eos, InmasHe as providencias que a sua aleada Ibe
proporrionasse...
tt Sr. Correa de Hrito :Coraoj loinou...
O Sr. Cuee* de Mello :Sou informado, que
Exm. presidente apenas leu o relatorio da conuns-
1o. o ronielleu no proprio jornal da casa ao corno de
polica ea thesouraria provincial, e ordenou a essas
'uas repartibles que incontinente cnlrasseiu na a-
prcciaeAo dos precisos esrlareciinentos para que S.
Exc. pudesse em ullimaaualvsc dar as providencias
que o Imuii sonso, ujuslicaca bonestidadeda adini-
nislracao requer ora casos laes. Por lano, seiihores,
naoantevejo grandes iucouveuionles pela falla des-
Boa documentos, o pelo incidente que infelizmente se
deu la parle de um mcnibro da nobre commissAu ;
raascnilni eu voto pelo requermento, e|Hir qual-
quer providencia que leuda ao resultado que sede-
O Sr. Carneiro da ('unha : Parecc-rae que o
nobre depulado, que acaba de sonlar-se, no discur-
so que prouuiiciou, dcixou antever urna especie de
censura pela demora na remessa do rotatorio o do*
documentos aune vos elle: ao menos pinte aluueni
pensar isso, era consequencia de suas palavra* aqu
proferidas, lie porin certo que o nobre deputado,
entrando para esla casa, vio uuc esses papis se esta-
vain copiando, eso jnirfalla do loiii|>o be queja nAo
estAo p rom pos.
O Sr. Carden de Mello: Isso prova o que eu
dsse. au li/ censura almona...
OSr* Carneiro da Canha :Eutao culeiid mal,
e mais alBuem assim o euleudeu. .N."tn eontinuarei
|K)is, o limitlo-iuea dizor soiiiente que, por iiiio ca-
licr no lempo, beque ossas copias uAo foraui lenni-
nadas, e por sso nao podiam ser remedid
Vai a mesa, c heapuiado para entrar em discus-
sAo o seguidle reipieriraeiilo :
Bequeiro que se peonan Exm. presiden le que
de as suas ordous ao cmniiiandanlo do corpo do poli-
cia, para (pie osle entregue oomiuissao especial en
carreuada do exame, escripluraoao e conlahilidade
do mesmo corpo, os documentos, queja esliveran
em poder da inesnia rommissao, o que esla exigir.
fla/dla.
D Sr. FlorendO :Sr. presidente, o nobre depu-
lado que se assouta do lado dircito, c que falln ul
tintamente
icqueiiiuenlii
ipie eu rep
Si. liited
do ocioso
osla dono
demonstrar
s de Mello tachn o meu
mas elle ha de consentir
iiicAo. Cabe-me portanto
pie o meu requeriraeut
rERWlllllCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
Sessao' ordinaria un 5 de abril dt 1853.
Sr
discurw
O Si
nrempl
doque
lar-se
rariio
eifidenria do Sr. Pedro Cmal'oiiti.
( Cunclusao. )
, Ma'iel MoHteiro : ( Nao resllalo o seu
l'ae* nrrelo Sr. pteaMenle, nslou
i a modilicar o meu requchmcnto no sen I i-
doM'ja o nobre depulado que acaba de sen-
era limar de estado fiutnceiro. djreie*rrf0iu-
ui e eonlabiliade do corpo de polica. Tambera
nao torc (lux ida ora especificar quaes sao os docu-
mentos que e rommissla jnlga aue devem ser remet-
ldos ; cora estas alleracoe* creio que ficar o nobre
depulado satisfeilo, e dar seu voto era favonio re-
queri monto.
Eu nio peoto, Sr. presidente
proredade lima uianeira ImpTOl
vea os documentos ile que Iral
Pois t |Hinpie a oominissao j i<
seu poder, nAo pode precisar ainda dedos
e.....slancia eslraordJnarta,qualo que so de
'l
' a assembla
pedndo outra
reqiierimeulo.
sos papis em
"toa i i r-
I, obriBa
(*) Asseuuramos a nosso cones|Hiudenle que se-
uielhaule Talla au he no-a, UUW luda- a- -eiuaiias
mandamos para o coerci os Diarios, o ja nAo be a
primeira ve/que leeidM'ino- ipiciva- do- miiSOS mi
bscriptoresda Parahiba, e das \ illas que Ihe sao su-
bordinadas, o que se torna mili ceiiMiravel, o espe-
ramos que HenSe reprodu/a. D* Hit.
a as'unbla exBir de novo os documentos perten-
cenlis ao corpo de polica ; ent que pode ella, exi-
uiudo esses documentos, ser lachada de pouco reflec-
lida T Se cu cnlendosse que a assembla so desiira-
va, dando seinellianle passo, asscmiro V. Exe. que
nao hesitara um instante em retirar o meu requeri-
ineulo, muito oiubura me xisse de|Hiisna iuipossibi-
lidade, ou ao menos, om cmharaeos |tara proxara-
quilloquea CommUaOO, de quo liz parle, nllirmou
em seu relalorio. IVeforiria anles isso, doque cvpdr
a assembla, a um uio acto, a faltar sua dtguida-
ile, ou pcl. mciHM -i dar dircito que se diga, que
ella n.ii procede com rcflexAo e madure/a ; mas es-
loii persuadidvdeque nao ha irrellexaoalitunia nis-
lo ; que pelo cmilrario a assembla cxituudn le no-
vo os documenlos procede com mulla maxidadee
milita prudencia. Iteu-se ura fado, cujas couso-
quencias he preciso prevenir ; para isso he imhspeii-
savel, que rerlos documentos que j esliverara em.
seu i"l'-i Ihe sejam de novo remotlidos, a asseni-
bloa eiigo-ea, nao sei que poasa haver aqu nada de
IrrefleclTdo,
liu nutro nobre depulado dsse, que o re-pieri-
meiilo era iuiilil ; que nao poda produ/ir 0S ellei-
tosque linha era vista, itorquc se lia inlene.lo de al-
terar os docuraciilos, j tora decorrido lempo bat-
anle para isso.
O Sr. Manuel Caralranli : At amaulwa, ou
depois... -
1> Sr. l'ae* llarrelu : Diste mais o nobre depu-
lado, (pie so coulcntava cora a doinissu dus ofti-
O Sr. Manoel Caralranli : Porque, nao ospe-
raxa mais nada...
mais do que isso. eu espero que o presidente da pro-
x inda, avista dos fictos eonsBiados no relalorio, e
dos documenlos que cxislem no corjio, lar.a processar
csscsolliciacs, porque a deraissao nao be una puni-
cao sufllcieutc.
O Sr. Correa de Itrilo NAo basta...
O Sr. l'ae nrrelo :lio preciso dar-se um ej-
emplo de se vendado, para que fados 15o escandalo-
sos seuAo pratiquem de novo ( apoiadott)...
OSr. Manoel Caralranli:A|M*ado, masas ve-
zes eu recoio (pie uAo liquem victoriosos anda; mcus
desejos, nao sao minbasesperancas...
O Sr. Caedes de Mello :Sr. presidente, eu v.-
lo (iclorequcrimciito do nobre depulado, e acredito
que ucnlium membro dista ass^uiibla so licuar a
prcstar-lhe s.'ii a|iit, alinide prevenir as consequen-
cia* queja foraju (moderadas pelos honrados mem-
bro que fadarara auloriorinenle, entrelauloseja-rao
pi'iinittido dizer que, nao temo tanto es-as eouse-
ipiencias. (piaiilo os honrados raemhros. O rcipiei i-
ineuln do honrada Sr. Caeta Munleini, pido ipi.il
pe teinlc, (pie se remella M ^oxcnio o relalorio, c is
diHiiuieiilo- que foram ptcscnles a-scmbla, me
parece ocioso, porque tai providencia j foi veaeida
na easa ; ^SMUaeu lenho f deojueoBam. ptesi
denle nAo liado ler poupade dilt'jencia jl-uiua o|ieu
II.
hriuacao nao he ocioso. Diz elle U
O meu poiisjimenlu he quo se remella orelalorin
Oumos documenlos, que Ihe sen iran de base : be
islo o que ou desojo ; e o quo he verdade, c o que
be exacto, he (pie o relalorio ah esta anda. Pipieos
documentos furam-se. Sim,senuor, mil vexes slnii
seuhor, osla he a xerdade. Eu nao sei se o requeri-
iento esla bem explcito ; eu fui al onde piule. Se
nAo est liuin. confesso que mais nao posso, ou que
lo (iosso fazer melbor, e tmenle sou obriiiado a
ner o que noas, O raen penaaineoto, repilo, foi
que se renietlesse o relalorio, o .os documenlos que
Ibe serxirain de base. Aquelle ainda nAo foi, estes
niaudaram-so para o corpo, lugo meu requeriraeut
nao he ocioso...
O Sr. CueVes de Mello :-Eu retiro a expressao
ocioso...
" Sr. Florencio :Bem : enlAo senlo-me.
O Sr. fa/iti.ila :Sr. presidente, eu mandei ura
reqilermenlO substitutivo aoqoe eslava sobre a me-
sa. Enteudo que esto raen requerimenlo nao dillere
siiraeulc na redar cao e fin na, mas que dillere tam-
bera uo fundo; poique cu \ ojo no roquorimenlo que
est sobre a mesa Bravo inconxeiiiculo, por isso que,
ou he ucressaro que a coiniuisso faca una es|>ecli-
eacAo de talos os documenlos que entregou, o que
lalvez nao possa fazer na occasiao, ou eutao lio pos-
sixelque veiibam oulros iliK'umeiitos, que nao aquel-
les que sedcsi'jara. O lucio pois, que eu julgo mais
conveniente, he que se aprsente a commissao pea-
soalmenle no corpo,e eomo fea da primeira vez, e
ah receba os documeulifs de que precisa, (aira islo
exilain-se delmiuas, que (mmIcjii ser prejiidiciaes ; e
portanto entralo que o meu roquerimeuto, he o que
deveser approvado.
OSr. Presidente :A discusslo o-la ad ida pela
hora...
O Sr. A. deOlircira :Bequeiro a urgencia...
Apoada, entra em dlteusslo ; o nao sondo impiiB-
nada, he siihmellida votacao, e approvada.
0 Sr. Presidente :Continua a disoussAo. Tem a
palavra o Sr. Auuiar.
OSr. Agaiar :Sr. prosidenle, lexatilo-mo para
motivar o xolo, que tenlm de dar contra lodos os ro-
quorimenlo*, que estAo sobre a mesa, porque eulen-
ilo que noiihuui tleltes acautela OS inconvenientes
que se pretende prevenir...
1 ni Sr. Defiatado:Acautela e rauilo.
O Sr. Ayuiar :Sis., se |K>r ventura houve um
proposito de so baverem easea diw*umetilot para, ou
seren substituidos, uu -< Ibes dar algum oulro re-
medio...
O Sr. Manoel Caralranli: NAo ha remedio a
dar-lbo.
"Saf- /'/"""' : EulAoja islo esto feilo o ain-
da haxer muito lempo de o fazer al que easej dn-
cumculos tornera Vr rorolhidos : por consequen-
cia, baldados sao os Irahalhos e os iucoraraodos a
que se d esta assembla. Se os documentos porcni,
sao de nalureza lal, que nao possain ser falshcados,
emendados ou substituidos, enlo elles pennanece-
ram no corpo de polica e a todo o lempo que forera
exigidos pelo governo da provincia para proceder co-
mo devo, siT-lhc-bao enlreBucs sera quo a verdade
soja prejudicada. Portanto lio dilemma do queso
uAo pttdtle sabir, ou ha ni f da parte de quem os
pedio o ncsle caso eiiAn pode remediar, e o remedio
vira larde, ou ralo existe essa raa f, como eu sup-
ponho], e eulao os ducumentus devem conservar-
se i otados e a ludo o lempo serAo entregues laes
quaes elle* rram, sendo por consegu ule desiiccessa-
I HM o-sosroqueriracnlos.
Eu nao quero fazer una increpacAu, mas_ parece-
me que houve preci|iitacao o falta de rellexao na re-
messa de>-es diH-iimenlos, (piando nedes assenlava ti
rolatoro da nobre roiuniissao, ceram iudis|>eiisaveis
(tara a prova desuasassercos....
O Sr. Mello Reg : NAo a|K>iado.
O Sr. Agaiar : Eu cnlondo que sim, embora
i*lo molosle ao nobre depulado : entretanto quo nAo
enteudo haver falla do grav idade da parte da assem-
bla pediudo iiovameute esses documunlos, porque
se a cmara julga em sua s^ibedoria convenieute
remediar esse passo desacertado de um dos nobres
ineuibros t\a comniissAo, *e julga necessario o cssen-
. ni quo esses documentos reverlam esta assem-
bla para so lhes dar conveniente, destino.o pode fa-
zer sera censura e sem quo ucorra na pecha do falta
de grav idade.
Em visla deslas ponderadlos, c embora creta que
qualquer dos rcquorimcnlos |>de ser approvado sem
desar desta cmara, julgo que urna scmeilianle me-
dida o qualquer que seja a \olacfto da casa acate
res|wilo, nada adiaulam, sendo que por isso voto
contra os requermento. Julgo ainda que devo ne~
sar o incu voto ao requermento, porque eslou rauilo
persuadido do que o BOVOnM da provincia lo inte-
ri'ss.iilo ipianlo esla assemlda ciu lexar esle ne-
.'"I .i ullima evidencia, lAo InlereMilu como nos
em nAo deixar impune esse crnie, ha de adoptar as
piowdencias precisas para cbeuai ae-lo tini. Eslou
persuadido deque 0 Exm. Sr. presidente dapfO-
vinoia, conroriue acaba do assevorar um di* Huso-
tres lueinbi'K <\a ea-a, assim B.....o iii(le|H'ntleiile da
remessa do relalorio, mandou ouvir o cor|>o de po-
liciaca lliesoiiraria, luioque Ihe eonslou pelo jor-
nal da casa a existencia do mesmo relalorio 11 esses
documentos, tarabem ha de mandar por em boa
guarda esses documentos, *e enlenderque pode ha-
ver algum inconveniente em conserva-Ios no corpo :
ha-de eiigi-los immedialaiueiite c .lepo-da los de
maneira, que possam a tost o lempo servir de prova
ao relalorio da comuiLssAo o de corpo do delicio >\ a-
quelles, quo deliuquram. Portanto, Itrtne ou nes-
la convicc]Ao, enlendu escusado esaos roquerimontos,
porque, como eu disso, se houve iuleuc.ao, se houve
desojo de se elfecluar a inodillca^o ou subsliluico
uuese I o ncm, nenia casa ellos jesto feila* ou so
farflo....
OSr, Mello Reg : Mas nos examinanios.
O Sr. Aguiar : Pcrde-me, eu eslou persuadi-
do deque, seo governo se erapeuha siurerainculc,
corao eu creio, na liquidado desle negocio, na ave-
risuacao da verdade, o governo tamliein piWle eo-
nhecer se esses documenlos foram ou nao faLsilica-
dos,|Kirque o relalorio refere-so a esse* documeiiloa,
e referc-se do raaiieira, que |de deinar muito bem
conhecer se elles foram ou nao falsificados: eunta
vez condecido que esses documenlos foram falsifica-
dos ou adulterados, rauilo natural ser que so man-
de proceder contra os que lizoram essa liscalisacao e
be nislo que me firmo para juk'ar improlicuos os re-
queriraculos. Pudo ser que esleja ora erro, mas se
os nobres dcpulados podereui couxencer-nie.que por
osles ineios a | hu lados pi>de-se remediar alimma cou-
sa o que islo faz com que nAo oxsta aquillo que se
dizque existo, cnUo eu darci o meu voto aoreque-
riuieulo. do contrario nAo posso prestar-lbe o meu
assenlimcnlo.
O Sr. Francisco Joo : Sr. presidente, quan-
do a molestia he graxe, o rreeituario he variado.
OSr, Agaiar: Custicosnelle.
lUinplo que oceupa a atllencao da casa be grave, o
importante a direcijao que olla lenlia de lomar a
respeito do urna questoquo tem mcupado a alten-
cao do publico inleroi d urna queaUw quo, nao
ser resolvida seBundo todas as i curas que a jusliea
marca para o jiikamenlo das quettoe* graves, lera
le algum modo dedeixar coniproinctlidaa sua rao-
ralidadc incsnio, cu nao rae animo a apresenlar re-
llexoes, que sirvam de apoio as ideas de um dos il-
luslrcs raemhros dessa coiniuissao, nomeada para o
exame das eonlaa do corpa de polica.
Sr. presidente, eu acredilo que a falta encontrada
boje, e qued lugar a esses graxes inconvenientes
aqu denunciados, de alaum mudo pesa sobre a uo-
hre rommissAo ; |K>rquau(u, confeccionando ella o
relalorio, dcixou de lembrar o destino que sc.devid
dar a esses documentos....
O Sr. Mello Reg : E o nobre deputado, que
he tan adiado, poique ralo leiubrou isso?
OSte, Francisco Joao ; Porque cnlcndu que
essa coiiclusAo devera ser o fecho do relalorio..,
O Sr. Mello Reg : E porque nao emen-
den T
(i Sr. Carneiro da Cunta : Porque nio rubri-
caran! os documenlos 1
O Sr. Fraiiritco Joiio ; Mas, o mal existe, |Hir-
queacouimissao dcixou de concluir corao devora
nial existe, porque a commissao dcixou de lomar as
pruvidencias do segu anca, qiicdevcraiu ser enipre-
gadas acerca de ludo* esses livros o pa|>eis, os quaes
deviara ser rubricados e numerados, o smenle de-
pois dessa fonuathlade devolvidos ao corpo, cora es-
se sello da ctiuunissAo. porque esla om todas as func-
coesque exerceu, scapresenl.ui como que na qua-
litlade to um tribunal judicario, allribuicjn esla
que nos be dada pelo acto atldicional...
OSr, Mello Reg : D.i um aparte.;
O Sr. Franctsm Juno \ Que funcccs sfioa-
qucllas, que dcsimipenba ura COrpO colloolivo, que
loma a si o formar um cor|K de delicio respeito de
lal e tal fado ?...
O Sr. Mello Reg: Foinus proceder um
oame,
OSr, Francisco Joiio: Nao era um corpo de
delicio esso exame uue se procedeu, para saber-se
te oa olliciaes de polleil foram conniventes nesse cri-
ino de quu sao aecusados, ou se foram negligcn-
lOs?
//i/ ilirnsns aparles.)
ti Sr, Francisco Joiio : Mas, apezar dos aparte*
|ue me dao, cu no posso deixar de apresenlar
i'onsideracao da casa um rcqueriiuento, quo rae pa-
rece curiar as dilculdades, oque vera a ser ofi-
Car aulorisada a intrsiua eoiiiinissao o reclamar, por
intermediu da presidencia, Indas os documenlos que
ja Ihe foram presentes, dexondn depois apresenlar
ni urgencia o seu parecer acerca do desuno que el-
los devem ler ; poique lomada una providencia
lefia ordcm.iMide a commissao proceder a esse exame
evitando as detraigas, que podem ser fataes ueste ea
cutos currcni com tanta veloci-
O Sr. Ataciel Monteiro :A* hiatoria, ou ao
proecsao?
O Sr. Francisco Joo :Mas, inipoo como que a
obrigacAo de dar um deslino esses documentos, e
fazer com que elles saiam d'anui, porque aqu uAo be
que elles lem do Mear. Eunoquererei de modo al-
gum faier censuras ao nobre membro da commissAu,
que por propria deliberac,ao faz a enlrcga dosaes do-
cumentos ao commandanle do corpo : uiu farci cou-
sura alguma, porque o caso lem urna juslillca^So,
quo occorre ao espirito de qualquer, e he que, nao
leudo a commissao de lomar deliberadlo nenhuma u
res|M)to desses documentos, nAopodiaiu elles fiear"
depiHtados em seu poder ; alera do que, lodos nos
corameltemos deesas pequeuas facilidades. A faci-
lidadoque o nobre depulado tove, fo em dar por si
s<> a (lncee.'io ,i esse- papOS. Todos UOB coiniucl te-
mos tiestas irreflexivos, e, (s vezes, contra (odas as
reuras de prudencia, era negocios que nos san pewo-
aes.....
0 Sr. Mello Reg:N'So eslou arrependido.
(iSr. Frtuuinco Joo :Eu nAo eslou censuran-
do ao nobre deputado : uAo digo que esleja anepen-
dido, e ncm seria eu quemo lzesae arre|>euder-
I. em que os moniei
lade.
Fallando dosle raiMlo, no quero suppor que o
presidente da provincia nao tenhaesse iulerosse,que
como honrado fuucciouario publico.couio honiem bo-
ucslo, deve ler.
tiSr. A. de HHreira: Mas tem dormido o
soi.....i da inercia. | Silo foiadoM, >
O Sr. Francisco Joo : Eu nao sei mesmo o
que aqu se disse confidencialmente : iiiiu sei |>or-
que i.1.1 lenho razAo para o saber....
li Sr. Cades de Mello : O ftiluro o pro-
(i Sr. Francisco Jou: Apezar de que, a pro-
videncia lomada pelo Exm. presidente, e que o hon-
rado ineinbro eonlitleiicialuianlo nos coiumuiiicou,
parece ralo salisfazer coniplelaineule o que era para
desojar ; porque o nobre depulado nos disse que o
presidente linha lomado como providencia o fazer
proceder incontinente anxame do alcance, iiiruin-
hiiidoissso ao mesmo corpo de polica cu Ihesoura-
ra...
(i Sr. Cnedes de Mello : He preciso entender-
se isso em termos habis.
) Sr, Francisco Joa : So as aenisac,6es gra-
ves sao respeito desse corpo, e dos seus olliciaes,
nao sei como pnderinm esses inesuios olliciaes entrar
nessa liscalisacao, liscalisacao a que se lem do pro-
ceder nesse uicsnio corpo. Se eu nAo quero que os
autores sejam juizes, tambeiu culendo que os reos
uao dexem lomar o lugar do juizes na sua propria
causa...
(i Sr. Guedes de Mello : Nem isto se depre-
bende do que uu disse : boda imaginadlo do nobre
depulado....
ti Sr. Francisco Joao : Perdne, o nobre depu-
lado dsse sto : appello para o tcslemuubo da
casa.
O Sr. Cardes de Mello :-0 meu discurso ha de
ser impeesso, c o Sr. lachigrapho tome bem as mi
nbas palavra...*
O Sr. Francisco Joao:-Esla Ikiiii, lemos mysli-
licaco do discurso, porque o uobro deputado disse
isto aqu...*
O Sr. Guedes de Mello :Para o nobre deputado
ventilar essa idea, he precisoque pravo que eu lenho
porcoatuinc mystilicar os mcus discursos.
O Sr. FrancUco Joo :0 uobro depulado de-
clarou aqu, que o presidente linha mandado pro-
ceder arrecadacAo do alcance do corpo do polica,
incumbiudo esse Irabalbo Ihosouraria cao inesmo
corpo...
O Sr. Guede* de Mello (explica a sua idea)
O Sr. Franrisco Joo:Muilo obrigado: se nAo
fosse eu conservar o sangue fro de que rao revest,
flcava poi ced atropellado.
O Sr. Guede de Mello :Isso ho modestia.
O Sr. Franci*co Joao :Por lano, Sr. presideu-
V, eu supponbo, que a idea por mira lerabrada de-
vo ler preferencia sobro lodas as oulras molidas nos
roque i inientos uue lem ido mesa, leudo ella, alm
do ludo, a cautelado os iuconvenioulcs da demora.
(i Sr.Manoet Caralvanti:He melbor, mas nao'
sei se ser bstanle.
O Sr. Francisco Joo :Eu lomarci o Irabalbo
do ler ossa emenda : il) [Mirque, supponbo lambom
que nina xiaentregues esses documentos, a coramis-
sAo no os pode rele* om si; deve dar-Ibes um des
tino qualquer, ou o devolviuiento para ocoi|n.....
f/'ia: Sr* Depulado : Heos nos livre I
ti Sr. Francisco Joao :DepoU do- .1
devidaraenle numerados e rubricados
risco...
i i Sr. Florencio :Esses d"cuntenl^ pertoncem
I historia, e nao ao corpo.
lile
n,to haveria
ti Sr. Mello Reg :Jal voz nesso lora piedoso
possa conseguido.
d Sr. Francisco Joo :Eu eslou fallando com a
inodcracaoercsjieilo que devenios mis aos oulros :
nao eslou pediudo, nem siippliraudoao nobro depu-
lado. Eu avcnliirei eslas rellexes siniplcsnienle,
porque nao quera que, de modo algum, alguera po-
desse onxcrgar em inhibas palavras a mnima censu-
ra ; nAo esperava, porem, que esta pequea satisfa-
cAo que dei merecesae, em lugar do acolhimeuto do
uohre depulado, o desprozo; dexo, porem, que o
nobre depulado tenha o procedimento quo bem Ibe
aprouxcr, |KirqueeuuAo seuure scnAo oque me
be rccominendado j>< l.i deceucia e pela boa edu-
aejo.
Vai a mesa c be apoiado oseguinte requerimenlo.
(i Hcqiiciro que seja auloaisada por esla assembla
a coraniissoespecial de inquerlo nomeada para o
exame da cscrpturac,Ao o conlabildade do coriio de
INiliria. a exigir por intermedio do K\m. presidcnle
da provincia a roincssa de lodos os documentos, que
a ella ja furam preseules, deveudo a commisaAo de-
pois de recebidus os mosmos uocumeutos, cora ur-
gencia apresontar o seu parecer acerca dn destino
(po Ibes deve ser dado. S. {.Francisco Joo.
O Sr. A. deOltceiratSr. prcsidenle, eu suppo-
nho, quo a rasa ja esla disposta para poder vo-
lar sobre esla materia, o seguramente, eu nAo me
animara n prolongar este debate, se por ventura o
nobro depulado, que acaba de senlar-4e, no hou-
vesse feilo algumas incrcpaooes commissAo especi-
al de que (ve a honra de fazer parle. Disse o no-
bro deputado, que a commissao devera ter rubricado
os documeiilosqiie ella examinou, e bem assim nu-
tras cousas que o nobre depulado cntendeu que a
commissao nAo fez : eu vou relatar assembla o
queso passou, c a casa peder formar, em sua alia
sabedoria um juizo imparcinl. A commissAo tenni-
nou no dia 7 do mez prximo passadofo Irabalbo
dillicil o espinboso de que fora encarroada ; esso
Irabalbo apreseutado assembla, foi resolvido que
o relalorio da eoinraissao fosse enviado ao governo
cora lodos os documentos anuexos.
Teudo havido alBuma demora para se oxlrabir a
copia de todos evos documentas, aeommisisoaguar-
tlaxa a lemussa efleeliva desses papis, itini do con-
sultar a osla casa acerca do deslino que devera ser
dado aos mais documenlos |>erlenccnles ao archivo
lo corpo, de quo ella eslava de posse. Havia accor-
tlo na maioriada commissAo acerca desla parliculari-
ilade, mas infelizmente um de mcus collegas devol-
vcu por inadverleucia todos esses papis para o cor-
po de polica...
(i Sr. A. de Olireira : Est engaado, cu con-
sullei o nobre depulado a esle respeilo, tcudo-lhe
"iii'lei.oln MC--.I inesnia uera-iao, quo aquel les do-
cumentas que hiiviaui servido de base s assevera-
ees da coniniissAo, nAo deviara ser reinetlidns a
quera era nlercssadoeiu desmentir a commissao :
cu manifeslei essa minha opiniao ao nobre depulado,
e eslava cs|>eraudo tvcasAo azada para fazer um re-
quermento deaccordo cora o Sr. Paes Brrelo...
ti Sr. Paes Brrelo : He exacto.
O Sr. A. de Olireira : Eu siulo rauilo ler pro-
ferido eslas palavras, porque nAo desejava molestar
o meu nobre amigo com quem sempre lenho eslado
le acerado, linimiento nesse Irahallio lAo penoso |Mr
mis ultimado: apenas enunciei estas palavras afira
de reeducar esse fado e mostrar assembla, que a
rimmiissao nao merece a censura, quo Ihe foi diri-
gida pelo illuslre depulado que orou era ulliuio
lugar.
Agora, Sr. presidente, permitta-mo V. Eic. que
diga duas |>alavras ao nobre depulado, que se as-
seula do oulro lati ( o Sr. liuedes de Mello): eu
cnlcndu. Sr. prosidenle, que o nobro depulado foi
contradictorio uu seu voto, porquaulo seo nobre de-
pulado espora, como disse, providencia* da parlo
do poder execulivo, loma-so inulitaualquer medi-
da que for tomada por esla assemblca ; se coula
com a supronia vigilancia do governo, para que (o-
raarinos mais oulras medidas '.*
Se cu pciisasse, como u nobre dcpulado.c oulives-
se os motivos quo lera o nobre depulado para saber,
quo o box orno lia de tomar as medidas reclamada* pe-
lascircuinstaueias graves desle assumplo,eu lamhein
dira quo a assembla nada mais tiuha a fazer ; mas
permilla-mc o nobro que cu Ihe diga, que, *e o go-
verno rea I menta j accordou do soinuo da indolen-
cia c da inercia era que lera vivido, eu nAo teuho as
razos (pie lem o nobro depulado para o saber ; olll-
cialmenle, ou pela- fulbas publicas urna so palavra
uAo revela scinolbaule vigilancia da parte do gover-
no. O presidente da provincia sabe uestes successos
desde odia 31 de Janeiro, cm queso dorara os pri-
incros indicios de que no corpo de polica se prati-
cavam malversa^os, foi ordenado um cxaiue, e uo
da 2T de fevereiro o governo linha -ciencia da rea-
lidade dessas malversadles ; o governo sabia, quo
so no oxercicio de IH51 a IS.VJ se linha dado ura al-
cance de K:000g contra a fazenda publica, no ctan-
lo o prcsidenle leudo de apresenlar o seu relalorio a
esla assembla no i' do marco, una so palavra uo
co'.-iuiinua esle respeito O governo eslava ou de-
vin e-dar perfeitaineuleinteirado da nalureza e da
gravidado desse alcance : o illuslre inspector da Iho-
souraria o havia informado segundo musa do llin
!of lmenlo de que est de |>osse a commissao, po-
rem una so providencia nAo foi dada polo presiden-
te da provincia! Portanto, se o nobre depulado
lem motivos para suppor da parle do poder execu-
livo lodo o zelo reclamado pela gravidado o serieda-
dc desle assumplo, eu nao (kmso (er a mesma opi-
iii.it'. ponjue assim me obrignm os fados que eslAo
uo dominio publico; por ora urna so providencia
nAo lora sido tomada, pcl" menos nAo lera sido pu-
blicada as indias publicas...
OjSr. Guedes de Mello : Ergo, nao lem loma-
Jo providencias. Isso he que he lgica I masemilm,
i) nobre depulad" sabe de lana cousa...
O Sr. A. de Olireira: lenho aqu os docu-
menlos quo proxam oque acabo de dizer : tenho
aqui um documeulo assiguado pelo nobre Inspcctor
da thesouraria, que prova que o primeiro exame a
que ac procedeu no excrccio dn I KM a Ih'iJ se Icr-
niinou no dia 24 do fevereiro : o prcsidenle foi in-
formado da nalureza dewte infeliz resultado, pr-
Suc nem era presumvol o,ue o ins|>eclor deasae
0 informar o presidente acerca de um successo (ao
gravo, heisto oque eu sei. Sei niai-.queimdia I- de
marco o prcsidenle nAo se dignou coramuoicar a co-
ta .i u usa assembla no seu discurso de abertura
cousa alguma a cale resi>cilo, autos pele contrario
velo tli/er-nos, que a lliesouraria provincial cum-
priamaravillHwanicntc(seusdeverea, cal pedio
aiiB.....uto do forca...
O Sr, Correa de frilo: fc. o que tem isso cora
..augmenta de forca ?
rtSr. A. Olireira:Deiso aos tlenlos do
nobre deputado e sus pratiea tos negocios puhli-
cos a ileduccao higieaeraolooal a que so presta o
roiih.-ciineiil..dos fados quo acabe de mencionar.
En eslou apenas referindo fados do nolttriedade pu-
blica : o govenm eslava iuteirado do que, esse al-
cance se tiuha dado e rana m providencia um* deu.
Porlaulo, seu nobre depulado quer lolar por esse
/f
MUTILADO


>"*
2
v
: Onobrc depulado so
: Pelo contrario, tu
venenes lo nobre depu-
pelo que csli o domi-
nada se lem feilo por-
conleslo o nobre depu-
po
reqiicrlmeuto. porquesuppfte queda parte do go-
verno serfo tomadas toda aa medidas acerca da oc-
rorrciiria, eu digo, que estbu no nicimo caso : al
azora os facial provan o centrarlo; uno digo que o
presidente n.lu acorde dcr.se lelhargo eni que lem
Nivido, mas o tacto asistenta...
(i Sr. Gnedee de Mello : Qual lie ?
O Sr. A. de OHreira : lio que o presidente fni
inTurmado dessa oceurrencia o nenhuma providen-
ria se detiberou a tomar, seuao depoi sfto desla assembtaa, queporrerlo se lia mostrado
limito mais zelosa pela boa llacalisarao dos dinhei-
ros pblicos...
" Sr. Huelles de Mello : Bntio jii lumou al-
guma?
O Sr. A. de OHreira: Reliro-mc ao que o no-
bre deputado disse, eu por mim nao sei...
O Sr. Guedet de Mello: O nobre depulado o
ullii uimi debaiso de sua ronscicnriti.
II Si: .1. ile lllireira : Eu nao auloriso ao no-
bre dopulado para julgar de miulia eooscifnria rac-
II.....l<> queeu. Hepilo, uao sei de nada sen.lo |ior
dilo, Dio vi ordem algum
II Si: Huelles de Mello
beque he digno de erenra
O Sr. A. de OHreira
eslou dando crdito s as
lado, visto que por mim,
mo do publico, vejo que
lano a esle respailo nAo
lado.
O S. ilueile- de Mello: Nao seria a primei-
ra vez.
O Sr. A. de OHreira : Contestar o nobre
deputado nto sei a um sacrilegio: parece-me que
nao seria esta a prraeira vez que as opiniile do no-
bre deputado aolTresscm nAo s ronlclaco, como
t fossem aqui vencidas: nada |ior cerlu se diz ties-
ta casa que nao possa ser conleslado.
Goneldindo pois, declaro quo vendo que pelaad-
niinislrac.ao aclual, que lem conbecimenlo das inal-
versaoaje do eorpo de polica, desde .ti de Janeiro,
nSo lem sido adoptadas aquellas medidas correspon-
dentes gravidade dos delielos cominellidos em
prejuizo da fazenda pnblira, liei de volar por toda
o qualquer rcsoluca, que revele da parle desln as-
sembla zelo o ii.ion-.se pela causa publica, sendo
que por corlo esta assembla no loria de adoplar
providencia alguma acerca das criminosas dclapi-
lacAes que bao lido lugar, se porventura as rdeos
do governoprov.nr.al parasse em oulras mflos. Vo-
to |Hir qualquer dos roqircrimcnlos que se acbam
sobre a mesa, alim de que sejam devolvida! arom-
missao todos os documentos que serveni le justifica-
ran ns aseverarnos ronlida no seu relalorio, visto
que nao serla impossivel que iiuliv i eomnielleram talsiuVacOe* urna vez, commcllam se-
cunda c mais veres o mesino crime.
i.n'i. Jote Pedro : O orador prinripiou ilizcn-
doque nao linba os reccios de c|ue estova piKsuido
0 orador que o linba precedido, por isso que, romo
bem n haiia aflirmado o nobre deputado, o Sr.
1 mbelino, que devia ler sido arredilado, o Eim.
presidente da provincia, nao obstante n.ln ler ainda
rerebido onicialmenle o relatorio da eonUnMo, ii
liaxia dado as providencias que O caso rcclamava,
afn) de conbccer-sc os criminosos, bem romo, em
Inda sua importancia, a renda defraudada. Con-
tinuando, disse mais que era infundada e injusta
a imputacao queo orador, a quem se referia, fozia ao
BAveruo de ler dormido o somno da Inercia ; por-
quanlo nem o governo, noni a lliesour
adeviidiar, para dar preferencia ao ex
ronlas do eorpo de polica ach.ivain-so i
que foram cnronlradas, assim romo
n.1o salino em que estado etilo as nuil,
multo resnonsaveis pela.obrancada i
poza publicas, que anda eslAo por I
masque era inconloslaxel que logo qi
ronlieciinenl" que adespoza com oeorp
no exerririo prximo Iludo, liaxia exredid
que devia fa/.cr-so, inmiedianienle a Ib
ei.m iirolei ii.-.lo do expeliente diario, e de oulroe
Irababos, exaniinoii as ronlas desse exercicio, e o
goveruo arlixou c reroniincndou a breve coDCluaSo
desse eiame, que finiln, foi ainda pelas dlllgencln
da mesma lliesonraria rcrolliida a mportaocia do
alcance encoulrado, passando ella imincdialaincnle
ao exame da ronlas do exercirio rorrenle, de pre-
ferencia a ronlas das obras publicas que eslava exa-
minando, e ira depois as conlas do mesmo eorpo
pcrlrumili's ,iu. exerririus aulerioies, se nio fotse
Interrompida |ielo irahaiiio da eommktrto. Que,
como ja fiavla dilo em oulra occaaU, lemlo-se con-
cluido o e(Mie das conlas do oxerridn prximo lin-
do em '.'i de fcxcrero, s a 2li desse mez soubc o
Eim. presidente do resollado deslc exame, e por
isso, quando julgasse necessario Irazc-lo ao coiiiic-
rimenlo da assembla, uto O poderle fazer. visto ja
se adiar nesse- dia i.romplo o sen relalorio, c ale
inipresso, segundo Ihe conslaxa. C-ue lamliem nao
llie podia caber a censura de ja alo ler procedido
conlra os respousaveis ; porqii'julo nao so olimila-
linba loado a evidencia a iuunoraliilade do fado,
romo lexou o esome da coininissan por ser muilo
mais ampio ; sentlo lambciu poique prosegua esta
reparlirao no oxamc das ronlas dos oulros exerri-
cios, cajo resultado so podia ser loado iiluYialmcii-
le ao goxern, para proiidcnriar, depois que dellc ro
lomassc conlicriiucnlo a junto, leudo uuvido o res- I
ponsaxcl; como bavia pralcailo na lomada de ou-
lras conlas. yuc do precedente que elle orador le-
ve, ile Irazcr ao conlicrinieulo da assembla esle
aeonlecimenlo nada se |iodia concluir contra o go-
verno, por Isso que ja liaxia dilo em oulra occasiao
que o eu fin foi desvanecer os boalosesuspeilas de
Rever a lliesoiirnria subsliluido c folsinrado doru-
mentos, e que no exame dessas conlas nao proce-
da como lite ruinprh1, para chozar ao resullado que
dexia rhegar, o que felizmente couseguio. Final-
mente disse, que por ordem do Exni. presideule
aehaxu-se aclualmcnte a Ibesouraiia revendo o Ira-
balho que baviu feilo, coque llnha coueguido a
eommissao, alim de exlrcmar o alcance que perleu-
cia a cada coiiipauhia, e ennhecer os olliriaes que
dex iam ser resiHinsaliilisados; para o que liulia sus-
pendido quasi lodo o eipedienle, Irabalbava al
.. horas da larde, e era ajudaila pelos dous emprega-
dos da lliesouraria zcial, que linhaui Irahalhado
rom a ooininissao. (.oncluio derlarando que vola-
va |Kir lodas as medidas que seqoizessem ailoplar,
para evitar qualquer prorediincnln do eorpo de |hi-
liria, que xicsse conlrariai o farloj.i verificado, a
piinicao do crime.
Encerrada a dibcuss.lo, lie retirado o reqiicrimcn-
lo do Sr. Paes Brrelo a pedido do (eu, c approiado
o do Sr. Francisco Joo, lcando pi ejndirados os de
mais.
OltDE.M l"i DA.
lie approvado em 2.' discusaoo projerlo u. |:|, J
que aiiim i-1 o governo a .-qiosenlar o professor de j
primeiras Iclras da xilla do l.imoeiro.
Entra em 2. disrussao o projerlo n. 21 do auno i
passado acerco da inslruccjo publica, e xersa clli
sobre o or. 1- e emenda olferccidos ao mesmo pcli
ommissao reiqiccliva.
O ,S'r. Manoel Caealeanli:O arljgo do regu
meulo de 12 de niaio de Ittjl, nao esiao em ds
eslail
rlualii
el.i
oulros
e .le-
do polica,
aquella
sitlr na opiulo que apreienlei quando fallel pe|n
ordem; mas a miaba rcrlaroarao nao liu atleudida,
nu fui combatida. PorOm, o que se disse em nppo-
slco o ella no foi quanto a mimsali-fadorio: e .li-
gO que nao ro satisfactorio, porque estas emendas
sio oflrcrlda s emendas apresenlada o auno |ws-
sado, e esta ao regulamenlo : lozo o rogulameolo
est em dncuasao. E ae nao, diza-se para que foi
esse regulamenlo remedido a conimialo? Paraquo?
He porque esta assembla quera lomar coiiliecuncn-
lo doregulameiiln...
I ni Si: Peualudo :Nio,.-
HSi: Uuiioel l-maleaiili-.Siii? oh enlBire!
Nao se iliz por pedido de quem esse regulamenlo foi
a roiiinii.vi.i; raaisbe cerlo que elle l foi por ordem
da assembla, e que aquella otaminando-o propoa-
Ihe emenda; logo he cerlo lambem que o regulanien-
lo osla uleito ao ronlieciiiienlo da assembla.
O Sr. Pretidenlt:Esla quistan nao vale nada.
Quorralivcsse, quer n5o, o rezulaiuenlo em dis-
III...IH, cada depulado lem o dircilo, m meio de
emendas oflereridas ao projecfo em ili-ni wm, de al-
terar aquelles artigas do regulamenlo que ciilcuder
preeisarem de alleracjo. Mas o que cal em dis-
cuasobeoarl. I'doprojeclo n. 21, que pode ser
rezeilado e subsliluido por oulro. Em ducuao ct-
U isso, e ii.ni podo catar oulra roiiMi.
O Sr. .Maiwl Cai-aleanli:EulSo. m e pide al-
terar o regulamealo, se e podo einenuir, segue-e
que elle esln em diacusaao. Se nao be assim, enlo
aminha lgica aqai eshi em falla....
O Si: l'reiidenle :Parece-mequeaim....
II Si: Manoel Cavalcanli:E en creio que
nio....
O Sr. Prndente:O projeclo n. 21 foi julgado
objecto de delibeiaeao: patsou em I." discusso ; e
agora cal em 2."
O Sr. MacM Monteiro :Eu quero convencer
ao Ilustre orador de que Bao lem razan : proponbo-
ni,. a isso. Eu disse que o regulamento do 12 de
malo de 1851 era urna le do paiz.
(I Sr. -Manuel (nmleaiili:Porque?
O Sr. Miu-iel Monleiro :Espere um nouro...
Por coiiscqucncia nao |Kidia ser sujeilo disrus*lo
da assembla, como um qualquer rczulameuln. I)
nobre depulado contestn islo;e eu vou pr>
queavonixi. Di; esse regulamenlo na sua
ducciio o segualo (!(}.
Mas qual a nalurrza, qual a exlonsao di'ssa aillo
risaco, a que se refere a presidencia no proemio di
regulamenlo 1 A sczuinlo (Uj.
O arl. i da fel n. 261 diz o segiiinlc fl.K
Esl perianto dcinouslrado que o presidente lliihi
aulorisacAo para reformara Ixeeu. e reorzanisar ;
inslruccao publicase leudo cssa aulorisacao sido con-
Isrida seui a IhiiilacAo de que s |iodcria ser DoM
em execucao depois de approxada pelororpo lezisla-
lixo. he claro que o resollado dessa aulorisacao as-
sim ilada, he lei sidenlc no reaulanienlo que fez; c lano que as ds
oes nraea db elle
nlr
.,:!
qu
depulailo
ir em .lscuss.io, como un
de approvaco do pode
Por ronsequencia j i vi
reziilamenlo nao pode es
regulamenlo que precise
IcgMatlvo
Ponderarci anda ao nobre dedulado que, quandi
so lem couferido aot prestdantes em oulras pora
aulorisacoes izuaes para reformar a inlrurcan publi
ca, como so conferio ao dislinrlo Sr. bar.1o da Riia
N'isla, e a oulros, estas novas orgauisarocs nao fo
rnmsujcilas ao eorpo legislativo. Esla he a mar
cha seguida na assembla zeral lanihein ; e para s
proceder do oulra serle, preciso be que a aulorisa
cao concedida ao poder ejecutivo Italia a limllaei
de que licara sujrila a approvacU posterior do cor
pn Icgislaiixo. He islo ilouliina rorrenle: s.io es
les os prccedcnlcs. Porlanlo, j x V. Exr. que i
regulamenlo pode eslar em discusso. O que esl.
em discusso he o projerlo ollercriihi pe
sao, allerando algUIH p.
Islo he o inesino que so a i
fcrcccssc um projeclo de 1.
lacio ipie exisle sobro liu.'i
cao que o nobre depuladi
deduzida das palairas da C
que o nobre dcpul....... q.
hxrica, ha de cernir que
ola of-
pde lii
sido a ro
de dar o
no, nao
parle da
pode ion
I.....I" 8"
a iiislruc
esle ou i
se rezul
desse rezul
ommissao de fazi
i allerando toda a legil
nras. Nem a considera
i quil .fazer prevalecer
*.....i-sao, procede! por
e he lio rigoroso na su:
leajM cxpresses nao se
usequ
porque de ler
unissao de ii-lrucrao publica encarregada
au parecer sobre o regulamenlo do gover-
B pode dedUlir O direilo do approiarao da
sjsemblea: nio, teguramenle, Oque aa
ii he que a assembla, sendo isso Iraba-
iverno sobre malerla Imporlanllsslma, qual
cao publica, cliaiu.....i na all.nca" para
iquolle poni, enxerzou algiins defeilos nes-
iineulo, poni de conferir o sen exame
coniiuisso de inslruccao publica, que Mu: pareceu
a mais naturalmente propria para isso. lie islo
nicamente oqoeiededui dasjMlavraa dalnlro-
ilini.lodo parecer, o uaooulra rou-a.
Insslo na opiniao de que o regulamenlo he lei
dopali: he isso um poulo julza.ln, ou que paaoo
em julgado. A assembla lem o direilo de emen-
dar lodos ns artigo, de niellioia-los. relorina-l.is,
ele., ele. mas na le.....lireilo de insliluil um
exame sobre rada um dos arligos, como quer o no-
bre depulado, Assim se lem considerado sempie
estas auloiisares, ipir aqu, qur no Itio de Jauei-
c lano que o goxcrlio leudo sido aulorisado
i reroiniar a academia militar lem feilo es-a re-
lia, e |Kis|o em encueto odepeiideolemeulc de
approvaco posterior. Urna ou oulra tea he que
se lem dilo, que a reforma da academia ser presen-
te ao coi pn legislativo; mas, quando a aulorisacao
be sem limite, o governo Isa a reforma ampia e
complete, sem que .. eorpo legislativo i.....rvenba
Mili. Porlanlo, repito, o reziilanicnln nao pode
nlein a religlo um pouco diflc
cbrislaos....
iiedr de Mello : Mas uo sa
eslar em discus
nobre depulado qui;
arlizos doregulameu
diseulir o reglame
o Si: Manoel Ca
o arl. I do projerlo
ni
projn:!
isso livre,
te artigo por artigo.
alcanlilBt em
21 !...
sl
er pr
i>, lie
Se
alz
ll-Cll
denle :lon as einei
Mathel Caealeanli :Kti
A lellori dellc reaponda s
o arl. (UJ.
gulamonte: bou Sr. M
coiiimisslo que confcci'
irl. I approxa o rezulaiiK
pprovado. De las una: o
iji'ii" a ili-rossa.....u osle arli
> he assim, o artigo doa sei
nodo: dexia lizer, poreiem
.....
discusso, lli
las, que a com
O Sr. Prndenle -.O que est.
o arl. 1- do projeclo n. 21 e das e
mlssao mandn ao mesmo.
O Sr. Manoel Cmalranli:A iiiiuba m
he minio liara : nao me record das disrussoe to-
llas que lem luivido. Mas, iior so ler disrulido em
oulra Miao ilc um modo, nao so seguo que nao se
dova discutir os artigo do reguiameulo, c as emen-
das a elle oflercciilas, c quaosquer oulras que apre-
M-ularaiu os inenibros da rasa. Eu pela niiulia liar-
le, rreio que se deve discutir o regulamenlo, pois
que d icgulaincnto mo me agraila: dove pois dis-
ulii-secada nrligoile per ai,e nao as emendas.
o Si: Presideule:Assim devora ser; mas me
parece que, por esse inelhwlo, se lexaria muilo
lempo....
O Sr. Manoel Caeakanli:Mas com isso nao
lenlio nada. A discusso deve ser de rada um arti-
go do regulamenlo.
O Sr. Maeiel Monteiro :Sr. presideule, me|pa-
rece que algum equivoco ha na maiieirade conside-
rar a queslao, islo lie, quando alguein pcuae que o
regulamenlo do governo esl cITccHvanicnlc em ilis-
cussao. O regulamenlo do goxeruo nao esl em dis-
russo, porque o governo foi aulorisado por difl"c-
leiilesarlu. lezislalixos para fazer um regulamenlo
rcorganisandn a inslriicro publica, sem faze-lode-
peiidenlo ila approvavAo da a.semlila. Mas a roin-
missso de inslruccao publico, observando nesse rc-
ulmenlo alguns leleilos, alguinas iniperfeices,
propo/ emendas ao nie-iiio; de mancira que, o I i
que so Irala aclualmcnlc he lo um projecio le le;
c se V. Ele. quier mandar lr a formula seguida no
mesmo projeclo, ver a as-enildi'-a que qnanlo pon-
derci este respcllo he exacto; iiorquc diz o pro-
jeclo,7 Como|ior ventura, so se Iralassc do oulra lei que
se quizesse alterar. Porlanlo o regulamenlo lo zu-
verno nao esl cu) discosso, vislo que o governo foi
aulorisado sem liinlai.-ao alguma para fazer o regu-
lamenlo da ia*trucdk> publica, e po-lo em ciecuco
inilependentc do approvaco poslcror do eorpo le-
gislalivo. A rotnniissao de BSlrucco iiublii-a Dan-
no pausado olTerreeii coiitiib-racao la assembla
alganvas emendas : osla aun.....iinvcu uuliu projee
lo siibslllulixi... -.le. Ksln |>o innsoqueiicia em
diwiiasoo prnJM-indoanuu nas-ailo, e esle -ubsli-
IiiImi.
ii x,-. Miinort 1 iiinleunli-.f. contiims .. ni
O Si: Presidente:don as emenda.
II Sr. MailOtl Cnralranli:Esla o arl. I I
bail Atollara dellc responda iobsenaco
Sr.
Mil
gub
.....
i de
|WI
lado i -1 presidencia addi
i ; mas,lira approvado
sii||io|. o direilo de diseulir, poripie, qocnapro-
xa poda reprovar, discutir, avallar a malcra.
Poslo esle artigo a miarn, e sendo approvado, ap-
pmva-se o regulamenlo, eonflrma-ee aquiio que
eslaxa luiidoso. Porlanlo. o rezulanieiilo esla em
lo he nina li-nis-o enfa
areharinos em regra ; e i
rrozoado roiifessa, no arl
em dsscuaBBO; poique
do o regulamealo. Iw
sujeilo approvaco di
la inoiuia cninmiss......
ze isse
nobre lepu ado. lli
liaa,',,, Monleiro n esle projecl. lueni liz. i o rezillamei vado m emhro d que no
zo be iiniH enneabJdo i po, ao reg eione-se tal c oulro i llmenlo e lal ou
em taes c laes casos, mas nao be nesle, nem pode
ser. Nele a cnnsllluleio nao por. lal embanco ;
blo be, p.ns. conlra a eonsliliiicio eipressamenle-
Eu nio estivo prsenle sabbado, e aluda que esli-
xcs-e ii; podia ler...hulado o regulamenlo todo.
Sem que a ditcussilo seja por artigo, ifassonimVa
nio pndi' ilisculir esla iqalerla; pnr-m. quanlo a
eslo artigo, no meo .parecer elle he sem lux ida in-
ronslilucional, ellecstabcleco urna resIriccSo aos di-
roilos lo cidado brasileiro, <|uc a cnnsliluicio nao
eslnbeleceu
Pelo contrario, ella admillio a lberdado dos cul-
tos ; da, porin, cerlos privilegios, ou corlo (luci-
los, ao quo professam a religin calbolica, que he
a rclizao do estado; eslabeleco algumas eiccprcs,
isln be, parece-mc que nao poilem ser ministros,
lenajerea, ele, o que. uao professarem a religin
calbolica ; mas.quanlo aos professores nada diz. Nao
o., esla eiccpcao na conaliluico, o nio estando na
c.insiiui.n nao se pode cslabelccer aqui. se algum
cidado.qucprofesse alguma das seilas rhrislas.qui-
zer ensillar, uo se Ihe p"dr isso prohibir, |ionpic
ser lolber a libenlade ou o direilo do ciiladao, o
pie aja so pude fazer por urna lei. Reforme-sc a
con-iiiuii;.io, se se entendeque isso he convenienle;
mas essa reforma sii |idc ter lugar |.clos meio com-
pelenle, e nunca em regulamenlo do governo.
Elc artigo, senhore, deu-mc muilo na visla; c
oulros lia que nio lenho prsenle agora. Mas, se
a discusso fosse por arligos, aquelles em que nio
hoiivessc duvida, approvar-ae-luam, e os oulros c-
riam discutidos, o c resolvera i respcllo o que
eonviesse.
Senhore. esla materia he gravo, precisa ser cslu-
daile. Eu vi'jo que a ilirccrao da Inslruccao ingerc-
sc muilo no minio de ensinar. Eu quero mais libcr-
daile : rada um ensino como quizer. Sim. senhor,
rada mu ensine romo quizer, c islo uo he meu...
Um Sr. Depulado: Al o communismo o o so-
l Sr. Manoel Caraleanli: Que duvida Se bou-
ver quem queira aprender, porque nao'! Se a dou-
Irina filr exacla, por que nao'.' O nobre depulado
nao sahe que ograiidol'.alihViroiriinih'mnailn. |inrquc
disem que o mundo andava a roda do sol Nos poi-
vcnlura temos chegado ao maior grao le perfeicao '.'
.Sabemos mis ludu qnanlo conxcm saber I...
O Si: Plancheo Joo : A inslruccao elemen-
tar faz parle de educaran lo povo : nao poilc ser en-
tregue ao acaso....
Um Sr. De/iulado : Se assim se pralicassc. lea-
mos Inzoocoininuiiismo...
O Si: Manuel Caraleanli : Senhnres, cu son
ralhoiico, c creio que talos nos osomns ; mas os lu-
Iheramos e o calvinistas, sao cbrislaos, che preciso
acabar rom csaas IdM de que Ho herejes. Sao ebria-
UTOS : ente
le, mas af
ti Si: l
eos...
O Si: Manoel Caraleanli: Todas
sao iiermillidas, e nao se imile prohibir q
blo, que for liillierauo, ou calvinista, (
ilesejo saber, se um professor que ensinn
ou hisloria, se fio proleslanlc, ir cnsi
discpulos...
t m Sr. Depulado : E aquellcsquc ensiiiam o
mcuiies. romo Ihe lian de explicar a doiilrina la re
liziaoquenopiofessam!. .
0 Si: Manuel Caraleanli: En nao vejo pon-
go iieuluim, mesmo em os mestres de primeiras le
Iras; porque o mcslro de primeiras lellras pode ni
ler olirizarao de ensinar iloulrina sao rousas muili
.lisijii.-i.is e que deven ser...
1 'ni Si: Deputiulo : Mas arlnalmeiilc lem cssi
obrigarao...
O Si: Manoel Caraleanli: Mas eu digo qu.
nao devein ler, A rclizao nao se deve appremlc
lias escolas. A religiao aprndese na familia, en
casa. as escolas os meslres ensiuain as primeira
lellras.areligio, nao; clrislede ni,se ella se apren
desse sii nas esrolas, (tmulo a religiao nan be lo-
nu-slia, nio he nas escolas que ella se aprende.
Por todos cslcs molivoseu creio que iijln'podc d
\ar ile cnlrar em discusso o regulamenlo, porque
aleni lesle artigo, lia oulros que ronxein allerar.
( Sr. Maeiel Monleiro i lando eu de fazer
algumas obsenacoes ao llluttreorador, que lem um
espirilo 1,1o roclo e Lio posilixo, nao posso deixar de,
pui azora, obten, ar-lbi' que lo.lo esse rigor logiro, que
piasi sempre alie emprga aasdawatsoes, nos d-
balos, falhou-llie coinplilamciile ; porque, repilo,
I.....lo o espirilo l*i posilixo, nesla queslao atienden
ni.ii- as palanas do que a essencia das eousas. Ono-
brc depulado quiz suslenlar como I lese c
Iriua.pie .. rczulainenlo lo zoxerno eslax
apnrovario da assembla : eu respnndi ai
pulailo, rilando a Iczi-laoaoqii.c a nialer
rada comoIhete,ja eslaxa fora dedisruss
pedia eslar cm .iiscussoromolixiinlhcsc n
O Sr. Manoel Caraleanli -. Nan esliendo...
O Si: Maeiel Monteiro : O nobre lepuladi
susle......i unen rculainonlnlo zoxerno eslaxa su
ge........pprovacCo da assembla como donlrlna e eo
motlese, porque Ihe parecen lalvn.
II Si: Manoel Caraleanli: E como lupolbcsc
nesle caso...
II Si: Maeiel Monleiro : lVnlue, deixe-r
acabar. Eu inoslni ao nobre depulado que pela Ic-
gislaeio do paiz elle eslaxa em erro : que o rezula
mente eslava em weeudioeomoleldo paiz, porqui
o governo rra aulorisado para norgannara insiruc
cao publica, c fazer um rczulameiilo, o qual BOndi
pr.......liado, lioui roinu lei do paiz. Ora, axisl;
desla disposicao legisloliva que eu Ii, mo ha na i
que lizer, pois que o mesmo nobre niembro foi lau-
car mande unaspalaxras. c nan de principio., non
ment i lancou mu das paUvrai, c na
oulra arziimenla;.1o, |Kirquc disse-o Sr. Mu
leiro hequem diz no projeclo He* approxa-
..I.......ni., ele. eleOra islo nao he arzu-
eincn.
o i-albol-
religiiic!
umeda-
iiic-. El
rclhorica
ir isso aos
uno iI.iii
sujeilo i
lobre de-
censido
e que w
ilo.leler-
----
.
O Sr. Maeiel Monleiro:Isso he urna quailllo oin 11 rs. a
quo me n.'m quero ineller: acho-adelicada; be d Ii- enulcrio,
cadissima ; mas nSo lenho duvida ein alrteinar que dos reslos mi
lito ha paiz nenliuin calholico, em que a duulriiia gueira. M
hriitaa nio entrecomo elemento da inftrucr,io pri-
narla; tal xcz nio baja nenhom. Tao delicada he
lia, que faz parle la inslruccao elementar, e por
conseguinlo de olucacao do povo. Como pois se po-
to dispensar a crrumslancia de que o professor pro-
fesse essa religiao ? Taoibem nao xejo que o- OOtOS
legislalve de oulras provincias, que marrara a dou-
liina liristaa como efemciilode inslruccao elemen-
tar, Icnliam do revogados pelo poder legislativo
soberano |ior iuconslilucionacs; nio;veJo isso.
Quanlo a opiniao, que sem denenvolve-la, apre-
senlou o nobre iembro, da liberilado lo ensino de
que cada um cnaiiiasse como quizesse, lainhcm lio
queslao esla le uaima delicadeza, o aulorisado des-
de jii dar a iuiiili.iiipini.in. drei que pens de urna
maueira coulraria ao nobre depulado. Eu uao que-
ro que cada um tenba a liberiladc de ensinar no
meu paiz aquillo quo Iho parecer : conheco perfella-
monle ns perigos lodos de semclhanlc sxslcma. Pois
poilo aulorisar-se a inlillracaoilc um veneno, como
slo as miis leas respailo da organisacin social, a
re-pe i o da monarchia roproseulnlixa ? Poderci con-
sentir quo no meu paiz se venham oxplicar a dou-
Irinas lo commuiiiuno c do socialismo livremenlc, e
Pn assim dizer arrastrar o prolelariailo cas massa'
miera isso fazer-sesem risco iraporlanlo da pro-
prcdaile?...
O Sr. Manoel Caraleanli:Pode...
O Sr. Maeiel Monleiro :Pode!! Dciicm esla
beleccr-se mu pulpito em cada ra, ensillando laes
.1.....i iii.i-. queeu Ibesdirci onde va a propricilade
Enlendo quo nem a respeilo desla materias, ueu
respeilo da inslruccao propriamenle dila, conven
que baja esla liberdailc. Pelo contrario, segundo i
iKiuco que lenho lido sobre esla malcra, o que vej.
be, que ns bonicos mais deslindo., as caparidailcs
maiores. que d'clla se lem oceupado lem
pre pmcurailo eslalielcrer a nniformdade di
no. Esla sao as ideas dos Srs. Coiisim c
c, na forma do arl. 4* do rcgularoeii
. pagaram os Inlereasado na cxhuii
nlros
as ideas de lodo os esrriplorcs trncese
laxis que cu roiibceo. Tainhem me parece qu
llcspanha.om Porluzal, e na Belzica succede
anli :Portugal c llespa
LMiiplo nessas materias: d-
o:Portugal e llespanhi
s vias lo prozrcsso, ouili
um.. supiTioriss lamliem.
desla queslao. lamliem ni
falla o lempo, c hequosia.
o Sr Manoel Cara!
Blgica 0 Sr su. 11,ni abunda i serx cm para c i.1o SCI... Maeiel Monle lea quo esli n n rapacidades,
Mas, ja me que digo, i respeilo o meller nella:
acaden
,do que le
i eerpo
mais propna d
legislalivo-
Mas agora, quanlo a emendas que so ncham em
discusso, o obre as quacs o nobre depulado pare
ecu nao ler umaopiiiao lomada por nao haxe-las
exaininailo.c nao poder por ronsequencia criiillii
im \uiii.....iscieucioso sobre ella.. pu..n desdej i Ii
ser ao u..lue lapidado, que cu nao lenho |icssoal
mente cnipcuho em que essa emendas sejam ja ap
provadaa ; esa por roaaetrnlnle quitar mandar un
adnenlo para o annn, ou para quando Ihe parece
conveniente, euestoii promplo para arquicsccr i
isso, parque a materia be grave; apetar de que, da
qui un anuo, mis cslarenins no mesmo poni
.un la se allegara nao se Icrem ciaminaibi as omcii
da. Ma, ja digo, para salisfazcrii loila as ron*
ciencias cscnipulosas o limidas, para mesmo quei
que a assembla vol com plcni
causa, concordarei ueste adiaini
pedir.
o Sr. Pues llarrelo faz alzumi
riles oonlra diversas emendas, c r
que. mandara um rcqueriinenlo i
Si lo projeclo sejam roincrlidos
laes Ii-. 1111.1. -.
Temi dado a hora,
O Sr. Presidente nomeia para
cial. que lem ilclralar lo uegoriii
aos Srs. Azular, Jos l'ilippee l-i
signa a oriiem do dia, c levanta a
( Erara :i horas da tarde. )
uii.
nbec:
......le
. Ii:
alguen
i obser
rliieilecla
qu
irligosc como
das
listo fofa
.pe-
de-
de
Manoel Caraleanli: Na he argiimeu
de arz
att
loo re
mentar
O Sr
lai.a ;
(l Si: Maeiel Monleiro: Nao he; |Kirque esla-
ii vista da Icgislacflo que .....itava
m, : e-laxa. I.irn. depois que Ii ;.....
ajo lem eoulislai;ii: a qnesln de
esolxida, porque, em Tace de una
ripios, nao podem valer palanas.
nobre depulado candidamrulc que
quando o auno pastado oflcrecl a
cav estas emendas, mando dcsl
ni.-
di.ln,
em engao.....
zi.laco. Isla
principi
qaettio l
li confa
eslava em orn
considerado i
le p.
formula :"e i-" be lio admissivcl
tanta mais, quanlo etn urna das
mmenle se acbam em diseutsao
alterada, por quauo essa emenda
nu.
discusso. Eu sei que
luiilia, mas he preciso
cuniinis-o, que em sen
I, pie o regulamenlo
repito, dizca appro
lano, o regulamenlo ci
assembla, por ronlissa
-i., da propna
Depilado A emenda col
II Si: Manuel Caraleanli:Mas.
esl em dlscussto, c ha dc-sc |njr
llupol la o 1 ci oliiin lliirnlii de que O
esl cm discusso. Islo he muilo da
rtigohi
los: o
zulan
..lo
dia ser de nutr.
gasse de modificar
de
ido. Se.
o regulan
dex
'..ni
lito do go
redizir o
mo esla nsdigido
ronferia a aulo-
ipie u regulameu-
li.zislaliv; mas,
prupi
usar .l.-l.i ilu.u
miro modo.
II Sr. Maeiel Muiiieiro:f.
boje. Eu, aulas de xer a lei qu
rlsaeto, ottava neaia opiniao. de
lo careca da approxaco lo cor;
ilcpoi., reronheci que eslaxa em
son l.io Icimoso como o uobro lepulad
nllerai;ao desse arlizodoaono passado.
O Si: Manoel Caialeanti:l'rczo-mc muilo de
ser luimos.,: estou pn -u.. I-1 de que a tesase he
urna boa qualiilade...,.
O Sr. Florencio:Californio...
(( Sr. Manoel Caraleanli:Sim ; mas quanlo
a mim be lia qualidade. Eu xejo que o artigo em
.Ii.iii.- .., pi.u.lo cm duvida aquillo que |K>r oulra
emenda se liz calar liquido, eshi decidido, musir
que cu linba razio para lambem luxiilar.
Srnlmros, ha precdanles para ludo, e quem f.'n
procurar precedentes ha le cncoulra-los; mas cu
faro pouro raso dos precedeoles; uo os dcsroiilic-
<;i de lodo, mas as il.cis.cs sao lomadas c.mfuriiie
as rirrumslancias do momcnlo. E .1. pm-, wnho-
re, ou creio que he nielhor disciitirmo islo, do que
as |iosluraa do cmara, nue xo a una commissao,
a qual as ad.li.uuia, fa.-lhe vmendas, mas que en-
Iram cm discusso ailigo por artigo. Hepilo, Ion
pouro apreco aos prorcdcnlos ; mas se lica appro-
vado o regulamenlo, he preciso que elle' seja pre-
sante, e que disculanios sso. Nao pode ni.lo haver
.Imilla alguma; do ronlrario ser querormos una
ilelibcracio, que nao sei como sera no llm. As al-
leraces refeiem-sc laes c laes arligos; ser, pois,
preciso que quem liicr de oflerecer emenda! eo re-
zulanienlo, aprsenle balas ao mesmo lcni|io para,
na orrasio da volacio, seren volado; mas, Uto
s a rommlaa.1i) pi'ile opreseiilar, mi nao. E de-
inai-, cu digo que neslo regulamenlo lia artigas in
liiiisllliii Innaen; hirobro-me, por eicmplo, Ha 6 :i
lo arl. 19, que liz assim : (UJ.
Islo be conlra a cnnsliluicio.
Senhore, a consliluico garanto a lher.ladc do
cullo. e retlrinue os direilo da- lilTciciilos seilas
Sr. presid
me esclarec espi
ile ler meditado
convencer a pici
iiilamciilo dogo
un mil.lei de .
i'ialnienlu sobr
.- arligoa da le
quer que sej
.....
do. o
vebne
i-onfel
OS
i pode sei
c deve ser areili
Hiendas, queulli-
essa formula eeli
iiuillloapalana-
|,ini.lo depoi qu.
a malerla, leimi.
. bq-is de ,.....,-,
que realmenie n
ipprova-
I razoa-
|*sasV ''
\
id..i
Dentro dos limiles lo
rotativa aos ni,Ima-
na lespeza eicedculc
elle sugeilou-a ap-
. Eiiifim. leiiho-mc
rece-meque a
nlr
'!
la lezislacu. E io he iwsi
iie sustentarse a opiniao conlrarii
o a aulorisacao, aogoxeriio nara refi
0 areiloii eaoa aul.irisacaussjrerormou, e
cuco sem a sugeilar a appro\a.lo |nislc
na parle relativa aos augmenlos de orden
. Manuel Caraleanli: Eslavaauteri
para oque culelideu que est
O .Ve. Maeiel Monleiro: -
crdito ; coniocssainovaco
dos dos professores podia lar un
los limites do endito xoiaio,
proxaeudo eorpo legislalixo.
explicado respeilo lesle pon.
formula emprcgada boje |iela eonmlMo nas sin
emendas, he a que deve prevalecer, eeguramem
juslilica e-sa llllldama .lo nlii.lio.
Olanlo fiu-rn c valor dos precedentes que eili
c que o ii..lo e lepulado ada nao ler loila a proa
dencia, direi que, ion quanlo uo se mostrara in
appli.al.ili.lade de um precedente citado, ou ui
artigo le reziilamtnlo ou lo lei, que possa
riar esle precedente, c una ve que elle nao
,,mi, .lado como fado, ninguno lm o direilo de
lirar o valor, nem a sua applicacao. En sei que lia
pi... .denlespara ludo, mas posso as-.everar anuolire
depulado que em bulas as aulnrisacies bulas patos
asscmblas leglslalixasan zoxcrun para reformara
inalruoej o publica, as obras publicas, quando nao
lia a limilacu do quo scrao posleriormenle appro-
xada, oiilram logoem eiecucoossas reformas, c ro-
pulam-sc Iris do pai/. Esle precedente uo |io-
dc ser conleslado, pm .pn- lio fado, e preccilenlo de
loilo o cor|K)S legislalixos.
Sr. presideule, o nobre depulado quiz eombaler o
artigo do rezolamcnlo, no qual elisio a ceudiciki de
3ue o professores sejam ealhulicos. Piule o nobre
epulado pro|mr a suppresso desse poragrapbo, as-
sim romo le oulro qualquer ; mas esla malcra nao
uiereeeu da commissao lamanbo reparo, pelas ra-
zes que vou dar. Nao me pareceu evidente a in-
cnisliliirinnali.la.le deesa dis|H)ii;o; e quando o ar-
lo aiblicion.il .illrilmio as asseinbias proxinciaeso
direilo da cnlendcrem na inslrurco publica, sem
Ibes por limilafo, parccc-nie que ibes eoufciio lam-
liem o lireilo de estanclcrer para o professores as
.......llenos, quo ella cnlondesse mala razoavei; c
urna foi esse. E al mesmo nao eonipreheiido bem como
se niKlrssc omilllr essa rundilo, o a raz.1o be a
.pn- mu do : baque a doutrta ahrlslb faz par-
te da usllliecn primal i.i, por isso u.'io ik'i romo
l>ni sor professor aquello ana a nao nrofessa.
II Si: Manuel Caraleanli:% pide ojo fa/er
parle
CMARA MUNICIPAL.
Ssssao' cxlrjordlnarla de 8 de marco
de 1853.
Preiideneia do Si: AMO I .lllmi/iieriiue.
Presentes Srs. llego, Viann.i, Mamedo o (
ineiro, que lumou asscnlo na scss.10 preceden
abrio-se a sesso e foi lila e approxada a arla anl
ccdcnlo. Eoiido osezui.....
EXPEDIENTE.
I ni oilieiu do Eim. presideule da provincia, de
2H de fexcrciro iillimo. determinando que
inandasse preparar a Izreja Matriz de S. Ir. Pedro
linnealxe. para icleliiae.ln la .Mi-a xolixa do Espi-
lo Sanio, em ronscqucinia da aberlura da seziin
da -i o. da nona legislaliira la assembla proxin
rial.Inleirada por ler-seassim rumpridii.
Olllru lo lile....... lian-.......II lo uiiicxciiiplai .1,
falla rom que abri a scssa.i ordinaria la asscmbli
legislativa provincial^Mudoute archivar.
Oulro do mesmo, roiunmniraudn que per porta-
rla de .'ido rorrele resolvere Iranslerir para O l-
zanla Yenda-Grande a cadeira de primeiras tottrai
la freziieza de .Muiibcca.Inleirada.
Oiilrn I......s......respoiuleiidoruin acopia la in-
formaclo da lbesniraiia da hienda do I. loren-
le au olllrio desla cmara le IX de fexcrciro ulllmo,
pniielldo pl.H|, le,I, 1,1, .i,|
que ha na cireulacn para
roe desla cidade.-Inlein
' Oulro do mesmo, man
pie pede a eaniara r......i
ipie remetlia
ulli.
cr-se
MIDI ia le trucos
ula. '..... das transar-
pal lax indi) lia i .1.1 na! c Tararal, liedido cm
tirar xilla licen -M. ira se cdili-i-sc respon-
ado,
ipo-
argo
u-sc
de
saber-se se dex
rar em lenos daipiell
ler ronxcnienlemeiile.
Oulro do demiUdO eleilo por esla provincia n as-
sembla geral, n Exm. presideule da Paralaba
arrusando a receprao do desle a que acompanhoi
o respectivo diploma.Inleirada,
Oulro doxereador supplenle. que foi chati
llodolln Jo.ln Barata de Alenla, dizcildo ni
der vil lomar asscnlo, por eslar eiercendo o
le delezado do termo desla ridailc. Mand
chamar o mmedialo.
Oulro do xi'rea.lor supplenle Jos Joaqiiini
Olixeira, que lambel foi chamado, respondendu no
mesmo seulidn, \m ser siihdclezado la Ireguetla
deS. Ir. PedroGonctlvea, ebaverimpoaaibilidade
na aei iiniulai .'i., de ambos os cargos, na forma dos
avises de 90 de ntiropde isiT. de n de fevereiro de
IHV e oulro.(jue H expedisse diploma a oulro
supplenle.
Oulro do Dr. JoaoFerrelra da Silva, commitni-
raploarhar-se cicrrcmlo Interinamente M funci.ies
de i-nminissarin xarciiiador c presidenta do couselbo
zeral de saliibridade publica, por se arhar esle com
asscnlo na assembla desla provincia. inleirada.
Oulro lo cngeiibciro rordeador, aprescnlando o
{amentodos alerros a fazer-se na Iraxessa da Con-
tato la fllha do Antonio Afibuso fil
idoii-se rcmetler ao procurador dita
quanlia le 89000 rs.
Oulro do usoa! da Vanea, requisitando um ej-
emplar das posturas em vigor, e um padrio de pe-
so e medidas.Adiado.
I.-se urna pelldlo, vinda da presidencia para a
mar informar, le Joao Evangelista de Mello Ral-
lo, por si e como procurador do oulros, pera S.
El. determinar que se rhanutsaem para serem jura-
lados os juizes de paz do segundo dislriclo de
.laboal.iii, xislo que leudo necessidade de enrami-
iiliai accao civil conlra Jos Kernandes la Crui,
nio o tem podido fazer, porque devendo comocsi
por a iniieilia.n, sii se aclia juramentado ojuz do
Jiiartu auno do dilo .li-h ieiu. c esse meamo se aclis
oenlc c impossjbililado. Mandou-te Informal
com o que conslusso da secretaria.
Foi approvado o parecer da commissao de polic
sobre as conlas da receila e dc|iezas raunicipaes, in
elusivo a do ccmilerioporlcncenlesao trimestre dc-
e.ii i id., do I- de dezcinbrp do 1852 ao ultimo de fe-
vereiro pi eximo lindo, verificando a commissao cii
lir o saldo de 3:3999996 r.
O Sr. veriador Mamle fez o seguinte requer
ilion In que fui approvado :
Kequeiro que a cmara se dirija offlcialmenlc
ao juiz do direilo da i. varado crime ilesl co-
marra, que aclualmcnlc so acha presidindu i
,lo pin, rogando-lhe baja de providenciar a fim de
qoeaejam remanidas acamara para promover a-ua
e..In au...i as i el u.oe- das mulla do-jurado, que pm
venlura (eoluiin havido na scsscs passadas, e que
possam haver na prsenle, vislo que depois da mue-
le do rw-rivAo Alcanforado nao recebeu mais a c-
mara rclaeo alguma nesle sentido. Recito 9 de
marco lo 18.Y1.Mamede.
O Sr. vareador Vionna, fez lamliem nseguiulere-
querimcnlo que foiapproxado. deliberando a cma-
ra que se roiiiplclasscm a rnimnissocs de|iois que
chegassem o siipplcnles chamados :
Itcquciro que se prcencham as commisse des-
la cmara quo se acham muliladas com a sabida de
alguns vercadores para a assembla, a liin te se po
der lar andamento a alguns Irabalhos reparlido cm
|iodcr dos membro s cistcnles. veecador.
Vionna. n
Foi i o.denle approvail
lo feilo pelo Sr. venador C
niara que se cxpcilissc orde
lor para examinar o lugar,
niclborainciilos que se prcl
.. Beodo municipal o earoii
reilor la Vanea, que vai da i
i do I nosdillerenles relalorio do general Board ofal
icio "i publicados depoi de Ires anuos eerra das qui
ii scguinlo rcquerlmen-
meiro, rcsolvcndo a ca-
te enzenbeiro cordea-
fazero orcamcnlo do
de:
ihe denominado cor-
niMCilo deslo nomc
do i a. le a- .. e .u lene!..-o elle muilo arruinado
poni de tornar-so muilo difib-il o transito publico,
lano pela cslaunacio das aguas pluviaes, durante
o invern, como pelas arvores que rrescem no ca-
miiiho, e-i i. ii. in I.. ... ou orobremrom os scus ra-
mos; pro|Kinho que osla cmara mando proceder no
referido raminhoaos reparos le que carece, ilando-
sc-lbc a largura le 10 palmo, c teiloo antes os ne-
ressariosciaines c oreanienlos. Cmara niuuicipal
da ci.lade do lie, ,ie 9 de marco de 1869. '.'<-
asjtfru.
Mainloii-se pausar (ilulo deeserivao de paz blo 2'
dislriclo da freguezia da Roa-Vista a Jos le Barros
Corroa Selle, que o n.io solicihra qiiandn foi Hornea-
do, sob prnposta do juiz rompelenle em scssAo de 11
le fexcrciro le 18.
Despacharain-se a pclin.es de D. Anua Muuiz le
Albuqucrqiie, le Antonio Cainillii da Cosa, de An-
tonio Aunes Jamme Pires, de Heanlo de Rarros
llarrelo, le l-rancisco le Anuyo Calda Lima, de
Jii.mli.......... do Reg Maia, de Jos Erancisco
Monleiro, le Jos Joaqun! da Espirito Santo, de
Joio Jos lo Bago, de Joo Valeolim Villela, de Jo-
s lionenlxe Eerreira e Silva, do padre Joan Jnsda
Cosa Kibeiro,de Jnflo Iguario Axilla, de Manoel
Joaquini do llego Rarros, de Manoel Erancisco de
Sou/.a Magalbes, lo Dr. Manoel Clementinn Car-
ucirolaCunha, de Sebastian l.uiz Ecrreira, de Tihureio Valeriano
llaplista. de Tliomaz Jos da Nev, de 1 lieoloiid
Manoel la Trindadc. de Thercza GoDCalVea de Je
sus, le Tliomaz de Aquillo Honscca, c levaulou-se a
sessao.
Eu Manoel Kerreira Arroli, a escrevi no imncsl
mciilo do serrelario.
Declaro cm lempo quercsolxeii-scque e ofiiciai
leaos fiscaes de Sqnto Antonio, Recita e Boa-VIaU
para arlivareni assiuilinellas |Mslailas nas pontee no
rumprimeolo de seus deveres, nte coosenlindo que
o- carros corrain nas mesillas poutasj o ao comman-
daute do coi p.. le polica para mandar repor no lu-
zari's mido j eslveram.asseiilinellas iuciimbidas le
vedar que se fai.am despejos nos lugares nao maree-
dos para dito lini.Aceto doctore!.Reg e Al-
queri|iie, pro-presiilenle.Mamede. Viannn.
Kego.liamciro.
_leuas,do cholera e da tabre amarella so na
coiilrarosenodocumenlos tavoravels i opiuiaod
liroutagionislas; he com cuidado eilrcmo que i
lem deeolado ludan ai obvrcaftet contrariis u
maueira do proceder poderla levar-nos a pensar que
e deixam na. trena pelo menos algn taclo- qu
se nflo saberla como inlcrprelar.
i El o quo temos deilizcr quanto ao melbodo m
geral e quaulo ao espirilo que presidio a r.,l.iiV
da Second lieoorl on Quarantine. Vejan**
agora os resultados prslicos e as concluae desse ro-
tatorio. Em primeira linba, a abolicio do cordoe,
anuarios e da quareulena ; depois a sanidailc.lu
localidades iufei'Udaa.e quando a sanidade be im.
pralicavcl, a remocio temporaria das popula;iVs j,,,
foco de iiifeccae. He esla evidcnlcmcnie a idea
principal do autores, e be claro que tai ella qM
presidio a rodaccao da obra, e que lodos os faclos,|i>
da as demousIracAes Ihe foram subordinadas, a
O Sr. Tholozao, depoi de espor as qualorze cea.
cluOe do relalorio do conulho geral de llygieneit
Londres, assim continua :
o He para sentir que com documentos tao nuite-
rosos, o relatores nio tenham considerado ol
que-tun ii urna maueira mal srinitiliea ; h\k^
que irabalbo nosso compatriota Chervin teveemcol.
ligir os fados, sobre que baseava suas asserces i-
cerca da uio-contagiaoja tabre amarella : o gen.
ral Board af Health leve em suas mos muilo mala
completa c mai imporlanles, a julgar-sc pelos fst-'
los relalivos ii imporlacio da tabre amarella que ,i
n.ilx-.i no relalorio,ede que damos aqui as indica.
fies:
O do navio Ilankey cm Grenoda (America), em
1793, contado diflerontcmenlc por Cbisholm c Ban-
croft.
O do General Elliot na Martinica, em 1798,
.iii.i.l.. lambem por Cbisholm, o desla vez desmeo-
lido por Fergusson.
O do Dotohin cm Cadi, em 1800, sobre que o
relalorio s foroece a versao abreviada de Banrroll;
O do Transporte' de Carlhagina a Gibraltar,
cm 1810, coudo por Sir W. Pym, W. Burncll i
II.11,1 I ..i, ;
O A Fortuna, de Cadit a Gibraltar, em Ni;
O lo Grand-Turc cm Barcelona', em 1821 ;
O do -loop de guerra Bann, de Sei ra-l.i-.'.a i \,
.eniprn. cm 18211, relatado primeiramente|kSir
tiilberl Blanr, c sobre que esite um relalorio ot-
lirial coulradiclorio de W. Burnell :
O do sleamer l/air, na Boa-Vista, em l|j, J
sobre quo ezisle dous relalorio ofllraes re.ligult,
sobre os proprio lugares pelos Drs. Me. Williamij
King, iiilcrpreta.lo f.noraxeliimnle .. doulrinaiu
ronligiao por Sir W. Pjm, mas inlciramenle des-
figurado polos relatare do Board of Health ;
11 de -leamei Growler, de Serra-Lea as Itaiiu-
das.
O dos nax ios Tentadora o Duarte no Porlo, cm
ls .1. referido na coutorencias sanitaria, inleriu-
rionacs |iclo Sr. Grande, e interpretad,, de moda
seguinlo nessas mesma conferencias pelo llr. Su-
Iherland : a Foram somante as pessoas que esltve-
i.un a bordo que conlrabiram a moleslia ; cada um
desque foram accommellido naocoiiimuniciiusua
afieccao aa pestnas da cdade, |kIo que se nao lixev
sc cuidado de solar o doenlos. Ele farlo |Hleser
em-oi poiMilo aos que demonstram que he o na.io
que se deve temer, e nflo o paiz de que procedo. ,
Enifim o tacto do Dggden, da ilavana a inl.nl-
lar, cm 1828.
i t.iiiaiid., so tem percorrido lodo esse Iocb-
raenlo, quando se ha pesado cada una dessas alie-
zac'Vs coulradictorias, o espirilo longc de scrsali-
tailo c couxenciilo, lira na duxida, e cada um |ier-
-ii.i.i- como lizcnio comecaudo esla rex isla, se n,.,
conviria anlcs um faci bem observado, do qi
esses archivo volumoso de documenlo rediaiilos
lepoi da eonclusAo, c as mai da vezes sol
iiixcsliganies. Tudo islo jamis nos tara coiilierer
o modo de propagarflo da moleslia epidmicas ou
contagiosas. Se ventalles scenllfica de una
ordem sdo necessarias como nao se pudo din
para a -.ilii.;.i.. dessa quciue. lano e Iflo ii
menta debatidas, seria preciso proceder nesla
gac1o ni,mena da indasaces srienlificas,
de una maueira meia-adminislralva mcia-i
ca. Niiiguem (cria a prelenr.in de descobrir i
alguma com esses metal incompleto, c nao |.eii>%,
mos que o possa cslabelecer um cdigo de noia
Icis, mesmo em materia ailmiuislraliva se a sciei
cianfloemillio seu ultimo juizo. THOLOZAN
Dr. J. d'Aquino Fonceea.
28 de fevereiro tSJX
niuini ni; iTO.iiiiiii,.
A assembla leuden
ieac.1 taita pelo Sr.
i unanle iulerinu do
usado anle-hunk'in i
nmmisso especial
vJit
i parle.
la l'nln
lail
o mesmu. iutai
in Axilla, lize
mea lacero ate
ia com 31 pala
ou-sc ao p. 11, i
trmai les In li-
cordeador, ai
C pallieul.ll do
bulo r......ruir
a; mas pie |
-Qn
se,
......
prisco
ciasse para
Oulro d
Joo lanar
de em um
la Concn!
dea.lian
Unas lal
engenheiro
de publica
Praia, mai
nos le 01 b
se e scmell
ruin raro i
EW
Oulro do
Iregado ci
de sua freg
que Irala o
Inleirada.
Oulro do mesmo, ronsullandi
ll lmenlo ileuuiniiiado pe-a Inl
da falsilca-ao loleile que leu
renda publica, vista que nao la
le poBM chozar
ciasse ao conelli
opi
bra
liando sobre a policio de
do que o pelirionario po-
ro do seu terreno, na ra
...le frente c 200.1c ton
parlo oprazo indi.,do.
al de Sanio Antonio e I
uos afilrinanilo a ulilbla
rano do oszolo la ra I.
pelo tallecido Jos.1 Ra
ara onlinuar a prestar
i. depois dereceber a roiimiu-
Paes Brrelo, le que o com-
rorpo le polica se baxia n^
entregar "S .lociunenlos, que
cncarreza.la do exame da es-
iiiae.in lo inesnin eorpo, delta erigi, c quo
nicsinose linba dignado responder ao iniciola
inissilo. iqiezar das ordena le S. Exr. o Sr. ple-
ito, discuti ii ni requei menlo do Sr. Florencio,
uc pedia toase eeto fado coimmiiiicaibi ao gover-
a provincia, e regeltau-o, por 'iiiender que a
inisso estova aulorsada SUlBctantosnente para
proseguir no oegocto at final deetoso.
Em sesuida fui approvailo cm lerreira diaeattte ..
projeclo n. 13, que aulorisa o znxernu a IPOtentar o
pini.--s.ir de piinieia- lelras da xilla do l.imoeiro, c
enlranilo-se na eonlinuacn la sezumla discussa<
lo orcamenlo provincial, arl. 12 e einciutaaellc of-
lrecida, Bcou a mesma aimia adiada pela hora.
A ordem dn dia le boje be a mesma que bavia sbb
dada para boulein.
PIBLICAUAO' A PEDIDO.
le
ra
de
*li
cri
lii
de
Ir
tu.
le
I.O.I.IIMI.IIO.
leudo cu refiilado
lo ennsclhn geral de llijgiene de Ijindrct.ein seu re-
lalorio acerca da tabre amarella c quareulena, 08-
peraxa, como una juslili-a;o s minbas rclletioes,
lo joriialismo medien de Paria, oiulc esludei;
;sle por um de seusorzosj cmillio a sua
alai respeilo, abaiio Irauscrcxii oque sol
la WsaVcadeSOde oulubro do auno lindo,
:llc se xcra que nao fui nreeipilado, eo-
lein prorurou tazer erer. lloje j todo o
cdirodu Brasil so ha pronunciado ; e creio.
iiunicacics que lem chegado ao mei
que os meu collegas parlilbania
espeilo la lebre amarella c necessi.
as .piaren lena.. Se acaso cu podes-
iiiha eoiiscieneja, sustentara as ron
7*0 geral de llggieue de Londres
dizer a xcrdaile, eo liz, ds|lo ce
otar a iiunha opiniao, o o ronselk
le insistir em suslenlar as suas con
Ululad
i sn embocadura .-Mand
curador, para maullar eottoca
I para proceder limpcza.
etn llteal, partldpando III
la. luna a ...Huela loseslalielc
ala, jallos ao imposto muu
zulamenlo le 2li le agosta le
de ser 1iii|hi e
-......'"
esse ra-
iver cn-
imenlos
ipal de
IKil.-
i a respeilo, e rcmcllcud
se usando lo ius
p'. le ia ronhccci
nli.1.1 se eipfe i
uiro nieto per en-
-sso conheeimeiilo.--yuc se ofll-
de -.,1 ubi ida.le, pcdimlo a sua
-M-llie dilo nslru
ibre a pehe...
Oulro do procurador, infnriiiaiul
le Joaquini Fornan.lc. de A/.cxe.lo, que lano
beira da freguezia da Boa-Visto, niiuo a lo peiie
la de S. Jos, de que he arrematante o dilo Fer-
nandos, eslo arruinadas, sendo lal o estado desla
ultima queso reedificada Meara capa/.-A' coinmis-
sau le edificado.
Oulro do fiscal de S. Jos, (2) rcmellomlo o tnap-
pas do gado unirlo para consumo nas semanas de
21 a 27 de fevareiio c de 28 deslc a 6 lo concille
iH:IH re/e. inclusive 17 pelos marchanlcs avulso).-
Que se areUsMOMn.
Oulro do adiuiuislrador doeenutorft, remellendo
a ola dos procos dos carros fnebres que couilu-
/i ni cadveres itquollc cslahelcclmenlo no mez de
fevereiro ultimo na iiii|u.rl,iiuia le :I'.i,-iii*i r.
Mandou-te remellar no procurador para cobrar os
pureenlo..
OutrniloiiK'snio, reinal leudo a quanlia le Sj rs..
sendo 7.J rs. que pagou a ii mandado de KiMsa Se-
nli.ii a do I e. eu, para poder iidiutiiar em ulna de
suas catacumbas o radaicr le um seu innao, nque
. retare guia D. lifcl, obuda zratuilaiuente. e
jiiize
c roinii
opinil
na Coi
o por
..... al;
cor|H.i
a lisia larom
ronheriuienlo,
minbas ideas a
dadcdenianlcr
se menor m
elusoes do con
in- mas era precito
mo eslou a susli
geral de llygie
clusOes.
O Sr. Tholozan, lepoi lo npresenlar diversa o-
bras publicadas em Inglaterra a respeilo da tabre
amarella c quareiilenas, laes cnnio Otiserracoes
.ena ila felirede lliilain, romilo-negro ou /ebre
amarella. Memoria eerra da ariyein, deseneol-
rimenlo e desapimieeimciilo das febres epidmicas
de Serra-Lea,Carla do superintendente geral
das guremenos Sir W. Pi ni aos lord do cont-
tita, em respaila ao relalorio do Dr. Kina merca na
felircdc Boa-I isla, importada (tena ilhapelo ra-
par CUrlair, Irala do sezundo relalorio sobre as
quaronlcnos c tabre aniarelh),redgdo|>clo ronselko
geral de llggieue de 1/indrei general Board of
lleulth\ e assim se exprime :
i Poilcr-so-hia arresrcular a esla lista um aramio
numero d'obr.is, memorias o relalorio de que a im-
prenta inglesaba sido inundada lepois do Ires ou
qualro almos, e essa mullipliciihule de documentos,
essa variedade le opiniocs eiilrc liomem que obser-
varan! o niesnio fado, cssses rclalorios conlra.licto-
rios, do iienhiiin modo adianlariama questao. A
verdade scicnlilica, lallamlu-e do urna manen a ab-
soluta nflo sao de scmelbanlcs debates; ella nao
lem, como aa verdades da ordom judiciaria, necessi-
dade do numerosos tcstemunlio. L'm fado bem ob-
servado por una spessoa Iho sene muilo melhor
do qiicallcuacues contradictorio, enteca quae be
qiiasiuii|K>sitel disrcrnir-seovcrdadeiro lo fallo.
lie, |wi, para admirar, e com alguma ra/o, que o
rousellii. geral le llxgicne la Inglaterra, que conla
cnlrc scus nicmhro bonicns eonsideraveis, se lance
ulcirainciile nessa vcreda.c parece nada mai que-
rer produzr sean ajudado por documentos reunido
com erando dillieiildade, depois do iiidazaees |n-
zin.pia. c relro,s|ioclixa cihumando as recorda-
tOe ou ola le una mullida.> de pessoas, medico
mililaie-, uianulifiros, adininislradorcs, para tato-
tos concorrer para o eonhocimonlo da talwe amarel-
la nuda diversas xanedade, das tabres remitentes
los palie quelites, da propriedado contagiosas mi
intaccionanles dessas au"eccies,le sua causa,de sua
origen), de seu mulo le dcseuvolx metilo. A revi.
alrimetlrnlde u......,j. lem, ,w dlverta. veze-,
Julgado severamrnle esta maueira te |>race a mesiuoa'gun.lo esserperidico, razo |ra pe-
cunias oa relatores officiaes pela mnis.o de
grande numero de maleriaes inleiramcnie im-
postas a iloulrina que tiles professam. De taita
Declare) que meu illio o Dr. Jr
i|tMiu(le Aqiiiuo Fonteca, em qnanlo es-
levo em Furia nflo preciaou de oceorrot
de pessoa alguma, poia que durante pj
seus esludos medicoa nunca llie faltn d'
nheTO para suas necessidades, visto (|iie
Ib O mandava dar com profusao ; que
minease vio nmcacado por eredores, jair
quanto eu nao me esquecia dos niiiisilc-
veres; e que, quanto ao mai, se aclia
respondido com a declnrarflo que (ir. em
1850.Tiloma/.de Aqiiino Fonsecu.
Declaraeao a que se refere o que aciniii e
le, eseaclia ntampado no Diario Ii
l'ernuiiiliueode 20 demarco de I8."ifl
Sr Itiilactores. Contando-me qm
emiini dos ltimos numero da l'niolo-
ra publicada urna correix)ndeiicia tissi
nada pelo Sr. Dr. Lili/, de Franca Mlinn
lavares, em que meu /ilho, o Dr. Joa-
quimde AquinoFonseca, he-gnivemenlc
injuriado, servindo-se quem eicrere
essa corres|K)udeucia de meu nome ; de-
claro que be calumnioso o que se llie im-
pula relativamente a mim, e deixo
domen de bem a apreciaeao de suas a.
(fie*, v aos tribunae o castigo que mero
ce aquellequeo insultou. Tliomaz i
Aquino Fonsecu.
COMMERCIO.
i'kai,:a mi hp.i-.ife h de abril as.i
HORAS DA TARDE.
Colacle oflicines.
Cambio sobre Londres a N :i|l I. c -29 I. f'< dp
Compras de aisuear.
Illanco :t. e sorle a 2D030 rs. |mr arroba.
Mascavadn escolladol-xjO rs. |ior arroba.
Mascaxado regular a tf)350 rs. jior arroba.
ALFANDEUA.
Renilimenlo dn dia I a 7. 7i':17l>
dem do dia 8.......l&MTaiH!
D.
Cu
di.
va
Joi
,
l.ll
rus
ra
Ai
Ou
n*i
Sil
ler
Ju.
de
llu
Ca
nu
ri-i
1
fu
vil
aU
de
jui
Ol

I
I
ten
llm
li-
die
8?
86.-IIIC3I
Desearregam Itajt O de abril.
Briguc porlusuez s. Manoel I mercaderas.
llana franreza 'Jomle Roger dila.
Escuna inglesa Fohm ditas.
Escuna brasileira Galante Mara lilas. .
CONSULADO i'.l'.lt XI .
Rendimenlo lo dlala7 .... r.Z)lt}&
I.lcm do dia 8....... 3a52la*
R)tal
DI^RSAS PROVINCIAS.
Remlimenlo do dia I a 7 .... IMIJz*1
dem do dia 8....... U3W
liXSQBtV
rei:kbedoria DE BjENDAS internas gp
RAES DE PER.NAMBLCO.
Remlimenlo do da 8......3:t*S>-
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiinenlii do lia 8......I
MOVIMENTO DO PORTO
Sarios entrados no dial*.
Dundalk :K dia, patacho Ingle Hice, te 1?
tonelada, rapitio P. R, Gari, eipiigagcm T,
la-im; Schramn Whately & C.
Ass 9dia, polaca brasileira S.S.doCttrf-
le ID., toneladas, capiblo Joaqulm Jos Stor
Ipasem 1:1, rarga.sal o pnlha de rarnaiinai'
noel Jos .le Souza Carnciro. Veio largsT'
liro, e segu para Santos.
Calbao le Lima 8 dios, barca amci
as
i .voto
apiln. C. Scabury, carga
ao
ini.il
ILEGIVEL
refrescar, e segu para liampton Roails.
Hat*) taido no meimn dia.
Rio de Janeiro e oclos inlormodio vapor sileiro Bahiana......imiandanlc o rapilao-i'l"'1
Segundino. Passaseirot, Joo Poingdeslcr, Eli"
llaplista .la Silia e sua seuhora, capitao-teneifl
JoanBaplisla de Olixeira C-iioles, Viclorinoill


Cro Mnur*. Franrisco Jo*c lu6, 2- leuente Cario Kainel, Francisco (jome* de
Olivcira, 1 toncle, 3 radelw, 1 trnela, 16 ora-
ras, desertores, 3 imperiaes, 1 guardiSo, f fo-
cutsla. I lre!o limj, JoJIo Gines de Souaa e 6 os-
cravofl, Francisco Ferreira Andrade, Amaro Car-
nelro Bererra (.avalranii.
EDITAES.
.
O Dr. Jos Thomaz Sabuco de Araujo /dalgo eo-
valleiro da casa imperial, ofcial da imperial
ordem da Rota, eacalMro de thrito fuiz de di-
reito da primeira vara criminal desta camor-
ra do Rcif9 por S. M, o Imperador que Dos
uarde ele.
rcu saber em vlrtude do arl. 286 do cdigo do
proceaio me lando itdo convocada para 10 da feve-
reiru, e aalada para o 1' de marco a primeira ses-
sao judiclaria do jury detlc lerqjti do Recife innlal*
lnu-se no dia 7 do dito mer, e t*e findou m do 31
do mean, leudo sido Julgailoa nella lodo* o nrocea-
kh preparados, o delwndo de ser Julgado* menlo
ilous de Reos allantados : que foram asiiduos os jti-
radoj eflectivosseguiites:
Francisco de Soma Reg Monleiro.
1. Candido de Souia Miranda Coulo.
3. Manocl OelanoSoare* Carnero Monleiro.
. Franrisco Serfico de Asslz Carvallio.
">. Dr. \.w\t Salviar Mpscosu da Veiga Pessoa.
6. Juae Ignacio de Medeiros Reg Monleiro.
7. I>r. Vicente Ferreira (lomes.
S. ji>Ao Manoel Rbeiro do Coulo.
9. Simplicio Jos de Mello.
10 los Pedro do Reg.
11 Manoel Luiz (loncalvcs Jnior.
1J Jos ile Barros Correa Selle.
13 Manoel Duarte Rodrigues.
11 I ir. Antonio Vtenle do Nasciinento Feilosfl.
Jurados tupplentes:
1. Thnmac de Carvalho Paes de Andrade.
2. Dr. Manoel Duarle de Farias.
:t. Joo Clirsoslhomo Fernandes Vianna.
1. Dr. Joao Jos Pinlo.
Y Dr. Ignacio Firmo Xavier.
(. Thomaz de Aquino Fonceca Jnior.
7. Tliomaz Pereird Pinlo.
. Ladislao Jos Ferreira.
9, Jauuario Alejandrino Rabcllo Caneca.
10 Dr. Joao Jos Innoccncio Bogl.
11 f.eraldo lk-uriqucs de Mira.
1*J Capillo Manoel Jnaquim Paes Sarniento.
13 Dr. Manoel Jos DomlnguesCodiceira.
I i Joflo Francisco Rcgis Quinlclla.
15 Franrisco de Paula Lopes Res.
16 Francisco de Miranda Leal Seve.
17 Dr. Antonio Rangcldo Torres Baudeira.
is Luiz Antonio Viclra.
10 Dr. Simplicio Anlonlo Mavignicr.
'20 Joo Antonio de Paula Rodrigues.
21 Francisco Xavier da Nev.
22 Manoel Alves (lucir Jnior.
I Dr. Joaqulm Jos da Fonceca.
21 Antonio Luiz do A mam I c Silva.
23 Francisco Rodriguen Cruz.
26 Manoel Anlonlo Viegas.
Que foram incito* assiduos por ni|Hxii metilos le-
diurnos os jurados eflcclivos Gabriel Germano de A-
uar Montaroio, Dr. Diodoro 1 J|>i......Cocido Ca-
lauho e Elias Baplista da giha.
(ueoulrosim foram multados os jurados scgiiin-
le- : Franrisco Jos Silveira na quaulia de 310; too
Miguel Carnciroda Cunlia na quaulia de tt^KXl,
Manoel Antonio da Silva Sanios na quaulia de
2.09000, Dr. Joro Vicente da.Silva Costa na quan-
tiii de -(011110, e Fllinpc Mena Callado da Fonceca
naquantladeSOlOO.
Ouu liualmcnle foram dispensados 1* cm raz3o do
ro publico que rcclamava sua presenta os jura-
I seguidles : Maior Jos Rabcllo Padilha tom-
n. Mdanle; interino do corpudo indicia, Jos Gon-
rid>cs de Albuquerque, agcnlc aas rendas proviu-
riaes da Parahiba, l)r. Joaquim de Aquino Fonce-
ca, Antonio Jos de Olivcira, Dr. Joaquim Pires
Machado Porlella, depulados j.rowunac*, Jos Ma-
ra Cesar do Amaral, feilor i\o consulado, Dr. Pedro
Aulran da Malla Albuquerquc, lente do curso .ju-
rdico, Benlo Jos Fernandos Barros, inspector in-
terino da alfandega, Domingos AITonso Ncri Ferrei-
ra, lliesoiirciro dafazenda geral, Ruliuo Joslxirrca
de Almcida, ollicial maior da secrelara da assem-
ffila provincial, Cela no (jomes de S, segundo es-
rrinlurario do consulado : '* por molestia e imposM-
bilidade ph)sita, Jos Carnero da Cunha, Filinpc
de S Albuquerquc, Manoel Gregorio Pinto de An-
drade, Jos Marques da Co*li Soares, Jos dos San-
ios Nones de Oli%ci.ia, Luiz Manoel Rodrigues Va-
lenca, Jos Paulino de Almeida Calando, Joo Fran-
risco Regis Coelho, Jos Ignacio Soares de Maccdo,
Domingos Anlune* Villaca, Joaquim Carnciru M.i
ch;ido Ros, Jos Mara deCanalho, Antonio Kui-
dio da Sih.i. JoAo da Silva Campos, Manocl da Sil-
va Barros, Joo Baplista de Souza junios, Antonio
Jos Comes do Correiu,Manoel da Silva Ferreira Ju-
taior, Allbiiso Jos de Oliveira, Anlunio Joaquim de
VettOf Dr. Jos dos Alijos Vicira de Auioriui, Cac-
hito da Costa Morera, Jos*1 Joaquim do Reg Bar-
ros, Francisco Manoel Beranger, Jos lliginode Mi-
randa, Jos Thomas do Campos Quaresma, Luiz
Auloiiio Alves Mascarenhas, Dr. C>priauo Fenclon
(iuedes A .colorado, Jos .Victorino' de Lomos, ge-
neral Jos Ignacio de ureo c Lima, Luiz (ionios;
Silverio, Tliomaz de Aquino Fonceca,; 3. por nao
lercm sido nolificadok, Joo Antonio de Carvalho,
a jlo Jos Lopes, Luiz Francisco de Canalho Paes
^ de Andrade, Antonio Pcrcira de Memlonea, Ma-
noel Carnero Rodrigues Campello, Jos Candido de
Carvalho .Medeiros,CaeUno Silverio de Souza, Ma-
nocl Caetano de Medeiros, Manoel Thomaz da Sil-
va, Joaquim Joao Souza, Joaquim Theodoro Pe-
reir de Olivcira.
I. para mhi-i.ii mandei |>asiar o presente cdital
quesero publicado pela imprensa. Dadoe passado
^>bo iiicu sigual esello do juizo nesta cidade do Re-
nli' ,k.s 2 il(> ,il>nl do |H.":l. Eu Joaquipm Francisco
de Paula Esteves Clemente, cacrivo privativo d<
juiz oescrevi. Jone Thomaz Sabuco de Araujo
ODr. Manoel C/emenlino t'arneirM da Cunkajui:
muiiii"ipal da primeira rara da cidade dofceife
dr Pernambuco por 8, M. I. e C. a quenx Dos
guarde etc.
Fae sal>er ao* que o prsenle edilal lirem que
j^H Iculio cnivocado p^ra o dia 17 do corrcnlo o couse-
Iho iiiiihh |..ii de recurso de que faz mencao n ,n-ii-
o 33 da lei de 19 de agosto de 1H16, o qual se reu
railo
de ditas do 1, porftjOOOn.., 1 dita de dilsde 15,
Kr 9|000 rs. Outroxim, quccomnroua Franebeo
e da Cosa Ribeiro W ranadas do azeiledecar-
rapal, n I9OI0 ri. cada urna, medida nova, 15 di
las de amito de t(\co, a 15*00 a ranada, 15 libras de
velasdecarnaba, a30alibra, 18 ditas de (lo de
algodo, a 100 rs. a libra ; c adverle aos dilos
vendedores qne devem reeolher para o arsenal de
guerra, os ditos ohjerlos no da 11 do correle me*.
Secretarla do conwlho administrativo, para forneci-
menlo do arsenal de guerra 8 de abril de 1853.
Joto de Brilo Inglez, coronel, presidente.Bernar-
do Pereira do Carmo Junir, vngal secretario.
A administraran dos hosdlaes de caridade
compra licor de (abarraque em garrafas: quem livor
este meiliiMnenlo da melhor qi'llidadc, mande unta
011 duas garrafas .1 botica du mesmo hospital no dia
11 do torrente, para ser evamluado.
Pelo juizo de direilo da primeira vara do ci-
vel, na prac,a do da 11 do frrenle, se ha do arre-
matar por venda dinheiro i visla, urna fazcuda de
criar gado, situada 110 lugar de Jaguaribe, comarca
lo leo da provincia do Cear, com (rea leguas de
comprimento pelo riacho dos Bastios rinia, e de
fundo o que se achar|de serra a sorra, no valor de
3:3093000, ruja fazenda vai nraqa requcrimenlo
de suas proprielarias, asrccolhidas do recolliinienlo
do Sanltsslino Corado de Jess da villa de bu.n.i-
s, iHirao quo ohliveram liren^a de S. M. I.
BANCO DE PERNAMBUCO.
Por ordem do conselho de direcc,ao se fa publi-
co qae, os descontos durante a semana de 5 a 9 do
correnle, so fazcm na razAVdc 10 por % sobre le-
tras com vencimenlo al 31 de agosto, c de 9 por
rento no auno as que se venecrem al *' me/os.
O arsenal de marmita contrata com urgencia
para as obras do mclhoramento do porto, o Torne-
cimento de cal prela, medida que se for precisan-
do. As peasoas que qulzercm fazer semclhaiilc ton-
(ralo, iioiipaicrain na secretaria da n*j>cccao rom
as suas propostas.
O arsenal de marnha compra, para as obras
do mclhoramento do porto, candas novas 011 usadas,
em Ihjiii estado.
O^irsenal de marinha admille, para as suas
obras, otlltiaes de pedreiro c serventes livres.
O conselho administrativo, ein virtudeda au-
lorisarao da presidencia, cm seu despacho de 21 de
morco, lem de comprar para o fornecimento, que o
arsenal de guerra lem de fa/er ao l.'halalhAodoar-
hllui 1.1 a p, os nbjeelos seuuiules:1,010 varas de
algoilSo para camisas. 1,010 ditas de hrni brauro li-
so para caltas, HIO pares de sapalos, lili esleirs de
pal ha de carnauba, M co vados de panno preto para
polaina*, 51 HOUM de l>ot6es de osso prelos, $\ di-
las de dilos Hincos, 163 rovadnsde holanda de forro:
as (icssoas, n quem eouvler a venda de laes ohieelo,
apresentcm as suas proposlas em carias ftciiidas,
acompauhadas das roni|>clciilcs anutslrns, na h'*1 re-
tara do ronselho, estabclecido no arsenal de uncir,
as 10horas da manilla do dia II de abril prximo
futuro. Secretariado conselho adminislrotivopara
fornccimenlodo arsenal de guerra 30de mano de
1853.Jone de friln imjiex, eorouel, presidente
Ilernardo Pereira do ('firmo Jnior, scerclario,
O arsenal de marnha compra no dia 9 do tr-
renle me/, ao inrio dia lOOalqucircs de farnha de
mandioca, nicd bidio da iltia de Fernando. As pcs,tasquequi/ereiu
fazer semellianlo venda, ronipaiceaiu na scerelaril
da 111 s|tetriio,com as suas propostas e as coinpclcnlcs
amostras.
Pela subdelcuatia de S. Jos do Itecife, seau-
nuncia a apprehensjo da pfta, crioula, de nonie
Maria, e-trava de Atibuno Jea Vaz, por fuuida; e
hem assiin, a de un qnarlo rueo.ja vclho: woilo-
gitimos provaudo o dominio e posse que nelles lem, Ibes se-
rAo enlregues.
ro

o
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ue
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ift
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THEATRO DE SANTA ISABEL.
SABBADO 9 HE ABRIL lK I8S3.
27. RECITA DA ASSIGNATURA
llcpos de hrilhnnlc ouverlura SOMri a siena (
nilo applaudidn drama eni'Olofpiadrns
O IDIOTA-
Com aulorisatSo do Ei.ni. presidente Francisco
Antonio Kibeiro, 1). I.ulza Aunes de Andrade Leal,
Senhorinh de Asaetea c Bilancourt Leal ile Hezon-
de o Thertta de Jess Leal, leem aberto em sua ca-
sa urna aula de primeiras ledras pora o sexo femlni-
no, aonde se ensilla a ler, escrever, molar, uramali.
ca nacional, ariihmelica, Trance/, inclu e oulras
quaeequer facilidades, qne os nais quelram mandar
ensinar n suas lidias para o que tem contratado
meslreepara aquellas arles que nSo se acliam abili-
tadas paro ensinar; o ensinam n doulrina ehristfia,
bordar de sc i-inios e outras habilidades de agulha: aquellas pea-
soas que dignare ni lionra-Jaa, tonliando-lhesuas pre-
sadas filhinhas, ficarao saliafeilns pelo augmento
quo ellas terflo em ludo quanto toca a boa educaro
o estultos; a casa lem commodos para receber de
qualro al seis penlonistos, c rwebe meias pensio-
nistas e exlernas mediante un prcr<) razoavcl, e po-
dero ser procuradas na ra do F a cundes, n. 5,
primenu andar, (jucm vcui da Uilieir.i o segundo
sobrado ao p do de varanda encarnada.
Na ra do Fagundw n. 5 fazem-o Irancelins
de cabello, pulceirasccadeins para relogios, franja*
derelroz e trancclinsdo mesmo.
Prccisa-sc alugar um sitio por lempo de um mi-
no 011 mais, quo lenha boa casa, cocheira c baixa
fura capim, nos lugares seguintes; Manguiuhn,
onte de L'ehoa cTassacem : quem liver anuuncie
para ser procurado 011 enlenda-se amada Madre
de l)eos, 11. 3, que achar com quem Iralar.
ATTK.NQAO'.
Precisa-se ile 300CO00 rs. a premio por espato de
C mezes, pagando-se os juros meusacs, aobro hypo-
ilieci de una prela moca, rom trias, quem qui/cr
annuucie para se Iralar o negocio como coimcr.
l*rcc8a-(^ 1I0 mu hoin criado para
Miiui casa e&trnn(eirn : n tratar na na do
Trapicho 11, 7, primeiro andar.
CAVALLO l-IRTADO.
Ao amanhceer do dia I.' do trrenle liiez de abril
furlarnm d< sitio do Sr. dlferes Manoel d'Assump-
c.in Saiiiian. na estrada de Joao de Barros, mu ca-
vado com ossiMaesseguinles: crcaslanho.um |khi-
'11 descarnado, lamanlm recular, idade de Hall)
anuos, cm gran, una estrella ua lesla, duus ou Ires
I"1-, calcado^, o ferro he um P no quarlo direilo, an-
dar de baixoal meio, e lem o sabugo da cauda cor-
lado. Quem o pegar, ou ilelle liver noticia, pode
dirigir-se ao mesmo sifio, ou 110 Remedio, sido do
Sr. Tenorio, ou na ra da Odoia to Itecife sobra-
do n. I.rpicem qualqucrdas parles se graliliear.
Aluua-se a casa Ierren de u. 10, sila na ra do
Arago, 111111(0 propria "ara negocio por ler (respor-
ta* de Irenle, MT cm hoin lugar e cslar.cm arma-
"'iii; da-so por prreo C......UOOO! Ir.ilar DI Indica
ila i'i.i'.a da Boa-\ isla n. (i.
Traspassa-o
Trapiche 11. I \, propro para escHirto-
rio: a Iralar 110 iiicsmu.
lotera de NOSSA senhoba do
ROSARIO.
0 llip^.iiioiro anniiDria ao-. aiIMnlfll .lesleloao,
qur lem mercado o da "' de abril ImKraCervel pa-
ra .. andamento das rodas, anda fue nqueni bllne-
ics i|iic m* poeN anisrar .. reetodoa blllielea,que
oxisicni a.liani-sc a venda nea lugarea do eodunie.
RETRATOS.
Tin-te rcirai.is de daguerreoljno deade opre-
.;.. deSfOOO re. oamaia pequi.....-. al ".^Kl rs. os
malorea (|ue se poilcrn lirar: no ealabeleciaienlo
nholographlcO| na rua do Aiaua... n. -. lereelro
andar, das H horas da inauliaa as I da lartle.
l.n\a-se c rimoinmu-so rom assoio p |(crfci;o:
no |i,ilco ila Itilicira dcS. Jos II. I.l.
Aluu-aeoqaarloandardoaobrado .la ruado
rrapiebe NOVO n. 'i-, a Iralar no primeiro andar do
Precia-ac de um feitor que enten-
da de plantar cnpin cjardinar: na rua
Cruz, ii.20.
I'ertu
Idiota. .
Freileriro|
Allianu/io
agetit.
!-> i-|ii.-.....
Osear.......
Ranlzan......
Cm inatfislra.lo .
I......licial.....
Iliijinv,.......
Ijniilieimiiia.....
Amelia.....
Maillia......
Ta de Amelia. .
Arnnl.lo......
lio criado .la du.|ue/a .
I'......i'i.u.. as horas do e.^lunie
Os hilheles arham-tie a \cnda
llu'airo.
. Irlnrti.
liiiiinar.ie^.
Amoedo.
Senna.
Cosa.
Sania llosa.
Jome.
Hozeuiln.
Mendes.
N. N.
Carmela.
Manoella.
V. knolli.
Jesuina.
N. N.
Sania llosa.
j. Jos Pereira.
no cseriplorio do
AVISOS MARTIMOS.
le-
3
na casa da cantara deile municipio, e pan que
rliegue ao eoiihcriinciilo ilc linios mandei lavrar o
prsenle qucserii publicado pela imprcusa, e alllia-
do nos lugares mais piildicos desla cidade. Dado c
passado uesla cidade du Kccife aos de abril de IK.VI.
En Joao Sarai>a de Araujo Galvto, eacri\So o escrc-
xi.Manofl Ctemntino Canieiro tla.'iinfia.

7C11
DECLARACOENS.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
I'ela secrelaria do Irihuual .lo coniniercioila pro-
vincia de Pernambuco se faz publico, que por a> iso
do iiiiuisle i" da jn-m.i de 10 de marco ullimo, foi
declarado ao dilo Irihuual haver no arlige tildo
cdigo rommercial inijircsso na l> |>ouraphia nacio-
dl, erro que lite allcra inleiraiiieiilo o scnlido, de-
vendo r o inesioo observado de maneira |r que
se arha rediuido oa lei original, que be o seuuinle :
'iiun_M. As leis particulares do commercio, as
iMi.eiicis das |Mrlcs, semprc que Ibes nao fr con-
traria, o os usos conimerciaes, regulan! luda a sorle
de a--oi iai.fm merraiilil, nao poilcndo recorr.r-se ao
ilircilo civil para decisao de qualqucr duvida que se
"llncr.i, senao na falla de lei ou uso -commercial.
Secrelaria do Irihuual do coinrucrcin da provincia de
l'ernamburo 7 de abril de 183.1. Joo Ignacio de
Slcileiroa Rogo, no im|ioliiiirn'o do scerclario.
Pela societaria do Irihuual do ronimcrrio da
prov, iucia de Pernambuco se faz |>uhlico de ordem do
mpsino, que por des|cho de 17 de marco proiimo
passado. fo Horneado rorrrlor aeral para esla praca
" Sr, John Oaiis, cidadao ingles, c leudo prestado
lianca no juizo compeleule, o juramento as maos
do lllin. Sr. deseinbargador prcsidenlo do mesmo
Irihuual, na forma do cdigo commercial,arba-se em
everricio de suas funccVes. Secretaria do tribunal
o commercio da provincia de Pernambuco 7 de
abril de 183.1.Joao Ignario de Medeiros Kego, no
|iediiueiiln do scerclario.
Pelff sulidelegacia dos Afogadosae faz publico,
que se acha recolhida o ca.leia desla cidade, urna
prela de uoinc Adriana, crioula, que confessou eslar
agida da casa de seo aeidior ha mais de um mez, o
nual he mofador no engeubo do l'ui.n, fregueria do
pvjS. Loarenea .1.) Malla, cujo senbor diz cbamar-se
Joan dos Santo* R.M|riaues: quem se jiilgar com di-
jptlO.....esnia, coni|iarcca uesle juizo, que provan-
V" Iqtalinenlcllie sera cnlrcgue.
* O rousellto adminislrativo, para execuco do
arti-o i i|,( reulainenlit tai publico, qiiciofan
aceita, as proposlas de Siqueira A Pereira, de J.tt
Alvos Xavier, de Domingos Jos Ferreira Ouima-
r**! para foriieccreni o i.iil varas do brim bran-
ro lio, a 190 rs. a vara, o 2.49esleirras de Anao-
I*. a 21 rs, cada ulna, o 3.1 caixa com vidros |ior
l^SOOf rs., 8 i.ctles de rouro de lualre, a 48HHI) rs.
Mdanma.l .lu/i.i de limdelpollcgadM por 19000
'.,1 dita de .Ida. de 3 por l.10t>, 2 ditas de dilas
de 6, a ItOl cada urna, i .lilas de dilas de 7, a
'?WW, 2 ditas de ditas de 8, a >'K>, 2 .lilas de di-
1* de 9, a MKs.i r., u ditas de .lilas .le 10,a 3iXI.I,
- dila, de ditas de I), ,,-,, dilas de .lilas de
i*.>W0. 2.II. ,h-dita de 13, aMROO. I dila
'ara a Huilla vai saliirriiiu aiuai.ir
ule ponivel o liiate nacional "A-
r
trerid
melia": para carga e panageirot trta-
le com Novae4C-, na rua doTrapiclie,
ii, 54.
Para o Araran sabe rom innila Iiitvidade,
por ja ler parle da carga pronipla.o ltale .hitjriirii;
para o reslu epassacir..s, Irala-sc na rua da Cadela
do Kerifc n. II), pi imeiio andar.
PAII.4 A II.IIA DE S. MIGUEL pretende
sabir rom I maior brev idade a escuna pnrliiuiva
Silvmiit: para carea e passaucirns Irala-se no esrrip-
lorio de Thomaz de Aquino Faneca ,\ FllllO. rua do
Vinario n. 19, primeiro andar, ou lias lauro Punas
rom Mai.....I do Ucl'.i I.iii.i.
Pan Lisboa o brigue portagnei l':tijanlr sa-
be iniprclerivclmcnlc no dia 2.1 deahiil : qucui.no
mesmo quizer carrejar ou ir de passaitcm eutenila-
sc com os consiunalarios T. de Aquino Fooaeca .
Fillio: na rua do Vinario n. 19, [inmeiro andar, ou
com orapilao o Sr. Manocl dos Sal., na praca.
A veleira escuna Unanle Maria segue n'esles
das pitra o Itio Grande do Sal, locando no Rio de
Janeiro; recebe snienle cscravos a frele.para o que
ollVrecc rousignalarios, na rua do Vinario n. t.
Para o Rio Grande do Sul sesnira no decurso
da correnle semana o brigue brasileo Mafra\:
quem no mesmo quizer embarcar esclavos, ou ir de
passauem. para o que lem cvcellenles coinm.Nm,
I... I.- Halar com o cupilao J.m Joaquim Dias dos
Prazeres, ou na rua da C.roz do Recifc n. 3, cscri|H
torio de Amoriin (\ Irmaos.
Para l.ishoa salle iiuprelclivelm.'llle no dia 9
do correnle a nova e veleira barca pmiOgUCU Gnh
titltto, |.ara o reslo da carga e passaueiros, para os
quacs olfercce oa nielhorcs couiiihhIos: Irala-M'coin
os rousignalarios T. de Aquino Fonscra A Filho :
na rua do Vinario n. 19, primeiro andar, ou com o
capihio Romes Jnior na praca.
I'ara o l'orlo sabe iniprelerivelmenle no dia
21 do correnle a barca portuguc/a Olmpittt para o
reslo da carita c passaueiros, para os quacs ollercre
os lucidores coinniodos: Irala-se com os consiunala-
rios Thomaz de Aquino Foueca V Filbo na rua do
Vigario u. 19, primeiro andar, ou rom o rapilo na
|ira;a.
a AVISO AO CO.MKIttao
|rf Os al>ai\o aMgnadoi roiilimiain
'J a frainiui'ar a (odas as rlassca cm
3 J'i'ial os si-lis siii'l'itiii'nlns .le lii/cii-
Q .las por l>aixot precot, nao* me
'. DOS de iitiiti |ji'.a mi nina dlizia,
K? a dinlietro, un a prazo, conforme
:i s. ajiisliir : no sen arma/.i'ni da
W |)iaca iliiOirpo Sanio, cs(|iiina da
'i rua do Trapiche, n. iS. Itos-
j iroii Itooker A Companlua, nego-
Sj riaiilcs ii'(li7.cs. Os iiiesmos av-
smao resiieiiiivcl public queabri-
ratu no dia 5 to torrente niiv. a
sua luja de f'a/.einlas da rua do Col-
Icgio ePasaeio Pnlilieo n, lo, rigidn pelos senliori's .lose Victori-
no del'aim e .Manoel .lose' de Si-
queira Pitanga, para venderem
Kir atacado e a relallio.
I.iiil.l ilion. delXfl de sel eaixeil
d desla praca I.. i.cciiinlo leu
Na praca da dependencia, loja u, 12, en-
raderno-sequalBOCt obra coma luelhoi per-
feicAo que se pode fazer oesae trahallm,
man haraloqiie emoulra qiialqiier noria.
o correnle, pelas qualro noral
larde, lipurla do tiln. Sr. Dr. juiz doa orphaaa, te
bio de arrcmalar em praca de renda por um auno
oa predios scguinlcs: urna rasa na na Real n.33,
por l.li-; nutra na rua do AragAo, D. 9, por til,..
onlra no neceo do Quiaho n. 1, poi'819; nutra no
becro dos (.Inarleis n. 29, por 7lt9*MMI, perlenfenles
aos lieiileiiii- do tinado {tadre Jos lioncalo.
PreeiM-sc de dous conloa de rls a premio,
conformo os juros que se-ronvciirionar, sAb bypollic-
ca em um predio nesla praca, por espaco de um an-
uo, pauando-se o juros mensalineulc: quem quizer
il.ir aniuiinic pala ser procurado.
LOTEKIA DO KIO DE JANEIRO.
Da lotera (piartu de Nossa Senliora da
Gloria, cuja lista aenha de chegar, salii-
rain netla prond aoM!giiiiti prnnioa :
Ouartos e oitnvo. 22t. 20:000,000
->leio liilliete. 1,008. 10:000,000
Meio bilhele. .",003. 1:000,000
Ouarle*......1,179. 1:000,000
Oitav ose vigsimos. 5,566.. 1,000,000
ale'ni de OUtrot premio de 00, 200 e
100,000 n. Oa poMidOm podem rir
receber os competentei premios que ao
pagot uas mesmas lojas em pie se eoti.-
pram os billietes. Fieava a eorrer de 2 a
0 do abril a lotera lli a beneficio do
llieatro de\ieljero\, cuja lista sr apera
pelo vapor de Od lorenle ; os bilhe-
les e eaulelas se tieliam ja' a venda nas
lojas doeostume. |>elos preeos abai\o de-
rla rallos.
Ililhele inteiro.....22,000
Meio bilbete......11,000
Quarlo........ 5,500
Oitavo........2,800
Vigsimo....... 1,500
Os premios serfio pagos irainediataraeuto
a cnegada da lisia.
Prerisa-se de nina ama que sja de boa con-
ducta, para una casa de duas pessoas, mas quc'seja
de meia idade: na rua da Roda u. 32 si- .lira quem
preriu.
Precish-se de IHMNIJ1KNI deis, a premio, |.a-
gandO-M inelisalmenle o premio que se cnolralar:
quem qui/i i este neuocio, ainnnric por esla folba
para ser procurado.
O toBsourairo da loleria de Sun Pedro
Marlvr de Olinda avisa aorespeilavel pu-
blieo, ipie esta loleria corre inipreleri-
velmenle no da 15 do correntc, seja quoi
lor o numero de billieles que e\islain
nrs.se da por vender, nao' CMt'iliu.lo
valor de cinco ronlos de res.
de
c
das I
r.v
lia, em conseqiieucia .le relirar-se para a
LEILAO-.
Iloje, 9 rio correnle, as II lioni* da nunliiUi,
Ii.im'I'.t leilo amiazcni dn i.h inh.i de Meane Vonlc A C, no hec-
co do tioncalo.
AVISOS DIVERSOS.
*. Saliisliauo Jos de Paula relira se para o Rio
de Janeiro, e leva eni sua com|tanbia osseus ew-rii-
vos Maria, Vicencia c Man.M!l pardos, e Maria, cri-
oula.
Oucm annuiicioii precisar de I:.i^i de
i'eis a juros, anuuncie a sua morada |>ara ser procu-
rado.
Na rua das Cruzes n. AO, taberna do Campos,
vende-sc por junto e a relalh.., e lamliem se alu-
ga bichas bamburguezas das melhorcs que ha no
merraik).
Aluga-soa casa lerrca da Soledadeii. 17, com
quinlal murado, e commodos para familia : a Iralar
no paleo do Carmo u. 17, rom Gabriel Antonio.
A pessoa que aunuiiciou |ior esla fnlha preci-
sar de 'UXigOIIO da reis a premio sobro livpolbera
de um predio uesla praca, dirija-se a rua do Crespo
n. I i, que se dir quem faz o negocio.
Manoel Jos* Sciira rclir-se para foro do im-
perio.
I)-sc I:0(IObOOU de reis a juros de I I (2 por
rcnloaomcz, sobre hv|>olhera em liens deraiz nes-
la cidade, recebendo-se ih juros niensalmenle : na
rua das Aguas Verdes n. 12, se dir quem di.
'_ O Sr. Miguel Pereira Giraldes queira appaic
cor na hija do sobrado amarcllo da i ua do Oueima'lo.
V.
Companl
ICuropa.
Aliie.im.sc Ires iN.-rav.is para oservlcndeeasa:
quem as pretender dirija-sc rua do Cullcnio, n.
Iti, primeiro andar.
No armazem da rua da Mo.la n. 13, do baj-
o assiunailo, precisa-se do um bnmem capaz para
andar com cariocas: no niesino vender una poi-
can de mol curio em caixinhas de libra, e um braco
de halanca de Romn com lodos os seus |ierlcuces,
e duas (arincas COBO lodos os perleuces e um boi ;
assiin c.imn contina a vender cal de Lisboa, a mc-
Iborqiie ha no merra.hi.
Jos .liiltmtti ila Silia liamia.
A QUEM COMPETE.
Com quanto repriive o m.io svslema quasi g.-ral-
inenle adoptado, de chamar devedorea neto IHm la,
e haveudn paran evitar esgnlailo couciliaveis, mas
baldado! lucios; etlou disposlo a publicar |ir cv-
leii-ii os nouics d'is pessoas que lem fallado a um de
seu mais rigoroso dever, coinprehi-iiileudo n.lii so de-
hilos de mais de mu anuo, como mais aulisos cu-
Iraliidos ainda no lempo do ineu anleri-ssor, o Sr.
Schasiii. Jos Gomos Ponna. II apreciador de seu
rrcdilo cnlenda-se no pra/o de 13 iliasc.un u abaivo
uatguada, na rua du Cotlsgio li. 12.
Franciitru Jutr /le.
Precisa-se de nina ama de leilc, preferiudo-se
em Olaos na rua .1"- (Juarlcis, n. 2i, segundo
indar.
$mmMwmxMmmmm:i
CONSULTORIO llo.MKtil'AlilICO
liossel liiinoiit, professiu de homeopalhia
IM-la e-a-ola do Rio de Janeiro, continua a
dar consultas i/rali* aos (mitres lodos os.lia
teis, das H horas da uianlia al ao meio di.
en consultorio, rua das i'.iu/es n. 2S
MWSiMSOSSMWBSMWSSMItM
Pri-cisa-s,- de una prela que cnlenda nc ven-
der, pauando-se de .eudauem SO rs. por pataca :
quem liver dirija-se a rua do Hospicio, casa n. 17:
n;i i......na casa pncisS SS de una ama para --civil.
I'recisa-se de serventes de psdreil a fallar
na obra que se esla fazeu.ln junto ao arco de Sanio
' 88SS
f
f
a ODr. Sabino Olegario Luduero l'inho mu- aI
g .lnu-se pata o haino de Sanio Antonio, mu S
j das Cruzes n. II, casa ..ude mnrou o R\m. !'
5 Si. vinario gcral llr. Meira, onde pode ser
^ procurado a qualquer hora pelas pessoas que 8
9 o quizeii-m honrar rom sua coiiliauca. J
Anda se precisa de una ama de boa conduela,
para serv ir a duas iiessoas rasadas, paga-sc bem: na
ua de llorlasn. 112, penado aos Marljrios.
Traspassa-se, ou raz-scalgiima lrans.iccao com
una hypulhecadedebilocohrigaco que eaisle ni.
ennciiliii Sania Maria, ha muco levantado, na eo-
marra do Cabo, he de boas Ierras, mallas, c de nim-
ia produrcao : e a maior pirln das Ierras compradas
p. I.i dito iv polhecario. que forneceu dinheiros |iara
coufccco, levanlamcnlo do engenho, para inoenda,
laias, animacs, c fczsupprimenlo an mesmo enge-
ulin ; o que ludo consta da hvpuibcra e Iclras pa-
gas, e Jronla coi renlcoiiprov adapelo hvpolbeeau-
le. I), juros que leem decorrido a I ', |ior % ao
mes, rom pi iucipal. al 3 do fevereiro proiimo pas-
sado, prefazem a quaulia de 2ll:S7!lg830 rs. Tcalo o
engenho. seus |tcrlcurcs, e maisl>cus|iosuidoso por
havereslaucoinprehenilidos na oscripluia da hvpo-
llieca, l.iM.i.l.i II" cu lu" dn labelli.ii. C.iniliel me
l'.iiin ni. em II detrlembro de 1830, c regislrada
na cmara do Cabo. Hecife.'IOdo marco de 185$.
Jun Marque* da Co*ta Sourr.
Os senboros Franrisco Josino de Souza, Luiz
Josc.la Silva, l-cliv ti.ioi.'s la.iinhra, Vicira Ma.nl,
I ni/ Ignacio Nuncs de Olivcira. Ignacio Maun.-I
lenliliano bel reir, Manuel PeiirJaM I'eniande..
eJo.io Cipriano da Silva fa.-ain u favor ii airas
liilhcalro us. 1 e 18 qnttt lln-sdeseja follar.
Ileiaesile t'uuileiro :
ilelioiile ta Con-
IIOMOI'.T.IIi.
C0\SI!.l'OlilO HOHOFOrmuco
*J No Mallo Gr.isso. comarcado CalKi.M.
(fiSiqueira Cavbanle da conaultSS e m.-.l
Benles gnUa aos pobres, lodosos .lias
ATTENCAO, INICi) DEPOSITO MOS
CIUADE.
Paulo liainunii, denlisla receben anua denli-
frire dn llr. I'ierre. esta anua conheci.l.i cuno a me-
Ibur que leu) apparecidn. e lem luiiilus elonioso
seu auior, lem a proprledadc de conservar s bocea
ebeirosa e pn-servar das dures de denle-: lira o
mi.lo dos.mrad.lvrl que ilii em geni 0 charuln, al-
gUnMS notas dCSlS n Ulll copo iPagUS sao sullicien-
li-s : lamben! se achara |..i denlifri.e ovolloiilo para
a conservaca.i dos denles : ua rua lama do llosmio
u. 'Mi, legando andar.
t'm moro poriuniic/, eom pnlieado aegoelo,
se onerece para caiielro de algunia casa; de que
liver pralira. preferindu paitara: quem precisardi-
rija-ic ao caes du Ramos, n. que achara cun
quem Iralar.
yuem precisar alugar una prela i-apliva, que
sabe rozinbar, engniiimar e la/er lodo o ser, ico de
nina can, dirija-sc a rua dn Crespo, u. III, primeiro
andar.
Aliiga-so um armasen para nrne, na rua da
Praia por baivo du subrado amarellu: a fallar rom
Cuillierme Selle, ras do Rannel u. 13.
Ao Sr. Juequiui Jos de Mello l'imenlel, ou
quem sua-ve/c* flier, deseja-se fallara negoclode
sen inliresse: ua luja da Estrella, u. I'.l, da rua dn
l.ivramenlo.
PreciwaH leo
na rua Nova, n. .18,
eeieio.
Precisase 'de um eaixeiro que lenha pralira
de venda e que d liador asna conducta: na rua
Auniislau I se dir para quem lie.
I'recisa-se de um menino de 12a I i anuos pa-
ra raiveiro: ua rua do Raime! u. 2li.
Joan Elias Pialo lie Goveis vai SO Itio de Ja-
neiro. leviudocmsuacoui|iauhia oscucscravo Jos,
crioulo.
SORVETE AS II IIOIIAS.
Na rua da Cruz defronle dn cbafariz casa n. 17,
plimcirn andar, b.iver de boje cm diaule pelas 11
oras do .lia, o as 7 da nnile exceltenlc srvele de es-
colhidasfruclas.
Pnelia se de urna uiullier, prela nu par.la,
que seja de meia idade oque lenha buns coslumei
para ama de casa de una familia de Ires pessoas,
paga-sc bem sondn pessoa capaz : na rua eslreila do
Rosario, n. 28, primeiro andar.
J.r- Maria Cuncalves Ramos srionlillca aos
seus amigos, c tregeles, que desde n I- du mez pr-
ximo passado, passou a sua bolira sila na anlina rua
dos. Quarleis desla cidade, a ser prnpriedade doSr.
Joaquim de Almeida Pinto, porvonda que d.-lla fez
SO dilo senbor, o annuiicianle roa pois a.w seus
bous e mtines frenuezes de ronlinuarem com a
moma IregOClia, por quanlo leudo o Si. Piulo es-
uilailo o seu i urso de pbariiiaria em Parts, vcrili-
eatn o sen diploma em nina das academias hrasilci-
ras. acha-sc a-sashahilitadn paia hem deseinponhar
osdeveri-s jiiherenles a sua arle. I) aniiuiiciaule
mullo se ufana de diir aos seus bous e snligos fre-
gooseinm tan bomsuceessor,
Joaquim de Almeida Piulo, natural de-la ci-
dade, phai maeculico appruvadu pelas academias de
Pars e Baha, scieiitidca ao rcspeilavel publiro, e
ein parlicuha a seus amigns que desilc n I* du cor-
renle mez se acha de posse da Iwm acreditada boti-
ca da anlina rua dos Quarleis dista cidade, por min-
ina que lella fe/ ao Sr. Jos Alaria Concalves Ra-
mo-; luolesla poisservr rom pericia, zelo o uclivi-
dodea lodos aquellos,que se dinuaiem procurar o seu
novo cslsbslecimento.
O abaivu assiguado faz leante a ludas as pessoas
eom quem lem lido negocio, que ello se acha em li-
quidacau de sua casa, c luir isso loda a pessoa que so
mostrar credora, .leve npresentar sua entila no prazo
de cinco dias, lindos os quaes se nao rrsponsaliilisa
mais por Iransacao algiima quedepuisap|iarei;a.
Jm Franrro de 7Vrc.
I) abaivo assinnado, lem abarlo una rlassc de
in.il- ein sua casa, para se aprender a f.ill.n a lin>
guaingleza: as |H>soas que a quizerem frequeular,
leo a Iwndade de si' dirigir ao deiusilo de machi-
nas dos Srs. C. Slarr ,\ Companfia, na rua du
lli mu. para se malririilarepi.
Jote da Main.
Ileseja-se siher aon.le existe Joo Fraurisi-o
des Saulos Siqueira : ua luja da rua da C.nlei.i de
Rccifeu. 18.
Jos Jacomc Tasto Jnior, faz scienle ao pu-
blico o os|iccialmenlc ao respcilavel rorpn do rom-
uierciu, que au facam transarlo alnuina com duas
letras da quaulia as 2IOgOU rs. rada una, -aculas
em 17 de uiitubro de 1832 aos prazus de Se l-iine-
zes, pagaveis a Francisco Alves Cardse, aceitas ikm-
Rmnaioco Luiz.le l-'reilas, endossadas por l.oiz Au-
Innio de Preilas, clraspassadas |ior Francisco Alves
Cardoso ao aiinuiicianto com o pague-se por cilcn-
so, vislo que Ibes foram descncamiiihadas, e ja se
aeliaui prevenidos oaccilante u emln..n* do as nao
pagar seuSo ao aoiiiincianlc por iulcrpcIlacSojiidi-
cial.
Deseja-se fallar ao Sr. Alevandrc 11jih;i-hi
da Cu-la. lili... do Sr. AttgslO Cusludio do Saea-
mi'iiiii. ao .pial enga-sc de aniiunciar sua murada
pan M tne fallar a negocio de s.-u iulei e-e.
Antonio de AteVOnO Viltarnoio .ii I Luiopa.
Pwtciaaae de un caiveno que lenha haslaule
pralira de vciida: na rua dn Vigario u. II.
Ai leuda-so um engenho dislanle ele leguas
desla pi ac. moe com agifa sem que nunca sinla tal-
la dVgua, com boas obras, promplo de ludu para se
fazer grandes safras, c vande-se tainheui a sala pie
aeule, oa prelendenies dirijau-se a Gamboa do Car-
mo, u. ti. que se dir quem anemia.
OSr. Aulonio Franrisco de Miranda hmlil a
liiiii.hi.ledeapparec.-i na loja do sobrado amarello,
rua do Queimatlu, n. 29.
Noetcriptorio terreo da rua ta Cruz
ii. 23 nclia-seo deposito do nielbor rap
e o mais acreditado, de Joao Paulo Cor-
deiro da cidade do Bio de Janeiro, sendo
aS ral vas em meias libras para mellior
venda; tste rap pela sua frescura e aro-
ma (pie conserva, assiin tambera por ser
o mais mulante dode Lisboa, tem mere-
cido grande aceitacao e adquirido toda a
preferencia ao demuis fabricantes neste
imperio.
\ luna-so um molcquo muilo fiel e propro pa-
ta mandados: na rua do l.ivramenlo, sobrad u. I.
Os baulios de mar ello anuo no Ro de Janei-
ro (cem alborotado um grande numero de familias.
Esla bvgiene ofl Panacea t'niversal ubriga miiilos
|tnis c maridos a urna verba de despeza rapaz de fa-
zer clicas aos mais econmicos, oulrns |Kirm a-
proveilando-so do comniodo da bella llucluanlo que
all ha, salisfazem a essa necessdade com mu puucn
dis|icudio. A Hniiii.niif que conla apenas I auniHi
de e\i-teucia foi conslruida no bello eslabeiecmen-
lodnSr. Ireiin Evangelisla de Souza, quo roma
mais generosa resolueflo aimlinu o emprezario para
que esla in-!iiiin..io ganhawe razes. Ilojc a. ron-
currencia he inmensa, e a barca de lianhos perlence
a nina conipaiibia nne lem por director o ( accio-
nista, o liem coiihecidu Patricio Ricardo Freir,
mais bem ronberido |wlo Palrieio das Meninas. Es-
te lioniem comquautu avaneado em idade, lio asaos
prestimuso, c diligente, c consta que brevemente
brindara a nossa orle rom urna uiilra barca, porni
de n.il.icn, onde a nossa miKidade iMider faclbnen-
le, c sem perinu aprender a nadar, lieos permilla
que poessfflos rnlher mais esle arande mclhora-
iiicnlu.
Na Snleiloile, rasa n. 70, ao p da Trcm[ie, ha
as Mgtnles plaas: sapols eraiules, l'ruta-|ian, la-
ranja limhoa.noiuha liraiiia.p.irieir.is.pnlieiras ele
r.isciras de 2ISI qualidades uiuil.i dellerenles entre
si, emiilu serecummeiula de entre ludas ellas a
nova imperalriz dns franrezes, dalias de imiilasqua-
lidades, murta de flor dohra.la, madre silva, flor
milita bonita e clicirosa, mannoli, lluci, e nutras
diversas llores, para os amadores lercm em seus jar-
dins, tanto os senhores do cidade com.i do mallo, o
dellas iHidem ser loriiecidns, l'i niii.-lie-e para u
anuo de. 1854 haver .'ion, ou 100 qoalldsdes dorases,
e com u andar dn lempo pinlera haver I^IMHI, assiin
como ha cm Franca, e nutras qualidades de flore*
novas; pola que niln se puupa lempu. e nem dinhei-
ro. para se obtena lano de Franca, coinii de Por-
tugal, e Rio de Janeiro.
MONSIEIR LE REDACTEIR.
La majoiile des trancis doniiciliM a l'ernanihu-
ro, onilS] vivaal honnorahlonienldeleiirlravail:
recoirrrenl a la voio de vulre estimable Journal,
l ..ni remercier aver luiile rfl'usiou dunl ils soul ca-
pa hlcs ; les aulorils religieuses, civiles, el mililai-
res de cetle province, du ciuicour* franr el lovul,
quellos un prlcs a Mr. le cnsul de Franco ilans
la fte (ju'il a donne, cu clchraliuu de raveueinenl
a l'einpire de sa Majesl Napolen III si rede fte
na rponde n rllenle de personne ? la faule lie
doil lre impulse qu'auv urdunnaleurs matadroils ;
qni l'vanl lapelissec a leur laille, 100 rduile a des
proporlions inc-quines, ridicule-., aussi Indignes de
nolre gnuvernenienl, que de la grandeva? do son
sujel!...
O Sr. Luiz Goncalves Basles, paro bmira e cre-
dilu de sua Urina, queira ir pauar a quaulia que iin
isnura : na rua larga dn Rosario u. :I8, loja do Jos
Utas di Silva Cirdeil,
Na rua da Aurora junto ao milenio das or-
oliias. pie. i-a-se de nina ama ba engnuunadcira,
cque saiha Iralar do airanjodc urna casa.
CONTRATO HAS CARNES VERDES,
llevando us eonuTeledores do furneeimenlo das
carnes verdes nu Diaria n. 11.3 de 21 de marco passa-
do. .suspendido o pagamento da mulla de k-siihi por
ceben de nado que i particulares quizerem malar,
sin para se facilitar o forncciiuonto ao publico na
actual rrise de sorel em que mis orhamos, couces-
so esla para efteilo da qual us prelendenies se de-
verao apreseular au a.liniuislradur geral da batanea
nsi Cinco Puntas, e ao Sr. Ilsral do mesmo ronlralu
para nlilercm a referida suspensa.) e loinareni-sc as
necessarias nulas no lunar rnmpelcnle, que he uo
mataduiirii geral das Cinco Puntas, nico permilli-
do para malar-so gado para furnecimeulu das *ei*
frenuezias ronlralailas.
Juga-te um armazem e primeiro
lindar na rua do Encantamento, mullo
nroprio para lanoeiria ou nutro ettabe*
Icciineiito: a tratar oa rua da Cadeiado
Kecife, ii.
Precisa-se de um caiveiru para vonda, de ido-
ile II a llianiins: na rua du Rosario da lioa-Visla
ii. 96.
Oucm onmo.....i precisar de2:IMI0."SI(S1 de r*.
a premio, por espaco de um annu, queira aiiniinrisr
a -ua mulada para ser procurado.
I'recisa-se de nina ama para serv ico de una
casa e-liangiieira : na rua da Solcdadc n. 33.
Joaquim Antonio da Silveira, subdito perla*
guez. vai a Lisboa, eleva em sua companhia uin h-
iho de menor idade.
Rona-se ao Sr. I. A II. 0 obsequio de ir mi
mandar pagar a quaulia de 28BH2II de duas lelras
que areiluu ua rua da Ca.leia do Recife u. 18, cerlo
de que se u nao llzer ler.i de ver sen nomc |Kir
evlenso nesle fnlha.
Os nicins hilheles u. 870, e 271, da loleria de
S. Pedro Marlvr de (llin.la, que corre no din 13 do
crrenle perlenccnau Sr. Juaquim Antonio l.iborio
Chaves, da cidade dcllclciu do Para.
Precisa-se de um fnrneiin c un amassador :
na padaria da rua llireila n. lili.
F. Daiibreiiinu, subdito fraucez, iclira-se pa-
ra fma do imperio.
IIAGLERREOIVPO.
W Av is.i-se ao respcilavel publico, que n esla- g
it hele, inienlu doalerru.la Roa Visla. u. 10, e- 9
ft la passado para Santo Antonio, rua duQuci- Qt
ii inailo a. I),senunilo andar, ululen rclrali-la Ci
;; pnilei ser procurado das il horas da inanhaa K
;.' a- i da larde : aqu os prelendenies salaran V
H iiileirameutesalisl'eit.B, inius pelo variadoe &
i bello sorlimcnlo evisleulc para os relalo-, it
como pela imelhsnads pessoa lieimcnieco- 0
piada, pelu elcclrulv |io. O relratisla, pobj, 0
/$ esla prompln salisfa/er complelaiiienle a.w* &
que u procuran..... #
Antonio Ignacio do Heno Medeiros, llrasileiro,
e sua r.unilia saliem a viajar para a Europa.
Perguula-se ao Sr. empresario dn (bealru de
Sania babel, se n recita do sabbaiki, lamliem
I.. -11-11.. au- .imimlo- da nova assigualura de 13
re. ila-. lu aiiignanle.
Faustino Jos dos Sanios embarra para os por-
to- do sul o sen escravo crioulo de nomc Antonio.
1'rei i-a -i- alugar uiii molcquo ou negra que
aiba i..nnh.n : na rua du guoiina.lo n. 51.
O advogadn Antonio de Vaarourclloa Menezcs
de Driiliiuud pode ser procuradu para o everciciu da
sua prulisso. na rua das Larangeiras u. 14, primei-
rn andar.____________________
AO PUBLICO.
O abaivo assiguado avisa aosse-
nliores de engenho, lavrtulores,
fazendeiros, e ao publico em geral
(pie, de combinacao com ulgumas
cjiiis commerciaes inglezas, l'ran-
ceaas, allemas esuissas, tem afaer-
to na rua do Collegio, n, 2, um
grande ai nia/em, ni menle itoiii-
do de fazenda* linas e giussas para
vender |Kir grussne a retal lio e jior
AVISO OSSKNIIOMI'S DI! I NCFA'IIO
Alientas as grande, vanlagens na inoagem de
raima, provenienteide ler m lambures del moen-
da* pe IVilaineiile lorneidos, o ahaixoassignado rea-
pcilosamenle lembra aosMuhoresde eiuetDbo, qm*
na sua fiimlicaO de ferro em Pora de Portal, se P"-
de iierfeilamenle tornear de novo un jago de liin-
boree, e aparar e eodlreilar us lenle* das earrelas
eom tooli presleaa, queso p.Vle entrega-loa no mes-
mo dia, evilanilo-se amlni o iiicouvcnienle da demo-
ra dos carro* e o empato da rooagem ; assim como
que a inesnia fundirn se acha sempre sgrlida nao
so de novas moeudas de diverso lamaulius e moile-
los, senao tambeni de mita- dentadas, lano para
agua como para animaos de loda as proporcSea, a
saber : volla por volla, volts e quarU, vollae ler-
i..i. volla e meia, duas, tres, qualro Volla, eu-.,elc,
e |Mirlanto qualquer aenlior de engeuho, que-
len.loa. rcleiara -ua mulela, aiim de moer mais
canna un niesuio lempo, ou retarda-la, alim do e-
prenier mais liquido da inesina caima, pode em de-
mora .-r.ilher ai rodal compeleules. I nioli...... de
ferro, na rua do lli mu, pealando o cbafariz.D. W.
oieman. eiigeobeiro.
Precisa-se alugar um sitio que nao seja rouilu
pequenu, e que estoja bem plantado de frururirss,
sendo perlo da iraca ainda mesmo quando a casa
n io soja do inuilos conimodos, o que nao se exige:
quem o liver e quizer alugar, anuuncie para ser pro-
curado.
Joo II i lien n de Brilu e Marlinho Bezerra da
Silva vao a Marei Iralar de seus negocioe.
#)#%$
8 r,0>SlLT0RI0 I10MIE0PATH1C0.
Rua do Trapiche Novo n. 9, no J
hotel Francisco. I
SO llr. C.isann\a i imliluia a dar consultas flo
o remedios gratis aos pobres, das 7 horas da W
inauha al ao meio dia. As pessoas que W
OSO forcm |Hibres s pagaran de 5 a 2fl000 S)
0 rs. itelo Iralamento. Os escravo s pagaro *:
de 3 a 10*000 rs. #
Preeiaa-w alugar urna ama forra ou rapto a,
quesaiba coiinbar e engoramar bem pan urna fa-
milia Mlrangeira : na Passacem da Magdalena, si-
lio do Sr. Guerra, aonde os prelendenies devem ap-
parercr al as 9 Iwras da raauhaa, ou ile|is das t
lioias da larde.
Arreuda-sc urna otaria junio ao rio, com bar-
ro para alvenaria e lapamenlo, na qual abraugeda-
quclla seis inilheiros, o desle dore em Ires ras,eom
casa de vi venda muilo fresca, junio a mesma olera:
quem a pretender, dirija-ae a rua da Alegra, casa
11.12. Arrciida-se por am ou tres aiinos.
MADAMA TIIEAHI), MODISTA FRAN-
CEZA, RUA NOVA N 7>>
I .i, a honra de annuuriar a lodos seus fregue-
zes, e imialmenle ao respcilavel publico desla cida-
de, que acaba de recelier de Franca um grande c
lindo sorlimcnlo de modas francezas, que ronsisler
em lindos enfeitos para cabera de senliora ; loucas
de hlond bronco com lilas e flores; um lindo sorli-
inenlu de chapeos de seda de lorias as core, uns can
|K>nnas eoiilruscoin flores; lindos chapeos de palha
de Italia muilo llnns para senliora; rhaprnzinhos
a parisiense de seda para meninos e meninas: dilos
de palha eiifeitadus e sem enrolles para meninos e
meninas de todas as Idades ; romeiras de Uto de li-
nbii bordadas tudas inleiricas, o de lodos os lama-
ii l:n- ; vestidos de hlond bra neo com tiabados para
iiuias; leques muilo ricos com basteas de madre-
perola muilo largos ; ditos de seda com basteas de
inarlim prelos ; larlalaua cor ,lc rosa e branca niui-
in lina ; muilo lidas florea de veludo para cabera
de seiibura ; rapellas para nuivas ; um Iludo aorli-
inenln de niaiilchles de seda miiilu bem ornado de
franjas e tranca, prelos e de cores para senliora; bi-
rus de hlond para lalhu do veslbiua ; c|iarlilhos de
loda as qualidades e do lodus o tamanbo ; luvas
de |iellira jiivain ) enfelladas para iioiva ; dilas
sem cufeiles : .lilas de seda de loda as cores; dilas
.le retruz prelas ; dilas de pellica para meninas; um
grande sorliineul.i de Illa de lorias as qualidades;
um lindu surtimeitlo de colleles com manguitos de
-.niil....... bordada da ultima nimia franreza, e min-
ias nutras Tarrudas de moda, ludo ullimameiilo
ehegadu pelo navio franrez Sto Miguel.
COMPRAS.
Ka rua da Sensato Vclba, defronle do Sr.
Martina, pintor, eompn-ee lodo as quatidade da
ferros vrllius e inelaes, assiin como ourelos de pan-
nos tinos e caseuiiras, e inulambos do todas as qua-
lidades que serv ireui para fazer papel; assim como
cabos voltios, limas, ele.
Compram-se escravo, e veudem-se, rccebeni-
se de rnmmissa, tanto para a provincia como para
rondalla; na rua dos Quarloi n. 24, segunduan-
dar.
(iinpram-se pretas de meia idade e mesmo
\olhas, ruin habilidades nu -em ellas-, sadia, que be
para enneuliu; paaa-se iM-m: na rua larga do Ro-
arion. 3.3, loja de miudeza.
Cumpram-se eseravos e veudem-se, receben!
se de loinntissu lanlu iiara a provincia romo para
li'ii.i della : na rua \ eilia, n. D5.
Compra-s um negro moto, preferc-sc criou-
lo, e que seja robuslo: a peaoa que o liver diri|.i -
se ron da Cruz dn II. rile. 0. 53, loja de bar-
beiro. -
Compra-sc urao corroca, ero bom uso, de car-
regar pipas |Kir baivo do eio: na rua do Vigario,
n. 23.
__ Compra-.- em segunda man 01 ilirri.iiiai ins io-
nio/o-, grandes, de Vicira : na rua do i.ineiina.lo n.
n. segundo andar.
O.mpra-sc um molequede 14 a 20 annos, len-
do boa linura e rniulucla: no primeiro armazem do
berro do ioiii.alves.
Compra-se nina oscrava que eni.-nda bem de
ennouiinaili....../inha c de coslura: passando a pon-
te da Passanem da Magdalena, no s'lio u. 20, de-
fronle doSr. Juiln Ferreira do Sanios.
Ka Iravessa da Madre de Dos n. 9, compra-so
urna Tilia deHHrar agua, que seja muilo boa, c so
for ja ... | ni i mi n i .ni.i mellior.
Compra-se um miilalinbo de 16 a 211..... idade, c que lenha ofliciu de -apaicuo, e liouito fi-
gura, qu sirva paramado : quem o liver, dirija-sc
a Iravessa du Vigario n. 1. sagundil andar.
__Comprare um melhodu de fazer velas do car-
nauba : na rua da Vigario n. 8.
VENDAS
preeos mais liaixos do (pie em (iiia I-
(iiier onlra parte. Antonio Luiz
un- Santos.
O Sr. Jos' Antonio Coellio de Goes,
morador ei.i Santo Antao, ipieiru vir lia-
gara qnantia de 39,560 n. de le ragens,
que compro", em ISili ajse Luiz Pe-
reir, na rua Nova, n. 10.
Prnisa-s.- .b.- olllriaes de fazer pao |ur,i la
illancos, dase -uslenlo e pana-e mai di. que em
nutra qualquer parlo: na Iravessa da Cuiieorala, ra
-ijiniloa leuda .le inarcineiro do Sr. .Manocl Lou
nuco.
VinbOde Colares.eui han i- de7 co pipa ; ven-
Ic-sc na rua da^auleia du Rcife n. 48.
Vende-so una boa escrava por |ireeisao, Imi
luilaudeira, lavadeira da sahao: na rua larga do
Rosario n. II, dasti horas da mauliaa alasD.edo
meio dia al as 4 horas da larde.
Vende-sc mandioca dura, e lamliem acmeules
de inbame, i:. 111 ola- c fraugos raniliros j do briga,
de muilo boa raca: na eslraila de de Joo de Barros,
em nina venda na esquina do becco do Espiolieiro.
Vcndc-se Ir veuezianas em muilo bom esta-
do, com aua cm pe col i-s ra vas: na loja do cba-
|ieos, junto ao arro de Saulo Antonio.
FINAS l'AKA FORMAR SALAS.
Vende-e esleirs da India branca e de gnadrus
encarnado., propria para forrar quarloi, ala,
camarotes e inarquezas.'laiilo na qua 1 i.lade como ua
largura, a 800 rs. a jarda : ua rua da Cadeia do He-
rir n. 8.
Vcndc-so por proco comniedn,
um Iwm cabriole! com raberU, de
meia paloule, e muilo forte, pro-
pro para o servieo quolidiano :
na rua da Cruz dn Recife n. ."M.
__ \ en.le-M- una eicelliilecommodadejararau-
.l.i. do uliiino nosi... urna haiiquioba de amarello,
um lavaiuiioilii". um cabido e mab objecles, |r
seu dono se retirar para rra daprovinria. na rua
da Maugueira da Boa-Villa, casa ciuscula.
Vende-so un esenvo, prelo, crioulo, alto, bem
feilo c bonito : ua rua Imperial u. 64, cana do ma-
jor Antonio da Silva limmao.
Vende-sc urna luzia de camisas tranceus dn
ultimo uilo, e |Kir proco romniod* : na rua Veiha
da Boa-Visla n. o.'..
Vende-e divcrwu movis de cas, loutse.li-
venoolijoclo de vidro: ua rua larga do Rotano i.
lli, segundo an.lai. .. ,.,.
-Vcnde-se o deposito de anucar da rua Diroita
u. ."*: a tratar uo mesmo.
Chegareni o verdadeiros 'charuto de8. Feli, e
n,.oRecode 3, ^^&
lio-
.Vendle uns iniflences do um armazem de
seccoft quem o pretender, diriine a rua de S.
,',. tra.essa da rua do Roda u. 8, que adia-
r com quem tralai.
ARARUTA SUPERIOR.
Ka rua calreila do Rosario n. 13, contina a ven-
i i-1.....i liiilailiinlias de aramia su|wrior, a
2J800, dilo pelloral, a 113000 is.. golea, aineu.li.ns,
eanfeilos, e ricos dores bordados para prsenle, ludo
por preco coitimodn.
/'



"N

MYIDWILUAU BOWMAN, ongenlioiruma-
''nmhla e fundidor do ferro, mui i i'-pellosamenle
iitimiii i ;ui. m'hImmc- proprielarios de engenhus,
jaeudeinw, e aoraapeitavcl puhlico, que o seu esla-'
Meoiueiito de ferro movido poi machina de vapor,
"a ra do Briim pausando ocbafaiW, ronlinua em
directivo excrekio, esc acliacompletamente montado
**om apparelho* da pruneira qualidade para a per-
feila confeceao da* maiorea pecas de machn mino.
Habilitado para eoipreTiender quaesquer obras da
'na arle, Oa>id William Bowmau, desoja mabpar-
lirularmenle chamar a alleucao piihlira para as sc-
guintcs, \>or (tordellas grande m>i lmenlo ja' prorap-
to, pin deposito na, nwania fnndica, M quaes cons-
truida* ein mu fabrica podeni competir rom as fabri-
radaaeni pata eslraugeiro, lano em prero como cm
qualidade de malcras primas c mao de obra, a
saber:
Machinas de vapor da inelhor ronslrucaft.
Moendas de raima pata cngenlin de lodos os l-
mannos, mm idas a vapor por agua, oiianimaes.
Kodasde auna, mohnos de vento cnerras.
Manejos independenles para cavados.
Rodas denladas".
Aguilhocs, brou/cs e eh urna re ras.
< avilhoese parafusos dctodososlamanlms.
Tai xas, parocs, erivose bocas de foriialha.
.Muinhos de mandioca, movidos a mao ou porani-
maes, o prensa* para a dla.
(.hapasde fogao e Cornos de Carinha.
Can* de Cerro, loriieras de ferro e de lirn.
Bombas para cacimba e de rcpuxo, movidas a
ma, por animae* mi venlo.
Iiinndastos, auinchose macaros.
IVensashvdraulicas ede paraCuso.
lerraaenspara navios, carrose obras publicas.
Columnas, varandas, tirados e |>orl6cs.
Prensas de copiar carias e sellar.
r,a mas, carros de mane arados de ferro, ele, ele.
Alero da superioridade das mas obras, ja' goral-
inenlereeouhecda, David William Bowmau garante
unais exacta couCormidade romos moldes c dese-
iihosremellidos pelos senhores queso dignaron le
fa/er-lhe enconimendas, aprnveilaudo a oecasiaft pa-
ra agradecer aos seos numerosos amigos e freuuc/es
a preferencia com que lem sido por ellos honrado,
c av.euura-lhe* que mi pojipaia esforcose diligen-
cias para coiilinuar a merecer a sua contianca.
KAPE PAULO COHIKIHO.
Na ruada. Cadeiado KeciCeloja n.80. de C-iiiha i&
Auioriin, veudc-se btese meiosdilosdc i .['' Paulo
Cordeiro.
011 QUE PEGHINCHA!
Corle*defera Iranradn bramo com -J ', var.i de
puro linho a I $180: ua na do Crespo u. li, loja de
I uzeadas.
PolitMMil iiinrii HIIII.
Noanligodeposiloda l^adcia Velha u. 12, ovisle
nina pequea |Hiroaode pnlassa americana, eheuada
i ecenlemenle que por superior rival isa com a da Rus-
mu : vende-se jwr prrro ras4>avel.
Veodem-se amarras de ferro : na ruada Ben-
gala Nova u. i'2.
1,280 e 1,440 RA DO CKESPO N. 0.
Superiores coberlores de algodiio, oscuros muilo
eucnrpudosc grandes prnprins para osera vos, pelo di-
iiii mili, preeo de I&M0 lM rs.
VILLA W POIMO CALVO.
Veude-se urna lelra c tuna obligaran, acceilas jhii
Courcnro Alvos Hado da quaulia de &5t8|o53
rs., morador na vilU de Porto Calvo proprlelario;
fa-60 lodo o noiiorio para saldar nudas, anude ha
divids oan lom henleiros: na ra da Cadciudo Kc-
cife 11. 8.
deposito di; cale potassa.
Na ra dacadeia do Hecife n. .10, vendem Canda
\ Amorim barris com i arroba de cal eni pedia
1 ereulemeule chegada do Lisboa, e polassa de boa
qnalidade.
Veudem /ein de FoxBrolho^ : na ruada Cadeia do Hocjfej
11. 62.
Vendem-se s vt>riladeirii>selliii>iiiule/os. pa-
lenlo.de mola o semclla: naruadaSeiua la-No-
va 11. i-J.
^ Na porta da .VIfaii(K*'i,
20, \ 'lul'-SC (ilt'O ile lilil.k
<*
Vendiin-sc liilniiis irt da SueoD) cortado, cotadinli(j, *-
siialliu c forro para fundo* de haiii-
cu : ceipcnto lis lian-iras e A linas,
reinos de faia, oleo eui Imlijas : ilni/.
do Theatro \ filio.
AfipiCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 44.
Nenie (labeleeimenlc ronlinua a lia-
ver un cmplelo nortiiiieulo de moen-
da c metas moendas para encenlio, ma-
chinas de vapor, e taita* de Ierro batido
< coado, de todos os tainaiihot, para
IIK MOHNAY. Z(
Em ran de Hullie & Biiloular rua do o
Trapiclip li. 12 rlium-** nniHlanlrraeii-
^ Ir a \miln MACHINAS INTEIHAS E
(fW MEIAS MACHINAS de vario Uinaiilio
ilmla i-nn.iriiiT.ii,. Bula MOBNDAS lem ,
h vanlaiinn de eilraliir da* raimas, (Kir ^7
A riniadrl.i l'IHI CENTO mai"raido doque tff;
#S ordinarias, rom a nicsnu forra nmh-i/. S
w Arliam-sr i.miiI,....."na mesilla rasa TAI- Hr/
XAS DE FEKKO dr nimlrllo nperior, c jf,
_ AKA1IOS TOIIIIS DE HEII1KI da arre- T
D^ poli lo da fabrica de Todo. M Santo* na Babia.
Vende-se, rin rasa ilr N. O. Biebor iV <".., na rua
,la r.ni/. o. 4, aliiotlao Iranrado d'aqurlla fabrira,
muilo |iroprio para sarros,Ir iissurarr tulipa de r>-
rravos, por prero roinmiHio.
Aluciada Edwin Maw.
Na ruadr Apollo n. ti, arinairin dr Mr. Calmnnl
t Coni|wnbia,rlia-sr roiislanliMiirnlr bOM -nrli-
meiilos do Inias do ferro ruado a balido, lano ra-
sa romo fundas, moendas nclitas lodas ilr ferro pa-
ra animaes, aun*, ele., dilas para armar ein madri-
ra de Indw O! lainanbos r iniHlrlososiuiiis luiiili'i nos.
niarbiua borisonlal para vapor rom forra de
iraMillo*. rorns, passadeiras de ferro rslaiibailn
liara rasa de puruar, por menos prrro que os de ro-
irr, esroveus para iiatio*. fetro iuule/, lano em
barras romo em arrose follias, e linio por barato
pirro.
Vende-se marmelaila iiomi em borrlas de i e
^libras, raixiubas rom r i libras ile pnas. ililas
rom -2 c t libras de ameixas. clliaa i-om in.i.-.i. li-
nas tle eslrellinba, ludo muilo superior : na rua da
Cru/. ilo Herir u. tli, defronle d Sr. Dr. Cosme.
Vende-se viulio da Minleita de superior qua-
liiladeeinduarlose oilaNosilepipa, por preor.....-
nodo: no arma/.ein de N. O.llieber & Couipaullia
na rua da CfUI n. I.
Moinhos de vento
rom bombas de repu\o para reuar borlase baitas
de capta), na fundirao ilc D. W. lIoHiuan: na rua
doBrumna. 6,8e(0.
A 6,000 rf. pequeos, e 5,500 ri. iraadei.
Vendem-se rbapeos de sol de seda unira dr
suprrior qualidnilc, pelos preros arinia : na rua
doCalleKH) a. 1.
Vendein-sc relogioi th......"0 6 pia-
la, palenle in;le/. : na rua da Senzala
Nova n. i2.
Taixas para engenhoa.
Na Enndicao' tle Ierro tle I). V\.
Ilowniaiiti, na rua to Briin., passan-
lial'ari/ ronlinua havci' un
completo soi'liii'eiilo tle taAa tic ferro
fundido e batido de 3 a X palmos de
DJPOZnp DE CAL i: POTASSA
No ariiiii/.cni ila rua da Cudria do
Kecife n. 12. ha milito superior cal de
Lisboa em palia, ussim como ptalas,
chegada Hiftmaiiiiiite a preeos milito
la/uiiM'is.
Vciidriii-sr relpgioi de ouro, pa-
lenle infjiez, os iiiclliores que lem viudo
a este mercado, e do muis acnvlilailo
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
sel Mcllocs 4* Compiuiliia, na rita da
Cadeia do Kecife, n. 56.
Voiiilein-ae sacras rom farcllos, a :tjfl0: no
arnmzem u. 1 do raes da alfandoi;a.
NALOJA N. (i, DA KUA DO CKESPO,
IIA AS SEC.UINTES FAZENDAS BA-
RATAS.
Vendem-se enres de vestido do carabraia rom l-i-
hadtw, aC) ea de rambraia de salpico braueos, a 30000 e fcpOO
rs. ; corles de cansa oh i la, ati^flOrs. ; tlilo rom bar-
ra, a 2QH0O ra. ; dilw de eassa Traucea, a :i,*_in
i -.; rurir- di' f-liil.i rom ha ira muilo larsa que lem
13 lej esvadott a .nknii-, ; pe;a.t de cbila escuras e
clara, a I0OOO rs. a |w;a c lO rs. o co\ado ; pecas
de carwa dequadros a 2^.00 rs. a peca e lJ80r*. a va-
ra : na rua do Cre*|M> u. fi.
LOTEAIA l)E SAN PEDRO MARTVR
0E OLINDA.
AOS
la^OWnOOp, C.IKItWIOn. :UM>03000, c 1,5(1080(10 rs.
Na l'raru iln Inilepeiidenrio, n. 13 e 15, loja de
iiilriulii ,1o Arantes, a. 37 o 39, loja de calcado de
Porto eV C*( e un rua da Cadeia do Kecife, ti. 15,
loja de miiule/as de Jos Fortnalo dos Sanios Tor-
io, >endem-!ie billieles, nieii^ e ratilellas desla lo-
lerin. OjDe rolle iiuprelerivelinenle no dia 15 de
abril no ronsislorio ta luroja Malri/ da lloa-Visla,
vista ilo anuum-io do lliesouieito da inesmii lote-
ra. Os qualro primeiros premios grandes silo paitos
-.-ni n deeoonlo de oilo |ior cenia do laiposle Raral,
llillieles. CbjOllO 12,(IOIlBOO
Uelm li.VKI fiVKKWKK)
OnarliH. :V>HI :t,fMMlRaMM>
gimos. l^tiio L>,lisi>i
Decaos. 1500 l.tMWKMi
'^ CIlHpoM eu\orui/ad(is doboatjualiilade ; ua
*lau de miro c piala laruoo eslreilo ; holes li _
dourados, M'iide-se ludo |ior COil.BWdojW
proco: na pra 4
I-si IS'^Sls.
sSi-2 3 E*4I
II:
i
s
pn
s
ea
t
0
0
III i

3- 5 | so
"1.5 *
CORTES DE SEDA.
5a bija da Eslrclla, rua do gueiiado, u. 7, ile-
fionle do berro do Prive Frilo, M-ndr-se rrles de
seda do mclbnt uoslo i|ue lia boje no mercado, len-
dolodas as roie-i. roiii listras, mali/.aikis, e semino
assenlo riirla-i-ores, por prero milis i-ommodo ilo ipie
em oulra ipialipirr parte.
Vende-ce ittn
dr
peora marmore
la" para tlotfs pares
pretender, dirija-se
iirniii/.eiii, t|iicaclia-
branen, qtieserraclu i
ili'iiiiisiiliis: tptein a
a rua da l'inia n. 55,
i-a' com ciueni halai.
i::;:;;-:;;::;'-:.:.::::-:.:::;.;::;.'-;
ti DAMASCO, A 500 R8.0 COVAIK).
$> Veade-4e damasco de cores, lia ealgndio, #
0 leudo Hlguna padroes proprios para forro de H
M carro, a500nboFovndo na loja do sobrado W
W ainarello.no- qualro raidos da rua do QueJ- f
unido n. -il. ;4
OOOO11 '' 11 ;**:;?,
Na rua do IJM'aiuenlo, sobrado, n. 10. U dir
qiiem vende huas ts qualidades tle obras de miro e
piala, son i milit
uniii/cn
, em por
i vontade do*compradores; nrode
*; laceal
ii
ro'es
milao'i chumbo de municao
com iirello a 4,000 n.
Vemlem-M* lonas, briuzao, brins o inoias lo-
na- da Kussia : no armazem de N. O. Hiober i\
Oiiupanbia, ua na di Crui > i
Veudem-*equeijos loudriuos, dilos i\t' pralo
lunilo frencaes, latas com holachinha, soda inulc/a
em poti.ao ca retalho : na rua da Cruz n. fl. de-
fronle do Sr. Or. Cosme.
CHANDE FABRICA DE CHAPEOS DE SOL.
R17A DO COLLEGIO N. 4.
J. Falque faz scienle ao rcspeila\el publico de
rernambuco, o om particular BOA sous fre^ue/es,
que acaba do roeeber neio, da fabrica de Falque 1 raos,*mn limlo e
rompilo sorliinoulo do chapeos de sol do seda e tle
paiiuinho, lano para homoiis rumo para senlmras,
leudo para os primeiros urn etcolbldo sorlimenhide
chapeos tle sol com cabos iuleiriros os neta limlos,
que lem \imto om cariealuras diversas, dilos de cm-
elc.; grande quanlidade tle sedas o pamiinhns
em |K'ca para cubrir armaees servillas, as que fnrem
de ferro, en\ernisam-sc que liram novas; baleias
Limas, estrellas e tle aro para osparlillios o vertido!
de sen horas, beuyalas I.....il.i-; cohre-se c cnucer-
la-se luda equalquer qnalidade de chapen-, de sol:
lodo osbjeclos cima mencionados M-mlrin-se em
porgan e arelalbo por menos preeo que em oulra
qualquer parle.
Vendem-se Vinho de champagne
legitimo, o de superior quadade : em
<.!>.i de Keller A i'., rua daCruz n. 55.
Oetao.
Vende-se gessocm barricas, rhesado ulliinamne-
le:emeasa J. Keller <^ Companliia, ua rua da
Cruz u. Vi.
Vende-ne caxas com ineias latai
etreos de dilas co.iisardinl.as: na na
do Tranblie, n. II.
Veiide-se vellas liearnai < por
mdico preeo: na rua do Trapiche, n.
I!.
Vende-se fraseos com manteiga
de superior cpialidade : na rua do Tra-
piche, ii. 11.
Vende-so cera de carnauba, em porces arau-
dese pequeas, wr proco comuuKlo; ussim cuino
cuuroa miudoscurlitlos, c laiulH'iu nina pequea por-
.ao desal do Ass : a (ralar ua ruada Cadeia Ve-
Iba u. 59, com Je-i' Dias da Silva.
NA LOJA DAS SKIS PORTAS EM FREN-
TE DO LVRAMENTO,
oouna a vender-wcliilas asol \inleiis, mcia pa-
taca, ilitn- lunldes, lencits de cambraia com lloros na*
ponas, adous lusles, Irnn.s tle rambraia pidatlos,
proprios i i.ii .i mao de seuboras, a meia palaea, len-
cos para menino*, a qualro viulens, chales prelos de
i-i.i para lulo, a uiitac,o do seda, a qualro mil res,
rama prela, a seis \iuiens o covado. propria para
lulo aliviado, e um cmplelo sorlimenlo de (odas
asfazeudasque IrtK'a por dinbeiro, mais barato do
que em outra qualquer |>arte.
Veude-w 9 vidracas |kerlenrenles a urna ar
maiau de loja de sapalos, em muilo t..... oslado, i
por prego rommudo : na rua dos(Juarleis, loj "- **.
Vendem-se vuquetua delualre. para
eoberlii de carros : na rua ta Senzala
Nova ji. 2.
Vendenf-ae oleo de liiihnea em ho-
lijas de 2 e meo a 3 fjalo'es cada una
un arma/em dr Munoel da Silva S;,n_
Icf, na rita do Amorim, ns. 50 e 58
Veiidc-se uina evcellenle rasa tarrea com to-
das as propor^Ocs para tuna i.....le lainili,!. com
.....-Mllenle quintal, e Imlo plantado, no hairro
ta Ba-Vala, etanibem se troca por urna oulra ca-
si uobairro do Sanio Anlouio : na rua estrella do
Hosario, stibratlo novo, o. 35,
bocea, ai quae acliam-en vtiida, por |22SfJ5^Vjasria a.vmrareaoni^naM
|iiii;o i-oiiiniiiili, i- .mu |>n|.....mi ,.t viri-M'.AO A LOJA l)L MllDK- ^
,-1,,l,l,.-,-i.i..-.s,- un ii..-.fJ;,ini-s,-f.n-,,r... S| /AS f)A ||(;A |)() (,L;|.:n,A|)0 ^
st'in ilt'siuvn un fiiiniiniiliir. y.1 v i-i iu." ivrnvn u* ni.- RS
i'|ir/n mi coinpni
POTASSA SUPERIOR
\i'iiilt'ni-si- por preeo muilo com-
iiiiiIii, no iiiinn/.t'in n. 7 (le ca** Ja
Pereira tlf
Novaes iV
."i i.
Coin-
nlliintli'jpi, dejle Joaqun!
Mi Mu, lili lili ('M'l'lllllll-IH lll
Companliin na rua do Trapiche "
VeiHlriii-srrin casi ilr Me. ('.iIiihhiI tV
panilla, un prarn to Ciir|Hi Siiiilini. II. "riiiiiiilr :
\iiilio ilr.MnrM'ilIrriii rallan ilr :l t ti ilu/ins liiilin*
cu, novrllus r rnrrclrii. brea rm liarricas muilo
graada, aro di iiiIhomh-IiIo. frrro iaglu.
Em casa de .1. Keller A Couipan-
liin, mi rua ta Cruz n. 53, lia para
vender doui excellenles piano* fortes,
ilt: unta dai inelhore fabrica, o clie-
idot ltimamente da Europa,
AOS BARATEIR08.
Alpaca liim rom iimin lo iimn vari tli largan
HHIlr*. n rovado; corlt
n |irrln linn, i 7,V>ISI
lo I Nrnlr. n llBOOoi
/i--,, ii "."Smtlis.; irras
i di i l|-2 i-o\ailo-i ilr cisnai-
inrtino lino tlr nrdSo, pri-
mado ; rli;l|HMK tino-, IraBCl-
de rltllai largas para eobsr-
ke |>oilrm rncotilrar
de|isRo"tle doces tfe (od'a> ns i|iinliii
y des, mimada Cruz dpfii.nlr do chafarii 11.
** \i^ dos nuiares, aac
|Mir ptrro commodo.
A .">((! ItS. A VAHA.
Hiiin trancado hranco depuro linho, muilo rn-
nirpado: na loja da esquina la rua do Graspo, que
tulla para a Cadeia.
las, a.'iMItNI r*. ; rrle- dr cmbrala de lslras c
iiiindros da cores, rom 6 h- vares, i J-'i(Hi; dilos
de rassa rliita. padfors ilernssa frnurr/a, n 19000;
mrias driilt'odao trossas do l'oilo, pruprias pala a-
aiMMrosps, nKitlrs. ;r mu bello soiliinrnloilr
fazeudns nu\as lirnnrns e dv rom, por liiiriitissuno
prero: mi rua do QueiBMdO, lojn n. al, di Jos l'r-
reira Caw,
::; u a a -: :: a : -r :-; w s*a w wsMIW
# VESTIDOS A 11600.
M Voude-serrles de \eslidos de i-hita, coras W
O lisas, Ihius uosios a padroes neam, a I90U0 fl
3 rada rrle: na rua do Qiieimado, loja iluso-
W lirado aiuniello 11. 0. (i
)iCittlSiiW8W
zVOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' ilo Dr. Eduaiv
ilo sinllf em lfiliii, empregado nai co-
lonial in;;li-/:is r liullaiiilc/.ns, iniii gran-
de Mintiitft'iu liara n mellioromento to
assuc&r, achaxe > venda, em IhIum tlf I o
libras, junio com o metnodo de empre-
;a-lo no idioma portugus, em rusa de
N. O. Uit'btT & Companhia, na rua da
Cruz, 11. i.
Vender lima csrrava, rrioula, e mu molct|iic,
viudo de for.i: na rua da (iuia 11. lii, seitinulo an-
dar.
Yflndro'icrha1 li\son tlr luperior
qualidade, finiles ea vontade ilo com-
prador: ua rua do Trapichen 50, eter-
|iiiu-nuil- .Miiilu-iis An.sliii,\ C.
PARA PENACHOS.
\'i'nde-se pelmas de eina mufle novas, a KtH) es. a
liln-.i: na rita Lliirila, luja u.K.*l.
Venile-se um optiinii esrinvo, rriiml
un silio, |Kir lar pralira: na rua da Prnia n
FAR1NHA Di: MANDIOCA.
Chegada bu pouco tlu Babia, e
  • i|n iluliuli- : pura a venda, Irala-sc ua rila
    o Vigario n K), priineiro andar, ou a
    bordodutsciiiiaAdclaitli'l'tUKlt'iitlatlcfron-
    le to caes do collegio com O ineslrc da
    mesilla.
    Veiulc-sc una racliorra alravensailn de muilo
    boa raca: na rua da Hoda, u. ?r.
    Vende-se quani |mii- nieladc de m-ii valor, um
    eirellenle piano de jararaiidn, dr muilo Ihhii aulor :
    a eiilender-se na rua larya do Hosario com o Sr.
    Vlgiic.
    Vende-se uma lyjiograpbia eoni
    um ] iirlo clj pos, em pi'i|iiiu:i ou grande
    |iiii-imii : na rua da Praia, n- 55.
    FABINHA DE MANDIOCA.
    De qualidade a melbor que ha no mer-
    llirus veiitle-se a 1,000 r* 0 altuteire ve-
    llio, a bordo to bialr S. Jos iliisTuipas
    fundeado defronte do caes do Collej'io ;
    ou un ruii do Trapiclie u, 10, priineiro
    sudar,
    O 39, A.
    d Cvnlroulc ao Rosario di S.Anlouio, vende
    r.iiviiiliasroiilimdo Id de muilo bom sag, |ior
    (JOOO r.;e a lulallw vende poi menos que oulro
    qualquer.
    N. 17, DE ANTONIO JOS DE
    AZEVEDO.
    Participa no ri-speilnvel pulilii-o, que eal I
    vi-udriiilo SUM uiiiidi-zas por muilo liaivos
    preros, rumo srjain: lavas de pellir.i para i
    ioniem, ponto ingles, 11,-2111 o par. dilu pa-
    ra senliurn. a IsOllll is.. dilas enfeiladas. a
    l.-'ilMI o par. as quai-s o aniiiiiirianle se res-
    poiisahilisa pela qiialidiide. dilas Je seda
    $3 litanra. curdo calina e de lirio pura liunieni |
    e i'iiliui.i. a l-SISI o par. dilas dr seda Irn- ;-
    f rada, paulas paia liomiin, a Istia: rs.. Irn- f
    s hi juras e de cores para enfrilos de ven-
    ios, a din n vara, snpalinlios de Mu para


    I
    I
    F3
    E5
    m
    := 2
    r: SSi
    No l-'orlr do Mallos, dclroiile do ariua/riu
    de Sr. Joaqun) l-'ranrisi-o de Alein, vi-ndo-se su-
    perior rea dr rarnaiilia, liolins. iiiluillus, sarros
    rom uoniina. e varios oulrus eOciloa rcrenleincnlt
    llegados do Araialv, ludo por prerns Rgredavels,
    rOALIIASKia.VRDANAI'OS.
    Na loja iio tobrado amanillo na rua dnl
    (,>uriinailo u. 'i ha |.aia vomlcr mn COniptotoi
    ^sorliinoulo do Inalhas de Hubo o de alod.in dol
    - ,hid(M o-i lainanlios oaloalhudo do puro liuhoJ
    :dc variiU larguras o ludo iior |ron niuloS
    rommodo : avim romo guan
    maiO rada dn/.ia
    lu-]..
    i^Vilt
    <
    lo
    menino*, a (Nt rs, o nar, lequea ilo uiadro-
    |inola.....ifo linos, a I >simi .i-l.i mu, aholoa- ^
    duraa de todu b core para rlleles, linas c tt
    ordin.iri..N a l'l t' WKI rs., ililas muilo linas, >?
    a I96OQ. dilas douradax, a IH0, appa___
    do a^ricull 11ra para nioninos hriurar, a Mkki "*
    rada um, COIllendO |a>, sarht, rarriiihos Q
    rouadorisiuhos, or. etc., un completo Mir-
    limcnlo de parfinariBa linas romo lejam :
    eilracto h* verdadeiro atubra* u.il ilon*N
    nalrhotiU, vilete, lavando, uiusm'Iuo.iiioI,
    jarros muilo delirados com hunlia, dilos rom
    nomos, sahiMiolos milito linos franre/ON rh-
    no/ose iniilo/os, dilos do espuma, oleo para
    Unparo amanar o cabello, pomailn franteza
    mullo lina, a 100 rs. 0 raniidiuho, rlicoles
    mullo Unos para houioni o scnliora, papel
    parararlinhas do noOMM Itollos nainorados,
    o oiilras iniiilas colisas mais baratas do que
    em OUtra 'pial'iuor parle. Sen I ido, nto se
    eu^aneni, ua loja naflMBdo n horro da ron-
    Breaatto. a segunda de m.udeaa.
    REIXMjIOS DE AM.I11EIKA,
    inule/es de paleule- M'ii'le-se | prero rommodo:
    mi rua da (..itleia ilo Iteeile, u. i. aruia/em dv
    Burro, a i\ Castro.
    para
    4.1.
    AGULIIAS, A "O ItS. A CA- H
    M-MIA, I
    do ua. 'Ja \-j, muilo boa qualidade. pelo di- P
    minuto preeo de -IHI in a raixiuha: na rua j*
    do (Jncimatlo, loja de uiiudezus u. 17. ti
    / s / m&m mmasusmi
    SALSA I'AUIIII.IIA.
    he qualidade regular; vende-ae piu preeo muflo
    romniodo, por ier para rochar conias: na ru
    IVapirlie n. (>, priineiro andar.
    vxMMmtuoKm
    LAMI'AItlNAS. A 10 ItS. A CAI-
    XINIIA.
    Vende-M lamparinaa pura Ira atetes
    muilo novas, peto iliiiiiuulo prrro de id n
    a raixiulia, e 1IS rs. a dalia, assiui ruino
    bralas, i i" rs. eaixinlia, e :io rs. a du-
    ia : ua la dn Queiniaila n. .7.
    iKXBBfXKXt JjaaGBKX3Cl
    CHARUTOS.
    Tin variado e esrolliido surliiiieulo arada de rlie-
    ir da llaliia, e arlia-se a venda na rua ilo'i'raiiirlie
    .W.
    Vende-se mu moleque de lia l.'i iiiiuk, di
    laliuura: na na >i<> Praia, rmaselan, IK.
    MEIAS LASLMIIIAS, A 500 ItS.
    COVADO.
    \'<'inle-se meias i',isemiras, de pudines iinvos. es-
    inas e rlarus, pelo liariilissiuin prero de .'SKI rs. o
    ovado: na rua Nova u. I, luja nova de Jos I.ni/
    'ereita & Filho.
    5?S8 C1(B'"!!-6iaHS6S8SSS& 3
    RISCADO FRANCEZA I no.
    , Vendem-se i i-eadinhos frame/es de tures l
    ^\as, o lindos padioes pelo haralo preCO de H" ,
    -rs. .i .i rovado, havendo rautlesurliineiiki pa- "'
    ra esndher: na loja to sohradn amarello liosid
    nqualro cantos da rua do (m-imado n. li.
    \emle-se H osera\os, sendo limlos moloro-
    les Ihhis ro/inlieiros, dilos ptimos para pauem,
    lOoseravos do lodo serviro, 2 esrravas inoras, que
    lavara, cc^ohamos&oquilandeirai: na rua Direi-
    la n. .1.
    |GOHTE8 DE VESTIDO A .vooo. KS.,d
    ^ Na loja do sobrado amaicllo uosqualro canlosS
    dama do Queiiuado n- -it veiideiu-se corlea den
    jjrisraillnlio ranre/. corea livas e liouilos padn'icsk
    B'oui I-' rovadusa d-OOlIrada rorle.
    Baa.iaa:-i:B!3'iisa-.ss,saS:jc3.j
    CERA di: caBnauba
    Seooe j;ra\i.
    N'riiile-se por romnioiln prern : na rua da Cruz,
    ronfninlran rliafaiiz II. I'J, iirmazeni dr I. K. An-
    dradr V C.
    aaoaaaea
    W O aliaixu assianadu vende o sen eniienlio v
    t Sania Marti, lia ponfo levantado, na ruinar- J
    ?*> ra do (lalio, o qual divide rom os eimeiilms $
    W Siliini de Sania Cruz, Cachoelra, (Jiiclu/. e flt
    5 (iaipii, lie de linas mallas. Ierras de muila
    J*0 ptodlirriVi r j.-i deinarrado; iuujllincnlo Vea-
    ^ de, H assim numeran roniprador, (oda a la-
    f voiira: esla venda se ellerlua pina paitameii-
    S} lo do ri-eilor e livpollierario do dilo eugcnlio,
    ,1:5 fose Marques da (rusia Soares : qiirm o pie-
    js lender diri|a-m ao dilo enheuhoi ou ao rafe-
    $p rido i-iedoi-
    j5 Bnganha di Sania Hara 15 de iiovembrode 2
    ;;ji \H~v2. Thnm/iz Miirijite tlu Goila \imi*rs. 6
    Ycndi'-se muilo hua manteiga iagleu, i isti,
    ilil.ia.Mkl. dita para lenipern, a JWI, rlui Ii\.niii
    muilo superior, a im*) rs., chocolaledc Maboa mui-
    lo Ikiiii, a MU) rs. a libra, assim cama oulrus muis
    gneros, |ielu barato: na rua lama dn Kosarin n. ;l!l,
    Irlnuili- *\;i iaraja, venda de qualro parlas,
    raw^^jaH l^,-j.-.,;v/,;,jiagy-;
    No iiiiiiii/.iiii grande, ilclronlt; da
    rsriidliili.l, sr vende lacca di: furinliii de
    mandioca, linu, a ,500usuren.
    Vriiile-se superior fui inlm de iiiuii-
    dioca de Simia Catharna : u bordo da
    liaren Filtnew, OU u Iraliir eoin .Munoel
    da Silva Santos, na rua do Amorim n. 56,
    -ATvnss^wFiPl.
    NACKINAI., NA PRACA DA INI1KPEN-;
    1IENCIA N. 17.
    Vende-se linos bornes do P. II., gaUu
    uro para divisa c boucles; |iassadeira borda
    ilas bandas, com franjas de ouro e derelroi; i
    li/. do ullimo grnln ; espadas praleadas, e ou .
    (ro inuilos objeelos, ludo por muilo commodo,
    prero.
    i::*KwattntKK*K5K
    \oiido-*u*mi (wrmula-w por predio uesiapra-
    ea, um erando sitio tltslante desla ridade qualro lo-
    Kuhs, rom ras* de yvenda. Iioas maltas r nianiiies
    para *e lirar l en ha oneclivuroeiile, muilo boas ier-
    ra* para plan lardes, Iran [tasto para gado, lendo
    mas de 300 pe-s de roqueiros, e lerreno para ae plan-
    lar alo vinlo mil, com cana do arnha, rurnodeco
    hrc, c o mais prearos precisos : qiiem o preten-
    der, dirija-itea ruada Aleirria n. i'2. Vende-se ou
    iM-nnula-se rom algn* esrravos no momio sitio.
    BOTICA
    HOME0PATHICA
    U RUA DAS CRDZES 118.
    Dirigida por um phar macen tico approcado
    Esle ostahelerimenlo possue IimIosos mc-
    diramentns al acora experimentados, ftnlo
    ua I .ni n|i,i ruino no Hrasil, e preparados pe-
    las machinas da inYcncao do Dr. Mure.
    t'arleirasde l^luln^al IttO, por procos va-
    i i.iM'i-, couTnrino a i|ualidadc das eaiins, a
    quanlnladc tos remedios c suas l > 11. m 11 i -
    Mtgflaa,
    2.000 RS.
    MA C.VHTEIKA rom os *i\ principaba
    medios homcopalhicns cl ohras dirrereiiles,
    mlis|MMisaveis para os priiieipianles queso
    (pii/ereiu eonvenrer davenlade da nova me-
    dicina ; ronlendo alm de mu i los rouselhos
    clnicos, a palhoueucsia ilo iH inedicamcu-
    * loa.
    I'iiIkvs a\ ul-os cada um .....1^100
    Tinlurasde ttMlososinetIcamenlts em fras-
    cos tle '-i onca............29000
    Na inesiua Iralica eiirnulrar-se-ha sempre
    um uraude sorliuiento do Irns em jtorlu-
    uez c Trance/, o einfini ludo ipianlo lie ne-
    \ ressario para i* osludo e pralira ta liomopa-
    Ihia.
    .v. /;. HEFOKMAM-SE liRATL'ITA-
    MKMK Indas as carleiras vendidas noes-
    laheleciinenlo, cujos remedios, |>ela hiimida-
    tle ou |Hinpiah|uer oulra causa, li>eremsi-
    lo delerioratlos.
    BOA ACQL'ISICAU.
    Vende-se um silio 6 heira to rio, no fundo da
    propriedade tle San.'Aiuia de dentro, adianto da
    I ion le tle l'rhua, defrouto do silio do Sr. Cahrcl,
    com l.ltOO pulmos ao lonuo ro, c Imiu baila de
    capiui, pie sendo tonvenienlemeiile aproveilada,
    pt'hle suslenlar mais de 20 ea\allos ; (em urna ma-
    neslosii rasa rom 70 palmos de frente o 00 de fundo,
    com salas, ua heles, alemas e piarlos, c eonliua
    com a estrada (pie lem tle recehor a ponte pmjecla-
    tla para unir a cslrada no\a com a da poni tle
    Olida peh (laaHgeni doConlerO a proximidade do
    hanho, a ferlilidade to lerreno, a salubridude do
    luuar, a el rancia e rommotlos ta rasa s.1o cireuins-
    aneiaa de Branda mrito para quom desojar reunir
    n ulil ao agradavel: os preiemlenies podoni eulcn-
    dei-se com o rorrelur aliuuel Camciro ; e para xer,
    rom Joan Venancio, na mesma propriedade, defron-
    le da venda do Si. NicolAoi
    i^Ej2*"5SE3 l;
    PANNO FINO, /V5.S00.
    Vende-se panno finn prelo de superior
    tpialitlatle, a 5|600Oroxado; a pessua ipic
    prerisir fa/er almima rasara ou calt;a. xe-
    nli.i examinar esle panno, tpie xisla do
    preru e qualidade to rerlo n.lo deixara tle'
    i comprar: na rua Nova D. f(>, loja nova ilc I
    Jos Lu/, Pereira & Filho.
    ANTKil IIIAI1K
    ARADOS DE FEKKO.
    Na ftindirao' de C. Slan A C. rn)
    Santo'Amaro aclia-se para vender m,,.
    dos de Ierro de superior iiuuliilaili;.
    Vende-se una neura de uarao, que cuiinh.
    rnsaboa e enuomina perfeilamenlr, sem arliaque ^
    vicio da qualidade alDuma, A razaose dirao cosi.
    prador: n tratar na rua eslreila do Hosario, venih
    i. II
    sn^imzj
    DAURORA
    ""C7 STARR & C.
    respoilosamonte annuociam qnc no seu i'\ini.niv
    labolocimenlo em Sanio Amaro, ronlinua a fabeinr
    som a m.iioi perreic.io e promplid.io.lod.i .iipi. co machinisnK para o uso da agricultura, navem.
    do emanufaciura, e que para maur conunotlo i^
    (.?ns iiuinerosoa frenue/.es do publico em peral, leiq
    abarlo em um dos ramios armaxem do Se. Mesqu.
    la na rua do Brum, aira/, do arsenal de ni,irin!M
    um
    DEPOSITO DE MACHINAS
    construidas no diloseu eslabelecimenlo.
    All acharan os compradores um completo sorti-
    menlo de moendas de canna, com lodos os uiellm.
    ramcnlos'alutins de lies no vos eoriglnaea) de que i
    exiierencia do mullos annos lem mostrado a ner.
    sidade. Machinas de vapor debaxaealla prr,.
    laixas delodotamanlio.laulolMlitlas romo rumlnlj,
    carros de nio e ditos pura conducir formas de assa-
    car, machinas para moer mandioca, prensas para di-
    lo. Tornos do ferro balido para farinha, Iradmde
    ferro da mais approvnda conslruc;ilo, fundos pan
    alambiques, crivos e portas para fonialhas, e m,..
    iufinidade de obras de ferro, que lena enbdou*fl
    enumerar. No mesmo deposito existe uhia |nsy
    intelliKenle o habilitada para receber Inda-asen-
    eommeudiis, ele, ele, que os aniiunc.aules ewilaa.
    ducomacapacidadede suas ofllcinas e marhiiiisiim,
    e pericia de seus oniciaes, se conipromettem i fu*
    execular, com a maior presteta, |ierreir.'ut, eeMcli
    riinformidadecoui os modelos ou deseulios, eiusInK-
    ;t>es que Ihe forem fornecidas.
    ESCRAVOS FGIDOS.

    AIIA o INVERN
    Vende-se um cabrlolel aovo com cobefla
    i ni lo do melhor uoslo, e (tor prc.
    ouiiimhIo: ua rua Nova,|Mir haixotlacaiuaia
    municipal
    Vende-se um prelo de -M .muios, muTlo kii
    para ser\r a urna casa, ou Irahalhar em umatlio 0
    tratar tle xaccas,|H,r estar Lsso aeoslumado: ua r
    do Colleizo u. :!\. priineiro andar, se dir quem
    ventle. _
    sai^ffi^iBaOT'awtB^a fcw&ssmrcsrcsK
    p BHKi AMIAS l)K SEIS VAHAS. f
    Vciulc-w hrelaiiha de puro linho rom f> va- ."2
    g? ras, |elo haralissiuio preeo de 8p700apefai ^
    P ua loja do sobrado amarello, na rua do Quei- g
    ;; Dudo n- -
    X emle-se cera tle earnauTia, primejra sorl
    6*000 rtu a arroba: na rua da Cadeia do Herir n.
    'i'.K priineiro andar.
    Vende-se por KUH(lU0 rs. a casa terrea u. M,
    sha ua rua dos pescadores /'aira/ tle S. Jos) com
    ilousqiiirlM, tluas salas, ro/inha fura, raciinha in-
    leira, mni*i por Ir- Lulosicedificada deiiovo, pa.
    gando de ftVro 138. |mr anuo, e rende 9$0p0 rs.
    menaae: quema pretenaeri eo(enda-te no aterro
    da lloa-Visla, luja do iniidczas H. 7H, (pie se dir
    quem vcutle,
    \ ende-se leneo- e lualhas de abyrintlto; e
    bolas pelo prero de ^? i*s., eheuatlia>. BBON do Ala
    cah : na na da Cadeia
    indar
    do Hecife. ii. VI, priiiM'iri
    CAJXINHASCOMGRAMPASA 100
    E I US.
    Vende-se caixiiihas tle metal com rampas,
    pelo diminu" preeo de IDO e Hit) rs. a rai-
    xiuha, coiiloiitlo St a :r> rampas; prero que j
    s a iimmIi.i val o dinbeiro : na rua ilo ]
    Qnelmado n. iV, loja de mimlozas, de An- I
    Ionio Jus de A/CM'do.
    vende-se veslnlos de inoliiu xerde |ara moii-
    taria, muilo modernos, e (orna-se bstanlo recom-
    mendaxeis |Mir seren frescos e lexes, poi preeo-com-
    modoa: na rua to Passeio publico n. .*i.
    Vende-se superior cera tle carnauba, aasJmco-
    no esleirs e palha da uiesina carnauba, ludo por
    preeo mus roiuumdo que ein oulra quahpier parle.
    MxmMmm mWtmVMJK.:
    AVISO AO COHMERCIO.
    Antonio Frapciioo Pereira, com
    loja na na ilo la-i-spon. i, lailo
    (lo norte, avisa a dulas as rlasscs i'in
    ;,i i.,l. (jue vende a dinliciro e a
    Jira/.o iiiiiIiiiiii' si- ajiisl.ii-, mn
    coinpleto siiiiiiiifiiiu de bizenda
    im;;Iiy.in. fi'anriv.as, siissas, alli--
    mus, tanto |uu- atacado como a
    retallto, com precoi livos, e mais
    barato do parir, (a/.t'iuloa beneficio ilo iiuii-
    iiiiiloi- seis norcento de deaconb
    -------... ^ Rflaa. i*^ ^afc.^aw^e'K i.*!, i#^i^a>TA)t^Vl ^-n^*
    Vende-se urna prcla de meia itlade, por .KM-
    i-., pee aau aaobor mttrar-aa da praeai, a qual lava(
    co/iiiha, e posta na rua xendeudo ficua tl UM rs.
    iliaitK, aciescendo a ludii i-lo ser sadia a lor con-
    duela, e mn molequo imiilo bouitu de \j aaena.bein
    pniprjo para paHem por saber tratar de caraltoa, ou
    niesnitt para qualquer olllcio.iior si'reriuulo: ni rua
    larua do Ko^aiio u. :l", loja tle miuileae*.
    AO IIAKATO.
    Na rua to Qiieiiuadu, loja n. lll, lem para ven-
    iler-se maros de meias ilerore- paia hoinein, i l>Kti
    n, o maco, lenco- d i,imlnaja com hieo, a 2HII ca.la
    mu, esleirs da India, a 90SOO, 0 oulra- factmilas por
    piero- llUHlo-.
    SI'I'KHIOHIDADE
    DA
    SALSAPARRILflA DE BRISTOL
    K SALSA PARRli DE SAM)S.
    Allencao'
    A SALSA rAHIlll.llADE BRISTOL dala des-
    de \Hi-2, e lem coiixlanleinenle uiauliiht a sua M-
    palaiao sem necossidado do recorrer a |mmposos
    auuuiicios, tic que as prepararnos de nierlo |H)ilem
    diapensar-ae. o succaaio do Dr. BBISTOt icm
    provocado Inollai [ovejas, e, entre nutras, as dos
    ara. A. It. li. Banda, deKew-York, prepafadore
    o proprielarrs da salsa parrillid eonhecida pelo no-
    mo de Sands.
    Esles senhores solicilaram a nacucia de Salsa par-
    rilha de Hrislol, ecomo nao o pudessem obler, fa-
    liriearaiu urna imitarilo tic Hrislol.
    Ki--atpi a caria que os Srs. A. K. D. Sums es-
    rrexeraiu ao |tr. Hrislol no dia .O de abril tle I8IJ,
    e que so acha cm nOas poder :
    Sr. Dr. c. c. BrUtot.
    Blalo, evo.
    Nosso apreeiaxel senhor.
    Km lodo o anuo passadu lomos vendido quanti-
    iliuh--i consideraseis tln exmelo tle Salsi parrilha de
    Vine, c pelo que uux irnos diner de suas rii-lude*
    tpiellcs que a lem usatlo, julijainos que a vendada
    dila medicina se augmentar intiifissiui. So Vine.
    quizar faier um mmenio comnoaco, eremos que
    nos resultara mulla vantagem, lanto a na como a
    Vine. Tenms muilo pra/er que Vinr. nos re-ponda
    mbre esle assumpto, e se Vine, xicr a esla eidade
    tlaqui a um me/, ou eousa Mmielhaule, leriamos
    muilo pia/.er em oxerem nossa botica, rua tic Ful-
    luu. 11.711.
    I-iran as orden- de Vinr. seus se mi ros son i dores.
    Assignado* A. H. D. SANDS.
    CONCLLSAO'.
    I. = A auliauitlade (lasalfl parrilha tic Brtntol lie
    Ctarameote provada. pois que ella tlala destle ls:_',
    e'jue a de Sands s< apparcceu ciu IsJ. |K>ca na
    qual esle droguista nao pode obler a auencia do Dr.
    Hrislol.
    2. z A sujH'i'ioridadc da sal he incontesla\el; pois que nao dislanlc a concur-
    rencia da tle Sands, e ilo urna p*irco deoulras pre-
    paracoaa, ella lenaBaBUuoaaua repntacloem qua-
    si lo.la a America.
    As numerosas experiencias feilas com o uso da
    Isa parrilha em lodas as cufcriuidadcs oriaiuadits
    pela impureza dOMngue, eo boal exilo ohlitlo lien-
    ta corle pelo lllm. Sr. Dr. Siauud, presdculc da
    acatleiuia iiii|H'i ial de medicina, pelo illuslrado Sr.
    Dr. Antonio Jos l'cixnlo em sua clnica, e em sua
    afamada caaa de aaode na (iamha, pelo lllm. Sr.
    Dr. Saluriiiuo de Olixeira, metlicu do eieicilo, e
    por varios outros mdicos, permitlem boje de pro-
    clamar allameule as virtudes elllca/cs da salsa par-
    rilha de Hrislol, xende-sc a .'KK o vidro.
    Visio achar-se tle BOVO aberla a botica to Sr. Jo-
    -t; Mara t ion cal ves Hamos, na auliaa rua dos (Jtiar-
    leis, mudou-ee OUira vez para alli o depnsilo da sal-
    si parrilha do Hrislol.
    Desappareceu no dia 6 de narco prximo
    (tassado um |>rclo crioulo por iioiue ll>Lirio, aai
    reprsenla ler do .!\ a J ,.......- de idde, rolaoj
    -i.-nae- -e_ ii me-: al 11 ira e corpo reaular, car fulla,
    com mis pannos prelos nu roslu, deules limaduBj
    jiotit ,i barba o costuma andar rom um rharuloalrai
    daorellia ; levou xestido camisa e calca tle alu-sla
    de lislras, porem foi enconlradu no engeulio ItcJo-
    muiuho cmSautoAnUo uodomiusodo naarIwe iflt
    (to de calca de casimira, paul hranco, chapeo
    prelo, sapaloes e luvas, e na primen u oitaxa ileral-
    ea ejaquela branca,bonete com anillo, sapah'ies, ln-
    xas e um espudim ao lado; julga-se que d*alMp||e
    se^iiisse para alcum dos lugares sexuiuhs, onde elle
    tem eouhecimenlo ej lem oslado: eimenho l'atili*-
    la, llamaraca, cnaenho Pil, Nazarclb, chciiIio*
    llaplrema de (ama eduMein, eljuianna: |)oris*e
    roua-se as autoridades policiaes e canilaes de campa
    o ipprchenuam o levem-no a ruada Madre de Dnis,
    lujan. 7, uiic se recompensar com ucuerosidade o
    seu Irabalho.
    Desappareceu no dia 21 do prximo pausado
    mez de marco, da |H>voa<;fio de llabaiaua, na provin-
    cia da Parahiha, um <-< ra\o crioulo de lime V-
    tenle, que reprsenla le de 28 a 110 auuos de idade,
    rom os sisnacs scuuintes: cor-prela, olbos braimn,
    naril afilado, mais ou menos apapayaiado, dcules
    ta frente sosc limados,borra reaular e Usa quando
    ri-se, beicos tintH, barba quasi uenhuma, bonierli*
    bupadas, al i ni ,i regular, Ihuii rorpo e bracos, \m-
    nasurossas, costas I ipas, mo lem sido surrado, na-
    deeas alias equarludo, pos larabem grossos, coshi-
    ma beber agurdente, e be iiueparavel do um ra-,
    i linn lo; esle eseravo ja fugio o auno passadu em jn-'
    llio para essa cidatle do Hecife c foi preso pela isuli-
    delegaciada Boa Visla: roa-se poi lano as aulori-
    dades policiaes e capilaes de cam|H>, a captura desle
    eseravo: a pessoa que o apprebeudcr, enlreaandiHi
    em Oliuda ao padre l'alricio Mauoel tle Son/a. iu
    Parahlba a .Mauoel Marques Camacho, ser Be-
    nei"- i:in'iile recompcusddn.
    No tlia 27 do passadti fugio da Ponle tle l'rlma
    o prelo (Picanee do nomo Jos Macei, de hlade de
    35 a 40 anona, pouro mais ou menos, leudo os se-
    KUlntea simiae*; eslalura e corno regular, lem i*
    UOtianea incitados e com mareas deferida, falla uin
    punco alrapalhado, levou vestido calca, cami-a eja
    1 nela branca, echapeo tle palha,* ja foi vis[o ua ri-
    ade de Olintla: Koga-so as autoridades poln.km?
    aos senhores capilaes de cani|Hi que o appreheudam
    e o levem a casi da viuxa Amniim \ Filbo, na rua
    da Ou/. to Hceife, n. 1 > que ser gralillcado.
    Fugio no dia 2 do correnle (abril) a prela Joa-
    quina, andando a vender frutas em mu latwleirs
    grande rom (ra\cssa no mcio, Ic-ou um ferro ,m
    pe-coco por ser acostumada a fugir, lem os pe en-
    eliadose cora na rabeen do laboleiro, lc\ou vesliiu
    de ganga azul, lem um buraco grande em urna oro
    llia e pannos branens pela cara, he de Ima altura e
    um pouco magra: |tetle-se a lodas as autoridades
    policiaes e capilaes de caui|H> que a virem, a ap-
    preheudam c conduiam ao largo da Trcm|>e, aobra-
    do n. I,que lem venda por haino, aueseur.ililirari
    o seu Irabalho: ta mesma forma se (he recommenda
    a prisAo da parta llosa fgida da mesma casi cid h>
    tle ni.ii i passatlo e j auntiuciado pelo Diario de
    2.'! do mesmo, a qual fugo |ior nAo querer lomar
    remedios, est muilo magra e (em una marra de fo-
    go na rara ao pe do canlo da bocea, consta que an-
    da tirando esmolas por eslravaganle c viciosa; uo-
    vamculc se protesta contra quem a liouverrecolliitlv
    em s ua casa, pois o oslado do sua saudo nao per-
    inille andar do dia ua rua.
    Desappareceu no tlia 9 de marco prximo pas-
    sadu urna negra, crenla, poruouie Hita, de aluna
    regular, secca ti rnrpu, levou vesdn de chita roxa
    le quadros miudiulios c panno da Cosa azul, eimi/
    ilamlres com azeile de carrapalo, a qual anda ron
    um ferro no (icscoct) |wir j ler fgido jior mais xezes.
    Houa-se as autoridades |ioliraes e aos capilaes de
    campo que hajain de a apprebeudcr o lexa-la era
    casa de seu senhor na rua do Trapiche, n. 2f, anna-
    aep de assurar.
    Desappareceu desdo O." de abril correle um
    mualo por noinc Jesuiuo, de idade He 211 auuos,
    pouco mais ou menos, lem os signaes segundes: al-
    io ra regular, com princijno de barba, cor alva, bs-
    tanle amarello, procedido do frialdadc, leudo ao
    pcilo esquerdo um lulhque parece ler sido de faca,
    um signal de um can-tico no estomago do lado din
    lo, pea apalhclados, levou caica do briin do quadros
    miiitlns, c |H>r haixo da mesma oulra de algodao en>
    I randada do lislra azul, camisa encarnada, chapeo di
    Chile grantle j vclho, c he natural da Paraluh fot cria do Dr. Poge, morador na mesma ridade e
    desle foi xeuditlo ao senhor to enaenbo California e
    ilepoi- loi vendido para esla cidatle do Hecife: roga-
    se as aiiloridades policiaes e capitdes de camptu ap-
    prchendam elevem-uono Recifc natravessa do Vi-
    gario, loja de barheiro tle-Schasliao Jos de Olixeira
    ou na padara de Sanio A maro que se recumpensi
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    I'AI.IKIS FEITOS,
    Goollaa-M n \umtor imlilik Mlai, ilcsu-
    periar piano linu prelo c de raras, r por pre-
    ro iiiiiiin rununiido; ualnjs da aabndaama-
    rilla, iius<|iialroranlus da ru.i do i.iin-iin.i
    ilu ii, 'Jll.
    Veiidu-sc nina esrruva inora, de oplinia fu rn, para IcmIo ervii;o de familia : quem a prelcnder,
    dirija-ai! n liolirado Clisgns, na rua do LimnMto.
    V.....l'-se ciirli.-iincs de '21 a iuiIiiiim, por
    piei.-o muilo i'omiiiiiilii: no arma/cni du madeira da
    ruu du Sol, esquina da rua das flores.
    Vendte lemeutei de todaiasciua-
    liiliiili'.stli'liorlulii.'cs, juntamente ervUhaj
    de tinas (fualidadei, fij&o carrapato de
    iii's i|iinluliiili's, e sriiu'iiiis ,lr florea aa
    milis inoilciiius ijiic lia DO iiii'iiiiilu : nu
    ruada Cruz do ecile, .umiu/ciii n. (i2,
    tli' M.ii lu- A liiiuiu.
    Vende-se uina |u)rcu de iii.ih-s lra\e*os ile
    SU i ...lu.,-, i- i'iiviiiim ile:i a lll n.d.....*, muilo .....
    1.....'ni 'i" iiiiniui'iii di, in.iih.ia. junio a rasa dn Sr.
    lii. Ssrineiiin, delhMili dn runveulade S. Praa-
    rM',i.
    dia li do rorrenlc mez fugio uiii.i esi-rava
    rrioula por nomo Boiufacia, do idade dc.Ti uuiu*.
    rliei.i do rorpo, de lioa enlalura, fn.i de cara, lieirns
    -i, '-,- e Tula, levou >cslldo de chila azul com pal-"
    mas amarillas, um panno da Cosa com miitanics
    lii.iiii-ii-. e ..... chale de cliila roa e liatra. .i/t-ini
    ipiadros, julaa-se ler seRuido |mra l'urlo Cal>". pru-
    vineil das Alagoas aoiide fui comprada lioatio-
    nics Moreira, cuja csrrava foi do Baslos: roga-sc I
    ludas as ,i uii,i i,l,i,lr. policiaes e capilaes de campo a
    captura della, c coudiizi-laa rua lio l.ivramcnlo, n.
    (i, seuundu andar, quo serfio rcciuniieiisatlos.
    Eslu ausenle lia dias o prelo de naco, |ir nu
    un- Jos Duque, idade |,.u.i niai-i de III iinuuti, .ilin.-
    |ieruas meias ramliaias, desdentado e liein conliecidii
    |km- ser serrador e Iralwlliai lia anu na Rilieira c
    no scrvirodealvareuRits: quemoapprclienVleri|uci-
    ra le>n-lo ein Sanio Amaro casa de Mauoel Cardu-
    zo da Konseca nu na prac,a do Conmiercio a qual-
    quer hora, ao mesmo,
    Oiriliua a estar fuaidu desde 17 de dezawlaw
    u ,--, i ,i\,, cahra, iialural i\o Assii, por inmir Miin-I,
    icpresenliindu ler '23 aiinn-, de nade, r"ln "s S,L'
    nin--. seguinle. : esialui.i regalaf, ohtim retorfada
    inrin- i pi-. uraul,--. Iruilo o deiln ui.unli' do |s
    liasl.-mlr separado do-i nulro- ; si-in harlia, ii**'*-
    liiutiHil.il-. ollios prqiii-nos, denles liuiadi>s, e ralu
    um pouco fauliosa : le\ou veslido camisa dr i i-i.il,'
    i-mu iiiniinas riirliu. calca de.ikmliVt i/ul e chapw
    de palha. I.ciou jaBlamenlc uina Mlva de pil-
    la livrada com as liHeiae. A. V. S. II. i-iiHja-
    das mi i-enliii, i- |n-iindi' 'li~ dlavll, Roga-se i
    quem d inosina sahn foroHi-i-is i.l.i, e quem !-
    der .ippi-,-h,'uilrr ulilu o-i'i-.imi. di- u iiiaiulur ist-
    Iri uar a seu senhor, un rnu 10, mi no -ilin di' -ii-i rcsMlaacil un Hcinlica. ciu
    l'n'iil,- du \i\ciiii, e promeUG-ai urulilii-ar com .e-
    iienaiiilaili'. Mtomu i'ttlrulun ila Stha Barroco^
    sed
    liilh
    111,i,
    que
    M
    a vt.
    rl'J
    do c
    nesl
    lisl-,
    mis
    fu
    lim
    i,un
    lias
    II
    un.-
    a vi.,
    qual
    ral c
    iilim
    /Sii.i
    Ul
    can,
    hala
    eTi
    pelo
    avis
    Di
    ida<
    '.'Ul
    sour
    lia p
    a
    lii
    da n
    roo,
    Suar
    'lucr
    t>
    ronu
    i'ari
    -juiIi
    diarii
    -.mili
    llii
    'i'pai
    qual
    reir
    '- pr<
    iiiiuei
    Ul
    Pr.:-Ty., M. V. le F.rla, lMt.
    Id..
    lili
    Ido
    SU |I3


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