Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03142


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Full Text
SEXTA FEIHA 8
DE ABRIL DE 1853.
N 78.
DIARIO mm PERMMICO.
FKJE^O BA OTMCKIFlJiO'.
Subscreve-ae a (53)000 por anuo, c 40000 por
i|u.iricl pago adianUdo, c J>500 por quarlel pago
vencido, na rasa do seu propriclario, M. Figutiraa
de Faria, na prisa da Independencia, ib. 6 o 8, e no
Hio de J. casa doSr. Joa Pereira Martina,
ltalii t V. Duprad.
Maceid i r Joaquim Bernardo Mcudonca.
Carabina n Jos Rodriguen da Coala.
Nalal < a Joaquim Ignacio Pereira.
Aracjly o a Antonio de l.cmos Braga.
Ceara' i a Gnilberrne Augusto de Miranda
Maranhao ana Joaquim Marques Rodrigues.
Para' ?5
CAMBIOS I 7 BS ABRIL.
Sobre Londres a 28 X
Paria, 340
.. Lisboa, 95 por renln.
MZTAH.
Ouro. On;a heapaiiliolas......... 298000
MocdasdebWOvelhaa...... ItJOO
o do 4#)00......... 9g000
Prala. ('alardes brasileiros*...... 19940
Pesos columnarios........ 19940
mejicano......... )j>hoo
AccoCa do Banro......... 10.^
Iii-i.mili deLelIraa ....... 9a 12n
NOTICIAS UTBUfeiIIlS.
Porlugal . 11 de Mar. Austria. . 3 de Max
Ilespanba 7 de Suissa . 3 de
Franca. . 8 de a Miri'U. . 1 de a
Blgica . 3 de a Inglaterra 8 de a
Ii.ilj... . 1 de a E. Unidos 23 de Fe.
Alemanlia 4 de a Meiico. . 15 de
Prussia. . 4 de o Califurni.i 10 do a
Dinamarca 1 de Cliili 15 de Jan*
Russia.. . 1 de Buenos-A. . 4 de Mar
Turqua . 25 de Fe. Montevideo. 6 de a
PJOTICJAS SO IMPERIO.
Para'. 5 de Marc/i
Maranhao 11 de o
Ceara'.. 12 .te
Paraliiba. 26 de a
de Abril.
Mar
S. P. do Sul 17 de
Minas. ... 15 de n
S. Paulo ... 8 do
R de Janeiro 28 .le
Babia.... 1 de Abr
PARTIDA* DOS GORREXO*.
Olinda, todos os dias.
Victoria, as quintas reirs.
Caruarii, Bonito e tiaranliuus, nos das I e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, K* e Orirury, a 13 c 28.
i.iimiiii.i c Parabiba, segundas e citas.
Natal, quintas fciras.
das da mmajta.
4 Segunda. *4< An-
uilllriaraii da SS. V.
5 Terra. S.Vireule Fcr-
rer.
ti (.toarla. Ss. Oiogincs,
cPlatnnidcs.
7 Quinta. Instiliiicilud.i
SS. Sacramenl"
H Sr\i;i. S. Amaucio b.
S. Ediiio.
9 Sabbado. S. Demclc-
rio.
10 Domingo, do Bom P.
AUDXXNOIAS.
Tribunal do commtrcio.
segundase quintas.
fetafao'
tercas esabbados.
Faitnda
tercas cseilasa* (Olieras.
Juizo de Orphaoa
segundase 5. as 10 horas.
Primeira vara do cirel
(creas e 6. ao meio-dia.
Segundarara do cieel.
quarlasc sab. ao ineio-d.
Marco 31 Quarto niingouilc as 7 boras, mi-
nutos c 37 segundos da tarde.
Abril 8 La nova as 9 hora,, 37 miuulos e 37
- segundo .la maubaa.
a 16 Quarto rreseenlc as 2 boras, 25 mi-
nulos e 39 seguudos da larde.
23 La rbeia aos 41 minutse 31 se-
gundos da larde.
FRIAMAR DI HOJE
Primeira as 4 boras 4)60 minutos da larde.
Segunda as 4 horas e 54 minutos da manlia.
PARTE OFFICIAL.
COMMANDO DAS ARMAS
(fcarttl |Mral m cltfate do Recite m 6 de
brl de 1863.
oudim do da j. aoa.
Ein observancia do disposlo 110 aviso do ministerio
dos negocios di guerra, que segu transcripto, rum-
prc qac os senbores rommandanles dos corpos reco-
lliam a Ihesouraria de fruenda denla provincia, prc-
r isa mente inventariados, os livros e mais papis da
rnutabilidade, coiirerucntes as entnelas caixas don
repeclivos conselhos de administra cao dos fundos
de fardamenln. O mesmo marocha, de campo faz
constar, que por aviso de 17 de marco prximo lin-
do, houve S. M. o Imperador mandar considerar em
servido na corte, por se adiar empregadn no laboro.
Inro do campiulio ao Sr. primeiro lenle do quar
lo balalhao de arlilharia a pe, Ayres Antonio de
Moraes Ancora.
AVISO.
Itio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guerra
em 17 de marro de 1853.
I lim. cExm. Sr.Nfloliavendo inconveniente em
seren recolhidosa lliesuuraria de faaeuda os livrose
saldos cargo dos consejos de admnslracao dos
cornos de primeira linha ah existentes, determina
S. M. (i Imperador, que V. Exc. ex peca ordem nes-
to sentido ao maree ha I le campo commaiidaiile das
armas dessa provincia, bem como ao inspector da re-
ferida thesournria para que, quando o inspector dos
cornos llic declarar querer examinar os ditos l(vro$,
fiic)lilc-os em lugarjderenlc. O qoe communico
V. Exc. em rcsposla ao scu offlcio n. 9 de i do cor-
ren le.
Iteos guarde a V. Exr. Manoel Frlizardo dr
Souzae Atrito.-Sr. presidente da provincia de l'cr-
uamfauco. Cuinpra-se. Palacio do governo do
Pcruamburu 5 de abril de tb\>3.Ribeiro.
.Intonio Corra Sea'ra.
eafleicoados urna despedida digna das apreriaveis
qualidades sociaes que o oruam.
Trata-se de levar a efleito a creaco do lianco-
Paraemv, c\ijmestatuios vicram na ultima barca
approvados pelo governo. A ftindneAo ileslo eslabc-
lecimcnle monetario, altamente reclamado |>elas ne-
cessidades publicas, lie urgente c de palpitante im-
imrlancia para as transaccocs commerciacs, e por
semellianle molivocreioque em ioucos das verei
realisada a sna inslallai;*.
O mercado desla praca continua a senlir-sc
animado ; a concurrencia de especuladores eslran-
geiros, especialmente americanos, em procura dos
timaos goneros de ex|Mirtaciio be considcravel, e fe-
lizmenle apparecc abundancia delles, cun parlicu-
laridade de borraxa, cacao c caslanba ; c tanto es-
tes como todos os dandis producios agrcolas sas-
tcnlam bom preco. A alfandeca que neslas queslOes
de eccoiiomia be un cxcellculo barmetro, lem re-
gulado osseus rendimenlos nos dous prmeiros no-
xes em 80:000? termo medio, rondimenlo que r.unra
alraiiron fj 11 anuos anteriores. As colbeitas ncsle
annoproinellem ser favoraveis para quasi todos m
geuerm, o para alguns anda em maior escala do
que no anuo lindo, que nio foi dos cscassos. Pelo re-
sumo segunde so conbece a oxacldao ra quanlida-
Ie dos generm despachados para o exterior no ulti-
mo anuo.
Sapalos de bniraxa ....
Borraxa em diversas forma
Cacto ...........
pares.
arroba*
ERRATA.
Na parle nKicial sobre oror|H> depoliciapublirada
no Mario de boiitcm, em lugar de' Francisco do
Suva Rogo lea-se Francisco da Silva llego
INTEROIR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUGO.
Para' 33 do marco de 1863.
hepuis que lhc escrevi pelo paquete Snn-Salva-
dor, lhc noticia le eslar ciTecluada a pruposla para
a naveuacjn a va|>ordo rio Tortinthis, a qual ja foi
apreseutada ao presidente da provincia para solire
ella dar a sita inforniaco, a leva-la ao conlieeimen-
lo do uoverno im|>erial. No lie companliia, neni
. i'inpre/a, niassim o negociante desla praca Joa
Itii/tislo Corren, quejanlcriorinenle leve Mlit-
faco de olferceer ao iiiesmo covern igual propos-
Ia,s4)h nmi favoraveis cotidicocs para a inneya^ao
do Auia/.onas, mas queem conciirreneia cum o Sr.
Irenco c oulros, i\\a merecen eulo as humas da
prerereneia. l'ede o privilegio exclusivo por 20 an-
uos para a dita navcuaco, entre esla capital ea c-
dado de Camtid. pudendo ehegara villa de faiilo,
einesmo primeiracaclioeira do Tocanin^i\tuiiu\
ssi conveniente seja, mediando urna mui moderada
subvenclo.
Neslas riagolM peder fazer a stia derrota, ou pela
baha do .Mai aj, oit pelo canal do Igarap-uiTim,
como mais favoravcl for aos inlercsses^do enprou-
ro. Obriga-se a crear colonias no dilo rio, cujo ma-
xiiiunlepupulacaosorn de 'las mil almas, estijeila-
se a muilosouus, o hr i gares, e condices favoraveis
ao govertio.
I>lalinha lluvial de navegacao a vapor he de
grande importancia, c de muila necessidade. A mais
simples rellcx.losobre ascirciimslaucias lupogiaphi-
casecommerciaes desla provincia, dcmon-lia que,
eomquanto a uluTOU a dnlasse com o majs atlmira-
velAvslemabydrographicu, a uavcgaeAo' vapur uao
pude ser sustentada, anda mesinn naslinbas em que
se acbam situadas suas mais nolaveis ffflorasteDlofl
i'acAes, sem que se Ihe sacriliquem porespaco de
na capilaescousidcraveis. E defacto se os mag-
os ros, que a corlam, sao em erando parle de fa-
segura uavegaco, oulras cundiecs cssenriaes
cem para qtic as avalladas despettS. que de-
iianda o emprego Jaquelle |wdcroso molor, possam
i'r ao menos compensadas pelos inlcrcscs que se
lajam fie |>erccbor.
Em primeiro lugaros longo. asparos que mc-
eiam cnlrc os drareides centros commerciacs do
iierior da provincia, e entre alies e osla capital,
mico mercado que se olferecc ao cormnereo cxle-
ur,a escassez do quasi lodos osseus genero de
vportaeao, diiraule rerln periodo do anuo ; a
hnpmiuaro desua diminua populacho por vaslis-
unas eXlaosoal de territorio, c por otilro lado a
rreucia dos barcos vela, felos quaes se fa/em
ascommuiiicacoes, eque nao he de esperar
Vejam de proinplo abandonados, j porque nelles es-
no empichados grossm capilaes, j porquo a forea
da rolina he um obstculo conslanle, quesenp-
p&e a qualquer innovacao, sendo preciso parados-
Irui-lo o argumento repelido dos faclos, hAo por
em da vida eircumslaucias com que leraude lular
desvanlajosamente aiuda por milito lempo todas as
eutprezas, que liverem |>or objecln a navegado a
v.qior nm rim desla provincia.
Osauxilime favores que o Sr. Correa pe* le ao go-
veruo imperial, rediuem-seaosque em aHonr;au l
i iri umstaucias e razAcs ponderadas, lhc sao de i
diclinavel necessidade para ocenrrer aos asios da
empreza. Ellos sao incoiileslavelnieiile infcriorcii
aos que foram concedidos companbia do Anazo*
iia-', considerando-se quanlo slo mais valiosas as
vanlagcnsquc ohTercee esta nova linha de nave-
Arro/ pilado. ......
l'ritc..........
I'iaeaba em rama. .
Assuear brollo......
Salsa-|.arrlha......
AlgodAo em rama. .
Cravo ..........
tirude depcjxe.....
tiomma-ropal......
Arroz em casca.....
Caslauhas........
Tapioca.........
Oleo de cupaiba ....
I Mili.II II.........
lili H,III.I.........
Puxtri..........
Cutiros salgados.....
Dlos espichados ....
Alm desles ucueros,
I Ki.ff
114,999
. trr.triH
. 81,897
. 1.1,8i7
. H.K19
... n.I ts ..
. :..mii
. 2,870
. I.Ofn' a
... \m
150 >
. .'IT.tiJi alquciics.
. 2 YIIM
... 491
. 3,653 caadas.
. 17,0:19 libras.
. .t.KHi
... IGO ,
. 540,910
. 27,059 numero,
muiros mais, comosejatn
pon
aun
niflt
cil<
falle
madeiras de diversas qualidades para conslrucccs,
haunilha, carajur, efe. foaam eipofiados, po-
mo em menores parec las, epor sh) n.lu nicrcccm
(larlicular nieuco.
O vapor Morupi, depois de concerlado, lar-
cou para a Barra do Ko-.N'ckio no dia 17, levou
i passaaeirm com desuno a difieren les luuarcs in-
termediarios, e rleala viagem pouco carrcuou por-
que nao lomnu rama senAo para Sanlarm c larra,
n.lo sci pormie motivo-. E>lc proccdimenlo (em des-
goslado muilou corpo do commercio ; e se a compa-
nhia assim continuar, nao se precneberao as vistas
do legislador, qtiando crcon esla caire ira de vapo-
res, puncas mi nenliunaa vantaneus lucrar o com-
mercio com semelhanlc iiisliluic^n, a provincia mar-
char no mes mi oslado estacionario, em que ha
tantos anuos lem jazido, e ser em pura perda a
ciioruie Mihvenrauauuual do 160:0009com que se
iiieroit o pafl, alim de animar o smlenlar a dila
i'ompanliia. lie este mais um poderoso argumento
pie indio para desojar, que o governo imperai
i.in vt entregar i'is mloa do Sr. [roneo a nova linha
le vaporea projeclada para o Tocanlitu.
Aqu ehogou o Evm. I eircira Pciina, presi-
dente nomeadop.ua o Ama/unas; fui bospedar-s
nn palacio presidencial : e dever partir para o sen
deslino na prosbua viagem do vapor Marojo, que
he espetado nenie porto al (> do me/ vimhniro. Ki-
lo lem sido visitado por grande numero de pessoas
das mais aradas desla capital.
ola barca segu para a corle 0 deptilado ga-
lo Amazonas Wilkens. Anda agora nan vai 0 Si.
Sou/a Franco, que ja ohlove do presidente da pro
vinela fres mezas de licenca. Ignoro a raiao desla
sita demora, pnrem con.la-me que infallivelmente
marchara no inuncdialo paquelO. Alliancani-iuo pes-
soas de crdito, que elle pretenda largar a carrea
da magistratura, e eslabetecer banca de advogado,
na corle, sulli. lando previanieulca sita aposenta-
dora ronl as honras de dezembargador, a esemplo
do quej ohteve oJoilo A iitoniu de .Miranda.
o vapor de guerra franca Styxt largoa para
Ctiyemm no dia -JO do rorrcnlc. A hopa que elle
Irouxo a seu bordo para la a levou; 0 0cnsul
ipl
"" l.i
BveUlar lem querido atenuar a ogerlsa publica que
contra s aecarrelou a tal lemhraoca do pedir tropa
o Boverufldox daquella colonia, negando o fado
mas iinuucni o acredita, porque a COUtl he mais
3uc vcnladeira. E tanta culpa lem elle em ler pedi-
0 a tal (ropa, como o gOVOrnadf ein Ih'a ter man-
dado. Mas desle ultimo j estamos livres e bem v li-
gados, porque agora mesmo acabo de saber por urna
BobMa viuda le Cayeimn, que fura elle deniitlido
em consequencia de reclainaclo do nossu governo,
nao por esla occurrencla, mas poroulraa anterioras.
Por buje basta, para a barca seguidlo nolieia-
rei o que houver de mais im|mrlanle.
Veremos, quem obler a preferencia, se o nosso
'oinprovineiauo, a ipiem coube a tdjria. assim se
|HMle aventurar, de ter activado e abreviado o anda-
mento da mageslosa emprc/-a da navegado a vapor
do Ama/oiias, so o Sr. Ireueo, que lem de ser ouvi-
do, em raxao do contrato celebrado com o governo
para a navegacAo desle rio, por llie ler sido garan-
lidaa preferencia em gualdadedc cdndicoes para o
privilegio da navega cito a vapor em quaesquer los
sem altluenles. Ncsta ordem est desgranadamenle
^t Toetmlim, em virludc do crasso erro, em que al
lfijo lem laborado os gcographos o o nosso go-
verno.
O Toeantim, comoj Ihe demunslre na passada
eurrependencia, nilo be (rbularu dn Amazonas; o
-o nos*o governo querer convencer-se desle lamen-
laval engao, nao poder prevalecer o dircilo, que
'erlamenle querer sustentar para s o Sr. Ircno.
Espero, que o aoveruo elucidar esla transcendente
'jnestflo de geograpbia, nto a para gloria sua, como
fura honra da srencia ; e a assun succcdcr iicnbu-
tna duvida terei de pi;oplietisar, que aleancar o
1'iivilrL'iuo Sr. Correa, cm visla das ventajosas con-
'licoes por elle olTerecidas. Ser mesmo pruilenle o
razoavel na accumular c reunir em tuna s<> nta
Mas as especulacoes de navegaedes fluviacs dcste
iTovincia, alim de incitar estmulos entre os diver-
wemoreiarios, c mollior accUdir-sesncccssdadcs
do publico.
A nossa imprensa jornalslica vai-se resumin-
'lo IcmIos os dias. Acaba de motrer o peridico Bom-
toirneiw, (pie de bom s linha o ser de papel. Este
V'i.il, depois de ler experimentado urna prolonga-
ba iiidiiiciio, lerminou sua carreira dcmorlo aTron-
'n?,i de mispeiisSo E ao que parece, flnou-sc ron-
bicto, poique acabou fallando cm Dos, a lemprfl
'W ultima com padres i cabeceira. Tresoulros
liriiHliros anastam vida cansada e precaria, dous
tiliauHtos de rr/Aicc e pobreza, e o lerreiro em ves-
Paras de ser ecmtdo ter um novo aslro, que cedo
m deappoTeoerliu.
No ultimo paipi.de, como sabe, parti- para a
wle o ex-presidenli! hr. Pauslo ; foi numeroso o
'"i"-miso da* pesstin>uuesc dignaratn bnnra-lo na
3asifto do embarque al fioiile. Calcula-se em
m paaoM enlre senhuras e homens, quo 0 acompa
nharam. fazcndo-lhe i*r esla fotuta os MUS aiuigoi' Di. Jos SargW rerreiru
SUranhao' 27 de marco de 1853.
,l que actualmente oceupa a allenco publica, be
a prxima eleicAo A CHrelkt, apesar do medico que Ihe piucram a
cabeceira, como j lli'u tculio dito |wr vatias vezes,
eapirou podre de corrup<;es c de rrimes !... O scu
(eslamculo, da que lano se falln, foi eiuliin abor-
to em dia bem proprio no sabbado d'alclluia--
(piando os moloques pelas ras, armados de enor-
mes cceles, espalifavaiu os Judas que, dependu
rados em poslcs, esperavam o premio devido ao erl
me. Cono v, odia nan poda ser mais proprio, i
nem a oceasiao mais adequada. Aipielle I eslame n
lo, consiste, u'uma circular, aonde se deprime i
presidente da provincia, lialando-u de inepto, mu
[ilustrado... lie una re|M'lico das.cahimnias que
o Jotrzhiho fe/ estampar DO Jornal do Commercio,
c as quaes js foram por dentis respondidas. I\ue-
ce-nic quo a proximidade das cleirocs provinciaes
apressou o nasciincnlo d'aquclla monslruosidade,
iiilcirainenle digna das qualru leslemiinhas testa-
mentarias, que a assignaram. Foram ellas: o me-
dico Maia, o celebre Jos Varella, o procurador da
cunara municipal, Arauba, e o prestimono Joaquim
Calanlicdc.
Sem quo icssoa algunta icuha dado al hojo im-
portancia a um scmelhantc eecheio de infamias, os
governlstai acafcam deaprescnlar aoscleitores a se-
miiule chapa para a nossa deputacim provincial.
\ao pude ella ser melhor, porque todos os candida-
tos sao pessoas de bem conhecido desiuleressc e de
grande palriol*smo; c assim capa/es de com por em
urna asseml.va digna da nossa provincia, e bem
dillereule das passadas, aonde se viam os mais re-
pudiante* carbnculos do nosso cor}>o social.
Eisa chapa:
Hispo diocesano.
Krigadeiro Maualh.lcs.
Cuuimeudador Porto.
Comnendador Manuel Gomes Bclforl.
I)r. Jos Alaria Brrelo.
l)r. FabioA.de C. Hcii.
Teen te-coronel J. J. T. Vicira lolfort
l)r. Frederico Jos (knrtVi.
Mr. Sebasliao J. da Silva Braga
l)r. Caelano Jos' do Sou/a.
Francisco Solero dos Kcis
Jos Vicente Jorue.
Major Itcardo da Silva Ferro.
Coronel Kavmundo J. de Caslro Lima.
|)r. Antonio M. Nunes (oiiealvcs.
Padre A. da S. Mourao.
Jos Esleves fia S. Aran ha.
Egidio Jos PadreCamillo Lellcs Pacova.
Mi. Antonio de Urito (iaoso.
I)r. Francisco de M. Coulinln
(>>umieu(1ador Joao fiualberl
l)r. Francisco Mai ianno de V
Marcoltfo da Costa Lelle.
leenle-coronel J. Maraui
Jos Esleves da Sena Aranha.
i'i ..fitj.M. r.un|''" de Bvaaa
de Vilbcna.
i da i .ii-i.i.
iveiros.
Franco de S;i
Escusado ser diier-lhc que o partido eovernista
cotila com o Irumpbo da chapa, porque, para fal-
lar com (oda a propriedade, osseus adversarios sao
nenbuns, c assim a lula, pode dizer-se, que ape-
nas deve exislir enlre a provincia iuleira, o meia
duzia de arimpeiros, ha muilo desmora usados e
corridos fela opinio publica. Dcvo dizcr-lbc que
na tal circular Jeque cima lhc fallei, o governo
central leva lambem nflo paajuanOB coures dos taes
amigof
O negociante desla pra^a, Manoel Antonio dos
Sanios, contra quem os denunciados autores do cu
venena ment do infeliz Paiva, preteudiam desear-
regar as consequencas do scu negro crime n'uma
excellcntc correspondencia, que foi publicada prir
Iodo* os nossos jurnaes, ju*tificoii-sc completamente,
fa/endo esmogar os sctis adversarios dcbaixo do
enorme peso de irrespoudiveis argumentos, que por
s s serian sunicienles para o iuleiro csclarecimcii-
lo desse drama o mas iierlido que enlre mis se lem
dado. Ao Sr. Sanios cuslou-lhe, porm, caro se-
inelli.inlu arrojo; |>orqua um lilho do Sr. F. de
Sonsa, chamado Antonio Vicira, encarando o ne-
gocio por um niiii lado, dous das dc|H>is da pu-
blicacao da correspondencia do Sr. Sanios, ousou
em plena praca do Comincrcio a I ac-lo desahrida-
meiile aos sicos, aiuda que por seu turno nao de-
Hsse de guardar aquellcs que o seu adversario Ihe
ilava em (ruco. ( aggrcssor foi immcdiataniciile
preso, c acha-se proceaaado.
O l)r. chefe de polica acha-se com parle de doen-
le, o em seu lugar est servindo o deseuibargador
Alcanforado, que, aeguooo me consta, deve cm
breve avocar a si o processo Paiva, que as nulos
ilo Claro ia-sc loruaudo escuro.
A semana sania corren pouco inlluida, em ra/.io
do invern, que desde o dia 20 Icm-sc lomado fu-
rioso, Ira/eiido assim a alegra toda a populaejo,
que em breve julgoit senr os rigores d'alguma
seeca.
Nesle vapor aqu rheuou no da 17 S. Exc. oSr.
conselheiro Peniia, que depois do um da de de-
mora, parti para o Alio-Amazonas, aonde tem de
servir cuino presidente. S. Exc. Icvn'allos plano*
de lomar o Kio-Nearo unta provincia pmpriamciilc
(al. Durante as poucas horas que aqu esleve fui
eiimprimenlado por varias |>essoas, seus anligos
eunheeidos, sendo hns|)edado pelo seu collega no
palacio do governo.
No dia \ eheaou do Piauhy S. Ex. o Sr. hr.
Saraiva, (pie nesle vapor scuue a lomar assenln na
cmara dos deputados, como cleilo pela Baha. S.
Ex. vciu de sua presidencia coberlo de uloria ; lor-
uando-se saliente enlre lodos os fados de sua ad-
ministrarn a mudanca da capital do Piauhy, de
Oejraa para o l'ulv, cum o iiomc de cidade 'l'bere-
zina. S. Ex. foi hospedado em palacio, o leudo bo-
je iei-eludo do Sr. desctiibamador Fimteiredo um
esplendido janlar, deve amaiiha receber do lenen-
le-eoronel J. Joaquim Bclforl um snirce, segundo
acahu nesle momento de sor informado.
FO dia \2 cheuou nbriue-oseuna tiidorin/ni da
sua importadle couunssAo, trazendo a inteira plan-
ta do rio P.irnahvba, at a cidade com Indas as suas barra*. Todo esse Irabalho, pre-
enehido (Ao magnihcamcnlc, deve-se no com na u-
danle Castro Aratljo, ao lenle Jnullrcl
loto ila ilivisao, l'edrp.
Dn* Bstauos-Unidoe eheaou nodiaSM o vapor de
atierra nurle-amerieaiio IVatcr-ll itch, (pie vai em
>i<'a......le inslrurcao al o RO da Prala, locando
pelos nossos prineipaes pnrlos. ( eoimiiandantr
cliama-se Tilos* J.Page. Por esle va|Mr embarca pa-
ra a ei'irle o nosso novo senador, o cnmmendador
\ iveiros. S. Ex. vai nudoso pela tena que o vio
nascer, e os seus innmeros amigos nao daixam
lambem de prautear a ausencia da primeira InOn-
oncla do Alcntara, que leudo servido do instru-
mento, no pensar An Kstrclla, para as pndoiieoes
do Mariani, S. M. a Imperador com a sua acedada
iscolha deif-lhes o maior c/w/ue, que 10 poderia
Imaginar: fo o mamo que Ibes sucedeu con) a es-
culla do senador Mu/. la-me esquccendn di/.er-
Ihe, que no sahhado de ale Hua os antiaos socios da
Terp/ivhore, datan no sabio d.i meama um baile
maiqu, me esleve baslanlementc concorrido. (
mo \, aciia-se inlroduiida enlre nosessa prova de
adlantarnento e profresso no caminbo da clvllisa
cAomoderna. As figuras malainlere-sanles. que l.i
appareecrain, foram dous suaeilos caracleii-id
maneira (Tum dos individuos mais panudos, que
por aqu lentos: c a arara he que esle ahi se acha-
va prsenle, r nao leve otilro icinedio senao ver-se
retratado no duplica eapelho, que Unna dlanlede
si. O Claro dea Lampeos constou-mo que esleve
lambem bastantemente interessanle, nunca ponien-
do vasa lis pilada*, como o Valonea aos copos de
ceneja. Oservico do baile fui meaojojinho: anao
houve quem dofttsse de reparar n'uma circumslan-
eia, (pie vem a ser : o ter-se dado pelo culi rudo
dora bailes 0UUgu*t rom l ntesma quola enlre os
socios, Igual a que-agora apenas ehogou para um
baile lao desprovluo... Sao iiivsUtos econmicos,
que nleraueiite ignoro.
Ilonlem acaheideler, um lliello impresso n'uma
das prineipaes folhas da corle contra o Ex. presi-
dente, assiauado por um anuyo rouge das barrica-
das de I8:mi. ComJgo todas as pessoas sensatas hio
de se rir baoueiraa despregadas, leudo aquello
misiforo de mentirase calumnias, aondeoaeu au-
tor pareca quederramava amargas bmrimas pela
surlcrfle seu Miuueleto, que abordo d'um dos na-
vios da eslacilu se ada comprara de nnrinheiro,
laarimas sem duvida prepassadas jichi remorso d<
um crime, que nimia ronscieiicia, como a do nosso
hroe, davla-ee Iraduxirem hediondos phaniasinas
presididos pela suiroeada sombra do infeliz Cap
chaba... lia em ludo lan um mvslcrio, (pie iimdii
osneramosaer revelado. Sim, silbemos que os com
pliecs se liaamaiKaiiturcs do qualquer crime, CU-
RIO as raj/es Ierra, que ltics (lao vida ; anda que
000 evisla enlre elles a mesma svmpalhia, que so
mente se Crian as acees meritorias, o nunca nos
crines. I.'m cmplice he um fardo por domis pe-
sado, que o devenios levar com gelo cate cum iu-
iniliacoos ou eulo, d'uma vez eslranaula-lo para
nunca mais assombrar-nos nos nossos soulios de am-
t'i< i .o. I -n be da historia dos Mediis, dos Itor-
gia* odeoutrosduataea tiguroosdcsanguinolcnlas
lacanhaa. Por boje, baala. '
Da 38.
S.^ Ex. logo de maulula receben as boas feslas da
oflicialdade (Je varios corpos, decor|Hiracoes ecclc-
siaslicas, e de nimias pessoas particulares. A' lar-
de leve lugar a proeissao deS. Benedicto ; una das
mas concurridas que temos, em razao da grande de-
voejo, que aosa o milagroso santo. Helia 0 Exm.
Diocesano fe/. ce*ar o uso dos anjos capiv os, da ma-
neira cuino coslumavam a comparecer quclle acto,
quasi mis, sendo alguns de j crescda dado. Era
um verdadero es ndalo. A' noile leve lugar o
mire olfeiecdo peln Sr. leucnle-coronel J. J. Bcl-
ford, aoExm. Sr. Saraiva, o qual estove, seguudo
me consta, bstanle esplendido.
O numero das saccas armazeiadas no ultimo de
Janeiro foram de 1 i. I Jt. A entrada no mez de fe-
verciro i,37t. Fxporlaram-se no mesmo mez 5,839,
licam portanlu armazeiadas la\656
Kulraram (luanle o mez passado do interior da
provincia fi2 canoas, 19 gabarras, 3 boles, 11> I gari-
tos e I patacho.
/'. S. Ahi seguo para o sul o Sr. Joao Wilkens
de Mallos, depulado pelo Amazonas: he o primeiro
frtelo da arvore da deputacAo l |>or aquellas pa-
ragens.
diversos jiaueis, relativos ao fornecimenlo de movis
para a escola de nslruceao elementar da Villa-Bel
la, ifin de que a assemhla delibere o quejulgar
conveniente, visto nao haver qttota defiguada |ara
essa despeza.A' commissAo de orrnmciito provin-
cial, i
L'm requerimcnlo de 316 moradores da frcsueza
da Ingazeira, cuuiue pedan a creacode una nova
freguezia, que (eufia j>or uialri/. n capella de Nossa
Sctdiora da ConceicAo das Varas.A' cummissAo de
estalslca.
Oulro de Manoel Alvos Pereira, jirofossnr de
-i .iniiii.ii um lal na o seu ordenado seja e(|uiparado aos dos oulros pro-
fessores da mesma disciplina.A' commssAo de ins-
liuccAo publica.
Oulro dos incmbros da mesa regedora da Ordem
Terceira de S. Francisco desla cidade, |c(lindn que
se uiodilique ou allero a dspitsi^ao do arl. bo do re-
uulamenlo dn cemilorio, de forma queso possa con-
ciliar como arl. ( dos estatuios da mesma ordem,
idn. de ter este plena excruoao. A' commissao de
posturas muuirpacs.
Sao lid(K e apprnvados os seguidles pareceres :
<( Fo presente commissao da obras puhlras a
peticAoenderessjida esla assemhla pelos morado-
rea da povoacao daBoa-Viaaem, solicitando a aber-
tura do canal da camhnu da Brrela, de rerouhecida
utildade para os habitaiiles daquelle lugar.
aneando duvidoao uMsma commissao que
urna obra, que aproveta exclusivamente mu |hi-
voado pOUCO desenvolvido, possa anlcs ser conside-
rada provincial e felfa OSpensas dos cofres provin-
ciaes, do que municipal, e por oulro lado desojando
iv-jM'ii.n' una anliga reaolucjlo desla casa que nan>
dou proceder ;i abertura do dito canal por cunta da
prov lela ; be de opnio que soja a referida peticA
leuiellida ao uoverno, para que, examinada e eslu
duda a obra que se pretende, e pesadas devidameule
as razos de utildade publica, que possam lgar-se a
ella, maude-a elTecluar coulu da cousignacAo vo-
lada jhir esta assemhla para (dirs |uihlicas.
a Sila d.is cuiniuissiies ." do abril de IKV1.//-
rio de Cnpibaribe.F. II. de Mello Reyo.l. J. de
Souza Ledo.
" A commissao de commercio, agricultura cobras
publicas, leudo examinado a ultima parle do oflco
dn cmara municipal da cdade do Sa/.arelh, dir-
aidn em 7 de marco ao uoverno da provincia, e |Htr
esle remellido osla assembta, em que aquella COr>
|H>racan jHuidera a necessidade do dous acudes uo
sen municipio, sendo um nos am baldes da cidade,
onde a falla do Agua polavel be absoluta us gran-
des verfics, e oulro na Lagda do Carro, em idnticas
eircumslaucias ; he de parecer que. cousianando o
corpo legislativo provincial noorcamenlo desuas
deapezasannuai urna quota p^reatacturadeacudes
nos luaares em que estos foroni mais neces-yirios, se-
ja a reclamaran da referida cmara mpnicipal devol-
vida BO aovernoda provincia, para que, fcltOS os ne-
cessarioa eiamai inda reparUcflo complanle, lo-
me-a no valor devido, e resolva como cm sua aleada
cabe.
Sala dnscnnunisses'ido abril de I8VI.laro
de Cupibaribe. /*. /;. de Mello AdOO. /. J. /j
Souza CeSo.n
Tendo a Ihesouraria provincial examinado e
conferido as coulas apreseuladas pelo phannaceuli-
co Joaquim Jos Piniu Guimara'es, para pagamento
de iiiedjcainenlos e uleiisilios, que foriiocera enfer-
maria da eadeia desla cidade, do-do :i do ilexonro
de I8H at 31 de acost de 1849, nao p.ide ler lugar
o respectivo pagamento, i-or ter cabido essa despeza
em exercicios lindos.
(* A commissao vendo as referidas cotilas, (pie de
de M:;i08c(io rs. podidos pelo rrcdor tlcavamrodu-
aldas <5.S0l|B06rs., aliento o abaUmentodo
ceitlo estipulado no ronlralu do forneclmanl
ler-sc despre/iido parte dn pedido do credor.
ruino as diuerencas c inexHclides conhocdas pela
Ihesouraria provincial noexamce liquidarn que
proeedeu ; e considerando que, liquidada esa di-
vida como qualquer nutra pela roparticAu com p-
lenlo, nada mais reala do que consignar fundos para
sen pagamento; nade parecer que sejam ellas re-
melhdas eummissande fazendae orcamento. lim
da lerem a soluto que be de jusllca, qual a conslg-
nacan do respectivo crdito.
Sala (bis coi.....ssOea5de abril do I8.VI.I 'mir-
tino Cucdes de Mello, F. ./. de tUiceira..Mu-
ciel.n
i A commissao de posturas imincipaes, leudo exa-
minado as das cmaras da Boa-Vista, Ex. Ouricu-
rv, Tacaral, Aaua-Prela, Brejo, Victoria, tiara-
iihuus, Cimbres, com quaiito encontr cjn a I u unas
delln disposiijoai que ou deven ser regelfadas, ou
inudilicadas, he de parecer qi' so mandan imprimir
|iara enlrarem em dbcussao, mide protesta apresen-
lar as convenientes emendas.
Sala das commissoes ."> de abril de 1853./. J.
Ferreira de Ayuiar.,1. J. de Olieeira.
OSr. Jase Pedro:IVdi apalavra para fa/er una
reelamaeu. Ouamloo nobre depulado Sr. Briln
miKCssAu de MI de tnaico disse, referiiido-so a nobre
commissao (pie exainiiuu as contas do corpo de |h>-
licia, seauuite :./ nobre commisso deic saber,
:m como salte todo o mundo, tftie as retorne* de
mostra e pret* do corpo de polica nao derem ter
paya* na Ihesouraria senao depois de um rigoroso
examt&. Bu dei este aparte-Esla engaadomas
mo mo sahisse impressu no discurso do nobre lic-
itado, cumpre-me reclamar a sua puhlcacAo para
que se saiha que eu mo deixoi pensar o-la assovera-
;aodo nobre depulado, que uAu he exacta quaulo as
relaeoes de inoslra ; nao Ihe allrbuindn a falla desle
aparte, porque sc que uAu eslava na nula lacbigra-
pnlca.
Fin otilro lugar disM lambem o nobie depulado :
Bu til Sr. presidente, t/uc 0 nnliir depulado ins-
pee/or da Ihesouraria nao he lambem responsacel
poressas fallas, poraue mo he a S. S. y tic rom/ic-
tc conferir retante* de mo compele passai a crista a yue me refer; mas em
minha opiniuo os empreyados a t/uem isso incum-
be, n abusos yuc ora estao recelados... Eu ne*sa OCCBSSo
disseNada mnorla a revista de moslra para o exa-
me das coaita do corpo de miliciamas 00 discurso
do nobre depulado vemNao tem nada as ndaees
de moslra com o exame das contal di eor|m de poli-
ca,oque nao poda eu di/er, |rquc estas conlas
slo prestada* icl.i- relaeoes de moslra.
O Sr. Portetla : Sr. jiresidcitle, nao deveudo
carregar com a responsabilidade de cousas, que nao
diuo uesla casa, e sendo publicado no Diario do bo-
je um aparlcdiOcrcnle do que aqu profer, quandn
orava o Sr. depulado Correa de Briln, enlemlo deVQf
fazer urna reclamao. Quandu o Sr. Brilo, defeu-
deudno Sr. Marlins Pereira, exprime-se assim : l
o Diario O nobre adminislrador da provincia
nessa |ioca (o Sr. Viclor de Oliveira ) sendo Infor-
mado disto, aiitorisou o commandaiile do corpo a a-
ilianlar da caixa respectiva osses 800 e tantos mil
ris, soba condi^ao de os ir amortisandn o nosso col-
lega i) Eu, Sr. |>resJculc, disse em aparteono-
niissao nomeada no flu da sessAo passada ; mas cu
considerei essa commissao acabada com a sessAo au
uual, |H>rque, segundo relmenlo, as comiuissoes
ordinarias acabaiu com a sew3 anniial, e as csjmj-
ciaes duraiu minenle emquanloditra o objeclo \mr,\
que foram creadas, o que parece involver a Idea de
Sucdevein durar anda menos do que as ordinarias,
de cedo, se urna commissao es|>ccial fosso nomea-
da no segundo anuo da legislatura, a nova assemhla
nAo devia eslar |ior ella, porque poda ser at com-
|Ksta do. memhros, que nao jtertcncessciu essa nova
assembta. Nesle caso jhis, *e se entciidc que a
conmaulto he |irecisa, a casa jHnle resolve-lo, c no-
mea r-sc.
Vai A mesa, e he approvado o segtiinlc requeri-
ineuln:
Itequeiro que a representaeo dos arremalanles
do contrato jiar.i o fornecimoulo das cania*, com to-
los ns documentos que Ibes sao concerne ni es, seja
remedida a urna commissao especial de nomea^ao do
presidente, para com urgencia dar o seu parecer.
Rapthta.it
Taubem vai mesa, 0 henpniado para entrar em
dsciisso, o seguiule requerimeulu :
Bcqucirn que si'jain reiuellidns ao Exm. presi-
den le da prov iucia relatorio da commissao especial
e iodos os documentos, deque a mesma comnnaao
esleve de |Msse.Florencio.
O Sr. Florencio : Fiz este loqnoriinenlo, que
me parece ser fundado em multo boas razos, poraue
sei que os documentos, que acnmpanliaram o rehi-
lo! io,j nAo exislem em pudor da commissao, nem
na casa. Eu eroio queIslo nan se veiiccu anda. O
que passou foi, que se remellcsse o rehilurio'cum os
documentos anuexos ao mesmo, mas DBO eniu aipiol-
les, que serviram de base ao Irabalho da commis-
sao. Esle-, documentos sao que provan n alleaado, e
nao arompanhando ellos o Irabalho da eonnJaafo,
he o mesino pie alleuat e n.lo prnvar. Porlanlo, jie-
co que se vote por istu, que lem por lim justilicar o
vol da commissao ; e s isso lera limar em visla da
base, em que a mesma commissao se fundou. He es-
le o mcu parecer.
O Sr. Presidente : Isso osla vencido, |iorque,
lendo-se vencido que se remella o relatorio, osla
entendido que os documentos lambem o devero
M|
bre commandantr do eorpo de polica ditse hontem
yue o Sr. I sefof* Aat't'a dito yue o respontavet en
I'HIUhIUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
Sessao* ordinaria em 6 da abril de 18S3.
Presidencia do Sr. Pedro Caeatcnnti.
As II huras ', da maubaa, feila a chamada, ve-
rilica-se estarn prsenles 28 senbores deputados,
fsllaodo os seoboresS Pereira, Ahea da Sirva, Bar-
ros l'aleao e \'ellozo da Silvera.
(I Sr. Preside/tic abre ;i siss^m.
I.ida a acta da sessAo anleror lie approvada.
o Sr. I." Secretari-i nicnriuna o scuuiule
EXPEDIENTE.
lu olllciudii aecrejaria da prov iucia, remellen lo
trtuse com o dinlieiro. O que cerlomcnte he muilo
diucrciitc duque aqu est no jornal ; pois nada sei
de sciciicia propria, e referia-me lis palavras do com-
mandantc de polica. Como foi mal a|>auhado o meu
aparte, reclamo em leni|Mi.
O Sr. BapUsa :Sr. presidente, supponhoque
exislem na casa alguns |ia|teis e documentos perleu-
ceutos, ou que dzemrespeilo aos arrematantes do
contrato das carnes verdes, os quaes foram remedi-
dos commissao do legislado. Lembro-me que o
auno passado, para o mesmo objeclo que aqu appa-
receu, se nomeou nina commissio especial; eeuten-
do que o mesmo se deve farer agora, por isso que
me jiersuado que a commssAo de legislado, estando
sobrecarreuada de outros Irabnlhos, nao pode atten-
dercom urgencia esla malcra, que be muilo i;ca-
ve, e de loila a importancia. Me objeclo de luda a
urgencia, porque buje apjiarece um clamor publico
muilo urande, lilho du un senlimenlo real, do um
seuliinonlo vilenlo e por isso preciso he quo se lo-
me urna medida ipianlo antes. Assim |hh* pero a
patarra i \'. H\c. que se nomcie urna commissao
l'i.il. para halar doste uogocio com (oda a ur-
-eneis.
Ovr, Presidente:Existe, com efleito, una coiu-
O Sr. Pues Brrelo:Sr. presidente, jicrsuado-
mede que a intelliueiicia quo V. Ex. araba dedar a
\ulac;n, quehuuveu'eslacasa, n7ohea verdadera,
resolveu-se que fosse remellido ao governo o relato-
rio rom os documentos a nuevos, que sao a conla cr-
rante, 0 a demoiislraeo do alcance encnnlradu pe-
la commissao ; quaulo aos documentos que serv i rain
de base ao exame da cininissa nenbiuiia dclibera-
aosc louiou sobre elles. Eu pretenda fazer um
requertroeoto para que esses documentos foaaam di-
roclaineule remettidos ao governo, lim de evilar
alguna mo llflcacao. Tendo a coinmissao encontra-
do nos documentos que llic foram presentas as Irre-
gularidades 0 falsilicaces que foram reveladas c<\
u.julgo que nao so poda sen perlgo confia-loa de
novo ao cor|mi aonde pndem ser alterados e destrui-
das as provaa d'easaa irregularidades o blslucacjoaa.
Infelizmente pureni o meu honrado rollona dacom-
inissanoSi. Mello Bouo, em cuja casa se BCllBVam
os docnmenlus, leudo hoiilem recehido um ofliciodu
coiiiniaudanle do corpo de pnlieia em que aslgio Ihe
Ibasen devolvidos os Uvros o papis subneltidos au
exame da coinmissao, os remellen; do iihhIo (pie a
panas asiste em nosso poder a contaapresentada pe-
lo ex-lhesouiero do corpo o Sr. .Marlins Pereira de
que em nina das seseos pasadas livo a boina de
lallar.
Desejo, Sr. presidente, queso lome nina providen-
cia a este respelto; lenlw grande inlerosso em que
Of documentos sobre os quaes 0 hasea o relalonu
da commissao de que Di parle, sejaiu arrancados do
lugar em que se acham e remellidus ao presidente
da provincia. A commissao disse no MU relatorio,
que existoin relaeoes do moslra falsificadas, livros
poreacriplurar, recibos panados por individuos que
uAu exislem ole,, ele.: ura volunta estes documen-
los |>ara o curfio, (piem no> di/que elles nao pos-
sam ser alterados ? quem nos |Hider.i assemirar que
as relaeosnlo serlo substituidas, os livrosescriplu-
radoa, OS recibos lamben substituidos, leando assim
a commissao quasi na impossihilidudc de prevar o
que afirmout
Eu linha j prevenido aos meus colicas de que
pretenda fazer esse requerimeulu, e se nAo o apr-
senle! ha mais lempo, fui por ler fallado a sessao na
scxla-fera passada, c por uao lar viudo no sabbado
o i.....i Ilustre collega Sr. Augusto da Oliveira que
lamban eslava n'easa accordo : esperava anreaonia-
lohoje; mas aooiicoiitrai-niecnii o nobre depulado
o Sr. Mello Kcgo, disserne elle que os documentos
j haviiiuisido reinelliJos para n COrpO de pulida
d'esde houleml
Nao sc. Sr. presidente, que providencia se deva
tomar jiaraque os documentos sejam sem perda de
lempo lirados da secretaria do corno de polica ; pe-
co aos nobres dcpulados, que sugiram alguma idea
a este respelo. Ningueiii dcixar de reeonhecer,
que coiislando d'esses documentos, alm de outros
rrimes, de falsilicacAu, nao devem elles ser conser-
vados ein poder (TaqucHcs mesmos que os falsili-
caran.
O Sr. Presidente :Creio que o rcquei imculo em
discussfio nao previne o que o nobre (fepuladoquer.
O Sr. Pues Brrelo ;En nAo sei aiuda o que
devo-reqnerer para obler o tim, quavicnho em visla;
no MlanlO VOU ver se furmulo um requerimeulu |>a-
ra remcle-lo a mesa.
O Sr. Mello Reg:Sr. presidente, a especie de
censura que acaba de fa/er-mc o nobre dequlado
que nesle momento seassenta, c a cxolamacao sol-
tada em aparto pelo DODTC depulado que se acha
iniulia esquerda o Sr. Floreucu mo eollocam na
obrigaclo de dar nina explicarn....
O Sr, Baptista :lina censura amiu-avel calic-
illo muilo hem ; pelo mciuis cu Ihc a faria.
O Sr. Mello Bego : E anda quando nAo soja
amigavett nao me posso oppor o que se censure
meu proeedimento quando elle parecer mo. Esta
assemhla, resolveu que fossem prsenles a commis-
sao especial de que eu liz parlos documentos de
que ella precisasse para proceder a um exame as
cuntas do corpo de polica, ou fosse esse exame no
quarlel, ou na casa que ella livesse cscolhido para
suas reunios: a casa que foi cscolliida para isso, foi
.i lint ii ha; ahi foram esses dor ti mcu los examinados, e
ah iif.ii-.iiu elles. Entend c anda onleudo que
desde o momento em que a commissao apresen lo u a
casa o resultado do seus exames, linha prcenchido
a sua mssAo, achava-se exonerada da ncunbciicia
que recebera, e nada mais linha que ver rom esses
(locumenlos, que Ihe foram nicamente ministrados
para a confeccao do fim Irabalho que j se acbav
fcilo. Ora sendo isso exacto e scudo-me entregue
hontem ou antehonlem umofticio dirigido a comms-
sAo pelo commaudaitte interino do corpo do polica,
dizendo juco mais ou menos, que haveodo acom-
inissAo concluido os seuslrabalbos, cuno opmvava
o relatorio |K>r ella apresenlado a esta assemhla, pe-
da Ihe fossem reme I lid os os documentos do corpo,
que se lornavam all necessarios : nenhuina duvida
tivc de cmlrcgar os papis que se achavamem mi-
nha casa, sem consullar a mais niiiguem ; porque
ado que |K>r nciiliunt motivo podia a conmisso
de|K>is de concluir o wu exame, recusar a entrega
de taes papis que perlencem a corpo do polica e
?ue cram reclamados como necessarios. Com que
undameutos, ou sob que pretexto, podiain os mem-
bros da coramissAo negar-so a entregar livros, por
excmplo, que j tinham sido euminados, c eram
pedraes por necessarios para a cscripturac^l do cor-
po? Podiam elles assim proceder, sem autorbacao
desta casa: podiam sob sua icspousabilidade dar se-
melbante passo? Nioguem dir que Bim. Logo co-
mo se me censura ?
E direi ao nobre depulado que eu lambem ante-
vi esse |ierigo que ello recis ; porque deve o nobre
depulado saber que eu nao tenho menos aclp do que
elle pela repulacAn da (ollllllissao...;
OSr. Pues Brrelo ApoiaJo. Nem eu quero
suppor o contrario....
OSr. Mello Bego:Tenho Unto n.ieu e
Imuu e V* isso, ionio o tufare depulado, de que se-
iam recouhecidas evadas todas as asneveracoes da
rommissflo ; e porlanlo no poda querer |ireslar
ineos para que ella seja doorneulida ; |iorin, urna
vez. reclmenlos os documentos por quem os poda re-
clamar, ncmeu, nem nenhumQos nobres deputa-
dos podiam com fuudamenlu algum recusar a entre-
ga dos livros, relaeoes de moslra c ludo o mais em
que I eoniiuissao linha fundado o seu exame ; visto
pie a assemhla nao liuha4omado resolucao alguma,
nem 11 ios havia mandado dar destino difle rente a
laes domnenlo-, que foram mandados para nossa
casa, snmcnle porque a commissao nao os poda ex-
aminar commodameule no quarlel. A isla disto,
qual dos nobres deputados tomara a si a responsa-
bilidade de nAo restituir eises ducumeutos?....
/ 'm Sr. depulado:O nobre depulado nao for-
in.ua pur si s a commssAo....
f>.S'r. A. d*Olieeira :E sabia que seus collegas
jicnsavam diversamente,
0 6>. Meli) Bego:lie verdade que ha mais de
tres dias o tiobrc depulado me disse que era conve-
niente aprcscnlar um requerimenlo a casa, pedindo
que aquellcs documentos fossem remedidos directa-
mente ao governo; mas havendu eu Ihe feilo al-
gumas reflexocs a respeito, tendo mesmo Ihe dilo
lu como commissao nao achava bom que fizesse-
iiios lal requerimenlo, o qual alias podia ser apre-
senlado per qualquer depulado como niembro da
rasa, nao (raamos mais disso; n nuhre depulado
nAo me falln mais de cousa uenhuma, e nada so
linha feilo, quando me foi entregue em mmha casa
o ofllciu (locoimnaiidanlc inlerinndo corpo de poli-
ca de queja fallei. Dcsejei culeiidcr-me com os
meus collegas, mas o nobre depulado tuto se acha
nesla cidade, e o Sr. Paos llarretlo lambem eslava
fora. Peusci no caso, e recciaudo (|ue se dissesse
que de proposilo queramos ler cm uusso poderos
documanloa que pertenciam ao corpo de polica, e
vendo que se os nobres dcpulados estivessem pr-
senles na oceasiao nao leriam um motivo rasoavel
para negar a eulrcua de taes papis, nAo duvidei en-
lrei:a-lo*, mesmo |xirquc nao qu/ tomar a res|>on-
sabilidadcde um passo que cu nAo [Hideria juslilicar
quando esta assemhla nada havia resolvido a res-
poilo. Es a razao porqucdeliherei sem cousullar os
meus collegas.
O Sr. Baptista :Sr. presidente, eu nflo quer>
molestar o nobre niembro que acaba de fallar, mas
permilla-mc que Ihe faca unta censura, quo no mcu
entender he licm cabida. Primoro (pac ludo mo pa-
recequoo nobre depulado, sendo niembro de com-
utissao ecousliluindo minora, nao devia lomar
seu cargo mandar esses documentos, nom remlle-
los, sem que os seus collegas estivessem prsenles,
c lomassem um accordo sobre esle negocio. Ocio
que desta censura o nobre depulado nao se [Mide li-
vrar. Agora pcrmitla-mc aiuda, que responden-
do as suas obscrvastos, com as quaes me nflo confor-
mo, islo bo, de que a commissao nflo poda eximir-
se demandaresses documentos, porquo depoisde da-
do o parecer eslava exlincla a sua missao, e ella nao
podia maia funcclonar, Ibe digo que nao marcho pa-
ra ah. Eulendo que, lendo-se dado essas provi-
dencias, anda a commissao pedera tomar urna de-
liberado acerca desle parecer ; so [>or ventura o no-
bre depulado os nao remetlesse ; e me parece quo
be muilo fcil prever lodos os inconvenientes, que
foram allegados |ielo iiobro memhro da commissao.
I'arcce-me que ipialqtier |iessoa poda prever so.
Ora, depois dessa provisaoscr lAo fcil, lao accessi-
vel a qualquer pessoa nao devia o nobre memhro re-
melle! esses domnenlos, licando assim a cmara,
leando assim a mesma coinmissao na difllcieucia do
nietos, de (locumenlos para provar todos os fuoda-
inentoa do seu parecer ; lauto mais, quanlo de|wis
de um evatne lAocircuuispeclo, se linha reconheci-
do que havia lal-iii.-.ir.ies, as quaes como o nobre
depulado deve saber, davam objeclo para criminal-
daile, para una accao Inda publica, visto que o cri-
me do falsidade he um crime publico, em que cabo
o proeedimento ofllcial ; c assim, esses documentos,
por nina necessidade das causas, deviam acompa-
nltar o relatorio de commissao, deviam ser remedi-
dos ao presidente, para elle os remoller ao promotor,
publico, e esle futicciotiar no caso, como era de seu
devor. E digo que islo sededuz de urna necessida-
de das cousas ; c nao sei para que estamos aqu lo-
do* os dias a inventar novas doulriuas, novas (heo-
tias.'di/endo que someule o que osla escripto na le,
he qiic sedevo fa/er, nao valendo as nduecAes, no
valeiulo a* regras de iulerpelracflo. Senbores, eu
oncluo aqu, pedindo venia ao nobredeputado por
no ler pronunciado desle modo.
Vai a mesa, o he adiado, o seguiule requerimen-
lo. ((Kequermos que. por inlermcdto do xm. pre-
sidente da provincia, soja reqnisitada rom urgencia
a remeasa do lodos os documentos, que existiran em
poder da commissao especial cucarregada da verifi-
caendo esladu finauceiro do corpo de polica; e
que pelo commandanle leudo sido fornecidos, foram
honleni requisilados e devolvidos. /'. X. Pae* Bar-
reto.i. F. de OU reir.
0 Sr. Manoel Caralcanti:Eu lastimo, que (al
oceurreuciase livesse dado. Eulendo que o nobre
depulado nao ptideargumcutar com oque a comms-
sAo faria para o quo ello fez : a commissAo entrega-
ra ou nao, e o nobre dcptttado nflo he a commssAo.
Mas, cm lim, o mal esl feilo ; poreni eu nflo o re-
pulo muilo grave, e digo o por que. Se o adminis-
lrador da provincia qui/cr lomaren! cousideracAo o
laei.....-corrido, lem bastantes dados para isso ; se'
nao quirer lodos os (locumenlos serao poucos...
Um Sr. Depulado :Nao vou para ahi....
O Sr. Manoel Cavalcanti:Eu nao espero ou-
Ira punicao, caso quo se lenha dado o crime, senao
a demissflo dos ofllciacs: pela juslica nada espero;
a primeira parle j basta....
O Sr. Paes Brrelo :He preciso um exemplo :
a denisso nao he casligo. Homens quo liraran di-
nheiros pblicos, homens que falsiflcam documonlos
s devem ser dcmillidos ? Dos nos livre disso...
O Sr. Manoel Cavalcanti:Tal vez mo oxpres-
siisse nial dizendoj basta. Eu me dara por sa-
lisfeito, se se dessem providencias no corno. As
vezes reccio que nem isso se fara. Taes juslifca^os
se podeni apresenlar, que o presidente (nflo digo es-
lo_ou aquello;, qnc aauloridade, seja ella quem for,
nao d o devido apreeo. Por isso digo : o mal os-
la fcito, c remedio nao ha. Esses documentos qno
sepedem, quaes sao ? Sao os que foram presentes
coinmissao, c agora devolvidos ao corpo. Has o com-
mandanle desse corpo, qualquer queclteseja, pode
mandar outros documentos ; o como nos nao sabe-
mos quaes foram elles, por quo creio quo nao so fez
lermo da entrega, o que lazer cutan ueste caso ?...
Cid Sr. Depulado :Existe urna relarao dos do-
cu meo toa que foram remellidosa commisso.
OSr, Manoel Cavalcanti:Mas,no corpo, creio
(pienan so fez essa declaraco. Por isso digo: o
mal esl feilo, o nflo ha remedio nenhum, porquo
todos os remedios que podera haver, soem resulla-
do a demora de ou 3 dias, ou mais, cm rujo (einpo
se pode fazer muila cousa. Eu nao digo (jug os vao
substituir; mas caso que o queiram fazer, ha
lempo bastante. Por isso digo : qualquer requeri-
menlo que se aprsenle, nao consegu'e o lim que
se pretende. Nos lomo-, feito bstanle, para que o
governo d as providencias, e eu me saltsfaco com
'so- (Conti*ua$<*-ha.)
DIARIO HE miWHHHO.
A asscmblca provincial approvuu Bnlcni arion
pareceres das rummissoos de faxenda o ori;aniculi.,
obras publicase negocios de cmaras miinic'pacs; e
iiiliou, por haver pedido a palavra o Sr. Francisco
JoSo, oulro concernonle urna pelicao de Oerniano
Francisco de fHjjeira. ,
Man.lou impriioir parecer o projcclo da rom-
misso espacial. eucrrcada do eiame da prclenc.ilo
.!. conlraladorw das carnes verdes, no .pial a
mesma eommus.1" opina que se di ao uoverno auto-
risacaopara rescindir o edntralo cusiente, durando
poreni esernjapor mais dous niezes, com aobri-
irai;5odeos ii.iilraladorcs s inalareni meladcdasre-
/s ma deviam matar, e, sem mais direitoaindeiii
uisacJo alguma.
Entrando na ordem do dia, approwiu cm primei-
ra iliscuwdo o |irojeclo n. ((i, que adopta a |>oslitra
iuUD|Aipal de 'i demaiode tsi'i, e em segunda, al
o rtico \2 exclusivamente, u]projecto de or^amenlu
provincial.
A ordery do dia designada para liojt! eomprelien-
de, alm do que licou da auleeedeule, a terceira dis-


rutsao do projerto n. t3, njue aulorisa o governo a
.i|>i>.....i.ii |irofessot de primeiras letras da villa do
Liuiociro. .
e*ElSgfii^ '
Kulrot hnntcm dos partos do norlc o vapor Ba-
hiuna, trazcndo-nosgazelas do Part al 10 do pas-
sado, do Maranlia al 26, e do Cearu al o I- do
rnrrcnlc.
Todas esuH provincias eonlinuavam a gozar de
soce&o, bem como as que llie licaiii vizinhas.
Olanlo sduas primearas, as cu las dos mistos ror-
respoudenles, quedeianins .-taradas em lugar com-
pclcule, dispeusam-nos do dizer raals alguma cousa
sobrcellus.
Pelo que res|ielo ao Ccar, j cslavam Camlveni
quasi iuleirameule dissipados, romo no Maranhfio,
iis receiosdaaecca, qucMjMippunlia Inuninoiile. A
chinas apparcreram aual, ora inais, ora menos a
liuudautc; c de varias correspondencias que. vi
mos, com dau do mez pasaad, romla ler principia
do um soflrivel Invern em Sobral, na luiperalrii o
no Aracal), |iolo que achavaai-w os babitontos des
es lugares bem reanimados; parlirularmciile Ada
Inqieralriz, ja alguna dos quaes tinliarn soDVidn iu
lavel prejuizo em scus gados.
Na capital, todava, aluda so aciiava a farinha a
20 o a 30 patacas o alqueire, em conscqucncia da
avidez do malditos especuladores, cojos mauojos
cin breve serian i frustrados, poisque o presidente da
Kroviiiria mandara comprar daquclle genero no la-
jleirosdoCascavel, oodj- obleve cerca de 600 al-
queires a 4MMK) o quae deviam ser vendidos por
prec,o inferior ao do mercado.
cmiMi muios.
REVISTA THEATBAL.
D. Cetas- ao Btua.-O Betjo.
A critica nunca malou o que
decc ciccr, o elogio sobre In-
do nunca leu rida ao que de-
cc tnorrer.
iCbaleanbriaiid.)
Ilaviainoi feilo lencao n visla do desempcnbo que
leve no llieatro de Santa Isabel, o drama I). Cetar
de lliuii, ua ultima vez quesubio scena, de oln
servarmos unicainenlc na nussa rovisla llieatral que
II. Ceaar de Bazau nos dciinra balizando : porin
osle proposito so esvaeceu logo que leino a critica do
Imparcial. Diz esle u'uin alrapalliado periodo ro-
mo qiicni lem a coscieucia do despropsito quo a-
vanca (a ponto de esquecer-so |iara que chamo o
Sr. tierinano) que o Sr. Bezerra uu papel de H.
Cesar de Bazau imitouo Ilustre ai lisia brasileiro o
Sr.Joao Caelano do Sanios!... c accrcse.-nlaiido
que o imitador esleve pcrfeilamenlc a raraeler, e
dcmouslrnu nolavel dcembariirn'..... Ist.i |mdc 10-
dnzir, por imiilo moilcslo que seja o Sr. Be/erra, a
runsiderar-se nao so imilador dosublime artista, mas
que al Ihe coubc etccde-lo na ciccuriiu da parle de
II. Osar. .,
A imilaco perfeila c descmba arada, nao poda
conduzir a lucilos.
(I critico Imparcial que se cscapou pela tangcnle
de que o muitoconliccimeutoque lia do drama 11.
Cesar de Bazau, o dispensava de o analisar, be ct-
eellenlo a Icmbranr.a; nao nos salisfaz porin se ao
menos disse-se que casta de lidalgo era o conde du-
que, mas nada.
Descrcver o Imparcial o raraeler de II. Cesar de
Bazau, n'cssa nao rabia elle, |iorquc a .fa/e-lo 0
ciMiflirl contemporneo c collega, nao poderla por
rerlo av aneni. que o bebera que nao se poda ler
nas nemas, nao obstante pode ler ion duelo amalar
un eapilao, no que imilouo Sr. Joao (metano dos
Santos, avanrar igualmente que o desasado, que
roiivcrleii em chalacas de laeaio, os dito mais agu-
dos c espirilunso-. anida iiuilou o sublime arlisla,
que sabe dar a convenienlc exprcsso aos dilos*
grammalirosc lcelos: que llnalinenlc o alalioalhado
aelor que so sabe por (oomoslcnlaoan risivcl, em evi-
dencia a boa llizura que pcssuc,eomoo dar-nos provas
do boa memoria, repelindo o scu papel,coma greca
ilo r.i|>azde escola, sem talento, sel esluilu, c soin
arle, que nao souhc em todo o papel o que disse c o
que fez, e nao olislanle iiniluu neolosso da arte dra-
mtica no Brasil!!!
Vamos l, o que nao fez a Or e MU de nobres ca-
valloiros folbilinislas, o fui o tifio miterneel, por
qiianto lomo o uso (andigo na verdade) de na crili-
ca durmos a razan do nosso dilo.
o conde de arofo, duque de Razan, hcnlvpo de
um lidalo, 'iija a educara esloja a par de 101
alia gerarrliia ; da bravura do cavalleiro hespanhol
degradado, mas nao pervertido, alliando o vicio rom
noble-procedcio-, linalinonlo mu daqucllos entes
q......i eareeem de nina ImprcttaO sublime o tnrto,pa-
r,i seren capazos de grandes oousas, como o foram
de se ilesvairarem, oiilregaiidn-se ao vicio e a 00-
tordan.
Nao era noadvel que um drama de lana imagina.
{.lo como D. Cesar de Bazan, deiuaie de ler un
penaniciilo elevado |e moralissimo, c leosle que
um joven illuslrc por nasciinenlo, atorara, o que
to\c principios, poderdegradar-so, mal nanea prc-
verler-se; que um sonliinenlo profundo, nina iiu-
pressao generosa, como o amor c a gloria, n rosiilui-
r .i p.iliia, aos fteus devores, o a sua gorarebia.
Noscoma nulo na conscioncia, c em extremo ron-
pe iletrados das ctccllcnlcsubservaooesdo Imparcial,
convencidos como elle que os elogios indiscreto- e
esagaradoa pordem os artistas, oliscrvarenios, que
ioiiIioi um |iocla d'agua doce, do qual os ronlcin-
poranoos ignoran! o nomo, o querer imilar uns ver-
sos do divino Cani'ics. d'esse sublime cantor dos l.u-
sidaih, cuja gloria rhegar inais remla |Mislo-
ridade : ci o como c cin que lugar.
o Na caliera por gorra linlia posla
o t'ma mui grande rasca de lauosla.
(CamOcs, l.usiadas, ranl. ti Esl. 17. >
Imitaran.
diocridade seni|ire Icobcrla por ventura o Sr. Coila insinuarle no capinlo do
publico, ene islou-ae um lano velba escola. O
moo goslo esUva enlnmisado ; como combale-lo
de cara a cara o rercm-cliogadot
Mciaduziado individuosdecidiam do meri orto
arlislas, como nos fez conhecer o celebre jornal vi-
gilante, publicacaqiie tratando'da arlo drauulica,
inais nivopo e lem maiiifcsladoem tal genero, de-
pui que os prlos gcnicm coio outrora a montaniia
para parir um ralinlio. ,
l'oi oulSo que apparecou o /rnnTo WWi "
comprendido osle, seguie-seo V,g & <'., conipieheudidode mam pelo adeptas do ni.io
goslo, anda apparecou a firma commernal, o tinal-
menlc um amador no Diario dePernambuco c na
InUo.lleciita ThealraUV. Este lie n arsenal o
Ircm do guerra com que temos combatido, c dcrrola-
do esse nio goslo.
Continuara as nossas nubliraooes, em qnanlo
nao seja loda a compauhia do thealro do baida Isa-
bel, a evpresso geniiina da escola moderna.
A medida que esoreviamos, os arlislas.de mrito do
tliealro de :Sanla Isabel, conliecendo que linliam
apoiu, foram uns lomando bom caminho, oulros
aprosenlando-se impvido, oulro linalmenle mani-
festando loda a orca do sou cngenho.c o inciliorres
desesperaran!, calumniaran! c mcnliram, |ior si, c
iior scus orgos. ,
O Sr. Costa, ja no gracioso, ja no serio, desassom-
brado nos lem mostrado naluralidadc no prtmeiro
genero, esludo o arle no segundo.
O Sr. IJnimaracs, que receloso se moslrava, c
coin razo, de apparcrcr no tliealro, aonde se msul-
lavam o arlislas. quando esles nem ao menos li-
nliaai aberlo a bocea, evitava aprcscnlar-soiom scc-
na, quando linha ucralinenlc \m espectadores um
grande numero do pessoas, que nunca o liaviam vis-
(oroprese'nlar.Cbegou.vioovcnrcu.
' A Sr. Leonor tlrsal.a perola do llicalro de San-
la Isaliel, qucsingola o graciosa seuipre ao moslrou,
lem adquerido svmpalhias boje iiiabalavcis.
t) Sr. Mendos', lem uanbo lorreno a passos de gi-
ganlcc oulros arlislas inais se dcseiivolvoin, c Mo
escolados pelo publico rom mi......se,
O orgullio, a vaidade, c as nullidade* prclcneo-
sos, dcbalcm-sc o rliamam em sou aimlio as evrrc-
cencias do l'igilanle !lano |inr para ellos.
'ludo quanlo levamos dilo, o Irouse a lorreiro a
Kalanlcdisliiircaodo Imparcial, wdire o Sr. Coate
deivamo alraz observaclese fados; agora so nos
resla darmos luzojuizo que nm Imiiii numero de
pessoas das inais Ilustradas do paiz, lem manircsla-
doa respeilodo Sr. Cosa, que este scuurainonlc es-
leve representando no tliealro do Sania Isabel dona
mezes, scniserdevidaincnlo roinprebeudido (e que
rulo havia para isso '! a mistura da velba o nova ot-
ela, o cmbale comanle da iiatiircza que o allralic
para qjn genero, com o BtuldO c a arle com que pre-
lendescr perfeilo em oulro.; no cnlanlo, boje eneon-
Iram-lbe nalmalidado cxlrema no genero cmico,
csliidoc orle no genero serio. ......
SeoSr. Cosa he auora o arlislado llio de Janei-
ro, un seo foi no jirincipio das suas reprosenlaei s
em Peroamboco nao o sabemos, o que podemos di-
zer, otcrcmoscroallisonanlo, he que o Sr. Costo,
ullimamcnlc reprsenla mclhor. do que 0 fez no
cniner do sons Iralialbo no Ihealro de Sania Isa-
bel. '
Se neslc Ihealro nao cnilioccm o progresfo, vai-
dosos prosuinidus, o nullidade-, DiKO se parecoin
como Impamal.nn qual noli.....>s lano Bellopar a
crilica como babilidado arlislira nos afeicoados no
que he org.lo.
(I no-so Imparcial liemlodlolio, nao Ihe escapo
.. iilaaoMmtMlUeu arli-las pro-oiili- o paaa-
das; nos que i......i lodos os ospirilos aeaub.i-los.leimw
miiila oiqoisilice, sempre vivemos temerosos de q
o mundo se acabe ; .....virlud. do que mo abrimos
bien a rcspcilodas leglIimM cou-oquoncias do logl
liiuo-laeos, que ten.....torito do ollorocoi-nos ga
i.inli.i- (ue mu lano alonuamas nnssas pprelioii
snes ; ale luigamo*, quo menos perspirasos nos luos-
trnriamos, anda quando em secna so eslendi-ssem
ciiliiinceimeiilos menos lgaos, escndalo que por
orlo iiiiuea livemos occwiiao de observar.
rcialidade quo ediltea, o noaso col-
Sr. Scnna capaz do intimar uina
c o Sr. Mendos do ler una scu-
i.iuando se ronvoncerao os chrlsUos de que ba-
lariaaviolBXo dodomiogo para allrahir sobro nos a
insta ira delli'A, que rom o nosso desprezo tanto
'liavemos provocado.
(Juanlos flagcllosnos mo conlaa historia, que lem
v indo a Ierra, por cansa da profaoac*> do da do So-
nhor.
I neansa v el (em sido o nosso zelosn prelado em cla-
mar oonlra o perucioso e laraenlavel abuso de se
nao guardar o domingo; miiilas.o repelidas adniocs-
tacc'i.'s ha feilo aos legislas, e inais uegociaules, para
que faeain costar no domingos o giro deseus cslalie-
loeimciilos, mas infelizmente lem ido do balde todos
os seos ceiterados eforros para fa/or cossor lat pro-
codimenlo, e fazer respeilar este preceito : o desres-
peilo a nossa roligiio de ludo lem zombado.
Felizmente acaba de ser dirigida a nossa resncila-
vel asscmblca provincial, urna pelieflo assignada por
inais de com caiieiros, na qual |iedem providencias,
para quo seja confeccionada urna postura muuicipat,
prohibindo que so conservem aberlas as lujas, c inais
rasas de negocie* nos domingos, o dias santificados.
iHir isso que eram obrigados por seus |ilroe a Ira-
balliai nessos dias, de sorlc que para cllcs nao ha
via dia de descanso: igual peluo j havia sido an-
teriormente dirigida ao Es.ni. bisno diocesano, que
apezar de seus ardcnlos desojo nada i>dc conseguir.
A nossa asscmblca, romposla do homons emiiicnlc-
menlc religioso, acaba de lomar em considcra<;.lo
esse roquerioieiilo, e leudo ouvido n respeilo a c-
mara municipal, lem formulado um projeclo, addic-
cionandoum artigo a posturas da cmara municipal,
no qual prohibe o uso do se couservarem aberlas
as casas de negocio nos domingos, e dias santos, ex-
cepto as de gneros de primeira ncccssidadc, Impoo-
do mullas aos que infriugirem.
Parabens, o mil paralioos a illuslro asscmblca pro-
vincial |ielo passo que acaba de dar, alim do fazer
cessar ao menos esle escandaloso abuso, concorrendo
assini para que soja respailada a guarda vio dia ron-
sagrado ao senhor. Praza a lieos que vejamos rca-
lisada esta saiidavel medida ( quo foi lomada na cor-
le do imperio ), o que nao seja ella ao depois Iludi-
da. Continan os scnliorcs depiilados a mostrar o
quaulose nlercssam para quo soja resucitada a nossa
religiiio, que rccelienlo por isso o merecido premio
de Heos na elcrnidadc, e as heneaos dos vcrdadeiros
cbrislilos na Ierra.
Herir 5 de abril de tftt.1. O cathalico.
DESPEDIDA.
Sabio dosla oblado no i- do rorrele no vapor
Seren, a l vai raminbn do'llio de Janeiro o
dislinrlo cidado, o Sr. I>r. Francisco Carlos Bran-
dan, a qiiom llevo boje a exisleneia, e mciis iuiio-
cenles filhinbos lorcni um pai, pelos esforros c des-
velos rom quo, mo obslanlo scus grandes padooi-
menlos plivsiros, tomn a si a uiiiiha ilcfeza peanle
o iiilegcnunoo jusliceiro tribunal do jurv, onde
por duas vexes comparec, porque assim qurnrain
nonens malvado-, que me nipiilaiain um crime a-
Iruz que loi foilura do oiilrem.
Faltarla cu ao sagrado dovor da aralido, se na
sua aiscncia llio naosignilicasscniiiiliaextrema sau-
dade; saudade que scadoea na firme eonvirrao oni
qiiccslou, do que lomando ello assenlo na cmara
do. ilopuiados, saUsTara mpeclacJio poMica, lano
inais, quaplo o Si. Ilr. Brandan nilodcve a suaelei
cao nem au suboi no, iiein :i caballa mesi|uiulia, ad-
qiiirio-a |wr sua im|Kirlaucia siM-ial, o ivjnpalnial
que Ihe Consagre esta provincia, que so ufana, e se
gloria de ler iilbos com as ipialidades brilbauli-,
que ornain a peajol do Sr. Ilr. Ilraudio.
Receba elle ita corle do Imperio o me saudosc
adeiis, al que cheetic o lempo de, vallando aos
seus lares, cohollo de gloria, rcrcher o abraco da a
mi/,ule agradecida do sou amia. Itocife 1 do abril
do 105:1.lote Goncalctt da Silcu.
^rjdocumento n. fi, que sosegu, basla Dar pro-
r a noco em quo volloii o rcceituarlo do hosplt
var a poca em que
J_____"!'
Francisco I
iiiiiii
Com urna imp
leua, lulo aebou 0
oideiu de prisa".
lenca.
CORRESPONDENCIA.
O Belfo.
do iieijo augnienlada pclasjudirio-
ii Sr. l.islMia o Cosa, a nosso ver sa-
i, e o nteressanlc capitulo da 8a-
aluiuna- ron ecees, inolboroii
ide, o, deve ler,
o icferido capi-
Impar-
f Na caliera \k*t uorra iiosla linha,
a l'ma mui granoe casca de iaiiiha.
Parare-nos, salvo mollior juizo, quo do iioela imi-
lador ao |Hiela imilado. existe nina distancia que or-
eara |ioucii inais, ponen menos, por aquella que so-
para oSr. Bezerra do illuslrc artista o Sr. Joao Cae-
lano dos Sanios.
Ja agora quo o Imparcial me mellen nislo, va-
mos avante. Quo a Sr" Manuela l.ucci seja bella,
graciosa e genlil, cis millos osles que nao conlesla-
inos, e bem longo d'issn, inais fcil nos seria darmos
A luz em uhscqiiio da dama, um poomazinlio em
lies ranliiibos, canliiibo do bollo, rauliuho do gra-
cioso, e finalmentecanlinhn do genlil que o avau-
earinos o inais sedii;o elogio de follielim, i maiicira
ilosqiicalgumdos nossos rolle (jai lenham feilo sobre
a .''iiiil Mariiana l
Seria uocessario que nunca xissemos danrar a
Cnitaiia, a Aragone-.a, a tndalwa, e linalmenle a
lleipunhola, para quo na Sr. Manuela Mariiana
i'iicoiilrasseinoa 0 Malero cuja roeordai;ao no faz di-
lalaro coradlo, bilhar osolbos, o em ulliiun consi-
derarmo-nos electrisados, niagnclisiulos, transfor-
mados.....que saltemos nos I
A Sr." Mauoela l.ucci nio ropiou a Mariiana.
Nada de fleiixel, voluptuoso eaerio na sua dauca.
0 iiandciro na nulo da bauladora, qoc he a vei da-
llara anlilhese da cabeea de Meduta, foi mu trasto
de luxo para a Sr.-' Manoela, que com elle se oceu-
pou nina boa parle de una scena, a arranjar-lbo
urnas lilas, o na dauca licou ocioso!
Nas asscmfics a Sr. Manoela parecen cspriguii;ar-
sc, ou que Icnlava cjiegar rom os bracos a algn) ob-
jocto elevado, cahinuo a pousar uo labiado |iela
tendencia que lodosos corpos lem para o centro da
Ierra: |irjsada o rontrafcila, nAn s nao arremedou a
bayladora, coniomyslilicou o publico.
se o re de lodasas llespanhas foi seduzido, nos
ficamos,... licamos.... aitimmetmo.
c lniii' ni! nos di/ quo a Sr^ Manoela estove
fria nos ltimos aclos : nos que nflo eslomns coslu-
rasdos a criticaros arlislas invocando os galos, o
tamben^craleras dos v ulcoes da Islandia, e que alm
dislo nada sallemos obre o respeclixo calor normal
dos artista, s nos cabe dizer, que nao obstante o
drama insinuar n'unia phrasc Sr. Manoela, a ina-
neira [nirque se havia de liavcrcoraoroi, phrase so-
1 'I i un-, Sonliora ou leiiho medo de viis.ii nao sil nao
den a nina tal phrase um assenlo proprio da singo-
le/a e candnra, que ella pedia, mas alm dislo por
vezo no dialogo com o re, appareceram as ou/uif-
dasmaqe deria ('irlos II.
Se p.u em fferilico Imparcial, assentou qnc a Sr.
Manoela l.ucci. esleve ira nos uliiuio. arlos, polle-
ra lor razio ; que sallemos nos dessas cousas ?
Quando dissem") que o bom drama I). Cesar do
Bazau nos deixou balizando, pertendemo inculcar
que o sen dcscmpeuli cm gcral hii muo.
Ao Sr. Costa, ua qualidade de distribuidor e en-
saiador, maior cuidado dovo dar qiialquer represen-
taran ; oslamos convencidos que vendo a eseeucAo
do'drama em nueslTo, nadaste om scena preocu-
pado, miiiln principalmente ronhecendo queoscu
papel, por odioso, nao poda inlcrcssar espectado-
res, ao iiimiIii que dcixassem de nbsorva que os ar-
lislas que doseiiqienliavani.os papis que inais deve-
riaui iiiipressiooar o |iublico,o fa/iain da maneira que
osle presenciou.
Miiiualanle aehamos o/w/inrciVi/, quando gaba o
Sr. (aisla no Un. .lo Janeiro, oo deprimo em .Per-
nos u.o podeuio- a lal ilislinccAo do lo-
que 1 ,.ti..-i >.".">- .(...- I...,,i,i.,-
ojui/.idos illiistradiH quo liuno-
A nova edicto
sas animlaoBa d
liin ntida obelli
loia, havondos.iirrul
riinsideiavollnciilC e nulra- quo pi
lomaran sobrenianoira iuleo-saiilo
lulo.
Bat unos perfoilainoiile dcaccordo rom
cial que a Sra. Mani la doseiniionboii com graca o
[lapel do Balota na ullinia represeulaeao, e mollior
do quo minea pelo lor purgado do multa fiioleira.
que outrora causava, alm do focrW enmiaimo, de
que nos falla o esiipl"!, havia alarido e assuada
nropria das praczil de CtualUnhm, de que nos falla
laiiibcni o colleja que be mullo chelo do novidados)
N..i "luanlo quanlo levamos dilo, don- ^e-lus ein-
prcgouaSra. Manuela, um, inennvcnionle, oulro
lillu, da Ignorancia; foi Inconveniente ouesto que
fez rom o dodinbo que so cometa poda Incul-
car que um luij" vale inais do que um vinlcn, c is-
lo nao lie bonlo.
(gesto quo denuncioo ignorancia, foi aquel le, em
que i ira. Manoela fez eom as raaos gatimaohos (ic-
io poscoro, fallando do manteo: nao havia nos
nombrse patete da Salina musa que incioi i-e ca-
pela! inoneo.
(I maiilio da Salla be nina saia sein prega. A"
Imparcial, que nao pode soffrer quo o papel do ca-
pullo Castro seja ridiculo, diremns que ao excep-
tuadnos Joaiininhn, lodas as mai peraonagena da
(arcato ridiculas, e ocapilaoCssIro mala do que
nonhiinia; um velbu quo demora inora na pi.ua pa-
ra que Ihe onliieoanlias, soiou nao ridiculo? nao
piTlouce dojiise lu'rilade a ossas composiocs deno-
minadas falcas o ridirularisar roslumes c arlos ex-
(ravauaiiti
,i
mi"
gaies.'oppiir ni
ful", "- I........
enrulado.
ti Si. Coala,
-liliand"no Ihealro doSnula Isabel,
linas ion-as nolamos "ligiualissinias. na rnlica
que o Imparcial faz. ao Sr. ('.osla, como be o dizer
que vio mollior rapilAo Castro, sem duvida o Sr.
Ita> mundo, pena Ionios que nao reato proferido es-
se nonio, poli completara o hbil cscriptor um pa-
ralollo que orriqiceeria o syslema de maxlmott
minimiK, que osca|'"U a auacidadi- do Ncwlon.
Comoll'oilo o Sr, Be/cria ImilandSeom fiiirida.lo
o Sr. Joao Caelano do Sanioso o Sr. Ray mundo ex-
cedendoo Sr. CnKa, offtrocerlao paralellodllo.'
OSr.Cosa com trcgeitnt e faceciat ridirularisii
lodos o- panoje, segando diz o Imparcial'.... ora islo
nm -e ,'Hiende: que Irogollo ridirularisciii, v, mas
facocias!... valha-nos J)eos. esle Otcriplor be ot nus-
-o, peleados.... Se as rareeias que eniprega o Si.
Costa siloda coinposicodramalica, nao ha riinie;
-e ellas-.lo da sua lavra, o Si. (a^la alm do artista
lio liomcm de espirito, e em todo o caso nada ha do
ridiculo: porquanloafaroria be o epimanuna amo-
no, c sublime dn uracejo do bello ideal da agudeza.
Fallamos noSr. Bayinundo, o o Imparcial cm pa-
lliacos ; porgiiuliiniiisqiii' lal palhafO ro o Capilo
Castro feilo por aquolle arlisla, damos lironda ao
Imparcial liara dizer o qiicquizer, porin o que nao
podemos admillir lie que cxislain boje palbtfot no
Ihealro de Sania Isabel: porquaoto nao loiuliroii ,i
iniprcza, nem a arlisla aluiiin por om scena 0/oAo
Maluco, acto indecente, inmoral o estpido; ludo
poilcr caber no Ihealro, ludo poder all fazer mu
arlisla, mas ridiciilarisai-se nina dasIrislcs miserias
que atnigcm q humanidado, so o egosmo da atre-
vida ignoranria o poderla pralicar ; o nao obslanlo
a jusla indgnac,o da maior parle dos espoel.uloie-
os parlislas das emprezas o os alcieoados do Sr.
Itaynuindo, que eram sem duvida as tromlielas do
prgresso o bom gostn duqnolla poca pediram a re-
liclico lemos a honra de ser < m amador.
A guarda do domingo, desse dia consagrado
Dos, dia de descanso, c de rc|iouso foi sempre res-
Iriclamcnle observada |iclos clirislaos dos primeiros
serillos, sevaos observadores da lei do Chrislo; ess;i
obrigaro era l.i" restricta em oulro lempo, que se
f i/i.i cessar loda e qualqucr obra servil desde a hura
ilc vespera do sabbado. A polica daquelles leni|ios
fazia fechar todas as casas de conimercio, desdo que
so locava as vesperas. Nao he so no descanso das
"liras servs que a groja faz consblir a nanla do do-
mingo : ella determina, na guarda desse dia, o rum-
primenlo de diversas pralicas, ou soja'em razSo da
sua saiilidadc, ou seja para dslngu-lo dos oulros
dias por signaesde alegra espiritual prohibe expros-
sainenlo que nos occupomosdeqiaqwer nogocio;
dolormina, que nao sejamos ominissos no cuinpri-
menlo do preocilo de ouvir inlssa iicssc dia, e de
l'.i-- i-I" na pratica de obras de saulillrtrao. Mas
quanlo difierem daquelles os cbiistAos do seculo pre-
sento ? Que rclasameiilo se nao observa hojo no rum-
io i iiionlo dosle preceito ou, para melbor dizer, que
csquecimenlo total (leste o de oulros perceilos da
nossa santa roja, foute de loda a nossa felicidade ?
Que juizo formar do nos o protoslanle, que per-
erre a nos-a ei'lado em un da de dominen, em quo
se v lodos as casas commerciaos cm continuo giro,
como e mo Tora prohibido i arlos de roininoreiu,
as nogoiiaeiies ne-se dia ? Dsjudoos guardiim rc-
liui"sameiicoKlib.-.d" ."iii tllm do honraren- o so
ni,,,, ios pi..ie>i.......s rio toreros Djjmardadodo
mingo, iienhiima eapacjad* aegoclo te trata nektc
da.....Iretanlo -" okrialaot .13" o escandaloso, e
peiiiieiu." ov.'inpl" do nao observaren! o santo pre-
Srt. Redactarte : Como iiaolonba al agora a|i-
paroeido o autor das |iergunlas insertas no Diario
n. 73, sol. o nomo de boticario dados, c por lano estoja o Sr. Ilr. Pitonga desonc-
radnda ohrigaeao de responder a laes porgiinlas,
visto que 0 bol icario nao quiz aroilar o honroso COO-
viloque Ihe fura mito nos Diario us. Ti e rectiHca-
:|......de n. 75 ; o romo esteja a nosso alcaneo algu-
ma cousa do que lia a lal rospeilo.no quoremos dei-
xar de contentar a curiosidade de qiiem so diz (ii-
go de noimt toldadot, e ao nicsmh tempo de tpro-
ilar a uccasiai.de Irazor ao ronhceiinciilodo pu-
blico tnsalo, fados que sem duvida nos merecer
Inda a eon-idoraro, o que lem posln os inedions do
hi.spilal a mere* du boticario forneredor ; aillos, po-
rin, de cnincc.irinus.declaramos que bremos raspn
leudo riroiiinslani'iailaiuonlo segando
leVmille.osem faiennoedooma s.
latigar o publico.
A idea eapilaldas3 prinioiras |ierui
lo boticario tuppotu nmfoo de muo
pie leudo o Sr. Iir. Pilauga, no oBJf
nosso oslad
v ez, para n>io
lillas foilas pc-
sotdados be
i dirigido ao
Si. Dr. domes om 17 daagoslo, dolO't, declarado
que o boticario Jos Mara Freir (amaro ludia lor-
io remedios para o hospilal, a ello, c niio a bo-
tica da raridade se devla imputar a racriminado
feita pelo inosino Dr. snbrc falsilieaeao de remedios,
relaloriode 11 de jiilho do 1051.
V e-a perguntarespndete queettandoa isiiua
do hospilal da candado oncarregada do foroeeiinentn
lia batanle lempo, c tupprido somenle cm sua ralla
oSr. ameiro desdo CI de maio at i do niosmo
inoz, cuino provain ot dnciinicnlns ns. 5 o (i, leudo
as roprescnlacoos ronlra falsilieaeao do remodins
riiincea.lo desilc:10 de abril de 1051, lio \islo que a
do.liiialoi ia a que se soceorieii o porgiinlador 0*0
exime a raridade da iinpularao feila no referido ro-
lalniiide 1,1 do jiiulio do 1051, visto romo 0 forneci-
.....nl"-iipplomonlar do Sr.ameiro feilo por II dias,
nJu aluanuo lodo lempo dos foriiccimenlos e rorla-
niaccs fotas desdi- SOde abril do incsiiinoniin, o de-
pois do dia i de maio, o assim v-sc que casa por-
giiula om voz de dellcnder, cunipromclle.
A calillado quando loinn conla du foruoriinoitln
do hospilal icuiiuoulal, nao linha a sua botica monta-
da pora senielhanlc lini como se v do documento n.
que seaeguQ:
I Jim. Sr. l.ovo ao conliecimcnlo de V. S. a-
lim de dar as precitas providencias, que dos Hl im-
merosdo formulas pedidas, apenas cliccaram ale es-
la hora 1.1 nmeros, os quaes niandoi auora inesnin
dislribuir.
" Heos cuarde V. S., bnspilal na Solciladc MI
do abril de 10.51, :l luirs da lardo. lili". Sr. Dr.
Prxedes Gomes de Soiiza l'ilauga, enearroaado dcs-
le hospilal, Astignado. Dr. Anima lilaldc (Hi-
edra, mediriido dia. o
Quo o hospilal da raridade nao Iridia a sua liolica
capaz do foi'iicrer ao hospilal reuimeiital, anda prn-
va udoruiiieiilo n. -'. que se segu :
o Illin. i-1'.mu. Sr. I mi mu ii en V. Exc. que
al o presente nao letn sido aviadas as rea-citas quo
ha 2 das raram enviadas an boticario fotncredor, o
romo lal falla be do niiiiln prejuizu para us doeiili-s,
peco a V. Exc. d suas |irov delicias, alim de u.io
continuar este abuso.
i. Dos guarde V. Exc, hospital na Solodade
l. de maio de 1051. lllm. cExm. Sr. coronel
Jos Vicenta de Aroorim Beierra, corrnnandanle das
armas desla provincia, Attlgoado. Dr. l'nuc-
de> Goatat de Sou:a l'itanga, cucarregado.
Prova lamban o docunicnlo n. :i que se segur,
que .. ho-pilul da eai idaile. nao possuia urna botica
com a prorisa capacidade para fornecer ao hospilal
rcgimcnlal.
o lllm. cExm. Sr. Nao pussndoixar de com-
municar a V. Exc. que 0 hospilal milito e limito
soirre ruin o fornecimcnlii dos remedios pela card
de. por isso que, alm de nao chegarcm a hora de
seren applcados, nao van os pedidos, oque he mui
lo contrario i sadc dos doenles, mo poileiidn eu
mniidar fornecer por oulro, por me afllanraro Imli
cario de fazer prompla remessa, no em tanto quo
runslanleioenlo falla, alm do nao ler ccrlos reine
dios, por issso, peco n V. Exr. providencia para sa
nar rom loda iiracncio esta falla ; vislo que quasi
Pul.....s i.....odios de honlcm anda nao foram rcuicl
ldos.
ii Dos guardo i V. Exc, hospilal rcaimcnlal na
Soledades de maio de 1051. lllm. c Bun.8r.eo
roocl Jos Vicente do Amortan Bezerra, lonunaii'
danto das armas dosla provincia. Assignado. Dr
l'rajcdci f.on\etdeSow.a l'itauga.a
lio documento n. i que se seguc,|alnda secn-
clue a incapacidade da liolica da caridade no lor
neciinenlo por ella contratado.Conimiuiicoi \mc
para aeu conliecimcnlo c governo que a presideiirii
dcrlarou em nllicio de 5 do corrento datado, haver
dado as uecessaras |irov delicias, no sentido de a-
eaulelai i. in.-.in\eiiienle que resultarla da Talla que
lem cnimiiollido n boticario rorneredor do medica-
inoni'is.p.ira .. bo.pil.il regiiiicnlal nseurargoDoos
guardo a Vmc, quarlcl docominaiuln das armas na
cidade do Honro. 7 do maio de 1051.Assignado.
Joi fcenle cCAmorim l)c;erra.Sr. Prxedes de
Sou/.i Pilsnga, cirurgio do hospilal rcgimculal.
I iii .1.....ule fica Tora do duvida, que a botica da
caridade podase chamar g si o rrncrimciilo de re-
medios |iara um hospital que nao fosse o sou, por is-
so que sua botica era apenas miniatura quando ron-
lial.ui forn-cor .. limpilal leginienlal, n..ls levo do
rocoire a nina Imliea oxlerna lwra |Kider salisfazer
n sou contrato romo rompniva >u> d.....i.....ito
o. .'., .pie soseguoltlclo-J-e por, caso niosmo do
eiimenl", liea doiuon-lradn -i puca om que comedn
a tero loioiluarin lio hospilal rcgimculal aviado
-ali'LajJi!
regimenlal" a ser aviado pelo hospital da caridade.
otllclo o por tanto a om que ficou desoiierado a
botica .-vil-i ii i.
Achando-so o hospital de carlilade, no ovcrcicio
do forncelmenln para o hospilal regimenlal comecou
a cninmoiici faltas como demonstra o documento n.
7 que se seguolllco
O documento n. 0, deiva ver que o hospilal da ca-
ridade continua a reincidir nas fallas.
Os documentos numero 9, 10, 11, t% qoe se te-
gaeniso provas cxubcranlcsdas faltas eommotlidas
|ielo hnspitai da caridade, no rornecmeuto de quo se
arlia encarregadn para o hospilal regimenlal: o com
cllcs provado osla ser verdadeira a asserco do me-
dico cucarregado na parto de scu velatorio em que
declara que.O remedio que sao rornceidos |iol
lui-pii.il de caridade, em virlude de onlcm superior
nao satisrazem a exigencia do rcgulamenlo, por isso
que se tcm provado em dotas diuercnlcs que sao fal
Jileados em-siias qualidadcs, c quanlidades, donan-
do de te obierrar os retallado! de uo applicaraei.
como ludo communiguei ao lllm. Sr. coronel com-
mandante do arman c. que ludo contlaofficialmen-
le no arcaico iette ettabelecimenlo ; pelo quejulgo
que milito conrorreu para o augmento da mortan-
dade,o que exuberantemente te proca depaii da n-
;oroi ficaliiueilo a que te tcm procedido.
Nao pense o Sr. boticario amia de notaos Man-
dos que sio eslasas nicas rallas commellidas pela
lailca da caridade, nao ; estas sao as de inonur peso:
c se niio continuamosjii a contestar n totuin a sua
curiosidade, lie para iio fastidiar ao publico a
quem pedimos a leiluro dcslc artigo, e bem Btttm
ao mi'-iii" boticario a quem pnimettemos vollar bre-
ve a salisfazer artigo |mr artigo, ixulindo nflo se ar-
repender do lao importuna exigencia que cerlamon-
Ic o dcsgoslara, ou a algum scu afleicnado.
(Ainliniiaromos. O l'oMia.
a N. 5.lllm. Sr.Em nllicio firmado de boje me
participa o lllm. Sr. coronel cnmmandaiile das armas
ler a botica do hospital de caridade contratado inais
um bul icario, vislo nao poder sobrecarregar-sc rom o
a\ i..ineniu do rercituarui desse hospilal, c que eon-
soguiilomontc sejain preparados na liulica de Jnsc
Mara Freir tiameiro, os medicamentos do hospital
rogimeiilal sol sua direrao, para onde V. S. cnca-
iiuuli.ii -i o competente reeeiluaro, o que Ihe roni-
muniropara sua intelligencia. lieos uuardo a V.
S.Quarlcl do a- halalliodo caradores em l'er-
nanihiiro l.'l de maio do 1051.lllm. Sr. Dr. Prxe-
des Comes do Souza Pilonga, oncarrouado do hospi-
tal regimenlal.Assignado^ii/ono Mara de Sou-
za, lenle coronel.
i N. ti. lllm. Sr.Em virlude da ordem do
lllm. Sr. coronel cniniiiaudaulo das armas da pro-
vlncil......imniiiiicaibia V. S. que dndia 2.5 do cr-
reme cm dianlooforiieriinonlo de remodins paran
hospital regimenlal a cargo do- balalhao de meu
comniandosoi,i feilo pola bolira do grande hospital
da calillado, para onde V. S. ilever cncaininliar o
respectivo reeeiluaro. lieos guarde a V. S.Quar-
lcl do-J-halalbo de caradores em Pernanibiieo-.'J
ile maio de 1051.lllm. Sr. Dr. Prxedes Comes
de Souza Pitam-a, encarregadn du bnspilal rogimon-
lal.Assignado Antonio Marn de Soir.n, lenenle-
coroncl.
N. 7.lllm. Sr.Communico li V. S. que 0
hospilal da aridade nliii rornece i oslo cnin a r.ir
nula n. li (bitas' quo grande falla fez, |iclo que
o oulro liolicario nao quiz. fornecer, por le- pr-jiiizn
c nao oslar fornecendn inais, |wr isso ruuo a V. S.
suas providencias. Doos guarde a V. S.Hospilal
rcainienl.il a cargo do 10- balalhao de Inmutara 21
de maio do IS-51.lllm. Sr. Jos Pires Fcrreira,
lliesnuroirodo hospital da caridade. Assignado
Dr. I'rn.reilet Cometde Souza l'itanga, cucarre-
gado.
i, X. 0.lllm. Sr.Dovulvna V. S. 0 remedio
junln pui nao oslar preparado em forma. Dos
guarde a V. S. Hospilal regimenlal a cargo do
10-balaliaodo infanlaria li de juuho deiSal.
lllm. Sr. boticario du hospital da caridade. As-
signadn Dr. I'ra.ie'let llomtt de Souza l'itanga.
N. II.Hlin.Sr.Parliripn i V.S. qiio.indocuexa
minar os medicamentos que vierain da botica, arhoi
que a formula 12(1, islo he, cusiincnlu branro de
svdenliain I S e ludano do Koiissoau 211 golas, nao
lem ludano algum, c se o lem nao he corlamenlc
a qiintiiladc que se pode ; o que a formula 1115,
que he agua dislilada I i. o iodurelo de potasio ui-
lavas 2, nju tcm u dito sal, c se 0 lem lulo he lam-
ban a quaiilidade que se pede, perlanlo ficain as
earrafaslaeaila-.e para que Bate abuso nao continuo,
reqiteiro a V.S. j c ja sua presenca para o competente
came. Dosguarde'a V.S. llo-niialregiinonial na
Solcdailo II do jiinhi'i do 1831.lllm. Sr. Dr. Pr-
xedes (ionios do Sonta Pilonga, enrarregado du bns-
pilal.Attlgoado, Dr. Miguel Jouquim de Cintro
Mauarenhat. segundo rjrurgllo.
a N. 10lllm. Sr.Arhinihi-sc netle hospilal
alanos remedio, loroecidos pelo liuspitai da carida-
de, quejulgo ufo Balaren) preparados cm forma.
convido a V. S. para se aprescnlar neslc estnbele-
ciiucnlo ja, para |.rocedor an exanie mencio-
nado, alim de que so nossa proceder om regra.
Dos guarde a V. S. ilo-pilal regimenlal car-
go do ID." balalhao do infanlaria II dojiinhu de
1051.lilil. Sr. Jos Mara tiameiro, pliarinaroii-
llco approvado. Astignado, Dr. I'ra.rnle Comes
de Souza l'ilanga. encarregadn du hospital, o
o N. II.Illin. Sr. Coinnmnico a V. S. que
alauis rcinedius, fornocidos pela bolica da carida-
de", nao sil preparadoem forma, \m* que j proce-
d a evaiuo, o esl., prvido 0 que a rouununiqiei
10 Evm. Sr. coronel conunandanle das armas, c
levo ao sen conheciineulu para scu governo. Dos
guarde I V. S. Hospilal regimenlal cargo do
III.-balalhao do infanlaria 15 de junlio de 10.51.
lllm. Sr. Jos Pires i-'erreira Ihcsouroro da
raridade. Assignado Dr. I'rajeiles domes de
Souza l'itanga, enrarregado do hospilal.
ii N. 12.lllm. e Exm. Sr. llavendn receb-
os remedios fornocidos pela caridade, c julgaiido
iii.seiein prrparadus em forma, pastel a examinar
com n phainiaceulico approvado, Jus Mana Freir
tiameiro, c concluimos nao scrom propalado- waiii-
i'iiiii OTfHl ; o.....no pode dar grande prejuizo aos
.lenles o i inhiba repulacn medir, puis na Ik'ui
prepararan dos reinc.lins se basoain us linos resulla-
pos i\.\ inedirina, levo ao cunhociinoiiio de V. Exc.
para providenciar como llieaprouver. Doos guarde
a V. Bvc Ilo-pilal regimenlal i carao du lo.-
balalhao do infanlaria 15 de juuho de 1051.lllm.
I-.mi Sr. coronel Jos Vicente de Amortan Be-
zorra, conimaudanlc n .
fl barris loucinlio, M rolos fumo
Jiiaqiihn Carduzo. ,
Escuna ingleza Toktn, viuda de Londres, .con-
signada a DoanoYoaleA( maDlfeslouoscguinle:
50 barrica grata, 10 (lilas oerveja, 20 dllas sa-
litre, I dita sal de Epsam, 2 dilas pedra ume. I
dita sal, 1 caita mottarda, t volumes clm aja-
mes Cralilrec cS C. .,
5 barricas lijollos para llmpas facas ", a B. II.
' 00 barras de folha ; a A. V. da Silva Barroca.
65 barricas ceneja, 350 barris de quarto polvei-
r ; a Jones Patn. .
caitas quoijos, I dilo miudezas, Idila cami-
sas de algodo, 1 paeolc amostras, 500 liarriqui-
nhas plvora, I paeote bolina e sapttos; a Fi
Brothers.
2 caitas linlas ; aN. O. Biebcr&C.
t caita com um iiiano torio, 1 dila cerdas para o
iiie-mu ; a F. t. do Oliveira.
100 caitas conservas ; a Kenworlhy <\ C.
t(KI barricas corveja, -JOObarriquiulias plvora ;
a Me. Calmonl i C. ...
1 caita clmpeos de caslor. 1 dila ditos de sol do
teda, 1 dila garrafas de vidro ; a 1.. A de Siqucira.
llrigue S. Manoel t., viudo do Porto, consignad"
a Manoel Joaquin Hamo o Silva, manifeslou o se"
guintc :
* caitas chapos ; a Amorim Irmaos.
1 cunhele relroz, 2 caitas baelilha o rclroz, 2 di-
tas eom baelilha, rollias, c palilos, 20 sarcas fcijilo;
a Domingos Alves Malheus.
21 caitOca viulio ongarrarado ; a Samuel Power
Johustoii & C.
2 mitotea imagens, 1 caita relroz; o l.uiz Anlo-
nie de Squeira. .
1 caita miudezas; a Antonio Tciicira dos San-
ios.
2 caitas paiiiin de linho, emeias, 7 dila palitos, fi
dila puiii.i'l.i; a Francisco Xavier Marlius Baslos.
(2 leite d'arcos de po ; a Norbcrlo Joaquim
(iiiedos.
1 caixnte salpirAcs; o Joaquim Francisco dos San-
tus Maia. .
I dito com dilo; a Jos (joncalvcs de Oliveira
Mola.
1 caixo dilo ; a Jos Joaquim da Silva Maia.
1 calilo dilo; 0 Joaquim Duarlc Campos.
1 cainlo raizes, I hcela linha ; a l.uiz Comes
Fcrreira.
0 caitas rcijiln ; a Jos Joaquim Percira.
2 caitas miudezos; a Joaquim Montara da
Cruz.
1 calilo obras de prata, I dita* varios ohjcelos;.a
Jos Aiilniiiu da Cunha.
I caixa miudezas ; a Antonio Jnaquim Vaz de Mi-
randa.
I lata salpicos ; a Jos de Azcvedo Andradc.
:t lilas diln ; a Antonio de Azevcdo Maia.
I barril presuntos; a Bernardo Antonio Ra-
veira Domngns Jos Nogoelra Jaguarihr,
Oclaviano Cabra! Raposo da Cmara, o I es-
cravo, Jos da Cotia Machado Jnior, I cria-
do e 2 oscravos, Antonio Marque da Silva Aran-
te, Aprigin Elias da Cosa Morana, Antonio Can-
dido Anlunes de Oliveira, Jos Evtrislo da Cruz
Couveia, i. cadete Jos LucasSoares Ra|Kiso da
Cmara, Exm. Sra. D. Mara Isabel do Ahlenla
Hego, 3 lllhos e 3 escravos, lote Rodrigues, J.irgo
Joaquim de Atevedo, 19 pragas para o otcrcilo o
7 escravos a entregar.
Mar Pacllco-tondo sabido dcSIonnlnghin lia mo-
zos e meio, hiato americano Flging Cloud, de Wl
li.ncl.ula-. capllo W. Wilcut, oquipagem 10,
carga azeilode peite ; ao rapitao. Viuha a esle
porto refrescar, como nao troute caria de sadc
n3o leve communicacSm com a Ierra, por Ihe ser
privado pela reparlieau da saidc do Porlo.
yaciot tahidotno meimo dia.
Paralribo hiato brasileiro Flor do Bratil, meslro
Joaquim Antouio de Figiiercdo, carga carne ser-
ca. Passageiros, Beijamim Peregrino de Oliva-
ra, Jos Joaquim de Saut'Anna.
dem liiale brasileiro Htpadarte, meslre V iclori-
no Jos Perera, carga varios gneros. Ptssauei-
ro, Jos Martina da Silva.
EDITAES.
nilLKACAO \ PENDO.
Declaro que Sr. Antonio Bemardino dos liis,
seiidn oommandaiile inlerinu inandou pagar a
Bruno Comes da Silva a quanlia do'.19*!H)0 rs, de-
pois que osle onlreguu as obras do carapina de que
fui incumbido a fazer para o quarlcl, como cousla
do recibo do iiiosniu Bruno, cujas uliras foram aulo-
li-a.las palo Sr. loncnlc coronel Antonio C......lijo
Machado Rios, quando se acbava no commamlo do
.............a l"i. Quarlcl do roiiiinaiidn nlcriim du
cor|Ki do poli, ia 7 de abril de 1053.
Jos llahello l'ivlilha, coinmandanlo interino,
COMMERCIO.
PIUCA DOHECIFE 7DE ABUII. AS 3
HORAS DA TAKDE.
Colaeoes ofili-iaes.
Cambio sobre Londres a 20 3[l d. 00 d|x.
AI.FANDEtA.
Keiidiiueiiln do dial ti ... 69:1011853
dem do dia 7....... 2:07'.l?i:l7
72:374)6190
Descarregum kjt O de abril.
Brigue porluguet S. Manuel I mercadnrias c
una caixa c.mi arcus.
Barra francesa 'Jomlellogerdt:
Polara sarda l'rineipio podras.
Imporlacao .
Paladn nacional tllenle, viudo do Ro de Ja-
neiro, consignado a Novacs & C manifeslou o sc-
giiiule: .
3 fardos brins ; a l.uiz. Burgos de Squeira.
1 barrica cadiuhos; a Antonio Marlius de Car-
i caitas rap ; a Viuva Percira da Cunha.
157 rolos de fumo, (0 caito cha, Ojsaccas caf ;
a Machado & l'iiihoiro,
31 sacras caf, 111 caitas cha, 2 candes cha :
a Novacs & C.
50 saeca caf, 100 ditas farinba, 31 rolos de fu-
mo ; a Manuel Alves (tierra Jnior.
7 barris polassa; a J. Leal Bcis.
2 caitas rap Sevc & C.
I caiio chapeo; a Joaquim d'Olveira Maia.
I uve. doce; aodesembargador Firmiiio.
25 rulos de tomo, 252 barricas farinl.a ; a ordem.
1,500 alqueire de farinba ; a Manoel da Silva
Santos.
12 sanas farinha, I dila foijiiu ; o Manuel li
Liieir.'.a do Farla.
Jl.anicss farinha; a A. J. Comes do Corrou.
I Larri, a- iaiinha I a II. J. F. Han..-.
I calan rap; u Domingos Hndiimies do An-
illado.
I qiixju linos; aor, M. F. daF. Conde.
I caixolndocc:! fardns linha, c fazonda de linho,
I barril vnlio, 2 dilos presunlos csalpicoes, 5 dilus
ignora-so ; a Manuel Joaquim llamos c Silva.
5 barris carne, 2 fardos lourinho; n Fonlajet
Irinaus.
1 baln rnupa ; a Manoel Concalves da Silva.
2 eaixas linha, 8 barris azoilc; a viuva Amorim
,\ Filhn.
I barril presunlos; a Manoel Joaquim do Oli-
veira.
I barril salpicos ; a Jnaquim da Silva Caslro.
? barril talpicoa; a Jos dos Sanios Noves.
I ancorla salpicos; a Manoel Jos do Souza
Carnciru.
3 lucias pipas vinlm, 19 barris dilo, ll canaslras
albos, I calino peite, (ibarris presunlos; a Novaos
A; Ctinipanhia.
I sarco dinheiro ; a Manoel Ignacio de Oliveira.
10 sacras feijao ; a Joto Pinte de I,cilios ,\ Filho.
I caixa reirs, 20ll liaras vimos; a Antonio Jua-
quim do Souza Ribciro.
1 barril presunto e liiiguica ; a Miguel Ilo.lriaues
Teitera t.audidu.
0 barris enebadas, 20 dilos preaos, 22 ruiiliclcs
machados, 2 dilos cuelmos, 7 caita iniudezas, I
dila relroz, 1 cunhclc marlolbis, I caixa iiodras o
corda, 1 fardn pencras, 1 caixa pontos o liiihas, 5
ditas lazcudas, 2 dilti rceha.liiras, 3 barris pre-
sunlos, 10 canaslras albos; a Barroca & Caslro.
2 barris vinho, I caita obras de prala, 2 canas-
Iras inlhas, li lucias .lilas soblas, 2 dilasalbos; a
Bailar & Oliveira.
1(1 canaslras albo-, ilM liaras vimos; i Manuel
Duarlc Rodrigues.
6barril azeite, I fardo lonas; a Jos Francisco
Cariieiin.
50 caitas feijao, I lala salpicos; a Bernardo
Francisco de Aiovcdo Campos.
1 caixa palilcrns; a Silva A; Irman.
I barril presunlos; ajot Aulunio deCarvallw.
I caita miudezas; a Jos de Almeida Soarcs Sil-
va Batios
t barril carne; a Jns Anlunes Cuunaraos.
I barril v iiiliu ; a Manuel Pe oir llosas.
I cala Inmola*; a .Manuel Anlooio Monlciro
dos Sanios.
I barril carne : a Manoel Antonio Torres.
1 cunhele dinheiro; a Rosas llraaa ifc C.
2 fardos eoiuloeas, 3 eaixas miudezas, I caitele
chniiricas; a Alluiui Jos da Silva.
I cunhele Ignora-sc; a R.ulrao da Costa t-ir-
valho.
3 barr- pregos, 3 caitas ignnra-sc; a Joaquim da
Cotia Maia.
100 liaras vimes, 100 rudas de arcos de pao; a
Jos Fianeisi" da Silva.
I caivati ignora-so; rf Joaquim l.opcs de Al-
incida.
I ancorla ca no ; a Jos Pcreira da Cunha.
1 lala uiiora-sc; a Joan Joto do Carvalho Moraes
2 latas ignora-so; a Jote Francisco. Dias.
1 lala, 2 cuitles, I sacca, 2 fardos ignora-so; a
ordem.
I ancorla ignorare; a Manoel Joaquim Come
I caixa um chapeo, I carlurho dinheiro de oun
5 aaiolas ; a ordem.
Brigue nacional Pacifeo, iodo do Rio Grande do
Sul, coiisianadoa Amorim Irmaos, manifestiiii o se-
gilinlo.
MAM i de carne, lili o ', ii de sebo em rama
Iti ;i grata cm hkigas, lid couros scociis aus mos-
inus coiisigualarins.
Vapor nacional llahiana, viudo dos Mirlos do luir-
te, maniresluu n segiiinle :
5 sacca arroz; a Manuel Joaquim Ramos o
Silva.
I podra a Francisco Comes do Oliveira.
I einbriilhn; a tireuurio Antonio Silveira.
I barrica com bolachiuhas : a Thnmaz de Fa
lONSIT.ADO CEIUI..
Heiidiniailn do dia lafi .... lO.ol.VsIlItl
dem dndia 7....... 5:tl.is>lll
rr.-mat-i-
DIVERSAS PROVINCIAS.
Heii.limenln dn dia i a 6 ... 9300173
dem do dia 7....... I0k!7
1:1173220
Exportacno
Rio Ciando dn Sul, brigue brcsiloirn Muffra, de
272 toneladas, condoli oscguule:-l5i barriqui
nhase 1,250barricas com 10,108 arrullase 25 libras
de HSSUCar, 1IK> barricas ruin 755 arrnbas c 10 libra-
de assucar, 1,000 cocos com casca.
r.ii iluli.i. bialc Flofdo fratil, de 20 toneladas
ooudiizio 0 soauiilc :86 volunios uinlhados, 1,200
arroba- do carne sccra.
Parahiba, bialc Htpadarte, de 27 toneladas, ron-
duzio o segiiinle :2-53 totumes mulhadns
CO.NSIL'ADO PROVINCIAL.
Ili ,-.............1,'ilia 7......tBMjIBI
MOVIMENTO DO PORTO.
2
b.
O lllm. Sr. cnnlador servindo de nspeelor da
Ihcsouraria provincial, em cumpriinenlo da ordem
do Etm. Sr. prcsidcnlc da provincia de 28 do ror-
rete, manda fazer publico, que nos dias 19, 20 c
21 di abril protimo vimlouro, ir a praca para ser
arrematado pcranlc a junta da fazenda da misma
Ihcsouraria, a quem por menos flzer, os concei los da
radeia da cidade de Oliuda, avadados em 1 ;l21ffJ
ris.
A arrcnialaco seri feila na forma dos arlt. 21 o
27 da lei provinrial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas es|ieciaes aballo transcriptos.
As pessoas, que se propozercm a esta arremata-
ran, romparceam na sala das sesssoos da mesma jun-
l'a, nos das cima dcclarados.pelo meio dia, com|ic-
(cnlemculc habilitodas.
E para conslar se mandn aUliar o prsenle c |ui.
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcsouraria provincial de Pcrnam
buco 31 de mar^o de 1853.O sec-elario,
Antonio Fcrreira d'Annunctacii'.
Clantulat eipeciaet para arremataco.
I. Os concerlosa fazer-sc na cadia da cidade
de Olinda scrao feilos de ronfotmidado com o orra-
menlo apiirovado |ielo Enn. Sr. presidente da pro-
vincia, cm dala de 16 do crrenlo met, na imporlan-
ciade 1:1219200 r.
2. As obras principiara noprazoile 2 mezes c
scro ruin luida- no do 3 mezo.
3. A importancia desla obra ser paga em duas
l-i .'-i.u n- iguaes, a primeira quando esliver feila
melado da obra, e a segunda quando esliver ron-
cluida.
1. Para ludo o mais que nao esliver especificada
nas presentes clausulas, seguir-sc-lia o que dispoe a
lei provincial n. 286 de 17 de maio do I05I.Con-
forme.O secretorio.
Antonio Fcrreira d'AnnuneiaeUn.
O litan. Sr. contador, servindo de inspector da
Ihcsouraria provincial, em cumprimenlo da onlcm
do Etm. Sr. prcsidenlc da provincia de 26 do ror-
rele manda fazer publico que nos dias 19, 20 c 21
do abril protimo vimlouro Ir a prara |wra
sor arrematado pcranlc a junto da fazenda da mes-
ma Ihcsouraria, a quem por menos llzer, a obra du
cniharrcamonlo dos dous laucos da estrada do Sul
ciilrc os marcos do I a 8,000 bracas, avaliada cm n,
3:IOOa(IOO.
A arr.inalarao ser feila na forma dos artigas 21
e'27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
As pessoas que se propozercm a esta arrematai-u,
comparceam na sala da mesma junla, uns dias acuna
declarados pelo meio dia, compclenlemenle habili-
tados.
K para conslar scmauduii aflitaro presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernani-
buco 31 de marro de 1853. O secretorio.
Antonio Fcrreira d"Annunciacdo.
Claumlat etpeciaet para a arremalacao.
I.' ti aperfoiooamonln da parle da estrada do Sul (
comprchendida cnlrc os marcos de I a 8,000 tarara-
far-sc-ha de conformida.lc com o m raiuoulu appro-
vadu pela direcluria em ronselho, o aprescnlado a
approvarao do Exm. Sr. prcsidenlc da provinria na
nuiorlnria de M:lfJOa00() rs.
2." (1 arrcinatanle dar priucinio as obras nn pia-
zo de um moz, c devora rniiclul-las no de 7 inozcs
cuidados na furnia marrada poln artigo 31, da lei
prov incial n. 206.
3. O pagamento do' importe da arremataran vori-
floar-se-ha cm Iros pn-slacoes iguaes : a primeira
depois de folla a melado das obras ; a segunda de-
pois do roeebimenlo provisorio; c a Icrceira de|iois
da entrega definitiva.
i." Para ludn o que nilo se arha determinado nas
prsenles clausulas nem no oreamenlu, seguir-sc-lia
inicuamente o que dispc a lei c regulanienlo n.
286. Conformo.O sccrelario, Antonio Fcrreira
it.liinnnciacio.
Manuel Joaquim da Sitia llibciro, Fitcal da (re-
gaezia de Santo Antonio do termo da cidade ilo
Itecife, 'etc., ele.
Facu publico para o dev ido conliecimcnlo o ar-
daos aballo Irauscriplos das posturas municipal--
cm vigor.
TITULO 9.
Arl. 0. Ningiicm a caxallopodera galopar, "u
correr pelas ras e ponlet do ciiladc, exceplo as m-
doiianeas inunlads e olllriacs cm serviep; sob pe-
na .lo pagar osooo rs.
Arl. 7. Nonlium carro sera conduiido a correr
nas pontea: os ravallus dcvcr.lo ir a |iequenu Irole ;
c nas ra nao |iodcrAo ir a galope : os infraitoraj
i -i a" mullados em i,-1 ni rs. A
Art. 8. A' noilo iionhum rarro deitara de Ira-
zor lanlernas rom luzes: os infractores sera" anil-
lados em (9000 rs.
Arl. 0. Nas mas ou lunares da cidade onde
linuver lama, ou agua ompucada, os cavados ira a
passo : os infraelores scrAo multados em 6B0II0 rs.
E para que somelhaiilcs ai'ligos U-nliam a llovida
ctoriirAo, lavroi o presente que sem publicado pola
iinpreiisa. /
Fioauczia de Sanio Antonio do Recite 21 do mar- f
c,o de 1051. Manoel Joaquim da Silca Hibeiro.
ODr. Sano tgque de Alrelloi Annet de Brilo Ingle:
jai: municipal tupplenle e do commerciodo ter-
mo detla cidade, comarcado Itecife del'emambu-
cn por S. M. I. e C. a quem Dtot guarde etc.
Fajo saber aos que o prsenle edilal viioui tai
romo por esle iitcu juizo no dia 16 do crranle os 10
horas do dilo dia, cm a sala das audiencias >e lu
de arrematar om praca publica a quem inais iler u
Ig
un
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Barc
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i re
an
e u
Offlf
ent
oes
ubi
eavallo ruro pedrez, e oulro caslanlin pela quanlia iette
de l.sTOOOrs. rada mu. um alaz.au cun andares |" u icrai
quanlia do 6(WKI rs. ; qualro bois man(0, pea \e ,(
quanlia de (09000 rs. cada um ; c um carro polt h, a
quanlia do .509OOO rs. ; rujos bens van a praf,a |ir ,',|.|.
cteciiraode l.uiz Marques da Silva c Mello, C011I1.1 ^,,
Antonio .Norbcrlo do Souza l.oaldado. Toda a i*- p.,.
soa que em laas bens quizor laucar o poder fan ,n,\,
110 da indirainn esle sera publicado e aflliadu no la ,nr
gar du cotlnme c ser lamban publicado pola iiu- ano
iirensa na forma da loi. Oliuda7 de abril de IOvl. _
Eu Filippc do Nasciinenlo de Feria escrita, sacran. Icia
/),-. Vi/110 Agque d'Alcellot Annet de Brilo Ingle mira
- 1.27
P
*
-alas
|Kl, h
me.li
Sr7j
ocz,
Icici
Una
DECLAHzU;OENS.
Vtft .s entrailot no dial.
Paro e irlos inlernictlios 11 dias c 0 horas, vapor
brasileiro llahiana, commaiidanlc o capilu-le-
neiilc Jns' Segundinu de Comonsoro. Passagoi-
ios para esta i.roviiiria, Dr. Jusde Araujn Hosr
llanin, Dr. Huinualdo do Souza Paos, capillo
Aalooio Dnrnollas Cmara, Francisco Monde Pe-
rcira, Jos llilii.iiiiiu Ribciro de Moraes, Allino
l.ollis de Muraos Kcgii Jiiiliur, Frauklim Was-
hinglon de Muracs Reg e I cscraxo, Fernando
da Cunha Maranlionse, Virailiu Silvestre de Pa-
ria. Ileraelilo Alenraslro Pcreira da Grata, Joao
W. Sludarl, Manoel Alves Viauna c sua senhora,
Dr. Joaquim do Nasciinenlo Cosa Cmiba e Lima
c I cscravo, Dr. Antonio da Cuuba Albuquorqiie
o Mello, Dr. Augusto Carlos de Almeidae Allio-
querque c I cscravo, major Mauoel Rodrigues de
Paivaol escravo, Filippc Nery da Veiga Pcssoa,
Jos Ignacio &,t Silva, Jacinlbo Jos de Medcirot
Corroa, Joao llaplislo de Souza Carvalho, Antonio
Marques de All.tiquorquc. Jos Antonio Perera
Guimarfaa, Fraucisco FeTeira de Novges, Do-
mneos Jos de Maaalliae-, James Sluart e sua
senlii.1.1, Theodore William Whiphuin e sua se-
i.l.ura, lllma Sra. II. Amia r..iil..o ina de Barros
I......ao; o para o sul, Exm. Sr. senador J.-iuni-
111.. J..- de Vlveirao, I neltoe 6 escravos; depu-
lados, Jo-u- AntonioSaralvae Icritdos, J...1" Wll-
konsde Mallos, Manoel Thewpliilu liaspar do Uli-
BANCO DE PERNAMBUCO.
Por ordem do cuusclbo de direrfilo se faz. injon-
eo que, os descoulos duranle a semana de 5 a 9 J"
cnrrcule, se fazcm ni raiao de 10 por % taie ie-
Iras com venciniciilo al 31 de agosto, e de .' pw
conln ao anuo nas que se vencern ale (.mezo-.
O arsenal do miiriuha roulrala com iiraen"
para as obras do niclhoramcnlo do porlo, o rorar.
cnenlo de cal pela, medida que se .Pjf"
do. As pessoas que quizerem fazer senielii'i'ue r.
Iralo, comparceam na secretaria da inspeccao um
as suas proposlas. j^,
O arsenal de marinha compra, para as "
do inclhoranienlo do porlo, canoa novas ou usw
om bom oslad. ua
.O arsenal do marinha admillo, para
obras, ofliciaes de pedreiro eaervenles tavn*
Ocuiiselho adminlslraltvo, cm vtatoc0".
torisae.10 da presidencia cinoulcio de 29do nineai
moz. lem do comprar, para colonia ,j'ar*!1li,
,,,,-nleiras, os ubjoolos scgunles : -folie M**
I, galopa I, plana I. desbaslador 1. formes I "
sorlidusO, corla-mao de rorro I, A^
pessoas, a quemconvier a vouda do laes 01 o.'
ipn-senlem as suas pro|ioslas em carias fes -'^
aconipai.hadas dos dilos ohjcelos, 1na 'anclar.
consolbo cslabolecid,..... arseiia do "'."'"'',,
honts da manliaa do dia 8 do abril prximo to*
Secretaria do consolbo admiuis ralivu para rorotro
monto do anona) de guerra. 30 do marco de tw
Jos de Brilo Ingle-, wroBel presidente.-/'"""'
,/,, Psrotra da arma Jnior, sccrelario.
Pela sulidolea.iria do pnmciro dislnrlu u.
ti, de San l-ourenr^i daMalla,.se aziml'
,.......1 poder do inspector do primen.; 4""rlr '*'"k
w-arha reollud"iH l.-i si,l,,ei.....lirado sciu 01
um eavallo,umsellui cumpar dmalas: t|"'"
adiar rain diroilii -"bre ossi-s ubjoclos, compai
munido de prova- IM -ubdoleaaeia.
%
ui
elln
da.h
quem
Com.
quid,
mosli
di 1
inai.
l! cu
li.lo.
a n'il-
escra
lodo
iih.o
noile
ana i
lera,,
1' I
liiuii
d. s S
Reril
MUTILADO


_ (i rniMcllio administrativo, om virtudoda aii
lnrsac;So da prosidcnrit, cni seu despicho ife 29 de-
ni.ii. 11". lem ilc comprar para o fiiriirriinoiiln, que o
arsenal ile mima lom .le faser ao 4. Iral.illifto do ar-
lilli.uia a p, osobjcclos soguinles:t.Olo
,,|iHlao |iara caiui-as. 1,01(1 ditas do hrini besuco II-
... |i,ii.i calen-, KIO pare de spalos, 101 esleira de
njllia de carnauba, 81 corado, di panno prelo para
lilanaa, l roas de boloes de 0M0 prelrn, 2t di'
Lis do ditos brancos,162 covadosde holanda de forro:
asnowoas, a i|uem convicr a \endadc laes ubiclos,
presenten! a sua proposlss em cartas fechada,
acoinpanhaiUs das compelonlcs amostras, na secre-
laria do consclho, oslabclecido no arsenal de guerra
a- laboras da manha do dia II de abril uroiimo
futuro. Secretaria do consellio admluislrallvo para
....... incalo do arsenal do guerra 30 de marco de
IK53.Jote' de tirito inglez, coronel, presidente
H'rnardo Pereira do Carino Jnior, terciario.
Pela subdeleKacia de Santo-Antonio se faz pu-
hlico, que fdra cncoulrado vagando pelas ras, um
.C..II" com duas sacca* de farnha : quem Mr aeu
dono, dirijft-sc a inetma subdelegada para acr en-
1101:11c.
O arsenal de marnha compra no da 9 do cor-
n'iilo mcz,an uieiodia WOalqueircs do farinlia de
nandioca, medida, velha, para ser remedida ao pre-
ndo da ilha de Fernando. As pessoas que quizercm
lazer semelbanle venda, comparceam na secretaria
pec(io,com as auaa proposlas c as competentes
amostras.
As malas que devem condftzir o vapor fti-
hiana para os por ios do Sul, principiam-sc a fechar
11.11' .81 a urna hora da larde, e depoia deala boca al
11 mntenlo de lacrar, recebe-se corrcs|N)iidenri,'is
nim o |K>rle duplo: os jornaes dcverAoacbar-so 110
enrreio tres horas anles.
Pela subdelegada de S. Jos do Recife, seli-
nuncia a apprchenso da prela, rrioula, de lime
Maria, escrava de Antonio Jos Vaz, |ir fgida; e
hrm assim, a de um quartiio ruco, ja velho: seus Ic-
fc alunas dono comparceam nesla subdelegacia, que
prevalido 0 dominio e possoquo nclles lem, Ibes se-
rio entregues.
LOTERA 1)0 KIO l)E JANEIRO
0;i lotera (piarla de NonaScrilinra iln
Gloria'; Cujn lisia acaba ilr clie;ar, salii-
rom neiln povinci no sejjiiinte* premios:
QunrtOl e oiliivos. '224. 20:l)00,lli|'l
Mein billirle. l.iKIS. 101000,000
Mt-io Wlhcte. 34593. I:00o,ooo
Onurlos......1,179. 1:000.000
Oitavose vigsimos. 5,500.. 1,000,000
belcciinenln
THEATRO DE SANTA ISABEL
AUADO!. DE ABRIL DE 1833.
27 RECITA DA ASSIGNATURA
l>r|Hi le In lliiiiiir ouverlura subir t^na o
muilo .i|i|)lauditto tirana em ullnqiiadrns
O IDIOTA-
l'ertmiagem. Moren.
((Ola. ,......1,mili.M r-.
Iicderirol.......Aniocdo.
Mhanazio.......Senna.
lom.........Costa.
II ii iipic.......Sania Rosa.
Osear.........Jorge.
Kanlzan...... Hozendo.
1 ni magistrado.....Alendes.
1 m ollicial.......N. N.
Iimiucza........Carmela.
iiiiilhennina.......Manoella.
Amelia........f, Knolh.
' Marlha........Jesuina.
lia de Amelia......N. N.
Ainaldo........Santa Rosa.
1 ni criado da duqueza J. Jos Pereira.
Principiar as horas dn cosame.
Os bilhelcs ncham-se a venda no cscriplorio do
llicalro.
AVISOS MARTIMOS.
, ;
,
*f
Para a Ituliiu vai saln cun a inuior
brevidade possivel o hiato nacional "A-
nidia": para carga e passageiros Irata-
i'iin Novaes&C, na ra do Trapiche,
ii, 5V.
Para o Ararat) sabe com inila brevidade,
|*r j;i ler |iarlc da carga prompla.o biale .Ingeliai;
para n reslo e|issaseiros, Irata-sc na ra ilaCadeia
do llerife n. 40, primeiro andar.
.-PARA A II.IIADE S. MIGUEL pretende
'lu rom a inaior brevidade a escuna porlugue/a
Sihanii: para carga c passageiros Irala-se no oscrip-
Inrio de Tliomaz de Aquiuo Fonseca o* l-'ilho, ra Jo
Vinario n. III, priibeiro ailar, ou as Cinco Ponas
iin .Mi......I do Reg Lima.
Para Lisboa o brigue portugus l'iajaiitr sa-
lir iinprclomi'lnieule no da 89 de abril: i|uouiiio
iiiosino quizer carregar ou ir do passagem entciida-
iiu os nuisiiaialarins T. de Aquiuo Fonseca t\-
I 'Mi": na ra do Vigario n. III, primeiro andar, ou
mili o capullo o Sr. Manuel dos Sanios, na praea.
A velefra escuna (alante Maria segu uestes
I/a- par o Rio Grande do Sul, locando no Rinde
ii'iro; recebe somonte esenn os a frelc,para o que
'rece os inclhores commodos; Irala-se com os
asignatarios, na ra do Vigario n. 1.
Para o Rio (rande do Sul seguir no decurso
urente semana o brigue brasileo Mnfra
ipioin no mesmo quizer embarcar oscravos, ou ir de
pangan, para o que lem cvoollcutes couimnil.
|le tratar rom o rapil.lo Jos Joaquini Oas doi
Vaseras ou na roa da Cruz do Recife n. .'I, csrrip-
iiio de Amnrim & Irmos.
Para Lisboa sabe imprelerivelincnle no ilia !l
ii enrente a nova e teleira barra pnrloguen tira-
tlilo, para o reslo da carga c passageiros, para os
naos olTerecc os melliores commodos: Irala-se coi
I ii'iisiguatarios T. de Aquiuo Fonsei'a ti Filbo
a ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o
ipilao llorues Jnior na praca.
Para o Porto sabe impretcmolinonle no dia
I do corrale a barca porlugueza Olimpia, para o
Muda cargae passageiros, para os quaesoOerooo
Miilhoresronimndos: Irala-sc rom os cnsinala-
"s l'bomaz de Aquiuo Fonseca & Filbo na ra do
Sario n. 19, primeiro andar, ou rom o capillo na
ale'm de outros premio ilo 400, 200 e
100,000 lia O poMliidort' pouVm vir
receber os competente premio pie silo
pugo na inesmas loja em que e com-
pram o I ii Un -U's. Picava a correr de 2 a
6 de abril a lotera 10 a beneficio do
tlieatro dcNictgeroy, cuja lista se espera
pelo vapor de 20Ho corrente ; o billie-
tes c i-a nielas se acham ja' u venda na
lojas do costme, pelos precos nhaixo de-
clarados.
Billictc inteiro. .... 22,000
Mcio billiete......II ,000
Quarto........5,500
Oitavo........2,800
Vigsimo....... 1,500
Os premios sern pago immedintainenle
a chegada da lista.
Quem precisar de urna ama para rasa de hn-
iih'hi soilciro, dirija-sc a rna|das i'riucbeiras n. all,
1. andar. .
O abao assignadn, ex 2. Dcommandanle do cor-
lio de polica, declara que nlo lem debito algiim
com acaixa do mismo corpo.
helarmino ilo$ Santos llolcilo.
Precisa-se de nina ama que seja do Ima con-
lucla, para una casa de duas pessoas, mas que seja
le meia idade: na ra da Roda n. 'rl se dir quem
precisa.
CASIMIR liAHMKR & COMI'AMIIA, j
RELOJOlilitOS .NA Hl A NOVA
S ^
ff lemln de relirar-se para Europa, roaam a ^,
9 lodos os seus credores e de\ edores, de apre- S
senlar-sc al o dia I. de abril; alim de saldar
$ as suas ronlas. e proinein que vendern por $$
.v; preco comniodo o que Ihe lica de rolnnios ;.;
joias.
##8icssyt'SKSwy.i;si
Precisa-sc aluyar nina ama forra ou caplixa,
que saiba co/inbar e engoinluar bein liara nina fa-
milia eslraiigeira : na Passagein da Magdalena, si-
lio do Sr. liiierra, i.....dos preliiidenles dovemap-
narecer lid as 9 horas da inanha, ou depois das I
AO PUBLICO.
O abaixo assignado avisa aosse- 2
nliiires de eiigenlio, lavradore, [
a/.einlcii'D.s, c ao publico em geral I
(pie, de eiimlliiaeao ruin algumas ..
easas eiiiiiinereiaes nijjle/.as. Irn- c
ee/.as, allemaas esnissas, lem aber- t
to na rita do Collegin, u, 2, um (.'
grande armazem, ricamente sorti-
do de (azenda linas e grossai para
vender porgroMoe a retalbo e por
jiiiios inai's liai\iisi|i)<|iii'i'ni qual
quer outra parle. Antonio Lili*
dos Sanios.
ulo ao rio, coi
ol.ai
AVISOS DIVERSOS.
AOS INCRDULOS.
SitlTrt'mlo iIi'-hIo i mais leura infaiu-jit o lorri^cl
w\ ila BSgOM, 'Icrlaro i|ut' me arho rom pie lame n-
IrCUndv. piraras n elHracia tas lin*-es Jo Illm. Sr.
J'taquim ituin-s ijds Sand> Martfies, que sem rerv-
H'rileinini e- pn nleirnnienle Iwm. Nao |>erinillinilo m iniihas
rrunw.aiirias aoraflerer, coiio d\*0, ao Illm. Sr.
MirpitN o grande hcuclicio que me fe, Inunlo-inc
'!<' um mal rujiw lcrri\eis elfeiloi, ft ]ioilerAo bem
niprclieiider osqiic o liverom solTridn ; faro a pre-
knle dcrlararn, para que damlu ao Illm. Sr. Mar-
ines um (csleiminlio auleulko da mnlia gralida,
piililiraiulo a ninlia cura presenciada pot llgnirai
pr*toa., que se arliavaiu prsenles, e depois piovada
ranle oulrasquc fizeram luda* as ex(wricnnas, lhii
'e verem se nimia eobritm em mim algn imli-
i''; do anliuo mal, mlu s deslrua as suspeilas n 11 u n-
'ladas de ali-uns inerediilos, que jiik-am inpossi\el
1 .!< ni,i ; <-tiiiinii anime a alumuas pessoas,
Alie solTrciido anda esle lerrivel mal, nao se lem
(inda curado, ou com receio de que ua fiqueni
prinrcs.oude que neja iirfrucliferoo curativo.Ca-
tano Uuitkermino Iberio Carrilho.
Quem (tcrcu no sahhado de alclluia una ro-
la de ouro no convenio do C^rmo, aprcsenlaudn
i-iilni irrnaa, llie ser enlrccue: na rua da l'enha
ii. /!.
PARA 01EM TIVER BOM GOSTO.
/ As |Hsoati cima indicadas que quizercm ler suas
sibs csleiradas, dicnem-scapparcier na rua doCres-
I", loja n. 16', que ah acharan as respcclivas esleir,
Miitljaiile uin preco razoavcl.
O abaio assignado dcixou le ser caixeiro do
"h. Juaquim Jos<; de Paiva desde o dia 7 do crrenle
roez, e agradece ao mesmo Sr. o Lom Iralamcnlo que
IfU'duraiileo lempo que esleve emsuacasa.Clau-
diim Jt ila Cotia Jiiuior.
Precisa aluuar-sc uro prclo para lodo o servico
''(; urna casa, papa-se por da, semana ou me/, como
mcllior convieranalugador : na rua nova n. 3, vtn-
!! deAnlonio l'erreira Lima & Companhia se dir,
lucm precir-a.
O uLaixo 0a*iliado Taz scicnle a loda as pessoas
foni quem lem lido negocio, que elle se acLa em li-
luilar.iode -na <;i-,i, u |n| i-^i loda a pessoa que se
"i'isirar r redora, de ve aprcsenlar sua con (a no prao
'le cinco dia, lindos os quaes se nao rcs|ioiianilisa
'ii,ii- |n>r Itiiii-.ir.ui .tk'iiin.i i|uc drpiii. jijip.iicra.
Jo$ Francisco de Tcer.'
' Viitle ni! reii a quem pegar a ef era va Hila,
t.i a orellia esqnerda aleijada e I ore ido na pona
na, com urna oiilra |wllo no culrar rara o ou-
*i'lo, lem ninacosturaou nodoas mal claras, que
* rr em og doua lirados, luiscando a espadoa-; f>i
e"ra\a de l-'iancitru de Caivallio, o dppofl de Cus-
'jlioourixp-, na rua ilas luirn ge iras, lioje sen se-
"'"'iimira na rua Vellin. 90.
UaLaiio assignado, UBI) aberlo nina clas.se de
oilc era sua rasa, |iiira, se aprender a fallar a liu-
"liumleza: as(tessoaaque a quizerem fre<|ueiilar,
rao .i 1,1111,1,1,i,. ,i,. m. diriuir ao deiiosito de marlii-
i-.is d,^ Sin. c. Slnrr & Conipandia, no rua do
y ftn"KparaMiiialriculiun.
* Jo$r il -Desoja-**! saLer loade eiltle JoSu Fnneiro|
a Sal us Si^.cia : na loja da i na da (adeia i0
Tlfl II. IN,
Aricnda-sc nina olaria j
para alvenaria elapamrnlo. na qual al
queda seis millieiros, c dcstfl doto em Ira
asa de vivauU muilo fresca, junio a mesn
quem a prclemlcr, diiija-M- a rua da Alegra, rAM
n.1. Arrenda-so por un OU Irefl anuos.
Precisa-se alujar um silio (pie na# seja inuihi
pequeo, eqne etleja Lem planlado de Avcleira,
Modo perlo da praca anda im-sino quando a casa
nilo soja de muiliK ronmiodus, o que uffoSC exiue:
quemo livor v qui/er aludir, annuncie para ser pro-
curado.
Precisa-sc de ofliciaes do lazer paos paia la-
mancos, d-M suslentu o poua-se mais ilo que em
OUlra qualquer parle: nalravessa da Concordia, ci-
iiJudIo lenda demarcioeiro do Sr. Mauqel Lon-
m CONSI LTOKlOllO.MOKOPATIUCKiHA- M
1 TUrFO PARA OS POBRES.
i .Na casa amarclla paleo do Collefllo, primei- *
q ro andar, residencia do neneral Abreu e l.i- a
^ ma. Bate coUMlloro he ilirloirlo pelo proprio l
general Abreu e Urna, e nelte dam-ae cnsul- *J
| las grals aoa poLres em lodos 08 dias uleis ;*
5 desile as del da manlia al una Lora d.i lar- S
W de. U mesmo M-ulior pode ser conaullado w
por oulras peaaoata qualquer Lora to dia ou C
dauoile. U
vm$H: O Bp. Jok Antonio Goelho <1<' Goes,
moradoi* em Santo Antdo, cnieira vir i>;-
(jnra fjiianua de 39,500 n, de femigens,
quecomprou em IKW a J reira, mu rua Nova, n. 10.
Avisa-te ao respetUvel publico, que nnguem
faca con Ira lo algum com nina casi na Iravem de
San Jofl, n. !>, inirque Le Lem de urpliaos.
(lom aulonsacaodo Kxm. presidenle FraocJaco
Anlonio ItiLeiro, l>. I.ui/a Aunes de Audrade l.eal,
SciiLoriulia de Aaseccao Hil.incourl l.eal de lie/en-
de e TLereza de Jess Leal, leen aLerlo en sua ca-
li iiiii.i aula de piimeiras Icllras para o WKO lemiiii-
00, anude secnsiua a ler. escrever, coular, gramali-
ca nacional, arillunelica, franco/, iimlez e oulras
quacsquor faculdado, que 01 pais qiieiram mandar
ensinar a suas lidias para o que lem contratado
mcslrcs para aquella! arles que nao se acham ahui-
ladas para ensinar; e cnsinam a doulriua chrailaa,
Lordar de seda, de marca, de susto, (acomlc, lab)-
linios e oulras LaLilidades deagulhai aquellas pes-
soas que dignaren Inora-las, ronuanuo-llwsuM pre-
sadas lilhiulias, lica rao salisfeilas pelo anmenlo
que ellas Ionio cni ludo quaulo loca a Loa ediir.ic.io
B esludos ; a casa lem couiinodos para rccelMT de
qualmal sci> pensionista'-, e rerehe mcias |>eusio-
nislas c exlernas inedianlc um preco ra/oaud, epo-
dero ser procuradas na rua doragondei, n. 5,
primeiro andar, quem ven da IliLeira o secundo
sobrado ao p do de \aramia encarnada.
Na rua do Pigundea n. .'i fazem-se traucelins
de cabello, pulcelrai e cadeiaa para relogios, franjas
dcrelrnz e Irancclin-do iiiesmo.
Precisa-sc alugaruinsilio porlempode um au-
no ou mais, que lenlia Loa casa, roclmira e Laixa
nara capim, ooa lugarea wgulnles: Uanguioho,
l'onlc de 1'cLoa e Passauem : quem livor annuncie
para ler procurado ou enlenda-sc na rua da .Madre
ile Dos, D. :i, que adiar rom quem halar.
Precisa-sc de nina pessoa que lenLa oaslaulc
pralica delalierna.para lomar eonla de una por La-
lauco, iia em bom lugar, na freguoiia de Sania
Antonio, da-sc Lian ordenado ou iulcresse: a Iralar
na IravetM da Madre de Dos, armazem, n. III, das
) as 1 Loras da larde.
ATTKMjAO*.
Prccisa-se de IIOO^HK) rs. a premio |m>i espaco de
G mezes, pagando-seos juros melisaes, soLrc Lvpo-
llicca de ma prela mo^a, com crias, quem quizer
anuuucic para se Iralar o negocio como convicr.
Proclfl *o de um Immi criado para
urna cjihu t-i i .mi;;cii ,i : tratar na i un Trapiche n, 7f primeiro andar.
O I)r. Ignacio Kirmo Xavier ciriirgiliHnr do
eslado inaior da guarda nacional do municipio do Re-
cife, acLando-se em exercicio de seu cargo, pode ser
procurado na casa de sua residencia, ua rua Nova n.
67, primeiro andar.
O Sr. Francisco da Ouz Stuinl, morador as
praias do Jang, ou Po-Amarello, queira quando
vieraA Recife dingir-sca livmria da Praca da lude-
iiondcncia n. (i eH, que se ILe precisa fallar.
CAV4U-0 FURTADO.
Ao amaiiherer ilodia I." ,lo rorrele me/ ilo aliril
fiirlarain ilo ailio ilo Sr. Hiera Main I d'Ayuin|i-
o.lii Sanliaso, na ostraila ilo Joiio ilc Barro., lani.i-
\,illo onni o-siu'i.ii's'sfuiiinli"': oiir oaslanlio,un) |K>il-
ro .lo-' .n ii'i'l'i. laioaiiUo regular, iilailc ile H a 10
.iimiiis, oMi L'iao, nina osiiolla na lesla, dous ou Iros
pos ,'aleailoss o ferro lio um I* no quarlo Jiroito, an-
lar ilc Miso al uieio, e Icio o sabugo ila caudl cor-
(aiio. Queni o pegar, ou ilello ll,er uolioia, |ioile
iliri'^ir-*' ao inrsiiio silio, ou no Kcmediu. hilio ilo
Sr. Tenorio, ou na rua di duela do IteiiiV sabia-
lo n. I, que ini qualqui'ialas parlese raliliiarii.
.lun Kibeiro ile Brilo e Marlinlio tliv. ii.i di
I Silva >ao a Macei traanle mus iiegm i"-.
-Jos Franrlsco^aal
ffliaaiBHBaaaau
'inol'ltilt^
n.i no que ila
la ile hoja em iHaule sea agenta
i|ualqucr negorioseu, e por is-a n.'m se ies|innsal>c-
lisa pft* qualquer negocio que o dito TeivcJJufilor
posaaou liaja ooCIser Herifo I de abril de 1853.
Aluga-ae a C|sa lenoa de u. 10, -ila na rua do
Arago, muilo proprin para negocio por ler Ii espur-
ia ,e renlc, r cni boni lugar o oslar em aruia-
reni; d-sc por piecn coinniodo: a Iralar nabolica
da praea da Boif-Visi,, n. 8.
Trnspawn-M' o armn/.cm da rua Trapichen. 14, proprio "ptra wuiulo-
l'io: a lialai un iiiimiiii.
lotera di; \OSSA si-nhora do
ROSARIO.
O lliesoortirn aniiunria aos amanten dcsle joyo,
que lem marcado o din iW de abril imprcloriwl pa-
ra o andamento das rodas, ainda que liquem Lillic*
tes que se pmsa arriscar : o resto dos Lideles que
exislem acham-se a venda nos lugares do eoslume.
HETRATOS.
Tira-se retratos do daguerreutvpo desde o prc-
Co de 30000 rs. os mais pequeos, al 'MIOO rs. os
in.imir- que se |>odein tirar: no estalielccimeulo
pliotograpliico, na rua do Arago, n. 2, lercelro
andar, das 8 Loras da manlifta as da larde.
I.ava-se e enuomina-se com asseioe perfccjio:
no pateo da KiLeira dcS. Jos n. 15.
Aluga-sc oquarloandardo soLrad da rua do
TrapcbeNo*o n. 4, o Iralar no primeiro andar do
mesmo.
OsaLaixo .issimiados, fazcm scicnte ao respei-
lavel puLlico, que o Sr. Win.Slepple, deixou de ser
socio no armazem sol a firma social do Hax moml 4\
(aimpanliia, desde o I. de Janeiro do correle anuo,
conliuuando o dilo armazeiu a girar BOU a mesnia
Orina.It'illiam Ilitymoiul, Ignacio Jo*de Toro.
O gerente di lirma social de Silva cV Como
nliia, lem a Imnra de convidar as senlioras gOflo e aos MU! lYeguexei, para Irm ao Lazar da
rua ilo UueunaUQ n. *2X, primeiro andar, aonde en-
coulrarao inuilirs c variados onjcelos, como sejam:
pagodeusde camLraia bordados para senlioras, man-
teleles de dita ditos, camisilas de dita ditos, man-
guitos de dita ditos, ditos de dila lisos, e com pu-
lidos bordados, dilos de lil" bordados, punlios de
camLraia dilos, luvM de pellica para sculuna, bran-
cas, cor de caima e pelas, ditas de lorcal pelas, di-
las de pellica para liomem, rnr de calina, Lrancas,
cor de laranja. e de jouvin de tmlas as cores, alline-
teadepeiui de brUnaotina para lenliora. ditos di
mesma ped a para caLcca de dita, meias de seda
pelas romp idas, penles de larlaruaa do Loa qua-
lidade e do mellior goslo para llanca, adcrocos pre-
tos ecomplelos. e em suas competenles caixas, rarca
prela para vesldoa, Crld de rolletes pelos de ar-
u. idina, boloes para abertura de canbal de LriLan-
liua, ricas bandejas para clin COOl as mais lindas pa-
Liras, |ieiTumarias Lrasilciras, e-encias do dilleren-
Ics qualidadea e muiloflnai, urna [mlli-otia dejaeq-
rand.i eom molas, ceslufada". com aawnto de mar-
roquim, bandas de rosa de vanillc, de beruamola, de
palecboolv e de cidr.lo, em por ee de una nilava a
una lidra.a 10 rs. a ni laxa, e oulros mu i ios objcclns
que se I rucaran por punco dinliciro. O bazar oslar, i
liberto al as!l Loras da noileparacoiniuodidadc dM
'i'iiliorrs que quizercm ir Loiira-ln.
t| aviso ao i;o.mmkii;io.
; Os abaixoassignmlo* continalo gs
f'- ii franquear a lucias asclussescm vi
ti 'eral ns seiusortimntosdefzen- ts
C ilus por baixos prcrot, noo' mea- h]
(-4 DOS de nina prca ou mna ilu/.ia,
Kfl a dinlieiro, ou n prazo, conforme w
J < ajustar : no s,u nrmazeni da 3!!
piuiii do Coi'|M> Sanio, csipiina d;i F.i
N fin do Trapiche, n. iS. Ros- W
p3 trun Rooker & Coinpauhia, neg* Ra
tij cianlrs iliglezoi. Os iiii'sinosnw- tj
iS sao 10 remeitavel publico utievSo B
L3 abrir no dia ."> do coiTcnte raer. 1 R
sua lojn de fiuienda da rua do Col- *
legio e Passcio Publico n. 15, di- &jn
rij'ida pelos scnlioivs lote' Vicloii- W
no de Paira ('.Manuel Jos de Si- D
t|ueirn Pitanga, para vendern fjj
fJ|i"i'atacado 1'a rrljillio. Hj
1 iiiiniierrio iIn-i Prccisa-sc de urna prela que enlenda lie ven-
o Ii im'Jiinior,|der;T>iigandiMtB de veiidaiieni Hl rs. por pajaca
quem llvir dirija-se rua do llospioio, rasa ni 7:
na nicsina rana preciso-se de una ama para -en ir.
Precisa-se de srvenlos de. poiirclro: a fallar
na obra que so eli fa/endu junto ao arco do Sanio
Antonio.
Ancnila-se uui silio cm tetra} d
lonc, com lx)a casa ,lc vivencia ,- paito
paraseis ruceas de verlee invern, cer-
cado lodo de niailcia, e eiinal Caberto
para as inesmas: tundieni se venilcdiias
vneeiis j>or pi'fetj commodo, eom crias: a
tratar no sitio do Leio, no mesmo lugar.
l'recisn-so de lima ama para bxlo o san ico m
temo de urna casa, na rua da lauleia do Herir, u.
5f, primeiro andar.
Joaquim tioncalve Salgado rclira-se |>nra fu-
ra do impcrto.dcitando por sena procuradores os se-
ulinros Anlonio llomiinios de Almeida Pocas, Pon
Antonio de Asevedo Villarouco vai il Europa.
Precisa-se de um raisoiro que leuda bnlaiila
pralica de venda: n| rua do Visarlo n. II.
Os senhore Kraucisio Josino deSoura, l.nu
Josda Silva, leliv Qomu Coimlira, Viria Uariel,
Luis Ignacio Nunes de llliveira, laarlo Manocl
l'enliliaiio Ketrjira, Mauoel Feliciano Fernandcs,
eJaCo Cypriano da Silva Cacam o favor ir ilni
dollieatro os. 16 e 18 que se liies desoja fallar.
Precisa-so alagar um innleipio mi nenia que
aiba colindar: na rua do Queiinndo n. l.
Paulo Gaignou. dentista.
9 Podo ser procurado o qualquer hora em
S la casa na rua larga do Rosario, n.
B 36, segundo andar.
CASA IJirMODAS II
ATERRO DA BOA-VISTA N
I.
cuno i,oiirem;o da Silva, o Anlonio Francisco do
Na pr?ra da Indepcudoucia, loj;
cwlrriia-se qualquer oLra com n mellior [ler
feicAo que w |Hide rarernesse lraLalliote
mis haraloquo cni nutra qualquer parle
"TSHSfBLl.
corren le, pelas qualro
lardo, porta do Illm. Sr. Ilr. jdiz dos orplulin, se
lio dearrenialar em praca de renda por uin anuo
os predios sciiiiiiiles: nina casa ua rua Kcal 11.3:1,
|Mir lafc; oulra na rua do Araao, n. l, j *MiC;
outra no Lccen do Quilbo n. I. |Mir8!3 oulra n
liccro dos (Jiiarleis n. -21, |mr "li^HM, pcrlencenles
aos Lerdciros do tinado pudre Jos (oncalo.
Precisa-sc de dous conloa de ris a prcmi
i'niiioi me ti-1imns que soconvciiciouar, sol L\|>olhc-
ca em um nredio nesta praca, |Mir ospaco de um au-
no, paganoo-ee os juros niciisjilmculc: quem qui/cr
dar annuncie para ser procurado.
Preata^oae um feitor que en ten-
Madama Millochau Bucssard participa as sen 110-
I timos navios Trance-
r de plantar capim ejardinar: ni
dedialGO R
Cni/., 11.20.
Pfeeiaaaode urna ama de Icite, forra ou capli-
xa: na rua do Seto, i asa n. til.
Mm-i--iLimd mmiiMiJi
9 BOTICA. 1)0 CONSULTORIO GEN-
M TItAI. IIO.MOKOPATIIICO IM-: m
ja PERNAMBUCO.
Rua primeiro andar.
yj RfcM carloiras de inediranieulos bouui'o-
|3 palliiiiis preparados segando ludas as icur.H
15 liliaiwar-it,/iiaiiiiras, conlendo
? iiieiliraiueiilos.
rf Ii.un -r de qraca os livros indispensaveis
J para a orillea da InmoMHMlliia, bom como
4 raglroon. Impreaioa para diroecao da. dlelaa
^ lis pessoas que roiiiprarein Indicas de (N mo-
j dicainentos para rima.
4 l)ain-s, laulieiii de erara \ idros da ine-
5 llmr Untara i INDISPENSAVEL A*TODAS ASFA.MI-
3 LIAS.
| ./ mperinridate im mediramentoi da bu-
j (ira ilo riiiisullui io cidral lioiniropalbiro de
Peru.iiubui-ii ioiot o. OUlnt '/ae or ai/ni i
tem apparteido, reriScada tu clnica do Sr. ]
Ilr. Sabino desde ISiH, e por muilat pettoa )
i/ap os trio tprmeHlMo! t recoHhtcm (
c prodlgioeot i/feiloi, iltpeiua ilr i/mir-1
I i/nrr rmininirnda'
Cada vidro de inei'lieanieiilo OBI linlura 2) i
Tubo, avulsos a. ....... ... ii I
HIT "
(r ilirsoiiri'irn ila lotera (lo San retira
,Maii\ r de Olinila avisa aoraspertavel pu-
blico, que csia loteriu corre impreteri-
velmeutc no dia 15 ilo corrente, leja qual
liir o numero de billtetcs que exislnm
nene lia por vender, nao' excedendd
ao Valor de cinco COUtO tic l'i'is.
JSBaEBEaiSBiBE53EZX *
**0\SI LTOUIO HOHOKOrATilirO-' ;*'
lo Groiao, comarca ilo Cabo, .M. .lepo
Civilct......d consullas e modica^G
alis aos pobre-, lodos o- di
i a I d
I'rerisi-se alnuar para
de pouc lamilla.....prclo qu
pretender dirija-se aoaterr
risa esliaiii'elra
bem liel: quem
a Vsll, loja de
liri
alr.nl...... II
OSr. F. Daiilireinon, drill de ser caixeiro di
rasi coi........ill de-la piara I.. I.eininle Feron
Companhia, em conaet|uencll de relirar-sc para a
Europa.
Aluitam-se I res esenvis para o servico de rasa:
quem as pretender dirija-se ,i rua do CoUeglo, n.
Ili. priiueiio andar.
Aluai-se um silio por um un dous anuos perlo
da praca | Ponte de Uchila, Capunga ou MangaJ-
ulio, que leulia balsa de capim para dous cavallus,
ebaulin : quem liver, dirija-se a rua da Cadciado
Iterile ii. ill. primeiro andar.
No irninemda rua da Mnoda n. 15, do abol-
i assionado, procia-M do um lioniem capa/, para
andar rom calmeas: no mesan vende-so una por-
cSode mercurio em caliinluu de libra, a mu braco
de li.ilnioaile llomao rom lodos o.-eos pertenece,
e duas canoras com Indos porlcnecs e um bol
assim como lonlina a vender ral de Lisboa, a me-
llior que lia no mercado.
Jote tiilimiii ila Silca I iannn.
A QUEM COMPETE.
Com quaulo reprove o hi.io.msi.....aqdisi geraj.
mente adoplailo, de chamar devedore pelo Diario,
o havendo para o orilar MgoUdo ronciliaveis, mas
Idados meios; eslou disposlo a publicar por cx-
leuso os nomes ilis ]iessoas que lem fallado a mu do
leu mais rigoroso dever, coinprebondcndo oAoiA de-
biln-de mais de um anuo, como mais onliuns mu-
llidos ainda no lempo do meo antecessor, o Sr.
Srhasiiao Jos tioinns Penal. O apieciador de sen
enleuda-se no pruo de 15 lilis rom o aliaixn
Bignido, na rua do Collcgio n. 12.
Franciico /ot Leil.
I'iecisa-sc de nina ama de leile. proferindo-S
solo lilho: na rua dos Quarleis, n. 2i, sciiuiul'
ua- frcuueas, que |ielos ulli
zea receben um luido sorlimeuto do moda para
bailes e casamento* em vestidos, cufeiles liara cabe-
ra, |lnres linas, raheooes de blond, lucos de dilo, fl-
i.i-, romeiras, ienros, rtalos de rede, capoladlos do
dito, chapeos para senlioras o moni un-,o espartilhos;
fas-se ftcmpro m--IhIos. rliapeoscciireilesquaesquer,
por proco commodo e goslo franrez.
S CMSIiLTMM IIOalEOPATHlCO. f
Rua do Trapiche Novo n. 9, no z
y. hotel Francisco. tt
9 O l)r. Casanova contina a dar consultas A
9 o remedios gratis aos pobres, das 7 horas da 6
inauhaa al ao mcio dia. As pessoas que ft
fl} Ufa forem |Kilires s pagariio de "i a 'lttSKI 5t
9 rs. lelo Iralamcnlo. Os cscravoas pauarito m
9 'le oa Hi-sKKi i-. A
^'i::;.-;;!:?^
madama tiikahi), modista l'han-
ckza, kl'a nova n. 02
Tem a honra de annuuriar a Imlos seus frciaie-
/.es, ejgualmeulc ao rcspeilavel publico dcsla cida-
dc, que acaba de receber de Franca um Brande e
lindo soiiimeiilo de modas Trancczas, que cousislein
em lindos enleiles para cabera do enliora ; lomas
de blond hranru com lilas eltores; um lindo sorli-
mcnlo de chapeos de seda de telas as cores, uns Com
peanas o oulros cara llores ; lindos rhopeos de palha
lie llalli mullo linn para seuhora ; chxpeounno.
a parisiense de seda para meninos e lucilinas: dilos
de pallu.....feilados i sem ciifeilcs para meninos o
lucilinas de Indas as dados ; romeiras de lilii de li-
nho bordadas lodas inleiricas, e do lodos os tama-
itos; vestidos de blond hranru rom hallados para
noivas; loques muilo ricos com bsicas de madre-
pornla muilo lardos; ditos de seda com bsicas de
niarlim prelos ; larlalana ror de ros, o branca mui-
fo lina; muilo lindas llores de vellido para caliera
de sonbora ; cqiellas para nnivas;uiii lindo sorl'i-
.....ubi de nianlcleles de sedo muilo bem ornados de
franjas c tranca, pelos c de ron-, para sonbora ; bi-
en de blond para lallio de vestido. | csparlillios de
Inda, a-qualidades c debidos os lmanlo ; linas
de pellica Ijuvain ) cnfeiladas para noias; dihfs
sem enfeiles ; dila- do soda de lodas as roles ;dilas
de rolroi pelas j dila de pellica para meninas mu
grande sorlimenlo de filas de lodas as qualidades;
mu lindo sorlimenlo de odeles cun inanjuilo. ,1c
Cmbrala bordada da ultima muda fraure/a, e mili-
tas oulras fa/endas de moda, ludo ullimameiilc
;.'-. i" |iclo oivfe Dioees Sia fl/uel,
::::::::.:::: ::.:;::::'. 999999999%
DENTISTA AVERICANO.
8 II. W. Ibnnou, cirursiaudeiilisla.contiiuia a $
.':: evenersua proHasfo, fa/.eiulo Indas Isopera- t
J (des que ttem precisas de qualquer Halara- &
: II, lauto por fura, como ni sua residoniia,
C onde pude sor procurado a qualquer hora : jj
W na rua di Cruz. n. 7, segundo andar, no lio- S,"
Tco di
CIDADE.
ilo Gaignou, dentista receben at
frire do Ilr. I'ierre, osla auna ronliecida c:
pie lem ippirecido, (e lea......lio. elogio.o
eiiaulur. lema prnpi ciado do rnnsorv ar a boci-ii
clicirosa c preservar das dores de denles: lira o
goslo desagradare! que da em coral o charuto, al-
tamas gatas desll n um ropo d'ataia sfa sullli'ii'ii-
les ; tamban se adiar 06 denlirrice cxccllcnlo pata
a ronservaefa dos denles i na rua lirga do Rosario
ii. :i,i, segundo andar.
Do......cu portugus, com pralica de oegocio,
M- oOercco para caiseiro de alguma casa, de que
livor pralira, prelerindopadaria: quem precisar di-
iija-,e ao cai-, do Itanios, n. t, que achara eom
quem datar.
Quem precisaralugarurna pela eipliva, que
sillo oo/inliar, engommir e fazer Indo o snico ,\v
unta rasa, dirija-se a rua do Crespo, n. III, primeiro
andar.
Aluga-so mu armazem para carne, na rua da
l'raia por liaixu do .obrado aitiaiellu: a (aliar rom
Ciiillii'iine Selle, rua do Itanuel u. 15.
Ao Sr. JoMUlm Jos i\v .Mello Piueulel, ou
quem suas ve/es lizer, ,lesoja-sc fallara negocio de
son iulcresse: na loja da Kslrella, n. I'.l, da rua do
l.nramcnlo.
- Precisa-sc ilc olllciacsilc liinilciiii:
Nova, HK, ilclionic da Con-
> 'j.itiii.io ralles, lloje
sa, c I barca de bniihos |ierleucc
ue lem por direolor o accio-
lecido Palricio Ricardo Freir,
i pelo Palricio das .Meninas. F,s-
avaiioado enr liado, he ISSS
dlligcnlo, e consta quo hievcinenlc
.i n.i-.-a corle com nina oulra barca, iiorni
pmmmmimimMmmmism
CONSULTORIO HOMBOPATHICO
Cosse Bimonl, prorbsur de hoi.....nwlhii
i'ft'ol.i.
ollas
-si,
insul
lo llio de Janeil
i/rnlii aos iHilirc
uasil.i luanla ilio molo
lorio, rua das Cruzs n. -2K
uliiiua a
I lodo
Ahi.i-so una rasa larrea sita na rua do Pitar,
n. U, citada e piulada, eom coi.......dos sufllcienles
pan grande familia: quem a prelonder eillenda-se
com o seu proprielario Joao l.eitc Pilla Orligueira,
na rua da Cruz do Itooife n. |o.
Prcesa-sc de um pequano de l I II anuos
de Idade para caixeiro di mna toja de raleado:
quem pretenderdlrija-M ama do l ivn......ntn o.25.
Precisa-si'de,un feilor porlnuiiez, que enlen-
da de borla c pomar: na vend da esquina que > ira
para a radeia nova, se dir quem precisa.
IIUMOI'ATIII.
O Hr. Sabino Olegario l.udeio l'inlio mu
Jou-opariobailTO da BilO Antonio, rua
ilas Cru/os o. II, casa ODilfl iiiorou o K\m
Sr. wi'ario gend l>r. Alfil-, onilo ptlc sol
|iioruiailoa qiiiil(|iier hora |H'lns jicssoom que ^
<|iii/oii'in honrar rom sua ronfianra.
Aiinl.i so procisa de urna ama de Ima roudurta,
para seixira duas neMOM rasid.i-. pagare licni: na
ua do Hurlas n. "ir*, poiiado aoH Mar(\ri(K.
Traupaua-so, ou raK-scalgunia Iransan;Jo rom
una l.\poUK>cadedchiloeolnga(;o que c\i>lc no
cnuenho Sania Mara, lia pouco Ic\anlado, na ro-
marra do C.nlio, he de hoas Ierras, matlas, e de mol-
la produrro e a inaior parle das Ierras compradas
pelo dilo li\ polliccflrio, que forneieu dinliciros para
conferrao, li^anlaincnlo to onuenlio, para inoenda,
laixns, animaes, c roisupprimenlo ao menino enae-
nho ; o queludo (onsladah\|iolhc ga, o da mil i a correle approvada pelo li> pollierau-
le. Os juros inie leem decorrdo a I 'por ."'ao
mci, com principal, alo i de revorelro prlnwpas-
skIo,preTaioni quaulia tic 2r:S7-^K"il rs. Todo O
engenno. seus perlences, c mais bcM^ouu^loefl por
liawi <'sloi'iiinpreliendido4 na vscriptgra da lijpi-
tlu't.i, l.iM.nla nocarloriodo tabollina (iiiillicrme
l'atiM'io, em II ileteloiubro i^ lVt, e regiBlra ua .-.usara do Cabo. Recifo Mi do marro Jo 1853.
Ji .MiliqUfs ilil Cuita BOtfTO*.
llen're-se nina ama serta para rasa de pouoa
lauulia : na na Vclliu na lujado obrado, u. 63.
ni rii nOY4i ii.
orinio.
Prccbaae *U' um eaJioiro que leuda pralira
de venda e que d dador asna conduela: na rua
Augusta n I S0 dir para quem lie.
Precisa-se do um menino de 13a l anuos pa-
ra raiu-iro: na rita do Kauucl U, 36.
Joffo Klias Piulo de Gove val to Uto de Ja-
neiro, leviihlocDiMiacouipanliia usen esclavo Jos,
crioulu.
SORVETE AS ll HORAS.
Na rua da Orna dolroma do ehalarli casa n. l".
nriiiicim andar, bavrra de boje em dianle pelas 11
luirn do dia. e as 7 da noile c\cellenle sor>clcdc es-
colludasfruclas.
Precisa-se de mna mulher, proli ou par.la
que soja de meia idade o que lenha bous oosluaiei
para ama de casa de una i.ninh.: de loes paneil
Siua-se bem sendo pesso rapa/ : na rua cslroila d,
osario, u. -2H, primeiro andar.
Jos Varia UoncaJvea Hamos ienlilica ai
seus smigos, elregaesa, que desdo a I-do mes pro-
\iino passado. passou asna botica sita iiaanliua mil
dos Quarleia ilesla ud.de, a ser proprledide do Si
Joaqmm de Almeida l'iuio, porTendi que deilafes
ao diloscnlior, o .iiiiiiiu.'i.inle rosa poli aos seus
bonseinllgos rregoeie.de conllnaarem com a
mesma tregula, por quinlo leudo o gr. Pinto os-
ludailn ii seu rurso de pbarinaoia em Pars, verifi-
cado o seu diploma cni una das academias brasilei-
ras, acha-se assjis habilitado para bein deseiniH'iiliar
esdevere librenles a ua arle. O aunuuciante
lllliilo so ufana de Lilaos seus bous c autillo fre-
gOlttl um lilo lioin surressor.
Joaquim do Almeida Piulo, natural dcsla ci-
liado, phainiareulico approvado pelas acadeimas <\r
Paii-e Halda, scicnlilioa an respeibiMl pnbliro, e
em par iciibu a seus amigos que desde o ,to cor
rente mes so ocha de |hissc da hem arredilada linio
cada anlim rua dos Ouartois dcsla oidade. por com
pra que dola forao Sr. Jos Maria (inralves Ro-
mos; prnlesla pois sen ir rom jK'ricia, lelo c aclivi-
dade a bulosaquelles,quc w diunarem procurar o -ou
iiuvooslabolcchnenlo.
Ilesappareceu no dia 211 de marco protimo
Dundo um pelo crioulu por nome Hilario, que
represenli larde 24 a 8$ lanos de idide. con o.
siRiiacs scuuinles : altura e rorporeunlar. cor fulla,
com mis pannos prelos no rosto, denles limados,
IKiiira barba e coslunia andar com um charuto aira?
daorelha ; leven vestido camisa c calca de aluodao
de lislras, porcm foi encontrado no cnuciiho Redo^
inuinho cni Sanio A oblo no dominen ilc |usrhoa ves-
Ihlo de < il';.i do casimira, palito branro, chapeo
prclo. sapaliN o luvas, c na priincira nilava do cal-
ca cjaqiiela branca,houclc com sabio, sapalAcs, lu-
vas e um espadim ao lado; jult:a-w que ifalii elle
sejuisse para aluuill dos lunares scuulaiof, onde elle
ieincnnliecluienlo cja (em eslado: ennoubo Pauls-
la, llainaraoii, enueuho Pil, Na/arolli, angenaoi
llapirema di l'.ima o do Mcio. o (inhuma : per .so
rogare as autoridades ponctoes e espitaos ilr campo
n apprehendi.....levenvao a nurda Madre de Dos,
lujan. 7, quo sr,.'cnin|ioii..iia ruin -'.'iionisidadco
seo liabalbo.
Na rua da Aurora junto auieoUeicM ibisor-
phias, prooi.a-.o de una ama boa eneiuinuadcira,
eque saiba Iralar do arraujodo una casa,
......... ................ -_.-.;.;;
Aluua-sc um molcque muilo liel c piopiio pa-
ra maullado.: na i ua do l.iwaiuenlu, sobrado n. I.
lis baiihos de mar esto auno no Kin de Janei-
ro leem alborolido um graodo numero de familias.
tila hygione ou Panacea Univeml abriga .....ios
pais e maridos a una verba do dpe!a rapaz do fa-
Ecr clicas aos mais ecooomieos, oulros porcm a-
pnneilaiulo-sc do commodo da bella llucluaiilc que
all ha, salisnneni a em nacessidade rom mal pouco
dispeadio. X fluctunnlo que eonli ipoais4 anuos
docshloncio foi conslniiui no bello eslabeieciiaen-
loSr. IronoBvangclisll de Sou/a, que roma
mais generosa rcsolucgo nusiliou o emprezario [
quo esll nstilnica
correncia lie iiiuuer
a nina conipaulun u
nisla, o hem ronl
mab bem couhecid
liomem comquaul
prcsljin*
brindan
de nalao.lo, onde a nossa inoculado peder facliiicn
le, e sem perilloaprendec a nadar. Dos permita
que pussainos rulhor mais i-sle urande mclbora-
mciilo.
Na Solidado, caso n. 70, ao pe da Trcmpc, lia
as MguinlOS pl.uilas: upe-Ib grandes, fruta-pao, la-
ranja limboi.goilbl bi'anoa.parreras,pjnheras ele;
rosciris do Sbv quilidades mullo deilerenics eolre
si, e limito se reooinincnila de cnlre Indas ellas ;
nova imperatri/ dos fraucc/cs, dallas do inui'asqua
lohi.li-, nimia de llur dobrada, madre silva, ilm-
minia lioiula e rheirou, inaunoli, lliioi, o oulras
diversas llore., para os amadores Icrem em seus jar-
dn., lano o. seiibnios da oidade como do mallo, c
dolas pud.....ser fnineoi'los, TrinneUe-so para o
anuo de IS.1l hnrer900, mi 100qualidades de rosas,
o, orno andar do lempo podar haver I,(HU, assim
como ba cni Franca, e oulras qualidades do flores
novas; pois que nao aepoopa lempo, cncm diuliei-
ro, para so oblcreiu lano de Franca, romo de Por-
tugal, c llio de Janeiro.
TUEATHO ni; SANTA ISABEL.
Hoa-se as pessoas que iiveram a lioudadc de acri-
bar bilhelcs de enmarles e cadeiras do espectculo
lrico dramtico dado por A. I., (arria e sna seuho-
ra 01 noile do 7 de abril de IHvl^ do mo pauar a
oulra pessoa sean un mesmu (iareja.
No dia (i du crlenle mes fuuio una cscrava
ciioula por nome Bonifacia, de idade do 35 aunos,
cheil do corno, de boa estatura, feia de cara, belfos
groan. 0 fula, levou veslido de chita azul com pal-
mas amarcllas, um panno ila Cosa com molamos
hranros e ..... chale de chila rosa e lislras fazendo
quadros, juUa-se ler seguido para Parlo Calvo, pro-
vincia das Alaimas anude foi comprada a Jostio-
inos Morelri, Otril cscrava fo do Bastos: roya-so a
lodasasautoridaja pollciaes e einilinda campo a
plura dola, e ronduzi-laa rua do l.iirainenlii, n.
segundo andar, que sern neonpausidos.
Eslu alsenle ha das o prelo de naro, por no-
mo Juso tiuque, -.dado para mais de 10 anuos, alio,
pomas meias cainhaias, desdentado c bemeonhecido
pin -ni M-rrador e Iraballiar ha anuos na Hibeira c
no serviCO de llsaraansi quem o apprehcniler quei-
ra loa-lo cni Sanio Amaro casa de Manoel Cardo-
zo da Fonseca nu na praca do Commcrcio a qual-
quer hora, ao inesnin,
Arremla-se uin cngciiho dislaule scle le2oas
dcsla praca, moe com asna sem qilc nunca .na fal-
la il auna, com boas obras, prompto de ludo para so
fazo, uraiules safras, e vende-sc l.iinliein a safra |
ente, os preteadenlos dirijam-so aCambdPd,
ino,li. II, quo se dir quem arrend.
p O Sr. Antonio l''iaucsc hondadedeapparecer na loja do sobrado amarcll<
rua do Quaimado, n.'l).
Noescnptorio terreo da rua du Cruz.
ii 2.") acla-se o di-posito do mellior rape
6 o mais acreditado, de Joo Paulo Cor-
dcii'o da cidade do Rio de Janeiro, sendo
ns caixaa em meias libras para melhor
Miulii; este rape pela sua Irescnrn enro-
ma que conserva, assim tambem por ser
n mais imitante dode Lisboa, tem mere-
cido grande aceitaran eailiptirido loda a
preferencia aos domis fabricantes ueste
imperio.
MONSIEH I.KHEIACTEtTK.
I.a majorllo des fraileis domicilies a I'crnainbii-
i". o ils y vivenl liomiorahlomenl de lcurs Iravail:
recourrcul a la voio de volre estimable jountal,
|ur remercier avoc loule 1'clTii.ion donl ils hiiiI ca-
pables ; los nulorlls regiausos, civiles, el iiiilaj-
res de cclle pio\uce, du concoms franc el loval,
liielles mil priMcs a Mr. lo cnsul de Franco daiB
la felc qu' a donne. en clebralion de riVHiemcnl
ll'enaprre desaMajes(6 Napnleon III si relie lele
n'l rpoiuliie i rllenle de persoiinc la faule lie
loil Ciro nipule qu'oux ordonnataon maladroHs;
qui l'lnul rapelisse a leur (aillo. I'on rodliile a des
proporlions mosquino-, ridirules, aussi indiinm de
millo gonvernei......I, quo de la uranileor de son
mjel!...
O Sr. I.uiz luu.'.dve Ualo, para bonra c cre-
lil.i.lo -ua lirina. ipiona Ir pUal a i|nanllaqi.....a,i
"iiora : ua rua larua ilo Rosario u, :W, loja,le Jos
Dias da Silva Carbal,
CONTRATO DAS CARNES VERDES.
Havendo os contraladores do forncoimaoto da*
carnes verde, no Diario u. (.'ido Jfdc niarcopasaa-
do, suspendida o |Mgsinenb> da mulla de 8J000 por
ciIh.'0'I de gado quo os plrliiulores quixerein malar,
to para se facililai o rornecimeutu ao publico na
actual ciiso da sena em que nos ochamos, comes-
sao esta para effeilo da qual os prctendentes se do-
Min apiesculai- ao adniiiuslrador "eral da haluiic.i
na< Ciiirii Punas, e ao Sr. fiscal do incamo ronUraiii
para. oblereiu a referida suspenslo e tomarcni-se as
necessarias notas no lucar competente, que he no
inafadiiio grral das Cinco Ponas, uuirO permilli-
do para matar-oe ^ado para forneciinento das seis
l i'iMio/i.i. contratadas.
CARNES VERDES.
O arrematante do imposto de 500 rs. sobre rez,
murta para consumo no municipio do Recife, fas pu-
blico a lodos os senliiii os particulares que tiverero de
matar gado para cuosumo das seis frcgczias irargo
do contrato, que slo : Recife, Boa Vista, Sanio An-
luuin, San Jn.i', A fn-'ailn. e roni da Panella, que do
buje em dianle se achara na casa da balance do na-
lailuuio publico, para faicr a arrocadacao do dilo
imposto, cerlo de quo nao fleam iscnlos, e .im su-
jcilos a penada lei lodo aquel le que se quier suli
(rahir ao |>agamento do dilo imposto, procurandu
malar as rezos Aira do dilo matadouro, nico publi-
co nesle muDicipio, salvo o conveDC,1o felta com o
ai i ni naiaiiio com as duas freguezias fora da praca.
CONTRATO DAS CARNES VERDES.
Havendo os contratadres do forneci-
inento das curnes verdes ollerecido o ta-
llios de seus aqougties gratis (temporaria-
mente em quanto o Exm. governo resol-
Vlu .i i rs| ii'iln i ln ri'rlaniai'.iu, i|iii-ns ,'ili;n-
xonssignndos levaram a ma pi-esenca) nos
particulares quequizeiiem. expra venda
carne verde ; e havendo-se reconliecido
que de mistura no mesmo acougue u ven-
da do (enero por diversos precos, aggrn-
va i honra de quem com bon4e fez o ol-
ferecimeuto, induzindo suspeitas aos ini-
mifos do contrato, por isso declarara ao
publico e a quem convicr, que os aooii-
j'iiesdo contrato que se fucilitam aos par^
ticulares, em virtude da referida oirertn,
silo ossegnintes :acouge das Cinco Pon-
as, acougue da*ru do Rangel n. acougue (Vi pateo do Paraizo, casa terrea,
ua etquina, n. 27.
Aluga-sc um armazem e primeiro
andar na rua do Encantamento, milito
proprio para tanoeirin ou nutro cstabe-
leriinento: atrillar na mu da Cadeia do
Recife, n. ."
l'rccisa-se de um caixeiro para venda, de ida-
de Ma Minaos: na rua do Rosario da Boa-Visla
n. 58.
Precisa-sc de :IMXJ0"I> de rs. a premio, pa-
Kaiidn-sc inensalnienlc o premio que se cnnlralar :
quem quizcreslc ncuocio, amiunric por esta folha
para ser procurado.
yucni anminriuu precisar de .':(rn.-nmi .lo rs.
a premiu, por ospaco de mu anuo, queiraannuiiimi
a sua mulada para ser procurado.
Precisa-se de nina ama para servico de urna
casa eslringtteira : nn rua da Solcdade n. 33.
Joaquim Anilo da Silvcira, subdilo |rlu-
aiuz, vai a Lisboa, o leva cni sua companhia um fi-
lbo ,1c menor idade.
Roga-M ao Sr. I. A H. o obsequio de ir ou
mandar pasar a quaulia de 2H!I;20 do duas lelras
que arciluu na rua da Cadeia do Recife n. 18, cerlo
que se o nao llzcr lera de ver. seu nome por
eilenn nesla folha.
(I. uniosInlhctcs n. 870, c271-1, da loleria do
S. Pedro Mai im do (llind.i. que i mir no dia 15 do
coirenlencrlenreinao Sr. Joaquim Anlonio Ciborio,
Chaves, da cidade de Bclem do Para.
Prci'isa-sc do uiu forneiro e um amassador :
na pallara da rua Dircila n. 60.
F. Daiibreinon, subililo fraucez, rctira-.se pa-
ra I.....do imperio.
COMPRAS.
Ni rua da Scnzala Velha, defnuilc do Sr.
Marlius, pinlor, rompra-se lodas as qualidades da
ferros velho- o nielaos, assim como ourelos de pan-
nos finos e rasemiras, c mulambos de-todas asqua-
liilaibs que serv rom para fazer papel ; assim como
cabos M'lbos, lonas, ele.
Coinpram-sc escravns, e vendem-se, recebem-
se de conunissart, lano para a provincia como para
fora dola; na rua dos Quarleis n. 21, scsmido an-
dar.
Compram-se prclas de meia idade o mesmo
vclhas, com habilidades ousem cllass, sadia, que he
pn-.....genho; paga-ee bem: na rua larga do Ro-
arion. 35, loja do miiulczas.
Coinpram-sc cscravos c vcndeni-se, recebem
so de rommissao lano para a provincia como para
lora dclla : na rua Velha, n. 55.
Compra-sc um negro moco, prefero-so criou-
lu, e que seja robusto : a possoa quo o liver dirija-
se ,-i rua da Cruz do Recife, n. 53, loja de bar-
beiro.
Cnmpra-se urna carrosa, em bom uso, de car-
rcaar pipas por bai\o do cixo: na rua do Vigario,
n. 25.
Compra el cid segunda linio os diccionarios In-
ulezcs, Brandes, de >'ioira : na rua do (Jueimado n.
ili, secundo andar.
Compra-se una canoa que peauc de 900 a
1,(1(10 lijlos de alvenaria, o que estoja em Iwm uso:
na rua Imperial ti. tti7.
Compra-se um molequcde 14 a 20 annos, len-
do lioa figura c conducta: no primeiro armazem do
beeeo doloncahcs.
Compra-sc una escrava quo enlenda bem do
eiiBommailn, roziiiba o de costura: passando a pon-
to da Passaucm da Magdalena, no sitio n. 20, de-
fronlo il" So. Joilo Fcrreira dos Saoloa.
- Conipra-iie prata, moedu brasitei-
ra a 1,920 rs. e pesos liespanhes: no Re-
cife, loja decambio n. 2i, de Vieirn da
Silva.
Na (ravessa da Madre de Dos n. 0, compra-se
urna pedra de filtrar agua, que seja muilo boa, e se
b'ir j.i experimentada mellior.
Compra-sc um miilaliuho do 16 a 20 annos da
idade, c que lenha oflirio de sapaleiro, e bonita II-
uura, que sirva para criado : quem o liver, dirija-se
a Iravessa do Vigario n. 1, segundd andar.
Compra-se um metliodo do fazer velas de car-
imiiIi.i : ua rua da Vigario n. 8.
VENDAS
? Car
Vende-se sement* de todas as qua-
lidades de bortalices, juntamente ervilhas
ie duas iiuulidudes, feijiio carrapnto de
tres (uialidades, c sement! de lores as
mais modernas que Im no mercado: nu
ruada Cruz do Recite, armazem n. 62,
de Martins & Irinao
Vende-se superior fai inlia de man-
dioca de Santa atharina : a bordo da
barca Firmeza, ou a tratar com Manoel
da Silva Santos, na mu do Amorimn. 56.
No armazem grande, defronte da
escadiulia, se vende saccas de farinba de
mandioca, lina, a V,500asacca.
Vcndc-sc uin carro de qualro rodas, palele
ingles, por preco commodo: no aterro di Boa-Visla
n. 17, a Iralar rom Fredcriro Cliaves.
Vende-se chocolate muilo superior viudo (le
Franca por una enroninicuda, em pos de ui
lira, por 2)000 rs.: na rua Nova o.
Fcrreira Lima 4 Conipanliia.
, 3, do Anlonio
PALITOS JOS. ..
Conliniia-se o vendo, palitos cito
pwlor |nno no prelo o do <*-'
co muilo commodo na loja do sonroflo
"ll,,,,,,,, qualro cantos da rua do Qneinia-
i^r^BCTBSrS M&SS&/5SrJB
_ Von.lo-se una escrava mnra, de ptima lisu-
ra i>ra lodo mi ico do familia : quema prelonder,
,1,,'ia .o holicado Chaga, na rua do l.ivramenlo.
Vcc-sc encbains de 21 a 22 palmos, poi
preco muilo comniod.....n armazem de inadeira da
rua do Sol, esquina Ja rua das Flores.
Vende-sc panno verde eom a larsura precwi
pin onbiii Inlliai, de muilo boa qiialidadc: na b>ja
3au lado do ano ,1c Sanio Anlonio.


- W\ \\>v>\SSN.\
DAVID vVTI.UAMBOYVMAN, enmdioim ma-
rliinista o fundidor de rcrro, imii respeItosamenlc
'unumMa ni- wuliorra propnetarios de eugenlios,
fazendeirds, c aorcepeUave. publico, que n sen csla-
belccimeiilo tleferromovWoporTiiw-liloa de vapor,
a l'na do Hfum pa-snntln o chafan/, continua em
eflerlKoureicto, eeaclwcomplUnetomonUHl
rom apparvlhns da prinelra quuldadc para a |wr-
feila confecrauda* pudores pecas de marliinlsmo.
Habilitado para cnipi ohender qiiacsqucr ubi as da
siia arle, David William Bowman, desoja mais par-
ticularmente chamar a atlencao publica para a se-
guinles, por ler dolas grande sorllmenlo ja* promp-
lo, pin deposito na iiicnma rundirn, as quaos ron>-
iruMasMnawhbrictfpodem competir con asnJirt-
adasem pad esinuiarim, lano em preeo corno en
qualidade de malerias primas c maO de ubro. a
saber:
Machinas de vapor damellior construraft.
Moendit de can apara cupenhosdetodosos ta-
maitos, movidas a \apnr |H.r agua, ou animaos.
Rodas de aRua, mohnos de vento e erras.
Manejos independculcs |ara cavallos.
Rodas dentada*.
tguilliOes, bronzes e chumaociras.
Cav. ilhoes e parafusos de lodos os tamaitos.
Taias, parns, crivose lutoas de fornallia.
MoiiIkh de mandioca, movidos a man ou poranl-
maes, e prensas para a dila.
Chapas de fogao e Tornos de familia.
Cilios de ferro, torne i ras de ferro c de brome.
Bombas para cacimba e de repuxo, movida* a
maO, por animaos ou v ento.
liuiudasles, yuinrliose maracos.
Prensas Imlrauliraa ede parafuso.
Ferragens para mmos, carroso obras publicas.
Columnas, varandas, erados e porldes.
Prensas de copiar cartas o sellar.
Camas, carros do maoearados de forro, otele.
Aleni da superioridade das mas obras, ja' geral-
menlerueniiliecida, David William Hnwmaii garante
amis ovarla conformidade coinos moldes i> deso-
dlos remet idos pelo* senhores queso diiiiarom do
Cuor-lln' eiicommendas, aprnvcitandu a oeensia pa-
rinigradeoor aos seus nuiuorosos a minos e freauezes
a preferencia cen que lem sido por ellos honrado,
r .ioijura-Uies que nao poupara esforzse diligen-
cias para conlinuar amerceen* sna contlanca.
RAPE PAULO GORDEIRO.
Na ru daCadcwilti He rite luja n.O, de Ciiiilm
Atnorim. vende-so boles c liiciosdilns de npe Paulo
Cordeiro.
OH QUE PECUINCHA!
Curie*de brim Iranrailo lirauco com i K VIH de
paro liiiho a I9-28U: na ral do Crespo n. (i, luja de
Luciidas.
l'oiaH nmt-rirnna.
No aiililio deposito dn (auleia Vellia n. \i, e\le
lima jiequena porcai) de pnlasna americana, clieuada
i ecenlemeiile i|ue por superior rivalisarom a ila Roa-
>ia : \ende-sc |wr prrro niMiavcl.
Vendem-se amarras de ferro : na ra da Scii-
,-.il.i \">.i n. W- '
1,280 1,440 RA 1)0 CRESPO N. G.
Superiores eoberlures de .'dndfm, i"*onriis inuilo
riieorpaduseiirande-,, proprios para asaraVO, pelo ili-
iiiiiiuln preeo de I9-2K e Isltll rs.
VILLA DE PORTO CALVO.
Vende-se uina lelra e nina obrigacae, aaceilas por
l.onreiiru A\\n Piado da quanlia de 3:5489553
re., morador na lilla de l'orlo Callo proprielario ;
faz-se lodo o negocio para saldar muas, aorfdc ha
divida nao lem lierdeiros: na ra da Cadeiado lle-
' DEPOSITO DE CALE POTASSA.
Na ra daradeiado Reciten. .VI, \rfldpin Ciiuha
,\ Aiiiuriin barril rom arrobaii de ral empadra,
rereiilemeule Chagada 'le Lisboa, e potaaM da boa
<|ualidade.
Veudein-ip lona1, niuilo pin coala : 00 arnia-
/em de l'"ox Brolliers : na ra la Cailcia do Reeifp,
n. I.-'.
Vcndem-se a> >priladeirossp|liii-niL;lcv(-, pa-
Ipnle, de mola e siinella :' na ra daSenza la No-
va n. l->
Na porta da Allandegn armazem
n. (I, vende-aeoleo dclinna(;a,empoi'-
ro'ea b voatade doscompradore*; acode
milao', chymbo de munirtoo', e laceas
com r.iiclrn a 4,000r.
VpimIpiii-sp lonas, briuzao, brs p meiai lo-
nas da Rossa : no armazem ile N. O. Hieber ^
Oinipanbia, na ra da Cruz n. I.
Vendem-se qupijos lonilrinns, dilos de pralo
mudo rescaes, latas eom bolacbinba, soila inide/a
rm potcO e a relalhu : na ra da Cruz n. i(>, de-
IrunleduSr. I Ir. Cosme.
GMNDI FABUICA DE CHAPEOS DE SOL,
BIJA DO COILIGIO N. .
J. Falque faz srienle ao respeilaiel publiro de
rernambupo, e em particular aos seus IrefOIOiei,
que araba ile recclHT de Paris, romo do Kio de Ja-
ni'iio, da labrloa de I 11 111. frmafla, um lindo e
completo sorlimenln de chapeos de sol de seda e dp
pauiiiiho, lano para bomeaa romo para seohoras,
leudo para os primeiros um esi'ulbiilu sorlimenlnile
chapeos de sol rom cabos inleirict,s os mais lindos,
que lem lindo emcaricalurasdiiersas, dilos de cui-
ua, ele.; uraude iiuanlidade de sedas e panuiuhos
en peca para cubrir armacoes sen idas, as que foreui
de ferru, en\ernisam-se que licain novas; baleias
laruas, pslreilas p de acu para esparlilhos e vestidos
de senhoras. hpuaalas bonitas ; eobre-se e cuncer-
la-selodao qualquerqualidadede chapeos ilp sul:
todo* osobjeclos cima menciouadus vendem-se pin
parean p a relalhu pur menos prero que em nulra
qualquer parle.
Vendem-se Vinlio de champagne
leyilimo, e de supeiior miulid.tde : em
can de Keller A C, ra da Cruz n. 53.
OCHO.
Yende-se cessopmhairiras, rlieaadn ulliinamne-
le :em rasa J. Keller i\ Cunipanhia, na rAa da
Cruz o. 55.
Veiide-se caixBS eom nieias latai
etreo ile dim comsardiidias: na ra
do Trapbhe, n. II.
\ende-se vellas steaiinas e por
mdico preeo: na ra do Trapiche, n.
II
Vende-sc frascos com manleifja
de superior pialidade : na ra do Tra-
piche, n. II.
Vende-so cero de carnauba, em |M>rccs eran-
des e pequeas, |K>r preeo ciunmmlu; assini como
rouros miudosrurlidos, e lainhem nina pequea |ior-
rJO de sal do Ass : a Iralar na ra da Cadcia Ve-
II ii. .">9, eom Jos Dias da Silva.
NA LOJA DAS SEIS PORTASEN EREN-
TE DO LIVRAMEMO,
oonlina a vender-sechitas sele \inlens, incja pa-
taca, dous IiisI('m-s, Iciiru- de eamlmiia rom lime- uns
(mutas, a dous tusloes, lem;os de camluaia pililodos,
proprios jari inflo de scnhorai, a moia pataca, len-
cos para meninos, aquatro \inlens, chales prelos do
lAa para lulo, a imilucAo de seda, a quatro mil res,
CHssa prela, a sois vinlens o ro\adn, prnpria para
lulo aliviado, e um completo sorliuionlo de todas
as Tazeudas que troca por dinheirn, mais barato do
queein nutra qualquer parle.
Vend-nte don ptimos pianos : em
'rnsauUKotlic & Bidonlac, ra do Trapi-
chen. 12.
Para liquidaeao de conlas, vende-sc nina loja,
prnpria poraipialqnn o-slalielminnilo, |Kir ser em
imadas principad) ras cterommerrio desla cidade:
quem prelender dirija-ae ra da t'.mz n. 10 pri-
meiro andar.
Vende-atMMidrara* perleiicontcs n urna ar-
macdo de loja de aa|>alos, en muilo hoiu oslado, o
(i i'nvi cummodo: na rua dosQuarlc-is, loja n. 8.
Vendem-se vnpielas doltiRtrc para
coI)ei*la de carros : na rua da Sencida
Nova ii.' i2.
Vendo-so um oplimo miilalinlio de 1.1 annos
de idade : na rua do Kan'gcl.quina do beceo doCar-
coreiro, venda u. 50.
Vendem-se oleo de linlinca em lio-
lijas de 2e meio u ."> gulo'ei cada urna :
ni iiiiia/i'in de Manoei da Silva RWn-
los, na rua do Amorini, ns. btytfo,
Veiide-sv una oxrolleiilo rasa lem?a com le-
da* M proporcos para una grande farfllia, ron
um rxtcHi'iite quinlal, < Iwlo plantado, no hairro
da Boa-VMa, clambemse I roca jMir urna oulra ca-
sa no ha i pro do Santo Antonio : na ruaeseila do
RosariOi >!*! v.v, n. 35.
4
lllll'OZITO DECA. E l'OTASSA.
!\'n iiriii.i/.i'in (ln nt.i iU I.
i puia ITiikIus de li.ini- llecife n. IS Im muilo superior cuide, _^ ^^__
- Lish em pedni, ataim conm |>";
(1ic;;hI.i ultima uieirt
Vciidin-M! lulions de pinho l.ie-
;;is il.i Sueein, costado, (xwladiiilio. naa
oalho i.- fot n
ejis : cemento :* barrica e <* tHiajl
iviiios de fiiii, oleo mi liidij.is : otrl
do Tlu'ilro Vellio.
AGENCIA
Da Fundicao' LowMoor. Rua da
Senzala novan. 42.
Norte i'si.ilii'lci'iini'iHo coiiIiiim,! a ha-
ver um completo ortlucillo de imn-ii-
da e meiiis moendiis pur engenho, Ba-
chiuaade apor, b taiv de (erro batido
c rodo, de lodos os taiiiaiilios, para
dito.
MOKNIMS PATENTE^ l)E A. EE
HE MIIHNAY.
Em casa de llnlhe J llideiilar rua do ^
Trapiche n. I achanl< rmislanlcinrn- (ff
-. le a vcnila MACHINAS INTEIBAS E X
Si MEIAS MACHINAS ile varios lainanhos ip
A desla conslrurraft. Enlan MOENOAS leni (A
a vanlaeeni de extrahir das raimas, por *'
m eiinadcl."> POR CENTO mais raido doque IB)
Z as ordinarias, rom a mesilla forra innlrii. ^
W Arliam-w lamliem na mwma rasa TAI- fW
XAS HE l-'EItllO ile modclln superior, e
. AHAIIOS TODOS HE FERRO la arre- 5
m dilada fahrira de RANSOM BHAY. V
3^*^^ D,'i>o,iu, da fabricA de Todos os Sanios na Baha.
Venilc-se, einrasa dcN. O. Bieher &('.., na na
daC.ni7. n. i, alindan lrani;ado d'aquella fahrira,
muilo propri para sarros de assurarc runpa de cs-
eravns, |Hir preru ruiiiinnilo.
Af.ncla de Edwin Ma..
Na rila de A|wllu n. (i, anna/iin da Mr. Calaron)
A, Conipanhia, arha-se rmislanlenienle hons sorli-
meiilos de laiai da ferro roadn e balido, lano ra-
sa romo finidas, moflidas ineliras Indas de ierro pa-
ra animaos, auoa, ele., ditas para armar ei.....ailei-
ra ile Indos ns liiiiianliose iiiinlelnsiisiiiais iniMleinns,
maeliiiia huiisnnlal para vapor eom forra da
Iravollns, niros, passadeiras de ferro e-lanlinl"
para rusa de puntar, por llienns prern ipil'os de rn-
lire, eseeven, para navios. Ierro in-le/. lano em
h.
barra COmO em rense olhas; e linio po
prern.
Vende-so iiiarmelada nova em I.....ala da I e
libras, raiviiibas com 2 t \ libras de pera, ditas
e....._ e i libias de amello, cala rom maaaa ti-
nas de iMiellinha. lado muilo superior : na rua da
Crin do Rerile o. Il, delrnnle do Si. Ilr. Co-nie.
Vende-se viiihu ila Madeira de superior epia-
lidadeeuii|iiarlose nilavosdepipa. |ir prern enin-
mudn: nnarina/einde N. O.llieher i Ciunpanlua
na rua da Gruin, t-
Moinhos de vento
romlinmbasde repino para reRar borlase bailas
derapin. nariinilieaile II. W. Ilowuiaii: na rua
do Bruma. 6,8 a 10.
A 5,000 r. pequeos, e 6,500 r. trnde.
Vendeni-se chapeo da sol d.....da laoleza d
superior qualldade, pelos preeo cima : na n
doCoUegion. t.
Vrndi'ui-se relogio de miro e pra-
l, patente inglez i n rua Nova n. 12.
Taixas para engenhos.
Xa fundicao' de Ierro de I). W
Brum, |issiiit-
haver um
Bowmami na
do o chafariz
rita ilo
, continua
completo orlimento de ii\s de Ierro
fiuiado e batido de K palmo di
bocea, ns quaea acliam-ea renda, poi
prero roinmodo e rom promplidao' i
embarcara-.....i cari'eg^im-teem carro
mmii di's|uv.a no comprador.
POTASSA SUPERIOR
Vi'iidem-sc por prero muilo i'omi-
inodo. no aimazem n. 7 .de ces da
idfandcga, de Joie'Joaquim Pereira de
Helio, ou no ckcriptono de Kovaes &
Companhia na na do Trapiche n. ">l.
Vendeiu-seeiii ea-a de Me. Colinnnl & C.....-
panhia, na nraca do Corno Sanio n. II. oscuuinlc:
vinho de.Marselleem eaivas de :| a II du/ias, linbas
em novellos ocarrclei, breu em harneas muilo
grandes, aro de milao sonido, ferro inglcz,
Km casa de J. Keller A Compan-
hia, na rua da Cru ll. 55, ha para
vender dous axcellenlo pianos liiilrs,
de tuna das uirllini(' l'abiii'as, r ilu-
gadoi ltimamente da Europa.
AOS IIAIIATEIROS.
Alpaca fina rom mais de una vara de largura, I
NHOrs. n covado; corlaede :l Ipi covado dacaaomi-
ra prela lina, a T.ViOII; merino lino de eordgo, pre-
til e verde. I 196000 covado ; chapeos linos roce-
/e., a XjOOO is.; peras de chitas larga para rnbei-
la, a5J000r.; corles de camhiaia de lUIra e
ipiadros de cores, com II l|^ varas, a s.iOII; ditos
de rassa chita, padresileea-sa iatiera, a IgOOO;
nieias deaL'od.io groaBa do l'orlo. propiias para a-
ipiecei o- pe, alllilrs.; e um bello snrliinciilu de
fanendas novas hranras e il- core, por baraliauma
preeo: ua rua do Quelmado, loja n. ll, de load Pe-
reira Cesar.
##;.;.v ;::;.:::::;;: ::;;;:;;;;;; ;':;:;
vest nos A l#600.
tt Vende-si' corles de vtalido de cbila, core V.
W Ovas, bous mistos e padroi.....euros, a INIIKI U
m cada eorloi na ruado Quelmado, luja do so- H
^ lirado amarello n. -.'. C>
*#*: WSii-; kWW
Veinlo-se urna escrava de liaran, muilo india,
e proiiria jiara ludn servicu iiilerno de tima rasa de
ramilla, a mullo diligente em meado; ua ma do
Quelmado ll. ">. MKUodo andar, al as '.I horas da
nianhcia, e das i da larde eludanlo.
AOS SENHORES DE EXGEXHO.
n prcroa miulii
t'ti/.oii v ns.
Vi'iidoiii-Ki' relogiot de oum, |i-
tete iorjlca, ns melhoi'e que lem viudo
u cale mercado, e dg maii acreditado
fabricante de Liverpool: rm rasa de Rua-
se! Mcllors e Companhia, na rua di
Gadeia do Recite, n. rdi.
CIIAHI lOSlI.vllAVANA.
No armaaem de J. H. Ganare}', na rua da Crur. n
I, venili'iii-i' pin iniulo rumiliOflo prero, sil|ielionl
chamtos da lavaoa.
Vciidem-se sanas eom farelln, a 3VI0: un
armazem u. I do caes da alfandoRa.
XA LOJA X. (i. I)A RUA DO CRESPO
HA AS 9EGUINTES FAZENDA8 BA-
RATAS.
Vt'iiiloni-se enre de ve.i ido do eamliraia eom ha
hados, afiJOlKI rs.; dilos com barra, a lajOUra.; pe-
ra ile eamliraia de Salpicas Iminms, a rterflWlc lOOO
rs.; corles de rassa rliila, a'iatOtlrs.; dito rom lun-
fa, a as*" rs. ; ditos de rassa frnnrna, a :i-J
rs.; i ni Ir- de rhila rom barra milito laria que lem
1:1 'j rovados, a t?)OIKI rs, ; peras derliila escurase
rhiras, a fijKMIO rs. a pei;a c IliO u. n rovado ;,pecas
de eassa deqtiadrosa 5llMlrs. a pera e -281rs. a va-
ra : na rila do Crespo ll. (I.
LOTEAIA DE SAN PEDRO UARTYR
DE OLIXDA.
AOS
i .i-oiiii, (i.iKio-iioii. :i,kwio, c t,.vat-ooo rs.
Na Piara da Independencia", n. 13 o 15, loja de
raleado do Arantes, u. :I7 e :l!l, hija de raleado de
Porto A; C, e ua rua da Cadeia do Rerife, u. 1.5.
hija de iniudezas de Joto Fortnalo dos sanio Por-
to, vendem-se hilheles, ineios ej'aulellas desla lo-
leria, que corro iiiiprelerivehnenle no di I.mIi
abril un miisislnriu da lircja Malrii da Roa-Visla
a visla do aniiunrin do Ihesnureirn da inesina lole-
ria. Os ipialro primeiros premius grande sai payos
s.....o descont de oilo por rento do iiii|Hislo jcral
Hilheles. |:sIO I,W.-(IIK>
Meio '> i.siii
ouarins. usual :i.nuii
Oiiinlos. Sino ,tl9ai
lleeinos. I\100 I,IKH>
Vi'.-esiinos ,-TIKI 60PfJ0O
%x Chapeos onvcrninicloi iie ima mialidaUle ; BM*9
C^htu de miro < prala largo e esCreto; boics l-Jr
Kns a clouradoaa vende-aa lodo por ronninnl)S
Jjjprem: na prnra ila IikIcih'ihIcih'i n. I
CORTES DE SEDA.
Na loja da Estrella, rua iloQueiniado, n. 7, de
Irona do beceo doPeiaoFrilo, vende-aa corla da
seda ilii inellior ROSlo une ha boje no inercadu, leu-
do todas as coies, com lislras. inali/adas, e sendo o
assi'iiio fina-cores, por prern mais rumiiunln do ipie
em oulra ipiahpier parle.
I'OLIIA A 1,000 RS. A CAIXA.
Vende-no follia de Flandres a 219000 rs. a raba i
ua rua da Cadeia du Recife, loja u. (il.
Venderte a tabei'na do pateo ou
hiivissa do l'arai/.o, nun poneos fundos,
multo propria mcamo paro fiuera tver
familia, por Iit lioin quintal, e saluda
pelo fundo, aotfio, boa cacimba, etc.
etc., c Ih'ui afreguezada para atejra ;
yende-cc por sen dono estar bastante do-
ente, e le de ir tratar-te lora : atratai
na iiiisnia, ti. 0.
Vende-ae urna pedra marmoix
branca, que serrada da' para dous pares
de consolos i quem a pretender, dinja-se
a ruada l'iaian. '>.">, armi/.eni, (pieacha-
ra' foiu quera tratar.
.:::,:;:::;::: :;:;.: ::.::::::;:::;::;::; :
9 DAMASCO, A 500 RS. O COVADO.
."'? Vendee llamasen decores, lila e alltoihlo.
sj [ende algn padree propnes para forro de vi
e carro, a uOO rs. ncovado : na luja do sobrado #
9 aiii.iiello.iios ipialrn ranlos da rua do Quei-
nudo ii. II. <:."
;;;;::;; :: ;.; k -.;:;:: : ; ;: ; :; S s s ;-; % ::
Na rua i vende ludas as qualldade de ubras de ouro e
Rom leilie
ipien
a AITK.V.A) A LUJA DKMILDi:- gj
5( ZAS )A RUA DO QUEMADO Q
\. V7, DE AMONIO JOS DE
>$ AZEVEDO.
3 Participo ao rasneiiavel publico, quaetl K
,--, mil ii-ii'i'i .11,1-. iniutli'/.as por mullo balsos 'V.
probos, romo nojam: luvaa de pellica para uk
lionu'in, poolo inialiv.. a I^Hl o par, lila pa- f~<
n sciiliora, a I9JOO n,, dluu t'iilVil.i.la-, a hj
I96OO0 pa^asfljuaeao annuoclanle le roa- R
noDsablliM nda qualidado, ditos le aada B>
branca, edrue caima o de lirio para limnoiii }
v wnhora, a I^SIM o par, tlilas ih- seda lian- ^
rada, pardas paia lionuin, a I.^MM rs.. Irn- n'
ras brancas o de eore para enfeilea de ?ea- j;
IId0S| a -JW) a \.ira, sapalinhos de Ma para fv
. meninos, 1 ..N) rs. par, lfM|uos do madre- \U
j* neroli muilo linos, a IsfiOOcadatimi aboloa- J7-
dui'its de UhI;i> as rores parn rlleles, linas c Fi^
ordinarias, a 6W e MK) rs., ditas muilo linas, f,'
a I96MI, ditasdonradas, 1 .o. apparellios g
de agricultura para meninos hriurar, a l^(KK) ^
cada mu, eonlendo pas, saclios, carVInhos e V
reradorisiuliosi etc. etc., um complclo sor-H
lmenlo de perfumarlas linas, como sejam: ;;"
exlrado de verdadelro unbre, n.il llores,
Jpalchoul) ^ inicie. I.ivaude. mussidiue.iuiel,
arros muilo dellcdoscom hauha, dilos rom
nemes, saboneles muilo Anos franee/e*. chi-
nczese inslcxes, dilos de espuma, oleo para
limpare amaciaro cabello, pomada Iraacea
muilo lina, a tul) rs. o eamidnlio, chicles -
muilo linos para liomeui 0 scnlmra. papel 1-
'? o > t 3 <^ d
S* a o
- n Cj .Y
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S B)a
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n ~ r.
\
M
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1
0
0
i
i
lilil
No Forte do Mallo*, defronlr do arma/em
do Sr. Joai|um Kranetsro de .Mein, \ende-se
perior rea de earuauha, holins, rolnrnos, sarros
com iminma. e variosoutros cfleilos recentemente
i-helados do Aiai.il>, ludo por prcriM aurada\eis
rOAI.IIASi:iilAKI)A\AIMS
Na loja do Mthradn amarello na rua do.
;Queiinado o. ha para vender um complooj
Wsorlimenlo de loallUM de liuho e de llgodfio dej
*\,\>"\ to os laniaulios, ealoalliudo de puro linlio.
Sjdc 1 arias laruuras e ludo por preeo muilo;
M'unimodo ; assim eomo gaardanapos a 3*9550c
ttftsSK) rada ilu/ia.
O arcano
  • do StoUe cm Berln, empicado nas <"- 3 i^r-y-'.-iiniias do uossos Mos namorado
    . i ii i i ?H enutras intuas musiTi mais baralaadoqu
    lomas inglezai e nollandeas, COIll (liili- >j ,., u|ra qualquer parte. Sentid.....So
    ilc vantageui para o mellionimcnto do
    aMUoar, achante a venda, ein latas do 10
    lilirns, junio iiiin nniiiliotlo d() i'nipir-
    (ju-lo no iilionin portugus, OUl rasa de
    N. O. Biebei'*& Companhia, na rua da
    Cruz, n. i.
    \'cnde-se nina negrinlia. rrioiila, dfl idade de
    I i anuos, que cosinha, lavaenseoriuraschloe la-
    livrinlho, de muilo hoa conduela e de lina flgura !
    nu aterro da Boa-VW n. 61.
    Veude-se una aterava, ciionla. a nin moloquo,
    viudos de fura: na rua da (lula n. 64, seitiinduan-
    dar. ,)
    Vende-si'nina prela, rrioiila, de idade Jll an-
    uos, de bunila Ogura, Java desalNi ecoslnliao dia-
    rio de nina casa ; vende-se por precisan: ua rua
    niieii.i. obrado de um audar n. 56.
    Vende-se cha' hyaton de superior
    qualidade, emlotesea rontade do com-
    prador: na rua do Trapichen ."6, csci-i-
    ploriodeMatlieus Aiistin *S C.
    PAKA PENACHOS.
    Vende-sc pelmas de cia iniiil.....ivas, a 80(1 rs. a
    lihra : na rua Direila, Inja ti. Kl..
    \ cinli'-se um oplimo esrravo, crioulo, para
    um sillo, por ler urlica: na rua da Praia n. l:i.
    a rua dn .ivramenle n. ^11, vende-sc uina
    escrava de It anuos, com nrinripin de liahilidade,
    eiionla. e sent vicius : das i as 'J da maiihJa, o das
    2 as II da larde.
    enajanem* ua luja passando o (turro da ron-
    ' Li.L'.'t'.ni, ,i M-iilida de liiiltilculS.
    HKI.iM.los DE ALGIBE1RA,
    Inajeiei de palete, vende-se a prero commodo:
    na rua Li Cadeia lo Hcrifc,
    Barroca A Castro.
    .MU.I.IIAS, A 200 US. A C.VI-
    XIMIA,
    don. 9a I-', muilo hoa qualidade. pelo di-
    minuto prern de :'im rs. a eaivinha: ua rua
    tilo (jjuaiinado, loja de nlilldc/.as u. 17.
    SALSA PAKRILHA.
    lie qualidade regular ; vende-se por preeo muilo
    niiiuiiiidn, pur ser fui-a ierliar cuidas : ua rua du
    'rapiche ii. III, priiueirn andar.
    J3SR
    A CAI-
    ^ \is dos> maiores. que
    por prero roinmodo
    se podem encontrar
    M
    Vende-sc urna cachurra nlravcssuda de inuile
    Ima raca na rua da Roda, u. :..'.
    IAIIIMIA DE MANDIOCA.
    Chgafla lia pouco da Italiia. < du boa
    qualidade: para avttida, ifaia-t......11a
    doVigarion. .<. primeiroandar, oua
    Jwrdodaescuna ^dwidefandeBdadefron-
    te do caes do collegiu ioiii o mesti-e da
    mesilla
    AKIXAS, A 40 HS
    XIMIA.
    Vende-se iamparinas para (res mezes
    muilo novas, pelo diminuid preeode Wrs.
    I i .iimiiIi.i, e -(O rs. I du/ia. BSSim ruino
    olireias, i 1(1 rs. raixiidia, e ',Vti rs. a dil-
    ata ; na rua do Quelmado n. 17.
    No atorro da Itoa Visla n. 7i, \eude-sopur
    niudico pen, tuna armarao Inda rmidmeada o prn-
    pria para qualquer eslaneleeiinenlo |>or se querer
    dcsoiTiipar a rasa onde a inesnia se arha rtdloeaila :
    lamltpin |>rerisa-sc de um raiu'iro que lenlia prali-
    ea de miude/as c que di1 liador a sna roiulucln.
    Vende-ce urna rypograpliia com
    um peloc t\ [ios, i'm [injitrnu ou ;raiiilc
    DOrcSe: da ruada Praia, n. .^5.
    * FABINHA DE MANDIOCA.
    \)e qualidade i Diellicrque ha no im-r-
    cmluc i'cct'iitriiiriilr clamada de S. Ma-
    ilu-iis vende-te u ,0D(rso alauereve*
    Iho, i Uordo do liiubs S. Jos das l'aipas
    tuidead drl'ioiiic do cao do Collegto
    andar.
    MKIAS CVSK.MIHAS, A 500 US
    COVADO
    Vende-se meias casomlras, do padrees novos, es-
    curas e claras, polo Itar.iti'-mio prero de Mu' rs,o
    ro\ado: na rua Nova n. M>, loj.i nova de Jos l.ui/
    Pereira <\ l-'illm.
    Antonio r'ranrisrn Correa (.ardozo, ua ruada
    Cadeia rceebeu romptolo sortimento de vldros paia vidraca,
    de linios os tamaitos e de superior <|ualida Je, e que
    vendeem porefloe a relalhu, por preeocommoilo.
    ,' : ::: ..: !MS3SS :.. 3
    nisr.Ai)(>ri<.v\ci;/A roo!
    ; Vendem-se riscadlohos franceses de euros ii-,-,
    Sias, e lindos padies pelo haralo prero de IliO"
    mn, cada covado, havendo grande sortimento pa-j
    ra OSCOllier: na loja lo sobrado amarello nos:.
    Bqualro cados da rua dn Queimado 11. II. "^
    O r.i. \
    Confronle no It osario de S. Antonio, >cnde
    caixinltas eonlendo 12 ti de muilo hom NgA| por
    lajOOO rs*; e retalbo vendo por menos que ontro
    OOUTES DE VKSTIIK) A SJOOO RS.W
    Na loja do sobrado amarello nnsqualrn ranlos,,
    Marua doQneimadon' 2> vondero-se curios de^
    ^risiadinlto ranee/, cores lixiis e bonitos padrn.-y ,
    ggrom 12 covadus a 38000 cada corle.
    CKItA DKCAUWlItA.
    Scboe grasa.
    Vende-60 (or comniodo prero 1 na rua da Cruz,
    confronte no cliaJtrix u. IH, arma/em de ll. It. An-
    dradeAC.
    ^ O abailO asslgnado vettdo < sen enueulio *>
    '? Sania Mara, harpouco levantado, na ruinar- ^>
    V> a do Cabo, oqual divide eom oaengenlios 0
    v Sibir de Santa Croi, Caohoelra, Quelflz, e 0
    tt Ualpl, he de boas mallas, ierras de mulla II
    y, prodcelo e j;t demarrado; igualmente ven- .''v*
    $ de, so assim convierto comprador, toda a la- *
    votira: asta venda seeSeeloa para nagamon- ;;
    j.) lodo crethir o hvptdhecariodo diloengonliO,
    Jij) Jtos .Marques da Coala Soares; quem 0 pre- fi
    tender dirija-sc ao dilo enhonhu, ouao rofo- @
    j rldo crodor. ;.;
    A Engolillo de Sania Mara t-'i ile novemhrntle 5
    ji IS"2. TttOmOZ A/tw/itrs iht GOttQ tOOTSS, ^
    is#f tteD0ttf i
    Vende-se l'ollia de Fiandrasde pii-
    mcia uuaudade,bemaortda, em por*
    rao c aretalno: em 'asa de HothciV. Ili-
    aoulaCf na do Trapiclie i. 12.
    BKETAMIAS l>K SEISVAHAs.
    Vcndc-se hretaulia de puro linho ruin ( va
    ras, polo haralissimo preeo de 2^700a \wr.\
    na lujado sobrado ninarello, na rua do Quei
    ni.nin 11. 29.
    CHA HITOS.
    Tin variado e escollado sorlimenln araha de eMe-
    ta r da llahia, o aeha-sc u >enda na rua doTrapieltc
    n. 10.
    Vende-se um moleqne de I, a la anuos, de
    boa Ogura: na rua da l'raia, armazem 11. I*.
    PARA o INVERN.
    Vende-sc um catiriolel novo rom cubera,
    e arreius tildo do melhor uoslo, e por prero
    commodo: na rua No y a, por liaixo da amara
    municipal.
    a^Tt ***i *^%jaaJ^^aaii^a^i^apj^aPK^w^ afav^aa^w^k^a^^^a^c.-.*_-*\ -^"^..-.
    Vende-se um pelo de.'tOamios, muilo Imhh
    para servir a una casa, ou Irahalhar em um silbe
    Iralar de vareas,por estar a BN acoslumado: na rua
    do GottegH) n. 21, primeiro andar, se >\\\-< qacm
    vendo.
    Vende w I (i aacnvoa, sendo 8 Hades aaaleeo*
    les Imuis eo/inheiros, 2 dilns ptimos para |muem,
    lOescravosde lodo sorvko, 3 eacravas mocas, qnt>
    lavam, cozinliain o silo qmlaiideiras: na.rua Oiroi-
    la n. .i.
    APOSTILLAS.
    Na rua do Passeio, luja 11. 21,vende-sc aposlilias ile
    dlreitocriminal, bamcopiadas, por prero commodo.
    V 500 RS. A VARA.
    Brim trancadohrknco depuro liuho, muilo011-
    eorpado: na loja da esquinada rua do Crespo, que
    volia para a Cadeia.
    vende-se qoas por melade de seu valor, um
    evcellente piano ile jacarainhi, de muilo hom autor :
    B nlender-se na rua larpa do Itosnriu com o Si.
    Vignt*.
    Vende-se muilo hoa maulera iimle/41, a k-i,
    dliaaSfiO, ilia para Ifiupcm, a 2^1, cli.i hvSBOn
    mullo superior, a 29000 rs., choColaledC LUtuM Bttl
    lo hnm, a :iOO ii>. a lilna. asHtn como uniros mais
    lennos, (h'Io haralo: na rua larca dn Rosario n, JU,
    h-fronle la ifroja, venda de quatro iiorli.
    Vendc-aeuoia prela de moia id*Je, por300&
    rs., por sen sonhur relirar-sc da praca, a quj lava,'
    rozniba, e pmta na rua vciidcmln ago d |00ru.
    diarios, nrroscojidn a ludollo ser Kidia e ler con-
    duela, e um nioleque muilo bonito de 12 aiin.M,heiii
    prnprio para payein por 8ber halar de eavallos, 011
    momo para iptalquer ollicio.por M* erimilo: ua na
    RjhsHo n. :(,'), leja de mudelM.
    Vende-so cera de carnauba., priineira surte, a
    flaOOO^rs. a arroba : na rua da Cadeia do Iteeife u.
    49, primeiro andar.
    \Mde-SC por MttftftnO rs. a casa iorroa n. i*,
    sita na rua das pescadores aira/, de S. Jos) coa
    doiwqiiarlos, dut salas, rozinlia fra, carimba in-
    li'ii.i. mu,la por ires lados,reedificada dciiovo, pa-
    gando do (oro 110080 |Kr anuo, e ronde H9OOO rs.
    meusaes: quema prelender, culeiida-se no aterro
    da Boa-Vista, loja de miudeus n. 78, que se dir
    quem veudc, *
    Vendem-se duas varandas de pao cm bon. os-
    ado com as laboas do assento : quem as quizer
    comprar dirija-se a rua doColleffio 11. Ifi, primei-
    ro andar.
    Vcnde-so um ImhiIo molorole, Iwm cozinhei-
    n>: na rua Vclha n. 55.
    Vinho de Colares.ern harrs de 7 cm pipa; ven-
    de-sc na rua da Cedes! do ReeHe n. 4K.
    MANTEIfiA BAHATA.
    Vende-se com dinheirn visla manleiaa inslcza
    superior, a 610, rh da India bom, a 109211, dilo do
    Kio, u IgtfiOO, dilo prclu da ludia, a 19920, a libra
    lem tres embrulhos, o emhriilho |Hir 610, velas de
    cspcnnaeele, a 720, ditas do carnaha, a IMK) rs.,
    sjsjsjesjr refinado, o melhor possivel, a 100 o 80rs.,
    eraode lnco|>ara sopa, a 210, crvilha?, a 120, es-
    Irellinhas, a 2W), caf de caroeo, a 140, dilu moido,
    a 200 rs., sevada cm i^rao, a 100 rs., vinasrede IJs-
    Ima, a 120 a uarrafa, dito a 80 rs., azelte doce de
    lashoa, a'O, e oulros mais ueeros quesefarao
    preeo \js(a do comprador: no aterro da Boa-Vis-
    la, taberna nova com a Trenle piulada de a/ul 1
    <5l'AlA()SSKS;oi IICIAES DA
    g NACTONAt, NA IHA1;A DA
    DENCIA N. i".
    ot Vcnde-so finos holes de I*. II
    'Mitio para divisase iHineles; passadeiras horda'
    -'-1.1- hamlas, com franjas de ouro c ilerclror; I
    ^M/ de ultimo geste ; espadas pt aleadas, e nu-.
    JKlros muilos.objeelos, ludo |mr muilo commodo.
    ^^3Kg385KJ^^S5S.ES53l
    Voiido-so lencos e loalnas de lahvrinUio; c
    Indas |-elo pre.;o de 2 rs., ehocadas auora do Ara-
    na rua da Cadeia do Iteeife, n. 49, primeiro
    ualAo de
    BOTICA
    HOMEOPATHICA
    28 Itl A DAS lili /IOS rt.
    I Dirigida pr um pitar mace utico approvado
    Este eslahelecimenln possuc lodosos me-
    dlcaroentos al agora experinuntados. tanto
    : na Europa como no Brasil, e preparados pe-
    las machinas ila inveuea do |)r. Mure.
    Carlelras de 12 tubooatc 160, |Mir procos va-
    ! rtaveis, conforme a qualidade tas ra xas, a
    quanlid,ide dos remetlios c suas dvnami-
    sacAes,
    2:;:0()0 RS.
    IMA CARTBIRA com os 21 prncipaes
    remedios linmcnpalhirnsc:!ultrasiliffcrcult
    indis|>onsaveis para os principiantes que se i
    ; qiii/erem ettnveiieer daverdade ila nova me-
    dicina ; contendo alm de aiulloa nuisellios
    cliuieos, a palhouonosia de 18 mcdicameii-
    lS.
    Tabeeavabos(cada um ).....i-ihhi
    Tinturas de lodos OS medicamentos em fras-
    cos de 'j onea............ifOOO
    Na mesma Ituliea eiicnnlrar-se-ha sempre
    um gran*de sortimento guete francr/.e rinliin linln quauln lie 110-
    cessario para lliia.
    .\. //. REFORHAM-SE GRATUITA-
    MENTE lodas as earleiras vendidas nnes-
    lahcleeimciilo, eujos remedios, p de nu por qualquer nutra causa, llvefenisl-
    #> do doleriorados.
    BOA ACQL'ISICAO.
    Vendo-ee um sitio a Iteira do rio, no fundo da
    propriedade de Sanl'Anna de dentro, adianto da
    ponte de l'choa, delronle du sitio do Sr. (.abrid,
    rom 1,600 palmus ao longo do rio, e hoa baixa de
    rapiu. que sendo cnnvcuienlemenle apmveilada,
    pt'tde sustentar mais tic 20 cavados; lem uina ma-
    geslosBajCasa rom70 palmos de fenle e 90 to fundo,
    com salas, gabinetes, alcovaa e quartoi, e confina
    rom a estrada que lem de recebera peale projeela-
    da (tara unir a estrada nova com a da |hiii(c de
    1 > 11 .> 1 -11 passagem doGordelrot proxiomlade do
    hanlio, a ferlilidade do terreno, a salubridado do
    lugar, a elgancia e rommodoa da casa slo circums-
    lanclas de urande mrito para quem desojar reunir
    o ulil ao auradavel: os prelentlenles podem enleii-
    der-se rom corretor Miuuel Carneiro; e para ver,
    com .lujo Venancio, na mesma propriedade, tlefrou-
    Ic da venda to Sr. Nicolao.
    PANNO FINO, 4 5,500.
    n Veiule-se panno lino preto de superio*
    J qualidade, a \>VKI o covado; a pessoa que .
    pm precisar fazer aliuma casara nu calca, vc-
    ji nha examinar este panno, tpie visla do
    % J preeo e qualidade de cerlo nao tleixara de
    y comprar: na rua Nova n. 16, loja nova tic
    ^J Jos,'- I,ni/. Pereira t\ K i I lio.
    veiiua-e urna negra u nacaa, qun easiitua.
    ciiiulioa c oiiuiiiiiina iiorfuilaniriile, -*in arliaque ou
    vicia ila ajualiilaile alguina; a rasSa se ilini aa com-
    inaiinr: a Iralar na rua aalraits do Rosarlo, venda
    ll.
    AVISO AO COMMKliCK).
    Antonio Francisco Pereira, com
    loja na rua (lo Crespo n. \, lado
    do norte, avisa o lodas as cldSSeS i'tn
    ;;> i.'l. ifM' vende a dinheiro e a
    prazo conforme si' ajustar, um
    completo sortimento de lazendas
    istflezas, liiiiii'i/.as, suissas, alle-
    iiiaas. tanto por alacado romo a
    retalho, com procos usos, e mais
    barato do c|ue em outra quak(uer
    parte, la/.ciidoa liriiclirio ilo rom-
    pradof seis por canto de detconfe
    fjtfJtfM, W.ISI.MM& !XlttK!MMW0
    AO BARATO
    \i rua 'lo QoatBMdo, luja u. III. lem pura mmi-
    dar>ac macas de matasdaooras para lionicm, a inmii
    1^. o maro, lancea ilc raiuliraia rom blco, a 'HI Cada
    mu, esleirs ila ludia, a -JXtM, e oulras fazeudas |mr
    pr......s mulliros.
    CAXJNHASCOMGRAMPAS A 100
    i: Mo lis.
    Vendc-sc eaixiuhas de metal rom (.rampas,
    pelo diminuto prero de 100 e ItiO rs. a eai-
    vinha, conteude :*."> a X> i; rain pas; prero que
    s a eaivinha val o dinheirn : na rua do
    (..iieuiiado n. 17, loja de miude/as, de An-
    tonio Jos de Aevedo.
    \ emle-si' un |ierniiila-e |tor prcilios uesla pri
    ra, 11 ni :- i. 111,1 < sitio distante dalla i'idadc quiln I,'-
    Liias, rom casa de vi\eiida, lioas mallas e mangues
    l'.u.i iiiii Ifiili.i cirei'tiaineule, inuilu boas ler
    ras para plaiitares, bom paslo para ftado, temi
    mais ile KI |ics de roqueiros, c terreno para se plan
    lar al viule mil, com casa de fariiilia, forno de co-
    ln', e OS oais prepare, prccJeoSt quem o prelen-
    ilcr, dirija-sc a rua da Alegra D. 19. Vemle-w ou
    II0B I Al IKCTEt'V.
    O unid auForiuuta por iiriiiu dn ,<,//, ,,.
    r decreto imperial.
    Os nie.liros doliuapllac riicimiiendaiii r, arrnl,
    l.all'Tli'uv, como sendo o unini aulortsailo |h.|i, Hll
    vi'inoi' pela Real Soricdade de Meiliriua. Kstrn.
    dicaraenlo il'um Boslo BgradaveJ, c fcil ,, i,,,,,'
    em ecrelo, est cm nao na mariulia real ilc-ilc miri
    do Tal anuos ; cura radicalmente cm |M>un, i,.ni
    com pouca deape/a, seiu incrcuijo, as aflerrrie,
    pclle, ini|iinii'ns, as i-onsequencias da sarnas,
    cera, e os accidente do parlas, da idade .ii,. ,
    da acrimonia lirredilaria dos luimore; rom,,,
    ralliarros, da bexlna, a conlrac<;oe, e i fraquQ,
    dos org.1os. precedida do abuso das Ingecck's on,
    sondas. Como aiiti-s^pliiliticn, oarrotN! cura ,
    poaco lempo os (luios reienlcs ou relielde. que ,*
    mmii inccssaiiles sem coiiscquencia dn empreo ilan,
    paiba, da cubeba, ou das injec^oea que rcprevn
    i.iiii o virus sem neulralisa-lu. (I arrobe larncrlt,,'
    be i-pi-rialinriilo recommendado contra a ilonrJ
    inveleradas ou rebelde ao mercurio e ao iuilurri.1
    de polasio. Vende-so em LislNia, ua Ixitiea de |',,i.|
    ral, e de Antonio Feliciano Alves de Azevedo, |,.
    ;a de I). Pedro n. H8, onde araba de rhciur ir. ,1
    jiaii.h' pin rao de garrafa grandes c pequenas, i.J
    das .liini.unenie de Paria, de casa do Sr. Bo\,mJ
    l.afli'deuv i-i, roe Ricliev 4 Paris. O formulariJ
    ilam-sc gratis em caaa do agente Silva,' na pracj ,u
    1). Pedro ii. 82. No Porlo, em casa de JuaquiJ
    Araujo; na Rabia, l.ima & Irmaos; em PerninJ
    buco, Soum ; Rio de Janeiro, Rocha A Fillios, rfl
    Moreira, loja de drogas ; Villa-Nova, Joan IVrciu
    de Msales I^ile; Rio- la I.nulo & C.
    SALSA l'.IIIIILIIA.
    DE
    As niiiiifio-,1- experiencias relias com o iisn fa
    salsa parrilha em totlas as eiiieiiiiiilndes, oriaiiMiU
    pela impureza do nani(ue, e o l>oni xito obTlilq \u
    rorte pelolllm. Sr. Dr-Sisaud, presidente dn ar.
    ilemia imperial de medicina, pelo lllustrado Sr. |ir.
    Anlonin Jos Peiioto em sna clnica, eem siijiaf.
    inada rasa do saude ua (.aiulma, pelo film. Sr. |)r.
    Saturnino detUivpira, medico do derrito e pnrva,
    ros oulros ineilii-ti., permitlem lioje de pn-'-hiinr
    altamente as virtudes eflleazes da
    SALSA PARRILHA
    1>E
    BRISTOL.
    Nota.Oda arrala conten duas lihra- tic %.
    quido, e a saba parrilha de Bristol lie zaraiild]
    romo puraiitenle vegetal sem mercurio, todo, polv
    sium.
    Visto achar-sc de novo aberla a hntira doSr. Jn-
    s Mara (ioueahes Hamos, na anlipa rua doOujf.
    tes, mutlnti-so oulra vez para all o deposilo dii q|.
    sa parrilha de Bristol.
    Remedio especial para boubas e us
    seceos, continua a vender-sp na botica da ma do
    Rangel n. 64, que Coi do finado Sobastio Jos de
    Oliveira Macedo.
    O chocolate lio.n ruadas Trinclieiras n. 0, vende-sc aaaranaraai
    Collcgio n. 2~>, (alterna da esquina, de Manuel An-
    tonio dos Sanios Fonles.
    Vende-se cobertores escuro*, 90(1 rs. cada um:
    na loja n. 3 ao lado do arco de Sanio Anlonin.
    Vendem-se verdadeiro vinho de
    champagne de excellente qualidade, e
    milito em conta, para liquidarlo' : em
    casa de Hrunn Praeger & C, ni ruq
    da Cruz, n. 10.
    ESGRAVOS FGIDOS
    permuta-seeom aluuns esclavos no mesmo sitio
    Vende-sc nina nenra ile uarao, que cmiiha,
    ensalma o cnuomma peiTeitameule, Hem aehaque ou
    virio de qualidade alguma, a razose lira ao com-
    prador: a Iralar na rua eslreila do Rosario, venda
    n. II.
    j'ende-sc una pon;.!o tle rnaoes Iravesso'. de
    M) palmos, e cnxams de .16 a 0 palmos, muilo em
    COOta : no arma/em de madeiras junto a rasa do Sr.
    Dr. Satnenlo, ttefronle to eonwuto de S. I i.m-
    ciseo,
    Vende-so VOaaUdet de uielim verde para mon-
    larla, muitO UaOdernos, e toina-se hastante renini-
    .....ndaveis por seren frascoi e leves, par procos o ,u-
    mudus : na rua do Passeio publico n. 5.
    Vende-se superior cora de carnaha, assiinco-
    ni'i esleirs c palha da u.enia carnauba, ludo por
    preeo mais roiumodo que cni oulra qualquer parle.
    I>csa)ipareeeii no da "21 do prximo pawatlti
    mez de marco, da uovoacao de llahaiaua, na provin-
    cia da Paruhiha, um esrravo crioulo de nouir \
    cenle, que reprsenla ler de 28 a 30annus de idad,
    com os signaos SMuInlea: cor preta, ollios brauf
    nariz afilado, mais ou menos apanatnriado, denla
    da Trente saosc limatlos,l>occa regular e lisa quaml
    ri-se, lieietrs linos, barba quasi uenliuma, iMieltcrli*
    chupadas, altura regular, Itom corpo e bracos, pee?
    nas rossas, cosas limpas, no tcm sido surrado, n
    degas altas equartudo, t>cs lambem grossos, rosts-
    ma lieliei agurdenle, c he inscparavel de nm ra-
    chimlin; este esrravo j fugio o anuo passado eiu jn-
    Iho para essa cidade do Recife c foi preso pela siib-
    delegaela da 000 Visla: roga-se porlanlo as anln
    dados poliriiies e ra pililos de cani|Mi, a captura csti
    escravo: a pessoa que o apprehender, eutrocandtH
    em Olinda ao padre Patricio Manoel de Sou/a. u*
    l'arahiha a .Manoel Marques Camacho, -ei.i .(*-
    iM'lo-.menle recompensado.
    No tlia '17 do passado fugio da Ponte de CnV
    o pretu Caeange de nomo Jos Macei, de Idade C
    .Ti a 0 anuos, pouco mais ou menos, leudo ossr
    utiintes si un aos; eslalura c corpo regular, lem i
    ijous ps iuchadtw e com marcas de ferida, falla un
    pouco atrapalliadn, levou veslitio calca, camisa cja
    iiuela branca, e chapeo de pallia; j wf visto na
    tladc de Olinda: Kona-se as auloridades polinaei
    aosseulioreseapiUes do campo que o appreheiidan
    co levem a casa da >iuva Amorim & Fillio, nanii
    da Cruz do Iteeife, n. i que ser gralificado.
    Fugio nodia2docorrcnle (abril; a prela J
    quina, andando a vender fruas em um labolenn
    urande rom Iravcssn no meio, levou um ferru h
    pescoco por ser acoslumada a fugir, lem os |>s .
    cliadose coma ua cabeca lo taboleiro, lexou voslijs
    de ganga a/ul, lem um huraco grande em una ure-
    Iha e panuos*braiK'os oela cara, lie um pouco magra: pede-sc a lodas as auloridudft
    |Hiliciaes c capiMes de campo que a virem, a aj
    preheutlam e ctuidu7.ain ao largo da Trcmpc, vibra-
    do n. I,que lem venda por haixo, queso gratificar.
    oscu Irabalho: da mesma forma so Iho leronmiLMid;!
    a prism da |>arda Rosa fuaida da mesma casa em It!
    do id.ii i*n |>assado e j annuiiciado pelo Diario de
    ~' i th) mesmo, a iiual fugjo por nAo querer lomar
    remedios, csl. limito magra o tcm uina marca tle o-
    un na cara ao \<<- to canto da hueca, cousla que an-
    da tirando esmolas porcslravaganlc o viciosa; no-
    vamenle se protesta rontra quem a liouvcr rccolliid'
    em sna casa, pois o eslado do sna saude nao|ie-
    mili-- andar tic da na rua.
    Desappareccu no da 9 demarco prximo pas-
    sado urna negra, crinla, ponime Rila, de altura
    regular, seoca d corpo, levou vcsiiilo de chita ru
    tle quadros miudiulios c panno da Costa azul, cum
    (landres com azcilc de carra pato, a qual anda com
    um ferro no pesclo por j ler fgido por mais_\eze*.
    Roga-sc as auloridatlcs |Hiliciaes e aos ra pitaes de
    campo que hajain de a apprehender e leva-la em
    casa de seusenlior ua rua do Trapiche, n. 21, arma-
    zem de assiicar.
    Desappareccu desde o I.* de abril eoirculeum
    mualo por nome Jcsuino, de idade tic 211 auiiuis
    pouco mais ou menos, (em os siguacs seguinles: al-,
    tura regular, com principio de barba, cor alva, !*
    lanlc amarello, proreIdo de frialdadc, tendo h
    (icilo esquerdo um lalho que parece ler sido de faca,
    um signal de um caustico no csloinago do lado dirci-
    (o, \tH apalhelados, levou alea de brim de quadro*
    niiudos, c |ht haixo da mesma oulra de algmblo en-
    trancatlo'de listra azul, camisa encarnada, cuapce de
    Chile grande ja vclho, e he natural da Parahiba,
    foi cria to Dr. Poge, morador na mesma cidade e
    desle foi venditln ao scuhor to engenho California e
    de|N>is fui vendido para esta cidade do Recife: i'oua-
    se as a n t ni i i lado- policiacs e capiti.es de canifHi o ap-
    prcheiitlam e Icvem-nu no Recife na Iravessa do Vi-
    nario, loja de harboiro de Sebasliao Jos de Olivcin
    ou na pailaria de Sanio Amaro que se recompensara.
    rugi no dia sabbado 26 do eorrenlc 11102 o
    mcu escravo Joaquim doetmenho t 11 i verso, Ircgue-
    zia d'Agua Prela, levando um cavado, o consta ler
    regoldo para o Rcln), lem os signaos seguinlcs, mil
    lato acabochtdo, allurt regular, ebeio do corno,
    bellos crcsfios, cara lama, olhos esbugalhados, |*
    feiosocoin mostras de ter bichos; he bstanle co-
    lierido ncsla praca por ter sido creado do Sr. cirur-
    - i-to Silva: rogo as autoridades e capilAcs de campa
    a captura do escravo, assim como o cavallo que m
    vcrmelbo cardfio, novo, le bom tamaito, anda bem
    c be tle bonita figura,|e*lji carnudo, e tcm na sarncia
    una marca quo moslra ter sido de urna ferida, em
    grao: a pessoa quo o apprelicnder noder leva-lo a
    rua Imperial n, 167, casa do Sr. Francisco Jos dn
    Costa Cdinpcllo, que ser recompensado.
    Jote Crytlalino da Paula Cavalcanli. .
    Contina a estar fgido desdo 17 do dezembro
    o escravo cabra, natural do Ass, i>or nome Miguel,
    representando ter 22 anuos de idade, rom os si:;-
    naes seuuintes : eslalura regular, cor-- refonjado-i
    ui.los e ps grandes, tendo o dedo gratte do /
    bastante separado dos oulros ; miii barba, rosto
    Iriangular, olhos pequeos, dentes liinados, o falla
    um |miuco fanbosa : Icvoo vestido camisa de riscado
    cun nial|as curtas, calca de algmlo azul e clia|>o
    de palha. Levou juntanienlc nina salva de pra-
    la avrada com as toida* A. \. S. 11. enlacn
    das 110 centro, c posando 217 oitavaS. Houa-sc a
    quem a menina v,,|va Cor otVereeida, c a quem p<>
    ler jpprehendt 1 o dilo escravo, do o mandar en-
    Irctiiir a sen -enlitir, na ma da l'.adeia do Ueeilo, H.
    10, ou no siiid de ana residencia em Rcdica, **
    rrenle do vivoiro, e piouiotle-se uralilicar ruin "*
    ner.widade. Antonio t'arntim da SilraJiarroek-
    dki
    ri^
    co
    da
    de
    ra
    tle
    to
    en
    1I0
    re
    ct
    sai
    fp.
    MI..
    la
    da.
    Ti
    get
    \.i
    tu.
    un
    ^
    lar
    na 1
    ilu
    Ja
    rir
    ca
    \oi
    RUt
    te I
    a ir
    d'p
    ro;
    rpit
    qu<
    det
    ma
    nu.
    W
    ron
    h,n
    mil
    f
    do,
    3 ni
    o,
    por
    cor
    r
    lile
    I
    :ihi
    <|ii^
    9t
    IM
    lll
    1*1
    aa i
    rio,
    que
    rilo,
    que
    ieq
    C".v
    ver
    ret
    un)
    m
    4b
    J
    lilil
    f"S
    l.isi
    pro 1
    mi:
    i,i
    tur
    forn
    I mel
    NCI
    18. t
    par
    ron:
    que
    | v
    I1"
    A
    |ss
    II
    Pan.i Ty, a K, r, ale Fa. 1W3.


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