Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03139


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Full Text
x"
DIARIO
PERMMBICO.
FIVKJO DA SUBICIUJT9AO'.
Subsrrevo^ (5J0O0 poranno, c 49000 por
|n......I pago adlanlado, e (tO0 por quarlel pino
veucido, uarasa do aeu proprielano, M. Figueirm
de Paria, na pr.ii;a da Independencia, na. 6 e 8, e lio
Rio de J. casa do 8r. Joan Perelra Martina.
Hahia F. Duprad.
Macab a o a Joaquim Bernardo Mendoza.
I'arallba no Jos, Rodrigues iIh Costa.
Y1t.1l -i ii Joaquim Ignacio Pereira.
Ai.n-.il> a Antonio de I.etnos Braga.
Ceara' c o Guilherme Augusto de Miranda
Maranhao a o a Joaquim Marques Rodrigues,
l'ara' o o o Justino Jos Ramos.
CAMBIOS StlDI ABIUI,.
Sobre landres a 28 X
< Paria, 340
Lisboa, 95 por eenlo.
Ouro. Oncashespauholu. 7 :. 299000
Moedas de (9VKI vellias. . . 168000
a de (iV)0 novas . . 1S9000
de aOOO...... . 9(000
1'1,11.1 Palacfles brasileiros..... . 1M0
Peaoa columnark..... . 139*0
menanos...... . 9800
Aceta do Banco...... ... osr
Descont de Ledras . ... 9al
HOTioi UTUiamii.
Portugal . 14 de Mar. Aualrla. . 3 de Mar
Ilespanlia 7 1I0 1. Suma . 3 de
Franca. . 8 de a Snecia.. . 1 de a
Belglea. . . 3 de n Inglaterra 8 de
Italia. . . 1 de E. Unido 23 de Fev
Alemanha 4 de Mxico. . 15 de
Prussia. . ? de California 10 de a
Dinamarca 1 de Cbili . 15 de Jan
Hus-i.i.. . 1 de Buenna-A. . 4 de Mar
Turqua . 25 de Fev. Montevideo 6 de a
aroTicuaDo
Para 5 demarco
Maranhao II dp a
Ceara'.. M de s
l'.IIMllill.l. H. .I.' ,
Alagas de "
1*. do Sul 17 de Mar
inaa. ... 25 de Fev.
Paulo 20 de
RdeJaneiru 17 de Mar
Balda.... 2} de a
lansil ik>i coruziob.
Oliqda, todos osdiaa.
Victoria, as quintas reiras.
Caruar, Bonito e (iaranhuns, nos dias I 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Eni e Oricury, a 13c 28.
(1111,1 n 11,1 e Parahiba, segundas e sextas.
Natal, quiutas feiras.
MAS DA ***.
I Segunda. ** An-
uunciariin da 8fi. V.
5 Terca. S. Vicente Fer-
rer.
6 Ouarla. S. Diogines,
el'lalnnides.
7 Quinta. InstiluicJIo do
SS. Sacramento
8 Sexta. S. Amanro b.
S. Edizio.
9 Sabbado. S. Dcmetc-
rio.
10 Domingo, do Bom P.
AUDIKHOIAI.
Tribunal 1/0 commereio.
segundase quintas. (
Belacao'
tercas e sabbados.
Fazenda
tercas esexlasas 40horas.
Juizo de Orphans
segundase 5. aslO horas.
Primeira rara do ciret
tercas e 6. ao meio-dia.
Sffftmdarara do ciret.
quarlasesab.au incio-d.
Marre,
Abril
31 Quarln mingoanleas7 horas, ^mi-
nutos e 37 segundos da tarde.
8 La nova as 9 hora, 37 minutos e 37
segundos da manliaa.
' 16 Qqarto creseenle as 2 horas, 2'ijmi-
nutuse 39 segundos da tarde,
a 23 l.uarheiaaos 41 minuto-c 31 se-
aiiiulos da tarde.
raiAMAB. DE HOJI
Primeira as 1 huras e 6 minutos da larde.
Segunda as 2 horas e 30minutos da nianhaa.
PARTE OFFICIAL.
OOVEBMO DA PROVINCIA.
N. 10.III. e Eim. Sr.Informando* V. Ei.
sobre o estado da obra do acude de Caruar, conbr-
me deleriiilnou-ine V. Ew. verbalmente, rumpre-
mediier, ,que, desde o prDripio do trrenle mez,
miiudei mu ajudanle de ena.enheiros aquelle lugar
para examinar aquella obra, mas como esle ajudanle
l*esse tambem de ir 1 aranhuns e S. Bcnlo exa-
minar oulras obras, por isso ainda nn leve lempo de
vullar, e por este motivo anda nao live otile ia I me ule
informacfiod'aquella obra, todava teiihosdo inor-
mado parlicularmenle por oulras pessoas, que a obra
-i.! muilo adiautada, e segundo me communirou o
respectivo arrematante, em data de 10 do corrente,
deveraesta obra firar concluiJa at o dia 3 do abril
pro&imo, pelo que j.i lenbo dado as conveniciitos or-
dena, alim de ser esta obra euminada nessa dala, e
rocebida provisoriamente, se estiver, de conformida-
deCOtno remenlo.
Presentemente nAo me lie possivel dar informa-
rlos mais clrcu nula ociadas i respeilo, porem logo
que rcicli,i qualqucr partid pa eSo levare imincda-
irimente aoconbecimento desee E*m. governo.
Dcos guarde V. ExcDirectora das obras pu-
blicas 29 de marco de IKVI. Illm. e Exm. Sr. l)r.
Francisco Antonio Hibeiro, dignissimo presidente
da provincia.O director Jos Mamede Alces Fer-
reir.
Conforme, Antonio Leile fie Pinho.
N. MI.film, e Exm. Sr.Cumprindoa ordem
de V. Exc, datada de 9 do roircnle nun, relativa a
t'xlenro Teita, e do estado em que se anbavam as
rslradas novas desla provincia na data em que toinei
.....f;t desla repartirlo, assm como qual a cilenrAo
Icila destle essa dala al boje, c o oslado em queel-
lasn ecbam presenlemeiile, lenbo a bonra de inror-
niar o seguinle.
Ksla rpparlir.lo das obran publicas, creada pelo
,ii l. -JHiIji lo! provincial n. 9de 10 dejunbodc I8-1,
fni orgniHada -eln 10 do agoslo do mesmo ailo, co-
inti se \r do ropeclivo regulamento, c desde essa
1 p|Mira prinerpiou-sc a tratar da conslrurt;3o dases-
IradM desta provincia. Em 15 de malo de 1850,
guando della lomci conla acbavam-se as estradas no
icguinle estado. A nlrada%a Victoria existia feila
desde n |Mi\oapRo do* AfogadOT.do marro de OOO bra-
cm Bto liin do l.ilauro, Ierras do engenlio Calende,
fallando nenia exIencSo conslruir-se a segunda parle
do !). lanro, que apenas havia steVi principiada felo
arrematante, mas desde logo abandonada. Tambem
existia feilo o 26 lanro, prximo a cidade da Viclo-
ria, que reunido aos landos precedentes fonnava
mu i extenso tolal de l<:Sii brabas crrenles de es-
Irada concluida. Toda osla parle da estrada arha-
\a-sesem conservaco, de mancira que os (aludes
dos alerro eslavam muilo arruinados, os valados em
uraude parle enlupidos de trra c coberlosde malos,
parle dos em|>edrameulos muilo estragados, a imjuIo
que em alguns lugares.laes como na 1." parle do 10.
lauco, e no |l. lauro baviam malos de rossagem.
Alen) dessas obras existan. a|K>nas principiados o Iti
e 17. landos, os quaes eslavam sendo execulados por
adminislracflo. A eslradade Paod'Albo existia fri-
ta desde o lunar da Magdalena, onde acacha o mar-
eo deSDOO. lo ini do 11. lauco, prximo povo-
arAo.de S. I.ourenco da Malta, em exleuco tolal de
7JH0 bracas crrenle.*. Esla parle da estrada pela
talla de conscr\ac,3o acbava-se arruinada em diver*
sos lugares,tic- como no 8., 9., e 11, landos, e prin<
ripalmenle no limar do riacho Malcra, prximo ao
piisoiiIio C.aniiii nuibe, ondeem ronsequencia dos aba-
(imentos que havia solTrido a ostrada ueste lugar,for-
mava malla lima, que loruava bem difllril o Irauzi-
loduranleo imerno. Aponte da .Magdalena, no
principio desta estrada, esla\a em lal estado de rui-
na une precisava ser toda recouslruida. A eslratla
do.Vorle a|tenascxislia feila em eslembo do 2000
bracas rorreles, a principiar do lugar do Pombal
ali'ocollegio dosorphos, prximo a ridadede Oliu-
da. Pela falla de conservaco nesla estrada, e m
pnlidadc de terreno, sobre que be ella feila, acha-
ta-*erom muilos buracos, eem estado quasl inli.in-
/ilavel, e as Ir/, pon I es n'ella exislenle*, a de Santo
Amaro, a da Tacaruna e a dos Arrombados, esla-
>am tilo arruinadas.quc necessitavam ser rcconslrui-
das. A estrada da Escada ajienas eslaxa feila al o
lim do lauco de .560 bracas de exlen^ao, ea ponte
sobre o ro Jaboalo.
Ksle lanro pela falla de empedramenlo forma va
ni'iil.i lama durante o invern, de maneiraque nao
preslava a ulilidade desejavel, c a ponte, pnslo que
lixesse sido lu'in construida v. de forma elcaaule, lo-
1'M,i pi-i.i falla de conservaco acliava-si> baslanlc
arruinada. A estrada do sul exislia feila desde a
ponle da MolocolomlH (_' Mi bracas anteado mareo
'2,000 bracas ) al fm do sexlo lauco na povoarao
da |routedosCarvallios, emextenrlo tolal de H.H'lO
brabas correles. A muila rea solta, que so eu-
conlrava em grande exleiic.lo desla estrada semral-
.(Menlo, (ornava muilo |>enoso lodo o transporto,
alen de que a falla de conservaco tinha produ/ido
estragos em alguns aterres e entupimento nos vala-
dos. Eram estas as obras das estradas desla pro-
vincia, que exlsliam felas at a dala, 4m que lomel
conla desla reparlic.au, as quaes ae achavam no es-
tado, que deixo dito, e que conslam do meu rclalo-
rio feito a esse Exm. goveroo em 31 de Janeiro de
1831. (juanto as obras das estradas felas sob a m-
nha administrado sao as scguinles: ua estrada da
Victoria leiu-se executado a li* parle do 9 lant;o o
16, 17, 18,23, e l'> lauro a ponle sobre o rio T.i-
pacur formando a extenjilo tolal de 5,090 bracas
correnles. Tambem fizeram-se 300 bracas de em-
pedramenlo noli-V e .V leos, e mais 650 bracas
no 15* lanco, ussm como todos os reparos de que
precisava osla, estrada, eslabelecendo-sc a con-
servado permanenle em loda a parle concluida a-,
qual se acha em muilo bom oslado. Alm deslas :
obras concluidas acham-se em execue,5o o 19, 20, I.
'il e 1\ leos coin una exlenco lotal de i.105
brabas correnles, que davero tirar, concluidas no
corrente annn. Na estrada do Pod'Allm executa-
ram-see concluiram-seos V2, 13, cH laucos con
urna extensa total de 2,020 bracas correnles, fize-
i'.mj-vf lodos os repuros de que precisava a estrada,
c eslahelereu-se a couservac^o permanenle em loda
ella. Alm disso, arbam-se em exocueyoo 15* lan-
co e a ponle da Magdalena, o est em prara para
ser arrematado o 16* lanro, o que ludo prefaz a ex-
tenc.ao de 1,93 bracas crrenles. Na estrada do
norte exeeutaram-sc c concluiram-sc o c 3* lau-
cos ; Uzeram-se de novo as pontos de Sanio Amaro,
e dos Arrombados, em cxteneAo lotal de 1,522 bra-
sas, Tambem repararam-sc lodos os eslranos da es-
trada, c da ponte ila Tacaruna, e eslabeleeru-sr a
conservaco permanente em (oda esla parle da es-
trada. Alm divso, acha-so em cxccuco o i* lauco
de cxlcnsao de 809 bracas correnles. Na estrada da
Escada lizeraiu-sc os coiirerlos de que precisaxa a
ponle sobre o JalmatAo, assim como o empedramen-
lo ilo I lanco em extencao. i, 300 brasas. Acliam-
so porm em exfcuso o 2'e 3* lansos de extencao
lotal de 1,25i brasas correles. Na estrada lo sul
execulou-se o 7* lauco, o alerro e ponle da estrada
da cidade do Hio-Fonnoso, formando a exlenco to-
tal do 1,538 brasas. Tambem fez-so mu embatrea-
mcnlo em exIcusAo de \,910 brasas na estrada no
lugar das reas: assim como execularam-se lodos
os reparos de que precisava a estrada, e eslabVIeccu-
sea ronservas.V> permanenle de maneira, que pre-
sentemente arha-se esta estrada em bom e Alm disso exislem em coiislruccao prescnlemente o
|Kinlcdos Afogados, e do rio Pirapama, assim co-
mo acbam-se em praca para ser arrematados o cm-
barreanicnln de 670 bracas que anda fallan, nos lu-
gares das arcas, e o 81 e 9* laucos, rom a cxlciif;ao
de 1,200 bracas. Demais, deu-se principio a estrada
da i.iinilji'.n;.in ilaeslrada do sul para a villa do V.n-
Im, do qual execulou-se o I* lauco em exteucAo de
1,000 bracas, que se acha em bom estado de con-
serracfto. Tambem e\eeiiii>u*c na estrada dos Re-
medios o I- lauco de exteocSo de 850 bracas, o assim
facilitou-se o Iranzito entre as povoarjOei dos Afoga-
dos c da Magdalena, que anterinrmcnle era feilo rom
bstanle perico. Para mellior mostrar debaixo de
o ni ridos, organisei o mappa nuc incluso lenbo a honra
de remetiera V. E\c, pelo qual se ve que exisliam
ilas 29,51 i bracas correles de estrada, (piando lo-
f<
mei corita desla roparticao, eque baviam sid
lioid.is nos M anuo, anteriores oque di 2,100 bri
cas correnles de estrada como resullado medio d
Irabalboaiinual. Tambem ohscrva-sa que de mao
de 1830 al boje 3 anuos; lem-sc exceulado 12,020
bracas rorreles de estrada, que corresponde ao
termo medio de 1,2,2 bracas poranno. ni o compre-
hendendo ueste calculo 9,278 bracas onentc-t, que
devenio ser anda concluidas no correle anuo, e
queenloappresenlara um nwllsdo medio de 7,000
bracas feilas poranno. Para que nao pareca hnrer
duvida entre a exlenco ibis eslradas referidas nm
nieus relalorios annuacs, c as uuc menciono na pre-
sente iiifnrmac.ui, julyo convenienle fazer a seguin-
le observaeo. Para ColloragSo as eslradas da provincia oi escolbitlo um ponto nn
Miro desla cidade, que be o paleo do CoUesin, o
qual arha-se em distancia do 2,000 bracas do lugar
emque principiou a ser construida a estrada da Vic-
toria e a esl rada do PodWlho; 1,000 bracas do
principio da eslrada fio norte, e 1,772 bracas do
principio da estrada do sul, e romo as distancias
mencionadas nos nieus rel.Horos aiinuaes lenbam
sido referidas a esle poni central, por issodeve ha-
ver mu.i diirerenca le 6,772 braras entre as distan-
cias aqui referi Juluo ler riiinpridoatirflom de V. Exc, nao men-
ronaudo oulras militas obras tambem execuladas
luranle a ininlia adminislracAo nesla reparticao.|
a lo me ler sido exigido, e juntamente Balaren J
menciiiiiadas no meu na torio.
Dos L'tiarde a V. Exc.Dircrlnra das obras pu-
blicas II -le marco de 1853.Illm. Exm. Sr. Ir.
.'ranrisco Antonio Hibeiro, diimissimo presidcnle de
Pernambuco.O director. Jote Mamede Ale** Per-
reint.4Ioiifonne.FrtmcUCo .uno de Castro,
principios fio self gorernement sepelan em grande
parte unecionados, nao pede ser proficua sem que as
populiroesprmeiro estejam preparadas para a rece-
oer. Se queris cslabclecer um governo colonial
em que (udosejaenviado da metrpoli, todas as si-
tuacftw servem, nao he mistar levarera linhadccnn-
la cousa alguma, baja a renda sulucieiite |ara o pa-
gamento dos agentes da adminislracim e nada mais
be preciso. Se, porem, pretendis eslabelercr um
governo que cont com os recursos do territorio, um
governo em que os govemados eiercam a influencia
que Ibes he garaulda pelas formas rcprcsenlalivas,
sao necessarlas oulras condisnes ; convm que haja
no povo cerlo ario de capaeidade necessaria (tara
saber usar dos di re (os que I he sao confiados. Cum-
pto, pois, preparar o lerreuo, dlspor os maleriaes
que lein de servir a couslrucsao do novo edifi-
cio.
Ora, parcee-mc que islo se podarla conseguir com
a applicasAo simultanea dos tres meios scguin-
les:
Creacao deduis OH Iros prclazias, de outros lanos
ebefesde polica com fortes destacamentos sua dis-
|Hsit;Ao, e aliertura de vias de communcacao.
NaudemoiLsIrareia conveniencia fie neiilunn del-
les, parece-mc lao obvia que basto ndica-los.
I mi,i vez adoptados, creio que dentro em jhiuco
lempo oslara radicalmente transformada a stuaco
deploravcl das impulasncs que Iwlicm as aguas do S.
Francisco e de seus confluentes.
A i ominodidade dos povos, queenlAo ser muilo
divers,ida que he hoje.como j disse, indicar o cen-
tro ca crcumsferencia dos novos governos provin-
eiaes que conv i i crear.
Digo ibis movernos, por me parecer, alienta a lopo-
grapbia do paiz, inadinissivel a cilacode una si
provincia.
Pelo menos duas sero necessaria* : urna situada
marseni oriental do S. Francisco, da barra do Kio
das Ve I has para o norte, enmproheudendo loda ou
quasj Nuil a comarca do i iequiliulionha, parle da de
S. PrancbeO e lixlos os municipios da provincia da
Babia que lite licarem mais prximos ; contra situa-
da sobre a inargem occidenlal, rnmpreheudendo S.
Human, Jamiaria, as comarcas le Paracal e Paran,
cujos liuiitfH seran alleradiH, c bem assjm os muni-
cipios vi/iubos acluahnenlc perlcncenles provincia
delioxaz.
Direi auora algumns palavras cerra da insisleucia
do corres|Hindente do Mercantil em dous captulos
de accusacAo que lo desastradamente formulou con-
tra o presidcnle desla provincia.
1.' capitulo, t) presidcnle, quasi no mesmo da
finque deelarouqueo viuarinde llabra nao jiodia
accumular as fu uceos de v creador, declaren tam-
bem t cmara de Caelli que o viuario de Taquarus-
si'i nudia accumular as fnneces ilesse careo.
A prava desla MCUaacfo consiste em ler 0 presi-
dente ordenado cmara dcCaelh expedsse diplo-
mas a varios fiinrcionarioseleilos, ntreos quacsella
iilo inrluio v gario algum, pois que a estes competa
a oiico.
(.onsste em ler a cmara consultado lo smenle
a respeilo dos juizes de paz. e o presidente, por iden-
lidadede razo, haver ampliado a decisio aos verca-
lf)l-l'
Consiste
nomos dos
provincia.
MAPPA demonstnitvodtt obras (Lu estradas da provincia de Pernambuco, fetai
lrsde 1855 at l"> demaiode I8")0, c rompiruliS4iom as fcitas Yssa
gpoca ai<*'a presente data.
0rtt
feitat desdr agonfo de I8XU
ale l."> de maio de IK.V)
HMRiiar5o das "liras.
I>ii.nl,i da \ icluriii.
F.IrailadoPiiod'Allio.
Estrada do Norte.
Eslrada da Evada.
Eslrada do Sul.
ll.nniiiraij.Hi da estrada >lo
Sul para a t illa ihi Cabo
Estrada dos Hemedius.
Exlei..
D
10,8.11
II
7,-JHII
2,(100
560
H.KIO
9.:. o
Olirai feila' denle B de maii
IRVIa>f ii pmrnle dala.
dr
Dcsiiiaro das obras,
a> parle do 9- lanro.
16* ^ n
17- .i -
18-
T ..
5-
Ponte sobro o Taparura.
Eiii|iedrainenlode lii l,i ,i
ras nosll', 4'o ,V lauros.
Eiiipedranicnlo de 6.V) bra-
bas no 1.V lauco ....
12' lam.........
> ..........
14- ..........
2. lanro.........
Ponle dos arrombados. ,
inte de Santo Amaro. .
Empeili menlo do I- lauro
."itO bracas.-........
7' lauro.........
Ponle e alerro da entrada
da ridade do Hio-For-
moso..........
Emharreamentn da estrada
no Iiilmi das Arras em
iAirnij.ii. de 4940 bracas
r lamo
i* i,iii,_,,
Ex.....
rao.
II
439
7.y>
!I98
9211
1,110
13
120
1,000
KOO
IS
8.I
D
li
1,318
390
1,000
8.VI
12:020
Obras
'.man
laio
DcsiRiiarao das obras.
I.V lanro
In-
Ponte da MlSjdlIlDI.
4' lauro ......
2* lanro ........
3- a ........
Ponte dos Alocados. .
Ponle sobre o rio Pirapa
na atierro das c*lrc-
midades........
8- lauco........
Einbarreamrulo de n70
braras no lugar das A
reas.
Etleu-
Cio.
B
711
6:12
330
1.173
336
B
821
27
45
809
(.14
(120
50
7
600
600
9,278
Dirertoria das obras publiras 31 de marco de 1853.Odirecior, Jote Mamede Aires Ferreira.
Conforme.Fratteiteo Impo de Castro.
INTEROIR.
MXNAS-OERAES.
Osn-o Prolo 15 o smts> a 1853.
*) llavia eu pergunlado na penltima caria que llie
dirig, s* jt rreacflo de urna nova provincia seria o
condjodas latas que de um momento ^ara oulro do-
lara m hahilantes do serlao desla provincia quecon-
f'iian com a Bahia e tiova/ de lodos os nenolcos de
que ellea sotrrem lauta necessidade. K neuliuma du-
*ida live em responder bSO.
A den musir cao densa negativa colllge-sf obvS o
naturalmente das ronsjderacoes expendidas a res-
l>eilo tajHisirao topograpliiea, da industria, renda c
Ih'I'iiIih.u, dos municipios que lem de ser rompre-
neiiflidos nos limites da nova provincia. Novse
"^m pesados encargtwapparccenam ao lado de ex-
Irema deficiencia de meios de os remediar. A ron-
diso dos municipios mineiros eni|>cioraria pela df-
flculdade das communicasoos, |ior esso quebrar vi-
lenlo deanlas n'l.inics que nao seriam subslilu-
das por oulras mais commodas e suaves, e pela de-
ficiencia de meios de acciio do novo cenlro governa-
livo, o qual nunca poderia comparar-se coma capi-
tal de urna provincia como a de Minas-lieraes.
Knlretanlo, sou o primeiro a reconhecc-lo con-
vem fazer alguma cousa, linio quanto fdr possivel, a
l'iii dos lialilanles do Sel l;lo. A situacao em que
elles scacliam he deplrate!, compre modilica-la,
nlleudentlo asorle desses nossos concidadain desher-
dadoa pela distancia de IikIos tw lienciicos da civili-
sa^ao,
O que convir, (k>s, fazer que a um lempo seja
possivel e efllcaz f l>ire o que pens,
A creacn de um governo, cni um paiz aonde os
em que o presidente, dcvemlo saber Oi
vcreadores las VI cmaras nMinielpSMdl
levia saber que o vigaro de Taquaruss
era v creador.
Omsisle em que, liavendo eslaUdecnlo a doulri-
na rfaOMSo, implicilamenle resol ven que o viga-
rio ile laquarussii accuinulasse as tane(bosds ve-
reador.
(.onsisle em mulos oulros disparales da nalureza
destes, que sao refutados immeflialamcnle pcloscnso
coinmiim o mais vulgar e ordinario.
2." capitulo. O presidente tlemillio o I.'juiz de
paz dodislriclo del^amliohy.
J puliliquei um olcjo exlrabido do fiom S0HBO,
em que dcejarava 0 presidcnle que, havenitu pedido
e oh/ido fsrtfKfiujtiii de paz mais votado, caba a
presidencia ta assemblca parocbial ao seguntlo.
J i.iimIh'iii observe que a escusa foi pedida a c-
mara municipal perleucenle i opiiosisdo ;que o nlli-
tio citado lando sido em abril de IS. dirigido a essa
corporacao, linha ella e o jull de paz tlemillitlo lem-
po bstanle para redamar, qasoo a razo da dec-
elo fosee inexacta.
Accresceutarei acora que a escusa foi jveditla no
primeiro auno do qualricnmn, e que a cmara deu
potM M 5.1 na ordem da volacao que passou a servir
como 1.- juiz de paz.
Masa islo ludo responde o impertu rltarel: silo his-
torial do nnren/iaiideiite do californio !
Aqui lenbo nina represntaselo em que se le o con-
Irario, islo be, que a presidencia das eleicttc* |>erleu-
eia ao I.* juiz Ora valba-me letis !|essa rcprcsenlacao |mmIc no-
var ludo, inclusive que os que a assiunaram nao a le-
ram, mas nunca que o presidente demilliise o juiz de i
paz escusado, alenlo o que val ponderado.
Euiquaulo oSr. Barbosa, lirada o imperlurbarel
nao niaiular publicar a escusa, acreilitarei que ella
nunca evislio.
E esla Abi eslao os archivos da cmara de Jauua
[>, mandai vos tirar asccrlidAoj) que quizerdes. liim
peca ollciiil lem por si a presumpeo da verdadeeiu
quanlo o contrario nao se prova.
t) que vos cusa a requerer a ccrlidao rom proba lo-
ria lo que alleaais para com ella desmentir.les o so
ver-no ? N'Ao valora so mais do que una represen
laco assigoada por pSSMM que culendem lauto des-
las coimas como vos, que suppondes que s cmaras
miiiiiiipaes nao compele conceder escusas de verea-
dores ejui/es de paz '.'
I'arliripo-lbe auora que nln prclendo mais cansar-
Ihe a paciencia com as accusaccs estlidas do corres-
|Hintleiile ilo Mercantil.
l*or des|H'diila permilta que Ibc recambie o epi-
Ihnlotle c i gano rom que elle levo a hondade de mi-
mosi'ar-me, accresceulaudo que cada qual d o que
lem.
Accrescc queja eslou enjoadissimo de hilar rom o
maritacaca. Keconbeco que BSO sou mellior do que
aquellos que fo::em del le as leuuas.
Cantillos a op|>osicaoa proleslar nos collegioselei-
toraes contra ludo quanto se lem dito e escriplo con-
tra o Sr. Smiza Hamos. Nocollegiudo Ouro-piun,
'omposlo na sua grande mainria de eleitores oppo-
icionislas, leve elle unanimidade !
tpnrarua do* collegio.* de (Tllrit-Prefo, Marianna,
(Jiie'luz, Hitt Pretn, Juiz de fura, Aynruoca, fae-
jiendy, S. Joao tCfilrei, Sabara, Pre*idio, lia-
bira, Santa llarbara, Santa feizia, farbacena,
t'amnanli't, lilla Chrittina, Mar de Hespanha,
Ponina, Poum Alegre, Caldas, Ouro Fino, Ser-
r, Diamantina, Minas Snva; llom Fin, Pitan*
gi. Tamandu, Oliveira, Indaga, Caeth, Far~
miga, S. Jo* d'Ft-fei, Santa (Jaiteria e Con-
ecte ao.
!." Souza Ramos............ 7V.
*2." Vasconcellos............li
3.* Bclisario..............477 i
I..J. Ribeiro............ lo:t
Monleiro de Rarn*.........df
Da*de Carvallio.......... \M
{Carta particular.)
8. PAULO.
8 BMroo a 1853.
N'a minha ultima del do provimo passado, ja
Ihe dei noticia da imriallacflo da assembla provin-
cial, c dos seus primeiros |tassis. Tcm nella assen-
Iresinembros opposiconislas, e porlanlo he nalu-
ral que abi dem provas deoaagerasSo queriracleri-
a IfMlas as cvolusoesdcsse partido nesla proviucia.
Na primeira discussaoda lei ilelixasiio da furea pro-
vincial ja o cabo da esquadrilba deu a amostrado
papel que lem de representar nesla sessao, invecti-
vando desemuedida e grosseiramenle lotlas as ailmi-
uistracriesprovinciaesdesfleo Sr. Nabuco ale boje :e
como mus iiivwiivaa foram feilas em presenta de
um meinbroda assembla provincial, o Sr. Ilippo-
Ivlo, que lamben presidir adminislracao desla
provincia como vice-|>residcnlc jior alguns mezes,
produziram jatuma scena de JnslO desforco, na qual
oSr. llip|Kilyfo repellio rom indignacSoas cipres-
sfiei ou atrrotitasdn cali da esquadrllia.
hesde o principio da sessao que se esperava que a
opp*isiciio se aprossasse a fazer dos successos de S.
1 Jos dos Pinhaes um grande tamandu, por isso que
sna laclira he acorosoar as desordens e depois gritar
contra a auluridadc que nao se dcixa malar, queren-
do assim eslabelecer a dnulrina anli-social da subor-
dinarflo da autoridade s vclletdades c inleressesdos
bandos (urhulcnlos. Mas o dcpulado nroviucial Dr.
Joaquim Molla, que era delegado de (.orliba quan-
do occorreram na freguezia de S. Jos dos Pinhaes
esses lamenlaveissuceessos, lendosidopcla imprensa
opposicionista desabridamente acommcltido como
res|K)nsavel por esses aconlccimenlos, que alias se
passaram a t leguas de Coriliba, e vendo o silencio
da oppossao, abri gcnerosamenlc a discussao, fa-
zendo um requerimentn para que se pedisse infor-
macAes ao soverno sobre esses fados, e sobre o esta-
do de Coritiba depois delles, assim como sobre alguns
proced renlos do juiz de direilo dessa comarca.
E a apresenlasAo desse reuucrimenlo coincidi
coma indicia que pelo enrrcio ilessa. poca veio de
ler morrillo na Coritiba mais um soldado dos feridos
no combale de S. Jos dos Pinhaes, qiiaudoesse pe-
queo destacamento, que antes do combale wdra o
sen commandanle, mor lo lr.in;.i<>, defemleu a auto-
ridade do lugar acoinmctlda por esso numeroso uru-
po iledesordeiros que vinham fazer eleicftes, arma-
dos como elles se mostraran! nesse desgrasad ron-
fliclo. Maso que vale nerla nossa Ierra c uestes
lempos o sangue dos bravos que deleuderam a auto-
ridade, c obedecern! as suasordeus, vista dosau-
cue dessn desordeiro Perernba, que era juiz de paz
da freguezia de S. Jos dos Pinhaes! !! Se ideas,
conviccescdoulriuas innuissem.c em virlude dol-
as procetlessem desassomlirados os nossos governos,
esso destacamento ja teria merecido ao menos um
eloiioem ordem do da pela bravura e disciplina com
que se porlou : a pobre mili que |ierdeu rom a unir-
le do cadete Benjamim um fillio que Ihe servia de
arrimo e ile esperanca j (cria litio una pensao, ou
qualnuer demonsIracAo do que aquellos quesaoeon-
duzidos aocnmliale contra anarchislas para susten-
tarn do governo mcrecem deste algunm conshlera-
Sflo c svmpalhia. Mas parece que so quer demora
lisar Itiloromo esqiiecinu-nlo dos que se sacrifican!
as lulas contra o espirito revolucionario ; e portan-
lo nlo ser para maravilhar que as horas de nerigo
vio fallando defensores causa que defendemos,
que he a da monarebia eunlra a revoluco dem
lira. E anles de lacheuarmos, para que lanos es-
forcos paradefender governos e goveriianlcs qu nao
sabe ni defender-so, e que lulo de fe n dem aquelit^que
osdefendem !!
Mas j vai longa a dicrcsso doutrinal : e o seu
Jornal o que quer he noticias c uo doulrinas que
eslAo fra da moda, boje que a nova arle de gover-
nar descohriona nossa Ierra que o mellior rucio de
crear adhesites aos ovemos he desprezar os defen-
sores muilo dedicados c acariciar os mininos em ho-
ra irreconciliaveis.
O requer me n I o do Sr. Ir. Joaquim Molla fui ap-
provado rom alguns adtlilamcntos da ojiposieo, c\i-
giudo cspecilcadamenle certas pecas olliciaes, que
iiecessananienlc o uoverno mandara para salisfazer
s exigencias do requerimenlo ; masa maioria da as-
sembla quz moslrar-sc unnime no desojo de ven-
tilar profundamente esses nagoeiosda San-Jos, nos
quaes a opposisAn lano lom fallado c acensado para
confundir os fados, e laucar sobre o soverno a res-
ponsahilidade delles, que he ali<* loda della.
Alm dessti ncaocio nada por ora lem apparecido
alm de alguns projeclos de Intonsas local : o que
ullimamenle lem provocado aluuma dlscoasao he
um projeclo de represenlac-iloaogtiverno'ieral,apre-
senlado pelo Sr. Slvcra da Molla, para que os pa-
quetes de vapor do Rio de Janeiro para o sul do im-
perio facam escalas pelos por los de S. Schaslio,
Sanios, Canana e Paranagua. J nao he a primeira
vez que a assembla provincial da S. Paulo poda
aos poderes superiores esse favor de que oulras pro-
vincias ja no/un, c aoqual lem a do S. Paulo in-
conteslavel direilo. O Sr. Silveira da Molla o de-
monslrou vivamente indicando a importancia com-
mercial dos porto-, do Sanios e de Paranagua, e suas
relaroes para a capital do imperio o paran Rio-firan-
ile do Sul, c accrcscciilaiidp aoseu pedido mais <
escalas intermedias pelos (Mirlos de 8. Sebasto
Canana, deu para isso muilo boas razos. I'ma vez
concedida a escala dos paquetes pelo porto de Santos
nata atrasa as suas viaueus a escala por S. Selias-
liflo ; e entretanto esse jHirlo, que boje exporta mais
ile ltK mil arrobas de caf dos municipios da Para-
hxbiina e Jacarehy, muilo pedera lucrar com as
comimiiiicacoos reculares dos paquetes, dando estes
lrans|H>rles aos passageiros desses importantes muni-
cipios, cujo poln nais pioxinm he o do S. Schaslio,
descerni pela Serra de ('.aramialaluba. K da ines-
ma serle concedida a escala por Paranauu, nada
alrasaria a viaiiem de Santos para aquelle porto a
escala intermedia pida barra de Canana, que he
Irania ; ccnlrelaulo dahi podarls cidade de Inua-
|w Iirar grandes vanlaaens para o seu roinmercio,
i|ue lodosos dias crescc.
Igua[>c e as |Hivoaccs de seus arredores, Xiririca
c Iporuuca, c asmarcens ferlilissimas do grande rio
da Rilicira, do Juqui, e seus conllueiitcs, lem urna
populas^' lalvoc de H mil hahilantes ; fjz umaex-
porlacAo de msle de 50 mil saceos de arroz.de muila
madeira e de algum caf : c se se abrirenicommuni-
cacos mais pcrfeilas para cima da serra, pela pro
jerlada eslrada do Assuugui, que deve dar sabida
aos producios da fabrica de ferro do Vpanema,
pela eslrada projeelada que do rio Vpiranga vai
villa de llape(inim:a, licarmiencaminliadas para esse
porto as re I a cues dos municipios dcSorocaba. Talu>
llapeva, Apiahv e llapelininua, cujo coinmcrcio en
i'.iimiiiIi.i .nuil.i os os seus m.i+iiiI. e as suas expor
laeAcsc iin|Mirlaccs pelo porto de Sanios, que lica a
grandes dislancias desses municipios.
Eslabclecidas essas escalas de vaporea ou dessa
companhia dos paquetes, ou d'oulra qualquer que
com viaaens regulares abra essas importantes com-
muuicasesdo liloral desla provincia com a capital
do imperio ecoui as provincias do sul, a provincia
de S. Paulo tirara um immeiiso partido de sua |io-
sicao ni.o lima, pois esla provincia em os porlos de
l'baluba, S. BOMBtUo, Santos, Canana, Paranagua,
Antoniua.o mesmo o de Iguapc e GoneoleBo de lla-
nhaem, cujas barras podero s er franqueadas com
-it-'iini lieiieliciodoarle, a navios de maior lulasao do
quo os que actualmente l. pdem entrar.
Porlanlo a rcprcseulacan do Sr. Silveira da Molla
quando nao oblenha o resullado que se pede ao go-
verno, lem ao menos o merecimeiilo de levantar mais
urna vez essas quesloes, e de apresenlar esses grun-
les recursos ila provincia de S. Paulo.
Deixarei a assembla provincial, |>oisqua al osla
hila nao ha mais incidente notavcl.
Iin urande leni|ioral quo houve no dia i do pas-
sado, acompanhado de lorrentes de chuva, que em
alguns lugares dofOU por -21) horas sem inlerrupeo,
em causado grandes cstraRos as estratlas c as (Min-
ies. Na Serra da Maioridade houve muilos desmoro-
nameutos que interceptaran (Mir 10 diasas commu-
iiicases dos lraiis|Mirles ; c se nao fora a aclividade
lo adminislrador que abi lem agora o governo, ai-
la liojclalvcz eslivessemos sem communicasao por
essa serra, c oslaramos reduzidos Serra Vcllia,
pela qual so algum viajante masousadose atrevera
a passar, como passaram alguns duranlc os. 10 dias
que seseguram aos desmorona me utos do da I. As
cchenles do Rio Paraluba, Tiel, e Piuheiros lem
sillo lacs como se nao lem visto ha mais de '20 annos.
Duas grandes pon tes sobre o Parahv ha na villa da
Parabvbuna, oulra na freguezia de Sania Branca,
foram levadas |iela endiente, o as do Pindamonhan-
iiba e I-ore na sollreram muilo: a ponte do Anastacio
sobre o Tiel leve a mesma sorle, a da eslrada do O'
eslevocoberla (lo mesmo rio, eso nao desappare-
ceu lemesladoiuulilisada, eluda a communcacao
i eslrada de Campias se est fazendo por atalbos
para a ponle grande de Sania Auna. E alm deslas
ponles (hisRiberes c allerradoslem solTrido lau-
que por das esteve interceptada a passagem n'al-
gumas estradas. Calco la-se que os eslrusos da ulti-
i euchenlcustara provincia mais do.0:O0U):
isln ii.t-i lie (Hinco allendendo ao seu estado liuaii-
viatu ser distribuidas insta provincia, autos de con-
vile algum publico. Logo que chegaram aa ordena do
conselho de direcs-ao ilo Banco do Brasil o Exm.
Barilo dirgio-se a alguns amigos, e enlre elles 11-
iii .un lomadas quasi (odas, reservando S. Exc. um
grande numero dolas |mra o Exm. Sr. senador
(jueiroz, que esli ausenle, mas quo havia preveni-
do aoSr. Bario a res|ieilo do numero de aesoes que
(irelemlia lomar.
Alguem julgava que seria dfllcil distribuir aqui
(antas aesoes; mas felizmente em um s da, o antes
ile qualquer annunciu, foram distribuidas todas, sem
5ue fosse preciso appellar para os capitalistas de fra
a capital da prvida, muilos dos quaes as deso-
javam.
Carlas que temos do Bauanal nos do noticia de
que a continuarn das buscas c a imprudencia de al-
guns executores, seno a cobisa dos premios ollre-
cidos aos denunciantes, lem ah dado alguma expen-
san ao espirito de insurrcisA nuc ah apparerera
ponircasiao das appreheusoes dos Africanos de Bra
cuhy.
Bem dissemos j cm urna das nonas auleriores
que n.mi nos deviamos dclxar arrastar pelo zelo jMir
BOM causa santa, qual a da rcpre**Ao do Iralico, a<
furor da perseguicAo dos i n nocen les. liuerra e mais
Eiierra SOS tralicanles, [Mircm paz e mais paz para os
nossos fazendeiros !
Foi demillido o administrador da casa de correc-
Sao fiesta eapilal, o Sr. Driimond, e (larece que com
muila razo, |iorquc a cscri(duracAo da casa eslava
toda (Htr fazer ; co uoverno, que esla mais hahilila-
do do que mis, l sabia os mvslcrios dessa prisao |ie-
uitenciaria. logo depois de demillido, cabio o ad-
ministrador as iinhas do delegado I h Furlado,que
o (inrcesstni o melleulia cadeia.
A alfandega de Santos esla sendo fiscalisada (Mir
um dotando do thesouro. que abi se aprescnlou
inesperadamente, e com plenos poderes do Exm. mi-
nislro da fazenda. Esla o deleuado liscal servin.lo
do Inspeelor, a do seu ajudanle o inspedor Jos Bap-
tiza ila Silva Bueno.
Lomamos muilo ao Exm. ministro da fazenda pe-
la medida que tomou, (mis que essa altaii-dcga eslava
precisando de passar por urna inspeceo. O inspec-
tor Joa Raptista lie ompregado de muila prohidade c
intelliuenle ; mas he um'desses homens de Imiu fe
de que um csperlalho pode militas vezes abusar
coin o artificio muilo simples de fazer-sc muilo seu
amigo c muilo internando no seu credilo e na sua
doria deempregadn honrado. Por isso, se o delega-
do liscal adiar l por essa alfandega alguma cousa
que Tasa arripiar, ha de recouhecer o acert da nos-
sa nhscrvaco, e far juslica ao Sr. Jos Baplista-sc o
julear como eu ojuluo.
Esla a fechar-so ocorreio, c lalvezja osla o nao
alcance : por isso a fecho presis.
(Jornal do Commercio.)
Para couipensaeau desta conlrai iedatlo ila nalu-
reza veio um lieiiolicio tos homens : rcalsou-sa o es^
labelecimenlofla caixa Hlial tlu Banco do Brasil nes-
la provincia. lloje.Tdo corrente annunciou o Exm.
Barjfi de Iguap a oruanisacAo da caixa filial do
Sanco, ecslarem y tomadas (mas as aesoes que de-
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Natal 28 de asurco de 1653.
Ainda facn esla roreiosn, porqueuAn sei o deslino
que liveram as inhibas ultimas, (> lieo pediudo a Oeos
nao v esla parar as mos da maldita curio-id.ule,
e que assim liquem cortadas nossas relaroes, e o mais
lie que sem remedio, pola que nAo vejo oulro uieo,
ah'iu doullimo que Icnlei, (M'lnqual possa fazer com
que .ilii vao ler iniuhas carias.
o dia IH do corrente aqui lanibem I vemos nossa
procissio de Passos, a pie concoireram inuilas pes-
soas uradas : nao leve aquello esplendor que lano
irrcbala, Cque muilo eouveni nos arlos rcliuiosos, e
nem era possivel lc-loem una cidade pequea e po-
bre romo a nossa. Houveosermaode encontr, que
BU bemodispensaria.jo pela m nuoolcSodo preu'a-
lor, j|ela iinproprietlade to papelane nofoiana-
laao SO arlo, ti vemos porm ao recolhcr oulro ser-
inao que nos eonipenaoo essas fallas, e quo me salis-
fez, bem como a quasi linios. Dizem quo (eremos a
semana sania iuleira, que j priudpinu pelo ofllcio
de Ramos, que lambcui nao perd, e de que {osla-
ra sonao IrVeawa noSM msica um urilador cierno
rom suas grimacc*, que muilu me iueommodaram ;
no mais o acto esleve decenio e frequcnlado.
Escreveu-mc mu amigo da Maioridade, o me di a
nolicia de ler-se mudailo d'alli um individuo de nu-
me Manoel Ded Tiro, que,seiulo condemnado a l
anuos de pris,o,n^idia em casa particular denlro da
cidade, |Mirincimabnrrecendna moradla mudou-
se para oCear sem dar o menor ca vaco as autorida-
des : ora eis-abi o que resulla do mo oslado de nos-
sa provincia: nao temos una s villa cmque baja
urna piiso, que lal se pOBSS chamar ; mesmo a da
eapilal he m, e nema assembla sera!, c menos a
provincial, porque n.lo lem meios, cuidaiu em rouie-
diar esle mal. Kizeram tres cidades na provincia,
uenhiima denlas cidades tcm una casa de cmara ca-
paz, nao lem cadeias, caluumas nem malrizes; |>ro-
va de que smente a faluidade lora quciii presidir
nina lal i reacio. No Apodl 00 hahilantes de rain co-
meen a nina cadeia pequea, puriu bem conslruida,
lato multo antes de IKI". |Mirm derrotados pela scc-
ea, e nao animados pelo cofre provincial, licou a obra
parausada quasi cm melado : seria milito conve-
nienle que a assembla provincial decretasse almima
(piota, sean para a concluslo.ao menos para oanda-
nclito dessa obre i todava nai
que eu quero allrihura madancado lal Dedsi'iuien-
lea falla de prisao ; nao, smenle culpo asaulorida-
des do hmar, que muilo bem leriam remediado islo,
remeltcudo para aqui 0 lal Ciro : mas o patronato,
esle lerrivel flagcl da sociedade, n.lo loria evadido
Uio bem a Maioridade, sua anliua sede .' !
Ionios, (mis, mais aquello lobo nos pastos do Cea-
ra, cautela com elle.
o'iio.m. juiz de direilo, como plalos, osla de sema-
na, [mis juiou que oleui|>o mais prop io,|)ara abrir
ojor) de Extremos, era aquello em que a iureja
comiemora os solfrmenlos de Jesus-lJirslo, nosso
Salvador, jukado oexeculado pelosJudos; para
all parti segunda-feira -211 do correte. Ora, he
na verdade muilo desojo de se relebrsar Bem sei
que pan O foro criminal nao (omoi reras, porm nao
sendo le necessidade a reunido do jan nesla sema-
na, devia S.S., K he que profesan a relaiao rlirisla,
marcar para um oulro lempo os Irahalhosdo jurj.
Anda nao sei qual lenha sido o desfeixe daquella
negociada de 'I mi ros, sobre que Ihe fnllei na minha
iillima, mas creio que muilo breve arrcbenlar a
lenipstadc, porque os sucios d'alli nSosiiol dos mais
lisos.
A nossa assembla, creio que esl de feria*, |mi
que ha muilos das que tomo o iiicommodo de u i
0 s encontr o amio Canlaleo e os bancos, nao sei
porom se islo ser clleilo da semana santa, ou se lie
algum lamanduazinho, que existe por alli.
K-i.i cm primeira discussao um (iroiedo, que en
corpora freguezia dcGoauninha o dislriclo de No-
va Cruz, que faza parle de freauczia de S. Bentti
este lem sido o (ionio da discordia entre dous vigarios
depulados, cada um dos quaes se julga com drclo a
aquello laco, queslao que j venido auno passado, e
quesera inlcnniuavel: lenhoouvido a alguem dizer,
e eu assim pens, queoverdadcro mciodo remediar
esso mal, he crear all urna freguezia, para o que lem
o lugar ludas as propnrsoes, c rom o que concorda o
proprio vigario de S. Beiito, uuico prejudii-ado na
queslAo : lie muilo censuravel esla quesillo de inle-
resses cutre aquellos, que mais devem promover os
commodosdos seus freguezes, por amor smenle da
caridade chrislsa. Eu quizera, (ms, que urna mc-
lida apuareresae, que de urna vez corlasse essas ver-
gonhosas quesloes, c que os depulados cuidassem no
venladein) heida provincia, que os elegeu.
De 15 do corrente al boje temos lido r lu vas em
abundancu, a coutiuuan itiuaes noticias do cenlro.
Seguiram no briguc Cearense para essa 11 senten-
iados, que aqui exLstiam sem ler Irabalhooin que
so ocrupassem, e Aobcarregando o cofre rom as dia-
is, do que nao goslou muilo o amigo Scpira.
Continua em bom p o cofre provincial, o as exe-
cucfies prodiixiram bom elfeiK porque muilos ma-
la ndros enlraram com dinherns panleoa, que h>
nliiin em seu |MKler, ede quotiravam lucro em ma-
njfeiio projutoda UHoaourari ; alguna,porm, nao
deram |m>t ella, e continuara em sanio ocio, eon-
liadosem que nAo (eem laa em que se Ihes pegue,
in,!- i.ilvez nao Ibes saia o negocio como pensain, por-
((uaulo me consta que se *fto Osadir preiMlonas pa_-
r. nrUln ,I,n.IM. foril... do dlSIKMlO 00 detTClO (US I
de dezembro de 1H9, pelo que nao sei se por ah ir
ler algum.
Agora vejo passar aqui amulberde Touros, e, per-
guntando pelo eslado da queslao, roe dizem j ler
sido (leHnitivamenle julgada, oslando j aJal genro
sem mais formalidades enraixado na adnflnislraean
dos bens, e esbaniando-os a seu bel-prazer. a mti-
Ihcr possuoseus 10 escravos, gados e 3 ou Sailios do
Brande valor; foi auxiliar de lodo esle negocio o de-
legado e o juiz municipal suppleiile d'alli: a mulher
promove n defeza de um lal esbullio em-que por
promovo a ueieza ue um lal eabulho em que |i
cerlo nada ha de justo. Equem se julgar lioje se-
a (MMse de sua forluna, cercado de taettexper-
Muilo lem germinado a lerrivel scmenle da
Jim
lo.
inimnratidade, que semeou a opposisSo no lempo de
seu dominio I
Adeos, saudee venturas Hvre dos curiosos, he o que
mas Ihe desojo, t\. &.
I'KI\UIIII0.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
S.imo ordlBSrta em 30 d. marco 4. 1863.
/'residencia do Sr. Pedro Caralcanli.
( Conrluso. )
O Si: Correa dr Rrilo : Sr. pmiilenli*, imn
Toi |mi.i me oppdr i iniilrria ilu parerrr mi relatoriu
qupscilisrutc, queme aiiiinci apeilir apilavra;
pori|iie, para que eu pmfoMe ronlcstar aqui ou alli o
icl.ii.iij., ila cominissAo. a rujo rargo flniu <> examc
ilas coalas ilo cor|K> de poliria, mister fra que, co-
mo ella. h.iiiM. eu roiiipulsado>us iloriimcnIftD que
eslivcrain i sua iliuposicjlo ; mister fra que, co-
mo ella, ti\essc eu, para assim ilizcr, passailo em
i iv bU lodos os papis que a iiobre roinmissao leve
mil os cilios.
Sr. presidenle, de accilrdo rom o quo j disse nes-
la rasa, declaro que, em miulia opiniao, se lie exac-
to, romo devenios crer, tudo quanto se ronlm nes-
se relalorio, releva que medida milito vigorosa seja
lomada pelo governo da provincia contra qiiaesqiier
que conrorrem para tanta malversacao, para tan-
la torpau.
Islu posto, nao lio para admirar qde nesla ocea-
siao apenas me eu.....pnnlia a la/er breves redetAcs
sobre dous tpicos do relalorio.
.Nao sei em que periodo ilesse documento, dime n
roinmissao, que o governo da provincia lanibem era
resnniisavel |ielo eslado em que se acha o corpo de
poliria...
O Sr. I'aes Brrelo : A rommissao deu as ra-
zes.
O Si: Correa de Brilo:( Depois do haver lido
o tpico do relalorio em que vem a passagem ,-i quo
so referi i Sr. presidente, sendo eu o primeiro a
recouhecer os sentimenlos do juslica da nobre rom-
inissao, pero venia |>ara observr-lhe, que nesla
parle ella se alMOO um |mhico dos principios da
mesma juslica.
A nobre commissAo deve salier, assim ^omo sabo
loilo o mundo, que as relacrs de musir e prcls do
ror|Ki do |Kiliria nao devem ser pagos na tliesouraria
sent dc|iois de um rigoroso came. Os nohres de-
pulados sahem, como o salie loda a acule, que, cada
niw, um empreaado da Ihesnuraria tai ao quarlcl
le poliria, c alii procede a minuciosa revista ou
conferencia entre o numero de prac.is cisleutesaua
eapilal e oque o mappa meusal d como lal. Ora.
se a tliisoiiraria, se esse empreaado, jamis leva-
rain ao riuihecimeulo do governo a mais ligeira re-
presenlaeao contra o corno de |Hilicia, devia o mes-
iiio governo suppi'ir que elle inarrbava regularmen-
te, e que por couscgiiiiite nao era preciso adoptar
providencias para evitar essas irregularidades,
pora prevenir esses abusos, de que falla a rommis-
siio.....
illa dirersos apartes.)
II Si: Correa dcBrilo:Em \isla disto me pa-
rece quo. no caso em queslao, iieiihiima culpa nodo
recahir sobre o presidente da provincia.
O Si: Florencio :N3o ; nao |>oda recahir.
O Si: Correa de Brilo ; E noleo mais os un-
bres depulados que. ainda nos nlo funccionavaniiK
e ja eslava recolbido ao cofre da lliesouraria o saldo
de oilo rentos c lano que o corpo de polica detia
a lliesouraria.....
O Si: .i. dOlireira:Est engaado.
O Si: I orrra de Brilo :So eslou engallado, o
nobre inspector da lliesouraria nao nos disse verda-
de, quando pela vez primeira fallou aqui na ma-
teria.
O Si: A. ifOlireira:Eu lenho documentos para
Ihe provar o routrario; islo lie, quo o diuheiro foi
recomido depois do primeiro de marco...
O Si: Jos Pedro da um aparto que iioouvimo*.
" .Sr. Correa de Brilo: Bem: corrigirei a
phrasc.
Ainda nao linhamos lovanlado a pona do veo
que encubra esse inysterio, e j esse dinlieiro ha, ia
sido recolhido ao cofre em virlude de diligenrias quo
o nobre inspector da lliesouraria assevera ler orde-
nado de motil profiri, e que a presidencia aciivou.
Eusei, Sr. jircsidenle, que o nobre inspector da
lliesouraria nao be lainbcm responsavcl por essas
fallas, porquo nao be a S. S. que compete conferir
relaroes de musir, nao be a S. S. que comiietc
passar a revista que me refer; mas em minha
se persuada alallcm jupioio, os empregados a queni isso incumbe,
uo |mhIciii dcixar de ser responsabilisados pelos
abusos que ora eslo revelados.....
O Si: Jor Pedro:Nao tecm nada as relaroes
de mostra rom o exanie das coutas do corpo de po-
liria.
O Si: Correa de Brilo:Mas, perdocme, o
que cu disse foi em referencia essas duplcalas,
a essa lieco de nomos que a commissao diz ler en-
contrado.....
O Si: Mello Reg:A commissao nao pode veri-
ficar a liccao.
O Sr. Corra de Brilo:E lalvez mo seja su-
perlluo ponderar que, he esla a primeira vez que u
corpo do polica prestou emitas...
O Sr. Jos Pedro :Nao, senhor ; lem prestado,
c be a primeira vez que a thesnnraria as toma.
O Sr. Correade frito:Hea primeira vez que.
presta cuntas com a devida regularidade ; lie a pri-
meira vez que se van examinar os dorumenlos do
corpo |ie poliria : e isso succedeu durante a admi-
nistrarse do actual presidenle ; porque estou infor-
mado....
Um Sr. a>puMV):--Issolic urna serie de acensa-
ra prisHo desles. na forma do rimoslo i
O Sr. Correa de Brilo :..porque eslou informa-
do de que, apenas S. Exc. lomou poste da prceidenria,
o seu primeiro cuidado foi recommendar as tliesou-
rarias quo enipregassem os esforcos para tomar, nao
si estas como quaesquer oulras rontas.
Quanto sene de accusaccs que alguem enver-
ga em mullas palaVras, pouco me importa isso; vis-
to que, quando tenlio de fallar em abono da verda-
de me n3o prende a ennsideracao de ler de aecusar
a qiiem quer que seja.
Feilas estas eonsideraeoes sobre um dos tpicos
do relalorio da nobre commisso, Ihe |iecp licenca
para ponderar-lhc que ella tambem nao parecen
menos ju9la, insenndo cm esmelhante peca, do
modo que o fez, o nome do nosso collega o Sr. Mar-
tins Pereira.
E, antes de entrar cm qualqucr considerarn a
resiieilo, seja-me permitlida a segualo deelaracao:
Se por ventura a conscienria me dissesse que o
Sr. .M .ii I i ii- IVnir.i se linha apropriado, em provoito
proprio de dinheiros publico, confiados sua guar-
da, apelar das relacoes que entre raimo ojie exis-
lissem, cu havia de emuer a miulia voz contra S. S..
(7n Sr. depulaio:Ser sto verdade ? 1
OSr. Correade Kr:-Mousfaeloslhoprovarau.
li Sr. Florencio :-Nau: io lanibem he de mais.
(i Sr. Correa de Brilo :Pois eu enicudo que
n5o: sempreque, por forca ;le obrig.co, houver
cu de cniillirjiizo acerca de Pedro ou de Paulo, hri
Je esquecer-nic das relacOcs cmque para com elles
'slivor.
Sr. presidente, n nobre dcpulado, que lie com-
naiidiuli' do culpo d |xilicia, j declamo honlein
o loolivo porque foi parar n caia de admiiiislracao
lesM corpo um vale do oulro nosso nobre rollen.i.
I ni furriel da companhia, que cnl.iu e.-c nosso
collegacniuiiiandava, cxlravinii prelada mesma rom-
panhia, no valor de 800 e lautos mil rs. : esse oxlra-
rto tonaVHi ollieialiiH'nle ; ewe furriel fui prew,
t
MUTILADO L


:!-!-- '
proceasado c condcinnadu. O noliro ajininislrador
.1,1 provincil iieasa poca, (o Sr. Viciar de Olixelraj
sendo informado dislo.aulorlMU o commandanle do
corno a adianto da cala respectiva <*sc"800 c lan-
os rail rois, Mb o rendirlo de ir amorUsanduo
nono collega..,.
" sr. Porltllu : lssc, que o ofllcil eiilraaee
rom o diiiheiro.
Illa nutria apartet.)
. OSr. Correa de Brilo : -~-0 nnbro rniAmamlan-
le di.-o, que o] presidente auloruou o adjanla-
ment....
OSr.PaetBrrelo: OSr. Viciar nlo poda
auturisar ino.
o Sr. Barro : Biplici a toa proposirao.
0 Sr, Correa da Brilo : Do que o nolirc com-
mandonle referi aqu, e do que me disse ao depois
fura da casa, collegi que o Sr. Vctor tinlia aulorisa-
do o adiamntenlo, com a clausula de flcar o oOlcial
rnsavel por'elle, o do amorlia-lo.....
(I Sr. Pan Brrelo: Dundo que o Sr. Vlelor
uulorlsesse semellianle cousa.
li Sr. Mariel Monleiro : So se poda allegar
osa autoritario do presidente, havendo-a ello dado
por escribi.
o Sr. Corra de Brilo: O que lie obvio lie, que
esse nosso colIcBa dSo tirou dinheiro da caita do cor-
po para uso sev particular. Dcmais a amorlisaro
tem sido feila ponlualinente : elisio em poder do
inojor c commandanle uterino Ao corpo uraa lelra,
passadajior mu amigo ou prenle do furriel. a ven
cercmluuho prolimo futuro, que, sendo da impar
1.1 una de 4OO8O0O r... quasi que completa a indem
11 sacio; pois que apenas se reata caia cenlo e lan
tos rail rs. : o vale est concebido em termos, que
rtela o fado qne o molivou.
Eti nao quizera que a commissao dciasscdc men
cionar em mu relalnrio cssa orcurrencia ; mas doM
j>ra que o Ii/c de muelo a evitar equvocos ; modo a au dar occasiaoasuppor-wqueesaediuhei'
ro fui lirado peloofllcial para uso seu, e uio para re
mediar um mal, occasionado por lercciro....
O Sr. Florencio : Ninguem den cssa inlclligcn-
cia.
O Sr. Correa de Brilo: Se aqu so nao cnlen-
'lou assim lor.i da casa lalvez o culenda al-
guem.
O Sr. Florencio: Todos ubem que fui o fur-
riel quem forln.
O Sr. Corra de Brilo : E lano mais he para
lamen lar o equivoco que se prestan! as eipressc,.
d( rommissio, quanlo e
casa mais do um ineinbi
e-e ofllcial, ao p,,-.ip
convertido era proveilo
tos mil rs., com que pag<
lalvez baja aqu
|ue laiuliciii osoibam
ipresenlado como bav
oprio os oito ceios e
mpanhiooqu
bra o respectivo furriel, ao passo que faz
litio- quofidiaiinos par
ule
quella quanlia, t ve quasi na indigencia, c leria vis-
to sua mulhersuccumbirii gravo enfermidade, sein
poelcr prcslar-lbo os indispensaveis soccorros mdi-
cos, a njo ser a gencrosidade de um prenle dedi-
cado....
O Sr. Paei Brrelo : Sio fados da v ida
ciliar do individuo.
O Si: Correa de Brilo: Ui
os menciono pora justificar os d:
para que se fique sobendo que o I
aproenlar como liavcudo conv
proprioSOO c lanos mil rs. da c.i
alias o o- lie iladoaojogo, nem a
eios em que se consonicm grossas quanlias, vim
quasi na miseria I !...
E, Sr. presidente, islo me sorprendeu tanto mais
quanlo me cousta que oulros vales lio na eaixa d(
rorpo. Ilrmados por diversos, e um ua Imperlanci
ilc cenlo e tantos mil rs., passado ha um anuo, ao-
quaes a noble r.iiiimissan se nao referi !! I
O Sr..l.tOUrrira : Esicfoi o mais impor-
tante.
O Sr. Correa de Britot Tamban
modo de que o mujor do corpo rcvelou i
missio Inda a > erdade ao mostrar-Mu
Sr. Marliiis Pcrciro, accresrciilando q
. irll-
I verdadr ; mas en
i vida publica;-
miciii, que scquei
'"1-'*.....<
xa do corno, c que
iionliura desses vi-
doto, que no documento pasMnrceihn por aqucll
tima, nlnguam sabe quem he. Eis-aqui o documen-
to a que me redro fifi:
Pernarabuco 3 de notomhro do IN.il. O conseibo
administrativo do corno de policia, roraprou. 1 Ma-
nnel 1 -erreiro l.lma, CMOcovadosd,, panno uno azul,
a IW2O0.4:17:0866 rs., I.Ouflrovadiudediln mais in-
ferior n DOO, itdOKnOOO rs. Minina 7:073j866 rs.
,. Itcrebi iln inerino cnnselbo a quanlia de ris
7:0739850 importancia da conlii cimo. Recife V
de Mvombro de ol.l'or Manoel Ftrreira U
mu, Joaquim Antonio Cordato.
, Este documento, como disse, foi aprescnlsrlo pch
Ir. Marlins Percira para provor o emprego do umi
quanlia avnllada.quc recebeu da cana, c ese il
PMtiiO acha-*e assignado por um individuo qui
fora desta cidodc ha 5 anuos I
'm Sr, Deputado :Ism he forte....
Oulro Sr. Deputado :He horroroso.
O Sr. Paet Brrelo:O documento riod
eiauinado; quem u'elle figura romo vendedo
pannos para o corpo de polica, he Manoel Fci
Lima, quo vende nianlcigo e presuntos na rui
va, e que olera disso, ai ha -e ha 5annos na Europ.
O Sr. llanos Falco : E nao pode ser ouli
honiem ?
OSr. Paet Barreta:No lia n'osla praca nego-
ciante algum com csm norae: entretanto a coramis-
ko no seu rclatorio nAo quiz mencionar ota cireums-
ileizando a verificacao d'clla a quem tivci
do corjH) de
i est
ser
de
I
No-
la
de ciamnar posl
polica.
OSr. Mariel Mi
quaes silo os negori
to sabidos.
OSr. i
n vonladi
nenie os papel)
tttro:O rommcrci salie bem
ules de pannos; sao cousas mui-
pauno pogoi
de 2s:i(KI rs.,
i Brrelo:Se a rommrao livesse
i Sr. Martina Perero, diria que case
jJtOO rs., nao o poda ser por mais
o i -litado....
O Sr. Barrot Falaio :Como pode saber isso 7
O Sr. Paet Brrelo :Porque Idilio ohi amos-
tras de panno superior por este preco.
0 Sr. Barros Falco :He vontado de aecusar
sem prova clora.
O Sr. Paet Brrelo:Se a commissao livesse mu
vonlalo ao Sr. Marlins, dira anda que durante lo-
do o lempo, que esse senhor servio de (hesourero,
comprorom-se os pannos para fardanicnliM [ior um
preco ni ni I,, superior ao do mercado.
Um Sr. Deputado:E quem os comprata?
O Sr. Paet nrrelo :O ronsclho.
OSr. Correa de Brilo:Ergo, o ronsclho lie
Juem |M>dc ser respousavel, elle ero a penas uuid.-i-
cn'csse couselho, ea unidade nitn lem fon-a paro
deliberar.
O Sr. Paet Barreta :Mas o Sr. Mari.
Eu quizera que u nobn
de pogamcnlj do ponne
cvislo nosla proco,
bre depulado.o Sr. Barros,
o 9.Os profeatores prvido* antes da promulga-
ciio do prsenle regularoenlo, poderao ser jubila-
dos na forma da ltgisbico anterior, orne vez que
tenharu de ejercicio o lempo na nicma dcsignodo
para ano jiibilaco.
10-Noorl. 58 acresccnlc-#o ."i.-infroccaV de
nlgura dn disDOSleoes do prsenle Hegulomeiilo.
a II.-No mesrooarl. iscgunda parte) sublituam-
so os palavrns l'maes. Em nenhum desse casos a
suspeusSo podeni excerlcr ileum me-pclasseauin-
le<: A pena do suspenso de que Trota a presente
disposicon, nunca cieeder a dous mezes, quando
fui- imposla pelo presidente, nem a um mez quan-
do for infligida polo director geral da instruccilo pu-
blica, que eierreni o metmo direilo dentro dos li-
mites especificados, o segundo as formalidades ci-
ma aponladas.
o 12.No art. 59 subslilua-so asegunda parle
pelo seguinte artigo, allerando-se a nrdem numri-
ca segulnte:
(i Osprofessnrcs de inslrucciio clemenlar da pro-
viurio licam divididos em trescathegorias, noque
tuca aos seus vencimenlos: perlencem l.ospro-
fessoret de inslruccao elementar do segundo groo
dos qualro fregnezias desta ridade, os quaes veu-
cerlo o ordenado onnuai de 7009 rs-1 segunda
osdemoLs professores de inslruccao elementar do se-
gundo groo, que perceherao o ordenado de 6009 rs.;
lerceira-os professores de inslrucgao elementar do
primeiro groo, que vencerlo o ordenado de 5009
ris.
0 As profesMras das qualro freguezios desta ei-
dado torito de ordenado annual 5509 rs., c as das
outras freguezias 5009 rs. O professor adjunto das
aulas desta eidade vencer 6009 rs. de ordenado, o
da ridade de Olinda 500 rs., e a profossoro adjun-
ta 4509 rs.
1 19.0 or. 60 seja substituido pelo seguinlc :
u Alm do ordenado marrado no arligo precc-
denlc, os professores de inslruccao clemenlar, assim
do primeiro como do segundo grao, que por mais
de 12 omos do nAo iulerrompido ciercicio, se I.....-
vereiiLdislnguido pelos seus conhecimcnlos profes-
sionaes, seu zelo e ossiduidode no ensillo, c leccio-
ii.it .ni diariamente a mais de 50 alumnos, sendo a
aula do egundo gran, c a 30 sendo do iiriineiro,
percebci,., urna uralificaru arbitrada pelo gover-
nu, que nao exceder terca parle do seu ordenado.
lt.-1) arl. 63 seja substituido |ielo seguinlc:
Si
SUS"
votar infalllvelmenle eonlra este pregado: bel de
volar infalllvelmenle contra elle, porqne nao pos-"
Votar por um projoclo, que al cerlo nnnlo tem au-
loritado urna paleta, e uraa fOMa Inilo grande.
Eu quero antes que a cnmnaMIo de polica, ou a
dislinrla commissao que .leu eu pameer ha pon-
i, on qualquer depnttdu oflerrea nutre projoclu,
3uo acobe coinplclamente com a caia de tnecorrot
o rorpo de polica, cala autorisada por osla lei.
Eu quero urna nova organisaco, islo he, quero
que hoja urna noto lei, que mande comprar os far-
ilamenloa do corpo por outrem, que nao o ronsclho
admiiiislrativo ; porque, senhores, slo nlo he de
boje, non be o faci de boje, he o Tacto dos anligas
ailminiilra(oes; c al agora, relo, passou urna lei
acabando com osconselhos de adminitlracio dos
eorposdepriineira linha. A eipericnca moslrou que
ero necessorio acabar com elles. Quero dar arbitrio
ftO 101 erno: quero, porque lie preclsn dar-lh'o.
Eu tenho ideas governamenlaes, entralo que ogo-
verno he ynonimo de ordem ; quero pois dar-lhe
o necessaro, o que he preciso, poro elle dirigir os
dcslinosdopaiz, para quando elle nlo procoder bem,
letanlnr oqui miuha vos, aecusa-lo da maneiro
mais forlc que me for possivcl. Por issoenlendo
que ognvernodevc lera foruldode preciso, para que
d urna orgonisaclnodequado arase corpo, cuja mis-
-."ui be lo honrosa, lAo di.linda, que a mim mes-
mu, Sr. presidente, mo rusto crer, que se lenham
pralirodo lanas cousas. Vol contra esla lei, c
contra toda a IcgtslacAo, que lem dado lunar a que
islo succoda, porque nao quero leis com tal nalure-
za; e para evitar osle mol, be que cu nao quori
ic baja caia de toccorrot no corpo de policia
olo, repilo, contra islo, ale que se apreseulc al-
guma cousa diflerente; porque, Sr. presidcnle, fe-
iii. -n.
Aodircclo
al da
i-Ir
cao pulilh
lacocs d,
ganos, ernaanossr
fotolidadc. Se en
algumo que eslava
vor dn Ihe-ni
im sonni
inprc coi
iisse que
errada,
rrcdil.i
erradas, semprc en
Ira o Ihesourn, sAuuim
Mlr as relaciies harll
; rujo erro fosse era fa
ra na Ih ; mas non
rdnlhcMuro! II-la
idade! Prtanlo voh
Inspccrionor c fiscalisor lodos as
liarlirultres, quer publicas de huir
eslou infor-
i liebre com-
i o tale do
este iili.-i.il
r dos dinhei-
illi no e-l.i
M
re|wr
.- -v I -11- ( J -
Toineraltisb-,
a n um docii-
irerem fazc-lo
jamis se aproveitra ros do caia, equeo moncionodo vale
rio a niio ser a orcurrencia a qu
(ci.
Os nobres depulodos, justos romo sii
rondo nada disso, drtiain ler sido m.iis
ra evitaran que se suppozessc que lite
inserir o nomo do Sr. Marlins IVreii
liento upprobi ioso, e de maneiro o q
prlicipar dn npprobrio....
O Sr. Caede. de Mello : Apoiado.
Vozet: Nao apoiados.
O Sr. 'Jorrea de Brilo : Supposicao Ionio mais
natural, quanlo he cerlo que o noinedesse uosm col-
lega he o nico que vem nesw documento....
OSr. Paet Brrelo : Porque croo uniro quo
estova na caso, o poda defender-se oqui nicsniu.
o Sr. Corra de Brilo : Elle mo era o nico
que, estando no cosa, pndia rcspnnder |Kir ocios pro-
licadns como membro do corpo do policia ; e, so os
nobres depulodos ltessem referido o facln rom to-
das a suos ciri-umsloncios, tcr-nie-hiain pnupadn es-
ta reclamarlo que. roofes, me he nimiamente do-
lurosa ; porque pwle olgucm suppor que fui arras-
Irado o ello pelos rehenes que existem entre mira c
csm' iiu-ii rollego.
Mos ludo quanlo, a esto respeilo, se disser contra
ie nnbre membro, nAo o prejudicari na opinilo
Iiublira, |Hiique he sabido, anda mesmn por aquel-
es quo llie euiergara mildcfu ilus, que elle nlo he
prevaricador...
ii Sr. Manoel Cacalcanti: Cuulra fados nao
lia aruunienlos.
fivi: lia pravas escripias.
< Brilo : Sr. presidente, os no
rein laltez Icvar-meaUondemu
a como que esla ileso
i os cousideracOesque
ra tozio parle do conscll
lepulado cxplicasse o fac
i un. individuo, qu
Agora elevo di/ei
que na caia dn fordamenln dcram-sc,nau dire rnu-
bns, porm grandes irreijularidadet; par pr.ita
do que acalio de olurmar.e ab'm do que lira diloalii,
eslao os fados relatados pelo coniraisslo ; c saha o
bre depulado, que esluu preiniptn pora sustentar
ludo quanln fn'diin no rclatorio. Aponale! o he
ludesc ler liEiiradii, a'90011 rs. o rotado. pUBO
comprado o 19300 rs.
II Sr. Barros Falco :Islo nao se pode provor,
est ah o Sr. tiusnian, que nao he pessna desc.inhe-
cido, que piMle juslilicar isso.
OSr. Paet Brrelo :O Sr. GatniO ralo be ne-
sorianle de pannos, o a commissln sabe que esle
panno fncoraprado era caso do Jhnnslon l'oler. c
por Manoel Florencio Alte- de Monea, pelo preco
de 19300 rs. n cntodn. Sei d'isso, porque fi '
ineus colicas da
l'oler, edisso-nosu
a amostrado panii.
destinado pora cap
tendero elle no di,
Florencio Altes de
Sr. Barrot /v
quem venden o pan
O Sr. Paet lian
reoclo lisura cm ni
pannos para o corp
rere o seu iinira
Cita
I rail.
lima
rs., i
Sr. Ha
O S
policia
O Si
O S
sel!
i|iiem iiAu sabe como
i .linda n facln ile lia
)I0 rotados de panm
eule comprado, seuid
ommis-.ln roso de Jbmislu
caixeiro, ., quem oppresenlomos
que existe no reserva do roipo
des, que d'oquelle niesino iianno
i 11 de marro 12 pecas u Manuel
Moros, 1 IMOII rs. o covodo.
/r. :E Manoel Florencio foi
lio:Com quanlo Manoel Flo-
ilras eolitos como forneredor de
i de policia, Indotia mu. appa-
ullima vendo. Mas n que vale
primeiro grao, dn segundo,
i 2. Protcr a todas us ni
lo ensino em ordem o nlo ha
so rciiular dns csludos:
a 3.Resolver lulas as dir
{lo das leis c rcuulaiiientns
co publico, ri-solver sobre
leis c rcgulamcntns, c rrp
leuhoin inlriHluzido no ciisiu
4. ii.--.ii.il adbcipllna
,::.!
dades inqu
lcrrupi;ao |
clalivos
renles I
cela da
escolai
.;lo ib
vislai
) cur
i ciecii.
insllue-
ine-in.i-
os
Illll
i elcmenla
, cmodas
idos de em
orsanisar os prograninias I
ubis do l.tieu. o i'slobcleci
i.i quojulgarrouvcnicnles
busos que so
ni parliculor.
scolas de instruc-
lo des-
liara l-
ele
icnlar
dos qi
d.ISSIUl-
i-a- se l.n
T o rolllliiissaii
le menos no pon
495 de puco de
lili ul-
:l-:lii
115 de|ire.....le 9000 rs. ^ollondn-sc (
os. O que lie slo, Sr. depulado-.'
.l/W/o Bcgo :lie na vuiiladcao corpo de
El,, eu
nlo fallera i
illa-las, [Hirqn
,-i edli nn dn
OBr.A.ilOm
OSr. Corread
lircs dcpuladosqui
]irelendo ir; a eos
ii.ni.ii .-i. iwis, aqu
O Sr. I'aei Brrelo:Sr. presidente
puladn que acaba de senlar-se arcusou
de injusla em dous pontos, o primeiro !
que ella ollrihue ao goterno o ler roiicorri
guma maneiro, para que o corpo de pol
seao estado de desiiinralisacao em que o temo
seguudo na inenrao que fez no seu relalorio, d
me do no.-.. collega o Sr. capileo Marlins l'erei
I ler-
puza
nobro dc-
oinioi-...
do ,1c al-
begas-
Ouanlo a priineia parle,
iiiamenle persuadida de que
que no cu |.o ilc policio se c
il.ilo-.i- nialversoroes,que fi
dos i: n'fsla suo referencia i
gio parlirul
ao uover
mi
ao esli
presidcnle uo sobi;
iictliom essas cscan-
i dcscoberlas fapoia-
mm-io otoae diri-
ga ao actual presidcnle, elerigio-sc
ler cm visto esle ou aquellc presi-
dcnle. A lei de II dcjunho de IK.VI dispc. que
os fundos, destinados para fardamenlo elo eorj de
polica, ~i-j.hu regulados por um ronsclho de admi-
nislraejo, cujos togacs c Ihcsoureiro serlonomra.
pelo presidente, n qual dte dar um reglame
-i" que defina as ollribnii;es do ronsclho e deten
ne ..-\-lema de e-. iipluiacao da caia ; esla lei i
fni oxii uia.l.i. c be n esso falla que o commissao
trihue, em grande porte, o lerem-sc romineltidoos
i -olio- que acabam de ser descutiertos (upaiadot.
O Sr. Barrot Falcao:Na caia nao houvcri
i nobre depulado dte respeilor o hoi
Florencio:He persea
Pan Bando:Sr. pn
nos nobres denotados, que
ousos, que traan antes de occi
lo iiso he tcrgouhosn.be i iifiunc
O Si: Barrot Falco :Agm
lo publico, dote explirar-se ludo,
tncerra-se a discusslo, c, cous
pn loada a emenda dn Sr. Almiar, .
ineiro parle da doSr. .Manuel Coi
guma submellido ,i vulac.m e .ippr
Semiudo discussan do prnjectn n.
o Arl. Iniro. Fico retnuada
n. 113 de 21 de mato de 1843, que re
Ihodc solubridaile ; e assim tmbenla
em conlrnrio.il
l'aco Periiaiiibuco S de marco de 1853. /'
Reao Barro* Brrelo fanaeo Joatul
UoFranciteo tlret da Silca. u
Nlo batendo quem acerco dille peco
he siihinellido i tolaco, e anprovado.
A requerimeiilu do Sr. llanos lliincl
pensado o iiilerslicio do mismo, poro ;sci
ra urdan do dio de MU.....le.
Segunda dhcinrto dn prnjedo n. 21 do
sado.
Enlro o arl. I., que be
Arl. I. Firaopprotn
de niaio de l.-.l. proniulii
provincia acerco da inslriicc
reles seauinles.
- I. A inslrucc.lo publie
v idida cm tres graos, a sal
perior. Os dous |
oltcsso di
n Dar aos professores de iuslrue
|erior lodas as iuslrurces c esclarecin
julgar a.le.piad..- paro u bom dcseuipenl
ubiigaces, decidir IB conlcslacoes c conllicliM que
se suscilareni cutre os seus siiburdinadns, c odver-
li-lus nn que turo ou riimpriniciilo dos seus deve-
les, quando o julgar nppnrliino.
i Entregar ao preejdenle da provincia, nm
mez antes da reunin do ossonibli;a leaislaliva pro-
vincial, a fin de ser a esto prsenle, um relalnrin
i'ircuinslaiiriado dn rsladii da inslruccao publica na
piovlncu,......iii.oiha.ii. dos respectivo! mappai ea-
lolislicns, ou, o iiulicaclo das medidas, une forera
iiecessariaspara o desenioltimciito c
ensino era soral.
ee 7.-l'ro|.or ao prcsi.lenle da pr
Mas que Ibe porecem idneos para o
pccloie- dea circuios lillcroiios.c be
mar KM deniissao.
o 8.Informar a presidencia solin
roncernenlc a insli ucean publico.
o 16.-No arl. 61 sulisliluo-se a primeirn parle
pelo sciiiiiute :o ilircrlorKcral do inslruccao publi-
Imcnlc o ordenadu de -2:IMM-4KK.
subsiilua-sc peln seiiuinle :o
na falla nn impedimento, ser
ednr dn hceu, que nwlc caso
tejo de KKI9000 rs. por auno.
siil>slilua-se |iclo semiiule:po-
ol c ec......mico do l.trcu, botera
lo pele prcsideulc da proiincia
limo Minino sn errada a fax
lolidodc; be Brande infcll
cuulro islo.
O Sr. Baptitla:Sr
radefender-medo que i
do presiilenlc em uraa s
do em una fnlba, que por ohi corre.
/rifa, limen adversario,senhnrcs, licfel
do secretario, tcm sua ditposirlo esse jornal
que fallci, o cipcnsos dos cofres do provincia :
redactor o ebefe den follia : nada dispende par
zer bem de si, e mal dos oulros ; e para que eu
fique de pcior condiclo dn que elle, e valo que
asrcaseles, que rcrchi, versaran! rabre npinies
libas emilli.las neslo osscrabla, julgo ser ele ji
ra o congruente com os cslt los, defender-me :
presidcnle, levnnlo-mc |ia-
inlro mim disse o secretario
n correspondencia, publica-
lenniiiinail.i
lem
de
lie
di-
<-!
da p
nbo
lento
imnli
romo
liando no scsso do d
nha voz pora ronde
residenle, e fozc-lo r
los do Rio Foi muso,
liiisuoscm fui qualil
esla fi
ler dito a xerdade,
is ruuticciics ; e pare,
poni he'que sed
iisacles a um pros
de t enlodaras, i
condescendencia'
lOdo corrcnle levante
mar a m administrara
punsovel |ielns ncnnleci
impriumciidetcr: mi
ido 11-r olBiiem de tic
acrusacau, liMiiccio-m
de ler fallado -..un.:
oc, que paro esl
lar; pnrq
Icnle tecm Ionio
que ha a fazer h
, celoBiar a ro
do |M>to, que as
rom i sua consciei
iriino de ludo. Va
ipinu o serreta
o, guando
le grates,
condcni-
iscm c a
faz, c se
icio e cern
mis ao as-
ttl.
i*
ludo que IV,
i I".O arl. (M
direclor acial, na i
subsliliiidn pelo dii
pcrrelicr.i o aralilii
i. IS.O arl. 67
re o reBiraen polici
Illll dn .-. l.n l.........
l.-rondo-se pre-
im como o pri-
Icanli, be asc-
iada.
I. -
a lei provincial
reuii o Conse-
ii as dis|iusici'ies
tiunaI de
nnci do
lie Simia
i patota,
>, he dis-
dadu pa-
nino pos-
minle l
reaiilan
peln pn
ublici, .
11"
I"
queprepr
ale
roos,
alhel.
II Si
licitar i
ii si
migo d
O Si
allegacoei
. Pan Brrelo:llevo cima de ludo i
raen dever (apoiadotj.
Barrot Falco:O nobre depulado he i
, corpo de policia e dn commandanle.
. Paet Brrelo:Eu j cspeiava |r cssa
imigo do corpo de indicia c do com-
mandanle porque? o que me fez o corno de policio
para ser seu iniuiigo? que oflensa rerebi elo nobre
depulado para volar-lbe inimisde?
O Sr. Mariel Monleiro :Islo do inimisde he
una historiada Juttica ; aqui he que se dte justifi-
car o rorpo de policia.
" Sr. Paet Brrelo :E quem ousar, Sr. presi-
dcnle, cm vista dos fados boje pblicos, neaar que
no carpo de policia ec deram roubos escandalosos?
Hatero quem contsteos fnclus referidos pela com-
missiio?
I'orlanlo, j v a casa, que a commissao nao foi
injusta quando disse, que pela suo parle, o governo
nlo I inli.i concorrido puuco pora que o corpo livesse
rbegado ao ponlu em que boje w acia ; se a lei de
H.*- livesse sido otiservada, seguramenle nlo se le-
riam coinmellidu as malversar-oes que foram prali-
cadas.
Nolou o nobre deputado como una intoxica com-
inellida pela commissao, o ler ella inencionajo o li-
me do Sr. Marlins Pereira, nao leudo mencionado
os nuincs de oulros ofllriaes, romo elle, llovedores
relia do corpo. Eu j I.mI.ii. em aparlo a rozan
l'oi .pie a commissao publicou esse nnmp : o Sr. Mar-
lins Pereira arbata-se ua casa, deviaoutir a Icilura
do relalorio c podia deffeuder-se. A commissao quiz
oflereccr-llre umanccasioopporlunn para justificar
se: prtenlo em vez de ilcnolar mii tonlade, cssa
publicando revela antes generosidade da rommisslo.
So a commissSo livesse nui tonlade aoSr. Manlins
Pereira, tralaria de oulros fados, que agora aprc-
seularci. |mrque Uso mo obriBo o nobre depulado;
diria que i, documento aprcsenla.lo pcloSr. Marlins
Pereira, romo IhcMiireiro elo rorpo, paro provor a
ilrs|ien de 7:ll739Hfi'". rs. cora o compra de pannos,
.pie -e diz feilo era I deui.vembrn de Itfil, he um
Incumenlo falsn ; pois que n'clle figura romo ten-
leilnr Manuel Ferrelr.-i l.ima, pessna que au exi-le
n'esla prora, por ipi.-inli.....niro nesocianle, conhe-
. ni., ,-oni i-se nnnie, be um pnrliigamiiun lem casa
le nwllia.li nn nn Nota,,, qualba.-mimiH relirnu-
- pal.i a humpa, sendo que Joaquim Antonio Car-
hendein
elemciit
er' As moleras que c.
rior scriio ensilladas nn I
-mulo aran dainslru.
ipilol. cido.les c til!
ferein M primeiro ari
o provincia.
Maciel Moni.
9
na.
ani
ni-oi- se -llama inslri
ilo de 12
lenle da
a di-
uido-
npre-
iceao
m ordenado ile 1:2009000 rs. purannn
ci I!.O arl. 68 siibstilua-sc fsclo seaninlc:
ii An direclor ueral do I tren compele Inspeceio-
ir os aulas rnspiilivas, e resillar a economa e |mi-
i.i do eslobelecimei.....
.< 20.\u or. 09 S Isubsliliiani-*c os polo-
aspropor presidente da provincia iwr inler-
idio do direclor geralpeto seguintesrepoi ao
al, ele ele.
Iaccrescenlc-se', c
director aeral, que os
21.Nn mcsiuu ortigo
siibnielle-los o opprovucao
podeni alterar,
ii 22.No mion ai huo .5subsliluoni-se os
polovrasno presidente di provlnda |mr Inlerme-
dio elo direclorpelos seauinlesau direclnr uerol.
ii 23.O or. 71 subslilua-so p-l.. seguinle:
o direclor do liceo, em sua fallo ou impedimento,
sera substituido por um di profesMrcs do nini,.
instituto, que o presidcnle desisiiar, prcceileudo pro-
paata do dirce-lor geral elo inslruccao publica. O di-
iiu-oilii, percebero
iiiilependencio do elcil
pile em |ierfeilo neord'
o seu deter. Islo csli
sumplo principal. P
eorreapondencla deslc nimio (le)
.. Na sessodcU) da torrente, por arca*
discutirse o plajelo, que fixa a forera palie,
crloa o dbale a Si: Baptitla, agijrcdindn to vio-
lentamente 0 Sr. prndente, e niotlrando lal pat-
rio i/ue no pude ter dado de tutpeiln ; pn<< i/ae o
Si: depulado pareci Mto alar em teu etlado nor-
mal de refle.cn, como obtercoit',0 Sr. Brilo. Sao
lardn, porrm, mu i lo que o Si: Baptitla recelaste
ii cauta de lano furor. A candidatura do secre-
tario'. Hit o duende, que pertegue incettanlemen-
le eertot tenhore, que te juam com direilo
'.rctutiio de seren 01 repretenlantet perpetual de
ibuca etc.
I a piimeira porte da correspondencia |ioro
le mulla resposla, e por agora Irolorei do se-
cm que o Mcrclorin rae considero lodn necn-
in o sua pessnn. e lemendn a sua olio impor-
nclo, cuino -i .un- bice j rainhos prelenccs.
Esla louca jactancia forga-me a nionileslor a pu-
la de mcus salimientos, que eu quizera antes, que
a policia ? qtle N relirasscm o deliassem paasngem
livre as suos amblle 7
" Sr. Mariel Monteiro :()uc excculaasem a
ronsllliiicln.cnw niamH vnlor nelle.
Ii Sr. Baptitla :lepito ainda, prnlrram os mu
patricios eiclirtrem-no do eleirjo de Mina, e o
Pcrqamhucanaa nlo pndiam f.iaer oulro lano 11
(' Sr. Maciel Monleiro :Em Minas niio linha
elle polica as suas orden.
o Sr. Paet Brrelo :Nem o cofres publico.
" Sr. Baptitla :J se abe, e Bque regislraelo na
lembranca de lodo, que, segundo a lgica do secre-
tario, segundo as regras e principios da ciencia de
govemar, que elle professa, toda a culpabilidado
nlo esla da parle da polica, que, ahuzando de suo
dislinrla missu., emprego a aulorldade ea violencia
para eilorquir velos em favor de ama candidatura
on lt palluca ; mas esla da parte dos ei.lad.lo. pacfi-
cos," que nOMcurvam e se humilham, alini deque
nu apparecaiu roliflaarores I K, ci. alii.-eiilioi. -. -
lioinein de logice tino, epie oiite diier na dita la
correspondencia, que n nlo comprehcndenins a
marcha dn governo constitucional. Pera um dispa-
rale Un irracional,como esse.odcsprrzo lalvez fosse
o melhor resposla. Entrcloiito he cssa correspem-
dencia, eheia de incoherencia, sem nenhiima habiK-
dade, qoci ha das se eeperava, e com que o se-
cretario afllrmat o vencer c derrotar eu inimieos.
O Sr. Manoel Cacalcanti: Eolio disso is-
lo?!
Um Sr. Deputado : llouve aqui quem o dis-
sesse.
O Sr. Baptitla: Nlo foi elle; mas algocm por
elle.
O Si: Manoel Cacalcanti: Foi o seu or-
glo.
O Si: Baptitla : Tocarci agora cm um pnnln,
para mim e principal; c he aquello cm que, depnis
do mou adversario esconder os fados, e fugir da
questiio, eleva o mu carcter o a sua importando ao
nonio de dizer, que a sua elcico veio revelar a ver-
dade de que certas influencias esto gestos no prn-
xinc.ia, c que elle, avista da opposiciio quo Mflrero,
e dos 100 votos qne livera, vote tanto, quanlo lodo o
partido, que nsucrreou.
Tenho alguna paciencia o mou ailvcmsrlo para
out ir verdades duro.
S. S. continua a faltar a i enhilo, quando se rol-
loca no siluocln Mnscira de um simples ridadlo,
moveudosuas afleirocs nessnocs.cihibindn tulos do respeilo e ronsidcracan, allegando mus i -
viem. No mu calculo, colloquc-M S. S. na posiciio
justo exerdodeirodo um secrclorio. dispondo unico-
mcnlcila aeco do soverno c da |Hilicia, Ironsiglndo
com difleronlcs inleresMS contra a sua proprio dig-
nidade, xnlcndo-se das dependencias elo seu empre-
go, o aillo ver iinparcialmcnlc que, se, apezar de
lano- elementos, nlo poudc sojiorear o ticlorio, foi
porque a suo |icsse>a imlada nada significa, nada va-
le. Apoiadot.} Depois disso mella lanihemem con-
t, que cssosiiifluenrins gestos, e esse porlido, com
quem elle se compara, no lomiiu a sen cargo guer-
rea-lo colleclitomcnle...
O Sr. Pinlo de Campos : Ism he pura ver-
OSr. Baptitla : E Ionio assim que cu, Mudo
de opinin, que se detia rnmboler rroiiromenle o
candidatura de S. S.,minha npinion nao prevaleren,
e i,-I .pn/.a .un i -nli.o un I-mi sensn do moioria
dos pernomburonos. E cu, que rae va
sido um doquelles que imlit i.liialinenl
rain a elcirao do Sr. Mcrclorio, po
ios ile que S. S. dis|
I
nglorin de le
s se oppoze-
0 sobcr dos
dizer, que
lisposlos a fa-
do I aln..i a
isiderajcs de
Del
ulllln,
ganda
podo i
Iicosm nn
dizer que
me Iciiibr
ojo" quee
cousa, all
millo-me,
lo
de
a dns
do Ii
il-
iiI- pi
t.....ri'1*
mil-:
Mil
ceu
tjb eb
i-Ir
inslr
buida.
l 5
emend:
-lil.ol.
SlOll
sidos rom alai
lenibror-sc-ho.
dias do aessiio i
racen da coso c
sondo melhnr,
ha alg
: os que furnia,,,
mentar nos escolas
pnpulis ; as que
dmela escoto dht
pe-
:i
i.....lie
apre
ro : Si
Machan, nn xli-.-u-
ddeneaa da assernblea pela
o publico; forom calculados e redi-
ma pre ipilocao. porque o asMinlda
mu duvida, 111. fui ja nos ulliino-
|ue a cuminissrio offereceu a conside-
ssos emendas. Mas a commissln pen-
islo be, inni mais i-spacn, reconlie-
" iiperfcic,6es cenlidas uesM tra-
linar uotonieule o rcBulamcn-
nlilo i-ediEio nutras anlidos
esclarecido elo raso, que .io
oniprebendeni multo e taria-
ic parece que DOMO afloncar,
lenle os exi-
im peco a V,
ni dsrii~An.
as seauinles emenda:
nenio de 18 de malo lio
esidenle do provincia
Mr cicculado rom as
ii pi
ampias
; e
neuilos
n I
' i-Mi
M
por
balh, e leve .1
lo de 12 de m
que nfl-erc.
iniiilo inai
das h,|i,.il
que cssas emendas salisfozei
acucias da inslrurrlo nubil
El. que assiilislilua os qu
Vio mesa c sao apoiada
i Arl. nico O rcaubi
IK'il. promulgado peln ,
acerca da inslruccao publica
MBuinles alterarle:
I.No art. 8., supprimo-M o n. 9.
o 2.O or. Umjo substituido pelo MSuinlc:
ii Nciilium alumno ser molricuiado era qualqucr
da aulas do l.tceu sem exhibir .1:1-1.1,1-. de hebe-
lilacao as materias do segundo grao de inslruccao
elementar, passado pelo respeclito prol,,i.
a 3.Nn arl. tlisiibslituem as polatros linees
presidente do provincia- pelas Mgiliulcs director
geral de inslrncclo publico.
e 4. O mi. Meaja substiiuidopeloscguinlo
a Os oppn-iiorc- o cadeiros vagos. Ionio de ins-
lruccao elementar, como do l.tceu, m inscrcverAo
cm um litro para iM deslinailo.c que estar soh
a guarda do director aeral da io-.li u,0. publica.
.. 5.O arl. :l2sepi .nli.lilui.lii peloieauinle:
n Os concursos para as radoiras c sulisliluices
das aulas lauto de inslrncclo clemenlar, cuino su-
perior wrln presididos pelo direclor geral da ins-
lruccao publico ; nn pel presidcnle da provincia,
quando o julsar ruiivcnienle. Em ambos os rasos,
o direclor geral da inslruccao publica numcar.i tres
examinadores (Teir os profesMres do inslruccao
elcmenlar do Mgundo grao, uu dp Lyccu, cunfor-
rae a materia Mlire que versar o concurso.
o 6.Sunprima-M oort.3.1, collerc-M o ordem
numrico dos nrliaos Msuinlcs :
a 7.Ao art. 50 acrcsccnle-sc. O presidcnle do
prtn imia marcar a incompatibilidades a que te re-
fere o prsenle disposioo.
a K.-No arl. 51 subsliliiam-M m palovras po-
der., nn tirtnde de ocio legislativo ser apoMiilado
egoinles po.l-1.1 -ei- apuseulo.lo pelogn-
vernn, licaiutna aposeiilailoria sujello a approvac.in
do corpo leaislalilo.
n Arlign .ublllini para .er collocedn linmedia-
1.......me iiepoi- do precedente, illemndo-ee a or-
dem numrica dos scguinlvs.
redor iiilei'iundo Itccii, assim 1,
a arolilicocao de 'JtidsOtKt rs. |Kir
11 21.Nn art. 73 depois dos paloi
si,lenle do provinciaorresccnle-so
dn direclnr -nal:a mais como sea
s
.. As aillos de desenlio c nhslrclicia serlo
vados mIi a direccane liscolisacan do direct
lia inslruccao puhiicu, e assim lainbem a.
lelaliineslabelecidas nos ditersas ci.lodes c tillas
il interior, que secln iuiinedialemenle topeeetone-
das, ,i-.n romo os aulas de inslruccao eleinenlar,
pelos insiH'rlores dns r,M|HM'litns circuios liltcrarius.
i. 26___0 art. 77, qne deveri oceuparo n.76,
nnscr-
Berol
uleiras
a, sulislil
;l COM de
1 arlign pi
ele i~p.-c
liad
siaua.hs
curan pm
outidu ..direclor ae
posla do d
o 2S.Oorl. Wisullilua-si
ir Sn por molestia prolnnsad
IC poilero ns prnfcssnres publico,
1 encmenlo cm suo tuloliihdc uu
alBum porem exceder oslo ,1 dnu
oiiiiu.Ao presidcnle da provine
der lees lircnras, e assim lamben
da inslruccao publica dentro do 1
a 29Suprima-sen arl. 87.
.1 30.Suprnio-Moorl. 91.
.i Arl. transitorio. O resillara!
de IH5I, assim inn.lilirodn, sai d
IH-lu MBiiinlo:
laa.le alauma das .-.i.l.-ir.i
rcdenle, sii Mr.i polla em
I do carpo legislalixo.
subsIiliioni-M as polov
ral|ielos mbiiiiIcssnb pro-
rol do inslruccao publico,
pelo tegulnle:
ou motivo relcvan-
sobler liccnco com
I era parle; ancoso
is mozos em cada
II ao direclor aerol
le de 15 das.
lilil,,, do ininho almo ; sim, forro
, Sr. Mcrelario be pessna de (pian uunr
1, nem para eslimar, neni para aborrecer
lie quiz que o suo pessna siihsliluisM i
i de oriaein nobre, quo eu defend, per-
ipie Ibe d(t o merecido repulso, poro ent-
usas em mus det idos punios.
iniooccupci, soban lo-
resses da protucia, de
rod um porlido, ( muilai
I quo nao opporecc -uu-
querendo Mr "depulado ;
II ussoriado com a indicia a
tolo, a cmprcBor a oulori-
encer as vlavaa repngnanclaa,
contra a suo onibicao, ( apoia-
ns poslns da auarda narinnjl,
quecslaian dcpcndeiilcs de sua
pblicos.
prega
Seiihures, o
Insque foi a c
mo ......al,d.,,1.
ipoiadot) be a causo, 1
ploimenle o aeereUru
nas apporece o secreta
pcrtcrler a liberdoded
nade publico poro tem
que M manifest'
ON) a negociar a
que elle fazio cr
inlluriiria, ruin as rrenialace. da.ol
c com tollosos recursos proprio de
de secretario ; c lodos saliera que a sei
torno to urna potencia, mrmenle q
lenta snlidarcdo.lc rnm o incsnio 1
causa em lim, eniqueo pertinacia em
lei lo, arroslou o sarelaro,
'lente c pelo 1.....ca, o previ
intriga, a dividir nosswi
inaanc;
c. Icaes
hasl
ao me 1111 -1 o um s.i dos eiiic estovan
orecer S. S., quenan o ocIiosm lio fi
csm a tal coiididaturo, e preso i ci
favores recelados ou de promessos feil.
F. paro que, Sr. presidcnle, pare que demoror-nii
mais sobre osle objeelo ? Todos osles fados nos sai
pessoacs. pnssorom-se cora imiilosdc ni ; suas Ira
dicriiespassoram .10 publiro.quc lan plena conscicn
ciadclles, ehc um OMOpalorio bem Irislo dizcr-M
que nao lio docuniciilos dcllos ; por quanlo a npi
ui.lo publico nao he juizes regulorcs, que julguen
per allgala el probada: o cerlameiite lie urna fro
quezo digno de coinmiseracao ncaor aquillo do qui
omisos como os nimigo* sao tcslemu.
infantera, organisada e dtslrlbnida aegundn o ;,.
verno |ulgarmai onvaedcnle adisdplina e lisc.di-,
to do eorpo
11 Art. B. Esla foreapodera ter elevada al 00 \n.
tas, ea hlico.
0 Arl.3. l;ica8unfriniidaocaiia'dea(lininisr,i(.i
c fnrdomenlo do corpo, Modo rcrolhidns o Ibes.,,,!,
ria provlndal 01 fundo destinados a este misler.
11 Art. 4. Nenhum furneriiiienlo aer feilo a r,,r|,
de policio nao precedendo amiuncio pele fnlliat
pblicos, convidando ao concurrentes; tirando an-
da assim todos a compras -ujeilos a approva^lo do
presidente.
Arl. 5. O governo expedir os precisos rcgulj-
mcnlos para a boa execuelo do precedente artigo,
1 Arl. 6. O governo nomear todo o annos urna
commissao de Ires membro, presidida pon pesua
por elle designada, pare inspeccionar o corpo de |k.
liria, po.lendo arbitrar aos que a -mnpozerein unu
grolificacJo qne ser paga pela quola dos eventuats.
i> Firam rerogada as disposienes em coiilrario.
a Sala da scssOcs 30 de marro de 1853.Mrll,
Reg. ,,
Vu 1 a mesa o seguinle requerimento, o qual de-
pois de apoiado, entra em discuiai.
Rcquelro o adlamcnto do prnjeetn snltelilutiio,
para Mr impresn com nrgenria no Jornal da casa, t
aillo disciilido. .Iguiar. a
O Sr. Manoel Cacalcanti: Eu nao pono aprn-
var o adiamento, porque ado 6 prazo mullo curio,,
e) Sr. Pinlo de 'ampot: Eullu amplic-o.
0 Sr. Manoel Cacalcanti: Ed creio que, pelo
mcu otado, posM iulgar do don oulros. A impi.-.
slo, rausada |icla di-cu-.io hat Ida hoje, fe com que
me nlo possa delibera, acerca do corpo de polica,
Enlendo quo he preciso um adiamenlo para se con.
Ii-i algumo cousa de novo ; mas, de hoje al ama-
nli.1.1, non he possivcJ. Quanlo a mim a emenda l
1 -1 -i do que o Mneto. Eu tenho minha ideas rev
pelo do rorpo de policia ; mas, aasim de repcnle,
nlo he possivel fazer-se nada. Em lempo en aireio
Sue -11 i-od. 1, porque niocoslumo usar, como di--,
r. secretario, quando quzromhater o que eu di
nesla caso, e concliiio dando-me o eonselho de nao
emiltir proposicies, que nio posso provar.
Ora este pobre homem I .. Era milhor que el-
le nlo talla ; mas desgracadamcnlo a nossa trrr
lem chegodn um estado, que nao ha bobo nenhum,
que nio queiru Mr deputado geral, e logo que o nao
be, liria,,, ralbo ele. etc., c por lim agarra-sen, I,.,..
dio, i que ainda hojo se agarrou o Sr. Brilo ,1.
nomos, de rerurdurnes ele. etc. Eu enlendo q
quando a causa que m defiende he justa, nlo se le-
ve reruar; c como se lem consciencia de que se d-
te obrar por esle modo, vames obrando, e dexcim
csses I,..I...-.
Mas, tullendo nn adiamento, cu direi que julgo
nlo so poder lomar urna medida assim rcpcnliiu,
porque lie preciM pensar c por mo pruponlio 9
adiamento por 8 dias.
Voi mesa c be apoiado o Mguinlc roqitcrimcnln;
1 Hequeiroo adiamenlo do prujeelo porHdia.-
iYoiiOl Cacalcanti.
Encerrada a diMussio, he o requernicnlo do Si.
.Manoel Cavalcanli approvado.
En Ira era 3." iHscusslo, o lie approvado o projec
lo ,1. 3.5 dn anuo |iassado. j-
1 -1-I0 dado a lloro,
O Sr. Prndente designa a ordem do- d ia c leva,.
lo o sessio. ( Erem mais de 2 horas da larde.)
IIECIFE 3 DE AIIHII, DE IH.3.
AS 6 HORAS DA TARDE.
I KIII US I'n: Til SEMANAL.
Ene
lauto .!
ibes.
() a>
pie dia
O Sr
Maciel Monleiro : E nao ha niiiBiicm
o rniilrario.
Baptitla: Esle mesmn depulado, que
nio esla ngo prsenle, e que intncoii
ciencia pora Mr rrdn no parle, em qu
presidcnle csccrolario, este depUatdo,
he le-leinuilll.l de I lulo.
Eu desejia, quecll
a superioridodc, que nesle inonieiit
de. dizer-lbe, que elle fui tambera um
tos do policio : que mu noinc cm lodoi
res dochefe de polica aiulou emparelli
sccrelorin.quc elle se associoro era ludu
uto dos
pro|
a sua
; .lelelid-uo
ligo, I.......01,1
liveaae prsenle para' rnm
! do a t crda-
dos candida-
as circula-
ido com u di
;< surte de se-
pre-denlo.
ceiiMaunlc
pcli
clamo, boje
iiruvcl imprcssai
p, ilion, desde
nenie invcrnoM,
lido, pois quedun
nosintcrni|itao,c(
.i
dcbaiio da ma
lim, lem s,ih,.i,l
um especio inleira-
1I0 nio foi .l.'.iii. i,
ni com ni.o- ou me-
ibre a Ierra rido c
Mquiose deslo cidodc. Praza eos Ceos que assim con-
linuc o lempo, ..lim de vermesdissipado cate terror
pierna 11,,-,., que a tanta genleha infundido a pcrs|,oc-
livadc urna acera, e de que os especuladores eo
u/ui.iri se lera servido marovilhotemenle para
seccorem o sangue do povo, elevando os preces den
1 ciibcleeendo u-
a nnsse l.n 1-I.1
1. O dia de
n enienbecer.
a qual felizmi
inte elle rahir
ipinsos chuvas
, Pri
le veri
essidad
lificial.
io pessada. noticias da Europa,'
ual enlroii em iiosm porlo no
nlre ellas sobresalte a do Ion-
de que foi viclma 0 imperador
I 1.11- 1-1 o I... 0 IIOSSO I.-lin-
io- predilecto i
endados ; c, por
icio cmprcBodo.
MctO e par., a d
-dorio: -un, mii
du
.....
ipporeccreni torpes
ia cunlra oquellcs q
M os-
: he a
lacio em querer Mr e-
fovorecido |ieln presi-
or lulos, o plantara
nigos, c iillimamenlo a
anpregaihs |iela poli-
is suos conv cees e fir-
mes em sen |n
rom o scrreli
fot.
.1.1
ahi. p.
de non
Unto,
1 pi......
I, rcpelliron
alto Importa
, betel que !
I, que me let
censura-Ios 1
desprez,
un;;;
man
cm a 1
olido da
.-lili.
le 18 de mi
o rediui.lo
inilticaecies adoplodos, e
lim 1I-I.1
O .'
mili,
nprii
-los 1
nlo. i,
denle : O
(, porere-nie
.era l-p-i- 1
po de le
Cita
ale
-m
1 Impreasl
Idioil
o das
nlo po
menda
or
1,H-
anlas s
11 piimeir
dscnssin
nato do prnjeele
ridas, a cosa con
Mello: l.enibi u a ncressidade
paro Mrein distribuidos p-l
cxeniplares do reBulainenlo de
quo as emendas em discus-
ovo, tecm rele;!,
lo n. 10, que mi
os Ii
O Sr. Cuedet d.
de hover no casa,
im-mliros da nicsni
\-J de maio de 1851,
slo, eosofferecidosde
l.-discmslndoprnii
niite do fieauezio de t
O Si: C.uedet de Mello :(Nlo dctolteu omi
dtacorao).
O Sr. Barrot Brrelo : Sr. presidcnle, ro
mo sianaloi i do projecto, que acalla de Mr sub
niillidu ii dlarlll>, rnrre-mc o dover de der e
expliracnes exigidas |iclo nobre depulado. Peln pro
jeelo reinslaiiram-sc os limiles da freauezi., de Um
rom os da de Hio-Formosn, islo he, limites que li-
nbam cssas freaiiezias anle de promulglo do le
lo aclualmenle em viBor. Mas, pcrgunlnr
depulado qual be 1
ida lal lei; commell
de Una
projrrlu
fe
1 razio que ha, pare Mr
ia elle alauma injuslica
? digo que sim ; e lie u
ir reparar : a injuslica,
que -..lia aos olho de
ila povnaclo de Una ans
a do Rio-FormoM dr.1,1
nlretanln ojio dubi li ridade
nobre
rev na.
contra o froBuczii
que a adopclo do
saibores, he lio 1
todos; oala dize
seus limiles cora 1
apena meta legua, .
dn Itio-l-oriiKwo sloma
1 too alegar mais mm\_
pois a commissao a cssa desiguablodo de parlilha
propiu o prujeelo quo araba de Icr-M e 6u. confia
lo nos sculimenlos dejmlica do nobro dcpulod
pessoa,
do si
udeneiaa contra a po;
nlra o coraclerm
,a-
s m.il-
c a sc-
ral de
res|ie
rpt
volitar a niiiiba voz para censura-tos c rmid
los. N.o, meoceupel ti
versoi;es, de suas imp
guranca da prutincio,
stilbos.
Con I i n 1111
lendein i,
rrluillhn U
taet homei
etlo cioll
rendo a detanio da grande lamilia brasileira ele
lin sr. De
le ese reven a
OSr. Baptitla :Se nao he Inepcia, he raneara.
Em terdade, seuhnies.essas oxpressocs rctclam una
ambicio frentica, vilenla e iniuiiao da lgica. So-
mos (Timiiiosos, |Kirque no. op|Mizeinos o clelcao do
secrclorio, violaran! a coiil'
livre ciercicio do direilo de
ci do presidcnle edosecref
lo I (i Sr. Mcrelario parece, que n.
dlcics desle mundo : cnlcndc que o
feila s,i pora elle. Entretanto S. S
dizer de seus patricio de Minas, qu
rain aceitar, e rcpcllram ;i limine a su.
Tombein tnlaram elles a consliliicao T
que sabe perfeilanieutc, queem Minas ui
be quem aprsenla a chapa elns candidatos, r
raenlen.io (Icviaavanciu, que na queremos domi-
naros eleilores da nnssa provincia, emnu se fosM
um rchnnhu ; pi- S. S.-1 vio que nao lizanns Impo-
sibles, que lodos as prclences appareeeiani lixrc-
,n-nI- no II,cairo dos cleic-s, que lodos jogarain ns
suos flireiees, empregarom os eus recursos 1 muitot
apoiadotj. Por Ionio, o Sr. secrclario nao quiz ler
uesla porte, nem cm iieiihuino oulro, o leal,lado de
revalleiro.
Condona .lindo n rurrespondencia dizendo que,
os disrordos do Hin-FornioM nio slo, coran eu dur-
ar, filhas da el,-ic.il, do isccrclorio, mas sio devidas a
3 ma liomciHd'aquello lunar, sobre quera peso
delirio : a P.ttct homem
leiloral da produca he
Films, que ellet podan dirigir,
tdizem canslilucionact, 00 />"""
J o arligo !)(> efei COHltiltUfiO, pn
llorn grande familia brasileira
litado :Iso he una inepcia, que cl-
iiic.i lodos, quantos 110
olor resisliram o poli-
io I Ah! smhe umi
est nas con-
onsliluicao foi
1 o que devora
nlo o quizc
suaprclcncac
?! ES. 8.1
um I11, 1-11
, certa
crelorio.qneerou
um dos seus reror
que sobe pci'frilnni
polleia paro a su,
amigo e componl
ignorar.
Saibores, o mcu adversario, querendo elevar-
neima demulloapernimnacanoa disiincto, compe
lin-moo poaor ,1 detidu Irihulo o terdodc. Conl
no, |inis, o peruiinloi qual n Ululo, que lomo ose
erelorio reciiiiiiiieudavel eos sulTroBinsdo provincia
Servicos, intellganeia,nonw, presinio, o
roizados '.' nlo, nada disto ; c. quando 11
(Ism a l nio sera pela avare/a, conl qu
osemoluinenlos dasecrelaiia. (.tpaiados
O Sr. Mariel Monleiro : Menos,
ilcspaebom profesMrcs de primeiras lelr
csses se nao ciigein os emulumciilos, como
da 1.1/-,-1- 1,1.111.1- cde 10-.1/-11.1. prejud
assim ns nulros empregodos.
O Si: Paet Brrelo : Ism fi
oleteos: agora ha de eligir.
ti Sr. Baptitla : Assovcr
em sua correspondencia, qu
lacocs en-
uilo,........
Ulicr.nl.l
loando se
I l",r1ue
n-o I-/ ao
,do-se
por Mr lempo de
labal resposla
de Ionio iilusio
O Sr. Brilo al
adversario
lepiiladn .,
laca,
defe
idcr pela im-
Sr. Brilo; j hat iadade
Mrces. t/mipadeco-r
O Si: Paet Brrelo
nodo 1 jnni lia 00 que
lorio, porque esle M Ii
prensa.
O Si: Baptitla : O que disse esle honrado depu-
ladn.a quem rae reflrol un que consisti lodo o sua
detea ao presidente-.' Que ninaiiem serio capaz
de exhibir una carta ou dorumenlo do presidente,
pedio.lo c iiilerredeudo pelo seu secretorio ; entre-
tanto que cora simplicidad,; odmiraxcl ..ni.....
.pie a policia, sim, empregra sua oclixidede, mus
esfor^os, mus cuidados em favor do secretorio.
O Si: Paet Brrelo :E que olirava. nio como
chefe de policio, mas como Biaucira Cosa.
O Sr. Baptitla:E be isso resposla digna de
linmens de lioni sano c Ilustrados? I lie pera lo-
dos cvidcnlc, que se nao |mdcm considerar Magre-
adas oslas dos entidades! o prndenle e o chefe
iu duvidaram por em
ricas e populo.,,- enmor-
de tiraren! 40 nu SO vo-
co desgraro de incorrer
de Mis leguas : nlo he pre
1 auc islo. Atienden,!
-I.....
ridu
1 tal,
mole
laip,
HUdo 1
.ao.
S. discusJlo do proie,-I,
llcial para bralo financ
11 Sr. Florencio : Sr
uI,
mu vol para qu
1 projeclu
prinieira
n. I, que da afores
un de litiSa th.il.
presdeme, cu hei de
lie d
i.nl
lisrutidn, Ii
ippi.O.llo
grotes nipuloccs
couflegracio unta das mais
cas de provincia, com o lin
los a um candidato, que le
no mu desagrado.
Sr. pri.lenle, aqui esla bem formal o eo.ifissoo
do secretario a respeilo de ludo qiionlo eu di, c
elle em vio (cm querido ueaar. Primeiro que ludo
roiifcssa ello que, e Rin-ForniOM esteve em calado
de ronflagrar-M; quo all se deram funestas disror-
li.i-; e p-i eniiMBuinte corrobora a censuro, que
Ii/ ao presidcnle, por guerder profundo leudo no
.-o relalorio Mbrcestes aconleciinenlos.
Depois dislo, .cnlini. n.il.ii que lodos osles
I. ilui mi do KIo-FormnM slo revolucionarios, |inr
Jue se oppozeram rom esbirro decidida a eleie.lo
o sccrelario I E o senlenca que o mismo secrc-
lario lem lavrado Nlo he cilravegonria maisau-
daciosa I como cssa oulra igual nunca m vio I
Sabem lodos, que so no ridade do Rio-Formeso fui,
que se deu nma turma de eleilores, frites pela pn-
licia, que erara fevoraveis ao secretario: salH'in lo-
do, que o oledor do Agua Prcta, de Barreiros,
c ua, que fazuim a maiorio, erara dcsfaviiravci ao
secrelarin; enlrclaiilo IoiiiIhiui be sabido, epie o pe>-
lieia lotea ilnprnilenle e crimine-,, prelcnran de
vencer n IihIo os deltores, e d'ahi que resutla-
ram ns perieos da lula grave c seria, que opparecou.
E o que quera o secrclario ? que lodos se rurvaasciu
de poli.
los de elcielo coda i
o,,,, ni-, siinulla
depulado deu lu
bem pi -vida a in
presidente; sim, ro <
co obscura e tr
pnlin.i estala fazen
que l.i/eui o --n-l.n
triuiiipbos e victoria,
senso e conde
le Ibe dnu ge
ipii m lian |Hdc iiii.viii.ii que em nbicc-
ni obre pnr si sera o arconlu c
i de oulra ; pelo que o nobre
o que cu viese, e vsmiii lodos
larao do inc|K*ia que eu iit no
ello quem nlirou S. Exc. pora
ilc, de nao saber o que a suo
1I0. Essas incoherencias he
o lio eunobreciilo, Miihnudu
ras, onde ralo ha -o contra-
rio de culpo! Eu de miuha per-
no perdi.
Tenho nalmculo de dar brete resposla ao nobro
depulado que disM, que quando cu vollassc 00 es-
lado normal de rellex.io, me ai i -pei-l-i i.i do que
dissera contra o presidcnle.
Ja Ion ilocon ido 20 dios, para quceu dciasM xr
o estado de calmo : salisliz n seu ilcMJn ; e n que ha,
he o mesilla ronvirclo era que .en,pre eslite, he o
mcu corarier naturalmente placido c Mrcno, que
nunca |icrcu, be a fra razio que inoslro o mim e o
lodos ip,ani,,. nao estn otados on rcrnnhcriiuento
de alto favores, quo o prcsideulc lem marchado
mol era suo adniinistracio, que lem coludo era inep-
cias l.i-iii I une-la- provincia ; c he mo que digo,
cuja rpon-aliiliihile aceito, c o que eslou proi,i|
o pravar aqui c |iela imprensa ; e cnl"
todas os pravas e|uc tenho. Direi m
accilo o juizo do honrado membro a ni
Entre nos lio urna grande (lisia
miuha diante be d'oquelle qi
.nslderocncslnelivid
gneros de y
Titeineis, o sen
x indos pelo Stter
dio I.' do curren!,
laliva de hoinicidi
dAusIria. ojoten
res jo devem de estar bem inteirndo de lodos os pro-
menores desle alleiilado, assim como da sorteque le-
ve o regicida,o desaracado Joio l.ibcnt, oqualden-
lro cm H dia foi proressado, c enviado ao supplicio
da curdo. Em lempos mais felizet, o fanalieo 11 .vi,
jacobino, Jacques Clemcnle, fui objeelo de um corla
publico e quasi venerado como sanio, por ler consu-
mado o mu intento, enviando desla para mellar
o Delinque III da Franco ; porem hoje f Icmpora'
nuil.mim I ) pudc-M .iMirill.ll que O lllesnin Illa
aconleccr.- cora l.ibeny alenla a grande di-
venidade doscircumslanrin; o a ua memoria ser,
apenas, objeelo do oiccracalo par,-, un, o do coinnai-
iao pera oulros. Mos, he forte inania do repnlili-
raniM o quererem acabar com a miuiarchia, ossassi-
nondo os reis I D.i-M por vcnlura maior demencia?
E quo culpa lera n monanhas de repreMnlarcm
um principie,quo osl na robeco c no corelo de 111
Hieres de houicns, promplos o disposlo a susleni 1
lo, c por oonMguiilc ii enllocaran Mbrc e lliron
unisiniholo, logo que o oulro se evapore?)
A Franca continua em santa paz Mb os auspirin
do novo reinado de S. M. Nopnloiln III, u quel pro
incite que se esforcar por coiiMrva-la em toda a Eu
rapo, o despeilu da iucredulid.ide de inuilos.
Ve"
1.....
.Ver*.
. Sr. ti -i o.i\
1 ma-
llos deliraran
lo da estrada de re
Scmiil,, as infero
a olijccciio cnconlr
nlra a formaclo du rni
geulieiru inalez, encarreBiid
plaa, c fazerem o or
projeclada nesla provir.
res que livemos ne
aquellc Sr. na 11 va leu.
[..mili 1 poro cicculor a dito estrada, sendo pe,. <
trono mallo bem amula a suo praposla. Kt vi
porem, um-.ueiiic. que se lizessc primeiro o o
menln, ofim de que, sendn approvado pelo gnvi
brasileira, sertisM de base 11 garanta do juro,
rao foi cont euciouado no contrato primitivo. F
slo, a enmpaubia se im 01 por.u.-i, c melera mi
al 1 ni. al 1,
del
1 In
npb
a|ior U\
tcnlro 1
pulil
ihit
re mais que n.1
1 a nuil re-pe
cla pnrqii
B ante|Kiz
ees, e la ni
nlo
ic estes que no Bio-FormoM espenorem a elcici
do Mcrelario sio mcus amigos, c prenles por ofiui-
dade, Inoirar.1 iii-nie tembem com os mus votos; e
pm- un -uillt- llio MU su-peilo ; na. a -iluacao
do b.mr.idii ineinli, 11 nao etpn iinenla este -an Ii-
eios o esta dedicacio: lem fax ores apagar, ecu
nao pesco nas a-n.i. lurva.
O Sr. Florencio:Nlo he isso injusto.
OSr. Baptitla:E, porlanto, concluirci dizen-
do, que cu jamis poderei mo arrepender, comba-
lendo uina a.lniiiu.lracao felol a provincia, e cuin-
prindo assim o mcu dever, e que o uobre membro,
sim, lie que, quaudn dcsappareccrem as rircums-
lanrias engaadoras do momento, que o conduzirom
para os desvos em que elle hojo val, talvez se entra
do |iejo dn quo llzera, c de pessima causa que e-la
defendendu.
Vai < mesa a Mguinle
,1 lineada tubstilutiva doprojecto n. I. do corrcn-
le auno.
(i Arligo I. A forra policial para o auno linaiirri-
ro de IU53 a 1851, rom|ior-se-b,-i de WO ira^a de |
obra, o qi
011 G anuo
A componhia de navega(3n a vapor Lino Brasilei-
ra continuara a marrhor com rcguloridade, e a su
odminslroclo ficava diligenciando a compra de um
bellissmo taM de 1.100toneladas,c da veloridade ,1c
lia 15 milhas,pare desl'orlcencurloro lempoquesr
lera do empregar em o nova ronslrucc,lo, ceres da
quel jteinenrelodu es suos negociocoes rom Ire-
rosis bem ocredilodas. Segundo o dito de elsiuis pe
saaciros sabidos do Porlo lio dia 13 do pesiado, o
vapor Duque do Porlo, o 1, da referida compona
ludia all chegodn, c eslava destinado a fazer al-
jama, t ieBcu pelo litoral, dexondu cm junho pro-
limo futuro sabir o percorrer os diversos porlos il
escalo .1iiijd.i. al o Hio de Janeiro.
Clieunu hnjo de Fernando o patacho Piraf
que a final, em Mguuda tiagcni,
o libo, o descarregor os manlim
lo, que para a mesino rnnduzii
mus liabilantcs Iit re- da fume. 1
veres. OExin. presidcnlo da pn
se voltaria ou nio aquellc patocli
mu |NMler lomara Iba, fezsabii
dn o brgue do uuerra (carente,
que dalli foram rechinadas.
De honiem p.n. hoje i-iu -- meiiifeslndo
mor geral do populorio, pela folla do carui
nos lollios do cidodc, c elleclivamcnlo salici
cssa fallo se lem .lado, llmelo ilcfendidii
Irolo 0111 si mesmn, c como medida Iransilor
denle a Iit ramos do criliea siluaclo cm que
chavemos, ferrados pelas garras dos Sr. m
les, nos nunca o confundimos com o Sr. conlrala-
dores, a quem incumbe o fiel cumprimenlo do obri-
aac.in que sobre si I.....aram.e ron Ira o abusos dn
quaes lanas salvo o direilo para reclamar, assim ro-
mo j por alBumes vezes o ha vemos feilo relativa
mente comnadriee dos seus agentes, o carnireiros,
no dslribuiclo dos pesos. Entretanto, nlo nos slla-
nos aluda por ora habilitados para proferir um juizo
--nio Muro as causas, que |Kir ventura a Icnliain
nolivado; parcccndevima todava lora de duvida que,
1 quanln este nio for legalmeole reeceudido, nio
podan os Srs. ronlraladore dciiar a popularao
-cm o-uppl unelilo nial cun.
lilil .11.1111 d 111 anle a .em.in.l 22 aiibarciroes C
sabirem 23.
H-mlcu a alfandega 92,612,8.31 rs.
Fallecern, i5 iwssoas: I2ln>meus.
:!l prvulos, litros; 4 liomcns, nma
prvulos, escravo.
nseguio alcaiira
mtos c ,,,,- obje-
i, liculo assim o
I abastecidos de t
.viuda, na uvid
o pela segunda tez
no dio 29 do possa
com o soccorros
da-
le
ol.
.1.1
lai
na
nu
mi
Sr.
$
sel!
sn|
sus
1
ipil
can
e ci
(
des
len
des,
t
lio
Ro
II
Obi
esla
ra a
,|,l,
ni.l
lav.i
A
liba
Cll d
load
I.
ca,l,
fon,
rini
Ir
Me i
del
rs. e
n.
nnlicri-
ulli-i C f
THESOURARIA DA FAZEN DA PROVINCI.U..
Demoii.icarao do saldo exilente na caira da ex-
ereirio de iK el I853,m 31 demarco de ltt.il-
Saldo em28 defevereiro
p. p.......>WfcltM6.-i
Rcreita no corrcnle mez. 59:(KS9I!I
Desliera dem.
. .Mri7.1l'f
Saldo 20:9I9*'
conl
Hab
I',-,,
lejti
atar
Pin.
San.
Cea,
F.r.-,
M.c.
i?
Ser,
Bata!
Rio
.''ni.


rpn
i ilo
iila-
>"
11111,1
Po-
li m
de-
io,
a, e
pro.
rio..
pelo
fea-
qne
in.
con.
mi-
li lie
res-
mi,
re o
i
lia,
nio
ccl-
erra
ii m,
mi
bor-
-di
que
de-"f
de-
'iiios
IJCC-
,
> ru-
do!
dra-
ii'n-
tne-
ila i-
'llll-
rror
pt-
Ir)
do.
i at-
ipa,'
ano
lea-
iilor
lo-
pee-
>le-
ll'O-
irio
ado
iillo
i-u-
llior
sira"
MR
ill-
pr,
Ii.ii-
lli-
t-
11
rem
uti-
ila-
oa*
i-ios
iro-
Ku-
Saldo em letras m 28 d
fcvereiro.....ll:7ao*HO
Rrccila no correato mez. 8
Despeza iilia
1IG:720J
lifcTarwo
Em robre. *.....
nolis......
leu-u vencidas oocor-
renlo mea'.....
dem vencer em abril
dem......
dem em jinilin dem, .
dem em julho dem .
dem em nnliibm idem .
dem em novembro idem.
dem emjtmho de IH51 .
Iilem em outnbro idem .
Idem em novembro idem.
Idem em oulabr de 1855
Idem em novembro idem.
Ro.
i)04:8tOUOOO
33.rsavi
25W.VI
41:013906
66}000
1:8179606
9:7039233
6:8968560
1:8179606
9:7039833
1:8179608
9:7039834
3at:T0*594
L Aatliri reda do municipio neutro he matare alo
* 0)0 la renda goral do imperio. t
Na corlo havia uoticias de llitcnos-Avres al i .lo
pasudo. Dizia-ae if1' ..i 'aquello da
rnrunram-se as nrRoriacixescntreaiiiailos e' sttiadn-
iinecarant as hostilidades. I) Jornal ti
Commircio dando cala milicia nao a garanlo.
Da Baha o de Macoi nada vimos digno do
raen rao.
correspomenci.
381:7031304
O Iheaonrolro.
Thomai Joi da Silva Gumao' Jnior.
O escrlvio da rrecila e dnpeza,
Antonio Carioso de Queiroz Poniera.
Drmonilrarao' o laido exilenle na caixa de de-
poiiloi em 31 de mareo de 1853.
Saldo em letras em 88 de
revenir p. p,. 165:4919000
Receila no eorrente mez. 9
165:491a
I
Deslela idem.
Saldo 165.I9IS00
Em lelras a vencer noes-
erricio de (8.53 a 1854. 135:70911000
dem no de 1854 a 1855. 89:7829000
165:1919000
O Ibesoureiro,
Thoma: Jotida Silva Gutmao' Jnior.
O escrivio da rorcila c despeza,
Antonio Cardozo de Queiroz Poniera.
diario de ramiini to.
AO PUBLICO.
Teodo algucm duvidado, uue os ron Ira (adores das
carnes verdes hajam Cornecldo ao publico a nuauti-
dade de carne designada no coiilralo, celebrado rom
o ffoverno, e que a falta do carne verde be motiva-
da por nao serem mortas diariamente o numero de
rcaes, desiniiado no referido contrato, sem que do
semelhanle procedimento se podesse fazer carga, a
menos que bern provadn fosse por essas pessoas,
que isso divulgan., nao se dando ao trabalho de
|n'M|M/.irrm ,i verdade, e Cozendo recabir a odios.-
dade sobre pessoas gue tecm lido o maior esmero s
capricho em satisfazer as obriBaroes que conlrala-
ram, forcoso nos be rogar-11 te de publicar os docu-
mentos que juntamos, de numero I a 6, para, avis-
ta del les, o publico sensato, ciiiojulgameiito mullo
presamos, possa fazer seguro Julio do noo piwe-
dimenlo.
Os abaixo assignados, desde sclembro paasi '
1110 lulam com a secca que se lem, desde cul i
esenvolvido nos serios, ue um modo assuslador
leem feito todos os sacrificios posuveis para cumprir
risca seus deveres, e o tem conseguido at agora :
mas nao be possvel continuar o ahastcrlmei.tn da
carne verde a JMO0 res quando nao ba gado itiii
pode vir dos serios; c quando o consumo da ci-
dado se (orna maior pela caresta da carne secra c
bacalbio, e porque as freguezias de roda da cidade
ate 10 leguas aqu se querem anpprir de carne a
2MO0 reis, porque la em seus locaes o preco be ilo
I .i l'u patacas. A' vista de acs mol i vos, c da
excepto coutida no contrato em caso do secca, os
aballo firmados requercram aos poderes compelen-
tes a resriso do contrato; deslc modo licar a pe
Joaqun. Pinto maln nodlas87, *rezei38,
urna ; 19, duiss una'; Ignacio Forrerra Guima-
^^l 7. > ; 28, 2 ; 29, 'i;
c 90 rfise Fraifcfm do Souxa I.iroa, nos das 7,,
I ; 28, 1 ; 211, I ; e.TO urna ; (gnarioMonteiro, no*
das 27,8 ; 28, 2 j 29, dua< ; o : _>. Quanto nos
irque foram vendidas u carnes tenlio obser-
vado serem de 1) patacas a 20.
o FisoUsai^o do ronlralo das carnes verdes 31 de
mareo de 1858. O fiscal. Seterino Henrique
de Catiro Pimenlel.
GOMMERCIO.
PKACA JK>RECFE 2 l)E ABRIL AS 3
HORAH l>A lAIlhF.
ColacGes ofliclaes.
Compra de astucar.
Branca a 19950 rs. por arroba.
Masravadn csrolliidot.*>"i.Vt rs. por arroba.
Mascavado regular a llsHOrs. por arroria.
aii \.M)i;.\.
Rendimenlododia 1.....18:.T7I.U
Idemdodiaa.......HiW|M>
Hiimioo
Na sessio de 2 do eorrente appro\ou a asscmlda
11 m parecer da commissflo de negocios ecrlesiaslieos,
.um .i da i'rciriir.n da Irmandade de >. m da
(iloria do doilii, eraandot imprimir um projecto do
Si. Porlella, aulorisando o governo a despender a
quanlia iieressaria rom a importacaoda mclbor se-
ment do canna de assacar, c bem assim com a do
inclhor algodo.
Reprovou um parecer da commissao de pelirOes,
adiado de urna das sessoes anleriores, por baver pe-
dido a palavra o Sr. Aguiar, sobre os rcquerintentos
ih- diversos ri-lii-lj-1- contra o contrato das ramos ver-
des, e approvti em I.* discussaoo projeclo de orra-
mento provinrial.
Adiouem I .o projecto n. H, que eleva n calhe-
Eoria de villa a poYnar,o da Esraila, remct(endo-o
ao governo para dar a sua opini^o respeito, oaf>-
provou em tiKimaa dwussiio a emenda ofrerecida em
.1. ao projeclo de posturas da ramara de Flores.
I'assando depois segunda duussao do ornamen-
to municipal, \crifieou-se nao baver casa, c fazen-
do-se a segunda chamada do regiment, reconhe-
i -' que se haviam retirado os Sr. Mariel Mon-
leiro, Aquino, Varejao, Florencio, Castro Lcao,
lunario Joaqura, Francisco Jo0o c Castor.
A nrdem do da designada para a sessflo de boje
C'tinprebcnde, alom da continuado da antecedente,
\ primoira discussao dos projertos nmeros I. c 16
aquello reconbecenilo no (irofessor do primeiras le-
ras de Fra deportas, F. Xanda, direilo a perre-
Ibcr urna gratificaao; ecste conleudo urna postura
addiccional da cmara municipal desta cidade.
Segunda das emendas do projeclo numero 21 do
auno pasudo, sobre a inslrucrao publica : segunda
do de numero IDdesleanuo, aulorisando o governo
a ;i|"ieiii,ti o professor de primeiras letras do l,i-
moeiro: e lerceiro flnalmcnle dos de nmeros 2
deste anno, e.'ll do anno passado, o primeiru cer-
ra da lliiminacAo de tioianna, e o segundo ronre-
dcmlo una moratoria i Francisco Pi da Silva Va-
I' i um.
Pelo vapor Mucury, entrado bontem do Sul, ti
vemos jornaes da corlo at 2fi do passado, da Rabia
ale o I- do rorrete, e de Macoi ale 2.
Ytnlas as provincias daquelle lado continuaran, a
gozar do scese.
Segundo refere o Jornal do Commercio, leve lu-
car no da 21 do pa*sada, no paro imperial, urna das
milis augustas solemnidades da semana santa. S. M.
o Imperador, em presenra da sua corle, c le gran-
de concurso de espectadores, lavou os pos a dozc po-
bres e a um sacerdote, em eommemorar^o da bumil-
il-tilc do re dislribuir-lliesesmolas, -mandn-Ibes dar (un e\rel-
cnle jaular, ao qual esleve presente o Exm. bispo
ile l'Jirisopoles, *cr\ indo ao ccclcsiasliro que se a-
clia\a ntreos pobres.
I inh.i fallecido rom ti annoa de idade, no dia 17
ilo sobredito mez, o Un. Jos de Assiz Al ves Branco
Mimiz Btirrelto, bibliotecario da biblioleco nacional
e publira do Rio de Janeiro, e ci-dcpulado assen-
bla coral |elo Ccar. Dando esta triste noticia,
diz o ('oreio Mrrraiilil:
i'Nomeio daspromessas di\inas da relsiao, seus
l-i'M-,iiiiriiius j.i iihsnirriid(>s |>classomhras da morle
Iraduziram-sc neslas paln>ras derradeiras;Para
que tanlan vaidadf iiestf inundo ?.... Palavras
rlieias de desengao de queni se scnlia morrer na
piiinavera dosannos, o via desvanecerem-se com o
nada da existencia as visos Hdenles, c hrilhantcs
do porvlr qoe iiovnam a inaeina^ao dosmancel>os?ii
< llr. Josde Assisera um moro de grande ta-
lento, e de variados ronherimcnlos; possuia o dom
da palavra, epor mais do una vez mostrou no par-
lamento a sua vigorosa inlelligcncia, eos recursos
oratorios de que fura dolado pelo Creador.
A morle de um homem desles he sempre tima
(icidasensivel paro o nosso Brasil nascenle.
Por aviso de 18 do passado, mandou-sc Intimar e
nimprira senleura proferida jiclo rouselbo supremo
militar, aoex-comoiandanle do vapor Amaivnas, o
Sr. Achules Lacombe, por ler encalhado o mesmo
apar no balso do f/nAtfo, na Rabia, eabalroailo
f>m o vapor Sarah, sem dar disso parle. O con-
cilio de guerra rondemnou-o a nlo |M>iler exercer
rommando algum durante um mea, e o consellio
snpremo, reformando oaai sensenra, condemnou-o
wspensao |M>r um anno.
I'inlia lambem lerminado o conselho de auerra n
"ue, por pedido sen, respondeu o Sr. marocha! de
i'finipoBilancourl, -director do arsenal de guerra,
corrii que este fra absolvido.
Conslava, por parliciparao ollicial das autorida-
des to Raunanal, que, pelo juiz municipal daquelle
Icrnio foram apprchcndidns mais 10 Africanos dos
desemliarcados no porto de BracullJ.
O Dr. Antonio Ladisbin de Figuciredo HiK'ha pe-
dio e ohle\e por enfermo, dispensa do lugar de rbe-
>' de policia interino do Rio (le Janeiro, sendo no-
iih-hiIu jijira o substituir o Dr. Jim1 Ricardo de S;i
leoe.
Refere o Correio Mercantil que em tiennvn se
aenava organizada urna rompanhia rom o lim de
claheleeer linhas reunlares de paquetes vapor pa-
ra as dua-s Americas.O ron tro da assoeiariio em
aquella cidade : o capital que pretende cnipregar
nionla i dea milbies de francos; e o conselho admi-
uislralo he comnoslo de nove pessoas, que ja es-
ta\am nnmeadas, bem romo os dous directores.
A sociedade prope-sc rotnerar o serviro dos li-
jiIihs rom sele vapores de l,.">0 toneladas, e da for-
Ca de2.pi0cavaUos. Ima rasa de Londres tinhaj to-
rnado arroes no valor do trez milhoesdc francos.
I^-sc no Jornal do Commerrio:
< Pelo ininislotio da fa/enda acaba de ser publi-
cado o quadro da renda eral arrecadada pelas aI-
fandeuas, tuesas de ronsulado e rcccbcdorias do lm-
njoaj. I- Miuestre do anno linanceirode IK.V_> isvi.
VHte por esse quadro que a renda total deslos
les rcparli(;6cs tisraea no referido periodo de 6 mo-
icssubioa l6,HI;ti809li9rs. No mesmo periodo
le IfVil1K">2 monloii cssa renda a 1.">,78:i:HUyti:i
rs. cem igual periodo de 1850-IK51 a 13,223: IHI9H27
r*. lia pois, emrelaro no primero periodo, um
nzinnito de (k*7:KH2w9;M> rs. e em rolaran no segun-
'I*' n anmenlo de 3,218:498*122 rs.
Para a renda do I* aemeslro de 18521AVI
'iMdrilniirain as differcnles provinrias as segiiinlcs
xtrres
"ilii.
Munirpio nenlro. .
Baliia.....
rVriiHinlMiro. .
BsPedro do Sul.
tasjJiSi.....
nra. ,
S.I.I-P.
Cear...
prahyba, .
Alaarias......
^la Calharina. .
VrRipe......
PrttO Sanio. ". '.
jK> (iranile .lo Norte.
iiuliv.
2,l28:0OfiH
2,217:127668
79I:2.'.9I78
2:667i\)
4i;):ti7H7:ll
220:2*125112
155:)79:182
GI:7!HI07;
21:IO:l057
M:ti:iJ?0l8
6:9M99I2
:i:87WM
1:74792*2
l'ul,n.ni aliviada desse queixumc que, bem ou mal
fundado, tem contristado aos ahaixo assiBuados,
que sejulgavam e ainda se ronsideram ejecutores
ntegros das obrigaci^es que conlrahiram.
Kecife I de abril" do 1bW3.Os conlralaitores,
.\fanael Joaquim do liego .tHmquerque, Justino
Pereiru de FkrilU, Mesquita & l)utray Jou-Joa-
quim liotelho.
DOCUMENTOS.
N. 1.Illm. e Eim. Sr.Cumprc-mo levar ao
conhecimenlo de V. E\c. a grande nccessiiladc que
-filtre a populncao desta cidade por falta de carnes
moras de vcs|iera, porque npesar dos ron I ral adores
m.it.ii em, alm do numero marcado, de dez a vinto
rezos de mais por lia, mesmo assim esse numero
no lem sido sufllcienle para satisfazer as necessida-
des da mesma popularan; entretanto que pesso a
V. Exe. providencias a (al rcspeilo.
O consumo das carnes cresco rada vez mais, om
ronsequenria do diminuto prero por que silo ellas
vendidas, e da cireslia ilo barallnlo e carno secen,
c, pelo que me parece, oppotlho que de prsenle os
conlratadorcs nAo jiodcrn aliviar a falla menciona-
da, motivada pela secca que grasan pelos serios,
que tem dado motivo esrassez dos gados as fci-
ras; por todas oslas razflcs me faz crer que so V.
Exc. nao lo'nar, a bem da pupulacao desta cidade,
iim,i medida decisiva, cnhlo ter-sc-na de ouvir com
mais lYur.i o clamor della, que al n prsenle nao
leui passado de queixas.
A concurrencia do |m>vo nos aroi^uos lem sido
lao extraordinaria, que por VeSM lem apparocidu
8uas rizas, o, para, se pudor evitar a coiiliuuaeo
dellas, mis ler so faz que V. Exc. se sirva dar suas
ordens para que de prompto sejam aprrsentados
todos os das os seis horas da manbAa seis soldados,
.iitiii de serem divididos polos aeotigues, para de
momento acudirem a qualquer desordem que possa
liaver ; nssim como, que as guardas das riheiras da
111 i \ r-i.i eS. Jos so prest em a esta liscalisaeAo,
indepeudentc de requisieflo fcila aossuhdclcndos
respectivos, |>orqiic estes, |Hide Iwm succeder, nao
serem cnconlradoT quando se precise.
lie oque me cuinpre dizer a V. Exc, n quem
Dos guarao.
FiscalisacAo do contrato das carnes verdes 21 de
mareo de IK"3.Illm. o Evm. Sr. Dr. Francisco
Antonio Ribe.ru, dignissimo presidente deala pro-
vincia.O fiscal du contrato, Severino Henrique
de (iistio Pinruti'l.
a N. 2. Os ronlraladoies do foruocimentn das
carnes verdes prerisam, que o secretario da cmara
municipal do Rccife, em \isla das parlicipanVs se-
manacs ipie o Hscal da freuueiia de S. Jos faz, da
Iuaulidadedc uado niorln para o consumo desta ci-
ado, Ibes passe porreiiidau o numero que scmannl-
mentc lem sido muri pelo ronlralo, c o numero que
igualmente lem sido mullo pelos particulares,desde a
primeirn semana do me* de Janeiro prximo passado,
alea prsenle poca.E. R. M.-*-
(i Reeife. 1.- de marco de I8.V*.
a Em virtude da pelicSo supra rorlifiro, que re-
vendo os mappas du uado morlo para consumo de^ta
cidade, ministrados pelo fiscal da freguezia de S. Jo-
de-de o 1.* de janeirn al 27 de marro lo ror-
rele anuo, dellcs consta que o numero de rezos
moras para dilo consumo, durante o mencionado
lompo, foi de 5157, sendo 5140 pelos ronlrnlndorcs
do foruecimenln das carnes verdes, e :I0K pelos mar-
liaulcs av ulsos; a saber, no mez de Janeiro foram
muras por aquelles 20111 rezos, o por osles (2 ; em
foveroiro, \Mt2 pelos primeiro*, e 10." pelos seuun-
dos; c em marro al o dia 27, 151 por uus cK3 poi
oulros.
O referido be verdade, o oousla dos ineucimiadi
mappas que me reporto, pelo que passei o presento
nesta cidade do Recilo, hoj,- !. de abril de 1853.
No impedimento do secretario. O ullicial. MoHMl
tericira JrciuH.n
u S. 3.Dizcm os ronfratadores do forueciincii-
lo da carne verde, que preeisam que V.ft se sirva
rerlitirar, ou alloslar quautas rezos foram hojo, sjb-
bdn 2 do coi rento marco, consumidas nos di-
versos acougues, cuja carne fdra de ratea moras bo-
je para o consumo damaubaa domingo, masque fdra
vendida a malulos do fra da prai;a, que porlia se
apresenlaram para nbter comprairm carne a 2?100
e (torlaulo, ea bem de MU dirot S. assim o certificar, c alteilar como verdade Mr.
i P. I V. S. Illm. Sr. liscal do contrato das carnes
lira na forma requerida.E. R. M.
(( Itecifo 2i de marco de 18,53.O caixa, Jmlino
P. de Furias.
i AMosloque, damalancade 110 rozos que os sc-
ubores conlratadorcs maudaram fazer do liuutcm
para boje, foram consumidas para mais ou menos 30
rezos, (aulo pelos malulos de fra da cidade como
pelo* hahilanles deala meama cidade ; advcrlindo-se
quese se fosse a vender toda a carne que os malulos
prelcudiam comprar, G0 rezes seriam pourus, he o
que me cumpre atlolar.
a I i-i al i- H .ni do contrato dto carnes verdes 27 ilo
BMIYO de 1853. O liscal, Setcrino Henrique de
Cu tro Pimenlel,a
N. 1. Os conlratadorcs do fornocimenlo das
ramos verdes a esta cidade, preeisam que V. S. na
qualidadede fiscal do conlralo, certifique ou atieste
o numero do rezes que se ronsumirnm no domingo
27Mo eorrente, de carne viva, mora i> mesmo da,
alm dos 110 Inris que hav iam sido morios no sahba-
do 20, para o consumo do dia 27.
ii P. ao Illm. Sr. liscal se sirva assim deferir.
e. r. ir.
Rccife lo de marro de 185:1. Juttino Perci-
ra de Furia.
< ltenlo que.no dia 27 do crrenlo, veuderam-sc
10 rozos moras nosse mesmo dia, alm de 811 que fo-
ram moras do vespera.
Fiscalisacilo do conlralo das carnes verdes 31 do
marro de 1813. O fiscal.Sererino Henrique de
Castro Pimenlel.
a N. 5. Osconlraladores do foruecimonlo das
carnes verdes, preeisam que V. S. Ibes certifique ou
altestc quautas rezes malaram os supplicaulos para
o consumo do publico do dia 28 do eorrente, o quau-
tas rezos alm dessas fornni mais consumidas de car-
ne viva, mora no mesmo dia.
(i P. a V. S. Illm. Sr. liscal do ronlralo assim Ibes
delira. -ER.M.
>t Recifc :H)dc mareo de 1853. Juntia Perei-
rade Furia.
Atiesto que no dia 28 do eorrente
Detcarrcgam hoje 5 de abril.
Barca mgleza Smird Fish ferro.
Barca inglesa Protpero bacalho.
Brigue hamburguez Fde dilo.
Barca inaleza Reatriee mercadorias.
Polaca sarda Principio ditas,
(alera |>ortuuueza .M'irgnrida pcdra.
RENDIMENTO DO MEZ DE UKQ0 DE 1858.
Reudimonto
Resliluit e-
nial .
379:76WIV
453|B7
Rs. 379:3I29H2I
Direilos de onsumo..........
Ditos de 1 por rento de reexportarlo
para os|iorlos do imiH'iio......
Bxpedlenw de 5por eeolodea generea
romearla de guia..........
Ditu de i|.f |Hir r. dos ueneros do p.'iiz.
Dito del l|2 por c, dos ueneros livros.
Armazemiuem de I por rento das mer-
cadorias...............
Dita dila da plvora......... .
Premio de l|2 por rento din Berignadofl
Mullas calculadas nos despachos. .
Dilasdiversjis.............
Sello ixo................
PaIonios dos despachante* uer.1cs .
Ditasdilas es|ieciai*s..........
Feilio dos iiiul-- dos mesinos, dos cai-
xoiros dospachanles o ajuil.iules dos
dospacahnles i\e...........
Emolumentos de cerlidoes.......
371:88*tKKI
559067
560|Q80
3225J722
48M
1:8148098
307&M9
1:3378106
K.2088I
1008000
309280
17.VKI0
:i7.v(K
2?100
2Wi-1l
Rs. 379:3198899
rVVll seguale* espeeie*.
Dinheiro. 158:1018003
Aaelgnadoa. 22l:207927
Deposito*.
Km bataneo no ullimo de
fevereiro p. p..... IB:fNK^ft:l
Eiilrado no eorrente mez I:i92*77l
Sahidos...........^
Exislentos..........
A** teguinte* especie*.
Dinheiro..... Mil^i-I
l-clras......1.":72H>t."i:t
19:5028414
3:6128200
Alfandoua (lePeruaiidmro :tl de marco do |s [.
O escrivao interino,
Franciseo de Paula Uoncalre* da Silra
CONSULADO ('.ERAL.
Reudimenlo do dia 1 .... .
dem do da 2 ..... .
Philadelphia barca americana Emilu Banning,
caplUo Norlfa, carga assuear. Passageiros, Nico-
< Iho llartcr) o 3 lilho* mee
Varios entrado* no din 1.
Rindo Janeiro e portes iiilerniodios 9 diese 6
" horas vapor branleiro Mucury, coinmandanle
l,ui/.CorreiadMello, l'asaaaeiro para esta pr-
\imia, Lmz Comes Pcrelrn, Manoel Vlelor do
Soum Mouleiro, Manuel Ribelro doAlmolda, D.
OuiHiorraina Zeft?rina da Rosa Leoncio o 1 esera-
va, capitn Antonio Jos Lain;.! c 2 filhos nieno-
ces, 1. cadete Aristides Duarle Cnrnero e Cama, Joto Ribeiro Snares do-Souza, aple;!o
tidiriel BeiOM^ aenhora, Antonio Rabollo de
Carvnllio, Francisco Raptista da Cimba Madurei-
ra, Arcenio Rsilrgucs Seias e t escravo, Anto-
nio Vicente tiarcez e 1 escravo. Antonio Tellesdo
Souza l/tbo Jnior, Francisco Ferrcira Bandeira
e escravo, Carnudo Auguslo Peroira Franco,
Joaquim Rodrigues Scixas c 1 escravo, Ignacio
Alvos Nazareth Jnior c 1' ravo, Salostiaim Or-
lando do Aroujo Costa, Dr. Pedro LeSo Velloso e
1 escravo, Juslniano LeSo Velloso,Francisco Cae-
tano de Almeida (ialvao e 1 escravo, Angelo da
Malta Andrajo o 1 i>rravo, I,ni/ Marques Pinto
Wanderley o I escravo, Manoel Carola Gil Pi-
menlel e 1 escravo, Francisco Manoel Coelhodos
Sanioso i escravo, Francisco l.uiz Anluties de
Campse I escravo. Jos Alfredo Machado, Ma-
noel da TrindadeSenao 1 escravo, Dr. Jos Pires
Falcflo Brandaoc I escravo, Pedro Antonio Faleo
Bramlo o I escravo, Agrario de Souza Menezes
e 1 estrave, Joflo Rilieiro Borsos, Dr. Joaquim
Teiieira deOlivoira Jnior c 1 esciavo, Dconizio
Rodriaues Dantas o I escravo, Antonio Araujo
AracAo BulcAo o i escravo, Dr. Leonardo Auguslo
F'erreira Lima, Clara Mara da Omceieo, Fran-
cisco Peroira do Andrade, 7 pravas de prct, urna
OKprara, alferesCarlos Frcdcricode AlvcllosCocs
de Brilo, 3cadetes, 4 desertores, c 1 soldado; se-
guem para o norle, le neu te-corono I Manoel Ma-
chado da Silva Santiaco, alferes Joan (ioncalvcs
Baplista de Moura, alfcros Jo,1o Orlos de l'aiva,
Annslacio da Cimba Azercdo Omlinho, I prar,a
de prel e 1 cx-prnca.
Porto 20 das, brigue porluguc S. Manoel /, de
108 toneladas, capitn Jos Francisco Carneiro,
equipagem 21, carga viuhoomais aenenw; a Ma-
noel Joaquim Ramos c Silva. PassagciroN, Jos
Dias Jnior, Manoel Francisco dos Santos, Jos
Rodrigues da Silva, Antonio Oiuslantino Pcrira,
Jn.ln Ferroira, Joaquim da Silva Carneiro
Havre 3" Xins. barra francesa Comit ftager, de
2L toneladas, capillo Pcrsil, oquipaicem 12, car-
ua fazendas v mais eneros; a J. R. Lasserrci\
CompaBhJa.
Londres fOdias. escuna iucleza Toben, de 107 to-
neladas, capilAo Cordn Dcslaiides, oquipauom
10, carga plvora e mais ceneros; a Deaue Youlo
(^ Coinpanhia.
Monlevidr30 dias, brgue inulez Aiucla llill,
de :I07 toneladas, capitn ti. Ilill, equipaiem 11,
carca guano o alsodo; ao capilao. Veio refres-
rar, seuue para Liver|>oo|, o ronduz II passace-
ros.
S'inio mhidn no mesmo da.
Rio de Janeiro hriauc hrasileiro fctriru, capilao
Filippe Ner> de Olivcira, carga assuear c mais
gneros. Passa^ciros, Antonio Joaquim de Je-
ss, Antonio Mara Ramos e 18 osera vos om coin-
panhia de sus senhores.
PARA A ILHA DE S. MIGUEL prole mo
sabir cun a maior brev idade a escuna porluguoza
.Silrana: para carga e passagelros lrata-so no cact ip-
loro tlcTbonmzdo Aquino Vonsoca & Filho, mi ln
. Vtgaro n. t9, prlmelro andar, ou as Cinco Poulas
com Manoel du Re Lima.
PARA O PORTO.
A catela taaeJopaJ SS, Trindade, fabricada de
novo, segu em poucos das, por ler parle do seu car-
regameato pmmplo; para o rosto do mesmo e nas-
MBeiroai trata-so no escriptorio do F. A. da Cunba
\ C, na ra do Vicario n. 11.
Para Lisboa o brigue portuguei Viajante sa-
be impretcrivt'lmeule no da 23 de abril: quemluo
mesmo qnizor earregar ou ir de passagem onlonua-
se com os consignatarios T. de Aquino Fonseca &
Filho: na ra do Vigario o. 19,'pnn.eiro andar, oo
com o capil.io o Sr. Manoel dos Santos, na praca.
A veteira estniua Calante' Marta soguc nesles
dias para o Rio Grande do Sul, tocando no Rio de
Janeiro; recebe smenlo escravos a frcle.para o que
o (Terer os niel f mies eommodos; lrnla-se com os.
consignatarios, na roa do Vigario n. 4.
LEILAO.
O leiaode C. J. Asllov <5i Companhla, deroiu-
dezasornuro do lustre, Bca transferido por causa
dachegada do vapor ingloz, para quarta-foira, 6 do
crrente, as 10 horas da mauliAa, no seu armazem,
na ra do Trapiche Novo.
Quinta fcra 7 do
eorrente, s 11 horas da
mauhaa, o agento An-
lunes faro Icllo no sou
armazem ra da Cruz
ii. 25, do trastee de lo-
das as qualidadea, novos
e usado*, e oulros nimios
objcctos que scrAo enlrogucs sem limites,
AVISOS DIVERSOS.
O vapiir Mucury que hojo sali para os parios
rias onile lem lo locar, com cspccialiilada para aa lo
i r,n;. c Maranliao as careas de farinha que for pos-
sivel admillir. pagando frelc i-ti.il aodos navios de
vela: os prclciidenlrs podem dirivir-se sem perda
:le Ii-mi|.ii i aKencia da romuanhia krasileira le pa-
Juclc de vapor, na ra do Trapiche, n. 40, segun-
n andar.
(ABINETE I'OHTLGLEZ HE I.EITtHA.
Mocimento lillerarto do primeirn trimettre decor-
ado de Janeiro a marro do crrenle anno.
I.ivros saliidos om Janeiro...........435
em fcvereiro...........1j0
em marco...........448
DEC.LARACOENS.
I.ivros enlrados em Janeiro. .
em fevereiro.
ii em marco. .
IJB8
Prtqaancla
cfioalfllM
Total
em Janeiro. .
Mi fcvereiro
cm morco. ,
4:7649903
I 583M63
::ilSi:
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimonlo do lia I......
lem do dia 9 ,
3359751
."i?li>
Cambios <
AlgodSo-------
IflHmi -
:if.7.-x~.l
IIECEIIElVlRIA HE RENDAS INTERNAS (JE-
KAESE l'KKNA.MIIIICO.
Ilcmlimcnlo do dia 2......3:2669165
CONSULADO PROVINCIAL,
Uciidimeulo ilo dia 8...... 70K?G13
PRACA DO IIECIIE 1 DE AIIU1I, DE 1833'
ASTEES DORAS DA TARDE.
/Irrisn oeiii'lliul.
Saroii-se sobre Londres a 28 3|t
ti. por 13 a (10 dias vista.
Enlr.iram 249 sacras, c fizeram-
M pequenas vendM de 19900
99IOO por arroba de primoira sAr-
le. c da teVM) a t.-XKKI o de sc-
uuinla; oslo baja foi eaaMdi
prlas nolicias Irazidas pelo vapor
Sriern.
O vapor iiiakv cheaadoosla se-
mana da Europa lrou\c-iio> aliii-
maesperauea sobre "sle aenero, c
um lugmonlO de -, sobre sou
proco, o que aiiiinou a GSpMIlta-
co, mas os [lossuidorcs apreseu-
1.11,1111 prcleni.i'M's Ifni evaiieradas,
ilcsorteqiio Vao alcindamelliora.
As vendas regularan!: o brauen
le aogumla sorle a 2jv21IO por ar-
roba, lerceira de 25050 a 29100,
i|iiarla de 19990 a 2S. quinta c
sexta de IJJHOII a 1>900; e 11 mas-
cavado escolbidode Imilla I95.VI,
o regalar de 19350a lloo por a .
Poram urocurados a 115 rs. [>or
N eiiileram-se Deala semana Ira,
carrcKamcnlns ao proco de l:la
Ihxico maisou menoa, e relalbou-
se de l:U>500 a IJff, llcando em
ser 8,600 barricas.
Idem do 3WKKI a 19900 par arro-
ba do II o (rondo o do :is(KHI a t
da de Runos A)res; llcaram em
ser I8.0IK) arrobas, sendo 5,0110 ui.
primoira e 13,000 da sesunda.
Idom a IT^VIO |Mir barrica da de
llalliinore, de 17 a IK5M1 da de
l'liiladelpliia, e a 211 d.i de I ril-
le ; exislein em ser 8.600 barricas
da* Iros qualidades supra.
Dila de mandioca-ldem de 39500 a 39800a sacra.
.Maiilciuade porro lib'in do 300 a 320 rs. por libra
l'iniro- saldados
Baralba'o
(june secra
aiinba de Irifto-
15:8009914 D vapor Murury, que hoje sabe para os por
los do norle as 5 horas da larde, recebe para as pri*
viudas onde lem de locar, com especialidad!' para
asilo Ccar o Maranho. as raruas le farinba pie
lar poONVel admillir; paL'andn frelc ictiol ao dos
navios de >ella: M pretcndenlcs poden dlrifdr-ae,
em p'nla de lempo a auencia la comnaubia brasi-
leira de pdqafllea a vapor, na na do lYapiriie, 11.
ll, seguuilo andar.
CMARA MUNICIPAL.
Contina a estar em praca, no lia Ii lo correnle,
no [..ni la cunara municipal desta ridailo, a obra
bi aterro da Iravessa da Concordia, e parlo da ra
la l'alma.
O Illm. Sr. contador servimlo de Inspector da
tliesouraria provincial, manila fazer publiroque, do
lia 5 do eorrente por iliaule, paganice os ordenados
o mais despezas nrovinciaes, vcui'idas al(* o lim ilo
marco prximo lindo.
I1A.NCO DE l'EIINAMIUCII.
Por ordem lo eoMCllio ilo ilirei-rao se taz publi-
co que, os desconlos durante a semana de 5 a 9 ilo
i'iitciiIc, se fazeui na razan de 10 |ir ".' soloc le-
tras com vencimenlo al 31 ilo agosto, e de 9 por
cenlo ao auno as que se venecrem al; (i mena.
O arsenal de mariuba contraa rom urgencia
para as obras do mclhoraniriilo do porlo, o torne-
ciniciilo le cal piola, n medida que so fir precisan-
do. As |iessoas que qufzercui fazer semelhanle con-
trato, rniuparci;aiu na secretaria da hspeoslo com
as suas proposlas.
O arsenal ilc inarinlia compra, para as obras
lo iiielhoranienlo lo porlo, 'anuas novas 011 usadas,
em Ihuii eslailo.
O arsenal de mariuba admiti, para .1* IUM
obras, olliriaes do pcilreiro o serventes Urna.
Pela ailminislrarao da mesa do rnihiihnln,
pricki-so comprar, para o BipedleDle la mesilla,
os segtiinles nbjerlos:20 resmas de papel azul,
primoira sorle ; 20 ditas de dilo branco, primoira
dita; 12 lilas de ililo nlmaco ordinario; I dila de
dilo lo piso, primeira surte; I dila de lilo niala-
linri ,ni; 2 lilas de lilo meii-bollauda, marca maior;
2 dilas ilo lilo dila marra menor, 50 garrafas con)
1 mi.1 preta, i.OlKI peonas de scirelaria, I cniza
de lapes linos. 1 dila dedilos culro linos, 8 mas-
sos de lila decadace larga, < dilas de dito estreila
i dnzias le lamers do goniina arbica, IIKI massos
de eluvios di; cir encarnada,. I peca le brim, 2 dn-
zias ilc quarlinhas, 2 cspanailores, I panno para
robrir banca, 18 livros grandes para csiripliiraro
papel paulado; 2 ladernos em papel pautado. As
pessoas pie tivereni ditos gneros, coniparccam na
mesma roparli;Ao, nos dias ulcis, ilas llis3horas
da larde, munidos las compclenles amoslras c seus
presos.
As malas que lem do coinluzir o vapor Muru-
ry, para os pono, lo norte, serao fechadas boje
:i a I lima da larle. cas 'orrespoiiilcniias que vic-
rcm depois dessa hora, pagarao o pnrlc duplo.
r'rcqiiriicia desubseriploresem jan. ..
de i) em fev. .
de o cm marco.
I;rcqucncia do visitantes cm Janeiro. .
'i do cm fcvereiro.
do em marco. .
Inl.il
Recifel.de alnil le 1*53.0 segundo sex-reta-
rio, .1/../. du Bocha.
Manoel da Silva l'oroira, siiIhIo iKirliiRilcz,
relira-se pora fora do imiierio,
RE8POSTA.
O aballo aadgnado, rogaao primeirn boticario e
amigo de nossos soldados, que Icnlia a hondade de
assignaras suas pergunlas.se querque Ihc responda,
|Mis uoareila |ierguulas lo anonxmos.
Dr. I'nu-nle* llomrs dr Sitnz't Pilana'i.
AVISO PARTICULAR.
AKcndilc.'
A pBWM que oftereeeu um bode mif/ut bom b'i-
Iciro, na baila verde la CapiniKa. quem aiinuii-
ciou querer comprar 11.....cabra bicho boa leileira,
leve o bole ;i casa indicada, c tirando leile deboa
pi.iliilade para mostrar, se Ihc comprara 11 cojo, a
boin dinheiro, o domis a paga do mugir o bode
rom a sua nulo.
AYIS U\ FRAMAIS,
Le premier beKHn duna Nation
reconnaitiante enven la Profideoce dw
ninlln'iirsroiijiiii's el ilrs liii'nfiils ri'imii-
Elias Baplisla da Silva e la leoliora raliram-
e pura foro do Imperio, e delzapor eu |irocurador
o 8r. Noberlo Joaquim Jos FrancisEdlmann retirare para a Inglaterra.
llanool da Silva val para 0 Kio de Janeiro, 1c-
vando ero sua companhla o escravo. de icu serri';"
Eudozia, rriouln, e Simplicio, cabra,
Salusliaoo Jone de Paula relira-se para o Hi>
de Janeiro, c lova om sua rompanbia a Ma escrava
Mara, parda.
I5SO00 E COMER. .
Na ra eslreita do Rosario 11. 43, luja, prerua-sa
alimar um prelo para o servido do sorvole, daudo-se
I5000e comer.
Jos PrauciModcTeive avu aocommercio de--
la praca. que Oieu|fllho Joa Francisco Teive Jnuior,
que lendosido irciiIc do seu csl.belecimontn (taber-
na) na ra do Rosario da Boa Vista n. 2, que da da-
la de boje em dianlv dcia de ser seu ageule om
qualquer negocio seu, c por isso nao se re.-pon-.il--
lisa por qualquer negocio que o dilo Teiveljuiiior
possa ou naja de fazer. Recifc 4 de abril de 1851.
Aluga-sc a casa larrea de u. 10, sita na ra du
Aragao. muilo propria para negocio por ler tres por-
tas do)frenle, ser em bom lugar e calar em arma-
zem ; il,i--e por preco commodo: a Iralar na botica
da praca da Boa-Vista n. 6.
() abaixo ajsiguailo juica nada dever nesla
prov incia, o menos as da Bania, Rio de Janeiro,
S. Paulo, Itiiitirande do Sul Q Paralaba do Norle,
por ondo tem transitado; e por igual a faz......111 pu-
b|ica pelo cargo de pagador militar que oierccu em
dilerenles |M>cas,por se adiar quile de conu; mas
se algucm scjulgar ku eredor, poderu dirigir-ixca
rija da Soledade, casa n. 1 -', denlro do prazo de 8
dias, que Krii salisfeilo.
Joaquim Pereira Xavier de OUctira.
Aluga-sc um moieque de IR anno*. para ser-
vico de'qualquer moa casa: no caes do Ramo. 1. 4.
O lenle Jos Xavier Pereira de Brilo leva
em sua coinpanhia para o Rio de Janeiro, a sua cs-
crava, crenla, de nomo Castorina.
As 8 horas da uoito de 3 do correnle, desap-
parcecu da casa le Francisco da Silva Santiago, no
aterro da ll-ia-Vi-la, sobrado n. 9, um pelo de na-
ci, de nome Caclano, otllcial de sapateiro, do idade
30 anuos, pouro mais ou menos, baixo, denles aber-
los,c muilo ladino,levando connivo (odaaroupa que
liuba: quem pe- o pegar, queira le\a-io 011 ao cu-
genho Cucahu ondo esla seu seohor,o sobredito San-
tiago, ou ao aterro da Boa-Vista a entender-se com
Joao tarnoiro de Moraes, que serii recompensaihi.
I ni 1.....ni no dia i do correle, do lio dos
\ Mirle- de Antonio Joaquim de Souza Ribeiro, um
cavallu melado grande, de carro, o qual (ero um ca-
lumbo na barriga, que por isso be bem condecido, u
lieji velho: quem dellc der uolicia, ser gencrosa-
.....11 le gratificado no mesmo sitio, ou na ra da Ca-
lleja 11. 18.
Dcsappareceu no dia 20 de fevereiro prximo
panado da villa do Limociro, um mulatinhocom ns
signaos seguinlcs: mulato claro, cabello crespo, um
lauto encostado ao casco e avermclliado, cara larga,
orclhas pequenas, olhos amarellados, |icstanas com-
nridas, nariz um lano chalo, heleos grossoa, denles
largos, qucixo um lano enro, ascoslellas do peiln
.illas, co esfomago fundo, lemas maos, eos |icsbas-
laulc grossos, c mesmo de bracos, corpoe pernas he
fornido; tnlx'cz as pernas lem algumas marras
le samas, be espadaudo, esperto, e cavalleiro ; se
nio mudar o nome, chaina-se Cosario: quem o pe-
gar i eii.lii/,i a casa do lenlo Antonio Jorge Pessoa
de Ccenla, morador na villa do Limoeiro, qoe ser
bem recompensado.
COMPRAS.
Vinhos- -
16,01:680909
. foram con-
sumlas a malanca de 80 rezes para esse dia, o que
ronsumiram-sc mais 10 rezes morlo. no mesmo
dia.
e Fisealisajao do conlralo 31 de marco le IRV3.
O fiscal. Secerino Henrique de Cailn Pi-
menlel.
N. 6. O i-eiiii .11.1.I.ii .>- do fornecimento das
carnes verdes, preeisam que V. S. Ibes certifique ou
allesle quautas rezes tem sidu moras ; e os|Hrla a
carne a vcuila por |>cssoas fia lo conlralo, leu nu-
mero diario, e pessoas que o lem feilo nos dios 27,
28,29 o 30 lo correnle mez, e qual o preco |kiti|iic
lem sido geralmenle vendida cssa carne.
< P. a V. S. Illm. Sr. liscal lo conlralo assim llie
il.-lii.i. ER.M.
Rccife .lorie marco de 1853. Juilino l'creira
de Paria.
iiAltesloqiieus niarcli.nili-. |iarlicolarcsaliaiinde-
clarados malaram 110 malailouro das Cini-n Pon-
alo n. de rezes pie x.ii lamliem nbaixii declara-
Idem de 1589 a IIK19 a pipa do da
Kigueira, o le I6O9 a K12J o PRR
le l.islioa.
- ( banco rchalcu letras le 3 a ti
nieles de 9 a 10 por cenlojio au-
no, c os particulares le 10 a II.
- Para o Canal directamente a 80 s.
c 5 por i.-iii" pelo assuear em
saceos.
Ficaram no [torio.5( embarrarnos: sendo, I ame-
ricana, I belga, 23 brasilciras, 2 fraurezas, 2
baiuburgtiezas, i despalilllas, !l inglezas. I mcklem-
burgtiense, 1 noriieguensc, 7 |Mirltiauczas, 3 suecas
c 2 sarda.
Desronlo
Freles- -
MOVIMENTO DO PORTO.
Aavio entrado no dia '2.
H do .1 .mi.'ii .i 11; li.i-. liaren iMirlujjuczn Santa
b Cruz, te IMHUnnolniln-., ni|>il,lo M.nioil l;rjiriciscu
Nogoolra, cqniptfeiu I i, ii lastro le pedra; a
Francisco Afros da ('unlia aiC
Sacio* taludo* no mesmo dia.
Ballin.nre hiale amorirano Jlosamond, capillo N.
I.. Kllis, f .M _.i assuear.
I ili.i de S. Miiiiiol escuna |irluucia Silvana, ct-
pilflo Manoel Marlins Morando Juitior. carita as-
stirar c mais ^eneros. Passa nardo.
Maranhan hiale bra^ilcirn SO00 Olinda, meslre
Cuslodio Joso ViantiJ, canta farinha de man-
dioca.
Sacio* entrados no dia :.
Illi* de Feruamln de Noronha 3 dia<, patacho
hrasileiro Pirapama, commandaule o piloto (Ci-
millo l.rlh- da Fonseca. Passasoiros, boticario
Iitii.odo da Veiua l.eilo Arnoso, o ei-escrvdo
Antonio Manoel Eslcvo, II pravas do eierdto,
."> sentenciados que flndaram o lempo, a familia
do ajudanlcda filia composln de lOnessoag: con-
du/.iiulo mais Jom; Caniloliuo da (.unha Alhu-
(lucrque, P. Duarle Kibeiro, Manoel Jos Mon-
des, Jom Joaquim do Sanl'Anna o 5 miillicrcs.
Kio de Janeiro IGdias, palarho hrailciro Calen-
te, do l.t-Moin'lii.l,i-, capitao Francisco Nicolao de
Araujo, equpaucm 10, carga farinha de mandio-
ca o mah -oiici n-,; a Novaes5( C.
Kio tirando do Sul Odias, patacho hrasileiro .tmi-
zade Felit, de H.l toneladas, lapito Malhian
Jos de (inrvallio, equipagem Id, cara ii.iO ar-
rodas do carne st-cca; a Ha II.ir A (Hi\orj.
. Surins takimO no mesmo din.
C.fnl uniera porluuiieza Sacramento, capilao
l"i.|Miiii S THEATRO DE SANTA ISABEL.
RECITA EXTRAORDINARIA I.IVRE DE AS-
SKi.NATI RA.
KM'EfJAClKr LVRICO DIAMATIC*.
<) artistas ricos Alejandre e Alfonsina tiarcia
muilo auradecidos |wlo bom arolhimenln recchido
do IIlastrado publico pernnmhucaitn, darAo sou nl-
limodelinilUo c\|>eclaculoroiiia cunipanhia drama-
lira,
QUINTA-FEIRA, 6 DE ABKII. DE 1858,
Depois de escolhida ouverlura, o Sr. Ilarcia c sua
sen luna cantaran o lindo duelo de limpalo Tasso
de Duni/clli.
GQLEI SOFRONIA.
Em seguida i'e|irescn(ar-so-lia a muilo applaudida
comedia, ornada de msica, cm Iros arlos.
CAMES 1)0 ROCO.
.N'uin dos inlervallos a sonbora (iarcla ranlarii a
bella aria le NABUCHODONOSOR de Vcnli
ACMI 10 DISCHIl'SO O CIORM.
Eriun o Sr. (trela executar o grande Do la
mesma opera
DONNA CHI SEI?
No ii la comedia oSr. (arciaranlar.i a brilhan-
le aria fraurciadn CHALET, Opera de Adain
VALLONS DE LHELVETIE
Ti'rniiiuir o rs|teclaculo ciim o muilo applaudido
duelo bullo lo COI.M'MEI.I.A.
CONQUESTK MAM 8TES8E.
Principiar a* oito horas.
OsbilhctCs de camarotes, radeir.isc platea poder-
sc-hau procurar na casa do Sr. ttarcia, ruauaPe-
nha n. :>, e no escriptorio do Ihealro no dia do es-
peciar u lo.
AVISOS MARTIMOS.
Pura a Ilaliia va i snliii rmn a maioi'
ln-i'i hI.hIi' ji.>ssiv'l o hiale nacional A-
iiifliu : jMiru carpa e pasiaj'eiros (raa-
le com Novacs&C, na na ilo Trapiche,
11,51.
PARA A BAHA
sabe em potiroj dias o liialc nacional Capricho-
io : quem nelle t|ui/cr rairccar ou ir to passagem,
para o que olTerecc bous commodo-, dirija-sc ra
da Crui, n. 31.
Para o Ararali, segue em poneos lias, o biale
('lpiliarilw: parao fcslo da carga e passageim- Ii.i-
la-sc na ra do Vigario u. j.
PARA O PORTO
v.-ii sabir com loda a preslo/a a barca |Ktrlugue/a
l}liwiut, i;ipil;lii Jitsi*. lliiinia/ lie l.illl.l: par,, i -,itu;i
o pa-sateiros Irala-sc na na li Mgario n. 19, pri-
nit'iiiiainlai, esrriplorio de Tintina/ de Aquino Ion-
-a ij| I'IIhm oh com o capilao na prara.
dos sur elle, c'laul (Icdcinanilcr a l'lijlis.
des aclions de (race, Ion Ira Francais
ivsiilnnls en cette ville, xonl priei (ronvcr Mai-cli ."> Avril a onzi- licurcs tlii
maliii i CEgliie Palriarcale le Saint
Pierre, a 1'eflel d'auMtora un TE DKL'M
de GRACES, qui sera eleora par on
Evcellence, l(^ venerable Evqiie de cette
Provhce, a I'occaiion de Pavenement au
trne de n Hajeite Napolen III., fc'm-
pereur desFruncaii, lonl lenomglorens
lignifie : AUTORITE; RELIGIN, DIC-
MTI:; NATIONALE, ORJ)RE, et LI-
BERT ci de son heureus maraga
Mili RMUre l'avciiir le la Franco!!!
PS. La Musiqie compoiition de l"lia-
lille profeneiir Mr. Facninetti, anclen
eleve Ira celebre Paganini, et llls do brava
Capitaine de Vaineau commandantde la
Prgate la lunon, soui l'Empire, sera di-
l'igee par luien pesitiine; un diieourssera
iissi prononcepar l'eloquent Predicateur
ile la cliapelle hnperiale l'llluslrlssime
Alilie Padre Capislrano. A liuil licures du
siiir.il y niu'uilliimiiialloucl plusieiirsfeii\
d artfice devant r hotel du Oonsulai itiivli
d'uii bal ilans les vastes salos de l'htel.
Francisco, pourhxiiiel'lesiiivitatioiispnr
ticiilires seronl donnees.et presen-
Icer a' l'outre.
COHimUNICATION IMPORTANTE.
Idus les deserteiirs i:\ insoiiniis des
armees i'iaiieaises, d mee et de Ierre,
i|ni se trouvenl en cette Provinee sont
preve'nus, (pie sa .Majeste' l'Einpcreiir des
Francais, voulant sijjnaler par dea acte*
de cleineiice son avenement a l'Euijire,
ou, le vuhi de la nation vient de l'appeler,
a decide' par decreta des i i% (i Mari dei--
nier, qu'amniitie pleine et entiere
Ii mi est accordee a la condition de
s sul de Frailee, a 1'ellbt den invoquer le
bnfce den fbrmuler leur clechiration
de rcpeiitiret den recevoir un rertificat
de lilicration de service, et ce, avant l"e\-
piraliou d'iin un fixe' par lesditsdeci'ts
et soni peine le dil delai e'ehu, de con-
tinuer a retter sous le poid de la legis-
lation relativo a la dicrtion, et a I m-
souniissioi), et d'tre coniideres coniini
cTeierteuri ou insouins par rt-
c ulive.
Pernambiico, Ie2i Man 185.1.
<>mipram-^g cscravos c vcndoin-sc, recehem-
-r de cninmissa'n lano | ihi .i .l.ll.t : na rna Vctba, n. .",.">.
Na ra da Somata Vcllw, tlefrontc do Sr.
Marlius, pintor, rontpra-se todas as qualidailes d.t
ferros velltos e nielan, assim como ourelos de pan-
nos Unos e cosemiras, c mulambos do todas asqua-
lidadn que ser\ it rni parajater papel; assim romo
calhK velbos, lonas, ele.
Compram-se cscravos, o xendem-se, recebem-
se le commisHao, lano para a provincia como para
fra lella; na ra dos Qtiarleis n. -- scgumlo a-
ilar.
Compram-so |trcla le mcia iiladc c mesmo
tcllias. rom babiliilades ou sem ellaim, sadia, que lie
para eugenlio; iinga-M tem: na ra larga do Ho-
.....n- iu, bija de miiidCKas.
Compra-sc um negro moco, preferc-se criou-
lo, o que seja rubuslo: a PHMM que o Iiver dirja-
se a rita ta Cm do llcrifc, n. 53, leja de bar-
beiro.
Comprac um jogodc lircionarios fiatn-e/i- por
l;onsei'a c Koquete, j usados: na ra do Rosario da
tina Vi-la u. in.
i .iiinpi ,i-e i.ilm.i- e caibros grossos, j usados:
na ra lni|ierai n. 53.
ATTENCAO.
Compra ae um Miliar rom lodos os seus nerletT-
ces, que seja Itom e cm perfeito estado : na ra es-
lreita du Rosario n. 13, loja.
VENDAS.
Sign. Jultt d* PianeUi.
Comul de Franco.
CAVALM) FURTADO.
Ao amanhecer du dia 1/ do crrante mez fl abril
Curiaran, do silio do Sr. al Coro- Manoel d'Assump-
jao Sanliapo, na estrada deJoo de Barros, uinra-
vallocom os signaes seguales: crcastanho, um pou-
ro descarnado, tamaito regular, idade do Hn lo
anuos, em ar.of, urna estrella na testa, don- on \nt
pea calcadoSf o Cerro he um P no quarlodiroilo, an-
dar do h.iiio al meiu, e lem o sabugo da cauda cor-
lado. Quem O pegar, ou delle liver nolN-i, |Mide
diriair-se ao mesmo sitio, ou do Keinedio, afilo nun
A 500 RS. A VAHA.
Ili un Irancadit branco de puro linho, muilo en-
corpado: na loja da esquina da ra do Crespo, que
nli.i para a (iadeia.
Vendc-w urna escraxa de naco, a qual sabe
[tcrfeilamenlc cozinbar, lavar e en>;oininar: na ra
la l nlri-1 do Recife n. 2.t.
Vcnde-sc las xaeeas com loile e crias peque-
as, as quacs estam aordas, e sin novas, o muilo
boas le leile : no larxo da praca da Independencia,
loja.desdo as 7 horas al o meio dia.
MEIAS CASEM1RAS, A 500 R3. O
COVADO.
Vcnde-ae meias rateiniras, de padrAM aova*, es-
curas c claras, pelo baralituimo preco de 50(1 rs.o
rotado: na ra Nova n. 16, loja nova de Jos Lui
l'creira [ Filho.
Antonio Francisco Corroa Cardozo, na ruada
Cadeia do Recifc n. 6i, avisa aos seus freaueze. que
reeclieu romplelo sorlimenlo de idros pata vlraca,
to (otitis os tamaitos e de superior qual ida de, e que
ende em porcto e a relalho, |K>r |tret;o commodo.
Na ra do Livramenlo, sobrado, se dird quem
entlc todas as qualidades de obras le ouro c prala.
sem feilio.
Conlinua-sc a vender saccas com gomma mui-
lo alva, a fx&OOO rs. com muilo mais le 3 arrobas,em
arrt.ba istllll rs., e cm libra 70 rs., ni.iuleiua iuule/.i
nova, a "aai.- din. rito -nperior. a itftil)e *fcilO,
rbouricas, aiOllrs. a libra, paios, a 210, alclria, a
100 rs., ni.ir.ii i -iii. a 280, aniendoas, a 320, uozos, a
200 rs., assim coinoqueijos noxos, a !>10U: no Pa-
leo do Carino, coda noa n. 2.
Veiule-se urnas cadeiras, tanto de caranda
como de oniarello, um par do lianqiiinlias de anuirn.
c mu laxalorio, ludo rom |uco uso : qucaa quizer,
dirija-se ao paleo da ribeira deS. Jos ti. II.
BOA ACQL'ISICAO.
Vcnile-se um sitio boira do rio. no fundo da
proprietladc tle Sanl'Anna de iletaaS, ailianlo da
Iniif le l'cli.ia, defronlo do sitio to Sr. Cabriol,
com 1,600 palmos ao Imito do rio, e Itoa haixa te
capim, que sendo convenieulcinente aprueilada,
pude sustentar mais le 20 cavallos; lem unta ma-
:m-(. isa casa com 70 palmos de frenle b 90 de fundo,
com salas, gabiuetcs, alcovas c quarlos, e conlina
com a estrada que lem de receber a ponte proyecta-
da para unir a estrada nova com a da ponle de
I tu*'.i j'i'l.i cu.i-fin doCordeiro; a proximidadedo
banlin, i ferliliiiade do Icrreuo, a salubridado ilo
lunar, a elgancia e rommodos da casa slo circums-
lancias de orando mcrilo para quem desejar reunir
o ulil ao agradavel: os irclendenlea podeni enlen-
ile-se com o corretor Miguel Carneiru; e para ver,
enm Joao Ven.un in. na mesmapropiiedado, defron-
lo da venda do Sr. Nicolao.
Vcude-se urna muala, que cozinha o diario le
unta casa, failodo servido c vende na ra: n.i ra
lo Rangel, sobrado n.
PANNO FINO, A 5,500.
Vcude-se panno uno prelo de superior I
I qualidade, a ."sj-'iOO o covado; a petwoo que
prerisar fazer algtima ranaca on calca, ve-
tilla examinar cale panno, que I vista do
preco c qualidade de cerlo no dcliara de
comprar: na ra -Nova n. 16, loja nova de i
ijieLuiz Pereira e. Filho.
, unSTiraaeaO Sesapaleiro com itou-
cos fundos, M ra da. Cinco **",* : "'"
mullico do Tere- H I ''".
mi das t horas da lanle em dionle.
_ Venle-ae um exi-ellcnle escravo, bom torneiro,
meslre 3* masseira e -orlador, capaz de c llie ou-
Ireaor orna padaria, e dar conla dola: a Iralar na
rna do Crespo a. 10.
Vende-se urna escrava de naci Angola, Iki.i
qtiilanileira.lava de sabio, e lambem serve pala n
- '-rga do Rosario n. O, tas
to meio dia al as t ho-
s'ervico I? campo: na ra larga do Rosari.i i
6 as 9 horas da maub.la,
ras da Urde.
^ en.le-se a vida de I. Frei
Barlbtdomeii dos
Sr. Tcuori.i, mi na rita da Cadoij do Recifc suln.i-
il.t n. I.qin em pialqu.'i la-parlessegialiflcar.
Na rus Nov.t, t!. 50, *r quem d :um- rs. Martire-, olume, em l>m Had' na rna do
a juros iniii itcnhorcs ou urinas a contento. I Raogel a. I.
I


4
i/
1 e^2f- nV =No
i, \VV.\\^\SV.V>V ,
lUVmwil.UAM ROWMAN, encen.ieiro m;i-
'Itinisla c Fundidor tic r*'rru, mui rcspeiloMnieiile
uinunnn sos Monona propricUrioi de engenta,
fflwndeiros, e ad re*pc.la\e. publico, q^ue o wu c*lfl-
Mecenlo de ferro mo\ ido pe* machina de vapor,
un na do Hriini nasnando orhnaiiz, conlina cm
'fleclivo exercicio, ese achacompletamente montado
rom apparelltos da primeira qualidade para a per-
Ccila confeerHMla-. minores pna* de machimsrao.
Hahitado |tara emprehemler i|tiaesquer obra da
sua arte, David William rkiwman, deseja mn.H|wir-
tieularraenle chamar a atiendo publica para iwe-
yiiiii.e, por ter delta* urande aorlimenlo ja' promp-
lo, em deposito na mesma funditao, a quaes con*
truidits em sua falirica podem competir cora a* fabri
cadas em pair e*lranero, lauto em preco como em
qualidade de materias primas e ma6 de obra, a
saber:
Machinas de vapor damelbor cnnslrueaft
MiH'iutas decamiapara eneenhosde todos os ta-
maiilnw, movidas a vapor por agua, ouanimaes.
Kodasde aaua, moinbos de vento eserras.
Manejos indc|>eiulentesparacavallos.
Hodas dentadas.
Ruillies, bronzes o rluimaceiras.
Cavilboes e parafusos de lodos os (amanhos.
Taixas, paros, crivos c boca* de ornalha.
Moinbos de mandioca, molidos a mad ou porani-
maes, e prensas para a dita.
Cbapas de Topan e Tornos de larinba.
Canos de ferro, torneiras de ferros He bron/c.
Bonillas para carimba e de repino, movidas a
man, jMit auimaesou \enlo.
(iiimlasles, uuiiiclioe macacos.
Prensas h)draiiiiraH ede parafusn.
FerraRenfipara navio, carrosc obras publicas.
Columnas varandas, grades e por loes.
I'reusas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de maoearadiKde ferro, ole, etc.
Alm da superoridade das suas obras, ja' peral-
mente reconbecida, David William Bowman pranle
amis exacta conTormidade cornos moldes e dese-
nlio* remellidos pelos senhores que m dignare! de
la/er-lbeeucommeiidas, aproveitando aoccasafl pa-
la airradccer aosseus numeroso* amigos e fregueze*
i preferencia rom que ieni sido |ior ellos honrado,
r assoiira-lhe* que nao poupara esforcose diligen-
cias para continuar a merecer a sua non llanca.
JUPE PAULO COKDKIKO.
Na rnadaCadeiadn Kecifeloja n.'A), deCunlia A
Amorim, vende-se boles c meiosditosde rap Paulo
Coideiro.
1)11 QJJE PECIIINCIIA!
Corlosdc lirim Iranrado hrauro rom 2 t vara dr
puro linlio n I-.Ni: na rua do Crespo D. Ii, lojl di
duendas.
PoInNNIl Mllr-l-lrnilfl.
Noanligodrpositnila Cadeia Yclha n. 12, rvisle
UDM |>p(|iiotin |Min;af> dr polassa americana, checada
ioronlenienlcquc|ior superior rivalisarom a da Rs-
ala : \enilo-se por preco rasoavel.
Vendem-se amarra)* de fprro : na ra da Sen-
zala Nova n. *2.
1,280 e 1,-HO RA 1)0 CRESPO N. 6.
Superiores cobertores de algodao, escaros mallo
enrorpadosegrandes, proprios para escravos, |ielu d-
niiiiulu prende l2H0 e tillo rs.
VILLA 1)E PORTO CALVO.
Vende-so urna Iplra e nina nlirieariin, nrreilas'pcr
l.ourenro Ah l'lado da ipianlin de :t:j<8|S53
i-., morador na villa de Porto Calvo proprielarin;
fa/.-se lodo o negocio para saldar ronlas, aonde ha
livUlns nfio Irin herdeiros: na roa da Cadciudo Re-
cito ii. 8.
No Porto do Mallos, defronle do annazem do
Sr. Joaqun) i;ranciscn de Alm, ainda lem para
vender-se escravos de anillos os sesos, boas licuras ;
assim como sola, pellesde cabra, e lions lah\rinlhos
arcillados em boa cambraia de liiihu; e ludo >cn-
ilc-se por pni'os coinmodos.
DEPOSITO DE CALE POTASSA.
. Ka ra dactdcia do Rccifcn. 50, vendem Cuaba
S Amorto barril cora 1 arrobas de calera podra,
rpipiilpineiileebegada de Lisboa, c potMM de lioa
rpialidade.
VondcnMie lonas, muilo em ronla : no arma-
ndo de I'ov Brolliers : na ruada l'.adeia do Hecifc
n. 89.
Vendeni-sc os verdadpirosspllinsiiiulezes. pa-
lele, de mola c sem ella : na ra daSeu/a la No-
va n. Vi.
Na porta la Aliandega armazem
n. 20, veade-teoleo delinlia^a,empor-
ree a vontade docomprodore; arorlr
milao'i chumbo lo municao', e lacca
com firello a 4,000 n.
\'endpm-se lonas, briurao. brins e meias lo-
nas da llussia : no annaieni de N. O. Iliebef fl
Companbia, na roa da Cruz n. 4.
Vpndein-seqiicijos londrinos, lilos de pralo
muilo fresracs, lalasrom bolacbiiiba, soda inulc/a
em poican ca relallio : na ra da Ouz n. lli, de-
rrnnledo Sr. I)r. Cosme.
OBAin rABIUCA DE CHAPEOS DE SOL
BOA DO COlUfilO N. 4.
J. Falque faz scieule ao respcilavel publico de
l'crnambiico, e em particular aos seus frecuezes,
que acaba de receher de Pars, como do Itio de Ja-
neiio, da fabrica de Falque Irmas, un lindo e
rompido Borlimcnlo de chapeos de sol de seda e de
panninlio, tanto para homens como |iara senhoras.
leudo para os primeaos um escolbido sorlimenlode
chapeos de sol com caitos iuleiricos os mais lindos,
que leni viudo em raricaluras diversas, dilnsde cali-
na, ele.; urande quanlidade de sedas e t>amiiulios
em paca para cubrir armacoes servidas, ai que forem
de ferro, envernisam-se que Hcain novas; balelu
largas, eslreilas e de ac para esparlilhos o veslidos
de senhoras, henualas honilas; cubre-se e coiiccr-
I i se loda equalquer qualidade de chapeos de sol
lodos osobjectos cima mencionados vendem-se em
porcao e a retalliopor menos preco que em oulra
qualquer parle.
VMidrin-sc Vinlio
\Viicliin-stt..lal)onS de pinlio |i
(jas da Stiiiia, cOtado, cosladinlio, as-
soallid c l'ori'O para feudos de-.Iwm-
cas : cemento as liari'iais e al tina,
rebips de l'aia, olio m Imtijus : atraz
do Theatro Vellio.
AiENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Hua da
Senzala nova n. 43.
Neste estabelccimento rontinla n Ira-
ver um completo sortiini'iito de moen-
da e mcius moendaspara enfjenlio, ma-
chinas de vapor, e taixns de Ierro batido
e coado, de todos o tamauhos, para
dito.
MOENDAS PATENTF.S DE A. E E.
DE MOKNAV.
Em casa de Rulhe & Bidoulac ma do
Trapiche n. 12 achaime conslanlemen-
^ le a venda MACHINAS INTEIRAS E
(M MEIAS MACHINAS de varios lamanlios
,yfc ih-sla ronlruc<;ao. Estas MOENDAS lem
a vantanem de eilrahir das raimas, por
(A i una del.') POR CENTO mai caldo doque
'A '1< un"na"ai rnin mesma forja motriz.
'&> Acham-se lamliem na mesma casa TAI-
A XAS HE FERRO de modello superior, e
T? ARADOS TODOS DE FERRO da acre-
i dilada fabrica de RANSOM E MAY.
de champagne
qualidade : em
ta Cruz n. '>'>.
legitimo, e de niperior
rasa de Keller i\- C, ra
GeiH.
Vende-se gessnembarricas.(licuado ulliniamiie-
lo : cm casa J. Keller & Compaiihia, na ra da
Ci nz u. -Vi.
Vende-se caixai com meias latas
cierros de ditas com sardiulias: na ra
do Tiapiolic, n. 11.
\eude-se' vcllas stearinas e por
mdico preco: na ra do Trapiche, n.
Vendatsc fiascos com maiilei;a
de superior (jitalidadc : na ra do Tra-
piche, n. II.
Vende-sa nina negra de 28 a 3(1 anuos de ida-
di', de linda figura, a quid he partoila eoiomma-
(leira. roziiiha, faz doce de todas as qualidades ; he
perfeila pscra\a para casa de qualquer familia, ii
visla se dirAo os molivos por que se vende : a Ira-
lar na ra da Mangueira, casa piulada de ciuzenlo.
Vende-se um Imni relogio com corrale ludo
de ouro e debom gusto : na roa Nova, loja de cha-
peos, u. 52.
Vende-se cera de carnauba, em |iorcoes gran-
des e |iequenas, |w>r preco commodo; assim como
cornos miudoscurtidos, e lamliem urna pequea |ior-
cao de sal do Ass : a tratar na ruada Cadeia Ve-
Iba ii. 59, com Jos Dias da Silva.
NA LOJA DAS SEIS PORTAS EM FREN-
TE 1)0 L1VRAMENTO,
contina a vender-se chitas a ele vinlcns, meia pa-
taca, dous lusles. lencos de cambraia com dures as
lumias, a dous tusloes, lencos de cambraia piulados,
proprios para mao de senhoras, a meia pataca, len-
cos para meninos, aqualro vinlcns, chales prelos de
la para lulo, a imilncao de seda, a qualro mil reis,
cassa |ircla, a seis vinlens o eovado, propria para
lulo aliviado, e um completo sorlinicnlo de lodas
as fazendas que Iroca por dinlieiro, mais barato do
que em oulra qualquer parle.
Veude-se um silio as encriizilliadas daseslra-
dasdo Monlciro, Casa Forte e Arraial, conleudo
una rasa de pedra cat muilo grande, urna estriba-
ra para tres eavallcw, baisa rom muilo liom capim
de plaa, c caimas, muilo boa agua rorrele para
lielier, e lodo mais uso que se queira, muilo- arvo-
redos de frurlos de drreVfaa ipialidadcs, grandes e
|ieipienus, e aiuda mais terreno desoecupado para
|d,iiilaci"ies, c ludo Mii a.siiii liclnicnle que.....pre-
tender: a Iralar na cana terrea |ior detmda malria
de Santo t\ nlonio u. 211. c. no Irapichc. du Ramos,nos
dias de Irabalho, das k horas em dilato.
No pscriploriode Domingos Alvcs Malheus, na
ra ila Cruz do Recife n. 52, contina a vender-se
panno de algodSo da fabrica da Babia. proprM para
weeoa, par prero tuamott.
Deposito da bno de Todo. o. Sanio, na Baha.
Vende-se, em casa de N. O. Hieber \C, na ma
da Cruz n. algodaft Iraoeado d'aqnella fahrira,
muilo proprin para sarcos de assucare roupa de cs-
cravos, juir preco commudu.
tesela t Edwln Maw.
Na ruade Apollo n. ifc i...ni|i.iiilii.i. acha-se conslaiilemenlc Ihiiis sorli-
menlos de luisas de ferro rondo e balido, tanto ra-
sa romo fundas, moendas ineliras todas de ferro pa-
ra animaos, aeoa, ele, ditas para armar em niailci-
ra de lodos os lamanhus c mmlclnsos mais......Ionios,
machina horisonlal para vapor rom forra de
icavallos, cocos, passideiras de ferro eslanhado
liara casa de purear, por menos preco (pie os de co-
in, escovens para navios, ferro inulez tanto em
barras como em arcse follias, eludo por liaralo
prero.
Vende-se marmelada nova em hcelas de I e
2libras, caiviiihasconi 2 e 1 libras de peras, ditas
ruin 2 e I libras de mieivas, caivas com massas li-
nas de eslrelliuha. ludo muilo superior: na ra da
Cruz do Recife n. t(, derronle doSr. Dr. Cosme.
Vende-se vinlio da Madeira de superior qua-
lidaileeinquarlose oilavosde|iipa, por preco c.....-
modo: noarinazenide N. O. Hieber & Conipanliia
na ra da Cruzn. I.
O A.,
Confronte ao Rosario de Sanio Antonio, vende ri-
cas ramullas com anicndoas e ronfciliis, e lamliem
frasquinhos de todo o tamanho, varopes linos tu
melhor de todos os doces.
O 59 A.
Confronte ao Rosario de Santo Antonio, deposito
de mas-as linas, vende choculalc cm paslilhas, peilo-
ral, para se aproniplar ou Irazer na bocea, dito de
Lisboa, dilo esl.....acal, dilo a III rs. o pao.
Moinhos de vento
rom bombas de rrpuxo para regar borlase baisas
de capim. na fundicao de D. W. Howinan : na ra
lo lliiii" ns. Ii. He 10.
A 5,000 rs. pequeos, e 5,500 ra. (randas.
Venileiii-se chapeos de sol de seda nleza de
superior ipialidado, pelos piceos cima : na ra
doCollegi.....4.
Vcndeni-sc relogioi de otuoc (ira-
la, patente ingles : na ra da Senzala
Nova n. V2.
Taixas para engenhos.
Na Inndicaii' de Ierro de I). \V.
Bowmann, na ra do Brum. palian-
do o chafara continua liaver um
completo sorliincnto de taixas de ierro
batid
de o a S palmos (le
iclianxe a venda, por
e com promptidao':
carregam-teem carro
irador.
fundido
bocea, as (|itai<
preco commodo
einbarcam-se ou
seni despeza ao coni|
IMITASSV Sll'ERIOK
Vendem-se por prero muilo cora*
modo, no artna/.em n. 7 de caes da
aliandega, de Jos Joaquira Pereirn de
Mello, ou no cscriptorio de .N'ovaes &
Companhiana ra do Trapiche n. o.
Veiiilem-eem casa de Me. Calmonl ,\ Com-
panhia, na prara do Corpa Santo u. II, osegoinle :
vinho dcMarseilIccni caivas de II a (i duzias, liulias
em nnvellos ecarreleis. bren em barriras mullo
grandes, aro de inila -orlido. ferro iuulez.
ATTENCAO'
GRANDE ESTAHEl.KCl.MEMo HE FAZEN-
DAS POR II.VIXOS PRECOS, Rl'A DO CRES-
PO K. 14.
lina pnrro de cobertores da Rabia, muilo pro-
prios para escravos a fiin, e laandcs S00 rs.,
cada um. cbilas c liscadinhos, lateada lina a li.l"HI
rs., a pera, e eovado a Hit) rs., (lilas miiidiuhas
coies de rosa e rovas. a 69500 rs.. a peca. (.....vado
180 ra., dito encarnada ecr de Ierra, a 79000 rs..
a pei;a, ecovadu 2tH> rs., superior gana* ainarella
enlrnrada, multo encorpaila e rom una linda
ror, a IMHIrs., orovado, brius de linlio Icancados
eoin listras e qnadrofl a 19600 rs,, o corle, superior
aloalhadodeliidioloilo adamasiado rom palmos
de largura, a lHlO rs. a Nara, corles de rassi fian
reza de cor, fazenda de muilo Ihiiii osIo, a5200rs.
o corte, nwdapoloailargoae encorpados, a :l-jiKi rs..
apera, dilns linos a 39SOOe3N00e 4!(Klc I9S00 (
.V^IKMIis.. assiincoiiio um complelo sorlimenlo, de
unirs mulla fazendas. eludas por haisos |irei;o!
que se dario amostras, ileivaudo seus compclcnles
pcnliores.
Em casa de J. Keller \ Compan-
hia, na ra da Cruz n. "'">. ha para
vender dous escolente pianos fortes,
de tima das mclhoies fabricas, c che-
gados ltimamente da Europa.
SAIXASCOM FARINIA.
Veudem-sc sarcas com muilo siqierior fariuha de
Sania Calhariiia, pelo diminuto preco de 154MI0 rs.
cada ulna, para techar ronla, ditas com fcijao, ditas
com milho. pal preco conmiodo: na ra do Amo-
rim n. :l*._____
AOS RARATEIROS.
Alpaca fina com mais de una Mira de largura, a
uso rs. o i-ovado; corles de :t l|2 covados de casemi-
ra prela lina, 179500;merina lino de cordfo, pe-
lo e verde, a lWSIorovado ; chapeos linos franre-
ies,a7|000ra.; pecas de editas largas paracober-
I.I-. SJOOOra. ; corles de ramhraia de iislras e
quadios de cores, com 6 l|2 >aras, a 29300; ditos
de cansa chito, padroea de cana Iranceu, a 19900;
meias de llasdiO RroaMS do l'orlo. proprias para a-
quecer os pe-, allitirs.; um bello sorlimenlo de
fazendas nias brancas c d" con-, por baialis-uno
pre^o: na ra do Queimadu, loja n. 21. de Jos Pe-
reira Cesar.
Vende-se um sobrado na ra da lluia n. (i. e
ncnhumaduudahaicr.iom receber-se por coala al-
gum sitio a beira mar, que lenlia coqueirns, 011 Ierre-
no que sirva para planlarao dos mestiios: na mesma
casa segundo andar, selrala do negocio.
O ."9 A.
Confronte ao Rosario de Sanio Antonio, eonslan-
lemenle vende os melhorcs Imlinhus para ch.i, cada
um de per si ou inesmo misturados, sendo de 12 ou
mais qualidades, que em parte algiima 11A0 lia igual
sorlimeulo.
Vende-se linas bancas de acarando por prc-
co*muilncommodo: na ra dasCruzes, lojadcmar-
rineiio, 11. 33.
CIIARMA.
Philo-oplii.i por Charma, Iraduzida cm |Hirtuguez,
e adoplada para uso da academia jurdica de Olin-
da, mais barato do que em oulra qualquer parle :
na Praea da Independencia, livraria 11. 6 e K.
Vende-se urna negra, crioula, do idade :i"i an-
uos, poueo mais 011 menos, por preco eoiiunodu : na
h.nes-ado Oueimado 11. I.
S A
VESTIIK)S A lalaS). 5
SVendc-neciirlea de veslidos de chita, cores
fisus, lions goslos e padeftes escuios, a IsliOl)
t( cada corle: na ra du Ouchnado, toja don>-
lirado aniarelln 11. 29.
Vcnde-sc nina negra, crioula -
fisura: un na Diceila 11.21.
AOS SE.VHORE.S DE EMGENHO
. O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Siullc ca Berln] empregado "as cf>
liuiias ii|;lc/as < hollaiide/.as, co gran-
de vntjftgen para o melhoraienw do
ssuear, acha-se a venda, em latas dr 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portugus, em casa de
N. O: Bieber & Companhia, na rua da
Cruz, n. 4>a
Vendem-se oleo de linhaca em lio-
tijas de 2 e meto a 5 galo'es cada una :
no armazem de Manoel da Silva san-
tos, na rua do Amorim, ns. !>6 c .r>8.
Vendem-se vaquetas de lustre, para
colierta de carros : na rua da Senzala
Nova n. 42.
DEPO/.ITO DE CAL E POTASSA.
No armazem da rua da Cadeia do
Recife n. 12, lia milito superior cal de
Lislaa cm pedra, ansim como potassa
chegada ltimamente a precos milito
ra/.oaveis.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tente ingles, os melhores que tem vindo
a esle meirado, tt do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
sel Mcllors & Companhia, na rua dn
Cadeia do Recife, n. G.
Vende-se sau muilo fino em barriquinhas:
na rua da Cruz, armazn n. f3-
Vende-se fariuha de mandioca di
superior qualidade, e recentemente che-
gada de S. Matheus : a tratar a bordo do
Rate nacional S. .loso das Tainas, fondea-
do em frente do caes do Collegio, 011 na
rua do Trapiche n. W. primeiro andar.
CIIARITOSDaIIAVANA.
No armazpni de J. Il.fianslcv, na rua da Crui n.
I, veudcin-se |Mir muilo roinuiodo preco, superiures
(harulos da llavana.
Vendem-sc suecas cun farellos, a 3,^500: no
armazem n. I do raes da alfandega.
NA LOJA N. Ii, DA 1(1 A DO CRESPO,
HA AS SEGUINTES FAZENDAS BA-
RATAS.
Vendem-se corles de veslidn de camliraia ruin ba-
ilados. aa:M)IKI rs.; dilo-com barra, a 5)000ra.; pe-
ca de camliraia de sal|iicus brauros, a ;iWHie 0 4? rs.; corles de cassa ejilta, a 29100 rs.; dilo rom bar-
ra, a 29NISI rs. ; ditos de cas-a franco/a, o 39200
rs.; corles de chila com liarra muilo lamo que lem
t:i i, covados, 1 -shki rs, ; |ieras derhilaescurase
claras, a m-stSKI rs. a poca e l(0 rs. o rovado ; pecas
le eass,i ,leipiadrnsa 2?IHlrs. a pecae 280rs.ava-
ra : na rua do Cresim 11. Ii.
(;. .1. Astev & Companhia, recebe-
raiu pelo ultimo navio chegado de llam-
btirgo, barricas com cemento pteto da
melhor qualidade que tem vindoaette
merend, o qttal vendem em porees, a
vontade dos compradores : na rua do
Trapiche 11. .
LOTEAIA DE SAN PEDRO MARTYR
DE ()l.INDA.
AOS
10,0009000, fi.IsKtslKIO. ILIHMl-sflOO, e l.jOOjflon rs.
Na Piara da Independencia, 11. 13 o 15. loja de
calcado dii Arantes, u. 37 e :, loja de calcado de
Porto i\ C. e na rua da Cadeia do Recife. 11. 15,
loja de niiiide/as de Jos Fortunato dos Sanios l'or-
lo, vendem-se hilheles, meto e caulellas ilcsla1 lo
leria, que corre iinprelerivelmeule nn dia 15 de
abril un consistorio da lreja Matriz da Roa-Visla,
\isla do aniiuncio do Ihesoureiro da niesina lolc-
ria. Os qualro primeaos premios grandes silo pagos
em o de*.....lo de oito por conto du imposto geral.


II.
2.
2 i ,
2 =
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*
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Hilheles. I3NKIO I2.ISMWKKI
Meios <95fKI (i.OOOaOOO
Ouarlos. 3ll 3,000100(1
(.luinlos. 29700 2,1IK1?000
liednos. I95OO 1,2009000
Vigsimos. 97IHI IKIOSKKI
LENCOS.
^'ellllcln-s(, lencos de cambraia branca a 290O a
iluzia, e o lenco a 2111; dilos mui liaos a 39500 a
iluzia.e 320 o'lenco ; (IIik de luco em VOlU para
mao de senhoras a 390 ; dilos de cassa multo linos a
KNI; dilos de chita que n.iu fazem dillereuca dos de
seda a 2NO. 320: na rua Nova, loja novan. I(, de
Jos Luis Percira j| Fillio.
xx Chapeos enveruizadus de boa ipialidade ; -a-^
l,lo de ouro c prala lareoe eslreilo; IioIk's l\-g^
JKsiis e douraihis, vende-se ludo pnr ronimodo
SJpreco: na praea da Independencia 11. 17. 3$S
CORTES DE SEDA.
Na luja da Esliella, rua doOiiciniado, n. 7, de-
fronle du Iteren do Peive Frito, vende-se curies de
seda do incllior u'usln que ha buje nu morcado, toa-
do ludas as coris., ron Iislras, matizadas, e semino
assenlo furia-cores, |iorprci;o mais comnioilo do ipie
em oulra qualquer [tarle.
FAZENDAS BARATAS, I.OJA NOVA DE JOS
l.l 1/ PEREIRA ITI.IIO, RUA NOVA N. Ili.
\enilc-se cbilas de cores livas e de padrdes os
mais mojarnos que leem viiidu a 110, KiO, 180,900,
220, 210 e 2S0 o rovado ; corles de cassas, padres
iiovos a 29500 rs.; dilos de barra fazenda moderna
e do ullimo oslo 2-nil; cassas de quailrns e de lis-
Iras para hadados a 2M00 a peca, e 320 a vara ; di-
la liuissinia prupria nar camisa de Itaplisados a
720a Mira ; cambraia branca a slSI. 2.9S00a peca,
a vara 320, 360; dito muilo lina com dea varas, e
com una de largura a I.9OOO e 7-9IMSI a peca, c as va-J
ras a Bill, 720; cassa lisa muilo lama a 110, Mi".
I10. 7211, da mais lina que lem uppurccidu ; alada-
notoea a9500, 29WKI, :isssi, :ik(ki. 19000, 19"K>.
i --- x 1. o ">^i a peca ; dilos (lejanas muilo linos a
100,480 a jarda; bamburgo mullo lino a aoisi a
peca,e 180a vara; plaliflia d'abjodao a 39700 a
peca, 21!a vara ; linlio para ralease jaqueles a 300
11 rovado, hriin (le linhode quadros e de lielras de
cures ,s,eurasa720 a vara ; dilo branro de linho e
algodao a (MMI a vara | dilo de puro linho trancado
muilo lino a 19000a vara; hrelaeha de linho muilo
lino a wm a vara; algodoos eseuros para eacravoa a
2110 ; panno da Cosa a 110 0 rovado ; dilo franrez a
I92ISI: ehales de chila a I92IKI, e oiilras mallas fa-
zendas, que se veoderaO lmalas para adquirir IVo-
guezia'.
RELOGIOS PARA CIMA DE MESA.
\eiiile-se relouios de rima de mesa, modernos, de
muilo bonitos modellos e linas maquinas, dilos re-
dondos de patente paraeacriplorlo, lem corda para
oito dias. O'vendedor unante resillaren! Iiem :
Praea dn Comnierriu, n. 2.
iOLIIA A 21,000 RS. A CAIXA.
Vende-se folha de Flandies a 219000 rs. acaba :
na rua da Cadeia lo Recife, loja n. ll.
Vende-se a taberna do paleo ou
travessa do-Paraia, com poneos fundos,
milito propria mesmo para quem tiyer
i'amilia, por ter hom quintal, e saluda
pelo rundo, sotao, hoa cacimlia, ele.
ele., e Iiem alrciriic/nda para a Ierra ;
vende-se por seti dono estar bastante do-
ente! o fer de ir tratar-te fra : a tratar
na mesina, 11. 0.
Vende-se una pedra marinore
branca, que serrada da para dous pares
do consolos: quem a pretender, dinja-se
a ruada Praian. "), armazem, (pieacha-
ra' com quem tratar.
__ Vende-se por prrrisan urna rahrinha com ha-
bilidades : na rua da Senzala-Nova, 11. 8, primei-
ro andar.
Vende-se urna armacao de minio uoslo, de
amarello, forrada de cedro, ceom o comnelcntc bal-
ciio: arha-so na rua da ('.(incordia, loja do Sr. Srho-
DAMASCO, A .500 RS. O COVADO.
W \ elide-e damasco de con-, lila c olgodflo, K
W leudo alguna padroM proprios para forro de
~ carro, a 500 rs. o rovado : na loja do sobrado
Vende-se no armazem 11. 5 da rua da Cruz,
meias carrafas rom saropo de vinagre : rcenininen-
da-*c o usodesle precioso refrigerante, mui til na
prsenle estacan para moderar o mnv iineulo ra(iido
dosvsleina (irrulalurin, ediminuir 11 calor dn curpo.
Na nrsma rasa vende-se doce lino de guiaba, pro-
prin para embarque pnr ser falu irado de iiiinIu (pie
nao se ollera rom o tojnpo*
Vende-se inauleia inulcza mallo boa a ISO
rs. a libra, dila a 2H0 para tempero, cliorolale de
Lisboa a960 a libra, cha hvsson muilo hom a 29000
a libia, dilobrasilciro a 1 -7i.il. doce de muaba lino
por preco conmiodo; e oulros mais ucneros tiara-
Ios: 11a rua larca do Rosario, n. :HI, venda de qua-
lro portas, dcfroulc do Rosario,
No Forlc do Mallos, defronle du arma'cm
do Sr. Joaquin Francisco de Alem, vende-se su-
perior rera de rarnaiiba, IhiIiis. coturnos, saecus
com nomina, o varios uniros cllcilos rerenleinenle
chesados do Anual), linio pul procosagradav
TOAI.IIASEW AKDANAPOS
BE Na toja (l<> solirado amarello na rua '.:. (,hii-ini.i.ln D. -!'1 lia i'.ii.1 vender um rompIcliiM
Korlimeulo de ImUuu le lnlm c de nlutuln ^hnios os lamanlifw, ealealliido gltlc vari.is larguras o linio or preco niiiiluQ
- 'rnimiiiiiln ; assim romo uuanlana|K>s a ?~>.Vlr?:$
WgdOOcad lii/ia. ^rn.,1*^
HISr.ADOFUANCI'/A IliO.
: Vcn rrxas, o lindos padries pelo hnralo prero de III^
gjis. cada mvado, liuvendo urande sorlimenlo pa-53
gi,i srnllier: na loja do sobrado amarillo nosfg
Sqaalro cantos da rua do Qiifimido n.29.
Veinleni-sc varias oluas de prala, sem eilio
romo Mjein '2 pares de rasliraes, 1 espevilador com
sua salva, I collier ciando para lirar w'ipa, I tluzia
de co! litros para sopo, I ,'; du/iadoclia; ass i ni co-
mo i\ apolices do lliealro d1 Apollo, tflo por sen dono
so retirar para Tora ta provincia : (|ut*m pretender
dirija-sea rua doCalpuu, loja n.(.
O 59, A.
Confronle ao Rotarlo de S. Antonio, \cndo
caixiulias conleudo l de muilo boni sau, por
,^MN) rs. ;c a relalho vende por menos que oulro
qualquer*
Vende-so um lorreno om (Hinda, rom urna
excedente plnnlacao de capim, lodo cercado de no-
vo, que suslenla auiiualmenle dona cavallot>: a Ira-
lar na rua da l.apa, sobrado 11. 7, e cin Olinda de-
fronle da bira de S. Peilro.
A 30000rs.
Vendo-so biebas, iillimanicnle chegada de llam-
bnrgO a IM|000 n, o renlo, 011 casa de J0A0 la-
vares CordeJro na rua da Madre de Deof, n. 36.
BCORTES DE VESTIDO A .sdoo RSll
I Na loja do siibrado amarello nosipialro cautos^
gdarua doQlielUitdO 11' vendem-se enrienden
sgriscadliilm rancr/ cores livas e bonitos padrooflS
gcom \- covados a 1)9000cada corte*
Veiilcm-M* (las osas |('<|iicii;is mi
rua do Jaunirn pordetraz de S. Gon^n-
lo, fin rliaos proprios ; cada urna rom os
roiiiiiii ni- is. sr<;ui.ilcs : llliis salillliaS, iloiis
qtiartXMi ro/.inha. ca^'imha meicra, (|iiin-
inl nuu*ado; jiicm as pretender dirija-
te a roa da Cadeia de Santo Antonio, ar-
mn/.cni, 11. 17.
Vende-so muilo nova e superior farinlia ra
Ierra em saccas por roniniodo preco : 110 becco Lar-
go CERA DE CARNAUBA.
Solio e gra\a.
Vende-so por couunoilo preco : na rua da Cru/,
confronle ao cbafari/ 11. 10, armazem de I). ti. An-
drade&C
O abaiio anlgnado vende o son en^enho W
Sania-Alaria, lia ponen levantarlo, na minar- W
ca do Cabo, o qual ilivido com os ousonlios 0
W Sibir de Sania Cruz, (.achoeira, Queluz, e W
3$ (iaipio, be de boas mafias, Ierras do niuila (t
~ prodcelo o ja demarcado; iuualmonlc ven- H
de, se assim conviorao comprador, toda a la- .'.{
voura: osla venda sceiTeclua para pacamen- ;.;
lo do eredor e hyprtbecario do dito eageabo, ;.;
;; Jos Marques da Cosa Snares: quem o pre- ;.;
$1 tender lirija-sc au dln eubenbo, ou ao rofe- ;;
q rido eredor* q$
y Kiiceiilio de SanlaMaria r> de noveindrode :;.;
j^ i'rl. Thnmaz Mart/uex da Hostil Snam. &
de boa
,1111,11 el lo, nos qualro i.iiifn-
mado 11. 29,
ra rua do L)uei
A'cnde-o:m bode de rota e milito uordo.
sim oomo seinenles do inamloim da Cosa : 110
lio do <:.it.....lo un .-i 1 .id.i de Joh de Barro*.
Vende-se um raliriiiba do idade do l-t anuos
na ruado Hangol, laborna 11. U, esquina 1I0 boceo
do Carcereiro.
Na rua da Madre do l>cos 11. 31, passando a
senlinellada alfandeua, vende-se saceos rom farinba
nova da Ierra, a.1}" ANDRADE & LEAL,
na ruii Aova n. -i7, avsam a seus frcuuezra que re-
ceberan um completo sorlimenlo de vdrus para vi-
diaca-, de lodas as dimencos, e de sujierior qnali-
lado, < vendem em |Krc<)o e a relallm, |wr preco
coiumodo. _________
! ip'ui Bu mwu,
\enilo-ne brelauba do puro linbo cmn (i \a
ras, |M'lo haiatis-inir proco do 2)700n |teoa
na loja do sobrado amarello, na rua lo Quei-
_- inado n. "^t-
m _.!
Batt^aVwsjaWaWfia^BBaSrtWaaati
. Vendo-w quasl por moUdo de scfi valor, nm
enrllenle piano do jacarando, de muilo boro autor f',
a enleiider-se na rua larca do Rosario conroSr
Vigne.
Veude-se urna prela de meia idade, por 300$
n., por teu wnhor reUrr-w da pi-a^a, a quel lava,
ooziuba, o poata na rua vendendo agua dii 400rs.
diarios, arroscendo a ludo islo ser sadia e ter con-
duela, e um molequo muilo bonilo do tl annos.bom
proprlo iara pagem por saber tralar de cavallos, on
niwno para qualquer olTlcio.por sorcrioule: na rua
1,111:. 1 do Rosario n. t', loja de luiudezas.
Vene-oe cera de carnauba, primeira sorle, a
6j000 a arroba: na rua da Cadeia do Recife n
W, primeiro andar.
Vemle-ec por 800000 rs. a casa terrea n. H,
-iia na rua dos pescadores falran de S. Jos) com
dous quarlos, duas salas, cozinlia fra, cacimba in-
teira, murada |Hr Ires ladns,reedincadadenovo, pa-
gando de fiVro IgOHO por auno, e rende K9000 rs.
mensaes: qnem a pretender, en(enda-e no aterro
da Boa-Vista, loja de miudezas n. 78, que se dir
nueni vende,
MEIAS PARA HOMENS E SENHORAS.
Vende-se meias linas (tara scnboras a 300, 00
500 rs. o par, a duzia a 3W2O0, njhi, V-.Vhi ; diU
rua- para Immem a 20ROO, 1^'itlO. 40H00, .V?'-00 n
duzia, e a \! H1. 400,440,500 o par: na rua Nova, lo-
ja n. 16 do Jos I.uiz Pereira & Filbo.
Vende-se urna rica toallia de labyrinlbo por
preco commodo: na rua de Apollo, n. Ifi, arma-
zem.
Vendem-se duas varandas de pao cm hom es-
tado com as laboas do assenlo : quem as quizer
comprar dirija-sc a rua do Collegio n. 16, primei-
ro andar.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO
Aos 20:000,000 de rei.
Na caa feliz dos qualro cantos da rua do Quei-
mado n. 20, acha-se venda os muilo felizesbilhe
les, meios, quarlos, oitavos e visesimos da 4*. lotera
da froaiezia da tiloria, cuja lista chopa al odia 4;
a ellos qiiecslaoiioresln.
Vende-so nina eserava do narSo, e quifande-
ra : na rua Direita n. Ti, venda.
Vende-so um bonito inolecole, lom cozinhei
10: na rua Vellia 11.55.
Vinho de Colares.om barrisdo" empipa ven-
de-so na rua da Cadeia do Recife 11. 48.
MANTEIGA BARATA.
Vendo-so com dinbeiro visla manlciaa insleza
superior, a 610, cha da ludia hom, a 1^020, dilo do
Rio, a I96OO, dito prclo da India, a l*h0, a libra
Ion Iros euibrulbos, o embrtitbo por 640, velasde
osjiermacele, a 720, ditas de carnauba, a 300 rs
assucar retinado, o melhor possive!, a 100 o 80 rs
grffode bien para sopa, a .i 10, ervillias, a 120, es-
Irellinbas, a 210, caf de carolo, a 140, dilo moldo
a 200 rs., sevada om cro, a 100 rs., vinagre de Lis-
boa, a 120 .1 garrafa, dilo a 80 rs., azeilc doce de
Lisboa, a 610, e oulros mais gneros que se far o
prc^o visla do comprador : no aterro da Boa-Vis-
la, taberna nova rom a fronle pintada do azul 11. i1'.
&^VX3f|lnf8^
PARA OSSRS. Of riCIABS DA GUAADAH
9 NACIONAL, NA PHACA DA INDEPEN-
S lENCIA N. 17.
w Vende-se finos holes de P. Ii., galAo d
-v^iiinn pura divisase IhuicIos; passa cb'las bandas com franjas de ouro e dcrelroz; te-i
^li/ do ultimo costo ; espadas praleadas, e 011-:
:lros muilosobjeelos, ludo por muilo commodo
reco.
PARA LITO.
Vende-so cbilas prelas de pannos finos, de sal
picos c de Iislras a 200 rs. u eovado, a pe<;a a 7^000;
alpaca lina a I -_m o eovado ; dila mais bai\a a 8(N)
princo/a muilo fina a i-ixm ; lila lina a 100; casi
mira preta selim a 3TiO0o eovado: na rua Nova,
loja nova 11. 16 de Jos Luiz Pereira & Filbo.
Veiulo-se loncos e toalbas ih> labvriulhn
bolas pelo proco de 20 rs., (becadas acora do Ara-
calv: na rua da t^adeia do Rivifo, 11. ), primeiro
andar.
ANTK.t IDADE E SUPERORIDADE
DA
SALSAPARRILHA DE BRISTOL
sobro
,\ SALSA PARRILIIA M SA>BS.
Attencao'
A SALSA PAKRILMAIlE BRI8T0L dala des-
de 18.32, c lem conslanlomenlo mantillo a sua re~
mlnnio sem necessidade de recorrer a |m>iiiposos
ammiicios, de que as preparaeoes de mrito podeui
dispensar-se. O successo do Dr. BRISTOL lem
provocado infinitas iiivcjas, e, entre oulras, as dos
Srs. A. R. D. Sonda, de New-Vork, preparadores
e propriolarios da salsa parrilba conhecida pelo no-
mo do Sands.
Kslts senhores nolirilaram a acenoia do Salsa par-
rilba do Brislol, cionio nao o podesseni obler, fa-
bricaran nina imitanloc Brislol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands es-
creveram ao Dr. Brislol no lia 20 de abril de I8V2.
e (pie se acha em nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Brislol.
Bfalo, f|>r,
Nosso apreciavel seuhor.
Em lodo 0 auno pajeado temos vendido t/iianti-
tlmie* cousideraveis do extracto do Salsa parrilba de
Vine, e pelo que ou vimos dizer de suas r i rinde*
;quolles que a lem usado, julcamos que a venda da
dila medicina se aucmenlar iiiiiilisshno. Se \'me
quizer fazer un miivenh couniosco, eremos que
nos ic-mIi.ii.i muila vaulacon, lauto a nos conu
Vine. Tomos muilo-[irazer que Vme. nos responda
sobre esle assumplo, o se Vine, ver a esto cidade
daqui a um niez, ou BOOM MMiielbaule, learnos
muilo pra/er om o ver en nossa botica, rua de Pul-
Ion, n.79.
r'icam lis ordons de Vine, seus securos servidores.
As.jcnados' A. R. I). SANDS.
GONGLUSAO'.
1. A anlicuidade da salsa parrilba de Brislol he
claramente [novada, [wis que ella dala desde 1832,
eque a iW Sands s appareceu em 1812, poca na
1u.1l osle droauisla nao pode obler a agencia do Dr.
ristol.
2. A Mipchnridade da salsa parrilba de Brislol
be inconleslavel; pois que nao obstante a concur-
rencia da do Sands, ede nina pnrijo de oulras pre-
parantes, olla lem maulido a sua reputacao em qua-
s loria a America.
As numerosas experiencias feilas com o u salsa parrilba om lodas as cnforniidadcs uncinadas
[tela impureza dosaucuo, eu bom evito oblido nos-
la corto [tolo tiln. Sr. Dr. Sicaud, presidente da
academia imprim de medicina, pelo Ilustrarlo Sr.
Dr. Antonio Jos Peixoto em sua clnica, o om sua
afamada CIM de saude na (.amboa, pelo I Un. Sr.
Dr. Saturnino de Olivoira, medico do exereiln, c
por varios oulros mdicos, [tormillem boje de pro-
clamar altamente as virtudes oflicazcs da salsa par-
rilba re Brislol, vende-fe a ".-11-mi o vidro.
Visto acbar-se ilo novo aborta a botica do Sr. Jo-
s Mara Concalves Hamos, na ulica rua dos Quar-
teis, nuuloii-se oulra v ez [tara all o deposito da sal-
sa parrilba do Brislol.
BOTICA
HOMEOPATHICA
2 ROA DAS CMJZES JO
Dirigida par um pharniareulira approradn
Esle cslifhclccinicnln possue todoOOl mo-
dicamenlosai acora experimentado-*, lano
na Europa romo 110 Brasil, o preparados [te-
las macbina-. da inxenea- doDr. Muro.
Carloiras de 12 lubosal 160, |Mr procos va-
riavois, conforme a qualidade das caivas, a
quanlidade dos remedios c suas dynami-
saces.
2::II(I0 RS.
l'MA CARTEIRA rom m 21 priaclpaas
rriiicilios liomn|ialliir(iHe:i(ibraHitirrpreiilen,
iiiilis|ii>nsiiM'is para iw priiiripiant(s que se
Jalsaraia eoaveacar dav*rdade da nmame-
H i ii.i ; riiiildiiln ..lem ile milito* < mi-Hlias
rliniros, n palliogcnesia de 18 mciliramcii-
loa.
Tubm a>uls(K( rada um ).....IB000
Tinturas de lodos os mediramcnlos cm fras-
! ros do J, onoa............29000
Na mesma liolira eiironlrar-se-lia sempre
um urande sorlimenlo de livros em |iorlu-
ffuez e franren, e einlim ludo quanlo lie ne-
ressario para o esludo e pralira da lioniopa-
llii.i.
ti. I). REFORMAM-SE r.KATl'ITA-
MENTE Unas as nutrirs vendidas noea-
lalH-lecimeiilii, rojos remedios, pela humilla-
da ou por qualquer oulra ratina, liveremai-
.1.) ilclrriirados,
Vendeavae vci-uaciciro vini:
cbampage de cxcellente (iiialidndu, e
muilo em conlii, para li<{indaruo' : em
cnsii de llriiiiu IViic(;e>- i C. na rua
da Cruz, n. 10.
SMDTlCtfe
DAUROR t\
C. STABK & C.
respeilosamente annunciam que no seu extenso es-
labelecitnenlo em Santo Amaro, continan fabricar
som a m.iiui perfeicao e prompliddo.toila a qualidade
re iii.i, liiiu-iii.. para o uso d.i aurirullura. mura.
dao e manufactura, e que'para makir arniuiodo de
^eus numerosos freguezes e do publico em Keral, lem
abcrlo em um dos grandes armatans do Sr. Meaqui-
ta na rua do Brum, atraz do arsenal de niarinh i.
um
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seu estabetecimenlo.
AH .ii-liar.io os com|iradores um romplelo sorli-
menlo de moendas de canna, cora lodos os mellio-
ramentos(alanos delles novas eorlglnaea) deque n
exiierienria de muitos annos tem mostrado a neces.
siilade. Machinas de vapor de baliaealla pressSii,
taitas de todo tamanlio, tanto batidas como fundida..,
carros de mo e ditos para conducir formas de ssu-
ear, machinas para moer mandioca, prensas para di-
lo, foroos de ferro balido para fariuha, arados de
ferro da mais approvada ronslrucc,3o, fundos pau
alambiques, crivos e norias para fornalhas, e unid
iulinidade de obras d* ferro, que serla eafadonlu
enumerar. No mesmo deposito existe urna pessoa
inlellieenle e habilitada para receber lodas as ni*
roinmendas, etc., etc., que os aniiunciantes conlau-
'lo lino a capaeldadede suas onlcinas e machinisnio,
e | n -i ic i .i de seus ofHciaes, se compromettem a tara
i'mi o i.i i. rom a maior presteza, perfeiciio, eezarU
rouformidade com os modelos ou desenhos, e iuslruc-
ees que ilie forem fornecidas.
ROB LAFFECTEl'V.
O nico autoriiido por decino do cowelhn mil
e decreto imperial.
Os mdicos dosliospilaesrecomniendam o arroba
l.anecleuv, como sendo o uniro aulorisado pelo ao.
verno c pela Real Sociedade de Modirina. Esle me-
dicamenln d'um gosto agradavel, e fcil a lomar
em secreto, est em uso na mariulia reat desde mais
de 60 anuos; cura radicalmente em poucolempo,
com pouca despeza, sem mercurio, as afleccoes ila
pelle, impinsens, as consequeucias das sarnas, ul-
ceras, e os accidentes dos partos, da idade critica e
da acrimonia hereditaria dos lia mores ; convm an
calharros, da bciiga, as conlriiccoes, e fraqucia
dos orgllos, precedida do abuso das inoerrcs ou de
sondas. Como anli-s\pliilitico, o.arrobe cura em
pouco tcm|H> os fluxos recentes ou rebeldes, que \|.
veni inressanles sem ennsequencia do einpreao da id-
paiba, da rubeba, ou das injeccoes que represen-
imi o virus sem neutralisa-Io. O arrolle l.afrcrlcu\
he es|>ecialineiite recommendado contra as dnencas
iuveleradas ou rebeldes ao mercurio e ao iodurcln
de |M)lasio. Vcnde-sc em Lisboa. n,i Iwlira de B.ir- '
ral, c de Antonio Feliciano Alves de A/cvedo, pt.i.
ca de l>. Pedro n. 88, onde acaba de rhegar uuu
rande |>orcao de carra fas grandes o pequeas, v n-
as direclamenlo deParis, de casa do Sr. Bo\ve.ni-
l.afl'crleuv 12, ruc Ricliev i Paris. Os formulario)
dain-se oralis em rasa do agente Silva, na orara .lo
I). Pedro ii. 82. No Porto, cm casa de loaquim
Araujo; na Baha, Lima <\ Irmos; em Peniani.
buco, Soum; Rio de Janeiro, Rocha & Filhos, el
Moreira, loja de (trocas} Villa-Nova. Joao Pereira
de Macales l.cite; Rio-tirandc, Francisco de Pau-
la t,oulo & C.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continua a vender se na botica
da ruado Rangol a.64, a 640rs.cada vidro.
Deposito de tecidos da Fabrica
de todos oa Santos, na Babia.
Vendo-so em casa de Domingos Alves
M.i i lien -. na rua da Cruz do Becilc n. vj.
primeiro andar, algodao transado daquella
fabrica, muitoproprio para saceos o rou-
pa decscravos, assim como Go proprio para
redes do pescar o pavios para velas, por
preco muito commodo.
ARADOS DE FEHHO.
Xa fnndirao' de C. Starr. & C. era
Santo Atiinro acha-sc para vender ara-
dos de ferro de superior qualidade.
MOBILIAS DE FERRO,
eomo sejam, cjideiras de dillerentes mol-
cles, iiirsiis r-sofa's, ludo do mais moder-
no {ostn, viudo de Paris: vende-se na mil
da Cru/., n. 10.
Em casa de J. Keller & C. na rua
">, lia para vender, e por
preco commodo, couros proprios para
cobrir carros, cliegados ultimamentei
Charutos de Havana.
O melliores que teem vindo a este
mercado, vendem-se continuadamente,
em casa de llrunn Praeger & Compan-
hia, na rua da Cru/. n. 10.
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Brunn Praeger & Companhia, na rua-
da Cruz, ii. 10, receberam de novo um
sortimento de instrumentos le msica ,
como sejam, II.mi ns de bano em mi l>e-
mole fa com V chaves ; pistoes com sua
competente caisa ; flautas le buxo; vio-
loes de dillerentes pialidades, e comnia-
chinismo ; assim como ~2 violi'ies i-iejuis^
irnos, tinlos guarnecidos de inadre|X'ro-
la ; tambem recommendam o seu gran-
de sortimento le ttHos os mais instru-
mento*, tanto para orchestra, p*l
ra msica militar; por menos preco dn
que emoutra parte; sendo para liquidar
cuntas.
Remedio especial para boubas o craro
seceos, continua a vender-se na botica da rua do
Rangol n. 64, que foi do finado Sebastiao Jos de
Oliveira Macado.
TAICIAS DE FERRO.
Na fuiili<;ao' d'Aurora em Sanio
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e deiion-
te lo Arsenal le Matinha ha' sempre
um {'runde sortimento de taiehas tanto
le fabrica nacional como estrnngcira,
batidas, fundidas, grandes, |tc|iicniis,
razas, e funda* ; e em ambos os logares,
existeni <|iiu noas, ou carros livres de despeza. Os
preeos sao' qs mais coinmodos.

ESCRAVOS FGIDOS.
Contina a estar fusido desde 17 de dercmhni
o escravo cabra, natural do Am, por nonie Miguel,
representando ter 22 anuos de idade, com os sig
naes seguintes : estatura regular, corpo reforfadu,
mos c pos grandes, lendo o dedo grande do pe
bstanle separado dos oulros ; sem barba, rosto
triangular, olhos pequriios, drilles limados, e falla
um |Miuro fanhosa : levou vestido camisa deriscado
com mangas curias, ral(a de algodSo azule chapeo
de palba. Levou junlamenlc urna salva de pra-
la lavrada com as iniciaes A. V. S. B. e*l*ca-
das no cenlro, c pesando 217 oilavas. Roga-ar
quem a mesma salva for oflererido, e a quem po-
der apprelien.lcr o dito escravo, de o mandar en-
Iregar a seu senhor, na rua da Cadeia do Recife, ii.
10. ni n* silio de sua residencia em Henifica, em
u-eule do vi\ciro, o prnnielle-se gralilicar com e-
nerosiilaile. .Monto I nlenlim da Silva Barroca.
Ilosapparorcu no dia 10 do fevereiro, do euge-
ulio Massangana.doCalio, um prelo, ei ionio, de no-
neGenldo, reprsenla ler 20 anuos, estatura recu-
lar, e o signal mu- claro ho urna nissa que le.......
um |<;, de um pao que llie cabio em rima, em pe-
iiiieno : quem o pegar cnlregue-o ao lllm. Sr. niajur
l'.nlilli.i. que ser beui |iago, ou lvelo ao dito cn-
genho.
Pw-.i-Ttp, da H. r.
Parta. -I*''


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