Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03136


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Full Text
/
Anuo XXVUl
Quinta teira 3U
r
DIARIO
1'tVFMi DA SDBSCIIPCO.
1'miiMI SIO AliUMUio.
Por limcitrc..........
Por semestre ......
Por .nio .;.. ........
Pauo DKto do iHami.
Por .|il.irtrl...........
NOTICIAS DO IMPKlllo.
Para SO de Novbr. Minas. 8 de Dezbr.
Maranbao 5 deDrzbn S. Paulo lodedllo
Orar... 8 de dito R. de >.. 16 (U dito
l'arahiba. 17 d Derbr. Bahia ao de dito
4aooo
8#ooo
4/0001
I/00
DIAI DA SRHANA.
37 Srg. iff S. Joo Ap.
28 Tere. Os Ss Inno-
centes.
21 Qllarl, S. I Ikhii.ii.
31 Quii. S. Sabino.
.11 5eit. S. -> Silvestre.
1 Sab. Jffiff Clrcumcl-
so do Senhor.
2 Dom. S. Uidoro b. ;
S. Argeo.
AliniMCI s.
Juito de Orphoi
J, I, ii 10 boraa.
I. vara do eivtl.
.3. e (l. ao meio-dia.
Faltada.
'3. rii. a 10 horat.
[ i, t'iro iln rill.
I. e sbados ao meio-d.
fteiefdo.
iTerrai e (abados.
' ?*
le Dezembro de 1852.
N. 204.
PEMAMBlfGO.
III'IIKUKIIIDKS.
Mingoante 4, a I hora e 36 minutos da t.
Nova II, a l hora e 13 minutos da m.
Creseente i il, as 6 horas c 2o minuto da in,
Chela 26, a I hora e D minutos da tarde.
MBlMAIt DR HOJE
Prmeira s s horas e 30 minutos da manbia.
Segunda as 8 horas c ,jt minutos da Urde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
na Parahiba, a segundas c eitaa-
ras.
RiltCrande-do-Norlc, c Victoria as quima
(airas.
Bulto, Caruar, e Garanbun no 1* e lo de cada
ex.
Piares, Ourlcury, Ea c Boa-Vista 13 e 28.
(HUda, todos osdias.
Tutos so Crrelos partera o melo-dia.
NOTICIAS ESTRANGF.IRtS.
Portugal.
Hespanhs.
Franca .
Blgica .
Italia .
Alemanha.
I'russia ...
Dinamarca
Russia .
I 11 r.fil 1 i .
9 de Novbr,
Ode dito
".Ir il it
Idedi'o
3 .Ir,I,1 .
3 de dito
3 de dito
30de Setb.
29 de dito
38 de dito
Austria .. SdeOulbr.
Suissa ... 2 de dito
Suecia -.8 deSrtbr
Ingalalerra 8 de Novbr
|E.-Unid0S .>.'! ilrSrlIir.
[Mxico '. 15 de dito
Calll rn 6 de dito
Chlli 10 de dito
Huenos-A 2o de Novbr.
Montevideo S de Uezbr
CAMBIOS lli: 20 lih DE2RMBRO.
Sobre Londres a 28 Paris, 310
Lisboa, 95 por cento.
mu
Ouro.Oncaa hcspanholas ..... .29/0011
Moedas de|IOOvelha......ibyoon
de H/I00 novas.....I-I.....
. dt t/ooo........o>onii
Prata .PatacOc* liraiilelros.......if.n
Pesos colnninarios........IJ120
Ditos mexicanos.........r#80A
nWTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA I i DO CRRENTE.
Officio A' tbesourariade fazenda, inteiran-
do-a de haver concedido trinta das de llcenc
coiovencitnento aojun municipal c de direlto
inteiino da comarca do Rio-Ponnoso, bacharel
Francisco de Assis de liveira Maciel. Fize-
ram-se a respeito as uecessarias cotnmuni-
caedes.
Portara --Nomeando profeasor da cadeira
de instrueco elementar (lo segundo grao da
1 reguezla da Muribrca a Manoel Antonio de AI-
buquerque Machado, que obteve preferencia
no concurso. A que se procedeu para provimen-
to da dita cadeira. Espediramsc as uecessa-
rias communlcacdes.
OEM DO DA. 16.
Oflicio Aocominando das armas, dizendo
Dito__Ao director da colonia de Plinentei-
: ras, devolvendo aa cuntas da despeza frita de
20 de selembro a 3l de oulubro ltimos oom i
! colonia sob sua direceo, afirn de que as rafa
1 processar, nos termos da informacao do conta-
dor da thesouraria de fatendi, que se refere o
odelo, que remelle por copia, do respectivo
inspector. ,.
Dito Ao secretarlo da mesa do coliegio
elritoral de Iguarass, devolvendo a acta da
eleico, que ali teve lugar, para depuudos ge-
raes, visto faltar-lbe a formalldade do artigo
71 da lei de 19 de agosto de 1*46.
Portarla Nomeando a Francisco Caroeiro
Machado Idos Jnior para o lugar vago de
guarda do consulado provincial. Expedirain-
sc respeito as necessariaa coinmuoicacdes.
DitaAo agente da companbia das barcas
de vapor, para mandar transportar para a cor-
te, por sonta) do governo, Josqulm Manoel
Gomes, que obteve escusa do servico militar
DEM DO DA It.
Olficio A Fernando llalield, engenheiro
di aristocracia russa. He a pala coojuracSo
que o desgrana lo principa Trouhetskoi de-
v"ii ser mandado para as minas. No mo-
mento em que um dos conjurados, Moura-
wieff, ublevava u-n companhia em nona
da repblica slava, urn relho soldado se
aproximou dalle e disse : Quoro tamben)
grilir viva a repblica toil masijunn se-
r nosso imperador? O dito do relho solda-
do russo tiflo he quisi sempre a oxpressSo
das massas populares 7
A repblica: bem! rlizem elles, mas quem
ser nosso imperador ?em outros termos,
i|ii"iu cuidar desta eterna necessidade de
petua : procuramos arre lar as illusoes; m emflm, tamben) nSo parguntsremos se fp>a
ve-dado que a guerra se poderia encontrar
hoja na lgica das consas, como isto talvez
teve lugar ha mais de .um meio de sculo.
No momento em que reberftava a revolu-
uma linha de paquetes tranratlantic os que
servissem nossas colonias, o golabn do M-
xico e o Brasil. Marsclhi o oulras cidades
reclamam por seu lurno. como he natural,
e fazem suas propostas. NSo entramas as
minuciosidades deslas propostas e deslas
co franco?, a travez dos crimes que iam ;solicilaci5a8 simultaneas, o essencial heqne
maachar aquella tempo, havia um torio de! este conflicto da pretenc/les o do rivalidades
refirmas ousadas, Ingllimas a realisaveii em entro estas diversas cidades que podem s-
suapropria moderscSo, as quaes se inaugu-lpirar a ser emprezarias de linhasde paque-
ravam pnr fazer parte de hojeen) dianta das' tes, nlo pOem mnis demora no estahleci-
sociedades molerna ; e-a, por muilos res- f manto da commtinicacoes directas e regula
paitos, urna oov ordem do cousas que vi-
nha cii-ii i.--s-i contra a ordem antiga repre-
que, para poder cumprlr o aviso que reir.elte ....... ..-------
por copia do ministerio do imperio, fazse pre- cncanegndo da exploiacao do rio de an-rraii-
ciso que aquellc cominandi, indique um olTi- ciico, acensando recebido o oiciociii que .>.
cial idneo para substituir ao capitao Jo-a me. nartlcipou haver chegado a villa da nar-
ra do Itio-Orande, e ter de proseguir em ter-
ritorio desta provincia nos trabalhos da explo-
rado do rio de San-Francisco, de que lora en-
carrrgadn pelo governo imperial; e declarando
em respostaaodito orncio, que, bavendo rece-
blo do ministerio do Imperio o aviso que re-
melle por copla, eipedioem 15 de marco des-
la anno ordena aosjuizes de direito das comar-
cas da lloa-Vista e Fices, e as cmaras e julzes
tnunicipaes de Ourlcury, Boa-Vista eTacaral
com copias do mesniu aviso para o hu oclle in-
dicad i.podendo.poiconseguintc.S. me. dirigir-
le s mesillas autoridades, c a quacsqurr ou-
lras em nonie do governo imperial e da presi-
dencia para Ihe prestares os auxilios de que
precisar, e pedir a mraina presidencia as provl-
deorias que jiilgar necessarias ao desempenho
da sua cominlsso.
Dito A coinmisso medir, nomeada paia
dar esclaiecimentos sobre a l'ebre amarella, re-
metiendo em original a inlormaco que deu o
juii de direilo da comarca da Boa-Viita acerca
da menina febre.
Evangelista Nery da Fonseca no cargo de diiec
lor da colonia de Pimentelraa.
Dito A' tbesouraiiade fasenda, cotmnuni-
.nulo que, segundo constou de aviso da repar-
tico da mariba de a3 de noreinbro ultimo,
foi exonerado o pilmeiro lente da armada
Francisco Duarte da Costa Vidal do ejercicio
de ajudanle da inspeceo do arsenal de inari-
nha c da capitana do pono desta provincia,
o mi como do servico cm que se achava em-
pregado oas obras do inelhoramcnto do porto,
c noineatdo para o substituir o priineiro teneu-
tc Ricardo da Silva Neves. -- Igual cominuni-
cacosefezao iuspector do arsenal de inarl-
nha c ao contador.
Dito A' mesiiia. remetiendo, para seu co-
nbecimento, una cxemplar Impresso do rrgula-
meolo que espedio para execucao da lei pro-
vincial numero .'i' de 5 de maio deste anno.
Neale sentido officiou-se i ihesouraria da fa-
zenda piovincial, director das obras publicas,
presidente do tribunal do comtnercio, presiden-
teda relacao, procurador da coro, associaco
uouimercial e a directora do banco desta pro-
vincia.
Dito A' inrMiia, para fazer publicar, na
forma do eslvlo, que os concesslonarios de ter-
renos de uiarlnha por foro ou renda, que leu-
do as medicdes feilas, nao solitarem scus ttu-
los deotro do prazo de trinta dias, eos que, t ru-
do alcancado despacho de aforamento ou ar-
rendamento, aioda nao promovern! a med,
(ao, nem trataiam de realisa-la c de solicitar
os respectivos ttulos dentro de 60 dias, cousi-
derar-se-bo sein direito aos mesuios terrenos,
c estes no caso de serem dados a outros pi e-
tendenlcs.
Dito A' mesina, devolvendo o requerimen-
to do Dr. Loureoco Trigo de Loureiro, para
que Ihc delira, na forma por elle requerida,
rate que a accumulacao dos Irabalhos de urna
cadeira continuain a pezar sobre o lente at se
cuncliiirem oscxanies drlla, e portanlo conli-
nd tambetn a subsistir a razio por que Ihe
foi concedida a gralilicacao. e he o que se de-
prchende do aviso numero 139 de 8 ,ic Janeiro
de 1839.
Dito A' mcsiiia, ioteirando-a de haver con-
cedido um mez de liceuca com ordenado
juiz municipal da prmeira vara desta cidade,
bacharel Manoel Clemenlino Carneiro da Cu-
uha. Fizerain-se a respeito as necessarias
tommuoicacoes.
Dito A' mesina, para mandar adiantar ao
juiz municipal edeorpbaos do termo de oi-
anua. Caelano Estellita Cavalcante Pessoa, a
quaulia de 80oOoors. por conta dasominacou-
signada pela ordem do tbeaouro nacional nu-
mero il i de 4 de novcinbro ultinao paraoecor-
rerasdespezas.com a descrlpjao e avalia(ao
dos bens do extinelo encapellado do engenho
novo de Goiaona, sendo essa quantia entregue
ao mesmo juiz ou a pesaos, por elle competen-
temente autorizada. Coiumuuicou-sc ao refe-
rido juiz.
Dito Ao dirceler riai obras publicas, ap-
prnvando a suppresiao que S. me. propos, de
dous dos ajudantrs dos guardas de conserva-
ran da eslrada do sul, visto que nao pode ser
conduzido por cllcs o barro necessario para ta-
par os buracos exilenle* na uiesma eslrada ;
lUinprindo, porcm.quc os refe.ldos ajudantes
nao sejain aJmiltidos novamente ao servico
sem autorisaco da presidencia. --Communi-
cou-se a thesouraria da faxenda provincial.
Dito Ao mesmo, dizendo, em vista de sua
informacao, que pode mandar fuer por adini-
nislraco o concert de que precis, a poute da
ra da Aurora. --Communicou-se a thesoura-
ria da faseoda provincial.
Dito Ao mesmo, approvando a compra, que
S. me. fez de um barril de alcatio da Suecia
poi MjfOOO rs. para aobra da poute doTapacu-
r. -- Communicou-sc a lliesouraria da faicn-
il.i provincial.
DitoAo mesmo, coocedendo a amorisa-
(aoqueS. me. pedio para applicar s oulras
obras em execucao por administrarlo os mi-
leilaes.que se acbam em deposito perlencentcs
as da ponte dos Argados, visto como tem ella
de ser construida toda de madeira, e no mesmo
syslema actualmente existente.
Dito Ao director do arsenal de guerra, pa-
ra mandar fornecer d'agoa companhia de ar-
tfices, vista de pedido do respectivo com-
nandante, sendo a despea feila pelo portelro
daquelle aisenal, e empregados na sua con-
duccao os Africanos Iivre3. -- l'arlicipou-se ao
ni urinal cammandante das armas.
Dito A'thesouraria da fazenda provincial,
para que, vina du certificado pissadu pelo
director das obras publicas, mande pagar ao
o iriii.it nle do lerceiro lanco da eslrada da
Escada, Manoel do Reg Barros, a importancia
da segn ia prrstacao, que elle tem direito,
por ter concluido os dous tercos das obras do
cu contrato. Coinuiunico-sc ao referido di-
rector.
Dito A' mesina, para mandar pagar ao ar-
rematante do dri iinn-oii.iv i lauco da estrada
da Victoria, Jos Pernandes Montero, a Im-
portancia da preslaco, a que tem elle direito,
visto haver concluido as obras do seu contrato.
Inlelrou-se ao director das obras publicas.
Dito A* mesina, autorisando-a, vista de
u i Informacao, a mandar adiantar ao thesou-
rnro pagador da rrpartico das obras publicas
a quantia de :650/s0<) rs., mencionada impe-
dido que remelle, para occorrer as despezas a
cargo da inesma repartlcao em o presente mez.
i.oininunlciiu-se ao diicclor da referida re*
parllcio. '
Dito A' meama, para que, a vista do com-
petente certificado, mande pagar ao arrema-
tante do segundo lauco da eslrada da Escada,
Jos Gorgoubo Pacs brrelo, a importancia da
segunda prestajao a que um elle direito por
ter concluido os dous tercos das obras do seu
contrato. Communicou-se ao director das
obras publicas.
Dito Ao administrador docnrreiodcstacida-
dc, dlsendo que, vala do exposto em sua infor-
nacao. que deu lugar ootncio.que remelle por
copia, do delegado do termo da Boa Vala, cura-
nte que S. tnc.. nao so represente a directora
eeral doa crrelos sobre a mudanca da ageueia
da frrguetla di Boa-Visti para a povoacao de
Cabrobu, mas taiiibein, entrando na ladagaaie
do que dlx o mesmo delegado contra o actual
agente, proceda a respeito como lor convcui.
eute ao servico publico. OITiciou se ao dele-
gado de que se trata par furnecer pruvas ou
esrlareclmentos mais positivos, que possaui dar
lugar a urna ludagica i Sobre a argirn Ir 11
ao mencionado agrntr.
urna direccSo e de um comtnanlo que re- sonlada pela maaor parte jlos governosda
sentimos? Porventura ser o agitador o tri-l Eu^-.a. llalli elle duelo gigantesco quos
buno, o i'hce de alguma oern.la i" snce'-.'' ,fnrguio .travet das ph.se* as mais diver-
Ha anda um dos admirareis instinctos do'sase que termmou pitia derrota material da
piivn nHii ver urna |pur*iiiulii'.ii;ei natural o l'rni;a e pels sua victoria moral,ao menos
seria do poder soberano scnSo en) um prin- ] pela sanccSo de alguns dos principios ju*tos,
cipe, n ii ni homnm nascido do urna familia sos a moderados que ella liona proclamado,
investida dnum carcter particular, acoslu-'Por ventura succedo hoja o mesmo aoaaliir-
.res entre nossos portos do oeste eo conti-
nente a'mericauo, como disse o principe pre-
aiilente. Se o realissco deste penssmenlo
era julgada desde 1840 indisoensivel ns nos-
saajelacoes com o Nuru Munio. q'.'anlo is9
lo n3o he hoje msls rerdadeiro asta lan-
zar os olhos sobre um estado de co nmercio
para ver em que proporcilu estas relatfies
augmentan) cada da. lia 1816 a 1851 a cifra
de nossas transaeces co d a America lo Sul
se elevnu de 93 mullos 171. O Brasil so-
manto, subi neste periolo de 47 a 73 mi-
Ih '* ; elle est no nono lugar cm nossas
exporttces. NSo fallamos desta ebrrente
de relc/i .* intellectuses que existem entre
a Franc.a o a America do Sul, e que l.V to
til ontretor o. augmentar. Sem duviJa as
triada a reinar. moa de alguns annos tempesluosos que
Grande examplo do poder da ideia dri au-'csbamns de atravessar ? Oque distingue
toridade, de hereditariedade e de IradiQo profundamente, palo contrario, a rerolucao
Os suphismss revolucionarios podem obs- franceza, he sua impotencia, sua indigencia.
ni i'.-Id n ni momento, ella renasce logo de sua esterili lade. Agora ios'n > que ella ns-
II msmu. Qjebram-na em sua forma amiga, l a ponto de caliirdelinilivamente no fosa),
as massas popularea a sailain debaixo de nflo se Ihe deve outra justiq. senSo a que
urna nova forma, a quem a gliiiia serve de 'Ihe faria um ministro do presidente da re-1 con li(0cs silo menos propicias hoje ; nosso
anligiii.la le, e ellas se comprimen) eni der- publica, quando a cliamiva urna catastro-! parz lem de lutar com a Inglaterra, com
redor daquelle, cujo< acontec mantos fezeni phe. A rcvolofSo de fevereiro nada ten empresas polerusis, organizadas e j se-
aos seus olhos o representante actual dosta feito prevalecer, porque nada tinha que fu- i nhoris deste grande miivimento, que tende
idea de aulondsde e do liare litariedade ; zer prevalecor. (jue idea deu ella ao mun- incessantemonte a crescer entro os dous
ellas restituem o que as revoluces ahslem do? Que principio novo e til inaugurnu el- muudos, porm, tiote-se que pela ramilica-
a tiros de sophismas dcstrui.lores e da de- la? (Jual he a reforma, o meliioramenlo que ?3o de nossos camitihos de f Tro para todas
clamarles. A qneslL) dogranaJeiro russo nSo fosse inlinitamente mais possirel sem s; nossas fronleirss, um de nossos portos
est resolvida para ellas ella do que com ella i Em suas tendencias pode vira ser hoje um ponto de transito
No meio los incidentes multiplicados quo molera.ias.a revolu(9o de fevereiro nos deu mais nalurai e mais cimmoio para una
se proluzem na passigem do principe Luiz os poderes precarios, as autori lades conl'S- \ parle da Europa, sem contara propria Fran-
\.i| nlr.'iii, r.ir.i dilllcil sem do vi la achar ca- tadas, a agitac, 3o em permananc
Em suas
da da a novidade e o imprevisto. Oque ha tendeocias extremas trouxeo socialismo. Os
de mais notavel, he ver como o pensamenlo poJeres precarios ellas v.lo acabar, rep.i-
da viageo marcha, se desenvolve e se diados palo proprio povo. O que fui um
consolida, e ha aindt, atravez de tudo isto, mundo nov i, mundo selragem a barba-
mais de um episo lio, o qual para nSo estar ro o socialismo, he a exacraQodu mun Jo
no epigramma, nao tem menos interesse e cirilisado, de nusso paz como de lo los os
signilicafao. Por eiemplo adiarnos urna outros. Onde estaara desde entSp os ele-
grande -uiuli.'ir.io en algumas palavras meatos de urna lula da principios,' da um
pronunciadas de improviso pelo principe choque poltico entre a Franca, e a Europa?
Luiz NapolefJo em Monipellier, em um baile Eia>aqui portanlo, um ponto da vista drbu-
popular no qual bradaram-lhe de muito xo doqual potemos dizer que a guerra nSo
pe to i Viva a amnista .' Pr.icurai lomar- est na lgica das cousas. Existen, dizetn,
vos dignos della por vosso patriotismo esa- os resautimentos nacionaes, os antagonis
bedo'ia a respondeu o principe, arrostrando trios de poro a povo, us desejos secretos de
o grito que sa extingui sbitamente em to engrandecimeuto ; mas quom n3o v que de
dos os labios.rQuanlas fantasmas no se des- urna parta, os espritus tem singularmente
vanrcariamdesteinodo.se soubessom en- muJado depois de trinta annos, O odios e
cara-Ios com lirmeza e opportunidade In- os resanlimenlos se tem enflaquec Jos se-
felizment i em Francja, quan lose desejs urna lo extiuguiJo as relagOes la tem mu i ti -
cousa, o primeiro pensamento que apparecd plicado os povosse tem misturado, os ri-
e fazer della objecto de um grito qualquar, leressesse lem confuJido, e que de ou-
no qual se esconde um certo sent lo amei- tro lado, antes de pensir em seu engramle-
ra.inr. Conforme as occasrfles e os lempos, cimento ou em fater a guerra, toJos os po-
grita-se : Viva a lihcrdade vira a carta! vos europsus, tudas as nacionalidades euro-
viva a reforma viva a amnista Isto di*- peas le n de preservar-s* le um me>mu pe-
ponsa do fazer o que he necessario para che- ngj o de contribuir de umcutnmum esforfu
gar a seu lim pelo meios mturaes, tornando para lirmar a civilisaco abalada e posta
tudo fcil e legitimo. Reliram-sd salisfeitos ooduvl.la? Debaixo desta rolaslo aiuiaa-
de terem salvado a patria e o progresar) por cima das desniMgencias secundarias, ha
suas acclamar,oes reformadoras quan tolo un urna solidaria lade superior que permanece
vociferado o snelo de urna revoluclo. N3o cono urna garanta da paz. Talvec nos dis-
a nada de mais curioso do quo a historia sessem que a guerra est na lgica das pai-
dos gritos publicas em FrsnQa, de sua po- xo .* que nos fura parroetudo no re la na lo-
pularidade e de seu descrdito. Fina me- gica rUS cousas, das necessidades politicas,
Unrmenos destas manifestac;oes externase das tendencias moraes, dos interesses mate-
ruidosas e mais dessa sabedoria e patrio'is- naes dos poros. Ha esta intima e forte ver-
moque conduzem a um resultado que dao dalo cuja espresslo est as patarras mn-
vi la poltica seu carcter serio e sua con-, morarais do principe l.uiz NapoleSo. Um
sisteucia. Importa muito que as populachos oulro mrito do discurso de Burdeos he quo,
saibam que nt boa conducta e na modera-como dizismos, elle lira da politice esta fa-
EXTERIOR.
CIIIIOMCA DA QUINZENA.
Paris 11 de oulubro.
A viagem do principe presidente continua
com o mesmo carcter no meio dos mesrnos
incidentes o das mesrnas impresses publi-
cas cada vez maisvollad para o nico des-
fecho que podo resultar drsta mullidlo d
manir staces. RecepQoes magnificas, fastas
sumplu.isas, pompa*, olllciaes, concurso das
populr;6es, discursos, accIamaQrS, tudo se
rene para por esta excursao .lo meloda
ao nivel das recepces as mais exploudidas
reservadas a um principe, e para fazer a
inugurac.aodeuma outr cr, aqual nao
he mais um simples present ment, lia
um mez ja que dura esta viagem atravez de
urna snrin nao inlrrrompi.l de ovaces O
principe Luir. Mapolefio tem percoindo urna
grande, parlo da Franrja, lem posto o p no
terreno o mis minado pelas propagandas :
locou cm Lyao, a segunda capital das rero-
luY0?s; em Toulon.um dos arsenaes de nossa
marinna ; em Merselha, um dos rucos do
nosso commercio; cm Hontpellier, e em To-
losa. Brdeos era hontem apenas seu ulti-
mo ponto de demora importante. Tem alra-
vessado de alguma sorte todas as zonas po-
liticas do paiz. AmanlsSa ello estar em Pa-
ris, e he difli.ul que sus entrada excela as
recc,ic.oes meiidronaes Ha aqu umi cou-
sa pailrcjlar, ha quoaris he sampre Paris,
a ci lade caprichosa e ardente, a primeira em
sndeiXHr iiiflamar.e canogar o peso das
revolucOes que Taz, a mais difiicil talvez de ,_
curvar-se, a raluha ras cidades pelo espi- em seus governo*, do com nunicar-lhe seu lao grande papol, e arradada esta ratalidaJe,
m'o pela intelligencia, pelo ascendente de espirito, de aclimatar em sua vida publica a jilea a idea simples e viril da resnonaabili-
tntaiforca e de lautas seluccOessociaes dofuri o a livra regulariJale.de tornar inu- dada para O povos, como para os governos,
reunidas. Paris tem enviado muitas vezes teisas med las rigorosas e os grandes de- como para os individuos. Com effeilohe
pelo lelegrapho s provincias revolucOes e senvolvimentos do poder. As autoridades,boa que uos e outros rnconbe(an) que al
ulanjas do governo ; he possivel quedes- poderosas, bem como as medidas severas
ca. Burdeos p le entrar em lula sem des-
vanlage n com Southampton, principalmen-
te se em servido exacto conseguir lizer
nossas i-.un .iiiiim- k,i> -s. mais promptas e
menos dispendiosas, o que he inteiramente
pussivel. A I-ranga conduziria assim para si
um pouco desta correla establecida hoje
pela Inglaterra para a America do Sul, para
o Brasil, como para as costas do Ocano Pa-
cifico. Ha a urna cidade como Brdeos que
cumpre tomar a iniciativa da urna tal em-
desordem e a confusSo nos espiritos, enor-
ram as intelligencias, confunden) as no-
caJas.mudam osentidodas palarrase dascou-
sas, se bem qto se acabe um da poradmi-
rr -r'.len lo urna educa(Si) nova que refazer
sobre os dados os mais primitivos, sobra os
ru lirr.nnti.s mesrnos da vida poltica e social
Dhi estas ques'fles elementares que espiri-
tos diversos estahelecem : O que he o po-
vo ? o que 'ie o podi r ? Em nm paiz em quo
reina a igualdada civil a mais complela, oli-
do a nobreza no he mais que uro titulo, on-
de I aristocracia na sem previlegio, imagi-
nis talvez que o povo he todo o mnnJe,
he vos e eu, o proprietriu o aquello que n-
re de seu lrablho, o escrlptor c n comaicr-
eianlc. Dcsenganai vo ha um poro par-
ticular o uso dos iniciados,ser mysterio-
so e abstracto que no toma corpo seno pa-
ra figurar ns manifestir,'S patrtotica.se
as inserruiroes. He elle o verda.leiro sobe-
rano, aquelle que tem direito de vida e do
inorte sobro a sociedade e mais amia sobro
os governos. Nao he mister, por exemplv,
elevar-aa a cima de certo nivel, sem quedei-
xeis do ser povo ; sede um burguezou um
aristcrata o perdis vosso direilo a sobera-
na. He eslesophisma democrtico quo an-
da mais urna vez foi desmascarado e dis-
cutido, nao sem talento, cm um livru que
tem por titulo : O que he opovo? no qual o
auctor se propOa restil"ir algumas nocoes
as mais simples sobre o valor da -azo e da
iutelligencia no governo dos negocios do
mundo E do oulro la lo, o que he a aulo-
ridada? He a pergunta que fez Mr. Wallon
em seu opsculo inliltiladoo Poder. Esta
palavrapodertem na verdado soffrido
tantas iuterprelaces bizarras como a de.
povo, e ii.lo Irira mais fcil entender-SL a
respeito de urna do quo de outra. .s.lo he por
que a natureza do poder, suas cooditde.s
necessarias e immutaveis no s'jatn muito
claras aos olno de qualqucr que reflecto'
um momento : Mr. YVallon as faz sabir do
estillo das cousas contemporneas e as de-
fino com urna penetrarlo particular, mas
depois da tantos ensaios, de lransrormac,>s
e de evolufes, qual he a theoria que nao
lenha recebido um diaalgum sanguinolen-
to desmentido dos aconlecimenlos ses-
preza, sem excluir todava as outras cida- piritos os oais singulares sau aquelles que
des do litoral .|.i ocano. j negam dogmticamente o podar e prosc-
SeJ'ans nSo lem estas vanttgens de um guem a abolifSo dosta ideia ioherenle a oi-
cotitacto iniiiiu.il un com o mar, se nSo p- j islencia da propria sociedade. Passem olles
de ambicionar o papel de urna grande me-1 P' a realisa(So dalles priucipios, inime-
tropole martima, ple achar em outros dislamenle, por urna derrsSodosuas bizar-
meios, om oulras combinaedes, debaixo [ rs conccnes, tudo o que fazem, nSoser-
mesmo do ponto Je vista do comtnercio, ele-: ve senilo para fazer renascer o poder mais
mantos de engradeciment. Um distes; 'orle, mais poderoso., mais pleno que
meios he certamente o estabelecimento de nunca.
Jocas decretadas ltimamente pelo gover- Na verdade, um dos mais tristes symplu-
no. Sabo-se qual he o destino das docas.! mas contemporneos, he est< confusSo om
S3o vastos emporios onde licam depositadas lodas as no(0es, em todas as ideas, esta
todas as merca lorias ale' o momento em decomposicSo das cnusas moraca e intellec-
que ellas entra m ni consumo, i'oi meio Je luaes deque fallamos. Pur iufelicidaJe i
um recibo ou warrant que serve Je titulo de historia tambnm tere de resenlir-se mais
propriedade, ao mesmo lempo quo pron a de urna vez desta fa|silicaf9o universal, e
natureza c o valor do objecto de commer- de curvar-se as fantazias desenfreadas ou
co, e que lem um curso como um titulo ao espirito de lyitemi. K9o acusareartis
publico, as mercadonas podem ser negocia- sem duviJa a Mr Vaulabelle, o qual acaba
Jas sem mudar de lugar c licam cumo ga- de publicar o sexto volunto de sua Wilotrc
rantia do recibo em circularlo. Sahc-se, le la Iteitnuralion, de caler plena e volun-
innibem que ppel representa na vida com-, lariamente a estas tendencias; elle faz es-
mercial ue Londres, osvslema das docas a, forros para rounir todos os tactos; ho visi-
llos warranls. A Inglaterra he sempre a po-i volinente um historiador que toma ao seiio
derosa ollicina da qual sabem estas grandes; seu Iraballto; mas oque imicde que elle
sinipiiijcaroes das ope .ri;.i.'s do negocio, o penetre o sentido da u oca que refere, e a
Sena nao he o Tamisa, sen duvida, e Pars j reproduza em sua roracidade, he o espirito
nSo pOJe rivalisar com Londres; mas por i que o inspira. Ora o espirito Je syslema
sua posijilu pJcv.ir a ser urna especie de, (|uiz molerr-so, tomar um meio mais grn-
c3o ellas tem os melhorea meios de influir, talidade que ahi representa muitas vezes um emporio no meio da da Euiopa. J om 18*81 ve e compulsar os documentos: elle na i
m--------,.-.------------.---
la vez, s provincias acnem algn.-prazer em no inscem da si mesrnas ; ellas se oxpli-
toj.ar a inicralira polilica, imprimindo em cam por um corlo estado di sociedade que
primor mi lu(ar o sello Je sua alncsSu urna as torna nimio comprehensive.is. Por quem
inevitavel transfor maullo do poler. este estado podo ser efilcazinenle modificado
Si examinar-se bem esta riagem do prin- se nSo lor pela saboJoiia o pelo patriotis-
cipe Luiz nepolola as prorinciisdo meio mo i Eis aqu porque as palavras proferidas
da, poJe-se ver nells mu como resumo em Montpellier tun um santido polilico, o
vivo o loquaz da situarlo actual di Franca qual as circunstancias loman mis claro e
com as novas perspectivas que la abrem pi- eque em tollo o Clin, devena estar sempre
ra o pai, com este goslo de seguranza tilo presento aos povos como aos individuos,
prompto na so desenvolver, com asneccssi-i y muito ,m ilesenvolvimcntodo pensamen-
" to que paira sobre tola a viagem Jo princi-
pe Luiz NspuleSo, he fcil de scgui-lo e de
apanhar de alguma sorto as duas phases as
mais caracle.islicas, os dous pontos culmi-
namos. Em LyJo, o principe dizia : NSo
sei aiuda dobaixo deque titulo posso fazer
maiores servidos.... Ho boa que a nacjlo se
Jades, desejos, to.i lenci-s que produem o
desgoslo, a fadiga das revolucOes. e lamben)
com estes ltimos reflexo* dos pcnsamenlos
sinistros que dnixain spos si as pMdi?es
anarchicas. Urdir em alguma parte micluni-
cOes secretas para envolver em urna mora
.'un nnni, ua vollj de um canuoho, o chele
mas esta tentativa trazia o cunho da poca ;
era co no um soccorro oerecido ao com-
ineicni o.iprnn: lo Jo que o recurso activo
e vigor oso Je um movimento normal. Alm
roolugOasaas catastrophes nSochegam sos. disto, o momoulo nao era talvez muito op-
que orros as pre.iaram, c que estes erros, porluno para operar;0es lias quaes ocreJito
que ellas tem commeltido, leriam poJi lo o a conlunca publica lem seu lugar. Aques-
liv emente erita-los, He pur tinto sob os lao he saber o quo vira a ser hoja esta ileia
auspicios ua paz que se anuuocia a prxima | em melhores condi^Ocs, lia urna companliii
transformacSo da repblica e do poder. Co- que he coucessionana do privilegio deste
mo. principio, este lransfoririaY3o est visi- 'estabelccimeuto. A doca parisiense Jeve
velmente consumada; comoracto, em quo elevar-se na pra;a da Europa, prxima ao
Jia e em que hora se operara clia? NSo nos camiuhu do Havre; pela linlia Jo circula-
cabe dizer o que nSo sabemos. Seja como (So, ella comniunica com lodos os caini-
fOr, a polillo do novo rgimen da Franca j uhus de fero que conduzem Paris as mei-
tom seu symbolo neste discurso de Bordaos caJon s; por aieio de emporios secunda-
qua he talvez a ultima manifestado impor- rios, ella esla an alcance das vias Jo nave
se tuina tentado a realisnao deste systema; d 'ixa 13o pouco seus vestigios sobre os acon-
1 teciinentos, sobre os caracteres, sobro o
movimento das cousas e das opinies. O
lirro de Mr. Vaulahellr., e.n um cerlo sen-
tido, nao ho una historia, he a opiniSo do
liberalismo republicano o revolucionan.)
JocstaJo'e aquelles que o cercara, nSo tai recolha. Em BorJeos o pensamento se de-
dica isto o trabilho deosporado da paix-s seubaraca das manifeslaiifios do meio da.
in la mal oxlmclas ? Que o principe Luiz
NapoleSo lance os runJamentos do urna ca-
Uielral em Marselha, aprazendose em re-
Tudo vem convergir para o banquete da c-
mara do commercio, no qual o principe pre-
si lente dirigi ao paiz sus ultima allocucSo.
petir que a roligiSo nSo Jovo ser u.n instru- Tom-so dito que o ditcurso do Brdeos era
metilo poltico ; que olio aproveile as occa-i um acontecimento para a Franja o para a
lides Ju se achar cm contacto com o clero Europa, sim, sem Juvila, he um acjtitcci-
o do tionrn-lo, nSo mostra isto o lugarquoj menlu. e p le-so notar que um pensamento
uccupain as idaias religiosas em toda a em-] verdadeiro da Torga e evidencia lingusgem
preza Je reslaura;So sucial i' Se as popula- do principe Luiz NapoleSo O que deve fa-
rdes siudam no presidente Ja repblica um ri-lu mais desde o principio do discurso de
chelo coroado, que rzem ellas senlo extre- Brdeos, he que elle profeno a palavra da
marosenlido Je tolos os acantecimentos situarlo, he que elle respon.lii a Instinctos
cunlemporaneos e dar um corpos idoias del mullo profondos, a preoccupai)S, a necos-
estabelidade que nao le lixam nos espirito.*,' si lades, a inquietarles lalvoz, fazenJo da
senSo quando a estabel lado nSo existe i* paz a almi da poltica actual. O principe
presidente repelle esla faluidade, a qual, pa
ra muitos espirito!, parece ligar estas duas
palavras de imperio e de gueira. A gloria
se lega a titulo e heranca, mas nao a guer-
ra. Jiz elle com urna cxpressSo feliz. Nao
ha porque o campo das conquistas possiveis
e legitimas osteja resine o. A rol.giSo, a
Quando os agitadores excitara n sublevara
as massas poplales, elles desconhecem que
forva mystenosa invcncivel e movel poem
em jugo: he urna forja terrivel justamente
porque he enouyma, e nSo explica saus mo-
vinientos. Esls massas que .lesencaleiam
os agitadores quesejulgam senhoresdeHas
porque lisongeiam suas piixfles e arabic" s:' moal e a riqueza tem ain la pira conquist ir
imaginara poJerarremofiar ou Jete-las sua la .las populajOes miseravois e ignorantes
vonlade,curva-las as suas ambifOes e ios. Existem amia immensos territorios incultos
seusdesejos. O mais sinceros ou os mais para roleiar, portos para escavar, rios para
lioneslossSo aquellas que ponsan quo ellas tornar oavegaveis, onaes para terminar,
so interessam por suas Iheorias, constitui-' nossos caminhos le ferro para complelar.um
cues creaces abstractas e governo directo, vaslo reino dianle do Marselha par assimi-
luensilos ou sinceros, pirvenos ou ho- lar Franca, todos os nossos gran les portos
nestus, ambos deseonhecem um dos primei- do oeita para aproximar do continente ame-
ros instinctos das massas populares: a noces-1 ricino pela rapidez destis commuoicacoes
siJade de ser dirigidas, gorernadas, manda-' que oos faltara anda, temos linalmente por
dase aos seus olhos esto mando lem suas toda a parte, de restaurar rumas, (Jo abater
cimiicOes. Isto he rerdaJd de lodos os tem-1 lalsos dessos, de fazer triumphar verdales,
pos e de to los o paizes. Nao sabemos se Esta lingusgem fez impre*sSo, ella devia d-
estarSo lembraJos do acoiitecimeiilo mys- zer ; e, nole-s-, onde poma ella ser empre
torioso que levo lugar na Itussia pelo anuo gada mais proposito Jo que en urna cidade
de 1854 Umi vasta cuispiricn sa tirilla onde lautos interesses estSo rojniJos, onde,
irganissdo ; talvez fusse dillicil determinar do lugar mesmo em que o principe fallara,
juvlaucnlooseucaraclr; mas finalmente poda rer (Incluir os pavilhoeJ de innmeros
ella linha por lim ostensivo a conslituiciloi mvios pronvtos a siugrar para lodos os
le urna repblica slava, ella linha feito re- pontos do globo? Nos nos aiTagamos som
crutis lias uns litas Meirtf do exercilo elurida com sonlios de piz universal e per-
tantc do presidente da repblica.
Sem Jeixar a Cirunla de outr'ora, nao en-
contramos ahi urna deslas questoos que lem
siu lugar no discurso du prmeije Luiz Na-
polOSo e locam era interesses de primeira
ordem pira o paiz? Queremos fallar das
communicaces directas a eslabelecer enlte
a Franca u o mundo transailanlico. Ni ver-
dade, cousa maravilhus, estas comraunica-
e.i -s n.i i u\islem nSo he porque esta ques-
i.ii non teuha mais de urna vez preoecupa-
do as assemblss e os governos inleriorri;
ja em 1810 ella era objecto de um notavel ro-
tatorio de Mr. do Salvandy na cmara dos de
pulados e de urna lei determinando a crea-
cSo de paquetes transatlnticos. Por esla
lei, o governo era aulorisaJo a conceder a
linha Jo Havre aNew-York a urna compa-
nhia. Crcava om norae e por conla do es-
tado duis hutas principies, urna parlindo
alternativamente de Bordese de Marselha e
indo lucarna Martinica ,Gua.leluupn mu
Tliome, Porto llico, llalli e Cuba ; a oulro
de Saint Nazairo ao llio de Janeiro. A os-
las Hullas piiocipaes deviam vir reunir-so
Ires linbas secundarias, urna sobre o golfo
do Mxico e a Nova Orleans, a segunda sourc
Chagres e a Costa firme a lerceira sobre
Montevideo o Burnos-Ayres. Oezoito pa-
quetes a vapor de forets diversas e cuj cons-
iroceio estira ordenada, deviam aer aulli-
cinnlos para eslo servico. Iva indubllavel-
ii'.unie um grande e til pensamonto ; mas
oque rrsullou desta lei ? NSo queremos in-
sistir mais aislo. Em realidade, a exccucSo
nSo seguio o projecto. Os paquetes do oiis-
gai3o ; vem a ser um como centro no qual
p dem irIII ni som embarazo os objeclos de
deposito.
Tudo se rene para tornar esta empieza
seria, nSo se pJe desconheccr o impulso
novo que ella pJe dar aos negocios o a
inmi.iiir.i que polo trazer uos hbitos do
negocio de Pars. He uns sorte Je mobili-
sacSo que supprime para o com nercio mul-
las despezas iulernas e indivi luaes, e que
lem em resullnlo multiplicar as transac-
cOes, facililaud-as. Assim a vida cominer-
as! Je Pars ple adiar um recurso novo
ne.-l i r-i.Miio A (ra ves de todos ossyinpto-
.11.is de nossa situado, ha urna cousa
a considerar: he a quantidade do ele-
mentos que se oiTerccoin a aclividado publi-
ca, be o numero de especulares e de om-
prezas, as quaes so junta ao mesmo lempo
o espirito da industria livre Jos mais prxi-
mos perigos. Trabalhos pblicos, co.isiruc-
..'I1- de todo o genero, caminhos de ferro,
docas, vas de coiniuunicac,o alravcs do 0-
ceano, crdito territorial, ludo isto lem seu
lugar e sua 9gnilica(So relativa. Que he
preciso para que este movimento de aclivi-
Jado renas^a, prosiga o so consolide ? iVi la
msissenSo alguma soguranr;a e paz. Ilm Le
observava ja, ha mais de meio seculo, que
nao havia paiz que liresse em si mesmo re-
cursos, como o iiosso,.para se reslabelecer
promptameule Je seus desastres, llauque
notara ainda hoje os estrangeiros, quanlo
pizam nosso solo. Su oque elles nSo sa
bem he porque esforcos se comprara estas
rollas a urna vida mais normal e mais cal-
Irucciu nova foram reuni iosa marinia do ma. Ellas nSo reem de ISo perto como nos o
estado,e nem tolos foram julgadas as mais que-resta anda a Inzer debaixo Jo ponto Jn
exclloiites cm lili)'*. Durante este tompo, vista dos interesses, mas aiuda ni ordem
a Inglaterra, que linha ja entrado neste ca-
mioho tomav cida vez maiicom os Esta-
dos-Unidos, posse do ocano ; ella fizn to-
s as relic,oas entre a Europa e a Atmica.
.Nos meamos eramos seus tributarios em to-
jas is nossas rrlac-s com o Noro Mun lo.
Aiuda n.i i lemos commumcaciV:s directas e
regulares com is nossas colonin. He nestas
coudicOes que a questSo se levintou ullims-
menle.
Urna companhia considerivel, formiJi
como dizem em Brdeos, peda ao governo
mediante umi subvencSo, aconcessflo de
moral e intelectual; ao passo que elles go-
zam de passagera, admiran lo-os, dos tesle-
munhos de nossa civilisacSo material e de
uossi actividaJe renascente, sentirnos mais
vivamente as feridas internas que deilam
tantas commocOes succesM.v-f/-A-paz pu-
blica garantida e assegurarda', noi iclumos
em presenta das ideas para rectificar, de
obscuridad.! para ditsipir, do todas as fal-
silicari-ies para reformire do nov0ese rer Ja-
des as raais simples para seren adquiridas.
As revolucOes te.n cora efTeito este trine
e doloroso resultado, ellas lineara
sobre si mesmo e sobre o oulros. Aquella
poca Ja rcstauracSo aprsenla um expec-
taculo notavel; ame lila que ella se des-
envolve, todos os elemonlos do prosperido-*
Jes augmentan) no paiz, c ao mesmo lem-
po por urna coincidencia rstranha, no do-
minio politice, os odios nSo fazem senSo
envenenar-sc, os espirilos se exasperan), ns
lulas tora un um carcter violento; cada
diase aprofun la c se faz largo o ahysmo, no
qual o liberalismo nSo cria arrostar senSn
a ie.il si tradicional, e ule elle mesmo
cabio. Quanlo mais se cons lera esse tem-
po, mais so sent urna especio de melanco-
la, quando se vi lano encarnicamenlo ,
tanta | i:\ii, lano ardor era precipitar-so
em um desfrclio violento, e por toda a'par-
te o senliinento,temor nu esperanijada
pouca ilurac.lo desti serie e grande expe-
riencia constitucional. Era umi dJMUMao
I.ni ni-) o general Foy zombava dos esforz i
que se fazia para fundar a eslabilidadr:
.....II i vi .ni ministros, ha seto annos, di -
zia elle, onde estSo eiles?..... Quem pro-
cura lenilii.ir.-i' dos planos de governo quo
elles tinham trabado? IIi depois do meio
seculo um syslema que lem sido seguido,
un ministerio que lem subsistido, una ver-
dada ou urna lepulacoo poltica que lenha
fura lo sote anuos r" Quo aeremos ns, quo
seris vos cm seto annos?. ... E o lllus-
tro orador nao va que (aliando assim mam
feslsva uma das desgranas de nosso paiz:
beque nada ahi lem domeo, nadi ah so
consoli la ; he que Jepois oe sessenta aun.-.
ha um enorme Jisperdicio de talentos e do
n'ire.-.s sen l meio, sem res altado para gyrar
no mesmo circulo de provas ; he que somos
Invades a substituir ao espirito poltico, n
qual triumpha pela sibcJona, pelo patrio-
tismo, pela arcSo regular o legal, o espirito
do conquista pelo rotnpimento; he que as
opposicOes tomam muito bem seu partiJo
iiss destruQOes dos governns ; donue se se-
gu quo os governos Jeslroem, quando po-
jen), as oppesQOes, o de deslruicOes era
destrui(Oes, de tentativas era tentativas a
Franca segu esta carrera na qual tem pro-
duzido escndalos, algumas vozos, o espi-
lo o a admiracSo do mundo. Vamos his-
toria de hoje.
Um esclirecimento de mais appirece na
siluacSo reciproca da Franca o di Blgica
nis ultimas questes commarciiei sobre- .
nulas entre us dous piizes. As diversas pc-
cas di negociicSo, -os despiches trocados,
leem sido publicados. Pde-ie ler a me
morare! nota de Mr. Ilrouyn de Lbuys e a
resposla do plenipotenciarln belga, n Si.
I ii iiiniii Rogier. llamis o gabinete Jn
Bruxellas dirigi uma exposicSo da ques-
illo s camiris antes Jo sua prorogaclo.
Quo resulta de todos esles documentos?
Quanlo Di nao resulta outra cousa em
*\
I MUTILADO




;
mi 2
substitua SealO uiiu-t'mos dilu sobtc a'do Munich podec er commu.ilcadj, ovelcmenloi 4c insiilii.lirnr.il lo ........'.....n
U_ I. ii I* i i _i______i...__..1I.I..L.... _. 1ibk i :. i i ,l iIa IaiIih i mr I a>
Ualurcz* 'la* COIIvoncOOS de 22 da agoslo, 0 Sr. de l'ommer-li,cbc dcclarou ..nmcdl.laincu
sua n-ICfi-nci cun /lodo das P. las cum-| 0UC '" '* J'" '""""vc. dirigid,, ua
.... .i..........., ii. Bi,ii vendaos iiiin litros pru.slauoi em lunicb,
Drrs.lc, Caa.cl, Wie.badcni, assiin como ao go-
lUCrOlaOS das Jims llagos, lio
quo h'-ja ''sl3 convenc s liuham un atoan
C pu.ilivo, d 'terminado ; cilss atipula-
vjiii sobro un inte', ase.,a g u -nlia da po
|ii'i da.io Iliteraria na Blgica, -nao a lili
logiatuilo, man mediante u nu compensa
(So, .Ic.ixau lo int.icla a quesillo do labor
o qtid 80 devera laier [i sr i regular as rola-
t,i)cj garsoa do couime.cio, avista da c i-
i.ie.au :,i ir.iLd i du 1815. He evi tonto aiu
da que o muir tro dos negocios cslraugeiros
di Franca do nonhuai modo dissunulou o
peiisunento lo DOMO govornu sobro a natu-
re/a ilo nviii. o .jii.- convinha s relaj-a
O aoa i ule.cases iiitcriiacionaos Kra o re-
gnu ill coiiveiicioii.il que rilo pretera o jul-
ftata o nis til, achou em un i situa-
dlo tal que no momento em que, a Franca
perda o lienelicio desle rgimen, a Blgi-
ca ConuarVaVa para um do S'iiS pro lucloii
a .mi gen que Ins .lavam nossas tarifas
I' .Mi ,i pi ouosta da reoofaefln do tr.it i ti i de
INlj, etc. enm a refusa do governo belga
o decreto ''o 11 d.i Sit.'inbro, qoo eleva u
du lo do Oarvfio de i ed a edo le ro. Por
v. iilui.i he i Trama que sol e coa esti'
novo MlaJo be a Blgica ? Ileumasiiua-
(9o, UO DONO ver, qn < uo lio ulil para
nenlium des dola paites. Au.!>os soll'r.in
em seus nter uses de todo o genero, c pu-
de imiij solln r am.la mais por esla f lis de
augranos que presi liria as su s rclaces.
his-aqui porqueseguiui is com granito in-
tereac oa esforcoa que si faietn boje na
Blgica pira recompor um ministerio, as
tufliia do qunl novas negocin<:oes possam
Obogir n Ulll rr aullado lili,]) reliz
Sabe-seje como o sutlgo gabinete cabio ;
elle lo i multo sein pillasen, pelo primeiro
Voto da cadma tu tMoieacio doseu presi
denlo. O huniem poltico que pareca de-
signado para substituir o Sr. Ilogicr era
evidentemente oSr. ii-id.aye, sobreoquai
liiiliun KCabidO ossull'nigios da cmara;
mas aeaegura-so que o ral Leopoldo n.i i se
qUii prestar ao quo elle considera como
unin intriga parlamentar. O ministerio
boje, Cuja i.r i;.': i he dada cuno carta,
elude uiie nao seja olOcisl, lio cscolhi o
lora do parlamento, ti membro o mala
eon.ideravol deste gabinete bu o Sr. Henri-
quo de Brouckerc, ex ministro plenipoten-
ciario em liorna, n li iv! lo punto de vis-
ta interno do movimeuto dos partidos ou
la i ni..o l,i ue .i ilus homens, o novo minis-
terio belga le n porvonlura grandes proba-
bilidades ile durocSo i' l'or agora a quesiao
OBo osl all ; sua lm ;n n.iir ven) dos ho-
inciis, vem da siluacSo. Elle uBo nascede
uru u.oviaieiilo interno dos palillos, mus
do una dillicul lado internacional. Su
miasBo e mu Um lie fazer ilo dilliculilade, chegar a substituir as rel-'tdes
la Blgica cum a tranca UiS con lices de
uiulua benevolencia, e iguilirei.te favora-
veis aus mt reSara couiiii.-rciacs don dous
paizes. No he esta por agora a menos til
0 a menos seria dasniissCes.
Entretanto quo a Blgica lem sua crise
poltica, a llullanda, segundo sen costume,
sah^ um punco la calma deauaa diseussOcs
regulares e de sua vida parlamcn'ar. Os
esta los geraea continuam sua sess3o labo
rlosa o lo la occiiiiada de nter sses prati-
cos. Ilnuvo, tuiiavia, na ultima diaoussSo
da m0Mgem da segunda cmara um inci-
dente que por um momonlo exaltuu as pai
xoes dos partidos. Todos t> lembram tai-
vez que o ministro da guerra, o goncrnl
l'Orstncr van Dambenoy, anda que t. nha
entrado no gahinelo >ctual, nilo passa por
um lioineni de antecedentes muito liberaos,
lili era membro de una reunilo eleitural
y*ertaiie et Orangc, lbrmada sol) os ana
pelos dos cheles do partido conservado
uu autc-libcral. Como esle ministro podr
acbar lugar em um gabui'tc consiantement
combatido por esto mes i o par i lo .' I' i
ventura o ministro linha abdicado soasan
ligas opinio's i1 o gabinete tinha renegado
as sunsi' Tal he o sentido .le urna inlerpo-
i ".'.o multo viva dirigida aos ministro
i'.i'ticulHiriii.iile ao da gu-rra. Sem que
so tralo de abdieicao de principios, qur da
parle do g.bineto, quer da paite de um de
sous membros, nio ha duvidoso que, se o
general Dambenoy veio a entrar no minis-
terio be porque approvava o systema du go-
vurno, e o-tava docldido l-al execu;3o d
le I ndamenial, como elle diss-, no en-
comiando alatonada deconliaiiu a divisa
de Nicrnnde el Orangc. Continuando som-
ero animada a discuaaflo, e pondo-se quas-
um rluvida a Icaldado nu consistencia du
general Dambenoy, u ministro da guerra
aeabuu de tomar a cousa como soldado, e
rosnllou d'ah urna certa cmogo da qual s>-
apro'ci'.ou o presidente para fazer votar
quasa por urna uinuimi lade que a cmara
: declsiara satisfoita. N^ realiJade, no
h i nisio urna victoria importante para ne-
nhun dos dous panidos em lula.
1 ni incidente do. inai. importante, ne.trs
,1 .mi, parlatuPiitaics da ll'jllaoda, be a iuler-
veoclodoSr. Ilochuascn a reepeiln d.s quea-
loesaltlmamenie levanlada coma Franca. Ne-
goclador do^ratado de 184, boiheia dislincl
^Iciii disto, ninguno linha irais liiulo. que o
.Sr. Ilocliu.seu, para entrar com autoridaUe na
dlscu.ao desta queatao da. relace. coriinicr-
i i.'ies dos dous entados. Srn discurso e.l clieio
de mu nolavel espirllo de coniili.ic.in, que Ira-
la de ii I..... > as sU'CcplibihdaiIc., s quae. o
citarlos geraes uherlecerain un pqico recipro-
camente, recusando sauccionar o tratado so-
bre a proprirdade litierana negociada com
Franca. Sua opiolio multo clara he paraacuu-
llnuaelo da. ni'gociaces a este repello, e o
proprio guveruoiiiio aal inuiio longe para que
se nao poss.i boje conaideiar esta illlliculdade
< uno aplaiiiada, logo que negociadores luma-
reiii entre nios esla qu^sto. Qoil be a causa
ila demora ? Talves seja i.i" .uniente a ilithcul-
fUidc de rub-liruir no Halnlllerlo do. oegocio.
1 .i :;,,.. o Sr. Wan Sunsbeeck. Ciiavaiuo.
lia pouco algiins dos personageu. dcsignarlua
para elle encargo. Fallou-.c do Sr. Van /uy-
Icn, vau .Nyevelt, uiu dos uieiiibro. os oais dls-
ItnelOS do partido liberal, do Sr. lioreel, ex-
piesidenle da segunda cmara, do Sr. .le llo-
ciiu.sen. O primeiro paiecc ter recusado com o
in i<> xito da. Inlerprll.roe. dirigirlas ao gene-
ral Dambenoy Klle nao quera tomar lugar em
i gabinete que julgava pouco hiiuiogeneo
veruo de WuiteinOeig. elle eslava ua impossi-
billdade de marcar a sc.ao de.ejarla. Fui ou-
trua termos, a Piu.da lluha lomado o partido de
des.ulrer o cougresso. O prele.to legal que iu-
vocra. he que os gabiiieie. dissldenles nao II"
ii'iaui respuudirlo no da dcsigoado, islo he, a
lj ile seleuibro, declarac,io pros.iaua de 3U
de agosio O dado e.l poislancado': o Zollwe-
rein est em vespira de ser diasutvido. Toda a
U.i'in inli.i esla boje preuceupada de.la eveu-
tualidarte, o probleiua que ab.orve a atieo(ao
dos bonieii.de estado e dos e.crlplures. he sa-
ber como e .ubre que priucipios o. estados da
coul'cderacao.e p'ideaogrupar para cou.tiiuir
aovas unioes. A Pius.iat, o Uauovre, o. Me-
chlembourg, o Uldeiuborg1!! a. cidade* ban.ea-
lica. teutaro (orinar porvcutiirauui lolinciela
sepo nu i,ni il. cutrel,nlo que a naviera, o >air,
o Vurlemberg, os llesse. e Na. ni una couibiuafo separada com a Austria/
No enlcoder de alguns orgao. du. e.lado. do
iicio-ia, u llauovre inesuio vacillarla eui sua
aiui-aile ullimanieiite anida io rdeme com a
l'ru.lia. Parece pelo couirario que o llauovre, ,
cuja all un i estrena cun O gibiuelc de llerlin,: America, lir. Ilouglas. lie na reerpeao que Ihe
he um do. iucidinie. que acarretaraiu a cruc lol feita em Kew-YoiL pelo club do joven, de-
aelual procura laicr un papel de coociliaco j luocrata. que este* dnus cnadores pronuucla-
norte. Com ell'cilo nao se rain scus discurso, cin boma de Mr. Piercc I
imperio rebeiilariaui de todas as parles e
debati de lodn as (orina.. Se devemot vnai-
parar o estado preeaiio do eierciiooUoinano
, .mi n poder milllir di Russia e da Austria, am-
bas bosus a Turqua, venios qna a. consequen-
cias de urna igual evcniualidade .criain incal-
culaveis.
U. C.lado.-Ualdo. eslo cui veapera das clei-
, i. i-; I, i, i i, Cinco caudidaio. eslo em
, ini|iii : tlr. Fraukliu l'ierce, nico candidato
dos demcrata. ; o general Scnlt. candidato of-
li, i.il do. wlilgs, udopiado pela coiivencao de
ll.iliim ne Mr. Daniel Web.ter, apre.entado
pelos whig. de.sidente., principalmente no
Mas.achussetls Mr. Halle, peln/rcni7rr, H-
oaliueme um ceru Mr. Goodel, apreseutado
pelos abuliciouistas callado, e cuja caudnla-
tura be peil'eiuincnlc iusi.nieante, lm su
de.le. canilidatos tem realmente grande pro-
h ihiinl ..l.-s .le su, i-cssii he Mr Franklin Pierce.
^ieiinuioa iqiposicn se fes no eio do partido
deuiocialico contra sua uoinraco elle he acei-
to ao uie.ino lempo pelas dua grandes fraccoe
desle partido, os vclhos demcrata f od huii-
kcrs)c a/oeen kmrnca. Suaob.curi.siuia pe.loa
Coi .leiemii.ii. admirada c chcia de elogio, ao
4:600,975
EXPORTAfAU
Marsellia, barca Irancza Normindir, de
;t'i toneladas, conduzio 3,900 saceos com
19 5u0 arrobas de assocar.
Gibraltar, brigue ponuguoz Miria Hele-
na, de \'.l toneladas, conduzio 8,760 sac
cus com 11,800 arrobas .le assuc I'.rco do Cainaragihe, hiate nacional Novo
Destino, de 2* toneladas, conduzio o se-
pude se louvar a moderaco, a reserva, a i rc-
lidade ao eu partido que o general Cas., caa-
?nlic u uieio-dia e o i
leve esqueccr : a dissoluco do cougresso de
l-erllu.nao traa rupmra dilinitiva das negocia-
eOea, reeuaa-aa soicute tratar seguudo a. for- di.lalo malogrado cni sua. cspcrauYas, inoslroii
mas especiaes indicadas pela coiivenco orgaui- j pelas douiriuas demaggicas, e socialismo,
ca do /.olhvereln. e uao e quer mal. recorrer a iiiormouisuio, etc., que coinecam ja a ter
oulros nielo, sena,i au ineiu ordinario da dlplo- VfJga na America ; mas o que se deve dizer do
macla. He utu proces.o menos (amlliar e me- discurso de Mr. Dongla, que os Aim riesno.
DOS auiigavel ui.i. elle uo coudut oeccsiana- bapiisaiain com a alcuuha de pequea gigmte,
uei.teadealueaeiodeZullwereio, leindovlda menos por causado, servicosque
A diplomacia austraca, devenios reconhecc- elle tem l'eilo. e que sa pooco numeroso,,,lo
lo. leu. desenvolvido aie aqu ueste, debate os 'I'"-' I"" "le.aplioras e imagen, verdioeira-
iecui.ososi.ia,. eugeuhoso. e os mais sabios; '" gigantesca que ella, e.priinein t Mr.
a 1'ruj.ia tem leilo uuiru lano de sua parle. D.mglas coulla que Cuba sera auiiezad., quer
Todo, saben, que uosulliuio uieae.de I85i, o i He.pauha queira quer nao; que o acalco
imperador da uslria, quenado reparar o n- r absorvldo. que a ir. vial de cmiuium-
go.es da revolucao para como principe de Vlct- cacoe eiilrc os dous ocanos, islo he o canil-
lernich, lluha eliauado para Vieua este deca- n de Tehranlcpcc. o Islbmo de Panam, o ca-
no da diplomadla europea, exilado depoi. de mlnho de Nicaragua, crao aberlos ecluslva.
inesmo tcuip ua mesina noile pelo general Cas. guinte: 2 pacotea fa/enJaa, 13 saccas bo-
epelo representante o inai. einphatlco da joven leciaa, 2 barricas ditas.
Miiranhio e Para, hriguo escuna nocio-
nal Arsehna, de 206 toneladas, conluzio o
seguiolo: 250 barricas (irinba det'igo, 100
barris breu.lOO barricas cal hy lraulica,IO ba
l,:s pa/el linasso.lOcaixas cn'n.t dita Trascos
Com manteiga, 2 ditas orvilhas, 15 lilas
velas si .i mis, 2 ditas carneiras e bezerro
de lustre, 1 dita meicadorias, 25 barris tou-
einlio, 2 barriquinhis salitre, i embrulho
ni ne iineniii-, | chapa de ferro para fogfio,
50 .,',ii i iii com espirito de 36, 30 du/hs
le ene is para agua, 20 fardos panno de algo-
do, I caizSo urna ca.loira de arruar e o
competentr) pao, 10 saccis com 37 arrobas
a 28 libras de Caf. 25 amarra los couros do
cabra, 6 fardos fumo em folha, 30 barri-
quiohas com 128 arroba! o 20 libras de as-
siie.ir, 40 caixas velas stearuias, 2 ditas la-
tas do ervilhis 810 barriquinhas com 3,188
arrobas e 22 libras do assacar, 100 garra-
do fer-
1818. OSr. de Sobwarteuiberg e tiuliaas.o- meuic em proveilu da America do norte, '" (Oes aguardente-espirito, 3 rodetes
eia.,oesie.clo de icparacao. nao o leudo vis- pa.licip.cuo iieul.un.a da Ing a erra^e da o ^ UUf ^ ^ ^
lo lodaVia aein deacouliauea. Kra do carcter "a. poleoc.a. europea, sel U.ut '?' de |,El,,.:i,E00H1A ,. REN0A8 IHTRB.N
mesuio do ininisiro susieniar com ardor em cn.ulia-lai c adiiiiiu-la. nos beBeflclo* de
sua responsibilidadc. assiui como na uidepen- u.na emprea comiiiiiui. h le capera lamlicui
deuciadesuas ieoluves. Era i.upossivel en- que o. Esiad ..Unido bao de inlerv.r en. lo-
l.elaul.que o Sr. de lellernlc cutra.se em do. os coullicio entre os povos c aeus govemos,
Vicua aem ejercer ah u.ii.uiillucncia uiaisou emuitas ouuas 0OUISI anula. Nada poae piu-
i.ieuo. patete, aem ser comullado mal uu r o ardor .aoguli.eo, o espirito de rapaudade.
menos usieusivaurcnle pelo obeiauo em lodus us pcnsaineulos de cubica, eui urna paiavra a
os negocios dilliceis Por c.i. ra.o, em lodo fume e a sede delta publica voraz, insaciave
o lempo queviveu o principe Sciiwaieiube.g. I"'', segundo um proverbio vulgar, tem o.
porta, e nao po-j |e& .:omp.nliia.
de ter tambeni I erra No a 25 dns, brigue inglez tmnn,
acaba uecollocao/.jllwerelo pr.siauo einto lo1 preciso inesmo que oradores fallasiem
critica siluacao, foram diiigida. pela mao ex- muludao que se aeh.va na
ueriiueaUda do ex-clianceller do imperio. U. du eulrar, lao deaejoaa es
amigos du prlocipe uao uccullaiu mal. a cape- ua parle netas friuleiras patriticas, roue-se
ran.a que elle, ten de o veie.n u.u ua lomar dc.de ja ver eul.c que inlluenciai coiilrarias se
uuira vczullicialiiicuteupuder. Cutamente a ba de equilibrar o prximo goveriio, l ,r.
volta do priucipe de Mcllernich a l'rculc do go- F'crce, como ludo lat auppur, vicr a ser p.csi-
verno au.tr.aeo, nao e lana sem causar una uei"e da lluiao A resistencia que na aaaer
certa emocao no .e.o do imperio na o esiii- "'U'lo Iraca loleliziuenle, vira do UOnao ge-
nio de oppos.caoesli na Ausliia, como por lo- "al Ull e de seu. amigo, eo espritu, Ue^eiii-
da pane, Uaslanle lat.gadopa.a qm. a opiolao preza desesperada, o oo-u/ieorf, a toda "".
lema .slanie en. una .c.nelbaule eveuluali- f'ri do lado de .Mr. Uougla. Fe a dos fcstadns.
dade. priucipc de Melleruuli poderla luu.ar Uuld.., le a inllueiicia desle l'"o e de .eua
bol. ouir'. rea a direeeAo do. negocio. em que 'aes nao o vencer inle.r.mc.ite I ilaM (.smarag.ba --hiato brasi
.culta... d'alll uenhum embarace .co. "va republicana, a qual ja val ba. ante^ adan- ml,strB EslHva
.. uda, val ervir-c de toda a forja de aeu vapor IJeni hiato brasileiro CapncilOSO, rr.ostr.'
hiuquanu.ai diplomada austraca, deban culll niluca .e .erviu al aqu. Suppo.to que ||enrique Jos Vieira carga azondas.
do hupulso do Sr. de .le teruich, da a l'rus.u u5u iUMed. [Jalao Americana o que .uccede p,,.,,?,,,,,. A|exa,|r..V0IJL do 0iivei.
aovlolenlu. combate., o joven ..nperador con- lllullas veie ao, eus barco a vapor o no. H< rTxn^.UAbrlL
tiuuaa sene de.ua viagen (aos primeiro. mlohoa de ferro I la, Anlutilu ue AOreu.
da. de ouiubro elle viz.t.iu a Croacia. File se A candidatura 'de Mr. Halle nao faz natural- f'ib'allar --brigue^purtugurz Mana Helena,
ach..u ueste lerreuo uu meto de populacdes eu- mete neuliuui progresso, ella nao sabe doclr-
tbusu.iiiaas O Cruaclasrccebeia.il frvida- Culo de umi pequeua paudilhaem cada estado i
uieiiic seu soberano. De.euvolveram lodo, os a,.ul e a!l ,,i, m.ignilicanlc. o feuos em
recurso, que Ilus ollerceia.ua pcqueua capital. ,, |,onra, na nao iratein ncolium resultad.
U clero nvalisou em luso com a nobreza, os A cauliidalura d. general Scoil est quasi a
canipoDcie coma burguesa, para fesi.jarem !,,,, ,llc,isque algu.n inrideute imprernto
d.guaiiieuiea viuda de riauclsoo Jos; c por Ilau a |c,-.inie. Us democraias tem explorado
loda a pane cu. sua pas.agem, usauda.am una- sruelmeala os antecdeme, do general, diver-
neneme ruin o gruo nacional de Via/ que sos episodios de sua vida, sua opinie anle-
cunsignado a James Crablree Companliia,' e a itlenti lale do possuidor, e do procura- tidade de cuvados de ganga azul, urna dita
manifestou o seguinte :2,600 barricas ba- dor, se o bouver, que enliir procuraco de camisas, e calis de algoiBoznho, urna
calhao ; aos cu .sijualarins. baslsnte. dita de mantas dealgodlu, o urna dils de bo-
CONSULADO GE1IAL. I Art 10. Feito o psgstnenlo, o possuidor lacha averiada. Aa possoas que quizorem
Reodisoenlo dodia I a 28 88:517,385 da .plice, ou oseu procurador, assignar comprar essn ol'j-clos, coinoarocam nesta
dem do da 29 913,608 com O escrivlo da rr coila o recibo du juro secretaria no a 29 do correle, das 10 lio-
---------passsdo por esle empregado, eestampar-ae- ras ao nielo da, para avista dclles apresen-
89:430,993 ha no reverso da apuiice uu carimbo, que terem as suas propostas.
indique o semestre o o anuo lin.nceiro i Pela subdolegacia do polica da fregu-
DIVERSAS PROVINCIAS. quo pertencer o pagamento. z de Sanio Antonio se fiz publico, que no
Rendimento dodia t a 28 4:539,25 Arl. II, Ojuro, quo rencor a apolice no da 23 de dezembro foram approhen tidos 2
dem do dia 29 61,710 semestre em que for resgstada, no sor cavalloscum cangalhas, c 2 pares de siceos,
devido. os quaes so acham eni leppsito para seren
CAPITULOIII. entreguos a s-us legtimos donos.
Du Uans/erineia dat apolice*. REAL COMPANlllA DE PAQUfcTFS INGUEZKS
Arl. 12 A transforenria d'um a outro pos- A VaPUII.
suidur sera feita na Ihesouraria avista d.s Nu dia 31 dest'icorronle mez, ospera-sa da
p vro especial com referencia o assenlamen- mandante Cbapo'iian, o qual depota da de-
to primitivo, depois do veilcadas, e reco- morado costume,seguir para os portos do
nli. culos os possuidures iutervinJu o pro- aul : para pass.gens dirijam-se a casa da
curador fiscal, que assigoara o termu re agencia n. 42 ra do Trapicho Novo.
transferencia com o transironte, o trena- i,.m na lo de Forlugal em l'er-
ferido, pudendo ser estos dous ultimus re-
piesenladus por bastantes procuradores. nairiDUCO.
Art. 13. A transferencia tambem po lera Avisi-sea tolas as possoas quo por qual-
ler lugar ior escripto publico ou particular, quertilulose julgareii credures do finado
com tanto quo osle soja assignado por du.s aub>lilo porluguez Usnoel Rodrigues Costa,
leslemunnas reconbecidas. aprosenlsodo-se Quo mora va na casa n. I tria ra do Quei-
n i tiicsn ii i :,i nu a plice em original madu. a coinparecerem noste consula lo (ra
.Neste caso o assento, que si fizar avistado do Trapiche casi n <), para a respectiva ve-
escripto qoo li.-ara renivado, sera m'. i'iii nlicaco dos crditos e seu pagamento ---
assig. ado pelo liscal, e pelo novo possuidor, Cousuladu da Portugal em Peruambucoaos
ou seu bastante procurador. -' de duzembro do 1852. Joaquim Bap-
CAPITULO IV. listar Moreira, cnsul.
Ilu resgule ou reembolso. ''"''>segunda secca" da mesa do cotisu-
Art. I. Oresgato da divi ia ser feilo por '"do provincial se avisa aquem poase in'ores-
coiii ,r,i das aplleos segundo o seu valor sar 1ue os in ''as par o pagamento a boca
correle; o quando ssim no se puasaoon- do cofre de decima dos prodios urbanos des-
seguir, se fra por meio de soitj, de maneira cidade se principiaran! > contar do dia 2
que nunca so piguo mais do que o capital, do crrente roez, e todos aquellos propriela-
11 j -i 11 .i reprsenla. r'U!l que deixarem do pagar o primeiro so-
Art 15. O resgate pela primeira opersclo nieslre do 1852 a 1853, dentro lo prazo inar-
sefara nos l5primeiros diasdo mnzdeagos- cado, incorrem na mulla do3por0|0, sobro
tu do cada anuo, o por meio de lorie, nos ul- seus dbitos, e serao oxecutados.
ti nos dias desle mosmo mez. Banco de Pernambuco.
A t. 16. Osirleio para o resgalo tora lu- '!r rdem do consolho de direccSo do
gar no da 16 de agosto do c.da son em Banco de Poruambuco so avisa aos senhores
sessii da junta da tiiesoii'aria, eo-n toda "a aCCionlatal quo a terceira e ultima prcst.cHo
publicidad, eitranin lo-se da urna, oudo so lle suns ccoes leem de entrar para a caixa do
charlo lodosos nmeros das apolicoaoo mesino Raneo desdo o ilia 2 a 15 de Janeiro
circulaclo, os d'aquellas que deven]Sor res- prximo fuluro, om cujo acto Ibes scrSo en-
gatadas, e publicandu-se pela Imprmsa, pa- treges as n esmas ac^Oes. Banco do Periiatti-
ra que os seus possuidores, ou os procura- bucu "* (Ib novembru do 1852. O secretario
dore.destes, comparecam na Ihesouraria, e Jo Oonaelno dedireccBo m. I. deOliveira.
sejam pagos dos respectivos c: Art. IV. As apoliees resgaladas, ou por De ordem do consclho de direceo do lian-
coinprsou pin surle.scru immedia amen- co de Pernambuco se faz publico que os
te golpeadas eguardadas nu cofre a c.rgo desconlos pa>a Iclrna ate 6 mozos do pra/o,
du tnesoureiro.c eJit.ll lo-so-lhe sua i,- so fazom .i 8-0|0ao anuo : que compra let-
Dortaocia. tlsju os las apoliees resgaladas tr,,s sobre o llio de Jnneiro pelos pernios
serao applic. dos no resgate das outras em qUe su cnnvenciouar.e vende-as lambompa-
circulacao, so Malea JOr conveniente. ra ali a rlinli-iro a visla som premio algum.
CAPITULO V. Raneo do Poruambuco 18 de dezembro de
Ou/iosicOes jrcnis. 1852.O secretario lo consolho do diroccao,
Art. 18 Aliin dequesa pas-i rccouh.'cor m I. de Ollveira
o provar em lodo o teuipuu r, ombolso que
so lem feito, o quanlo so deve, so abrir no
granito livro urna conla de divid inlornu da
riivu'i no debito da qual se lancarSu as
prealafOca arrecadadas,e no crdito as quan-
lias reembolsadas.
RAES DE PICRNAJibUCO.
Rendimento do du 29
CONSUUDO PROVI.NCIAI
lien .inieiii 1 'lo oa 29
sAS GB-
1:207,624
l:542,20t
"' '"
Moviiuento do porto.
do 207 toneladas, capillo Th miaz r.irns,
cquipagem 10, carga 1,100 barricas com
bacaihilu ; a James Crabtreo & Compa-
nhia.
Pa-ahib.i -- 2 dias, bule brasiloiio Exi.li-
c3o, da 37 lonelalas, me-stro Victorino
Jos Pereira, equipagem 5, carga toros do
mangue ; a nieslre.
/Vanios tahidus mi mesrno dia.
brasil oro Novo llesli-
eiro, om lastro
A vi-sos mu ntimos.
capitSo K1111I1 1 Caetauo
a sanear,
Mars-lhi polaca irinceza
r-a,i.(l 1 Booiy, carga ssauoa
Silva, carga
Navegalium,
EDITA L.
Para o Kio de Janeiro sahe
com a 111 ior brevidade possivel,
Art. 19. Os luios ras apolice STitoguar- nor .... narip ,|P kP r-irrfo-ampnfn
dados no cofre respectivo, e coiiiiiiiiar, Por lel Parte ue 6eH cinegnmenio
ni'ile 1. ni 11 ier dn Ihesooreiro depois do |>">ni|ilo o patacho 11,1c111n.1l \ a-
corla las lo las as apoliees, para so venlicar lente, do qual he Cnpilao Frdnc.S-
a HUlnenli tade deltas e:u qualquor uccasiSo m- i- '
que fo.- ureciao. co Nicolao de Aroujo ; qiicm no
Ait. 20. iloproliibidoaospossuidoresd.s uiesnio quizer carregar, einbarcir
aiollces marca-ias com aicnacs, ou escreve- 1
rem quaiquer paiavra, quer Ul face, quer no CeCraVOS, para OS qtiae.S teill boiS
voiso delias, sob pona do pagarom nm quar- acCOnimodacoCS, OU ir de passa-
lu por c.'tilu-du vilur la aiiolicc. ano .issiiu ___ 1
for levada tileaour.ria.%. do .ecoberlo Be> 1 Cltenila-se COIXIO inesmo
Ihesouraria, un le leccberHo
OUlra da menina cl.sse e iiiiui :
capiliio na praca do comniercia,
speccao do c.er- un. rlzcraui .cuan, e se voltaram para Mr. 0 presidente da provincia ordena oue na
isus de alguma Wcb.ler, u. uuf o. tem cxp'i.nido allainentci r,,.,, ,u ia ..,.,,..,1 ooi i = .1
au. udimamenle seu descuutenUinenH, por u.na tal e.eolha S^^^^^?'
l. ~---------------- 111 l# lilir ll i i|- i i i.i'i.i-i i uu* ,j.i.^.w av.wn -
lena. \ c-.e que u inieressc do exereilo be urna A publlcaco retro.peci.va de certa carta do E para constar se mando j allixar O prosen
i..i |rrtoeu|.i, ni constaucs do govc.uuaus- general a esle re.peito, f.l bastante para que te e publicar pelo Diario.
lr,,co' o volu dos emigrado alleiues, grande, par- Secretarla da Ihesoursria provincial de
O czar, de sua parle, acaba de cuiprelieodei ildanu. da. candidatura, multare,. Ihe foiiem Pe'tlambuco27 de .lazembro de 1852 Osa-
iiina viagem uo scio de imperio, a retiados. O whig nao o lem tratado uielhur: cretino, Antonio Kerrer* de AnnunciacSi
qual tem por li ni especial a lospcoflo dn exer- un. Hzcraui .ci.ao, ""
ello. Depoi. da. graude
.orle iniei n u i .n.ie, que tivcraui ltimamente seu de.cuiiteuUuieiil'i por
lugai na Austria e na Prussia e.u preseotpa do um jurnalisla que lem celebndade e talento,
s.ar, e que .c lenovava aiuda buulcm em Peslb Mr. Horacio Greeley, whig. de leudencia o-
liantc do tse.arcwitcb, os sobcraaos da Eurupa ciab.ta., bapti.ou ae.rc.peiloiamenie o gene-
oriental quere.n saber por si mesinos e cir- ral Scuit, eoin o appelbdo de J'uss aul feathtrs
cmu.tanciadaueotc de sua proprias Torcas, (o ho.ncm de mullo iiioliui e das idumas gran-
Ouc c.ic mido de proceder lenha um .cutido des). A liosulididedos whig se tem iiianlfesla-
pi.litico e seja calcularlo em vista da siluacao do mais de u.na ver, piiucipal.i.eute e.u um
euiopea, ludo pode |*er ; a diplomacia e.trau- ceno mceltny de eiew-York, na qual ninguein
gelra pcl > menos assim induz a crer. Eutrean- co.npareeeu, e onde Ur. Maoly da t^aloriiia do
to lije as (estas militares di Russia e da Aus- norte se vio reduiido a defender u geueral Scott
tria oo lerem inenus or esle lado d<> que peto peanle o baucos va.ios. O geueral Scott viaja
contraste c-da vez mais seusivel que ella fazem ueste momento no ueste, para onde se dirigi
com a siiuafo de um imperio vizinho d.ste abm de esculbero lugar de um asylo militar i
dous palaea. Einquaulo esla duas potencia por loda a parle em su. passagein a popula-
esturlam para fazer dar nai vi.tas da Europa o rOe o saudi.n, porm siudam- oo inai. do que
numero din regiment, c do canhde. de que o a.iplaudem. ella, lesleiniinhain ua syinpa-
p'odeni drspor, a Tu.quia parece alrouxar cada tilias ao toldado e ao cidado, inulto uiais do
vez ni ti' nos louvave.s eslorcos que ella le. an- que ao candidado presidenciil. Quasi que em
leriur.neuic para e levantar. Apenas ella lem toda esta viagem elle nao lem feito allusau a
vencido leu i iiilli, n,i.ele qoando apparece ou- proxi.ua elelcao. O descontenta, neutn dos ivhlgs
ira; apena u.na pupulaco esi subincitlda ao pela escolna da conveu(o de Uallimnre, leiu
rgimen da reforma, quando outra reepclle o favorecido a candidatura de Mr. Websler,
jugo .ahilar, a Hollina nao se subjugou senao qual talvcz t falle o tem o para tingar. lule-
depols re u.na residencia sanguiuuieuta. O li/..ueutc a poca da elelcaucstiproxi.ua, e he
Egvpto OU.VOU-ae |ior causa do abaliuicuio a jj urde parase reunir lodo o partido wigh. Os
r|.ie est rcdozldo na adrniuislraro d'Al'Da.- ucu.sis nimio cloquete, de Mr. Wiu.low
Hacha. em lUislon, o prleslo. d whig dessideule
Ao ine.iio lempo a velha quest-o d.is Dru- do Slassacliussetls. a lmillc4o_doa wh.g. de | da entreza das preslacdos, licar o CuDli ala
tose do. M.irouua. parece estar a ponto de co- n.w-Yoik c do. wlilg. do sul, nao .ervirao e- dur SUjOitu multa do 5 pur-cento da quan
...rer nutra ve., e a Albania de eu lado Ins- uo para d.ssolvtr aiuda mal e,le grande par- -
p.r serlo lemore. O. Incidentes os mal II- lidn, e niioliro mai. por Hr Websler doque
gelros sao bastante par covenenar scmelhau- nao lueiam a quesillo das pesco/la o m'w. i i
ic.disposife e pioduiir de repente complica- da linas Lobos Deve-sc conbir em um pre-
edes a mal. graves. O exereilo oilomauo lera sldeiite dcuiocrala, em urna niudanja c.i.npleti
forca para arioilrar o perigo, se por ventura es- de poltica, e talvez e.u urna uiaior precipitacao
te se apresmosse em certas propo.'coe? Niio aluda,das aiubices uaeioiiaes.
Cu. de NtlAka.
Heweilet Ueus ItontUs. )
Kegulamento.
CAPITULO i.
a realisutdo do capital.
Art. I. A th'souiana provincial lica cn-
carregada de contrata-, com a auprovacilo
da ,re>idenci i, um emprostimo do sciscen-
tos contus do res om cioilaes reaes, poi
meiu da apoliees de quindenios mil rail e
um conlu de res, que veucorilu soroeslral-
mento o juro que se estipular, at 8 por ecu-
lo au anuo.
Al 2 Os termos dos contratos serao la-
vradoa no grande livro, o assignados pelo'
me nbros da juma da lliesuuraria, o pelos
coiitr.tadores, ou v us baslantes piocura-
dores : o serv'9o de titulo fundamental aus
posadores das apoliees
Arl. 3. Oempreslimo, podando sor logo
contratado na sua lolali lale ou importan-
cia re seiscentiis nonios lo reis devera rea-
liaar-ae em prestacOcs dentro de tres tino,
nal ,ocas que froni determina las pelo go
Verno no respectivo cuulfalu. Para garana
er(L"M. !'er''Ttl'''s:'lgun,V1p0!ice'po; ou "om os consicnatarios Novacs
ora o sen possuidor h.iv.r nutra rio igual .... ... b t
alur e numero, justilic.n.io prnneirameiilo ^ oin|ianhia, lia ruado I rapi-
apirda.e pagandopaiaasdespvzasda Cal- CI|3 11.34, |H imeii'O andar
XrVe,n,,T E2to"2T ",g ""'8 '" "'ha* dos Aco/w o brigue na-
'aZ iU taV'.Tn'V VI' esVe,Pe" '<""' A mizado, capitn Jofu Lopes da C.os-
? .i > ?,,i t .ri.U" d"tn;'a" S,-S''c com a maior brevidado possivel :
9 de novembro do 1816 para casos se- qu,.m f,,ll2Cr carrpBr (1U do psss,g(!n,>p ,.
ra o que lem escellenles commodos, dirija-
meihaules.
Arl ,1,1 UU.. -J ,.- 1 ,a "' r*crn,ri ria.trionic, tnurillunii.', lllli-
onLi,.; T, *d""l,lra OPPOMC'O, nem Se,oV,rer,do ca, it.lo na praca do Conim r-
P.m i ,UT C.TM i """'i" c;0- ou 0liV01" lr'"l1us *< ompanhia, ra
es, nem a sua translercncia, se au pelo do Apollo n. 1*.
? N/io aluiU
ba duvida de que elle lem mcliloradn ilepuiiJaj^a.
de .ua reorgauisoeo europea-; lodavla^pe^^
na a guarda imperial be que rene, quinto ao
prseme, ludas a condlee. de um bnm exer-
eilo. A. tropa da. provincia., princqiilmeiiic
a. da Asia, uo inspiran! nciihuma culi i. i
quelle. que as lem podido examinar de peno
e ve-la. manobrar. Pelo muirn a. tribu
que ella teriam de combater na hypothtte de
u.na iusurrcico um |, m longa, o em garal
lo bellicn.a como ousadas. A insulbceucia
sena menos seiisivel c
igosa, ?l- por acaso e podesae contar
um gabinete que julgava pouco homogneo. A
un.iiiui.,m diliiiiuva do Sr van Sousbeeck do exereilo ottahiua.ui
nao pode todava tardar agora, finalmente j menos perigosa, A po
una n i o ni i diiouaate, a qual nao era sem in- com loda a cerieza com a previdencia e energa
teresse, leve lugar uo lado gerae de Haya do goveruo. Entre o homeui que foram leva-
sobre a mediai, io de l'erid.i llullanda cnirc dos ao poder pela ultima crisc ministerial, ha
ni INtado Luidos e o Jipan. A medida que se dous sem du .ul i que sao dotados de urna capa-
i nuluha, ella c-pedlfo do Amerlcaao coo-- cidade locoultst-vel, o grao visir c o oiini,lu
Ira o Imperio japones parece perder de sua. dn iiegocios ciirangeiros ; AU Pacha, c Fuid'
proporede c inesmo de ua probabilidade. P'i- Ellendi. Todos concorda! era reconhecer-
ii ilini ule, ella -i, lem um li.n lodo paciLO ao Ihe uina estedso de espirito multo upc-
iiie aurina i. gnverno bollandrz, .c he por itto rior a de que Rcchid-Pacha tem podido dar
ijne elle conseutio em e envolver uella. Ja eiu provas nos diveriu cargos que tem occup.rlo
1814, elle tii.iia feilo alguma tentativas para na teru elle por ventura mai vnnlade que o
alar relaroes coui o imperador do Japo, e li- grao vlilr 1 Ousaio quebrar o ubilaculo pe-
lln mesi.io oblirlo u.na iulerprelacu n.a! ll- ranle os quaes lem recuado ? Ali-Pach c Kuad"
beral da lel ja;.oneia a leapelio daa eq .Ipa- Ellendi moros aiuda e pertencem a leguuda
gen c do uavio naufragadr.s. Urna nova leu- geraco do partido da reforma. A primeira des-
laliva pdc ler suice.so e obler alguma aova c si.a olllina expressao com Hechid Pach*Se
ooncetUO lalveique a paciencia e a modera- a egunda uao deuc um impulso mal vivo,
(So hollandeza leiiham obrado melbor para inai decidido, mala geral reforma, houvera
abrir este imperio, al aqui fechado ao univer- lugar talvez para duvidar de que esia vala <
so, do que o navios c o cauhes americanos, geueroaa emprea atiinja jmala sea tim. Upe,
Os uegocio da adleinauba acabain de lomar rigo nao estarla sineule nasforcaaque podcaie
mu aipeclo c carcter iiovo, A iluacoes pelo lomar outra vez o velho partid. turco, do qual
lueuo >e de.enha.n boje com mala clareza, e J a ultima crl.ra miultleriae. parcelara ter rea-
se pdejulgar boje al que ponto u. gorernos aunado a. e-peraucat, e queja encoutra, como
germnico, estao dividido. O gabinete prua- ie diz com ce. a*>, um -polo no herdeiro pie -
alano nao e.perou para mudar de atlilude, que sumptivo do imperio. Abrir.I-Asir, iru.au do
a< reolutfle da ultima conferencia de Munich, Suliao. Ai popularle cbri.taa. da Turqua da
a reipeilodaqueataodoZollwerein, ll.e fosieo Asia, como a da Turqua da Europa mostrara
ollieialmente tignincadas. Quando em 28 de por cu deieiirolvlmcnlo pollcoe admlnlllrall-
seiembro paasado, n plenipoleoclario bavaro, vo tanto zelo quaata morosidade euipregain n
o coronel Mcliiier, escreveu ao picsidenle do Turcoi em satilfazer eata legitima a.nbi(ao ;
congresso de llerlin, pediado Ibe que fiaaic oondemuado a nina espera bastante longa, cl-
suaicnao, na quila deciso dos estados reun- les perdeui a paciencia. Eolio, sem duvida, o
UIAH.0 DE PliMIBUCO.
REOlKe 29 DE DEZEURRO DE 1852
Com ii presento Hume o >-ncer.a nos o an- lique no livro partj du
1852, pois que ficando ainanh3a 31, '
nod
dia de S Silvestre, inteiramente despuvua-
,:a -I cidade, pela peregruiacuo religiosa,
que do coalumo se faz a oiinda, afim de vi
sil.ii -s a Igreja da N, nimia do Monte, n.lu
s torua-se quasi desnecessana a public*c3o
do Diario, como tambem acere-, e a islo que
leu lu do operar urna reforma completa no
iiiiii iil do nosso jornal, o na sua uilicin,
necessario nos he algum lompo para oirec-
tuar ease IrabalhO. Em eu i>|iuii-ael i po-
rem mu.ira o Diario logu no 1 de Janeiro
prjimo futuro. ______________
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia I a 28
dem do dia 29
236.071,458
9:915,021
2*5:986,482
Descarregam liojo 30 do dezeini.ru
Ra'ca ingleza J"ie Goudie bacalhau.
Brigue inglel Emma bacalliao.
Brigue austraco .ubica familia do
trigo.
Birc ingleza ,4/ary Quten af Scott ferio.
Ese un sueca Mura taboaJo.
Brigue brasileiro Animo gneros do
pin.
I npoi'tiir no.
Brigue inglez Kmtna.vindo do Terra Nova,
lia i| ie ileixn de entregar,
Arl. 4. As apoliees s.uSo nuni'radas por
ClaSaCe, segundo o seu valor, capital o juro
quo veiicorum, loudo em todos os soos lados
urna tarja, e por esc i to no corpo delias, o
: iinli.'in ua tarja do lado esquerdo e do alto,
o numero o aono em que |90 emiltidaS, o
seu valor, capital, a import iiicia dojuio, e
u li'.n. u o lugar do pagamento desle.
Art 5. Tudas as apoliees serio, segundo
a sua clsas.i, encardenadas em livrus, para
de.le- -eie ii corladas, deven.lo o Corto di
vidir a laija do lado esquerdo de modo qu
fique no livru par i du numero, do anno,
du ca.ulal.e do juro escriptu na mesma tar-
ja. Antes le cortadas para seren emillidas
serflo assigniidas pelo inspector, pelo con-
tador o pelo thesoureiro da Ihesouraria.
Arl. 6. Estos livros setSo ontregues ao
thesoureiro para elTecluara venda das apo-
liees, debitando so-llie om livruesp'cial as
que feceber, e creditando-so-lhe as que se
venderem.
Arl. 7. Logo que for enjillida urna apoli-
ce, so far assentu em livro especial, mon-
Oiooeodo seo anno om que fui emilti la, o
seu numero, valor, capital, juro, e o nomo
do possui Ior. Nesle livro seru averbadas
as transferencias, e o resgato.
Art. 8. Na uceasiSo da entrega da apolice
escrever o escrivilo ra rec ila nu respectivo
lalilo o nome du cumprqdo" e qoandu fu
rem transferidas, us dos subsequcDt"S pos
suidores, con. referencia as foli.as do livro
do assei.tametlto primitivo e do das trans-
ferencias IVs'.e mesmo talo so nolar* tam-
ben) o rosgatc, il".- ..in l i se o anno em
quo se elfecluou.
CAPITULO II.
Do uro.
Art. 9. Os juros das apoliees vencaos cid
cada semestre serSo pagos aos seus possui-
dores, ou aos seus procuradores, nos lti-
mos 15 diisdn primeiro mez do semestre
seguinte, por ui ;o de folhas orgauisadas na
contadoria, e vista das proprias apolicos,
na lei n. 296, como formis vuM.joso. I
Ait. 24. Para pigamentu dos juros|o re-| 1 ara a i,alna
embolso do capital havera u.na outra caixa, s"gue com grande brovi.ladn o novo c ve-
que ser siip.,rida le seis om seis mo.s pe-. loiro hiato llamos I, capilSo Jos Severo
la da receila geral da provincia com a un- i,,or ''" rtioa ; par. carga trata-se na ra da
Cadeia Velha n. 23, ou na ra do Trapicho
.Novo n. 16, segn lo andar.
Acaba de ch.gar da Rabia a bem co-
nhecida escuna Adelaida, que volta com
presteza ao dito po lo; pora carga iraU-se
in roa da Cadeia Velha n 23, ou na do Tra-
piche Movo n. 16, segundo andar.
- Para Lisboa obligue ponuguoz S. Do-
mingos seguir at II de Janeiro prximo
futuro; recobo c lar com o i-1,man Manuel Concalve* Vianna,
nu com o consignatario Joaquim Ferreira
Mu'- i,ihiu ue-, ,'m ra da Cruz n. 57,
segundo andar.
Para o Rio de Janeiro sahe
com milita hrevidade o brigue Ue-
cife ; para carga, passageiroa, ou
esciavos a frute, Ira'.a se na ra do
liollegio n. 17, segundo andar, ou
com o cipihio i Lobato.
fura o ltio (irande do Stil.
portaola lot.l dos juros queforem vencen-
lu as apoliees ounltilas, guar la la a dispo-
sicao da 2." parle do art 17, e aniiualmentn
cun a prestacilo do 40 eolitos de res, ou
aquella queajassombla provincial votar pa-
ra o reembolso.
Arl. 25. O saldodesta caixa no l'un d ca-
da auno linanceifo licua aem ore disponivel
in.le. en 1,'ule de nova autorisae,*io, para pa-
gamento lu. joro- n.ii reclamados o resga-
te d,s apoliees, quo no livcrcm si lo apr-
senla las em lempu; passado purm um an-
nu, depois do ultimo resgate ras apoliees,
reverter o que esislir para a caixa ra re-
ceila geral da provincia, e desde cotilo, s
so resgatnj as apoliees, que restiren) o.11
circulac i, e so pigaro os juros que se de
Veto 11, qu indo o requo.'o om os respectivos
credores, o a asnombla pruvinrial vot.r o
necossuno crdito.
Art. 2i. A u.e-ojraria provincial remet-
iera a presi lencia, quan o enrogar o ba-
laiico re recolta o duspeza geral, us balances
em sepralo la icecita o oespe/.a do cada
utna das caixas do que Iratain os aitigos 23
e 21
Alt. 27
para 11 esc
autoriaadas por este regulameuto, havera rVjuniot" a'i'a' io"rrap"icho li.'Vl."
maisosque lorem nceessanos para maior
clareza.
Pl .ci do governo lo l'ernamb ico, 27 de
novembro de 1852.francisco Aniunio lli-
beiro. -Cunfo in. 0 secretario, Aulonio
Ferreira do Annunciacilo.
1 Seguo com l.revi lo le o biiguo n.cional
Alein dea litros Indiapentaveia ConceicUo, anda pode receberalguma car-
r:pl.U.r*C..?.'I?.?.?L,A.?p""!???l8 rr,,' iralsr com Manuel Alves Cuer-
iot, na 111a ilu Trapicho n. II.
i ,.r 1 o llio de .Isneiio.
Segu com iiiujla hrevidade por ter parle
da carga prompt, barca nacional Klor de
Oliver-; par o reatante, escravos a frete,
ou passagelroa, para os quaes lem excellen-
tcs commodos : trata-se com ocapit3o Jos
deolivei a Leito, na praQa do Commorcio,
uu com o constgnilaiio Manuel Alves Cuer-
ra Jnior, na ra do Trapiche o. 14.
Declarucdes,
tispadode l'ernamlttico.
S Exc. IIvni relira-se da ci lado para o
lugar de Apipucus por algum lompo para
cuidar de sua sao le, e comparecer no pa-
lacio da So.cdadii nns segundas c quintas-
feiraa de cada semana n.lu sendo diaa santos
de guarda ou dispensados, em cujo ciso
comparecer no dia seguinte.
Oarsenal .lo marinlia compra um ocu-
lo de ale meo e h uu les : as pessoas que qui-
zcrem fazer semelhant.'S ven las, compare-
cam nesta secretaria no da 3 do mez de Ja-
neiro viudo iro, ras 10 horas ao meio da,
cum soas propuslas em cartas f. cha las.
Oarsenal do narinlia compra 220 to-
ncadas de carvSo d" pedra de \Velsb : as
possoas que as quizercm vender, compare-
Can) nesta secretaria em quaiquer dia, cum
as suas aroposlas, e ai cu plenlas amos-
tras, nSo seudu acejita pregusta algu'ua un
que se offereca carvlu do outra qualidade
que tiilu sej do Welsh.
Oarsenal do marinba admiti para as
obras do molhoramenlodo porto servonles
livrea, e oflictaes de pe Ireiro. As pessoas
que quizereo ser a lmillnlas rompa,-.-cam
nesta secretaria.
O arsenal de marinba vende utna barca
A vis is diversos.
. se ao esciiplorio da viuva AT.orim #1 Killio.
depois de Tertficada a autnentioidade delias, | 5a com iodos os seus pertenees, urna quan- na ra da Cruz n. 45.
Srs Red actores.- -Objccto de 11 m corres -
pondcncia publicada em seu Diario do hon-
tom o assigna a por um cnlo que mo nSo
rlaiei ao repugnanto t alialiio do descrover,
tenbo do declarar ao publ co que nilo me
defendo dan calumnias que se me Imputa,
porque, devendo a justica publica entrar no
conticcimento do Tacto, dola espero a mi-
nha justilicarjio.Maiioal Luiz Viriles.
Anda est por alugar-se *
a casa do Cnebaug com estribara e cochei-
ra, o muilus co nmodos : a fallar na ra
.Nova n. 63.
mnibus.
O i.ninibus esta dsposlo a cnuduzire bel-
la rapaziada para a fasta du Monte, e Uia
tantas viageos quautas vezea seguimos, de
numero de 12 pessoas, a quaiquer hora do
dia e noile: a tratar na ra da Cadeia.
-- As pessoas que quizerem subscrever
para o Almanak Administrativo, Mercantil o
Industrial, da corte e provincia do ltio du
Janeiro para o anno de 1853, podem dirigir-
)
MUTILADO 1
*

i
A
i
'/
I.


-

i
AO PUBLICO.

Precisase de na ama de casa quo sai
.No Diario do Peniambuco n. 293 de 28 do ba comprar na ra, cosinliar e engommar :
c.rrenle vem transcripta urna correspon- [no atorro da Bit-, isla n..I.
"ca assigi.ad. por Joaquim Luis Viraos,! No di 23 de dezembro na saluda do
MAM nnSn o padrtnhooSr. Manuel portilo de um eiiio no lugar do Oiqu.a. su-
i virSe. na qu.l so queixa amargamen- Imio-se um cavallo caa'anho com um igual
lo proced-rento que este leve contra el- no tcsla, capado, joellios ralados. subuga-
a Urde do dia 26.... Cila.por-., o cor- do, cangalla rom capa docouro, e esta um
lOndente, forte* razOes quo tcm dado,
rlomeute deu n-qucllo di a. para obrigar
ito. como diz, a sou probo e honrado
1 Porque as nao declaro? Parque
ilto ronvm confossar-se o ente mais
adante, mais infame da especie huma-
:omo amigo intimo do Sr Manoel l.uiz
ires e muito o facto da vida dovassa ilo
correspondente e de todos scus p.issos.con
Ira a honra de seu irmlo e padrinho, tema-
dos, pedimos ao publico que impenda suu
juno imparcial i'or uoi pnueo, em quanto a
verdade e a razSo apparacem. Ao corres
poodente dizeroos, quo so cubra ilo vorgo-
nhi desleja, porque a sua vida, choia de
infamias, vaiapparreer. ''"
- O abaixo assignado faz scicnte aquem
convier, quo dcixo devonderagosrdente de
produccSu brasileira, na sua taberna na ra
de 8 Goncalo n. 25, desde o da 31 de de-
zembro de 1852.Domingos Percira.
pouco manco, magro, lamanho regular :
quem dolle souber, levo o o engaito Re-
fresco, ou a casa do Juliilo Mana Freir,
no Peres, quo soi recompensado.
I Aviso aocommercio.
J Yisto a dclibcracao da di- '&
t reccao da associacao dos lo- *
i

VITIUFIC\f)0.
8r. Agustini c sua familia, proredenles
dollorenca on letiverama honra de apre-
sontarsuas obras, bi m como tas cortes de
Inglaterra o Turin, em janci-o de 1814. e no
ultimo miz na de Sun 'agestada Fidelissi-
ma a Itainha de Portugal, obten lo complotrs
provasdosalistacao, cunlam alcancar, ani-
mados por to feliz apjrovacn i, a desle I-
lusl'ado publico, on presenca do qual so
pr poeru elaborar ohjectos os mais extraor-
dinarios, intcressantes e instructivos, taes
como: ttous mil metros do crvstal ou vidro
de todas es cures reluzidos a finura da se-
da ; aves do paraizo, flores, jarras, cachim-
bos, pipos coni agoa pera fumar, pennas de
oscrevor que duram toda a vida e podem
servir para dosei;bar, catiaslrinlms, ftiles,
caballos, cues c lo la a especie de animaos,
tubos cepillare*, dialios cartesianos, lodos
os instrumintos do phyaica e cbymica, ni-
vela, barcos, tubos pBra mellar sanguosu-
gas, lampa las invonladas pelo Sr. Agustini
paia os curiosos, o grande qiiantidade de
outros objectos que seria diHiril mencio
liar, iodosesles objectoa silo desomrcnha-
dos pelo Sr. Agustini sem molde, instru-
o otilo, nrtn ferramenta algumii; pora em
mov menta unto pequeua machina a vapor
feila do c.ystal, prOpria para dar tima idea
precisa deate novo motor, Kinlini, nada oin-
mitlir para salisfazcr completamente o
gusto o a curiosidad.! df* pessoaa quo se
dignaren) visila-lo ; e far expliotcSo do
seu mudo de trabalhar O Sr. Agustini d<
licces a (|iiem as desojar, li-side na tua do
Crespo n. 6, permanecen.! tiesta rtdade s-
menle at... Proco .ia entrada -2,000 reis
As peajoaa que o linnrarem com suaa viai-
taa paraoverem tiabalhiir, recehero gra-
tis urna pecasinha, quo uiai.i I lie agrade, da.<
seguiotes:dala canaatrii.ha, urna palma-
toria, urna louiia de rscrover ou uina flor
no valor de 2,000 rs. Os objoclus o mais
gistas esta praca recom-
. meneando aos scus mem-
J* lros.de nSo comprarem, se-
/ nao cm 8 casas entre 17 im-
S portadores de fazendas e
* como os abaixo assignados
* sao uns dos interdictos ; fa- 9
zem publico aossenhores de |
engenho, lavradores, fuen- 1
* deiros e commerciante.- S
tanto desta cidade, como do *
* inteiior e ao povo em geral
fe desta praca, que franqueara
*S seus sortimentos de fazendas
* por bauoa precos nao me-
? nos de 1 peca,ou urna duzia,
a dinheiro, ou o praso, con-
2 forme se justar : no seo ar-
fe tnaiem da praca do Corpo
Santo, esquina da ra do
Trapiche n. 48.
Hoslron Rookcr S ('.,
Aviso aos senhores de
engeuho*.
3
t
; O 39-A.
Da ra cstreil do Rosario ttavessa para o
Qui'imado. avisa ao respeitavel publico que
ltenlas as grandes vantagens na moa-'se >oha com um completo sortimento de
gem de canna, urovenlentes de ter os tam- biacoito o bolachinhas de farinba de Iri-
ISegociantes inglezes.
Ptecisa-sc alugur urna ma quesaiba
cosinliar, para servir a homem solteiro :
quem qutzer, dirija-so a ra do Queimado
11. 13. loia do rerrageul.
I'r. csa-so por aluguel do u.na prcl.i
oscrava, par cuu.prar o cosinliar para urna
casa dn pouca familta: na ra do S. Fran-
ciscu, sobra .o n. S.
Precisa-se de urna mullier forra qua
saiba traanle craD(aS e ie seus arranjos:
na ra de S. Francisco, sobrado n. 8.
Attencao.
Desapptreceu de um sitio no Arraial, on-
Joerafeiior, o pardo Jos, do idade 30 ali-
os pouco mais ou meos, allura regular,
cor escura, cbeio do corpo, levando furlado
urna cavallo pelo de sella, m.'i3o, Irenlo
abeita, e p.t calcados : consta ter tomado a
direccSo do sol da provincia Pe le-se as au-
torida.ica policiacs e a Ijualquer pessoa,
quedelle liver uolicia, Itajam do prmidel-o,
e dar parlo a Gervasio Pites Farrcira, no Po-
jo a l'.ni ; ...
Manuel Itodrigues Kerreira da Motta ,
fa?. ver ao respeitavel publico quedeixou do
ser oaiielra do Sr Jos Pinto Feneira des 'o
o dia 8 de novo obro prximo lindo,o mcito
declara quo so uiudoii na ra do Apollo para
a ra do Corredor do hispo n. 2.
- la-se um cotilo do .s. a premio, com o
juro que so convciicionar, com garantas 1
conteni: ijuoni precisar annuticie parase
tratar. .
-- abaixo assignado, deixa de vender
Hebidasepirituo*atde producen llrt-silel-
ra em su taberna no pateo .10 Paraizo n.
10,deadeo prinieirode janeirodo I8a3.
Candido Moreira da Costa.
Iloga-so com toda urgencia ao lllffl.
Sr Dsceido bairro rteS. Jos, se iw0 '"'-
l.ienlar eo seus pusseloa o fin da ra Au-
gusta, lim de ali sentir um agradatel chai-
ro peslilenlo.qne sull'oca a loda vizinhanca
"san.io po tanto V. S, da lorma da li i (que
...11 lanos casos sn afasia dos liomens) so-
riio os primeirus a rcconhecereni obeneb-
co os proprios doposilarios >le taes perfu-
maras, dopois plenameulo os provocad.),
^ue nao deixaio do reconhrcor o mrito
com que V. S. d.sempcnlia' 1.1o importan-
tes runccOes. O inimigo la pesie.
-- O abaixo assignado faz sci.nlo ao Sr
arrematante do imposto de v tile por cenlo,
sobro o consu.110 d goardonte de pioduc-
900 brasui'i que, i'esde o pflmelro de Ja-
neiro de 1853 em diante, iielxa devoudiv tal
genero emsoa taberna,sili no pateo do Ter-
con. 4, e por lo faz o presento para no
aei oollectado.Jos da Cosa Carvalno Gui
maraes.
Alugam-se proles que sjam poasantes,
paga-so 1 000 por uia,-ssim como lainbem
se recebe genio forra que su sugoite llSo su
Iralialharbiacal.como carregar peso, pa-
gando-sc o m.smo cima : quem quizer, di-
rija-so no beco do Abreu no Recite .1. fronte
di c sa do pasto do fallecido Jos Caetano
W^^f.,s;i^vfVv":VV*'.''*V'*VVll'V
valor senlo ven 11 los por precos mu li-
eos. O Sr. Agustini so apr se
dos os estabelrcimentiis de r
cidade, sendo chamado pe'
rector. O laboralorioist
lloras da nianhSa al as 10 da nono.
-- O abaixo ass'gnado faz scientc ao Sr
arrematante quedeixou de vender espiilos
na soa venda da ra da 1. na 11. 36. Uer-
naruino deSooza Pinto.
-- O abaixo ssignado faz scicnto o Sr.
;meui, 1 id > ilo imposto de vinle por cenlo
sobro o consuaio de agurdenla do pro luc-
Silo brasileira, que desde o dia 31 do d. zem-
ro cm diaiite deixajte vender tal genero
cin sua taberna sita na*rua da Sen\illa Nova
11. I; e por iss > faz o presento para no ser
co)ectarlo.--An!oj! Pereira de (iliveira Mala.
Manuel Antonio dos Santos Fout.'S, de-
ni ,11. Sr. atrematante da agurdenla, qii'
dcixa de vender agurdente brasileira na sua taberna .la ra do Collogio
n 25.
Do abaixo assignado desappareceu no
dia 18 do mez p oiimo pasaado, um escravo
de sua proprioda le de liorna LUIZ, nalur-l
do centro desta provincia,que ba poucos dias
o hia comprado ao Sr. Jos Caetano de
.'..' 'ib 'ii'<,levandii ennsa de ma lai ol, Cal-
ca de n.elim preto, o Chapeo d. palha de
carnauba pinta o de verde; o escravo loin
os signues S'guintcs: baixo, gross, falta
de 'cutes na frente, o tatnhem do um de lo
cm um dos pos, o lem una cicat iz airas de
urna das orelhas ; ronsh ter an Jado pelu 011-
genho Capibaribe : quem o pegar ou delle
der noticias ditija-ae o a.seal de marinba
n a sitio do f .Mecido Jo> Leflo, no Cor 'ei- _
ro, que se' generosamenlc recomensado. > os mcdieanienlos ot agora experi- Tboni FernanJes Mad. ira de Castro. > mentados, tanto nalOuiupa como 110 -V<
Desappareceu um cavallo no di 21 d p Brasil, c preparados pelas machinas JS
r.nrrente,da iuu larga do Itosario venda n '*& oa invenco do Dr. Mure.
S9, rom ossignaes seguint"S : alas.lo, dous'fl Carleiras de 12 tobos alo 160, por _^
pos calcados.uma estrella na test.1,0111 grii.>, ~J precos variaveis, conformo a quili- ^
carrrgo obrigado, caneca dura, com urna y* dadodas caixas, a quanti lado dos re- <;
rangalba nova de capa de couro t quem do fe medios e auaadynaroiaacOea. mesm der noticia >'U pegar, eve-o a dita a* l'ma cart.ira co 11 os 2V priucipaes <
ven ia, ou na villa do llabu, a ontiegar a An- i* remedios boinopalbicos o 3 obras
Ion... Jus Var Salga lo, que sera betn trnli- W dillerenles .....peiiMVfil paia os
ficado. i **" principiaiiles quo so quizerom con-
I'rocisa-seolugarum preto cozinheiro: *? vencer jo vei.la.le da nova melici-
na ra do Crespn. 10. 5, na: contondu alc:n lie mullos con-
No dia28dedozembro de 1852. appa- g> solhos dioicos, a patogenesia de
receu em minba casa na ra da Autora 11. i> 48 medicnenlos pur 25/000
(2, loja de fuuileiro, um moloque de nomo ;> Tubos avulsos (cada um) 1/U00
IteAediclo. que diz ser escravo do Sr. Joflo !> Tinturas do lodos os me licawien-
Xavier Carueiro Itodrigues CampeH, pro- g tos om frascos de l|S onca 200I
prietariodo engenho l'asso.etn Iguarac.p AVIAM-SK CHATI. IfAJIF.M k
i*
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t^f mtJTZ2
HOMEOPATHICA, <
28IIUA DAS CliUZES 28, *
Dirigida por umpliarmaceutico ^
approvarlo. Ksleostabolectmento possue todos <
diodo que o comptasse; o abaixo assignado
pedo ao dono do referido molequc quejo
mande buscar, nBo so responsablliMindo
pela fuga o dilo escravo. SebtltiBa Mar-
ques do l^'a^ci^lellto.
-" Joflo Gomes do Pinho avisa por meio
*

bores das moen.las perfeilamenle tornea-
dos, o abaixo assignado respetosamente
|. mbra aoa snhores de engenho, que r.a sua
fundicio do ferro em Fra do Porlaa, se po-
de p. rfeilainenlo tornear v novo um jogo
de tambores, e aparar eondireitar os denles
das caretas com lana presteza, que se pu-
de entrega-Ios no mesmo dia, evitando-se
assim o inconveniente da demora dos car-
ros e o mj.ato da mu geni; assim como que
a niesina fun iicSu so acha sempre sortida
nBo s de nuvas moen.las de diversos tama-
nhus e modellos, seno lamben) de rodas,
dentadas, tanto para agoa como para ani-
tnaes de.todas as proporees, a aaber: vol-
ta por VOlta, volta e uuarta, volta etreo,
vulta e meia, du-s, tres, quatro vollas. etc.,
etc., e ponanl quo qualqucrsonhcr deen-
geulio quercudo sccelorar a sua moonda
alliii do moer mais caima no mesmo lempo,
uu retarda-la, alim de espremer mais liqui
do da mesla canna, pudo sem demora es-
colhcr as 10 .as competentes. Fundiciiu de
ferro na ra do Brum, > assando o cnafa-
ris. I). \V. liowman, eng'itheito.
Attencfoa
O abaixo assignado, ilocl*ra que lendo le
vado nodia 10 de nove i.brodo corrento an-
no, a D. Joanua mora tora na ra do Coto-
vello o. 42, a escrava Esperanca, de nacflu
Angola, que repcenla t-r 28a 30annos
pouco mais ou menos, para a dita sanbora
comprar, e lendo o abaixo assignado dcixa-
do a dita oscrava a pedido da dita senhora
para ver as qualidades da mesma.e voltan-
do o abaixo assignado no dia II para ultimar
o negocio, nflo encontrou a dita senhora em
casa, v.ilion n da 12 pelas 7 horas da ma-
lili."., e a dita s.'iiliora D, Joanua respo leu
que tinha man lado a negra vender veril ir as
e que o alaixoassignado vollasse mais Ur-
do para so ultimar o negocio; voltando o
abaixo assignado a tarde do mesmo da, ja
nflo 1 lio apreaenlou a referid esrrava, rit-
iendo, quo al aquella hora nflo tinha vindo
da ra, voltando oab.ixo assignado no dia
13, pilas 6 lloras da manlia, respond'-u-llio
a senhora I) Jo-.....1 que a esrrava tinha f-
gido c como at o prsenle no tenna a pa-
recido a dila escrav, o abaixo assignado
piolesla contra a senhora I). Joanna, pclij
fuga da mencionada escrava a qual tem os
seguinles sigii Corpo, bein parecida acor fula, cuja escra-
va foi do Sr. padre. Tr-jano de Iguarassu'.quo
v. 11 ie nesta ci lade ao Sr. Anioni Ricardo
do llego e este a senho a D. Umhelina da
Silva Queiros, hojo legitima senhora Ja dita
osc.ava; para u quo so roga as autoridades
polieiaes o capitSes decampo, i,U a qual-
quer particular que a prendetein, a con-
duzam 11 ra Velha casa ti 77,quo aerflo re-
compensados com generosidad. Jos Es-
leves do N'scimento.
Precisa-se de om criado porluguez ,
hespanhul, uu alemSo, solteiro, preferindo-
se os novemeule ch.'gados, quo d fianza a
sua rondtila, para lugar perto desla praca, e
paga-se bem ; a tratar com Jos Itodrigues
Ferreir.i, ro do Queimdo, luja de forragens
11. 14, ou annancie tara ser procurado.
-Ilucebcm-so escravos de coini.,iss3o,com-
pram-so o ven "mu-so tanto para 11 provin-
cia como pura fra ; e adianla-se dinheiros
sobre os de commissflo; na ra das l.aran-
geirasn. U, segu 10 andar.
- :. --; ;-;-:.-.......*- y
Dtfgueireolyp
O retratista,no aleiro da Da-Vista,
W sotirado 11. 10, avisa ao respeitavel
11 publico, que lem chega.lo as mais ri-
"9 cas eiixns, qn.idros. cossolet-s, nlli-
vfl neles, carteiras, charuleiras cm que
se podomcullocaroa roiratos,it.-qai
:.; quer tamanho ; qui cm fumo, qur
S coloridos, o garanto a perfeicSo o du-
rabilidadii. As pesso^s quo se ilj-
go, o oe mal na e latas rom dila-por 9,000
rs., biscoitos de Reina franeexea o bolionoa,
ditos da trra etc. ele bolichaa inulto linas
para despen-a ludo por com modo preco, e
roo) multa limp.za, chocolate de Lisboa e
de ro'npnsicao para quem solTte do ner-
voso.
fffe* NNMHNNIl1!
Alugam-se e vendem-se bixasna ."'
(iraca da Independencia n 10, con- ,>
fronte a ruadas Cruzas. 9
-- Alunase a casa da ruadas Irincheiraa
aonde esta a fabrica .lo chocolate homoeo-
ii lineo .1 quem comprar oque est dentro,
enii-i iinl 1 da armaeflo, dous monillos de ca
f, doos torradoies, orna Palanca grande e
11 : 1 pequona, e o mais a volitado do com-
prador.
-- Ocautelista Salustiauo de Aqtiino Fer-
ien a avisa ao respeitavel publho que ven-
deu os seguinles premios da Leen a bene-
Iichi do theatro dramolico da cidade de Cam-
. os os aga na praca a Independencia n.
13 e 15, loja do calcado doAr-nles; n 37 e
39, loja .10 calclo- de Porto & Companma;
o nu ra da Cadeia do Recifv n. 45, loja de
miu lezas de Jos Fortunato dos Santos
Porto.
Meios blindes 4892 20:000,000
DllOS 283S 1 000 000
Oitavos 3099 4:000,000
Quartus 4993 1:000,000
llilheie inleiro S553 100,000
Melos blindes 2842 100,000
Ditos 599.) 100,000
Quartos 5323 100,000
Ditos MI 100,000
Oitavos 2702 400.000
3142 lUO.OOO
a 3671 200,000
2060 100,000
Fara quem precisa do saude.
Na ra Nuva 11 63, ba para alugar una ca-
sa no C.'ixaiiKa com cmniuodos para grande
familia com estribara o cocheira.
gajnpaj p,ajajmajii sj | mWMUtM
& Gosset Bimont, professnr de lio- W
ni.c 1 Un pela escota do Ido de Ja- 9S
GB nciro, continua a dar consultas gratis W
'O aos pobres todos os das uteis, das 8 tf
'-.'- lloras la mmilifla at a meio da, no (
t9 seu consultorio, ra dasCruzesn. 28 W
Lotera de Nossa frenhora do to-
sano.
O tltcsoureiro desta lotera querendo fa-
zer em 1 ir as rodas no dia 22 do corronto cm
aitetico a vantagem do plano, no I lio fui
possivol pelo motivo do os amantes desie jo-
go nflo terem allluido om comprar os bilhe-
tes; ormo respectivo lliesourciro confia-
do no respeitavel publico, quo talvez se
guardaaso para hibililar-so no novo an-
uo, por isso matea o dia 27 d J.neim
corte de camisa por fazer de ma-
d.ipolao. urna ramisa de algodo-
zinlio no corpo e um avenlal de
riscadinho : lia toda a probabili-
dad e de estar nos arrebai les dcsti
cidade para u lado do centro .-.con-
tada a titulo de tomar senliorio :
quem da dita escrava der noticias
exactas ou a pegar, leve-a a ra
Nova, na loja n. ->.'\ que fiz quina
para a Gamboa do Carmo, que ahi
sei bem recompensado
WWW'9W4'' ittVttiJWIGIVVl)
* Aviso ao commercio !!! *
!> ab->xo ossionado avisa aos ^
e senhores de engenho c la- J
& vr,idnrts', e mais comprado- *>
'j. res de fuzendas, e >o publico < .
* desta piara, que lem contro- *
j> lado com algutnas casas 111- glezas para I he dar extioco ^
as sitas fazendas por baixos Jl
precos, e passa a enumerar
diversos artigos por nao ser ^
posivel em um pequeno an-
q! nuncio declarar lodos os ar- n,
t tigos. 1
Corles de cambraia seda, fa- *;
zenda do ultimo gosto e as *
<-' mais linas qua tem viudo ao
? mercado 14,000
Ditos de cambraia de sillico
multo linos
Cintas escurase cor de rosa pa-
drees de cassa, e pannos milito
W
^_liuos com pequeo mofo, o co-
-vadu
> Ditascrdo vinh c caf com
--'fluidos desenlio*
^|l)ilas com salpicus de IIOVOS
' f gustos o tintas lis s
^, Dilas francezas as mais linas
>. que lom Viudo a esla praca tin-
._? lo em pannos como cm tintas
U- Dilas dem de differeiites pa-
ef dro.'S 0:CUroS
j* llnm trancado de linbo de qua
droa e liso, o c lo
4,500 2

v
160
<
200 S
220
-.
<.
<:
s'
1,600 I
320
280
? Uilo amarello trsido intitulado ^
-,. biim lona |,(00 <
0. Alpakas preta o decores, muito *i
9 boa fazonda, o covado 640 iaV dem coai lios de soda de coros, <-
, a> e prela lavrada 800 5
W rins lisos todos amarcllos, fa-
f* zenda do ultimo gosto, o curte 1,800
fi dem ice-,-1,1,ios do urna s cor,
| O covado 320
j. Algodao americano muito en-
i> corpado, a vara 00
, 1 -^ ">! ^iiiii/. a y a 1 a 'lili j ~
prximo v.ndouro, impreterivel, p.rao-n-,^ MadapolOes de todas as qualdtdei,
. ,u,,,n ., diw riidns o< Lili, e- acham-SR > ^^ _. .___ -u IUJI ^' ^^
* a poca, oi6nu, 3,^00 o 3,500, linos,
%> 4,000 e 4,5o0, liiossiiuns 5,000 o ,
> 5,200; coutras mullas lazendoj quo 4&
g em peca abale-so 110 preco al que o J^ compiador liquosalisfeilo : na ra do *
1 Crespo 11. 14. Jos Francisco Dias *
4
V,
rw

m
m
dnien ,1 das rodas: os bilbetcs acham-se
nii-liotica do Sr. Moreira Marques, roa de
Gilioga ; piat;a da Indcpcn leticia, loja do
Sr I'.otoal 1 ; botica de Sr Cbagaa, largo
do l.ivramento; o na casa da fortuna, ra
ireita n 7.
Arrenda-se urna proprieda.ic, sita na sr .. .,,.mi. ,,
ra da Florenlina.eoniig. a do Sr Iteran- \ X,1^ C armaz'-'nl dt h*mi" "-
;-r, com ptimas proporces para nella so Sjan-ii'w*
unlar qualquer estabelecimonto cm ponto,"
grande, por ter baaUntC czlensflo, a porto'
de embarque pelos (nudos : quem a prelen-;
der, i' le ir ve-la,ontondendO'Se com o mo-
rador d.. c sa n 16 da dita propnedade. o
qual dlr com quem se dove tratar de qual- .
quer ajuste.
-- Quem quizer recebor dinheiro na lilla
deS Miguol al a quantia de 2:000,000 de
rs. dando -qui o dinheiro, dinja-sea ra da
Cadeia do Itecife 11. 18,que achata com quem
tratar.
Mviiv^
fSSI gnarem procura-lo, acnaro em sua S.1
DAVID Wll.1.1 ASI ItilWMA.N engenhei-
ro niachiniata e fundidor de ferro mui
rospeitosamento annunpia aos senhores
proprielanos doengenhos, fazondoiros, e
- A pessoa, que na noulo da natal perueu
t~. galera de que se agradaren!, com iS}l unta peca de ou-o no convenio do Carmo, 0 respeitavel publico, qu o seu estabcle-
(M plena satisfacilo. O estabeleci i.enlo fa dando os signaos certos Ihe ser entregue : cimento de ferro movido por machina d"
H estar aberto das 9 horas da maulla
Srf as da tarde.
.i,,
PrecisSo.
Na rui Nova defronte da ConccicSo n. 38,
piecisa-so do olciaes de laluciro.
O Sr. Frmcisro Antonio Dno tem
una caria m livrarta da pra^a da Indepen-
d ncia ns. 6 e 8
Loierij de S. I'edro Mattyrde
(Jlinda.
na ruadas Flores n. 9
.- No da 20 do corrento dezembro desap-
pareceu do engenho Coval, na freguezia do
S. Lou'rtuo da M'tt-, o escravo Ja, pardo
claro ou al ra jado, de i.lado de vinle o tan
tos anuos alto, refo'cado docorio, pomas
grossas, ps g'anles, cara larga, cabello pe-
gado, tem urna in.ici d.dallio proveniente
de um coico de cavallo cm U".a das maeflas
do rosto, suppe-se que a esquerda, cuja
ma ca ai roxima-.se ao cauto do olho. e ne
bem visivid, signal o ais evi.lenieque tem
NIo sendo possivel ao Ihesouroiro fazer para ser cenh-cido, vist. queo nito pleoc-
Correr eatamexeata lote-ta, lira l-ansfe.i- ciliar, nao ho barbado ; levoo camisa e
da sua extraceflo para 26 do Janeiro proxi- feruula de algodfloz.nho de Ostras, cal?
.1,0 futuro; e disposto como es o thcsou- "ul e ch-pco .ie palna, po'c t-lvc* mude
reito a faze-la correr neaae da, esp.-ra iue deroui.a;cujo escra.o fui do Sr._lenei.te-
o publico o coadjuva. Os bilhetes conli- coronel Fr-ncisco Miguel de Siqueira n.o-a-
iiuama estar a venda nos lugares do eos- dor no serlflo do Paj.u: andou fugiao ha Iros
,uiue para qndro anuos, e loi preso na sorra do
/ r 1 1 .1 ____J____1 Marliits ou do Teixena, e vadio-se do po-
Grande lab tea de Chapeos deso der do conductores, indo ter aos serta., di
lina do Collegion. j. | Brgida, aonde me foi remetlido por inler-
C. Falque, faz scicnte ao respeitavel publ- veneflo do lllm. Sr. com.'nandante superior
co .1-l'eruambuco, cent particular aos seus Martinlio da Costa Agr, e como sup.Oe-sc
f.eguorcs, que acaba de receber de Paria, queellc de novo procua o centro, o abaixo
cornudo Rio do Janeiro, da fabrica de Fal- assignado roga as autoridades polieiaes e
que IrmSoa, um lindo e completo soriimon- pessoaa particulares a quem cbogar possa a
lo de chapeos de sol .leseda o de panninho, (noticia da etada dello em qualquer parte, o
tanto para liomens romo para senhoras.len- fvor do pru overem a sua captura,e romet-
do paraos piimeirusum escolhido Borlimen- te-lo para o roferdo eng-nho, 011 para aca-
to de chapeos de sol com cabos inteii icos os (dcia do Hecire, quealm de satisfa/.cr toda
mais linJos,que tem viudo em caricaturas a despeza licar summamente agradecido,
diveisas, ditos do cannu, etc. ; gran !e quan- Igualmente promette pagar generosa tiento
vapor, na ru do llrun,, passan.lo o chafa-
riz, contina em effeclvo excrcicio, ese
acha completamente montado com appa-
relhos da primeira qualidade para a per-
feita confcccSodas maiores pc?as do ma-
chinismo.
Habilitado para emprebonder quaes-
quer obras da sua arle, David Wiiliain
liowman, desoja mais particularmente
chamar a atteneflo publica para as se-
guinles por ter dolas grande sorti-
mento j promptas, om deposito 11 mesma
fun 115.10, as quaos construidas em sua fa
brica pdem competir com as fabricadas
em paiz estrangeiro tanto cm_preco
como cm qualidade de materias primas e
me.. 1'nina, a saber :
Machinas do vapor da" melhor cous-
truccao.
Muendas do caima para engenbos do
lodos os tamaitos movidas a vapor por
agoa, ou animaes.
ftodas d'agoa monillos de vento o
sorras.
Munejosindepcndentcs para cavallos.
Rodas dentadas.
AguiiiiMi's, bronzes e ebumaceiras.
Cavilhdes eparafusos de todos os ti-
manhoa.
Taixas, paros, crivoae boceas de for-
nalha.
Moiohos de mandioca, movidos a m3o
ou por animaes, c prensas para a dita.
Chapas de fogao o frnoa de farinba.
Canos de ferro toroeiras de forro o
do bronze.
Bombas para cacimba e do repucho ,
movidas a m3o, por animaos ou vento.
Guindastes, guinchse macaco.
Prensas liydraulicaa e de parafuso.
Ferragens para navios, carros cobras
publicas.
Columnas, varandas, grades e porlocs.
Prensas do copiar cartaa e sellar.
Gamos, cano de mSo e arados de fer-
ros, ele etc.
Alm da soperioridade das suaa obras,j
geralmeole reconhecida David William
lio" 111,111 garante a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remoltidos
pelo cultores qoe ae dignaren) de fazer-
llie eiicommendas aproveitando a occa-
si.io para agradecer aos sous uumero-
susamigus e Ireguezes a preferencia com
que tem sido por elles honrado, e asse-
gura-lhes que nao poupara esfurosodi-
ligcncias para continuar a merecer a sua
cunOanca.
-- frecisa-se alugar um preto para o ser-
vico desta lypographia : na pra(a da lude-
pendencia 11. 608.
-- Apparccau no rtigcuuo Tamatiupe de
Florea, na comarc de Nazarulli da Matla,
um crioulo.ue nomo Aiilonio,que diz ser es-
'cravo .10 Sr tenenio-eorouxl Francisco Lo-
pes da Cotilla Cardoso, morador em Cra-
tius, na 1 ./eud.i do Jardiin. Uabiiixo assig-
nado loga ao dito seuiior que quuuto antes
mande auas ordous para a pr-ca de Pernam-
bucua Jo> t.ypriaiio de Moraes l.ima, ra
do Sebo, ara s r entregue o referido escra-
vo ou o dinlioiio.no eso le o quorer vender
por proco tazojvel; crio do que u abaixo
assignado nio so 'espousabilisa por qual-
quer fuga quo possa ha ver. Joaquim ('.aval-
canie Ue Albuquerque Mello
Juiipro.'
Comp a-so um escravo, peifcito cusi-
nheiro, e de boa cuudcla, para urna parti-
cular encommenda : na rita da Cruz nume-
ro 45.
Conipram-se escrava ovendem-so rc-
cebem-se do commissilo, tanto para a pro-
vincia, como para fra della: na ruados
Quarteis n. 24, segundo andar.
Compram-se escravos de ambos o se-
xos tendo boa figura o habilidades, paga-so
bem ; na ra das Larangeiros ti. 14, segan-
do andar
Compratn-sc costados de int-
deira de louro, amarello, e sedro
em porco na ra da Cadeia do
ttecife n a3, se dir quem quer.
Compra-s com premio seJulas de um
o doos mil icis, quo iiSoaejam rotas: na ra
da Cadeia, casa do cambio 11 38.
t-ifa.
Saliiu a luz a folhini). ru'ii almannk al-
minisiralivo,comiceici.il i(,du-trial,oqiial,
alm do outros accresci. os coiitem grando
parte dos nomes dos eng'Mihos, o seus pro-
pietarios : venle-s I por 320 rs. cada urna:
na I vi ai ia 11. 6 e 8, da Praca da Independen-
FIILIIIMIl UU 1853.
Si tura ru 1 luz as bem cmHiecidas folhi-
nha de porta, al.'ibrira e padre, impressas
na lypographia desto Diario, as quaesacham-
so a venda i.al'r. c. da Indcpuiidencia li-
vraria n. 6 e8.
- Vende-ae una cama para casal, toda
de Jacaranda maasico o cheia de lindos em-
butidos; na travessa da ra Augusta, em
casa du Sr. Joaquim Jos Amancio.
Milito.
Viiidom-sc laceas co.r. milito de superior
quali lade, e pur menos preco do quo um
nutra qualquer parte : na ra da Cruz, con-
fronte aochafariz n. 19.
Ven de 16 anuo-, quo monta muito b oh e trata
de cavallos por estar a isso acostumado, o
bino para ludo n sorvito ; um preto muito
bnm carrci'o o bom plgem ; um dito bom
oleiro o me-tro de essucar ; dous ditos
hons para ramo ; doos parios, um dos
quaes bom olllcial deallaialec de lioa con-
ducta ; o iiiiii prela sem habilidades: na
ra dos i.k.i L 1 n. 24.
Vende-se champagne o melhor possivol
do lo la qualidade, polo preco de 2,2,000 rs.
a duzia; barris de vinlio francez, blanco o
tinto, lamben) o melhor possivcl, e pelo pre-
so 111I 1 i- mino lo ; licores do Abeyinlhio,
o Kirssh, na ra da Cruz n. 52.
^(jv3Tr[i(m)i[D)i 1 e
DA
tidado de sedas c panniuhos em peca para
cubrir armacOes servidas, as que forem de
ferro envernisam-se que licam novas, ba-
leas largas, estrellas o deac para osparti-
Ihos e vest los para setihoras, bengalas bo-
nitas.cobre-sn e coiicerta-so toda e qualquer
qualidade do chapeos le sol: tolos os ob-
jectos cima meucionsdos venden-as eni
porcSo e a rotalho por menos preco quo em
outia qnalquer parte.
U catitelisla Souza Jnior avisa ao res-
peitavel publico qui na sua lujado ferra-
gens da ra do (Juoimado ti. 37 A, na da
praca da Independencia n. 40, e no aterro da
Boa-Vista 11. 48, vendeu o premios aDaixo
declarados, o poitanto convida aos s nliores
possuidoret avircm receber as ditas casas
os sous promios, e surlirem-sa de novos bi-
Ih-tes, meio, quattos, oilavos e vigsimo
que recebeu d Itio de Janeiro, da lotera da
SALSA PARRILHA DEBRISTOL
para ospobrus,todas sreccilasque _J |mpen-l SocieJade de Inatrucco, que leve
sua casa no dia 3 de Janeiro paia verem o
seu estado, e toniarem conta da mesma.
Sr. Antonio Dias Fernandos queira
ter a bondado de chegarrui eslreila do
Rosarlo n. 43, para liquidar o negocio quo
S. S. bem o sabe.
Desappareceu nodia 28 de dezembro

paraali mandar qualquer professor.
Na mesma botica t-ncoirtiar-se-ba ^g
scmpie 1.111 grande sortimunto de II- ^g
<-.
<
<-.
& viosem porluguez c Trancez o em-
lim ludo quanto be necessario pira
correr b 23 du corronle, e cuja lista aqui .le-
ve chegar pelo vapor em 5 dejauel-o pr-
ximo.
desloa seua cre.lorra, para se reunirem om goesludo n.relica da lunnopa tilia
N. B. Rcfurmam-se gratuitau.into
lodaa aa carleiras vendidas 110 eMa- _*
bel. cio-uto de cujus romediui, pe- ^
Z la hiitiidadc ou |or qualquer ou- 3
& tra causa liverem sido deteriorados. ^
'.A.4AA0'aA:AS.'ftAAaAllftllAa%
-- Na padana da ral.aoa r. ai 10 Slangui-
as 3 para ts 4 horas da larde, urna iscrava ribo n. 27, qucouti'ora foi dosr. Lap., pre-
cio numo Jnanna com ossignaes seguinles : cisa-so alugar 3 prelos para o servicoda mes-
peaiocoun, lamo grosso procedido de umama, pgaudo-a seojaual ou meiaalmente, | Para urna deslilacSo bem montada,preci-
vea, pea cultos e grossos com as veas mui-'conforn e o trato. [ aa-ae de om bom destilador quo d fiador a
to puladas, e altura regular : quem a appre-1 Alugam-se os tercoiro equarlo andares sua conduela,e que nao tenha numerosa fa-
bonder, leve-a a ra do Jardim o. 18, que coma cosinha da casa 11. 42 da ra do Tra- milia.e ae a n3o liver melhor sera : quem es-
ser bem recompensado. '. piche Novo do Recife : quem os pretender, tv, r ncatascircumatancias, entenda-socom
O abaixo assignado deixa do vender dirlja-se ao primeiro andar da dila casa. Sr. Jos Cypriano de Moraes l.ima.
desde o 1. de Janeiro de 1853, agurdenlo,' l.a*-se eengomma-se, com mulla per- -- Precisa-se de urna ama de ledo fo.ra,
na sua taberna sita 110 lugar de Paroamei- feic3o e asseio : no paleo da Ribetra de S. e sem lilho; na livroria n. 6 e 8 da praca da
rim.- bernardo Joi da Costa Vleme. Josn 15. .Independencia,
Nmeros 3099
4993
335
1525
4730
50
355
404
799
1601
2141
2812
4:000.000
1.01)0,(10(1
400 000
400,000
200,000
200,000
100,000
100,000
100,000
100,000
100.0UO
100,000
a qualquer campanha que o pegar, c fizer
entrega uus lugares indicados.
Manuel Lucas le Araujo Pinbeiro.
...... .;,..-, wv rHrft
j l'aulo Gaignoiix. dentista, j
I? Pdeserproeurailo a quitl- 2
^, quer hora cm sn casa na ^
0. rnalarfado itozarlo n. :w, <%
_> segiiintoaniliii*.
A*AiA*>ft4*ft*&iii;i:*AAl.'ilA
iNo da qtnnla-leira 16 do
corrente, dcsappnreceu da rita No-
va u a3, a prela Iielfiua, de na-
cao, representa ter a5 annos pou-
co mais ou menos, estatura regu-
lar, cor bem preta, cara grande,
olhos grandes e pretos beicos
grossos, (ticixi) compndo, detes
alvos c perfeitos, peitos pequeos
falla compassada, tem cm 1..... ds
rannellas por cima do tornozcllo,
urna grande marca de tal lio defoi-
ce : levou roupa, sendo um panno
da Costa trancado com listras niitt-
dinlias, azul, branca e encarnada,
guarnecido de franjas brancas e
largas, quatro vestidos, um de ris-
Cddinbo de quadroazul escuio,no-
vo, em folba, tres de chitas fran-
cezas largas, sendo um cor de rosa
e llores, novo, em lolba, um ver-
de miudinlio e um brauco muito
embastido de llores miudinhas le
BODRE a
AKRILIIA
A salsa 1 ,n nllia dollrislol daia desde 18.12, e lem constantemente IQtntidO sua repula-
qo, sem necessidade de recorrer a pomposos annuticios de que as nr.iparaces de m-
rito podeni despensar-se. t)suceso do lr. Ilrstol tem provocado infinitas invejas, a
entre oulra,as dos Srs. A. It.D. Sands, do New-York, preparadoros o proprietarios do
salsa parrilha conltecida pelo nome de Sands.
Estes senhores solicilritoem 1842 a agencia de Salsa parrilha deUristol, o como u5o
o pudessem obter, fabticar.lo unta imilac.Vi de liristol.
l-.i an o 1 a caria que os Srs. A. R. D. Sands escreveram ao ln Bristol, no dia 20 do abril
de 1842, e quo se acha em nosso poder :
Sr. Ur. C. C. Bristol.
bfalo, etc.
Nosso apreciavel snnhor.
Em todo o auno paasado tomos vondi ln quantidades coisideravei do extracto do
salsaparrilha de vm. e polo que ouvimosdizer de auas virtudes quclles quo a tem usa-
do, julgamos que a venda d dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm.quizer
fazer um convenio comnosco eremos que no resultarla mulla vantagem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos resentida sobre esto assumplo, c se Vm.
vier a esta cidade dsqui a um moz, ou cousa semellianle,loriamos muito prazer em o
verem nosaa botica, ra do I'ulton n. 79.
FicSo as ordenada Vm. seus seguros survidores.
(Assignados) A. R. I). Sands.)
CONCLUSA-
1." A antigoidado da salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que el-
dala desde 1832, e que a de Sands a appateceu em 1842, poca na qual esto droguis-
ta niio p 10 obter a agencia do I) Bristol.
2.* A soperioridade da salsa parrilha de Bristol he incontestavcl, pois que n.lo obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de urna porcSodc outras preparacOe, ella tem mahi-
tido a sua repulacu em quasi lo la a America. /
As numerosas experiencias foitas com o uso da salsa panilla em (odas as infermiUa-
des originadas pela impureza do sangue, e o bom xito ..luido nesta corte polo lllm. Vr.
Dr. Sigaud, presidente da academia iaipeiial do medicina, pelo llluatrado Sr. Dr. Afc
tonio Jos Peixolo em sua clnica, c em sua afamada casa do saude na Cambn, pe o 1II m.
Sr. Dr. Saturnino de Uliveira, medico do exercito, e por varios outros mdicos, per-
mittem boje de proclamar altamente as virtudes ellicazes da salsaparrilha de Bristol.
I'.m ronseqiienri do se ter fexado a botica do Sr. Joae Mara, muilou-se o deposito da
, salsa parrilha de Bristol para a botica ingleza ra da Madre do Ueos n.l,e vende-se a 5/000
vou mais duas saias brancas, um 10 vidro.
MUTILADO
(
I




Moinbos de vento
eom bombas de repuxo p.ra regr.r norias
baixaadecaplm D.undicgodeD. W. Bow-
min:ni rua do lirun ns.fi, R o lo.
DepoMto ila fabrica de Todos os
Santos na llnlila.
Vendo-so, o ni cus de N. O .Biebert C,
na ra da Cruz n. 4,algod3o tramado a-
qnellarabrica.rouitoproprioparasaccosde
aaauoar eroupa deescr.vos.porpresooom-
modo.
Cal virgem de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem,
chegada ltimamente de Lisboa, e
por preco milito em conta: no ai-
mazcm do Caes da Alfandega n.
7, 011 a tratar no escriptorio de
Novaes Pt Companhia, na ra do
Trapiche n. 34-
Potassa americana.
No antigo deposito da cadea telha, n.
19 existe urna pequea porcSo depotassa
americana, chegada recentomente que por
superiorriv.li. com d.Russi: vende-
se por preco r.zo.vel.
Deposito de cal e potassa
Deposito de cal e potassa.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Kecife n. 50, vendem barris com cal em pe-
dra, nova, chegada de Lisboa pelo ultimo
navio, o hriguo Flor do Mar; assim como
barris com sur-erior potassa nova, por pre-
os razoaveis.
'ede-se as senboras que deem to-
da a attencao para as seguintes
fazendas :
Cortes de cambraia de lpicos brancos e
de cor com 5 e meia varas, tendo urna de
largura, o muilo Ona a 4,000 rs. ; cortes de
vestidos de barra tanto brancos como de co-
res, do ultimo gosto, a 5,800 rs.; ditos bran-
cos com dous o tres babados, com seus en-
feites dos melhores que h, a 6,000 rs.; cas-
sa chita franceza a 800 rs. o covado ; corte
de cassa chita a 3,400 rs. ; e muitss outras
fszendas de gosto por procos commodo ; na
ra do Crespo luja n. 6.
Cortes debiim trancado escuro de
purolinho, a 1,44o a,ooo rs
5,400.
Chegou a loja da ra do Crespo n. 6, om
grande sorlimento de brim trancado do pu-
ro linho, pelos precos cima ; estes brins
sSo de bous goslos.tanto para os gamenhos,
como para os serios.
- -, i>_j-;~ como pir uskih.
No armazem da ra da L.adeia Ao> genhores de engCnho lavra-
doHecifc n. xa, ha muito supe-, doreg e mas pesSoas qne tem
rior cal de Lisboa, em pedra ,
.i.s.jin como potassa chegada l-
timamente ,
soaveis.
a precos muito ra-
Salsa de Sands.
Vende-se na botica da ra larga do
rio n. 36, de Rartholomeo Francisco de
za; aliaoca-se ser a vordadeira. -
MULDLHAS DOUMADA
de todas as larguras venden
pera liquidar con tas muito em ton-
ta, na ra da Cruz n. 10, aisim
como dous foles para matar ibrmi-
gas, de moderna construccio, vin-
dos de Franca.
flv AAAAAA && A AA A Aw Aa^ejei
A No armazem da ra da Muela n. 5, ?
A contioua-se a vender cal virgem A Lisboa, em pedra da mais nova que lia S
A chegada pela barca Ligeira,assim co- A
A mo mercurio dceem caixinhas do M- #
bra cada urna (muito proprios de
A conducho t>ar o centro) do bem co-
A nhecido o a c c litado autor Senedel- (f
A le, ludo por menos preco quoem 011- 8?
A tra qualquer parti>, assim como um as
A braco de balanca RnitiSn, com suas 0
S conchas o pesos proprios para arma- *
zem de assucar, para o que ja servio. *
AAA#ffAAAAA?A
Na ra do Trapiche n. 14, primeiro an-
dar, veodo-se o seguinle : pasta de lirio
florentino, o melhor artigo que su conhece
para I impar os dentes, branquece-os e for-
tilir as gengivas, deixando bom gosto n
bocea e agradavel cheiro, agua de mel para
es-cravatura, a ooo res e 1.000 ,oscbeilo, limpa a caspa, e di-lhe mgico
cada um ''! lustre, agoa de perolas, este mgico co.mes-
Na roa do Crespo n. 14, loja de Jos Fr.n- 'co para sacar sardas, rugas, e embelesar o
Cisco Di!., tem piM venderos mui.os .r.- rosto; ass.m como, tintur. imperial doDr.
, paiaad
para casa de pulgar,por menos preoquc 0B
de cobre, escovenaparanavios, ferro ingle
taaitoem barrascomo em arcosfolhaa.et"
por baralo preco.
Uculos.
Na ra cstreita du osario n II, tem um
Che
ns. 18
gou na praca da Independencia, loja ndo sorlimento deludo quanlo he bom
c 20, um rico sortimenlo de oculos ,P" ? passamento da fesla, .saber: queijos
> t.. r,,iii,> .lili.,' II i-illl-i Jll.. I-i, III-....
O caulelista Faria Barbosa
contina a pagar om casa de Gpuvia & Lci-
tn os bilhetes premiados que vendeu da lo-
tera do thcalro de Campo., e na rprsma ca-
sa, na ra larga do Rosario, loja do Maia,
em frenio do Livramento, loja do l'inho.e
no aterro da Roa-Vista, loja do Duartc, ven-
de bilhetes e cautelas da segunda lotera da
sociedsde Amante de Instruccn, pelos se-
guintes presos:
Inteiro 81,000
Meio 11,000
tuarto 5,500
Oitavo 8,800
Vigsimo 1,300
Vendem-se chapos de sol de sdame-
los e de cores armadlo da Baha, com loque
de mofo pelo diminuto preco de 4,000, 4,500
e 5,000 rs. : na ra do Collogio n. 4.
Calcados a 700 e 1,440 rs.
No .Ierro da lina-Vista, defronte da hone-
ca n. 14, trocam-se os melhores sapalos de
couro de lustre ffBncez por 1,440 rs., e -
patclrs do Aracaty, tanto para homem como
para menino, ,a 700 rs. o par ; assim como
um novo c completo sorlimento de calcados
de todas as qualidadrs, tanlo para horneo)
como para senhora, meninos e meninas, lu-
do por preco un. 1I11 commodo, afim de se
apurar dinheiro.
bom petisco para variar nos dias
de festa.
Ovas do sertao.
Vendem-se na ra do Queimado n. 14 as-
sim como bons e frescaes queijos do sertSo.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade cm casa de J. Keller &
GoopanaVl na ra da Cruz n.
55.
He pechincha.
Vende-se um c.briolet coberlo, novo, e
moderno, com arreos, tudo do melhor gos-
lo : na cocheir. do Quinteiro, na ra Nova
n. 63.
- Vendem-se superiores bol.chinlias em
latas, de soda, inglezas e ararut, frascos
Com conservas, fructas prorriaa para podim,
ludo isln chegado na barca inglez. Mary
Queen of Scots, e latas com superior mar-
melada, s.lmllo, sardinhas, e ervilhas, tudo
cm conta para agradar rs freguis. : na ra
da Cruz do Recife n. 68.
a o
>
N. fu
tandea
"--"ve'ndem-so os vorcf.deiros selinsin- pr.^cMa'VdVpend'Va''.'18 lo;'reb"e"- "oras, dit*. ingl-ia quadrad. esp.n.
v V ____.__:-, rt hannaa rf 'dore* rara sacudir a poeira, c outros mullo
objeetos ; na mesma quasi sempre continua
*
gleze., p.tente, de mola,"Vem alia s na ramde Pars ricos relogios ^.^^'M^LY^^I^^'I^L'S^'.
ra dSbnzalla'Nova n.42. parede, com corda para l9dias,tocam as I o-
. Vandem-s rplocrios <1 OU- rase meias horas, silo .flaneadosa regular
vendem-se relogios ti ou perfetlin)enleieos pr0CossSo muito mode-
ro eprata, patente inglez: na ra rados comparativamente a qualidadoquehe
da Spnrlla Novan 'n muito superior.
- Na praca da Independencia ns. 18 e 20,
AGENCIA
da undicao Low-Moor.
RA DASENZALLA NOVA N. 42:
Reste estabeleeimento conti-
a a lia ver um completo sorti-
mento de moendas o meias mo-
endas para engenho machinas
de vapor, e taixas de ferro bati-
do ecoado
a ter uvas.
JI1S.
Brunn l'raeger & Companhia
receberam pelo vapor Tay um
vendem-se relogios americanos de superior 1,10V0 cxcellcnte sorlimento de
qualidade.olem anda alguns com corda pa- .i_ _j.
?a s dita, todos toc.m compassado. |obras de otiro, como sejam : ade-
Aos senhores de engenho. Irecos, e meios ditos, correntes pa-
O arcano dainvencao do Dr. ira relogios, lirincos, alinetes, pul-
Eduardo Stolle em Berlim, em- Iceiras, botSes para collete e cami-
pregado as colonias inglezas e'sa, anneis, etc., que por seugos-
hollandezas com grande vanta-Ito miderno c elegante, se recom-
gem para omelhoramenlo do as-jmendam principalmente para mi-
acha-se a venda em latas mos de festa : vendem-se na ra
to com o metho-ida Cruz n. 10.
da todos
nhos, para dito. *uca,r ,
oendas suueriores. dc to libraj,jun
: Nt ,fundiv3o de c. Starri Comp.nhia, do de empree-lo no idioma por-
3??-JVm".0L,'ch,am"se*re"d* mofn,'l"f tueuez : em casa de N- O. Bieber
do cann., todas ilcferro, e um modeloe "o .,
construccaomutosunerior. & tompanlua, na ra da Liruz
Em casa de J. Keller & n. 4-
Companhia na ra da Cruz n.
5"5, ha para vender dous excel-
Vendem-se remos dc faia ,
oleo dc linhaca cm botijas barri-
lentes pianos fortes, e dc urna dasicascum cimento eas tinas, a von-
*i
?

i
melhores fabricas, chegados lti-
mamente da Europa.
Taixas para engenhos.
Na fundicSo de ferro -Je I).
W. Bowman na ra do Brum,
passando o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido c ba-
lido, de 3 a 8 palmos de bocea,
ts quaes acham-sc a venda, |>or
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
e em carros, sem despezas ao
comprador.
Feijao novo a 6,000 rs.
No armazem do Couvcia & Dias, confron-
te a oscadinh. da Alfandega.
AA#*4>#***< *****
Botica homeopathica.
^ a8 ra das Cruzes 18
A 'I" para so vender algumas caixas
( ricas com medicamentos em tintura.
A Cada urna ser acompanhada de um
4 frasco com glbulos inertes, e o A
i meio do os preparar. tjl
AAAAAAAAAAAAAAAAAiSt
Farinha de mandioca a 1,000 rs. a
sacca
No armazem de J. J. T.sso Jnior : n. ru.
do Amorim n. 35.
Deposito de panno de algodo da
fabrica de Todos os Santos da
Baha.
Vende-se o bem conhecido pan-
no dc algodao da Baha, proprio
para saceos e roupa de escravos,
a vontade do comprador assim
como no de algodo da mesma fa-
brica no escriptorio de Novaes
& Companhia, na ra do Trapi-
cha n. 34.
Arados americanos, chegados dos Ks-
tados-Unidos; na ra do Trapiche n. 8.
-- Veodem-so lonas, brinzSo, brins, e
meias lonas da Russia ;{ no armazem de N.
O. Bieber & Companhia, na ra da Cruz
n.4.
Veode-se marmelada nova em boceto
do 1 e2 libras, caixinhas com 2 e 4 libras de
peras,ditas com 2 e 4 libras de ameixas,cai-
xascommassas linas deestrelinha.tudomui-
lo superior; na ra da Cruz do Recife n. 46,
defroute do Sr. Dr. Cosme.
Vende-se linha de 200 jardas em carri-
teis, muito forte e bem soitiJa, em caixi-
nhas de 60 dunas de carriteis,e mal. em con-
ta do que em 01,Ira qualquer parle: em casa
de James Crabtree & Companhia, na ra da
Cruz o. 48.
Vendem-se 350 patacOes hespanhes e
hrasileiros, a 1,960 cida um : na ra larga
do' Rosario r.. 48.
i> Vende-sc em casa do beane Youlo &
Conypanhia um carro americano de qualro
rnil/.is para um 011 ilnus ravallns, rom seus
iic .npetentes arreios, em ludo completo; po-
de aer visto em cas. de Hoirrier no aterro da
IJoa-Viala; c lambem no seu armazem na
ra da Cadeia do Recifo n. 52, ha venda
Diluirs americanas, lanto de assento do pa-
Ihinha, como dc madeira.

tade dos compradores : no arma-
zem com taboaa dc pinho, atrs do
thealro velbo, ou a tratar com Joa-
quina Lopes dc Almeida, caixeiro
do Sr. Joao Mathcus.
Pesaos de chita escura a 5,5oo rs.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
la para a cadeia.
Cortes de cambraia com salpico
branco e de coi a 4,000 e 4,5 Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia.
I,euros de seda brancos.
Muitoslinos. t.OOOrs. cada um : na ra
do Crespo loja da esquina que volta para a
Cadeia.
-- Vcndom-sc, riscados do linho proprios
para palitos e calcas para quem passa a fes-
la, por 180 rs. o covado: na ruado Crespo
loja n. 6.
Com toque dc avaria.
Chitas oscuras para coberta, algodSozinho
r""Tranco lizo e trancado.
Na {ua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia,vendem-so pecas de cbila pa-
ra coberta a 6,000 rs.; ditas de algodSosi-
nho lizo com I6 1|2 varas, a 1,920; ditas
trancado muito largo, coni 25 varas a 4,000e
5,000 rs.
A 5,000 rs. pequeos, e 5,500 rs. grandes.
Vendem-se chapeos de.sol de seda [ingla-
zes do superior qualidade, pelos precos ci-
ma : na ra do Collogio 11. 4.
PARA CA8.18 DU CAMPO.
Na ruada Cruz n. xo, casa de
Brunn L'raeger rk Companhia, a-
cha-se a venda um lindo sorlimen-
to demobilia de ferro, chegada ha
ponen pelo ultimo navio, como se-
jam : cadeiras de todos os model-
los, sedes, mesas e canaps, muito
prpprias para as casas de camp >.
Cal virgem.
Vende-se cal do Lisboa m.is nova do
morcado: n. ru. do Vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio do T. deAquino Fon.eca
& ilbo, mina ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto daFonseca._
Potassa e cal virgem
Na ra de Apollo, armazem n.
2 B, vende-se por preco muitora-
soavel, muito nova e superior po-
tassa, assim como cal em pedra,
chegada na barca Ligeira.
Vende-se um escravo, crioulo, moco e
robusto, proprio para todo o servico: na ra
da Madre de Ueos, loja 11. 34.
- Vende-se urna escrava de meia idade,
perfeita engommadeira o cosinheira : na ra
larga do Rosario n. 82, segundo andar.
Ultimo gosto, 3,800.
Cortes de cambraia franceza muito fina
do ullimo gosto e cores lixas pelo uimi-
nuto preco de 3,200 rs. o rprle : na ra do
Crespo n. 6.
-- Vondemso landres, liolijoes e garra-
Mes v.sios que podem servir par. azeile do-
ce, do carrap.lo, ou oulro qualquer oleo,
etc.: na ra larga do Rosario n. 36.
I). un Silva Campos, com venda na ra
da. Cruzes n. 40, tm para vender alugar
as mel liores bichas que h.t ou mercado.
A 1,280e 1,600
Superiores cobertores de algodoa imila-
(So de tapetes do cor, muito proprios para
ccrlos arranjos de casa de familia, e quasi
um genoro de primeira necessidade para o
Sr. de engenho. pelo diminuto preco dc
1,280 e 1,600 rs. : na ra do Crispo n. 6
Vcndc-soum rico cabnolet inglez, dc
quatro rodas, muito leve, moderno, e com
muito piiucn uso : a fallar com o Miguel,
quetein cncheira no Aterro da Uoa-Vista.
1 mmwmw wmmmm vwa *$ ^ na m
r ass
1^ Holtca bomneopalhica
C Hun rln.i Cruzan. ->H. ^
OH Arliani-sc. venda as obras seguintes: m
J0 Manual completo do Dr.Jalir, 4 volu- ^
fji mes ricamente encadernados.
(gt Diccionario do medicina, por Nyteu. S
>~;^ Manual de dissec^o, por Coste. m
tg) Curso dc phrenologia, por llrous- |
r sais.
Vcrdadciros charutos da
* 11
^ Havana.
No armazem de 11. Gaens-
ly, na ra da Cruz n. 1, ven- ^
* dem-se superiores charutos 9
^ da Havana. chegados ulti- *
(, mmente r
##>#A4tf <4r #ir#l6tf A#A
Vendem-se em cas. de Me. Clrnont &
C, na prca do Corpo Santo n. II o seguin-
le : vinho de Marseilleem caixas dc 3a 6 du-
zias, lindas em novcllos e carreleis, tareu
em harneas muitns grandes, ac de milSo
sorlido, ferro inglez.
-- \ 1 ra Nova n. 18, loja de M do A. Ca-
j, lia sempre um grande sortimento rie
obras fetas de alfaide de todas .s qualida-
des, tanto superior como mais inferior, ca-
misas brancas finas francezas, de tolas as
cores, chapeos francotes, ditos de sol, um
sortimento de pannos finos o merino de to-
das.s cores, brins brancos e de cores de pu-
ro linho, e outros muitos padres, lencos de
seda, ditos para grvalas, palitos para pe-
queos de 10 a 12annos, suspensorios en-
trefinos, bonetes para montara, ditos para
pequeos, um gran le sortimento ile dilosde
todas as cores e qualdartes, faz-se vestidos
para montara de senhoras de merino de
qualquer cor, de 40 a 50,000 rs., um sorli-
mento de charutos linos chegados da Itahia,
o outros mais baratos para acabar; emlim
os freguozes que entraren nesta loja.sahiro
prnm.tos de. um falo completo, trazondo
sempre dinheiro.
Tachas de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro,
o lambem no deposito na ra do Krum logo
i.a miiada, e defronte do arsenal do mari-
ola lia semprn um grande sorlimento de
tachas tanto do fabrica nacional comoes-
Irangcira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas efundas; o om ambos os lu-
garesexistem guindastes,para carregar ca-
noas o*u carros, Iivres dedespoza : os precos
sSo os mais commodos.
' = ?.
Alias completode anatoma com 112 $*
(i eslampas coloridas. ^
~- Homncopsthia domestica, por Ri- 3
WP '-''' ---
(i Memorial do medico homocopalba, J
Un por Tliaos.
A Tratado das molestiaschronic.s, por ,
t2 llahnemann.
^ Medicina veterinaria horrceop.lhic, *
m por Cunlher.
i^j Organon da arle do curar, por Hall-
it nemann. '"
m Retrato de llahnemann.
m Tratado das molestias da pelle, por A
2, Jabr.
Elementos de homccopalhia,por (ios- H
sel Rimont A
! Tralamcnto hornuoopalhico ds mo-
leslias venreas, pelo mesmo.
SALSA FAlililLIIA
DE
A. numerosas oxpenencias feitas como
uso da salsa parrilha em todasasenfermi-
dades,originadas pela impureza dosangne,
e o bom exilo obtido na corte pelo lllm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustradn Sr. Dr.
Antonio Jos l'eixoto cm sua clnica, cem
sua afamada casadesaudc na C>mhoa, po-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, mo-
dicodo exercito o porvanos oulros medi-
| ros, [>< rm 1 (ii'in boje de proclamaraltamcnle
as virtudes cllicarcs da
SALSA PARRILHA
DE
KA M NOrOBl..
Nota.Cada garrafa contem duas libra
de liquido, e a salsa parrilha dc Uristol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potsssium.
Em consequenca do se ter fechado a bo-
J
S 9
o 6

t s
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fifi i
es i
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o
o
o
o
o
o
o
o
' Pathogenesia dosprincipaes medica- CStj lica do Sr. Jos Mara, mudou-se odepo-
A mentos brasileiros, traduzdos dona
A francez, por Gossct Rimont. A
i^A^~"-^AAIAAAWAAAA
Vendem-se ricos oleados pa-
ra mesa, de todos os tamanhos, e
baratissimos : na ra da Ciuz n.
10, casa dc Brunn l'raeger & Com-
panhia.
Keljiio barato.
Vende-se feijSo alg-im tanto furado para
sustento de animaes, a 1,280 rs. cada sacra,
ficando a capa : em Fra de l'ortas.becco do
Vieira, casas que se estam edificando.
A 1,000 rs. cada um.
Na loja da ra do Queimado o. 3, defronte
do becco do Peixe Frito, vendem-se barre-
tes prolos do seda para clerigus a 1,000 rs.
cada um, assim como rucias 1 reas de laia,
lambem para padres a t,6>0rs. o par: dar-
sr-biio as amostras com o competente
penhor.
Vende-so por 700,000 rs., um excelleu-
te escravo da Costa, muilo alto, sem vicios,
iu'iii molestias, he bom para cadeirinha, c
he canoeiro : vende-se por preciso quem
o pretender annuncie.
Vendem-seam.rrasdeferro: na 'ua Ja
Senzalla Nova n.42.
Excellentes para a festa.
Chegou lia pouco do Maranho urna pe-
quena quanlidade. de latas com o delicado
doce de bacury ; vendem-se por preco mui-
lo commodo, ra da Cadeia Velha n. 23.
Botins e sapatos
No aterro da Boa-Vista, defronte
da boneca.
Troca-se por sedulas inda mesmo volhas,
um novo e completo sortimento de calcados
francezes, o de l.isboi do todas as qualida-
dose t,imanbos,lanlo pira liomem rumo pa-
ra senhora, mollinos o meninas;
sito da salsa parrilha de Rristol para a bo-
ti ca ingleza ra da Madre Dos n I, vende-
sca 5/00O rs. o vidro.
f ffAAftf ffAAf VVVW f VA*
*L)c psito de tecidos da l'abri-*
cade Todos os Santos, A
j na Baha. *
. Vende-se em c.s. do Domingos Al-1*
U> ves M.theus,na ra da Cruz do l:-*:
cife n. 52, primeiro andar, algodSo
A transado da quel la f a lrica, muilopro-^
s prio para saceos e roupa de o.cra-^
|f vos, assim como fio proprio para re-^
g^ desdepescar e pavios para vell.s.A
gl> por preco muito commodo. <
*M*iS44MAA* AAAAAAAM
Gesso.
Vondc-se gesso em barricas,ebegado l-
timamente ;em casa de I. Keller & Compa-
nhia, na ra da Cruz n. 55.
Vendem-seespelhos com mol-
duras douradas, os inais ricos que
teemapparecido no mercado : na
ruada Cruz do Recite n. 49 ar-
mazem de L. Scbulcr & Com-
panhia. \
AJoendas patente.
Acab. n de chegar moendas c meia moen-
daa de varios tamanhos da patenle de A e
l.ddc Mornay em casa de Itulhe e Ridoulac,
ru. do Trapiche n. 12, aonde lambem so
achar arados de ferro do modelo mais ap-
arova 10 para a plantado da cann*. Estes
r.dos sSo construidos na fabrica mais crediladaem Inglaterra e contem vanlagens
sobre os outros aradns.tanto no seu arranjo
como na sua apiorjo.
Instrumentos de msica.
Tanto p ira orcheslio, como pa-
Remedio especial par. boubas e cravo:
seceos continua vender se na botica d.
ra do R.ngel n. 64, que foi do finido Sebas-
lnoi Jos de Ovoira Macedo.
Flauta.
A limad, 320rs., um numero do quadri-
IhasoOOrs,
ViolOo.
Valsa com introducto 400 rs., modinh.
colherei nos jardins da existencia 500 rs.,
quer o fado, qm r a sorle 500 rs.,modinha a-
bahianada -o encontr 500 rs.,gato por le-
bre 1,000 rs.
Tiano.
O salto c a madrugada 320 rs., modinh. -
o mcu primeiro heijo |,000rs. polka bella
llor 500 rs., modiiiha alta noiteoh que
silencio, corn una valsa o urna polka 1,000
rs., 1:1" inlii abaliianada o encontr 610
rs modinba quer o fado quer a sorle, com
um numero do quadrilhas por 1,000 rs ,
11.minina junto ao lado uO Lilia, rom urna
polka c una valsa 1,000 rs., valsa dos bem
rasades 500 rs., modinha -- mal desponta
nos 111 rus labios, rio nina polka 1,000 rs. ,
modinha-- o gato por lebre 1,000 rs. : to-
das eslas msicas vendem-SA na ra da Ca-
lleja Velha do liccii loja n. 22.
: ........-t- -:: .*lB~~r**'^r:VK
Vcnde-se no arm.zem'de Ceo Kenwor-
th & Companhia na ra da Cruz n. 2, o se-
guinle : relogios do ouro) e pr.ta .-abneles
patente inglez, silbos de couro de porro
para montara de senhora, selins ioglezes
elsticos, .rreios para carro del 68 cavallns,
cutiros para coberta de carros, sola de lus-
tre, ancoras dc ferro para navios
Chapese lencos.
Superiores chapeos pretos do seda, muito
Irves, e do ultima moda, assim como ricos
lencos de cambraia para m9o de soohoras :
no aterro da Uoa-Vista luja de calcado n. 58,
junio ao seleiru.
('obre de forro.
Vende-se cubre do forro : na ra d. Ca-
deia do Rocife loja n. 61.
Cara os dias santos de fesla.
Novo deposito de doces de todas as quali-
dades, soceos o de c lid. em porcSo e a reta-
Iho, em boceta. bem enfeitadas, em barrili-
nbos de bons tamanhos ; por preco rommo-
Bilhetes do Bio de Janeiro.
aos 30:000,coo e 10:000,000 ders.
Na loja de miudezasda pr.c'
Independencia n.4, vende 1,
bilhetes nteiros, meios, quar
oitavos e vigsimos, a henefici
segunda lotera da sociedade
mante da lnst uccSo; vem a
no primeiro vapor que cheg
Rio de Janeiro, e iccebem-s
Ihetes premiados de todas as lo
riasem troca dos que tem a venda
OOQOOOOOOOOOOOOOOO
O Aos 20:ooos e to.ooos de rs. O
A O cautelist. Salustiano de Aquino O
O Ferreir. avisa ao respeitavol publico O
O que expOz venda os seus mui afor- O
0 tunados bilhetes c cautelas da segn- 0
0 d. lotera henelicio da socied.de Q
A Amante da Instiuccflo, n. praca da q
m Independencia n. 13o 15. loja deca- q
p, fados do Arantes; n. 37e39, loj.de i
w calfadoade Porto & Companhia e n **
0 ru. d. Cadeia do Recife, loja de mi o- A
Q dez.s de Jos Fortunato dos S.ntos q
Porto. A dita lotera navia de correr
no di. 22 de dezembro do correnle
anno. Espera-sea lista d. mesma no
da 7 de Janeiro de 1853 polo vapor d.
companhia brasilea.
Rilbete. nteiros 22,000
Helos 11,000
(.loarlos 5,500
Oit.vos 2,800
Vigsimos 1,300
Charutos de Havana.
Os melhores que leen vindo .este mer-
cado : vendem-se continuadamente, ora ca-
sa de Rrunn l'raeger & Companhia, na ru.
da Cruz n. 10.
-- Vende se grande poiciio de pelles de ca-
bra muilo grandes e pequeas por precos
eommodissimos : na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 49, primeiro andar.
--Oleo etpecilico par. curar a caspa e
conservar o cabello continua a vender-se n.
botica de ru. do Rangel n. 64,,a 640 rs. cada
vldro.
*AAA8AAA3iAA AAWWAf
BGantois Pailhet & CompanhiaO
Continu.-se .vender no depsitos
* ger.l d. ruad. Cruz n. 52, o excel-A
A lintee bem concoitu.do rap arciait-
A preta da fabrica de Cantois Pailhot o 1,1
Companhia da Rabia, em grandes eU
Spequetas porces pelo precoestatie-JB
lecido. ft
Finos chapeos de aba larga.
Na ra Nova n. 18, loja deM. A. Caj, h.
um sortimento decb.peo. debata brancos,
pardos, pretos e cor de vinho, proprios par.
o Monteiro cavallo, no lempo presente.
Vende-se um bonito cavado proprio
para quem quizer passar a festa, por estar
gordo e andar muito bem : nos Quatro Can-
tos da Roa-Vista venda n. I.
- Vendem-se quatro molocoles bonitos e
de boa conducta, um molequinho de 6 an-
nos muito lindo e esperto, e tres negras com
algumas habilidades ; na ra larga do Ro
sarion. 22, segundo andar.
Atte cao.
Vende-se por preciso um moleque do 18
a 211 anuos do idade, som vicios: no aterro
dos .Mugados n. 165, morad, do Antonio
l.tiiz de Frailas.
Vende-se superior farinha
de mandioca, chegada de S Ma-
llieos, na escuna nacional Audaz,
tundala ao pe do caes do Collc-
gio ; ra tratar, a bordo da mes-
n 011 no escriptorio de
' >mpaubis, ni ra do
.____ primeiro andar.
V"SMHafe-*BP Escravos fgidos.
100,000 rs.
Desapfareceu do abaixo assignado, no
da 7 de mam de 1852, um escravo, pardo,
do nomo Leonardo, de 18 annns, baixo, eo
peito um pouco mettido para dentro; foi es-
cravo de Joanna Maru dos Passos moradora
na lio 1 Vi-'.'ein ; de.lonfi.-so que tonha si-
do so luzidn e esteja para oserISo : a possna
que o apprcnder e trouxer a ra da Sen-
zalla Velha n. 60, segundo andar, receper.
! a gratifica(So cima.Fernando Jos Hecha
Pinto.
Desapparrcau da casa do abaixo assig-
nado, no di. sext.-feir. 17 do correnle de-
zembro, um escravo cabra natural, do As-
s, por nomo Miguel, representando ter 22
snnos de idade, om os slgnaes seguintes :
estatura regular, corpo reforeado, mflos e
pos grandes, tendo o dedo grande do p
bastante separado dos outros, sem barba,
rosto' triangular, olhos pequeos, dentes
limados, e falla um pouco fanho.a; levou
camisa de riscado com mangas curta., cal -
Ca de algodSo azul echapou depalha. Le-
vou juntamente urna salva deprala, lavra-
da, com a. iniciaes A. V. S. H enlatadas
no centro, e pesando 217 nitsvas. Rog.-.e
a quem a mesma salva fr oflTerecids, e a
quem poder apprehender .0 dito escravo,
de o mandar ontregara seu senhor, na rua
da Cadeia do Recife 11. 40, ou nu sito de sua
residencia, em UemOca, em frente do vi-
voiro, que promette gratificar com Reun
sidade Antun 10 Val otim da Silva Barroca.
Drsappareceu no da 17 do novemhru,
o escravo,crioulo, dc nomo Manoel, lom 26
aunos, mas reprsenla ter mais de 30, alto,
cheio do corpo, sem barba, feicOes regula-
res, com falta de denles quoixaes, nos da
I frente falta-lhe um taco pequeo em um
I delles, tem os ps tortos para dentro, qn.n-
I do anda cambaloi. o corpo que parece ser
1 cambado, he bem fallante, tem aralegre.faz
I qualquer servico de cosinha, sabe tratar de
fcavallos, tem por coslumo fazer tranca'para
|chieos,faz vassouras, ceo.lim todo o servi-
(o domestico de qualquer casa ; levou a roU-
pa (que sa sabe; .seguinle : calca de algo-
moos bmcohecidoss.p.i0esdo"us'l,reed.1,'a "'"sica militar, vendem-se mui-
Bahia.a 3,000 rs. ;e br.ncos do Aracaty, tan-' lo em cotila : em Casa de I! 1 iiriii
10 para homem como para menino, a 700 praeger ck ( omnanhia, na rua da
rs.; tudo por preco muilo commodo, afin \n D '
de se apur.r dinheiro.
Cruz
n. 10.
do da trra e camisa de algo 13o de listras
do : na rua da Cruz n. 2t, defronlc do cba- ZUes, estn ja usadas, camisas de madapo-
fatiz.
Vende se urna meia agoa por preco com-
modo : nal Cinco Ponas atraz da rua Im-
perial: a tratar na rua da Cruz n. 21, de-
fronte do Chafariz.
Ven lem-so saccas com gomma muito
alva, propria pira engommar o fazer bolos :
n. rua do Queim.do, loja de ferragens 11.II.
Vinho dc champagne.
Vendc-se o verdadeiro vinho de cham-
pagne, do cxcellentn qualidade, ao proco
de 23,000 rs.; assim como de qualidade in-
ferior, muilo em conta : no armazem de
Bruno l'raeger iv Companhia, na rua da
1,1o, duas calcas sendo urna de setioets bran-
ca e ( utr. de brim fino de lastras, ludo en -
gomm.do, be de suppOr que estoja servindo
em alguma casa como Torro, no caso de as-
sim ser, pessoa que s esliver servindo
drllr em boa f queira denuncia-lo, do con-
trario usarc dos meios que a iei faculta em
casos taes : roga-seas autoridades policiaes
a captura do dito, e empegim a gahida da
proviocia; e tambera aos cpitSr. de cam-
po ou a qualquer pessoa o facam prender,
pelo que recompensara genoroiamente seu
senhor, morador na rua do Cabug.
Antonio Rodrigue, da Cruz.
Desappareceu do angenno Quiaonbo no
Cruz n. 10.
___ (;iiP ., tiiie(jaiain na na rea iiiaiy ^nUt Iimi| conieaalinaaPBagutia:-
Queen Ol frcols OS tnais snperio- haixo, r.in larga, rom uiuilo pouealiaibu.
res presuntos e qneilOS iliirlcze4, alguns denles da f-eutnqnelir.Jos.semhl.n
1 1 te tristonlio, peritas um tamil arquiadas, be
que tem viudo, e vendem-se M erioulo, a chama-se Silvestre: quem o pre
rua ,. .. ... na, ou na rua das Cruzes 11. I8,que sera bem
iilartins & liman, por baratissimo recompansado.
preco. 'pkrs !Tvp. m m. 1 i. i'a'h m>i
1
J
i
1 MUTILADO


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