Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03123


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Full Text


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Auno JLX.V111
Segunda feira 13
DIAIIIO m
de Dezembro de 1852.
N. 281.
PEMAMBITCO
O
PBQO DA CBSrJIllf |AI '.
PiGlMENIO AiiiaNi.ii.ci.
Por mili Ir.:............4,1100
Por semestre............#oo
Por auno..............I ,"'"'
Pico Uh> 110 DO 1IIMI.IM.
l'or iruarll............. I>j00
NOTICIAS DO IMPBIIIU.
Para "JOlie Nnvbr. Minai i de Piovbr.
Maraubao : I de dito i'. Paulo ildcdilo
Cear. 27 de dito II. de J.. 24 de dito
l'arahiba l de Detbr. Ilahia ti de Debt.
DAS Da SIMAM.
i Seg, S. I.iuc i.
14 Tere. S Aiceoio.
16 Qu.rl. I'..i/. Lee
ni i.iiin.i. 8. Albina.
17 Sct. 5. Horlauo ;
S. .l| l|)|< c
AUDIBNCI li
Juisa de Orphdul
', o t 10 huras.
I. tara do civl.
i. e li. ao meio-dia.
f'a sen i/t.
3, r li s 10 hora.
IS Sab. lsapfclar.au do,' 2. vara do civil.
paito da SS. Vlrem I. esabailn. an ntio-d.
i9 Dom. 4 do Adven-, Helacao.
lo. S. Paullbio. Ice- i- ab i.Iii.
1,1'Ml MKIIIDK-..
UluLjoante ai, al liora c 3 iiiiuulos da t.
Nova a II. a l hora e 13 minutoi da
Cresccutr 18, ai C horai c 21 minuto da U.
Ubeia a SS, a 1 hora e o minutos da tarde.
rilBAalAll DE UOJE
Priincira U ti horas e l uiinule da uiaiiha.
Segunda aa 7 hnra* e 18 iiiinutoa da tarde.
rAITIDAS DOS CORRBIOS.
Uuiaiina c Parahlba, as segundas e leitat-
felras.
Rio-Grande-do-Nortc. e Victoria aa qulnla
felr.i.
Bonito,Garuarii,cGaraohuoi uol'e I dcada
nei.
Flores, Ouricury, Ku'i c Roa-Vista 13 e 28.
Olioda, todos osdias.
Todos so Correios partera ao nielo-illa.
NOTICiAS ISTIUKUKIBA.-i.
l'ni (II;; 11 .
Hespanlia.
I'l M 1 .
H,l;;n .1 .
Italia .
Alein.uha*
l'russia
3 de Outb
9 de dilo
8dedito
iili-.lld,
3 de dito
3 de dllo
3 de dilo
Austria 3deUulbr.
Suiasa ... S de dllo
Surcia -vii- Selbr
logalalerra 8 de Outb
E.-Unidos 95 de Selbr.
Mxico .. 15 de dito
' .iiil .i ni i 6 de dilo
Dinamarca 30.le Srlb Ghlli .. ln de dilo
II un n 2 de dito Huenoa-A 23 de Outbr.
luii|in.i 2idedito 'Montevideo 26 de dito
CAMBIOS DB 12 l'i: DEZBMBRO.
Sobre I.ondrea a 28 Vi I11" '/""" <'
i, Pars, 310
. Lisboa, 95 por cenlo.
MBTAIS
Ouro.Onca hespanholaa.......'J'JtOvv
Mocdasdeli#tOuvrlha......16/110"
> de 0/tno novas.....IUJOO*
de 4/000........UJ.lot'
Prata.PaUcdrs braiilelroa.......i#'"-<
Pesos ci lumnarlos........i J'1'-1"
Ditos mexicanos.........IA800
PARTE OFFICIAL.
runselho, niinislro e secretario da eslido
dos negucios da jusliija, asiim o trnha en
lend id i i' I'.ii.n executar. Palacio do Rio de
J.. ni.i ii, eni 23 do outubo de 1852, 31." da
indnpnndpiicia e do iniperio --Com a nihri-
N0* ca deS. M.u Imperadur.-.Joje lliefonio de
S'.w.u Hamos.
NI.MSTt.RIO 00IMPERIO.
ii de Janeiro,
do inuierio, ooi 17 il novembrode 1852
l.evei augusta presera de S. M. I. o of-
licio de V. S. datado do hoje ; eoulroquu
com data de liontem receb, assignido por.
dous mombios desea mesa parochial No. MINISTEHI0 DOS NEGOCIOSBSTHANGEIR08
pnmeiro consulta V. S. ae .luvom a-rpu-,urt|uT0 K_ m.2 DE 23 llf. OUIUauo uk 1852.
radas as lisias para rleilores que osliverem ._... .____
assien.d.s polos respectivos vanles. nSo."'I execular a rtspe.to dos oyentes ouasu-
Ihr. pareeendo abuelo ,1c guclSo em pretenta '?> ecidaiSoe da Cofedera<.SoSu,a as
do art. 51. IU, 2. da le reijulamtnUir dan elei- '//"Oes mencionada o art M*(Mf
Va-a, antfmtulla mo votanl astignar sua ceda-1 ''o a gao se refere o decreto n.855, de 8
tu ou atizar de fazeto, senSo porque lor- iiuu sea maten. duviJos* depois da dcci- cl 0"T, **, l""" visla '^P-
so do governo imperial de 9 do setcuibro llale >juslad por olas rcvrs-e, trocadas
Eate ministerio ein uina palavra devia ser a 8tM deaconhecer eiistencia dos partidos, 7 Congorihisilo Campo 10 0
liberal, liberal por esseacia, invariavel ein seua seai ter a pretencao pueril de dissolve-lus ou
principios, porm dlsposto para toda a conci- traoalonna'los, procurateinos prevenir ou mo-
liaco raioavel, e resolvldo a evitar ludo oque, derar, pelo menos, as lulas p podesse I i/ri oascer lulas vi\aa entre os part* remos traoquillisar os espirltos. c dirigi-los ni.
dns, tendo principalmente por miss-o e por lnn caminbo dos melhorainenlos sabios e neCesaa*
obler delles una iregoa que osse booroaa pa- rioa, guvernar seuaaDotiiii, seiu esirondo, mas
ra todos, e uao fbsae estril para o paii que a I com ulilidade, com t'ra*cio.
deaeja. I A Blgica he admiravel de honradea e de
He, senhores, animado desla couvicco, e| bom aenso. O quefAr. par. oulros pases uiua
penetrado drstas ideias que respoudi ao cha- criaeruis ou menos temivel, nao he para ella
de 188, pola ijual se determinara que lacs
enlrii o men iiiimslio e MOiOtlliO l" eslsdo
un loto, iia (ill H l mucieimiiiaiijua i"vj --- ------....... .
lisias fossem inutilismlas como llegal i\*"mHm MMII JJ""J
vista da disposicu do krt. lOdatesmal'! J d.nirc lerac.au huissa,
le, citada as p.l.vms-as cdula* paia ;J ou ub.o ul iciion si .lo eoirenso, r
juue.se voleadores, se.n ssigoatur, serio ,'u < Ju *'\- .dJ>/ **.!!
fecnad.S...._roquereu por iJo escrutador u"c,clu 8jJ. ,'le 8 urt """""f '"""""
llamalho queweuinprillM n, iclutl aleioOo PW"0 puHdo, dessa paruclna o determina lo por aquella i "K"'S consulares e cilad3i.s nl(M>l M
ddalo, porque sem dvvidu o goverao de \ t'^0*'?0:* <>u f00"*" '">>*r,*'
i\9 desMuue a, lutos.sanadas denuu- \T- S" '?< 'l". L?!| .
eiavam coac.U do, votantes, c qu-eumpria ,u- 'li'>0 '"^ Soaies dcSouza.do me
respettar a in.erp.elacao do mis alio po- <"'''". IDOIlro e secel.no 06 Mo
der.nSo devendo es-a mes-ir de encontr *f "fijcloi eslr.nge.ros, o lenha ass m
. ella ; co.isider.cOes oslas que a movern, nlondido o f-c c.ecular. M.co Mo
para airo lar de si lodaa responsabihdade, i do Ji",,,|ro' cu b de novembrode 1852, 31
paluaeute nesta opiuio. cr|ue, aos inrua olhos,
era desdeenlio mdispensavel, para que podcs-
ac licar nos ue^ocios, que a nova verificscao
da eleicao do presidente vieasc piovar que a
uaiorla nao tlnba deiado de ser liberal. Fi-
nalmente nao besltei ein oprimir a opiniao de
que uin gabinete liberal moderado obleria a
luaioria no senado.
Orel mostrou-aesatisl'elto destas explica-
Bagoardaroiui-odo governo. No segundo I fi. mdcpeiienca edo loi.eno Cuna ni- vue,, e digoou-se dar-me sWeiws poderes, arn
dos inencjonsdos olllcios os dous memb-os 'br,cit 'le>. M- lnuerdor.--mi/iiie Jos dear,rescuiar-lbc una coaablaco miail.lerial.
inameoto do rei.
i S U-gesiade me fe eonhecer o deaejo qot
tinlia de que eu uie encarregasse de compar
uin gabinete ; e depois dme ter la'lado das
difliculdadcs produiidas pelos ltimos aconte*,
ciuicntoa, dlgaou-ae acceaoenur, eiu termos
dos quacs conservo a inais grata letubranca,
que se eu aceiiassc a misso que me era offere-
cida, poder-se-bia esperar della bons resulla-
dos para o todo dos negocios nacionacs.
' Mjiiiicsici respeitosamenle an rei uiinhas
duvidas e meus recelos bem lundados de uo
estarem ininhas torcas em relajao com uin tal
encargo. Tendo 9. Magesladc iusislido, live a
honra de Ibe eipor, dcsenvnlyendo-as, as con-
sideraces que acabo de indic.r-vos.
Depois ousei i'aaer observar .i S. Ma;eslade
seno urna occasiao importante de mostrar seu
discernimenlo e sua sabedoria,
. Uuaiuo'nos. senhores, eulendaiuo-nos pa-
ra in.iuii r esta Blgica, que he lio chara a to-
das us, para conserva-la era uiaa ordem ele-
vad, ua consideracao da Europa. Cuidemos em
que ella continu a gosar empas de suas bell.s
lilni iliuii .i sem nbusar dellas.
Que ella ott'creca aos povos esliaugeiros|2|, s. Gouealu
bons exemplos, a seus governos penhores de. bailo
aeguranca, cnovoi motivos de conlianca c es- .,., i|.,ltl.; ,(,> pjraci-
Para ajuda-la. para dirigi-la uestecaminlio,' "
inspiremos por uossa vei, srnhores, uobres cj-*- s; Jua" 0 Mulru
generosas tradieces, que nos legou o cunares-, Grande
so uaclonal, e permllli a uin hoinein que leve a 21. Cll'lioeira do Bru-
8. SSeb-stiHo do Mi
rtauia
9. Camargus
10. S. Caelsno do Ma-
rianna
11. Gu'lli
12. Rovas Novas
13. Taqutrass
11. Pirangs
15. Espera
16. Gasa Branca
17. Su -i, l .Ion r ti
18. Inficionado
til. Collas Altas de Millo
dentro
20. 9slllt barbara
llio A-
honi de ser vosso collrg. dur-nte vinte annoa, mado
que o gabinete formado de elementos liberaes, que termine por este appello tclto einnomcdo 25 Uarra Longt
proclamaudo-se liberal, devia apoiar-se princ- goveroo, as glandes reeoidaccs daquclla me- g Purquim
mor.vel asseiublria.
Apiilmnios.
( Journal de Uetiali. ,
INTERlORa
di uii'si em rniii.i i,1 sustentan, que a assig-
nlu 1 1180 -Trjudica o vol ; pnrquinloo
art. 51 da le laculta ao volante o assignar
ou uno, as palsvrasos volantes nflo ser3u
obrigsdos a assignar suas cdulas;- notan-
do oais os inesinns msanos )tie ja al-
guuiss na actual eleicao Unain apuradas
Soares de Suuza.
EXTEROR.
BLGICA.
Dirigi-me clao a hdmena que aua> poaicio,
MINAS I.KK .I.S.
lluro Pruio 14 de novembro de 1852
Apczar dos esforcos inauditosemprega ios 3J_ Brintiio
pela upposicS, que recebeu oweii de seus 30' Uaversvs
, 27. Ponte Nova
' 28. Gallas Altas Nuurcga
129. Gongonhas de Sa-
bara
' 30. Juiz de tora
i 31. Glispo d'Uvas
' 32. 8. los Ghopol
133. (jueluz
3i Suassuhv
seus precedentes e seus principios Ijaiiam re- -^ j lr;b;ln-,r com todo u ,mnco 0< ^7 i,'b',ei,a
2>Ztt\?&A7S& t-s.qu.r.mssvao alcanc^ndo. sem'pao $%?% pumll,
.lades.aposlcaodiaole da qualnoa aebav.mos Oem pedia, urna viona de fazer cabir o 39 |>-Ui0Ma-oiro
collocados. quenu Quando outras p-uvas nSo houves 40. Abre Gamno
Uepois de muitas cunl'ercuci.s euiqueto- se, baalava as duas velonas consecutivas de 41 s s-basliao Aula,
dos os pontos foraiu tratados e discutidos, es- ',' d m I inliro e 7 de 11 ivemliru, 1: pela ms- 4^ JoSy d'tl Rei
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- .HOllVO> IIUU IIOS llt'll-r IIIKI Jf.llll J .U:rl- --"------------- ; -~ * smente qne-as cdulas sem ass!nalura U[|laJcI eamaneia porque culeudcmos debaler.o re se diguou laer-uos conbcccr que bada em uennumi dells lulo principiou o 50. Santo Aillonio llio a-
serao fi'Cliailan,--ii.1o po leudo po lano, se- dirigido. elle partilhava das nossaa mlncoei, e ao uiea- concluio se na calma a mais prorunda. cjm|
nelbanlodisposiSoser apilicavi-l acleno O gabinete precedente Uno* dado sua Je- "m lempo S MagasUde aceitou o pCMOU da Eutrctanto a opposisao eonserou-ao no 5, Rio das Pedri
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ue urna inesina regra so obser- ..ur-me-hei em mostrar sum-nariamentc as jos olhoa. aera preencbda. c daui. naaceram proviocia de Minas coliece pela ex.enen- :>B ua,,.,,,^,,
uas cleices, assim como nflo oonaequeaclaaque me pareclatn resaltar del- hesitacoes e demoras na loriMcle diiioiiiv. do Cia o quo s8o oque valem as promessas ti- 37 Bonffoi
n acerca de oulrr.s disposirjs, las, drbaiao d.i ponto de vi.ia das necessidadea uiinisiirio. atraes quando SOI a llura d) as cumprir.
legislador que
vasse as d
quiz tamben! acerca tic unir, s aisposijo s, las, nebalso do po
CO 1.0 Bflia a du *i 7, do urt 126. uuo SUei- govcrnaineniaea, e iirinclpaliueiiic debaiso do
SU da recomposicao do mini.ie.io. presidencia a ,. dos bnuieus os mal. conaidc
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O vol de aO de oulubro, o qual
lando cxuressameatH os votantes que nao vo- pomo
de vb
nrem na clei^io di ;sjes efe pas 1 vi readores
A niulti de 10/, nSo fez oxiensiva esta pena
aos quo n3o voiassem para oleilores ; u tul-
vez 11-sla d lie enei se pussa encomiar a ro-
llo das duas disposi(0ea diversas quo se no*
laui na quoslio piesenle.
Gumpic porlaulo que as lisias assigoadas
conliuuem a ser apuradas.
H-os guaide a V. S.Sr. juiz de paz, prc-
aideule da mesa parocDial de Santa Anua.
As clrlcOea de s de juul
de modilicadii asl11re.11 respecilvaa das
grandea opluloea que divldein o pala, e que lem
aaseiiln neald rccinio 1 nal com iiuanlo urna
sciso se livease 1 velado por uin ccrutinlu se-
cieto oosetpdaanalorla, esta m-i^iia,aos meus
olhos, nao tillha todava deiado de c.islir.
Multo se ufana a opposiro por tor uinse-
, goilo seis eleilores en urna das psioctiias
I 1 .i I 316
,,,... ..-,a. lavis e resiiei'avei( dcala cmara, pni ..
du. estas ime.teaa.easim be que podemo. boj, '^" " aenliores. scuiar-us chelos de conlianca nos desse Iriumpho parcial nflo sDo taes que u
baucoa un que estamos. dovan enrher de tanta ufana. O que prova AI.AGOAS.
i Aqui venliu, pe. uiiulia parto, com ojus- oss ) triumplio lie que u governo oojulgou \|r u da 9 do corrrn>e 01a ciiilieciila
lo sciiliiiicnii de minlia fraquea ; mas cobro de sua digniJade ir lispula-lo 00 terreno em vbtac3udos7 seguiulescullegio^ Mace.i,
111010 vendo, sentados ao n.eu lado, os houieos gUe a o^posi(<1o hsvia estabeleci loa lula. AlagiiiS, Santa Luzia do norte, 8. Miguel,
inri 'ira ui-.i.iw -->.. > -, .-- -<_-~. ft.. _
Esia apreciacio, pudeui-na coutealar sem duvida;<|uauioamim,juigoque ella he jus- "?'. ^"a" *"'""' u'n'"'up,e" co'm"u- sensatas, assimdeum eo.no de oulro par- vjam obti jo maiorta do votos os seguntes
la e cool'urme realidade das colisas. A maio- nliao ae lelas e de seolimenios. ,.!,,..
.1, ., ,., nr,..^i.,ii,.,i,,i,i. i,,,.., ,.,,,. (i lodoanoa, senhores, ousamos contar com llu"' ... ...... seiinnres .
UnJMM^^^n^Tl^tio 1 'enevol.ncia. NJo sel se j publie.ua alo urna proel.- r Minoel Sobral Pinto
radoda, ilera'sda autaortadJ.lt.uo. an.... Acei.ando funecoes que .o procuramos DJiOtO do Dr. Molla Franco .osi oleilores mi- 0r ClllMM,u d0 Sinimbu
e um miuisierio mivio genrro de coinbiiiaco iiem auibicionavamus. eremos, as clrcumsun- neiros ; he urna per; de archllectura subli- |)r. Podro Antonio d Cusa Mu'eira
'jue a malar pane d. opiniao liberal tein sem- ciaa delicadaa, cm que o pak sc avpba.^cu.uprtr me que admira como sabio da ciieeo do uro )r M.,m,i Joaqui d^ Meiidouca
11)7
101
399
Jal
943
U1MSTEIIIO 04 Jl,s I li..,
nacnirio N. IV&6 De 23 De outubio be IB52.
Revoga os arts. 533 c 534 do reyulamento
737 de 25 Ue novembro de 1850, M pa
relativa nomeaiio dot avaliadores co
mercaes. cao. Taolo era ueceasaiio q. .
Ilel s,or bem, lento lUtDSSo ao que mo leueeiMm 4 opiolto liberal, e hsseui recoohe- "ao lemo. dado a muguem o direiio de pensar bancos de seus representantes niiln lades Fallam os collegios de Pollo Gilvo, Porto
representou o tribunal do commercio da cidoscomo tais, tanto linpnrtava (jue se nao que esiejamus duposios a trabl-la ou a pl- gen prestalo, e especuladores que nem ao e pa,iras, Anadia, Poiim, Pencdu ePoto
cOrte, decretar oseguinle : podceooleilar aqui suas vsus moderadas ucm ,**],11m _......,. AUA ,..rf. ,, .., nenes a qualidade deMineiro possuein^ j ja Folha, os quaessflo favoravoisaos 5 pri-
Arl. I. Os avali.doiescomneiciaos serio leo espirito dotoocUlaelo.
borneados peos tribunaes do eomu.erco de g^""^^ inSft
tres entres annos. d,ia e pe. turbada, poderla ror ventura cn-
Arl. .Se.durante este prazo, vagar algn trrgar-sc as meiraai eaperaucas, lentai as mes-
desles lugares, sera borneado queui o subs- mas vas, promctier asi o inesino luiuro,
Mas euquidie-lo sera demora como sem E,,aos saquaremas rnuilo anciosos pela! meiros. principalmente aos Srs. Gomeslli-
m.ior reserva, prudenciac moderacio .en to- nodia 7 de dezembro do anuo da gra;a de:
das as cous^s. Esta prudencia, reserva e mode- 1852.
rafio seilana boje a regr. de conducta de tudo Pode Vmc.licar cello que eu lira transmlt-
CnrtK particular. )
tllUa, mas SOmenle p.ra servir pelo lempo mesma d'uiaco, que e.tcs ministerios que o mi.usiro dolado de algum tino e de alguma lirel lielme.le, assilll como Ihe 60VIO na re-
que fallar ao substituido. achara uin ponto do apolo peruttDaule esegu- V^^^ff^'^^lS^L'!!!^*^ l">3 lnlM Wopodli muito categonca .,
PERNAMBUCO.
Ail. 3 Os valia un i'S coinmorclaes em
1 .da til, das especialidades para que hoil-
vereu. sido uomi-ados, e em cada juizo, ser-
viiflo por di>i r.biiic.in.
Arl. 4 S nenio 110 caso de falla, impe-
dimento ou sus,cns,io de todos os avalla-
dores nomeaios em cada una das arlos ou
pela raclcr c sentioicul .s como esli em os noasos. ,i,a pelos votantes de grande numero de
. Kulendemos te. dlmios s symp.lhias, ao |regUezi.s s circulares qu^ por oulros Ihes
ni em urna maiuria (orle pelo numcio
tD'1Sv?denUiinente. nao. Seu papel devia ser'"P"' dac.qucrda ; nao dese.peramoa jama.. -
mala moilrsto, sem ser menos digno. Que de- de obler, por nossa tranquea e espirito dejus-
va elle fater? Traoaru.ua linba de conducta f. .im|>a.cialla.lc benvola da dlrclla. ,_,.-,,. ,,..,,,, .... ,...
sabia c reeulada, aiq,licar-se coi tratar osue- Nao de.sarao, senhores, de aoreaenlar-noi LLEIIORES. llt.Slil TAItO t 57 tltls-
liocios com Imparcialidad, com dedicacao, couu liomeus eipeiinieoiados nesle genero de
com a vniitade lirinc de obrar bem e laacr o l.abilidade. a qual rcpellimos all.menle. O uao
iu jamis a uoaaa, de aceitar a le de un par-
I i|n po
Carta parlivular.)
GUt/.IAS
t'regut-ias bteitorts
Oov. Opp
Total.
mentn. 737 d-t 25 do novembro do 1850.
Jusc lidefoiio ue .Snnz llamos, do incu
FOLHETiS.
11 I. -11 I., nos baucos da Jireita, ou lio da cs-
nueida,
. -r.-T ---------t-i in lili
iba
011
DOUS MMOMM*. (*)
CAPITULO I
ta uiu iciva-cira, ,!, m i< n.I>i. da ta
>iirlu'd da Caga,, ba iela a a us a esta parle.
Uuviam-sr au Itiuge de moiiienlo em momeo-
de lar uella calus palavra* eiorlpUl em grande
caracteres : /Uaderatu, prudencia, cunctUaca.
tile tumuu o retalo que eslava sobre a
111.es a
_ lie encautador, disse ella, mas ein nada
se parece comigo : ba muito lempo que nao te-
n 1 1 ni 11 > a tur fresca e roaflo.
\oiiv a linha inda agoia, suas bellas cures
xava com espanto os olhos do eco, e depois Ue liubam voltado nteiraiHeoie ; agora est
olhava para i rapariga clieio de conteotameii- mcuns animada, ma leobu observado enm pra-
lo i ni mi- iv 1 urna lagrima, c depois unia-se cr, aperfei^oaudo esle retrato, que de dia ein
de lelicidadc, dia >ua saude e icslaelece i em pouco tempo
tiualnieaie esprimiudo cm urna au palavra ufio .c sabera mais, que vossl1 eslevegraveineu
todos os seus temores passadus, e todas as suas l'' docnto.
1 Algumas veea ale pareclt ()ue cite ti
qaeoldo inteirameutc este pretexto ; seu pen-
.s.inenio &e perda absorto tiesta terna couleiu-
l placfio.
i As ni 11- un' ii;. i. c as tu.iis alegres lembran-
s vinhaui aisalta-lo alte nativamente, elle A-
- plicou Margarida cm descoofunca, e ol este
lambciii o motivo que o fazla-ctiorar '
tu uao cboavd... eu... eutdo Rstevao a
alegras presentes :
Ue vosic, Margarida, diase elle suspi-
rando.
oh lein raiao para duvidar esta vez,
julguti que morria, respondeu ella na verda- piessoue em gracejar, e dhse sorrindo : u
de, live inedo. enternec*.
."Sao diga isl.0. exclamou rile. Vosac be umllsongeiro, continuou Marga
K o mancebo, cedeodo sua emo^io, depo rda, eu sci muito bem, que nao sou inais bo-
us pincel na mesa, c prostrou-sc diaute de Mar- uila.
tos Uros de espingarda disparados no campo, garida. 1 Ob meu Ucos, nunca fol vosse lo bella,
O calor era exccsslvo, nesle auno tiobauns tldu INuuca, replicou elle, nunca peosei que c a prora be, que eate ultimo retrato he cem
Uous estos. Todas asjmellai, vidracas e cortl- bouvesse o menor perigo nesta ebre, utas eu vces iihi lindo que todos os oulros.
as rsUvam prudeulrmeote cerradas no gran- a vi lao.. ~~ Cu nao acho islo, disse Margarida, aquel-
de salo do casiello de Villebertliler, onde re- le que vos fot ba i < mezes, aquelle em que
nava a inais viva obscuiidade .dmente o pan- ,\.u miuta, tstevao, inlerrouipeu a joven 'estou ioiii vestes de montarla esta melbor de-
no das cortinas de urna janella siluada no lado enferma, vos tluha niedo, v mal* do que cu... j seubado.
do uorle eslava mero levantado, e alguus rsins, e nao est aiud mu socegado. Oh! be uiu e.oco. Ja que falla de deze-
iIIspMuS com arle, rellecliaui em urna mesa de tile l'ei-se paludo, e os olbo sc Ihe cuche- jubo, confessarei, que o melbor desenhado he
desenlio, diante da qual eslava sentado uin man- rain de lagrimas segunda ve. o que lis nesle Invern, o de vestido atol, e de
cebo, e em um leilo de repouso de uina rma Ko amo-a tanto, que ludo me assusta ;, coias de roS4s; este sim, be umpriinoi d'obra,
elegante coberto de almofadas de seda aul, de mas esse perigo est passado : nao he oais por c sc parece com voss...
travesselrosguarnecidosde reudas.sobrc oqual vos que me inquieto. -- -Vio. eu na goalo dellc, est fleclado;
eslava dritada uina urnta enlrrma. S havia es.
tas duas pessoas no salao, mas os outros habl-
taues do castellu eslavain ah representados
por seus attributoi. Via-se sobre una eadeira
uin grande actale, coroadu com um par de oc-
culos sciatillanles, que rrvelava urna mal. Km
um ngulo do aalaopavoueava-se um orgulho-
ao cavado de pao, que revelava af xistenea de
um meuino
tni.n que pode temer ? Agora fu minha : mioha mai lem um, (ue me agr la inais ; lem
'morir pode separar-nos bra-se daquelle de ramo de lila*.
bmquanto vosse nao fui minba luulber, Ah se me lembn !... Fol o pnmeiro que
nao e&tare tranquillo. lit quiudo voliel d Asia. Quanio eu era lelis
I Ab meu charo c inleliz primo, eu o larel nestt: tempo I com que alegra lor nei a acha-la
aioda por muito lempo padecer. j depois de lao longa ausencia! Oh que terrl-
I Ueui osei,suaui.iihe desapiedada. vel viageui I quinto solirl nesie amaldlcoado
Istu be, ella lem piedade de mim. j p** Vl em Sinyrna que soube de seu cai-
Meus cuidados Ibe dcveriaiu dar utas con-
A joven enferma, paluda, poiiu risonba, ti- lanca : ella me emihece batanle para conipre-
uha a cabeca apoiada em um travesselro rila hender que .
eslava itniuuvel, e o mancebo sentado aiante
della, laocara-lbe doces e lougot odiares sobo
preteito de tirar o seu retrato.
I*) fide IWario n. 28i.
Margatida pondo sua rncautadora mao bas-
tante pallda, e descatoaddi na boceado primo,
o interronipeu dl**endo :
Fsiteviin fallemos deoulra coma. Mosirr-
me este retalo *~
ment : aborrecoSmyrna. Part iiuinediatamea
tedalli.no quiz visitar uem o purio.neiu us ba-
sares ; eslava louco de desespeeo. l.sse casa-
melo me buha sempre parecido Impossivel, e
apeiar da resoluco de seu pal, e de sua cruel-
dade, persuadia-me aindi que sobreriesse al-
gum obstculo... F. depois eu tainbrm pensava
que vosn I Ta inais animo para resistir... Ah!
1. Ouro-Prel-i 9 0 9
2 Anlonio Das 3 6 !
3 GachoeiradoGimpo J 0 9
4. S. Bartolomeu 1 0 1
5. Ouro Urlico 1 3
6. Mari.nna s 8 10
HECIFEII DE DEZEMBRO DE 1852.
AS fi II 'HAS UA TAIIDE
Retrospecto Semanal.
O vapor f'ii que entrou da Europa no dia 5
do andante mez, trouie-nos a Importaote no-
ticia da prosima proclamacao do imperio em
Franca. O principe presidente j l.avla convo-
cado o seu senado para decidir da mensagein
em que elle, pospondo o mrito da fraoquen,
que unloo destingulra no dia 2 de deicmbro
*,de u e aiuda nos ulteriores, cousignava a ne-
cessidade de tornar-se Imperador para satisfa-
zer aos votos da Krauca Como todas as rodas
d'nquella machina poiiica sao obra do mesmu
.iriiiH e, he muito iuiui.il que a esta hora ja te
Margarida,.. Maigarida... vossefoi muiu do.
Estevao abri o seu lbum, e coulou succes-
ul Pergunta-(tivaineute onze retratos.
t'Cilidade que^ Onzej ueste lbum, di
cil 1 E quer que eu esirja socegudo 1
meo que recelo! Ah he sua d..c
me faz tremer... Shn.aiiiiioha p;r um caprl.l lem ciuc, uieu pal tcm um, lady Heleua dous,
>se elle ; sua
cho, iiii mai dir-lhe-ha : Nao quero mais
que desposes leu pruno c para agadar-lhe
voss me dir segunda vi, chorando execasi-
famenle para nao ser detestada i bstevao he
preciso apartar-nos, adeos!...
Margarida, por um movimenlo de Impacleu
ca, toiuou seu lenco de rendas com o qual Es-
tevao briocava ha um momento, c o.baudo-o
com ,ir gastado dlsse :
INosou mais uina rapariga dequinze an-
uos, que se casa contra a sua voniade, agora
poso ter uina vontade, e se jamis Ibe diser
aiuda : be preciso apartar-nos, adeos, he por-
que julgarei, como ba uin me, que vou uior-
rcr.
Ettevao tumou as duas inaos de Margarida, e
beijou-as tmanteme.
Nao se eucolerlze, dlsse elle, ininba que-
rida lenferma, repreheudendo-mc pode volUr
ouira vez a febre, o que demorarla anda uos-
o casamento. Nao me quelxare mais. Bem co-
obecoi que com as unohas elcruas qucuas,
devo ser mu enfadouiio, mas he precuo per-
duai un ... .Sabe vosse que ha ute anuos que
a amo ?
Nao diga sto tao alto, pdem pensar que
sou alguma velha primelro que ludo uo ba
vinie auuos.
Ha desoll, e be j muito.
lie porque vosse conta os annos da infan-
cia r
Gcrtaineute. Sao os mais importantes dos
nossos amores ; devo a esta graude palso de
uiloba joven idade todos os meus pequeos ta-
lentos. Quaudo qucrlam que eu aprendesse
versos laliuos, dizianvine : Estuda bem, que
Irs briucar c vam-me a estudar o piano, dizlam-me aiuda :
locars sooatas a quatro maos com Margarida ;
ensinavain-uiea dezenhar repellado : tirars o
retrato de Margarida...
Obi disst: ella, eis urna predccao, que se
tem realisado multas vezes tu julgo, certa-
mente que pelo menos leus tirado uina duila
de retratos meus.
Urna dutia... tenho feito muito mai*.
(jasto um, que pendurou bouiem em sua c-
mara, c abaixo do qual poz esta inscripcao :
Hetrato de minha misinlta.
O que nao he mui lisougeiro para o piutor. Por
ludo sao viole, c nao be seno a primeira se-
rie ', quando l.inms casados, comecar a se
guud.
Vosse esl louco, disse ella riudo-se ; mas
fol Gasio uiesino que Ibe pedio o meu re-
trato .'
tile utesmo, e islo me tem admirado bs-
tanle, puis sei que nao gusta de uiiin.
Km sua ama que Inc iuspirou este louco
ciume mas vois uo esl lambein multo dls-
poslo a .iiii.i- lu ?
>e eu adiar, que cada dia elle ae torna
mais parecido cointigo, e isto mudar meus sen-
ttmeutos. hile veio ver-me esta luanha ; dig-
uou-se brincar com os cachimbos que eu trou-
se de Cunstaiitiuopla. Oh que lembraoca !
Oh quanto amo Consuntinopla Foi abi, que
sube que vusbc eraviuva. Oh I eu amo Codi-
tautinopli que cidsde admiravel e com que
prazer a deixei para torusr a ve-la, a vosse
que eslava livre, e que eu poda tomar a acbar
aluda !...
Admiro sua maueira de viajar, disse rin-
do-se Margarida; voss nao visita as cldades
oude s ms uovas vem procura-lo, e delsa
iuimediatomeute os paues oude recebe uotlcias
juC Ibe agradam.
Ab I Nao viaje! para instruir-uie, lugia
para limito looge aiim de esquecer.. Felizmen-
te permtllio-se-iue voltar stmnada leresqu--
cido.
Eitevo disse eslas palavras com tanta graca
e emoco, que Margarida cou commovlda.
__ liui amor de desoito annos, he muito bel-
lo, disse ella, principalmente para um here de
sua Idade.
Um amor, que ucm o tempo, nem a au-
sencia, nnnu desespero lem podido alterar um
t instante ....
F. vosi" lera medo que eu seja ingrata?....
nlia Luiz Napoleao cipgidu a coros e o rnaulu
imperial, os qu^es, em abono da verdade. lite
asseniaro melhor do que ao bere, que em
j um momento de sublime e puro enthuslasrno
abandonara o posto supremo, que acabava de
loccuparem Pars, para ir combater alean d
'Alpes, e alcaucar a victoria de Marengo, inas
que Hepmt cedeo fraqueza e deavanecinienlu
- do vo < i,;iillni dos homens.
' Dizia bateaubtiand que, dos das dejulhu
uo poda resultar, em urna poca mais ou me-
nos remota, seuo repblicas permanentes ou
governos militares passageirus. Sem adoptar-
mus os fundamentos, em que esse hourado t
veueravel campeo das llbeidadea patrias, ba-
seavao seu valiciulo, estaiuoa convencidos, en-
tretanto, de que elle ae reallsar, pelo menos
cu paite, c o tempo o vai mostrando. Debaldc
sccausaro os prupugoadores liberaes, o des-
potismo surgir sempre no dia seguinteaquel-
le, em queelles por seus dcivarlos, tiverem
mauguiado o reiuado daauarchia, podendo-sc
com toda a razo dizer que o segundo imperiu
ua tranca nicamente be devido as loucura.s
dos demagogos eominuuistas, assim como o
piiineiio o fui aos crimes dus convencionaes c
outros quejaudos. Todava anda assim podera
o uovo imperador prolongar a suas auloridadc
u-inj .i, se abauduuands' o apoio das armas,
, procurar legitiin--la reitituiudo Franca a pa/
e hliril.Ml.'. a justica t o rrspeiio da le,
cm un, i palavra |- elle se cunverler por uece
I &idadc em umjrliz accidente para os seus povu.
assim como poriutuieza o foi Akxaudre para
os da Hussia, cujo carcter s valia uinacnu-
ti tu i cao, ou dizer de madama de Sin I. Porui.
koc opus Lie labor eit: u lllhos da liberdade.
quasisempie, ao inverso dos de Saturno, su
os que devoram a in.ii.
Como o actos de magnanimidade soseinpic
importantes, n-io tleixaremos igualmente di
consignar aqu o que naticou o futuro impe-
rador da Frauca, resiiiuindo a liberdade o fa-
moso rabe Aul- l-K nln cujo valor e .11u
iraco o collocaraiu em distincto lugar, iu
biographiai dos coutemporaoeos O prisionei'
i o de Amboise he hoie a admii aco do puvo pa
risieuse ; uus o contemplan* pela sua polidez e
bom senso, outros pela extravagaucia do acu
Iraje.
De Portugal n;;u oram Umbem a uolicia.-
destituida de inleressc. O governo porluguct
suspeudeu as suas rclacdcs diplomticas com o
Boato miuisl su pirticipac-io ao do Hrasil, relativa a falsili
cacao dos paius e chouricu. Pode muito bem
ser que uese acto do govnic- houvesse um *.x-
cesso de patritica usceplibilidadc, pois que
ainda nos u.i > pudeinos capacitar de que o
mesmo Sr. Drumond sc recusasse por morc
capricho fazer a reparaco ou reclifteaco
que Ihe foi exigida, sc por ventura nao euxei
gase as provas, que Ihe furaui exibida cot
na a veracdade do couteudo do sen olticio, ar-
goma couaa de artificial, e por assim dizer, ca-
sciramente arraojada. Aguardamos, por lauto.
mol precisas e coucludentcs loformacoei la<
respeito, para emo uos pronunciarmos. A iu
dustria e o coiiimeicio iaui g com as medidas da dictadura, tendentes alt-
vra-lo dosobslaculos, que Ihe oppunha o espi-
rito muuopolizidur. Entre essas medidas avul-
ta por ceno a da abolico da cotnpanbia 1
viudos do Alto-Douro, com a (|inl muito sal-
feios dcvciu licar, particularmente os devolo>
de Hacho de todas as classes.
No dia chegoudos portos do norte o vapor
Mu !' leudo deisado todas as proviucias em
socego, a despeilo da campaoha eletoral de 1
do pansatlo, que, gracas a Providencia, foi pele
jad semo empregu de meios atleutaiorius da
ordem publica. As noticiasconceruentes aou*
tros assumptus f.iram insiguilicautcs, c podem
passar sem screm aqui luencieuadas
No dia 7 reuni se em a malils de Santo An
ionio o collegio eletoral desla cidade, para o
(ni de sercm cleit is os dcpuiad->s pela provin
cia futura assembta geial. Na cuuformida
de da le uoieamenle leve lugar nesse dia a o -
gauisaco da mesa e cummiiso especial para
interpor o seu parecer sobre a validado dos di-
ploma dos seu membrus e smeme no dia
seguinte, depois de ouviia a missa do Espirito-
Saniu, c o discurso exhortatoiio do orador sa-
grado, depositaran! o$ eleitores os seua votos
ua urna dos desliuo. At o piesenle ainda se-
uo sabe, ao lodo, quacs sero o uovos argo-
nautas, que uu prximo futuro anuo ir<> Li -
ta brasiieira conquislaro vello d'uuro para es-
ta provincia c para o paU iuleiro ; enirettuto,
muitos do candiilalos ja se acham fra do cm-
bale pelas descargas que lem viudo do interior,
(uautos eafurco perdidos, quautos maneju
frustrados, quaulas despezas feitas, e quanlas c
(jo;iu pezadasforquilhas no cabo de tudo sto)
Um so cumulo cnxeigiuos nos nessa deiroia, c
heograude numero decompuihelros de infor-
tunio, t[ue lem de encontrar cada iuforqui-
Ibado.
Nodia 8 foi festejada com pompa e euthu
siasmo a Excelsa Padroclra do imperio, em qua-
j todas as igr. jas desta cidide, excepto ua di
Lonceclo dus militares No arco do bairn
du Krcife hon* i v i|p' artilicio noite, e ooiu
u cumpeteoie adnbu de um desturbio. Algunt
gritos de Fura cbexeus motivados pela im-
pruden ia de cerio ollical,que dera um empui-
r cm um meuino, pur urna travessura dcste,
uin prudnzindo um COOlllOtO entre o povo e al-
gn suldailos de linha, que ali se aehavim .
b)u teoiiD inedu de lul : temi medo de
sua mai, de seu lltho tenho medo de um rival.
A esta palavras Margarida deu urna garga-
Ihada.
C de que lival, por favor, diga o seu uu-
me diga !
Nao conheco uenhum ate aqu, mas de l-
pente pode vir algum, que pareca mais aun-
vcl a v > do que cu.
Oh I nao se faca modesto jamis uo
guein me agradar mais do que vossi.1.
Porque?
Porque jamis ninguem sera ao intsuic
lempo lo bom e tao espirituoso, uiugueui se-
r dotado de tanto .luimo, de lauta geuerosida
de e de lauto talento,
Eu nao creio urna palavra de tudo isiu,
mas he bello, he bem agradavel uuvi-Io.
- Porque emin. contiuuuu Margarida, nin-
guem amarme-ha jamis lauto como *ossc.
Ah / meu eus quem sabe i* yo be ja
mui iiiiln ii amai-la.
Margarida olhou para o primo com urna ea-
presso de alegra encantadora, com uina mli-
lura de sorpresa eorgulbo ;
Pois bem : dlsse ella, eis o que me agrada
em vos>, he lio cbir nunca as vulgaridades
do uso ; ordinariamente, as pessoas que tem
pretencao deamar noadmiltem que alguem
pussa scr-lhes igual em amor ; vosse pelo cou -
irrio, peruiUle a concurrencia : ota ilo he
novo. ... .
Juro-lbc que nao ha de minba parte ori-
ginalidade, se alguma cousa me sorpreude. he
que alguem possa ve-la e ama-la de outra mi-
ueira que eu a amo, Tambein uo cunto com
a uperioi idade de meu amor para trauqutlli-
sar-me e demais, que importa aquelle que
ama melbor ? Amor nada he, agradar be lu-lo.
Ainda elle fallava, quaudo um grande rumor
se feseulir em em lodo o caslello. Gritos lei-
rivels p uu,mi do lado da avnida. Estevao di -
ceu logo ao pal > para saber que linha sut-
cedido, c Margarida, muito fraca aioda pira
cainlohar, apolou-se sobre varanda, pallida 0
remiih chamando coin medo pelo liltao.
( ContHiHir-sf-hti.


a
rorm, icm miiorn forjoi ludo se apaz'guou,
nao i-hegandu .1 haver vas de felo.
A 10 rnlroudo aul o vipor Bihimu, cuja de-
mora foi inollrida pila /Villa di carcao', que o
fe arribar ao Eipiilo Sanio.
i.'.! cilcrllldade no artigo noticias! su de
cenles vera alguno- coma nos jornaca rece-
linios, nial ,li,[(i j i '-1:1111111 ais enfastiados,
sem deixarinos locfavia de appreciaru pai que
u'cllas tem havldo, por que deste alimento
enipre temos appelencia.
lornoii a apparener a rrgeicSo das srdulas da
pequeo valor dilaceradas, mas someule d'a-
quellas que tem rcincndoi no dorso, c que por
issodo lugar a suppor-sc seren metade falsas
C metade vi j. i .i. I. ii.i., como em alguinasse lem
cuonliecido ; isials aluda assim, nao vemos
motivo para essa rrgeicao, por que a Ihesou-
rarla c-l prumptaa truca lu, e eremos que no
irero ii.'i,i procede coin as prevenc-des dus par-
liculares, e antes coin toda a cautela, uao dan-
do por isso lugar a que sel un Inulilisadas ai
que uao sao coin .il.ii.) falsas.
No da V do co reute fol sepultado u cadver
de urna mullirr, moradora eni Fora de Portas,
a que eontava UO aunos de idade! Ainda temos
puHiutrc misdcisc macrobios por lodos Uo
suspirad *.
luilraiun ti eiubarcic's e sahiram Mi
llendeu aallandega 6.1IJ4"I rs.
rallcceramJ8pessoas.il hoinciis, lOmulue-
ese I.' pululos, livies i humana, 9 inu-
Ihcics c un prvulo, cscravoi.
Eleii;o le deputados geracs.
CU.ECIOHOCAlio.
Ilr. Aolunio C Ili i do S Albuquerque
'ir. Francisco Xavier Pies llu'reto
Consolheirn ScbastiSo do llego Barros
!)r. JoSm Jos Ferreira do Aguiar
Dr. Francisco do Hc;o Barros arrclo
!>r Jos Tnomaz Nahuco de Araujo
Mr. Amonio Peregrina Maclel Monteiro
Hr. I).nni gos d Suiza Lcilo
l>r. Augusto Fre'Icnro de Oliveira
Cencral Anlonin Correa Seara
'ir. Joiqoim do Aquinn Fonseci
He/. J'ronvnio Msrtmisno Figuoiri do
.Mello
Mnuoel Firmino >!o M lio
Ilr. Joaquim Vilella le Castro tav .res
Ilr, AlexunJru II rnardino dos Res o
Silva
nr. Antonio Epamlnondas do Mello
!>r Franc Be i 'I Paul H > Lista
!)r. loso R mto da Cunta Figuero lo
Dr Fn nclsc i > irlos Bran Uo
Mi. Itodrlgo Castor de Albuquorquc M.i-
ranhlo
Sbc el rio Honorio Pcreir.i de AzcruJo
Coutipho
lenle coronel Joto do Reg liarros
Falclo
Padre Leonardo Antunos de Mein Man-
riques
Dr. Gervazio UomjalTea Ja Silva
Desembarga.tor Bernardo R.bello da Sil-
va IVreira
Major Aotonia Jos de Oliveira
Trneuie coronel Antonio Carneifo Ma-
chado Rios
Padre Joaquim pinto de Campos
Dr. Francisco Raphael de Mello llego
Dr. Antonio Francisco l'ereira do Car-
valho
i lu mi.i Correa de linio
General Jos Ignacio de Abreu i.i i n
Duarte
Dr. Lourcnco Avcliuo de Albuquerque
Mello
Duiningos Alfonso Nciy Fcrreira
lencntu coronel Antonio Comes l.eil
('oUl.JilllliC, 1(1(1
Bahia Rio, para onde com mais raido de- -205 barricas e (750 saceos oom 55321 arro-
vis ser mandada. I'ois cnto os laea inte- baa e 9 libr-s de aasuctr.
rtuts pessows a tiveram a temer dos agen- Canal, brigue inglez Caroline Schenk, de
tes de Pernamhuco, n tiln dos das oulras 259 toneladas, con.iuno oseguin'.n : 3600
pracas' A resposta he obvia. saceos com 18000 arrobas da asanear.
Hm-in un caixa um fundo considerare!, diz RECEBEIIOIUA UE RENA8 IMERNASGE-
o artigo, mas a cifra dalle nSo a publicou.| RAES DEPERNAMBUCO.
So essa fundo, porm, na i he csiranho i Rend ment do da II.....823,073
companhia (oque serla um absurdo) isse- CONSOLADO PROVINCIAL.
yera i osihe que nSo pnder exceder de 'JORnndimento do da II. 2:233,553
comas, e se no reja : licaram la s 300 ac
2
fOe que a 200//000 ris sSo 60 canias ; Ogu-
remo-li-.s todas passadas, e figuremos lam-
bem j recolhida a priroeira prestarlo que
no podia subir a mais que 95 ou 30 por
cento; o mximo sSo 18 cotilos. Das ac-
c>'s passdis no Brasil no fol ainda um
real, e codo sSo 18 contos de res o fundo
considcravel em caixa para dar romeen al
emprozar1 Sora possivel viste disto negar]
que a primeira comi>anbia o possa faxe.r
com o sxtuplo desli quanlia ? Pensamos
que lian.
Coohecemos pessoalmenle o Sr. Cuilher-
mo Augusto, o< Srs, viscoudn da Tnuda le,
Sol rea Duarlo, etc., etc., > fszemns iusti(a
ao n r ii.i o posicilo dossis caiail'iros;
mas nao os julgamos em nada absolutamen-
te superiores aos Srs. visconde de Castro
Silva, Porcira Cablas, W.ilho ise, Marques
Rodrigues ( que alcm do mais he secretario
do banco do Porto ) Moescr, Piulo Ribeiro,
etc etc.
Vi iiinnve ainda ninguum que suDPOzes-
sn a prmuir compinliia-/.tno-flroji7eiro
neni doenle, quanlo mais mora o onlorra-
da; o a nilo ser isso um mero gracejo do
Ilustre commnnicanto para entreter a al-
guom, he enlit o mais gratuito aleive que
s nilo pode attiibuir nem mesroo igno-
rancia. Somos mais generosos, e por isso
digamos quo existam duss companhias
LuSO-Bresileirai: que breve como espe-
ramos c ilesejamos se fundirSo e'n urna s,
.ip / .i i de todos os bices que se tem io-l..
a essa nleia feliz o inleressanle. He a fusilo
Ja ambas quo sobre ludo nos necupa, por-
que l inos ver.ladeiro pat'Mismo, verda-
.li'ira dedicaQilo, o anhelamos a glo'ia de
ver corla lo o dedo inglez quo bem se co-
nheco nesU deiarenca; cuntrlhuindo de
nti-sa parto qnanlo possaoioa para di-sma-
carar essss intrigas tolalmenln prcjudicisos.
Continuaremos so fr preciso.
Perita:! buco II de deombro do 1852.
______________________ O. S.
i orrespondencla.
NAVERACAO A VAPOR ENTRE O ItlUSJI.
E PORTUGAL.
Fr da cidado esobrccarregnilo de afa-
Zeres, s agora podemos dar duas palavrss
a aiiiin do communicadoEmpieza Luzo
ilrasiliira publicado neste jornal de 4 do
correle. Agradam-nos, e o confesamos
francamente, alguns periolos do esciiplo,
pela delicadeza u trato civil que patntela o
seu autor, a par da declaraco que faz de
respeitar as conviecos slhrias cuutranas as
suas o que por ceno Iho da direito a exi
Rira mosma consideracSo e tolerancia quan-
lo as que expende.
A esi reapeilo estamos de aecrdo com o
nosso i I lustre sdve DelTenJeuios a 'imeira companbial.u-
i Ii..-i'i i a poique temos iiinma ennvic-
i i i .Ir qui- lio ella mais justa e razoavel,
tondo por si o direilo de mais antiga contra
o direito da segunda que he apenas sua imi-
tido-a. i.'.hiImIum- com sinoeridade, e
lomamos a paite mais nobre quohesempre
doaggredido contra oaggrossor injusto.
Mo queremos lanibom olTender oessoa al-
guia, nunca o quizemos, e a nossa cons-
ClODeil nos diz que lemos observado esso
proposito.
i.ui 'ii.ii nos aventuramos a oceuparo pu-
blico com as nossas rellexes sobre as duas
companhias, foi nOSSO intento provocar una
liscussSo esclaiecida que lizessn sobre-sahii
i raslo e a juiliea que aasilte > nina dolan.
l'.Sl, pois, estalielecida a quesillo, disciita-
nio-ia com calina e franqueza, e sobre tu lo
com feriada: fagamos abstracco de pes-
oas, o Iralemos s do objeclo, desprezni-
>Io aos quo no sabein co prehonder a li-
berdado de pensi.mt'nio scnSo quando be
unisono com o delles. i
II visamos que sol) as losas com que o
artigo fui lialnl"ieiili'ciinaslrado, ha inui-
los ospinhoa enllocados de forma a ir l'crir
um alvo a que logo Ittingimos ; o acharia-
inoa por eonsrguint pase esoripto mais ra i
/.nivel seseguissc aliiolim amesnialin-.
guagem com quo prinoipiou; porm tanta,
mgenuidade, lana complacencia e tucis- i
un mto foram muflo long- ; o nobre es-1
crlptor, desloan in se iiisenslvelmento dos!
preceitos quo 9
o m i lo c ii quo s envolva. Julgamo
porm, de boa le como na, e attribuimos
as inexai ti idas esaradaa n i sua pubhcaclo
ai.les as ta/oTMacoai que Iho forneceram do
l|UC na mullido sua.
Quanlo ii'lhor sena quo o illustre adver-
sario e'oprcKasse antea o seu talento em fa-
vor da junecUo das duas companhias do que
na drfea da segunda, que tem posto aos
seus defensores na triste e forija la collisao
d encubrir a sua pouca generosa aviilaz
rom sophismas e iinpolac&e* falsas.
Asegunda companhia passou no Rio as
.suss M-o's, mis no como diz o artigo;
pelo contrario foi s depois de recusas e dif-
liculdades queoSenhor agente de l reali-
SOU o seu capricho de passa-lis. Na Hahia
al.'.unas assignaturas que houveram foram
~sob a rOsMsVrjili iM uo fosse avante a pri-
ineira. Aqu onde se sabe malhor a seoi-
ra/8o do nascimento repanlino e systemali-
i'o da segunda, poucas ou nenliutnas acv'cs
se tem subscripto; nSo proceden lo de for-
ma alguma a raz3o que o artigo d a esse
tacto. A denuncia falsa que veio no Tevial
contra os Srs. Balthar & Oliveira, ageules
da segunda couipauliia a ninguem mais
ni judii'.iii so lio a ell-s : prejuizo momen-
tneo, e apenas de iocommodo o susto;
porque esses Senhores, fazendo valer nossa
A'r, redactor. Tenha a boudade de inserir
em sua conceiluada follia alista dos candidatos
volidos pelos eb'ilores de Iguarass, a qual
fot reineiiida por um amigo d'alli sendo ella da
propria letra do Sr. Dr. Francisco Joo Car-
nclro d^ l.uuba, que servio em dito collegio, na
mesa, nfioad de e.ciuudorcoiuo de aecrelarlo.
t> apparecimcnlo de nina lisia mullo diversa
ni- ii 11 na ni i'Mr boje me obriga a mandar
publicar esla que lie a verdadeira, por s terem
votado 47 cleilores, deixando de volar ? por
doenl'S, e ib' por verem a irregularidade que
se la i ...ii.ln, com o que nao concordaran,
Sou etc.
Um rantlidato.
itecife 11 de deicmbro de i >.VJ.
COLLEGIO Dt IGLARASSU'.
Os Srs. Volos.
Rodrigo Castor de Albuquerque Marauhao i
Jcronymo Marliniano Figueira de Mello
Augusto Frederlau de Oliveira
i r un i-i" (..o los Rrandao
Oomingos de Soiua Li-ao
Padre Joaquiui Pinlo de Campos
Jos I bomas Nabuco de Araujo
lianciscodc Paula llipllsta
Antonio PerosjrlDQMaclel vloutciio
Joiiu Jos Ferrelra de Aguiar
Francisco Xavier Pac i:incito
Antonio lielho de Sa c Albuquerque
Antonio Comes Leal
Antonio Joa de Oliveira
FranoisCQ do Reg barros Brrelo
Silvino Cavalcanlc de Albuquerque
ili.Aii.ilri' Kcrnardino dos Res e Silva
General Antonio Corrci-i Seara
Joo Mauricio Cavalcauie da ,Roclia IV an
derley
-Seba-liao do Rrgo barros
Jos Rrnlo da i uulia c Figueircdo
Joo do llego Marroa Faico 11
Padic Leonardo Anlunes de Meira lleoriquca 11
Antuuio Kpaminondas de "ello
Antonio Pedro de Figueircdo
Padre Francisco Joaquim da* Chagas
Francisco Rapliael de Mello Reg
Liurd-rw Jos Vclloao da Silveira
Angelo Ucnrlques da Silva
Autonio Francisco l'ereira de Carvalho
Joa Ouinliiio de Castro Lco
Florlano Correa de Brito
Ihonic l'ernaudesdc Cauro Madeira
Honorio l'ereira de Aietedo Couliuho
General J.is Ignacio de Abreo c Lima
Auloniu llaptiata Cltirana
.man i aa mas o
PRAGA DO RECIFE II DE DE/KM lili" DE 1852
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios- Saoou-se a 28 l|t d. por 60
dias visto sobre Londres, e 3a0
rs. por f. sobre Pars.
Algodo- Enlraram 1,110 saccas, das
quaea f-ae vendas da piimei-
ra forte rscolbida 6/800 por
arroba, da regular a 6/700 e
da segunda soite de '\'M\ < a
O/400 por arroba.
Assucar'* As entradas foram 'avultada
e ai vendas regularam: o de
stgunda Borle de}j350 a 2/100,
o de terceira boa de 2fl00
a2f'50 e do regular de /i50
a 3/200, o de quarta a'2/000
o de quinta e sella de 1/750 a
1/860: o maseavado escolhldo
de l/5'JO a 1/650, e o regul
de i (Han a i/mu por ariobi.
Ago'ardeute Vendeu-ae iBi| por pipa.
Azeite-doce dem a ta50 por galo do do
Mediterrneo.
Ii.ii all.ni Fci-se venda de um carrrga-
meuto de i i/UOO a 11/800 por
barrica ; e de oulro vendeu-ae
1,000 barricas a it/600 com
condfco de ser entregue na
cidade da Babia : retalhou-sea
1*1800.
Raalas Vrnderam-sc de 800 a 1/ por
arroba.
Carne secca A disiente do Rio Grande ape-
nas moiita a 2,000 arrobas de
qualidade inferior, que por m
nao lem preco. Da di Buenos
Ayrca licaram em ser 4,000 ar-
robas, irndo-se vendido a 4e
or arrobi.
eodeu-se a 19/ por barrica
da de Richmond, de I / a IG/
da de luitiuiore, da de Phlla-
driphla .i l>'..> i de Trlesle
SSSF a I/; licaram em de-
posito de i2,5i>0 a 13,000 bar-
ricas.
Farello Idein a 4/600 por barrica.
Maoteiga Ideo de 420a 160 rs. por libra
da franceza, e de 450 a 160 d*
iugleza.
Pasaas- dem de 5/a 5/860 por caita.
Queijos Mein de I jimu ,i 1^300 por cada
um dos llamrngos.
Toucinho Idean a 5/600 por arroba do do
sul.
Vnoos dem a ili'.'jpor pipadobran-
PRR, e de Il0#a III.) do de
Malaga Unto.
DcsconloS Do banco a i por cenlo, c dos
particulares de 7 l|2 a 10 por
cenlo.
Freles- Do assucar para o Canal a 52
112 e cinco por cenlo.
Picaram no porto 56 embarcaedes, seodo 5
i" i u anas, 2 austracas, 8bra>ileiras, 2 trn-
celas, a bespanholas, i banoveriana, iinglois,
1 lubekense, G portuguesas e 1 sueca.
COMMERCIO
PI1ACA DO RECIFE II DE DEZEMBRO, AS
3 HORAS DA TARDE.
COTAC0ES orrlciAES.
Cambio sobre Londres : a 28 d. a prazo.
Dito sobre dito : a 28 l|t d. a dinhiiro.
Fret para o Canal 62|6 e 5 por cento com a-
crescimu para o coulinenlc.
ALKAMlERA.
Ilendimenio do da I a 10 .118:938,248
dem do dia II.......13:766,875
132:705,123
Discurregnm lioje 13 dtdaembro.
Brigue inglez --Spraij bacalliao
Barca austraca Gloria fa-inha de trigo
Birca brasileira h'lor de Oliveira pipas
vasias
liupoi-liicaft.
Vapor b asilciro ( hiana, viudo dos por-
impoi, fol arredan lo de si i los do Sul, maoifastou o seguiiile :
1 paoole ; a Joaquina Jos de Amorim.
1 raixSo; a Nicolao Carnei o Rocha,
t fardo ; a Antonio Azevedo Villarouco.
1 oaixols ; a Eduardo A. Burlo
t Oaxa0 ; a Joaquim Reroardo Figueredo.
2 latas ; a Cuilherme Coso C Leito.
2 cnu los; a Machado & Pinheiro.
I callte ; a llenriqie LOS.
I caixilo; B. F. deSuuza.
IJr-gun noiluguc Mara llolena, vindo de
Lisboa, consigna lo a lleane Youle 6 Com-
panbia manif-stou o seguinle :
130 muios de sal; aos consignatarios.
CONSULADO GEUAL.
Rend monto do dia I a 10. 30:046,122
dem do dia ti........3:881,331
33:927,453
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia t
dem do dia II
a 10.
1:944,930
39,415
I.984,345
Expoilnca
llahia, hiale brasileiro-Novo Olinda, con-
duzio o seguinle : 15 caixas cha, 45 .lilas
fazendss, 4 ditas phosphoros, 2 ditas 83 pe-
. cas de couro, I dita charutos, 2 dilos e 7
ncca'aiSo o merecido crdito e honrosos pre- barris doce de calda, 300 gigos batatas, 25
Clientes de sua vida commercial, oullilica-; fexes aduelas, 5 ditos arcos, 10 pipas ina-
ra:n iiiteiramente esso manojo, que desde'gre, 5 bsrrisoleo de mamona, 5ditosgraxa,
logo repulamos como infame e cheio de 10 ditos carno salgada, I cama fraucaza, 60
iiiilvadez, parlisso elle don le quer que fos- barricas bacalhao, 60 mullios mil e quintien
se. Ora se ao principio pri I atlriouir-se tos couros de Cabra, I vol o" 3 queijoa,
iso n inleresscs p'ssoaes da prlmeira enmpa- 235 ditos carnauba, 46 cascos com .193 ca-
nhla, esto essa ideia hojn no todo dosvane- nadafl de ozoilo de carrapato.
cida com as nniicias de quo essa denuncia N'ew-Vork, barra americana Miantoonmi,
se no etendeu aos Senhores agentes da 456 toneladas, enndurio o seguinle i
Movimeii' do pono.
Navio entrado no dia II.
As-ii 13 das, hrigue brasileiro Principe
D. Alfonso, de 212 toneladas, capito Mi
noel Luiz dos Santos, equipageo!3, car-
ga sal ; a Jos da Silva Campos.
Navios saludos no mesmo dia.
Canal b Tlionas Fodge, crga assucar.
Antuerpia pela Parahiba briguo escuna
belga Rosalie, ea il.io II. Haussnn, em
lastro.
Lisboa -- lurc i purtugueza Ligcira, capitSo
Amonio i. oniauo Soares, carga assucar e
mais gneros.
Rio Gran le do Sul -- patacho brasileiro As -
Irea, cipitSo Joao Ignacio Ferreira, carga
sal e assocar. Paasageiro, Lino Antonio
Dantas.
Baha -- brigue inglez Ann Johnston, capi-
i.io P. Cir.ry suspendeu do lameirao
hont-m a tardo com a mosma carga que
trouxe.
Baha hiale brasileiro Novo Olinda, mes-
tre Cusi: io Jaso Vianna, carga varios g-
neros. I'ass.'oi ns, Joio Antonio Flix
de Carvalho, Antonio Jos Barboza de -
livnira, Maooel Heonques de Faria e I es-
cravo, Luiz Marques Pinto Wanderley c I
escravo e Guilnerme Marques Nepomo-
ceno.
Rio Grande do Norte -- brigue escuna de
guerra brasileiroLegalidade,com.iiandan -
le o capilo lenle amazonas.
Par e portos intermedios vapor brasilei-
ro II luana nominan la.lo O cpilo to-
neoteSecundino Leva a seu bordo, des-
la provincia, Jos Ignacio da Silva, Fran-
cisco Ferreira Novaes Francisco Pires
Caroelro, Ignacio Jos da Silva, Manoel
Jos l'eeira Pacheco, Abel da Costa Pi-
nheiro, Francisco Domingues da Silva J-
nior, Jos Joaquim de Sa Pegado, e Lui-
doluho Jos Burne.
Baha e Rio de Janeiro fragata a vapor
brasileira Alfonso, commaoaanle o capi-
tSo tenente Jos Antonio de Siqueira. Le-
va a seu bordo, ocipiao do n.ar a guena
Rodrigo Theodoro de l'r. il.s, co n 2 cria-
dos e 4 escravos, pi imeiro lenle da ar-
mada JoSo Cualberlo de Andrade Mia e
-.( en "los, segundos lenles Luiz da Cos-
ta Fernandes, e Filippe Orlando Sho't 2
criados, Ayres Odoricu Pinheiro dos Pas-
sos, Joaquim Pedro de Oliveira, Jos Fran-
cisco dos Santos, Domingas Teix-'ira Te-
nebro de Sam .mu, Eva Raymunda da Sil-
va e I HUio menor,Silvano Franc sco,9ex-
soldados Doodalo Cezar de Casuo -M 'ii"-
Z'S, Antonio Maris Ra-nos eMescravos,
Manoel Rodrigues da Silva Maia, Cypriano
Cornelio de \lo a.-s, Joo Capialrano Ha o:
deira deMello, Miximiano Francisco Pei-
xoto Dual te, Manoel Vctor de S u /a Mon-
teiro e 2 criados, Fernando Jos da Rocha
Piolo e 1 escravo, Antonio Rento da Costa
Real e I escrava paJre Manoel Correa,
Dr. Jos Manoel Duarte Lima, Dr. Fran-
cisco Fogata Rilancourl e I escravo, )r.
D unirnos Jos da Silva Coulo, Dr. Joa-
qoim Carneiro de Campos e I criado, Joo
A ves Pilombo Jnior, Dr. Antonio Duarte
da Silva Valencia e I escravo, alferes E i
fanio Burgas de Menezes Doria, Antonio
Piolo da Rocha, Fiaucisco Baplisla Malu-
reira, Joaquim Amaro deSuuza Paraizo,
Gustavo Julio Pinto Paces Maooel Tho-
maz Piolo Pacca, e I desorlor.
rTurius entrados no di 12.
Rio de Janeiro -- 45 dias, brigue brasileiro
Amizsde, de 250 toneladas, capitn Joo
pillo. Fundeou nolameiro.
Navios sonidos no mesmo dia.
Canal brigue inglez Caroline Schenk,CS-
pitflo J. J Mugfoni, carga assucar.
New-York -- barca americana Mianlonomi
capito C. Collins. Carga sssuor.
JieclHi-hyoes
De or.lem do tribunal do commercio
de Peraambuco, se faz publico o regla-
mento abaixo transcripto, dos interpretes
commeiciaes da prafa do Rio de Janeiro,
applicado aos desta provincia pelo decreto
n. 1002 fie 26 de junho do corrente anno.
Societaria do tribunal do commercio 27 do
non inliro de 1852.
Joo Ignacio de Kedeiros Reg,
servindo de secretario.
Decreto n o 863da 1' d novembro de
1851. Estabeleee regulamento para os
ma'pieles do co iiuieicio da prs{S do Rio
de Janeiro.
II.o por bem, sobre consulta do tribunal
do commercio da capital do imperio, decre-
tar o seguinle:
REGULAMENTO PARA OS INTERPRETES DO
COMMERCIO DA PRACV DO RIO DE JA-
NEIRO.
CAPITULO I.
Da nimea^to dos interpretes do commercio.
Art t. Os interpretes do commercio na
prace do Rio de Janeiro sfio da nomeaeflo do
tribunal do commercio da capital do impe-
rio. ( Cod. rommerc. Art. 62, e regul mien-
to n. 738, art 18 2 ).
A't. 2 Os interpretes actualmente exis-
tentes sao obrigados a registrar i.s mulos de
sua n i mea co no refendo tribunal, e a
prestar juramento determinado nosarligns
citados, at quinze dias contados da publi-
cado do presente regulamento ; pena de
deslituicSo de seo odelo, que s-r logo an-
nunciada pelo tribunal no jornal da publi-
cado dos seus actos.
Art. 3. O numero dos interpretes ni pra-
$a do Rio de Janeiro nao exceder de tres
para cada lingua, podendo cada um delles
servir para diversas. as demais pracas
sujeilas i jiiiisdicao do t'ibunal do Commer-
cio da capital do imperio, o mesmo t'ibu-
nal nomear um ou mais interpretes, se-
gundo a importancia dos mesmos lugares,
e os ioleresses do commercio.
Art. 4 Ouillcio de interprete he pessoal
e nSo p le ser substituido; pena de nulll-
dade dos actos que forem praticados pelo
substituto. Todava sera permito lo aos in-
terpretes, no osso nico de molestia adqui-
rida depois de sua nomeat;o, exercer as
luiifc/ies do seu olliciu por va do pessoa por
ollas nomeada e approvada pelo tribunal do
commercio, que rena as qualidades pre-
cisas para ser nter relo, tiendo responsa-
vel por todos os actos que essa pessoa pra-
ticar, como se por elle proprio pralicados
fossem.
Art. 5. Para ser interpreto requorem-se
as mesmas qualidades exigidas para ser
comoierciante, e ennhecimento platico das
lioguas estrangeias.
Nao polen ser interpretes :
I. As mulheres;
2 Os interpretis que houverem sido des-
tituidos de seus nflicios por scnlcn$a.
Art. 6. A ei i ;,io para nome. Qo deve
declarar a naturali la le o domicilio lo im-
petrante, e a prarja em que pretende ex-r-
cer o ollicio, e ser instruida com os seguin-
les docu montos:
I. Cbi lilao do Mole;
2 \ii -la lo, o 3. Aitesta lo da direceo da i i; i do com-
mercio do Rio de Janeiro, pido qual moslre
ser versado em (niguas estrangeiras, c quans
estu tejan).
Art. 7. Os interpretes sao obrigados a re-
gistrar na secretaria do tribunal do commer-
cio at o iim do primeiro um/ de ca la anuo
linsneeiro, o cunhecimento de pagamento
de qualquer imposto ou rmitriMucao an-
nuil, a que sejam sujeitos; pena de sus-
pensao do ollicio ale o salisfazerem.
Art. 8. A ii.'iiliiiui interprete be permilti-
do abandonar o exercicio de seu ollicio, nem
mesmo deixa-lo temporariamente -em
communicar previamente ao tribunal do
commercio a sus resoluto ou intuirn
um inez antes do largar o mesmo ollicio, I
sob pena de ser reputado vago, o do nSo
poder mais exercer no imperio o referido
ollicio.
Art. 9 Avaga do qualquer oflieio de in-
terprete ser manda la anouociar pelo tri-
bunal do convuercio no jornal da publica-
t lo dos seus setos.
CAPITULO II
Das func^fies dos interpretes.
Art. 10. Aos interpretes compete:
1, Passar certidO'S e fazer tradceos,
em lingua verncula, de todos os livros,
documentos e mais papis escriptos em qual
quer lingua estrangei a, que tiverem de ser
apresentados em juizo, ou em qualquer ro-
paiticSo commercial, e que para as mesmas
traduccOes Ihes forem confiados judicial ou
oxlrajudicialmento por qualquer inleres-
ado.
2. Intervir, quanlo nomeados judicial-
mente, nos examos a que se tenha de pro-
ceder para verilica^So da nxactido de qual-
quer traducclo que tenha sido argida de
menos conforme com o original, errada ou
dolosa, nos termos dosaitigos 15e 19:
3 Interpretar e verter verbalmente em
lingua vulgar, quando tambem para isso
forem nomeados judicialmenle, as respos-
tas ou ilepuimenlfis que honverem de dar
em juizo quaesquer estrangeiros que nao
fsllarem o idioma do imperio, e no mes rio
juizo tonham de ser interrogados ou inquf-
riduS como mi. res-olas, uu como tesle-
niiiuliis, ou informantes.
4. Examinaren!, quan lo pelos inspecto-
les das alfandegas Ihes fr ordenado, ou
por qualquer autorilade judicial competen-
te, a falla deexactido com que fr impug-
nada qualquer tradcelo feta por corretor
de navios, dos manifestos e .1 mu nonios
que osmestres de einharcaces estangei-
ras tiverem de apresentar para despacho,
na forma do art. Mdo coligo commorcial.
A estes exames, quanlo ordnalos por
auto' i.la le judicial, sao a pliciv:is as dis-
posi^Oes dos artigos 15, 16, I7el8.
Art. II. Nenhum hvro documento ou
pspel de qualquer natureza que f exara
do em idioma estrangeiro, podara ser a.ue
sentado etn juizo, ou em qualquer eslafSo
ou repartiQSo commercial, sem ser tradu-
zido em lingua nacional. ( Resoluto de 15
de agosto de 1781, cod commeicisl art.
125, o regulamento n. 737 artigos 147 e
151).
Art. 12. A excepto das tradceles foitas
goida de inexacta, com fundamentos plau-'
siveis s auloridade judiclsria perante qnen
fr a tradcelo aprsenla.la, ou o juiz com-
mercial, se t'spresentadi pirante autori-
dade administrativa, ordenar etaoie que
sera frito em sua piesenca. exhibido o ori-
ginal ( Regulamento n. 737 art. 150 ;, e ci-
tado o interprete traductor para a elle aa-
sislir, se estiver presente no lugar.
Art, 16. Este exime ser feito por dous
dos interpretes provisiona'dos, e s em falta
testes por interpretes nomeados a aprazi-
mento das partes, nos termos do art. 13.
A>t. 17. O exame s versar sobre o tpi-
co, ou tpicos da tradueco impugnados de
inexactos.
Art. 18. O resultado do oxame nSo ser
mais ul'j. rio de controversia, e a iraduoe.lu
assiui sustentada ou reformada ter intmra
f, som mais admittir-se discussSo ou
emenda.
Art 19. 8e do exime so se e incluir taita
de exaeco a tradueco cono objeclo
scicnlillco, a nenhu na pena lica sujeito o
interpiete, sodelle se concluir orro de que
resulte effrctivo damno s partes, sera o in-
terprete tra luclor obrigado a indemnisa las
dos prejuizos que d'abi Ibes p'ovierem e
em juizo compotenle; porm se se provar
dolo ou f.ilsi lade na tradueco, aini das
penas cm quo o interprete incorrer pelo c-
digo criminal c legislado exislente, e que
Ihes sero impostas no competente joizo ou
tribunal, ser condomnado ex-ofjlcio pelo
tribunal do comir.crcin, ou a rcquerirnenlo
dos inieressados com suspensRo, multa, ou
destituico, segundo a gravid.de do ciso.
mi. 30 as mesmas penas incorrero os
interpretes que io recusarem, sem caus
justilicada, aos exames ou diligencias judi-
ciacs ou adoiinistrativas par que tenham
sido competentemente Intimados, alm da
desobediencia se Ihes fr comminada-
CAPITULO III
Da suspensin destituido imposta aos
' Interpretes.
Art. 21. He compleme para ssuspenso
e de-i i o man dos interpn tes ( alm dos ca-
sos em que ella possa ler lugar, em viitude
le pronuncia ou sent-nce em juizo compe-
tente ), o tribunal do commercio nos casos
marcados neste regulamento.
Art. 22. Da deciso sobre suspcnsio nos
casos dos artigos 7 c 20, nlo haver recur-
so algum.
Art. 21 Da deci o sobro suspenso no
caso do arl. 19, e da que Impozer mulla ou
decretar a destiluicn, llavera recurso etn
ambos'os efieites para o rouselho de estado,
inlerposlo denl'O de oito dias, contados do
em que a deciso fr intimada.
Art. 21 Somante depois que a mrsma de-
ciso pistar em julgado. ou por haver sido
''onliimaila, oo por della so n.i. interpor
recurso, sero prvidos os lugares vagos.
Art. 25. Na decrotaclo destas penas o tri-
bunal do commercio procodera nos termos
1o art. 18 o seguintes do regulamento n.
806 de 26 dojulhn do correnlo anuo.
CAPITULO IV.
Dos emolumentos dos interpretes.
Art. 26. Cada um dos interpretes do com-
mercio cobrar de emolumentos pelas cerli-
des que passar, pelas tradueces qoe li/er
e pelos actos que pralinr, nos tormos do
art. 10 $$ I, _', :i, e 1 o s"guinle :
1. Dcada meia folhi de "tradiiCQo ou
crtiJSo art. 10 I ) 1|200 ris pagos pelo
interessado no acto da entrega da traduc-
580.
E-la quanlia he devidi, ainda que a tra-
diieco ou eei Iiil-lo nao preencha urna lauda
Se a tradueco ou cerlido ti cr mais qoe
meia folha cada lauda eonl-ra p'lo menos
vinie cinc.i linhis, ecada linha pelo menos
tonta lettras.
Se a ira iiicco for ordnala em coose-
quencia dn procelimento ollleial, estes e-
molumentos s sero cobrados a final, se
houver condemnafo.
2. Por oxames, para v.!rilicar;o da exac-
lilao deoutras tradceles (art. 10 $2. ) ir
ris de cada oxame, pagos no llm delle ; pa-
ra que o interessado preprala ojuizo.
Se o exame durar mais de um da o juiz no
fim delle, decretara sol interpretas una
diaria que nSo ser menor de Ircs mil
ris.
3 P ir verbalmente verlcrcm em lingua
nacional resp'ists ou dopoimentos (arl. 10
em cartas fechadas para o llm cima indi-
cado.
O arsenal de marinha, compra os se-
guintes objectos : ferro inglez em varao do
10)8,818, 3|H,dito em barra de urna pollega-
da de largura, a;o de milo e de verga, li-
mas surtidas sebo em pSo, linha de barca,
papel de peso, guardas morres de folba,
ps de ferio,linha do coser pregos de cobre
de fu 10 1 ara o brigue em conslruccSo. As
pessoas que se proposerem a fornecer seme-
Iliantes objectos compare^am nesta secreta-
ria no dia II do corrente ao meio dia com
as suas propostss em cartas fechadas.
O arsenal de marinha precisa contra-
tar) romera de duas bembas reaes, uini
dita para a pri.e qualro escovens, ludo pa-
ra o brigue Itamarac 1 as pessoas a quem
convier fazer somelhule contrato, compa-
recen nesta secretaria no dia II do corre-
le ao meio dia, para em vista das cn.liCfVs
que forem aprese ni id is formularem as suas
pruposlas em cartas fechadas Secretaria
da inspeceo do arsenal de marinha del'rr-
na 1 lom 1 7 de dezemhro de 1852.- O secre-
tario, 1 lio um Fernandes Madeira de Castro.
lia uro (le l'ci nilinlui. o.
Por ordem do cnnsrlho da directo do
banco de Pernambuco, se avisa aos Srs ac-
cionistas quo a terceira e ulli na prestaeflo
de soas acedes lem de entrar para a caixa do
mesmo banco, desde o dia 2 a 15 de Janeiro
prximo foturo, no cujo acto Ihes sero en-
tregues as mesmas aeooe-. Banco de Per-
nambuco 18 dn novembro de 1852.--0 se-
cretario do conselho de direcc,3o, M. J. de
Oliveira.
~ O arsenal do marinha compra no dia 18
do corrento mez pelas 10 horas da manha,
um serrote de trucar com 7 palmos de con-
primento. As pesioas a quem convior fazer
s.-uml lia uto vend cimpar-jam cesta secre-
taria no indicado dia e hora com as suas
propostasem cartas fechadas.
THMTEIO
TERCA FEIRA 14 ME HLSIMIIIIO DE
1852.
Primeira e grande representsr;o
iie mgicas, prestigios, lluses,
rliabruras, encantamentos c lei-
licarias por
NI!. \M\K.
3.' mil e duzontos ris de ci la i t o rogato-
rio, ou |.fli !U'io!iie.":o de cada te.slcmunha,
OU uil'oi-.ri i' lo
4. Porexaminarem a rxaclido das tra-
dueces dos correctores de navios ( art. 10
K) o m-siii 1 que vencen nociso di. O 2,
sen lo o exame judicial.
Sendo a avengoaljo extra-ju licial e por
ordem do inspector da Alfin>lega, o mes-
mo quo voucem no caso do numero pri-
meiro.
Euzebiode Queiroz Coutinho Ala lioso C-
mara, do meu conselho, ministro o secreta-
rio do estado osn'gocios da jnstica, o li-
nha assim entendido, e faga execular.
Palacio do Rio'le Janeiro cm 17 di! no-
vembro de 1851, trigsimo da ill lependeu-
011 e dn nI com. Com a rubrica d 1 Sua Ma-
gestaao o | Coulinho Maiio-f Cmara.
Secretaria do tribunal do commorcio de
Pernambuco 87 de novembro de 1852.
Cofii'ue Joo Silveira de Souza, olll-
cial-maior,
Carlas seguros, viudas pelo vapor Pa-
ntana, para os senhores ;Augusto Frcderi-
co de Oliveira, Antonio do Vasconcelos Me-
ii-Z'S de nimonl, Francisco de barrse
Silva, Ignacio .Vory la Foiiseca, SemiSo Es-
lelliiii 't Paula e Silva.
Physico perito peranle os tribonaes da Fran-
ca, cogoominsdo o feiticeiro do seculo
XIX.
Por causa da falta imprevista de alguns
preparativos necessarios, e para que a re-
presentarn fosse 1 nt- iraniente digna do pu-
blico de Pernambuco, e da replselo de Mr.
Lacaze, o director Mr. Alexand e vio-seo-
brigado a transferir o espectacolo annuncia-
do para sahbado, para ter^a feira, o quil le-
ra lugar impreterivelmente o ser composto
do seguinle modo :
PRLMEIRA PARTE
As metamorphoses.
A caixa de tabaco de (aglinstro
As cartas intclligentes, vivas e dansantes.
O ovo de Leda.
O chapeo encantado,
A roseira myateriosa.
A he.,ui de inora' de liesda a todos os man-
cebos.
O templo de Saloman.
SECUNDA PARTE.
0 penacho di Noslradamos.
.1 lenco coiil'eil'Mo.
iNegro e branco, scena phantastica.
l-.l'l'f iiii prodigioso de segunda vis-
la e de mignclismo pelo oven
Clierubim.
iieinous i- ir.l.i simples de multiplicar o di-
nbtiro.
O coelho diablico de i lade 'e 102 annos.
Palingenesia dos passaros.
O punch infernal dedicado atada asocie-
dade.
TERCEIRA PARTE.
Ell'eitos re polyoraroa, cliromatro-
po e riitiili'iii iinil.
Principiar s 8 horas.
O resto dos bilhrtes acham-so venda cm
casa du director Mr. Alexandre, na la da
Cadoia de Santo Antonio, onde foiasooie-
dale Apollinea, e no dia do espectculo, das
5 lio-as da lano em dianle, 1,0 oscriplorio
do theat'ro.
Avisos martimos.
Lopes da Cosa, cquipagem 1S, carga fa- pelos correctoros de navios, pelo que res-
zendas e laslro ; a Oliveira & IrmSos.-- pella aos maoifostos e documenlos qui os
Veio a este porto receber carga, e segu I mestres das ombarcaces estrangeiras Uve
para a liba dos Acores, conduzndo os se-1 lem de apresentar para despacho ms alian
guiiilis passageirus : -- Pedro Jacinlho
Calvan, Jos da Rocha Jnior e 1 criado,
Jos da Roza da Silveira, com sua seuhora
o 4 fllhos meno es, Pedio Anlunio de Mel-
lo e sua senbora D. Candida Borges de
Moraes, com 2 filhas meno es e I criado,
Jos Alves Ferreira, e Maooel Jos Cu-
tirte.
Richoiond 51 dias, barca americana Swan,
de 339 toneladas, capillo F. W. W. Col,
equipagem 14. carga fariuha ; ao dono a
bordo. Fondcou no iameiro.
Rio de Jsneiro 20 dina, brigue iogloz Mms-
tnl Boy do 244 toneladas, capito II.
Lewis, equipagem 12, em lastro 10 es
:
legas do imperio, s lem f publica as feitas
por qualquer dos interpretes nomeados pe-
lo tribunal il commercio. ( cod. cominee
art. 132, regulamento n. 727 artigos 148 e
149 J.
Art. 13. Si'i tiente na falta ou impedimen-
to de lodos estes, terSo f as tradueces fal-
tas por interpretes nomeados pelo juiz a
prasimenlo das partes. (CoJ. commeic.
arl. IS, o regulamento n. 737 art. 148 ,'.
Art. 14. Fica salvo aos ioteressados o di-
reito do impugnar a falta de exaciido dea-
las lr,'idoecrt"s. Coil. r-mmerc. artigos |g
SI
HE4L COMPAMIIA DE PAQUETES INGLE-
ZES A VAPOR.
No dii 21 deste mez, espera-
se fio Sul if vapor ln, com-
1. odanl" Wolley, o qual do-
pois da demora do costume
seguir para os pollos da Europa: para pes-
sageiros, t'8ls-so em casa da agencia, na
ra do Trapicho Novo n. 42.
Banco de Pernombtico.
De or.lem do conselho de dirncQo Jo Ban-
co de Pernambuco se faz publico, que os
descontos para leiras, como vencimento at
6 mezes de prazo, se conlinuam a fazer a 9
por cenlo ao anuo, e que compra letras so-
bre o Rio de Janeiro pelos gremios que
couveneionar, e vende-as tambem para ali
a dinheiio a vista s 'ni pr 11110 alg.im. I: 11
co de Pernambuco 11 dedezembro de 1852 -
0 secretario Manoel Ignacio de olivera.
Te.: lo o arsenal dn marinha em data
de 9 do corrento annuuciado para no dia II
ao meio da effectuar a compra do ferro in-
glez em varo de tOiS, Hh e 3\* dito em bar
ra de urna polegada de i rgura, ac de mi-
lito, e do vergali oas sorlidas, sebo em pao.
linha de barc, papel de peso, guardas ator-
rles deolha, pas de ferro, lioha de coser, e
pr. gos de cobre de furro, para o brigue cm
ciinsirucean, e nao cimpsreceudo concur-
rentes no indicado da o hora;o lllro Sr. ins-
pector de novo convida as pessoas que quei-
raui 1.1/01 .-. imihaiile venda para que com-
parecam nesta secretaria no di> 11 do cor-
rente pelas 10 horas da manha com as
suas propostas em carias fecha las.
-- O arsenal de marinha cootracta por es-
paco de tres mezes, paro as obras do melho-
01 nenio do Porto o foriiecimetiln de podra
decantara bruta deII a 12pollegadas do lar-
gura r de 12 a 17 ditas. As pessoas a quem
for C'jnveuienle semelhanto fornerimemo
j ciflilpaioi. lili IIOSlD Sielola; 1, lio ||j II do
Ait. 15. Quando alguma traducru lorar-j corrente ao meio dia com as suas propostaa
Pan o Kio de Janeiro..
Segu com muita brevidsdo por ter parle
da carga piompla, a barca nacional Flor do
Oliveira para o restante, escravos a I ele, 101
assageirus. para os quses tem excedentes
commodos : Irata-se con o capio Jos de
Oliveiral.eit'.'.na praca docommercio.ou com
o consignatario Manoel Alves Coerra Jnior:
oa ra do Trapiche n. 14.
Para o Rio dd Janeiro.
0brigue nacional Elvira, seguo na presen-
te semana por ter a bordo a rnaior paito do
seo cairegami-nto : pura o resto da misma,
passagoiros e escravos a frete, Irata-se com
Machado Pinheiro, na ra do Vigario n.
19, S'gundo andar, 011 coii o opilan na
praca.
Rio de Janeiro.
O brigue brasileiro Sara j condecido pe-
la sua excedente conslrucco o boa marcha,
s .lina em pouc.is dias para o Rio do Jsnei-
ro, por ler proinpla a carga com que deve
seguir ; mas como ha ainda espado, pode
receber algoma da praca, bem como passa-
geiios o escravos a frete, para o que tem as
melhores commodidades: trata-se nu es-
criptorio de Ballhtr, ra da Cadcia-Velha
n. 12.
Para o Aracaly segu em poucos dias o
hiato Capibaribe, j lem alguma carga en-
gajada ; para o resto e passageiros, trala-se
na ra do vigario o. 5.
Para a faraliiba,
segu nesles tres dias, o Inilc na-
cional Santa Cruz, mestre Vicen-
te P'erreira Lopes ; para o resto
da carga, trala-se na ra da Ca-
deia do Kccife n. a3, ou com o
mestre no trapiche do algodo.
Para a liuhia,
segu com presteza, o novo e bem
construido hiate nacional hamos
I. : para carga, ou passageiros ,
trala-se na ra do Trapichen 16,
segundo andar ou na da Cndeiu
Velha n. j'j.
I,


> <
J
r
,
assim o inconveniente di demora dos car-
ros e o impale da inoagem; assim como que
a mean lun licu so ach sempre surtida
nSo s <]* noris moendaa de diversos lama-
nhos e modollos, sent taaihem de rodas,
dentadas, tanto para agoa como p' ani-
maes de todas aa proporgOes, a saber: rol-
la por rolla, volts e quarta, volla e terco,
volts e mei, das, tras, qualro vollas, etc.,
etc., e ponsnto que qualijuer senhor de en-
genho querendo acelerar a aua moonda
aflm de moer mais canna no mesroo teaipo,
ou retsrda-la, aflm de espremer mais liqui-
do da mesma csnns, podo sem demora es-
colheras ro'ss comptenles. FundicSo de
Antonio Ibarrs retirs-se desta pro-
fincis.
Alum se o armazn da porta largan.
27, na ra da l'rai, casa amanilla : a fal-
lar com Guilherme Selle, na ra do Kangel
n. 5.
Lotera de Nossa Senhora do
Rosario.
Ulhnaoureiro quer fazer corrers rodss
dests loteris no da 22 do corrente por ser o
nico dn em o qual o p le fazer esto anno;
porm corno f.ze-lo sem que se comprem
os bilheles i' mas como as roSos dos com-
pradores esta, o tliesoureiro o espera ; pois
(O
Lotera de S. Pedro Mari y r de
linda.
Os bilhetes desta loteria acham-s3 a veu-
da as soguinles casas : Boa-Vista, do Sr.
Pedro Ignacio Raplisla, na praca; do Sr. An
Cear, MnranhSo e Vari.
l)eslioa-se iquellea porlos o h-iguo escu-
na Ars -I i na,l'm ja i malor parte da carga en-
gajada;parao rrslanteo passgairos,trata-se
rn'ii o consignatario J II. da Funseca Jnior
na ra do Vigario n. 21, ou enm o capit9o.
A iK do correte sahe pa-
ra o Rio de Janeiro o patacho Cas
tro primeiro, do qual lie capito
Joaqnim Jorge Go:ic,alves; pira o
resto da carga, passageiros ou es-
cravos a lrelc, para o que lera ex-
cellentes commndos trata-se na
ra do Trapichen. 6, segundo an-
dar, ou na ra do Gollcgio n. 17.
Pin o Rio do Janeiro.
Segu em pouens dias a oscuna nacional
Tamega Trrida e cncavilhada de cobro,
ainda pude recebar alguna carga muida, a
tem bonscoromodos pura passageiros, aes-
i-.iv.is a frete, para o que lrta-ao com No-
vaos & Companhia: na ra do Trapichea.
3i, primeiro andar.
Para o Rio dn Janeiro
no dia 13 do correlo, ssha n pataclio Santa
Cruz; para o reslo da carga, pissaifelrns
e escaros a frtte, trata-so ao la 10 do Cor-
po Santo, loja do massames D. 25.
Para o Rio de Janeiro.
O brigue nacional Elvira, capi-
tao Filippe Nery de Oliveira, se-
gu com hrevidade : pira carga ,
passageiros e cscravo.s a frete ,
trata-se com Machado* Phhei- .^"J^^^-X5K ."^..Tg^ ho'r,oo,,,hico da r, do d.i.i desde o di,' qu. con.r.nio esti di- .. ,
ro, na ra do VlgariO n. 10, M-menle de 'fterno averlo J a anlendr-se rollo n. 12; pedimlo-se igualmente a quem Cullegio 25, primeiro andar onde tam- vida. z. ora, a 480 o 560, chi tiysson, a 1,920 c
Cundo andar, OUCOm O CpiHo fia > com o propietario no pateo do Collegio >[ J>vor de o entregar;.o mesmo.de b.mse.ende a dita obra com' "''"J* \{jb DIS.N ES. [2,240, vinagre, a 51.0 rs. a can. la. c 80 rs. a
o r m quo se Ihe licar muito agradecido.Fran- oiclhores c mais puros me licanienlos pelos
ferro na ra do lirum, passando o chara- quero nHo querer pausar a festa.com 4:000/
ris.-lt.W. Ilouman, eng-nheiro. de rs. quaodo podo f.ze-lo com 4,000 rs.?
Quem quizor comprar umescravo de 'oinguem principalmente nfiancando o ll.o-
nagiio, proprlO para servigo de engenho soureiro quo pagiri os premioa nn mrsmo
ouelra Ir OU mandar na ra do Cabuga no diaem quo currar a loteria : portantoael-
segundo andar do sobrado n 7, por cima da '". queris vo-la correr no da a.-ima de-
lojadeourir. s dos senhores Murelra & Du- signado, os quaes eslo a venda nos lugaree
arte, quaahi acharo cooi quem contraer ,do cosime,
roferida venda. I "oga-SR ao Sr. Francisco Ignacio do 0-
-- ftecebem-so esersvos em ommisslo, livaiie, a negocio do inleresse, appareca na
compra-se o ren le-se tanto para a provin- '" Ja Cadoia do Recito loja do lerragensn.
cia como para frs ; o adianta-se dinheiros mes ni loja se vendem camas de fer-
sibreosdecommisso; na ra das Laran- formulo propnas para cuilegio le meninos
geirss.n. 14, segn lo andar, c selas, pela excellenlo comuiodi lado qoe
-- Roga-sa as autoridades policiaos o ca- olfercco, o prego comaodo.
pitSes de campo que peguem o negro fulo, Aluga-se um sobrado com bstanle*
que parec mulato, de Angola, cabellse.- co.nmodes e quintal, rom oxcellente hanho
rapinhados e ralos, um rianal preto sobra o do 6" [<* tambem silga lo.no logar do
quem preten-'
nes Cuima-
- Manuel I rmrenco Percira faz sciente ao
respeitavel publico que sus tema de idsi-
cinaria sil* na iravessa da Concordia, deidu
o primeiro do correla mez pertence a aeu
fllho Andr Corsino Pereira.
ROUBO.
Ao liaixo assigoado roubaram de dontro Ionio da Silva GulmaiSes, no aterro ; Saotn
de urna carteira, eslando doenle llavera Ires Antonio, do Sr. J0S0 Moroira, ra do Cabu-
me'Oi (lalve pensan lo serum sodulasjum ga ; Furlunalo, pra(a da Independencia
papel.lo amarrado contendo oa lilulos ae- Bernardino Ju-r Monteiro, prarja do l.lvra-
guinlis : Um titulo de mare dgordem dn ment o Francisco Antonio das Cbagas.rus
Chrislo, dito a prtrnla ile lenle do pri- do Livramento ; Rocife, dn Domingos Tri-
meiro bttalhilo da extincta segunda linna, xoira Rastos, ra da Cadeia ; odo thesourei-
dilo de negociinte matricula lo no anligo ro. ra do Trapiche. O theaoureiro tencio-
tribunal do commercio do Rio dn Janeiro, na fzer andar as rodss no dia 23 do corren-
dlto um pergsminho com sello que Ihe diz t". o o respeitavel publicse prestara co-
respeito, dito de ser irmSodo Ssntissimo Sa- sdjuva-lo neste empenho : aa v nl-g ns que
crsmenlo do Recite, dito do dito do Senhor O plano olferece,n a cooviccSu em que o pu-
llom Jess dos Passos de dilo, dito de dilo blicodove estar da ulili lado da fazer pro-
de Nossa Senhora do Rosario do dito, dito gredir as loteras da provincia, fazem cor
do dito da Senhora Sant'Auna da Madre de a Ihesoureiro que a venda ser rpida : por
i)uos 1I0 'iiu, dito do Divioo Espirito .Santo sua parlo elle ja provou quanto se Ftforc*
em Sanio Antonio, avulso om relogio pe- pelo crdito das loteras,fazen 10 corror a da
quouo de ouro, do senhora com crranlo e 'oalriz da lloa-Vsla no da marcado, apozar
transelim deouro ; roga purtanto o abaixo do ler lutado co n mullos ernharacos. Odia
assignado a quem possua ditos documentos, que liver do ser designado para a extracto
ou oelles liver noticia, do os entregar ou desta n.lo seri por causa alguma espacado,
nolicia-los. quesera bem gratificado, pois o por isso espera que o respeitavel publico o
que os mesmos nSo aproveitam a ninguern. habilitar a marcar o dia 23 do corrcnle.
Lima. Pede-se ao Sr. Francisco Bringuer de
Para andar a inoia.
Vendem-sa lindos holOes de massa franco-
zes, larra los de differanles padrflos, pru-
prios para palils da ci'o, da ultima moda a
480 rs. a duzia : 111 Cralo loja de miudezss, junto ao nihoo.
Lmelos para tudas as vistas a
5oo rs.
Vendom-so lunetas do aru preto para to-
das as vistas a 500 rs. : Da fronte do U-
vr ,1 lucillo loja de miudezas, junto ao niebo.
A neis de Coralina.
Vendnm-se lindos aueisde coraliua a 640
rs. cada um : na frenio do Lirramooto loja
de miudezas, junio ao nicho.
Paz admirar !
Brochas para sapateirosa 500 rs. o milhei-
ro, lio para Uto a 480 rs. a libra, o scJas pa-
ra os mesmos a 250 rs a calva, marroquim
amarello o encarnado, com pequeo toque
de mofo a 1,200 rs. a pella : na trento do I 1-
vramonto loja de miudezas.
Reriuififes e vivos para enfeites de
vestido.
Na frente do Livramonio loja da miudezas
recebeu-se nm soriimento d.'st'S lindos en-
JOdU IC1 ... -- a .- .,,,., ,--, .,,11 "J llilirill 1 U'S.'O IIIIUU OH-
Manual homoeopathicodo Dr. Almeida Cued.squeemjulhode 1849 lerou feues.lauobraucoscorodecres.evonde-
1-1 da luja oPasseoPubicon. 9, pertencante,n mais baratoquocm parte alguma : a vis-
Jalir na occasiSo aoSr. majnr Firmiano Jos Ro- ia faz r
Traduzi lo pelo Dr. Lobo Moscoio, w'jio* Jf1!_ f*[[1"* am'. ^.ndas.quodisse.ua-j .. Na frrnlo do l.ivramonlo loja de miude-
1 o segun lo volume desta inleressantissi- ra sua senhora escolhcr.licando com a quan- las VPn
o o'ira, nica que pode servir de guia s lia de 31080 rs., para na soguinte semana com lini
dm-sa cMaruleims e cigarreiras,
los relralus alnmSes a 280 rs. cada
prar;a
Para o Rio de Janeiro sane com a maior
brevidade possivel por j tor parle da carga
prumiila, o bngue nacional Rio Are ; para o
resto da carga, eescraros a frote, para os
quaes lem bons agasalho-', beni como para
passageiros, Irala-sc comocapilSo Elias Jo-
S Alvea, na pra^a do commercio, ou com os
consignatarios Novaes & Companlii, na ra
do Trapiche n. 34
Para o Rio de Janeiro snlie com muita
breridadoa polaca nacin*! Nos e 36 di los ditos 45 000 "
De 48 ditos ditos 50,000 "
De 60 ditos ditos 60,000 a*
J. Jam, dentiala, noticia .0 publico que f.*"'*' r,',- !-"00 ,s li,!r' T?"i\ daB
on.io. lrdentesaitiliciaes do porcelana ^'r"""'M da >"l""f q.
ocorregivcs; o annoncanle incherl, um M**]."*."'?^"l*"* 2?
"'-- Precisa-so de um caixeiro para venda, isco Antonio de Abreu. | Drejw seguintes i
deidadada toa 14 araos 1 na ruada Sol- Aluga-sa um armazem proprio par ar- De 21 medicamentos tubos grandes 40,000 f
dden.49. Ilsl* |)"r'1 recoUior ganaros; na ra da
lluito inleressanta para quem quizer Senzalla Vclha, defronteda padaria n. 98, a
"ni' u iliiihei'u tratar no aiesmo. I
Senhor Jaime, artista emmagea, (noque Na loja de motas francezasn. !0:')a lOOmoiicamenloscornoiv.Jros
posaue as mesmas habilidaites como seu lleccbeu-sn de Franca um lindo soitimen- ,^IjoV om
mestre Alexandre) iroc.sa em smsviagens lo de fazen las, como seja manteletes, cano- vi,ir ,1 liiu'r.. nm
um socio que fiuha algum dinheiro para tinbos, palitos com cuteles, ron.eir.s a ca- !V,"* "" ""' "ma, auMaucr encom- sentir a menor dr naiu receto da os que- f' <"e angico, e um mou.ho de moer mi-
cnmpraralguns instrumentos necessarios : becOas de filuda linbo de muilo bom gosto, *T "J" "r.B !?" 2?. allizer, brr; tambem cl?'a os dantas naluraes fu- I" ,.
quem quizer, proferindo-sa um br.s.leiro u|t,m, moJ.luv.s de pellica para homem "fj* ^Tn^ q q "dos da carie, cum ouro OU prata, preve- C
e ultima moJa.lov.s de pellica para homem '" "! Zmm'Z ..... -------- "'" da carie, cm ouro ou prata, pravo- "' 'on,,n"! 8e'venh'r "5?^ Si
or o'ruda ou Prlogo*r, ,.de ehegsr no Ibealro da e senhor, multo novas, lisas e enhiladas, %LPml^m+mmmmm+9mmi) ""do assim a conlMuacilo da caneo dores. "?"'i*80*"0 cn* "?* *;J2"
?ir. un?mfi." i. nTni nsssawlos n rus Augusts, sondo achsrt o 8r. Jaime. | di las de sed. de todas as cores, enfeites pa- ?> U 1 ZT,'rn, mesmoeriuiodo porelsi forma de p.ss. W, tote,a p!r\.\5 a 'ele' ,7o,'Z do VimnS Ns lo'' de'"'J'D6 & Com: r* cabeca lin ios e de bom gusto par. noiv, LoilsultoriO l.omeopatl.lCO. [ carj(J dus denles rurados para os oulros JJ oueinhu da Lisboa, 280 arroz.a
oVlrim,tTJuoUMaoVtX^ P"''"."-aterro da Boa-Vist. u 12, prec- baile e thealro. chapeos de sol de sed. par.
nl.iLV, y .1^, sa-se ,le coslureiras, sendo peritas pagam- |11)mei e sonhora, bico de blondo, de chou
quim lose Martins. ; se bem.
Consultor
' Ra do Trapiche Novo n. 9.
9 0 Dr. Casauova, habilitado pela fa-
100 rs., familia do Maralo, a |00rs,ale-
sSos, cuino bom. limpa os denles em geral, !"" ''"'""". "",Z'n 1 J.
tiran loas caries ou usuras que tanto OS l"' a 3l)- UJn,'i5' ,' f!.' Sf-SSi
JLfilo'es
1 peritas pagam- Immem e snnhora, Dico de blonda, de cliou- W t) Dr. uswnovt, BaDllltauo |eu. ia- e. ijran|oas car|cs ou nedras que tanto ns ; ""i "'""". '=. u "',- -
' lilly, de mnline.br.ncos e pretns ,10 todas as cul lade de medicina da Dahia, tendo > dmniliCB ecoopera para o mao lito da boc- ,0,0 P"rsas' '?;- nebli.bj quadi ida.
Moa sem lilho, larguras, Illas de todas as larguras a cores, 9 voltndo da Fr.nQ, a esta cida le con- ca n3i. sen lo lirado ; ha dez anuos quo o **'enlofre- "-i ?"",ut" ae ,*"',"
inca familia,pro- lencos do c.mbaia lina bordados de lil pa- t tinua a dar consultas, eremcdios gra- nnunciante exerco sua prolisso nela ci- *. queijos nofOS, n !,I no paico uu
Leilo
lie trastes de jacarandi, pao d'oleo, ama-
relio, angico, c uiilrus novos o usados para
todos os serricos, joias de praia eouro de
le. bi|OUterias de prata doura la .; oulras,
Precisa-so de urna pe:
: para ama de urna casa lo pouca lamnia.pro- lonco
' melto-se trata-la e pagar-lhe bem, e que o ra ni3o, e mais nutras fazendas.
Usaos pobres das 7 horas da manhSa dadl. 0s mullos emmplos que lem iado t.armo, venda nova n 2
Vpn lem-saduas boasescravus com I-
servico lie assas diminuto: quem so quizer; .. |>recisa-sn de una ama furra para en- fe atea I hora la tarde, no lintel Fran- prestar, dirija-so ao segundo andar da casa gonmar c tralar de urna casa de pouca fa- *B cisco, e prulica qualquer opcracSo de *> 0 garantir: sua residencia, ra Novan.19' am*s abilida les, urna negrinna ao s an-
n. 43 da ra da l'raia, junto a lypographia mj|a; lla rlla Praia, sobrado n. I, de- 9 cirurgia ou de paitos. primeiro an lar. nos, c um preto milito robus'o} na ra Ola
da Voz do Brasil frout-, da ribeira do peixe. N.B.Para favorecer a posicSo de cada ti p i-^;^^^^*^^ ,5 l-ra.geir,.sn. 14, segundo sodnr......
-- Aloga-se, venie-se ou permuta-sopor .. Quem quizer recebar dinheiro na I lia familia, o doenle que nSo for pobre 9 *, iTecsa-se de urna preta escrava que 9 a cocneira do Sr. guinieiro, na ra
de S. Miguel al a quantia de 2:000,000 do 9 pagar smente a qo.nlia de 5, 10, 15 O 2 a.lh. .nalnhar nrli.nn dnama aa. a ,a Nova, osla para render-se um erro de qua-
guras de lou^a ede ge.sso para enfeit.ar ban-
cas, sementes do ortalice de to las as qnall-
iladea muito novas, urna rica livraria cn-
vi :r-ca la, um ber?o de Jacaranda em mui-
to bom uso, a muilos outros objectos que
seria enfadonho mencionar. No mesmo dia
irSo tambem a letlo as seguintes fazendas :
zallas, estribaras para cavallos, bnixa pura precisa-sc de um caixeiro do'dade de mos navios vimiosde Franca, um sorliuien-jcom |aCililada ap-ender; comanlo que
capim o inultos arvoredos, um grande tan- to a 15 annus, para venda: lis ra da ma- to de chapeos, cabecees, romeiras, capoti- t0na perleitu conlieci nenio las oulras des-
qu" para s tomar banlio, quatiu cacimbas in da lloa-Vista n. 54. nhos, colaiinlios o camisinlias as maiscm i|cOhs Quem M julgar nestas circuns-
de muito boa agoa do beber, der'Onle do al- 03 a;0oos' Cooos C 3'OOO.s moda mi Pars, os quaes rito a qualidade.linCjaj dirija-so aoseguudo uudar, sobado
lio do Sr Dr. Alcanforado ; a tratar no mes- r> i da fezenda sa vcndeio por baratissimo hCl1) |arg0 p s. r i|0imado.
mositio. le res. pivco. 1.1........ ......< .__i..jj.
Souza Juniore Faria Marhido, com lo-i U caulesla Antonio Jos Rodrigues da .. FurUram do piimciro andar do sobra-
roa do Crospo 11 12, no domingo 5
im
laz,
nnr ranii diversim forme se lem annunciado: tambam scionli- lellas silo pagos immedialmcole as mes- generosamente r*ecompcn.sado, assim como
ri-nho/' no eii arinazem a ra da Cruz ,ic"m >"asire Public. 1U0 e "ovo "V 1 m" loa> '"8" 1"e c"rra nhtiJa ,oleri" ; Sl! P''l0 r,,s Srj- relojoeiros quo da sua par -
n as rmazom na ra da Cruz ^^ prov,os d8 |lilhelM ,aule|Ull,,. |0. i SDll0r |e ^rps|cin |s,antHJaUnc3o a este caso
B^ig^Ems&m.......................
Compras.
Compram-se escraves evendem-se re-
cebem-se do commissSo, tanto ara a pro-
vincia, como para fura delta: na ruados
Quarteis n. :: l, segundo andar.
Aos 2o.ooo,ooo e lo;ooo,ooo deis.
caulelisla Salusliauo do Aquinu Fcrroi-
ra, avisa ao respoitavcl publico qua expo/. a
vonJa os seus mu rfortuuados bilhelcs o
cautelas da lotoria do Ihealro da ciliado do
1:1101 ns na Praga da Independencia n. 13 e
15 loja de cale,ado do Arantes, n. 37 o 39 lo-
jadneaifadu d-i Porto 41 Comoanbia, e na
ra da Cadeia do Recite n. 45, loja do miu-
dezas de Jos Fortunato dos Santos Porto.
A dita loteria correu no dia 3 do corronto
mez, o espera-se a lisia da mesma no da 20
consisiindo'ein caJeiras, sofas, bancas de '
jugo, ede meio de sala, camas francezas,
ditas de vento, lavatorios, toucadores, se- ""'* "' -
cretarias, marquezas, commodas, aparado- [rsr,l,vel .^i"lf0-
res, cabi tos, mesas da jauta'r o para engom-
mado, t ra leirinha d'arruar, quadros, b-
nhairo de folha, lanternas, mangas de vi-
dro, can l.eiro de globo, aparadlos de cha e
para masa, galhcleiros, compoleiras, gar-
rafas e copos lapidados, doposilo de l'ulha
para azeit-, e outros muilos objectos ; quar-
ta-reira 15 do correnta as, 10 horas da uaa-
iiliiii, na casa n. 2, ra Formosa ao correr
do oilo da Capella ingleza.____
annunciantes julgi
desneces-
sario narrar os precos dos seus bilhetcs c
porque ja sSo bem sabidos polo
Avisos divertios.
O cautelisia Antonio Jos Rodrigues de
Souza Jnior, faz sciente o respeliavel pu-
blico que venden em sua loja de ferragens
na ra do Qaeimado n. 37-A-, Praca da Inde-
pendencia luja n. 40, Aterro da iot-Vista,
lujan. 48, da 33. loteria do Monte Po geral
em quartos, n. 1668 20:OHO,000 da rs., em
oitavos n 5912 4:000,000 de rs ,-em qua los
n. 5679 1:0008 rs em dilos n. 49201 ;000# de
rs., em dilos n. 2124 1:000/ do rs em Mne-
les, meios bilheles e cautelas n. 1956 tOO^
rs., n. 4875 400/ r, n 1529 400/rs., n. 27*8
400,000 rs, n. 5159 200,000 rs-, n 1792 200/
rs n. 4780 200,000 rs 11. 2245 200,000 ra.,
n. 430 100,000 rs., n. 274 100,000 rs n. 529
100,000 rs., n. 1663 100,000 rs n. 1910 I00#
rs., n. 2384 1110,000 rs e outros muilos pre-
mios ; convidase poi tanto aos 1 ossuidores a
virem lec.eber aeus premios quo s3o sem de-
mora pagos as mesmas lujas, as quaes
existe um formidavelsorliaienlo dos lelizes
Inllietes, malos, quartos, oilavos, o vigsi-
mos da lotera do Iheatro de Campos, coja
lista deve chegar no dia 20 ou 21 do crlen-
te mez, sendo aos presos do costume.
-- Um mogo poituguez dos chegados ul-
timamenla, deseja-se arrumar da caixeiro
cm loja, armazem de assucar, 00 na falla
em vi-iota, o qual d fiador a sua conducta :
na ra da Cruz, armazem n. 19, ou na rui
do Tiapiche n. 4.
-- Em diasdu corrente mez desappareceu
ilu eiigonliu Uchi, o preto Flix, de 45 an-
uos de ida de, calvo, 1 urnas liuas; fui escra-
vo du eugenlio Anipaio, na nlia de liim-ra-
c : quem o prender, pode-o levar no Hos-
Eicio, casa do Sr. Anlunio Carlos de l'nn.o
orges.
Avisa aos senhores de
engenho.
Alientas as grandes vantagons na nioi-
gem de caima, provenientes de ter os tam-
bores das moendas perfeilamenle tornea-
dos, u abaixu assignado respeilosaraenU)
U nibra aos s-nhores de engeutio. quena sua
fundigio de ferro em Fra de Portas, sa po-
de prrfeilamtiilo tornear de novo um jugo
no tambores, o aparar e endireitar na denles
das caretas com unta prestara, que sas po-
de entrega-Ios no mes no da, evitan 10-se
Nmeros 1668 20:000.000
5912 4 000,000
2121 1:000,000
49 0 1 OOC.OOO
19)6 400,000
1529 400,000
4875 400,000
2245 200,000
4780 200,000
274 100,000
1910 100,000
1663 100,000
529 100,000
Fernando Jos ll.l KlM lll
Bilheles
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos
12,500.
6,300.
3,200.
I,too.
700.
--Precisa-so de una urna de casa,que sai-
lia cosinhar, engoiiar e comprar na roa:
procure-so no Aterro da Boa-Vista loja
No pateo do Paraso, sohradinho n. 13,
ha urna escrava de Angola para sor vendida,
Pinto,
NJu pudendo pela brevida le da sua parti-
da para o Rio de Janeiro, despelir-se pesso-
almenle de lodas as pessoas que uesta cula-
da n lionr.araoi com sua aiiiiza le, o faz por
meio deste, pe lindo de-col m desta falta in-
voluntaria, e olTerecendo-llies na corle o seo
diminuto pi. si ni o.
O cauteliata Salustiano de Aquino Fer-
rcira, avisa aorespejtavel publico, que paga
na Praga da Independencia n. 13 e 15, loja
decalgado do Arantes, n. 37 e 39, loja do
calgado de porto & Companhia, e na ra da
Cadaia do Recite n. 45, loja da miudezas da
Jos Fortunato dos Sanios Porlo, rs premios
seguintes da 33." lotera do Monte Po :
Ns.
Em oilavos e vigsimos
Bilheles inleiros
-- Arreinia-se o sitio Zongu em Apipu
eos, con piaiitacSodncaiiim, excellenle ca- a qUa| uau lem bunila figura; mas lava,
sa do vi venda (sobrado), estribara, porto de engoma, cosiulia, nilo tem vicio, o he sa-
ombarqua a margem do uio Capibaribe, e j,a
urna canoa grande, terreno de excellante ..osSrs Antonio Joaquim Pereira Ka-
barro para olaria, o muilos oulros commo- mr,ll Francisco Ribeiro Tarares, o Manuel
dos: a tratar com a propriaUna, na ruado jose ja Veiga, queiram ter a bou lado de
ArsgAo, sobrado n. 12, primeiro andar. rern rnandaram a casa n. 9, na ra do
l'recisa-SC de urna dina pa- Hospicio n-eaber cartas vindas da provui-
. j. *.. cia do Alanas,as quaes nilo lem sido cnire-
O SCIV1CO de tima casa de |>OU-. r ,Jll0rar se s ias moradas, ea.ver-
ra
ca familia: ni
Meios bilheles

Km quartus
c vigsimos
5912
4389
4308
5001
5159
4084
1956
2748
1792
3152
5493
3152
3468
3676
4780
2752
5538
4727
1930
2109
4:000,000
1:000,000
100,000
100,000
200,000
100,000
guar por ig------------------
na do Queimado le-se para destruir suspeitas.que tal cliania-
1 c x mei>l<> nSo tem por fin cobranga de ilivi-
n.4G, prune.ro andar. T,, cmo costuu.. alguem pr.t.car.
I'recisa-se alugar urna preta cosinlieira,: os Srs. Mauoel Pacheco de Medeiros,
e de bo cooducla, para casa estrangeira ; Manocl Dias de Oliveira, loto Fio entino
na ru do Trapicho Novo n. 16. jCavalcante de Albuquerquo Manorl Jos
- Precisase de urna ama para casa do! Martina Ribeiro, Maooei Congalves Vill s,
pouca familia: a tralar na ra da Assump-' Manoel Joaquim do Lcenla, Victorino Tei-
gAo, peiiullimacasa 11. 40. 'xeiraLcile, D Umbelina Joanna de Vnscon-
-- Existen*, no consulado de Portugal, na cellos, o herdeiros de Ignacio Joaquim Cue-
rna do Trapicho n. 6, duas cartas viadas no des, queiram ter a bondade de Irem ou
vapor T*y para o Dr. Francisco Jos da Ro- niandarem a casa n. 10, da ra do llosa no
cha e Luiz Amonio do Coulo, aos quaes sa: da Roa-Vista receber cartas que Ihes per-
pede queiram manda'recebe-las 'tencem viudas da provincia do Ceara, as
Os ere-lores do fallido Jos Dias Si-1 quaes tem deixado de serom entregues por
mOes, comparegam no dia 13 do correnta s0 igno'ar suas moradas, o adrerti-se pra
mez ao meio dia, em casa da resi leucia do .'destruir qutlquer sus eita que lal clima-
Dr. Francisco Rodrigues Selle, juiz munici-' ment 1 io lem por lim cobranga de divi-
pal da segunda rara o do commercio, na ra'. das, como coslumam usar militas pessoas
da Concordia n. 21 do bairro de Santo An- i^^ V*4jVHlt-f WWmVWft
tomo, para se rcrilicare.m os crditos, se ^ pau|0 (Jaignoux, dentista. ^
I'dc ser procurado 1 qnui- ^
casa fallid jllcanau os mesmos- "et tto cm sl,n e""* "ft *
Comprum se costados de ma-|pi.|0'va|.or d companhia brsallcirs, ou 110
rJcira de louro, amarello, c seiirodia 21 pelo vapor ingle* yviy.
, '.. Bilheles 22,000
emporajao: na 1 na da t adea dot Mej0s )1i0oo
i'ecifc n -3, se dir quem quer.' Uuartos 5,500
-- Bmc.sadoscivilo Altavlena Ponto-I Oilavos 2,800
Vclha 11. 3.1, conloa su una "naveta, urna! Vigsimos ., -S00
cal leirinha do hutr ag 1 lienta, C um vaso, Remedio especial para bouba o cravns
de dar a como unhSo, ludo de prata : quem seecns conlinua a vender-se na botica da
liver para vender lacs ubjeclos dir.ja-se |ria do Kangel n. 6t, queloi do finado Scbas-
refuridacasa, ou anuoucie su-i morada para ll,u J"sc deOlivoir. Macado.
ser procra-lo Oleo esp -ilieu para curar a caspa e
- Compra-se um bracelete de sfmseOo|eoMnrwr o cabello conluniss vender-so ns
quo coiilanlia eme.) oilavas do ouro de le; boJlM '" rila '"' 'gel 6l.a 6t0 c,"
paga-so a 4,000 rs a oitava : quem liver.di-, vldro^
rija-so ao Corlme 0. II.
formar o contrato do uniSo, e sa proceder] *.
.omeag3ode.dmi..islradoresdoSjbeensSsd.i*(iMci. ^^ cm s|Ju
co
400,000 procurag.1
II u 1- p- 11.i-' -i-t .i 1111..- i-.- |-> |"-, Bp,riiii,|n illllllll' J -
rsdor, se este no apresenlar procurac.lo \W^"; i 'JVTirV 4444444,4 **,
m poder, s especiaes para o Beto, equea J
oeursellu nlo peda sed. I. a pesso. vA-^lS^^ZJtiSS&A TJ
uo;0oo mwmmmsimmm i****ma. iuer "Juste-
tst Cossel Rimoiit, prof-ssor de lio- K
- Compra-sn urna cabra (bicho) quo te-
11 lia bastante leito; paga-se bem principal-
monte se lr acostuina.ia a criar criangas : a
tratar na l.ingoela n. 2
Compra-sa um ourrontSo do ouro de
le : na ra da Guia 11. 64, segundo andar.
Compra-so em p emio sedlas de um
c duus mil ris, que nilo sejum notas :
na ra da Cadea, casa da cambio n. 38.
-- Compram-se escrarus de ambos os se-
xos teodu boa figura o habilidades, paga-sa
bem ; na ra d l,arang>-iras n. 14, segun-
do andar.
-- Compram-se seis apolic-'S da compa-
nhia da Reherida : que 1. as liver a quiz r
venda las, dirils-SS a ra .U Aurora n. 26.
Compra-se 1,0 .1 pequea osa terror
na freguezia de S. Antonio : a fallar na ra
das 1.1 o/..-s n 40.
Compram-se garrafas servidas, e pa-
ga-su a 1;,non rs. o cuto : no pateo do Car-
ino, venda nova n. 8.
-- Cuniprain-se escravos, o vendem-sc
receben.-se da commissiln lano para a pro-
rincia como para fra della : r
do Rosario segundo andar n. 28.
Compra-se urna ou duas macucas para
mesinba, riras, ou moras da fresco, capazas
da se comer, nilo se olha prego: na ra lar-
Ka do Rosario, loja n. 35.
Vendas.
100.000 .
Emoilaros 4727 100,000 AS mceopalhia pela escola do Rio de Ja- U
400 00o neiro, rnntinua a oar consullas gratis y
OOOOO Kf a08 pobres todos os das uleis, das 8 ji
Mano-I Rodrigues Costa, ra a l'orlu- SB horas da manbaaatao meio da, no jj
galedeixa por t-cus procuradores dorante'N seulconsulluno, ra das CruzesnJS |
a su. ri.gemempr.me.ro lugar MlrtoV9-.\WWmmmWm*1 re.a da Silra, o eir:seguodo a Douungos Ju-1 -- Na ra do Lirramonlo, sobrado n. 10 ,
se dir qunm da dinheiro a premio, o quem
vende vari.a obras de ouro e prata
>- Aluga-se para se passar a festa, urna
bonita casa na Capunga Nova, com duas sa-
las, duas ..le ivas, un quartu para dispansa,
copiar cosinha fra, estribara para dous
cavados e muito bo. agoa de beber, com
s Ferreira Guimares.
Aluga-sa urna casa com commodos pa-
ra grande f.milla por lempo de festa, ou
aiinual, no lugar da ponte de Uchoa, mar-
gem do rio : a fallar na ra do Cabuga loja
n.14.
Manoel Macedo Car lozo, com venda
na roa da Cruz n. 41, faz sciente a quera sitio cercado : a tratar na rui do Oueimado,
competir, qun deixa de ronder bebidas es- segunda loja n. 18.
pinlunsas da produegao brasileira, dea Je o ; Precisa-sede urna ama de leile : na rus
.lia 31 de desembru do corrente anno. i do Cabuga, botica n. II.
Atlenco.
Fabrici de chapeos de sol no
aterro da Boa-Vista n. 2a.
Neste novo ostabelccimenlo recebeu-se
um grande sorlimento do chapeos de s"e la e
do pasiiiuho para homem, o lieos chapeos
de sonhora le lo la a qualidado, e um gran-
de soriimeiilo de pegas de soda e do panni-
nho para cubrir armugOes vellias; no mes-
mo est.beleciiiienlo se faz todo o concer-
tnos ditos chapeos, e todo o objecto que
cima se menciona, so vende por menos du
que em outra parto.
>*<*#?#
? Alugam-se e vendem-se bixosna J>>
S praca da Indopendonci n 10, ron- #
m fronto a ra das Cruzas. C
4 *>#
FIILIIIMIAX PIBA 1853.
Salnram a luz as bem coni.ecnlas follii-
nhas de porta, algibeua e pnd e iuipressas
oa lypographia deste Diario, as quaesacliam-
so a renda na Praga da Independencia li-
vraria n. 6 e 8 ; esta no prelo o almanak, o
qual alm das materias do costume, contem
grande parta dos nomes o propietarios dos
1 iigenlius da provincia.
Veiiiicm-...' 1 urna preta quo engomma
porfeitamenle, cosinha o faz doce do lodas
as quaiidades, o coze clio, 1 dita som aba-
lidades, i prelo perfeilo carreiro muito mo-
go o de boa con lucia, 1 dilo bom oleiro e
ni- sin: de assuc.r, 1 dito bom c.noeiro sem
vicio, o que sa ananga.e he muito hbil pa-
ra todo o servigo, assim como outros escr.-
vos : na ra dos Quarteis n. 24, segundo an-
dar.
Vestidos de seda.
Na loja do sobrado amarello, nosQuatro
Cantos da ra do Queim.do n. 29, lem para
vender um completo sorlimontn de cortas
de vastidos do seda, a de cambr.ia seda, os
mais modernos quo ha no marcado, eqne
so ven lem por prego muito commodo.
Vendem-sa por oregosommodos : ri-
gos com garrafas e meias garras dosopenor
Champagne da o.arca estrella, qnarlolascum
vi iii.ii da Bordeaux ia melllor qualidado quo
tem viudo a esta marcado, frascos com su-
perior manleiga, latas e.nm ervilnas e velas
-te un--, Pa" ic .- com cimento, e chumbo
em barras : na ra do Trapiche 11. II.
--Ven le-se o evaugclno em triumplio,em
8 tomos,por 10,000 rs.; as Cinco Ponas nu-
mero 25.
Atoalhados.
Na loja do sobado amarello, uosguilro
Cantos da ra do Uueim.dn 11 29, ha para
vender um cmplelos..-lmenlo lo ato.lhi-
do de linlio nde algodilo; assiu, comoguar-
danapos da mesma qualulade, ludo por pre-
go muito barato.
t.hapcos franeczes.
Vendem se chapeos francezas da ultima
mod-, e chapeos de calor brai.cos, iogle-
zes, superiores: na loja dn sobrado amarel-
lo, nos (juatro Cantos, da ra doQueima-
do o. 29.
Capotinhos ricos.
Vendem-se capotinhos de seda de cores e
prrtns, os uiai- riros do < nfeit s, e superior
qualidada rio faZ'-nda, que lem apparecido
neste mercado : n. loja do sobrado amarel-
lo, da roa do Queimado n. 29.
Loteria do Rio I- Janeiro.
aos ao:ooo,ooo e 10:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da probada
Independencia n. 4 vendem-sc
bilheles inteiros, meios, quartos,
oitavose vigsimos, a beneficio do
theatro da cidade de Campas c
vem a lista no primeiro vapor que
chegar do Bio de Janeiro. Nesta
mesma loja 01S0 vendi ios 1 meios
bilheles da loterii do Rosario n.
161 ."> em que saino o premio de
5:ooo,ooo de rs.,e recebem-se bi-
I he tes premiados em troca dos quu
tem a venda.
fiilbetc inteiros
Meios bhetes
Quartos
Uitavos
Vigsimos
x 1,000
11,00o
5,5oo
i.3oo



!Vloinhos de vento
com bombas de repuso pan regrir bortis
obaixasdaciplm nafundigSodo I). \V. Bow-
idiii : n ra lio Brum ns..8 olO.
Deposito da fubriea de Todos os
Santos na Baliia.
Vende-se,em casi deN. O.llieber&C,
oa ra di Cruz n. 4, aIgodSo transado a-
quelliribrica.muitopropriopansiccosde
issucare roupa deescrivos.porpregocom-
modu
Cal virgem de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem,
chegada ltimamente de Lisboa, e
por preco milito em conta: no ai-
mazem do Caes da Alfandega u.
Deposito de cal e potassa.
Cunhi 6 Amorim, na ra da Cadeia do
Recfe n. 50, vendern barris com cal em pe-
dra, nova, rhegada de Lisboa pelo ultimo
navio, o brigue Flor do llar ; aasioi como
barris com suporior potassa nova, por pro-
cos razoaveis.
Pede-se as senhoras que deem to -
da a attencao para as seguintes
fazendas :
Cortes de rambraia de lpicos brancos e
de cor com 5 e Biela varas, tendo urna de
largura, e omito lina a 4,000 rs ; cortes de
vestidos de barra tanto brancos como de co-
res, do ultimo goslo, a 5,800 rs.; ditos bran-
cos com dous e tres babados, com seus en-
leites dos melbores que lia, a 6,000 rs.; cas
T oua tratar no eirrintori de'" cnU" ""meen awOw. o covado ; corlo
7, ou a tratar no escripiono uc da M8SachlUl 2>009e 2,4oo rs.; e mullas
Novaes & Companhia, na tua do
iiche n. 3q.
I'otassa americana.
Trapi
Tapetes de e-parto.
Vendem-so na ra da Cadeia do Ilccio o.
48, primeiro indar.
Hetratos.
Chegaram no ultimo navio, vin
do de Lisboa, os retratos.dos au-
gustos principes D.Miguel deBro-
ganca, c D.Adelaiiie su* digna es-
posa : qualquer delles lie um pri-
mor d'obra; nao se vendem, porque
elles 88o de principes, e so se p-
dem trucar, como de tacto se tro-
ruin, por puuco dinheiro : na ra
Nova n. 17, loja do Sr Roberto ,
e na ra da Cadeia do Hecile, I ja
de livros do Sr C'ardoso Ayres.
- Vende-se um mulato de 16 anuos, bo-
nita figura, proprio para psgem a tratar na
ra da Praia n. 49
Apparellio de carro para
4 cava I los.
Vende-se um ricoapparell-o pa-
ra quatro cavallos recentemente
I
outras fazendas de gosto por procos comaio-
do : na ra do Crespo loja n. 6
A 1,280 e 1,600
Superiores cobertores de algodfioa imiU-
Noaiit.go deposito da cade^vein.n .petes d cor, muito proprios para
ta existo urna pequea PO/cSo de potassa g^ a,r,njos do casa de familia, equ.si
moric.na.chegida recentemente quepor um 0 d'6 pri0101fi eM.ai.iade para o
suporiorrlvalisacom adallussia. venae Sr Jo en)enno pelo dialiliut0 prego de
se por preco rizoavcl. ,jm B ,6(M( rs na rua do Cre8(10 6.
Deposito (le cal e potassa. (Jne8 dehrim truncado escuro de
No arraazem da rua da Cadeia purolinho,a l,44> 2>oo rs, e recebido de Inglaterra : no arma-
do Reciten, ia, lia muito supe- -2,400. zem de Eduardo II. Wyatt, na rua
or cal de Lisboa, em pedra Cbegooiloj da rui do Crespo n. 6, um j0 Trapiche Novo n 18.
_ t ..... A..J. |_ grande sorlimento de brim trangado de pu-, ;
assim como potassa chegada ul- *a 1|nhi pelu8 pre0S tcmi. 08l(Jg urjns
,109,lano para os gamenhos,
*gellos. "" I vond-se no armazem de fc. H. rVy.lt,
Aos senho.es de engenho lavra- mgg-ggmgffifam
dores e inais pessoas que tem q ( hape'os do Chly.
escravatura, a 800 res e 1000 vendem-so chapos do Cbilydelo-
MI O das as qoali lados, pur prego con 1110- V
O do. na rua do CrcsiiO 11 23. O
cada um
cuto de brim trancado de pu-
.. s pregos cima: estes brins
tunamente a preCOS inuilO ra- 50 de bous goslos.laolo para os gamenhos, De supenorquahdade.em barricas P-que-
SOaveis. como paraos senos
Agencia de Edwin Maw.
[lar na Je Apollo n.6, armazem de Hc.Cal-
monlSi Companhia, acha-se coiiBlanlcmenle
bou sorlimcntoa detalla de ferro coado e
batido,lanlu rasa como fuuda5,lllocllda8ln-
-lra8
ditas
manta
liorisoutal para rapor.com forja de 4 caval- encorpados, fazenda demuila duracSo sen-
Ios, coucos.passadciras de ferro esiauhado (j(J fttn rs os gIanies, o a 800 rs. os mais
paracasade pulgar,por menos precoqueoa peqU0IlO| asbjn, cornu ,s ,(., delicadas
de cobre, escovenspara navios, ferro ingle* .^j,,,,,
tan toeiu barra seo ino c 111 rcoslolhas.e111"0
|>or barato nre^o.
irados de ferro.
i",*lilu i..'., o,oo iuuud..itfiH-'--- ------ ^i (||t .. rila iln I ri'S iQ II al \rf
i todas de ferro para auinaea, agoa.ttc., [va ra do Crespo 11. 14, loja do Joso han- fA/v, annnnnn fifflAOai
i para armar eu u.adcira de todo o ta- cisco Das, Um para vonderos mullos afn- Wv'Wy>0!lWl5VWyO
bosc uiadellos o oais modc ru .machina ruados cobertores de algo Jilo branco mullo terminarlas inglezas multo em
Chitas franecz-s de llnissimos 1 anuos e 110-
vos dezeubos, sondo fazenda do ultimo gos-
to e cores ti uito lixas, a 320 rs. c< eonta.
Veodem-se na luja Je sapalos da rua da
Cadiia Velhi n 19.
('echaduras para porta".
Vcndom-se superiores fecnaduras paln-
do ; assim romo tnuias giras fazendas por le inglezas, cada nina com suas chaves de
mu!) : no arimzem de Eduardo II. Wiatl, na
rua .lo Trapiche Novo n. IS.
Ao Janotism'o.
Na funditSo da Aurora, em S. Amaro, diminuios precos.que de ludo se dar amos-
vondeni-se arados de forro de diversos iras deixando penhor.
IDO iftloa. A 5,000 rs. pequeos, e 5,500 rs. gran Ins.
Vendem-so os verdadeiros selins in- Vcndi-m-se chapeos de sol de seda ingle-
glozes, patente, do mollao seni ella : ni zrs do superior qualidade, pelos precos aci-
rua daSenzalla Nova n.4'2. ma : na rua do Collegio n. 4.
Vendem-serelogios d ou- Vende-se farinha SSSF: na ior, deformas as mais modernas ,
ro epr&ta, patente inglez: na rua rua da Cruz do Recife n. 37, ar- jpaslu diminuto preco de 9,000 rs ;
da benzella Novan. 43. mazem de Crocco & Companhia. cuites de casimir de cores, as mais
AGENCIA Oculos. 'modernas e proprias para l'azer
da ttnil5ao Low-Moor. ehegou naprata da Indepoudencia, loja if0|me nlero cortes de colle-
ItlIA HA REMALLA NOVA -S 42. us. 18 c 20. un. rico sortimenlo de oculos ''"'" 1 rw
' para todas as vist>s, soja com v.dros hran- te de gurgurao de seda, de lindos
Nevo sorlimento de loin;a vidrada.
I'anollas e tigellas pira bater pilo de l,
ditas para cosinhar, oacarolas com cabo,
assadorescompri lose redondos, ilguilares
torios, tudo proprio para assa ios de forno,
como sejam leilAaa, perui, galinhas, car-
neiros, vitela, lombos, peines e lodos os
mais assados talhas, boides para doce,
e manteiga, de todos os lmannos, jarras
linas para resfriar agua, quartmhas, calii,
moiingues, gairafas, copos, bilhas rosfria-
deirss, tudo de differenles goslos, toninas
linas azues, travocos, pratos, sopeiras, s<-
ladeiras, leileirc, ludo de goslo moderno,
vasos o figuras parajarJim, olongaspara
presepio piratas mouros condecas ha -
luios tedondos para presentes n costura, di-
tos cum lampa para compias, ditos para
ensillar meninos a andar, baldes de pinho,
gamelas de smarello, do todos os tairanhos,
esteirss finas da India, grandes, ditas de
Angola, grandes e pequeas, novas, che-
gadas agora de proiiino; e oulros mullos
objeclos na rua da Cadeia do Recito n 8.
Vendem-si amarra.Mieforro: na 'na da
Senzalia iSova n.42.
Chapeos de paltneira.
Chapeos do pallu de palmrini a imilatSo
dos do Chile, de muilo bonitas formas,
multo leves o proarios para passeio : na
prafa da Independencia ns. 21, 26, 28.
De castor a 4?ooo.
Superiores chapeos di' castor pelo do ex-
collenles fOrmaa : na praca da lnJepenlen-
cia lis. 24, 26, 28.
Vendcm-se relogios deouro
de patente inglez, de um dos mais
acreditados fabricantes: na ruada
Cadeia n. 36, casa de Russtll Mcl-
lors & Companhia.
('asentirs de algodo, a 1,760 rs.
o corte de caifa.
Yeudem-so corles de casemiras do algo-
dilo de lislrcst de quaJros, padroi boni-
tos, cinco patacas e meia o corle de caiga:
na rua do (jueimadn n. 8, loja dufront da
botica.
liaiatissimo
Vuudcai-se cpalos frailee/..'S, de couro
do lustro, para senliora, a 1,600 rs. o par;
ditos de Lisboa, o.uilo bons, a 1,500 rs.; na ''"f""''.,?'['"
loja de mu 1. /.is da ma da Cadeia n. !>. n Lisbui un
Cera em velas fabricadas uo Rio de Janeiro .... A_ ,,',..
e Lisboa.
Voodem-so caixas cun cora em volas so

Neste estabeleeimento conti-
cos ou azuos, com grao ou fea grao,
e com
c
avia a haver um Completo SOltl- armacOesdeouro, prala, tartaruga, baleia.c
____. 1 ___ de ac, a vonlade do comprador.
ment de moendas o metas rao- ..\;hir0Dl e Benrand,ro lojoeiros, na
cn.las para engenho machinas piafada 1.>
de .por, c taixaa de ferro bat- ^^
dependencia us. t8 o 20, lecebe-
is ricos relogios do bancas e de
com corda para t'Jdias.tucam as ho- minuto preco de 800 rs. a vara, e
OS tama- rase miias huras, sSo afiancados a rogular ',' .. ,,A
perfoitamonie, o os pregos sao muiio mode-1"'* multas laiendas de gOsto ,
rados comparativaiuenle a qualidadequelic por barato preco.
muito superior. Vende-s f irinha de Halti-
e meias ditis,
111 co-
do ecoado de todos
nbos, para dito.
MoeiidiM superiores.
^l tndalo da C. Stirre Cjonipiuhii, .. ^ -,, ,,a |NtCPctidencia ns. 18 e 20,
eins. Amaro, acbam-scavonua moendas Vendeui-serp|ngios americanos de supoiior more, em barricas
como
York,
Em casa de J. Keller Si Eduardo Stole en' "Vl.m," em- ">*' 'Operior que a galega em
Companhia, na rua da Cruz n. pregado as colonias inglezaa e jpoicSe a vontide dos comprado-
55, ha para vender dous excel- hollandezas com grande venta-:"8 c"Jas, quintales e prefos ,
lentes pi.nos lurtes, e,dc urna das ,,em Bra omelhoramento du as- -onvidam a que se devam dirigir
melbores fabricas, chegados ulti-sucar, acha-se a venda em lat-as ao armazem do becco do Goncalves
mmente da Europa. dc i0 libras, junto com o tnetuo- n- 4. ou aoescriptorio de ostrn
Tatxa para enaenhos do do emprece-lo no idioma por- I5ook.er & C wnpmhle, ni rua do
Na fundico dc ferro de D. tuguez : encasa de N. O. Ricber Trapiche u. 48, casa que faz es-
VV. Bowman.na rua do Brum, & Companhia, na rua da Crt 90 PfM,wgJrS^to.
' 1 r I Vcndem-so queijos da> prato e londn-
passando o cbalariz continua a n. 4. i,10S muito frescaes, ccirascom figos de 1, 2
haver um completo sortimento! Vendein-se remos de faia Jettibre muito ooros, boeetai com 4 li-
, ir r 1 I 1 j 1 1___ 1 .:_ 1.__: bras de tatuaras, chocolate canclla muilo
de tanas de ferro fundido e ba- oleo de linhaca cm botijas barr boni UUs cuni er,j|naSi dlas com sarJj.
Na rua do (lucm ido, loia 11 17,,
, ,^ 1 j 1 lidas do 1 a 16 en libia, e por prego mais
vendcm-se Chapeos brancos de cas-jUaratu du que cm outraqualquer parte: a
tratar com Michadoii Pinneiro : na rua do
Vigario n. ID, segundo an lar.
Iluiii e barato.
Xi rua do Passeio Poblico, lojt u. a, ven-
den-te ricas grvalas de cassa, pa lros lin-
dos, a 120 rs. cada urna, ou em duzia,
1,2uo rs.; a ellas aillos que se acabern.
Casa do molas franceasde 1: 1
Millocbau, rua do atorro da Boa-
Vista n. 1
Vendem-su lieos enfeiles para calicha ,
maulas o capellas para nuivas, chapeos e
veos para moolsria de sonhora, clnueos pa-
ra meumos o meninas, llores linas, lenci-
nhos de re le de rotroz, fateudas 11 ivain -ule
cnegadas, por prego mullo em conta.
-- Ven lem-ao ohspeo dc seda enfeilldol
com llores, lilas.c bicos de blonde, pelo pre-
go de 8, lu, e 12,000 Vi.; no aterro da tooa-
Visla, loja 11. I.
Votidem-so luvas de loigal sem dedos,
com meios dedos, e com !.: -. capolintios
de rod de rotroz, ditos do lil bordado ou-'
fuilado de lila, luvas de relroz na'a moci-
ubiis; 00 aterro da Boa-Vist loja 11 I
e riquissmos gostos por prcen
commodo; assim como brins tran-
cados dc Imito dequadros, padres
nteiamentc modernos, pelo di-
PARA CASXS E CAMPO.
Na ruada Cruz n. 10, casa de
Brunn Praeger \ Companhia, a-
cha-se a venda um lindo sortimen-
to de mohilia de ferro, chegada ha
pouco pelo ultimo navio, como se-
jam : cilcitas de todos os model-
los, sedes, mesas e canaps, muito
proprias para as casas de camp >.
-- Vendem-se no trapiche do Itimos m
travs de excellente miJeira, sendo 14 dc
funda: trata-ieui rua da Cadeia do llocife
n 3.
*De psito de tecidos da fabrPi
> cade Todos os Santos, -0
na Babia. ^
Vende-se em casa de Domingos Al-41
ves Halheus, na rui da Cruz do lio-*
cifon.52, primeiro andir, algndo^
transado daquellafabrica, muilopro-J
f^ prio para saceos e roupa de escri-jS
^> vos, assim como lio proprio para rc-2
,y. desde pescar o pavios pira vellas,aa
aa- por prego muito commodo. 4B
AA*AMAAAA***AniAl
Para os se n ho res armadores.
Superior lal.-io amtrello, enlielino e lar-
go, de muito bonito padrSo e prego com-
modo ; na praca da In Ic.endencia ns. 24,
26, 28.
Veudem-s'a pregos avariados, batel
grande, pequeo, caibros, a 1,280 rs. a ar-
robi: no armazem do tnassamos da rua do
Vigarion. I.
Vendem-se 7 escravos de bonitas lgu-
las, sendo 2 negras mogas, 4 riiolecolcs de
8 a 12 uni., e un mulato du 28 a 30alinus:
na rua da Cldela do llecife n. 18.
- Vende-se por prego muito commodo
para fechare Hitas osscxuinles siligus; cha-
peos de palha do chile gran les e pequeos,
leo- (arilos o pretns do Rio de Janeiro,
marro mu- de m os, rosarios de misginga,
lioha, do rorlz, ecaboga eiicartnda, tapioca
do Maranhlo, fumo em rolos, fechaduras pi-
ra poit, fecos do ruga, vinho do l'orlo
111 uil.) suiierior em barris gran los o pe-
queos, grinal ls de aljofares, cotilas dou-
1 .m,i violSo, barricas com cal
ra tratar no armazem 11 7, do
caos da Alfandega de Joso Joaqunn Pereira
de Mello, ou no esciplorio de Novios o
Companhia : na rua do Trapiche o. 31, I."
andar.
MOLDURAS DOURADAS,
ile toiles as larguras vendem-se
para liquilarcontas muito emeon-
Cbarutos de Uavana.
a tiielhoros que teero vlndo este mer-
cado : vendem-se continuadamente, cm ca-
sa de Bruno Praeger & Companhia, na rui
da Cruz n.10.
Vende -so uma casa le roa no pateo do
Hospital, onde actualmente se guardam us
Carros fnebres, e nimio propria pira uma
oocheira quem a pretender pode examinar
a mesma casa, e oara (ratir di Praga du
commerc o n. 6,1,* andar.
Na rua Nova n. 18, loja de U do A. Cl-
j, ha aetnpre um grande rortimento de
obras foitas de alfaiitn de todas as qualida-
des, tanto superior como mais inferior, ca-
misas brancas finas francezas, rio tolas as
cores, chapeos francezea, ditos de sol, un
s 111 monto de pannos unos o meritrij de to-
das as coros, brins brancos e de cores de pu-
ro linlio, e oulros muitos padri-s, longos de
so la. ditos para grvalas, palito* pan pe-
quinos de to a 12 anuos, suspensorios en-
iiulinos, bonetes para montarla, ditos para
pequeos, um grande sortimontodedttosdo
todas as co'es c quali ladea, faz-se vestidos
para montara de senhoras de merino de
qualquercr, de 40 a so,000 rs., um sorli-
mento de charutos linos chegados da Babia,
c oulros mais baratos pin acabar; emlim
os treguezrs que entraron) nesi loja.sahiro,.
prnm los de um falo completo, tnzendo
sempre dinheiro.
Moendas patente-
Acabam de chegar moeudase meia iinun-
das de varios tsmauhos da patente de A e
Edde M01 o,,\ em casa de Itolho e Biduulac,
rua do Trapiche n. 12, aonde lambem se
achara arailos de ferro do modelo mais ap-
arovado pan a planlacflo di 1 una. Gates
arados sSoconstruaos na fabrica mais ic-
creditada em Inglaterra o contem vantagens
sbreos outros arados.lanto no seu arraujo
como na sua apurgSo.
........> 1
Escravos futidos.
ta, na rua da Cruz n. 10, assim
como dous fules para malar i'orini-
gds, de modero 1 construeco, vin-
dos de Franca.
Finos chapeos de aba larga.
Na rua Nova n. 18, loja do M. A. Caj, ba
U'ii sonimento de chapeos de bada brancos,
pardos, prelusecr do vinho, proprios para
o Mu.it,'iio a cavallo, no lempo presente.
Vndese um jugo de Diccionarios de
Moraes da ultima edir,3o, novo, pelo preco
de 30,000 rs : na un do Crespo loja du livros
n. II.
AltencSo ao barato
Na rua Nova n. 8 leja de Mnita
& Companhia
Vendem-se damasco verde do seda j mo-
fado por 1,000 rs. o covado, um resto desa-
,Y 1J. I. e I"1"* dc m.rroqu.m prelo para sonhora
-Vendem-ae dous.escravos do bonitas "- 0 rs u par, lujas d ello da escocia para
"I'l E~**ffJ!ZEL?2:\ h-n .300 rs. o par. chapeos de sol de U.
8
gas do bonitas liguras, sendo uma delbs co-
peo
da para homem a 4,000 rs., ditos de castor
ob'T^r 4 iV'T'.T' ""' nH"al-! '"neo semTMoV^o rL "e^.rli.hoV de
llflti ilit la n ilA h a tv 'innitii > 11 ti 1 t>*i. *
tido, de 3 a 8 palmos dc bucea,
as quaes acham-se a venda, |r
preco commodo e com prompti-
dao, emburcara-se, ou carregam-
c em carros, sem despezs ao
comprador.
I eijao novo a 6,000 rs.
JS'o armizem de Couvia & Uias, ':coulron-
le a escudinna da Alfandega.
*
** Botica homeopalhica. >
5 8 rua das Cruze- a8
o# Ha para so vender algumas caixas 4j.
'.) ricas com medicamentos em tintura (a
4 Cada uma sera acompanhada do um <
,<) frasco cun glbulos inertes o o t,
fe mcio de os prue-arar. g^
Vendem-sn asseguiutes souienies:
oabus,rbanos,rabnueles encarnados!! bran-
oos, sebola.couve trinxuda alfacu ala-
ina, repulbuda,chicoria, sonoulas, foijao
ra-rapalo do tres quaiidades,ervilha torta e
direita, fava, coentro dolouceira, salga, to-
mates grandes, repolDo, couve lombardi,
sibon, c muslarda : na rua da Cruz n. 46,
dofronio do Sr. doulor Cosme.
Parinha dc mandioca a 1,600 rs. a
su cea
Po arinazoin dc J. J. Tasto Jnior: na rua
do Aoionm n. 35.
Deposito ile 11 tino dc algodao da
fabrica de Todos o Santos da
Baha.
Vende-seo betn cunhecido pan-
no dc algodo da Baha, proprio
para saceos e roupa de escravos,
a vontade do comprador assim
como fio de algodao da mes i>a fa-
brica .* no esuriptorio dc Novaes
k. Companhia, oa rua do Trapi-
che n. 34-
Cal virgem.
Veude-se cal de Lisboa miis non do
mercado: na rua do Vigario n. 19, primei-
audar.escripturio de T. de Aquino Konseca
6. filbu, oum rua do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Kooseci.
Arados americanos, cnegados dos Ks-
Udos-Unidos; na rua du Trapicha n. 8.
Voudem-se lonas, bnozlo, brins, e
meias lonas da Itussia ; 00 armazem de N.
11. melier,<\ Companhia, na rua da Cruz
11.4.
-- Vende su marmelada nova em hcelas
de 1 e 2 libras, caixinhas com 2 e 4 libras de
po as,atlas com 2e 4 libras de ajieilas.Cai-
xascoui ui.ssao linas doestroliuha,ludo mul-
to superior; na rua da Cruz do llecife n. 4G
dofroule do Sr. Dr. Cosme.
Cas Cum Cimento e as tinas, a von- nhas, conservas, latas com verduras o favas
laito ftn riiiiiiu i.l oes no arma, de Lisboa, ludo de superior qualidade: na
ladeaos compradores no arma- ru, l)aCru/ 4G| defronte do Sr. duutor
zem com tahuas de pinho, atrs do Cosme.
theairo velho, ou a tratar com Jua-: I'otassa e cal virgem
quim Lopes de Almeida, caixeiro Na rua dc Apollo, aimazem 11.
do Sr Jo5o Malheus. 2 B, vende-se por preco muito ra-
Veude-se a casa da travessa da Concor- ,navaj .:..., s'11 tic rio r 110-
diin. 1; atratarcomobacharol A. do Lu- "'i muilonota e superior po
ua, na ruada Aurora n. 62, segundo andar, tassa, assim como cal em pedra,
Lotera de S. Pedro Martyr de chegida 11 barca Ligeira.
linda. Vendem-se, no armazem de
Aos ia:ooo,ooo e 6.000,000 de rs. Eduardo 11. Wyalt, ni rua do
OcautelistiSalustianc.de AquinoFerrei-i Jrapjc|e N0V0 n. 18, OS Seguin-
i.i, avisa ao respenavel publico que tendo
tomado nova resolugSoem fazer subir o prc- tes artlj^O.1' :
go do seus bilhetos e cautelas, se obliga a [Sens e chicotes ne-levcs.
pagar sub sua rcsponsibilidade os quatro .,.
prtmeiros premios grandes .la n-forida lote-
ra sem os descuntos dos 8 pur cento do im-
posto geral,n a nica duvida esla em que os
referidos picniius saiam nos seus bilnctes
que vSo rubricadus com S. A Ferreir, pa-
ra que os possuidoro9 delles ou dolas sejam
proiiiptainonle embolsados. Os seus bilhe-
tos o caulellas so acham a venda as lujas do
custume.
nli 1 do ida le de 16 a 18 annos, o una
crava-quilandeira : na rua Diroila n. 3.
(8S *??*:*( 0ft###
Na rua do Crespo, loj-i ama
M relia 11 4 de .Antonio
Francisco Pereira a 1.000
rs. o covado.
(R kelvinas oeseda, fazen la dc urna s
* cor, a mais moderna que apparoceu
<*" 011 Paris, c hoja neste mercado, cu-
Jas fazendas o o 111.......1 que se la fui -
e
linho h -s( uto embaulados a 6,000 rs com
seus atacadores, bonetes de palha da ilalia
pata homem muito pruprios para o campos
2,000 rs., meios chales do seda com nlgOW
mofo a 4,000 rs., luvas dolorgala 1,000 is
o par, e lil lavrado a 1600 rs a vara, e ou-
tras fazendas que se venderSo muilo em
conta.
Vendem-se ricos oleados pi-
ra mesa, de lodos os tamaitos, e
cima:
rontu da
'ai ralas
Bilhetos iuteirus. 13,000 12:000,000
Meius. 6,500 6000,000
Quarlos. 3,300 3:000,000
Uuintos. 2,700 2:400 000
Decimos. 1,500 1 :'lm,llilll
Vigsimos. 700 600,000
Capachos com abertura.
Vendem se capachos com abeitura:na rua
da Cadeia do Kucifu 11. 4S, primeiro andar.
Pessas de chita escura a 5,5oo rs
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia.
Curtes de cambiaia com salpico
branco e de coi a 4,000 e 4,5>>o.
Na rua do Crespo loja da esquina quo mi-
ta para a ca lea.
Lencos de -eda Illancos.
Muitos finos a 1,000 rs. cada um : ni rua
do Crespo loja da esquini que volta para a
Cadeia.
Vendem-se riscados de linho proprios
pan palitos e caigas para quem passa a fus-
ta, por 180 rs. o covado: na rua do Crespo
loja d. 6.
Com toque de avaria.
Chitas escuras para coberta, algodOaziobo
branco lizo o t/ancado.
Na rua do Ciespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia,vendem-se pegas do chita pa-
ra cubera 1 6,000 rs ; ditas de algodosi-
nho lizo com 16 1|2 v.ras, a 1,920; ditas
irangado muito largo, com 25 viras a 4,000e
5,000 rs.
lnmeus de caraces com 22 varas,
a 480 rs. a peca.
Vendem se, na rua doQueimado n. 16,
loj de miudozas.
Tapetes para carros.
li ni iej is dc papelSo pita .,
de vinho.
Sales de metal fino imitando
prata.
Meias de algodao para senhora.
Linhas de algodo em novellos.
Camisas de meia em ca toes dc 1
duzia.
lleudas e bicos de a'godo.
600,0001 Chapeos de sol de seda, para ho-
mem e senhora
Pannos dc la, finos e entrefinos.
l.un s c brins a imitacSo dos da
Kussia.
Canlieiiu.s Irancezcs, candelabros
e lampees hronzeados-
Kstojos com faca e garfos de l'olhas
pilenlas, ecolheres, proprios
para presentes.
Estojos com pertences para barba
Vinho de Veres e Porto, em quar-
tolas.
Tampis de metal fino para cobrir
palos.
Balancas para pesar cartas.
Livros e tinta para copiar cartas.
Lacre preto e encarnado, lapis e
mais pertences para escriptorio.
Um completo sortimento de lerra-
gens e cutelarias.
Ultimo gosto, 3,200.
Corles de cambraia francezi muilo fin
biratissimos : na rua di Ciut n.
tacores, e propria para esta esticfio, >>' 10, casa de Bi iinn Praeger & Com-
a qual as senhoras do ho ti tom von- na nli a
do, DlO dcilarSo de comprar. !'.,',...
R^ia.^^mm,^^.ai^aaa? Vndese familia da torra de supenor
ialidade.0 alqueire pela med la velba cum
" ""'"'....."" lo '""""i I cogulo, a 2,810, sendo dc quarla para
Zi!c*jE13ffrTSm ,u,liec"'a no ^Jo Abreu-,u,fron
Udda CldelIVelba n. 16, scdi-|cas4()e uasl0 do defuntoJoscCaetaoo.
JlAS,
Biuun Praeger 6< Companhia
receberam pelo vapor Tay um
novo excellente sortimento de
obras de otiro, como sejam : ade-
recos, e meios ditos, correntes pa-
ra relogio-", brincos, alfinetes, pul-
ceiras, bolSes para collele e cami-
s', annels, etc., que poi seu gos-
to m ileina e elegante, se recom-
mendam principalmente parj mi-
mos de festa : vendem-se na rua
da Cruz n. 10
SALSA l'llllllUli
DE
As numerosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilha em todas as enferme-
dades, originadas pe a impureza dosangue,
e o hom xito oblido na corto pelolllm.
Sr. Ilr. Sigiud, presidente di academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio ios Peixoto cm sua clinica, eem
sua afamada casadesaudp ni Gamboi, pe-
lo IIIm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dicodo exercito e prtanos outros mdi-
cos, permiltem boje de proclamaral.tamente
as virtudes olliciies di
SALSA PARRILHA
DE
Vendo-se um
com olla ou
modo ; na ru
ri quem Vende.
Vendo-se u n sellim inglez, com pouco I
uso,e com todos os arreios : na ruado Tra-j
ficho Novo n. is.
Na rua do Amorim 11, 36, pri neiro an-
dar, vende-sn um viado, purprocu cumtno-
do : a tratar no mesmu.
Vende-se urna escrava quitan loia, de
36 a 38 aunus de id.le, de boa lezura, pos-
sante, muilo sadia, eque paga dinriamcnte
500 rs. : na rua da Soledado, casa n 42 ,
confronte a venda n. II.
Casa feliz.
Na Praca da Independencia 11. 36.
Ocautelista da casi cima avisa aos seus
freguezes, que nesta cali acham-se a ven-
da is cautelas da lotera deS Podro Marlyr
de Olinda, cujos pregos vao abaixo declara
dos. Tamhem fiz setente, quo noAterio
da Hoa-Visla, loja do calgado o 5S, doSr.
lo.'m Tiburciu da Silva CuunarSes ; e na rua
do yuoimado loja do miu lezit n. 43, do Sr.
lo;V> Carlos dc Lomos existem a ven la as
mesmas cauolas, cujas rodas o thesourciru
da mesma loleria espera tur los andamen-
to nu di< 23 ao correte tuez, se o rospoita-
vel publiro o coadjuvar na prompta compra
dos 1,1,tolo- : a ollas que iuteressam mais
qucesdollio de Janeiro.
Pregos.
(Juarlo 3,200
Dcimo 1,400
Vigsimo 700
*a)>alS"*B !***
* As madamas do bom gosto. *
Cheajanm asricascambraiasde or- *"
J gandyaJajkaiMdoVs, barra, e guarn- J
* g^s, ulttsia moda de Par/, vende-se
9 800 e 1,000 rs. a vara : na rua do **>
a) Crespo, luja amarella o. 4, de Auto- ))
* nio Francisco Pereira. 9
##.**# 99
Vi-n !i'--u um bom carro de quatro ro-
das, gosto moderno, o qual tom quatro as-
senlus, e s-jus competentes ar eios : a tratar
no aterro da Boa Vista, cocheira do Miguel
Sug.
-- Vendo-se um carro do quatro rodas,lo-
tve, do palete inglez, forradu to lo de nuvo,
com o encost e coxitis do muito boa seda ,
com ricas molas iugluzss, e em perfoito es-
tado qnsnto a caixa, rodase langa, com ca-
pote novo e guarda lama piulado e cu veno-
sa lo agora, de maneira qe est um earru
novo e de muito bom goslo ; vonde-se com
I
ver, na cocheira du Miguol,e o qual dir com
quem se deven entuudorn comprador.
- Vende-se uma prela de 40 annos, boa
do ullimo goslo e cores lixas pelo dimi-Eengominadeira c cusuiheira, faz doce e re-
nuto prego de 3,200 rs. o cprte : na rua do| Una assuca: na rua larga do Rosario n 22,
Crespo n. 6. .' segundo andar.
Nota. Cada garrafa contom duas libra*
de liquido, e a salsa parrilha do Bristolho
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Em conseque.ncia de se|ter fechado a bo-
tica do Sr. Jos Mara, mudou-se o depo-
sito da sais 1 parrilha de Bristul para a bo-
l ca ingleza rua da Madre Dcos n. 1, vende-
se a 5/000rs. o vello.
Gesso.
Vende-se gesso efflbarricas, ebegado ul-
timamento : em casa de I. Keller &_Compa-
nilla, na rua da Cruz n. 55.
- Venlc-se um alambique de Derosne con-
itornas, arreios em bom uso, e uma pare- linuo, proprio para reslilar espirito de 40
Iba de cavallos amostrados o bonitos : para .graos com bomba de repulo tudo novo.
de cobre na rua do flaugel n. 51, fabrica le
licores de Vitorino Francisco dos Santos,
que lambem vende a fabrica com poucos
fundos, a dinheiro ou a prazocoai boas fir-
mas, e obriga-se a entinar ao comprador
fabricar com perfoign todos os lquidos.
100,000 rs.
Ilosaparcccu do abaixo IMigOldo, no
da 7 do maio do 1852, um escravo, pardo,
do nomo Leonardo, de 18 annos, baixo, e o
peito um pouco mol11,lo para dentro; foi es-
cravo de Joanna Mari dos Passo? moradora
na Uoa-Viagem; desconfla-se que tetilla si -
do so 111/1 lo e estoja para o sent : a pessoa
que o apprcnder e trouxer a rua di Seo-
zalli Velh.i 11. 60, s-gnu lo andar, receber
a gratilicago cima.Fernando Jos lloclla
Pinto.
Desappareceu em 1848 do Paco de Ca-
maragibe, provincia dasAligoas, 11 na mu
I it.i da nome Paula, com idadede 20 anuos
po ICO III rs 011 meilOS, Cabellos Cachudo:-.
com alguus pannos no pescoco e peilos, boa
ligura, muilo ladina, indava calgadi, be
lilha de Cururipe, e foi se luzida por um
pardo acabuclado do nome Cosme Duarte
Kibeiro, muilo cachacero, cabellos ciehii-
dos, liLim da Parahiba do Norte, que a con -
duzio para esta celado por Ierra, e iqui so
perdeu ha noticia ojulga-se que ella andou
cm Santo Aolilo o Nazaroth durante a rovo-
lugAo: pelo que roga-se a todas as autori-
dades policiaca e mais pessuas particulares
que dola tiverem noticias a mandem pegar
e leva-la a seu senhor 0 abaixo assigoalu,
na ru> do Vigario n 17, que receber a gra-
Hicagao da quaotia 1I0 50,000 rs.
Antonio Leal de Barros.
-- Desappareceu du ongenbo Poco,da fre-
,.'ii-va deS. I univoco da Malta, na madru-
gada do da 4 do crrente, um negro, c, iou-
jo, le nome Antonio, de 1 la le 20 a 22 annos
pouco maisou menos, hehaixo, deg-ossu-
r proporcionada, bem prelo, e tom pernas
linas; levou camisa o ceroula de pauoo de
aU.idfio da torra, cuapco de couroebiiola
verde,e. exhala do corpo muito mo chairo ;
quem o 1 ron l -r, teve-o na rua da Aurora no
sobrado n 4, segundo andar, que ser bem
recompnsalo; ou em casa do Sr. Manuel
Antonio Congalves, na rua do Cabugl.
No dia 22 do crrenlo desappareceu da
villa 1I0 Cahu o escravo Salvador, do 18 III-
-nus da ida le, imberbe, bem preto, com al-
tuis pannos pelo pescogo, uma cicatriz em
um do lado du queixo, outra dita na testa;
de bom corpo e estatura, cbelo cortado,
ps grandes, bem parecido, libo da provin-
cia do Par, e comprado nesla praca An-
tonio Jos Viein de Souza, purtuguez nego-
ciante do escravos,morador na rua dos Ouar-
teis, por autonsigSo de seu senhor Vicente
Mendes'Wanderley: roga-se as autoridades
policiars, ca pitaes soa que o encontrar o levem nesla praga a
Jos Rodrigues Ferreir, com loja de ferra-
gens na rua do Quoimado, e naquella villa
1 seu Sr. Dr. Manoel Firmiuode Helio, juiz
municipal e orflos d-qu-lia comarca que
generosamente recompensar.
Desappareceu do dia 17 de oovembru,
o escravo, crioulo. de nome Manoel, tom 26
annos, mas reprsenla ter mais do 30, alto,
cheio do corpo, sem barba, feigoes regula-
res, com falta de denles qucixaes, nos da
frente falta-lhe um taco pequeo om um
dullos, tom os ps torios para dentro, qnan-
do anda cambaleito corpo que parece so:
cambado, ho bem fallante, 1-111 iralegrc.faz
qualquer servigode cosiuha, sabo tratirdo
cavallos, tom por coslume fezer tnnga para
cbaicus.faz vassourss, e o ir. I i u lodo o servi-
go domestico de qualquer cas ; levou a'rou-
pa (quesa sabe; soguinte : caiga de algu-
Iflo da Ierra c camisa do algo 13o da listras
azuos, esl.iu j usadas, camisas de madapo-
13o, duas caigas sendo uma de setineta bran-
ca o 1 utra de brim tino do listras, tudo en -
gummado, be do suppr que osteja sei viudo
em alguma casa como forro, no caso de as-
sim ser, a pessoa que saeslivcr servimlu
doli em boa fe queir denuucia-lo, do con-
trario usare dos meios que a le faculta em
casus laes: toga-seas autoridades policiaes
a Captura loililo, c umpegam a sabida da
proviucia; o Unihom aos ca pitaos de cam-
po ou a qualquer pessoa o fagam prender,
pelo que recompensara generosamente sen
seuhor, morador ni ru do Cabug.
Antonio liodriguesda Cruz.
Desappareceu no dia 3 do corrente do
meio de um comboi do serlauejos que
isiii pin o Inga, umi prota crioula de ida-
de de 24 anuos, be de boa altura, ps gran-
des, chama-s-j Beitnoleza, cuj escrava lila
com mis cargenos do seu senbor o Sr. Do-
miugos Trigiieiro Catlello lira neo Jnior e
leava cabega um caixSo com uma ima-
gom da Sra. d CouceigSo : roga-se pois as
autoridades policiaes e capilaes de campo,
ai.tura da dita escrava, e leva-la oa rua
do Crespo n. 19, loja do Sr Manoel Perona
de Carvaloo que ser generosamente reuoni-
punsado.
100,000 rs.
A quem trouxer o mulato de nome lliy-
mundu que contina a estar fgido desde 7
de sol inhro de 1848, do idade 26 annos, es-
tatura regular, bom corpo, cabello preto e
crespa, ir tiistunbu, oilius pequeos, visti
baixi, narize bocci pequea, denles miu-
dos, pouca barbi. feigesgrosseiris, mire
de ospiuba pelo rosto, falla desombaragado,.
10 c escrevo mal, ful escravo de Germano
de lal e do major Felis llodrigues do sortao
Pon,bal, e Manuel Corroi de Canabrava,ven-
dido nesta prag.i por Jo3o llibeiro do Podras
de Fogo; rog-seos meamos s.mhores an-
teoossiinioros, as autoridades civis e milita-
res aos capillos do campo e a qualquer pes-
soa do povo. a caplura do referido escravo,
sendo rondii/.ido a rua du Collegio 11. 16.
Vi


t
Pas.: Tvp. di m r. di Pama
1152.


Full Text
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