Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03114


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Full Text


Auno XXVIII
Qunrta fcira 1
IIIIKIO DI]
de Dezembro de 1852.
N. 272.
ETMIVAIBUCO.
I'HRI,') DA SUBSCaiPCAO.
PtuiMENro Adunt.do.
f r tundir............f0f>
l'ur semestre............|ooo
Tur -uni..............I .favo
PzUO DkNl.0 DO h.kii.siu.
Por fiturtel.............tfooo
noticias do inmuto.
Para... ,'lde .Wbr. Minai 14 dr Oulbr
M n.inll.l.l dedil i S.Paulo IU dedil
Ccara. II dedlto It. de i.. M de Nuvbr.
Parahiba. ao de dito Rabia., lude dito
DAS da ssmana.
iO Seg. San Saturni-
no.
84 Tere. S. Andr
i Un.rl. S. .Yiliiini.
2 Ouint, 8, Balbina.
AUDIzMCI
Juito de Orphios
.', c i. s 10 horas.
I.vara do eivel.
3. e (I. ao meio-dia.
/',I.V II /!.
3 Seat S. Francisco'), e. s 10 horas.
Xavier 2. vara do civel.
s Sab. S. i' ii ii .1.1 i. c sbados an melo-d.
5 Dom. i." do Adven-
to. S. (ieraldo.
Relacao.
(Trras e sbados.
I.l'lll UKIIIl.Ks.
Mlngoante 4, a i hora c % minutos da t.
Nova II. a I hora e 13 minutos da ni.
Crecente I, as i> horas c 2o minuto da til.
Cuia a 2U, a I hora c > minutos da tarde.
PltEAMAn DE iiiiik
Primeira as 8 horas c 30 minutos da manhia.
Segunda s 8 horas c 1 minutos da tarde.
, axaimMs'AfVtuaos.
y
leslai-
liUeaoa e Parahi
tiras.
Itlo-Orane-do-Noi te. c V tetara al quintas
teiras.
Bpalto, Cafmni.e G.ranhuu el* t i de cada
oe.
llores, Omicurj, Bi c Boe-Vin. iu e 28.
OHada, tajlos os dial.
Todos ao Crrelos parteo) ao iu.io-dia.
NOTICIAS iSTnAtlUfcllUs.
Purtugal.
Ili'spanlia.
Franca .
Blgica .
Italia .
Alemanli..
Prussia ..
Dinamarca
Rusaia .
Turqua .
Austria 3deOutbr.
lissa 2 de 4uo
Suecia jSde Srtbr
logalaierra 8 de Oulb
E.-Unidos 25de>lbr.
Mlico 15 de dilo
California li dcJin.
Cblli. lo dGilo
Huenns-A 23 d.Onllir.
[Montevideo 26 de dito
CAMBIOS DR 30 DE KOVEMBB0
Sobre I.ondrri a 28 '/, por l/OOO di
> Paris, 360
> I.isbos, 95 por cenlo.
METAEs
Duro.-Oncas hespanholas ..... . .2U/000

a de li.J'ii'i' novas . . l#-0u
.. de 4/000...... . UfOOU

Pesos columnurios..... . liUo
Ditos mexicanos ...... . 1/800
PARTE OFFICIAL.
>
EXTERIOR.
OS ESTADOS-UNIDOS BU 1852.
nada al a fronteira gada ae cada paquete ven fazer passa
MIMSTERIO DOS NEGOCIOS KSTHAPICEi-
ROS.
Decreto n. 1062, de 6 de noeembro de 185 i
Manda exocular a respailo dos agentes con-
sulares o cidadSos la Confoderaijao Su.s-
ss.as dispusieres mencionadas no arl. M
iiu regulamento a que se refero o decreto
n. 855, de 8 de novembrodo auno proxi-
mo passado. (que os Estados-Unidos eram para a Europa
llal por bem, lendo em vista a reciproci-jum roo icio acaba do do governo tlemucrali-
tiade ajustada por notas reversaos lrocadsJt,0. Este paiz que desde sus forniacao li-
enlre o meu ministroe secretario de estadolnha iica io cxclusivemaiilo americano, cojos
dos negocios estraugeiros, o o consulado ge-|inlorosscs cm nada se apinximvarn aos nos-
rada confederarlo Suissa, em 29 do mezSOSj qUl, ers para nos utn objeto de oslu-j
de oulubro ultimo e 2 do corrento.e em vir-jdus, a reprcscnlacilo sensivel o viva de cer-
lude do artigo 14do regulamento aniiexoaojt,,, Uieo'iis abtract decretu o. 855 de 8 de novembro do aunlo espirito humano truballiando em um ceno
I vi ir Nao ha consequencia alguma politici deadmirscSo, mas j aparece desconlisn
-a tirar destas Taitas e desles succossos; mis ca, e se aproxima a h.ira inovlavcl en que
le tiut-os devem ser a'.lnbui los ao tempera- ellas comec.ra'o a luta a mais sena que so le
) ment, s proprieJades do sangue, s qua- nha dado no mundo, (So seria que para qu
De todos o espectculos que aprsenla lidades da raes. Os Estados-Un ios nos un dellis viva, he rnister que a outra de-
proximo passado, quesejam extensivas aos
a^^nles consulares e cidadSos Suissos, as
Osposices que so conleui nos arligos 2 ,
3, *, s, 6, 7, 8,e 11 do referido regulamento.
I'aohno JoseSoircsde Souzs, do mou con-
M'lho, ministro e secretario de estado dos
negocios estrangeiios, o tenha assim enten-
dido e (acu executar.
Palacio do Hio de Janeiro, em 6 de novem-
bro c 1852, trigsimo primeiro da inde-
pendencia o do imperio. (Coma rubrica de
Sua Mageslade o Imperador. Paulino Jo-
so. Soares do Souza.
sentido eem um ccrlo lim,sallo agora da 10-
li ISo na qual su tinha encerrado, e da ioflo-
renes apparente co.u qoo tinlis sempre con-
slderado as questOs quo so debatem fra de
trar por sua vez us negocios do uiuudo, o
su niqiiieti cu n a t>olilica dos outros oai como su ella i lio 8lMM sombra ou allenlas-
sj contra elle Nao lie so o ardor republi-,
rano qua ini|iclle para adianto os amorica-
dos, he um aulor inuito mait fatil, lie o ar-
do' do aairgue o dn temperamento, proprio
aos povos idolescentes, o qoal so vem reu-
nir a cobici egostica asi n n,0<.'s volhas A
esto ardor assim complicido de selvajaria e
le eiviliaacAo o presentimenlo obscuro e
fatdico de una grande oiissio providencial
vem juntar tu lo oqo i p le desenvolver a
ambic.;lu nacional uos inslinclos religio-ios.
lio mister agora aos im ricanos a f).na no
exte'ior, i embriaguez do auccesso, o res-
Ipcito das nacrtes, e, em falta Oeste respeilo,
.MINISTERIODO IMPERIO
lllin.eExm. Sr. Tonlio a honra de par-
ticipara V. Exc, para quo so digne Iv.irao
conl'iecimento de Sua Magostado o Impera-
dor, quo esta provincia continua a permane-
cer tranquilla.
D os guarde a V. Exc. Palacio do Kovor-,seu temor. Para chegar a esto lim, to los <>s
no de S Paulo, 3 de timombru do 1852. Imeios lile sorao bous j ello t *in o piosligio
i lim. e Exm. Sr. Francisco Concalves llar-1 de uas inalituijAei, o exemplo do boi exi-
lins, ninistro c secretarD de estado dos no- io democrtico que leoin dado ao mundo
gocios do imperio. Joiquim Octavio No-'se esto prestigio moral, como ho visivel ho-
iji,,,.. jh, vier.' eclipsarle, resta-lbe o poder ma-
EXPEDIENTK DO Dl\ \E NOVEHBRO. Ilerial: triota inilhoesde.homens l'azem seffl.
.,. ,K_______ ,.. ,...,.,, _,. 'pro peso us negocios do universo. O povo
Ollic.o. A lheaoar.ru do lim 1.3o, w-, | queelles accumula'.., eg.nhs-
bro o recurso dos neg.a otes Moai i e Com- J obslltolri ludo o
panilla, dadecisoda thesouraria que con-
lirmouoda alfandega sobro o pagainenlo
que Ibes faltar do lado do respeilo moral,di
cion.il te adquirido para os esta los euro-
pous. Na linguigem de seus representan-
les o do seos publicistas ha um duplo sent-
ded,;^;^
car, considerando-so que o favor concedido!
as machinas peles arligos 105 o seguintosdo;
regulamento de 22 de iunho do 1836 amplia-
do pela onleu.de 8 de agoto de 1839 era!1"1?: JU,," dentar ao a ingo de to Iu
uo pea uriioui no '"*""' ...-...j 11 pe gu o ao mesni u l tupo o deseio do en-
extensivo as pee *9"*%*'*,> cootr.r adveis.rios. Klles s.lo travessos seo
Tloual par sulislituir aj VNMH OU de decididainenle hoslis, proCU-
.sohresalente etc. o ma.s noe e la ostncejo nimigoa, e seu grande
*7,TW*afcl^ tW" |1U <-ou|,ss.r que os uSotoem.
rciiii menlo di '2H JO f'islu uo loiJ, a ros- ., .
peito das machias de vapor, e en, gersl '-"' "/!* fer algutn.
d ,u L r flu melboar'. proJuccOo >. 8o-boai precisamente oque mas
ema ipularJodoassuc,r. algud."o, cafo e aeasu e a "C-asiflo s ,u deoses c,.mlaeen-
onTrs ge ros do p.iz.deu-se provimento lM flu0 "3", '""'l^ais do favorecer .-
.0 miM recurso refomiando a lobrediUm} 'l",c L'"' vo"lau'! os caracteres de-
deeMO par. o clfeito do serem NOtOl de di- c' ,1? '";!" <\>V">ei"- .
Mos de consumo as mencionadas lorn.lh.s lle lemP" ll"l"le", d" dir llma f!"
cgrelhas.
DEM DO DA *.
Oflicio. Ao presidente do Pernamhuc,
que para se eiTecluar a venda determinada
na lei de 6 de setembro de 1850, art. i.' ;
s upinio que sn tom implantado entre nos
des lo o seculo XVIII, do nSo querer julgar
os Eslados-Uoidos p.-la sua contiluir;ao,
mas pelo cnnlraiio, pelo tem eramento c
carador de seus habitantes, lie tempo de
e 2.0, em vez de um tombo rcgular.dos l.ens uu J" J* ,'e/"cr. "mil Atnenca de
do eit.ncto encapellado do engeuho Novo, c-iivcihiio. NSo tem fallado om .11. ,-
na comarca de Uov.nna. que, sobre ser de- J" clltre '.osbslractores de quinta essenc.
morado e oneroso'aos cofes. dependera de "f" P^'P^ P" demoiK, Irr que a
providencia legislativa, bast.r. facerse a csusa da prusper.dadc creseenle da Amen-
, iiimi-! mein as velhss civilisafoes, anda mesmu
no eiii"s ni*is lil.er.ies A rae. anglo-s.xonia se
so .cha all em seu estado primitivo e com
na energa original. Para un- convencer-
mos disto lia.si.i inlerrogarmos successivs-
iMi'ii'e, corno desejamos fazer aqu, os ins-
liuclos e costuroes di socie lado americana.
1
Ir l .en-.. da Inglaterra e da America.
As numerosas allini tales queexistemen
Ir os dous ramos priucipaes da raca anglo-
snniin, ii.lo teom anda sido baslatlle oh
servtlas. II) da fcil demonstraelo que m
luglaleria como nos Eslados-Dmdos, a ao
ciedal repous. sobre os roes mos dados ino-
raos, obre os mosmos principios applicados
do um. maneira difTerenle, mas nSo I.V. dif-
ferente no essencial como sepoleria crer'i
primeira fats. Neohum publicista moitrou
amia profundamente, ao nosso ver, a dille.
renca desles duas n.cos deludas asnsedes
do mundo. Km um eacripto publicado lti-
mamente, o Sr. conde oe Kquelrnon, pro-
curando justilicarsou odio contra a logia tr-
ra, locou no verdadeiro Carcter deste paiz.ac
cus.ndo-o de estar em i-ouir.idic.1i. com lodoa
os outros povos, e de ter acouselhado a re-
publica, ao passoqun as outras nacfies per-
suadiam para a monirchia. Urna observa-
e.lu mais profunda jamis nSo foi fela sobre
a poltica d. Inglaterra O mundo hnje, es-
crevem ou eacreviam cada da nossos revo-
lucionarios marcha para a democrac|.
Nada ha mais verdadeiro, mas como he que
ello marcha ? Por dous systemas que alo
tSo diflerontes um do outro, quanto o po-
der absoluio deuins o he do poder abso-
luto do maior numero. A Inglaterra, e afio
lemeriadize-lo.a America inarchSo para a je-
mocraciii pela liberd.de e pelo individuaba-
mo ; as nafOescontinent.es caminham para
a democracia pela igualdade e pela monar-
ctiia. As duas IradiccOes clarameute deter-
minadas esl3o urna em presenrja da outra,
e S-) disputan) o imperio.
Talvez que os nossos radicaos se enches-
sein de nilii.iracHO se por acaso II.e disaes-
seni que o i nperador da Russia representi
a democracia, como lo las as constituales
do mondo n3o h3u de roprosnnlar jamis, o
todava n.da ho mais verdadeiro. W-qje sel
passa entre nos nodo abnr-lhns os olhoi e
cninar-lhosmida osla a verd.deir. tradic-
c3o demoeralica. Os reisdi curopa hoje Dio
rcpresriilam outra cousa sen3o democra-
cia coreada, protectora da igualdade, domi-
nadora das iu livdualidades aristocrticas
de todo o genero.
A valeule e fou lal Polonia, a valente o feu-
dal lluug' ia, wncid.is c subjugadas pela I -
lianr< dos imperadores e das massss popu-
lares, *J3o provas por suas desgrarjis desta
ten lencia, como a destruicao duas voiea re-
potnla da monarchia dos tuarts, pola al-
lianiM la arislucraca e do povo, s3o provas
da tendencia contraria Este mo lo de com-
prehonder democracia he proprio de todos
os pov"os latinse dn origem romana, pro-
prio de ledos os povos que apez.r de sua
origen, tem sido por mullo tempo educados
na auloii lado, e lem reeabido de urna ma-
neira ou de outra pelo sanio imperio, como
a Austria, porltyranc o Pedro o Gran le,
como a Russia por Frederico e Vollaire, co-
Respondetnoa a urna objeccSoque sem du-
vida nSo deix.rio de fazer-nos : a igualda-
de existe na Amorica,elia lem passado pira
iu ceslumea e ealt reconhecida as leis. Sim
sem duvida ; smenlo o que ns Americanus
entender por esta palivra igual lade he jus
lmenlo o inverao do que nos entaudeinos.
A igualdade nos Estados-U.iiiug Irf* a arma
di Tlberdade, seu meu. de defesa e de segu -
ranc' o que nos enteodamos por igualdade
nlo lie unir cousa mais senSo o nivella-
menlo. A igual l.de nos Estados-Unidos,
pode se interpretar deste modo: entendo nlo
ser mait opp.imido do que meu visinho as
empresas que me aprouver tentar ; ter o di-
reita de arrostrar os meamos pangos, d
ousar tanto ou mais que ello, dar timbero
urna livre xpansSo as minhas facilidades,
adquerir lano como elle, ou mais que ello,
se isto mo for possivel, e prohibo que ne-
al.um intermediario se venha collocar entre
nos para proteger, a ello contra mioi, e a
mu. contra elle. Compreh nder a iguilda-
dedeste modo, he como se vi, deixar si n-
plesmenle o campo livre a liberda le, con-
currencia, guerra ; hstranspor a poltica
de neulralidade das relceos intornacionaes
as relaer.es da vida civil : he em orna pa-
lavra dar s liberdados in livlluaes em luta
o que c chama na liugoag-im poltica ane-
ric.na fair play e daixa-las mostrar o valor
relativo de suas forQM, NSo he deste molo
que entendemos a igualdade ; esta pdavra
implica sempre entre nos um pensameuto
de protecfSo em primeiro logar e depois a
uecossidade de um intermediario o de um
soberano juiz, o qual deblixo do nmade
dictador, de rei, de esta lo, intervenha pira
previ i.ir, iirender, punir, contrariar as usur
pacOes dos individuos uns conlra os ou-
tros. Estes dous modos diversos de co.n-
prehendor a igual lade lem dous resultados
necessari.mentooppostos e contrarios; um,
o nosso, nos leva admiltir que as 'acuida-
des do individuo mi Ilio portoncem, mas
sim a socielado, quo seus servidos, seus la-
lentos nSo Iho consliluem neiihuro direilo,
noiili un privilegio, e que elle preludie
simplesmente urna func;dn exercenlo seus
tulcri e uas ampanhai da lincrica do norte
Sostoi tleiconlentes exprimi'ulo este senlimenio nao
eontenliriam jdmait em emigrar para ntnluvn ptz
euro/un nm em corrigir nottat inttiluicei /tilos
modelos do continente, lle smente a llicidade
de hoinens de nono proprio aaogue que julga-
ino. aaperior nois...
Estas uliluiaa palavras sao tigniricativas c re-
smelo perfeitainentcludo o que temos dito iq-
i.i e dlflerenc. que separa estes dous poros
d* todos os oulros, e sobre au. eslrelt. seine-
Ihanc A civllis.co europea repugnara, de-
ctar.:Mr. Johuston, a um aoglo-saionio e rata
laclo he b.slann- par. mostrar de q<.e Impor-
tancia he a Amrica para a toglate r ..'um
quautoonEsiados-Uoidoa sejaui por nX
peilos un) oac.o rival, o uuu etilo da grande
i-ipeni iu 11 n-puliiKaaa dos Estados Unidos,
seria para a Inglaterra inai. J.t.l du que a per-
da de alguma de suas ricas eufonas. O E.u-
dos-Unidos conriiiam a Inglaterra eiu seus
principios, e em sua fe poltica, fio momento
em que eitci principios lorem proscriptos por
toda a parle no couliueiitc, depois de ter.....
sido deahourados e deteslavelineulc applicadoi
por ignorantes, loucos e scelera'doi no nielo da
prostracao das naces e do uuiversal abaudooo
dos principios de libeid.de, Inglaterra, se por
vejtura podesse duvidar de si mesma, bist.rla
voltar os olhos para a Imerica, all ella virl.
inuiuphar c prosperar nao sseus princlp.ua,
seno a propr.a etager.co de seus priucipiaa.
Mr. Jnhiisloa f.s neutlr milito bem esta m-
Uueocia uaoral da America sobre a luglaterra,
iiillueucl. que a obliga (car em aeu isola-
uieiito e i.i lomar eaemplo do coutiueule, a
nao ae deitar aieinorisar pelas desgr-cas da
Europa e a considerar estas oesgracas .umu im-
pulentes para feri-la; elle la/, comprebender
tainbeui esta surte de intelligencia m i.ouic.i
que eaiste eutre os dom povos, a qual tai que
elles si se coiiipreheudaui bem mutuamente.
A maior parle dos acouteciuienios que se pas-
suu na America sao para us enigmas ; com-
preheudemos dilncil.nenie o caracu-r, os costu-
uies, a polllloa americana: he poudo-iKS' fra
de nos iiieiinosque podemos couipreheode-los;
se i iiiionin. julgar com a oossi propria na-
lurca, ii.il o conseguiramos jamis. Para um
esenptur ou para un hoiueiu poltico da In-
glaterra, todas estas dillculdades nao eiisUm,
No seio d.s classes populares a uniio de que
lallatuos est ha milito lempo consumada, tita-
cas a ein.graciio, uo ha mus nos tres reinos la-
milla de campouet ou de artista, anida mesmo
familia das classes inedias iuferiorci, que nao
ex/itoraca. Neste patriotismo, os homens sao
ludo, o pair nada. D'ahf o carcter particular
dos Kstados-Unidos.quc tem anda hnje de al-
gum modo una physiouomia de colonias. \
mi patria para os Americanos he sempre a
Inglaterra, e os descendentes dos /lilgrimjailiert
sao como seus aniepassados emigrados em uuia
trra estraogeira.
II
A emigraco.
A einigracao nos Eslados-Unidoi vem cm
apoto de nossa these ; ella attinge hoje seu
ponto culminaute, e nao parece mais possivel
que cifrad., emigr.cet esceda no futuro a
cilra dos ltimos aouos. O que nao se lem dllo
relativamente a fuso das r.cas nos Estados-
Unidos, fuso producid, pela cuiigraco ? Nao
na uada de mais falso. Em verdade, esta fuso
he pouca couia, como se val ver, e se o sangue
anglo-saxoolo se reuova, nao he prla infuso
de mu saugue eslrangeiro, mas sim de um sao-
guc lirado de suas proprias velas. Os emigra-
dos nao vera iudillerf lilemente, como se pode-
rla crer, de todas as uaces do inundo amalor
parle sao.Ingleses, os outros sao allemes ou
scandiiiavos, I emos estatislica exacta da emi-
grarn duiaoleo auno de 1848 e J819 I depois
as cifras lem podido talvez elevar-sc ainda, inaa
os elementos da einigracao nao lem certaiuentc
mudado. 189,i?G europeus eiiiigraT.m p.ra os
tstados-Unidos em 1848, 2.'0,t)07 cm 1849. lie
compuoliaiuos e.les duus resultados afin de
saber a cifra que cabe a cada uaco. A Ingla-
terra deu -2S,002 emigrados em 1848, a Irlauda
tti.ul.a Esouuia 0,415, a Allem.uha 5t,073 ;
a II liuli a Norwega e a Suecia, tres paue.
de ie iieni iliiuiueiisu c de urna fraca pupu-
Ufao, foruecerain t, 1\\\ emigradot. Em l84'J a
cttra se tinha ainda elevado : a Inglaterra den
- s.: I -1 emigrados, a Irlanda 117,591 ; a Kscossia
8,84, a Aileiu.inli > ."ii.'ii.". : a cifra da Ilollau-
da, da Norwega c da Suecia subi de dous ter-
cos, 6,751 a da l/iauca Bcou estacionaria, ou
para iiirlhor diiei, lem abalsado un.11 ::'<',.
A escepcao dos irlaudezes que uo sao todos,
como di nlr Johusloo, de puro saugue clti-
co, os emigrados, como se v, san lodos de ra-
ca germnica ; punco saugue cltico, pouco
sangue latino, pouco ou ueuhum sangue slavo.
Assim os Americauos se recruiam entre todas
as naces .Riadas e irmaas os diversos ramos
da graude raca barbara que tem renovado o
inuudo, geruiauns, sasonios, scaudinavos, de-
pois de to longo lempo desuuidus ou iuimigos
sobre o solo de nossa Europa, uiurigerados pe-
la disciplina c pela tradico, ou isolados da
confneme como os luglees e cucontraiu nes-
tenha alguns do. seus entre o, colono, auieri- ^ ;7eo co, mum ^arV.e ,7e. de v.
ii'i* e opcranoi dan maiiufactiira:. de >ew *" ". .,-'--.,,-, ,i>,ii, t.iv-. r*.-
vi >. .r (Uii'i'i ~ iin' i j r*i i'iiiurriii u Yor k ou de Ilusin. A Amcric i e*la Ueste uiotlo c l"^"* "*',' ,.,,' __,
ligada a ItiglaLerra uo su pelos lacos do saugue
i-mi vuiu Ir itc -.-i t cjiiuiuii origeiu, mas tic
11_: u ni i surte aiuda pelos lacos da familia, pelus
mais poderosos e mais doces scutimenios tjue
estabelecem urna troca perpetua de reeorda-,
cese de affeice* eul.e as dua* naces. O pu- 'K'a,-* prC,,r,V" "M Al> -p
' c costumes ; rcbutem *utes ae bc ueaartm au-
_var o mundo aiuda urna vez.
Os initinctos pirticularei de cada una del-
tas racs. se apagam |or todn a parle, p.ra dei-
Itr predominar seus iiistiuctos oomUOI.
Desembarcados c exilados do Jar weit, os c-
uoiiservar ainda seus usos
rpmalHea.i APicu-iiulo-sn DAti -l.n nr- m.'ira *ia jsraiid dus am Ticaiios llt) sua nurua.ie, stm uo.HaCulns, mas S un i
*Z"&?."Pep.r. ost, 'ih "enca c "^' ^sU^, e qu. seu te npora.no,,- C.O. P-otegei. lo-se^a mesma, governsn-
hr.hdo-se un crdito de 3.500,000 ra. para toeseu*Hwr(ioaux.larei mus podoro- ^ h, mB3la se;I ulrj glJll mu
a- iesnozas sos para seu progressu do que o oustil-ii- a Coiisciencia, s-m oul-o seniior alatn de
Dito A' thosourarta da mesmi nrovin- au- 1UB he PsU 00IISlUC0 tao gabada Heos, inimia dossymbolos e dos interme-
c. .brinde um w.ito d ,-iSi MO r ?- M ic' ignorancia dBo se te- diarios o,n maten, de rejg.a e a governo,
mudeaoexai coa adescricSo o aval.'.e o 'PnttUr como exemplo a franca? Esta inim.ga do ludo o que nao be cssoCalmen-
des bedn,Pd",UeZ?>ZWcner"" trl." -sl,tu.vnu foi um compromlsso qu. t -, le individual, livre e pennitiido, e m.ts que
por lim reunir e grupar lioruei>s,que nao po
__^_.__. 'diam ter niii'iuina repugnancia em s r uui-
i dos polos mesmos hr^us polticos,porquanto,
CotunnniJo das armas. '" tavam lUado pelos mesmos laces mo-
raes. ilr. Webster dina admii ffuarlel ijeneral na cidade do llecifc 29 de no. em um discurso que pronuncien o anuo pas-
sado em sua Vi.gem ao oslado de New -Vrk :
n Antes to esUbolecitneiito da couslituicil
nao exista cutio as diversas colonias no
ii lu ni laco poltico, mas a lingoa inglesa
en sua linguagern cuaimum, Shakspearo e
vctnbrodc 1832.
ORDbM no uik v. 155.
Devendo na forma das erdens cm vigor so-
lemuisar-se o anniversaiio to nalalirio de
Sua Magostada o I operador, determina o Mi|lu Crm seus pn.pnei.uos communs ; a
marocha! de campo commandstile das m- w ttU.ita ll0 (;,lr,bl cra, oobiole
mas, que no da a de dezembro prximo UB cu......Sin adoracilu. Eis-aqui os laces
vindouro pelas 10 horas da man.3a arrum- 0J|i|||MI1 >
r,em em grande parada no largo i .a Vis- w cre lemlir
U, osbalalhoes guari de art hirl. re, elnnonbedM nos mesmos inlercsses. nal,
segundo de ii.fanuri do exercto, e um par- gs ^ p
.que de artilli.ri. : no Cent O) comPo.lo de |oW|ot-t#tel A conslituicao nao cxi-
qu.tro boceas de fogo. servido purpr.cas da P iCricl de neohum de seus coslu-
companh.. de arlilices, forman lo um* bri-\* g wmum Jf Seuf hM ,,,
g.da, quo era corntii-udada pe 0 Sr Coro- f t|f Q. Mlldu4 Cl(nlrg
ncl Uanoel Monir. Tasares, quo nonieara os
seus respectivos empregados. As II llorase
in.ii eeli.ll commandantc das armas patMr a
essa brigada a revista do cslylo. 0> Srs. ef-
lici.es dos corpos que nSo arruminam, os
do estado maiO' da pumeira e segn la clas-
ses, os d. extincia segunda linha c reforma-
dos, sSo convidados a comparecer no quar-
tel general ao meio-dia para assistircm no
cortejo que a essi hora lem de fazer-se a clli-
gie do mesmo Augusto Senhor, na sala do
tribunal da relarjao.
Antonio Correa Sera.
{hiartrl general na cidmk do fceife 30 de no-
vembra de 1852
o.dem do pa f 156.
Determina o Mr. marechal de campo com-
ti.andanto das armas Antonio Corroa Seara,
que na manhla do dia I.' de dezembro se
passe revista sos cerpus do exercilu, o ao de
polica ( oxistenles nesta capital) nos seos
rospeclivos quarteis, pola ordein seguinte ;
A's 6 lluras o batilliSo n. 9 de inf-inlaiia ;
as 7 os batalllOes ns. 2 e 10 da mesma arma ;
as 7 e meia > corpo de polica pelo respec-
tivo empregado ; as 8 horas a uompanbia li-
za .le eavallaria jas 8 u inoia a compaullia 'le
ailiHces, o fnalmenteas 9 o hsi.lli.iu.ii. 4 de
artilliariaa p.
Candido Leal Ferreira,
Anidante de ordena rncarregado do delalbc
os outros. L.iindo-se o Americanos, tino
exigiram iiem sacnlicaram cousa alguai..
Elles s3e fundadores da repblica cmoda
cuuslitucSo ; nao se pode deixar de appro-
var sus bondade, tolerancia e humanida le,
e na verdade, como poderiam ter elles ou-
lr..s virtudes que n.'u. lossoni estas, elles que
uotinham nada que pedir ao povo, iioru o
povu Ibes pedia cousa alguma '! Itepreseu-
i.ii un u nico papel que liles foi possivel
representar, o de veretano; do pensamente
publico. A repblica uo lie una concop-
e,o que Ibes fosso pessoal, exista aos seus
olhos, ainda au legalincnte reconhecida;
ell-s nada tinham que fin lar, ponas pro
elsin ivam a evidencia. Se na execucSo deste
mudest-i papel Washington Ersnklin e
Ademe Ufessem sido lyraunos o dictadores,
ho porque elles teriam grandes disposico*
naluraes para sC-lo. Deixemo-nos, pois,
de l'.llar como do urna obra de geniu da fun-
darlo da repblica americana, porque fac-
i mais simples jamis fui consutnmado de-
ba.xo do sol. Do outro late, nossos abso-
ulislas uo deix.irSo da altribuir as filias
e as omprezas arr|j|calas ou injustas dos
Amerlc.UOS a esta mesma consinuico, a
osla mesma lrma de guvernti que uossos
republicanos apu-seiuam como a n.i de
todos seus Miccessos pissados e de sus pros-
per i lado presente] mas as fallas dos Esta-
dos-Unidos uo provaro mais contra re-
pblica do que sua p.uspcridade em seu Ta-
ludo das forcas anonymas, dos gran les exor-
dios e das gran les inacniias administrati-
vas se modo rom um, estes dous aduiiraveis
instrumentos do couiproiso e de governo.
as outras nacr>es, a democracia consiste em
impedir esta dominaeo individual, em
deler esto desenvolvimenlo natural, e am es-
liilu-l-t-ei- ii n nivel tyrannico. Tem por lim
contrariar tanto quanto for possivel a liber-
dade em sua essencia quaudo mo for em
seus elTeilos, e em seus elTeitus quaodo n.lo
for om sua essencia. Na Inglaterra e na
America, pelo contrario, a liberdadebe es-
timada como o nico bem. ao qual n deve
sacrificar todos os oulros, como o priucip.o
da sociedade e mais anda como o priucipio
da vida, como a prova mesina de que o bo-
iiieiii tem urna almi c um destino, como o
instrumento uo s da felicidadn temporal
mas tambem da -al vae i eterna, como fa-
ei.l i.uie que faz du humem em ser capaz de
pro iu (ir actos semp-e nevos e fecundos, em
vez di estar sujeilo a fuur;ues samare as mes-
mas, sempre mecnicas o esteris. Ttrai a
liberdade a um anglo-saxouio, que ello uo
saber mais se he um lioniom ou urna besta.
A democracia assim entendida est por
tanto cm completa opposic,3o, em guerra
aborta com a dcmucra.Ma do nosso continen-
te ; ella se refere a urna outra tradiccffo,
pura tradicd*barbara, germnica e leu la1.
As duas iradicO -s cuino precisamente leter-
minadis, e pode-se seguir na historia sau
duplo descnvolvimenle parallelo ; urna s
cid,nSo mais concentrada em al^umas gran-
des familias, mas derramada sobro um vas-
to territorio eencaruada no mais pobre agri-
cultor, como no mais humilde artista.
.vu he par. I'izer um vSu parallelo hist-
rico que temos traga Jo esla i u lia de lepara-
cSo entro as duas civilisaces. (Juiseinos
mostrar de urna parte, qnanto esta derno-
craciaora naturalmente op^osts tos n isso.i
instinctos e s nossas tendencias, da outra
parte, quisemos indicar um fado que ja se
prepara oceultamento, e que se ha de cou-
summar mais e lo talvez do que se pedera
s'ippor : a uniSd das duas grandes fraecjs
da ra(aanglo-saxoni), da Inglaterra e da
America NSo Iu us dous paizes, no mo-
mento ero que escroveoios, tendencia mais
notavol do que esta, urna sorle de preson-
timenlodeum pongo prximo e quo cala
da augmenta, impela estes de js povos, um
para o outro, em despeilo de amigas rivali-
dades, de palios pu.miares, de amlwen-,
egostas.
Sem duvida os Estados-Unidos desajiram
juntar os nornes de colooiis inglezas do
norteaos nones dos estados qje componin
ja seu t -iiitiin ', lambe n a Inglaterra deso-
jarla conservar para si s o commercio de
mundo e o dominio dos mares ; mas esos
dous grandes paizes presoulem que no fu-
turo o mesmo perigo asatnear;. em seu po-
der, e mesmo em seus instinctos, em sua re-
ligin, e en sua in lepeudoncia. Quer quei-
ram ou o lo, ellas se lembram quo fall.ui a
mesma lingoa, que professaui o mesmo cul-
to. A p-n,iure.in quo ns lisiados-I ii los s<
civilisim, descobrem se cada vez mais se-
melh.nfas singulares com a Inglalorra ; a
med la que a Inglalorra se faz democrtica
sent mais symp.ilhi. por seus irmSos de
alm mar. Esta muo, vagamente-propbeli
sada desde longo tempo, so consumtns em
faci cada dia. I indas pela communhao de
nrig.'iii, estas duas nasjdes tamboin o sao
por communhao de tendencias, de sorte que
ludo o que urna faz aproveita a outra. A
obrigafflo das vellias leis dauavegar;aoe las
leis sobro as cereaes n3o servio meaos a
Atoar.o, o tolo o progresse l'eito pela Auie-
rican.sartes mecnicas tambun he pro-
veitoso a Inglaterra, porque al.a s esta em
nir-sc aquella seita bizarra. De outro lado, o
partido contrario ao inormonisuio; a seita dos
hakert, que, tao cstravaganfe como a vista dos
mariuoncs, lie em desforra doce e uiystica, ebe-
gou na America luteira.neiile fabricada na lu-
Elalerra, gracas ios sonhos de una certa Auna
ee de Mauclicter, que no seculo passado re-
cebeu por laiplrayao divina, a inissao de ir pro-
clamar na America sua revelaeao.
.\h classes superiores di soccidade, uas clas-
ses polticas,Iliterarias c cominciciantes.o anta-
gonismo subsiste aiuda e a uniao he mais lema
em se coosuuiiuar. As classes polticas teinem
naturalmente pela Inglaterra, ai classes coiu-
merciautes leineui por seus Interesses, e as lil
terarias, aulorisaudo-se di desejo e das queixas
que os tseriptores da America Ibes enviam so-
bre a grosscrla c barbaiia dos americanos,20111
bam de um par 110 qual nada est sujeilo ai
came de una iniuoiia esclarecida. Com ludo
o tom louibeteiro e a iiidiguato dus viajantes
iuglezes de uns dez para doze anuos, cmneca
ser subsilluido pela defereucia, admlraco e
iiuparcialidadc. As iiarrarocs de mlss >Iaili-
neau c de Carlos Dlekloi ha inuitu leuino que
nao estrio na moda, c uao se cncoolra ua> uuvas
viagens ncm o inesuio espirito nem o inesiuo
luiii. Os sabios e as peisoas civilizadas, ale
mesmo as elegaules ladiel que visitaui a Ame-
rica, vollaui cheiai de aduiiraeu, e se esfur-
; un por fazer partilhar ao publico seus senti-
uicutos para couiscus piimos de alem mar. Tal
lie o espirito que insplrnu os livros de sir Carlos
Lyell, gelogo, de Mr. Alexandre Maikay, falle-
cido ulliuiainenlr, de .Mr. Johnslon, piofessor
de agricullura em Edimburgo, e de la I v bm-
iiieliua Sluart Worlley. Nos Estados-Unidos,
furm iu-se urna especie de iiariido inglez, o
qual pede mu uuiao mais esfreita com a In-
glaterra, luudando-sc na maior parte das ra-
ibes que temo. dado. Ninguem tem sido um
promotor mais ardcnle desia alllanaa do que o
ultimo prciideule, o bravo geueral Taylor.
Todos os viajaules que u visitaram, cuucor-
dam em recuiihceei os seniluieutos de concor-
dia que o auiuiavaiii. Fallamos da ran-llre-
tanlia, refere Mr. Joliostou, e dos beuelicios da
uuiao entre as duas naces, Se a Inglaterra e
o Estadus-Uuidus se harinuuisarein, dii elle,
estado .de servir-se e de aproveilar-se un- os dous paires pdeui uiaiiter a paz do uiuu-
melialameule delle. Ha pois entre os dsous do. Lidy KuiuielinoSiuari Wonlejo viiliou
paizes, utna permuta rpida, immediala, lambein ; elle fjlluu-lue dj estabelecnuento da
,..,..,,,.. n. 1 '------ 1 7J.0U1I a JI.0.0U0. Mr. Jonnslon, autor das .Vo/rs
cousa cor, a ambas e Ibes he commum, he 0,jVorl/l mlrimi 0 |>ro cam dfr .ul|leuli.
quiti instantnea de sous progressos respec-
tivos.
A audacia dos anglo-iaxouioi de alcm-inar
pasma e aterra todas as naces: A Inglaterra
. nao le espanta, porque por in.ts rpido que
se js o augmento dos Esladoi Unidos, esla rpi-
das he Igualada pelo augmento que ha se.seuta
anuos lem tomado os districtos m.nufacturci-
ros da lugl.Ierra e d. Escossia, Nevar-Voik, lie
verdade, que ba sessemaauuos, se elevou lam-
bein de rJO.tlOO a 400,000 habitantes; mas Glas-
een, uo mesmo espaco de lempo, auguientou
da 17,000 107,000 habitantes e Oirunugh.ni de
73,000 3O0.OO0. Mr. JoDostou, autor da. Notes
o chrislianismo, e ainda sua maneira de in-
terpretar he tSo 11II -n-iiie qiian 1 o he seu
mudo de cu m pn-ii enier a sociedade e o go
veruo. De um. parta, catbelicismo governo
romano, monarchia, dictadura e igualdade;
da outra parte feudalismo, protestantismo,
repblica e lber lade; tses sSo as diversas
maiiifeslaces destas duas civilisaces op-
eas. Se a joven Amcrici se vanglorla do aug-
mento rpido de au.s uianul.duras anda em
seu uascinieato, sao braejs iuglezes que 1110-
veui as inachloas O augmento das manufactu-
ras da Amanea nao lea refringido nem limita-
do os mercados iuglezes. A mauia de exaltar a
cada passo o. Estados Uuido. existe n. Inglater-
ra como eiu lodos os p mes do contiueme ; o
que ha smeme he que mu, quaodo, por cxeui-
postas. Hilo he possivel encoiilrar-se na- p|0, eiallamoa 01 Estados Unidos, pronuucia-
da demaiscontrano e donis repugnante, mos nossa condemuacao, .0 passo que os lugle-
Por mullo lempo estas duas Civilisaces zes nao f.zeiu seuau reconheccr suas proprias
marcharam parallelamente ; hoje ellas se qualldades, equaudo os Americanos se gabaiu
encontram com a mesma palavra nos la- de bater o logtezes, elles nao faiem mais que
bioso aspiram coa. a mesma lenJencia. exprimir uu desejo de emulafao o quaj lie
Ambas fallam de democracia e .lg.tui.is nina simpes inveja de familia. le o lafl do
u a ., oM,""n saueuee d* lioguaeciu une da uciuieolo a es-
vezes tambem de repblica, adin.r.m-se le .Sotunento, d.z llr. Johnslon, a.iim couin o
elicamesltipo'.elas urna dianle da outra, deiejo de exceder o que hade m.lhorenirc n..
vendo como difiere sua maneira de pru- Elle fallou exacumeme conforme o mesino
nuuciar o moderno thibolelh que se cha- priucipio que leva uosios descontentes Ingleie. a
mu democracia ; ellas ain la eslSo pssuilas uao ver per leu au scoao as cidades, uas msti-
I111I11 de paquetes couheclda com o uome de li-
nba collius, e accrcsceatuu ; A viageui vira a
ser deste mudo cada vez mais r.pld..c que espe-
ro a Inglaterra e a America por este meio.sero
MU breve men aui.-uic viilnhos.Iluaudo mais
cedo inellior sennor, respondi eu, de lodo o
meu curaco. Ellese incliuou e sorrio. Somos
u uiesiuu povo, contiiiuuu elle, e he bom que
nos vejamos as mais das veies que for possi-
vel. Sim, c de.lc modo todos os velho. e de-
le.uveis piejuio. se acabarao. Espero, disse
elle, que isto sera em proveito de ambos. 1
Como esta alliauea nao se ellectu.ria ? < ni ni-
do se considera com atieii.-.u u carcter auie-
ricauo, ve-seque o paliioiismo dos Yankess nao
be em essencia senao nm patriotismo de pbau-
lasia. <->s ingleses e os americanos sao as duas
rjcas as mais uouiadas, e todava as menos cor-
mopolitas da trra. Paraedes, atravessar oes-
paco, be .peuas 11111 brinco : mas nao ae dei-
xaiu veucer cm parte algumalielas qualldades
dos povos que visitam ; elles cuuservam Intac-
tos seus vicios e suas vut.de,. Os iuglezes se
scnteiu, em qualquer parle em que se acliem,
unidos pelo coraco palri. ausente, e cida
um dellei poderla repetir a respoita de Fox ao
primeiro cnsul. Os americauos lem levado es-
te nomadismo ateos ltimos limites, se bem
qne, quaudo alguem se iuforma de um I .-....
do estado de sua saude, elle responda invaria-
velmente : em movimculo senhor ; mo.'/ny
*r. Mas em nenhuma pane se observa culie
elle. e.le.mor inliino e profundo da patria;
seu patriotismo he um patriotismo de familia,
de sangue ; be a crenca na superloridade desu.
raca. tjuanto Amenes, ella nao he para ellei
sean un lucio poder e de riqueza, senao uuu
lecerein, pr__.
prem suas herdades cm bom estado, elles
lem, knbscrva "r. Jobnston, pouco descaucu
c por conseguale pouca iacliiiaco em se en-
volverem 1101 negocios politicoi do p.lz. Assim
p.ra dize-lo de passagem, os Kstados-Uoido
evita. 11 providencialmente este llagello que mi-
na a liberdaile nos paizes europeus. a parllci-
pacao dos pobres e dos Ignorantes nos neg
co. pblicos. Os emigrados no se euvolvctu
uos uegocioi polticos do palx, senao quaudn
leein adquirido una certa ahananca que elles
mesmos procuran! e una certa inslruccao, que
Ibes he dada pelo exemplo dos habitantes do
pala, Os auiericaoos se apoderan! delles c os
1 umlv ni em seus Pabilos. Pobres e Ignoran-
tes, os emigrados nao Ion entre elles senao
ioucos ou neohum bornea que pertenca as
prolisses liberaes : os citados do norte se cn-
cariegam de os l'urueccr-lhes ; tuaod.m para
oocsieseus homens de lei, seus mdicos, seus
iiiinisiros de dill'erenles cultos, seus jorualis-
fas, seus baiiqueiros, seus negocianus. O os-
te be uui mercado para seus productos inora
es e suas prolisies liberaes ao priucipio, c
depois be una olttclu. para a sanidade dus
pantanos demaggicos a para a purincacao d.s
auoas lamacentas que Ibes cbeguii da Europa.
Como aeinigiao be continua, c o nutucio
dos novos cidadaos augmenta sempre, he uuia
educactio que cuiuprc tomar comeca sem-
pre, c por isto os americauos do norte e do -ni
conservan! sua iullueucta e sua preponderan-
cia elles sao os senliores de todas ai pusices
olliciacs e nao olliciaes du oeste, senliores do
euncuit-i c dos nucUnfl, das escolas e das igra-
jas, dos tnbuuaes de jusiifa e da linprensa.
Ocie modo a einigracao auguicuia as torcas
da Unio, c graca. energa e habilidade dos
auuricauos. ella uo pode prejudicar-lbe. So.
cial e materialmente be urna graude furca : el-
la fomece excellenles miueiius, luf.lig.veis
ruleadores, lutrepido. procuradores de ouru
11a California c adm.raveis tasadores igualmen-
te capaies de ajusur bem um lobo ou um In-
dio ; politicamente sua intlueucia he pouca
cousa. No seio du descro para onde vao aos
cuxames, os emigrados se acham naturalmen-
te ljenos i raca auglo-saxuuia, e uas cidades
onde suas rcumes e aggioiiieratau sao pen-
gusas, em New-Voik e na Philadelpbia poi
exemplo, os ameiicauos ciiiprcg.m os meios
os mais enrgicos, uao para dissotver seus ban-
dos reunido, ordinariamente nos .. eiinusquai-
tel, o que furadillicil e illcg.l, mais para Ibes
faier seutir sua supenoridadc e de alguma
son fazerem-se seus seuhores. AIN, o pre-
cuuceilo, oorgulho 1... tonal, .1 brutalidade I111-
pciiosa dos americanos se liivolvereui e lie-
lueules collises, se eiopetib.in entre os emi-
grados c os habitantes do paiz. lia um me. que
ll.-uiosa uarrao de urna dess rixa, que
nielliur se chamaran! cmbales, por que o
coollictosc da entre populaces muirs. Us-
a cmbale, o qual se pas.av. 0111 Hobokcu,
ntreos amerlcauoi susteniados pelos irl.nde-
zes, c llemaes suilenudos pelos hullandeies,
uos traosportava em espirito a esi.s guerras
do. Umps amigos col que os lleUreus, por
amle, lulavam coul.a aslnbu do. Plnli.-
leos c dos Amonitas para preservar a arc.san-
i. dos ulirages dos idolatras, os quae. perteoci-
am mesma raca de homens como cites, ou
.os primeiroscoiiiuaic. d. heroica Creca c de
Koma contra .sliibusL.tinas. Aqu na Ame-
rica, a arca santa, a cidade, a paula que cum-
ule preservar dos ataques das tribus aiuda bar-
baras da einigracao, he a raca esiabclecida no
paiz, he. racaanglo-.axoui.
* ( tMoHliiiunr-w-na..)
INTERIOR.
C.OUllESPO.MiENI.IA DO DIAItIO Dli l'.ii;-
NAMliUCO.
I'.ii-aliina a6 de noveiiiliro de IS52.
Um aburrecimento, molisua buiu setue-
Ibanle tospleen bnlauco, ou a melancola
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


porliKii' z. q~e do mim so apoderou no da
22, ni" i n<> eooKntlo escrover-lhe pelo cor.
reto 'aquella data, se beid que a parda fol
do p quena monta, visln a Talla de novida-
des liguas ile moncSo, quo eulSo havia do
mi 1ra iii das noticina.
Nfio sei qual he a cansa d'aquella prostra-
Cfio de espirito, a nSo aer a ininlia idade,
l'pi. neni ao menos n'aquello dir. reflexionei
as palifurias dos homens, capazos de pros-
trar o mais alentado ilegn, o de fazer cho-
rar ao mais risfio philnsopho mas seja qual
fosse a causa, muito desojo quo nfio roap-
pareca poique nflo gusto Jo estar triste, c
he una sem razfio que o esteja quem nfio
tein carga en ronsemneis.
Unja quo estotl perfcilamenlo curado vou
onlrar na materia.
,\o dia 23 s iluas huras da mnnhfia estan-
do o Sr. II rcul.ino Civalcinle da Albuquer-
quo, nilu do Sr. Coronel Elevfio Cavalcan
te de Albuquerque, em casa de pessoa d
sna familia, pouco distante do engenho Ta-
b, propriolade da seu pai, novio ladrar
os cSes, e chegando a una janrlla para exa-
men- a ciusa, ice bru um Uro, ao qual
milagrosamente cscapou empregando-sc
na jmila e paredo nina bala e qusrents e
cinco hagos de chumbo !
Aquella moco, ornado de oxcollonlcs qua-
lidades, nflo tem inimigos oceultos, e he
muito eslimado do povo nSo viciado d'a-
quelle ilistnclo.
Eis mais urna victima que cm Taquara o
bacamarte pretenda fazer. Agora oassas-
sino nfio quiz ileixar em duvida so o feria,
ou alguma quadrilha de ladres que prees-
sem por caaunhos ermos.
Agora 1 v.rii ha grande alarido no
Liberal Pernambucano e outros quejandos
( menos no Arijos l'orahgbano, quo nSn ha
de adiar lal materia digna d sua nttcncllo !
contra a actualidado, o especialmente con-
tra o I xin Sr. Si o Alhuquerquo. Cu quasi
que oseatou ouvinio.
Seria bom que aquelles gritadores antes
de principiarcm em seu gralhar infernal,
dissessm se aquello honrado administra-
dor pode agarrar nos bacimarles dos assas-
sinos, quo oceultos e com a prciencia da
panthera, espreihm e sogiiem sua victima
al llin poderem desfcehar o golpe, sem que
a ni* Mii;i viclima os prcsinta, sem que des-
conlle quo seus passos silo seguidos, que sua
vida he observada.
Foi ferilo o septuagenario coronel Esto-
vfio Cavaleanln do Alhuquerquo, grilou n
Arijos v mais jornaes gritadores, c duas ad-
munslrai.cs, o u mesmu Sr. coronel, inda
nSo i'oderam fazer punir os assassinos. Fo>
morlo o Infeliz viga'iu da Taquara, tornou
a gritar o Arijos, invectivou, e at dase,
que sabia quaes as buxas quo impelliram o
mortfero chumbo, mas anexar dos repeti-
dos esforens do Exm. Sr. S.i o Albuquerque
anda hoje se ignora qual o rssassino. Ilojo
o Argot nfio quer mais saber quaes os assas-
sinos d'aquellos CidadOoS, c reennhece que
eu linha razSo e fallava verdade quando di
seque as buenas do uro do vigario f.iram
de corda, o nilo de papel; hoje o Arijos tam-
ben) calar o tiro du Sr. He culano, ou,
quando muito, o carregar na conla de S.
Exc, que devo ter a presciencia unida
omnipotencia.
Se S. Exc nHo tivesso tido neasas ques-
tfles, nesses horroroso! atlcnta.los, a prtl-
dencia de um hoinem encanecido nos nego-
cios administrativas, se seguisse as bem
ilelerminailas iiisinuaces do Arijos, ie hou-
vessii prendido, como elle oxigia. a certos
indivi luiis sobro os quaes elle alirava a res-
poniabilidade do taoa atrocidades, o mes-
mo Arijos e todos os l.iberues desle e do nu-
tro mundo, levantai i.un Contra elle voz em
grita, dizandoque elle para vlngar seui p-
renles tornava-ae perseguidor do seus des-
afelos; mas como, tedenlo cssa aecusa-
cilo e anda mus as consequenciss de actos
imprudentes em negocios do tal grvida.lo,
espera o resultado do proceder da juatfca
para auxilia-la no momento d.i pouu-ao.
quando ella d.terininai os criminosos, nfio
ha arliguinho cm ncnlium d. s-os posquins
em que dSo seja alassalhada sua repulato,
que n n traga a anliphonao tiro do coro-
nel Eslevloo ssMMinio do infeliz vigario
da Taquara.
tiendo justica ao Argos quando digo, que
ellej recouhec, u seu erro; porque ha mui-
to n3o falla nisso.
Cunslou-me muilo por alto, que os pre-
sos da Cadeia desta cidade prnparavam um
plano de luga, tendn a sua fente madama
Carila, e Arsenio, e auxiliaros extramuros;
mas que om lempo fra descoborlo, e que
"in sido tomadas todas as providencias.
Esta funecionando o jury nesta cidade, e
at hontem nfio tlnhi adiado um criminoso,
a quom punisso; reconhecendo ao contra-
rio, que todos sfio uns sanuiihos,
Itesla forma nao devenios es erar melhn-
rameiito cm nossa e.itatistica criminal. Ca-
da dia os ciiminosos tomam nova ousadia,
ganhim maior audacia, comando curo a im-
punidade. Entre oulras cousas n-formaveis,
ou quizara que tivessemus una reforma no
nosso systhoma penitenciario ; e que o tri-
bunal do jury so tivesso aleada nos crimes
polticos.
Ja em outra occasifio Ihc manifeslei o pen
smenlo, que me domina, de que os crimes
fossem julgados por um tribunal de juizes
lellrados ; composto do de direito, digo-o
agora, o municipaes da commarca, ou como
melbor quizessem os entendidos da cscrip-
turu; comanlo pore.n que o tal tribunal
encarasseum futuro nacarreira de judicatu-
ra, e tivesse por isso receio de unt descredi-
lo, lem de urna cuusa muito fallada, e pou-
co apphcada, a que chatnam responsabili-
dule.
Ilontem principiou a missionar nesia ci-
dado o capuchinhu l-'r Seraphim. O povo
vai i iii-i-i mu.lo basl !! mi -ule a miss.lo.
Daos queira que suas palavras se infil-
tren! nos coi ac^Ses de seusouvintes, desor-
lo que thes nfio acontece como a sement
cabida no mu terreno. Sao muilo conve-
nientes ao povo as nnssOis, porquo vSo-lbe
alocando os costumes, e plaanlo idi-ias
maissSas.
ilontem, n5o sei bem o como, livco des-
prazer de anear a lista sobre o n 62 do Li-
bera Pernambucano, do 23 do corrento, no
qualdopsrei com um arligo relativo a e>t
provincia ; o por ser o lal arliguinho dese-
melhante materia, devorei-o, apezar do en-
joo, que logo no cometo rao causou, por
ver que elle so linha por lim atassalhar a
illibada replselo do Exm. Antonio Coelho
do S e Albuquerque, e de seu secretario o
liacharel Lindolpho Jos Correa daa Neves ;
daquollc porque se nfio presla as persegui-
Cesque deseja o Calsfange, e seu bem es-
colhido genro ; c deste ,porque nSo trafica
com o seu cargo, e vive com a boneslidade,
que seu estado exige.
lie muilo acertado o anexiui ex dgito
giaas pelas pernas se conliecero os cam-
blas
Quem ler aquello artigo ptrto da mais ne-
gra perfidia, da mais requintis perversidt-
do defeobrir nello uns longes de tarimba,
de qui se rcenle seu autor.
."VSo duvido apostar, que elle foi confec-
cionado sob as Influencias do alfares As-
sumpefio, que insubordinado para um supe-
rior, e desconhecido aos beneficios dalle ro-
cehidos, nflo se peljou ue rep-es,entar o
Exm. presidente S e Albuquerque em sua
provincia, nndn lodos o conhacem, onde sen
carcter no admiti duvida, reprcsenla-lo
digo, como um homem capaz de suhmetler-
Siil in>iniiaOescxtranlis,como um liomem
frouxo, sem "ronlade propris, e dirigido
por ceos de se ; secretario, a quem elle
uni mente pr la a coniderc3o, que suas
qualiddeVorecem.
E quem dix isso ? Quem he bem conhe-
cido em Natub, e em tod esta provinci,
quem. pesar de estarmos no remsnso ds
paz, vive em etitude hellica, quem vive
n'um rraial, rndodo de rmss, e de amigos
sempre promplos, o seu seu menor a-
ce no-
li; poder* ser acreditado o Sr. Assumpcfio,
que ao mesmo temeo que diz que 8. Exc.
moslrou-se com muilo boas inienfet de pu-
nir o seu assassino, que of/iciou inmediata-
ment ao juiz municipal uo termo par na-
laurar o procesto, que Ihe recommeudou a
seguranza io seu ssassino pondo-o debixo
de sua retponsr.bilidadc diz que S. Exc. guia-
se por oulrem, que nfio procura punir o
enme
Poder ser acreditado o Sr. Assumpcfio,
embora disfamado por tres estrellas, que le-
ve o arrojo de apresentar-se na presoofa de
S. Exc, no engenho Tabocas, armado, com
dous guardas-costas, e queachou em S. Exc.
a condescendencia de altender, que elle ha
pouco havia escapado aumtiro, para nfio
traucalia-lo c aos seus satlites, entre os
quaes talvez se cliasse algum peior do que
o Innoccncio .'
Cerlamenlo no lie digno de crdito o
maior cnn-i lur ii;,"io quanto elle disser.
I.eia, como cu, com todo o vagar aquelle
artigo, e conhecer que elle he o maior cor-
pode delicio contra o mesmo alfares, que
(/onide icsgnardo acba-se em laescsmpa-
nii.i-, que sempre tem sua disposiffio ami-
gos para suas bravatas ; que temi comsi-
go qual i o soldados nfio prende Innocencio,
quando o vai malar, mas prende-o depois
na feira ; que cerca casas, efleclua prisOes
sem ser em ll*gr*nle ; que ameaca o desta-
camento ; lin lmenle que prsenla entre
seus amigos jan criminoso de morte, fgido
lia poucos dias da cadeia do Inga.
Sim laessfio OS amigos do Sr. Assumpcfio,
sendo ello um pacifico pai de familia, ao
passo t-.o padre Lindolfo, a quom couheco
desde a infancia sem a menor nodna de nfi
gue, sem o menor vicio, que so Iho possa
notar, he de ms entranhas, c carcter sevan-
ila !
Ah, se aquelle padre descesse a responder
ao dito seutior, talvez Ihe dissesse, que lu-
Senhores redactores.O negocio hoje b
serio. Cumpre-me atacar seriamente o mal
que vai progred .ulsilcs hydroi b.lluras de qoe se cham fe-
ri ios os do Liberal Pernambucano.
Antes, porm de ludo, releva explicar-
me ante o pnklico soore urna especie de pa-
rodia de que me serv na iniulia ultima cor-
respondencia, visto que osespiritos mal in-
tencionados hilo feilo jogo e grande royate-
rio desse, modo porque entilo me expnmi,
eque, sob corlo aspecto, poJeria quando
muito ser olhado como um mero brinco de
imagiiiacfin.
A pedra de escndalo he a seguinte :
Zoilos tremei.... depulacJo es minha...
Estas expressOes, cujo sentido obvio he o
sublime do escaroeo para com es meus per-
versos ggressores, teem silo malignamen-
te interprtalas pela malevolencia de uns,
mu f de outros, o ignnrancia de alguna !
Quem despido do prevenefio tiver acom-
panhado o pensamento da minha cilada cor-
respondencia ; quem com um pouco de cri-
terio bou ver i, Hendido para es formulase
lom predominante daquclla ligeira produc-
(So, ha de necessariimeute ter conlucido
que o o cu lim nfio foi alardear da sorle,
mas sim mortificar com aquella hyperhole
pungente a chusma dos gsos que mcla-
u-iiiii ; quiz Igualmente significar que o
bom senso da minha provincia he t .o sup-
rior sos tramas e embustes da perversidade
dos mous adversarios, que, por mais auda-
zes quo elles so aprsenles], eu triumpharei
sempre de suas urllduras infames.
Eisaqui lodo o srgredo do pensimcnlo
queentSo emitli I
E pois, recusar a sinceridade comque ora
mo explico, seria maior loucura do que a-
quella, de que ou estara tocado, se por
ventura me persuadisse por momentos de
que a minha deputaffio he infallivel, por
mais certos o soguros que podessem seros
meus dados. Era necessario que eu fosse
Uo papalvo como os meus adversarios para
nfio conhecer a incerleza e riscos de nana
candidatura, cujos resultados sfio por va
de regra as decepc.0es mais rrucis
Esta he por tanto a verdad-: em sua maior
nudez. Todo aquello que a nfio aceitar, he
porquo quor acidiosamente conservar n'al-
ma o espiulio da prevengan. Com os que as-
sim peusarom se nfio enlende a minha jus-
iilicacfii, Eu mo dirijo aos espirilos since-
2
llrigoe francez avegateur- mercadorias. correnle,manda fazer publico, que nos dias baneo de Pornambuco, se avisa aos Srs. ac-
llarca americana -- Grampui taboado. [6, 7, e 9 dodezembro piukimo futuro, vai ciomstas que a tercira e ulliioa prestacSo
lliate braslleiro -- llamos i. mercadorias
o charutos
RKNDlMEfiTO NO MEZ DE SOVEMBItO
1)E 1853.
Rcndimenlo tolal ll4dJ0B,468
Reatltuleea 48/000
n. ...
.'.I 1 .lilelo1-
506:319,356
Dirciloa de consumo
le-i de 1 por cento de reexporta-
(fio para os porloa do imperio -.'.ul_l
Ilumino de tul le i(.o 10,000
l.\]iiilii o o de 5 por cento doa gc-
neroa com caria de guia 115,554
hilo de 1)2 por ccnlo dos gneros
do|paii 321,1P7
loi i de l 1/2 por ccnlo dos gene-
ros llrrea IJ2.2I
Ai ni i/en.i,;, ni de 1 por ccnlo daa
mercadorias l.-eil.l
Dila dita da plvora 237,855
Premio de l/l p. c dos assignadoa 4:814,01S
Mullas calculadas nos despachos 382,715
Ditas diversas 7.&00
Sello livi 21,280
Patentes dos despachanles geracs 100,000
I ni. doa Ututo* dos meamos, dos
caiaeiros despachantes e ajudaotca
doa despachantes 2,400
Emolumentos de certiddes 19,080
511:481,158
as segu in les especies.
Dinheiro 277:814,152
Asaignados 238:816,108
Depsitos.
Embalando no ultimo
de outubro
Entrados no correle
1I1IV .
Sahidos
20:837,088
2:353,532.
I
Ria
23:191,500
7:94o,33J
I5:22,l68
Eiistentcs
as teguinles especies.
Dinheiro 37s,l51
Lcltras H:868,on
. Alfandcgi de Pcrnambuco. 3o de novembro
de 1852. O cscrivao interino, Francisco de
Pauta Goncalves da Silva.
CONSULADO GERAL.
lo isso cabe a quem no lempo da adminis- '"ose rasoaveis ; aquelles para quem o erro
trueno do honrado Sr. coronel Uczerra veio
de.Natuba, com uns presos, pedir perse-
guirlo do Calafangn, quo o pintou com as
negras cores de una alma de azevide, e
boje he o s mnoli me tangere.
Mas eu nfio lenho procuraffio para respon-
der oor elle, o elle que o faca, se quizer.
Eu j Ihe refer a historia da tirada do pre-
so Innocencio do poder da escolta, e fique
certo de que ella foi como Ihe disse.
O alfcres Assumpcfio despeitado por nfio
poder hoje fazer na Barra o que outr'ora fez,
de dominar pelo tenor como seu sogro, vo-
cifera contra quem ovafazenio respeitar
Rendimento dodia 2 a 29
dem do dis 30 ,
lio martyrio, o a verdade alimento.
A ininiia cleifio, dl-lo-bel com franqueza
corre por conta dos homens honestos da
provincia, a cujos favores me lenho entre
gado.
Se S lunillas amillone:, ving.-irein, daroi
inlinitas gracas a l)*os o aos que me elege-
rem,; se, porm, forem mallogradas, nem
por isso iicne.| era i ei da sorte, nem 13o pou-
co dos amigos, porque foi sempre esta a
minha philosophia poltica.
Qusnlo a rede de processos monstros ero
que os milhafres do Liberal me julgam em-
maranhado, o publico saber mu breve at
49:1*7,696
. 2:884,881
52:032,577
RKN DI VENTO DA MESA DO CONSULADO
DESTA CIDADE NO MEZ DE NOVfcMBItO DE
1855.
Un. iluwle |,ni remo 48:60b,()3J
Ancoragem 1:439,400
Direitos de 5 por cento 35,000
Espediente das capalazias 716,920
Multas 264.128
Sellos 8S6.03
Emolumentos drccilidciea 14,560
Dicersas provincias.
3:336,9s4
52:032,577
a Ici, e contra os que nflo sympalhisam com que ponto lem chegado a imtnoralidade, e uiiimo do tisQSo ao r10
a. ... a i I___a^...*n .1.,..., irmilii il.iam la a.nluai ma "
a suciedado Ihugg'al, da qual quer consti- malvadez dessa gente descrila, a
tuir-se defensor. 'a atrocidade he pia ; a corrupQfio
nleaqual, Grande do iione
de santa! Dito dito da Parablba
He multo a proposito a resenba dos assassi-I Sim, eu provarei muilo breve que os taes Oito doasaacar da dita
ilos iiifelitmcnie perpetradoa nesta proviocla, {processos quo me emprestam sfio o fruclo Dito dito das Alagoaa
que vein no cabrr-alho d'aquelle indigesto aran- jja mais tenebrosa concepcao; concepcOo
sel; porque cm verdade so assim oa honicus que su 0 demonio do infamo poderia sug-
da acliial.dade lerao em memoria as obras dos 3se assassnos da honra e do crdito
r'c^c^Zr^r^cZ^n,^ '" df.socied.de
far-nos-bia um favor aquelle arliguisla se rC. brastleira, em cujo seio sacudiram para
servassciim dia pra commemoraco dos lina-1 sempre o faxo da discordia civil, e queso
dos no dominio dos cinco annos, porque s as- i se oulrem dos translornos e revezas daquel-
sim poderiamos faxer uin paralcllo .la morali- [ les, que OS tem sabido esmagar om seus as-
dade das duas pocas. sumos de delirio, em seus projeclos de san-
aquelle ilitigo que os assasslnns daqurllcs' Bue L-0tra a seguranca da patria f E por
7,121
2:838,029
372 676
785,260
riiim.o
novamente a prarja para ser arrematado pe- de suas acedes tem de entrar para a caixa do
rante a junta da fazeoda da mesma thesou- mesmo banco, desde o dia 2 a 15 de Janeiro
raria a quem maior preco offerecer, as pro- prximo futuro, em cujo acto Ihos serfio en-
priedsdes abaixo declaradas quo foram ad- treges as mesmaa accOos. Banco de Per-
judicadas i fazeoda provincial, para paga- nambuco 18 de novembro del852.--0 .M-
menlo do sello de lu-ran; do flnado Jos cretario do conselho de direccSo, II, I. de
Ramos de Oliveira. OMveira.
Um sitio denominadodo M.i noel silo Da -
estrada de ponte de llclina, com casa de VI-
venda, coxeira, estribara, senzala, e arvo-
redos de diferentes frutos, avallado em
6:000,000 rs.
Urna morada de casa terrea junto ao dito
sitio, com seu quintal e com alguus arvore-
dos, avallada em 2:000,000 rs.
Una dita om S. Amaro do bairroda Boa-
Vista, com seu competente torreno junto, a-
vahada em 1:000,000 rs.
Una dita na ra da ponte Velha do bairro
da Boa-Vista n. 16, com urna meia agoa nos
fundos, avahada em 2.000,000 rs.
Os prelendetites comparecam nos dias a-
cima indicados ao meiodia na sala dasses-
s-s da mesma junta.
V. para constar se mandou alisar o presen-
te e publicar pelo Diario!
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 26 do novembro de 1852.
O secretario, Antonio Ferreira d'Annun-
ciaefio.
-- O tribunal do commercio da provincia
do Pcrnambuco convida aos senhores com-
merciantes nacionacs matriculados e resi-
dentes noste districlo, comparecorem com
DIA 2 BIS DEZEIW-
BRO D 1852.
Anniversario natalicio de S. Al.
ImpciMtlor do Brasil.
18.' RECITA DA ASSIGNATURA.
A clioga la do Exm. presidente da provin-
cia, subir o panno e ser cantado pranle
a E(Iig;ede S. M. I pela companciia drama-
tica, o hymno nacional
Em seguida repreaentsr-se-ba, a pedido
seus votos no dia 15 de dezemhro as 9 horas do muit y,eM0%Si 0 excellente drama em 3
da maullan, na secretaria lo msalo,nlim de >r|,PS ornado de inii-ici.
ah se proceder a eleicfio dos dous deputa- /iiifAnn w\t\ n n i i n
dos commerciaes, que para o seguinte qua- t\ ( \|||kl. \ I||| |(|W|k
triennio de 1853 a I856,tnm de substituir os U VilllIUHiiJ IIU llvtlV.
actuaes senhores deputados Jo.lo pinto do ,, .
Lanos e Joo Ignacio de Medeiros Reg, na ersonagetlS e actores.
forma do titulo nico do cdigo commer- 0 desconhecido, D. JoSo V. 1. t. Bezerra.
cial, e decreto do 5 de setembro de 1850. 0 Cames M. J. Mendes.
E para constar mandou o sobrediclo Iri- Diniz Homem F. do S. CuimarSes.
bunal fazer este, que assignado polo seu se- Sebastiilo de Arroda ~ B. de Sena,
cretario, ser publicido no Diario desta ci- Lourenco Cameiro -- L, A. Monteiro.
dale, e alisado na praca do commercio com Manoel Esleves -- R. J. de Araujo.
alista deque treta o atligo quinto do cita- Bartholomeu P B. deSanla llosa,
do decreto. Antonia do Menino Daos D. M. A. Mon-
Secrelaria 29 de novembro de 1852 Joo Iciro.
Ignacio de Jledciros Reg, sorvindo dse- MarianaD. Manoala l.ucci.
cretario. Urna criada N N.
.----------------------------------- Homens o mulheres do campo, e ofliciaes de
Declarat;oes just,
I
O resto dos hilheles acham-se desde j
- De ordem do lllm. o Exm. Sr. director V"1'* oscriptono do theatro ; advertin-
gcral da instrucefio publica, fac saber a du-se que as pessoas que, encommend.ram
quem convier, que S. Exc. o Sr. presidente bilhetesdoverSo boje mesmomamla-los bus-
ouve por bem mandar por a rao theatro, e quo estes so se venden, pa-
da provincia houve p
concurso a cadeira de latim de Iguarassu',
criada pela lei provincial n. 287 de 4 de maio
ultimo, designando o dia 30 de laneiro pr-
ximo vindouro, para o respectivo exame.
Directora geral 29 de novembro do 1852.
Candido Eustaquio Cesar du Mello, amanu-
ense archivista.
('.amara municipal.
ni duas recitas, esta e a seguinte.
19." RECITA DA ASSIGNATURA.
Sttbbado 4 ,|(' dezembro de
185a.
Depois do urna escolliida ouvertura subir
Pcranlea cmara municipal estar tiro pra-. scena o excolleote drama om um acto, or-
4:003,086
56:035,653
Depsitos sabidos
Ditos existentes
838,149
2:436,336
Hi
Infellzei que
sao bem coubecidos ,
que digo estas verdades ao grupo incendia- Rendimento do dia 2 a 29.
oesla provincia,, que nao tem soUndopunitao. ?, do*Libai imputam-mo deeHos e ci-
l'oderao ser conlKcidos, na ho como auto-' ... Y e ,
rea d'aquelle, crimes, e se fallo a verdade, ve- mes que SO Ibes negrejam na Tace .'
ihaqucui quizer dar as denuncias, c oUcrccer O publico, pois, que me au julgue sem
as irstcinuuiiaa que catn certo scrao aceitas.' ouvir-me; eu serei constante em esclare-
Venba o rabiscador doailiKO, c se o nao fizer ce-1 o
Mesa do consulado de Pcrnambuco, 3o de
novembro de 1852.--Oescrlvo, Jarmar Gerardo
Mara Lnmachi de Mello.
DIVERSAS PROVINCIAS.
. 3:873,199
30.........129,889
4:003,086
recolha-.se ao silencio c oao
adniiiiisiracao por todo
eooslderaeao.
O Sr, coronel Estevo traa de promover o
processo pelo aeu fcrinicnlo, nao nesta provin-
cia, csim cm Coianna dessa,* mas anula nao po-
de conseguir nada.
O processo do infelii vigario da Taquara esla
abeito c nao ha teslemunhas. O individuo a
calumnie a una j Recifc 30 de novembro de 1852. Josquim
respeitoa digna de lpint do Cempos.
Senhores eleitores.He um dos peccidos
que ofrende o Espirito-Santo, negar-se a
. verdade conhecida por tal. Vmcs lom por
quem se attribue o Uro e morte do infrlii Lima,. vozes publicado por este Diario diferentes
da bahia, csi preso, mas nem apparecein tea- capacidades que pelo direito de lilhos desta
provincia, servicos prestados, o inteligen-
cias, estSo no caso de serem votados para
deputados da assenibla geral, o se de faci
este proposito he consciencioso nicamente,
permittam lombrar um pernambucano que
em todas as crises se tem sabidamente sacri-
ficado com dislinccfio, honradez, e Intelli-
gencia ; dospresando cm taes occaslfles dos
seus servicos, o amor de sua vida, o dos seus
interesses particulares, sem que dahi lenha
obtido um saldo a favor. He este senhores
eleitores, o tcnente-coronel Antonio Carnei-
roMachado Rios, considerai na ap.licacfio
da sua herdada fortuna, considerai nos re-
levantes servidos prestados voluntariamen-
te em 1826 quando poz termo aos mal feito-
ros do Arraia;. Casa Forte, Monteiro. Api-
pucos etc..considerai nos servicos prestados
em Agua Pela em 1830 e tantos, considerai
nos servicos prestados na Abrilada, consi-
derai nos vi vicos dos dias 26 e27, conside-
ra a liiial.iius servicos prestados em mais de
3 mezes de noulo, a no ate no pateo da ma-
Iriz da Bna-Vista, aonde muito perigou a
sua vida, edeixou de promover os seus in-
teresses particulares; concluindo aquellos
sabidos servicos, com os do fatal 2 do fove-
rciro de 1818.
He por lano, sonhores eleitores, o tenen-
tc-coronel Machado Ros, um pernambuca-
no, esl sobre-carregado do relevantes ser-
vicos, e tem intolllgenciss colhidas por sua
aclividade, curiosidade, e experiencia dos
factos, o crises de sua provincia. Apartai
este nefando rancur de urna qualquer pre-
venefio, s le gratos, com o recouhecimento
de um pernambucano honrado ,e publicai
fumigo, que para deputados da prxima as-
seiiibia geral os senhores perotnbuca-
nos :
Tenente-coronel Antonio Cameiro Machado
Ros.
Manchal Antonio Correa Sera.
Couselheiro Antonio Peregrino Maciel Mon-
teiro
Consrlheiro Sebastiilo do Reg Barros.
Commeniador Domingos Malaquias de A-
guiar Pires Ferreira.
Dr Francisco de Paula Baptista.
Dr. Joaquim Villela de Castro Tararos.
Dr. Anselmo Francisco Piretli.
EmpregaJo publico Floriano Correa de
Brlto.
Dr. Antonio Francisco Pereira de Carva-
llo..
Dr. Manoel Mendes da Cuuba Azevedo.
-Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mallo.
Dr. Jeronymo Villela de Castro Tavares.
De um verdadeiro pernambucano.
o-Niii.il) i-- c mo provas contra elle.
Qucieiia u lal senhor do arligo que a polica
e talvez aindi mais, que S. Esc. Toase prenden-
do a quantos o Aigot c o Liberal, e n voz de al-
guem, fosse denunciando como autores de cri-
mes? Se asiim fosse entoo Sr, alferes Assump-
cao eslaria na cadeia, porque em Naluba lbe
jiu iiiui-oi algumaa brlncadelraa, c ha quem es-
teja mudado para nao brincar com elle.
Porque nao diz pelos nomes, o autor do arti-
go, os autores das morlcs que menciona ? Ser
por taita de coragein ? Talves; mas lem a sul-
ticientc para insultar o Exm. prealdente desla
provincia, e ao aeu aecretario.
Mu porque cases sao honestos, c tal gente
deve ser rebairada ordem do artiguista.
Felluncnte anillos aao bem conhecidos ne-.ii
prodiucia.
loa nao del um cavaco ulo cumprido com o
aenhor alferesi'
Adeos, saude c quanto Le bom Ihe desejo.
Coiuiniuiicudo.
Nfio he uina censura, he sim um pedido
que respetosamente fazemos ao Exm. Sr.
Marechai Antonio Correa Sera para que se
digno mandar prohibir que Iransitem pelas
calcadas, os soldados, em corporaefio, visto
como, alcm de nfio parecer bem, he assas
iiicoiiiino lan o ao publico Itdar, por isso
que obrigam elles quasi sempre a fazer re-
colbcr as portas das casas as pessuas que
passam, para so livrarem do encontros, e
empurros de corouhas d'armas.
Um incommodado.
ui'res|Jon RECEBEDOR1A DE RENDASINTERNASCE-
RAES DEPERNAMBUCO.
Rendimento do dia 30 .... 881,586
RENDIMENTO DO MEZ DE NOVEMBRO.
Srs. Redactores
D?sejoso de concorrer quanto em mim
couber, para o bem do meu paiz, e conven-
cido de que muito influe para esse lim a
eleicfio prxima futura dos representantes
desla provincia, nao posso deixar de offe-
recer a considerado dos Srs. eleitores os
nomes dos trozo candidatos abaixo declara-
dos, e que por spa illo-tiaeao, probidade,
independencia, c patriolismosSn incontes-
taveiu ente dignos de seus conscienciosos
suffragios.
Os Senhores :
Conselhetro Jos Bento da Cunha e Fi-
gueredo.
Itvtn. Dr. vigario geral Leonardo Antunes
Meira llenriques.
Conselheiro Antonio Peregrino Maciel
Monteiro.
Proprios nacionaes
Foros de terrenos de marinha.
Decima addicional daa corporaedea
de ni.ni inorta.
I,ndennos
Siza dos bens do raz
Direitos novos e velhos e de
chancellara
iii/.ima da dita
Matiieiiias do curso jurdico e
cartas de hachareis
Multa por infraccOes Jos regula-
mentos
l.ei.'lllUlilCli 'S
Sello livo e proporcional
Premios dos depsitos pblicos
Emolumentos
Imposto sobre lojas, c casas de
descontos
Dito sobre casas de movis, rou-
pss, etc., fabricados em psizes
eslrangeiros
Ditos sobre barcos do interior'
Oito por cento dos premios das
loteras
Taxa do escravos
Salario dos Africanos livos
Dito sobre carros
11,520
222,012
522,146
82,750
4:459,425
2:026,522
1:549,817
451,200
5,940
81,600
5:713,440
14,612
144,260
2:695,000
40,000
72,000
520,000
168,000
286,830
38,400
19:105,474
Reccbedoria de rentas internas gerars
de Pernambuco, 30 de novembro da 1852.
Mo impedimento do escrivSo,
O primeiro escriplurario,
Jfliro' Rodrigues dz Miranda.
CONSULADO PROVINCIAL.
. 2:697,281
Jiebastifio do Reg Barros.
Monsenbor Francisco Muuiz Tavares.
Desembargador Jernimo Martiniauo F-
gueira de Mello.
7 Doutor Jos Thomaz Nabuco de Araujo.
8 Antonio Coelho de S e Albu-
querque.
9 > Francisco Xavier Paos Brrelo.
10 Dr. Braz Florentino Manriques de
Souza.
11 Manoel Mendes da Cunha e Aze-
vedo.
12 Marechai AntonioCorre Sera.
3 Dr. Joaquim Villela de Castro Tavares.
Um brasileiro amante de seu mis.
Rendimento do dia 30 .
RENDIMENTO NO MEZ DE
DE 1852.
Direitos de 3 por cento
lio i-lies de 5 por ccnlo
Cap u na
Declina dos predios urbanos
Novos e vclhoa dirciloa
Meia aixa de eacravos
lOOJf por cscravo deapachado
Sello de ticrancas e legados
Emolumentos de polica
Consumo d'aguardentc
Imposto de 3 por cento sobre diver-
sos eatabeleciinenloa
Juros
Multas
NOVEMBRO
18:617.304
11:637,990
1:971,200
4:8i0,849
116,003
1:845,486
600,000
199,928
600
33,800
153,112
9,962
63,092
COMMERCIO
ALFANIIECA.
Rendimento do da2a2. .
dem do dia 30......
.497:620,931
. 16:888,527
514:509,458
Desearregam hoje I." ds dezembro.
Barca americana Miantonome carne e
breu.
Ilriguo inglez -- Carolinc bacaibo.
Brigue austraco Perasl familia de
trigo.
0:058,386
Mcaa do cousulado provincial, 30 de novem-
bro de 1852.Oescrlvo da primeira sec(ao,
Juno' Ignacio do Rigo.
Movimenio do porto.
A'aiuoi entrados no dia 30.
Parabiba -- 3 das, hiato brasileiro Flor do
Brasil, de 28 toneladas, mestre Joaquim
Antonio de Figuetredo, equipagem 5, car-
ga toros de mangue ; a Antonio Jos de
Castro. Passageiro, Tintiliano de Souza
Andrade Lima.
Rio Grande do Norte 9 dias, lancha farasi -
leira Feliz das Ondas, de 29 toneladas ,
mestre Vicente Jos da Costa, equipagem
5, carga asaucar.
Navio sahido no mesmo din.
Bahia e Rio de Janeiro fragata a vapor a-
mericaua haranac commandaule Loog.
Leva os meamos passageiros que trouxe.
EDIIAES.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial em comprmanlo da ordena do
Exm. Sr. presidente da provincia de 8 do
i;a all-lillfii I" le le/.-in lil o, o I o po,l o SO
bu- mscales eboceteiras por 250,000 rs.
-- De ordem do lllm. e Exm. Sr. director
geral da instrucefio publica, la.-o saber que
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, tum
designado o dia 3 de dezembro prximo vin-
douro para o concurso cadeira de instruc-
efio elementar do segundo grao de Muribo-
ca. Directora geral 29 de novembro de
1852. O amanuense archivista Candido
Eustaquio Cesar de Mello.
Raneo de Pernambuco.
Por ordem do conselho de direcola do
banco de Pernambuco se faz publico, que os
descontos para letras com o veuciiiientoal
seis mezes de prazo, se fazcm a nove por
cento ao anuo. Compra letras sobre o Itio
de laneiro, pelo premio que se convencio-
nar, e vondo-as lamben para all a dinheiro
vista, sem premio algum. Banco de Por-
nambuco 27 de novemlno de 1852. O se-
cretario do conselho do direcefio -M I. de
Oliveira.
De ordem do lllm. Sr. inspector da lim-
souraria defazonda se faz publico para co-
nhccimenlo das pessoas interessadas abaixo
declaradas, que dentro do prazo de 15 dias
lvenlo comparec T nesta Sfcrelaria, lim
de solicitaren! os:seus ttulos dos terrenos
de marinha, quo requcreraiu por aloramen-
to ; sendo que nfio conparecfio no i cen-
lo prazo perderSo todo o direito, quea elles
teubo adquirido, pelo facto do os haver re-
querido.
Secretaria da thesouraria de fazenda do
Pernambuco 27 do novembro de 1852. -0
ollicial maior interino, Emilio Xavier So-
breira de Mello.'
Itelacfio a que se refere o edilal cima.
Ignacio Firmo Xavier, Firmino Jos de O-
liveira, Francisco Antonio das Chgas, ce-
ral io i'eien ., Dutra, llazilio Magno dos San-
tos, Jos lleni i| ii o I mi.- nuil -i-, n iiiuaiin .
Mana do Carmo, Emilia Maria do Carino, Jo-
sepha Maria do Carino, Maria Cavalcantede
Alququerque, Jos Francisco Tavares, Fran
cisco Jos Machado, Francisco da Silva llar
linsLeal, Fortnalo Correa de Menezes, e
Francisco Martinsda Hoza.
Faz-se publico pola segunda secefio da
mesa do consulado provincial, que do 1* de
dezembro em (liante se principia a contar os
30 dias uteis para a culmine i, a boca do co-
fre, da decima dos predios urbanos, das fre-
guezias desta cidade e puvnac.lo dos A Toga-
dos, do primeiro semestre de I852 1853, e
que lindos os mesmos incorrem na multa de
3 por cento, todos aquelles que deixarem
de pagar seus dbitos.
Tribunal do comnicrcio.
De ordem do tnbnnal do commercio da
provincia de Pernambuco si faz publico,
que ltimamente se matricularam m -i tri-
bunal, os commercianles Joaquim Lopes
Raymundo do liiihar, CdadSo brasileiro,do-
miciliado na villa do tinto, provincia do
Cear, commerciante de grosso trato e a ro-
ta I no ; e Victorino Pereira Hila, cidadfio
brasileiro, domiciliado na cidade da Parahi-
ba do Norlo, commerciante de grosso Iralo
Secretaria 29 de novembro do 1852. Jofio
Ignacio de Medeiros llego, servindo de se-
cretario.
O abaixo assignado faz certo a quem
Ihes convier,que se acba no excrcicio da va-
ra de juiz de paz da freguczia de S. Jos des-
la ci lado, e da audiencia, as segundas e
quintas feiras as 4 horas da tarde,em casa de
sua residencia, na ra das Agoas Verdes
n. 66 Torqunto llenriques da Silva.
No dia 6 do correnle vai ser arremata-
da em hasta publica, as 3 lua- da tarde, na
porta do Sr. Dr. juiz de orphfios supplente,
a renda annual do sitio do Rosirinho, que
foi de Anna Rita do Sacramento, e he a ul-
tima praca "
Companhia de Bebiribe.
O caixa da co/npanliia de Bebi-
ribe, foi autorisado pela odminis-
trac3o a fuer o nono dividendo ,
a ro'io de 3,5oo rs. rs. porapolice.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES 1NGLEZES
A VAPOR.
No dia 1 Me desembro, espe-
ra-se da Europa o vapor Tay,
commandante Moas o qual
depois da domora do costu-
para os pollos do Sul : para
t'ali-so em casa da agencia,
na ra do Trapiche Novo n. 42.
Banco tle Pernambuco.
Por ordem do conselho da direcefio do
nado lirillill! JAOUES.
Terminar o esiectaculo com a muilo ap-
plaudida come lii em 3 aclos, ornada de
coros,
A vendedora de penis.
Principiar as 8 horas._______________
.visos mantimOK.
m
mo seguir
passageiros.
Para o Rio de Janeiro sali com muila
hrevidadea polaca nacional Nossa Senhora
lo Carino, a qual j tem a maior parto da
carga prumpti; paca o resto, passsgciros e
oscravos a frete, trata-Se na ra do Vigario
n. 9, primeiro andar, ou cern o capitfio Joa-
quim Jos Martina.
Lisboa.
Saho com brevidade o berganlitn portu-
gus S. Domingos, capitfio Manoel Concal-
ves Viaiina ; para carga o passageiros ira-
ta-se com o referido capilfio, un com o con-
signatario Joaquim Ferreira Mendes Gui-
rharfies, na ra da Cruz n. 57, segundo an-
dar.
Para o Arscaly salieimpreterivelmente
no dia primeiro de dezembro o imite Flor do
Cururipe por j ter quasi completo seu car-
regamento; para o resto da carga e passa-
geiros, trala-so na ra da Cadeia do liento
n. 49, primeiro andar.
Pnra a (iahia,
segu com presteza, o novo e bem
construido liiate nacional hamos
I. : para carga, ou passageiros ,
iraia~.se na ra do Trapiche n 16,
segundo anHar ou na da Cadeia
Velha n.a3.
Para Lisboa pretende sabir a II de de-
zembro vindouro a barca porlugueza Ligei-
ra, capitfio Antonio Germano Soares : quem
na mesma quizar carregar ou irdopassa-
gem, paro o que tom excellonles commo-
dos, dirija-so aos consignatarios Oliveira Ir-
ni.i.i. & Companhia, na ra de Apollo n. 14,
ou ao referido capilfio, na praea do com-
mercio.
-- Pora 1 i-lm i, com loda a brevidade, a
barca porlugueza Marii Jos, de que he ca-
pitfio Jos Ferreira Lessa ; para carga ou pas-
sageiros trata-se com os seus consignatarios
Francisco Scveriauo llabello dr l-ilho, ou
com o mesmo capitfio na praca do Commci-
co, ou a bordo.
Pura o Porto
sahe no da 21 do prximo mez de dezembro
a barca porlugueza Nossa Senhora da llna-
viagem, capilfio Antonio Ferreira Leite J-
nior ; tem parle do seu carregamento prom-
plo, o para o resto t passagciros,trsla-se no
escriptorio do Franciscj Alves da Cunha &
Companhia, na ra do Vigario n. II, ou
com o capilfio na praca.
Para a liba de S. Miguel o Torceira o
briguo brasileiro Aoiizade, caoilSo JoSo Lo-
pes >a Costa, deve ch"gar a este porto vindo
do Rio a qualquer hora, recobe carga e pas-
sagoiros para qualquer dos ditos porlos;
quem pretender, dirijs-se a Oliveira Inicios
& Companhia, na ra do Apollo n II.
1*8ra o !'io de Janeiro.
O brigue escum nacional 01 in -
da, segu no dia i do futuro mez de
desembro : para o resto da carga
e escravos a frete, aos quaes olTe-
rece os melhores agasalhos, trata-
se com os consignatarios Machado
& Pinheiro, n i ra do Vigario n.
19, segundo andar, ou com o ca-
|>ito Manoel Marciano Perreira ,
na Praca.
-- Para o Itio de Janeiro sogue viagom o
brigue brasileiro Marianna, capilfio Jos da
Cunha Jnior : quem no mesmo quizer car-
regar carga, escravos, ou ir de paasagem,
falle com o dito capitfio', ou com Manoel Ig-
nacio de Oliveira, na praca do commercio
n.6.
-- Para o Rio de Janeiro segoe rom brevi-
dade o patacho Santa Cruz, recebe carga e
passageiros ; a tratar ao lado do Corpo Sanio
ioja de massames n. 25.
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ti.
MUTILADO


Leil
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Undante Theard, ra Nova n. 3a.
Novamente acaba de receber de Frinc
i -ti*,, '....nmiantissitria polo ultimo navio, um grande e lindo sor-
LeilSo impoitantissimo ment de palitos, lint."de hrim cmodo
De ricos o valioso trastes ile mogno, ja- |ja escoceza para meninos, e modellosmu-
carand, amirello e ontros, par lodosos lo modernos ; juntamente recelieu umsor-
sorvicos, jolas do pra i eouro de le, ohjec- tmenlo de chapeos do palha com abas, di-
tos de cisquinli pratiad, pedris prociosis tos e .teda enfeitidos e sera entalles, tanto
solas, apparclhos do porcelana para chi,'p,ri moninos como para meninas, que se
um rico carrinho quasi novo de 4 rodas com j vendem em conti.
molasdebalancode primeirs sorte, promp- .. No engenho Cibeci de Negro preci
topara qualquar servio, piannoa dediire-'Si.se de um rap que tenha habililacOes
romes qualid.des, visos para llores, ricos para sor feilor: quera esliver natecaso,d-
espcinosde molduras douradas de difieren- ria.so ,<> becco do Peixe Frito n I.
tes tamanhos.ervilhas novas em latas.e cha-| _n dial de novombro furlaram um
rulos superiores de diversos autores, diver- quartao, da ra do Apollo, com os llgUIM
sos ohjectos de caprixo, e muitos outros de geguintes : cistanho amarello, pequeo,
costos dignos da altencSo do respoitavel pu- uom reto, o bstanlo carnudo, tondo 7 para
Mico. h :,.un-, de idade, o p csquerdo calcado al
Gregorio Anlunes do Oliveira, rorretor0 [>e:,,ior, urna barroca no quarto esquer-
geraleagonle de leiloes far o leillo; ci- i jo, estradeiro balso, umalistca em cima da
ma, soxti-feira 3 do corrente, lendo princi- mea, um talho no heico de cima, com mar-
pio as 10 horas da mantilla em ponto, por ca je cabello branconoassento da eangalha,
conta e ordem de diversos senhores, no sau .....,, deitador, gemo quando trabalha.mui-

grande irmizem novo, na ra da Cruz do
llccife n. 25.
l'iriclinVs do Icillo
Primeira. Os senhores compradores so
rogados a examinar com iUt losque arremataren!, pois que a nenhuma
eclamicSo so annuira.
Segn la. Dinhoiro a vista no acto da en-
ega.
Terceira. Commisslo do dous por cenlo
Ciclarla. Tolos os objactos arrematados
serSo entregues aos senhores compradores
at o dia 4 do correte, as 2 horas da tarde.
Aviso diversos.
O irmao escrivo da irman-
dade de Nossa Senliora da Concei-
cao, erecta na igreja da Congrc-
gaco, convida a todos os irmaos,
tiara que se dignem comparecer no
dia 5 do crrente, as io horas da
manhaa, no consistorio da mcsma
igreja, para se eleger, cm virlude
do artigo 4b" do nosso cotnpromis-
so, a nova mesa regedora, quelem
deftinccionar no anno de i853.
Attencao.
Us proprietarios da nova cochcira amarel-
la, sita na ra do Cano a. A, adverlem pela
segunda vez, as pessoas quegostam do dar
seus paaseos em carros, de dingirem-se a
mesilla, que acbarSo bons carros, e entre
elles ha um multo tico proprio para corte-
jo, sendo os bolieiios fardados.
- Aluga-se o primeiro an lar da casa da
ru do (Jueimado n. 9, para escriplorio, ou
para ponca familia : a tratar na loja.
* CONSULTORIO H'lMKOPATIIICO. t
+ Itua do Trapicho Novo n. 9. $
4, O Dr. Casanova, habilitado pela fi-
tp cuidada do medicina da llallis, lendo t>
4 voltado da Franca, a esta cidade con- v
i) liuua a dir consultas, eromedios gra- )
a> lis aos pobres das 7 horas da man liria -*
atea I hora da tarde, no Hotel Fran- *
i*9 cisco, epratici qualquer operario de #*.
( cirurgia ou de partos.
? N. B. Para favorecer a posicflo de ca- w.
? da familia, o doenlc que nilo for pu-
ta) hrc pagar a quunlia de 5,10, 15 ou *>
20,000 r- i- nunca mais, soja qual for >
o numero dasdoses do medicamento *
+ e visitas.quc a sua duenda puss|oxigir; j
a> Uto devora rutful ir sa conformo a 4
(, ..; .i i-i lide da molestia, o a posic.Su do j
A dnculc. Os OiOraVOS s tagaio .lo 5 *
<> a 10,000 is oslo aviso cniciide-scs- ;
"" nenie na cidade. J.
&**4** ?>**#***#
-- Aluga-se para casa capaz um moluque,
crioulo: a tratar na ra do Apollo n. 15.
-- Precisa-se de um forneiro bem enten-
dido neste odicio, assnn <...... lambem de
um trabalhador do masseira; na ra larga
do Rosario, padaria n. 48
-- Francisco Antonio Simas, embarca pa-
ra o Rio de Junoiro a sua escrava Joanna,
crioula.
Aluga-se pelo lempo da festa ou oor
anuo, urna casa no Poco da Panoli, ma Mangucira, com grandes 4 quartos e 2 salas,
cosinha fra e copiar no fundo da mesma
casa, lando excellente agoa da beber o por-
teo independenteda casa para serventa alo
quintal: quetn a pretendor, procure na ra
Hireila n. 137, sobrado de dous andares ao
pe da loja de cera.
Preci9a-se de um bom forneiro para pa-
daria : alraz da matriz da lloa-Vista n. 26.
Moje I*, de dezembro, na sala das au
diencias, e linda a do lllm. Sr. I)r. juiz da
segunda vara, sa ha de arrematar una casa
terrea n. 62 sita na ra da Guia do bairro do
liedle, penhorada aos berdeiros de Joaquim
Jos Kebello, por execucio de Joaquim l'i-
nbeiio Jacome c outros, cscrivo Cunta; lia
a ultima praca,sendo avahada por 1.000,000
de rs.
Attencao .
Qucm precisar de 600,000 rs. dando por
garantia orna casa terrea ncsU ci Jade.dinja-
soa/ua estrella do Rosario n 31, loja de
mobilia, que abi se dir quem faz esta ne-
gocio.
-- Precisa se de urna ama de leite sem li-
Iho, pga-se bem : na Trompe n. 27.
Acl>s-se fgida desda o dia 15 do cor-
rete a eterava, crioula, de norne l.ourcnca,
de idade do 30 anno?, pouco mais ou mano,
a qual veio da villa do bonito aonde foi es-
crava do collector Jos Victorino de Vascon-
celos, e vendida'neata praca pelos Srs. Mal-
tos & MigilhSes ao abaiso assignado,do po-
der de quem rugir, sendo us siguaas 'la
n.c > .a escrava bem salientes, por tor no
braco direilo, lado nforior, algumas costu-
ras, no rosto lem u.na lislula, a qual diz el -
la ser proveniente de dr de denles, toin os
lornozelios luchados, as mos a os ps mal
faltos, estatura regular, alguma cousa mal
parecida por issn roga-se a lods as auto-
ridades, tanto policiaes como capilflcs de
campo, hajam de a capturar e leva -la a loja
da ra do Queimado n. 9, a entregar a seu
senbor, que serSo bem recompensados.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Attencao .
Eofeilam-se bandejas do bolos para casa-
mentos e bailes, com lodo o ssseio e prom-
plidfio, por presos mais commodos do que
em oulra parte l no oitSo do Terco n. 2
Ha um escravo ptimo cosinheiro para
alugar, na ra do Vigario n. 7,aonde os prc-
tondenles o podem procurar.
-- Itoga-sa a todas as autoridades poli-
ciaca e. capilSes de campo, que b.ijam do ap-
I rende- a preta Marcelina, do genlio de
Angola, que se arha ausente de casa desde o
lia 2S de novembro desle correnle anno,
lendo um signal calerislico das pernis tor-
tas; levou vestido um roupSo cor de rosa ja
usado, e panno da Costa d mesma forma :
quem apegar, dirija-se ao paleo do Hospi-
tal do Paraizo n. 10, que ser recompen-
sado.
-- Precisa-se de urna ama para cosinharo
diario de urna casa, eum molequepara fa-
zer lodo ser vico de urna casa: na travissa
do Corpo Santo n. 29.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da ra do Crespo n. 6, muito proprio para
f scriptono de algn senbor advogido.
lo cabollo na cauda, ignora-se o ferro por
estar muito apagado, e mesmo nflo lar-se
il e le ni i! .i laiubranca : roga-se a quem o
apprehonder leve-oa ra da Madre de Deosn.
36, que se pagar.lo tulas as despezas.
Precisa-se de um foitor quo ontenda
do plantadlo, para um sitio; na ra da Con-
cordia, primeira casa direita.
Na Soledade, ao p da Tiempo .casa n
70, aluga-se para esas cst'angeiras, por-
que a isso est acostumado, o bom conde-
cido moloquo Joas, co-inha, sabe comprar
he liel e uSo bolio, c he diligento
Ao publico,
fi-se urna casa do pedra o cal para passir
a festa, sita na passagem da Mag lalona, com
a eondifio do fazar-lhe um pnqu -no c inser-
to que precisa : para tratar na recobedona
geral, on no pateo da Penha confronte a
igreja.
I'rccisa-sc de nma pessoa forra ou cap-
tiva, que cosinhe soflVivelmente, para casa
de pouca familia : mi armazem da ra da
Cadeia do Rocifo n. 62.
~ Offerece-sa um rapaz brasileiro parB
ciixi'irodc roa ou para cobrar dividas, aqu
na capital ou lora dola : quem pretender
dirija-se ao Palco do Terc.o venda n. 7-
-- Jos Malillas ConcalvesGuimariIcs.lendo
de rolirar-so nu prximo vapor, para a'sua
provincia ( de8. Paulo,) c nlo poden lo des-
pedir-se pessoalinente de to las as pessoas
que o hotiraram com sua amisade, o faz por
meio deste, oiTerecendo os scus limitai'os
prestimos n'aquclla provincia. O mesmo
aprovoita a occasiSo para declarar que nada
devo nesta prr;a.
Precisa-se alugar um preto captivo pa-
ra andar com urna carroca : na ra do Pas-
seio, loja ii 21.
-- O Sr. Francisco Tavares de Mello o Sil-
va tom urna carta viuda do (nato, na ra do
Sol n. 9.
Prcrisa-se comprar papel de cmbrulho
impressos, assim como diarios, tullirlos ou
outro qualquer papel: no pateo da Santa
Cruz, padaria n. 106.
-- Precisa-se fallar com o Sr. Francisco
Joaquim Marques Porgas, o negocio de seu
interesse, e roga-sc annuncie o lugar de sua
residencia.
Itoga so ao Sr. Jos Cipriano Anlunes
(mais conhecido por Quirino) que venhs ti-
rar seu relogio que deisou einpcnhalon
ra Nova om 6 do setembro da !85t,dizando
s r por poucos dias; senSo o fizar nesles 8
dias se dir o que foi.e a manaira.
Grande fabiica de clupeos do sol.
Hua do C'ollcgio n. 4-
S. Falque, faz scicnto ao respntavel publi-
co da Pernambuco, o em particular aos s 101
ficguezes, que aciba de receber da pars,
como do Rio do Janeiro, da fabrica da Fal-
que l r ni I i-, um lindo e completo sorlimen-
to de chapeos da sol le se la e do pnnniiih
lauto para liomons como para senlioras.ten-
do para o piioieirosum escnlhido sortimen-
lo do chapeos de sol com cilios intriricos os
mais linios,que tem viudo em caricaturas
diversas, ditos de canna, etc. ; gran lo quan-
Udede de sedas e panninhos em peca para
cubrir armacOes sortidas, ss quo forcm do
ferro eiivernisam-so que licam novas, ba-
l-ias largas, esbeitas o deaco para esparli-
Ihos e vestidos para senhoras, bengalas bo-
nitas, cobre so a concerta-se luda e, qualquar
qualidado de chapeo le sol: lodos osob-
jertos cima mencionados ven lem-se em
porco a a rotalbo por menos preco que em
oulra qnalquer parte.
Arrenda-so pelo lempo da fesla ou pe-
lo que se convencioriar, a pessoa com pe-
quen familia, um sitio com arvoredos de
fructo, a mor parle dos quaes dando, como
sejam osbcllus e grandes sapotis, laranjas
de umbigo c sfelecUs, viveiro enm pelxo nos
fundos desle, o boa casa do pedra o cal, na
Capunga ao entrar logo ilopois da ponte:
tratar na travessa da roa da Concordia,casa
1.13.
Passaportes.
Tiram-se passaportes para dentro e fra
do Imperio, despacham-se escravos.correm-
sefolhas, e liram-se titulos de residencia
para este lim ; procure-so na ra do Quei-
mado n 25,loja de miudozas do Sr. Joaquim
Monteiro da Cruz.
Mr. llenrique Lacaze tema
lionra de avisar ao publico que ,
brevemente vao comecar no thea-
tro de Santa Izabel, as su s repre-
sentaedes de physica, piestidigita
ran, polyorama phantasmagoria
e magnetismo. Mr. Lacaze dispon-
do de um rico gabinete, apesjrdos
prejui-os soli idos durante o trans-
porte, espera satisfazer completa-
mente o publico prnambucano, e
produzir a mesmi impressao de
iuc loraiii testcmttnhas varios so
beranos da Euroj a, bem como to-
das as pessoas que l'requentaram o
seu elegante theatro dos Campos
Elyscos em L'aris. Us espectcu-
los serao circunstanciadamente an-
ntinciados nos jornaes, e as pes-
soas que desejarem billieles para a
primeira repiesentaco, pdem di-
rigir se ao director Mr. Alexan-
dre, na ra da Cadeia de Santo
Antonio, na casa em que foi a so-
ciedade Apollinea.
Lotera de iN'ossa .Senliora
do Rosario.
tbesouiciro annu ici.t que, no
dia 4 de dezembro, andam as ro-
das desta lotera, visto as vendas
que se tem eito,n3o ser expassa-
do ; o resto dos meios billictes que
esistem estao a venda nos lugares
do costume.
Troca-se lambem por um pianno, o
realeijo ullimtmcnte annunciado na ra da
Cruz n. 34.
Precisa-se do urna ama: na ra do Man-
ye! n. 25.
Preclsi-se de urna ama para casa de ho
mem solteiro : no aterro da Boa Vista n.22
- Arrcnd-so urna casa Ierres, sita na
estrada real da. Capunga, para se paliara
festa, com 3 quartos quintal, o cacimba
com boa agoa : quem a pretender, emnda-
le com o inspector do mesmo lugar.
Padre Manool Correa de Rozendo Ro-
go rolira-sc pa a fra da provincia.
.Ni iii-i 11 Concorli i, primeira casado
lado do naseenle, aluga-m urna prela en-
gommadeira, cosinheia e hbil de todo o
m" \ ie.ii de lima casa : quem quizer aluga-la,
dirija-so a dita casa.
Manoel Joaquim Rodrigues de Souza
precisa de umeaixeiro que ontenda da fer-
ragem : na loja da ra do Queimado n. 28, a
tratar com o inrsmo.
'*?flS'W!P Ir* *??*****'"'
I- Precisa-so de urna preta oscriva que (9
i> saiba cosinhar odiarlo de urna casa, e *
r^
ftj comprar os respectivos arranjos; d- (9
i so 12,000 rs. mensars alm do bom
fr tratamento: na ra do Crespo, loja n. 9
t i; se dir, ou na estrada que Btravessa i
(I da Casa Forte ao Arraial,no sitio que 4
+ fui doSr. Paulino. <
#**+.-**** *S4m'4t4i*9V9
Precisi se de urna ama, para lavar e
enr-ommar, vindo pelas 6 horas da mantilla
avollando s 6 da larde; a quem convier
este negocio dirija se ao attarro da lla-V:s-
ta, loja do calcado u. 58.
II imoeopathii domestica,
-| ou instrucQOes para qualquer prssoa
f- poder curar iioma'opalhicamonto
nos lugares onde nilo ha me tico.
Contando explicar,0cs rubro a dieta
e rgimen bomceopnthico, preuara-
SSo dos medicamentos o repetir-So das
uses; um vocabulario dos termos
mdicos e suas denires, aecummo-
I:
J
dadas a perrnpcSu dos quo iguoram a
plir^seologia medica ; e um reparto- jg
^ rio nosologico das principaes enfer-
a midades quo grassam no Rrasil, mor- a
B mente no interior, com as indicac.0i'S W
S ili' ia. i uliea- mais essenciaes, ed'ou- S
il tre ellas as dos mclicamentos in lige-
( as, cuja patnogenesia behojeconhe- S
! cida por experiencias puras faltas na H
ESCOLA IIOMOEOPATIIICA e pelas Jj
obras do lir. Mure. i I
gj Obra til aos moradores das povoa- ]}
|| res remutas e quo se inleressam pe- M
t lo ticm da buinaiiidiide, |;
Q| PI-.I.O DOUTOlt CIIILDLOE
|g Seciolano da escola le> mi,-alinea }j
l do lira-il socio correspondente do j||
lnsliluto iiomcoopathicu o da socie- y
| didollalineiiiiiiniKiia do l'aris.das so- |
t ciedades bumccopatbicas de Londres,
9 llahuemanuiaua de Madrid,das scien-
cias medcaos de Lisba, etc., tic.
Esla lira er preced Ja de unii i ti -
^ troductflo, na qual o autor se oceupa
Ti com a dosciip\oo de suas viageus a
;-| Lu'opa, e cun as observares por e
'* lefetis corca dus principies hospi-
t^es quo all csaminou, bem como
I na noticias que colheu sobro u estado
^ o prugresso aclUiO.i da liomccopathia,
H e oiiilim com os resultados na sua
i propaganda as provincias do noria U
-i do imperio. O complexo dassas n>ate- B
sli ras fui mar um grosso vnliime in 8o, p
(I queja sa cha no prelu e brevemente :t>
i'
i.
.
V
.i.

- L
.1.
a
,
:.
1
sisera publicado. Subscteve-.'-c por
1) J0U0 is., pagos na entrega da obra,
| ims typograpnill Cuanauarcnse, ra
i do S. Jote n. 47, e l'arisiensa, ra No-
, |; va dotluviilor u.20 na casa do autor
I travessa das Partiliias n. I, e na
t oriCA HOMO'EOPATIIICA
(j rua da Quitanda u. 14,
,1: onde a dita ubra ser vendida depois
^ da publicada, com augmento de pre-
Qj (o. Na mesma casa se vendoiilo gran- :'j"
s des buticas iioniixopalliicas de globu- .
lose tinturas pru. ras para a HMOEO- :
l'AIIIIA DOMESTICA, por terem lo- L
dus os mo licanientos nella menciona- *
dos, como Umbuiii voidam-so cias ^j-
o carien as de medicainontos, dolo- g
dos os tainaniios, qur com glbulos, *
qur cun liuturas, e acceitam-so en-
cumuiendos do iiiadieamentus liomuj- '
opathicos pora as provincias, ludo jj.
por.presos os mais rzoaveis.
Nesta cidade, rua do Trapiche n. 40, 'XI
:-t segundu amar, sa daru quaesquur U
* esplica(;aes, aonde liuibom esla aber- -i?
. ti ii na asignatura para quem se dig- fl
iii nar turnar oxemplares desta ubra lnu i|-
H til, quanlo necessana ao povo cm B
(Jj geral e como seu autor recom- ib
a meuda.
mmmm -n*; -' -:
Atlenco.
Fabrica de chapeos de sol no
aterro da Boa-Vista n. 22.
Neste novo eslabelecimento recobeu-so
um grande sortiinento do chapaos do seda e
de panninlio para bomom, o ricos chapeos
de senhura do loda a qualidade, e um gran-
de sortiinento de pegas de seda c do panni-
nliu para cubrir armaqes velhas; nu mes-
mo estabeleciinenlo so faz lodo o concer-
tnos ditos chapeus, e todo o objeclo que
cima se menciona, se vende por menos do
que em outra parlo.
mtm m ^-'a- ~v;''- --,=
m -- Gusset Rimunt, professor de lio- ;
r mccopalhia pela escola do Itio de Ja- p
Ol neiro, continua a dar consultas gratis y
17 aos pobres todos os dias utois, das 8 Q
I horas da manha at ao meio da, 110 \
W seu consultorio, rua das Cruzas n 28 jj
m i ::.&amwMmwmttm
Precisa-se de urna ama smente para
0 servicu interno do cas de pouca familia :
na rua du padre FlO'iano sobrado da qui-
na n. 5.
Desappareceu no dia 26 de outubro
prosimo passado, um escravo de Angola, de
idade 40 anuos, mais ou menos, de nome
Antonio Velloso,cujossignacssSo osseguin-
tes :altura regular, cor nilo multo prela,
barbado, com falla de cabellos nomeioda
cabc(a,alguus cabellos brancos.beicos gros-
sos, bocea regular, mos o psgrossos : foi
escravo do um sonliorciamado Antonio Vel-
los: esto escravo bo casado com urna negra
de nome llosa, baisa, mais velha que o ma-
rido, e servia do parleira 110 mato, 1 qual
acha-se tamboin fgida dosde novembro da
1850. Depois do possuidor Antonio Valioso,
passaiam a ser eseravos de Carlos Percira da
Silva, hojo fallecido, e presentemente per-
toocema Antonio Caldas da Silva : quem os
pegar, ou dalles der noticia certa, ser ge-
nerosamente recompensado : no Itecife, rua
di Prail. aritiBie.ni II. 18.
Daguerreotypo .
No aterro da Koa-Visla, sobrado n. 10, ti-
ram-se retratos a daguerreotypo, das9 ho-
ras da mauliSa as 3 da tarde ; lambem vam-
sa lirar em casas particulares. Copiam-se
retratos de daguerreotypo para miniatura
com exaclidSo ; existindo para o meamos
retratos caixn e quadros de goslo particu-
lar.
Na rui di Camboi do Cirmo n. 3, se
dir quem rebate sidos o ordena los.
Anda esl por alugar a casa de um an-
dar di rui doSeve, prOprii para numerosa
familia a tratar na 1 ua di Cideia du Recifo
n. 53, segundo indir.
Modas francezas.
Rtia do aterro da Boa-Vista n. 1.
M dame Mi Huellan Uucssird, avisa ao pu-
blico e is suas freguezas, quo tem a venda
presentemente um mui oscolhido sortimen-
lo daa ultima modas de Pars, chegadas-pe-
lo navio Cont Koger; lindos chapeos de se-
da para senhori enfeilidos de blondo ver-
dadero c plumas finas, ricos capotinlios p
chales do reda, capotinhos de bico branen
ultima modi do vorflo, chapeos di 11 tuna
moda pan montara, veos para os ditos, ro-
meiros n cabeces de bicu de quilidade su-
perior, ricos chapeos de pilhi fin di Italia,
ricas litas de todas as larguras, chapeos de
seda,ditos de palha,ditos de reda para meni-
nos e meninas, mangas de bico, trancas de
todas as qualidades capellas e flores para
noivas, veos para as ditas, ricos enfeites pa-
ra bules, loncos de seda, cimisinhis lingin-
1I0 coletesde fil ncamhraia,lencos de cam-
braia para nios, luvas, ricas capellas e cai-
xos de Cloros finas, cambraia da linho, fitas
do veludo, bcos e rendas de linho, fitas,
cambraias, tarlatana, cassas linas, ele. etc. ;
essas fazendas se vondero por precos mui-
to em coi.ta. Nessa casa bem cunhecid pe-
lo bom gusto que exista nosobjeHos fabri-
cados nella, e conttnua-se a fazer chapeos,
toucadores c vestidos de bailo ou casamento
para senhoras vestuarios do baptisado, e
mais enfeites proprios para senhoras.
- Aluga-se tima casa no Cachang, com
estribara, cncheira, e com commodus para
grand^ familia : filiar ni roa Nova n. 63.
-- Alugam-se as duas casas terreas novas
ns. 4c 6 na rta do Pilar om Fra deportas,
o a loja do sobrado na rua da Cuii n. 17, eo
tarceiro andar do sobrado na rua do Amo-
rim n. 46; a tratar com o proprietario An-
tonio Jonquim de Souza Mibciro, na rua da
Cideia n 18.
Aluga-se um primeiro andar, proprio
para prquena familia ou pessoa solteira : na
rua da Senzilli Velha, defroole da padaria
n.98. s
-- Precin-so alugar urna preti cativa, pa-
ra o servico interno de urna casa de pouca
familia,o em quanlo 10 aliiguel nflo sa olha:
quem quizer fazer este negocio dirija-se ao
largo deS Pedro n. 13.
O abaiso assignado par-
ticipa aos seus freguezes
que doisa do ler cavallos
de aluguel cm sua cochei-
ra, u passa 11 lar bous car-
ros para 11 mesmo lim,
tendo cada um o U bolieiro fardado e sem-
1 re muito limpos, os cirros principiam a
traballiardo 1* de dezembro cm diaute, tam-
1 -1. continua a receber cavallos de ti al 1 co-
mo d'antes. SebastiSo Lopes CuimarSes
Jnior.
-- Pracisa-se de um pret para cosinhar,
em urna casa de pouco servido : qucm tiver
annuncio ou dirija-se a rua da Praia n. 31.
Precisa-ee alugar urna negra que sai
ha cosinhar, para casa de pouca familia ;
quem tiver dirija se i rua larga do Mozario,
luja de miudezas 11. 26.
~ Desappareceu no dia 19 de novembro,
urna negra da Costa, do non o Dellina, sen-
do alta e secca do corpo, ollios grandes, e
com nlgumas impingeos nos ps, a qual re-
presenta ler 35 a 40annos; levou vestido
de chita com i.isento brinco o lislras ama-
relias, panno da Cosa, azul, o um (landres
novo com azaite de carrapato : quem a pe-
gar leve-a a rua do Trapiche, armazem de
assucar n. 24, que ser recompensado de
seu trabalho.
-- OITerece-se urna niulherpara o servico
interno de casa de qualquer homem soltei-
ro, excepto para cugommar; 110 palco do
Torco n. 17.
Desejl-Sl alugir para casa estrangtira
um preto cosintieno, dn bol conductn na
rua do Trapiche Novo n. 16.
-- Aluga se para so passar 1 lista, um
casa de sobrado, nu rea I do l'oeo da l'anal-
com commodos para gran le familia;
halar na rua da Souzalla Vaina 11 51, ou
ua Casa-Forte, na OIM confionto igrrj 1.
Mobili"s de aluguel.
Aluga-so mobihas completas ou qual-
quer traste separado, vonla le do aluga-
dor, o por preco omnmodo, lamhom se alu-
gam cadei as om graulo qumlidada para
ollicios 00 bailen j na rila Nova, armaznm
de trastes do Pinto, defrouto da rua de San-
to Amaro.
AS DE1.VTBS.
J. Jam, dentista, noticia au publico que
contina por denles artificiaos de porcelana
incorregiveis; o annuncianto incherta um
ou todos se fr preciso, asseverando a (odas
as pessoas que se quizer ulilisar do sau pres
limo,que nSo exige paga alguma nilo lican-
do osdenlcs tSo hem collocados.que n&o se
possi dilereiiear dos proprios nnluraes,po-
dendo-so masligar qulquer comida sem
sentir a menor dr nom recaiodens que-
brar; tarr.bem calca os liantes naluraes tu-
rados da carie, com ouroou priti, preve-
n 111.1 o a-mu 1 continuadlo da carie o dores,
e mesmo evitando por essa forma de passar
a carie dos denles furadospara us outros
sSos, como bem, limpa os denles em geral,
tirando as caries ou pedras quo tanto os
damnifica e coopera para o mo alito da boc-
ea nilo sendo tirado ; ha doz anuos que o
annuncianlo eserco sua prolissiio nesta ci-
dude, e os mullos ex 'tu, los que tem dado
nesso longo tempo ser quanlo basta para
o garantir: sua residencia, rua Nova n. 19'
primeiro andar.
- Iii-sa 130,000 rs. 1 premio sobre pa-
nhores de ouro ou prata ; quom o pretender,
dirija-se so aterro da Boa-"ista n. i,na loja,
queso dir quem d. *j
ADVERTENC ..,-
No novo estabelecimenlo de b-
llietes de loteras do Itio de Janei-
ro, situado na pra5a da Indepen-
dencia n. 4o, existe um completo
sortimento de*bilhe(es c cautelas
da 33. lotera do Monte Po, cu-
jos nmeros Ibram encommenda-
dos para aquella cidade, c quasi
todos com duas letras iguaes, n-
meros estes cm que costumam sa-
bir premios grandes, como bem se
observa pelas listas de diversas lo-
teras j passadas : roga-se, por-
tanto, a todas as pessoas, que qui-
zcrem esprimentar sua sorte na
nova casa, que se dignem faze- lo a-
t o dia 5 de dezembro prosimo,
dia em que se espera o vapor, con-
ductor da respectiva lista.
Deseja-se saber dus scnbo-
res Joao Uutra Wanderley e
Joaquim Dutra \Vanderley, am-
bos portuguezes, vindos de Lis-
boa para esta provincia: quem des-
tes senbores souber, e quizer dar
noticia, (aqual se pede do Hiode
Janeiro), o poJcr lazer no escrip-
torio de Manoel A Ivs Guerra J-
nior, na rua do Trapiche n. i4,
porcujofivor se llie licar agra-
decido.
Enlullio de graca.
Dl-se urna poreo de eiilulho de enliga o
lijlo, a quem o quizer ir buscar nos,Afoga-
dos, na rua deS. Miguel ao 1 i- da igreja : a
fallar no sillo de Guilherme Selle.
Casa para alugar.
Aluga-se o primeiro au lar do sobrado da
rua do Crespo n. 14, para escriplorio ou ho-
mem solteiro : a tratar na loja do mesmo,
com Jos Francisco Dias.
Precisa-se da urna criada para o servi-
co do interior,isto he de cosinha e engola-
do smente, mas que seja de ho conducta ;
paga-se bem e se dera bom tratamento
quem esliver nestas circumstancias innun-
cie para ser procurado, ou dtnja-so a rua da
Cadeia do Itecife n. 1.
Quem precisar do um bom cabriolol
usado com scus apparelhos auasi novos, fal-
le na loja 11 22 no aterro da lloa-Vista. Na
diti loja na para se vomlar um bonito globo
pi 1111-11 moderno, traste indispensavel em
sala de visitas, o um fagute para msica mi-
litar com sua compleme msica para o sa-
ber tocar.
i".'..- _.!__________*~**r^^mmmmm
Compras.
> Aviso ao commercio. -8
J, Visto a delerac3o da di- 4
t> reccao da associacao dos lo- *
2 gistas 'iesta pra9d recom- *
a nuil ..lulo aos seus mem- $
9
v
*
W
bros, de nao comprarcm, se- I
nao em 8 casas entre 17 im- >.
portadores de fazendas e
como os abaxo assignados
** sao unsdos interdictos ; fa-
m
v zem publico aos senhores de
engenbo, lavradores, lazen- (i
S deiros e commerciante.* 4
d tanto desta cidade, como do 9
? interior e ao povo ero geral 9
*j desta piata, que franqueam >
* seus sortimentos de fazendas *
nao me-
Cotnpram-sc costados de ma-
deira de louro, amarello, c sedro
cmpoicao; na rua da Cadeia do
licciic 11 a.'i, se dir quem (juer.
Compram-se eseravos e ven loin-sc
receham-sede commissilo lano para a pro-
vincia como pura lora dalla : na rua catreila
du Itusario s'Kuiidu au lar 11. 28.
Compra-se urna escrava de moia idade
que nilo tenha vicios un achaques: a tratar
na rua du Vigario 11. 20, segundo andar.
Compram-se trastos usados, e lumbem
se trocara por novos : na rua Nova, arma-
zem da trastes do Pinto, defrontn do rua do
Santo Amaro.
Compram-so 20 a 25 aeges da comp-
nhia da lleberibc : na rua da Cruz do bairro
du Itecife n 58, priraeiru andar.
Compram-se escravas evendem-so ro-
cebem-se de commissilo, tanto para 1 pro-
vincia, como pira fra della: na rua dos
yin 11 e n. 24, segundo andar.
-- Compra-se urna parelha do embonos
do se lro para barcaga : na rua di Cruz
n. 34.
n 1
Vonde-se um deposito de assucar mui-
to ifreguezido, o qual se vende por seu do-
no se aehar doente e querer rotinr-sc : a
tratar na rua da Concordia n. 4.
Na rua Direita, sobrado de um andar o.
33, ao p da botica, vende-se doce de caj
secco da primeira sorle, e tan.bem em hce-
las, assim como de clda, f>zem-so boli-
nhos e enfeilam-so handejs com variis ga-
lantinas dos meamos c de alfiuins, lambem
se faz arroz de leila.doces d'ovos,po-de-l,
pastis de nata e do carne, e jalis de subs-
tincii.
Aos sapateiros.
Ven le-se umi porgSo de meios de sola
pelo leon nulo prego de 2/700 rs. cida bum:
na rua Direita n. 63.
Oh que cousa bella !
Vende-se a boa marmelada chegada pr-
ximamente de Lisboa: ni rui estrella do Ro-
sario 11. II.
Perfumaras inglezas muito cm
conta.
Vendem-se ni loja de sapitqs da rUa da
Cideia Velhi n 9.
aechaduras para portas.
Vendom-sa superiores fecliaduris pten-
les inglezas, cadi umi com suas chaves de
mua : no armazem de Eduardo II. Wiill, ni
rua do Trapiche Novo n. 18.
(Jr
De superior qualidade.em barricas peque-
as : vonde-se nu armazem de E. H. Wyitt,
na rua do Trapiche Novo n. 18.
Precisa-sede dous olliciaes de funilei-
rn : a tratar na rua da Florentina, cisa de
" FOLVillS PARA 1853.
Sahiram i luz as bom conliccidas folhi-
nhas de porta, aUibeira e padre, impressas
na lypographia deste Diario,as quaesacham-
se a venda na PMCI da Independencia li-
vnria n. 6 e 8 ; est no prelo n almamk, o
qual alm das materias do costume, cotnem
grande parto dos nomos e proprietarios dos
engeuhos da provincia.
Vendem-sc, no armazem de
Eduardo 11. YVyati, na rua do
Trapiche Novo 11. 18 os seguin-
tes rticos :
Seiins c chicotes inglezes.
Tapetes para carros.
Bandejus de papelSo paia garrafas
de vinho.
Salvas de metal fino imitando
M
! endas.
9. por biisos precos
'' nos de 1 peca, un urna duzia, i
a dinheiro, ou a praso, con- 9
forme se ajustar : no seu ar- ,j
111 izcn da praca do Corpo
Santo, esquina da rua do ^
e. Trapiche n. '\U- *
Hostron Rooker tk C,
Negociantes inglezes.
v -a.*.***-** *****.**-**** *
Treoisi-se ilugar urna prela, ou um
moleque, para o servido de urna cisa de
pouca familia : na rua do Padre Fluriano
n. 27.
Lava-sc e engomma-se, com mutta per-i
?
Lotera do Kio de Janeiro.'
aos 30:000,'100 c 10:000,000 de rs.
Na loja de mudczasda praca da
Independencia n. 4 vendem-se
bilhetcs inicuos, meios, quartos,
oitavos c vigsimos, a beneficio da
33. lotera do Monte Po vem a
lista no primeiro vapor que che-
gar do lio de Janeiro.
Billietes inteiros 22,000
Meios biibetcs 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 3,800
Vigsimos i.3oo
O cautelista] Salustiano de
A quino ferr ira faz scicnte aores-
peitavel publico, que estao expos-
tos a venda, as lojas do costume
os seus mui afortunados bilhetes e
cautelas da 33. lotera do Monte
rio, a qual corre hoje '. i. e espe-
ra-se a lista da mesma pelo vapor
da companhia brasleira no da 5
de desembro.
Bilhetes inteiros
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimo
Lotera de Nossa Senliora
do Rosario.
Casa da fortuna, rua Direita n. 7.
O cautelista da casa acuna annunciaao pu-
blico que, o dia 4 de dezembro, he termi-
nante pin o indamente das rodas da lole-
; eiistea venda na praca da Independen-
cia, luja do Sr. Fortunato, e na casa cima
um completo sortimento de cautelase meios
bilhetes. *
Meios bilhetes 4,000
Quartos 2,200
Decimos lin0
Vigsimos 500
A 200 rs. cadi umi.
Vendem-se na rua do CoHegton. 1, linis-
simas aboatoaduras para collele, pelo bara-
tsimo prego de 200 rs. : quem as vir nao
deiza do as comprar.
-- Vende-se um deposito de assucar ,
prata.
Meias de algodo para senliora.
Linhas de algodao em novellos.
Camisas de meia em cartes de 1
duzia.
riendas e bicos de algodao.
Chapeos de sol de seda, para ho-
mem e senliora
Pannos de la 1, finos c entrefinos.
i.on is c linos a imitacSo dos da
Bussia.
Candieiros Irancczcs, candelabros
e lampeoes bronzeados*
bis tojos com fdcac gailos de folhas
pretendas, ecolhercs, proprios
para presentes,
lis tojos com pertennes ptirr. barba.
Vinho de Xeres e l'orto, em quar-
tolas.
Tampaa de metal lino para cobrir
palos.
Bataneas para pesir cartas.
Livros e tinta para copiar cartas.
Lacre preto e encarnado, lapis c
mais pe tences para cscriptorio.
Um completo sortimento de ferra-
gens e cutelarias.
22,000
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
fei'cllo' e meio : 5o piteo da llibe.ra de S. I rui do Rosario da Boa Vista n. 55 : a tratar tros, mu
josen. 15. I na rua da Senzilla Nova n. 4. ciomm.
Apparelho de carro para
4 cava I los.
Vende-se um rico apparelbo pa-
ra quatro cavallos recentemente
recebido de Inglaterra : r.o arma-
zem de Lduardo II. Wyatt, na rua
do Trapiche Novo n. 18.
COM lie ra n.111 ha.
No irroizem de I). II. Andrde& Compa-
nhia na rua n. 1', vende-se a mais superior cora que ha
no mercado, ultimamento chegada, e por
menos prego que em outra qualquer parte.
Vende-so urna preta moga, sadia, com
idade de24 anuos: na rua da Senzalli n. 14.
Ni non loja de miudezas da rua do
Queimado n. 65 de Madureira At iSiii, ven-
dem-se penlesde tartaruga para alar cibel-
lo dos mais bonitos modelos que presente-
mente ha no mercado, luvas de fio di Esco-
cia de todas as cores, a 320, ditas' finas, a
640, ditas de pellica de lo las as cores, a 240,
ditas muito superiores, a 1,000 rs ditas
muito ruis para senhori, 11,600, lengos de
cambnia de seda para grvala, a 500 rs.;
fran iueam-se as amostras.
Aos bilhetes haitianos.
A 12.' lotera da V. O 3'. deS. Francisco
Cbrreu no dia 27 de novembro; os bilhetes e
quartos acbam-sea veudK nos lugares an-
nuociados; e os premios da mesma pagim-
so nos lugaros do costume, do da 5 do cor-
rente mez em diante quando chegar o vapor
da cumpanhii bnsiloiri, conductor das lis-
tas da mesma lotera.
__Vendo-se nova fabrica do chocolate
homoeopithico e de todi a qualidade, na
rua das Trincheras n. 8, o deposito de as-
sucar e charutos ni mesma, e os ohjectos a
vontade do comprador, por o dono ler de se
retirar para fra da provincia ; e avisa aos
seus freguezes do chocolate homoeopatbico
surlirern-se desse ipprovido e ipplicado
lmenlo pelos senhores doutore da ho-
moeopilhii, o aos do bom gosto hespanhol
pois que tao eedo nilo tom em Pernambuco
lies objectos, o que boje vende por muito
menos prego do que it iqui: a tratar no
mesmo; e vonde-se a collecgao desle Durio
inteiri de 1851, e urna porcSo de saceos ti-
sios e ivisi ios seus devedores virem pa-
gar-lhe seui dbitos quinto mies pin elle
poder fazer o mesmo.
-- Em Santo Amaro.Junlo a lundigao,ven-
da de Francisco Botelno de Andrade, exis-
te constantemente serveja em barris preta o
branca da mais superior qualidado que po-
de haver neste liquido, a preco de 200 rs.
cada copo, assim como outros muitos ge-
nero! que se vendem por menos de seu va-
lor, como sejam quoijos londrinos, a 480 e
800 rs. a libra, manteiga inglcza de 4U0 a
640, dita Iranceza, a 560, presuntos para fi-
ambre, bolachas finas, a 800 rs. a libra, ditas
de soda, a 480, conservas de todas as quali-
dades, mostarda em p, sil reunido, o ou-
tros muitos gneros que uqui se no men-
MUTILADO


Monhos de vento
com bombs de ropuzo para regrar hurtas
ebaizasdccsplm oafundioSodeU. W. Uow-
u/111: un ruadoBrumns.6,8e10.
Deposito da fabi-lea ele Todos os
Santos na liiihla.
Vendo-se.emcasa deN. O.Bieber&C,
na ra da Cruz n. algodSo transado a-
quellafabrica.muitopropnoparasaccosde
assucar eroupa deoscravos.porpregoeom-
modu.
Jal virgem de Lisboa.
Vende-se superior C8l virgem,,
chegada ltimamente de Lisboa, e(
Casimiras modernas, a 1,000 rs. o
covado.
Na loja dfiazendas da ra do Crespn.
5, que '- .'siiuini para a ra do Collegio,
vendem-se casimiras de gastos modernos ,
a 1,000 rs. o covado. '
Relogios americanos, para cima de
mesa, com corda para oito dias a para 30
huras, e o mais barato que em outra parte ;
na ra do Trapiche n. 8.
Deposito de cal e potassa.
Cunha t Amorim, na ra da Cadeia do
Recife n. 50, vendem barris com cal empe-
dr, nova, chegada de Lisboa pelo ultimo
navin, o brigue Flor do Mar; assioi como
por preco muito em conta: no ai- barris com superior potassa nova, porpre-
mazem do Caes da Alfandega n.yosJ'zuavej
7, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companha, na ruado
Trapiche n. '.\!\.
fotassa americana.
Fnuaestock's Vermifuge.
Vende sem New-York em casa do proprie-
tario B. a. FAIINKSTOCK'S & C, e em Per-
nambuco na bulica, e armazem de drogas
de Vicente Josc De todas as preparagfies, que a medicina
Itfrn descobertu para matare expelliras lom-
brigas em qualquer idade da nossa vida ne-
nhuma tem obtido o poder aproiimar-sc na
mais insignilicanle semelhanga com o pro-
digioso a Dem reconhecido medicamento de-
nominado --FAIINKSTOCK'S VtRMIFGE-
Os mdicos, e em geral todas as pessoas
scientilicas das principaes cidades dos Esta-
dos-Unidos, trra classica da civilisagSu a-
mericana.dirigem continuamentii aseu au-
i"", polo orgSo da imprensa os mainres elo-
gios, como prova da suagratidSo e doscu
reconhecimento.
Vendem-seamarrasdeferro: na "ia da
Senzalla Nova n.*2.
Vende-se quatro escravos a sabor: urna
parda de conducta que cose, cosinha bem,
engoma liso, e faz tolo o servigo de casa ;
adverle-sequenSo se vende para o Itio, urna
preta muito prendaba quo ft borda, faz la-
byrintho, marca, engoma,cose.cozinlia per-
fcilsoipnlc, urna outra prola por estar gra-
vita de 5 mezes, que cosinha, engoma liso,
e he compradora ; o nm pelo muito liel,
que cosinha, sangra, faz barba, o amla : na
ra larga do Rosario n. 35, loja ondeae ra-
cebem escravos para vender porcommissSo.
Vendem-se peles de cabra, sapatos, bo-
las, c esleirs de palha de carnauba Je mais
do duas varas de comprimenlo, tudo-chega-
do
4
Pede-se assenhoras que deem to-
da a attencao para as seguintes
fazendas :
Cortes de cambraia de salpico brancos e
de cor com 5 e meia varas, tendo urna de
No antigo deposito da cadeia velha, n. largura, e muito lina a 4,000 rs ; cortes de
19 existe urna pequea porgSo de potassa vestidos de barra tanto brancos como de co-
americana, chegada recentemente que por res, do ullimogosto, a 5,200 rs.; ditos bran-
superior rivalisacom adaKussia: vende- eos com dous c tres babados, com seus en-
se por preco razoavcl. loites dos melhores que b, a 6,000 rs.; cas-
|l,.ii,n;ila .1 < UepOellO UeCBI e UOItlSS. dorig8achili, 2,000e 2,400 rs. ; emuitas
No armazem da ra da Cadeia outras fazendas de gosto por presoscommo-
do Kecife n. i a, ha muito supe- Tf%g+ %
or cal de Lisboa, em pedra Superorescob'crt0rfSde'.igodSoa imita-
assim como potassa chegada ul- gSo de tapetes do cor, muito proprios para d0agora do Aracatv, por mui commodo
timamente a nrecos muito ra- CrTl0S "'njos de casa de familia, equasi |preco: a rua da (jadeia do llecifo n 49,
" a l,"V'"" um genero de primeira necessilade para o primejro amjar.
soaveis. Sr. de engenho. pebp diminuto prego de i jp
AuiMicn de F.iiwin Maw. 1,280 e 1,600 rs. : na ruado Crespo o. 6. ., ,
.,f V."Sn!.6. .r...JTdel.cat- Corles de h.im trancado escuro de Vende-se alva.ade em barril de
moDtStCoinpauhia,acha-se constantemente puro lnho. 8 1,44o 3,000 TS, e
bons aorlimenlos de taita de ferrocoadoe I '"
batido,tanto rasa como fuudas.mocndasin- .'., |(i elraa todas de ferro para animaea, agoa.ttc, Chegou aloja da rua do Crespo n. 6, um
ditas para armar em uiadeira de lodoa oa ta- Krando soitimonto de brim trancado do pu-
inanhoseinadelloa o mais moderno,machina ru |,no peina precos cima ; estes brins
norisonlal para vapor.com forca de 4 caval- 0 de ,,,,,
loa, coucos.passadeiras de ferro catanhado
.na casa de pulgar,por menos preco que os
ecobre, eseovenapara navios.ferro ingle
taatocm barrascomo em arcosfolhas.etudo
por barato preco.
ai .idos de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos
modelos.
DI
s
4 arrobas muito em conta
rua do Trapiche n. 10.
Amarras.
Vendem-se amarras de Ierro
sao ae dous goslos.anlo para os gamenhos, na rua do Trapiche n. 10.
n como para os senos. Ancoras,
ingle. Aos senhores de engenho lavr Vendem-se ancoras de ferro
muito em conti: na rua do Tra-
piche n. lo.
Vendem-se duas casas lerreas siiasna
Iravessa da rua Augusta de ns. 1 e 3. livres
Linhas de patente.
No atierro da Boa-Vista n. 46 loja de I. S.
de Menezes, tem chegado as mais superiores
linhas de patente, que ha no mercado pro-
prias para bordar, e fazer labyrintbos em
esguiSo o cambraia de linlio, por prego com-
modo.
OQOQOOOGQOOO0OOOO
U abaizoassignado vende O
q o seu engenho Santa Mara, $
Q ha potico levantado, na co- q
O marca do Cabo, o qual di- O
g vide com os engenbos Sibi- *?
rj ni de Santa Cruz,Cachoera, q
O Queluz, e Gaipi, hede boas 0
j* raattas, trras de muita pro- &
q dticcSo e j demarcado ;
O igualmente vende, se assim O
^ convicr ao compiador, toda
0 a lavoiira-, esta venda se ef-
O fectua para pagamento do 0
credor e bypotbccario do 0
0 dito engenho, Jos Marques
0 da Costa Sores : quem o Q
O pretender, dirij-i-se ao dito OI
dores e mais pe-so.is que tem
escravatura, a 8oo res e i.ooo
ceda um /! !
Na rua do Crespu n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Dias, tem para venderos muitus afa- odcsenibara(a Vendem-se os verdadeiros solios in- mados cobertores de slgodao branco muito dade, casa n. 42.
glezes, patento, de mollee sem ella : na encorpados, fazenda de muita duraco sen-' Chumbo embarra
ru* daSonzalla Nova n.42.
do a 1,000 rs. os grandes, o a 800 rs. os mais
delicadas l Vendo-.sc eliiiinlio em barra
w Vendem-se relogios de ou- pequonos, assim como
ro enrata nntpntp in^lrz- na rua ="""'"ncezasde huissimos panno e no- na ra do Trapiche n. 10.
ro cpraia, paienie ingicz. na rua vosdezenhos,sendo fszonda do ultimo gos- r>>*~***tm*i'mi*
da Senzalla rNovan. 4>.
AGE1NCIA
da fundicao Low-Moor.
UUA DASEMZALLANOVA N. 42.
B.. -,i-i;____. -_; Vendem-se chapeo de sul de seda ing
este stabeleeimcnto eon- MfdeiopM,0,,0iTidide, pelo*preeosel-
-ma a haver um completo sort- ma; na rua du Cullegio n, 4.
ment de moendas o mcias mo- Muscatel de Setubal.
Vende-se caixas de urna duza do garrafus
do verdadero muscaiel deSrlubd nu bolol
Francisco, na rua do Trapicho n. 9.
vus licennos, seiiii luniim un uitiinu tus- -...v....-...^..^.,,,...,,,.....-.,.._. VM...........----m--"!*
toecoresmuilolixas,a320rs. Cada cora- :^J^*f5^-t?*?;i?:?5a''*
do ; assim comu muilas mitras Fazendas por **;
diminutos pre(os,que do ludo so dar amos- jj '
tras deixando penlior. :i
A 5,000 rs. pequeos, c 5,500 rs. grandes. J
Vendem-se chapeos de sol desuda ingle- !:p
endas para engenho machinas
Vapor, e taixas de ferro bat
de
Aviso ao publico.
O administrador da loja
das seis portas em frente da
igrej da Livramcnlo, tendo
a vender porcao de fazenda,
bem sortija, tomou a delitie-
* raco de as dar por menos
do ctisto, mais btalo a peca
% engenho, ou ao referio ere-
? dor. Engenho de Santa Ma- q
O ria 15 de novembrode i852. 0
g Thomaz Marques da C'os- g
q ta Soares. q
O00O0OOGCOO O00O0O0
Vende-se urna c-sa de padra e cal no
Bccro do Ouiabo r.os Afogados, com dous
quarlos, cosinha, hom quintal, em chSos
proprios, e com terreno para se fazer outra,
por prcc.0 commod>: quem a pretender,
dirija-.-e a rui Augusta n. 16, que so dir
0,'uom vende.
Vende-se urna linda mulatinha de 20
anuos, porf-ila cosinheira, engorrma loira e
coslurcira, e que corla e faz vestidos e cami-
sas, e hn de todo o arranjn de urna casa ;
dous pardos mocos bous para lodo o servi-
cu ; urna negrota de 15 annos.sem habilida-
Hetratos.
Chegaram no ultimo navio, vin-
el de Lisboa, os retratos dos au-
gustos principes Miguel deBra-
ganca, e D Adclaide sua digna es-
posa : qualquer delles he um pri-
mor d obra; nao se vendem, porque
elles sSo de principes, e s se po-
rtan trocar, como de ficto se tro-
cara, por pouco dinheiro : na rua
Nova ii. 17, loja do Sr. Hoberto ,
e na rua da Cadeia do Kecife, loja
de livros do Sr. C'ardoso Ayres.
Aos amantes da boa pitada.
No deposito da rua do Colegio n. 1, ainda
se continua a vender o rap novo princeza
superior do Rio de Janeiro: este rap he fa-
bricado com todo o esmero e conserva sua
lun.M r aroma ate o flm do bote, promoven-
do a destilarse sem causar verllgens nem fo-
rir o uaiiz; chegou ao mesmo deposito o
muito superior rap areia pela do Rio de
Janeiro, o qual so vende em libra a 1,000 rs.
o em por;So de 5 libras para cima a 900 rs.
Aviso aos rapazes do bom totn.
Na loja de miudezas da rua do Colegio n.
I, vendem-se corrente do ouro francez obra
minio fina e o prego s se diz ao compra-
dor, linhas muito linas para labyriulho, ba-
bados de I:iiiiu do Porto,de todas as largu-
ras, jarro de flores de era, tudo por prego
muito commodo.
Ricas patalivas.
Vendem-se a 2,000 e a 4,000 rs., excellen-
tes patativa chegadas da l'araluba j man-
sas, e cantadoras, e um sabia manso e can-
tador por 3,000 rs : na ru da Cruz, venda
defronte il i Iiitim da lingoe.ta.
Vende-se urna chapa quadrada para
fogSo, com oito buracos a porta, e um fumo,
tudo de ferro ; um cano de cobre de espedir
luiii.-n;.!, duas bandas de caixilhos para por-
la, um carriuho de mSo,e urna libr em bom
uso, para um pagem, que tenha oito a nove
annos de idade : na rua da l'raia n. 39, segun-
do mi Iii
" Vende-se um bom quarto,
des. muito linda; urna preta de 20 annos e estiadeiro de baixo a meto no
quo cosinha, engomma, lava, o cose cliSa ;: ,
urna dita que engomma.cosee cosinha; tres aterro da Boa- Vista, loja n. 40.
do ecoado de todos os tama-
itos, para dito.
mocikIiik superiores.
- Vende-se urna correhto de relogio com \f do que se vende nos arma- *
bastante peao e de gosto; 3 boles de aber-I*' zens inelezes, e a vista das S
tura cun bnlhante e diamantes pequeos I, r i i
em volla, sendo 2 iguaes e I maior, e 2 re- *' laz'ndas e precos sccouhe- I
logios sendo um do ouro patente suisso, e i |-j cci' a VCrdade. Esta lija j
e t aberla das 6 horas da *|
Na jfui.il:i;,.;c do C. SlarrAi Cumpanhia, lugius sendo um do ouro patente suiso, e i|
em .'.. Amaro,acham-seavonda moendas uulro perfumado de dito : na rua do Amo- ,jj
do canna, todas de ferro, o um modelo e nm n. 33. proneiro andar.
Na loja de madama Mauvcrnay & Com- y
* <
coustruccu muito superior.
Vendu-se ehapub linus cliiuozes da panhia, no aterro da Roa-Vista n. 12,acliain-
aba pequea, por prego commodo : na pra- se todo os ubjeclos de toilete, que urna se-
ta da InJepenJencia n. 14 e 16. nhora do bom gosto p ic desejur ; tambom
Vcnlc-sea verdadnira graza ingleza o. se faz com todas a peifeicos o na ultima
7, no armazem de James Crabtreo 6: Com- moda, vestidos, manteletes, capotinhos.col-
manbaa as 9 da nuil.-, pdra
leles, chpeos, enfeiles de cabegas, vestidos
de menino e meninas, porque no mesmo
esUbeleciraento acha-seuma hbil coslurei-
ra de l'sris.
Vendc-sc larinha SSSb": na
rua da Cruz do Bccife n. 17, or-
Companha na rua da Cruz n. mazem de Crocco & Companha.
Oculos.
panhia, no Recife rua da Cruz u. 43.
-- Vendem-sn luuas, brinzSo, brins, e
meias lonas da Russia ; no arn.arem deN.
O. Rieber & Compaulna, na rua da Cruz
n. 4.
Em casa de J. kcllcr &
55, lu pura vender dous excel-
lentes pianos fortes, e de urna das
melhores fabricas, chegados lti-
mamente da Europa.
Taixas para emjenhos.
Na tutid 1 rao de ferro de D.j Cliaproot e Bertrand, ra lojoeiros, na
W. Bowman na rua do Brum, Patda Independencia ns. is e 20, recebo-
' ram de Pars ricos relogios de bancas e de
passando O cuafariz continua a parede.com corda para 19idias.tocam as li-
la m
assim facilitar aos chel s de
faniilius edonas decusas, a
vir c-colhn- a sua sulisl,icao;
vende-se a dinheiro a vista,
e nao se fir lancamento a
'' pessoa olgttma, por nao ter
; lempo de mandar receber.
fnj.^.*wvW^wJ wj."^iwot -.^T^kw KW.""^;ft!|'J) W) W!*!r*j
Chapeos de feltro.
Vendom-Si) chapos do feltro brancos
prelas mogas para todo o servigo : na rua
dos Quarteis n. 24, segundo an lar.
Capachos com abertura.
Vendem se capachos com abeitnraina rua
da Cadeia do Recife n. 48, primeiro andar.
Tapetes de esparto.
Vcodem-se na rua da Cadeia do Recifo n.
48, primeiro andar.
Casa feliz
Na piaca da Independencia n. 36.
Ocautclisla da casa cima faz cente ao
respeitivel publico, que na sua casa existe
um completo sorlimonlo de cautelas da lo-
leiia do Rosario da Roa Vista, cujas rodas
andarlo infalivelmento no da 4 de dezem-
bru futuro; oque as lojasdo Sr. Vieira,
e na rua da Cadeia do Recifo, o CuimarSe
no Ateno da Boa-Vista, lia o mesmo sorti-
menlo das mesmas cautelas
Vendo-sc ou antes so troca por outra
urna preta, de quarenta o tantos anuos de
idade, a qual engumma ho(n,cn.siiilia, lava o
lainbem compra, muito desembaragada para
todo o servigu de una osa ; quem quizer
dirija-se a camhua do Carmo, n. 38, primei-
ro andar : na mesma casa precisa-su do urna
- Vende-so cera de carnauba de superior
qualidade : na rua da Madre de Dos, loja
n. 3.
-- Vendo-so o deposito do pateo do Terco
n. 10: a tratar no mesmo pateo, na loja de
cera.
- Vende-se urna preta da Costa, de 40 an
Attencao .
Vendem-se por prego commodo canoas de
todos os tamanhos, por o dono ter de reti-
raran at o da 3 de dezembro; a ver no tra-
piche do Ramos.
Vende-se um (-avallo russo, de bonita
figura de bons andares : na rua do Rangel
n. 44.
-- Vende-se muito bem feito doce de caj
secco, proprio para embarcar; assim como
o mesmo de calda, e outra qualquer quali-
dade, em tilin la.rua do Bomflm casa de Ma-
noel Nunos de Mello.
Lotera do Hio de Janeiro.
Aos 20.ooo.sooo ris.
Na casa Feliz
dos quatro cantos da rua do Queimado n. 20,
vende-se os mudo felizes biltietes, meios,
quarlus. oitavos e vigsimos da 33 loteria
do Monte-Pio, cuja lista chega at o dia 4;
a elles se querem tirar bons premios.
Escravos fgidos.
esappareceu no dia 11 do
correte o escravo Severino, acabralhado,
falto de denles incisivos, de estatura regu-
lar, representa ter 22 a 23 annos de idade,

i
trabalha dealfaiate, gosta de vestir muito
ajustado, equando falla costuma inclinar
um pouco a cabega conservando os olhos Vi
baixos: roga-s, portanlo, as autoridades
policiaes e c e de o levarem a rua Direita, sobrado n. 100,
segundo andar, que o recompensara.
No dia 22 do correte desappareceu da
villa do Cabo o escravo Salvador, de 18 an-
nos de ida le, imberbe, bem preto, com al -
guns pannos pelo patenas, urna cicatriz em
um do lado do queixo, outra dita oa tosta;
de bom corpo o estatura, cbelo cortado,
ps grandes, bem parecido, li.lw da provin-
cia do Para, e comprado nesla praga a An-
tonio Jos Vieira d Souza, purtuguez nego-
ciante de eseravu>,morador na rua dos ijuar-
teis, por autorisagSo de seu senhor Vicenta
M ndei Wandorley: roga-se as autuiidades
policiaes, capitSes de campo, e qualquer pea-
soa que o eucontrar o levem nesta praga a
Jos Rodrigue Ferroira, com loja de ferra-
gen na rua do Queimado, e naquella villa
a seu Sr. Dr. Manoel Firminode Mello, juiz
municipal e orfSos diquella comarca, i:.n
generosamente recompensar.
Desapparoceu no dia 15 do correte um
negro do nome Luiz, do gentio de Angola,
com idade de 40 annos, pouro mais ou mo-
nos, baixo, de bom corpo.bem barbado.com
marca de bexigas no rosto,lem marcas bran-
cas de queimadura em urna mSo, tem cica -
trizas as na legas de agoulesque tem levado,
nos de idade, por 200.000 rs., po'r precisar!I,e lid"loi e distilar a gurdente ; Jevou
de um pequen. curativo, he muito boa ven-' ?!m?_'.e ceroula de panno de algodSo, cha-
dedora, cosinha e lava 1 na rua do Collegio
n. 20, primeiro andar, se dir quem vende.
Pechincha para a fe>ta.
Na loja do aterro da Boa-Vista n. 78, ven-
dem-se sapatos virados de couro de lustro
francez pera homem, pelo diminuto prego
do 800 rs. o par; peles de camurga desupo-
rior qualidade, e Ii vallas para sapatos por
muito commodo prego.
Na rua da Cadeia do Kecife n. 1
vende-se vinlins do Rordeaux, sendo S. Ju-
liSo e Chat, l.iroze, e oulros muito gene-
rus de diffeientes qualiitadcs, sendo tudo o
mais superior quo lem vindo a este mer-
cado.
Vendom-se 4 escravos, sendo I preta do
servigo ile casa e muito boa quitandeira, I
peo lino velho, e hact encarnada : quem
orender dito nogro ser bem gratilicado pe-
lu seu proprietario, oabaixo assignado.
Jos Caetano Pon-ira de Queiroz.
-- Do prjmeiro de selembro para ca coo-
tinu'a andar fgida a escrava Mari, crioula,
baixa, grossa do cori'O, cara larga, alguma
cousa feiosa, as costas cortada de relho ja
antigo, pea grandes e apalhetados, ba noti-
cia que ella anda nesta praga at a ci mpina
do li.n l'.illio, o acoutada oor alguem : ruga-
se as autoridades policiaes e capilSos da
campo a prendam e levem-na a rua da Ma-
dre de lie. is, loja o. 7,queser3o bem recom-
pensados.
Attencao.
CratilicagSo de 20,000 rs.
A esenva llellina ainda nSo appareceu,
ella l.'.r.i 111 11 Lula a 5 mezes paasados, cot
um livro a comprar objectos em urna venda
a primeira vez que ella fuglo (az 1 anno, fd-
ra encontrada (rehallando no sitio do Sr.
Carlos Frederico, na Soledade as trras do
Sr. Ilerculano Al ves da Silva,prximo a urna
iprelos, em r -s 1 de Augusto G. de Ai 1 u, na
Chegou na praga da Independencia, loja rUa da CaJeia do Recile n. 48, trimeiro an-
ns. 18 o 20, um rico sortimento de oculos <]ar.
para todas as vistas, seja com vidros bran-. Vendem-se no armazemde
cosou azues, com gru ou sem grao, ecom enaem se, no armazemae
i arniagOes de ouro, prata, tartaruga, baleia,e Leo Kcnworthv & ( ompailhia ,
I na rua da Cruz n. a, o seguinte :
Relogios de ouro de sabonete, pa-
tente inglez.
1 os nu- c l- i I ti I
havef um completo sortimento rsemelas horas, sSo alia.igadosa regular ^ciins ingiezes elsticos e caneca-
A. :. A.r-Z. f. jj k, 1 perfeitamente, eos pregos sao muito mude- das de couro branco.
de taixas de Ierro tundido e Da- radoconiparativanionlo a qualidade que he 0:11- ,
tido, de 3 a 8 palmos de bocea, muitoiperior. Sllhfies para montana de senhora.
n l Na praga da Independencia ns. 18 e 20, Arreos de Curro de I e 2 cavados.
as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com prompti-
do, embarcam-se, ou carregam-
e em carros, sem despezas ao
comprauor.
Feijao novo a 6,000 rs.
No armazem de Couveia & Dias, confron-
te a esoadinha da Alfandega.
Botica hotneopathica.
4 28 rua das Orases 28
*J Ha para se vender algumas caizas $
4 ricas com medicamentos em tintura, t
^ Cada urna ser acompanhada de um a>
frasco com glubulu inerte e u S
>: muio de os preparar.
e***
-- Vendem-se as seguintes sementes:
nabos,rabatius,rabanetes encariiBiliiM' hr.nf-
cos, sebola, couve trinzuda alface ala-
moa, repulhuda,chicoria, senoulas, feijSo
carrspatu do tres qualidades,ervilha torta e
direita, fava, coentro de touceira, salga, to-
mate grandes, repolbo, couve lombarda,
aaboia, e musanla : na rua da Cruz n. 46,
defronte do Sr. doulor Cosme.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
sacca
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na rua
do Amorim n. 35.
Deposito de panno de algodSo da
fabrica de Todos os bantos da
Baha.
Vende-sc o bem conhecido pan-
no de algodSo da Baha, proprio
para saceos e roupa de escravos,
a vontade do comprador assim
como fo de algodao da mesma fa-
brica no escriptorio de Novaes
& Companha, na rua do Trapi-
che n. 34-
Vende-so gello, a qualquer hora do dia,
no deposito da rua da Senzalla Velha n
118, ou na rua do Trapiche n. 8.
Cal virgem.
Volido su cal do Lisboa a mais nova do
mercado: na rua do Vigario n. 19, primei-
andar,escriptorio de T. deAquinn Fonseca
& !'i lio, mi na rua do Trapiche, mazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Arados americanus, chegados dos Es-
tados-Unidos; na rua do Trapicho n. 8.
lindo pardo de 18 annos cicellente pagem, 1
ama que saiba fazer todo o servigo de dentro prelo crioulo de muito boa conduti, o I
do osa, ;e la in lie -n saia a rua para fazer al- moleque de 14 anuos : na rua eslreita do lio-
gomas compras. I s,r| ,, 28> segundo andar.
I'essas de chita escura a 5,5oo ra. Na rua das Cruze n. 22, vende-se urna
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-' e3crava parda de 26 annos, engommadeira,
ta pata a cadeia. i cosechSa, cosinha, lava e faz renda, outra ten la de ferreiro; a preta ten os seguintes
Cortes de cambraia com salpico ^!lf .11! 1e"8om1m*' cosinh. '. oofra signacs: idade so annos pouco mais ou me-
. I' Pd,t" crioula, de 20 annos, com principios de nos, levando na occasiSo um vestido dechita
liidii (. c de cora 4,000 C 4,3 Na rua do Crespo loja da esquina que vol- "'" cosinha, lava, e tem um limo moleque '
ta para a cadeia. I de 4 annos.
I'echinchasfreguezes, alerta !! _,, no chapeo de aba larga.
-.,- j. n i8- r Na rua Nova n. 18. oa de M. A. Caiu, ha
vn .1 \ r*T'" "J" Um!Lp0rf? "' am WH-nenio de chapeos de b.t. brancos,
veiidem-se chitas fr.ncezas lizas linas, a p,rd elos Cr J VJn
240 .O COjado cortes de cassa chiU com } Monte,'ro lernp,0l'prePsen,eP
nnni l'Tti'' '^ ,r,ncle*' -- Vende-so superior feijSo mul.tinho.em
6,000 re challes do lia seda que Ucea, no armazem que fofdo Das Fer ei-
it or,oPr?U ,,e,mnlP',",r : l'0S.de ". defrnnre ^ caes da alfandega.
la a 1,200 rs e 1600 : a el a rapajiada, .. vemie-se um tranechm do ouro do lei,
pois he approveitar a pancada do lngisla. com pe3(} (|o ,0 oilav,s duus bsi >
Len90S de seda brancos. 'hartos de couro, grandes, uzados; na rua
Muitos linos a 1,000 rs. cada um : na rua ; d* Concordia n. 3.
do Crespo loja da esquina que volta para a I Vende-se a posse de um terreno, em
Cadeia.
tempo lera um outro traga de veslido)he ma-
gra e alta, com poucos denles na frente, e ti -
nha ii m panno da Costa com sigo, froquen-
tes vezes andava vndenlo agoa e fructas,
fora comprada a Manuel Joaquim Pascoal
Ramos, suppOo-se ter encaminhado para o
malto ; roga-se as autoridades policiaes ou
qualqier pessoa que a encontrar de appre-
heude-la e leva-la a rua de Appollo, casa do
Sr. Roberto Joaquim Coedes, que ser gra-
tilicado com a quantia cima declarada.
Cratiicaciode 100,000
Contina a estar fgida a preta Felicida-
de; foi vista na rua do Rosario, dizendn que
vendem-se relogios ameiic.nosde lupe.lor |Cour08 pard cobcrta de carros.
qualidade.e tem ainda alguns com corda pa
ra 8 das, e todos tuca 111 compassado.
INavalhas para barba.
Vendem-se navalhas para barba, as mais
superiores que tem apparecido no morcado,
pelo diminuto prego de 2,000 rs. cada urna
em estojo : na rua estrella do Rosario, tra-
viesa para o Uueiniadu, loja de miudeza n.
2 A., junto ao deposito de|pSo.
Aos senhores de engenho.
O arcano da invencao do Dr.
Eduardo Stolle em Berlim, cm-
pregado as colonias inglezaa e
lioliandczas com grande vanta-
gem para omelhoramento do as-
sucar, acha-sc a venda em latas
de lo libras, junto com o metho-
do de empregu-lo no idioma por-
tuguez : em casa de N. O. Hieber
ck Companha, na rua da Cruz
n.4.
-- Vende.se a taverna da rua do Rosario
da Boa-Vista o. 60, em frente da rua do Ara-
gSo : a tratar na mesma.
Vendem-se remos de faia ,
oleo de linhacaem botijas barri-
cas com cimento c as tinas, a von-
tade dos compradores : no arma-
zem com taboas de pind, atrs do
theatro vellio, ou a tratar com Joa-
quim Lopes de Almeida, c do Sr. JoSo Uatheus.
Vendem-se pelo diminuto prego de 80|
ris os utencilios de urna padaria sita no lu-
gar de Santo Amaro, com bom Torno ; ou
aluga-sea mesma, fazendo-se todo o nego-
cio : a fallar na rua do Slondego o. 29, uu na
rua de Horlas n. 18.
Vendem-se queijos de prato e londri-
nos muito frescaea, seiras com ligos de 1 2 e
8 libras muito novas bocela com 4 li-
bra du tmaras, enocolato cauella multo
bom, latas cota emitas, ditas com sardi-
iilins, conservas, latas com verduras, e fava
de Lisboa, ludo de superior qualidade: na
rua mu Cruz 11. 46*, defronte do senhor lar.
Cosme.
Mercurio.
Vende-se merrurio de primeira qualida-
de : na rua da Cadeia do Recife 11. 48 C, pri-
moiro andar.
Sola de lustre.
Lonas imperiaes.
Vende-se um preto do genlio de Ango-
la, de 26 a 28 anno de idade, do bonita fi-
gura, sabe cosinhar o diario de urna cusa, e
proprio para todo o servigo : oa rua da Ca-
deia do Recife n. 13.
Loterio de >. Pedro ftlartyr de
linda.
Aos 12:000,000 e 6:000,000 de rs.
O Cauleliata Salusliano de Aqulno Ferrei-
ra, avisa ao respeilavel publico que tendo
lomado nova resolugSo em fazer subir o pre-
go do seus bilhetes e goulalas, se otiriga a
pagar sob sua resporllabilidsda 01 quatro
primeiro promios grandes da referida lote-
ra sem o deacontos dos 8 por cento do im-
posto geral, o a unicaduvida esta em que os
referidos premios saiam nos seus bilhetes
que vSo rubricados com S. A. Ferreira, pa-
ra que os possuidores delles ou dolas sejam
prumplamente embolsados. Os seus bilhe-
tes o caulellas so aciiam a venda as lojas do
coslume.
Bilhetes inteiros. 13,000 12:000,000
Meios. 6,500 6:000,000
Quartos. 3,300 3:000,000
Quintos. 2,700 2:400.000
Decimos. 1,500 1:200,00o
Vigsimos. 700 600,000
-- Vende-se urna escrava,crioula,de 25 an-
nos de elegante lisura, lobusla e veio do
mallo para vender-se por precisSo : na rua
da Cruz do Reo fu n 30, primeiro andar da
8 horas da manhSa t as 3 da tarde do todos
os dias uteis.
O bom gosto aqui parou.
Vendem-so os apreciaveis froctos chega-
dos do Lisboa na barca l.igeira, a saber : li-
gos de comadre, ameixas muito graudas.pe-
ras, nozes e uvas, queijos multo bous de
coalbn, ditos las llhas.hollandezese l'rance-
zos, e latas com sardinhas de conserva,
fructas de cunserva.vinlio velho pinga p-
tima para o campo ; assim como se vendem
espanadores a relalho e em purgSo, e outros
milito-, uhjectus por monos prego do queem
outra qualqnej- parlo: na rua estrella do
Rosariu 11. II, que faz quina para a ru do
Fogo.
-- Vendom-se riscados do Influ profiri-;
para palitos o caigas para quAm passa a tes-
ta, por 180 rs. o covado: na rua do Crespo
loj- -
...... M, ,. 1 .. .,, mi, ni,, ti iiliiii. 1. i r ,
jqueesl-se edificando um sobradinho de stava em um engenho, e queosenburdo
Com toatie deavaria um '"'rno pato da Santa Cuz, defronte en8enho promelteu queacomprava.que
v.om loque ue avari.1. Id ( K pretender dinia-se A rua "" n3 "vess0 cuidadu que elle mandava
Untas escuras para Cobert., algodaoiinbojg^nj*,,'?!, I*Z*r MtAtdl!^\'Mtot e"' "dinheiro para a comprar, e al
branco luo o trancado. z^J*gSn "a s iva i Pr*ento "a appareceu ninguem', s..,-
Na rua du Crespo luja da esquina que vol- |K.*B#(wiKKBBMB,-(-.,,AM)! du que o dito seuhor queira comprar, diri-
ta para a cadea.vendem-so pegas do chita Pa-|STTTVTT V'T7^7.!1'5 ja-sea ruada Cruz n. 35, a fallar com sua
ra coborta a 6,000 rs. ; ditas de algodSosi- JUe psito de cenlos da labri-^j senhora ; a preta tem os signaes seguintes :
a> cade Todos OS Santos, e8tll,ra regular.tem falta de denles na fren-
a> i, ^g te, marcas de panno no rosto, cor nSo mui-
*v na oania. ^ lo preta, muito prosista : roga-a portanlo
i* Vende-se em casa de Domingos AI-< as autoridades policiaes e capitSes decam-
ves Matheus, na rua da Cruz do l!e-*l po a sua captura, anda mesmo ella dizendo
* citen. 52, primeiro andar, algodSo* que nSo est fgida, e a levem a sua Hnbo-
? transadodaqucllafabrica,muiIopro-2 ra na ru* l,B ''ruz "' "'* 1'"' "'"""l recom-
S prio para saceos eroupa de escra-2 pensados com a quantia cima promeHida.
j. vos, assim como lio proprio para re-S ~ Desappareceu no dia 17 de novemhru,
^. des de pescar e pavios para veilas,^ o escravo, crioulo, de nome Manoel, tem 26
0. por prego muito commodo. -0 annos, mas representa ter mais de30, alto,
*A*fl*MMA4.AAAAA<*.AM>! "eiodocorpo sem barba, feigoes regula-
Ao Jaootismo. iSL.Vhu, o ".** 'oeiMM' nosd4
M ,. j 1 reate fllta-lne om taco pequeo em um
a rua do Uuemiado, loja n 1 7, delles, tem os ps torio para dentro, qnan-
vendem-se chpeos brancos de cas- do 'nd.a c"baleiaocorpo que pareceser
1 cambado, he bem fallante, tem aralegre,faz
lor, delormas as mais modernas qualquer servigo de cosinha, sabe tratar do
nho lizo com 16 l|2 varas, a 1,920; dita
naneado limito largo, com 25 varas a 4,000 e
5,000 rs.
Vendem-se uvas brancas muscaleis :
na rua da Conccigo n. 58.
Attencao.
No atierro da Boa-Vista loja n. 46, de 1. S.
do Meno;- ter um grande sortimento de
diversas ferragen e miudezas como sejam
laceas o garlos cabo de marlim, ditas de ba-
i neo, cabo branco e preto, trinchantes cabo
de marlim, colhercs de motal principe para
-i'ia, dita para cha, panellas e chaleiras
forrada de porcelana, o melhor que ha para
servigo de urna casa, e outra muitss ferra-
gen grosas ; bicos, rendas, litas lisas c la-
vradas, luvas de seda, ditas de ponto in^loz
para homem e senhora, ditas de algodSo.
oculos de arinagSn de ago, capachos para sa
la, meias muilo linas para homem e senhora,
pentes de tartaruga,linliasde carretel de 200
jardas muito linas, ditas de miada, ditas de
patento proprms para bordados em fazendas
finas, agulhasfranrczas, em caixinhas, ditas
portuguozas, marruquins. cnuro do lustre,
e outras mullas fazendas que ludo se vende e
muilo barato, assim apparegam os fregu
zea com dinheiro.
-- Vendem-se duasduzias de cadeiras,um
pelo diminuto preco de n.oOO rs ; afrailo, lem por coslume fezer tranga para
. j chapoos.faz vassouras, eeudiiu todo o servi-
Cortes de casimira de cores, 8S m ais 0 domestico de qnalquer casa; levou a rou-
modernas e proprias para fazer pa (queMaabej seguinte: caiga doaigo-
uniforme intero cortes de colle- dai"1'err camisa de algo lio de listras
uuiioime inicio corles uc conc- iEUMi csU() ^ U(,d,Si camis,s de miJ,po.
te de gurglirO de seda, de lindos ISo, duas caigas sendo una de setinetabran-
riquissimos costos por rpreco c" c ( ul,ra e b,rim Bof de ltot?"> tudo e'.'-
1 b" "" > t/y n""*v goromado, bode suppr que esteja aervindo
Commodo; assim Como brins trail- em alguma casa como lorro, no caso de es-
.. cadosdelinhodequadros., padrSes s,m, er'* P?soa que seesiiver servindo
sof de Jacaranda, urna mesa redunda, dous 1 delle em boa fe queira denuncia-lo, do con-
consolos com linas pedras, obra do Porto, "'nmeaie modernos, pelo l- trario iisarei dos meios que a lei faculta em
minuto preco de 800 rs. a vara,
um guarda-louga, o um lino apparelhu do
cha : no largo do Collegio o. 6.
- Vemle-so um alambique de Derosno con-
tinuo, proprio para restilar espirito de 40
graos com bomba de repuzo tudo novo, e
de cobre na rua du Raogel n. 5, fabrica do
licores de Vitorino Francisco dos Santos,
que tambem vende a fabrica com poucos
fundos, a dinheiro ou a prazocom boas fir-
mas, e ohriga-se a ensinar ao comprador a
fabricar com porfeigSo todos os lquidos.
Pechincha.
e
outras muitas fazendas de gosto ,
por barato preco.
Ladrilhos de marmore,
vendem-sc na travessa da Madre
de Dos n. 4 e 6.
caso taea: roga-se a autoridades policiaes
a captura do dito, e empegam a sahida da
provincia; e tambem aos capitSes de cam-
po ou a qualquer pessoa o fagam prender,
pelo que recompensar genorosamente seu
senhor, morador na rua do Cabug.
Antonio Rodrigues da Cruz.
Desappareceu no dia 6 de
Vende-se farinha de Hait-. novembro corrente o preto Sabi-
more, em barricas e meias dit*s no> denacao Congo, idade pouco
.muito nova e de marcas bem co- mais ou menos 28 annos, magro ,
No aterro da Boa Vista, loja n. nhecidaseacreditadas; assim como alto, e tem um talho no rosto se-
46, de J. S. de Menezes, chegou ia excellente farinha de New York, melhantc a urna meia la; levou
ltimamente de Lisboa na bar-jInas superior que a galega em camisa de algodao da Babia, c cal-
ca
Ligeira capachos para sa-n0rcoes a vontade dos comprado- ?a de riscado azul de listra larga :
la, tanto compridos, como redon-'rrs cujas qualidades c precos quemo pegar, leve-o a rua da Sen-
dos, os inelliores que leen viudo a'convidam que se devam dirigir *<"" Velha, armazem n. 144, ou
este mercado pela variedade de ao armazem do becco do (oncalves na i'assagem no sitio de Delino
I gosto com que sao feitos, pelo d-jn. 4, ou aoeacriptorio de ostrn Uoacalves Pereira Cima, quesera
imN.\!J,efll^,^\Fr?oi,00,,,,,-inn,Uo Pfco de 800 rs. cada un. Kooker & Companhii, na ruado recompensado do seu trabalho.
quii Buarte, 11 a rua do Cabuga. vende-se; -- Vendem-se aeges da eztiucta compa- T-, ;!.. / r I
rLP.!!ls!l0,,ell"0iS0brel'U?r"lu". '-!'''* d'' Pern.mb.icoel'dr.hiba:naruaPda'TrTCne "' ^8' qe laz .'-----------------------------------------------------.
Cadeia do Recife n. 48, primeiro andar. quina para n largo do Corpo Santo.' i>KFtn tp. di II. p. di Pabja. 1852
ja u. 6.
da novos, e por prego commodo.
>s>
MUTILADO
1
\


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