Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03109


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anuo XXV11I
Quinta eita 25
1
a-ncoo a UBoaurolo.
PlBAMMBru Anisis do.
p f Ct lmeitro )
Por semestre
Por tono
Pioodiutio Durimuiii,
Por auartel.............
OTIOI AS SO lXtVSalIO.
Pari.... 3 de.Nuvbr. Hias... 14 deOulbr
"aranhao. 6 de dllo S.Paulo 29 dedilo.
Oar .. II dedilo R. deJ.. MdeNovbr
pirahlba 19 dedilo Baha... lt de dilo
4/OlMJ
k/iioo
lis MUSA. AUIBSfClAs.
te88ef.S.CIoill. I Jais*a* OrpMe
J3 Tere.S. Clemente, .efi. al 10 horas.
z4Quarl. S. logo da I. tartdocit'l.
i i n/.. 3. e 6. ao melo-dla,
25 Quii S Calliarina P tunda
2li Sen. S.Pedro Ale-,, e 8. as 10 horas.
andrino. 2. vara do cival.
27Sab. ,S. Margarlda. U enbadoiao melod
28 Dom l.do Adveo-i Ailapa.
(o S. Jacob. ITercas t aabadoa.
de Novcinbro de 1852.
N. 267.
DIARIO DE m PEfflAMBim
9
inartliii.
N iagoanle a, a l hora e 18 minutos da ni.
tua 11, as i horas e ai miamos da larde.
CresceateA 18. aoi 'J Bala a lo a a larde.
Chelaai, 4 horas 22 mlnutoi da Urde.
B>AM ABt SlOJ
Prlmelrai horas e 41 minutos ds Urde.
Segunda i 4 horas e 6 minutos da maahiaJ
MB*a so* eosmaiM.
aalanaa e farahlbi, ssegundas i lexlii-
felrat.
aio-C-rmdt-do-orle Victoria as qulatsa
falras
toalla,Cmaro,c Garaahaas no le la deca
flores,Ouricui j.Exu e loa-Vista al3 SS
Ollnda. lodos os das.
Todos os Correioa parteraaomelo-dla.
ATOTICIAa ITBIMOIIOII.
Portu(al
flespaoha
Franca..
Blgica..
Italia..:.
Alemanha
Proasia ..
Dlnamarc
Russla.
Turqua
13 deOulbr.
s de dito
8 de dito
4 de dito
M de dito
>.3de dito
.3de dito
alodeSeib'
19 de dito
26 de dito
Austria .. a deOulbr
Suissa... i de dito.
Suecla... 28deSelbr.
Inglaterra 8 de Qulbr
R.-Unidos 25deSelbr
Mxico... Id de dito
California ti de dito
Chlll. lOdedllo
Bueno-A.deOulbr
jMonterldeo 26 dedilo
OIHBIOB DI 34 BS I UMBBO
I Sobre Londres, a 2.x ", por ifQOO > Paria, 360
Lisboa, 'JJpor cinto.
TAca.
Ouro. Oncashcspanliolas........... -JO/OTU
Hoedas de 6/400 Telha*........ IB/Mio
a de H#4uonova......... 10/0011
de 4/000............... /W0
Fraia___Pataeesbrasilelroi.......... 1/92"
Peaoscolumnarloi............ l/9'0
Ditos meiicanos.............. 1/80"
PARTE OFFICIAL.
CO.NSELHO SUPREMO MILITAR.
I'rooisio.
Dom Pedro, por grsca de Dos e unnime
irclamaco dos povos, imperador constilu-
cionali e detensor perpetuo do Brasil: Faco
saber aos que cst minha provisSo virem,
que tendo subido minha augusta presenta
urna consulta do conseibo supremo militar,
datada de 30 de agosto do crrente anno, a
que roandei proeder sobre o oflicio do pre-
sidente da provincia do Cear, datado de 3
dejulho do dito mino, pin que pedia escla-
reciroentos sobre a duvida em que seacba-
vi, de ser ci oo considera lu desertor o re-
cruU apurado que deserta antes de prestar
juramento de liJelidade is banderas. E at-
lendendo a achir-se determinado pelo aviso
expedido pela secrelsiia de estado dos ne-
gocios da guerra em data de 10 de outubro
de 1836, que, sendo o jurtmanto de (idelida-
de aa bandeirss urna ceremonia religiosa,
iptrodutida no exercito em o anno de (763,
nSo he rigorosamente o principio que trans-
forma o paisano em soldado, pois que untes
de haver rstejuramento ja os soldados eram
reputados como laes, e os seus crioies casti -
gados pelas lea militares, e isto llo suieu-
te pelo simples Tacto do sssentamento de
prisa, nico vinculo que os ligava so servi-
do do exeiciloo da armada, como se v na
ordooaclo do reino, livro 5 titulo 97, o re-
giment de 17 de marco de 1674. 18 de feve-
reiro de 1708 e 7 do maio de 1710 ; o que
ainda aeobserva, om viitude do ait. 4" dos
de guerra da armada, a respeilo das praess
de mariohagem, quenlo prestam juramen-
to de bandeiras, entretanto que slojulga-
dos em conseibo de guerra quando commet-
tem algum dnlicto, s pelo faci de terem
praca assente. Que sundo evidente, que u
assentsmento de prafa be titulo bstanlo pa-
ra ligar o soldado a observancia dos artigos
de guerra, e sersindo estes de lei Ion lamen-
ta! nos uioct'ssos de crinies por aquelle com-
mettidos ; o recruta que, depois de ler pra-
ca aberla no litro competente, se negs ao
e ciJade do Rio do Janeiro, insidias do
me/, de outubro, do anno do nascimento de
Nono Snior Jess Christo de 1858. E eu o
msrechsl de campo Julo Carlos Pardal, vo-
gal e secretario de guerra a O escrever e
suhscrevi.-Joflo Paulo do Santos Brrelo.-
Francisco de Paula e Vascooeellos.
Dom Pedro, por greca de Dos, e uoani i.e
ccltmaslo dos povo?, imperador constitu-
cional, e defensor perpetuo do Brasil: Ka so
saber sos que esta minha provislo virem,
que, tendo subido minha augusta presenta
urna consulta do eon-ollio supremo litar,
datada do SI de junhn do corrate anno, a
que mandei proceder sobre o requerioicnlo
dn particular aargeoto ajudanta aggregado
ao priu.eiro bstalhlo de iofanlaria Joto Jo-
s Evangelista Costa, pedindo que se Ihe
mandasse abouar a gratificado que a le es-
tabelece para os secretarios dos corpos, cu-
jas lmeme.-, eslava exercen lo E aUi'llletl -
do que, sendo os secrtanos dos corpos do
exercito oicises de patente, na conformi-
dade do que dispOe o plano da organisacao
do exercito ; quando ae der ocaso de falla
ou impedimento de algum, a sus substitui-
(2o so deve recabir em outro ollicial de pa-
tente, e abonar-se-lne a respectiva gralifl-
ca(3o ile ejercicio, como se tem praticado
sempre ate o presente, nao s a respeilo des-
la lissse de olliciaes, como lambem doaquar-
teis mestres e ajudsnlos, quando se-da igual
motivo; sendo inuito conveniente i boa or
dem do sm viso militar que continu a mes
na prsxe ; o que me foi ponderado na men-
cionada consulta pelo referido conselho,
com o parecer do qual nileiramente me con-
formando ; hei por hem, por minha nnme-
diata e imperial resoluc.au da 14 de agosto
ultimo, manjar declarar, que o supplicaule
na qualidade de praca de prel, nenhum di -
reito tem ao veocimento que inunde; e
que desde ja seja este inferior retralo do
exeii'iein mi que nicumpeientemente sa a-
cha, nomeando-se um offici I suballerno pa-
ra servir interinamente de secreUno do en. -
po. Pelo que; mando autorida le a quem
compele, e inais pessoas a quem o coniieci-
mento desla perlenccr a cumpram, o guar-
de o Lio Inicuamente como deveai, e nella
se conlm. Sua Msgestaile o Imperador o
cumprimento de um dever que a lei militar
delle exige, e dcver lio Sagrado quslo di! ,i,.ii,dull | el .M-iinseliienns :le -nena liaixn
jurar defender as suas bandeiras, que sin o tssignados.--Jos Francisco do Amaral a fc
emblemae insignias que represeulaiu a sua nesli cortee cidadedo Rio de Janeiro, ios
patris, oseu n.onarcha,e o corpoa queesla 3 aus ao mez de outubro do uno do nas-
alisUdo, alm de violar o art. 1*5 da cons- cimento do Noaao Senlior Jess Clliisto de que propoe de 50*000 rs.
flanea. Por conseguale requeira nsupplicanif
a ibesouraria para Ihe toinsr a nanea provU
sorlsntente, e qusodo venhi julgada a dita
queslo. qualquer que seja a deciso, a ibesou*
rarla deAnliivauente determine o que parecer
justo e conforme aos ioteresses da faienda nt
tocaole a oecessidsde de outorga das mulhcres
doa hadares do suppllcaote secundo o qae na
rerdade dever determinar, a vista da habilita,
cao dos liadoressendo que Utnbein a ihesourana
pode usar da cautela de faaer recolber os di-
aheirosa cargo dosupplloante em nrasos mala
cuitos do que he cosiume, scassiin Ihe parecer
conveniente Palacio do joeroo de Peruaiu-
buco 14 de noveusbro de 1852 Miktiro.
Uito A inesina, remellando paraaea co-
obeciuenlo e direccao a relacao da despesa
faila pela repartlcao da naarlnha coma susuio
10 de laaaasaa |il siliatlaasi.iia'r atis
mente foram mandadas para o presidio de Kei-
nindu no patacho Pinpama, e de II dllaa qoe
daili icgressarao no mesino patacko Coin-
municou-se ao inspector do araeaal de inari-
uha.
Dlio Ao director do arsenal de guerra, de-
volvendo a relacao que suic. remeueu, a Sai
de que por ella se regule em o mez correle
na compra dos objectos para Toroeclmento
dos rmaseos daquelle arsenal, leudo em
vista a inloimaco que enva por copia, do
contador da thesouraria de fusenda, e a pro-
posta que tambeui euvin, qual se refere o
sacante couiador *- Communicou-ae a thesou-
raria de fazcoda.
Dito Ao director das obras publicas, cou-
cedeudo a aulurisaco que pediu, para maudar
faier os couceitos ue que precisa aspontes do
Giqui c I igipiO, cuja despesa une. calcula
(aa Sjo/iiUu rs. luleirou-se a thesouraria da
Uzeuda provincial.
Dito -^ Ao mesiuo, approvando, como medi-
da provisoria em qusnlo nao se pde em arie-
matacu a cuoservaco das estradas, a creacao
que ame. propoe de mais quslro districlos de
cuusesva(j pariuaiieme, sendo dous pata a
estrada do Sul, um para a da Escads, e oulro
para a da Victoria, coiupostos de um guarda
e um ajudaoie, quando forem estes oecesssrius.
Diiu A tueaouraria da lasenda provincial,
devoiveudo 01 papis da divida de que peue
pagameulu o major do eorpo de polica, Jos
HabcHo 1 adillu, relapvo ao lempo que inleri-
uameule cominaudou o mesmo uorpo, 6111 de
que a uiesuia thesouraria delira ao supplicaule
nos termos do seu omelo de a do correule.
Uno A uiessua, approvandoa nomea(o do
pruneiro escripturaiio da seguoda seccau da-
quelU ihesouiaria Francisco Oeraldo Morei-
ra Temporal, para incuinbir-se a tarde do ha-
nal no .i liquidaco da divida activa, veucendo
iiieusalmeute nao so este, como os de mus en-
caricgados da dil< liquidaco a graiilicaco
copla remetleu-se ao iospector do arsenal de
marlnua-
Dito Ao lenle coronel Jo' Antonio Lo-
pes, Jan de pas mais volada da freguesla do
Rio ronnoso, dlcendoem addilamento ao oV
cio de 4 da correte, que por iuidverleucls se
nao mencionou em dito ofiicio o artigo 16 da
lai u. 602 de 19 de selembro de 1850, do qual
ihe remede copia, e vista do que nelle
dispoe liea tina de duvida a sua competencia
para a presidencia da mesa psrocbial, urna vea
que suic. passaase o cumulando do batslhao ds
guarda nacional a o orrioial immediato, sendo
esss disaoelco urna verdadeira explieaco da
legislacao anterior coalida no ai I. ll da lei de
18 do agosto da 1831, e i aa develo de S& de
oulubro de 183S. Igual a o lente coronel
Hanoel Aotooio dos Pasaoi e Silva, Juls de paz
MUIWI UlUIll UI rH" c ^", lu. ui. pa.------------------------ i-------------- ---
mata rolad da fregaett* aa. rVdr Kartyr hoMey Roaiano, que eto. Ae de raeto qotsr
de Ollnda.
Un Ao Inspector interino do arsenal de
marinba. Em resposta a o seu ofiicio de 8
deale mea, tenbo a duer-llir, que segundo a
proposta juma, se vllerece a cal prcta a 100 rs,
a boje se Ibe envlou urna oulra propusta de
cal branca a If440 rs, entreunto que no uicu-
ciunado rnelo diz vine, queso achuu a pri-
mena por 500 rs. e a seguoda por '.711111 rs.,
conforme a propoaia que velo jonla. Est por
Unto verificado que nao ha diroculdade em ob-
ler eaac genero, urna vea que esse arsenal ad-
mita a concurrencia, e cumpra o seu dever
nos uegocios a seu cargo.
Quauto ao foroeciiuenlo da cantarla, mande
vine, auuncia-lo para ser feiio por quem scol-
ferecer a laze-lo por proco mais ventajoso, e
assiiu respeilo de lodos os mais gneros de
que precisar o Arsenal.
Porua Coocedendo ao juiz municipal
do termo do Hn jo, Jos Rodrigues do Passo,
30 das de llcenca sem vencimeoto. Fize-
ram-se i respeilo as necessarlas coininunica-
fes.
Dita Ordenando ao prolessor de lalim da
cidade de Nasareth, Jos Fauslioo Marioho Fal-
cao, que, leudo em vista a copla que remelle
de um othci'i da cmara municipal daquelle
cidade, e beiu asslm as das informaedes, que a
respeilo foram prestadas pelo director geral
Interino da iustrucco publica, e inspector do
respectivo oirculo literario, responda sobre os
todava, com successo, en todas ts cir
cumstancias, a autoridade da Cora, a or-
len) etranquillidide do povo, ea indepen-
lencia do piz. Mis se os seus servicos pas-
sados Ihes dio direito ao respeilo da Europa,
e grilii.lo de sous concidadlos, o senli-
meiiio de pesar com que agora damos teste-
munbo de sua qu la, he muito mais aug-
mentado por ludo u que conhecemos do ca-
rcter de seus antagouistss. A principal di
visto dos partidos na Belgici, consisto em
urna scelo que contende por urna firme e
liberal administradlo dos poderes pblicos,
e pela dtele resoluta dos privilegios nacio-
naes do Reino, e em outra que he com razio
denominada partido clerical. O clero Ua-
illimilados para o ruin, lelo e.-laln I cimenln
Je seu dominio e ascendente na Blgica, e
que exerce urna influencia exteiisissnna so-
bre a populaslo, be o garante do partido po
litieo que jusUmente derrubou o ministe-
rio, iss eleisoes que tiveram lugar no do-
curso do ullimo verlo, os padres recorre-
am aos inesmos aieios de agitss-lo que Ihes
-Ao 19o familiares lias alendes Ja Irlinda.
Deiiunciaram n governo como umafacslo
impia e hertica'. Suas noslili>lades. poup<-
ram apenas o re, cujo apego pessoil a igre-
ja protestante de seus antepassaios, e de seu
paz adoptivos,n3o lein diminuido pelocon-
laclo do povo cstholico romano. Invocaran)
ahertamonto o apoio Jo clero Fr ncez, e to-
da influencia da Fianct na Blgica, para
promover su ma ioallluiclo poltica do paiz era sagrada a
seus (illios litos uo caminho de sua arrogan-
cia n ambiQlo. At cerlo ponto produzram
ell'eito ns eleisAes estes eaforfos ; e a enli-
ga mainna da camaru fui derrotada. 0 mi-
nisterio sentindo-so enfrsquccido, pedio sua
demisslo, qua o rei declinou paraaceiiar
em teaipn cumpetenle. 0 rrsullado, porcm,
fui logo previsto, e abertura da sesslo o
ministerio foi batido por urna manira de
54'Sobre 46 na eleiflodo piesiJonlo, com-
titorcfio, commelteo aliominavel crime de ijjj.j. beu o inarechal de campo Joo Cir
desobediencia e insubordinas^ militar, pe- |us pardal, vugal o secretario de guerra, a
lu qual deve sollier cxemplar castigo, que | CScievcr e subscreVi. Jos Joaquim de
punha urna barnira s funestas consequen- i,lnja 0 8|(|l Miguel de Souza Mello e
cas de lio absurda e pernictusa resistencia, ,\lvun
destruidora de toda a disciplina e bos or-1-----------------
dem; devendo observar-se com um sem i-, .,.. n unrtVllMPIl
Ihanle individuo, qualquer que ello seja, o IjUVJMU>U UX rttU Y U1-ii A.
que se pralicanos juizos civis con os que r.\l'l ihkm l-. DO DIAI&DE NOVEMBHO.
nlo querem ser leslemunlias, nein respon- Omeiu A ihesouraria de fazeoda, irans-
der aos interrogatorios queso Ihe fazem ; is- mlttludo por copia, para seu coubecimenio o
lo he, lavrar-se termo no livro mostr, om despacho qae proferto no requerlmeaio do tila-
que se declare a contumacia de tal recruta, e sourehoda airaadega, Joaquim Joi4 de mi
ssigu.do esto termo aata olliciaes e ... -*. --J*- ** -u,0 '.nV-
pessoss prsenlos a recusa por elle feta de ,uurtiro_ dclermine aquella ilicsuuraria dllir
prestar o juramento as han loras, ser ocon- llltvameiitc o que Ihe parecer justo cerca da
tumaz logo posto em cunselho de guerra, doneidade da mesma Banca.
como incurso nos crimes do desobediencia 1 Oeiiiaehoaquetetrfirioofficioarim*.
e ns'JborJinaelo, so todava nlo lioovor | A outoiga da uiulber do liador se eiige para
motivo de ser reputado cabeg de molim, se^uranca do credor, oude quem faz o cou-
pois nesle caso devera como tal ser julgado : '"co, para cuja Armen retraer banca idnea,
o que me fo, pon Jerado na mcncJ.J. con- K^S^^t. FSUt.
sulla pelo referido conselho, com o parecer },",'de de f.zer ecuco no. beos do
do qual inteiramenle me conurmando ; bol |aao,. e i,porlaudo a fianca urna hipoibeca
por bem, por minha immodiala e imperial ol uens do fiador, inormenle uocasu de que
regnlucflo de 18 de selembro ultimo, deler- se nata, puisos do supplicaule devemeipressa-
minar, que, posto nlo tenha ain la assenta- mente obligar os bens que possuem para ple-
mento de praca uo respectivo livro inestre, na garanlia da faienda nacional, ha iuyis urna
o nem jurado bandeiras, o recrula desde que "sao para apreeentarem ouiorga e>presia de
he apurado para o servico do exercito deve suas iimlheres, pque a bipolhera heuma rs-
perceber Jos os vencmontos de soldado, f^tA^AtSM
e licar inlmrimente sujcito s leu regula- ,.ue vflldclll ou.licoaooi mesmos beos; or-
mentos militares, sendo qualilicado e pu- ,,,..,..,,, do |lvr ,,,,-,,,,, mU|u t8. por isso he
nido como deseitor, quando so ausentar, se- legal a cugcncia dathesouraila, e 10 pode ser
gundu as mrsmas leis e regulnmenlos. Celo dispeusada a ouiorga das mulberts dos liado-
que : mando a autori Jade a quem compute, res do supplicaule no caso de sejulgar sulBci-
eme a ineaeao delles, leudo-se cui isla a or-
deuacao citada do titulo 59 do livro rjuario.
He porerii o que nao est liquido e pelo cou-
Irario se poe em duvida, como se ve da infor-
.......'id da thesouraria, iiioruieiite na estando
decidida pelo ibesouro uaciooal a queslo
relaliva a quanlia que deve servir de base a
c mais p -.Has quem o contiecimento des-
ta pertencr, a cumpram, c guarJcm lloin-
leiramenle como doveni e nella se coulcin.
Sua Magestade o Imperador o n andn pelus
consellieiros de guerra abaixo assignados.--
Jrs Francisco du Amsrsla fez nesla corle
F0LHT1M.
0 PALACIO PIHODAN. (*)
pon fui. isogeno "iscaunoir.
PABT.E SEGiNUA.
froolc ardeule, ora contiuuava sua caueira r-
pida como seu peiisameuto.
1 Enlulliadu de obstculos o caminho nao era
fcil porque se eslav* eulo construindo nina
parle do e.ies chamado o caes dos Olmos.
Alguna jsrnaleiios com a veste ao braco vol-
1 iv un para suas cazas cantando. O vento tinlia
refrescado, e agilava as caneca copadas das ar-
vores abaiaodn-as e levaulaudo-as allernada-
menlc como um d/in caprichoso, mas os mur-
murios da cidade se iam pouco pouco eitin-
1 gutudo, a obsciiridade estendia por loda par-
le o seu veo. Marlelta com seu chapeo de cas-
' quilbo aballada sobre o rosto achou-se logo
n'nin 1 dessas traveseas lo oouiuiuus ua grau-
ilc cidade, e priocipalmeote lio l'alacio Cirdc.l
'o quaTeolo coritava mullas, ella tinha por 110-
me a travesa do Cbapeau-llouge,
Era para fallai a verdade urna roa de mo
XIII
fas amiga.
'.I.iiii na n.mi Mala) algum lempo absorta renoine. Manetta levaiitou a cabeca, e alravez
r o seu espaulo. das vilracs esveidcadas de un quino sita-
Una golpe lao leu ivel c tan imprevislo despe- do no quarto andar de urna casa de aspecto go-
dacava suas furcas, ludo o que-ella pude fazrr- tilico vio um ralo de luz.
fui arraslrar-sc al ao caulo do caes ; chegan- I Elle esl em c-sa, disse a moca couisigo.
dn a est lugar esleve paia desfallecer.....Nesle' E sua mSo locau a uncu do individuo em
nesinn unante urna inspiracn repentina pas- cu!* casa Pompeo eslava alojado. O Italiano nao
snu-lhe pelo espirito, esia ideia resliluio-lhc escolhira domicilio nesie quartelrio scuo pa-
parle da sua corsgem, ia poder espiar aaeu lurno obomem do Pala-
Vollar para casa de mrslre Fclippe. despeda- ciu-Cardcal, qae elle Unto inleresse llnha em
car o corceo desse vellin que a tinha creado, tornar a achar, n bomem qie Ibe prometiera
pobre orphaa, Ihe parecia imito cruel: ella Samuel. Ao som da sineu Pompeo abri a
reolveu-sea abrir sua alma ao nico bomem janella Marlelta o chainou, elle s a reconhe-
nue podia comprehender sua dor, esse homein cu pels voz.
era seu nico amigo. Mariclla encaminhou-se I Que querdiier isto? peatn alie, Maiietu,
para a inorada de Pompeo. he Mariella.
I Elle dcsceu com a linterna na mo, e po la
A elle s, peusou ella cutan, direi ludo, prlmelro Brilla dos degros di escada para eia-
prlmelro porque elle he menos severo que mes- minar a moca Ella eslava 131 > bella, apeiar da
Ir Fellppe, e depois nao lem elle promeiudo sua pallidcz, que Pompeo nao pode repiimlr
lanas veaeS proleger-me. a inmfraca menina? um grilo depiazer e de sorpresa. O Italiano aein
nfio tem elle lamas vezea lido d de mirillas ma- duvida arrancava--e lambem a pensaiueatos
coas ? Mullas vezes, me lem dito elle que lem opprcsiorcs, pois cnsugava com o forra da
cedido debaiio da mu de fero dos acontec- manga seus olhoi hmido, de lagrimas..,,,
menios, elle raesmo ineeusinar como se sol- Voss aqu, disse elle sorrin lo, vossa aes-
fre !-Ah! bem slnlo que deliei no liuiar desse se Iraee, Mariella / Por Nossa Senhora, voss
palacio minha vida e minbas esperances ; de assemelha-se a algum bello pagem da rainha
nuil olbos currem lagrimas abundantes, nem Anna! Que honra resultar disto para mlm aos
mesiuo Ihe occullei como o atiiava'.... Elle ca-] olhos de inestre Orlo que inc aloja por carl-
zou-sesein duvida uelse paiz de que Pompeo dadel
me tem fallado laiitis vezes, ende u baile e os [ Mesicc Orio era com ellello Milanei, c por es-
palacios nao passam de loucura, onde os pro- le Ululo abrir sua casa ao seu humilde com-
piios vulces sao a imagem do coracao Al patriota. O quarto onde Pompeo fez entrar a
;i, iniia.i. disie-uie elle nessesonho meotlroto, moca eslava longc de billhsr pelo arranjameu-
e a ni .nli.1.1 chegou, e este dia me di/, que nada 10 011 pelo luso ; unta mesa de carvallo* e um
mais son .delle I leito o oinavam. Da parede ma pendia a kii-
Cainlnisndo e fallando assim, Aljiiella nao larra de Potnpeu ao lado de ana espada. Ma-
rpaiava sequer na hura adiaulada que era, rlella ptrcorreu esia celia com um olbar en-
oraparava eipresenlava i brisa do Sena sua terneeido. O trage de Pompeo era miseravel
juaudo o uapo4a o o.iu coima mais souieniea
(') Vide Hariu n. 200. | volia estiva remendada em vinle lugares. Elle
Dito A luesma, para mandar eliminar, e
pagar, estando nos termos legaet, aconta, que
remelle, ua importancia de Ibzj'Jio is. da dei-
peza leila do ptiuietro de julbo ao ultimo de
outubro desle auuu, cun o suslenlo.doi presos
pobres da cadera du I.minen o. sendo a referi-
da quanii 1 entregue a Jernimo Joaquim Fer-
reira de Oliveira, couforme requisita o chele
de polica me uno Coiuiuunicou-se este.
lino A mesma', para que vliU da relacao
que remelle, mande indemnizara Ibeaourana
de fszeuda da quauia de 37/V43 rs. que se des-
peudeu cun o suUuio de i5 seuleuciados, ul-
iiiiiameuie leiueludos para o presidio de rcr-
naiido no patacho l'apa'iia, e de seis ditos que
I nii i'egressaraiu ua iiicsmu patacho Com-
muuicou-se a tbesuuraria de lazenda e ao Ins-
pector do arsenal de 111.11 mita.
Duo Ao iuspettor ioiciiuo da alfandega
dcsta cidade remetiendo para seu coubcl-
ueuio unta capia du despacho, que prolerio uo
requeriiueulu eui que Jos Auloulo de Araujo
pedia prerjagacao au piaso, que Ihe foi conce-
dido para .curar toda ociivaodc pedra, que
lem em seu deposito no mar.
Unyacho a que ie reftre o oRic'a cima.
Tendo deconido o prazo de dous meses, de-
pois que foi Casilda a liceuca concedida a
racios de que siuc. he argido no eludo of-j quanlo M. verhaegen.candi'dato do governo,
* __^__ seja um homem, que j desempenhou este
I lugar com crdito, e que na qullidade de re-
Tendo sido transferidas procisslo de presentsnlu da cidade de Brussels goza do
Corpus Christi para o dia -.28 do correte,respeilo do paiz.
rucamos a concurrencia das irmandades na .,-. _,. ____ ..____ r.._,..
. ..r...m i...._...k.. ,. esneranca quo elle sustente a independen-
nos que os nostos
se intcressem e esforcem a testemunhir a
gralidSo que be possivel tributa om a Jess
Cbnslo, en reconhecimento do maior ex-
cesso de aeu amor para com os humos Pa-
lacio da Soloila le 33 de nuvembro de 1852.
Joao, Bispo Diucesano.
EXTERIOR.
ESTADOS-UNIDOS.
A fragata a vapor americaua Saranac est
sihtr pira o Rio-de-Jaoelro, levando aaeu bor-
do o Sr. Sodr e sua familia.
O Sr. Sadr, ministro do Urasil nos Estados-
Unidos, fot ltimamente dciniliido pelo seu
governo, e chamado edrte do Rlo-de-Janeiro.
O presidente todava tente tanto a sua relira-
da, que determinou mostrar seu pesar pelas
mait dlslinclas honras. O Sr. Sodr ser, pois,
lavado sua patria por um de nossot nivios
nsclonaei.
Esta he a priineira vez que um ministro es-
trangelro recebe deale governo um lao alio
cumprimento.
Esperamos, pois, que o imperador do brasil,
em consideraco dos grandes talentos do Sr.
aupplicnic para ler no mar o deposito deque Sodr, e da mulla calima de que goza nene
se trata j devia estar de.carregadu o navio para paii, o mandar voltar aos Estados-Unidos co-
cumprimeutoda ordetu desle governo alo aup-
tno seu representante.
( /"'emy/ciiii.i /m/Mirer )
plica.itc llvcsse fornecido os vapores da com-
paobia do crvo depositado 110 mesmo navio.
em vcidefornec-los do cana, que lem em
outros depsitos, como pralicou, e por que
nao deva continuar esse prtviltglo, subsiste o
despacho de l4 du pastado, e ao.upplicanle li-
ca marcado o praso iuiprorugavel de aa diai sig, circumslanciaS rcluies da Kuropa I
para faser relirar o uavio para o lugat-qoc llie JissolUcBo lo ininislerio B-lga lie urna oceur
for destinado pela reparlifio compleme, li- ^ ,eri.M Ser COilsi lerida. A ultl-
LONUES 2 DE OUTUI1HO UE 1852.
cando de todo eillaco o Z^^*^^^^^ cinco antios, durante un. dos periodos mal.
o. a Jlasd data do presente despachu I'*- agtalos da historia da fcurop o postoque
Iic.v'do governo da provincia de Peruambucoa seus membros pertencessem ao que, oa Bel-
15 de noveu.brn a- iBJ2 Hibeiio Igual gica. Chimain part do liberal, manliveram.
^vvMns^^waaMiBieaBBsBS. taraatVi^~
reparou nisi ai. S e disse-lhe ;
1'ei.lu o .in-iii. .1-, 111 nao he o pala-
cio do conde de San-Pielro, esse nababo descu-
uhecido que nos clicgi da China oude Floreo-
ca. Voss J vio esse uobre conde ? Elle he dl*-
uo dat paiedes duque me esgotei pata agr-
dar-lbe '
Sito, acabo de v-lo, respandeu ella com
urna voz trmula, acabo de v-lo, elle me fal-
n. Esle bilbele pelo qual me aununciaram
sua clirgada nao be teu, un 11 amigo '
h Manetta enlregou ao Italiano urna caria
i ni la.lo-menle cioliilUa, a qual tirou do
seto.
Desgracado, deigracado de iimn 1 ou an-
tes delle! exclamou Pompeo observando a ei-
criplura com olbos em que hrilhava o fogo da
raiva.
De quem quer voss fallar ?
Do homem que Ule mandou este aviso,
tornou Pompen radiante de alegra ; esse bo-
mem he meu inimigo, ha desasis annos que o
procuro .' Ah! elle ella aqui, e previne-lbe que
o conde chega! E ease condecslranho, accres-
cenlou Pompeo com um riso tardunico, esse
coudc de San- Pieiro bt o Hlbo de nieslre Fe-
lippe, laverneuo 1 Por Mossa Senhora, uso he
curioso!
Pompea parou vendo os olhos daquclla que
o ouvla encberem-ie de ligrimas, e pergun-
lou-lhe n'ii'ii lom de voz penetrado :
Que lem voss, minha Alba que Ibe li-
zeram f O iiiiteravd que Ihe etereveu. voss
vio-u ? t-la-ha elle manchado com o teu as-
pecto, vos-c a nica llor que i deve ier viiila-
da pelos anjos.' Ab juro por esia espada.....
Espere, disse Marlelta, nao he desse. bo-
mem, seu inimigo. desse lioiuem que me he
descouhecido que veobo aqui fallar-lhe.
E de quem he enlo '
Do coude de Sao-Pletro..... quero dizer
de Carlos Gruyu, respondeu Marietta dando
um suspiro.
De Carlot Gruyn, diz voss ? Eolio que Ihe
fez elle para estar assiiu em lagrimas ? Vonc o
ainava, brin sel, minha pobre Mariella, e isso
era mu simples. Voas tinha sido creada com
elle, c elle Ihe llnha dito que a ama va! Agora
que se fez de teu pleno direito conde c lidalgo
nao a ama mal, uao he assim ? esle he o uso
do manda'
l.i. o que voss me viuha dizer sem duvida,
iiiioba gentil c doce Mariella. Tranquillise-se
elle era iiioignode tanta lelicidade l
-- Sun, mas ru o amo sempre, loruuti a in-
genua moca, eu o amo, e elle despcdacoii-me
o curacao I
Que Ihe diise elle ? conle-uie Isso, piose-
guio pomaeo iproii-naudo-se de Mariena com
Inleresse.
ijn'intico quo elle sustente a indopcnd
ca, o manti niia lodos os direitos justos de
seu paiz. Ogoverno Belga tem a represen-
tar um papel delicado o ilidlcil, visto como
se ach elle enllocado na proximidade im-
mediali do um estado poderos.), que ne-
nhum dover liv.11 rcconhcce, o quo j di mos-
Iras tatorial ou bustil. Aliberdade constitticio-
otl ainda conserva na Europa esto asilo li-
mitado, mas segundo cromos, iiiviolav.il.
Na Blgica aluda o puvolie snnliordo si ; a
mpr .n.-,i Belga est anda livrn das enleja,
e mesmo das ameagas e pnrsigutses dos mi -
Distros da Frrnce. E, seria un) ainentavel
exemplo dessas dissensfies e flaqueza que
afrcrfam a energa dos ovarnos popularos,
o iiicl'ii Icio n n.s iliil'i.Ti'tisas Jo parfido pre-
valecer em tal occastlo subro o inleresse
commum da naci, o pr-se em oerigo to
ds a existencia do paiz dantlo-se algn pre-
texto a inter/enslo ou aggresslo cstrangei-
ra. Em vistssda Iiiiiii.ic.Vi l-i novo gatuno
teas cmaras foram prorogadas al 26 do
correte.
Err rclifio a esle assumpto notaremos
que um imuortanle relalono, de urna com
misslo militar, nomeada no, uutuno pissa-
Jo para considerar as quesles relativas a
defezado territorio Belga,e a organisaflodo
exercito, foi agora apiesmtad i a legislatura.
A manutenslo do exarcilo Belga nopac
lual, foi durante algum lempo antes do 1848
um motivo de queixas da parte di oppo>i-
Slo, e a primeira questlo, quo havia a re-
solver-so crs se a Blgica dona paria pro-
t-cslo do sua m i.', en Icn-'ia, deseansar nos
irala los, que segurara sua neuiraliJade, ou
nosnecorro das potencias esirangeiras, OU
se devia conservar urna forsa sullicienti pa-
ra guiriifcer suas fortalezas, e pruver as pri-
mearas exigencias la guerra ? Esta ultima
*~ Nao disse-me nada, respondeu ella, mas
eu sei tudo. Prinelrainente elle be verdadera-
mente conde de ban-Pieiro, e foi mesmo para
elle que voss dirigi os trabalhoi desse pala-
cio ein frente da notsa casa.....
Um pagem vestido de bella libr o cbamou
poi etse ootiic, e dianle de inlin.
Um pagem eusiuado por elleinesino como
um papagaio, boa raiao !
Depois, elle vollou para ahi com esta tnu-
Sher.....easa mulber quo elle amava, esta A-
lalga de que Ihe lenho lallaJo lanas vezes.
E ella fe delle teu intendente coino elle
fez de l'elleroie tambeni o leu I
Oh I nao, be luipossivel, respondeu Ma-
riella, ella he sua mulher... he a condessa de
S.lll-1'lellii
Torno a diser-te, Marielbi, ludo liso he
orna comedia I O mundo he um grande baile, j
Ibe disse. Como suppor que urna mulher de
nasciinenlo '...
Ah I he que voss nao sabe ludo, charo
Pompeo. Elle amava j aolti de la pan ida a
es.a mulber, e eu que Ihe eslou fallando, eu
podaperde-loi, a nao o tiz. Qualquer oulro que
nao Carlos me leria votado enlo iua vida, dis-
se Mariella chorando.
Salvo, diz voss, salva por voss de um
perigol Eiplique-sc, loroou Pompeo com io-
ilileucla. Qual era esse perigo ? Falle I...
O olhos de Pompeo te lornaram escruta-
dores'
Isto be legredomeu, diste Mariella com
eslbreo ; nlo, nao posto dlzer-lbe.
Uta segredo pira miin, um iegredo_ para
eu amigo, disse Pompeo pegaudo as mos di
moca. Abl Mariella, bem vejo que voss nao
me ama.
Engana-se Pompeo, mas cu nao devo con-
fiar esse segredo a ninguem, elle iuiporla a
srgurauca de Carlos. Coolcnie-se com saber,
accrescenlou .VUiletta, que nao he a priineira
vez que lenho salvo esia mulher... Urna nolle
que eu llnha esles mesmos trage, ba um anno,
encontr! a sege de utna Adalga anillada por
alguna malfellores peno da laverna de Ponan*-
Ht-Pin. O terror os ataceu vendo-me cahlr so-
bre elle, de Improviso com a espada na mo ;
ellcs fugiram. As cornual da sege se abriram
enlo, tima 111S0 laocou uina bol,a, era aquella
que eu Ihe dei em casa de meitre Fellppe ; esti
mulber era a que Carlos amava !
Isso he estranliu, disse Pompeo, r. vosse
nao sabe o nome deisa dama '
Sempre o ignore!.
Poli bem I 1 u, tur nuil 1 oui|.. o levantndo-
se.cu o saberei. Eu descolirireiesscmysierio.eu
varal a Carlos. Aluda bem que temos que aiu--
tar una cotila. Lina u palavia miuha mdala
a face das cousas- Que quer voss que eu esija
delle, Mariena ? Eu o ciigire, e elle fara.
Voss lem esse poder ? voss pode oble
de Carlos o que miiihas lagrimal,e miohas aup-
plicas to lernas nao poderam conseguir ? Ha
enlo entre vosi e elle algum laco secre-
to e poderoso ? Slm, se ainda esl livre, elle
que eu julgo eocadeado por todo o sempre, se
o amor man puro e mais dedicado pode deter-
111 i 111 -1 u a deisar esse louco amor, Pompeo, dil-
le Mariella ajuutando as mos, faca-o vollar a
iniiu / Moslre-lhe com o dedo o ahysmo qu
elle cavou para si mesmo ; abra-lhe 01 olbos,
faca cahlr delles a venda t Se nao lizer isso por
amor de Carlos, faca- o ao menos pela pobre
Mariella. A ma vo, Pompeo, torne elle a en-
trar nesse abrl;o onde leu pai nao lera para
elle, senao docei reprehenides, oude elle nao
poder deisar de acolhe-lo na sua fcil honda-
de I Nao Ihe falle de ingralido e de esqueci-
nclito, falle-lhe da llicldade delle, suslcule-o
com a sua eipcriencia, e com seui comelhos.
Se elle chorar ao ou>i-lo, moslre-lhe o meu si-
lencio e minha ternura como refugia, despene
nelle lodos os senlimautos adormecidos em
seucoraco. Retirada aqui no seu quarlo eu o
einerarei, e deuois voss me conduzira casa
de mestre Fillppe. Pompeo, eu Ihe confio boje
o que lenho de mais cbaro, o cuidado de utua
dupla fellcldadc. Tanho dado a Carlos, como a
voss a chave de minha alma, mas tal be a mi-
nha desconanca 110 luluro que sem vosi eu
desesperarla delle I
_ fc nada ser, minha chara hlba.oh I lian-
quilliie-ic, eu verei a Carlos, elle me dar ou-
vldos. ,
Voss me protnctle isso c
Slun eu saberei delle se um prximo cala-
mento amcaca sua liberdade, mas ene cala-
mento, repilo, nao pode ler consumado ainda.
Eslou cerlo de aotemo de irazer-lhe_ boat
novas. Vino vots amar esse rapaz elle nao po-
de ser iolelrainenic indigno de sua mais chara
iileie.ui Mariella, proteguio Pompeo com
urna voz entrecortada de lagrimas, Mariella he
por voss e nao por elle que assim obro Seu
desejo be uui ordem suprema para mim, eu a
amo como le loase minha filha .... Quando mi-
nha triste vida, que esl marcada, como at ou-
tras dever acabar, supplico-lhe Mariella oh .
nao me abandone I Minha ultima quelaa, ml-
utia ultima lupplica srjain ouvidas de Dos e
de vois, c eu nao maldirel mal esla exnteiicia
que me pesa! Al aqui ella nio lem tldo pan
mlm senao mu mi soiihn faca-mc acordar
della lerenameule, fique junta de mlm comeo
aerrdolejunio docondemnado amorte. Pode
vosi agastar-se contigo, se fallaiidn-lbe tal-
abas lagrimas correm, se peniaiuenloi doluro-
tos e sombros enrugam-me a Ironle / .Ab al-
gum dia vosssabera quanlo lenho toDrldo jia-
opinilofoi unanimementeadoplada pelacnoi
mi-slo, e o ponto que se Ihe seguio foi o de
determinar quaes das fortalezas deviim-se
conservar ou melhorar, tendo -so em vista as
furcas presumiris do paiz. A commisslo
lie-ile opimau unanimn que convm demo-
liras fortifiraces de'Ypres, Menin, Philip-
peviile, Mariembourg, e Buillon ; a conser-
vaslo das do Mos fui decidida por Ireze vo-
tos contra cinco. Porm a opinilo ilestas
autoridades he, patentemente, que a defeza
subsUociil do paiz depende principalmente
da'efllcicia das fortificisOes as las linhas
lo Scheldt, e do Meuse. Por esta razio de-
cidirn) conservar todas as fortalezas, que
cobreui a Itnha do ultimo rio : Dian, Char-
4eror, amar. Hoy, e Lige. Mas, no caso
le guerra, um dos objectos mais importan-
tes, era segurar ao goveroo um lugar de re-
lira.la em urnas das principies pragas forti-
ficadas j ea commisslo lie de parecer, como
ja o foi a de 1848, que esla praca deve ser a
lo Antuerpia, na byputhese de um ataque
.u'l.i fromeira dosul du Reino.
Por rslas raziies a eommisslo Insiste sa-
biamente sobre a ncoessidi.de de apresssr o
mais possivel estes melhuramentoa as for-
UlicacOes existentes do paz, que slo miis
essenciaes ao seu plano oe operar0es defien-
-ivas. Entre elles slo mais urgentes o aca-
batnenlo dus edlicios prova de bomba
ua cun leila do Antuerpia, a cunclualo da
c. la i'lia Je ln".-l o linha que une Antuer-
pia a lige, e a fo'laleza de Dutcli. Mis
lm destes slo mullo recnmmnndadi as
obras projecladas paia a Tele de tlandre.
qujsloa tete de pon na margen) esquerda
do Scheldt, em frente de Antuerpia; a
promptilicaslo dus lnhis de entrirjcheira-
it'.'iiin baixo dos valles de Antuerpia ; a
fuiuiicaslodo passo de Arrscnot, e a defeza
do ...i-r.nl 111 por obras de campo Cilculi-su
que todas as fortalezas que se lam do con-
servar serlo sullicieniemento defendidas
por guirnisoes que monletn todas a 70,000
homens. O elTeilu dcstas medidas seria,
que no caso Je tentativa de um coup de mata,
pela frouleira da Franca, contra o territorio
Belga, o piiz assim aberio rolia ser com-
pletamente abandona lo ao inimigo ate au
Meuso. Brussels seria evacuada como infor-
liOcida e indefensavel; porm o governo re-
colber-s:-hia para as vastas forliticasOes do
Antuerpia, franca pelo lado do mar, o per-
runamente segura, salvo contra as operi-
Sos de uro sitio protrahido, no entretanto
que a linha du Meuso opporia consideravots
obstculos aos progressos do uoia invaslo,
e darla lempo a chegada lo rrfursos da Eu-
ropa central.
Asdllliculdades prove.inontcs de urna em-
prezi tal como a invislo di Blgioa, slo na
re ih li'lr mais temivcis do que psrecem a
primoira vista, eos Belfas tem mostrado as
mais d:cidiJas dltposIrjOei Jo empregar lu-
do o quo esla om seu pudor, para dar lorsas
a osss neutralidadc que lio a bise e o ba-
luarte de sua existencia como uaIo. lio
esse um dos nielhores ttulos que elles pos-
suem a symputhii d apio da Eurupa, e um
dos fundamentos com que dovemus princi-
palmente contar pan a manulencao da paz.
Nlo nos devemos jamis osquecer que a pu-
blica que destacou a Blgica dis garrs do
imperio francez e desde enllu reconheceu
sua independencia e neutraltdade, he ainJa
a mesma. A posan dessas importantes forta-
lezas, inclusives lz do Scheldt e a linha do
Meuse, por qualquer dtsgranles potencias
da Europa, constituira urna amena permi-
nenle, eum meio rorroidavcl de aggresslo
contra os tenlorios mljacenles. as mos
da Blgica slo inteiramente inoflensivon,
porque s servem pira fator menos atacavel
a ana propria nculralidado. Mas nlo foi 10
para bom della e do sua salvaglo, que essa
neulralidale Ihe foi garant la por commum
consenso; foi porque urna aggresslo con-
tra as suas fronteras ho virtualmeute um
atique a quaiiio otistoalcm delias.e porque
a oceupagao da Blgica pur utna grande pu-
tencia militar que avance para todos os
lados de seu territorio, Soria o primeiro o
mais importante passo para a invislo e sbb-
jugiio da Euiopa.
{Do Times )
ra nio esc'areccr suas proprlas duvidas, que
coiislrangiiiienlo horrivel me obrigou a nao ser
.nao seu amigo!... Voss desvia oa olhos, bem
vejo que a eslou allligindo. Ah 1 eu me maldi-
rla de causar-llie urna uiagoa, te me folie per-
uiitlido lmente dar-lbe uma alegra ; ae eu
podesse derramar em seu pello esse segredo,
que me lulfoci. se lodaJf felicidade pretenlc
nao me fosse interdicta I Mas esse tegredo, de-
ve descer ao tmulo com o Irme Pompeo. Ha
cerlas votes d'aluiique importa cumprimlr co-
mo um dique comprime o mar ; ha cerlas be-
bidas que fazeni estourar o vaso que ascontm;
be ni lei que he essa urna crlse honivel, una
irise deenlouqueicr mas a felicidade do en-
te que te ama, mas sua vida e seu repouso nao
sao compensaedrs a laulai dores ? Quando mi-
nbas lagrimas coireiu, seus beijos vem, e non,
motueulo creia-me, oh! creia-me que sou
A altcraco profunda do semblante de Pom-
peo parecia desmentir enlao essa felicidade, de
oue elle lallava, sua desordem, tuas lagrimas,
ludo lancou Mariella n'utnacruel perplexidade.
Qual era o segredo de sua afieico, e porque
raio devia esse segredo morrer com elle f Ma-
riella nao Ihe respondeu, irno por caricias al-
fecluosas, e pondo no hombro delle sua fronte
de iiiarfim. Neite momelo ella tioba-te quasi
esquecdo de Carloi. S culdava nene amigo
eoconlrado por ella em teu cmnulio, uobre
coraco lo duramente provado.
Porque 111c ama elle auuu ? perguulava
ella a si uieimo, a inlm que elle mal conbecc,
cinquanto que Carlos...
Esla volia involuntaria sobre o leu amor
mergulhou a moca n'uma medilaco tneapri-
mivel. Alguus segundo baslaraiii-lbe para rc-
passar na memoria loda a iua vida panada
depois da nblda de Carlos.
Ella secuaou o looho como ja lioha fcilo, esse
...ono a embalara com llluioca, com mentiras.
Procurando 00 peicofopor um movimenlo 11a.
inaj a bolslnba, que Irazia, e nao a achaudo
un*, a moca poz-ie a loluyar ; mas inespera-
darnenie erguendo os olbos chamiu de Pom-
peo vio a bolslnba peudurada anda do lio prc-
10, -e exclamou :
Era elle era elle! .. vou saber...
Ella levantoii-.e, mas o Italiano liuba ja Bi-
abado a pona da ra depois de ler rocadu a
Ironle da pensativa moca com um beljo tii-n c
furtivo.
CuNlinaer-K-ka, (
%



JHTERIORi
CORRESPONDENCIA UO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Parahiba 19 de iiovembru de 1852.
Nao el sb que consirlb tou convencido de que oo f j! sb a de capricor-
Agora vamos i Cal, e Coila, de quena. lam-
ben* nao goila o K. He mojo de mullo boin goa-
lo t Mas quer elle gotte, quer nSo, antea qurro
occupar-ine de anilla de algam inereclmenlo,
do que de queilfle K. que al boje teem Anda-
do em rouboi e btlnquedoi em corre! cora mu-
a de francs.
Eilamoi DalJoe de dlrerlimeDtotj, porque a
companhia do Colla chrgou de Mamangoape,
- para a cidade da
nio, porque a malo? parle dos curiosos quer, a "8ul Immedlalamenle pa
forca uao ael de que raciocinios me eu soja re- j -i.-*. i*.
vcrVndo e padre, fcu de bom grado aerara as rico ncloso Pf chegadajda
i
padre. I ti de botn g
reverendas, porque no sao to ms como pode
pensar slguem; porin nao pono convir em
aer (porque, embora velho, tenbo pretences,
que verla murchar ae asceudesse ao sacro sa-
cerdocio) padre ou frade.
Porte telina!! Eslou calmo e no repouso de
minha consclencia, eis, quando menos pens,
urge mn giinso suppondo-se cysne, c em seu
grasnar nao rsquece de anicular ai palavras
padre e reverendocomo se ellas fossem in-
juriosas a alguem, como se os revereudos e re-
verendissiiuos padres esiivessem pelos caones
privados de escrever suas epstolas, e de Tallar
a verdade.
Mal eslava San Paulo, qiic teve a pachorra
tic escrever aos amigos, se vivesse no presente
secuto, porque certamente com um reveren-
do lbc arrolharian. a bucea, para nao castl-
gar o crlme c vicio He cerlo que us gansos de
cnlao, talvex ascendentes dos modernos, Iho
i/.miiii o que estes me desejam, como mafs
niiiNiii i i mai ao menos Ihe nao recusaram o
direito epistolar, como ora se me quer fazer.
Para que au cootinue a graca, coin a qual
dou certamente alguin cavaco, protesto peranle
luem competente fr, que nao leubo ordemt e
b aceito por forca mator as reverendas, que
un' l.i.i, seiu a menor lencao de receber privi-
legise prcrogalivas ecclesiaslicas, que me nao
pertencem. Sou chrislao velho, nao para en-
capar as velhacarias do prximo (porque eutao
seria bom ser velhaco n'um mundo de enls-
taos eucapa dores) e por isio minha consclencia
me -!'!,;. a fazer csse protesto, que ser loma-
do por termo pelo escriva>m ccclesisllco.
l.-i i longa tirada nascu de urna correspon-
dencia, que casualmente me velo s mam, in-
serida no numero 5o do Liberal Pernambitcaiw,
assignada pela quarta parte o alphabrtu, figu-
rando em primelEO lugar um K: letra dubia e
de prtsiimo comentado.
O tal senhor K, grego de naco e lingoagcm.
uiostra beni os senllmentos nacionae, quando
defendendo um amigo, ainda hoje occullo pa-
ra o publico, lica sb capote, de sorte que al-
guem, como eu, que quier sacrificar a histo-
ria, rica na duvida de seu criterio c con flanea,
que pode merecer. Por tal forma o amigo in-
cgnito lienu indefeso, e eu duvidoso se elle fol
o proprio, que encommendou o sermao a al-
gum rbula, lido as obras de Cames, e en-
tendido de lingoas vivas, mediaute urna boa es-
prtala, ou se o senhor K he algum K de
uonsiilerac.lo, digno &c ser crido.
Aquella senhoria que cu n,n dcsconhcco ser
o proprio de queui se trata, olvidou que o de-
poimento scn asignatura serve smente de
sujar papel; assim como esquecc que nada
trm Judas com as almas dos pobres, e nem as
historias que cont coma minbas reverendas
falsas.
Saiba agora que nao altribui malicia a brin-
cadora do seu amigo imprudente, esfizrefe-,
rir o facto tal qual se passou mas silba tam-
bem que sei que nao houveram csses amigos
sabedores da briocadeira, saiba que nada disse
em defesa a rcspelto de outro successo, que
mencionei, equeo publico desta provincia nao
Un sido to indulgeutc como cu; e que al-
guem ficou em ino couceito por urna das tacs
brincaderas.
Embura nao tcnba essa pQ$icQ, que me em-
presta (e nem (juero te-la em tenido de taina-
uha corrupcao, e de to pouca vcrgouhaj pre-
so-me de fallar a verdade; dlspido de quaei-
quer coQsideracdes, digo o que corre gcial-
ncntc, e scinprc com u criterio preciso, assim
como corrijo o que as ulteriores noticias me
convencein hvcr de falso no que antes refer.
Neste caso est o negocio do alferes Assumpco,
i|uc tanto deu no goto do Sr. K, talvci pela se-
mclhanca que entre elles ha.
Restiiuo a quem escreveu a tal correspon-
dencia os bcllus c polidos epllhctos c indo c
"i./,..!., ijiic me brinda, porque reconheco
que de jusiica Ihe perteucem, c o mostrara se
a oteas ia o fosse uppnrliu.a.
Em minha posico de dijrtidade, nica que
oceupo, e sustento, nao alcanca a baba do Sr.
K, enem do seu guariia-livros; por tanto bom
ser que cada um corrija suas meiguciias, para
que eu ihe posaa fazer o favor de deiialo.
Por ultimo quero dar um conselho ao Sr. K,
c beque advirla aos seus amigos, queo rlo
roupa de Francez nao leiu a igiiicaco que
Ihe qucreui dar
Agora vou oceupar-me com os thuggt, n misteriosos como pe usa o K, ou tinge pensar,
mas reaes e visiveis, tanglveis e seosiveis.
Al boje elles im.1i teem feilo, que chegasse
ao Men conhecimento, pelo que posso dlzer-
Ihe, que a trauquillidadc c seguranza iadlvi
dual, contiuuam sem novidade.
Honteni liodou-se a nova apuraco das sedu-
las da eleicao desta cidade, e hoje deve lavrar-
se a acta, e nessa occasio tem de apparecerem
as questdes dos protestos. Admiro a vista de
lynce do leitor das scdulas, que pode 1er os
nomes debati de urna riica de lapis.
U resultado fui favoravel npposico, como
era de suppor em vista da ma'leira da meta, e
eulrou um dos do partido actual c outro da
oppoi;ao' empatou coin S. Kk.
He tal a diUerem;a da eleifo, que sete votos
rccolhido* da deserco literaui alguma allera-
', iu na ordem dos eleitores. Se nao pejam as
ciucoenli sedulas, os boinens cavain na sup-
plencla como desjavain.
l csto afilados editacs para a solemnidad)'
do desempale. J me diiseramqueS.Ezc.be
muilo infelis, pelo que supponho que a sorte o
eliminar do numero dos eleitores.
Nao sel o que julgar o collegio eleltoral de
uds taes eleitores; mas eu emendo, que elles
nao eslo com lodos os sacramentos.
E ainda me quererao persuadir, que urna tal
elelco he a exptessao Ja vonlade da maiorla?
iNu ha in-iur lografo. Se a vontade omnipo-
tente, iufalivcl e omuiscieote da me^a he a da
maiorla dos cidados, calo-mc; mas se ella nao
tem tuaid esse altributo, entio redondamente
neg.
Ueu-se una occorrencia muilo engranada no
da terca-feiiH nolte. Chegou fii Sanso da opposii;o casa o delegado desta
cidade, e dlsse-lhe.onsta-me que o parti-
do do governoqurrroubar a urna hoje uoite.
Aguarda hccomuiaudada por um cabo de m-
iitiuiua conliauca. Eu previno-o de que teuho
tomado todas as medidas, e dado todas as pro-
videncias para ser rcpellida qualquer aggres-
.ni O tal moco tem urna energa de lingoa-
gcm,que faz seus calal'rlos!
Ao uiesino lempo, diem-uie, que recebia do
juiz de paz S. V'.xc. um olHcio cootendo seme-
Ihanle deuuucia; mas que Jando o devldo pe-
so a urna tal novidade, nao deu resposta seno
no outro dia.
O delegado foi a igreja e achou-a chela de
caras siuistras (mais ou menos, nao tome l is-
bj no rigor da acccijco), e cojihecendn que a
upposifio, que nada lucrava com uma victoria
ganba \> >r meins to illegaes, fcilmente a sa-
crificarla com a urna, |para lancar o odioso no
partido dominante, disse ao.coininandante da
guarda Mande relirar toda essa gente da Igre-
ja, e u jo conslnta pessoa alguma eutrar, e nem
grupos ao derredor da meiina.
Grande celeuma levantou essa ordem ; mas
cada qual fol-ae retirando ; e no outro dia (ml-
lagref) a urna amanbeceu intacta e inviolada,
como sempre W
-Vi claramente a calumnia, que ao paitido ordelro
se quera irrogar; nao poda dar mais aolemue
desmentido.
Se elleconseullsse na continuacao da assis-
Uncia dos ^afi da patria, no outro dia asseve-
i ir i j ni, que a ama lora guardada por elles: as-
sim uiostrou-lbes que a forca publica, emaia
que ella a honra de seus contrarios, he sufB-
cicnU a garantri urna uraa, embora contenba
ella o resultado das violencias e arbitrarieda-
des de urna inea, cega pelo espirito de partido.
E aioda dir o K que eu sou fcil em acredi-
tar noticias ? Certamente se quando elle trapa-
1 tiara naquella obra de carregacao se lembras-
se, que todos nos somos victimas dos mentiro-
sos, que nao temos urna pe.tra df| loque para
conhecer a verdade, nao dira o que disse a
inen respelto. ^^
AU aqui me nio consta que a opposica ga-
nhasie a elcico em uns um collegio ; e em
mullos perdeu ate as suppleuoift, fe muita
miseria!
companhia do
Saula-Izabel, c Dros.queira que ella se recom-
inende ao alfalte Heves de l, e ao K de c.
Sem Hcenca desses doussenhores nada dlrel
a respello della, porque nao quero travar coa-
las com homens taes, que sao Invictos na pea-
na e lallam diversas lingpas.
Assevra aqu o general da opposlcao que o
l.xni. presidente Antonio Coelbo de S e Albu-
querque nao ser elelto deputado por essa pro-
vincia, e at quer apostar sua cabera.
Estou muilo sallsfeito com a noticia, nao por-
que creia que elle se prive da cabeca se S.
Esc. for eleiio. mas porque ella me convence de
que S. Eic. o ser.
Vi. he possive) que os Pernambucanos se
olvldem de um patricio, por lodos os respellos
lo digno, que esquejan) seus servidos, suas
virtudes, seus conhecimentos ; e eu( que co-
nheco a nobresa do carcter Peroambucano,
assim o posso asseverar.
Se Hernambucose esquecesse doteu filho se-
ria ingrato ; mas Pernambuco generoso com os
estrauhos, nao pude aer ingrato com os seus.
Se he vontade do tal capito general, tenha
paciencia por um pouco, porque os Pernambu-
canos nao perlencem ao partido taiqado desta
provincia, que Ihe obedece cegamente.
Tenho grande pesar de no oceupar a poffnio
que to Iiberalmente me deu o K porque se a
uceupasse, teria espeancas deum lugaizito no
parlamento ; e enlo occuparia de l, le bein
que indignamente, lugar, nao sel se assim
posso diie-tu, do Iu..... Andi, que cessou infe-
llsmente de eicrever suas illusiradas cartas.
Entaosim caber-me-hia, se nao he conlra a
santa regra, a reverenda.
Adeos. Hoje nada tenlio de Nitub), Inga, e
amigo irgtft, que est de intermitencia.
Saude, e bom lugar paiapassar a festa Ihe
desejo, louge dos gansos, palos c mala familia
de ps espalmado).
nhias, estremando-so os despeitidosecapri-
chosos, ou aquellos que inimigos acrrimos
do progreaso quando Ibes vai ferlr mesqui-
nhos interessea, oflo podem ver o augmento
da.nossa navegscSo a vapor com a dimioui-
<;fln dos navioa Telado*.
Volts remos anda, se este jornal nos hon-
rar, publicando ealas mal Iracadas linbas.
Pernambuco 93 da novembro de 185
CS.
2
" j -
Correspondencias.
Couimiinicado.
NAVEGAgVO A VAPIIH ENTRE O BRASIL E
PORTUGAL.
Acaba de ser i>ublicailu nestn jornal pelo
Sr. agente provisorio da primtira compa-
nhia i'onugueza de paquetes a vapor para
esle Imperio ( o Sr. Mauoel Duarte Roiri-
gues) um annuncio em que o mesmo ag'a-
decendo aos Srs. accionislas a pruuiplidSo
e boa vontade coro que eiitraram para a cai-
xa com a pumeira prestacu pedida, da-
nionslra i mil mi o movnnento quo h< tido
ii'iru curto periodo, a primtira companhia,
ni'.-U provincia.
Ir iiuiilo'lrs_(fif(feiro sem duvida, o estado
dessi movimenlo, n mu diitno de louvores,
o carcter, elirmnza dos Srs. accionistas,
que apour de abalados omseus nimos por
boatos calumniosos, tem corrido a porfW a
entregar a quita designada ; palO.qQO sabf-
mos oassevoramos, que ja vilo caminho do
l'orlo, saques no vlor de mais de sele conlos
de res (muela fraca) pelo vapor inglez7'e-
viotuliimamente sahi lo. Sabemos e as-
severamos tambem quo alom desta quan-
tia, ent j recebido e em poder d'ageucia
mais do o ii cont de res para seguir na pri-
meira occisio.
NSo nos admirara tanto cta promptidilo,
seo mu i lado que preside a todos os nossos
negocios, nSo se mettesse lanbcn agora de
permoio, tazendo com que pesuas menos
reflectid-is, e qui^a despcilalas, trouxessom
a lume o projecto do uma segunda compa-
ihia, com o unico e j hoja liem conhecido
lim de destruir a primeira.
truir-se a si piopna, e a
am la no sllu quo da velha rottna.
i.iii'i-...... lie n que o intuito da segun-
da comiianhia ho fuer criar a primeira dif-
liculd ules, e esmorecimento. tant ique, os
seus projectus vieram acompanhados de um
cortejo de carias de empenlio e officiosas ro-
gativas a pessoas desln cidade, e reclieudas
de mil calumnias, tondontes a por em duvi-
la a probidade o boa Ce dos cavalheiros que
se acham dignamente a testa de (So ulil em-
preza, e dos quaes distinguimos com mais
specialidade os Srs vis onle do lastro Sil-
va, e conmendador Murques llodrigues.
Asegunda compannia qmz roubar tudo
primeia, unme (quoj ella lnvi. ado. la-
do) gloria, patriotismo, conceptu e final-
mente o que nao pude conseguir e em que
punha mais a sua mira eram asassignatu-
ras do Brasil, porque lodos os accionistas
da primeira se conserva am mabalaveis, e
lirmes, despiezau Jo o lato quo Ibes foi ar-
mado. I.embramos a esses dignos so ihores
que cstejam sempre do sob'-viso para al-
guma oulra ratooira que inda Ihesseja a-
berla ; e mellior sea nSo acreditar em con-
t algum lorjado, quer por estes apostlos,
quer pelos brituinicos (que tambem us ha
a \n- (endenle a desacre litar, e oinbaratar
a rpida nrc-lo da primeira companhia--u-
lo-iraai/ei'ra
Vo-se claramente que esta companhia
tom de prevalecer sobre todas, porque ja ha
milito i'M-ie de tacto odireito; presi le a
da toda a boa f, e puras intencOes; e n3o
s quer o inleresse de seus mombros, como
tambem conenrrer para quo os dous estados
hi.iiii do enlorpeciinenlo em que por nossa
culoa mesmo teem permanecido.
U primeiro vapor desta companhia oDu
que do Portoisla ja a sua porta, e nom-
ifuanto snja elle o destinado para a navegi-
V'ilo cosleira do Algarve, consta-nos que em
breve p Tcorror as provincias brasjleims
,>ara cstaholecer delimtivamente as'sgen-
cias, contratar com o governo etc.; cons
ta-no8 tamben) queja estilo eucominenda
los, e em principio de conslructSo os dous
primeiros vaoorel da liniia, qu-sechama-
rioImperador da Brasile rainha di Por-
tugal.
Ooir.o pois quor uma segn la companhia
anniquilar todas estas propor(rsf e de que
forma? Enviando prospectos compilados
pelas modilicates quedjqui mesmose li-
zeram aos da primeira, e que foram logo
por ella acolhidas e decretadas. Ainda
mais.
A segn la companhia forma se de2:500
acedes : manda para o Rio de Janeiro 1:300,
para a ahia 400, psra aqui 600, que faz
2:200.' licaudo s no sou domicilio, para
destnbuir pela poJerosa prata do Porto,
Lisboa, Madeira, o adjacencias 300 actes
apenas! I Que boa lembrata.
Se fosse possivel a existencia deduas ou
maiscompanhiaslusobrasiloirs--ns se"
riamos dessa opiiio : mas semloisso co-
mo he, um Iiopossivel pbisico e moral, que-
remos antes u na s, mas forte, respeilavel
e proba, como a que defende nos ; que sa-
tisface os seus compromisos, que se con-
tente com um lucro razoavel, que offereca
aos Tajanles toda a commodidade e segu-
r.iiic i, e que lance em lim por Ierra essa ac-
tual e amaldicoida companhia-ingleza, re-
pleta do lucros espantosos, adquiridos com
uromessas e annoncios mentiroaos, com o
abuso da boa f dos passageiros, e com a
meaquinhez e barbari lade dos seus delega-
dos a bordo ; o quo ludo justifica 01 nume-
rosos queixumes da mor parte dtquellos,
que como nos lee o tido a desgrata dse
mollero n em semelhantes barcos.
Comaatemos pois a appari9o da segunda
companhia como prejudicial primeira, e
enmbateremos todo e qu,lqiier Iropeco que
se tenha de por a realisatSo de lio ol I em-
penhn. Opinamos porem, por orna fusilo
entre os homens de boa f das duas compa-
SenhoresReJictores.-Bato-nos a porta
a eloic.no para deputados geraes, e com
quanlo aprecie o mrito dos Srs que na c-
mara quatriend accabaram de te. a honra
de representaren! tata provincia, e que es-
18o em seu direilo quando notamente se
apresentam candidatos! Tolavia.eu. eco-
migo minios eleitores estamos resolv los a
fazer alguims mudantes, no s para des-
cansar os antgos das grandes fadigas par-
lamentares, como para caber a outros a hon-
ra de representar sua provinoia natal, par-
tilhando conjuoctaoiente das meamas fa-
digas parlamentares; oflereceado pois a
coosideratSo dos dignos eleitores os nomes
dos meus candidatos absixo transcriptos,
espero serio bem aCeitos por toda provin-
cia, pela persuasSo em que estou, de que
bem oreencherSo os deveres de sua patria.
K ?
O Exm. hispo conde de irsja.
tieneral Antonio Correa Seara.
Monseohor Fraucisco MuoisTavares.
I)r. Ansolmo Franeisco Piretti.
Tenente-coronel Antonio Gomes Leal.
Dr. Francisco Antonio Pereira da Garvalho.
Ur. Pedro Francisco de Paula Cavalcanle de
Albuquerque.
Dr. Urbano Sabino Pessoa do Mello.
General Jos Ignacio d'Abreu e Lima
Padre mestre Miguel do Sacrameato Lopes
Gama.
Dr. Manuel Meodes da Cunha Azevedo..
Dr. Antonio Epamioondis de Mello.
Comendador Domingos Malaquias de Aguiar
Famente com este resultado, entretanto ci-[ obtido. Segue-ee no caso de se extrahir
ta-o em oulra parte de seu communicado. 7* por cenlo de caldo, o combustive que
Altn de Payen, os autorea que eu cito slo: resta, ser* 11 1 |J partes, e capaz de P-
o Dr. F-vans, qued no seu tratado sobre ojrar 55 partes do caldo obudo e faltar lenna
fabrico da assucar por sua* propnas obser- para iospissar as outras 19 partes.
vsfrles, 47 a 61 por cento; o Dr. Shiers,
chi'mico agrcola para a colonia doGulanna
ingleza, em um documento entregue ao go-
verno da colonia, diz que por numerosas
experiencias fetas por elle em varios eoge-
nhos tirou smente 45 por cento ; M. bu-
prez, mandado pelo governo francaz a Cua-
delupe em uma misso especial adm de fa-
zer uma serie de evpoiiencias sobre a com-
posicSo da canna, declarou que o termo me-
dio de suas experiencias deu 5A por cento ;
M. Avequin da 50 por cento por termo me-
dio do producto das cannas em Luizisna ;
M. Paul Daubre, no seu pamphlet, traduzi-
do em inglez e bem condecido na Jamaica,
considera 50 por cento o termo medio na
ilha de Marliniqe; Wray, no seu tratado
pralico (sendo ello mesmo um agricultor^
do canna ) diz que as Antilhas raras vezas
obtem-se mais do que 60 por cento, porm
usual mente o producto be de 50 a 55 por
cento smente.
Agora sem suppor que qu -ira mo increpar
por n.lo ciogir-me a fados bem averiguados
o convido de ter a bondade de comparar es-
tes algtrismos com aquellos que avancei, e
porauado-me que S. S. conceder que. se
os ditos autores nSo erram, eu tenho dado
um termo medio muilo alto para o Brasil,
porque o termo medio resultante dotlos
estes autores he 56 1/9 smente. 0 Sr. II
B. deixando os escripiores, diz que poderia
citar o exemplo de experiencias fritas nes-
l> provincia que atteslam a mesma porecn-
tagem que dlo seus autores : a saber, mi-
tre 65 e 70 por cento: aem, tolavia, as ap-
presenlarl Ora, confosso que nunca tive
occasISo de assistir a semelhantes eiperien-
cias por mais que tenlio esse desejo. ro-
mo, no ri'reino da minha J>ro0ss3o, te-
nho tido taas occasiSos de obsrvar a pre>-
s3o da canna pelas moendas ordinarias;
que sei que deixam uma lio grande quan-
A nnestSo se resolve nlsto, se o valor d'es-
te accrescimo de assucarou o ousto da lanba
que exige seu fabrico, seja o maior. Veja-
mos : em lagar de 100 arrobas da assucar,
feitos sem custo de lenha ; as mesmas can-
nas daro 181 3 arrobas, exginJo urna des-
peza para a lenha que vem a faltar para fa-
bricar 3i-J arrobas. Ora, tomamos o valor
de uma cariada de lenha a 500 rs., e de uma
arroba de assucar a 2,000 rs e suppunba-
mos que unja cairada de lenha possa iospis-
sar 4 arrobn de assucar: resulta que o ga-
nho ser*
deai 3 arrobas de assucar a 9,000 43.600
meos 8 carradas de lenha a 500 4,000
Piras Ferreira. tidade de cal lo dentro do bagado que poaso
valia-la muito bem, por varias maneiras,
para servir de compararlo : v. g., pela for-
ma do hng ico, por seu pzo e sabor, e por
Senhors Redsctores. Appresento aos'seu cheiro a/.edo quando exposto para sec-
Srs. eleitores o meu candidato, e he o Illm.'car, causado por sua fermentato esponta-
Sr. tenente-coronel JoSo do Reg Borros, nea. Isto posto, nossa moenda t'abalhan-
pernambuco muito dislincto pelo mrito de do tSo frouxa que extrahia smente 65 por
que he dotado de relevantes servidos que'eento de caldo, assim mesmo a dillerenca
lom prestado ao paiz h'sie a juventide do estado do btfaQO que sabia n aquelle
quo o Sr. Burros se tem dedicado em servir que se encontra iisualmenlo saltou aos
a patria com risco de sua vida, lolhos; deixando-me sem a menor duvida
Nesta provincia o Sr. Barros FalcSo nSo que o termo meJio lica mu ti abaixo dessa
tem poupado esfortos em defesa das nos9as poxientagem.
iii-iiliiii;es o da ordem, os seus servaos; PersuaJo-me que tenho provado satlsfuc-
s3onotaveis, e bem coobecidos. Na assem- toriamente qui'os dadosqueofferecono meu
bla provincial deque he membro ha duas primeiro anigo merecem a inteira conlian-
logislaturas, tem mostrado intelligoncia, lir- t n3o s do Sr. B. B., mas do todos os
mesa, e independencia de carcter, em lim interessados neita importante questSo, por
o Sr. Barros FalcSo tem o mrito preciso ps- tanto n3o posso de maneira alguma conce-
ra representar a nossa provincia, e espera- der que seja licito na sua discusso regeita-
mos que seja oscolhido pelos Senhores olei- los emquanto nSo se tem demonstrad) que
lores, para deputado geral para que so diga; so incorrectos por provas que merecem
os peruambucanosapereciamo]nerecimento igual conliauca.
e recompens,lo os servidos em prol do paiz. Anda mais o Sr. B. B. observa que a est
Um Eleitor. demonstrado n.lo haver vantagem em exce-
^_____^^__^_^ der-so os limites actualmente oblidos com
as bis moondas do tres cylindros horison-
Aos i;luis. Srs. eleitores.Aproximando- taes; porq,uo licando o bagar-o asss dilui-
se o dia em que deven seroleilos os repre- do, nSo so perde por oxtraviar-se ni con-
sonlanles desta provincia, e sendo permitti- ductSoe n3o ser todo approveitijo nas for-
do a qualquer pessoa recommeudar ou lem- naihas, por cujos crivos cahe uma parto;
brar aos Srs eleitores aquellas pessoas, que (sei que islo iconteco em muitos engenhos,
bem merecem, como que dignas de occu- en3oduviJo que o Sr. B. B. tanha sentido
par a imporlanlee nobre missSo do repre- este Inconveniente ; mas assim Dio aeonte-
sentnnte ; ni lembramos o nosso patricio o ce no engenho Garana, onde so approveila
o. para depois dds- Sr. Dr. Antonio Baptisls Gitirana, da quem o bagaeo todo at os farelos do p da moon-
ssim continuarmos os servitos por elle prestados em pro da or- da, e pelos crieos nSo se perde a mnima
dem, o fazem digno de entrar no numero parte.) como tambem pirde em sun capad-
dos IrozecidadSos, que lem os Srs eleilores dade calorfico, tornndose um combustivel
de Pernambuco de eleger. inferior ao que conldm panculas sacltarinas.as
O Eleitor de Carinhuns, quais concorrem grandemente para augmenta
o valor combnstivel da materia, como muito
. bem o observa U. Puyan.
estou da excellonc. dos !,r, ab.ixc. p.ra UvB, carreSl)0ndenlei embort M p
donutados vou por esta heroica provincia, m concorre gr.ndomon-
rog-r-ihas sua .r^l.. ^ ^ le p.r. .ug(Den,r 0 Vilor S&JSS So
Restando um lucro liquido do
38,600
Publicacad a pedido.
Consolheiro Sebaslio do Reg Barros.
Ingaco ( em quo concordo perfeitamenle )
. 'i porque aquello autor tilo approva O emnre-
2. (onselheiro Antonio Peregrino M.c.l J Monieiro lrar0 cr6|0 1|ue 0 Sr B B enna,M.
3. Conselhe^oJoseBentodaCuohaF.gue- par, |lt0.r q'UB convm extrahir maior
redo. ..,,.. quanttdide possivel do caldo, e emprear
4. DezembargadorJerooymoMirtimanoFi- J ,h. .,/. ____,.A.r,*r.
gueira do Mello.
5. Dr. Francisco Xavier Pses Brrelo.
6. Dr.- Domingos de Souza LeSo.
7. Dr. Antonio Goelbo do S e Albuquer
que.
8. Dr. Francisco rio Rogo Barros
9. Dr. ros Thomaz Nabuco de Arsujo d conserracao 1o bigaco de um, m.
. Dr. Antonio Francisco Pere.ra de Car- porl,ncia aecundsria.
Seria, por sem duvida, mui agradavel
se possivel fosse extrahir a qusntidado total
a lenha que nasce espontneamente nos
engenhos, para supprir a sua falta como
combustivel, se esta (alta houver para ana
desseccat3o, citarei o seguinte, exlrahido
da obra do Dr. Evans p. 84 onde diz : ca
ro est qoe, recommen lando quesaexpre-
ma clUcazmente as cannas, lem se conside-
valho.
11. Dr. Francisco de Paola Baptista.
12. Dr. Joaquim Pires Machado Prtela.
13. Dr. Ignacio Joaquim de Souza LeSo..
DESPOSTA AO SR. B. B. SOBRE AS
MOENDAS DEA. EC. DE MORNAY.
do caldo conlldo nas canoas e anda assim
mesmo achar nos 10 por cont de libra le-
nhosa, etc urna sulliciencia de combusti-
vel para evaporar um igual porcao de caldo ;
' mas no se pJe comer o pSo-de-l e t-lo
'guardado. A questSo que havemos de de-
cidir he mui simples: a saner, ge nossos
Srs. Redactores.-Tendo apparecido no. trabalhos teem sido empregados em culli-
sui jornal de 19 do correteujia correspon-^ar canna para servir de combustivel, ou
dencia assignada por B. B, em que appre-| Pra extrahir o seu assucar.
senta-so objeccOes ao um artigo meuaconv' A quantidade absoluta de libra lenhosa
panhado de tres attestados dos lllms. Srs.; contida na bastea da canna ho 10 por cento
A. A. Gowper, cnsul britnico, Dr. Domin-, do seu pezo. Alom desta parte, a outra
os de Souza LeSo, proprietarlo do engenho "nica que possa servir de combustivel, quan
Garana, e P. C. Von Sohsten, consel hol-'lo a canoa esteja cuidadosamente dossocia-
landez, acerca das vanlagens das nossasda, ho o assucar; o que se polo avahar em
moendas, queiram permitlir quo eu occope '17 por canto. Assim a quantidade d'agua
um breve espato com as seguidles observa-; sera cerca de 72 partes em cada cento. F,s-
t-s que com tanto acatamenlo mo pede o tas proporcOos estSo sujeitas discrepar-ae
respeilavel correspondente. Por muitas causas; ellas restam todava,
quo he um lucro de 19 por cenlo sobre o to-
tal reo.h nenio das o ninas que no primeiro
caso he inteirsmente extraviado
OSr. B. B. deixando outra voz de se oc-
copar dos pontos de verdadeira importan-
cia questSo appresenta a duvida que o Sr.
Cow'oor n.lo possa assogurar aquillo que olio
ounca promelteu; a saber, que as nossas
moonda n3o exigem maior forca que as or-
dinarias. Seo Sr. B D tiver a bondade do re-
rerir-se ao sttestido do Sr. cnsul elle ver,
que aquelle senhor n.lo trata absolutamen-
te da forfa que exigom as novas moendas ;
mes somonte expo aquillo que elle vio.
Mas se o Sr. B. B. livor de novo s bonda le
dse referir aos documentos que accompa-
nham ao meu Io aitigo, ello ver quo ho o
mesmo proprietario do engenho o Sr. Dr.
Domingos de Souza LoSo que trata desle fac-
to : citarei suas propnas palavras urna ou-
ta vantagem de summa utilidade, e que
julgo conseguida pela sua nova moen-
da, he a minha anliga moenda a forga empregada
era igual a de que actualmente uso; en-
iret-.ii:o hojo obtenho a canna muito me-
llior expremila, sendo que consigo a
mesma sea3o maior quanlidale de caldo
em igual lempo. >
Presumo que nesta provincia ninguem
tom se dado ao trabalho ce armar no oyna-
mometro em machina alitumaeque Sr.
Dr. nSo forma a sua opiniSo pelo emprego
desto instrumento ; que erpfim o Sr. B. B.
deve sabor, he muito bonito para experien-
cias theoreticas ; mas neste caso, onde o in-
tento he comparar a efilcacia de difTerenles
machinismos para o mesmo II n, o effeito
prod j/.i.Io he preferivel a qualquer dym -
rnometro ; e na pratici, para convencer ao
publico, n3o existe evidencia lio conclusi-
va quo os f.ictos : ahi existe o mesmo vapor
trabaihando com o mesmo combustivel, e
pom a mesma pressSo de vapor, e he prova-
do incontestavolmente que esta produzindo
muilo ruin u"s resultados. E permilU-me
observar, que so IC-se com cuidado o aties-
ta do do sr. Dr. vena logo que lieescripto
com to lo o cuidado para o.o afflrmar cousa
alguma sem razos mui boas para julga-la
verdica. Eu mesmo sei quo com as moen-
das antigs atlingia o humo da forfa da
machina de vapor, a ponto doas vees se es-
barrar-; o que nlo tem acontecido com a
nova moenda, ombora que moa mais, como
lie. i 11r ova lo.
Pe ni i lia me o Sr. B. B. dizer, que ma pa-
rece o paragrapho acerca da 1'orci absnrvida
pola attriccdo oscripto com alguma obscuri-
dade; todava ontendo que elle trata de
moendas que se acham em mov ment sem ro
ceberem canna para espremer.Porm eu,con-
sideran lo a -.oen la em caso do estar em
trabalno'aciivo e usando da minha raz3o e
experiencia, e segoin.lo as formulas pratic.s
da rly ii.i'iiic.i, fui levado a convicao que eu
pudera augmentar o trabalho effectivo, polo
nitro luc;.lo de moondas da construccSo da-
quellns orn discussSo : e estou bem satisfei-
lo que c.'i i meenganoi.
Mo tralarei sobre a cimb isl.lo do bagafo
verde ; porque no recommen Jo o su uso :
o queo Sr. cnsul vio queimar- perfeitamenle
depois de exposto duas oras ao sol, eslava
Inteiramente seeco ; pois seno estivesse nes-
se caso u3o So quetmara perfeilameiite.
NSo entendo como possa h.ver oulros pon-
tos conteslaveis no alteslado do Sr. Cnsul,
onde ello smenle discreve factos verdicos
que elle mesmo presenciou ; com tudo, te-
nho de agradecer ao Sr. B B. porque como
elle observa, faz-me olleum serrifoenSo
um mal em expor seus receios e duvi las
acerca du emprego das npssas moondas.
Alfredo de Mornny.
-------------
Sr. Ro helor.Aproximando-so o dia em
quodevom sor oscolhidos os novos eleitos
da provincia para a legislatura, futura, e ton-
do algumas pessoas que so dizem eleitores,
(conservando sempre o anonymo) a minucia -
do pela sua estimada folha o sou voto, con-
sinl i quo acollando o exemplo e.u procoda
do mesmo molo declarando os nomes dos
pernambucanos que h3o de compr a minha
lista. I
Digo pt'nambucanos, porque enlendo que, j
UM VOTO INTIMO DOCORAgAO'.
efftredioao lllm. Sr. Dr. ot Mara da Trindn-
de por oeeatiao' da sua /ormatura em diretto,
peto teu amigo o lllm. Sr. Dr. cm medicina Ig-
nacio Firmo Xavier.
Flores mlmoaaa, da poeala engaite
Deiai oa tenues maternaes ramlnbos
Correlao aatro mu
Engrloaldal-voi aem apoio d'arte,
San d'arte o apolo coroal o amigo.
Sois bem slogelai: oo jardiin deata alma
S llores puras doce amor cultiva.
Pello onde aura chriitaa bafrja em torno
K adora a vlrtude.
Flores quceiprlmem ienaa(0ei flogldu
Mein de longc perfuman!
Nos pobrea sons, que pobre lyra ananca,
Minha alma o mritoe amlzade envo.
E tu, aeu tabernculo sublime,
Abre teu cora(o, recebe-a, guarda.
Reviva em noaaa mente a infancia nosia,
Ve em inlm um amigo ;
Que o lempo te afaatou, porin que volta
A' de novo abracar-tr,
Mais sincero que nunca, e dedicado...
Sera hionja o quanto agora eiprimo r
Nao, nao aou fementido.
Cr< em meu coraco, deaculpa as voiea,
Que eiphcain do quanto elle senle.
NSo murcham doi vergels ai lindas florea,
Nao ceaaa a brlta o suspirar (uave,
Nio para o rio, nem a fjute o curso,
Nem cala o mar aeu altaneiro arronbo,
No perde a naturea. a grata e os minios,
Nao teme a socledade o fado impo,
ijuc deadenha a rlriude, eeleva o crlme,
Quando um leu cora(o vive entre os bomens.
Clnglo-te a fronte de dircito a coioa
Hala logo os hombros te sero togados :
Recto e honrado, ioli, a socledade
Um da asombrars
Da p ilria proaperaodo! Augmenta o bulbo,
A' patria eacrava! A eacravidao abale.
Uo povo desvalido, o Jui defende,
A Deoa e a juilca humana invoca
De vlata um golpe pledoso e brando,
Que Ueos e o povo bemdfr teua das.
Doa pala, dos lillios, dos esposos trislea
Pelas dores acerbas da desgraca,
Valha leu brado, qual a voa de um aojo :
Em prol da desventura.
Pulse teu coracao lao generoso,
Que sers bem feliz.
Virtudes que lano tcenobrecem,
i:.mi i-I is, nao he mais que rrpeli-lis
A'quellesque as conhecein.
Mal he tambem narrar aoa que nao aabcm,
Kx-emplos dos mala puroa scoliinentos.
Se te oliendo modestia, a a culpada
He amizade que me impelir ao crime.
Perdoa, pola, a lberdade mloha ;
Culpa nao tenho, ae anda culpa eaiste,
He ainda amizade a delinquente.
Heclfe 10 de novembro de 1852.
J. Firmo Xavier.
COMMERCIO
PRAGA DO RECIFE 24 DE NOVEMBRO, AS
3 HORAS DA TARDE.
coTAtOssorpicuas.
Compias de assucar.
Branco tercuira oquarta qualidados 8,000
rs. por arroba
Mascavado cscolhido 1,450 o 1,480 rs. por
arroba.
Descont de lotras do I 112 mezos 7 l|2 por
cento ao anno.
ALFANDEGA.
Henil monto do da 2a 23. .376:345,202
dem do dia 24.......19.989,179
Doro observar primeiramente que, ten lo! bastante lixas para dilucidar o quo eu dse
o Sr B. B. evidentemente um desejo de des- ;J nolar, que a quantidade de substancias
cobrir os terdadeiros merecimentos das nos' comnnstiveis comidas ns canna he na pro-
sas moendas, estranhei que elle lesso o dilo' porc8o de^7 a 72. a
artigo com 18o pouca alinelo, que nos at-1 Mais adianto elle diz: 50 libras deba-
testadosattrlbue a um oque he dito por.K'vO, estn lo bem desseccado e preservado
outro, perde de vista os factos mais impor-:Cum o n"r cuidado, obudo de 100 libraa
tantes, e que sSo Justamente aquelles que de cannaiquederam o mesmo de caldo, por
devem dissipar suas duvdss; e menciona ium calculo semolhante, devem conterioli-
smente dous documentos, deixando intoi-i ur,s de lenha e 4/9 de 17 libras de assucar
ramete em rsquecimenlo o terceiro, do Sr. igual a 17 1/2 libras quasi de combusti-
consul hollandez, que fez suas experien-: ve'- *
cas expressamente para a informarlo ao Infelizmente tem-ss observado na pra-
seu governo.
Se o Sr B. B. se der ao trabalho de ler o
documento do Sr. cnsul ioglez elle ver
que longe de ser umt dissertaco, he uma
simples declaratSo d'aquillo quo elle mes-
mo vio.
lica quo nao be possivel desseccir.o bagaeo
de maneira que conserve dentro de si a
quantidade de materias combustiveis cima
mencionadas Pois, sendo que sa entulhe
logo, ou que se o exponha previamente du-
rante algumas horas aos raios solares, a
Agradec) ao Sr. B. B. por nio desojar de-! forment-c,.lo do caldo ainda relido no baga-
preciar a nossa invengo, nem disto posso 'i comees, e o assucar he decomposto em
duvi lar, sendo elle lio interesasdo no aug
ment da industria agrcola deste paiz; e
mrmente Ihe agradeco por querer que o
emprego da minha moenda n3o continu
debaixo Jos mos auspicios dos seua recelos
nao dissipados pelos attestados-sjjoe todsvia
me parecein concluientes. Porem passo a
analysar suas objeccOes; o que preteojo
fazer, paragrapho por paragrapho, eses. S.
digaar-se rrsponder-me, esiie-o que far o
mesmo, pois s assim pdo-so alcaufir uma
conclusBo veridica.
He ver lade que os autores que t "iilio con-
sultado, e que dio 55 por cento como termo
medio de caldo extrahido das cannas pelas
moendas usuaes, nSo slo aquelles que elle
cita, pois n3o tenbo visto suss obras, me
nos a de Payen ; mas este elle no cita a este
respelto, o que admiro, sendo esle um au-
tor tSo aoreditado, e que concorda Mo oxac
oulras materias que alo incombustiveis;
como go nina, acido lctico, etc., ou em
outras que rpidamente ae evaporam ; como
acido carbnico e alchool; e assim acontece
quo quando tiver Qccasifio de empregar o
combustivel pouco mais resta alm da lili a
lenhosa : quero dizer,' que em vez de obter
17 1/2 acha-so smenle 10 partes de com-
bustivel, das 100 partes de canoa que ji
renderam 50 de caldo. >
lato moatra quo cannas mal expremioas,
n.lo tem tanto augmento de valor combus-
tivel, quanto goralmente se peusa, por causa
da fennentacSo. Na hypothese, que esta
lermeiitaclo destroa a melado s do assucar
que resta no bagaeo, e que o msior rendi-
meolo dos autores que cito, que be 61 por
cento, a quantidade de combustivel sari
I2'7 partes; e quero suppor que seja jus-
tamente sulciente para inspissir o caldo
possuindo a minha provincia flihos com as
nec ss.iria habilitatis para compr n3o s
a sua ilepiitac.io como uma cmara inteira,
rooiineii.ua urna falla imperdoavel se bus-
casso lilhos de outras para defender seus in
teresses no parlamento brasiieiro;e por-
que lambem ontenda que a thooria dos d-
reitos a'queridos apregoada em favor da
reeleitflo dos deputado* actuaes. sobre n3o
basear-secm nenhum fundamento justo, he
exoenlnca da in lolo do systema representa-
tivo e repugnante com praceito constitucio-
nal, que recom nenia urna nova eleicSo de
qnato om quatro .unios, quer que os pen-
samentos e os homens sejam muladas se-
gn lo a maicha das ideas e o curso da opi-
niSo; e.coln entre os pernambucanos que
me parecom mais aptos os trezo seguinles,
em cujos pellos s bitem corajes pernam-
buemus.
Os senhores :
1 ConselheiroSebasliSo do Reg Barros.
2 Antonio Peregrino Mcel
Monteiro
3 Doutor Francisco Xavier Paos Brrelo.
4 a Antonio Goelho de S o Albu-
queique.
5 a Augusio Frederico do Olireirs.
>6 Francisco ftsphiel de Mello Regb
7 a Antonio Francisco Pereira de
Garvalho.
8 General Antonio Corris Scra.
9 Doutor Francisco do llego barros Bir-
rete.
10 l-'lo-i mu Concia de Brilo.
11 Doutor Domingos de Souza LeSo.
13 > Jo.io Jos Ferreira de Aguiar.
13 a Jos Bento da Cunha e Figuei-
redo. (*)
t ni eleitor matulo.
/*) P. S. Com quanloalguem pretenda que
o Se. Jos Benlo u3o seja pernaubucsuu, eu
nSo posso deixar deconsidera-lo co no tai ;
por isso que tendo elle nascido na comarca
de S. Francisco, quando eata perteocia a
Pernambuco, para aqu veio em enanca,
aqu formou-se, aqui licou e casou-se, de-
clarando sempre que nio quena ser senSo
pernambucano embora o torrSo em que
nascera passasse depois a ser da Babia. Este
senhor, portanlo, he pernambucano da facto
o do direit, e no ave de arribado, eufo
mnbo nio est no lugar em que busca o
aumento e uma pousada temporaria.
396:327,381
Descarregam hoje 25 di novembro.
Barca portogueza Ligeirm -- mercadorias.
Barca americana Jfnrian* fannha de
trigo.
Brigoe americano Typp i lem.
Brigue austraco Vroste dem.
Polaca hespanhola Dolores mercadorias.
Hiato brasileo Duvidoso gneros do
paiz.
lni|M>rlar.i.
Dolores, polaca hespannola, vinda de Ma-
laga, c Barcelona, consignada a Manoel Joa-
quim Ramoso Silva, manifestou o seguinte;
100 tupas e 100 barris vinho 10 balas pi-
pel, 30 csixas massas, 20 barris azeite, 515
caixos, 108 ninas ditas e 200 quartog pas-
sas, 100 barris azeitonas, 50 caitas menas,
100 lilas figos, 5 saceos ervadoce, 2 ditos
cominhos, 4 ditos moda do prata, I caixa
sarja de seJa; aoscoosignatsrios.
Duvidoso. Inste nacional, vindo do Araci-
ty, consignado a Jos Manuel Marlius, ma-
nifestou o seguinte:
898 lucios desos, 580 couros de cabra; a
Domingos llodrigues de Andrade.
10 ba ricas sebo; a Antonio Jos da Rosa.
6 saccas cera de carnaubi; a Thooilo Se-
r & Companhia.
H7 romos salgados; a Joaquim Francis-
co do Alom.
lcanos velas; a Antonio Lopes Pereira
Mello.
2$ saccas gomma, e 3t tnolhos de couro
milo; a Antonio Joaquim de Souza Hi-
beiro.
32 mullios de couros de cabra, 4 ditas es-
leirs, 1 pacole cera penuas de emuia ; a
Antonio Jos Moreira Pontos.
I' riiv,oo ra'.ralo ; a Chrisliano & IrmSo.
96 alqueires de sal e 100 esleirs ; a
ordem.
Typp, briqueamoricano, vindo de Phila-
dolphia, consignado a ll.-nry Foister & Com-
panhia, manifestou o seguinte:
-0 caix*s o 50 fardos fazen las de algodSo,
10 birrics gracha, 30 caixas cadeiras, 340
barnquinhas bolachinha, 40 barricas bola-
cha, 75 csixas bolschiniia, 1,412 barricas fa-
milia do trigo, 42 saccas pimenta, 1 caixa
ignora-so ; aos mesmos consignatarios.
lioinvirlo, briguo brasileiro vindo do
Rio de Janeiro, co asignado a Maooel Alves
Gueira Junio', maoifrslou o seguinte :
9 caixss trastes, 2 ditas sedas ; a Araoaga
& uijan.
100 pipas vasias, 80 saccas feijSo, 1 caixSo
ca,mus, 10 caix tario.
200 corles de madeiras ; ao Arsenal de
Guerra.
30 meias barricas pot.isaa ; a Manoel Cun-
ta I ves da Silva.
'2saccas caf; a Jlo Jos Ferreira do A-
guiar.
1 sacca caf ; ao RaiSoda Boa-Vista.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo dodia 2 a 23 .
dem do dia 24 .
38:657,990
. 1 823.766
40:481,756
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 2 a 23 .2:914,206
Idouido da 24. ., .......146,737
3:060,943
t;xportaro
Boston, brigue inglez Mutual, do 299 to-
neladas, conduzio o ssguiole: 4,400 sac-
eos com 22000 arrobas de assucar.
Liverpool com escala pela Parakiba, bar-
ca ingleza Francia, de 365 toneladas, con-
duzio o seguinte : 1,200 saceos com 6,000
arrobas de assucar.
a


3
RECEBEDORIA DE RENDASINTERNASGE- atoito oocas, 1 libr da oleo de alfazema,
RAES DEPERNAMBUCO.
Rendlmento do dia 24 .... 875,1 i*
CONSULADO PROVINCIAL.
Rondintento do di it. ... 1:319,703
MftM
Movimento do porto.
Navios entrailoi no dia 24.
Aricaty 13 di8, billa brasileiro Duvidoso,
de 43 toneladas, mostr JoSo Rodrigues d
Almeida, equipagem 6, carga Mi a cou-
ros a Jos Manoel Mirtios. Paasageiros,
Deodato Cesar da Castro Meoezes, JoSo
Seralioi da Silva, e 4 aacravos a entregar.
o de Janeiro 35 das, patacho hanove-
riano Wargaretha, de 177 toneladas, capi-
tSo A. Heckmann, equipagem 7, em las
tro ; a Croco & Companhia.
IJem 13 diaa, barca ingleza Town nf Li-
verpool, de 337 toneladas, eapitlo John
Flood, equipagem 15, em lastro; ao ca-
pililo. Fundeou no lameirSo.
Liverpool -- 45 das, barca ingleza Fame, de
203 toneladas, capitBo II. Le Uresley, e-
guipagem 10, carga carvo de pedra ; a
Deane Youle & Companhia. Fundeou no
lameirq.
Baha--14 dias, hiato brasileiro Capricho-
so, de 35 toneladas, mestre Henrique Jo-
s Vieira da Silvl, equipagem 5, carga va-
rios gneros; a luit Jos de Castro Arau-
jo.Pissigeiro.Jos Joaquim de SSu Miguel.
New Vork -- 52 dias, barca americana Mian-
tonomi, de 427 toneladas, capitSo Char
losCollins, equipagem 10, carga farinha
de trigo fazondas e mais gneros ; a
Rostron Rooker & Compannia. Fundeou
no lameirSo.
Rio de Janeiro 26 dias, barca sueca Cob-
den, de 523 toneladas capitSo H. Ilod-
quist, equipagem 13, em lastro; a N. O.
Bielbeir & Companhia.
Boston 40 dias, barca americana Cram-
|mi-, de 240 toneladas, cauilSo John Dycr,
equipagem 9, cirga fazendas, bacalhau, e
taboado ; a Deane Vinillo & Companhia.
Fundeou no lameirSo.
Ilio de Janeiro 30 dias, brigue portuguoz
S. Domingos, de 150 toneladas, cauilSo
Manoel Goncalves Vianna, opiipagnm 13,
em lastro ; a Joaquim Ferreira Mondes
GuimsrSes.
Mein 23 dias hrigue braiiloiro c ni-
ceicSo, de 192 toneladas capito Joa-
quim Ferreira'dos Santos,equipagem 12,
carga varios gneros; a Manoel Alves
Guerra Jnior. Passagoiro, Silverio Josc
Teizeira.
dem 18 dias, charra brasileira Pernam-
hucana, commandanle o primoiro-tenen-
te Antonio Alves dos Santos. Passageiro
para esta provincia, o capitSo de mar e
guerra inspector do arsonal de marinha
JoSo Hemiques do Carialho, e Mello e
sua familia, o escrivSo da armada Tho-
mazRaymundo Gontalves, e2cx-pracas
da armada.
Parahyba 2 dias, hiate baasiloiro Espadar-
te, de 37 1|2 toneladas, meslre Victorino
JoscPorelra equipagem 5, caiga assucar
e loros de mangue; ao raejmn me.tro.
Passsgciros. Manoel Figueira de Lopes,
Berculano Moreira Cavaleanle.
Navios sonidos no mesma dia.
Liverpool pela Parahyba -- barca ingleza
Francia, capitSo J. S. Waddi, carga as-
sucar.
Idcm Barca ingleza limad Oak, capillo
J. D. Golding, carga algodSo e assucar.
Ilusin brigue inglez Mutual, capitSo Ge-
o'ge Pilis, carga assucar. ^^^^^^^
EDITAES.
O lllm. Sr. inspector da thesourana
provincial em cumprimenlo da ordeni do
Kxm. Sr. presidente da provincia de 8 do
corrcnle, n.anda (ner publico, que nos dias
23, 24, e 25 do mesmo ir a praca para ser
arruii.alado pernto a junta da fazen la da
mesma thesouraria a quem ruaior preco of-
ferecer as propiedades baixo declaradas
qde foram adjudicadas fazenda provincial
para pagamento do sello de heranca do li-
nado Jos Ramos deOliveira.
Um sitio denominadodo Manoel isto na
eslroda de i onte de Uchoa, com casa do v-
venos, coxeira, estribara,aenzab, e arvo-
redos de differentea frutos, avahado em
6.000,000 rs.
Urna morada de casa terrea junto ao dito
sitio, com seu quintal e com alguus arvore-
4 oncaa de esaencia de cannelia,4 ditas dilas
de verga motta, 4 dilas ditas de rosa,6 libras
de emplastro adiivo, 8 ditas de linimento
annodino, 12 ditas da oleo de amendoa do-
ce, 4 ditas de emplastro de Athanazio Lou-
renco, 200 bichaa de sangrar, 12 borrachi-
nhas para ingece.lloona para o hospi-
tal.Brim, 200 varas para 50 lenfoei, dito
90 varas para 30 camisollas, 1 hacia de ra-
me grande para banho,Dietas para o mes-
mo 16 arrobas de assucar branco, 3 bar-
ricas de farinha de trigo, 1 saca de arroz,
I arroba de araruta, I caixa dealet'is, 1 ar-
roba de farinha do MiraohSoPara forneci-
mento do almpxarifado 1 duiia de la pea
finos. 2 resmas de papel, I dHa paulado, 4
caadas de vinho branco para celebrado.
-- O arsenal de marinha precisa comprar
para fornecimento dos navios o'armada.bar
ca de escavano, e enfermara de marinha
em o mez de dezembro vindouro os gneros
seguintes sendo ellos da melhor qualidade :
arroz, azeito doce de Lisboa, dito do Medi-
terrneo, vinagre, assucar, bacalhao, caf
em grSo, farinha, feijao, lenha, loucinho,
spermacete, vellas de carnauba, e azeite do
carrapato. As possoas que ae propozerem a
fornecer somelhantes gneros comparecam
neala secrotaria no dia 26 do corrento ao
meio da com as suas propostas em cartas
fechadas e as competentes amostras
Secretaria da inspeccSo do arsenal do ma-
rinha de Pernambaco 23 de novembro de
1852O secretario, Thom Fernandes Ma-
deira de Castro.
A prasos Je 1, 2, o 3 aonos, subjeito ao
juro de Vpor cenlo, despoza de slza e da
arrematacSo, vai a praca do lllm. Sr. Dr,
juizdos feilos da fazenda, na priineira au-
diencia que fizer o mesmo lllm. Sr. o enge
olio Rarbalho silo na comarca do Cabo por
30,000,000 rs., penhorado a JoSo Raplista
Pereira Lobo, com as condicOes declaradas
no edital que se ach allixado, e om inflo do
porteiro do juizo; as pessoas que o quiserem
arrematar comparecam na sala das audien-
cias no da indicado.
lis bens annnciados nos Darloi de 4
e 5 do correte par serem arrematados
por execucAes da fazenda provincial vilo a
pra(a na primeira audiencia que (Izer o ll-
lm. 8r. Dr. juiz dos feitus da fazenda
advcrle-se aos donos dus ditos bens que os"
mesoios passam a ser adjudicados a mes-
ma fazenda ; para que os venham remir
em quauto ha le upo, exoptum-80 da
arrematado por ja haverem sido arre-
matadus, a casa da ra do Fugo n. 51, a
casa terrea da ra das Calcadas que j
so acha arrematada : o terreno o casas da
ra do Brum pei:horados a Antonio Jos P-
rea da Silva queja se arremataran!. Co opa-
recan os licuantes no lugar do costil ne.
- A adminislracSo geraMos cslabalnci-
mentos de cridado manda fazer publico
que nos lias 27 e 29 do corronte pelas 5 bo-
as da tarde, na sala das suas s-'SSd'S, con-
tinua a arrematacSo da renda das casas
baixo declaradas, pelo lempo que decorrer
do t.* de Janeiro de 1853 a 30 de junho de
1854: ra da Moeda n. 31 ; rui do Pilar n
73 74; ruado Padre Floiianu ns. 17, 47 e
49 ; ra do Fagun les n. 31; Iravessa de S.
Jos ns. 5, 7 e 11 ; rus dos Pescadores n. II,
ra da Calcada n. 38, ra das Cinco Puntas
n. 118, iravessa de S Pedro n. 2; ra do
Horlas n. 33, ra de S Thereza n 7, ra da
Roda ns 3, 5 o 7, ra do Calabouco n. 2, ra
do Si'. Bom Jess das criuulas n. 17, la do
Nogueira n. 17. AdniinistracSo goral dos
estabelecimrnlos de caridad 22 de uovam-
bro de 1852O esciipturano, Francisco
Antonio Cvale -ni" Cousseiro.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES IV, l.l i/.Ks
A VAPOR.
No dia 1*de desembro, espe-
ra-so da Europa o vapor T.iy,
eo-inii ni lanl" Moss O qual
depois da demora do coslu-
para os poitos do Sul : para
pala-so em casa da agencia,
na roa do Trapiche Novo n. 42.
-- O arsenal dn marinha admiti para as
suas obras olliciaes de carpinteiro livres :
as pessoas que quizerem sor admitlidas ,
comparecam nesla secretaria para esse m.
De "i teni do Dr. Francisco Rodrigues Selle
juiz do commrcio da segunda vara etc.
Facoscicnte aos credo'es do fallido Mo-
raes & Soares para que cOTpare^am em ca-
sa 31, do bairro de Santo Antonio do llecife no
dia 25 de.novembro do corrente, pelas H
horas da maohSa a fim de se continuar na
vorilicacSo dos credilos; furmsr-se o con-
rs.: ni llvrana n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
lili ATISO
dos, avahada em 2:000,000 rs.
Urna dita na ra da punte Volha do bairro
da Boa-Vislan. 16, com urna miiaagoa nos trato deuniSoe se proceder a nomeacSo
fundos, avahada em 2:000,000 rs. da administradores da casa do mesmo falli-
I ai dita em S. Amaro do hairroda Boa-'do, licando os redoro advertidos que nSu
Vista com seu competente terreno junto, a- scro admitldus por procurador s i este nflo
vahada em 2:000,000 rs. |apresenlar procurarlo cm poderes espe-
Ospretendenles comparecam nos dias a-^iaes para o acto, equo a procuradlo no
cima indicados ao meio dia na salla dasses-' podo ser dada a pessoa queseja devedor ao
sdes da mesma junta. fallido nem mosmo um procurador repre-
i: para constar ae mandn afi lee publicar pelo Diarlo. 20 de novembro de 1852.O escrivSo, Ma-
Secrelaria da thesouraria provincial de noel Jos ra Molla.
Pernaoibuco 9 de novembro de 1852.- O se- A reparticSo das obras publicas com-
cretario, Anlooio Ferreira d'AnnuncbcSo. pr* Pr obra da casa de detencSo os se-
guintes objectos : 600 palmos crrenles de
cantara em bruto de-qualidade denomina-
do Molaliuha de 15 pollegadas de largura
em quadro, e de lamanho iio 7 e9palmosca-
da urna : 200 palmos currantes da mesma
qualidade cima de 10 a 15 pollegadas de lar-
gura egrossura, e 9 .minios de cumprimento
Deca ra;oes
CORREIO.
Cartas seguras existentes na administra-
cSodocorreiopara os Srs Antonio Ferreira
da Silva Jnior, A. Mara Pinto, Carlos de UmVT'2W palmos'crrenteVd" merna
i'.l.i <'n.lin\ Imniiim UarikklniA ilnU Jt Tt_ ."_
Sonto Cund ni, Joaquim Verissimo dos Ao-
jos, JoSo Gonialves Res, coronel Jos Fer-
quahdade cima de 8 a 10 pollegadas de
largura egrossura, e 6a 8 palmos de com-
reira Azevedo, Jos Francisco Cuilnerme, pr,melll0 cada urna : SOcanoasde areia para
Manoel Antonio Pereira de lima, Raymun- ,maSS,dor, tendo cada urna aomenode9
do Nonato da Silva. a 10 toneladas. Toda a cantara ser posta
O arsenal de marinha compra, no da ,0 p j0guindasto da obra para ser descar-
26doconenU mez, ao meio da, os objec- regada pe|us operarios da mosma obra, po-
tos seguintes:-! oculo de alcance, palen- rini orela gr desc.rregada pelo forne.ee-
te, alvaiade, colla, zarcilo, er, tinto bran- dor m rm, do c,es_ As pes9u8 qlle t,8
ca, guarda-morro de roltia, o agua raz. objectos quizerem vender, comparecam nu
As pessoas o quem convier fazer semollian- dla .1 do currenle liesta reparticSo ao meio
les vendas, comparecam neata secretaria no di, lrazen,jo aj 8Uas propostas em cartas
dia cima indicado, com suas pruposlas em fecn,da8. Directora das obras publicas 22
cartas fechadas. Secretaria da inspeccSo d8 ove(r,bro de 1852. O secretario, Joa-
do arsenal de "lamilla de l'ernambuco 23 quim ,.ranc,sco de Ml)llo Sinlog.
de novembro de 1852 O secretario, Thu- u ,, __,
me Fern.ndes M.detra de Castro unco de Pemambuco.
A thesouraria de fazenda desla provin- Por ordem do conselho de dlreccSo do
ca contraa com quero oais vanlagens offe- banco de Pernambuco.se faz publico, que os
reeer a compra dos objectos abaixo mencio- descomo de lelras com o veuciiiiento al o
nado, (uo temdeer reructlidospara a liba lim de Janeiro viudouro se fazem a 9 por
de Fernando.e recebe as respectivas propoa- cenlo, e aquellas al 6 mezes de prazo> 10
tas at o da 27 do corrente ao meio dia. Se- por eentoaoanoo. Compra letra de qual-
cretaria da thesouraria de fazenda de Per- querquantia sobre o Rio de Janeiro, a pra-
nambuco 22 de novembro de 1852. o oi- zos rasoaveis, pelo pro nio que so conven-
cial maior interino, Emilio Xavier Sobreira donar,,e vende-as lambcm para all a di-
de Mello.1 casula branca com seus prepa- nheiro vista, sem premio algum. Banco
ros, 1 frontal bianco, 1 dito verde, 31 vara de Pcrnambuco 18 de novembro de 1852
de bretanba de linho fina, 2 arroba de mi- O secretario do conseliio da directo, M.
na, 16 libra de flore de roa, 16 ditas de I. de Oliveira.
Iloresde tilia, 16 dita de flores de sabuguei-j DanCO de l'ciiiatnliiici).
ro, I arroba de raiz de althe, 1dit.de ra-1 Por ordem do COnselho da direccSo do
pa de ponta de viado, 16 libras de raz de al- banr0 de pern,robuci, se avisa aos Sra. ac-
cassos, 16 libra de alvaiade fino, garrobas clonlstl!) que a urceira e ultioa prestacSo
de salsa parrilba, 2 ditas de sal epson de suas accQcs lem de entrar para a caixa do
1 dita de a! de glauber, 32 garrafas de oleo me8mo t),11j|)i desde 0 dia 2 a 15 de Janeiro
de recio, 8 libias de pedra lipes, 12 borra- proximo fulur0i em cilio.arto Ihe gerSo en-
chas grandes para cbrisleta, 16 narraras ate tregue8 a8 mesma accOos. Banco de Per-
gemja preta, 12 libras de pomada mercu- naroDUC0 J8 de novembro de 1853.-0 se-
rial, 12 arroba de cevada, 24 garrafas de crelarlu do conaelho de direccSo, M. J.de
xarupe de tamarindos, 6 libra de campho- oliveira.\
ra, 24 vidios de upodeldoc/2 arrobas de mal- __ __
va. 1 dita de cipo dechumbo, 2 oncaa de D ,,. ...
nitrato de pr.ta, 24 garrafa de xaropa de PubllcaSo Iliteraria.
glozellas, 6 libra de erojilastro de aquilo Saino4 luz a lerceira edn-cSo do resumo
gomado,'l9 ditas de gomma arbica, 2 res- de arythmelca, pelo antigo profeasor de
mas de papel deembrulho, I arroba dedos primeira letras Cardim, que tanta estima
delinbo, 6 dutiasde vidrosiortidoadeumajlem merecido do publico; vende-se a 640
Quinta feira a5.de novembro
de i85i.
Recita extraordinaria, livre de aasignatura
Depois da execucSode urna eacolhida ou-
vertura, subir* scena o drama em 3 actos,
Gabrina
OU A
(oiiiuiii% ni;niuit.
PERSONAGENS.
Ramuzio 3 Gran Duque da Parma O Sr.
M. J. Mendes.
Francisco, condestavel 0 Sr. M. J. Pinto.
Conrado, soldado da guarda de honra U
Sr. J. J Bezerra.
Principe Eduardo -- O Sr. L. C. Amodo.
Marqqez da Torre, camarista O Sr. L. A.
Monteiro.
Stenio, ofiicial da guarda de honra OSr.
It. J. de Araujo.
Juiz supremo O Sr. J. J. Pereira.
Ofiicial da ronda OSr. Rezende.
Medico da corte O Sr. Sauta Rosa.
Mathilde|regenle de Parma A sonhora I).
Amalia,
Gabrina A senhora I). Marmulla.
Huzavo- N. N.
Um fidalgo N. N.
Sollados, olliciaes, Jalgose povo.
Seguir-se-ha o lindo duelo do
Vleirinho e a Pobre.
Finalisar o espectculo com a bella tari;,
O Irmaos das Almas.
0< bilhetes acoam-se disposico do res-
peitav.-l publico no escriptono dn theatru.
m
Avisos martimos.
Para Lisboa pretende sahir a II de de-
zembro vindouro a barca portugueza Ligei-
ra, capiUo Antonio Germano Soares : queui
na mesma quizar carregarou irdepassa-
gem, para o que tero excellentes commo-
dos, dirija-se aos consignatarios Oliveira Ir-
maos .vi.oiiipanliia, ua ra do Apollo n. 14,
ou ao referido capitSo, na pra^a do com-
merctu.
Para a llha de S. Miguel e Terceira o
brigue brasileiro Amizade, capitSo JoSo Lo-
pes da Costa, ilcve cb-'gar a osto porto viudo
doltioa qualquer hora, recelie carga e pas-
sageiros para qualquer dos ditos por toa;
quem pietender, dinja-se a Oliveira IrmSos
ti Companhia, na ra do Apollo n 14.
I'.um o passo de Camaragibe.
-- Salie impretenvelmente segonda-feira
29 do corrente o hiate Caprichoso, recebe
carga atsabbado 27,lrata-se na ra da Cruz
n. 34, ou com o naatre a bordo, defronte do
Caes do llamos,
l'.'i\i o l'-io de Janeiro.
O brigue escun nacional lin-
da, segu no da a do futuro mez de
desembro : para o resto da carga
e escravos a (rete, aos quaes offe-
rece osmelliores agasallios, trata-
se com os consignatarios Machado
& l'inheiro, na ra Jo Vigario n.
ig, segundo an lar, ou com o ci-
pitSo Manoel Marcimo Ferreira ,
na fra9a.
Para o Rio de Janeiro sogue viagem o
brigue brasileiro Marianna, capitSo Jos da
Cunha Junior : uuem nu mesmo quizer car-
regar cartfa, escravos, ou ir de passagem,
falle com o dito capilSu, ou cum Manoel Ig-
nacio de Oliveira, na praca do cummercio
n.6.
tona e MaranhSo.
0 briguo escuna Laura geguo impreterivel-
mente no dia 27 do correlo, e ain la recebe
alguna carga miuda ; ossenhores passagei-
ros queiram vir roalisar as suas passagens
na Casa do consignatario na ra do Vigario
n. 23.
-- Para o Porto aho em poneos dias a
barca portugueza Flor da Maia, capitSo Jo-
s de Azevedo Canario : para carga ou pas-
sageiros, trata-se com Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva, na ra da Cadeia n. 38.
Paia o Rio Grande do Sul com escala
pelo Rio de Janeiro, segu viagem impreto-
rh'olmente por esles ludias, o bem conho-
cido brigue LeSo ; recebe carga o escravos a
frelo para ambos os portos.lendo lugar so-
monto para muito pouca carga por lor a
maior paite: para lialar, com Jus Candido
de Barros, no seu escriptorio na ra da Cruz
n. 66. ...
Har o io de Janeiro sahe
no dia 26 de novembro o brigue
nacional Sagitario: para o reato da
carga, passageiros, <>u escravos a
l'rele, trata-se na ra do Collegio
n. 17 segundo andar, ou com o ca-
pitio JoSo de Dos Pereira.
Para a Baha sabe nostes das o hiate
Novo 111.11.1:1; para o resto da carga e passa-
geiros, trata-se com o seu consgnala rio J.
J. Tasso Junior, na ra do Auiorim 11. 35.
JLeilfto
Manoel Joaquim Ramos o Silva far
Icilao, por interveucSo do agente Olivoua,
do grande sortimenlo de fazeudas ingleza
tolas da lei, e rereiilcmenle importada :
quinla-feira. 25 do correte, as 10 horas da
marmita em punto, no sen ariiazem ; ra di
Caleja.
\viso* diversos.
Lotera de iNossa Senhora
do Rosario.
0 thesoureiro faz scienteao rea-
peitavel publico que, hoje a5, on-
dam as rodas desta loteria no con-
sistorio da igrej de Nossa Senho-
ra do Livramento, anda que li-
quem alguus bilhetes por vender ,
resto que existe eslo a venda
Fortuna, ra Uireita n. 7 at as
horas que livor de dar principio o
andamento das rodas.
-- JoAode Ueos Pereira retira-se pira o
Rio de Janeiro, levando em sui companhia
os seus escravos Vctor, cabra, de dado 19
annos, o Agostiobo, crioulo, de idade Han-
no.
Jos da Silva Santo faz saber ao pu-
blico que se retira para Europa.
PORTO.
Na noite de 11 para 22 do cor-
rele, furtaram da estribara da
na (l,i SeDzalli Velha n. 114, dous
cavallos, com os signaes seguin-
tes : um alto ru?, crinas e
rabo preto, cortado de esporas de
ambos os lados, com urna roptura
na barriga do lado direito, do ta-
manho de um lim So tem de 6
ou 7 annos de idade, e levou se-
lim inglez novo, com cochin bran-
co ; o outro he rodado com crinas
compridas em baixo das ulti-
mas um signal, mal de besta, do
lado direito tem 7 ou 8 annos de
idade, e levou um selim novo da
trra ; quem delles souber, ou der
noticia, dirija-se a casa cima, que
ser gratificado com 80,000 rs., na
occasiao da entrega dosmesmos.
A viuva do lina lo Jos Fernandos Eiras,
avisa a tolas as pessoas que se julgarem
credore do seu casal, hajam de apresentar
suas contas ou ttulos, aflm dn serem at-
leu 11 'as no inventario que se e9t proce-
dendo pelo cartono Jo orphSos ; devendo
apreseutarem-ae no praso de 5 dias, no se-
gundo, ou terceiro andar do sobrado da ra
larga do Rosario, que faz esquina para a da
estreita do Rosario.
Quem precisar de urna boa casa, para
passar a festa: dirija-se ao Remedio, casa o.
15, para tratar.
-Dase de 50 a 100,000 rs. a premio, so-
bre pen'iores de ouro e prata : no pateo do
Terco, padaria n. 30, se dirs quem lem.
Precisi-se de urna ama de leite, para
una casa e&trangeira, forra, ou escrava : oa
ra Nova n. 61.
Aluga-se urna canoa grande : na ra
larga do Rosario n. 50.
Na Soledade ao p da Trempn, casa n.
70, aluga-se um molequeacoslumadoa ser-
vir em casas estrangairas; assim como urna
escrava, esta cosinha, engomma, sabe bem
tratar de uina senhora e meninos, e aquello
cos i ha o compra, ambos s,1o fiis, e nSo
leem vicio.
-- l'rectsa-se de urna ama para cosinhar
para pouca familia : quem pretender dirija-
se a ra do Cabng luja de mludezas n. 1-C
Troca- 1 tambum por um pianno, o
realeijo ltimamente annunciado na ra da
Cruz n. 34
Precisa-so de urna criada para o snrvi-
50 do interior.ujto he do cosinha e engona-
do smente, mas qun seja de hoa conducta j
paga-se bem e so dar bom tratamenlo :
quem eslivor nestis circutnstmcias annun-
cie para se' procurado, ou dirija-se a ra da
Cadeia do llecife n- I.
llesappareceu da ra do.Palacio do Ris-
po, na noute do da 23 para 24, um caval-
lo, pequeo, rolado, calcado de preto,
Cauda e crinas pretas, temi o p esque'do
pouco maisgroso que o direito e urna pi-
sa tura ile selim : quemo pegar dirija-se ao
sitio pequeo, que fui do defunto major
May r.'onde ser gratificado.
-- O capitilo de mar e guerra JoSo Hen-
rique do Carvalho e Mello, e sua senhora
eilremamante .penhorado pelo bom trata-
ment que receberam, e lodos os seus li-
Iho do lllm. Sr. Io lente Antonio Alves
_. Santos commandanle da charra Per-
nambucaria e do tolos os enhore9 ufllciaes
lo mesmo navio durante a sua vingam a es-
la provincia, dAo este publico testemunho
do sen ecoiiheci 111 uto
o Sr. Jos da Silva Santo nSo ge pode
relirar para Europa, sem que primeirO pa-
gue o que dove no ahaixo assigna lo--Manoel
Antonio Souza Ribeiro.
Companhia Luso Rrazileira.
Os abaixo assignados novamvnto avisam
que no *eu escritorio,|rua da Cadeia-Velha
n. 12,conlinua aborta a assgnatura d'accflcs
cara a companhia Lusu-Brazileira eslahele-
cida ni ci lade do Porlo, para a navegacSo
a vapor entre Portugal e Brasil, cujo pros-
pido e estatutos j foram publicados no Ota-
rio de Vernanhiico. Dos Sr. Juaquim Pe-
reira Marinho & Companhia e Victorino
Pinto de Sa Passos, agentes da companhia
as pravas da Baha e Rio de Jineiru, rece-
beram osabaixo assignados pelo vapor Te- 1
viot noticias satisfactorias acerca dasassig-
n .loras ali oblida declarando OS p' i.neiros
haverem a pissado a maior paite das ac-
eces destinadas para aquella cidale, e o se-
gundo ter disposlo de 1,200, e poler anda
conseguir assignaturas para as que se 11S0
passarem nesla praija. Em consequencia,
pois os abaixu assignados renovam o seus
convites a iodo aquelle Sr. que quUerem
concorrer para a dita empresa, a dirigirem-
se ao seu tscrptorio at odia 15 de dezem-
bni prximo, no quil lcai definitivamente
encerrada assgnatura'
-. Roga-so ao Sr,J. .. J. .. A. P. .
vendedor de I. ..., que tenhi a bondade
da dirijir-se a rna da Cadeia do Hecife n. 35,
entregar o par de livelasde prla que tomou
paia vender, no mez de juniio proximo pas-
sado.
-- Arrenda-se urna refinacSo, o vendem-
se dous tachos grandes e to los os mais per-
lances pira o mesmo fim; ejuntamente urna
leude.1.-i a o urna balanca grande : na ra
do Hospicio, casa n 15.
Na ra do Vigario. escriptorio de Cn-
nba & Cumpjnhia.tem duas cartas viudas de
Portugal para oa senhore Domingus Jos de
Fana e Jos Antonio Moieira.
-- M. 11. C. Ilrandio previne aos amantes
de seu charuto, qun d'ora em dianto as
etiquetas de suas caixas sero em papel
branco, por nSo Ihe ter sido possivel arran
jar do mesmo cr de ganga, aendo a vinhe-
tas e ly pos os mesmo cum o competente si-
nete azul.
precisa-se de um liomrm golteiro ou
casado, que saiba lijar com vaccas da-leite,
pira um sitio na Torre: quem estiver nestas
circumstancias, dinji-se ao assougue gran-
de do Reeif-, que achara com quem tratar.
Faz-se publico por este jornal que lora
apprehendido no lugar da Ibura, da fregue-
zia dos Afogados, um preto idos* pur nome
Jacintho.que diz pertencer ao seohur'do en-
geiih.i Jaiobi, e que ha diaa an la ausente
de casa : quem se achar com direito ao mog-
ato, cumpirefi nesla subdelegada munido
dos seus documentos, que Ihe ser enlre-
Companhia de Beberibe.
Por aio ter comparecido nume-
ro sulTicieiite de votos par.i lia ver
o resto que existe esiao a venda sessSo em assembli ge ral dos ac-
na luja do Sr. Fortunato, nu boti- icionistas da companhia de Beberi->
^transferida a mesma reunio para
o dia 36. O caixa da mesma com-
panhia foi autorisado pela admi-
nistra95o, a faier o nono dividendo
a iaz2o de a,5oo por epolice. Es-
criptorio da companhia a4 de no-
vembro de i85i. O director ,
Joao Pinto de Lemos.
Pede-se com instancia a actual empre-
sa do tboat'o de Santa-lzabel o favor de le-
var quinto antes a scena o famoso vaude-
ville-CtmOes do Rocloque anda nSo ti-
vemos o praier de ver ropresenlar. Satisfa-
zendo a este pedido, muito obsequiar
Um que nSo ia ao Apollo.
Precisa-se de urna ama de leite forra
ou captiva; a pessoa que quizar, dinja-sc a
rui Novan 14, ou na Boa-Vista, no becco
daa Barreirag n. 3.
- Roga-ae ao Sr. empresario do tbeatro
de Sinti-lzabe o obsequio de levar novi-
mente scena um dos maig bellog dramaa
do moderno repertorio francez- OTripero
de Parlz que nSo pole ger devidamente
apreciado a primeira vez que foi represen-
tado, por causa do lustre o de ontros trsng-
t wnos, porm que tanto agradou na segun-
da vez que fot a scena. lato Ihe pede encare-
cidamente.Um limpa-canlieiroa.
Gaspar Antonio Vieira GuimarSes, vai
Macei.
Sexta-feira, 26 do corrente, ha erro
malacSo de una movis usados, na sala das
audiencias, por execucSo de Joaquim Aze-
vedo de Andrade, pelo juiz da primeira
vara.
Casa feliz.
Na praca da Independencia 11. 36.
Na casa cima vende-se um completo sor-
timento das caulellas da loteria do Rosario
da Boa-Vista; as-mi como no aterro da Boa-
Vista, luja de mludezas o. 48 ; na ra Nova,
loja de chapeos n. 4; e na ra da Cadeia,
loja de cambio n 24: as mesma casas so
trocam cautellia premiada do Rio pelas da
provincia, cujas rodas andam impreterivel-
mente no dia 25 do corronte.
O corretor geral e agente de
leudes, Gregorio Antunes de Oli-
veira, acha-seestabelecido de ho-
je em diante, com um grande ar-
mazem, narui da Cruz do Recife
n. a5, o qual offerece toda a se-
g-uranca e commodos para se fazer
leiloes, vender em particular ere-
ceber em deposito, todos e quaes-
quer effeitos, sejam gneros, fa-
zeudas, ou mobilias, e assim pre-
parado se olferece ao respeitavel
publico, e particularmente ao dig-
no corpo do commercio desia pra-
5a, pira exercer as attribuicSes le-
gaes inherentes aos dous referidos
cirgos, prometiendo empregar to-
dos os esforos para bem desem-
psnliar as commisses de que Ihe
lizerem a honra de o encarregar ;
e ple ser procurado em dito ar-
mazem todos os dias uteis, das 8
horas da manhaa at as 5 da tarde,
pois que ahi tem collocado igual-
mente o seu escriptorio. llecife 16
de novembro de i85a. corre-
lor geral e agente de leiloes, Gre-
gorio Antones de Oliveira.
Loteria de Nossa Senhora
do tiosario.
O thesoureiro annuncia ao res-
peitavel publico que, as rodas da
mencionada lotera andam quinta
feira 25 do corrente, e no dia 26
apresenta a lista nos lugares se-
guintes: loja do Sr. Fortunato,
botica do Sr. Chaga*, e na casa da
Fortuna, ra Direita n. 7, e paga-
se, os premios de 8 a 40,000 rs., e
os outros depois que sahr a lista
gerel.
Loteria de Nossa Senhora
do Rosario.
Casa da Fortuna, ra Direita n. 7.
O proprietario desla casa annun-
cia que, hoje, andam as rodas da
mencionada lotera, no consisto-
rio da igreja de Nossa Senhora do
Livramento, e o resto das cautelas
estSo a venda na praca da Inde-
pendencia, loja do Sr. Fortunato,
e na casa cima, at as horas em
que tiver principio o andamento
das rodas.
Bilhetes 8,000
Compra*.
SWPaiWl
ca do Sr. ('ingas, e na casa da}be no dia 2 4 do crrante, fico
'
-- Cumpra-se urna mesa de jantar, nova,
em meio uso : na ra Direita n. 72.
__Uomprain-se costados de ma-
deiradelouro.amarello, e sedro
em porfo < na ra da Cadeia do
llecife n. a3, se dir quem quer.
--' Compram-se escravos, e venaem-se
recebam-sede commissSo tanto para a pro-
vincia como para lora della : na ra estreita
do Rosario senundo andam. 28.
Conipra-se um candieiro do dous tuco
que esteja em bom estado : na .ra estreita
do Rosario n. 43, loja.
wmmmm
Vendas.
Vicente Licinio da Costa
Campello avisa aos seus fregueies
que, tem para vender, as mais su-
periores uvas de Lisboa, vindas na
barca Ligeira, advertindo quesa-
hem hoje da alfandega: no seu ar-
mazem na Iravessa da. Madre de
Dos n 7.
O cautelista* Salustiano de
A quino Ferreira faz sciente ao res-
peitavel publico, que esto expos-
tos a venda, as lujas do costume
os seus mu afortunados bilhetes e"
cautelas da 33. loteria do Monte
1'iOf a qual corre hoje 23, e espe-
ra-se a lista da mesma pelo vapor
ola companhia brasileira no da 5
Je desembro.
Bilhetes inteiros
Meios
Quartos
Uitavos
Vigsimos
Tazo de cobre.
Vendem-se tres laxos de cobre, inda no-
va proprio para relinaco : na ra da Sen-
tala Velha, defronte do becco do Campello
n. nt.
Venden! se dous ptimo escravos, seo-
do 1 pardo, e onlro crioulo, proprio* para
lodo o servico : na ra do Vigario armazem
O. 19
22,000
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
Meios
Quartos '
Decimos
Vigsimos
4,ooo
2,200
1,000
5oo
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 e 10:000,000 deis.
Na loja de miadezasda prara da
Independencia n. 4 vendem-se
bilhetes inteiros, meios, quartos,
oitavos e vigsimos, a beneficio da
33. loteria do Monte Pi ; vem a
lista no primeiro vapor que che-
gar do Hio de Janeiro.
Bilhetes inteiros 21,000
Meios bi i be tes 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,800
Vigsimos i,3oo
Vende -su papel pautado para msica de
todas as qualidados, coi das e bordos para
rabeca eviolHo, prima de seda para os mes-
mo inslrumenlos.rap de Lisboa a retalho,
dito de Paulo Cordeiro em libras e a relalho,
turto de superior qualidade : na praga da In-
dependencia, luja n. 3.
Vendem-ae duas casas terreas sitas na
Iravessa da ra Augusta de ns. 1 e 3. livres
e desembarace tas ; a tratar na ra da Sole-
dade, casa n. 42.
Vende-se urna negra de Angola que co-
sinha e engomma: quem quiier, procure
em ni 1 oda, na botica de JoSo Soares Raposo,
ni r 111 do Amparo.
Ao bom gosto.
Na ra larga do Rosario, loja demiudeas
n. 40, vendem-se as seguintes mercadorias :
esporas de ac pralea las a mais linas que
tem vindo ao mercado.a 3,000 rs. o par; tnu-
calore os mis modernos, a 3,500, 4,000, e
4,500; caria* linas para vollarele, a 440 rs.
o baralbo; togouras muito finas fabricadas
em GuimarSes, proprias para costura, 800
ra. cada una ; colberes do metal du princi-
pe das mais finas, a 5,300 a duzia ; ditas pe-
quenas, a 2,8iH>; fraseos de estrado, a 210
r.; ditos de oleo, a 500 rs.; ditos a 60P rs ;
ditos d'agoa de Colonia almiscara.la, a 950 ;
ditos imple*, 800 rg.; ditos do l'iver.meio
frascos.a 450; paslilnas de almiscar, a 450;
jarros do baiilia minio linos, a 1,000 rs. cada
om ; sabonetas de espuma, a 600 rs.; dito
mais a baixo, a 400 rs. ; ditos espanhes
grandes, a 560 rs.; dito mais a baixo, a 400
rs.; ditos francezes, a 120 na 100 rs. ; agoa
de Lavandi com mbar, a 610 e a 800 rs.
Vende-se urna casa na ra do Cotovel-
o n 47 : a tratar na ra do Raugel n. 25.
No paleo do Cirmo, venda da esquina do
becco da lluinba 11. l3, veude-ae maiileiga In-
glena, nova, a 500 e 480 ria a libra ; din l'ran-
ceii, a 18O ria ; velai de carnauba, da inelhor
I n11 I ole |ii<- exi-te no mercado, a 8i6"0 a ar-
roba, e a a80 ria a libra vinagre a 5' 0 ria a
caada, e a 80 rii a garrafa ; duas cama de ar-
maco em bom uio ; c um niuiuho de moer
mllho, que Ihe I w. dar o gyro necesurlo.
-- Veide-so u o be co de angtco com r-
maclo, e da inuilu bom gosto, urna cama
em bom estado com colxOes, urna marque-
za, duas fnsqueiras prdpria pira embarca-
dico.um oculo muilo bom de alcance, um
toucador nara cima de mesa com gavetas, e
urna porc.io do garrafas: na ra da Cadeia
de Sanio Antonio n. 25, segn 10 andar.
AUcnco ao barateiro.
Na prac da Independencia n. 34, pegado
a luja do Sr. Verissimo relojoeiro ha um
variado sortimenlo de chapeos de seda pre-
tos tanto para homem como para menino,
temoulras muitas fa?endas que est ven-
dando por muito menog preco do que em
outra qualquer parte como seja :
Chapeos do chili beia pequea.
Ditos de pillinha amrellos, promp-
tos, a vontadedo comprador.
Os mais bem feilos bonete de olea-
do que tem apparecidoneste mer-
cado.
Ditos de panno a franceza.
Dilos de velludo para meninos.
Vende-se cera de carnauba de superior
qualidade, em grandes e pequenag porces:
na ra do Collegio, taberna n, 12.
___ Vende-se um cavallo muito
bonito, c em boas carnes, anda de
baixo at meio: no aterro da Boa-
Vista, lojan. 46.
Liaba! de patente.
No atierro da Boa-Vista n. 46 loja do I. S.
de Menezes, tem chegado asmus superior e
linbas do ptenl,que hi no mercado pro-
prias para bordar, e fzer labyrinthos em
esguiSo c cmbrala do linho, por preco com-
modo. ,
Vendem-se, no armazem de
Geo Kenworthy & Companhia ,
na ra da Cruz n. 2, o seguinte :
".elogios de ouro de saboaete, pa-
tente inglez.
Selins inglezes elsticos e cabeca-
das de couro branco.
Siihdes para montara de senhora.
Arreios de carro de 1 e 2 cavallos.
Couros para coberta de carros.
Sola de lustre.
Lonas imperiaes.
Vendase um escravo de 22 auno do
idade, muito robusto e de bonita ligtira: no
becco do Qoiabo do bairro Ja BoaVista nu-
mero 12. ....
Alvaiade.
Vende-se alvaiade em barris de
4 arrobas muito em conta : na
ra do Trapiche n. 10.
Amarras.
Vendem-se amarras de Ierro :
na ra do Trapiche n. 10.
Ancoras.
Vendem-se ancoras de ferro ,
muito em con ti. na ra do Tra-
piche n. 10.
2,500
3,200
1,280
1,200
720


.,<
Moinhos de vento
oom bombas de repulo para regrar bortaa
e baixasdecaplm na fundicode D. W. Bow
nnii:ni ra doBrumna.6,8*10.
Deposito da lubrica de Todos os
Santos un Italiiu.
Vende-8e,emcsaa de N. O.Bieberi C,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado a-
quelle fabrica,muitoproprio para saccosde
assucar eroupa deescravos.porpregooom-
modo.
Cal virgem de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem,
chegada ltimamente de Lisboa, e
por preco muito em conta: no ai-
mazem do Caes da Alfandega n.
7, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Gompanhia, na ra do
Trapiche n. 34-
fotassa americana
Cal virgem.
Vende-se cal de Llaboa a maia nota do
mercado: na roa do Vigario n. 19, primei-
andir. escriptorio de T. de Aqulno ronseca
& Filbo. ouoa ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonteca.
Vende-se um moleque de 18a20an-
nos de idade, robusto e bom srvenlo de ca-
as, etambem com muito geito para traba-
Ihar no campo : no pateo do Carmo n. 18.
Arados americinos, ehegados dos Es-
tados-Unidos ; na ra do Trapiche n. 8.
Casimiras modernas, a 1,00o rs. o
covado.
Na loja defazendas da ra do Crespo n.
5, que fazesquin para a ra do Colleglo,
vendem-se casimiras de gostos modernos
a 1,000 rs. o covado.
-- Vende-se gello, a qualquer hora do dis,
no deposito da ra da Senzalla Velha n.
118, ou na ra do Trapiche n. 8.
Relogios americanos, para ciir
. americanos. .
mesa, com corda para oito das e para 30
, horas, o o mais barato que em outra parle ;
No antigo deposito da cadeia venia, n. Tr,.hB n g
IS existe urna pequea porcSo de potssa na rol^MMM1 "-
americana, chegada recntemete quonor, Deposito de cal e pojaua.
Deposito de ca e pota. SW UVUSS.
No armazem da ra da Cadeia barris com superior potasas nove, porpre-
doltecife n. >. muito supe- <'"^'(assa e cal virgem.
or cal de Lisboa, em pedra ^ rua de armMetn n.
assim como potassa chegada al- vende.se p0r preco rasoavel,
mamente a precos muito ra- ^ ^ ^ 1^1^ potasta .
soaveis. assim como cal de Lisboa da me
Agencia de fcdwin Maw. .
[Uruade Apollo n.6, .tm. de Hc.Ca IhOT que existe.
mnlfc Companhia, acha-ae constantemente pec|e.8e assenhoras que (leem lp-
bima lorllroentoa delaUa de ferrocoaa attencao liara as secuintes
batido,lauto raa como fuodas.nioendaalo- aa a HwenfBW \mi* b
ciras todas de ferro para aniraaei, agoa,ate, f'azendas :
dilaa para armar em madeira de todoioi- Corles de eambraia do salpicos brancos e
maDhoaeraedelloa o mai moderno,macn 5 e mei, ar,Si lendo urna de
decobre.cacoven.piranavioa.ferroingl res, do ultimo goslo, a 5,200.rs., ditosOran
tanto enir>arraicoiuoeinrcoafoltia.,etudo eos com dnus e tres baados, com seus cii-
por barato preco.
Arados de ferro.
Na (undig.ln da Aurora, em S. Amaro,
vendem-so arados de ferro de diversos
no lelos.
Vendeai-so os verdadeiros solins m-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
rua da Senzalla Nova n. 2.
Vendem-se relogios de ou- Zendas:
ro eprata, patente inglez: na rua Riscos de linho muito
da Senzalla Nova n. l\1. Chitas francezas, largas e muito boas,
fuitesdos melhores que b, a 8,000 rs.; cas-
sa chita franr.eza a 200 rs. o covado ; corlo
decassachitaa 2,000 o 2,400 rs. ; e mullas
outras fazendss de gosto por precos commo-
do : na rua do Crespo loja 11. 6.
Ao bom e barato, freguezes '
4
Vende-se farinha SSSF: na
rua da Cruz do Becife n. 27, ar-
mazem de Crocco & Companhia.
Oculps.
Cliegou na praga da Independencia, toj
lis. 18 e 20, no) rico sorlimrnlo de oculos
para todas as vistas, seja com vidros bran-
cos ou azues, com grao ou sem grao, e com
irmagues deonro, prata, tartaruga, balen,e
de sgo, a vonlade do comprador.
Chapront e Berlraud, re lojoeiros, na
piafada Independencia na. 18 e 20, recebe-
ram de Pars ricos relogios de bancas e de
parede, com corda para 19 dias.tocam aa ho-
raa e meias horas, sao aQancados a regular
perfeilamente, e os precos sSo muito mode-
rados comparativamente a qualidadequehc
muito superior.
-- Na praga da Independencia ns. 18 e 20,
vendem-se relogios americanos de superior
qualidade.e tem anda alguns com corda pa-
ra 8 das, e todos lucam compassado.
Vendem-sremarrasdeferro: amad!
Senzalla Novan.42
-- Vende so alpaka lavrada de'arda para
vestidos de senhora.a 610 rs. o covado; cha-
les Je 13a, fazenda moderna, a 1 600; brim
de linho.a 320 rs. o covado : na rua do Cres-
po n. 23.
Aoj senhores de engenho.
O arcano dainvenc3o do Dr.
Eduardo Stolle em Berlim, em-
pregado as colonias inglezas c
hollandezas com grande vanta-
gem para omclhoramento do as-
sucar, acba-se a venda cm latas
de lo libras, junto com oraelhc
do de emprega-Io 110 idioma por-
tuguez : em~casa de N. O. liieber
& Companhia, na rua da Cruz
n. 4.
Chapeos pnra senliora.
Vende-se na loja nova da rua do Ringel
n. 8, chapeos psra seuhora ehegados lti-
mamente no navio Conte-Roger, pelo bara-
to prego de 10,000 a 12,000 rs. cada um.
Vendem-se lemos de laia ,
oleo de linhaca em botijas barri-
cas com cimento e as tinas, a von-
lade dos compradores : no arma-
Na 1 is do Crespo.loj. nova n. 9,vendem-j zem com taboas de pitillo, atrs do
se pelos baratissimos pregos as seguintes fa- thealro velbo, ou a tratar com Joa-
Bilhetes do Kio de Janeiro
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000,
2:000,000 e 1.000,000 de rs.
K.si.lo cxpnstus i venda, na rua da C-
dela do Recife n. 24, loja de cambio de Vi-
eira da Silva, um completo sortimento de
I libeles, meios, quartng, oitavos e vigsi-
mos da 33. lotera do Monte l'io, cujos bi-
lletes vicram pelo vapor Imperalriz, c a
lista deve chegar no da 5 de dezembro.
pOQ00 OGOOOOQ
';; U abaixo assignado vende O
q o seu engenho Santa Mara, 2
q ha potico levantado, na co- C> marca do Cabo, o qual di- O
q viilc com os engenhos Sibi- 5
q r de Santa Cruz,Cechoeira, 0
O Queluz, e Gaipi, he de boas >
X millas, trras de muita pro- x
q duccaj e j demarcado ; q
igualmente vende, se assim O
g convier ao compiador, toda g
q a lavoura; esta venda se ef- q
O Iciiii,. para pagamento do Q
credor e hypotbecario do 9
0 dito engenho, Jos Marques q
O da Costa Soares': quem o O
pretender, diria-se ao dito O
% engenho, ou ao refer lo ere- q
Q dor. Engenho de Santa Ma- o
O ria 15 denovembrode i852. O
AttencSo
Na toja da rua da Cadaia Velha n. 26, na
esquina do Becco Largo, vende-se uma por-
cSo de chitas finas, sendo' pelo prec de
5,000,5,500, ee.OOOrs cada pega,mullo boa
fazenda; assim roxo se vendem outras fa-
zendss mujto baratas.
Vende-se uma bonita negra
crioul-, com as habilidades seguin-
tes : lava bem de harrel 1, cose
cliao, cojinha o diario de uma casa
c vende na rua ; a tratar na rua
da Cadeia n. 9, casa da Viuva Cu
ola Guimries.
- Veode-se por metade do seu valor uma
pule do engenho Caite da freguezia de
Iguarass, perli ncente a Amaro do llego
Barios : a enteoder-se con o Sr. Dr. Joa-
quim Jorge dos Santos, na cidade da Victo-
ria.
-- Vende-se, em casa de Me. Calmol &
C, praca do Corpo-Sanlo n. II, oleo de li-
nli.u-n ero lata deaeis galOes, breu em bar-
ricas, agu de M1U0, viiilio d Marselha'om
caixas de 3 e 6 duzias, saceos vasios para
assucar, liuhas de novellos ecsrrelois.
-- Vende-se um bom plinno inglez de ex-
celentes vozes; na rua da Cadeia do Itecife
n. 53, segundo andar.
l'.ilinestock's Vermiuge.
Vende sem New-York em casado proprie-
tarto B. A. I'AII.NKS 111 K's & C e em Per-
nambuco na botica, e armazem Je drogas
de Vicente Joso de Biilo na rua CaVeia n. 61.
De todas as preparagOes, que a medicina
. .mu descoberto para matar e expedir as lom-
brigas em qualquer 4dade da nossa vida ne-
nli.i ma leo obtido o poder apro>imar-SB na
mais insignilicante semelhanga com o pro-
digioso M'in reconhecidn medicamonto de-
nominado KAIINESTOCK'S VKRMIKUCE
Os mdicos, e em geral todas as pessoas
scieutilicisdas principan* cidados dos Esta-
dos-Unidos, trra classicada civilisago a
merieana, dirigem conlinuament > a seu au
lo-, peloorgSo da imprensa os maiores elo-
gios, como prova da suagralidlo e do seu
reconhecimenlo.
-- Vendom-so asseguintes obrasen fran-
cez, com ricas estampas : Les myateres des
vicux chiteaux de frauce, Amours secre-
ta tes des rois el reines, princes el princeps
r ,, ., ,, 19 lea oes ruis ri reines, pruicea ei prnasoa-
X rbomaz Marques da Los- & Ses. na rua da Cruz, pnmeiro andar, n. 19.
"* a_ _.___ E \ ... 1 ...................1^.. .1. n.w.lliu nnm
q ta Soares. 3
Uinheiro vista.
largos,
o covado
Riscadnhos francezes de cores hxas
Dilos ditos muito linos >
Cambraias francezas de lindos padroes
e muito linas
AGENCIA
da lundico Low-Moor.
KUA DA SENZALLA NOVA N. 42
Nestc estabeleeimento conti-
, 1 ; Cortes de cambraias, ultimo costo 5,000 superi
ona a haver um completo sorii- nitos.brancas do salpicos.muio boas 3,000; pelo d
ment de moendas o meias mo- pannos francezos mscladoi para po-
eii'ia* para engenho macl
de dpor, e taixas de ferro bati- cortes decasomirasmudernas.doqua-
do ecoado de todos os tama- 0^^Snoi0 ,.. siooo
uhos, pata dito. Ditos de brim de linbo lingindo caso-
i:>i- inl.i -. superiores. miras a>000
Na ifundsrSo de C. StarrA Companhia, Adamascados paia toalhas e guardajiapos,
emS. Amaro, acham-se a venda moendas de 450 a 1,500 rs. a vara, conorme a largu-
de canna, todas de ferro, e utn modelos ra, emuitas otmMnm_BiiM por prc-
conslrucg3o muilosuperior.
Alerta freguezus
Que sSo ehegados,
Cobertores de algodSo
Muito eucorpados. ,
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol-
ts para a Cadeia, a 1.600 rs. cada um.
Vendom-so tonas, brinzSo, briol, e
meias lonas da Russia ; no armaren! de N.
Quom quizer poupar venda ver o comprar,
pois o gancho de quem vende lica as mRus
(juna l.opes de \lmeiiii, cuixeiro dos COUJpraaori.S| 0 iempie Ocam logradose
320 do Sr. Joao Malheus. mal servidos seus amos ou sqnhores; no
- Vende-se I escravo pega bom serrador e <"'"> da Hoa-Visla n. 49, taberna nova pin-
S cosinheiro ... rua da pr.ia de San!. R t. ^d^.ziil, vende-se o seguinte :
2"j Navalhas para barba. SSS,
360; Vendem-se navalhas para barba, as mais e^c-macet,,
5.OOO1 superiores que tem apparecido uo mercado,) c||a prt.lo
pelo diminuto prego de 2,000 rs. cada uma carnauba om velas
em estojo : na rua estrella do Rosaiio, tra- rar(1| je ,rarula
2,0no' vessa para o Queimado, loja de miudezas 11. | |)ltll du jiranho
2,000 2 A., junto ao deposito dep5o.
gososmais comino los possveis
A 1,280e 1,600
I Superiores cobertores de algodSoa iaiila-
g3o de tapetes de cor, muito propros para
cerlos arranjos de casa de familia, e quasi
um genero de pnmeira necessi lade para o
Sr. do engenho. pelo diminuto prego de
na rua do Crespo n. 6.
Chocolate de Lisboa
Chapeos brancos [ Cal n.utobom
Vcnde-se na loja nova da.rua do Rangel Eslrcllinlia para sopa
n 8 chapeos francezes do msssa brancos, i Assucar retinado boro
para'liomem pelo baratissmo progode 4,500 Dito immodiato
rs. cada um, gorgurflo de coros proprio pa- Ervilhas
ra palitos pelo barato prego do 800 rs. o co- Sevada
vado, brins de linho rom cores do marmoro' Painso, a cuia
i.iiiiIi-ih fazenda que c.sla muito em moda Milho-alpista
para palitos pelo batato prego de 320 rs.,
lanibein ha um completo sortimento de gr-
valas do seda de todas as cores.
Novidade pan. quem nao sabe.
Vendem-se as bom condecidas c acreJta-
Azeite duce, a garrafa
Vinagro de Lisboa
Dito
Azeitonas
640
560
8,240
720
1,920
280
160
140
320
160
240
100
80
120
100
560
800
60
120
80
240
Di ludo se d amoslns, e anda se lipa
obrigaJo a quom vier comprar, trazendo d-
das ealeirsa de Angola, grandes o pequeas, nheiro |iara ,,agar a bocCl) do c;lro
So^etf ng8d8S ,gra: "a A mants do bom e barato, at-
O. Rieber & Compandia, na rua da Cruz
D.4.
Em casa de J. K.eller &
,'-V,ndeVeSumrpV"ea7criou7a'; qoieo-j mimlw***,&&9HmWmmWU
ze, maie, faz renda, eengomma, ludo lito
com muita perfeigo e ligeiress, he perfeita
cosinlieira o doceira, o faz o mais arranjo do
o barbeiro, de
Companhia, na rua da Cruz n. cas.;um proio cosioheiro f b^B.'ro' d
-t i nagSo, muito liel e de boi conducta : na ru
55, ha para vender duus excel
lentes pianos lurtes, e de uma das
melhores fabricas, ehegados lti-
mamente da Europa.
Cheguem freguezes ao beijuim.
larga do Rosario n. 35.
Cortes de brim trancado escuro de
puro linho, a 1,44o 3) rs> c
7,400.
Chegou luja da rua do Crespo n. 6, um
No armazem de I. II. G -
ensly, m rua di Cruz do Be-
cife n. 1 vendem-se caixa
por caixa de excellcntes cha-
rutos da llivana, ehegados
ltimamente e por piceos
commodos.
tencao.
Na l,iji de miudezas da fenle do l.ivra-
mento vende-se os tejuintes objecin 1 li-
eos aderegos de fla-gtena prolo a 960 rs.
um, ricas abotoaduras para collete, tanto
preta, como de dill'erentes cores a 4u0 e 800
rs. 11 ,mi, neos ,. Mneles do vdro, como de Il-
la grana a 400 rs um, chapeos do chili, pe-
-.quenos melhores que em paite alrfuma a
I 3,000, 4,0u0o5,000rs. um, suspensorios pa
ra meninos a 560 rs
Vende-se umaarmagSo de caxilhocoro
os seus competentes vidros : no aterro da
Boa-Vista n. 61.
Mercurio.
Vonda-se mercurio de prmeira qualida-
de: na rua da Cadeia do Recife n. 48 C, pri-
meiro andar.
Altiwfui.
Vcnde-se um excollento pianno do Jaca-
randa : a tratar na rua Nova, loja n. 13.
mmwmwmwmm m ww.w 1
*<5- Aviso ao publico.
O administrador da loja s
I das seis portas em frente da S
I igrejt da Kivramento, tendo J
I a vender porcao de fazenda, S
bem sni'ti'l i, tomn a delibe- j
| tacan de as dar por menos .
j| do custo, mais barato a peca a
do que se vende nos arma- I
i zens ingrezes, e a vista das g
i fazent | cera a verdade. Esta 1 >ja |
| e. t aberta das 6 horas da g
I manbaa as 9 da noiti-, para *
* assim facilitar aos cbelVs de *
I familias e donas de casas, a a
& vir escolher a sua salisl.^fio: 1
i vende-se a dinheiro a vista, '
e nao se u laiic.iincnlu a
I pessoa alguma, por nao ter |
g tempj de mandar receber.
Vcnde-se uma casa de pedra ecal no
becco do Qulabo nos Affigados, com dous
Na rua larga do Rosario, loja de miudezas a|lJlf j0 ,jmenlo ,|e brim traugado do pu-
l. 40, vende-se beijuim, a 400 rs. o frasco,'|!0 |jnh |S pregUS cima ; estes brins
penas de ago multo finas, a 2,500 a Kr"f Is3o de bous KOSlos.tanlo paraos ganiciihos.l ti
ditas, a 700 rs anneis de cornelinas, a ,"
icis.
Taixas para engenhos
p-wgiq*r-\*7--'-';wi~JC';. W'':.':"". ",\j~'W19 d lislr..s o brancas p
Na t'unilieo de ferro de 1).
W. Bowman na rua do Brum,
pssaodo o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda, |>or
preco commodo e com prompti-
dSo, embarcam-se, ou corregam-
e em carros, sem despezas ao
comprador.
Feijo novo a 6,ooo rs.
No armazem de Couveia & Dias, confrnn-
lo a escadinha da Alfandega.
9 Botica homeopathica.
4 28 rua das Orases ?8 a,
y Ha pora se vender algumas caixas (
.4 ricas com medicamentos em lintora. a.
( Cada uma sera acompanhada de um #
4 frasco con. glbulos inertes, e o
fe mel de os preparar.. fe;
vendem-se asseguintes sementes:
nabos,rbanos,rebneles encarnadose bran-
cos, sebola, couve trinxuda alface ala-
mOa, repulbuda,chicoria, senoulas, feijio
carrapato de tres qualidades, ervilba torta e
d 1 reila, fava, coenlro de touceira, salga, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, e musanla : na rua da Cruz n. 46,
defroole do Sr. doulor Cosme.
Farinha de maudioca a 1,600 rs. a
sacca
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na rua
do Amorim n. 33.
Deposito de panno de algodo da
fabrica de Todos os dantos da
Baha.
Vende-se o bem conhecido pan-
no de algodo da Baha, proprio
para saceos e roupa de escravos,
a vontade do comprador assim
como fio de algodo da mes xa fa-
brica : no escriptorio de Novaes
& Companhia, na rua do Trapi-
che n. 34-
Charutos de liavaua.
Os melhores que leem viudo a este incr-
eado : veudem-su coiilinuadaiiieuie, em ca-
sa de Bruun l'raeger 61 Coinpaobia, na rua
da Cruz a. 10.
como pira os senos.
FAIURIM SSSF,
de muilosuperior qualidade e l-
timamente chegada a este merca-
do : vende-se na rua do Ainorim
n. 56 e 58, ou a tratar com Ma-
noel da Silva Santos no caes da
Alfandega.
Aos senhores de engenho lavra-,
dores e mais
escravatura
cada um /
Na rua do Crespo n. 14, loja dn Jos Kran
Rap Paulo CorJeiro,
Veode-se superior rap PhuIo Cordeiro.enj
ibras e meias ditas, coitavas.chcgado pro-
Ximamenlo : na praga da Indcpeu loncia.'o-
ja de miudezas n. 3.
Attencao a Iguarass-
Na rua da Ponte desta vilia, lo-
ja n 6, de Jos Domingues de
Sfoaia, o bem conhecido barateiro,
1 tem um bom sortimento de fazen-
' dac, que est torrando a troco de
adulas, mesmo vcllns, porpre-
.ln 1.- pnlas para
par, (.lacadores prel
pmp 1 s para rsjarlillios do seohora, a 120
rs. o par, ricas ligas de vclu lo, -algo 13o e
seda com liorraxa a 400 o 60 rs. o par, ri-
cos sortin enlos de litis de vellido c liveMi-
nhas douradas e do maJrcperola, ricos peri-
tos du laitnroga para alar cahello e nurrafas,
aquelh s .1 ;> rs e estes u 1,000 rs., ditos de
massa de 320, 480, o 1,000 rs lindos capa-
chos para salas a 600 rs. rada um, superio-
res p mus de sgii e canelas a 2, i, e 8 .ati-
ces a grosa, variado sortimento de trancas
prelas e do ciiies, qoasi tod por prego quefaz admirar aos compradores;
a ellas mrus amigos antes que se seabem.
U h que fazenda.
Na lujado miudezas em frente do livrj-
mento alem do variado so'limeiili do bicos
de sela, linho ealgodSotem bicus de 13a
do niuiloliudsscorese.prcto,muito propiios
pira manicl les, he fdzen la inteiraueiil"
nova ;a ello,madamas.
-- Vende-se uma escrava, crioul', boa la-
vndeii a do barrella e de ensaboado, e faz
pequeas por-ronda: na roa das Trincheiras, sohrado de
Mm n M do'is andares n. 42
Vilnlein-se queijos do prato e londri
nos muito frescacs, sciras com ligos de 1 2 e
uiiss outras fazendas por jodo rica conslrucg3o, leudo 5 cylmlros, H ,\las muito novas, brcelas com 4 li-
. ( .... ......
ais pessoas que tem f zes_
I, a 8oo res e i.boo ^3 jrs
eos muito commodos ; cheguem
seos de vidros redon-
bocca larga que se ven-
dos com
rua do Crespo n. l, ioji a" jse rran-; .. _.. j~
cisco tii.s, tem par. venderos mu.tos ara-! d.am no armazem ou na ruada
mados cobertores de algoiao branco muito ('ruz n. 48, passam de ora em
eucorpados, fazenda de muita duragSo seu- ,. v^ndrem-se como d'an-
.i i nnn r> na oramlea. n a 81)11 rs. os mais lliaillC a venuireiIl-Si- UJIUV u an
do a 1,000 rs. os grandes, o a 800 rs; os mais
peq
ch
vos
quenos, assim como as mais delicadas; (es clll grandes C pe
litas francezas de fliiissimos pannos % no- me-ma rua ari
js dezenhos, sendofazendado ultimo gos-, cOes na menina rui,ui
-., do-isandares n. 42
,320rs. c i commodo, I.reala
zes de superior qualidade, pelos precos aci-! ma por llelinni, o outra,
ze por Auber : para ver o tratar na rua da
Cruz n. 34.
pecliincha
Na rua do l'aoio Publico, loja n 9, ven-
dem-se ricas grvalas de cassa, para pajsar
a festa, a 1,500 rs. a duzia ; a ellas antes
que so acabem.
&9m*mmMMmmmmKm*
Attencao.
Pessas de madapoln com loque de
avaria, sendo fino, en festa lo e com
24 jardasa 3,500 rs cida pega, no ar
ft mazcm de riendas do Couveia &
l.cite, rua do Queimado n. 27.
&9WmMwmm--mB9mwn
Para devoco.
Na mesma loja cima tem lindos cruzei-
ros com a itnagcm do Rdomplor; de metal
tanto dnurado con.o praliado; tergus de di-
vergs formas e cruzes poqueuas ludo
piuito perfoito e por commodos pregos.
Vende-so uma saia do bretanhi com bo-
nito labyriiitho do 1 1|2 i almo de largura, e
ma : na rua do Cnllegio n. 4.
Vende-se fardo de muilosuperior qua-
lidade, a 4,000 rs. a sicca : no armazem de
Couveia o. lints, no caes da Alfandega.
Cambraias de s Vendem-se cambraias de silpico branco o
de cor, multo fioas.com 7 112 varas, a 4,500,
ditas brancas, com 6 l|9 varas, a 3,000 rs.,
cUes de cassa caita, muo finos, e cor fi-
za, com 7 varas, a 2,500 ; na rua do Crespo,
loja da esquina que volta para a Cadeia.
Grande sortimento do pannos finos e
cascniias.
Na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadeia, vende-se panno preto
lino, a 2,800, 3,200, 3,500. 4,000, e 5,000 rs.,
e francez muito superior, a 6,000 rs. o co-
vado, dito azul, a 4,000 rs., dito verde mui-
to superior, a 4,000 rs., cortes de casemira
preta entestada, a 5 e 6.000 rs., dita fran-
ceza muito elstica, a 8, e 9,000 rs ; assim
como de cores, dos mais modernos gostos,
por prego commodo.
Com toque de avaria.
Vende-se madapolSo.a 3 e 3,500 rs. a pega,
algodSoainho liso, a 2,240 e 2,560, dito fran-
gido americano com 25 varas, a 3, 4 e 5,000
rs. : na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadeia.
Loja nova rua do Crespo n. o.
Vestidos dosetiin o grusduiiaples o nidos
de blondo para casamento,os mais ricos pns-
aiveis } chitas francezas linissimas, padrees
miudinhos os mais modernos, a 320 rs. o co-
vado.
rui aa Cruz n. 46, delimite do senhor l)r.
Cosme.
U cautclisti Faria Barboz
tambem expoz hilhetes da 33 lo-
tera do Monte Fio, pelos pregos
j sabidos, no aterio da Boa Vis-
ta, loja de miudezas n. 71, de Ma-
noel Du 11 te Vieira.
- Vendse qualro escravos a sabor: urna
parda de conducta que cose, cosinha bem,
engoma liso, e faz tolo oservigo de casa ;
adverle-se que n3o se vende para o Rio, uma
preta milito prondada quo al borda, taz la-
byrinlbo, ma'ca, engoma,cose,coziuha per-
leii.uiiciii.e, una outra preta por estar gra-
vita do 5 mozes, que cosinha, engoma .liso,
o he compradora; e um prclo muito fiel,
que cosinha, sangra, faz barba, e amla : na
Vende-so uma parda de 30 annos com
muito bom leite para amamcnlar uma criaq-
ga, col o faz o mais servigo de uma cas
he uma boa mucamba por |r muito fiele
de bom genio; na rua do Collegio o. 2l,pri-
moiro andar, se dir quem vende.
Vendem-so
Ciixas redondas de chifre, de diversos
tamaitos imitando tartaruga feitas do on-
commenda no A'acaly a 1,000 a 1,280 rs. ca-
lla uma : na ruadas T.inclieins lama do
Rosario n. 35, loja do tartarugueirn.
He incgavel quo um bonito ponte de
tartaruga posto rom arto ou fantezia sobre
a cabega de uma sunliora bem ponteada .le-
xa um homem quasi i ntnovel, e de boc
aborta ; assim quem os quizor dos mais mo-
dernos gostos, e a 5 300 cada um cum sua
compotontn caixinba de papello, asiim co-
mo pentodo alizar tambem de tartaruga a
3,500 rs. cada um : va na ma das Tiinchei-
ras n. 5, loja de Urtarugueiro.
Botins.
Vendem so botins francezes de bezerro e
de couro de lustre paia homem, assim como
nm novo e completo sur tun-nln do calgados
dn todas as qualidades lano para homem
como para snnnora, meninos e meninas.e os
bem conhecidos sapi toes do Aracaty, a 700
rs., ditos de lustre da Rabia, a 3,000 rs. e
muitos oulros calgados, ludo por progo mui-
to com nodo: no aterro da Roa-Vista, de-
linnle da honeca n. 14.
-- Vendem-so pelo diminoto prego do 80f
res os utencilios de uma padana sita no lu-
gar de Santo Amaro, com bom forno; ou
aluga-se a mesma, fazondo-se todo o nego-
ciu : a filiar na rua do Moudego n. 29, ou na
rua de Hurlas ti. IS. .
-- Vende-se por prego commodu um pian-
ito com pouco uso, e de multo boas vozos,
proprio para ornar tima sala por ser perpen-
dicular, he de Jacaranda : a tratar na Boa-
Vista, na rua da Mangueira n. 9.
Vendem-se cinco escravos ehegados
ltimamente de fura, -en lo ura mulato de
30 annos, uma negra de 18mnos, etres mu -
latinhos de 8 a 12 annos : na rua da Cadeia
Velha n. 19.
AttencSo ao barato.
Na rua Nova n. 8 ioja de Aloreira
& Companhia.
Vendem-se dimasco verde do seda ja mu-
a larga do Rosario n. 35, toja onde ae re-
ceben! escravos para vender porcommiss3o.
-- Vendem-se peles de cabra, sapatos, no- fdo por 1,000 rs. o covado. umjresto'de si-
tas, e esleirs de pal ta de carnauba de mais patos de mirroqunn preto para senliora a
muitn iiem reito, por prego commodo na deduas varas de comprmanlo, tudo chega-1 640 rs.o par, luras de lio da rscocia pira
rua do Queimado luja do miudezas n. 16. jdo agora do Aracaty, por mui commodo liumem a 300 rs. o par, cha; eos de sol de te-
do Recite n 49
-- Vcnde-se un escravo de mg3n, muito
__Vendem-se lunas a imiacSo da Itussia, I prego : na rua da Cadeia
mullo em conta : no arinazc u de l'ox Uro- i prialeiro andar.
Ibera, na roa da Cadeia do Recife n. 62.
-- Vendo-so un niolequo crioiilo idajeal
aiinus, bottjll figura sem virios non acha-
ques; a vista du comprador so dir o motivo
da venda : na rua Velln n. M.
-- \' n o-se urna musa du jantar do ama-
rello que acuminoda 12 n 14 pessoas : iu
rua di Roda n 52.
da para houiern a 4.0U0 rs., ditos de etstuf
branco sem pollo a 4,500 rs., o paililhos du
lilili bstanle enili.lei idus a 6 COI) is ru.u
boca pa.ieir.i e bom ruimsiu para qualquer jseas atacadores, bonetes da paln.i da italia
seivico, e nao loin vicios, o motivo so dir pata homem muito proprios para u campo a
Fundicao d'Aurora.
Ni fundigSo da Aurora, acha-aacooMin-
temanle um completo sortimento de ma-
chinas de vapor, Unto de alta, coma de bai-
la pressSo, de modellos os mais approva-
dos. Tambem seapromptam de encommeit-
da de qualque forma, que se possim deso-
jar com a manir presteza.- habis ofllciaes
serio mandados paja as ir assentar, os fa-
bricantes, como leem de costume afilan-
gamo perfoito trabalho dallas, eserespon-
sibilisnn por qualquer deleito, que nellas
possa apparecer durante a primeira safra.
Muitas machinas de vapor construidas neste
estabeleeimento tem estado em constante
servigo nesta provincia, 10, 12 o al 16 a.
nos, e apenas tem exigido mui insignilican-
tes reparos, e tlgumis at nenbuns absolu-
tamente accrescendo que o consumo do
combusli vel be mui inconsidera vel. Os so-
nhores de engenho, pois, e oulrai qaaes-
quer pessoss, que precisaren! de michinis-
mo, sao respetosamente convidados a visi-
tar o estabeleeimento em Santo Amaro.
it.mmmmmmwmmwmmmm*nm
SCantois Pailhetoc Companhia
* Conlinua-se a vender no deposito^
v geral da rua da Cruz n. 52, o excel-
*J tantee bem conceiluado rap areisjP
8 preta da fabrica deCantois Pailhot r.,
SJ Companhia da Babia, em grandes eU
pegelas porges pelo prego ostabc-M
lculo.- |l
mwwmmtwmt. Vendem-se bicudos, patstivas, azulOcs
e curi, muito bons cantadores por serem
de lugares proprios: quem pretender, diri-
ja-se a casa de pasto de Jacintbo, no Recife.
Vende-se non negra por 200.000 rs.,
boa quilandeira: 01 rua larga do Rosario o.
22, segundo andar.
Oleo especifico para curar a casps,coo-
lina a vender-so na rua do Ringel, a 640
rs. cada frasco.
Verniz de gomma copal contina a
vender-sa na botica da rua do Rangel, a
1,280 rs agarrafa. ____
..II .UHB.L.MH -.-T*WaaWWai
Escrayo fgidos.
Fugio no dia 18 do crrante, do enge-
nho Massingana, de que he dono o Sr. com
iiioudador Joaquim Au elio Pereira de Car'
valliu, um negro de nome|Severiino>, alto-
bstante, gago quando falla. Ruga-se as
autoridades policiaes a aos capitSes de cam-
po, quo quando o virem peguem-no, e o en-
treguen! na rua estreila do Rozario, arma-
zem de trastes, de Jos Uoreira da Silva, n.
31, ou ao Sr. major Padilha ; adverte-se que
este negro j foi vistt na BOa-Visli: quem
o pegar sera bem recompensado.
No dia 83 do correle pelis 6 boras da
manhSa, desappareceu dn sitio junto ao do
Sr. Manuel Pereira MagalhSes, na Torre, a
parda Leonarda, de idade pouco mais ou
menos de 30 aonos,que indo buscar leite no
silio denominado Taque, atravessra para a
Capunga Nova ; quem a apprehendar e lva-
la ao mesmo, ou a rua do Queimado o. 18,
segunda loja, ser recompensado; assim co-
mo se protesta, segundos le, contra quem
a oceultar. A parda tem os sigoaes seguin-
tes :rosto redondo e cheio, nariz um tanto
arrebilado,cabellos gran les e sempre amar-
rados, alta, clieia do corpo, o tem sobre o
olbo esquerdo uma pequea coniusiu e de
poucus dias.
Desippareceu do engenho S. Jlo, fre-
guezia da Varzaa, o escravo Francisco, cri-
oulo, de idade 30 annos, baixo, grueso, bs-
tanle fulo, rosto com indo e liso, lando ape-
nas uns cabellos no qumxo, con uma pe-
quea ferida no hombro esquerdo; levou ca-
misa e ceroula de algodSo azul, e deve ter
mudado de trage, chipn de palha; e consta
miar nesta cidado, para onde ja fugio uma
voz ; quem o pegar leve-o au mesmo enge-
nliu S. Juan, a entregar a Manuel Thomaz de
Barros Campello, que bem recompensar.
No dia 14 do correte desappareceu da
Torre, silio do Toque, o escravo Antonio
ruin os signaosseguintes: cor preta, repre-
senta ter 40 a 50 annos pouco mais ou me-
os, rosto descarna do, tem junto ao olbo,
procurando a fonle uma cicatriz qua parece
ter sido um lallin ; he muito esperto tanto
no trabalho como no anda', o coalnma
algumas vozesembriagar-so ; levou cai-
ga de algodSo aiul, jaquela preta, cha-
peo de couro. lia descouliingas quo estoja
mesmo pela Torre occullo e traballiaudo em
celta casa, que dizem, costuma a comprar-
Ihe furtos: roga-se aos capitSes de campo,
autoridades policiaes, prendam e o levem a
sau senhor Francisco Cavalcante da Albu-
querque, na rua do Livrameulo, 11.14 que
ser recompensado.
n --.i pparoreu no dia 19 do crrante pe-
las 7 horas da lardea escrava crioula de mi-
mo Victoria de dado de 18 a 20 annos pou-
co mais,nu meoos,comoss"guintes signaos ;
cor preta, um tanto fulla, nariz afiliado, ca-
bellos carapinhos.boca regular,beigos finos,
bem parecida, b da de 5 mezes pouco mais ou monos, paitos
em pe, tem um signal de queimalura no
pulso da mSo direila : levoj vestido de chi-
ta tolo desbotado que parece branco, cha-
les docilita com assento azul e barra ama-
relia j desbotado ; esta escava foi vendida
pelo Sr. Antonio Jos da Silva Jnior a Jo3o
Co rea Uiazil, morador om Ca'anhuns, o
este a mandn vonder nesta praca por Jos
T lies Furtado tambem ah morador; para
mido so su 1 ni: ter fogido; quom s pegar 011
dalla dor noticia certa ser bem recom-
pensado: na rua da Cadeia de S. Antonio
junio ao theatto velho : ou na rua do Ilusa-
rio larga n. 24, segundo andar,- assim como
se protesta contra quema liveroceulta com
todo o rigor da lei.
Desappareceu a 17 do corronto Manoel,
criolo, reprsenla ter 26 annos, -Un, cheio
do corpo, sem bsrbs, fig0c< cubres, com
falta do denlos queixaes, t*ndo todos de
fronte, faltando em um um taco: tem os pi
toilus para dentro, que quando anda mns-
tra ser cambado; ho bom fallante e lem ar
alegre: levou roupa branca usada esuja, e
mais roupa, camisa de ma lapnlo, caiga de
selinela branca., oulra de listras azues e ja-
quela de iin n de quadro; ludo engomrjiado.
sta preto era oceupado no servigo de cozi
nh, be de suppor que osteja em alguma
casa aervindo como forro, sendo cj 11 al-
gueni so osteja servindo delle, queira de-
niinciir-se, do contrario se usar dos meios
que faculta a lei : roga-se s autoridades
policiaes, capitSes de Cimpo ou quilquer
pessoa, o prendam ou facam prender, e le-
va-lo ao seu senhor Antonio Rodrigues da
Cruz, na rua do Cabug, que ser genero-
samente recompensado.
Desappareceu no dia 6 de
novembro corrente o preto Sibi-
no, de naco Congo, idade pouco
mais ou menos 18 annos, magro ,
al'o, e (em um talbo no rosto se-
.melhante a uma meia la ; levou
camisa de algodo da llalli i, e cal-
ca de riscado azul de listra larga :
quem o pegar, leve-o a rua da ben-
zjlli Velha, ,11 iii.i/ciii ii. i j ',, un
na J'ass.igcm
uo .silio de Uelliiiu
au comprador : na rua Di.eita ,. 26, pada- :.2,000 rs meios chales de soda f, .Igual (,'oacalves IWild '.i.l.a, quesera
r'- J mofo 14.000 is.luvas du tnrgil a t.uouis.- iTm
-- Vende-se um cavallo bom csquipidor; 'o par.e lilo lav jdo a 1600 rs a vara, o ou- reeompensailo (lo sen trabalho.
nacuebeira du Sorra, na tnivessu do rua doilras fazeitdas quo se venderau muito em '------------------------------------------------------
S"' Iconta. .pum, : TvP. db li. F. o Fian -184.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E8HZNWEZY_1JCSQI INGEST_TIME 2013-03-29T17:14:56Z PACKAGE AA00011611_03109
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES