Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03108


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Full Text
AnnoXXVMI
Quarta feira 24
de Novetnbro de 1852.
N. 266.
DIARIO DE ftPERMMM
wnwtfO a suboiiipoAo.
PtSlMMTO ADUHTlSO.
p ti trimestre .............
Por semestre.............
Po inao .......o.....
P.SOnMKTIO DUrilMSITII.
l'nr q.iartrl.............
OToraa uolmirio.
P.r..'.. :i di Ni.vbi. Mlnai i< dePutbr
Maraubao. 6 de dllo S.Paulo 2!l dedico.
Teari. .. II de dilo R.deJ.. HdeNovbr
Pir.hlb. 15 dedlio Babia... 1 de dito
4/000
8/000
ft/oos
4/SOC
DIAsDA >cli. AVIB*1A8.
22Seg. S.Cicilia. i Juiniii OrpkU
i:tTere.S. Clemente. I,e6.ai lOborai.
iMi.in.irt. S. Joo dal 1. tarado civil.
ra. 3. e 6. ao meio-dla.
25 Quiut S Catharloa' Watena.
56 Seal. S. Pedro Ale- ,, e 8. it 10 hor.n.
lanUrino. 2. ara do civil.
-27 S,-i|i. S. Mirg.rid.. |, csabadosao rarlod
18 Dom I do Adven- fstaeo.
to S. Jacob. Termal e libados.
Mingo ante a '>, I hora e 18 minutos da ni -
t .vi 11, ai i boraa eat inmuto da tarde.
Creioeatea 18 aos 9 minuto na tarde.
Chela a 26, ai 4 horas i miautoi da tarde.
nuaiail Oa
Prinielra as 2 horas e 54 minutos da larde.
Segunda i J horas e 19 minutos da manhia.
iliaaa e rarahlha, iirgundii sema-
nas .
o-Urandc-do-Horte i Victoria ai qulata.
lelraa
mito, dirimo,e G.r.ahuma no l'e IS decid*
[mil.
lores,Ouricurv.Exu e Boa-Vlita l3 c2l
Indi, todoaoi dial.
Idos os Correiospirtenaomelo-dii.
BTOTIOIaa TBAHOKIKA*.
Portugal
Hespinhi
Franja.
Blgica*'.'.
llalla..:.
Alemanbi
Prussil .
Dinimsrc
Russla..
Turqua.
13 deOutbr.
ti de dito
8 de dito
4 de dito
3 de dito
. 3de dito
:3deditr
iiJodeSelb-
:Sde dito
26 de dito
Austria;.
Stiissa....
Suecl....
Inglaterra
E-Unldo.
Mxico.
taliforai*
Chl.
Huenoi-A
Monlevide
deOulbr
de dito.
28deSetbr.
8 .1, Oulbr,
25 de Setbr
15 de dito
6 de dito
lOde dito
I3_de0u.br
o2l>dedito
oabibio* di 23 x> N< vrmtito
Sobre Londres a 2 por t/000 d.
I Pars, 3.'. 11
I Lisboa, i'5 por canto.
ITlEI.
Ouro.(>nfas hespuholaa.T....'..:.'.
Moedas de 6/400 reinas i......
de 6#40Onoval....-..*
de 4/000...............
Pritl__l'atarors hr. silelros..........
I'esoscoli.mn.rlos.. .........
t Ditoaineiicanoa.........:..;.
29/0(n
10/000
16/000
u/oen
1/920
1/910
1/800
PARTE OFFICIAL.
- MINISTERIO DO IMPERIO.
IIIm. e F,xm. Sr. -- A junta central do hy-
Riene publca,deiPjin'lo coi responder s si-
bi.se paternics inloniOes do trveme de S
M. o Imperi-lor, ecumprir tanto quanlo pus- prna, p*ropor aquellas quelite parecen oais
as primeins com rehonde s quaren-
tenas, o sequestro dos doentes, o sseio e
limpeza di cid.de ; na segunda linda o as-
seio da cidade, os soecorros pblicos, e as
instruccflesdadn io pnvo pelas autoridados
competentes.
Fila mo rem portento apresenbr um pla-
no completo de me li las sanitarias ; vara a-
sival os doveres.que Iho incumbe porsua le
orgnica, tratnu, logo quo aqu chegarim as
primeins noticias da invaso do choln>a na
Kuropa, levar ao cnnhrcment doV. Kxc.
urna resumida historia dos aconlecimentos
occorridos ah, e da marcha rpida c devas-
tadura com quo aquella terriv.'l fisgado li se
apresanliri, prometiendo a V. Kxc- propor
notn a possivel brevldadens medidas enndu-
rontes a prevenir stia itivasfio no nosso paii,
0 bem assim atalhar e moderar seus estra-
gos, caso fossem infructlforas tolas is me-
didas de prevencAo, e por infe'iei i le nos
asssltasse M lerrivel inimigo. II o quo a
junta vai passar a fazer na exposicSo das mo-
didas adiante apuntadas.
Ella sabe perfeilamcute pela historia das
iillimis epidemias qtietnm assuladn n mun-
do dosde que ISo cruel llagello, transpondo
os limites do berco do seu inscimeiity, onde
por serillos persisti, marebou sobre o con-
tinente imini i-ii e oulios paizes do globo, e
voio lamban aonovo mundo, que seus es-
tragos quasi que se limitaran! tiesta parte a
Amrica Septentrional, invadindu abenas al-
guns paites da America Meridional mais pro-
1 i moa do Ocano Uoreal.ficandu inteitamen-
te livre tolo o resto da America Meridio-
nal.
urgentes para .. qu'sllo variante, e as ni-
cas que do momento se putletn tomar.
MEDIDAS PtEVEXTIVAS.
IJ i-n n .
A piimeira e msis urgente medida desto
genero he por cerlo. na opinio da junla de
hvgiene publica, a quarentena dos navios
vindos dos paizes invadidos polo cholera.
Parecer* talvez pura milita gante um meio
brbaro, lyrannico o improficuo, attenden-
do-se o que occorreu as duas ultimas epi-
demias do cholera que assolaram o mundo,
notando sa quo 20i.bou ella das quarente-
nas o cordOes sanitarios os mais ngnros"S ;
p.irm, alm da differenca do circu i sten-
cias que nos assistom S0D.0 ponto de vista
da no-sas condic/Jas geographicas e topo-
graphicas, a jinl lem, em apoio de sua so-
licitujo, a convenci sanitaria entre iloze
potencias europeas, assignada em l'-iis a 13
da faverairo do correte a tino Por ella sa
colligc que. a pozar de ludo quanlo necoreu
por afta a nutras oecasiOes, julgnu-se indis-
p tisivol c necessBrio o eslalielecinvntn das
quarentena*, nao s a respeito do cholera,
como de oulras molestias leslilenciacs.
Ileconliecendo i ot n a junta que as qua-
renlaiiascnnstiluatn sempie um ni-iu vexa-
acontecer que alguns individuos de borl
depois de des-'mbarcirem para a cidade si
jm acommettilos da molestia,e a commi
niquera a outros quo com ellas estojam e
contacto. En taes condicgOes compre log
afastar taes doentes, levando-os para um I
zareto convenionte o dislanle da aidld
donde os vnlos que sobra ellas sopram n3
possamcom faciluladecun luzir os miasmas
e virem infeccionar a eidade ainla isenti d
toda a infecr;So semalhinta.
A Jurujoba lie sem duvida de todos os lu>
garas o mais apropria lo a esse lim ; mas
Exm Sr a junla tillo pode dallar de fatei
sentir a V. Exc. qui o lazareto, tal qual SI
acha, no poda bem proencher inslitiiiijUo, a que precisa quanlo antes fazer
alguns melnora nrntos, linda que pequeos,
ns qusesajunla estar! pronpta a indicar,
caso V. Exc. assim o determina. Alm dis-
to o syst-ma de condcelo dos doentes at
ajui seguido ha o peior possivel, e talvez to-
nna cooperado muito para o mao xito dos
casos do Tobra amarella par all renv-tlidos,
e das difliculdades com que lem lutado a au-
tondailo para fazer com lampo a o.'porluni-
dade recolher para all os doentes da fabre
amarella quo para l sSo remettidos.
Donando porn) de prtaoslas considera-
coca, por alhciss a occasian, a junta conclu-
sobre este ponto quejulKa neessarto o
ida o mais resumidamente possivel, por
aso que no faria mais aue reprodnxir ludo
lusnto ja se diasa por oocasiSo da epidemia
i febro amarella.
MEUIOaS OCCAMONAES.
Ivsri'o e lanitute pubtlcu.
He linda o asacio c limpeza da cidade, c de
das as casas publicas e particulares, que cum-
'e a todo o custo tuanler em lies occasides,
ds que com isso se di stre em inailina parle
i elementos de nfeccao miasmticae a vlolen-
a das molestias pesllteneties ; porquanto he
"' observaco, salva rana excepedes, que as
ediinias dcstaordem laiam semprc malor es-
go c maicham com aaais Impetuosidide,
n*s bairroa habitados pala ^opuli^jn pobre,
em osquaes ha em geral pouca tiinpeza, e os
individuos que nellei habitat vlvcm em casis
siao da epidemia do cholera, quando a municl-
palldide diinuella cidade autorisuti todos os
mdicos a mandar l'ornecer aos pobres os reme-
dios nccessarlos para o iratamento.
Aos mdicos de commissno fornecer-ie-ha
tamben! nina prqurna ambulancia, sobretudo
ios dss freguriias dos arrabildesda cidade, na
qual se conlenhain certos remedio! J prepa-
rados, daquelles que a eiperiencla teuha felto
reconhecer como uteis e vantajosos, afim de
seren iinmrdiataineDte e sem perda de tempo
appllrados nos casos asais graves, e que exijam
soecorros promptos.
ISo basta que o governo ou seus delegados
assegurcui ao pobre o tralamenlo e abrigo con-
veoienle em taes occasles, compre anda asse-
gurar-lhe a boodade da allmentaco e de ludo
que be iudlspciiaavels suss primeins preci-
sdea. Para esse lim torna-sc mister a notneacao
de comtnlsics para exame dos vveres c de lu-
pequeuas, hmidas, mal construidase separa-Ido que reaprita as priinciras necesaidades,cotu-
das por ras estrellas e pouco ventiladas.
Una medida aproveltavcl e muflo importante
eiataes condlcdrs, mas que nao deia de ott'ere-
cer dlfflculdades grandes na execucio, he por
sem duvida a disscmlnaco das familias pobres,
que vi vrni accumuladasnessasestalagensccni-
cos baja lao numerosos no Kio de Janeiro, e sua
remessa para lugares inaiiespacosos em alguns
cdicios pblicos, ou para bordo de navios des-
.trinados e desempregados, onde achasvcni mu
asylo melliorquc nao aqaclle onde existlam
no qual estlvessem mais Isentos dos elleitos
iclecco, einbora com isso alguina des
laseam os cofres pblicos. Por este mo
Sibe timban que o nosso paiZ, em todo o |0rio, lamo para os intaraMU do paz como
cu'SO desse periodo calamitoso para a lu -! p,a aquellas que entre nos se vem eslnhele-
mauidade, estove sempro isanlo de*se flagel-
lo, ou fosse pela distancia em quo nos cha-
mus do the'tro de suas devastarles, nao nos
podando ja chegT os germen* o snu desen-
volvimeiito'pela npidaz da mirelia do urna
semellisnle molestia, ou fosse iiorque a pe-
quena porefi'i do ar do bemispherio Noria
que pasaa ao hamispherio do Sol na cunver-
goncia dos ventos genes dos dous li mis
pherios na linha equatorial s ja insullicienla
para infeccionara tmosphcra terrestre do
ultimo dps dous homispherios.
( iinii]').-.....i a junta central do bygiene pu
tilica est-ja nspcraiifada i|up a Divina Provi-
dencia continuar a prodigalisar-nos 15o
grande favor, nlo p le todava desconhacer
que hoja as con lieOM mudam um pouco ;
cor, ou tem ca suas familias, ns quaes mui-
to poieni soffrer co n as privaces que llie
silo inherente, procurara, nao olvidan lo
nunca os inteiesees da salvarlo publica, tor-
na-las o menos peni veis que fr po*sivel.
Prlpoe, porlanto, que saja n cslaliolecidas
pala n>rma S'guinle :
I. "uc toiloonavio que vier dos porlos
onde rassir o cholera seja posto em qua-
icnlon de observaclo poiS lias, a datar do
de ana chegada o nosso porto, soo lempo
Ja partida do porto de sua procedencia ao
nosso pilo exceder da 20 das; a que sa
viagem f
do 6 dias,
fijo a bur
da a viagem
s lung, darom a quarentena
urm s qnaudo 11 > > liver hi-
lo algiiin d molestia em to-
lo caso contrario devera ser
rar cases
edade,
estruicao
irea. As
ilill'eren-
alcatro,
r
indispensavel o isolamanto ou sequestro do j de se concorrer para a diminuido do
lulos os doentes quo i.rimeirn l'orom acom-ltos deinfeceo, contribula-se par- '
mellidus di molestia, querlcnham vinlo|>,'"Brfdos, dignos da prelecco
de bordo, iiuor a tenln.cn conlrahido |i"i'"lni"'i'>
o u,uu, H ,u ..... ...,._ que sobre e es actuain com ma
commiinicacao ron estes; pois que julga d'e.inreccc.8 ., isto um dos meios cssenciaes da provenir a- ,e, C0lni)0Il01i pe|0 ,amre, vioagr
inda o dasenvolvimanto o propagacilo da cnxofre, etc., sao meios que se p leaai empre-
moleslia, tirando do centro da pnuulaco os gar em taes circuuisiarjcias com mais ion me-
pri tieiros germens da infetQlO. A junli pe- nos bmn etilo, porm convm semprc lembrar
sa uuo a CjnduccSo por meio de vipoes de que nao he bota farer dellei abuso, poiilue ncm
o,,. r,.re era a unlc una ilevetia ser sempre >o irm Inconvlenle, nem p.Vduiem commettiineiilo da molestia, coinriburm ale
pequea ,.ri,i ara a iinici qua ''8'' effe|'|0, M|uWr iJ grlndc, C01110' i.,uj,|. celo ponto para robustecer o moral dos doen-
ampregl per. ese fin., poraua a MIIH ,0 fl il0J leni0, llgoraso, e ^ ,e. les, e toroar multa menos grave sai suu.co.
escileres e falas he multo defeltuosa, alem gu|ado, '" alm de evitar opplicaces imprudentes que
nissdes quepodero ser coosliiuidas por pes-
soas de probidade e de bom senso, sendo au-
xiliadas em seus trabalbos por um hoiueni da
selencia, e pela autorldade municipal respecti-
va cncarregada de velar na execufu das leis
relativa, a saudc publica.
Finalmente, com reJljfWwvail(jaao a Jun-
ta j oiga ipii' se ilivi in iiim.ir todas as prriWrVj.
cas quejire pu/.eram cm pratica por occasio da
e|iidim'la da febre amaiella em 85o, e sobre
.ivqii.ii". deixa aqu de se oceupar.
INSTItUCCO'ES AO POVO.
I.ni todos os teiupo*. icinpre que un i epide-
mia devastadora existe, cuinprc esclarecer ao
povo acerca de anas causas, aer-lhe conbecer
os Hielos de se della ;: imn tracar-lbe a regia
de conducta que deve ter, baseada nos pruui-
pios dascicocia. procurando destiuir lodos os
prejulsosque por ventuia possa haver a res-
peito da tnidestia. Estas instruccdesso sempre
Je grande unlid ide, pois rpic acalmando o es-
pirito publico, e eii*iii.iiiili) .i i povu os primci-
ros recursos deque pdem linear mao no ac-
rn'iiini iiiiiiini'i da molestia,
de demorar muito os soccoiros promptos de
quo os doentes nacesailam,
Asseio e limpeza d citlmle.
pdem compromelier sua existencia aggravau* je
cinginJo-sc oeste
bastante animac;3o, e dos productos do Era-
sil lizeram-se vendas consideraveis.
Ago'ardantede canna.Entrarim 390pi-
pas, n vendertn-se 170 a 1,000/, prefoa
que se poda ter realisado toda a porfo. Os
possui lores em consequoncia da procura
exigiam precos maisiltos.
Arroz.- -Kizeram-se varias vendas > 20/:
60 saceos de qualidadc inferior teilisaram
I7.
Assucar.As vendas foram pouco impor-
tantes O da Pernamhubo a 30, 97e25/n
branco, o urna partida superiora 30 t|x e o
tercado a 21 3|t. O do Ido de 27 a 21, e o da
Santos da 27 a 20. Una partida, da safra
nova, desta procedencia era provavel ilcin-
i.'.ii- de 31 a 23/i arroba.
i ule.--lira pouco procurado : 50 saccas
vendanm-se a I30f, e 80 de qualidade su-
perior a 60. I irnviiin em ser 500 saccis.
I'iimu V'i'imiiia procura havia pan es-
te genero, a o superior com difliculdadesu
poda vender a 60/.
Moeda metlica.Nodia 30 eslava mas ou-
c-8a 271/. "
^(jarnbio^-.Sobro Londres 65|6 a 65|, sobro
l'aris rs. Hsi "
Em Montevideo liii7iTlBiy"~]]i11lni"111.:
mas, satino os supirimentos imiiI^1
dorados, os precos pouca alteracSo tiveram.
Ago'ardenlu --Fizeram-se vendas de 64 a
66/: u na parlida do 10 pipas alcan;ou 70/
os 138 gal'Oes.
Arroz.Venderam-se 587siccosa 19/.
As*ucar.Do Pcrnamhuco vemleram-sn a
bordo 395 barricas branco a 12 l|2, e 280
tercado a 9 1|2, o 200 barricas blanco a
15 l|2.e 911 toreado a 12 l|2.
Calt!.--I25 saccas realisarsm 10/, e 100
11/
Fumo--Era pouco procurado: (izerani-
*a vendas pequeas da Jj 6 rls. a4/ 4rls.
despachado.
Pretaa.-Havil escissez da navios, a as
taces eram : para Inglaterra, couros la|-
A joma dehygiene [gados o sebo 35| o 5 | courus seccus~0(.
w publicas, sobretudo quaodo urna epid
sidada com queso podo desenvolver. devanadora dcima os subditos da nayao a cu-
Esta sem duvida determnalo pelas Ibis jos destinos presidem. Por Isso, quaudopio-
da municipalilade qn a ella cumpro volar babllidade ha de que uina desass epidemias se
sobro sta ramo'do S6IVIC" publico ; mas OX possa preaenlar, cutnpre de aiitemdo que ellei
nao se dellar no chao, nao dormir em pleno ar
depois de termuilo trabalhado: nao beber,'es-
tando mi i I '. agoa ou qualquer ootra bebida
niaj evitar as bebidas acidas, e beber pouco
de cada ves usar de alimentos de fcil diges-
puzes Bssaltados pelo cholera o gormen de te~nVfra~di btrraV* a sota-vento da cidade
seu dasenvolvimento, o qual Iudo entra .,(.|0 tempu necass"r'11. vrar a populagilo
nsconJiccOes favoraveisa sua prupigacflu ua infercao da mr)'e*lia ; devendo se con-
e mullipiicaciio o faca desenvolver de u garrir oo lugar da\fl0,.r,n'*,M P0' m"'5 ,J
modo epidmico. Por isso nilo polca junta, dlasi datar oo appa^ecimanlo do ultimo ca-
deixar do solicitar molidas mais ou menos J so occorrulo a borje
enrgicas que tandam a livr.r-nos le nina: 3 nUa os navios q"6 durante a viagem li-
calasiidade anda inaiorqiie nao a di febre vetem lido algum caSf"*" noleslia a bordo,
amarella. mas que chogU"m ao ossoponosem na-
Ella no desconhece quo o choque de car- ]luln mais, devem ser ,'iisarvados em qua-
los interesses piocurara fazer erar que silo>eutann
lia naerssario que iielo menos, duran
t impo que graasar o cnolcra nos pizes com
que temos nuis rehciS s, estejim as mas,
.... Bl' IHUIIJ il, IHUI(,II, til, llllj'lil tllllIU St UCIt. ,: _.
? n rlfec.uar, se en. hospitaes temporarios credos ,luf"le 0" ago'ardente ; faser o "l" a.l Aoe, se em seus poprios domlbllloi. I e """'i ,"T ?'""' "" ""T*1*" "'!'.*'?iV'"0'
Cambios. Sobie Londres fueram-se al-
.'iini'.s transact;6es a 4t| 1|2 e 40| l|2, a
major para a 40|. Sobre l'aris, letras do
tbesouro, frs. 5.25 Sobre o U10 ao par, n
algjina consa com t|t e l|2 pur *|, de des-
cont.
(loritul do Commercio)
Cota mullicado.
i propri
As oplmes Oivergem a respeito alguns ho
ou na falta dcste com ago'ardeatc lorie; dar ao
di
a respeito. Nu dasconhece lamliem quo al- d,s da Sua chegada ao iidsso I"10' QUH
goni prolissionaes na materia censurara o aquellas porm que chegare,i s0 n doenlc al-
scu prncedimenlo na cxigenei 1 das medidas guin, c quo o ultimo caso ofCl,rr ,a
quo vai projr, porque he anda ponto liti- mo lugar lia mais de 10 dias PO''"" l 10-
giososea.niolaslia se (de 011 no Iransmit- g0 pira a quarentena de obae",v*? ", Ju"
tir e sa os meios propostoa pnderSo 0:1 rujulii-' ^
n3D obstar ao seu apparact nenio entre nos. 4. Que nanhum passageifn o" Pessoa
A esles responderemos que mesmo por ser iripulavilo dcstes navios deseml)*ra"e P^ra
objecio do controversia antro as illiistrur-o:s cidade, urna vez a Kniltilo o n'v' a llvre
scienlilicas a ImisnussSo ou nilo Iransmis- pralica, sem primeiro se submelter a o?-"-
s3o dainoles'ia, ha qua mais slteiicflo deae cao onhecida pelo nome do spoi1'0'1' 1a'<
merecer sob o pouto de vista da hyglane pu- consista em separar-so dos objacti,s c'm 1"c
bhca porquanto nos casos cm que ha du- eslava em contacto, lavar-S', mud?r ua rou'
vidas sobra o contagio ou no contagio das pa, etc.
molestias, pedo a rasuo esclarecida, o a pru- 5. Que os passageiros vindos em ',e? na"
dencia, quo aquelles qoeso inciimlii los di vios sjam desembarcados, caso q'ueiriini,
vigilancia da ssude publica, as considarom em lugar apropriido, como a illia J*5 Pal"
antes como conlagiosas.equa como taes so lo mas, ou qualquer oulro designado p^0 ?"
mema seu respeito as providencias ncctssa-' verti, no qtfal possam arrojar, rt [ul"'
rias em taes emergencias, sobretudo quan- d spensavel s suas primeir'as'necessiil"'0''
do factos se dSo tflo fonos pro e conlra as o estar livres du cOHlacto dos doenlc*
duas upiniOas, como succeda com* o cholera.' uoro.
Km taes circumstancias hemelhora dema-j 6. Quonenhum navio sia da quarenlens
siada precaucilo que tifio urna imprevi lencia sem priinetro sor arajado, ventilado e das'"'
culpavel, qual pode ser causa da males iti. feclado pur meios convenientes, mxime f?'
calculaveis a humanida Jo e ios interesses do lo Calrico. y
I"1?- 7. (Juo as cargas, caitas, papis, corros?
Expendidos assim muito suminariamenta'poiideucias, e ludo quanlo constituir o cF
os motivos quo levam a junta c-ntrsl da hy-: resaineolo do navio, nKo possa vir para teri
l'l.lllll .l.lllll.. 1 L ln.iU. .1.. 11 I... ^...ll.l-.l II. .
ui.'iiiimi.i .ciiiprea administrac.io
maior rigor do sol jporquo a raga assim le- rus pblicos no domicilio dos pro|ino> doeu-
ta he mais preju licial qua nilo tilil, sanilo te>, accresce ijue puucas vantagens se poder
a loda a populaciio, pelo menos aquelles qua alcancar pela persistencia das condicea nas
hora sao obligados palos saus afaze- di halutacei, pela falla de asseio e iniser'-
1 1 mi !i ni dar um baobo qurnte gcral, c cin falla
deste meio preparar um bando da vapor da
maneira seguime : aquenlar algmias pedias
ou lijlos, cullocar por cima dellas nina cama
commodos mais ou menos gnves o preju- inconveniente o poisain faier, porque seria Isso "auJ^lawmlM sari 1
dices/ Porm nao he Instante f.zer con- um. barbiridade ; quer fax., conhecerque i^^lg^m^&"SF
servar as ras, prafjas o praiaslimpas, pro- M guald.de de condicue, prefere o 1 ata- dc fa,crr eaUeWr fogoi aufElentei
csa-sademaisalSumacousa:cumpretam- ment do. doenie. no.hu,p,tac. be.ndir.g.dos. M|oM1,Wi|M hum(d, c ...^ubres, cm as
bem quo a municipahd.de, ou as pessoas J^J^^'S^^ISSlTSI'JSZ 1- o logo he necessario, lano como mel
iiin.iii nos fados que se pa
-11 un em uutros paizes por occasiao das epide-
mias do cholera que grassaram ncsies ullnuos
la a alinelo paracssas casas insalubres, co- anuos.
mo as hospedaras, publie house, ostalagans Como quer que seja, cumpre distribuir o
e corifeos, am os quaes se raunem, pernoi- sertlco de modo a nao tallar aos doentes os oc
t-iin ou inornin sempie minias pessoas, o- co
brigando os don'os a t-las 110 maior assoio B"'
possivel, ou fecha-las quando islo no fa-
C
lia aimla o parnambui'ano que disse ao*>
aaohorea redactores tantas cbe<;*s ha
como lanas senlencas seuuti lo o velho
proverbio; e que hoja acrescenla mais os-
le : nilo mistures nlhos rom bugalhos :
Mais outro : 1 utre diabos nilo se collocsni
1 para aliviar le trabadlo porniiiiua parlo
a eesefl senliores quo lo los os di.s cstSo cu-
chen 10 chapas como queiu eucha linguicas,
dios direi para seu desea neo, que hei de vo-
lar am'Jilos candi latos apiesoulados pela
fnido : itom no Exm. mareclial Sean,
tem no Sr, (Jorrea da lint", ite rendo 080 ("ipistrano de Meiidonca, itcui
no revareudo Joaquim Pinto da Campos, o
com estos dous ltimos que silo padres digo
n.i.. Esta fechadla porla. Adeo>,
al a provincial que lem duas larguras.
O irnambucan
"
i uiTcspuiidoiicia.
humidade.
tiumprc no esquecer que as frieces devem
semprc ser filial por bailo da. coberturas
do coipo ao ar por muito
_ .___.... ,- .. porque a expeilCao do coipo ao ar por muito
ros ucce...rio., e le.ios coma pre.iex. ere- ei .0 pode agg.var a uiSlc.li., auxiliando o
f ^.T.. ? k- yUa'!Ua0'''0'1,''r'' lado alg.do, para que tama tendencia ha
olspeusavel he que baja nelles um medico ,. '
"m '-'auoTe Co'nservo'm os'quartes aloja- e,n c"t'fe- U1,l0'"'"". qu-moa se facam
, i'l"'" 1 ,:__________ precisos para que nao baja fallas no servico,
mantos dos serv.dores publico no maior {,,, d0<.lUc'J deUelu ue soccomdl a
Taes sao, Exm. Sr., as medidas que mu re-
sumidamente julga\ a junta dever propr a V.
Kxc., cun o lim de prevenir a invasao du citole-
ra nu nosso paix, c moderar seus esuagos no
caso de Ler(D>is a inrelieidade de ser nur cll
ven. ser a.sent.do. em lugares seceos, .paco- aculll,llculuos. ,,,, Uxi j'Uola se
lempo c com a prompliJao que reclama a gra-
vidade da inoleitti. hstes esitbelecimentos de-
gro do li.mpesa possivel, arajatido-os cons-
ta n te man la ; quasejam visitadas, |.va las e
ventiladas a niiudu s pris ?s; que so obri-
guemos louos das cocheiras a l-lis sem- sos be.., arejado, c construidos de modo a per
ore hm limpas, nao conse.vaudo deposito BMUf urna cou.uu.e venUlacio, se.n que con, do y. & c c [udS a uccl _
le esj-rco dent'O las mesnias ou nos quid- '"10"la P".a prejud.car o. doemes. Quanlo > a |clil;id.lde e eograodeci.neuto do pala,
ua se .'0o consinta depsitos do ani- ao trata.nenio nosuo., Icilto. paiUculare.,cum. J u ardc v_bE o nlerlor da cidade; que, dn.lmen- !R^JS*f^Si!!^S!!^J^^ novemblo de 1862. I...... e E.m. Sr. consc-
ellas merecercui acolniinento
aceiicu ta
ue dirsc-
ma<
111 "11'** II1 > UlLflriOr Ul l. llUt; U UU, PUini|a -;._ ti ._ utiytmuiu uc iui/ai .; ***> .-i vuiiii-
f.^m7gwSrtmid.d^^^
taes, eobug.dos os dono, das esas a f.z- ,. uu ,u.i. ...edicos.cjo. nome, serao publl- ^^S,STh^(SS^JDr"l7f.:
:a.tr. An-
do Brazil por 011.la elle nos pule invadir.pas- moda;0os apropriadas ao tralimoiilo dos
sara ella a indicar aquellas que Iho parec^m doitilas de bordo, quo para aiii devem ser
mais urgentes, divtdindo-ll en ina.inlas enviados,
proventivas c uccssionaes, ou malhor, me-! IsoUmenlo 1 sequestro dos doenlcs.
antes de seu apparrcimoiilo| Posto que tro e.t.oe.eciinento das quaren-
s que a junta do hvgiene publica julga de
1 mu a nocessida le adoptar desde ja para
if'evenira invasSo do terrivel flagello qua
't atnaaca. Agor passareUaa oceupar-
:mn as meditas uccasiunaes, ou aquellaf
Dever->e-a Igualmente desigoar as boticas
qne diveiii roruecer os remedios prescriptoi' mo |)f; JANEIRU II DE N0VEMUI10 1S52.
por e*aes mdicos, assl.u como neios n.io com- ,. t
nusiouados. ma vei que ua receta smindi-! ''*'<> VPwr Pniiff. pntr-ido U iftanhils,
cado pelo puuiiu do medico, pelas paiavras recebpms DOUCHI de Ituonos-Ayres ate 2
csse assassiaio inaudito, mu a mnicipaliilade
aproveitara este lim siuistro para conlscar to-
dos os ilircitifs do barqaeiro em seu proveito.
Lila abtdiu seu cargo, e nao repuguou mesmo
cm deindir a choupaua .... Kello islo, as sup-
posices mi.ns absurdas nao tinliam deisado de
circular, a legenda mesmo do barqueiro da ilh <
naos dci
ment*
jul|>ra na
visitador c
Depois de
0 PALACIO PIIODAN (*)
por ittr. IRogeno Ueauboir.
PABTE SeGOWDA.
1 XII
O cantor da Ma din Voceas.
No dil seguime, Carlos fo exacto cm ir ao
lugar marcado. (Jhegando nesse sillo, mdese
pasara o drama mais Importante da sua vida, \ a seos olhos um forma exuavagante e phau- nesse fugar com'
o rapaz nao pode reprimir um movimento de't.stlca. Eram olio horas da polla, eocoesta- nba denunciado,, ner r" lo
temor crie inquietacao..... va robarlo de tan grossas novena que Callos com este ferio qif^ ,C11U0 nullca ,f nerdoj
luir os juncos do r|o, onde e eleviva ou- julgou prudente sabir embucado cm seu capo- oh 1 cicio que m i.|cufI. a .,, ,., |lomrM
li'ori a choupaua de meslre Heraldo, ruara te. lima eapada Italiana lavrada com tinta ar- que se elevain. II. .-, C0D,jUUuU elle con, des-
una barquinha meio de-enterrada pela agoa ;' te como as dcllcmvenulo c.ngla-ll.c o llanco,, espiado, reeouhccli e lamben n2o
*---* n.iln 1 .. ua 11'.. i
Ao mesmo lempo ellc-aprescnlava a Carlos o
do procurara nlreabn-lo, no momento da ex- qual le. -.- 0 do |he utt iig. dolnfu6, e linha o rosto coberto por uu.a mas-i
P''..... ... I""'''inuullacao completa dc.ua vonladenai cara; m.s ni legunda apreienuva-se n'um papel que este assignara : rcconhciendo ease
Assim a opiniao publica nao podera explicar nar. A a1 dracotilicciilo Ihe dava estremec- trage pelo menos igual ao seu. O que aorpicn- papel, urna sbita pallidci'cobrlo o semblante
temor ; que interesse podia elle ler deu a Carlos foi seu corpo 11 -animo e delicado.; do conde de Saut'ielro.
Liu leiti .i he uiiiilii, senhor, disse elle
mcnios oraslilll dciualiberdade edema vi- seria algn, pagem ou algum esludaulc, que o tata lettra he minha, seubor, disse ell
e.n d.por\ o nalurea, Carlos desta ve acaso litera tcsietuunba do fim ciucl dc mestie lingiodo-se tranquillo porcm, conliouoU eu
da / Corojar. recuar, elle espet.va o leu Geraldo,* que cm sua galantera romanesca tota firme, o peilgoquc clao corra a mulhc
lu ii i r.i 11:11, .. ... ..._______ .____i__J...__________._____________.---------... ..I....-. fni n... ...a ..!...!...... ....
i lirmea. ollerecen i duquea os mcloa de aisegurar sua
se duelo lalal, em que matara Leo fgida? mocidade docvalle.ro se revelava
.. tos nao tluha crido ua posslbillda- pelo simples e.ludo de seu lodo, o ped.co dc
das Var.caase un n.'i. .ni Pars lao vulgar como .lalviati, CarA" a susneil. de urna a.madi- velludo que elle Irn, devia occullar um rosto
adopapiio! A.sl.o,chega..do a este lugar Lar- de de um enc '. e ,,_
los experimenta uu.a especie de terror su- Iba se I he apr4,SCIcl *ae (|uer' lraI1g|r U|.
persltcioso, o* sal^ueiros inclinavatii para elle Algum
, i,;i boba, disse elle coinsieo he
su. cabelleira, l.uuuda anida da (empestade da vei com a miur ||aQ rra eiI podia sc? pre>&
vspera, cada anguio da casa, cada pedra linha cerlo que se ell* *
. >.. n hnn > fot-.* avliiuinutlv nha... *> litn.ir i'nilll '. ....
talvez nao venha s Mas
eu temer ? I
nunca se perdoa ao*
na qual se va plautada urna cruz de madeira
|"M...... Esie tugarse imha lomado logo mu
lugar maldito e deserto. A autorldade achara
() f ide Di*rit> n. 265.
espora* uutiaJas luian.-lhe nos botas borda- peitu. Ah te Dio l
das ; sen chapeo de abas larga* era ornado de
um laco de esmeraldas. Apezar do iikij lempo
Carlos nao deiim de en,feltar-*e, calculando
talvez que seu bom porte infundira reipeilo.
revelar jamaii
dell
E
l fino
meii segredo, desgracado
liando um perfil
ciar jamis o
Ua'alo.la eslava k?''?"
e llgelro se de.ernou no M
( MUTILADO
li nnu .um.i~ quaudo muito. Ca.loi examl-
nou-ocou, una sorpresa silenciosa, c disse-lhc:
Obedeci ssuai ordena, como o leobo. es-
t vendo, agora que exige?
O senhor deve csur iembrado, respoudeu
o c.v.ll.lro.
O soin desta voi fe estremecer Carlos. El-
le observou dc nuvo o de.couhccldo. e parecen
,-cpcllir um. suspe.ta v.ga.
Estas cinco linhas nao Ihc dito. inda n
aecrescentou o cavallciro.
isu.i, recordo-me, .'espondeo Carlos.....lie
Intil f.ier-me lembrar.....eaia noite terrivel
esta anda presente ao uieu peni..nenio.....
u^....u .1, ,-fc.... I--------- ,-------------. --------------------------------.
terreno seineado I anda nao me esqueci doscuiocco.ro, e se o
ue cu acompanhava foi que me obrigou a uo
regatear su* .asistencia! ... Ess. le.upcst.de,
esie lugar retirado, esse cadver cosaiiguenta-
do, e meio consumidu que jazia nessa chou-
paua tiicram-u.e acuitar suas coudiedea.
E agora que o pcrlgo eslu passado, agora
que o senhor volla para Franca con, outro no-
me, recusa nao be dine o cav.lleiro com iro-
nia. lio. consa he viajar / A geuleseesquecc de
ludo na llalla?
M.is i[ii. .a he entu o senhoi f perguntou
Carlos indignado, o senhor que couhece lodos
ostneus segicdos, e quecnl.etaoto parece (ao
liiofo. Oileiu lien senhor, que pretende ler na
mluba vida?
__ Uiaa pissoa a quemo senhor prometleu a
sm.....uma peisoa aecrescentou o descouhe-
cido n'um ton, de vos alterado, qne no hcji-
Sonhores redactores. Entre alguns be-
nemritos senliores eleitoes (poucosooi nu-
mero i iiii.i.', Consta que a candidatura do
literato pernambucano, o Sr. Ur. Francisco
do Paula Baplista, sulfro mpugnacSo.
Assim como Dito no possivel que naja um
homem qoo plenamente agrade lodos os
seus semellianles (iihunomeno moral, mas
evidentsimo '), assim l.inbem n.io he pos-
sivel que todos os homens.nem mesoiomul-
los s, com prebenda m pinfeiamente o ra-
ciocinar d'um espirito illustr.do na pro-
gressSo simultanea de suas ideas elevadas a
uma regulo,fr. do alcance do dominio vul-
gar. Julgo que nislo lie que consisle dis-
sidenria a respeito do Sr. Dr. Caula Bap-
tista.....
Como o Sr. lar. n3o seja increpado de li-
li leudado a poltica da un tu ; como suas
coviccOes e sua pessoa abi tenhatn si lo sem-
pre senadas ; como o seu nome foi com jus
lica proposto o ncominendado na chapa
aprsenla la pola direcco do parlido gover-
msta, que fo'tna a maioria sensata da popu-
laciio da provincia ; Ofefo que esta direcciio
( 'in mais discemimento, mais oooscieocia
das conveniencias da sua poltica, e c.ediln
le sua o ur 11 ala i", do que o juizo isoliilo
le dous ou qualro oleitores mal contantes :
e.u votare., digo liem alto que voto no Sr.
Ur. prancitco de Paula baptista, ..Ao s por-
que confio em sua tllustracilu, coaio porque
confio que elle he incapa.de indiiTereniis-
mo pola trra que o vio nascer. Qu.l he o
Pernambucano, que sobre ludo nilo ama a
sua patria ?
yuero euganar-me com a direc(3o de ho-
mons cordatos, apreciadores do mrito :
votar no Sr. Dr. Paula II., lista
Um eleitur de S. Joto.

tarta en. sacr.ficar-se pelo aennur, e que eutre-
laolo sacrilicou-sepela luiTval!
Sua rival Mcu Dos I enlo he urna un.
Iber.....
Vosso roe reconhece Carlos, disse o rapar,
tirando a mascara,
Mu u-iii! He Mailein '
m Slm, he .M ii una, M.rielt. a que... voise
iin.iv i antes de encontrar essa mulber maldita,
fonle de minba maguas c de tnlnhas de.gra-
cas Eu bem linha presentido o Imperio que
sua'belle*. funesta exerecria logo sobre vosse.
Eu j previa que ella o ar.a ambicioso^ ti bem
(dcvlnbova o orgulbo della,
mas a distamia
fui eu, he verdade, mas vois me suppllcou,
como deve estar Iembrado, com lagrimas/....
Voss me pintn ella rodeada de mil insidias,
ella uue semeava j a Intriga, c as trevas em
roda do seu eipi.lto.clla cujos olhos seceos, e
f.ios parece-me aempre vr f.los sobre mn,
atrave dos furos da mloha maleara. Ell au
u cngan.va. Oh dig. H. o ..rastro,, e.u
csrgmuien.o, rila fl-lo seo duvida sen in
UBdanta.....Mn escudelro. llUein-me que he
...im ,|Ucailidalgascon,pensani mn lervi-
co Un. pouco de ouro, um titulo, he por cu-
mel que ellas ganha.n os coraces mais lc.es
c mais orgulhoios! E era >0 nao o q'ie ella po-


Publicagad a pedido.
SONETO.
0 janto blxo c irt codidito,
A um lugar no noiso piirlamonto !
Por oiusa de elnicOes ueste almenlo,
Oue barullio aud ah quo espalhafacto I
Na oidae as villas pelo mallo,
Tudo quer desta vez lomar aasento !
Tudo agora se julga com talento
l'ar'essa bagatelli de que traclo.
U negocio -anJa emutoto bem urdido,
Lstu todos tSo bem apadrinliados.
Que ums tiSo rcceii ser venciJo. !
Ku por iium-an loca -com meus cuidados,
Oue, se houver lesta vez pouco sentido,
Saiaro trinla O quarenta deputados
~
VARIEDADK.
CULTURA DO ALCODAO' NA INDI*.
O membroa da cmara do coinmercio de
Nancliester llveram um mceting numeroso,
.iiini de trataron de una propoila que lein
por flm mandar para oa IndlatOrientaes nina
cominisso encarregada de deicobrir com iin-
parcialidade e com cuidado oa obitaculoi que
ac oppoein i produeco abundaule do algodao,
c de aaiignalar as cautas, as quaea Impedein
que o nosso coinmercio posta adquirir naquel-
le pati una exlenao maior.
l -i eitembla era presidida por Mr. rho-
1111/ Ilazlry, presidente da cmara e no numero
dos assislentca, comava-se MSI. John Urighl,
inembro do parlamento-, John Aiklo e James
Riley. depuladoi pela camarade Liverpool, Le-
wla YVilliami, vlce-prcsidcnle da cmara de
Mancheater, Alciandrc Hcnry e W. liroivn,
incuibros do parlaineuti, John Poltcr, inalrc e
Mancheater c um grande numero dos Miembros
oa ni ii. influeulrs Ji cmara do! coinmuns.
O presidente no discurso que dirigi aquel-
lea que faiiam parle da reunio, fez observar
que setornava cada vn majs ja.T,>ull'aliie" para a
existencia do nosArcoiuierclo.obier abundan-
.trscnlliri.i.,. de algodao. Tirar, diz elle, de una
ao e uil/ca fonte a quanlidadc de materias bru-
tas para um fabrico Cao estenio, he nao ler sa-
bedoria e previdencia. Fura inals prudente pro-
cura-Ios em um pas suceplivcl de produiiroo-
Iheilai asala ricaa c imis ccrtai. A coniioua-
co .lo coinmercio c a eitensao que elle lem
recebidotem eilgido o emprego de um maior
numero de mateiiai primal eiu quasi lodos oa
ramos da iuduatria, e eslivciuoi a poni de nao
ter algodao, o qual compramos por 1U uiillioes
de libras esterlinas, pouco mais ou meiios d
inais do que nos outroa annoi. He ein laes cir-
cumstanciai que vollamos as musas visias para
a India, e espertamos que aquelle pait podes-
c para o futuro d.ir-not quaulidadci inaiscon-
sideraveii. Com effello, ate hoje as colheilat
lem sido pouco importantes, porquanlo relira-
vatnoa dalli a dcima parle de nosso cousumo,
c anda assim em quanlidade uiuilo Inferior.
Leu-se dejla um rclatoriono qual o autor re-
suma aa opinidci enunciabas no de 17 de Janei-
ro, c pedia que ic dirigase um memorial a Joan
llussell euma pellejo cmara dos cominuus,
e i.H.iv.i da rejidco da proposta de Mr. ilrighl,
com o um de estabelccer um csame sobre os.
incioi de melhorar a cultura do algodao na In-
dia. Elle ae eiprimia uestes termos:
Votsos directores etlao persuadidos de que
queslo da cultura do algudo na ludia uao
pode acr deapreada at o momento em que o
ovcriio chegue a ae aperceber da importancia
doi inlereases que Ihe eslo iuherentei, e le
tem oceupado de aaber le era ponivei f-ter
urna avenguaco, com o concuo da cmara,
por un id de filudo!, os quaet seiiain aubminis-
trados por aqueiles r|iie esto com mais espe-
cialidade ioleressados em una toluco da qual
depeudea prosperidade inaniilUclureiiado pai.
ua opinlo he que urna tal averigoacao nao
lie .mnente pissivel, mas inleirainenle indis-
'"YegVciaces prelimin.ires forim feilas com
Mr. Alexander Mackay, liomein de urna habili-
dade, experiencia c iulegridade recoohecidas,
aui de ae encarregar de urna investigado so-
bre a9 causas que eiupcdem colher urna maior
quanlidade de algudo na lodia.-e sobre as cir-
cunislanciaa que fazcm experimental "M-.
aos lavradorea, principalmente aos da presiden
ca de aladras c de Itoiubay.
Conseguinteincnte, vossos directores pedem
cmara que de a sua saneco a esta averlgua-
co, e que depjis de ter mostrad.i o mais pro-
fundo interesse por urna qtiesto to Importan.
te, examine os factos acluaes relativos i cultu-
ra do algodao na India, alim de verificar al
que ponto se pode contar para o futuro com os
rccurioi agricolas da India para o foroeclmento
das materias primas, as quacs sao as mais ne-
cessarias para a industria do reino. Maniles-
laudo assim a sua opinio, vossos directores
pensara que nao ullrap^itain as inlencors da
cmara, e lomain adefesa de inlcresacs que a
cmara est encarregada de representar.
Mr. Ilrighl aubiueueu npprovaco da cma-
ra a segulme proposta: A cmara loma a ini -
ciativa de um cxaine arrio e lmparcial sobre os
obstculos que seopic ao melhorainento da
altura do algodao na India; ella approva a
minio couliadaa Mr. Mackay, cuja babilidade,
experiencia e lotegridade Ihe iniplraui plena
conflanca auterisa o presidente aescreverem
seu ooiue a Mr, Mackay para oomea-lo inein-
bro da cmara de coinmercio de Hambay, e en-
carrega urna commlsso coui|)Osta do inairc da
cidade de Mancheater, do inairedc Salfnrd, de
M.W. John Kright, Jamea Kersiiay, incnibros do
p til miento; J is presidente! daa cmaras de
coinmercio de Mancheater, de Liverpool, de
Glansgow e da associaco.comincnial de Fla-
ckbuo. de M M. Henry Ashworih, Tilomas Ash-
ton, I.celes Shorrock, os quaes podero reunir
oulros mimbro., deterintriaremas sominas ne-
cessarlas para eitc exame, e faier um appello
.tos leedores, fabricante-, negociantes e a lo-
dos os que le empregam no coinmercio do al-
gndio, para que deem seu apoio e conlribuam
pecuniariamente para urna empresa 13o impor-
tante.
Hita! reiolU(es foram adoptadas unnime-
mente, e conieguiulemente Mr. Mackay ser
enviado Iodia, cncarregadn pela cmara de
coinmercio de Mauchestcr de nina niissao, da
qual ella era digna de lomar a iniciativa. Pata
apuiar sua proposta, Mr, Ilrighl fez urna plulu-
r* -,.n i I.,... da 11,, '. 11, j. .i..
Km 1847,diz elle, a proiperidadecommercial
deite dlstrlclo declinou de una maoeira es-
pantosa, e em 1850 o preco elevado dai inate-
xias primal fol causa de um solTrimcnto quasi
lo consideravel. Se 1 me mu i. urna vista re-
trospectiva, vemoi que a colbeita do algodau
que le elevava, em um anoo, a 1,700,000 sac-
cai; em outro, a 2,400,000; altiugia em 1316 a
cifra de 2 700,000, e no anno segu me, eitava
rcduiida a dous inllhes, loQrendu deite modo
urna diminuirlo quasi de J por canto, lie com Duearretam Aaja' di di novembro.
urna profunda amiedade que ae examina o re- [iirca portUKueza Ilgelra -- mercadura
2
dti lser, bem vejoque ella fez o que pode.
Essa fidalga nao poi n casar-se com o lilho
de lueslrc Felippe. um casamento desigual a
leria perdido, uao be? Uepois de le-lu feilo se-
iii-l.i porespaco de um anno como um e*icra-
vo, ella digna-ie cmliiu de realitui-lu a mira,
a mim decujaa lagrimas c deseipero he sabe-
dora! He urna aeco nobre e magnnima, cou-
tiouou Marletla no meiino ioiii de mofa, in-
formar-ie de iniui, pobre orphaa, ter pieda-
de Ah! seeu soubeis'e o lugar, em que ella
habita. Irla agradecer-lhe.
Carlos escuta va a Marletla com um pasmo
igual pelo men sua trisien. O segredo de
sua vida, seu segrede rnais horrlvel e mala cria-
re, pollo nal raaos eleifa imprinlenie menina o
assustava. Klle eslava loage de Ignorar a deci-
sjo damoca ; ease traee da cavallriro tus ti va
para provar-lhe o que ella tontaria ae foiae pre-
dio, filie pacta anonado por1 elle o iiiitulela-
va ; queria fallar e a falla aaorrla-lhe nos ta-
inos iiniiioveis. A belleta'de utna mulher aug-
menta seinprecam iiapressao do quadro que
a rodea : o lugar em que ae achava Carlos era
silencioso e lerrivel, cromo disaeiuos ; o Sena
brilhara aolonge como um espelo ; mas no
latoilos sobre o estado dai colheliai. E.te ra-
mo da industria lolfre frequenlemente mullos
ataques A geada, ai iunundacOes, ai tempes-
tades, o vermes roedores, tudo em urna pala-
vra, paraye coaspfrar ao reeimo lempo contra
os intercua* delta deigracada industria. Ajun-
taa lato a questfio da escravido na America,
que vein rennrr-ie a eiiei desastres. Qulo pro-
iiiiul ni.eiiie tamenlavel nao be aaber que elle
a-amo de coinmercio depende do lyslcmaomals
penoso e o mal atroz que he poistvel ver? Mas
supponde que ele lysieiua leja abolido, e he
certo que o ser um da, porque tres mllbdes de
homens nao podem flcr eicravos lio mel de
urna populaco que goza da constltnlcao a indi
livre do iniiudo. Uom elTeito, oa ultima teiiio
do congresso, esta queiio foi agitada, e se re-
correu a lodos os melos possiveii para a reol-
ver. lluiiveram de urna parte prometa!, de
outra couccises, imaglunu-ie totlai ai nianei-
ras poislveis de fazer gyrar a machina. Fize-
r.iui-se iij parte livre cuoceisdci, seguidas, pa-
ra a parte escrava de um bil relativo aos es-
cravoi fugitivo!. Vemos o! jomaos americanos
teiieii.ii em-se de que o congreuo tenlia sepa-
rado eitei diversos interesses sem queauolao
se i om|,e.se. Qual foi o e'elio do bil doa ei-
cravoi fugitivo!? Ol estados do norte da Uolo
americana se levantaron coutra a escravido,
a qualelles alacaram com mais vehemencia do
que o nao liubam feilo al aqu.
Entre aqueiles que pedem a abolicao da ei-
. i .ivi.l.u), muitoi nao lem jamis eitudado esta
queslo ; mas nao querem loll'rer que a coni-
11 mi ,to que os rege seja violada, por assim ai-
zer, na sua porta. Esta queslo da escravido
milite de urna maoeira cousideiavel sobre a-
quella queuos oceupa, porque lempo vira, e
ene lempo nao pode eitar lunge, em que de
o n modo ou de outro, a abolicao da eicravidao
leja declarada, provavclmeute depois de urna
lula entre os diversos citados da America; por-
que he duvidoso que o governo tome por si
meiino a iuiciallva. Ue qualquer inaucira que
a eicravido leja abolida, a cultura do algodao
americano sollrer por algum auool, e assim o
maior aclo .1.- juuca que jamis lenba sido Icl-
lo vira a ier una fonte de miseria e de calami-
dades para a numerosa populaco que ic oceu-
pa delta iiidusli ia.u
Mr. urighl faz_e.ipjcu discurso uina citacao
i-cJaU.va'VSYr IUberlo Feclf-; S
no ni.I i it.i doui annoa eu prli|Tmnlia a lor-
maco de una coiiiuiiaso de averigOM.cao io-
bre a cultura do algudo ua India, dirigir a
cisade sir Huberto Pee! a queus dei parte tte,
meu prnjcclo. Elle promelleu-me) fallir a um
uiembru du parliinciilo, o qual tinln iullueu-
cia na companhia das Indias Orientad, flu de
que ella ae uu opposessc. A companhia, com
ell'elto, declarou que se nao opporia de uenbuiu
modo a eaia avcrlgnaco. Fui outra vez ler
com sir Huberto Peel para lbe submeiter mi-
aba propoila, a qual elle approvou completa-
mente, e iei>lio rato de ereque elle fallou a
um un tull o do gabinete para persuadir o go-
verno a einprelieudcr um eiaine que devta ter
osiuellioresresultados.il Mr. Urighl, nao lendo
podido conseguir que u governo le encarregai-
sc diito, a cmara de coinmercio de Manclici-
ter t niiiiii a sabia reiolu(o de fazer tudo que
podesse, e escolbeu para enviado um lioinem
digno, por mitos us respeilus, dos elogios do
presidente, de Mr. Ilrighl c de Mr. Urowii que
declara que nao conhece ntnguem mais capas
de precncher este cargo do que Mr. Mackay,
auctor dol'ie Westtm IKor'i/.. Como a averi-
guaco tem uinflin econmico, e nao pode del
xar de contribuir para a prosperldade do pais, a
companhia a lacilitar sem duvida com todo o
seu poder. Eipera-se que esta operacao polle-
ra ser terminada ein doua annoi, e que a dei-
peza nao exced. a 3,000 librai cilrrlinai, e lera
fcil obter esla soiiima. Se deveinoi Julgar pe-
lo Velatorio dos Eitadoi Unidos, que Mr. Hrown
tem como o mais fiel de t-dos que tem lido,
liavcuios de ler no lim de dous aunoa, um co-
i.'ie. .un n'n mais profundo dos ubslaculos que
eucootra na ludia a cultura do algodao, e das
causas que o iuiprdem de ler veudido por titii
preco to elevado como o da Nova Orleani. Mr.
Mackay, que vizitou uos Estados-Uuidus os < i-
trictoi productivo! de algodao, poder, por uto
nesino, moilrar-nos a raau da luperioridade
actual e baratesa dol produoloi dos Eiladoi
ri.i.1,. ^.iitrr.nna. c o< das Indias uo r>odc-
rao jamis rlvalisar com clei.
No estado ein que eslo as cousai, eiperare-
nos para expeiiderinn a noa opimao, que
Mr. Mfckay remella alguns relatnos. Conlen-
taremos ein observar que o governo indiano
lio tem bastante poder sobre a populaco In-
dgena para dispor de seu Iraballio. Elle nao
pode manter a sua autoridade lento respeilau-
do todos o! privilegios doi amigos lenhores do
solo, os direilos do povo e ol preconceitoi de
ludo!. Algumai pcoa! censurarais! u governo
Indiano de nao ler eslabelecido na India bas-
tante plantaco de algodao para poder abaste-
cer com elle o inundo inleiro ; mas este prodi-
gio, de que o nosso proprlo seria incapaz, nao
pode ser eseeulado pelo governo indiano que
tem menos poder aiuda que ogoverm dalu-
glatcrra. O povo indiano, inicuamente dllle-
.iiii do nosso, he muil numeroso para que se
possa cnsinar-llie as artes da Europa ou gorer-
ua-lo contra a sua vonlade. Mr Urighl se ex-
prima assim ein seu discurso; Pde-se, diiia
elle, viajar na India meiea intelros sem se ver
um so I .ni opon. Un viajaute me assegurava
ter percorrido por seis mezea a presidencia de
Uombay sem encontrar mu 10 em lodo elle lem-
po ; c outro me escrevia que no interior do paz
nao ic encontra lenao aquellei que a compa-
uhla lem cncarregado de alguinainliia. Pa-
rece, legando o que acabamos de ver, que a
companhlt nao lem em seu poder seno mcios
i mi Mi. leu les |i na voliar o espirito da popula-
co para urna especie de cultura. A compa-
nhia tendo um interesse Iminenso em tornar o
povo mal! intelligcnte, mala hbil, mais indus-
trioso c mais til, pensamos que deve appltcar-
se em faier admillir todos us inelhorameiitoi
possiveis. Mullo leremus de dizer sobre este
objecto ligo que Mr. Mackay liver terminado a
sua un...ni; pottii, a nosso ver, a esperanca de
que a ludia nos furneca urna quanlidade suf-
iciente de algodao barato, nao he bastanie fun-
dada para que os plantadores da America se-
j a ni obrigados a abandonar este ramo de In-
dustria. A camarade coinmercio de Mauchei-
icr nao deve occupar-ic escluilvamentc delta
oolonia a tu us consideravel doi Ingleses
Barca americana Muran larmha de
trigo.
Hrigue auslriaco Peratt itlem.
Brigoeamencsnn-- Tyjip Meta.
H'igue inglez Euryiice bacslhio.
Psiscbo hamliurguez -- Jthan canos de
ferro.
iiii|iiii'iiii:ii(>.
Mariano, barca americana, viuda do l'lii-
lodelphia, consignada a Deaos Youle <3t C,
manifestou o seguinte :
2,068 barricas firinlia, 400 barriquinhss
bolichinlias, lOcaizas tecidos de algodSo j
aos consignatarios.
CONSULADO GERAL.
Keridimeuto dodia 2 a M
dem do dia 23
35:981,515
. 2 676.475
38:657,990
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rondiinrn tu do dia 2 a 22
i.Iiini do dia 23. .
2:132,872
, 181,334
2:914,206
i: V |>i> i :ii,:iii
l'iir.iliyh i, hialo nacional CnnceicSo Flor
das Vti luios, de 26 toneladas, conduzio o
siguinte:
36 volames fazenilis, 35 ditos mullalos,
55 ditos f rrsgens, 3 calas chapeos, 3 rol-
los fumo, 100 harricjj bacihao.
Liverpool, bsrc Inglezt Bruad Oak, de
A Ibesooriria de fazenda desta provin-
cia contrata com quum mais vantagnns olfe-
rerera compra dosobjeclosabiixo tnencio-
nsdos, (juo tem da ser remetlidos para a liba
do Fernando.e recebe aa respectivas propos-
tss at o d'a 27 do crrante ao meio dia. Se-
cretarla da thesouraria de fazenda de Per-
nimbuco 22 de novembro de 1852. OolD-
cial maior interino, Emilio Xitier Sohreira
de Mello.I rjasula branca cotn seus prepa-
ro*, I frontal branfo, I dito verde, 31 varas
de bretanha de linho lina, 2 arrobas de ma-
n, 16 libras dadores de ross, 16 ditas de
floresde tilia, 16 ditas de flores de sabuguei-
ro, 1 arroba de raz de altha, I dita de ras-
pa de pona de viadn, 16 libras do raz de ni -
cissns, 16 libras de alvaiade fino, 2 arrobas
de sslss pnrrilh i, 2 ditas de sal o, mi ,
I dita de sal de glauber, 32 garrafas-de oleo
de recio, 8 libras de pp ira lipes, 12 borra-
dlas grandes pira christeis, 16 garrafas de
servejs preta, 12 libras de potnsda mercu-
rial, 12 arrobas de cevada, 24 garrafas de
De ordem do Dr. Frinoisc i Rodrigues Sette
juiz do coinmercio da segunda vara etc.
Fago setenio aos credores do fallido Mo-
raes & Sotres pa-a que compareci) em ca-
sa do mesmo juiz na roa Nova dis Flor-s n.
21, do'bslrro deSaulo Antonio do Reoife no
dia 25 de novembro do torrente, pelas 11
Pnra o l>io de Janeiro.
brigue escum nacional Olin-
da, segu no dia 3 do futuro mez de
horas da mnohSi s n. dse continuar na^Jegembro : para o resto da carga
verillcarjSo dos crditos j formir-se o con-
trato do uni.lo o se proceder a nomeat;9o
de administradores da cssa do mesmo falli-
do, desudo os cedores advertidos que no
suriio d mitl idos por procurador su osle no
aprsenla r procuradlo fin poderes espe-
ciaes pira o aclo, eque a procurado n.lo
file ser dada a pessoa que seja devedor ao
llido nem mesmo um procurador repre-
sentar por dous diversos credores. Recife
20 de novembro de 1852^0 escrivdo, Ma-
noel Jos da Motta.
A repartirlo das' obras publicas com-
pra para a obra da casa de detencSo os se
guintes objectos : 600 palmos comunes d
xarope de tamarindos, 6 libras de campho- cinlana em bruto de qualidade denomina-
ra, 21 vidros deopodeidor.,2 arrobas de mal
vas, 1 dita de cipo de chumbo, 2 onc.as de
nitrato de prnta, 24 garrafas de zarape de
glozellas, 6 lib'as de omplastro de aquilo
gomado, 12 ditas de gomma arbica, 2 res-
mas de papel de embrulho, 1 arroba de dos
do Mol.itiulia de 15 pollegadis do largura
em quidro, e de lama'nho ue 7 e9palmosca-
da urna: 200 palmos correntos da mesroa
qualidade cima il lo al5pollegadas de lar-
gura e grossitra, e 9 .almos de comprimento
cadi urna : 200 palmos crranles da mesm
de linho, 6 duzias de vidros sortilos do uro* | qualidade cima de 8 a 10 pollegadas de
aloito otitis, I libra do oleo de alfazemi. | largura egrossura, e 6a 8 palmos de com-
4 oii.'hs ic i'ssfticia de cannella,4 ditas ditas i primento cada urna : 50 canoas de araia para
dn verga molta, 4 ditas ditas de rosa,6 libras lamassador, tondo cala utna ao menos de 9
de emplastro adzivo, 8 rlit'l de linimento ja 10 toneladas. Toda acantaria ser posta
nnodino, 12 ditas de oleo de amendoa do- ao pedo guindaste da obra para ser desear-
ce, 4 ditas de emplastro de Athauaziol.ou-1 regada pelos operarios da mesma obra, do-
A visos martimos.
e escravos a rete, aos quaes offe-
rece os melliores agasalhos, trata-
se com os consignatarios Machado
& l'inheiro, na ra do Vigario n.
19, segundo an lar, ou com o Ci-
jiito Alanoel Marci.mo Ferreira,
na fraca.
Para o Itio do Janeiro segn viagem o
brigue brasileiro Mirianns, capito Jos da
Cuoha Jnior: quem no mesmo quizar car-
regar carga, iscravos, ou ir de passagem,
talle com o dito capitSo, ou.com Manoel Ig-
nacio de Oliveira, na prara do commercio
11.6.
Cear e MennhSo.
0 briguo escuna Laura seguo impreterivel-
I"mente no dia 27 do correte, e anda recebo
alguma carg minia ; ossenhores passagei-
ros queiram vir realisar as suas passagens
ni casa do consignatario na ra do Vigario
n 23. '
Para o Porto sahe em poneos dias a
barca porlugueza Flor da Man, capitfio Jo-
s il Azevedo Canario : pira carga ou pas-
sageiros, trata-se com Manoel Joaquim Ra-
mos Silva, na ra da Cadeia n. 38.
ricas de farinha de trigo, I sien de arroz, de novan tu o do 1852 -O secretario,
I arroba de nrarut', 1 caixa dealelria, I ar- quim Francisco de Mello Santos,
roba de farinha do MaranbSo.Para forneci- Ton.lo o arsenal do mariuha annuncia lo
ment do almnxarifado i du/ia de lapes jo furnecimenlo peloespaco de tres mezes de
li tos, 2 res nas le papel, I dita pautado, 4 pe Ira de cantarla bruta, de 9 a 12 polega-
cana las de vinho hranco para celebrarjo. Idas de grossura e de 12 a 17 ditas, para
0 arsenal de marinha precisa comprar
para fornecimento dos navios o'armada.bar
ca de r.oav.-ir;.,,!, c oiiformaria de marinha
em o mez do dezomliro viudouro os gneros
Com
Mai'em
299 lo
gem I
ne Y01
(o
N.w
Tho!
Iflo
zeil
obras do melhoramento do porto, ecompa-
recendo um indivi luo smente propoudo-se
a contratar osse fornecimento, de novo so
convida as pessnas que a luo sa quizorem
p opor, a que comparucam nesta s-JC/etaria
no dia 24 do corrunlt!, ao meio dia com as
suas propostas em carias fechadas.
O ars mal du marinha compra estopa da
ao j cartas fechadis.
meio dia com as suas propostis eii cartas! meo de Peniambuoo.
fecnadaso as competentes amostras
I
.Secretaria da iuspocclo do arsenal de ma-
rinha de Pornambuco 23 de novembro de
RAES DEPERNAMBUCO.
Rendimento do dia 23 .... 398,138
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 22 1:691,012
Movimento do porto.
Navios cnlradot no din 23
- 39 dial, b igue inuln Oltawa, de
metidas, i-1 pitan K. Ilrquhart, equt-'.seguintes sendo ellos da melhor qualidade :
10, etn lastro a N. O litebor & I arroz, azeile doce de Lisboa, dito do Medi-
ia. i torraneo, vinagro, assucar, bacalhao, Caf
das, galera inzloza Bonita, ile, em gr5o, farinha, I'-ijlo, lenhi, loucinho,
adas capito Wilrox, equipa-, spermicete, vellas decirnaha, e azeito do torra;as possnasque a quizerem'vender,coai-
carga algodSo e assucar; Daa-1 cumpli, As pessnas que su propozerem a | p irc^ain iiitsli secretaria nodia 24 do f "-
!& Conpanhia. Veio a n t > por- lornecer so orinantes guneros comprela m ; rente, ao meio dia com as suas propostas em
flier ordens c segu para Liverpool tiesta secretaria no da 26 do crreme
dord -- 5 mezes, barca americana
iss WlniloW, de 126 toneladas, espi-
llen llart. oquipagem 23 carga a-
de puse ; ao capildo. Veio refres-
segue para a Costa da Patagonia a' 1852.0 secretario, Tnom Fernaodes Mi- ,,
8 : deia de Castro. lim do Janeiro vindouro so azem a '< por
Ba/eclona eMalag.-eodias, do ultimo porto1 A prasos do I, 2, e 3 annos, subjeito r 1LT. r" *,?? .VJfc I
f33 dias, escuna hesaanhola Dolores, do juro do 8 por cento, despeza de slza e da por rento ao anuo. Compra letras da} qual-
,'|30 toneladas, capit.lo M. Bertrn, equi- arrein.tacSo, vai a praca do lilm. Sr. I(r. |iuer quantia sobre o Rio de Jsne.ro j a pra-
pagetn 10, carga vinho e mais gneros, a juizdiis fetos da fazou.II, na pritneira au-
Manoel Joaquia) Ramos o Silva. dieiicia que dzor o mes no lllm. Sr. o enge-
I'iuiim--70 dias brigue austraco Perast, nho llirallio sito nr comarca do Cabo por 1
de 301 toneladas, capito Marco Sirovich, 30,000,000 rs., ponhorado a Joan Baptista '
equiparen II, carga farinha d trigo e l'erena Lobo, com as co nliciJes doclaradas
mais genetos N. O Biebcr & Compa- no edital que seacbi alliado, e em mSo do
nina. porteiro du juuoj as possoas que o quisererr. BonCO lie lerna .0.
Philulelphia 43 dias, brigun ame-tcano i'reTiatar c miiJireQam na sala dis aullen- Por ordem do conselho ,trec^5o do
Typee, de 209 toneladas, capito W. Lar- cias 110 da indicado. banco de Pernamhoco, se a aos Srs. ac-
heg, rqiiipigem 9, carga farmlia de tri- Os bens annunciados nos Diarloi de 4 Ciooiltll que a tere'ira c M\ na prestarlo
Hory Foster & e 5 do correte pa-a serem arrematados de suas aceces tem du entripara a caixa do
por exerme/ies da fazenda provincial vilo a mesmo banco, desde a 15 de Janeiro
prirji 111 primeira audiencia que lizer o II- prximo futuro, noi Cl .0 Ibes serlo en-
Im. Sr. Dr. juiz dos feit.s da fazenda: treges as tnesmas aerjov ^ Banco de Per-
Popordem do conselho de dlreccjfio/do
banco de Pernainbuco,se faz publico, qufe os
jdescontos de letras cim o venc ment >*l o
Izos rasoaveis, pelo pro nio que so tfcnven-
, conar, o vende-is tambem para um a di-
'nheiro vista, sem premio algum.' Banco
de Pernambuco 18 de novembro de 1852
J-- O secretario do conselho da inere ln, M.
I. de Oliveira.
go o oais gneros; a
Companhia.
Navios sahidos no mesmo dia.
Liverpool pola Parahiba brigoe inglez
como o chama aeu presidente, nem esperarque
desastres que Mr. Itrigut
ella posia parar no
noa lem feilo conbece
{Momiiur.)
COMMERCIO
PIUCA DO RECIFE 23 DE NOVEMBRO, AS
3 HORAS DA TARDE.
coTacoEsorriciAis.
Descont de letras de 30 dias 7 por t- mi -
lo ao auno.
ALFANDECA.
RendirAento Aa da 2a 22. .348:272,137
dem do dia 23.......38:073,065
376:34a,202
Flinlon, capito J. C. Wright, em lastro, alvert'-se aos donos dos ditos bens qoe os
Pllllgelro, Jns Francisco deOllrelri, meimoi passam a ser adjudicados ames-
M.i -olli 1 -- b'iguo francoz Paulino, captlHo ina fn/enda ; para quo os venham remir
iiejcnii, caigrassucar, qnanVo fia le "po, excpluim-so di
Cibraltar- barca iugleza Corrido, capilSo arrematacSo por ja baverem sido arru-
TliomazSyell, carga assucar. matados, n casa da ra do Fogn. 51, a
Para nba -- mate b-asileiro ConceirjSo Fi- casa t'rrea di ra das Calcadas que j
das virtudes, mesire llernardino Jos Ben- ?e arba arrematada : o terreno e casas di
deira, carga varios gneros. Passageiro, ra do Brunt penhoradps a Antn o Jos Pi-
Jacinlbo deMe.leiros Correa.
EDI iAES.
-- O lllm. Sr. inspector da thesourarii
provincial em cumprimento da orJem da
Exm. Sr. presi lente da provincia de 8 do
corrente, manda fazer publico, que nos dias
23, 21, o 25 do mesmo ira a pra(a pira ser
arrunatado perante a junta da fazen la da
mesma thesouraria a quem maior preco of- ,
fereceras propiedades ibaixo declaradas f?Arua r*K.U.".'!S -,3* i.1'?.?
res da Silva que ja su arrematarlo!. Co npa
recan os licitantes 110 lugar do costu ne.
A administracilo geral dos estabeleri-'
montos de contado manda'fazcr publico
que nos 'lias 27 o 29 do correnlc pelas 5 hu-'
ras da tarde, na sala das suas svssd>s, con-!
linua 1 arrematadlo da renda das casas
abaixo declaradas, pelo lampo que decorrer.
do I.* de janoiro de 1853 a 30 de junho 1854: ra da Moeda n. 31 ; ra do Pilar ns
73 e 74; ra do Padro Floiiano ns. 17, 47 e
1 de S
y- a>
nanibuco 18 da noveiiibroldo 1852.O se-
cretario -do conselho do iireceflo, M. i. de
Oliveira
TBEAgBO
TllHl
montq para multo pouca carga por ter a
mainr parte : para tratar, com Jos Candido
de Barros, no sou escriptorio na ruada Cruz
n. 66.
i'ara o Mi de Janeiro sahe
no dia 26 de unvembro o brigue
nacional Sagitario: para o resto da
carga, passageiro*, ou escravos a
frete, trata-se na ra do Collegio
, n. 17 segundo andar, ou com o ca-
pito Joao de lieos i'ereira.
Pin o Ancaly
. Sahe rom muih brevtdade o hiate Fiordo
Cururi; e por ja tur parte da carga ; para o
resto e passageiros, trata-se na ra da Ca-
deia do Recife n. 49, primeiro andar.
Para a Bahii sihe nosles dias o hiate
Novo 1 Unida ; para o resto da carga e passa-
geiros, trata-se com o seu consignatario I.
i. Tasso Jnior, na ra doAmorim n. 35.
Leilo'es
que foram adjudicidas fazenda provincial
para pagamento do sello de hnran;a do fi-
nado Jos Ramos de Oliveira.
Um sitio denominadodo Manoelisto na
estrada de ponte de Uohoa, com casa de vi-
ven.la, coxeira, estribara, seozala, e arvo-
redos de dilferentes frutos, avallado em
6.000,000 rs.
Urna morada de casa trrca junt ao dito
sitio, com seu quintil e com alguns arvore-
dos, avahada em 2:000,000 rs.
Utna dita na ra da ponte Velba do bairro
da Boa-Vista 11. 16, fin urna m 1.1 ag ob no
fundos, avaliada em 2:000,000 rs.
Uua dita em S. Amaro no bairro da Boa-
Vista com seu competente terreno junto, a-
valiada em 2:000,000 rs.
Os pretendcnles comiare?im nos dias a-
cima indica los ao meto dia na salla dasses-
ses da mesma junta.
1; para constar se niaudou alisar o presen-
te u 1 ublicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pornamhuco 9 de novembro de 1852.- O se-
cretario, Antonio Ferreira d'AnnunciufA'o.
Declara$oes
Oh eu eslava bem cena do aeu corac.io,
tornou a ingenua Marietta, \os podia tornar-
le ambicilo, uunca ingrato! .Sim. eu bem sa-
bia que vnsse bavia de voltar, voss vo'tou.
At enlo eu podia duvidar de voss ; mas eu
vio-o, voc me fatlou. Voss foi bom e gene
roso, como oulr'ora l Nio, no foi um sondo
a sua presen 1 invtenos > na casa de aeu pai
uina uoite deslai ; nao fot 11111 aonho esia voz
terna e arrependida, csiai lagrimas fraternaei
que voss derrainava, ene juramento que me
dava.de nuticainaii tornar a deilaro uoiu teclo
raodeilo 1 He tempo de voltar a elle, de aban-
donar, Carlos, eisa vida que Ihe pode acr faial
Peina vosse eotao engaar essa nobreza inve-
Joia pensa brilbar impunemente aos olbos
daquelles que o conheceram /
E quando assim lo.se, nao ach aqu dous co*
racdei deipcdacadoi, o meu primeiro, e o de
leu pal, pobre vclbo que o chora? Voil o tor-
nar a ver, von o abracar, e a mito, aua ami-
ga, a mito ma irma voss restituir o lugar
queeu tlnliaen leucoraco, 11S0 be? Essa mu-
Iher, ic ella est aqui com von, voss a dei-
xari, voss ter caragem para Isso. ol 1 v isi
tere! SO foi por ella que voii noi deliou. por
r.....ao lia va iienhuiiia barca, nenhum canto, ella lie que voss corre" ene mar de aventrale
iieuhuma luz. Lirios so va junto de al duai' de perlgol! Repitu-llie, deise-a, eu Ihe peco.
eomas a cruz negra levantada ao barqneiro da< eu o eiljo mesmo em nome da sua relicidade
itha das Vaecas. e ena moca, que viuln recia- I F.li qual era o objeclo deite pacto, en aieondi-
mar delta urna palavra lagrada. ; tde, terrlvatsa que eu Ihe Impui, accresceniou
- Sou todo aeu, dliie-lhe elle,seu comoan-l Marlettisorrlajo. Serel acaso, diga, um cre-
Ugamenie.lalle i dor mu exigente e mu feroz?
O arsenal de marinha compra, nodia
26 do corrento mez, ao meio din, os objec-
tos seguintes : 1 oculo de alcance, paten-
te, alvaiade, colla, zarc3o, er, tinta bran-
ca, guar la-morrSo de follu, o agua raz
As pessoas a quem convier fazer semelhan-
tes vendas. Comparecen) nosta secretaria no
dia cima indicado, com suas propostas em
cartas fechadas. Secretaria da inspeccSo
do arsenal de mirinlia de Pernambuco 23
de novembro de 1852.O secretirio, Tho-
m Fernandas Madeira de Castro
Voss he um anjo, respondeu (Jarlos, re-
solvido mais que nunca a nao despedazar logo
e logo o coraco de Marletla diante da conlis-
so Ingenua de aemelhanle amor, voss aera
icmpre mi oda irma... inioha amiga! Sim,
sou um ambicioso, umlouco..... mal eu a amo,
Marletla I' Ausente ou prsenle eu torno a acha-
la ; sim nao esquecl nada de nonas alegra! de
infamia, vejo sempre o noo pequeo sitio
coberto de arvore verdes, e aua janella de ca-
chos pendentes. Vejo e toco a bolslnha que Ihe
puzeram ao pescoco, ouco leu bandulim enriar
de nnilfe ao Sena louca pee,ai de inuiica ... Ni
crainoi feltr.es, nos noi amavamo!, accreaccn-
lou Garlo! dando um inspiro fingido, e entre-
tallo o co nao nolfez um para o outro 1
Oue quer vos.e dlzcr ?
Que cm inim ha doua homem o menino
prns ittvi, limpie! e candido, como vosse, (juc
a paixo mal enruga como a agoa do lago, e
que lodavia eitreioece de perlurbico ao sim
piel aperlo de la mao, que paliarla horai es-
|uecidai ouvindo-a cantar como um pasiari-
iiltii; o outro mn compoito de inaruiore e de
ferro por lobre o qual corre a ambico como
urna lava fogoia, e que uina vez aquecido por
ella le torna ioacceislvela qualquer outro con-
tacto que nao o de sem pensainentos domlnao-
les. Quererla vosi sal boinem, Marietta,
coinprehenderia seui ardore devorantes, anal
insomnlas. e seu martirio? Nao seria elle an-
tes o fantasma inliuigo de seu sOirano, o iiiniii-
go jurado de sua vida? Ehe a scuielliantc eu-.
Jos ns. 5, 7 e II; ra dos Pescadoresn. 1
rila da Halen I 1 11 38, ra das Cinco Pontas
n.118, travesa do S Pedro n. 2 ; ra de
Hurtas n. 33, ra de S Thereza n.7, ra da
Roda ns 3, 5 o 7, ra do Calabouco n. 2, ra
di) Si. Bom lesos das eim ilas II. 17, ni 1 do
Nogueira n. 17. Adminis.trar;3o geral dos
eslabolecim"ntos de cari lado 22 de novain-
bro do I8$2 O escripturario, Francisco
Autunio Cavajcatite Coussoiro.
REAL COMPANHIA.HE PAQUETES INGLEZES
A^VAPOR.
No dia ty de dcsoaibro; espe-
ra-se da Europa o vapor Tay,
cnmn ni l.nit- Moas o qual
depois da detljora do costu-
tne seguir para os pollos alo Sul : para
passageiros, trali-so em casa'da agencia,
na ra do Trapiche Novo n. 42.
- O arsenal de marinha admiltepara as
suis obras odlciaes de cirpinleiro litros :
as pessoas quo quizerem sar admiltfdas ,
i'oiiip.'ivtvain nesta secretaria para esse lim.
(aotnpanhia de Uelmilie.
O directoi da companhia de Be-
hiribe convoca a assembla gerai
dos senhores accionistis, para o
dia '4 do corrente, as 10 huras di
niiinha, lim de se dar cumpri-
mento ao disposto no ar'.igo
dos estatutos, e d se tratar cerl
ca do nono dividendo. Escriptc,.
rio da companhia de Bebiribe 5
i|e novembro de i85a. O dirc.
lor, Joo Pinto de Lemos.
te que voas proporia rollar pira uina es)
en estril! Marietta, eu a amo, mas saib
noposso repreientar o papel de oulr'ora
lar para a caa de meu pal, loflrer de n
desdos desses fldalgos! Voss pensa n
que dira von de mim ?
Quinta fei'-a i5 de n ivetnbro
de i85i.
Recita extraor/j,,,,!^ |vre de assignatura
Depois da ef ecueflo de urna escolhida ou-
verlura, subi/, scena o tlrama em 3 actos,
aiiraa
OU A
< lilil/. DICAL DE I' VKIll.
PERSONVGENS.
Rsmuzzjo 3 Grin Duque da Pirra; O Sr.
M. Mendos.
Francisco, condeslavel O Sr, M. 1. Pinto.
Manoel Joaquim Ramos e Silva far
leilSo, por intervenido do agente Oliveira,
de grande sortimenlo de fazendas iuglezas
tolas de lei, e rereulemente importadas :
quinla'-feira. 25 do corrente, is 10 hons di
iii.iniia em ponto, no seu ar nazeiii ; ra da
Cadeia.
-- Vicente Ferreira da Costa, far leilSo,
de 25 catxas cada tuna com 24 queijos II1-
mnngos, denominados trabucos, e superio-
res a quantos s.lo aqui importados, pois
-u do massa 1 mais apreciada na Europa :
quartafeira, 24 do correte, ns 10 horas da
mantilla, 110 seu armizem, la da Madre de
Oeos.
Quarta-feira 24 do corrente, as II ho-
ras da mandila, na ra do Trapiche n. 38, no
ermam .i *i i*..-"..;, h.v- uibo por
i 111 r s. ru; 1 o do agente Itnberts do segu uto:
mobilias taulu para sala como para quartos,
sala de jantar, cosinha, etc. etc.; assim co-
mo tambem ira a IciISo um excellente bilhar
com lo los os e: ieiiee.,1 i.iiiinis, candieiros,
e vidros de diversas qualidades, ippuelhos
tanto de metal como de porcelana para cha,
estojos tanto com facas e garfos como com
colheres de prala para chi,paliteiros de pra-
ts, relogios do ouro patentes, e outros diver-
sos objectos que sero entregues por qual-
quer I nice offweci lo.
Aviso* diversos.
11
'm0
llezerra.
Cnn/ipe Eduardo 0"Sr. L. C. Amodo.
M"J/|uez da Torre, caP""'" 0 Sr. L. A.
lehodr --OSr.
Jue
ol
vo 01
o? E
Dina, Carie que he doce ao vlajt .
pouiar depoii d una jornada de fogo/r f "
diga ; dlria que he uina grande Irtst/ *
felleidadr, se voss a compra culta F e '
poni Mu tenho fcm voie. e ein / |em-
braocaa, voas me ama, voss he Hvr nUPn
poderia, responda, aparta-lo agor/ j ,Cnda
do dever, quem poderla impor-lhc/; .
qurcer-me ?
Nlnguein, rcipondeu Cirios,,
te esqueco/ Tu leri sempre u | |h
mais comante pemamento I
Eatretanto, Carlos, essa mu.
Essa mulher, tornou Carie/ .,'L'____...
.... mulher me protegen h.].'.^'^;
tnao^aquelle a que,,, nao .b ftSRSZ
Garlo la responder, e enea .
nura de Marietta quando mi "'*' "" a '""
,e Jepolssobre a. corda, fc^tZl.TA
onleiro.
,nio, nllifial da guarda
. 11. i. de Araujo. .
,iz supremo O Sr. J. J. Pereira.
'Ilicial da ronda --OSr. Rezende.
.dico da corte O Sr. Sauta Rosa.
Mithilde eegeute de Pirm A senhora I).
Amalia.
Calinita A s mlinia li. Manoella.
Iluzsvo N. N.
lilll lidalgn- ,\. N.
Soldados, odlciaes, lidalgos e povo.
Seguir-se-ha o lindo dueto do
Meirinho e a Cobre.
Finalizar o espoctaculo coma bella lnv a,
Os Irmaos das Almas.
Os bilbetes acam-se disposic.lo do res-
peitavel publico no cscnplorio do theatro.
vot do cidnr deixou ouvir duas eslanclai ieu-
limenlaes.
A barquluhalnha retardado a marcha como
se o cantor leine.se nao ser ouvido. t.ogo de-
poli ella licou fura do alcance, c virando d
bordo panou outra ve como urna flexa sobre
o ?iena. Carlos eslava pregado no lugar que oc-
cupava com os bracos pendentes, e o cerebro
chelo de verligem. Marietta espantada de sua
P illnl' / perguutou-lhe a causa dlsso.
Nao sei parque ella canco me perturbou,
111t1111.11r.il elle, Marietta, aeparemo-noi mais
tarde, eu te tornare! a ver I
une tem vosa* ento? perguntou a moja.
Nada, Marietta ; tu no cnulieccs a voz que
cautava aquella canYo. '
- Algum fidalgo ou inarlnheiro, di.se Ma-
rietta. Todava a nolte he sombra, e nlogueiu
canta oeste lugar.
Marietta, tornou Carlos, devo relirar-me,
den 1- me voltar para o palacio da liba, la me
eiperam!
Na o delxarri mais, respondeu Marlelta,
nao; devo segu-lo, accinpaubar-lbe todos 01
passos! Vossa nao pode habitar nesse palacio,
cora que iliuto o farlar* lili! volte, amigo, volte
para mlm, eu temo, nao aei porque dcixa-lo
s. As patarras desie cantor desconhecido ge-
larm-ine toja. Nao tem vosiealm dilto prei-
sa de tornar a ver aeu bom pal, calcar aos ps
uas lagrimal, seus remnos, reiponda-iuc!
Julgue da sua sorpresa, elle ignora a la volta,
um inysterioso aviso foi que me previoio de
AericSo.
Sendo raro o numero de pessoas, que tm
comparecido para aferir as medidas e pesos
deseusestabelecitnontoscommerciaes, o ar-
rematante convida de novo a todos quem 1
ei incumbe essi obnga^So, concorreiem
a casa de aferi(.1o na ra da Florentina n. 7,
das 8 lloras da manhila as 4 da tarde, visto
que ten lo de lindar no ultimo de dezembro
i'iiixim 1 futuro, o tempo marcado para 1
mesma alnelo, nio he possivel dar venci-
meuto ao trabalho que ella demanda, fe
houver maior demora O arrematante para
facilitar ios contribuimos o cumprimento
do seu dever, ir aosestaheleciinentos d'a-
quelle's que o chamare n fon dos dias e ho-
ras do expediente, sem prejuizo das partes,
quo procuraro 11 a casa deaferi(3o, e quem
segn lo as posturas municipaes deve servir
promptamente.
- i.'iiraiuiii-inei para a provincia do Cea.
i'a, nSo posso pela brevidade da minha sabi-
da despedi'-me de tudas as pessoas que me
honraran com ns suas rehenes oiTereco-
Ities o meu pequeo prestioie alli, e em par-
ticular aos meus collegas, a quem desejo a
maior felicidide. Julgo pilo dever nada a
..HW-'imn ; e para qualquer negocio posso
ser proi"iiridn em minha casa na Iravessa
das Cruzas.Jos Lili' rato barroso.
Precisa-se do um menino para caixeiro,
que seja portuguez, na Estrada Nov: quem
quiznr, dirija-so a ra lumia, padana da
viuva do Machado, que adiara com quem
tratar.
tjuem precisar de umi pessoa para ad-
ministrador ou caixeiro de algum engenlio,
ou para caixeiro de vendas, diriji-se a na
das Cruzes n. 40.
Aluga-so o segundo andar da ra do A-
morim 11. 19; a talar na ra do Vigario n.
19, escriptorio de T. de Aquino fooseca &
Fillio._________________
iii.ii~-.~i'. "~-~'~-'! :'/
que vosse era chegado com nutro nume. Pro-
meti nao diaer nada a elle desta entrevista.
I', de qucui era esse aviso? perguntou Car-
los perturbado encaminhando-ie na dlrecco
do palacio com Marietta, que procurara em vo
rete-lo.
De n 01 amigo aem duvida. Ah.' id tenho
um, voss o ver logo.
Marietta, tornou Carlos Gruyo repentina-
mente, relfrc-ie, no v ene pagem de libre
que veni para na ?
lie lacil de ver pelo aeu andar e pela! 01-
cillacoei de la locha que vein mu apreuat.'o.
Sim, iem duvida, elle vein fallar-ine. Eu
o reconhe(o he Cezara.
Cezara, pagem da condena approalmava-ie
com cQcito de Culos, leu temblante uioitriva
inquictaeo. aeu coraco batia com lauta prena
que au principio elle nao pdde fallar.
Corra j, lenhor conde, dina elle emtiui,
a condessa de San-Pietro o eit esperando.
A coudeisa de Sun-Pietro, inurmurou Ma-
rietta com uina voz fraca, catado, elle en ca-
tado !
Y. apoiou ana mo dcsfallescenlc no parapei-
to do cari, einquaolo que Carla! segua a te-
tara air.inv.du pateo do palacio a toda apreisa.
( Conliaiinr-n-ha. )

J MUTILADO



Aliiga-je para pissir Testa urna boni
ta casa na Cipunga Nova.defrontedo porto
do Sr. cunaul lnitl>'z, coat ddas asas, duas
alcovas, um quirto tiara despensa, copiar e
rosinha fra, com estribiria pira dous 01
vallos, r mi encllente sgoa do bober, e sitio
ceresdo: a t'atar na rus do Qoeimado, se-
gunda loja n. 18.
Desappareceu do engenho S. JoSo, fro-
gueza da Vanea, o escravo Francisco, cri-
niii", de idade 30 anuos, baio, grosio, bas-
lanle fulo, rosto comprdo e liso, leudo ape-
nas uns cabellos no quoixo, co n urna po
quena fonda no hombro esquerdo; lovou ca
misa e ceroula de algodSo azul, e d.-ve ter
mudado de trage, chapeo de palha; o consta
andar nesta cidado, para onde ja fugio urna
vax ; quem o pegar levo-o o mesmo onge-
olio S. Jo.;.), a eotregar a Manoel Thomaz di-
Barros Campi-llo, que beai recompensar*
Jos da Silva Santos faz saber ao pu-
blico que se retira para Europa.
No da 93 do crrente pelas 6 horas da
manlifia, dcsap;aneen dosillo junto so do
Sr. Manoel Pereira MagalhBcs, na Torre, a
parda Leonarda, de idado pouco mals ou
menos de 30 anuos,que indo base ir lolo no
sitio denominado Taque, atravessara para a
Capunga Nova : quem approhendar e leva-
la ao mesmo, ou a ra do Queimado n. 18,
segunda luja, ser recompensado; assim co-
mo se protesta segundos le, contra quem
a oceultar. A parda lem os signaes seguin
les : rosto redondo a cheio, nariz um tanto
arrobitado.cabellos gran les e semnre amar-
rados, alta, Cheia do corpo, e lem sobre o
nllio esquerdo urna pequea contusSo o de
poucos dias.
-- O Sr. Antonio Jos Leite dn Araujo ba-
ja do fazer o favor de ir a rus da Praia n.
29, a negocio que Ibo diz respeito
Julio de Dos Pereira retira-se para o
Itio de Janeiro, levando om sua companhia
os seus escravos Victor, cabra, de i lado 19
anuos, eAgoslinho, crioulo.de idade!6an
nos
IVecisa-se de tima ama, para
urna casa de milito pouCI familia :
n,i ni* Direita n. ioo.
-- No da 15 do corronte mei de novom-
bro desappareceu um cavallo alazao do lu-
gar signaes seguntes: he capado, tom urna lis-
Ira branca ua testa, tem o ferro a margem
napa e ancas MS tem mais duas cruzmhas
nos quartos, cojo cavallos quem delle tiver
noticia dirija-se ao engenho novo OonceicSo
na freguezia do Jabuatflo ou ao Recite no
Sr. Jos Pereira da Cunlia, ou a Jos Joa-
quim de Novaes que ser bem recompensado
do seu trabalbo.
A possoa a que IheMtar duas ovellias,
procure no Mondego, sit'O da viuva do ma-
jor Costa, que dando os signaos Ihe serSo
entregues.
Precisa-sede um caixeiro rra ven'a
que tenha muila pratica deste negocio e d
ador a sua conducta : na ra larga do Rosa-
rio d. 53, venda.
Pede-se a pessoa que aclioo ou com-
prou a semana oassada no dia 18 a 19, um a-
nellSo de ouro 'esmaltado com duss lirmas
sendo da parte de fra quatro lotras esmal-
tadas M. J. T. F., o a lirma do di-utro J. C. S.
promelto-se dar o importe que deram por
elle, e se foi senado o mporle do seu valor
e ficando muito agradecido, e quem o tiver
annuncie para ser procurado.
Gaspar Antonio V.eira Guimares, vai
Macei.
Precisa-se do um caixero que tome
conla de urna vende por halanco, dndose
um tere/, e que 46 llador a sua conduela :
quem estiver nestas circumstandas, dirja-
se a ra da CiVfoia n. 50, qun se dir quem
ftrnriea.
II aliaiso assignado compruu |> ir cunta
do Sr. Francifco Das Forte, 'resiliente em
Portugal, um meio hilhute n. 366 da quaita
e ultima parte da lerceira lolcia concedida
f favor d.-s ob-as da igieja do Nossa Senhura
i!o Kosario da fregueiia da Boa-Vista da ci-
dlde do Kecife. Bernardo Jos da Gosla V-
leme.
-- Arrenda-se por festa ou por anno ubi
Pede-se aoSr. X^ Antonio RIbeiro de
Meirelles, ,J que or especial favo'decla-
re nesta folha a sua residencia, aflm de se Ibe
fallar.
Fugio no dia 18 do corrate, do enge-
nho Massangana, de aue he dono o Sr. com-
mendidor Joiquiai Auelio Pereira de Cjr-
valho, um negro do nomelSevariino, a|lO
bastante, gago quando falla. Roga-ae s
autoridades poliches e aos cipitSea de cam-
po, que quando o virem peguem-no, e o en
tregoeni na ra estrella do llolirio, aroai-
zem de trastea, de Jos Moreira di Silva, n.
31, ou ao Sr. majorPadilha ; edverle-seque
este negro ja foi visto na BOa-Vista : quem
o pegar sera bem.recompensado.
Soxta-feira, 26 do conente, ha arre
matacSo de uns movis usados, na sala das
audiencias, por exer.ucio deJoiquim Aze-
vedo de Andnde, pelo juiz da prlaielra
vara.
AttensSo.
Convda-se s pessoas apaixonadas de da-
re in seus passeos a cirro, que so dinjam
cocheira amart-lla, na ra do Cano n. A,
quala acharflo carros muito bons, princi-
palmente um carro muito propro para das
do cortejos, e em virtudo da grande ri-
queza que cintrn o mesmo; as possoas que
quizerem uiilisir-i* dalles dinjam-se
inesma cocheira, a tratar com Moreira a.
Izido'O. Na mesraa coeneira vendo-sa urna
porrjflo do salina inglezes, em meio uzo mas
ludo em muito bom estado.
y y 9 y y 9 y ^ y > y
>
>
W 28 RA DAS CRUZES 28, ^
W Dirigidaporump/iarmactulico 43
' apprtiKailo. -ag
\j. Esteestabelecimento possuetodos > os medicamentos at agora experi- -#
; mentados, tanto na Europa camo no
-> Brasil, e preparados pelas machinas "
a]
HOMEOPATBIGA.
i
da invenrjSo do Dr. Muro.
Carteiras do 12 tubos at 160, por
presos variaveis, conforme a quali-
dadodas c usas, a quanli lado dos re- j
medios e suasdynamisacOos. -ag
Urna carteira com os 21 principaes -ag
remedios bomeopalhicus e 3 obras <
differentes in lifptnftveia paia os "*
principlantes que se quizerem con
vencer Ja verdado da nova melici- 2
na ; contundo alm do mullos con- ^
seibos clnicos, a pathogc.nrsia de ^
48 medicimentps por 25/000 ^
Tubos avulsos (cada um) 1/000
.- Aluga-se o sobrado da ra do Sebo n.
35 : a tratar no mesmo.
Precisa-sede urna ama, que tenha bas-
tale leile e que saja bom, a que nSo tenha
llllio : a tratar na ra Vaina da Boa Vista
n.8.
Precisc-se alugar urna liteira, para ir
ao l.i inoeiro e voltar, mas que este ja em bom
estado e prora pl* de ludo: a fallir eom Gui-
Iherme Seite, na ra do Rangel n. *S.
Aluga-se om armazem para carne sec-
ca, na ra da Praia, cisa amarella n. 97 : a
fallar com Guilherme Selle, na ra do Ran-
gel n. 45.
Precisa-se de urna escrava, quo saina
coslohar, engommar, ensiboar, que sej llel
e nlii beba : quem a tiver para luga', di-
rija-se ao pa'.oo do Carino n. 18.
Precisa-sede um bom padeiro para fo
ra da cidade cinco leguas : quem qoizer
contratar, dirija se a ra Augusta n. 49, das
6 as 7 horas da manhla e das 3 as 6 da tarde.
Jofio da Rocha Holanda Cavalcanle, faz
publico que comprou ao lilm. Sr. Manuel
Antonio Vieira a escrava parda Florencia,
que ate o presente so acha auzente, e por is-
so pode a escriva o procurar na ra da Pnia
n. 55, segundo andar.
Attencao.
Gratiflcacto de 90,000 ra.
A escrava Hollina anda no appareceu,
ella fra mandada a 5 mezes passados, co^
um livro a comprar objectos em urna venda
a primeira vez quo ella fugio faz I anno, f-
ra encontr Ja Irabalhan.lo no sitio do Sr.
Carlos Frederico, na Soledade as torras dn
Sr Herculano Alves la Silva,prximo a uoia
tenda dof signaes : idade 50 annos pouco mals ou me-
nos, levando na occasilo um vestido de chita
eoutro de riscado ( porm pelo esparjo deste
tempo tora um outro trage de vest Jo)he ma-
gra o alta, com poucos denles na fronte, e ti
nha um panno da Costa com sigo, frequen-
tesvezes andava vndenlo agua e Tructas,
fora comprada a Manoel Joaquim rns-n.il
li mallo i ruga-so as autoridades policiaes ou
qualqaer pessoa quo a encontrar de appre-
bende-la elova-li a rua'de Appollo, casa do
Sr. Roberto Joiquim Cuedes, quo ser gra-
lilicado com a quantia cima declarada.
.Uiicmi is pira canoa mu virla.
A rundi;3o da Aurora em Sanio Amaro,
3
_ tem constinlemcnlo um supprimento des-
- tasmoendas entro outras muitas, e sua lili-
l Jado lem sido bem provada por urna loriga
experiencia de 18 anuos; a primeira temi
sido leita por um modelo apresentado pelo
senhor coronel Joiquim Cavalcanle de Albu-
_, querque preo s-.-u engenho JardimdePe-
Tntorea) do"lodos"os"me' Iicaien- -*S! dras de l-ogo, como se v do livro de encom-
ios om frascos de 1|2onr;a 2f000 mcnlasa fulhns l'.l, moode 183; o desde
AVIAM-SE GRATUITAMENTE ** entSo para c inais do vinte moandas des-
para ospobros.todas as receitasque las tem sido feilas nesta fabrica .como se
paraali mandar qualquer professor. 2. ,0 l0 ver'' lisU aue ma9in" fabrica ox-
Na inosma hotica encontrar-se-lia S.iste; 8 eslo ludas traballian lo em diversos
sempre nni grande surlimenlo de li- eugenhos da provincia, dando completa sa-
vrosem portuguez efrancez, o om- <$ tisfaco aos seus proprietarios Este olijoc-
lim ludo quinto he necessano pan 43 to seconsegue, simplosmente collocindo os
o esludo o pratica di hoinopatliia. doustambores de baixo, um em conticto
N. B. Ref.irmam-se gratuitamente com o outro; o pira isto poder ter lugar,
todas as carteiras veudidas no esta- 2 poern.se duas carretas no aguilhSo superior,
belecimonto de. cujos remedios, pe- c- una em ci la um dus inferiores; as bridas,
la h-jmidade ou por qualquer ou- 3 ou bucos naturalmente estando no tambor
de cima.
-- Aclia-si justa o contratada s parte da
casa lerna n. II sita na Cidade do Olinda,
na ra dos ijumu Cautos, porlencenlc a
COtlbignataiioS e capiles de na- herdeir* Auna Joaquina dos Prazeres; a pes-
soa quo se julgar com direito na dita paite
... annuncie no praso dn oilo -lias da data des-
I,.\t..L DI) II. JAIIII.
TIUDUZIO EM PORTUGUEZ.
16,000 rs. de assignatura.
Sabio a luz o primeiro volume desta obra,
a melhorde todas em seu genero : o nico
verdadeiro livro, por onde*se pdoestudar o
pratirar a bomeopithia. Est oilidamente
imprcssoem excellente papel, com todos os
signaes que coqtmp original para denotar
a di(reronc,a do valor dos symplonas.
Contina a assignatura no consultorio ho-
meupathico do Ur. Hoscoso, onde os senho-
res assignanles pdem mandar recebar os
seus exemplaros
No mesmo consultorio ha todos os medica-
mentos lio jicopalhicos VEIIDADE1ROS ; as-
sim como ricas carteiras, a reformam-se
quaesquer boticas, cujos medicamentos se-
ram falsos, ou deteriorados.
Lotera de S. l'edro Martyr de
linda.
O' Ihesoiireiro das loteras das nialrizes
da lli-Vista e S. Pedro Marlyr de Olin-Ia,
em a honra deapresentar io respeitavei
publico o plano das lotorias de S. Pedro
Martyr ltimamente approvado pelo Exm.
Sr. presidente da provincia. As vantagens
que esti plano olliirece aus amadores deste
licito jogo sSo muito superiores s que olTe-
recem os planos das loteras do Rio do Janei-
ro, a por isso o mesmo tbesoureiro espera
que ser muito acolhido pelo publico o su-
pradito plano. Como infallivelmente tem
da correr no da 25 do crranle a lotera do
Hozarlo da Boa-Vista, os bilhelcs de S. Pe-
dro Martyr estario venda ik> da 26 nos
lugares que se annunciari Recife 13 de
iiovenilii o de INJ Jos Teixetra Batios.
MI
A vis.) ao cotnmercio
Uabaixo ossi" nado avisa aos a>
senhores de engenho e la- ^
vradores, e mais comprado- *
res de fazendas, e ao publica <"
desta pra9a, t|ue lem contra- **
lado com algumas casas in- a
glezas para Ihe dar extracto ^
as stns lazcndas por
Ira causa tivercm sido deteriorados.
. A*4fin*ft*4'-tli***A6fc*li* Aviso importante para os dono?,

biiixos precos, e passa a enumerar ^
diversos artigos |ior n5o ser *
% possivel em um pequeuo an- m
^ nuncio declarar lodosos ai- ^
tigoi. 2
Curtes de cambraia sedi, fa- <;
zenda do ultimo goslo e as
inai. fins qua lem vindo ao
n.e cido t*.000 Ditos de cambraia de salpico *
i* muito linos 4.500 3
* Chilis escuras o cor de rosa pa-
f? drOes de cassa, o pannos muito
? linos com pequeo mofo, o co-
> vado
W- Ditas cor do vinho e cif com
i9> lindos desenlio
> Ditas com salpicos de oovos
f* gustos e tintas lis -s
5 Ditas francezas as mais linas
S! que tom vin lo a esta prarja tan-
^ to om pannos como om tintas
jj. Ditas i le n de dilTerentes pa-
ja drtjei oscuros
> llnm trancado de linlio de qua-
dros e liso, o corto 1,600
'> Dito amarello trsido intitulado
'* brim loua 1,600
1
ICO ,-:

200 220 j
320
280
annuncie no pr
Os senhoros Richard,Payen,Bahin-teMo- i jocon|r4r0 03o se attcndera reclama-
ra, membros da academia das scienrias em ^ tiguma.
Paris.o sorteado-, pelo ministro da marinha, |,rtc,|t.M je um portuguez quo enten-l > > Aipak>i preta o .le cores, muito
docommercio.eimlu>tna,paraoexamedos dl j p|allt,,ca.s desilo : quem estiver nes-\t> tl!, fz,.n,ia, o c-ivado
tas crcumstancias, entenda-se com o por- |,lum C0U1 dosdo seda do cores,
rro da alfandega dest. cidade I e prcti lavrada
-
ui uunuiu* da nabrica dusaeoboraaObollalet
Companhia, deram a sua au,prova(So, e os
malore elogios pela limpesa c perfeita con
st-r
re
llii
vincia,todos os Vng taes da sua fabrica quer
seja pela sua boa qualidade, quer Jo seu di-
lle
t-rvr;ao dos mesmos productos. Os senho- B|n0. na r
es Cholle! & Companhia ce tos do bom ac- ._._ Jefronte di
lumen i o quo devem encontrar nesla pro-, '
- precna-se do una a a de leite que nSo! Brjlis jso, ,0,l0S an)arellos, fa-
rua do Sevc, casi torro-r-e r> zellJa ()u uuimo goslo, o corto
800
i Incali publico. ,. |j ,nCsclidos do urna > cor,
tlencao i o covado
No dia 12 do corrento ausentou-so da casi Algodo americano muito en-
<3
1,800
320
Diunto V<"o"o"irerecem a ve"nia os s'eVufo- do seu senhor, oo paleo do Cor.uo a. 18, se- coreado, a van
200
IIII IIUlll III I'IU, UIICI CCilU a IUIIUO w- .*!-, inri- v\> jvk a ... f i------------------------------- -- --,-- : ...i; 1 I ,
tes:-B,latas a 40 rs. por cada pnreilo. re- gui.do andar, urna mo al. que re,reser.ta L> M-dapolOes dC todas as qualidadis,
ter 35 a 40 anuos do idade, do nome Bernar- ^ a peca,
2,600, 3,-100 a 3,500, linos,
5,000 a Modas francezas.
Roa do aterro da Boa-Vista n. i.
Mdame Milioehiu Buessard, avisa ao pu-
blico e as suas freguezas, que tem a yenda
presentemente um mu escolhido sortimen-
lo das ullimaa modas de Pars, chegadas pe-
lo navio Conla Roger; liados chapeos de se-
da para seohora eofelados de blonda ver-
dadeiro o plomas linas, ricos capotinbos e
chales do reda, capotinhos de bico brinco
ultima moda do verflo, chfeos da u tima
moda para montara, veos para os ditos, ro-
m-iros e en in-c/ies de bico de qualidade su-
oerior, ricos chpeos da palha una da Italia,
ricas lilas de todas as larguras, chapeos de
seda,ditos da palha,ditos de reda para meoi-
nos e meninas, mangas de bico, trancas do
todas as qualidades capellas a dores para
nuivas, veos para asdias, ricos enfeites pi-
ra bailes, lencos de seda, camisiohas lingin-
do coletesde tilo ecambraia.lencos de cam-
braia pan mSos, luvis, ricas capellas e cli-
sos de llores linas, cimbnii d linho, litas
de veludo, bicos e reudis de linho, filis,
cambraias, tirlatana.cissas linas, ate, ate ;
essas fazendas se vauderSo por precos mui-
to em conla. iNessa casa bem conbecida pe-
lo bom gosto que existe nos obje-itos fabri-
cados nella, a continua-se a fizar chapeos,
toucadores e vestidos de baile ou sanenlo
para senhoris vestuarios de baplisido, e
mais enfeites proprivs pira senhoras.
*##
4 O consultorio homcepalhico da ra B
a) do Trapiche Nova numoro 15, dirigido 0
pelo Dr.Pires Ramos Jnior, foi trina- ajp
9 ferido para a ra da Cadeia do Recife 0
iJ n. 41, no segundo andar, por cima da %
a) loja do lllm.Sr. JoSo Cardozo Ayres, >
i onde j foi o consultorio do Sr. Dr. a><
a} Sabino, ah se encontrar carteiras tjtJ
com medicamentos homccepathicos, 0
a) tubos .'iviilims, tinturas de qualquer %
a) dinamisacSo, e tamhem se retazan 9
al aquellos queestverem deteriorados. %
c) Propagandas homecopalhicas do llioi. %
% Sr. Dr.Sabino, polo preco de 1,000 ri. 9
9 cada exemplar. Estes mediramentds 9
* sSo preparados com todo o cuidado)
e ja experimentidos pelo Sr. Dr. Sab
V no na sua longa clnica, sendo os r*
9 sultadusos oais felizes; todas as caf-
4 teiras que sahirein deste c.....olini m
9 ievaro a lirma do Sr. Ur. S.iinu'i As
9 Consultas silo das 8 horas de oa et.-
9 as 3 .'. larde; depois deslasyloras so
9 o poderAo procurar na ra da Cruz >.
a) do llecife n. 50, segundo andar. 9
"!*? m *'"9 a>apf 9* tJ9"Ufia|
- Joaquim Francisco de Alm, obrigado
pela Torca das circunstancias, previne ao
publico, qua seu lilho a tutelado Antonio
Joaquim do Alm he mentecaplo.e como tal
inhbil para contrahir qualquer negocio, e
pira que o publico confie dello qualquer ob-
jecto por aluguel, por emprestimo, ou por
oulra qualquar forma, pois quo n3u lem ca-
pacidado alguma. O annunciante, pois, de-
clara mais que no se rosponsibiliss por
maneira algumi por qualqner traiisacc^o
que elle fizer, o que servir de governo a to-
dos geralmeute.
Mi lame Thcard, modista irance-
za, na ra Nova n. 3a,
Nova ment avisa ao respeitavei publico,
a as senhoras da hom gosto, e juntamente
Aluga-se orna sala com alcova na rus do
Rosario estreita primeiro andar n. 8 .- a tra-
tar no segundo do mesmo. ^^^^^^^^
Compras.
Compram-se escravis evendem-se re-
cebem-se de commlaslo, tanto rara a pro-
vincia, romo para fra della: na ra dol
Quarteis n. 24, segundo a miar.
Compram-so20 e.-cavos, sendo mula-
tos a crioulos, dn 15 i-25 anuos : no aterro
da Boi-Vista n. 80.
Compra-se urna mesa de jantar, novs,
em meio uso : na ra Direita n. 72.
Compram-se costados de ma-
deira de louro, amarello, e sedro
em porco: na ra da Cadeia do
liecife n a3, se dir quem quer.
Compram-se esoravoa, e vendem-se
recebem-sede commissSo taoto para a pro-
vincia cuino para fra della : na ra estreita
do Rosario segundo andar n. 98.
Vendas.
Lotera do Rio de Janeiro.
aos ao:ooo,ooo c 10:000,000 ders.
Na loja de miadezas da praia da
independencia n. 4 vendem-sc
billietos inteiros, meios, quartos,
oitavos e vigsimos, a beneficio da
33. lotera do Monte Pi ; vem
lista no primeiro vapor que che-
gar do un de Janeiro.
Bilhetes inteiros
Meios bheles
Quarlos
Uitavos
Vigsimos
3 1,000
11,000
5,5oo
a,800
i.3oo
Vendem-se polo diminuto preco de 801
res os o 1 un-i los do urna padiria sita no lu-
gar de Santo Amaro, com bom forno; ou
aluga-se a mesms, fazendo-se todo o nego-
cio : afiliar ni ruado Mondego n. 99, ou na
ra de llortasn. IX.
- Vende-so por preco coromodo um pian-
no com pouco uso, e de muito boas voxel,
proprio para omir urna sala por ser perpen-
dicular, he de Jacaranda : a tratar na Boa-
Vista, no ra da Mangueira 11 9.
-- Venc!em-se cinco escravos chegados
Diurnamente de fra, sendo um mulato de
30 annos, urna negra de 18 innos, e tres mu-
latinos de 8 a 12 annos : na ra da Cadeia
Velha n. 19.
Botina.
Vendom so bolina frauoezss de bezerro e
de couro do lustre para hornera, assim como
nm novo o completo sor tmenlo de calcados
de todas as quslidades tinto para homem
como para senbora, meninos a meninas,o os
bem conhecidos sapUes do Aracaty, a 700
rs., ditos de lustre da Bahia, a 3,000 rs. e
minios outros calcados, tudo por preco mui-
to commodo: no aterro da Boa-Vista, de-
froule da boneca n. 14.
Vende-se urna parda de 30 annos com
muito hom leite para amamenlar urna crian-
aoa seus freguezes,que acaba de'receber pe-|ca, cozo e faz o mais servio de urna casa.
los dous navios ltimamente chegados de
l-ianea, um linio e grande sortimentode
modas de sua parlicular encommenda para
11.01 SO encontrar em nutr parte igual l'a-
zenda ; chapeos de seda enfeiti los de boas
litas largas o bicos do blondo, (lores e pen-
nas os mais ricos quo tom vindo ueste iner-
m nina boa mucamba pnr s-r muito fiel 1
de bom genio ; na ra do Collegio 11. 21,pri-
meiro andar, se dir quem vende.
Vendem-so
Ciixas redondas de chifre, de diversas
lam.inhus imitando tartaruga foitas de en-
commenda no A-acaty a 1,000 a 1,280 rs. ca-
a ra da Gamboa do Carmo n. 3, se rar aquellas verduras he mu simples, deiti-
diri quem rebate sollos e ordnalos. \se dentro de agoi quente mala hora, e ellas
Quem precisar de um forueiro aqu na veemsi ao seu estado natural, e nxhtlaai o
prica.ou mesmo para fra, dirlja-so a ra cheiro comosefossem tiradas dojardim e
larga do Rosario ao poda polica n. 19 tempera-seda inesma maneira que frescos,
. mJtaAi**r: :.W!*mM e sSo mu gostosos 1 procure-se em casa do
'feudo em l4o O abaixo seollor Fu,lts. n ra da Cadeia d.iBeci.e
... 1 ,- 1 s n. 2. Esta nova invenco sendo muito
-v as.Mgnado lorneciilo uinhciro ...
I par compra das bemfeito-
J ras, moendfl, laxas, casa de 1
f: vivenda, esiribarii, casa de $
I rncaix nicnlo, eAcravos, a- I
iiiinaes utencis,- etc. 3o B
l engenho Trapiche delpoju-
^ ca, na comarca do Cubo, e
| pelo que se ihe passou letras
4 especificado e declarado tu-
do isso, tem hypotheca legal i sitio com bstanles truel
y ms bemfeitoiias,e cousas su- 'res e hortalica; a fallar na ra da
praditas ( alv. de a4 de ju- I Cruz n. 10.
lio de 1793 1) ; e a quem 8 '
superior as conaervas om geral, ja ninguem
mais deixra de comprar os excellenles ve-
getaes quo s3o do summo proveito para
saude.
Aluga-se animalmente 011
pelo lempo da festa [ com prefe- f _o da associac3o do8 ,0_
rencta ao priu.eiro J urna excellen- -
te casa de campo, na estrada do
[ Poco, com todas as commodidades
S para familia, quartos para negros,
I cosinha fr 1, entribaria e cocheira,
sitio com bstanles fructeiras, flo-
quer que pnssarem as cousis
passam com esse onus hypo-
thecaiioj mas, para que nin-
guem possa no futuro alegar
qualquer cousa, faz o presen-
te annuucio, visto constar
Loieriade Nossa enliora
do Kosario.
O thesoureiro annuncia ao res-
peitavel publico que, as rodas da
! mencionada lotera andam quinta
. 'eir i5 do corrente, c no dia a6
?'aprsente a lista nos lugares se-
que se pretende comprar, o -fi ^ .,B ,
a guintes: Ja Sr- I ortunato,
* que esta hypothecado ao
J baixo assiguado, em despeito
!i;i
botica do Sr. 1 .li.iLa-, e na casa da
,- a: rortuna, ra Direita n. 7, e paga-
do fien necessano consent SI u b
. i se os premios de o a 4o,000 rs., e
ment ; e protesta desdeja
t usar do direito, que Ihe icon-
I crdem)as leis do paiz. Recife |
a3 de novembro de i85a.
Jo>c Marques da I-os a So- |
ja ares. I
Zmvmmm i. o ter ia de tSossa Sen hora do
Kosario.
O thesoureiro desta lotera an-
nuncia que,
as rodas andam ama-
nhaa,quinta feira, ib do corrente,
uj consistorio da igreja de Nossa
Senbora do Livramento anda
que fiquem por vender algunsbi-
e
os outros depois que sahir a lista
gerel.
O caulelista Salustiano de
Aquno Ferreira avisa ao respeita-
vei publico que, piga nas 1 is do
costume os Jous meios bilhetes da
10. lotera da V. O Terceira de
S. Francisco da cidade da Babia ,
mi mei os -77-3, em que sabio o pre-
mio de 4.000,000 de rs.
- Na ra do 'abug, loja de
miudezas n. 1 C, deseja-se l -II.ir
ao Sr. Jos Herculano de Garva-
1 lio, a negocio que Ihe diz respei-
lheles, e o resto que existe acham- to, ou annuncie sua morada para
se nos lugares do costume, e no se"" procurado,
i-. Ti --.'. ......i, Hrocisa-so alugar 2 escravos, ou for-
dia da extracSo so estarao a venda roS> que b,m trabaihar em sitio no ar-
11a loia do Fortunato botica do mazen da ra Nova n 67.
u .1 ... .1. l<'o.i.,n<. I Precisa-se de um pequeo delOa 15
Sr. t hagas, c na casa da ,ortuna,,nn04i pa Mixojro (lB Tftn'da. lrUar u,
ra Direita n. 7. ra da Senzalla Velln n. 16.
muas luanJo pega em qualquer c-uusa 10- ^
vou vestido trauco, chale da quadros en- ^#^1 Wmwm^mXmWmWOmm
carnudo.-, u 100 xos, tpalos de couro, e urna .. o Sr. Joflo 111 lien o de Souza |iiui 1 u po
trouxa com alguus vestidos, um panno de curar na ra dn Queimado, loja n. 33, urna
lila encarnado o branco; (de passar por c,ria viuda de Portugal
Torra em qualquer parlo por ser disfarcada: ^^^****a>*A**i*aS*4>4V** J*
quem a pegar ou della soubor, far o favor r-. rj-n preceptor estiangeiro, oceupa- a>
de p iilu-ii ar na dita casa cima,ou na Cam- .. jn em eusiu-r as lingoas frsncozn o /
ha doCarmo o 38, primeiro andir, que te- vj allem3a, goomelria.arithmetica, goo- ay
r muito lua gralillcacBo. m graphia, algebro, o physica maihe- .,,
akak.a fcamaa*aAattaMa*aa f* malica deseja preencher algumas i>
Aviso ao commercio. J| paritorios: quem qmzer ulilisar-so o
Visto a deliberaco da di- ej de seu presumo, o achir a qual- w
' (<<) quer hora do dia na ra da Cruz do O
> llecili-ii, I- >
gistas desta pra9d recom- ^ W9^wt9 ^9^*999^9999^m
1,-1. ,ns .,, m(.m_ t Krucluuso Oas llibeiro, embarca para
menJando (.os seus mem- | ^ Arac,ly, levando em sua companhia o
1 bros.de nao comprarem, se- ^ scu escravo Anselmo
v
nSo em 8 casas entre 17 im- I
* portadores de fazendas e !
m como os abaixo assignados ->
5 sao uns dos interdictos 5 fa- 9
\OS DExNTES.
j. Jam, deatista, noticia ao publico que
Co ti lili" pordentes artificiies do porcelana
11 coi n-givi is ,' o nuiluni-iaiiti- inclurla um
ou lodos so r preciso, asseverando a todis
I zem publico SOS senhores de 4 as pi-ssoasquesequize." tilissrdoseupres
.naanlm I i vrulnics I117P11- 9 liroo.que oo exige paga aljuina nSo lican-
engenlio, lavraaores, iazeu w ^ o'j|eIllM l3o bem C0||0C,l,.qUfl ao so
j deiros e commerciante.-1 ^ pn99i dfferenr;ar dos proprios nitur;es,po-
$ tanto desta cidade, cmodo 9 deado-se mistigar qualquer comida se,7.'
. i (al S'-olir a menor dor nom recelo de os que-
interior e ao poyo em geral z brr. tarr.bem calca os dentei naturaes fu-
X desta praca, quefranqueam rulos da carie, com ouroouprata, preve-
1 7 ir ,i el nindo assim a contiuuacSo da carie e dores,
seussortunentosde lazendas J inBSm0ovitando poressa forma do passar
2 por biixos precos nao me- m a carie dos denles furadospara os outros
, *__...____ .!...: 7 sfios, como bem, limpa os dentes em geral,
a nos de i peca.ounma duza, lirtl;JoM carle8 ou podras que tanto o
9 a dinheiro, OU a praso, COll- damnilicaecoopora para o mao alitoda boc-
fiirinp au niuslar un -cu ir ^ ca nSo sendo tirado ; ha dez annos que o
w torme se ejustar no seuar ^ ,niluociaul9 exerce su, pTu(i)a.0 nesU c.
% mazem da praca do Lorpo .-.) ,i;,,i,-, 0s muitos exam^los quetemiiado
da ra do
' Santo, esquina
v Trapiche n. 48-
1 liostron Rooker & C,
Negociantes inglezes.
lmS9-^i9'^Sii&B *
- Precisa-se de urna ama do leite, profe-
re-se quo oflo lenlia lilho i na rui do Viga-
rio n. 14.
9 .
$
co.ssuTonio humkopathico.
!> Ilua do Trapichen. 9.
$t 0 Dr. Casauova, estn lo de volts da fe ;"
SPranca, tem aberlooseu consultorio 9 m
na ra do Trapiche n. 9,no Hotel Kran- # m
1f cisco, aonde d consullas gratis aos *a) (J
?/.; pobres todos os dias. t -
*4>Sm*i44*999*999 *#
Daguerreolypo .
No aterro da Uoa-Visla, sobrado n. 10, t-
ram-se retratos a daguerreolypo das 9 ho-
ras da manlifia as 3 da tarde ; tamhem vain-
su tirar em casas particulares^ Copiam se
retratos do daguerreolypo para miniatura
com exactido ; exislindo para os meamos
retratos ciixss c quadros da goslo pirticu-
lar.
nao havor o dosgosto do sa encontrarom
iguaes ; um lindo sortimento de capotinhos,
visitas eO'H seus competentes coleles do cha-
malole todos muilo bom ornados do fran-
jas e trancas de hom gosti>,vestidos do blon-
de com seus competentes veos miaes aos
vestidos, para noivas ; rico selin- branco
muilo eDeorpado para os ditos" vestidos; um
grande sm tmenlo de chapeos de seda e de
palha para meninos e meninas, veludn azul
e enlo do pura seda muito proprio para
vestidos o capotinhos; um grando sortimau-
to de sedas furia coras para vesli lose ca-
potinhos com franjas o trancas iguaes, ca-
misiahas de (li para vestidos abertos, ditas
para montara, chapeos de palha para mon-
tara, e veos do garca bordados do lo las as
cures pan os ditos chapeos ; um grandn sor
tmenlo de fitas escocosus da todas s lar-
guras; um grande soilimenlo de bicos pre
los da largura do um uedo at um palmo e
meio ; espirtilhos de linho de mola e sem
ellas.os mais largos que so podem encontrar
no mercado, ditos de seda o do linho para
senhoras secas, dos quaes tem para mis de
vinto duzias paia escolher a vootado; tarla-
laoa branca o de cores para vestidos de bai-
les ,-romeras de cambraia e bico borladas
para senhora ; chapos do clno puro para
seuhora ; locos brancos de blondo da largu-
ra de meio dedo at um palmo; o muitas ou-
Iris fazendus de modas.
-- Precisa-so de urna pessoa Torra para o
servi'c'o interno do urna casa de pouca fami-
lia, iicvr oilo esta ser de 30 a 40 anuos de ida-
de : quem estiver neslas circunstancias, d i -
rija-so a ra de S. Francisco, sobrado n. 8,
que dando provas de sua conducta tralar-so
ha do ajuste.
-- l'iecisa-su de urna ama de leite que so-
ja de bons <*flslumes : a tratar na ra do
Crospo n. 11.
-- Precsa-se saber ion le so vondem ci-
garros a 100 rs. o cont para so tomar urna
pequea freguezia quem tiver annuncie.
Gasa feliz.
Na praca da Independencia n. 36.
\, ,-is.i cima vende-se um completo sor-
timcnlo .'-'' caulellis da lotera do Kosario
da lioii-VisiJ assim como no ater o da Boa-
Vista, loja de miu;.1!;>' n- *5,' na ra Nova,
loja de chapeos a. 4; c ni ra da Cadeia,
loja de cambio n 24: nas mesmas casas so
trocam caulellas premiadas do llio pelas da
provincia, cujas rodas andam ioipreteiivel-
rni-i.t un no -2"> do corronte.
Anda est por alugar a casado um an-
dar da ra do Sevn, propria para numerosa
familia : a tratar na ra da Cideia do Kecife
o. 53, segundo andar.
Retratos.
Tiram-se retratos a oleo, esobre marin
oiiniiiniatura : no piteo do ('.armo o. 21.
-- Alugi-se urna casa no l'occ da Panella,
com tres quartos e alguns trastes dentro, ha
anaexa a casa do senhor padre vigarlo: a
tralar na ra estreita do Rosario, venda o. 1.
-- Offerece-se um moco brasileiro para
caixeiro da qualquer negocio, luoto na pra-
(a como fra della, dando fiador a sua con-
ducta : quem de seu prestimo se quizar uti-
lisar, dirija-se a ra Nova n. I.
. -- Precisa-se alugar um escravo qua seja
(el e no seja bebido,e tambera se compra,
sendo do seu agrado : na ra Direita o. 26,
paitarla.
- Oesappirecau ao dia 12 do corrente, da
ra do Amorim n. 33, um conclis, bastite
amarello, quem o tiver pega lo, e quizar en-
trigilo mediante urna gratilicaofio, leve-o a
casa cima, ese agradecer bastante alm da
recompensa.
-- Precisa-se alugir um preto para servi-
m*m9mmmG9mW9m)m9WmW' i'i .-cisa-.se de .iiiia ama para casa de'quem o tiver para alugir pode dirigr-so a
pouca familia ; ne ra da Aurora n 30. linaria o. 6 e8 da praca da Independencia
cado, e feitos polis melhores molalas de | da urna : na ra das T'incheiras e larga do
l'aris, que Ihe foramoncom nendadas, para Rosario n. 35, luja do tarlarugueiro.
? nesse longo tempo ser quanto basta par
'? o garantir: sua residencia, ra Nova n. 19,
9 primeiro andar.
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CONSULTORIO
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Todos os domingos depois

da missa.

prolessor homopatha I
| Gosset fiimpnt, dar no con- |
| sistorio da capella filial, urna \
i consulta e remedios gratis a I
jj todos os pobres que ali se I
apresentarem.
I
--He inrgavel que nm bonito ponto de
tartaruga posto rom arto ou fantezia sobre
a eabec.1 de urna senhora b-m penteadadel-
xa um homoin quasi i umovol, e de boca
aberla ; assim quem os quizar dos mais mo-
dernos gostos, o a 5 300 cada um com sua
compelen!* caixinha de papelSo, issim co-
mo ponto do alizar tambem do tartaruga a
3,500 rs cada um : va na na das Trinchei-
ras n. 5, loja de tarlarugueiro.
Vende-sa uuia casa de pedra ecal no
becco do (Juiabo aos Affogados, com dous
quarlos, cosinha, bom quintal, om chSos
proprios, e coi torrono para so fazer oulra,
por preco commodo; quem a pretender di-
rija-se a ra Augusta n. 16, que ao dir
quem vende.
Falmestock's Veruiifuge.
Vende sem New-Yo'k emcisido propie-
tario U. A. FAI1NEST0' K'S & C e em Per-
namhuco n* botica, o arneznm de drogas
de Vicente Jos do Briln na ra Cideia o. 81.
De todas is |o ep u ,n.ri s, que a medciaa
tem descoberto para matar e expellir as lom-
brigas em qualquer idade da nossa vida ne-
iiliuiiia tem ohiido o poder proumar-se na
mais ihsignilicante semelhanc com o pro-
digioso o nom reconhecido medicamealo de-
nominado PAII.NESTOCK'S VRMIFIIGE
Os mdicos, e em geral lodis as pessoas
acienlilicas dis principies cidides dos Esta-
dos-Unidos, trra classici da civilisaco a-
mericana, dirigem conlinuameota a seu au-
to', polo orgSo da mpreosa os maiores elo-
gios, como provada suagralidio e do seu
reconheci melo.
-- Veodom-se asseguiotesobnsem fran-
cez, com ricas eslampas: Les mysteres des
vieux chiteaux de i anc, Amours secre-
tes* des rois et reines, princes et princes-
ses; na ra di Cruz, primeiro andar, n. 19.
Veade-se nina ruiacio de cam I lio cora
os seus competentes vidros : no aterro da
Uoa-Vista n. 61.
Mercurio.
Vende-se mercurio de primeira qualida-
de : na ra da Cadeia do Recife a. 48 C, pri-
meiro andar.
^. Attencao
'"sa um encllenlo piaono de jaca-
randa : a tra;.:.r n rua Not> '"J1 n- ''
Lotera de Nossa TUhorAo___
Rosario.
(Jasa da Fortuna, rua Direita n. 7.
Anda estilo a venda nos lugares ja annun-
ciados, um completo sortimento de cptelas,
na loja do Sr. Fortunato e na casa cima.
Bilbetes 8,000
Meios 4,000
ijuartos 2,200
Decimos 1.000
Vigsimos 500
caulelista Salustiano de
A quino Ferreira faz setente aores-
peitavel'publico, que esto expos-
tos a venda, nas lojas do costume
os seus mui afortunados bilhetes e
cautelas da 33. lotera do Monte
pi, a qual corre hoje a3, e espe-
ra-se a lista da mesma pelo vapor
da companhia brasileira no dia 5
Je desembro.
Bilhetes inteiros aa,ooo
.Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos ",8oo
Vigsimo i,3oo
I MUTILADO i


Monillos de vento
com bombas de repuxo pare regrar borlas
ebaixasdecplm n fundillo del), W. Bo
mn:na rn do lirum u.6,6 o 10.
Deposito Santos na Ilalila.
Venderse,em casa de IV. O.Bieber&C,
na ra da Cruz o. *, algodSo tramado a-
qusllarabrica.muitopropnopsrasaccosde
assorar eroupa deescravos.porprecoeom-
modo.
Cal virgem de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem,
cliegada ltimamente de Lisboa, e
por preco muito en conta: no-ar-
ma xem do Caes da Alfandega n.
7, ou a tratar no escriptorio de
JNovaes & Gompanhia, na ra do
Trapiche n. .54.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeu velha, n.
19 existe urna pequea porfSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superiorrlalisacom adaRussia: vende-
se por preco razoavcl.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na roa do Vigario.n. 19, primei-
andir. escriptorio de T. de Aquinn Fonseei
ft. "libo, ouna ra do Trapiche, amacem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Vende-se um molrqoe de 48 a SO ti-
nos' de idaile, robusto e hom servente de ca
sa, etsmbem com muito geito para traba-
Ihar im ramio : no pateo do Cirmo. n. 18
-- Arados americanos, negado dos Es-
tados-Unidos; na ra do Trapiche n. 8.
Casimiras modernas, a 1,000 rs. o
covado.
Na loja de fazenda da ra do Crespo o.
5, que faz esquina para a tua do Collegio,
vendem-se casimiras de gostos modernos-,
a 1,000 rs. oeovado.
Vende-se gello, s qualquer hora do dia,
nodeosito da ra da Senzalla Velha n.
118, ou na ra do Trapiche n. 8.
Relogios americanos, para cima de
mesa, com corda para oito illas e para 30
horas, e o rnais barato que em outra parle ;
na ra do Trapiche n. n
Deposito de cal e potassa.
da Cadeia do
L,- --.-- t 4
Vend/-se farinha S$SF: na
ra da Cruz do Hecife n. 27, ar-
mazem de Onceo & Companbia.
Oculos.
Chegou na praga da Independencia, loja
ns. 18 o 20, uip rico sortimento de oculos
para tudas as vistas, arja com vidros blan-
cos ou azues, com grio ou sem grlo,' e rom
armaefies deonro, prala, tartaruga, bajeia.e
de ai;o, a vontade docnnn>'ador.
-- Cbapront e Bertrand, re lojoeiros, na
placida Independencia ns. 18e20, recebo-
rioi de Paris lios relogios do bancas e de
parede, com corda para 19 dias,tucam as ho-
ras e meias horas, sSo afiancadosa regular
perfei la mente, c os procos silo muito mode-
rados comparativamente a qualidadeque he
muito superior.
-- Na prnrn da Independencia ns. 18 e 20,
vendem-se relogios americanos de superior
qualidade.e lem ainda alguns com corda pa-
ra 8 das, e todos tocan) compsssado.
Vendem-seamarrasdeferro: na na da
Senzalla Nova n. 42
Vndese alpaka lavrsda de'seda para
vestidos de senhora.a 640 rs. o covado; cha-
les de 13a, fazenda moderna, a 1 600; bnm
do linho,a 320 rs. o covado : na ra do Cres-
po n. 23.
A o. genitores de engenho.
O a remo dainvencio do Dr.
Eduardo Stolle em Beilim, era-
pregado as colonias inglezaa c
hollaodezas com grande vanta-
gem para o melhoramento do as-
Novidade para quem nSo sabe.
Vendem-se as hom cunhecidss e acredita-
das esleirs de Angola, grandes e pequeas,
muito novas,elegidas agora : na ra da Ca-
deia do Recife n. 8.
f (iWWi wtwattai
Jf
Cunha & Amorim, na ra
Recife n. 50, vrvjdem barris com cal em pe-
Ylnaitn Ip rn I P li>t;lSS;i. dre, nova, chegada de Lisboa pelo ultimo
I le POS 110 Ueca e I,olBStt,lniTj0,dbrigueFlor do Mari assim como
No armazem da ra da Cadeia barris com superior potsssa nova, porpre-
do Hecife n. ., ha muito supe 5os r.zoavei,
r,or cal d. Lisboa, em podra B
assim como potassa chegada ul- ? rasoave
tunamente, a Pre9oS mu.to ra- ^ J^ # PMJJ ^j
soaveis. ..... .. a88im como cal de Lisboa da me- sucar, aclia-se a venda em latas
Agencia de Ldwin Jn-w. de ,0 |bras, junto com ometho-
Narua de Apollo n.6,armaiem de Mc.Cal- mor que existe. > j ___
moniaicorapanhia.acha-aecoo.untemente pcde-se assenhoras que deem to- do de emprega-lo no idioma por-
tSiSS^tSSASS^mt^ da a attencao para as seguintes |Jugue. : em casa de N. O. liieber
eiraa lodaa de ferro para aniniaee, agoa.etc., fazenrJB8 : O Companllia, na TUB aa Unlz
Corlesde rambraia de salpicos brincse n. '(.
. Chapeos para senhora.
Vende-se ni luja nova da ra do Itangel
para senhori chegado ulli-
vio Conte-Roger, pelo bari-
por bar.10 nreco. fcils dos melhorrs que h, a 6,000 rs. ; cas- to precode 10,000 a 12,000 rs. cadi um.
Arados de ferro. si chita francez a 200 rs. o covado ; corto Vcndem-se temos <
ditas para armar em uiadeira de todos *'*"
mauhoae inadelloa o mala moderno,macbu
1 rs ; corte9 de
SSS^Mpuirii^mtomif'- ? cor com 5 e mei. varas.
loi.coucos.paasadeirasde ferro eltanhado largura, e multo lina a 4,000.
para caaa de pulgar.por menoa Pre5oque os vellidos de barra tanto brancos como de co- I veni'e "' ""
decobre, eacovenaparanavios,Ierro ing'" re, do uliimo gosto, a 5,200 rs.; ditos bran- n- 8'c",' P,
tantoerabarraacomoemircosroltaas.etudo cos.com dous o Ires bibados, com seus en- mmeme '"
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro, de casia chita a 2,000 o 2 400 rs.; e muitas 0,e0 de |inha9a em botijas barr-
SST aradS "* rerr0d dTer908 Tr^l^fv^nT'1 cascom cimento eas tinas, a von-
Ao bont e barato, freguezes lade dos compradores : r
voudom
mo
No armazem de I. H. Ga-
ensly, n* ruada Cruz do lie-
ale. 11. 1 vendem-se'caiza
9 por caixa de excellentcs clia-
9 rulos da li < va na, rhegados
l ltimamente e por precos
p commodos.
ww>iwiainwiMnfit3> wwmmm
Rap Paulo Cordeiro.
Vende-se superior rap Paulo Cordeiro.ero
libras e meias ditas, e oitavas, chegadn pro-
xi mu ni 1 ilo ; na iu(" da Independencia,lo-
ja de miudezis n. 3.
AttencSo a Iguaross.
Na ra Ha Ponte Hesta villa, lo-
a n 6. de Jos Domingues de
fiou/a, o liemconhecido barateiro,
tcm um bom sortimento de azen-
dai, que esl torrando a troco de
se lulas, mesmo vellns, por pre-
cos muito commodos ; clieguem
freguezes.
Us Irascos de vidros redon-
dos com bocea larga que se ven-
diam no armazem ou na ra da
Cruz ti. 48, passam de ora em
liante a venderem-se como d'an-
tes, em grandej e pequeas por-
c5es na mesma rua,armazem n 63.
Attencao.
IVssas do madapolSo com toqoe de S
avaria, sendo lino, eufesti.lo o com |v
S 2ijardasa 3,500 rs cida peca, no ar- jjj
4 mazem de f.zendas de Gouven & g
f Leite, rua do Ooeimado n. 27. m
Vende-S por preco commodo, t reale
jo de rica construccSo, tendo 5 rylinlros,
com zabuniba, campa e I temo de tronbo-
nes ; contem 20 quadrilhas escolhidas, e ar-
ranjadas dos melhorrs autores; 10 bonitas
da Senzalla Novan, q'i. Ch'itMfrancezas, largas e muita-tooif, i" '' """^.""AmnY* I Na ruido Pacato Publico, loja n 9. ven-
ACFNCIA OCOVavlo 210 Aaeite ue peixe. dem-si ricas grvalas de cassa, par pusar
. fi 5 I i- Mnnr Riscadinhos francezes de cores Das 160 Vende-fe azeite de peixe, che- a festa, a 1,500 rs. a duria ; a ellas antes
da fndir;aoLow-Moor. unos ditos muito linos 240 a. rpri,n|.mPnte e or nreco quo 9e ac,oem- .
RUA DA senzalla NOVAN. *2 Cambraias franccias de lindos padres gado reetntemente, e por preco __ Vendem-se, por muito ba-
Neste estabeleeimento conti- e muito Boas seo commodo : na travessa do Qaeima-- bo|nbas de repucho>
at'ia .h.verumcompleto i^ SSSMS&3SXS^ l'Z ^ berna; n. 3., outrora beceo. JjJJ US0) que lail?arn flg01
ment de moendas o meias mo- Pannos francezes nusciados para pa- do I eixe I rito. dosegundo andar de urna casa: no
cadas para engenho machinas ^^"U ditos om ~ S^JSlJr^^vA ''o Hamos.
de vapor, e taixas de ferro bat- Corles de caseinirasmodernas,dequa- relio, Dnicas i", g goa, .. Vnndo se ou troca-se ums cifa terrea
do ecoado da todos
inhos, para dito. Ditos de brimdelinho lingindo csse
Mocadas superiores. miras
Na ,fuiul:i;o de C. Marriv Companhia, Adamascados
em S. Amaro, acham-seavenda moendas de 450 a
de canna, todas de ferro, e um modelo e ra, e mu
construccSo uiuitosuperior. cososmai------------------r.........
SHrSod3o I S0periorecone^rllVdao.imit.-i'''->8SScol,blC0^
Cobertores de algodSo 'cBo de tapetes do cor, muilo proprios para Imprensa
Muito eucorpados. 'crios arranjos de casa de familia, o quasi i,,..^.,
Na rua do Crespo.loja da esquina quevol- um en0I u'e pnineira necessi lade para o M,
la para a Cadeia. 11 1.600 rs. cada um. Sr de eneenho. pelo diminuto rreSo de ij;!',les1 7-
-- Vendem-se lonas, brinzao, bnns, e i)28o e 1,600 rs. : na rua do Crespo 11. 6. ff d f 1,1
Ditos de cambraia brancos
Lencos de 13a e seda com franja cni
volts
Ditos de dita dita
Cortes para rollete de lili o seda, bo-
nitos padrOes
Ditos de lu-tilo, fazenda muito supe-
rior
Lencos te seda com toque de avaria
*.500 Com champagne da bem acredita-1 com 2 palmos de largura, e 9 ditos dr. ter-
5'000 !,l Lirolla lnrln rheceiln' Tcn0 an"<'Xi> ella, em cnos proprio, no
Ida marca estrella, turJO ^"^".[.aifro ()a Boa Vista rua da Gloria n. 26:
2,000 nltiin ainent! pelo navio I ernam-lquem pretender, procure na rua da Rolan,
ados para lOallias e guardaramos, 'i..,.. na rll1 Aa Traniche n. 11 I 29> a Jos Apolmaio di Cunha.
1,500 rs. 1 vara, conforme a largu- buc. "a "" n ..P' ".,.'* -- Vende-so um prelo, cr.oulo. de 30 an-
t,s outras f.z.ndas linas por pre- Vende-se I eicravo peca bom ser ador e* dg |dlde> mu|l robuilf e proprjo p,r,
lis comino los possiveis. jcosinheiro : n rui da prjia de bmta lina iq c:)mpo por Ur mu|u prnlca naiu,d0
. .. 1. Collegio n. *.
asscio L'ublicon. 17, junto a ] vondem-se dous molecotes do i.iadede
isa, vendem-se as seguintes i i ""nos, dous miiiato.lo b,.nii.slig.ii-!-hid 0 hle,.t0 ja |joa Vis-
P ras, muitimocos, umditj bom cosinhein, J ,.,'.. ,,
is por precos commoJos |treSescravas mocis, de bonitas liguras, que ta, loja de miuuezas n. 72, de Ala-
e loa eseJa, boa fazenda 3,000 rngominam e cnsinlnm o diario de una ca- n0el Unirte Vieira.
liillu los do Kio de Janeiro
Aos 20:000,000, 10000,000, 4:000,000,
2:000,000 e 1:000,000 ders.
Estilo expostos venda, na rua da Ca-
deia do Roclfe n. 24, loja de cambio de Vi-
eira da Silva, um completo sortimento de
bilhelcs, meios, quartos, oitavos e vigsi-
mos da 33. lote-i* do Monte l'io, cujos bi-
lletes vieram pelo vapor Imparatriz, e
lista deve chegar no dia 5 de dezembro.
Amantes do bom e barato, at-
tencao.
Na loja do miudezas da frente do Livra-
meato vende-se os seguint'S objeelos : ri-
cos derecos de illa-grana prelo a 960 rs.
um, ricas abotoaduras para collete, tanto
preta, como de diferentes cores 1 *oo e 800
rs. urna, ricos alflnetes de vidrb, como de fi-
la grana a 400 rs um, chancos do chili, pe-
queos melliores que em paite alguma a
3,000, 4,000 e 5,000 rs. um, suspensorios pi-
ra menino, a 560 rs. o par, meiis pintadas
dilislrase brancas para ditos a 280 rs. o par,
ditas prrtas para meninas a 320 e 400 rs. o
par, atacadores pretos, brancos e de cores
proprios para es^artilbos de senhora, a 120
rs. o par, riras ligas de velu Jo, algolo e
seda com borraxa a 400 e 600 rs. o pir, ri-
cos soriimentos de litas de vrludo o fivelli'
nhas douradas e de madreperola, ricos ren-
tes de tartaruga para atar cabello e marrafas,
aquelles a 5| rs e estes a 1,000 rs., ditos de
massa de 320, 480, e 1,000 rs lindos capa-
chos para salas a 600 rs. cada um, superio-
res penuas de
casa grosa, variado sortimento de trangas
pretas e de cores, quasi todas estruitas e
por preco quefaz admiraraos compradores;
a ellas meus amigos antes que se acabem.
U b que ftzenda.
Na loja de miudezas em frente do livrs-
mento alem do variado so'timento de bicos
de sola, linho e algo 13o lem bicus de 13a
de muitolindas cores e preto,muito proprios
para man'el.les, lie fazenda intoirarnent)
nova ; t elle,madamas.
Vende-se urna escrava, criouli, boa la
Vadeira de banellar.de ensalmado, e faz
renda: na rua das Tfincheiras, sobrado de
do'JS andares n 42.
-- Vende-si a cocheira sita na ladeira do
V.11.1 I0111 n e n 1)111 1.1 : quem pretender po-
de dirigir se a reiln -e.oi do assucar que U:a
confronte ao n. 11.
Ven lem-so queijos de prato o londri-
nus muito ffescacs, soiras com figos de I 2 e
8 arrobas muito novas, bocetas com 4 arro-
bas da tmaras, cnncolate canella muito
bom, latas com orvilhas, ditas com sardi-
nhas, conservas, blas com ve duras, o favas
de Lisboa, ludo de superior qualidade: ni
rua i Cruz 11. 46, defronte do sonhor Dr.
Cosme.
Vende-se urna crioula com 20 annos de
idade e com todas as habilidades : no caes
do Ramos, ultimo sobrado, primeiro andar.
O cauteli.sti Paria Barboz
tambem expoi bilhetes da 33 lo-
moias lonas da Russia ; 00 arma/cm de N. Vende-se urna prela, crioula, que co-
O. Bieber & CompauUia, na rua da Cruz ze, marca, Taz renda, e engomma, lulo isto
"* Icoti muila perfeico e ligeiresa, lio perfeita
Lu casa de J. Keller 8 cosinhriraodoccira, o fazo maisnrrnnjo de
Companbia, na rua da Cruz n. |cas.;um -Preio cosinheiio e barbeiro de
rr J [nic9o, muito fiel e de boa conducta : ni rua
SS. ha pura vender dous excel- larga do Rosario n. 35.
lentes pinos fortes, e de urna das
melliores fabricas, chegados lti-
mamente da Europa.
Vende-se muito em conti urna casa si-
tuada na Casa forte, leudo do frente duas
janellas e una porta, bom quintal com arvo-
ros de fruclo, e excellenle cacimba : as pes-
soas a quem sojonlhante negocio ennvier,
queirim dirigir-se a rua Imperial n. 79.
Tmxm para enyeiihos
Na fundicao de ferro de D.
VV. Bowman na rua do Brum,
passando o cbafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com prompti-
d5o, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao
comprador.
Feijao novo a 6,000 rs.
No armazem de Couveia & Dias, confron-
to a escadinba da Alfandega.
aafja,ai)AafcA*A#iafcAalfJa4Aa>a>a%*a1r
Botica homeopathica.
4 38 rua das Oruzes uH fr
9 lia para se vender algumis caixas |V
.4 ricas com medicamentos em tintura, j,
% Cada urna sera acompanhadB de um aje
frasco com glbulos inertes ,m|
$ meio de os preparar. *.
Vendem-se asseguintes sem-
Dabos.rabanos.rabanetesenr.- d e;
eos, ebola.eou-i.lrl(ld-if ,lf,ce ,,,.
'....., repulhuda,chicoria, senoulas, feijao
carrapato de tris qualidades.ervilba torta e
direita, fav,-10eotro de touceira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, o mastarda : na rua da Cruz n. 46,
defroaie do Sr. doutor Cosme.
Farinha de mandioca a 1,60o rs. a
sa cea
No armazem de J. i. Tasso Jnior : na rua
do Amorim n. 35.
Deposito de panno de algodao da
fabrica de Todos os dantos da
Babia.
Vende-se o bem conhecido pan-
no de algodo da Bahia, proprio
para saceos e roupa de escravos
a vontade do comprador assim
como fio de algodao da mesjia fa-
brica no escriptorio de Novaes
& Companbia, na rua do Trapi-
che n. 34-
Charutos de liavana.
Os melliores que leem vindo a este mer-
cado : vendem-se continuadamente, en ca-
sa de Bruno Praeger .& Companbia, Da rua
di Cruz n. 10.
rga
Cobertores a 800 rs.
Vendem-se superiores cobertores de algo'
1,280 sa "dous rscravos de lodo o servico, e urna
1,000 escrava quitandei'a : na roa llireiia n. 3.
i.isOj^QOOOOOOOOOC^OOQC!
looo' 0 abbixo assignido vend O
jjj o seu engenho Santa Alaria, jg
q ha potico levantado, na co- q
O marca do Cabo, o qual di
800!
610
dio branco muito encorpados a 800 e 1,000 Bnm branco de linho mullo supe-
ra, cada um, he uina pechincha que se est
acabando na rua do Queimailo loja da es-
trella 11. 7, conf>onto ao beco do Peixe Frito.
or, a vara
Dito
Riscadinhos do linho proprios para
Cortes de bnm trancado escuro de \hg$%^0 bos faz9oda> 0
[iiirn I111I111, a I, i '|Oi ':" '" rs> e ; covado
/0|. Dita uiais inferior
7'^ .', Cravataa para Descoco do excellentcs
Chegou a loja da rua do Crespn, 6, um padrfics
grande so-limento de brim trancado de pu- ', do m,napo|3o boa fazenda
ro linho, pelos procos cima; estes bnns nilo mais inferior
s3o de b.in. gostos.tanto para os gimouhos, ||||(1
como pira os serios. Chitas pira cobortis de bonitos pa-
FAIUN11\ SSSF, drOos
'JSS a v'^c coal 9 ennen',os Sibi- i
|(j r de Santa Cruz,C .cboeira, q'
1,8803 Queluz,e Gaipi, hede bons Oj
Vende-se urna orcta qno engomma bem
cosinha, o cose urna dita que cosinha sofri-
vel,-lava bem, e he muito robusla, e por is-
so boa para vonder ni rua ou pira engenho
urna din de 14 annos s:m habelidadrs, um
molecolede 22 anuos, 3 pretos mocos bons
para todo o servico : na rua dos Quarteis n.
O T24, segundo indar.
O'
1,100
320
800
610
1,120
3,500
3,200
3,000
240
mattas, trras de milita pro- S?
duccao e j4 demarca lo ; q
S igualmente vende, se assim O
convicr ao compiador, tod j
q a lavoitr.i; esta venda se ef- q
O fectun para pagamento do O
O credor e bypotbecario do
dito engenho, Jos Marques q
q da Costa Sos res : quem o Q
de muitosuperior qualidade e ni- ^^^^'^^u^^lg pretender, diriju-se ao dito |
timamentc cliegada a este merca- eos os pretendemos se agradarao, o lempo |J engenho, ouaorelertfo ere- q
1 1. J_ a_____:_- ha nrnurin n o 144 Bfllaai mei'UI arahm .^ j .. f?___^_L- J W..a. \l m
do : vende-se na rua do Amorim
n. 56 e 58, ou a tratar com Ma-
noel da Silva Santos no caes da
Alfandega.
Aos senhores de engenho lavra-
dores e mais pessoas que tem
e?cravatura, a 800 ris c 1 oo
cada um .'! !
Na roa do Crespo n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Dias, tem para venderos muitos afa-
mados cobertores de algoJSu brinco muito
encorpidos, fazenda de muita duracSo sen-
do a 1,000 rs. os grandes, o a 800 rs. ns un
pequeos, assim como as mais deli
chitas frnncez>s de fluissimos panno
vos dezenhos, sendo fazenda doutffj mo g0S.
lo erares muito (xas, a 320 |'S7c,ia cova-
do ; assim romo nliiiias outras fazendas por
diminutos precos.que de ludo se dar amos-
tras deixando penhor.
A 5,000 rs. pequeos, e 5,500 rs. grandes.
Vendem-se chapeos de sol de seda ingle-
zes de superior qualidade, pelos precos ici-
mi : na rui do Collegio n. 4.
Vende-se fardo de muito superior qua-
lididr, 1 4,000 rs. a steca : no armazem de
Couveia& Das, no caes da Alfandega.
Cambraias de salpico.
Vendem-se cambraias de salpico branco e
de cor, muilo finas.com 7 1|2 varas, a 4,500,
ditas brancas, com 6 l|2 varas, a 3,000 rs.,
cortes de cassa coila, muilo finos, e cor fi-
za, com 7 varas, 2,500 ; na rua do Crespo,
loja da esquina que volla para a Cadeia.
Crande sorlimento de pannos fios e
casemiras.
Na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a Cadeia, vende-se panno preto
fino, a 2,800, 3,200, 3,500 4,000, e 5,000 rs.,
e francez mullo superior, a 6,000 rs. o ro.
vado, dito azul, 4,000 rs., dito verde mui-
to superior, a 4,000 rs., corles de casemira
preta entestada, a 5, e 6,000 rs., dita fran-
ceza muito elstica, a 8, e 9,000 rs ; assim
como de cores, dos mais modernos gostos,
por preco commodo.
Com toque de avaria.
Vende-se madapoiao.a 3 e 3,500 rs. a peca,
algodSosinho liso, a 2,240 e 2,560, dilo tran-
cado americano com 25 varas, a 3, 4 e 5,000
rs.: ns rua do Crespo, toja da esquina que
volta pirtlCideii.
he proprio, a ellas antes que se acabm.
Navallia para barba.
0 dor. Engenho de Santa Ala- Q
O ria i5 de novembro de i852. O
Vendem-se navaljias para barba, as mais O Tbom. iz Marques da C'os- 2
sOperiores quo tem upparecido no mercido, i v u S
pelo diminuto pro;o de 2,000 rs. cida umi Q "* COares. Q
em estojo : na vessa para oljueimado, loja de miudezas n. linlieiro vista
2 A junto ao deposito deiP3o., | er po r / compr,r>
Loja nova rua do l^fespo n. 9. 'p0ig 0 gancho de quem vendo (lea as mana
Vestidos desolim p grosdenaples ornados dos compradores, e sempre fleam logrados e
de blonde para 6/jamento,os mais ricos pos- mal servidos scus irnos ou senhores; no
si veis ; rhili^fcnrezas finissimas, padres aterro da Boa-Vista n. 49, taberna nova pin-
miudn,h/5, os n(1jS modernos, a 320 rs. o co- tada de azul, vende-se o srguinte :
i Manleiga ingleza superior
\ Dita franceza
llantrel Cn d0 melnor
" Esermacete
Chapeos broncos
Vende-se na loja nova da rua do
n. 8, chpeos francezrs do massa brancos,; ni"'.'"?^'
nars homem pelo baratissimo preco de 4,500 .. ,..,..
.a- .._ --------*.. .1.. ,.;..'.. Carnauba om Velas
Farinlia de rumia
ranhiio
do Lisboa
rs. cada um, gorgur3o de cores proprio pa-
ra palitos pelo barato preco do 800 rs. o co- h",""j' y"
vado, bnns de linho com coies de marmore j.L* .!
tambem f*zenda que esta muilo emmoda"
para palitos pelo barato preco de 320 rs.,
timbem bi um completo sortimento de gr-
valas de seda de todas as cores.
Vendem-se relogios de ou-
ro, patente ingiez, de um dos me-
Ihores fabricantes : no escriptorio
de Bussell Mellors & Companhia,
na i na di Cadeia do Kecife n. 36-
Vendem-se vinho <5e Bor-
deaux em barricas, fiascos com su-
perior manleiga, latas com sardi-
uhas, gigos com serveja de supe-
rior qualidade, tudo chegado lti-
mamente pelo navio l'ernambuco :
na rua do Trapiche n. lia
Vendem-.-e latas com ervi-
Ih.is, caixas com velas steorinas e
cabos de manilha : na rua do Tra-
piche n. n.
Vende-se um prelo crioulo, de 20m-
nosdeidade, perito ollicial do sipateiro, e
coui principio de bolieiru, bem postante e
sem achaques, o motivo so dir ao compra-
dor ni Soledade no sitio dos quatro leOes
a qualquer hora do dia.
Cal muilo bom
Gslrellinha para sopa
Assucar refinado bom
li to immediato
Ervilhas
Sevada
Painso, a cuia
Mili.....I. i.la
Azeite doce, a garrafa
Vinagre de Lisboa
Dilo
640
560
2,240
720
!,90
280
160
140
320
160
210
1U0
80
120
100
560
800
600
120
80
240
Altencio.
Na loja di rua da Cadeia Velha n 26, na
esquina do RecC'i largo, vende-an uro por-
cao de chitas finas, sendo pelo prec de
5 000, 5,500, e 6 000 rs cada peca,muito boa
fazenda; aasnn como se vendem outras fa-
zendas muito barata.
Vrni'e-sn urna mesa de jiotir de ami-
reilo que aoommola 12 a 14 pessoas : na
rui da lio la n 52-
Vende-se um escravo de nicfio, multo
boro pideiro.e bem robusto para qualquer
servico, o n3o lem vicios, o motivo se dir
so comprador: na rua Direita n 86, pada-
rii.
Vende-se um cavallo bom esquipidor ;
ni cocheira doSerra, ni travessa da rua do
Sol.
- Vendem-se cinco forquilhis de ferro,
um braco de balance, um peso de arroba, e
um encerado grande : na rua da Gloria
n. 18.
Vende-se tima bonita negra
crioula, com as habilidades seguin-
tes : -- lava bem de barrel, cose
chao, cosinha o diario de urna casa
e vende na rua ; a tratar na rua
da Cadeia n. 9, casa da Viuva Cu-
nha GuimarSes.
Vendq-se um moleque de bonita figu-
ra, sem vicio nom achique, para o mallo 01
para fura da provincia: na rua da Praia
n. 17.
-- Vendem-se bicudos, pititivas, amidas
e curi, muilo bons cantador s \por seren
do lugares proprios : quem pretender, diri-
ja-se a casa de pisto de Jacintho, no Recife.
- Vende-se por metide do seu valor urna
parle do engenho Caite da freguezia de
Iguarass, pertencente a Amaro do Reg
Barros : a entender-se com oSr. Dr. Joa-
quim Jorge dos Santos, na cidade da Victo-
ria.
-- Vende-se om escrivo de 22 annos do
idade, muilo robusto, e bonita figura; no
beceo d 1 Quiabo n 12, bairro da Boa-Vista.
Vende-se urna negra por 200,000 rs.,
boa quitandoira : na rua larga do Rosario n.
22, segundo andar.
Vende-se um hom-pinino ingiez de ox-
cellenles vozes ; na rua da Cadeia do Recife
n. 53, S"gundo an lar.
fWfWfVffWfffVff WtV
*l)e psito de tecidos da abr-*|
a> ca de Todos os Santos, -ag
0. na Bahia. ^
a> Vende-se em casa de Domingos Al-afi
ves Malhcus, na rua da Cruz do Re-8
J rifen. 52, primeiro andar, algodoo^S
*" inusado daquella fabrica, muitopro--*''
J prio para saceos e roupa de escra-i
A vos, assim como fio proprio para re-2
i. des de pescar e pavios para vellas,<<
ja> por proco muito commodo. -ag
***AA^AA1iAAAA**i
Q- leo especifico para cunr a caspa,con-
tina a vender-sena rua do Rangel, a 640
ra. cada frasco.
Verniz do gomma copal contina a
vender-se na botica da rua do Rangel, s
1,280 rs a garrafa.
ISIJ1U-
lisera vos fgidos.
Azeitonas
Diludo se da amostras, e ainda se fici
obrig 10 a quem vier comprar, Irazeododi-
nheiro para pagar a bocea do cofre.
Para devoco.
Na mesma loja aeima tem lindos cruzei-
ros com a imagem do Rudemptor; de metal
tanto dourado con.o pratiado; tercos de di-: vir escolher a sua satislacao;
vei'cis formas e cruzes peuueuas tudo \M !_.
muilo perfeitoe ror commodos procos. I % ven(le-se a dinheiro a Vista,
Veiide-su una saia do bretauha com.bo-; 3 e ll3o HC fll luncatliento 3
nilo labyrintho de ll|2 palmo do largura, o i a ne8Sa a|J|lmB ,,'- nSn rer
muilo bem leito, por preco conmolo naT* iiguma, por nao wr
lotera dv provincia.
Na rua da Cadeia do Rccile n.
j4, loj de cambio de Vieira, es
lao venda um restante de bilhe-
tes, meios billieles, decimos c vi-
gsimos, da loieria do liosario da
Boa Vista, cujas rodas andan) im-
prcterivelmente no dia a5 do coi-
rente mez.
-- Vonde-se qualio escravos s saber: umi
parda de conduma que cose, cosinha bem,
engoma liso, e faz to lo o servico de casa ;
adverle-se que no se vende pira o Rio, urna
prrla muito prondada quo at borda, faz la-
byrinlbo, ma-ca, engoma,cose.cozinha per-
feitamente, una outra preta por estir gr-
vida de5 ine/i's, que cosinha, engoma liso,
e he compradora ; o um prelo muito fiel,
que cosinha, sangra, faz barba, e amla : na
roa larga do Rosirio n. 35, loja onde se re-
ceben escravos para vender porcommissSo.
*s m* vmwwsm m mmmmia
xy Aviso ao publico.
O administrador da loja
i das seis portas em frente da $
r igrejn da Livramento, tendo J
fe a vender porcao de fazenda, 3
i bem sorti 11, tomn a delie-
\ racao de as dar por menos
j} do custo, mais barato a peca
J do que se vende nos arm-
is zens inglezes, e a vista das
8 fazen'las e precos se conhe-
| cera a verdade. Esta 1 ja
I e;t aberta das 6 horas da

j :
-No dia 14 do correle desipparecnu da
Torre, sitio do Toque, o escravo Antonio
com os signaes seguintes : cor preti, repre-
senii ter 40 50 annos pouco mais ou me-
noi, rnsto drscarnado, tem junto ao olho,
procu'aiido fonto urna cicatriz que parece
ler sido um talho ; he muito esperto tanto
no i ra un um como no anuar, e oostnma
Igumis vezes embriagar-so ; levou cal-
Ci de algodSo azul, jaquela preta, cha-
peo de couro. Ha descoufiancas que esteja
mesmo pela Torre oceulto e trabalhaudo em
ceita casi, quo dizem, costuma a comprar-
Illa furtos: roga-se aos capit3es de campo,
autoridades policiaes, prendara e o Icverifa
seu srnhor Francisco Civalcante dnAlbu-
querque, ni rua do Livrameuto, n. 14 quo
se. recompensado.
-- Drsappareceu no dia 17 do corrente um
rravo de nome JoSo crioulo com idade do
30 e tintos annos, levou caaiisa branca e
calca azul, estatura regular com falta de al-
guns denles, e muito regrisla.ps cimbados .
bichos, cujo escravo foi comprado aoSr.
Jos da Konseci e Silva, o por esle ao Sr.
i i ii'iM-o de Resende llego e por este ao fa-
len Jo Ascenco G-mcilves Kerreira, senhor do
enRenho Cicboeira .- quem o pegar levo na
rui Direita u.o.ioja de cali; idos,(no ser re-
compensado.
Desappareceu no dia 19 do corrento po-
las? horas da lardea escrava crioula de no-
me Victoria de dado de 18 i 20 annos pou-
co mais,ou menos,comoss -guilos sjgnars ;
crprea, um lano fulla, nariz afiliado, ca-
bellos carapinbo.,boca regular.beic,os finos,
bem parecida, Inisa eroforcada, esta grvi-
da de 5 mezes pouco maisou menos, pellos
om pe, te,ii um signal de queimaJura no
pulso da mSo direiti : levou vestido de chi-
ta todo desbotado que parece branco, cha- .
los do chita com assento azul e barra ama-
relia ji desbutado ; esta escrava foi vendida
pelo Sr. Antonio Jos da Silva Jnior JoSo
Corea orazil, morador em Garanhuns, a
este a mandou vender nesta praca por Jos
T MesFurtado tambem ahi morador; para
onde se sii|-l dalla der noticia certa ser bem recom-
pensado: na rua da Cadeia de S. Antonio
junio ao theatro velho ou na rua do Rosa-
rio larga n. 24, segundo andar; assim como
se erolesla contra quema tiveroceulta com
todo o rigor da lei.
-Desappareceu a 17 do corrente Manoel,
crioulo, representa ler 26 annos, alio, chelo
do corpo, sem barba, fecoes regulares, com
Mil i de denles queixaes, tendo todos de
frente, fallando em um um taco: tum os p>
lortos para dentro, que quando inda mng-
ira ser cambado ; he bem fallante o lem ar
alegre: levou roupa branca usada esuja, e
mais roupa, camisa de madapolSo, calca de
setmel branca outra de listros azues e ja-
quela de brim de quadro; ludoengommado.
I -i prelo era oceupado no servico de cozi -
riba, lio de supeor quo esteja em alguma
casa servindo como forro, sendo qut al
guem so esteja servindo delle, queira de-
nunciar-se, do contrario se usar dos meios
que faculta a lei: roga-sc as autoridades
policiaes, capitaes de campo ou quilquer
pessoa, o prendam ou fifan prender, e le-
va-lo ao seu senhor Antonio Rodrigues da
Cruz, na rua do Cabug, que ser genero-
samente recompensado.
Desappareceu no dia 6 de
'novembro corrente opreloSjbi-
v*l~ i-__-*- /'_____ :j..i_____-_
manl.aa as 9 da noite para J A ^ c -^
assim facilitar aos cliel-sde gl__ ____*___ ____ ___
familias e donas de casas, a
I mais ou menos sa annos, magro,
|i al o, e tem um talho no rosto se-
Smelhantc a urna meia la; levou
camisa de algodo da Baln, c cal-
j ca de hscado azul de listra larga :
quem o pegar, leve-o a rua da 5>en-
zullj Velha, armazem n. 144) <"'
rua do Queimado loja de miudezas n. 16 lempo de mandar receber.
VcnJe-se urna casa ierres, em chSo M.a>mmmmmmmm*L aanamtamitjaaa
proprio, rn rua de S.ula Rita n. 68: i iri-j --VeTddm-o7e"rde cabriTT'al"*" na Passagem no Sitio de Uellllio
lar no atierro da Roa-Vista n 14, loja. las, e esleirs de palha de carnauba de miis Goacalves Pereira 'iim8, quesera
--Vende-saum moleque cr.oulo idade 21 de duas varis de comprimento, ludocheg- "aVH"'-s re,c' ,?,, "**
annos, bonm figura sem vicios neiu ic.- 'do agora do Aracalv, por mui commodo recompensado tloaeil trabalho.
ques;avisti do comprador se dir o motilo, preco: na rua di Cadeia do Recife n. 4, '
da venda: na rua Velha n. 61. | primeiro andar. piras : Trp. n M. F. ni F4in. -1852.
I
MUTILADO '


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