Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03099


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Full Text
Anuo XXVIII
Sabbado 13
DIARIO IIK
de Novembro de 1852.
N. 257.
FEHMMBICO.
nxqo A DBonipqlo.
rmiaiiro Adukt.do.
Plr titmestre............4/000
Porsemeitre ............. 8/000
Poi ana........i.....IS/00"
PlSOftlMTIO DOrilMKSTKt.
Por quirlrl............. I/''00
WOTIOIA SO IHftlMO.
Para.... 53 nrrtuibr. Minas.. .1 deCutbi
Mtranbio. 31 de dilo S.Paulo 23 dedico.
Cear.... 5 de Novbr. B. dej.. J dedico
Parahiba 5 .le dilo Babia... a de >ovbr.
i*-d* IMla. a\UWroIa\8.
SSeg. Nlcoslrato. Jo i Oraa
9 Tere. edlcacao da !,e5. i' 10 hora a.
Rasillca do Salvador' |. r di civil,
lOQuart. AndtAvel-3. e 6. ao rneio-dia.
lino. Panuda.
li '.ini1.1 s Marilnho.'i, e6. ii 10 boraa.
I) Seat, S. I.evlno. 2, vara do civil.
laS.b. S. Zel'ina. |, eubidoiao melod
14 Dora '21. O Pairo- rUfo.
cinto da SS. Vlrgeni.Tercas e sbados.
maHi'ii.
Hlngoante i 5, a i bora e 18 minutos da m.
Nava 11, aa a bora e ii minucoa da larde.
brscente (8, aos o minuto da tarde.
Chela (26, ai < boraa 2) miautoa da tarde.
MtfUM o
Prlrnelra aa horas e <1 minutos da maahaa.
Segunda s 6 horas e 30 minutos da tarde.
I
afi#
raaTiBA so* ooaaiiM.
Oolaana e Parahiba, illlfuadas ikiiii-
f el ras, >( i> .
aio-Orande-do-Hortc a VletoriaTT qVilBta
felraa
llonlto, Caruarn.e Garanhun no l'r l&rfecad*
mea.
Flores,Ourlcnrv.Kxu e Boa-Vista l3 c2l
Ollnda, todosoa das.
Todos os Correros partera ao raelo-dia.
arOTIOIAi ISTBlHOIlBli.
Portugal 13 deOulbr. Austria deOu.br.
Hespanha 0 de dito Suiaaa.... a de dito.
F": ja.. 8dedito Suecla... 28deSribr.
Blgica.7. de dito Inglaterra 8 de Outbr
Italia..:'. 3 de dito K.-Un ido. 25deSctbr
Alemanha. 3de dito iMexico... iS de dilo
Prussia ..-.'derlito California 6dedito
Dinamarca 10 de SelbChlll. "0 de dilo
Rnsala... !9de dito | Rueos-A. J8deSelbr
Turqua. 26 de dilo Montevideo 5 dedllo
CAMBIO! D* 12 DB N( VXMBHO
(Sobre Londres,a 28 ', por 1/000 d.
I a Parla, 3,'o
I a Lisboa, tpor canto.
TAIl.
Ouro.Oneas lirspanhoiaa.v...'''. 29/0(10
Mnedas de 6/400 veihaa...... 16/iiCO
> de 6/400 noval........1H/000
de 4/000............... ''/"""
Prata.PaUeSesbrasllelro........... l/9p
i Pesos cnliiin nar lo........... I/!!"1
Ditos indcanos............. I/**00
EXTERIOR.
CllltOXICA DA QUINZENA.
Pars IV da setembrn.
principios." Nao tem elles por ventura em l Ab se rorveoturi se Intisse de estn -
sou proprio te reno muitss difllculdalrs pi-J dar sub-e o paiz ramillcicoes oceultas, de
ra rencor, muitos elementos que fermenta m normar centuria e decurias.de conservar
pi.icouter? As revolucocs do188 deixa- sempre alerta contingentes de insuman
ram po^s intacta su vontade de acco que que icio, que intelligeocia dos recuisos .1.
; tivessem elles a cerlea do levarem para o >assoeiac3o nSo so desenvolvera / Eis-iqu.
meio por cem por anno pira as apolices de
qustro ou cinco metes de prazo ; 2 por com
por anno para as de cinco e onze mozes; 3
por cem para as de um anno. Esta abun-
dancia de numerario he sem duvida -um sig-
aal de confanos pnra com o estado ; mas
sarUtOa de sua aclividade ,la vespera o o a ilvilsac.1i,, o sirva -lo pro, a quo conti a eslatis .ca he pouco romanes.* inlo tem
repouso do presenta.Quanlas vezes no da, iiuaoio* ain la a r.zer na frica; mas entre o encanto das le.turas que MMM
nao se .cha elle sorprendido confundin- potencias continenl.es, a pz nlo olTnrcce .rn.g.naco. Com ludo M^
do seus hbitos do p.ss.do com su. elisin- por-.venlui. hoje uma como nova earn-ira 'alo preciosos, constituem. |WI..prime ro
ci. actual! Se era um advogado, pleitea e loria Je um outro genero p.r. se prose- ivro no qu.l se possa instrur o verd.de ro
inda involuntariamente fallando; um ora- guir? N3o h. para o.povo europeu uma mu-, homem de estado que quer funiara polilt-
lidio d-problemas para resolverse em com-. ci na obserracSo dos interesses praticos.
muin, problema dedesenvolvimcnto mo- Contase de lord Benltnck, o qual luna
ral, de melhor.mento pratico, lo eommer- ido toda a su. vida um hroe das mo las e
co. do industria o ale esta quesillo do pau-|da elegancia ingiera, que, quando quiz,
perismo do qual osgoveinosao menos po-1 poneos annos antes de sua morle, erguer-
deriam brandar a gr.vidade, cnlen lenJo-, se como campeSo da prolercBo ente de
separa favorecer as omtgraces e estender Roberto Peel, comecou por onliegar-ss a
ao longe sobro ellas umi commum proteo- um grande Mima de todos os interesses
eflo t Eis-aqui poiscomquo alimonlar suf- agrcolas o industriaos para investigar as ta-
licient"menle a a'ctividatie publica. Intai-ril.a. amontoardocumentos comhinarosro-
hnii renovaras sultados Jo commercio desoupaz, e pste
trahalho obstinadamente proseguido e con-
cluido, o lio neo do turf, transformado em
leader da cmara dos communs, sabia maia
que- cifras : conliecia os secretos recursos
dorpolilico, paree--Ihe que agita sempro o
munJo com sua palavri,e conserva o gesto
do tiibuno ; um empregaJo, toma pela ma-
nhSa, sem errar, o caminho de seu escrito-
rio, e entretanto nao existe maisnen preto-
rio, nnm tribuna, nem repartiijlo adminis-
trativa que elles oceupam ; a rcalidade para
elles he a inaccio, a suspeosflo do movimen.
to que os arr.slava ; ha o repouso sembr
Mu ardenlcroento desejado quando se n9o
lem e que sorprende quelles mesnog, mesmo quo foss-i pos-ivel
queaigumis vezes pielnndem mal-dize-lo | miravilhas guerreiras du impe.io, ningiiem
quando estSo no goso delle', como para dei as quererla compiar a prego das niesmas
zar seus direitos eterna contradicefio da dee^pcOes. Perlonce aos trahalhojda paz,
alna humana! .a influencia moral e a aclivulaJe inlellec-
N8o he esta quasi.debaixo de um ponto do luil.se o podermos, alargar c mtinua lamen-
vista mais geral, a im.gem de nossa sita- te, e do algnma sorlo oxiiiinuir, e-tas fron-
c3o com suas sorpresas, seus elementos ; teir.seslreil.das pelos revezes da guerra,
complexos e sua suspensJo poltica ? Nos A ompresa he bailan tu seria para n,1o care-
lambem havomospassado da acc.1o lumul- cer do concurso de Mr. Klihu Hurrit. choga-
tuosa para a calma profunda. Quatitns hab- j lo Lllimamente dcLondr. .s to lo espantado
tos interrumpidos I quintas cousas poatas o munido da numerareis mensigens, allm .
em dispnnibilidade senBo oinilirem ,slo Me impedir que se ven um as m3os a Ingli-.ou so desenvolvem i Q ,e id erosses sor-
prazo Entre lod.s eslas cousas, se algumas terra e a IVanc, estando malquistadas pelus frem Em que paite do mundo a 'lluen-
ha que poderam leix.r vestigios mais du- descomedimontosdo 77i. Quom he, di-1 ca d.ranea procura .uginentar-se ?
radouroa do que ell-s DMUDO* ao abrigo das re.s vos. Mr. Eliliu llurnt t lia, ao quo para- Q"es lio as re aetlai exicUs entre os acon-
quaes a r'r.nca n3o viveu deshonrada, ou- ce.um de.t.-oCo bcruico do congrosso d. paz. lecimentos polticos e o movlmento cor-
ir.s ha certatnente que n5o cuslim mais congressoda pai, outra cre.CO de t848 mercial? Olba para os algirismos desle
a umpiizf.zor completo ibandono dallas, despros.da, eque durante estes annos es- t coinoercial do 1818: que commen-
por poueo que elle as lonlia auxiliado. Por t'aordin.r.os, levou sui existencia imbele- Un ottll eloquente de uma revolucSo
da poderosa Inglaterra, LorJ Bentinck o-
lirava como homem de estado inglez Abr
hoje estes immensos e methu lieos quadros
do comroercio : na reilidade, alravs das
cifras, o que haveis de descobrir he a vida
inosmo do paiz resuinindo-se em algumas
lim questfles precisas.Que recursos diroinuem
exemplo ilesahibltuar-se do espectculo loria do Pars a Francfort de Francfort a Lon-
quulidi.no dosclubs, das procissoea patrio- Jros.para fuudara concor lia universal o hu-
Hcas das demonstracoes facciosis Nao manlUria, o regenerar a educaeSj publica,
ima,nenle a Blgica pareca mostrar
bstanlo despreso pelo tratado de 1815 : or
quaes l'oram 'os resultados destn tratado.'
govaftip entregando aos pussuidores seu li
luid reformado, Ibes dara ao mesmo lempo
um bilhte a parte equivalente ao excesso
do juro que elles tivessem percebido duran.,
te os 10 annos, e p.gavel por semestre em
SOpr.zos. Desle modo nJo haveria nonhu-
in a dITerenca para o pns.su 11 o-, e a conver-
s3o estara desdo aquello momento consum
mada. Comprehonde-se finalmente quo nSo
garantimos oslas nolici.s : citamo-as porque
parecem ser uma das preocupaos dn mun-
do linanceiro. Todas eslas medidas s3o cer-
tamenle oussdas. Su ellas tivessem por liui
fazer refluir os capitBes para a agricultura,
pata os trabalhos da grande industria, l'.i
um grandoo ulil resultado ; frtra contribuir
singularmcnto para o dosenvolrimento na-
loral e progressivo da riquesa nacional,fun-
dando u em uma base mais solida, no pro-
prio solo melhorado transformado o fecun-
dado.
M i vintenio docommercio, medidas def-
nanlas, progresso igncoli ou industrial, lu-
do ibln tom seu lugar, sem duvida alguma,
na vida do paiz ; mas ino ha outra cusa
anida ? N3o na tambem um interesse pol-
tico de nm caraeter particular, da ordem a
mais elevada, all onde iotervem a intelii-
gencia, ondeseagita.it todos estes proble-
mas de elucicBo publica que ten atraves-
sailo tantas pilases depois de alguas innus,
o que tm lomado um aspecto to novo, 13o
havia outrora correles que nSo existem
mais hoja. Estas agoas vivas eram aa cren-
eas, os principios, sopinioes Iradiccionaes,
os sent melos generosos-o enlhusiasticos.
Qual sor o meio de l'.izor nanar outra vez
esta fonte esgolada i1 Estranha idea que Ihe
pretender acha-lo na suppressio do ensino
do Homero, e de Virgilio Nesle volume de
aVi3aas'que acaba de aparecer, ano qual
est este fragmento dos jovens de nossi e-
poca, ha alguns capitulos cheios de irona
humorstica, de verdade e de piradoxo : por
exemplo, os fragmentos sobre o proijrtsso
em mas relaqOs com o discpulo e com os mis-
Ires imprem considerada como exellenle, sobre
Jos fomo t alguns aulore di dramas moder-
nos. Mas por qu bisarr este volumu ter-
mina em pensamenlos (le sectario o em
caprichos contra a theologi i, na qual se faz
sentir o humor protestante i' Nos encon-
tramos em paginas inteiras e extravagantes
alguma causa das conliovorsias de Bossuet
a de Inflen, E a fllar a verdade, fra por
vonlura muito til, anda mes no debaixo
de um. forma sincera, despertar estas con-
troversias ?
So ha um meio do dar_seu interesse a es-
tas controversias religiosas : lie renova-las
acommn lan lo as novas condicoes de nosso
lempo. Mr. Augusto Nicols faz esto ensato
hojoem um livro sobre o protestantismo Mr.
Nicols, como lalvoz l>So de estar lembra-
ilos, be o auctor de uma obra de apologtica
chrisla, os I:tudes sur le C/iristianismc
da i)n .I uma hbil penna ji fallou entre
nos. Por mais que so pussa julgar. elle he
um espirito honeslo, convencido, instruido
alem disto as materias de que traa; lal-
vez que falte somente ao seu livro u.na cor-
la arle dn coni.posic.ao e u:na parcimonia
que torna a conlroversii mais' simples e
mais seductora. O o^igem deste novo traba-
Iho ho devida a uma publicac/Jo de Mr. Cui-
aot, r;i qual o bistoriador lanr;ava mao do
nlitim acontecniento grava vem perturbar
cata uniformdade. As grandes qnestOes
parecem pelo menos esgola Jas, e onde as
runfies revolucionarias eslflo longe de se-
rena extinctas, sentem cahir sobre si o pezo
de una compressao, de que se pdegemer
algum>s vezes oceultamante,eque se n3o
pode maldizer. A Europa t.mbem se res-
sentecm sua vida poltica d.sagitacOs por
que tere de p.ssar, o a estscSo nao to le la
para acordar o odio-e multiplicar os inci-
dentes. Ha mais rumores o motinsquea-
conlecimentos, mais trocas de correios o da
notas diplomticas que grandes peripecias.
Na Blgica, depois da soluco das dilTIcul-
d.des suscitadas pela negociicSo dos
uttitimos aju>tes ro-innei ei.es faltava
desenlacar a crise ministerial. Ella n8o
est ainJa hojn dissolvida. N'este mo-
mento lem lugar uma srena, na verdade
bastante extraordinaria. Tom-se visto que
papel singular O Sr. r'rere-Oibam tomou
para si em lodo este negocio ; elle se lem
ceiiseiva lo relindo das negociscOes com a
Franca o as tem tem mesmo censurado. A
ilcmi.-.oi que tiulia ddo, nSo a. quer reti-
rar, o enl.lo a cousa parecera sem duvida
bein fcil. Mas he aqu que comeca a com-
pl'e.n.'.lo bisarra. O Sr. Frcie-Orban n8o de-
soja que seus colleg.s relirem sua demis-
s3u, se elles o quizerem ; pretende impor-
llies a retirada, ao que mais de um delles
n3n esti promrto a subscrover de boa von-
tade, subretudo depois do grande resultado
obtido pela conven^So de commercio com a
Franca. Finalmente, dequalquer mincira
quo se. resolva esta crise, nao pareco prova-
vel que seorgsnisn um ministerio em con-
dlees definitivas e seguras, antes que o es-
pirito das novas cmaras se teoba manifes-
tado sobre alguns dos pontos os rpais im-
portantes da poltica actual.
A Blgica teve a fortuna de escapar aos
tormentos recentes da Europa e nSo tem do
sofTrer milito as suas cuusequencias. o
pensamnuto do Bossuet o de Leibnilz, pro mesmo nSo acontece com a Italia ; de uma
curando eslabelecer uma sorle de coocordi- extreinidado a outra da poninsula.existe ho-
la entre o catliolicismoeo iroteslantismo, Ije uma mistura de silencio e de prostracSo,
ou antes reunir as du^s igr-jas; em uma i na qual aa sonto multas impossibilidade
palava. Mr. Cuizol propuoha a/ua3o reli-
imprevisto nesles ltimos tempoi ? A ques-'giosa. Mr. Augusto n3o acha dlfliculdado
13o dos classicos an'igos continua a alimen-jom demonstrar qne a fusHo religiusa lem
tar as discussOcs eas polmicas. O livros pelo menos lanas probabilidades .como a
e as inanil'estac's se succedem. ntrelanlo
a questio em si nSo esta julgada soberana
mente? Ella est cortamente jolgida de-
baixo do ponto de vista do gosto, do espiri-
to do deseovolvimento intcllectual, e tam-
bem o est debaixo do ponto de vista reli-
fusSo poltica, o que n3o he dizer bastante.
Em suiiuia, em igual caso, esta palavra do
fusilo ii.io pode signilicar outra cousa, se-
n.io submisso. Entre a autridadc e a l-
ber lule em matoria religiosa, quo conci-
liac.lii lie possivel ? Note-so bem, que urna
gioso : he bastante pin prova disto, osen- vez ostabelecido o principio do livreexa-
timento 13o ingenuo, Ho formal que tantos' m em materia religiosa; nada he mais
membros eminentes do episcopado francez.idiflici que laze-lo parar, e|se por acaso se
da.les.1a e'regular, era a fobre, e tjdos que- lono.de.ois do jual nada mais ha son3o vol-, augmento ella lo,n a m.ior parte ( 118 mi-
remver-seliv.es della. Sment, p.ssado Ur as cousas serias hoes ;. A Inglaterra contaemnoss.s ro-
o furioso acc-aso, pormane-e osla especie Mu hoje mesmo que o piiucipo presidente! laOos com inercia esi por 463 milhOel, o,
delaxid.lo indiflDivel, a qual se Ira luz n comeca su. nova cxcur,ao em uma parte: Esta Jos-Unidos por 366. Um dos pizes que
da Krauea. Ello val percorrer o meio dia | esta mais em progresso taivez em suas Tela-
da, nao lie-i i .lio -ni.' i'.i' .mili a osla q
13o de estaliilidade de que fill.vamos, e que
para dizor a verda le, domina tolas as ou-
tras. Alm desta qutsl3o, onda esta a pu-
vnla ue um paiz pela ausencia de un inuvi-
mento pronunciado e organlll lo fra do cir-
culo em que obram os poderes pblicos.
Os acontecimientos tirnam-sa cada vez
mais raros ou passam desapprrcehid.s. Pa-
r ce que os proprios incidentes que su pro-
duzem, n3o excitamnenhuminleres.se. Em
poucos das ter3o lugareleicoi-s para subs- lilica do momento r" Esta em toda a parte
tituir depulados aos corpos legislativos, de- o em nenhuma parte. N.lo he as lulas ora-
rnellidos por tnrem recusado prestar jura- lorias, no antagonismo dos partidos no
ment ou lerom morrido; os successoros do choiue das opiniOes, as polmicas da im-
Sr. general Caviignac e de Mr. C rnot prin- ;prens que se deve ir procura -la Eli osti
cipalmentc s3o elaitos por Pars: quem so j toda inleira na accSo diaria do guverno,
oceups delles .' Quo movimeqto do o^iiii3o lias medidas a Iminislralivas, as uupstOes
se msmfcst ? Me urna especie de parausa- de industria, de convenio ou de (naneas,
eSoom tudo oque he puramente poltico, em urna pilavra, nestas c-in mil partic.ila-
paralisacSo que vem favorecer ou aggravar ridades que perteucem ao movimoiito pra-
a propru esl.c3o, acabando le despers.ro tico e loinam a primeira ordem no silencio
resto da sociedade que o ver3o polo deix.r das diseussScs goraos e abstractas. Onde es-
entre nos. E desta calma universal, doseio t a poltica hoje ? Esta na mslallacao do
deste paiz cansado de se mover cnocar-so banco do crdito territorial, o qual ola
em tu lo. qual he a nica palavra que so es- do principiar suas operacies, constiiuindo-
capa? Hea deeslaboluladc, a qual passa al* se dellnitivanicote em Parla, o na conc-s-
Iitii.ui va mente do poder para as populacOes sSo recente de um prcvlegio para a cons-
e destaspara o polcr. Sem duvi la entre to- trucc.lo de um palacio das bellas aites e da
dos aquelles que se s-irvem desta palavra, n indu.-tria no gande quadrado dos Campos
se servem desde muito tompo, cada um tom Elysios : palacio destinado para as exposi-
seu modo de cimpreliendc-o interpreta-la; cd-s animaos, para lolasas feslas civis o
c.di um tem seu systema particular de es- militares, para os espectculos grandiosos
tabelidado e sua receita infallivrl parara- quo aprouver crear a imaginario parisien-
lisa-la oas inslituices polticas ; o peior se. A politici rsl na instluic3o de um
disto he, que possuir muitss rcceits pode monto po em Alger, piadoso e triste bo-
equtvaler a n3o te-las absolutamente. nelicio da civihaacio,o no estuco pre;-
Entretanto h. uma especie do estahelida- criplo pelo ministro da policia dos moios os
de sobre a qual tolos coticordam, lio a dos [ mais proprios para destruir os bandidos da
principios immulavcis sobre que repous a'Corseja, para vencer este iiagdllo do vida
vida social toda inteira ;-deve-sa crer nesles e/rant, er-ninosa e sanguinaria pelo traba-
principios con urna l'ardenlp, ainda quan-: Iho, por uma sortn de nova tomada de posse
do fosse para exaliar o enobrecr aos ollios dosolo. Ella est ainda o sobretudo nos vo-
dos povos is provocacO"S que elles soffrein. tos contradictorios de diversos conselhos
Em lodo ocaso,esls aspiracSo universal he geraos que pedom, estesa liberdade de com-
desJe LyJo e Marselha ale Brdeos. A via| C<* com uosco he o Brasil, illossas reia-
,'em do principo l.uiz NapuleJo, sem duvi-iC(ie> com o Brasil so elevaram, de I86 a
la. n3o ho-letalmente estranha osla ques- '851, de VI a 73 uiillies. Com toda a Ama-
nea do Sul o commercio da Franca subi
no mes no iutervallo de 93 171 inillie*.
Lu sinuii.i, a Cilra geral do commercio da
Franca em 1851 ho da ,787 mullas, 1,158
millios de importado, 1,629 mil li -s de
e\ -o meen. O augmento de nosso com-
mercio externo om is.'il loi de 82 millides
urna resposta significan a aquellas que la-
/ tu da igit.cao pemil nenie seu iddl.l pol-
tico. A asitc8o permanente! lio o cami-
nho que conduz infallivelmenle ao repouso
absoluto Por ventura, esta historia n3o he
velhi como o muudu, velha como a expe-
riencia humana,o que cada gericSo nlo vom
menos enriquecer do um novo teslemunho
de orgulho e de indolencia ?
Ja se vio que os conselhos goraes, da sus
pirle, tiveram de se pronunciar sobre esta
quesUo de cst-bili ladepolitica Um s pa-
rece ter exprimido segundo a sua linguagem
o ; ensarnen i o de que o poder actual era suf-
icientemente forte para garantir as liberda-
des publicas. Um certo numero fez simples-
mente acto de adhe3u o de concurso ao go-
verno, applaudindo-orm sua iniciativa con-
tra i inarchia. Quesi sessenta delles, em
uma medida diflcreule, emiltiram votos om
favor da estabilidad*! eda cousolidac3o do
poder as m3os do principe l.uiz Nar.ole3o,
ou de uma roaneira geral. Nesle ultimo nu-
mero sSocomprcheudidos aquelles que pe-
diram o restabelecimenlo do imperio em ter-
mos formaes.
Finalmente,sobre este poni, a reprodc-
ese, de alguma surte oilicial, de um artigo
uo Morninij l'o.s de l.oniiies, diz quanlo se
pode desojar. Todas as prohabilidades ahi
sao pesadas, tolas as eventualidades previs-
tas. Uma dest.s eventualidades he digna
de observaban, e hoque um. nova transtor-
ii.co do poder em Franca, seria sim duvi-
da um objecto de descoulonlamciilo para al-
gumas potencias, mas que a paz do conti-
nente nlo seria perturbada em i|umiIo os
tratados nos quaes repousa a coiistiliiicaq,
actual ua Europa, fosseui respeitados. Nao
posauiiins como se sabe.o segredo das chan-
cellaras, maa temos a cuusa por minio pro-
v.vel. Com eAVilo, que intere-se teriam os
ovemos europeus em iccender guerras de
marcio,. aquelles a conservado da protre-
c3o conmeicial, o que mu simplesmente
quer dizer quo cid. dopartimenlo comeca
por consultar sous interesses. Quaromos ir
secretas Nada ahi se Taz,nada se conclue ; a
msrchi osta com espad. no pescorjo, o a ver -
dadeir. paz a ordem poltica parece ni i
fazer progressos As influencias revoluciu-
nariss anda cst3o prsenles, obrando sobri-
as populacOes por meio do terror, ou da re-
dueeo. Os emmissarios do Abazzini esea-
pam a toda vigilancia, o v3o dar emprego ao
lamoso emprestimo que se sabe, destioado
a satisfaz?! as operar;es da demagogia.
Nada ho tam curioso como ver sla dic-
tando suas leis e seus decretos occultameu-
te, e renovando a caria nolilica da Italia
)0 o cardeal aicbspo proponha aos ilous principios qne se deem anno del8l8, o ato por um boliomdi Asso-
de lletancon (a pionunciava no mesmo sen- as milos ciaedo Nacional Italiana, de 20 de agosto de
ti lo com urna precisan muito notavcl. I>e-| He o principio do livro examo que Mr. 1852,. Este auno he solemne, duode-
ve-se pois crer que lodos estes prelados Ira-! Auguslo .Nicols toma no protestantismo pa- crcto n. 108 ; el!c anima aquelles que aman
halbamsemo saber para a rostaureciTr. do ra doduzr delle o que ello chama o phihso- ,e desejam a uuidade republicana, dissipa
paganismo? Seu pensamento he muitosim- phismo, o pantheismo da Alletnanha o o so-I mais que nunca as illusfi-s dos federalistas,
pies: aoa seus olhos, i quesUo dos autores cnlismo contemporneo. Ora aqu se le- fere no corado os part lirios das monar-
omor-ga los ni i'istruccao publica, desapa- vanla urna objeccilu grava quo o auctor nao .chas censlilucionaos eche corno um peso
rocediintoda questSo do profesaorquo n- estabeleceu : eis aqu um povo essouci 11- mortal sobre os tyranos.. Eisaqui poi-
sina. o interesse superior.que reside ni eJu- mente protestante, o povo inglez, o qoal he | unio dos estados llranos e da Toscana
celo christa da moctdado. n3o pole ser ao mesmo lempo o mais anli-social do ,'-'la botn e bello moralmenle, comodisse-o
incumuilivel com o estudo de Homero o de mundo. Taivez que uma tal quostau levan- I com a conhanca de triumviro a Ituiia a o-
umadiscussSo'po''; eis-aqui ossonhos humanitarios des-
pdo negar, di outro la-' auljres proi....
do, pelas publcaciis parciaes fetas desde do senhor abbade Martin, inspirado pelo es- rio do lodos os dogmas religiosos. Sao estes
o pnncipioado auno, quo a cifra Ue noss.s' pinto o mais esclarecido, e o mais sabio, em lodos os Casos, os problemas que fazom
iransaccoes so encaininha do uma manoira'hea reputac3o eoneludenlo dos esenptos do esquocer por um momelo o inlorcsso das
singular para augmentar hoje. Que, para senhor abbade tiaume; elle demonstra o cousas mais Iliterarias,
ter uma ideia do desenrolvimeuto do co.n- que lem de perleitamenle revolucionario. Entretanto onde esta esle dominio de con-
mi-icio da Franca em um 13o longo nter- dobiixo do ponto de vista dis Ira liccoas ds sis liltera-ias t quo symplomas ah se re-
vallo, basta laucar os olhos sobro os resul- igroja, o systema que propende a suppnmir valam?que impulso su laz sentir, que
lados dos dous ou Iros ultimas periodos estudo da antiguidado no cns.no. Ni nova obra ipparece na noesia, ni historia,
quinquenaes. verdade, he cousa estranha que se seja o- no romance, no tneatro? Em r.co do litlc-
Km 1817 o commercio geral di Frang en brjgaloa provar que a igreja. deslo a sua ratura draiiu tica, o nico p odticlo lecenle,
do 1,566 inilhOos: cm 1810 tmha chogado origom, nao tiabalha na destruiQao de seu ho um pequeo drama de madarno Salid, o
a 2 mimares; hoi. como se tom visto, be proprio dogma pela proteccSo constante do qual poderiamos chamar um vaudeville, ou
do pe. tu de 3 mimares. Infelizmente a ci- que ella tem cercado 0 esludo das sciencias um vau loville a quo daramos o nume do
lia da nosso movimenlo martimo ..Vi est
em relacao com este progresso ; a parte do
pavilhSo de Franca nesto tolo commarcial
he apenas do *1 para 100. A proporsao es-
lava mesmo, depois de 1850, em diminu
980 com um cerlo numero de paizes, lies
como a Inglaterra, Allemanna e os Esti-
dos-Unilos.
l'oi vem ora ..lo ha isto um objecto digno
de iiii- i.e.lo para o nosso commercio e para
o goveroo, principalmente em presentidos
progressos da man ni.a das outras naco":..'
Itesulla, pois, deslo grande qiadro animal
do inoviuieiilo de nosaas traosacces, co-
mis longe e o estn lor a vita iliim deste nhecimentos do mais do um genero. A ig-
circuloolllciali' A polilici est ainda tam-f nificacao poltica n3o falla a esle livro.
bom no discurso pronuncia lo, um destes'Quando se eslabelecem hoje- estes graves
ltimos dias, por Mr. Dupin no comicio agi-{ problemas da lbenla le con.mercal ou da
cola de Cluoiecy. So elle nSo falla mais! P'oteccao. ho om esta publ.cac8o ni mo
como presidente da assembla nacional ou^ie ae ple resnlvelos melhor, afim de
como chefe do tribunal da relicSo, Mr. Du- "3o ibandooar o lado pralico dis reformis
antigs! Anda ha mais: o autor do tierrou- drama. Orams nu vaulenlle, he o Omon
aeur mostra n3oduvidar que deffendo una du Foyer. Madama Sand, ao quo pareceu,
llieso suslentda pelo piotestanlismo em escolheu domicilio oeste pequeo e gricio-
seu nascimento. O proteslsntisino come- so theilro do Cymnisio, onue ella nos lem
cou por cundemnir oculto di aoliguidide, sempro obldo resultado. Soso lembrar de
o passo que a igreja calhulic. o sustentivi ludo o que a auctora lem escripto sobre i
e propigava, pelo que se Ihe deve honrar co- vida dos artistas, das pinturas que tem rai-
mo por tudo o que ella tem feilo no iuteresse t) delle, conhece-sa pouco mus uu menos o
das lettras e do progresso intellectual. Em emon du foyer. Um certo reflexu do toda
aumma, permiltam-nos ainda uma ultima esta poosia dos antigos escripios de oadame
obseivac3o:quanto mais seguimos esladis- Sand se enoonlra aqui : pde-se ahisaudar
cussSo, lano mais ella muda do face. A suas lombrancas o seus conhecimenlos;
poi.rra mais hbil no servico dosla eiusa, somante tudo est em propnrclo com a-sce-
n3o nos parece apenas emprogar-se, senao na, acc3o, caracteres, paixes, pormono-
encobrir com tlenlo uma retirada verda- res poticos eslo em harmona com o thea-
deira. NlOV trata mais boje desupprimir o tro. Mas qoe o Dcmon do loytr nao estere
ostudo dos classicos amigos. Quem pode ter i ponto Jo levanlir um motim.-motim lit-
bem entendido, om falta de oulro.
pin nem por isto ho menos um dos lypos
originalissimos de agoratypo do bom son-
so recto a pratico, tan pouco sublil quanto
he possivel, o quo gost do ir forlalecor-se
todos os annos nos campos do Nivrrnais.
Mr. Dupin t-m em seu genero alguma
cousa da l.nguagem familiar do illustre ma-
rechal ugeaud ; elle lembr s po.'Ulaces
que o*escutam suas tradic-'s de probi.iada
como o melnor antidoto contra as sedcelos
revolucionarias; elle i..... uma verdadei-
ra eloquenc.a, quando pinla estas popula-
coas, no da seguinte ao da saraiva, indo
pedir uracOes ao seu pastor, como se ellas
se julgassem criminosas e justamente cas-
tigadas. Mr. Dupin advoga timbero os ros-
ques do Miman, amusca los de menospreso
pela musan do cirvSo de prdn belga, o
eis-iqui a quesillo da I.neniado coi.iu.eici.il
e da proleccoo quo lem anda aqui o seu lu-
desla natureza.
O que d.zomos do commercio om relacSo
com a poltica, pederamos tambem dizer
indublitavelmente das I.naneas As linancas
perteucem aindi a poltica, a mais grave tai-
vez ea ni.i.s delicada.
Vio ha urna opoiaflo linance.ra, em mo-
vimenlo de creJito que n3o lenha um alcan-
ce imporlaute, ou que o3o seja a exprcssSo
em cifras de alguma cousa de mais profun-
do. O dito do abbade Luis he s mi pm ver-
il nle.ro : as boas linancas s3o (ilhas da boa
poltica.--O governo tom lo nlo ultima-
mente diversas medidas, as quaes denotim,
ao menos da sui parte, uma corla seguranca
na ruoservar-,30 Uestes gran les interesses.
I'.imei.u que ludo, acaba de restituir ao
bluco de Franca 25 mili.oes; leudo entre-
gue ao mesmo estj>elecmooto utaa som-
mi iguil no inez ue juIho Elle achi-se hoja
gar. He assim'que pode miniar-so til- l.vre do emprestimo de 50 milhO-js foito ao
montea sea'so daum simples comicio agn-,i estado pelo banco no mez de maree da 18*8.
cola. Nlosesabe que feliz influencia po- Est satisfeilo pois um novo legado daquelle
doria exercer estas leunies livres e locaes. nefasto anuo. Como (ez o governo esto p-
Oque falta infelizmente Franca he o ins-jgamenlo ? Sem dunda com o dinheiro que
luirlo da associacBo applica lo s cousas : Ihe vem do todas as partes debaixo das for-
praticas; lio o que faz quo a vida poli- I mas divorsis di divida fluctuaiilo. Esta af-
tiea seja tao lustavel e Uo pouco segu- fluencia de diuheiro parece ser consideravel
ra; ella ...i > lem raizes ni reslidide; nao porquinlo para impedi-la, oSr. inmisiro di
se apuia em inloressus voluntaria mente rou-' la/onda diminua ao mesmo lempo o juro
nidoi, icosluinaios i soccorror-se, a escli- dis ipol.ces do thesouro. Este juro su acm
recer-se e a estimular-se mutuimente. I determinado hoje pelo modo seguinte : 1 e
cacao. Tractivi-se por icaso de dizer sim- meicados linda de uma tempestado em um
plosincnte, como todos dizem, que um pon- cdpo d'.gua. Consiste boje msto toda a no-
samento moral, christao, deve ser o meio di vidide?Fra este o momento opporluno
educacSo publica ,' Na verdade, pergunta- para a iulelligencia o para j iilleratura co-
rlamos entSo, para quo tanto molim e tanta mecir a obra, lomir algum vigor ; levan-
eioKuencia em demonstrar a superiorid.de larse poralgnm osfor5o corajoso. A politi-
dolat.m daididomelia sobre o lilim do ca n3o Ihe conteode mais a alinelo; as
Virgilio o de Cicero ? discussOes parlamentares nao .halan, sua
Destas caprichosas polmicas, convem lo- voz ; o drama da ra n8o faz mais empalli-
dav.a que rosuliem ilgumas licO s. A pri- decer o drama do theat o. A impransa pode
moira de todas Jie certamenle o perigo d.s dir ibrigo as coinposicOes imporliutes o
thesus absolutas, quando sa traa de resol- meditadas ; a occaaiSo he opportuna. Ora,
ver questSode uma naturesa comploxa. A eis aqui tudo o que podemos achar para dir
segunda he que, apesar de ludo, sem que se a Franca o oncaulo de seus pr.zeres intel-
possa altribui-lo ao estudo dos auctores lectuaes : urna carreira por preco commo-
anligos mais quo outra cousa. existe um do e um raslolho de roajince-foliielim !
mil reil pin o qual he mister achar reme- Mr. Alexindre Dumis val descubrir is cita-
dlo. II* longos annos que reina uma ver- cumbas do liorna*! E dizemos que nlo so-
dadeira dobilitacSo moni que lem ido em \ mos uu povo instruido I Somos com ellei-
augmonlo, e se tem min.feslado debaixo lo; temos lovaJo a litlentura un pouco
de lod.s as formas particularmente seducto- por toda a parle, mesmo em nossa politice ;
ras n.mocidado. Queris vor descr.pto por tmente a temos abiulonado ah; on le el-
ii.na ueiina viva engenhos, o mordaz este la esta debaixo da ruinas ; como sahira des-
mal da mocidade contempornea ? I.ode uma tas ruinas ii.tellecluaes imontoadis i nov
obra escripia por Mr. Tepffsr em 183 com flor da inspiracao? ,,,.
o titulo de Adolescens da nolre poque entila- Quanlo moslramos esli pinljsiclo om
"'de* ume trwre%Vw" e aBOacida, p'aixao dos povos se eufriquece, os gover-
que c.eseeem um terreno ecco, no qual nos louim outra vez leu ascendente. Ne-
caoa, as conaequencias da revoluto de 1848
se desenvolvern) tunbem. Guerrazzi com-
parece porania um tribunal de Justina, de-
pois do Iros annos do capliveiro.
Pde-so leii.brar dos mesmos processos
julgadosem aples. Nos Estados dmanos
a paz iieinanli... pela presenga de nossss
tropas. Espalhou-se um momtnlo o rumor
da ev.cuaclo prxima dos estados pontifi-
cios pelo oxereito francez ; este rumor fui
desmontido pelo llloniteur, eo que desmento
ainda mais, lio a uatureza das cousas, he a
siluaco de Roma O general de Colte, en-
viado Italia, o que t-m todos os ttulos
precisos para exercec utilmente um com-
isando em Rom, tem sem duvida por mis-
s,1o observar esta iltuiclo. Se as forcas
francezis v.erem a fal'ar, he muito pira te-
mer quo a rcvolucSo nSose desencideie ou-
tra vez. A isto responden! que o exercito
austraco estara all, e he justamente por-
que o exorcito da Franca n3o evacuar o
territorio pontificio 13o cedo.. NSo eremos
que o governo romano so illuda a este res-
peito, eesteja oisposto a reclamrosla eva-
cuado. Todava ha pan ello no reslabele-
cimento 1e uma paz solida em Roma, um
grande papel que ropresentar; esle papel
est na iniciativa do todas as medidas jus-
tas, dos melhoramenlos pralicos, das refor-
mas que nlo dizem espeilo a c .nslituisSo
da igreja. E em todo o caso, nlo he por ven-
tura, o.ii Inste espectculo esia esterilida-
decomquea revoluclo veio ferir as inteu-
Qfles generosas desle granda e benigno pon-
lilice quo pareca abrir na sua elevado
urna nova hera para Roma e para toda a
,t,li,? A
Voltaes visla para o oulro lado da pe-
nnsula meridional, para a Hespanbi e Por-
tugal ? Aqui i vida poltica sa reveste de
um outro carcter. A Hespanha continua
a ibsorver-se nos trabalhos maleriaes cada
da ha uma nova concessSode camiuhos de
(erros e o governo s oceupa ao mesmo lem-
po de uma quesUo gravo, a suppressao da
administrado do tabaco o do sal. No reino
visnho, he muito diflerenle. Poitugal tim-
beo! lem do so debater em umi destis silua-
efles falsis que criim is revolucdes. O ma-
rechal Saldanha, como se sibe, chrgou o in-
no pissido to poder por uma insurreic3o
militar dirigida princpalmeule contra o
conde de Thoror, e no qual ho auxilildo
pelo concurso do partido exaltado, os selem-
bristis, O mus difllcil para elle presoiite,--
menle, he desfazer-se dos setembristls e
procurar no partido conservadur uma lo. -
i que n3o revert em proveito do conde da
l homar. O velho niarcchal est oceupadn
om resolv/r problemas do equilibrio, os
quaes no/parecom quo eslo .cima de seus
hbiles e de suas facilidades constitucio
naes. llalli uma son de mov melos con-
tridictorioi, dihi tambem a crise ministe-
rial que seiba do ter lugar em Lisboa e quo
MUTILADO
I


m
1 '
cxtlrpou 'lo gabinote rnrtugue* o elemento
liboral, representado pclu ministro dos ne-
gocios extrangeiros.o Sr. AliicMi Garrell.e
pelo ministro da jusliqa, o Sr. Seabra.
Ella caula noi parece inuilo nuil veadadel-
r.i que a hliloiia Franca. Onde entlouma aproximarlo se lor-
niva-poiiivel com o parlido conservador, e ci-
ta aproxiniaco era laulo mal ueceasarla aoles
da rcnovafo das corlea ltimamente diisolvi-
dai. Parece que se segiiran nrgociaces que
noliveram aesulladn, porquanto o conJc de
Thoinar acaba de publicar urna lorie de inaui-
felo no qiial pedeaos mu partidario! que nao
toinein paite no nioviuiento cleitoral.o riiial de-
vora ler lugar pioiiiuamcntc. Que far Salda-
nha ? Com que pode .elle contar, nao leudo
mal o apolo dos leleinbibtai, que o declaran!
traidor.acllc e leus collc.ai. c sein o auxilio do
partida comervador, do qual o conde de Tho-
narheo orgao 1 Far sem duvida como le ni
fello at aqu, governar.i mpoilaodu-ie pouco
com as cunaras, auloris.iidn por decretla ar-
recadaciiu do imposto, faicndo de sua propria
.mi ii nladc o que elle chama comai uleis, c pro-
vavrlmenle levando por Islo Portugal para a
borda de urna nova revolucan. No mel dcilai
crises confusas, o que ba man significativo, he
a aparico da eiquadra Ingltia nal aguai do
Tejo. A Inglaterra n;io perde de villa a Hoilu-
gal, parece para eiperar 01 acnuicciiiieiiioi c faier
que revertan! fin leu provello.
A grande preoccupicao da Allemanha he
semprca quesio do /.ollwcrcin lie costu-
inc na inargem opposta do Hheno racio-
cinar milito antes de decidir. O negocloi
nao M'iun tidoi por bem feltoi, ic por acaso
nao se llvessc empregado em elabora-lol, lodoi
o recurso! da dialctica. A 7 dcite inri le jus-
tamente um anno que a Prusila conclulo com
o Haoovcr a convenco que determlnou a criae
presente. Minios congrcuos lein debatido em
\ i. mi.i, Dariniiadt llerlln, quesoio de Mbei
le a anliga uniao dai allandegas datarla ser
modificadaconforme ai inteocOei da l'russia.
ou da Auitrla. Entretanto o ilebalc nao est
anda terminado ; c apena! se pode duer que
lein dado algn! panol. Todas as subidera da
lgica hu ildo, diicinoi nos, emnregada al-
ternadamente pelos duus inlcrcsse que se de-
baten!. Astliu desde o principio, a l'russia de-
clara que tcm em vista apruiiuiar-se o mar
qnefur possivcl do fin dos divenos estados al-
lomaos, irlo he, de una iinlai de alf andegas de
todos os paites da confederaran. Stni a Prussia
o ii ni dito desde aquella poca, ella nao
exime disto, quer aprosiniar-se do lim o maii
que he possivcl; mas tiiicndamo-noi. leos
gnarde de querer alliugir este liiii. He pelo
contrario, o que ella nao quer, porque a unliO
de todos os estados loderacs debalxo de un
mesiuo rgimen de llfeadegai, nao seria menos
que a abdicacfio commerclal to gabinete de
Berln seguindo a sua abdicacao poltica de
1850. A Austiia nao lica atraz de sua rival ties-
ta lula de meias palavrai, de subentendidos, de
reservas de toda a nalurcta. tluvi o gabinete
de Vienua : elle nao teui o pcnsainciilo de dis-
putar l'russia a direcc.'io eninineriial da Alle-
manha. Anda que presidindo a diea germ-
nica em virludc de um previlegio federal) c
mus forlc por si s do que ludo! os estados da
confederacao reunidos, a Austria nao aspira
panilhar com a l'russia a presidencia da nnlao
daalfandega, encorporando-sc a ella. Ella u
prometi, Alm dislo, pede ella tuna uni.io lin-
nicili.it ? Nao, pede um simples tratado de
eoinmercio oqual ponha o zollwrrein em esta-
do de apprecar o que elle pude ganhar, anne-
xando-sc Austua, salvse elle quitar con-
cluir com ella urna uniao infinitiva depois de
alguns annos de experiencia. O gabinete de
Vienna qur smenle que o principio desia
uniao leja desde agora aduiillido entre as es-
tipulares liiiidainentaes do novo yollwcreln
prusiiano. Cat'a um deles pontos lom dado lu-
gar, de partea paile. a olas as mais domas a
contra notas, a offieUu os mal engenhosos, a
protocolos, a ultimtums repelidos, em urna
palavra a lodosos ineios de aeco de que a di-
plomacia dispc. Verdadeirameiilc fallando, a
l'russia, cuja causa parcela compronieltlda, ha
seis inezes, lem depois de algara lempo ganha-
do terreno. A Austria nao sustenta mais una
thesc com um vigor lao extremo ella nao re-
ceba mais as inesnias aulmacdei da parle dos
estados do mel da. seus ainados, ao prlnolplo
i.in Intrepldose ag ra vacilantes. A Prussia pro-
melle negociar um tratado com a Austria, logo
que o zoilwcrcin eslivar reconsliluido, mas
ih'i quer lazer uiu Iraicdo dlflnlllvo de naiu-
icra que embaiacc as resolucoc que ella possa
tomar no futuro. Esla firmeza da Prussia lein
causado tanto mais enalto qu DIO a elle nao
se eslava acoslumado na Allemanha. A aitllu-
dc aggressiva dos estados do nielo di a pinco-
dia pnacipalmenle da oplnlo i|ue ellos iioham
de sua l'raqueza. Elles rrcuaraiu dame da
Furopa nao esto mal hoje em eitado de hoi-
tilidadc sean com algumii prjpulscri birha-
rasda frica o da Asia. F.mquanlo a Franca
troca de lempos em lempos alguns tlroi de ei-
plngarda ronioi rabes, e Inglaterra ella
em lula de um lado com o cafres e deoutiqja-
do com o Hlrmans, a Huilla prosegtie tualula
sem Iregoa eutre as populayucs da Clrcaisla.
Al lufoimacOei que podlriam esclarecer a
situacao do exe/cito rusio no C'OCSio sao raras
e vem pela nialor parte da niesina fonle. Muilo
auccintas para salisfaier a cnrlosldade, ellai
lamben! lem o inconve denle de nao serem fa-
cis de ic examinar : he com dlfnculdide que
e pode loguir ai operacors que ellas referem
nene labyrlnio de monlanhai ImperfeP .ilc | _LE_r_..i'3 DA FREGUE7.IA DE SAN-JOSfi.
deicriplai peloi geographoi. Ella guerra est
aoi pi na Nova Granada; la derrota as le-
vanta e llics abre urna nova carrelra; ellas
chegam ao Per, e he ene ultimo pala que o
goveroogranadino aincafa boje com mas hoi-
tllididei, acciiiando-o de ler favorecido a ex-
pedlco do general Flores. Gomo ic vi, o trille
resultado desla lenlallva delxa pendente mais
de urna aueilo na qual ella intcreiiado o fu-
turo ineiruo da America do sul.
f (Rcvui da ileux Monda.)
2-
PERNAMBUCOs
injrila a vielsslludei que, em mais de ama oc-
raslio, leuibran nniias campanbss de frica,
anles que os grandes fdcos de rosislencla fis-
seui destruidos e os principad chcfci das po-
pnlacrles arabos pooi fura de combate ou
aprisionado!. Unjo, tribu opprlmlda pela ne-
celdado ic rendem com toda a apparencla da
lincerldade amanh/ia aproveltariio da primel-
ra ... i-1..., que !e Ihei offerecer pira lomar
onua ra as armas. I) anno passado.no finida
cainpanha do cilio um dos immedlatos de
ochainjl linha folio asilm a iua subinlssao.
Depois se pode conheccr que elle quera cilii-
dar de mais perto a forca doiruiso, e c
morto em lima tentativa de evaiao.
Todava osle anno, a cainpanha de eilio co-
mecou do lado doi Ranos por alguns luccessos
importantes, lioni que o clrcanianoi tenham,
como na malor parle doi calos, tomado a ollen-
ilva, ellc foram vivamente repollidos. Os Rui-
sos os tcm perseguido e penetrado em um cer-
lo numero de aldeias, qaeellei lem arrasado ou
loccudladn. Algumas vezes, noilei encentras,
lo circassiaooi dcfendein com perlluacla'patio
a passo suas poslcdcs ; mas quasi icnipre, logo
que se seiilem sem forcas, le ilrspersam para
se roiinlieni c depois cahirem de repente sobre
ontrns piir.toi. A topographia do aucaso.se
presta ailuilraveliirtiile as sorpresas: he o prin-
cipal i ocurso dos clrcassianos. lie fcil de con-
ccbcr-sc que com um igual syslem, ellos po-
dem ainda prolongar a guerra, mas como ad-
iniiir que o resultado soja em leu lavor?
O Mixicn Dio linia lautos elcnicntos de des-
lolucao .' Batido em Inedia de loda ai parloi
peloi Americano! do norte, enibaracado pelai
subievaces dos indios, he mister que urna DO.
va insurreica i vcnlia aggravar anda sua trate
llluacSo, Ella Icnlaliva de revolucao de um
genero particular, nao he liiulineiile letMO um
dos mil sjinploinas desla impoisibilidade de
vivor que parece aloriueiilar aquella Infelll re-
publica llena ve/, s.'.o as medidas vejatorias,
os tributos onerosos que provocaran! o mov-
monto em um dos oslados mexicanos, em Ma-
lallarn, e o que o tuina mais grave he que sub-
dltoa de diversos palies, da Franca principal-
rnentc, liveram desoltrer odiosos tratamrntos
.! is proprias autoridadi-s mexicanas. A ultima
legislatura do oslado de Mar.allan votou laxas
possoaes cxorbitanlos, ao que parece; a popu-
llClo a^iiou-se naturalmente e multiplicou oa
protesins c as iii'iiiifost.iciiej. Os Francezes
igualmente coinprchendidos Beata laxa, depo-
sern suas loclamacdes nas inaos do uosso vice
cnsul em Maaallan. Al hi nada ultrapassava
o lornio legal, quiudoo govornador redobrou o
rigor na arrecadacao do imposto, einpregoua
forca militar c fe prender por surpresa um
ceno numero dos que leclainavam, onlrc os
quaes eslava o consol hospauhol e uiuFraucoz.
Rreusando esto! ltimos pagar urna mulla
de zO ou 25,000francos, suas cavas c propieda-
des foram roubadas. Polis Instancias enrgicas
:lo vice-consul de Franca e dos agentes consu-
lares dos outros pai/.os he que elle! forana pol-
los ciu liberdado, o ainda assiui receberam or-
dem de doixar o oslado de Maiatlan. lie debal-
xo da Impresiflo desle faclos que a populacan
se mbli'vou. A 12 de julho, o govornador devia
e no dia 11 'elle era atacado no palacio
0< Su.
Volos.
I Dr. loaquim VilleladcCailroTavares. 2b
j i.-|.o.ii iri'n geral Francisco hapliita
de Almeida......................x
;i Tonenlc-coronel Joaqun Lucia Mon-
telro da Franca....................alo
4 Teneote Manocl Joi Telxelra l)aitoi.*j07
5 i.oininrri ianle .liislinn Pon ira do Au-
diade.............................201
( i h H ni ni ni i, o Jcielliglno de Souza
Peixe....... ...................... 108
^ Pioprietarlo Maooel de Almeida Li-
ma................................ m4
3 Empregado publico Joaquim Pedro
dos Santos liezerra*................ 191
8 Hr. Alexandrc Beruardino dos Rcii c
Silva............................. |93
10 Empregado publico Antonio Francis-
co Chavier......................... |9j
11 Empregado publico Joo lUptista de
S............. ................. 191
1^ Coramerclaule Amaro Benedicto de
Souza............................. IOS
13 Einpreg.do publico Jo.io Moreira de
Mi n luin i......................... 190
M Gapllao Manoel Joaquim FcrrelraF.s-
levoi.............................. i i
i i Profcsior publico Joaquim Antonio de
Castro Nunei..................... 188
l(> Fiscal Joo Jos de Muraos.......... iSS
17 Arllila Joaquim leincntc dos Santos. 186
18 Propriclarin Torcato llenriqurs- da
Silva.............................. 115
I Cniunierciaiile Joi Garloi de Souia
Lobo.....................,...... 184
"' Empregado publico Jos llrasllino da
Silva............................ I8J
'i GoiiimcrcianleJoaquimJoiTivarcs. I8l
SUPPLENIES.
O Su.
Volas.
1 Antonio Joaquim l'crreia de Garva-
Ino................................ 69
2 Dr. Francisco de Paria I.cmoi....... BS
.1 Manocl Ferreira Aecloli............. >'
i Jo,ni de Rrilo Gorra................ H
5 Antonio da "ilva Ginniao........... i
f Francisco do Olivrira Mello e Silva.. 5a
7 Goncalo Lopes Lluia................ *8
8 Joaquim Francisco de Paula Esleves, il
0 Francisco de Paula Melra Lima.. .. 41
10 Jusiiniaiio Antonio Alves Soaros..... 17
11 nayiuuiidn Nonato Chllk........... *b'
la Inuocenclo da Cunha Golanna...... 4S
la Joo Francisco Bastos de Ohvclra.... 44
H Claudlno Jos (Jorrea.............. 44
15 Joo Soarc da Fomeca Velloso...... 43
lli Domingus doi Panol Miranda....... **a
17 Manocl da Fonseca Mcdelroi........ la
18 Honorato Joicph de Olivelra Figuei-
ro.do....................,........ a8
19 Joai|iiim Jos dos Sanloi............ a8
id Joo das Vrgcni Molla............. 77
21 Jcnuino Jos Tavare........,..... a
buqiierqua 743
It Paulino Pires Falc3d 740
\i Jlo de S Albuqnerque 734
13 IziJ'o Ferreira do Mesquiti 732
14 Ignacio Velbo flarreto 731
15 Jo9o de Barroaltego Accioll 718
16 Antonio Mauricio de Barros 724
17 AiiIodo Honrique di Silva 720
18 Miiioel Jos doSoqoelra 718
19 Miguel Tulenlino Pires 714
10 Joaquim Pedro do hego Cavaleinle 710
21 Pedro Pinto de Miranda Ko'jies 70
li Francisco Manoel dcSoqueia 703
23 Jos Valentn Vieira de Mello 700
24 Antonio da Costa Mulins 690
25 Manoel Mstheug Gavilcsnte 685
ELEITORES DV FRF.CUEZIA DA GLORIA-
i- -. nli iii s Votos.
I Gaotino Corris do Amorim 663
3 Severino Gau lencio Furlado 663
3 Padre Manuel Gomes de Brilo 662
4 Joo Gregorio Xavier Osvalcinto 661
5 Alejandre Corris do Amorim 660
6 Antonio Pinto >i > Maltoi 659
7 Frincisco Xavier do Leite 658
8 Dr. ChiistovSo de Barros Lima Mon-
teraso 656
9 Antonio Jos Farii 650
10 Antonio Frincisco'da Costa Jnior 647
11 Juiquim Jos de Menezes 615
12 Jos Alexandrede Freitas Jnior 6il
13 Jiin de Frmci do Almeida 639
14 Cosme de Monri Cavalcanto 637
15 Jos Michado l'imentcl 635
16 Francisco Xavier Soares Albuqucrque 634
17 Jos deSouza Cabral 632
18 Jote Joaquim de Paivi 631
19 Francisco Correii do Vieira 630
20 \iiio ni l.uizPaulino 628
21 Jos do S de Albuquorque 621
22 Francisco Sonres da Costa 623
23 Mano.'l Jos de Araujo 622
Supplentes.
Antonio Cirnei'o do llirros 48
Antonio Jos da Cos'a Pimoulel 47
Antonio Jos nntclho 46
Ignacio Jos Huio.im 44
Jos Joaquim Bollicio 42
Alcxaudre Bezcrru du I cito 40
Sebastiao Dias 36
Jos Cavalcante Alhuquorquo 32
AnlonioGomes ne linio 30
Joo Beznrra do Moli 18
lislouo deS Albuquorquo 47
EI.eiT0l.ES DA FRF.GUEZIADOPAODAL1IO
756 volsnlos.
do govon'i'o; "tima pVrTc'd'aiTrpaVic'ruiila' ',)r- Josc atirii MdSCOsO di Vciga IVs-
populaco, c depois do um combato sanguino-j SOi. m
ionio, a niurreicao (laava senhora daeidade, Capilo commamlanto do lestacamen-
que o govornador era obrigado a abandonar, j lo JuSo Antonio Cirdozo
capitulando dianie da rebollio. Depois dislo,. pa,|ro Francisco d'Assis de Souza lla-
a iusurroicao parec- lor-se propagado c apode-, mos
rado da cidailc de Guadalajarra. Por mais gra- ... ..-' i0,,n.|Pl, n.rrsnva ra Silva
ve que soja cale movlmciito dcbaixo do punto U,^ IC,",n ,' "" "nz" Ua.S v*
de vina interno, oque lia de maii serlo, io oiTel"nl8 o1 Givalcantl il Allm-
tratanientos inauditos esereldos pelaaatttorl- quorque
dades mexicanas pata com os eslrangeiros.} Joo AnasUcio f'amcllo Pessoa
Nosjo mimslio no Mxico roclainou como de-I Alferos Porfirio da Silva Tararea
via contra eslas violencias Nao se pode crer T nenia Antonio Joaquim Camello
que o goveroo mexicano recuse ajiuu laliif/a- lir. Joaquim Canuto ne Figuerodo
ci devlda aoi noiso compainotas. Cousaes- Tenonlo coronel Louionco Cavali
li precisa do auxilio da Europa, que cites faclos
leu lugar, he no momento oui que elle esta fu.
toressado em altrahir as populaccs eitrangei-
ras qucihc icstvaui esles trataincntosl
Asseguram-uoj que se abriraui conforcncins
entre os governos da Franca c da uglaicua a
ameaca da dissolucao do xnllworoiu, c pi ocu- rrospeito de todas eslas complioacOeaj as quaes
rain cada voz mais aproxiinar-se do.gabinoie
de Berln, se fol millar para proteger osla ins-
liluicao- oxporimcntida por lautos sorvicos fe-
tos ao commercio allein'i. Km suinma, disse-
iiins desde o principio, traia-se aqui para a
Austria e para a Prussia, milito menos do una
rivaliiiadc comrnerclal do qua do urna quesio
de inlluencia poUlioe. Aos olhos da Ausiria, o
zollwercin, he a unlo restricta realisada na
nrdem material c quasi a poni de ler] con-
luinuiadana-oriloiii poltica : he o imperio Je-
vado commcrcialiuciile fura da confederacao c
amoscado de le ver bamdo dclla politicamcuie
como estere a ponto de o ser em 1848.
A Russia tracou, oni prosenca de nova plia*
se da crisc federal da Allomaulia, nina liaba do
conduela que he bom notar. I.iu 850, no mais
lorie d- rivalidade das duis grandes potencias
goruiaiiicaa, o czar Ib i muilas vezes consultado
em Vanovia peloi principe! da familia pius-
siana, pelo imperador da Austiia em pessoa, o
peloi ministros das duas corles; ello nn re-
catad dar sua opioiu ; fallou, foi ottvido, e em
dilniliva os conielhoi pacifico! que elle deu,
aliiu de evitar toda a agilaco europea, foram
leguidoi. Desdo oiiiau elle tem trocado novas
relacesamigavelscom seu cunhado Froderico
Guilherme e com o imperador da Austria; fi-
nalmente, elle molino foi no incz de inaiu de
1852 Austria c a Prussia, expz aos seus adia-
dos sua mancira de ver a respeilo da situacao
dada a Europa pelos acoulecimontoi de ,le-
zembro, e dar-lbea o !anio na peripecliva de
eveniii iluluiles que pozesicui em quesio os
tratados de 1815.' Sem duvida algiima, no uin-
mento dai comblnacea chimericas da Prussia
cm s.'iu, as preferencia! da Prussia eram pola
polillo da Austria, e anida hoje o gnbiuote
russo uo he boslil ao de Vicua. Knlrolautoj o
car nao lem as mesinas ra/es de desconfiar
ds Prussia. Depois da cunveucao d'OlmuIs, o
gabinete de Berln, segundo a expresso do Sr.
de M.men llr I, mi/1/" u i "ii i 11v ,'k. iu intoriia e
oxierua ; foi por iniciativa sua que a diola de
Francfort foi reslabole ida, c que a rcvoluco
recebeu o golpe murta! na Aileuianlia, O ezar
ful tocado desla mudanca de pnlilica; por Uto
tcm recusado, servir por mais lempo o ressen-
i uieiiio da Austiia para com a Prussia. Esla
atiilude do imperador da Bulla parecer mais
nolavel ainda, se lembrarmo-nosdo que o con-
de de Ncssclrode, um dos principaes autores da
lolervenco armada na Hungra, o represen-
tante da poltica allema no gabinete russo, ma-
mfcslava teudenciai pronuiicadaiein favor da
Amina. O Sr. de Muuieulfei oblcvc gauho de
causa. O czar fez responder diplomacia aus-
tiiaca que elle lgnorava a qucslao do aolhvc-
i. ni, ;e que ii.i i linha vootade de cstuda-la,
dcixaudu alm dislo enlrevir que cm seu pare-
cer, a Austria comiiiercialuioiite poda ser suf.
ficienle a si incsma, c que seus inlercsscs mo
Ihc ordenavam Imporiusaincnte que a cncor-
porasse ao aollwerein.
A Russia, como se v, nao dcixa de represen-
tar na Allemanha um papel de mediadora para
o qual oa gavernoi germnico! parecern menno
convida-la. Poucoi mezciba que o imperador
Nicolao panou em revista al tropai da Austria
c as da Prunia, < J ic renova na Hungra
graodei manobras, nas quses o czar se fai uffi-
ci i.ni me representar. Ha mullo lempo que os
aoberairds do nurte nao leem dado lautas follas
militares corno nesta anno pacifico e calmu.
ir-ic-ha na Verdadoqie ellc nao lein nutra
preoecupacao senao contar soldados. Estas de-
inonstracdei que ie repetem hoje com um i
l'ioqiienoia na l'russia e na Austria, e s quaes
o exar parece dar o iinpulio, nao noi inejuie-
tun pe lo o futuro. As testas militares da Alle-
inmili correipondein s foslas militaros da
Franca. Cremos que ella he a guerra que do
ambos os lados ealao dupoitoi fazer ; guerra
inofensiva que entrelm em cada pala o leoll-
procuraui facer do bnperio inesicano a presa
dos esladoa Unidos. Seu intcrciie he siislon-
tar o M.exlco como est ido independente ; mas
ha seinpro una coadloio iudispensavel; he
que o Meaico enruecara por su lem,i'-sc ou iu-
icrlor, c cm suas relaeocs inlcrnacionaes, ha de
reipaltar o diicilo, c fazc-lo respciiar para com
us eslrangeiros que vciihain contribuir para a
sua eivilisaco pelo seu trabalhu c pela sua lu-
luslri...
A historia da Amciica do sul nns reserva cada
dia inultos ouiros epi-odios extraordinarios. As
costas do occeano Pacifico acabam de ser o
thealro do urna destas expedices temerarias ;
como appaiocem inulta! vezei naquellei paizei;
,|uercmi fallar da tentativa feila pelo general
Flore para cnlrar no Kquador e reconquilar
ah a autoridade 6Utiiema. A America do sul
abunda em generaei depostos do poder, exila-
dos errantes cm toda a parle para arregiinen-
Ur partidarios,c abiircom mo armada as por.
lis iie mi i patria. No he possivcl que alguns
dosies generaos, soiupre proiuplos em tentar a
fui luna, sejaui sem qualidades reaes c sem ttu-
los recommetidavels.
Floros, por exempln, est bem loigc de ser
um ii iii' ni vulgar, elle nao pode esquecer que
he chamado pafa mandar. Occahido do poder
por una revolucao de 1845, elle nao lein ces-
ado, desde eolio, de nrganisar expedices que
se malograran! antea cousFgmu euiiilii'ii esta al dlaule de Guaya-
|Uil, e no territorio da repiiblicado Erpiador, c
o pcor he, que elle le fui bater como um allc-
res, que se insurgase para passar a general. He
preciso ler em conslderacao a situacao do pas
para ler nina lucia do Um delta expedita o. O
Equador liuha em 1851 um guvcrnu conserva-
dor.. Ora. sabe-se que os oulros estados da an-
liga l.'olombia caUo hoje no poder da demago-
gia a mais exagerada, Ogoverno da Nova Gra-
nada he puramente socialisia. i........ se hou-
vc a viziuhanfa com a publica conservadora
que dominava cm Quito ? A qucslao dus jesu-
tas velo muilo a proposito. Os jesuilas foram
banidus da Nova Granada, un, pelo coulraiio
foram recebidos com bjudade no Equador, O
goveruo granadino recianiuu contra esla recep.
ci hospitaleira, c podio a expulsiio dos jesuilas
do Equador, c como quer que oblivessc una
recusa preparou armamentos c deciarou a
gucria a aquella repblica. Entreunto, o ge-
neral I ii ni i. i|iu, ii / nuil revolucao no senti-
do democrtico, ic apuderou do presidente le-
gal, c iitilituio-ic elle mesiuo chele supienio do
oslado. As busliiidades com a Nova Granada
ceisaram, c a demagogia fes um pasto de mais
na America do sul, nido inslallar-sc em (juno,
onde ella boje reina, coiubiuando-sc, segundo
seu eoslunie, com urna uutavel dsc de despo-
tismo militar. He aellas oondlcdeique o geuc-
r.il Furos julgou o momeoto favoravcl para
obrar. Reuulo una mullidao de aveuturcirus
de todos o paizes, Americanos do norte, Chi-
lenos, Peruauos, em numero pouco mais ou
iiienoi de quinhriilos. Conseguio formar una
pequea eiquadia, c fenle delta esquadri-
llia he que elle te aprcicutot no uiez de junho
panado dianie de Guayaquil. Muilo lempo se
levou em esperar reforco e em combinar ata-
que!. Finaluieuii. Flores qniz operar um det-
embarque ; mas enlo os Cbdeoos o Iraliiram,
debaixo do pretcalo etpeciosu de que se Ihcs
devi, tris mezet de loldo, c Flores foi multo
feliz ciu caininbar cssenla legoas em lies dias
para alcaucar a frouleira peruaua, dciiaudo
seu excrcito quasi disperso de todoa* os lado.
Se por acaso se tralassc da auibicao de um bo-
nieni, oa verdade islo no seria de gi.'inde in-
lereise; mal a eipedlcao de Floras linba em
subslaocii um nutro sentido. A cita leulaliva
misada so ligara a mais gravo quesio : a de
saberse as inlliicnclas demaggicas, que asso-
lam urna poican da America do tul, lerao de
r;o Cava I can le
d'MIbliqilerqi.o
Coronel Francisco do llogo Albuquor-
quo
Canudo Mano.'l Francisco llamos
Tenento coronel Joronimo d'Albu-
querque Mello
C.siulSo Beruardino llarlioza da Silva
Tenonie Antonio Percira do llego Li-
ma.
Vigario Jos Rulinn Gones Pacliecu
Atieres Amonio Barbozi da Silva Cou-
U n lio
Escrivilo Francisco Joaquim radilhi
Tente Josc Carnoiro d Mota.
Alferes Jos Garca doSousa llamo
Alferos JosCoclliodo Mello
Capilo Francisco Cavalcanlc d'Alhu-
quorquo
Alferes Manool Jos, do Santa Anna
liis
Dr. Francisco dos liis Nunos Com-
peli
Cipilo Francisco do Piula Borges U-
oboi
Tinento Manoel Joaquim do Rogo
i .i i id Jos Maris dos Santos
Gapiluo Clllisiov3o il'l lu I,i n la i ;,,,i I
aillo
Cipilo Josod'Araujo Nunes
Dr. Manuel d'Uliveira Cavalcanto d'Al-
buquerque
Capillo Francisco da MolU Cavalcanto
Cipilo Jos Ignacio Corren de Mello
Cipilo Francisco Cavalcanto dos San-
ios
Piofessor Benio Fnncisco de Furias
Torrea
Teneote roroael Anlonio t'.on;alves
ClIUOiro u'Aibuqucrque.
Dr. Joo Paulo de Alirinda
740
727
727
720
718
717
712
711
709
707
707
707
706
705
701
687
681
681
678
S670
670
662
660
658
558
653
646
JUaY DO RECITE.
SESSAIIEM 13 DEMIVF.MIIRO HE 1852.
VreiiilenciatloSr. llr- Mexamlre Beruardino,
Promotor, o Sr. Dr. Abiliu Jos 'lavares da
Silva.
Esrriv&o do jury, o Sr. Joaquim Francisco
Esteros.
A's 10 horas e mcia da manha, foita a chi-
mada, verifica se estarem prsenlos 16 Srs.
jurados.
fJSr. Juiz presidente dis|iensi, por apr-
sentarem documonto legal os soguintcs se-
nhores :
Marcolino Joso Lopes.
M inrfel Ht-.n les Carneiro Le3o.
Antonio Jos de uliveira.
Jos Bernardino Poreira do Brito.
Amaro Fernandos llaltro.
Jos do Brilo ln :],/.
l.uiz Gomes Forroira.
Ignacio Manoel Viogas.
Multa em 15 00o rs. por laMar.m sam mo-
tivo, a cada um dosseguintcs senhores i
ndr de Sa o Albuqnerque.
Francisco de Paula Quoiroz Fonseca.
Jos Ignacio Ferreira Das.
Antonio i.H, u-1. 11-iiui.-,.--..
ii.i,' Valeriano liapiisia.
Jos Pachoco do Quefroga,
Gaelano de Souza Poreira tic Brilo.
Miguel Mandes da Silva.
Joaquim Jiivoncio da Silva.
Thomaz deCsrvalho Soares Brando.
Rufino Jos Fernandos de Fjgueiredo.
l.uiz Marques da Silva.
Joaquim Baplista de Almeida.
Francisco Ignacio de Torres Bsndoira.
Loil Jos Piunes do Castro.
Ignacio Francisco da Cunha.
Manoel dos Santos Azevedo.
Joo dos Santos Bastos.
OieUno la Costa Moreira.
Jos Cardozo do Queiroz Fonscci.
Joo Forroira Cavalcanti.
Vicente Ferreira.
Firmiino da Silva Amorim.
Silo i ur.-iiiiilns i.i urna supplomentar 32
senliori's jurados.
F.m seguidlo Sr. juiz presidente ada a
sesso para o dia 15 do corrale o dissolvo a
reunio ao moio-dia. **
I barril presuntos; a Delfino dos Arijos Tei-
xoira.
7 barra preiuntos e iilplcuis, 2 fardos lou-
olnho, 2 e'has ligas, 3 ditas notci e barril
vlnho ; a Fonles Si Imito.
10 barril preiuntos, 8 cahasirai mactl Jo-
s Francisco da Silva.
I pipa vlnho e II barril preiuntoi; I Fort-
nalo fardoto de Goveia,
I callao com prala em obra; a Moreira Sr
Dutra.
I cala panno de linho ; a Joi Joaquim de
Castro Moura.
23 canaslras albos, I caixa vollanle; a An-
lonio Joaquim de Souza Rlbelro.
10 calas nozei; a llernaidino de Atevcdo
Catnpoi.
1 barril vlnho, Idilopeixe, 1 caixa figos, 9
^rrliaieile-doce, 3 panuiras cebollas, I cela
alhos, 9 dilasvatiai, i barrica btScoulo: aAn.
ionio de \ imelda Gomes.
2 barris e 5 calidos vlnho,. 2 camstras cebo-
lai, I dita figo!, 4 ditas macas; a Carvalhoct
Irmio.
5^88 resten do ceblas, 3 cauastras macas
fardo pellos de lisa; a Joaquim .Magalhac
Bastos,
a caitas linhai; a Tarroso o. C.
I eiinlier dinhcro; a Rusas Braga ,\ C.
I calile folhetoi impreaot; a Jos Joaquim
Farla Machado.
7 cairas drogas, I laceo roldas ; a Maaoel An-
tonio Torrea.
1 cala pentei; a Antonio Joaquim Vat de
Miranda.
3a cadeiras de oleo, I caia inudezai, I cai
lote pedral de aliar ; a Joaquim Antonio dos
Santos Andrade.
I calile pi 'Ir s de afiar, 12 ternos condeca
e vimos, 3 fardoi cbapoi. 2 barriquinhai i nie-
las, l callao doce, I canaslras roluai, 16 dltai
alhos; a Diimingiii Rodriguei de Andrade.
100 liacas de vimos : a Thontaz Fomeca St Pililo.
I cana miiiilctas; a Francisco Joo de Barros.
3 cunhelos ; a Jos Alvos llirbo/.a.
17 canaslras; a Manuel Jos do .Vi Araujo.
1 canailra macas; a Franciico Moreira Pin-
t( II111. ./ i.
2 rarri peixe a Antofiio Joaquim Vidal.
15 caliai figo!, I canaitra macal,? vldroi pei-
xe, 6 canaraa cebollas, I caixa uozci, apran-
clico Jos Alves i,mu o "os.
1 e.isa retroz, 1 dita, o 2 canaslras ligo!, i ba-
ln, i tu tsti r, e I pacole presuntos, 2 vlveiros
pastaros. 2 canaslras macas, 1 cafia uiiudeas,
1 o mili o, lio panno de linho, i cbapelleira; a
Rodrigo da Cosa i.arvalho.
2 galotas; a Joic Joaquim de (astro Moura.
2 canaslras; a Manuel llocha.
CONSULADO GERAL.
Rondimenlo dodis 2 41 .. 11:448,590
I lom di, .lia l-.i.........1.669,904
43:118,494
DIVERSAS PROVINCIAS.
Roiidi monto do dia 2 a II. 371,630
ideindo dia 12......t 89,851
i;\|inini ao.
I.oimla, escuna portu^ueza Ceros lie 127
tuii la las con-liii'i o seguate ;123 pipas,
II.....lis ditas e 60 birris agoardento, 60
harneas ruin 247 arrobas o I librado asm-
car, 12 podras de filtrar, 20 rollos com 38
arrobas o 6 libras do fumo, 60 garrafOo^s
j agurdente dejaniz, 10 rlitos dio do canna,
| 2 Caixas anzi'i .j, 1 dita 12 espanadores, 1 di-
ta dedass e piuceis para barba, 1 dita 70 du-
i ziasescovas pira ilenl-s, I cunliclo eslinho
em barra, t fardo lio de sapateiro, 3 anco-
I retas mel, 56$iccascom 5J arrobas de as-
I sucarrefinado, 1 caixote com 36 chapeos de
I palha da Italia, 1 dito com 18 libras de rap,
l torrador para caf,1 caisa com 100 chapeos
, de seda, 2 corrontos de ferro, 4 canlioirns
cam rcllcxo.
Parahyba, hiato nacional Espadarte de 27
toneladas conduzio o seguinle :33 volu-
ntes fizendas, 1 dita ferragens, 2 ditas 1
piano, 4 ditas iniu lezis, 86 barics farinha
do trigo, 100 Clisa! salino, 2 ditas c.rapos,
4gigos cliainpagne, 29 volumos molhadns,
28 libras .;i i o Jo Ierro, 21 duzas ccos pi-
ra sgoa, 2 i olios fumo.
REt.iCllbDOIllA DE RENDAS 1MTERNASGE-
RAES DKPERNAMBUCO.
Rondimenlo do dia 12 : .1:061,966
COiNSULADO PROVINCIAL.
Iloiiiiirnoiii o ilo .lia 12 1:699,534
atentos do caridsde, manda fizer publico,
quo nos diaa 16, 18 o 92 do crrante, pelas
4l|2horisda tarde, serSo arrematadas, a
quom miis der, i rendas dis casas ibiixo
Jeclaradas, pelo tompo que decorrerdo pri-
melro de^aneirn prximo futuro i 30 de jn-
nho da 4864 :Itua da Mneda n 31 ; ra da
Lipa ii. 8 ; rm do Pilar ni. 73 e 74 ; ra No-
vans. 4So45 ra do Pidro Floriano ns.
17, 43, 45, 47, 49 e 63 ; ra do Fagundes ns.
32 e 34 ; travessa de S. Jos ns 5, 7 e 11
rui dos Pescadores n. II ra a Calcada ni.
30, 36 o 33 ra das Cinco Pontss ns. 70 o
118; na da Virac,ffo ns. 7e 9 travessa do
S. Podro n. 9 ; ra de llortis n. 33 ; ra do
Sinta Tne-eza ns 4c7; ra ds Roda ns. 3,
5 o 7 rus do i;. I 'hoiieo n. 2; ra doSenhor
Rom Josus das Crioulis^ns. 8e 17; ra da
Gloria n. 65 : os in ton lentes comparefim
na sala das sossOos desta admioistrsfSo nos
dias aprszados, acompanhados de seus fia-
dores, ou de cartas destes.O escripturario,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
REAL COMI'A.MIIA li: PAQUETES INGLEZES
A VAPOR.
.wffB-l No dia 20 desto moz, espe-.
ala. ra-se do Sul o vapor Taviot ,
coiniRandaote Onslow.o qusl
drpois da demora do coslu-
mcseguir piraos pollos da Europa : para
passagoiros, t'ats-so em casa da agencia,
na ra do Trapicho Novo n. 42.
Banco de l'ernambufio.
Os descontos'continuatn a 8 por canto
nomino, por letras al 6 mozos. Compran
vende letras sobre o Rio do Janeiro, de
quilquor quantia ca prazoi risoiveil. Tam-
bero rocebe dlnbeiros a premio de 5 por
coulo ao anno, a n.lo menos do 6 mezes du
pr.i /o. lia neo de 1'oriia mluico 6 de novemlirn
da 1852 ~ O secretario, M. I. do- Oli-
reira.
THMTKO
17.' RECITA DA ASSIG.NATURA.
SARISADO 13 IIENUVESIBRO DE 1852.
Depois da execur;5o pola orchestr,
,ln
COMMERCIO
ALFANDEGA.
Rondimonto du dii2a II. .172:407,573
dem do dil I-........46:745,967
643
643
640
633
632
523
603
569
549
ELEIT0RES DA'FAEGUEZIA DE MURIRECA
Ot Srs. Votos.
i Toneiilc coronel Pcro de S Al-
buquoriiuo
2 Coronel Agostinho llozerra da Silva
Cavalcanle
3 Joaquim Machado Portella
4 i:.i ilao Ju;i i ',| innliii de Souza l.eSo
5 Tenante coroml Juiio Mouool Car-
noiro Lacerda
6 Capillo Jos Thomaz Pires Macharlo
l>rl lia
7 Major Francisco P. Sosres RrandSo
8 Dr. Ignanio Joaquim do Souza l.e3o
9 Pili ipe do Si o Afliuquorquo
10 l'a iro BellarmiOO Josc Cuvalcanlo
11 l'rrifi'SSorSilvauo Thomaz do Souza
Magalltfle
12 Manuel Ignacio de Jess
13 Capitn Silvestre, Dantas l.ima
14 Jos Maris de Albuquerque Lacerda
15 Pedro do i a va,no Soares Brando
16 EscrivSo Jos Percira dos Santos
Alvarenga
189:153,540
39i
393
392
390
387
385
384
382
379
377
375
371
368
360
358
351
ment de la forca, e que nao faz derramar la-1 proseguir anda uo continente. Floros vlctorio-
gnuias a ainguein. Ai grandes potencial da lio, cuas lufiucnciai ficavaiu oulra vei calcadas
ELEITORES DA FREGUEZIA DE IPOJUCA.
Os senhores. Votos.
1 Jos Francisco do Reg Barros 760
2 Anlonio Joaquim Pires 758
3 I.un i oiiO'i do Si Albuquerquo J-
nior 755
4 Manool Cimillo Pires 753
5 Vigirio loo Mauricio di CoiiceicSo 752
6 Alfonso de Albuquerque MaraiihSo 750
7 Manuel Marques da Costa Soajes 749
8 Francisco de Albiiqueri|ui MajranhKo
Civalcinte g, 747
9 Jo9o de Souzi l.eSo 74<
10 Antonio Peregrino Canjeanie do Al-
Descarregam hoje 13 de novembro.
Barca ingleza -- Columbas-- mercadonas.
Barca ingleza l-'rancii dem.
Rirc americana -- Hinesola familia de
trigo.
Piladlo belga Rosalie idem.
Baica portuguoza N- S. da loa Viagem
sebolas.
i 111 p 1111111,110.
Porto barca pnrlugueza Nona Senhora da
itoa Viagem, consignada a Joaquim Alves da
Coila, maufeslou o icgulnlc :
.-iiiis mludczas e 8si reileai cebollas; a
Antonio Pereira de Oliveira Ramo!.
I caixolinho figuras de bario e sement! ; a
lo 01 p nilisl 1 1,11111 na PcIOlO.
li cafiai ceirai de figo!, 229 tonelada! e 2 ar-
roba! carvao de pedra, i intlheroi de lal, I cai-
xa faienda; a Alve da Uonha t C
II barril preiuntoi, 60 aacorciai rigoi, 8 cu-
ohciei inrloi macbtdoi, e foucci, 3l barril
prrgoi, I caiiapaunoa de linho, I ditas linha!,
4J 1 na,iras alhoi, 4 calsas palitos, I cunhele
caixas de chlfre, 2 calas peutes, I dlla ferro em
bridas, 1 cuohete I.ivas 4 barril cmada, tjcu-
nhetei machado! ; a Barroca 4 Cailro.
I caixau doce; a Joaquim Antonio Pereira.
1 dito dito ; a Juan Amonio Marcial,
z caixdei chapos ; a Amorim Iriuos.
GO caaaitrat aiboi, 8 ditas rolb's c rolboei, 8
canas linbas; a Josc Alfonso Moreira.
2 saceos inasiai de chapeos cm casco!; a Joao
Maaoel de Veiga Sciai.
3 cala* linhai e cocbinilhos c 18 callas po-
mada ; a Manuel Joaquim Ramos e Silva.
I., cutas o 2 barricas ligol; a Justino Anto-
nio Pinto.
4 caixas diverlas miudezai, 2 fardoi capachos
e 2 caixdes ceslinhos ; a Albino Jui da Silva.
12 caias cciras de figos ; a Jos Vlceulc de
Lima,
i cala conlas e tramlas ; a Manocl Antonio
Monteiro dos Santos.
I cuoMie contas, I cajx.ao pontos e i cala
pomada ; a Jaiaquim Ferreira Mtldei Guliua-
rei.
i' einbrulhoi panno de linho; 1 Joaquim Jo*
1(5 de Amurillo
1 calile reiroz, galio e rendas de palhela; a
Joo llaplista Goncalvei.
1 calite panno de linho ; a Josc Gomes Mo-
reira.
I calite objecloi da prala, doce e grao de
trico ; a los Antonio da Cunha at Irino.
I cadeira encapada; a Joaquim liapliila Mo-
reira.
4 caiidei papelao, M) cauailrai alhos ; a Ma-
noel Duarte Rodrigue!.
caliotiuho doce; a Manoel Goucalves da
Silva. '
Movimento do porto.
IVaoioi snhidos no din 12.
Liverpool por Macei --galera ingleza Bo-
nita, capito W. Willcox, ergs issucare
llgllllflll.
Rio do Janeiro briguc brasilciro Recifo ,
cspililo Manoel Joaqun Lobato, carga va-
rios gneros. Passageiro, Acacio Rarque
i,ns.n,o e 45 escravus com passaportes.
Idom o putos intermedios vapor brasi-
lciro Paraense, commamiaiite o capililo
de fragata Costa Pereira. Comloz a seu
bordo, Fornnndo Percira Carvalho, Jus-
tino Noral, Fr Lula Grave, desembarga
dor Francisco J G Riheiro c 1 criado, Jo-
s A. Mondonc Jnior, Manuel Joaquim
i.ameno Leal, Jofii Gomes Ferreira Vel-
loso c I nscravo, SlluitiO Pereira Cirva-
llio, ScraHm Mu n Brrelo, Dr Pedro Eu-
napio Silva Don, Fernando Silva Heir,
Salustio P. Molla, Dr. Policarpo Rodrigues
L Lima o 4 escravo, Francisco L. A. Cam-
pos, Agrario Souza Mcnezcs c 2 escra-
vii-, Luiz Jacinlho Vergne Abreo, G R
lirekni.eiil, Podro C C. Abreo e 1 nscra-
vo, Jos Q, lloilrigues Domingos Jos
Soares, Joaquim Alves Costi, Manoel Csr-
rilliu Cosa, Dr. Joaquim Teeira Olirej-
ra, Dr. Francisco II. Carvalho o 2 escravos,
1 ex sargento, llr. Guilliennino C Rjca
Iha i, A n o ir i M. Iioi'i- Gomos el es-
' cravo, Anlonio C. Silva, Jos Roirigues
Porto, Luiz Gomes Percira, Miguel Jos R.
Vieira, Gamillo Jos Pereira Far'oe I es-
cravo. Jos Beluario Sosres Souza o I os-
craviK
nina linda nuverluia do Ligo das fadas, do
Auber, subir i cena a interessintisiim
461,487 comeds em 4 actos,
O DUviUE DE ROQUEL\URE,
ou
0 hornea miis feio da Fratifa.
Personagons e actores.
O duque do lloquelaure J. A. da Cosa.
Helena, biroiicza de Solanges-- I). L. Orsat
Mande*.
0 cavalleiro Narciso Vcrt Pignon -- 1.. A.
Monteiro.
Madamescllo do Navailles, vice-regente das
damas do honor da rsinha D. M. Amalia
Monteiro.
Madamescllo iloCaylus I). Carmela tocci.
Camin, cjpitflo de dragues M J. Mendos.
Guebriand A. Jorge.
Olivler, pagem do rei J. J. Pereira.
Damas do honor, pagons, etc.
Esta comedia he muito notivel pelo sen
engouhoso enrod e eztrsordinarii gra?i ,
suhrotudo dos tros papis; que serfo ropro-
santa los pelos actores Costa, Monteiro, e I).
M. Amalia. !- o distinclo merocimento des-
ta comedia explica a grande despeza que te-
ve a edipreza para fa/e-la .sntiir a secna.
Em seguida s aenhorai l>. Manuelila, o
I). Carmela Lucci, canlanlo a muilo applau-
di la moilinha
Tentio aintla umeor^cao.
Torminsr o espectculo com a comedia
em I .ico,
O duello no tereciro andar,
Personsgcns e aclore.
Mr. Muuflet -- F. do 8, GuimarScs.
Julio AmoAilo.
Madime Moullol -I). M. Amalia.
Carolina II. K. Knoth.
Mr. Philomela Raymundo Jos fe Araujo.
Coco Ruzendo.
Piincipiari as 8 horas.
Os tullidos acham-sc i vonda no escriplo-
rio do thealro.
s biliictos do torceira ordom em (quonto
aenilo aniiunciar o contrario aerSo ven lijos
a 6,000 rs.
Dl iTAfS.
-- O lllm. Sr. inspector da thcsoiinria
provincial em cuinprimouto da orJem do
Exm. Sr. pro-i lo .i ila provincia de 8 do
correte, manda fazer publico, que nos dia*
23, 24, o 25 do mesmo ir a praija pira ser
arromalilo peranto a junli da fazen-ia da
mesma thesour8ria a quem maior preco of-
ferecer as propriodades tbaixo declaradas
que foram adjudicnlas fazenda provincial
liara p-gainento do sello do linrauca do ti-
nado Jos Ramos de Oliveira.
Um sitio denominadodo Manoelislo na
estrada do ponte do Ucnoa, com casa de vi-
venda, coxeira, estribara, senzala, o arvo-
redos de diOureutes frutos, avallado em
6.000,000 rs.
Urna morada do cisa torrea junto ao dito
sitio, com seu quintal e com ilguus arvore-
dos, av- liada em 2:000,000 rs.
I na dita na ra da ponte Vclbi do bsirro
da Boa-Visla n. 16,com nina meia agna nos
fundos, avallada em 2.000,000 rs.
loa dita em S. Amaro lo hairroda Boa-
Visla com seu competente terreno junio, a-
valiada em 2:000,000 rs.
(I- piolen.ionios r-'Hii .i ri',;ini nos diss a-
citua indicados ao meio dia na salla dassos-
sOes da mesma junta.
U para constar sn niaiidni; afilar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernaiubuco 9 de novemhro de 1852.- O se-
cretario, Antonio Ferreira d'Auuunriafilo.
Publicarlo liilcraria.
Sabio luz a tercoira clior;lo do resumo
de arylhni' tica, poln antigo profeisor do
i,rimoi"ras l'l'as Cardin), que tanta eslima
tem merecido do publico ; vende-so a 640
rs.: na liviana u. 6 o 8 da praca da Indepen-
dencia. _________________
Avisos martimos.
I-K.i-laniyoes
- A administrafio geni dos estibeleci-
I'.i : o li i de Janeiro.
Seguo viagem o brigue hnzileiroMarian-
na, capito Jos da Cunna Jnior, quem no
mesmo quizor carrfgar carga, escravos, ou
ir de passagem falle com o Uilo ca itSo, ou
com Manoel Ignacio de Oliveira na prafja do
commercio n. 6.
I'ora o Mo du Janeiro sahe
com muita brcvid.idu o lirigue na-
cional Sagitario, o qu 1 j tcm
mais de amelado da cirg.i piompta,
para o resto, pns.agciros, e escra-
vos a lelo, trata-se na ra do(Jol
legio n. 17 segundo andar, ou com
o capito Joao de Dcoa I'eieira.
Cara o liio de Janeiro
Segn impralerivclmenle no ilia 14 do
ntrenlo, o brigue brasiloiro Flor do Rio ;
para passageiros o escravos a frete, para o
quo lem n vello, los commodos traa-so
com seu consignilario Jos Candido de nar-
ro-, na ra da Cruz n. 66.
l'ara o K10 de. Janeiro
Segu viageai por estes diss o muito ve-
lero pilliabote Duus Amigos : quom no
mesmo quizer cariegsr, pode entender-se
com seu consignatario, Francisco Jos do
MagslhBos Basles, n ra Mova n. 37.
Para o Rio do Janeiro Subir com maior
brovidado.o bem conceituado bnguo Paq le-
to de Pernamliuco recebo carga o escravos
frete, e tem acea los commodos pira pas-
sageiros: quem pretender quslquer d s cou-
sas se poder* dirigir a seu propri'lati
Manoel Goncalves da Silva.
Cear e .M.ir. iili.u).
Segu em poneos dias, o bem conhocido
brigue escuna Laura ; para carga o passage-
ros, lrati-io com o coiisignalaiiu Jos Bap-
tista da Fouseca Jnior, na ra do Vigario
n. 23, ou com o capitdo na praca.
Parn o Cear
Sihe com muita brovidaile o hiato Angeli-
ca.quc ja tom parte da carga, e rara o reslo,
irili-se na rus da Cadeia do Recifo 11. 40,
primeiro andar, ou no trapicho do ulgodau,
com o meslre.
1
! MUTILADO


-*'
1
i
I
1
i
Para o Arioly
Sahe com muit brovidado o blttl Fiordo
Cururii e por ja tor parto da cara ; para o
rosto e pmsagciros, trata-so n ra da Ca-
dea do Recife n. 9. primeiro andar.
Lei loes.
-- O agento Olivein nSo tendo podido por
falta do tempo, e pola multiplicldade de ol>-
jertos, cniu'Ini' o leilo de mobilis, na c ts.
onde roorou o Sr. distavo los do Reg,por
dotnz do palacete do Exm. Biro da Boi-
visla, ra da UnISo, continuar o mesmo.na
in ticada o>sa, sahbado 13 do crrante, as 10
horas da m milita era ponto, e ventera sem
limites oni presos o srguinte: um magni-
fico piannocom mocho domis lindo goslo,
mesas ie londas para sala, eadeiras, lilas ile
halando, banquinlias, msrqiiezas, commo-
das, clxa de xarflo co n litas para voltare-
te, aultan-.qiiadros, jarro, cortinados e
lances para janellisde s.la. bauquinha de
cmara, guards-livros livros impressos,
msicas dos molhores autores encaderna-
das, aparador moderno, louca de porcelana
completa par mesa, apparellio de metal pa-
ra cha e caf, oculos de thealro, (oilct, se-
cretaria, um jogo completo de pistolas cm
caixa, baca gande de rame, escrivaninhas
de vilgem, urna cabelloira pira senhora, e
urna pedra de liltrar, etc.
Urunn Praegcr & Companhia, faro Ici
1,1o por inlervencHodo agente Oliveira, de
um perfeitosortimento do miudezas, efer-
ragens fl"' grossa, chegadas pelos lti-
mos navios ; terca feira 16 do corrento, as
tu horas da mantilla cm ponto no MU srma-
iea\ da ra da Cruz.
-;'.
to brittnnico que fall perfeitimenta a lin-1 Acha-se fgido desde o dli ti doou-
goa porluguez e hespinbola, e hbil o co- tubro prximo passado o prcto Honorato de
nac.Ro Angola, idade 50 annns pouro mais
ou menos, com os signaos seguintes; esta
.;.
Avisos diversos.
Itarbusa 6 Oliveira, vendo no Diario da
IVrnambuco de ti do correnlc, annunciad
a sabida do Sr. Luiz llurguier p-ra a Euro-
pa, doclaraui quo ni i po lem consentir oai
sua retirada sem que prineinmente sejam
embolsados do que Ibes est devendo u mes-
mo Sr. Burguier.
Madame Thcard, modisto france-
za, na rua Novan. 3i,
Novamcnte avisa no respcilsvel publico,
o senhorea do bom goslo, o juntamente
aos seos freguezes.que acabn de receber pe-
los dous navios ultimaaicnlfl ebegados de
Frang, um lindo o gran lo soitimentode
modas de ana particular encommenda pera
no se encontrar c-o oulra parto igual fa-
z-inda chapeos de soda enfeitados de boi>
litas largas e bicos do Monde, llorra o pen-
nas os mais ricos que Um viudo neste mer-
cado, e feitos pelas melbore modista* de
Pars, que lira foramencom nendadas, pura
nSo haver o dosgosto do la encontraren)
iguaes ; um lindo sortimento de capoliiihos,
visitas co:u sous competentes coletea de chi-
malote todos muito bem ornados da fran-
jas o trancas do bom gostn,vrstidns de blon-
do com seus complanles veos iguaes aos
validos, para noivas ; rico setini brinco
muito encorpado para os ditos vest los um
grande sm lmenlo de chapeos do seda o de
pallia para meninos o meninas, veludo azul
e verde, de pura seda muito proprio para
vestidos o rapolinlios ; um grande sortimen-
to de sedas furta-corjs para vestos e ci-
polinios com franjas e ti ancas iguaes, ca-
inisinhas da lil" pr vestidos ahertus, ditas
para montana, chapeos do palha para mon-
tara, o veos de garga bordados do todas as
cores para os ilitos chapeos ; um grande sor
tmenlo de Illas oscocesas do ludas as lar-
guras; um grande soilimento do bicos pie
loada largura do um dedo al ota palmo e
niejo ; espartilhos do lmlio de molas o s tu
cllas.os mais largos que so poden encontrar
no mercado, ditos do la a o do linbo para
enborM tOe.is, dos qunes lem para mais de
vinleiluias paia esculher a vontade ; larla-
laua hranc- a de cores pri vestidos de bai-
les; romeiras de cambraia c Ideo borladas
para senliora ; chapeos do clino puro para
senhora ; bicos brancos do blondo da largu-
ra ile meio dedo at um palmo; o muilasou-
tras fazendas de modas.
-- O Sr. Melquid s Joiqnim Marques Vi
anna annuncie a sua residencia para ser pro-
curado.
-- Precisa-se de urna ama do leite sem fl-
llio, forra ou capliva : na ra llireiti n. 36,
segundo undar.
Bengalas c chapeos.
Acaba do ebugar do Havre, no briglIO Pcr-
nambuco, psra a loja de calcado do atorro da
Boa-Vista n. 50,dn Tiburcio Cuimarfles,cha-
peos pretos de superior quali lado o muito
leves, assim rimo bengalas Je muito Ion
go M-nol Antouio i. es Vianni va par! i1!1"11'
o Rio do Jaueiro, e levi om lu r-otupii !.i>
a sua escrava Maiia, crioula, de 20 innoa.
-- Os prolectores de Nuss Sonhora du Pa-
trocinio, fizeni scienle o respcilsvel publi-
co, que em virtude do hsverem mullos fes-
tejos, no dia I* do Corrente, tem de trans'fe-
rirem o festejo da mesma Senliora para o
dil 28do corrente, e nao fazenlu no dia2l
por liaver a procissSo co Coipus Cartel!;
osperando a i pprovicAo do respeilavel pu-
blico.
.- Na ra do Qucima lo n. 18, ha urna res-
soi que deseja fallar rom o Sr. Pedro Anlo-
nhecedor da lanificios de loda a especie, o
quil deseja arrumar-so eaqualquer casaos-
trangein : quem de seu preslimo so quizar
utilisir, hija de annunciar pira ser proc-
ralo.
Carr s novos com criadosfard idos.
Hoje abre-se a cocheira do ater-
ro da Boa Vista n. 37, e alugam se
ricos carros forrados de seda e ve-
ludo, com criados fardados.
Precisa-se de urna ama de
leite, captiva, 011 forra ; paga-se
bem ; na rua do Amorim n. a5 ,
no Forte do Mattos
Aviso
Sevnrluo Alexandre Villar^r, morador na
villa 1I0 Llnoelro, declara ao lllm. Sr. I)r.
JoSo da Rocha, senhor do engenho Uruc,
ou Conceicflo do tormo da citado da Victo-
ria, 011 a quem liver jus no preto Jaiquim,
Angola, ejaidoso, escravo que foi de um
portuguez de nome llapozo, que morpu no
termo do l.imoeirb, que esse escravo cliegnu
em sua casa no dia 5 do corrente, procu-
rando-o para comprar, o para que o oseravo
11S0 so estraviasse, como muilas vezes suc-
cede ; o mesmo Villerim proinetteu com-
pra-lo e conserva-o em sen pudor ; portan-
to, o senhor do escravo se o quizor vender ,
pddo ir, ou mandar enlon lor-se com o mes-
mo Villarlm, que o eomprar, o nlo que-
rendo mindo-o buscar ; sondo quo o Yilla-
rim mo so responsabolisa tolo escravo, o
nom assegura a comjervacli) dille em sua
comp>nhia, mas su^pfie s iliirn, porque f sia MlisfeitO e esperanzoso
de sor comprado. Villa do l.imoeiro 7 de
novombro de 1852. Severno Alexandro
Villarf ro.
-- Precisa-sede urna ama para loo o ser-
vico do casa de homo o solteiro : ir. 1 na das
Agoas Verdes, subrado 11 '22, segundo an-
dar.
-- Oabaivo asignado, previne a quem
intoressar, par quo nlo faijam negocio al-
gum com a fabrica do charutos do largo do
Terco n. 20, pertoneente a Thomaz do qui-
no l.ope, sem se entenderem com JoSo Tei-
xeiri de Souza Lima.
-- llogi-se a pessoaque tirou do correio
as cartas vin las do Norte p lo vai-nr l'araeii-
se, para Jos Matheus Kerreira o favor de as
mandar entregar, na rua da Cideii Velha n
:I3, que o llie lieara muito agradecido.
Desappireci 11 no dia 10 do corrente
mez, do casi da p> n; do Corpo Sanio, qui-
na da rua do Trapiche n 18, um Cflo pe-
queo de raga ingleza cor piola, icse'mflos
calcado do marollo, o sobre os ollios tam-
bom amaiello : quem livor adiado queira
lev.f a dita casa que sera bem recompen-
(ado.
Alnga-se urna casa junto a Igreja, na
povoacode beburih-, da paite da sombra,
oconium quintal sofrivcl, com algumas
fruiririse com > bnnbo no fundo: na rua
larga lo Rosario liberna n. 33.
--Ningu.m compro ou fa?a negocio al-
gum com Marcelino Francisco das Chagas a
cerca da casa loi rea, sila na rua das Agoas-
Verdes n. 51, pertencente ao casal doabaixo
assignado, aqual lem de ser pardilla la en-
tre elle o seus lilhos, cm consequeucia da
mono ilesua mulhor Marciana Antonii de
llanos.Francisco das Clingas de Frcitss.
Arren la-sea algum senhor, sollciro ou
pes^oa com pequea familia, um sitio com
bastantes arvorodos de fruto, a mor parle
los quaoa dando, como sejflo os bellos 81-
putis, rlvelro no fondo n lio casi, no lu^ar
da Capunga ao entrar da eslra la quo segu
logo de(ols da ponte, dosta, rosponsabilisan-
J0-90 poim o arreiidat-rio a consorvicilo
o tratanionlo dos ditos arvoredos como pro-
sentomentecj.isto.n :a tratar 111 travessa da
Concordia n. 13.
-- JoSo de Arruda Cabral, retira-so dcsla
praca, e como S" persuid n;lo devira nin-
giiem lulo aquelle que so reconhecer por
seu crelor, aparec "' praz) de 3 das : na
rua.Nova taberna n.71, junto a ponte abi
ser embolsado.
POUTU-
QABlNirrE
GEZ DR LBI-
TRA.
A directora convida os sonhores socios
aubsorlplores para ivlsarem por oscripto
quan lo liualizar m u praso da sua subsenp-
f.lo se nSo querrm continala ; .lo contrario
nsuleados como devodores por
subscripto qun lindar. Igual-
te se avisa ao soobo es accionistas para
irem rec-ibor assuis nc(0es a casa do mes-
mo gabinete M J. da Hucha, segundo so-
cietario.
--lima pessoa comnetentemonte habilita-
da,se encarrega de promover oan lamento do
quaesquer qaeslOea judiciei cneis, ou cr-
iiiis 1.1 rudo o adianlamento preciso da
desbezas, isto mediante nina pequea in-
demnisaci'o. Tambem se encarrega gra-
tuitamente da defesa dos presos pobros
quem precisar para qualquer dos dous lins
,_ procure na rua do llangel n. 59, segn lo
nio de Siquoir, c como ignora o lugar de'andar, de n aulia ateas 9 horas, do lardo
sui morada, pede io mesmo senhor quo sp- 'Is3as5. Na mesma casa si diz quem da
paieca na I. ja mencionada, ou quo annuu- dinheiro a premio em pequeauuantia so-
llora'la breobjoctos do valor, d.isruuli letras, sol-
ete sua mo
Precisa-se de um hnmem para andar
rom urna carroca : na ruado I'assoio, casa
n.21.
-- Precisa-so do um nitor para um sitio:
quem qurer dirija-so aos Afogados, a fallar
com o lenonte-coronol Manuel Joiquini do
Rogo Albuqncrquo.
A pessoa que annunciou qu-rer com-
prar una loja do miudezas, sondo 11,1.1 tetina
Indi coan-rulo quvrenlo a do aterro da
dos eordonados de ambas as thesourarias.
-- Precisa-so de una ama 1 ara cosinhar ,
desles 6 boras da manba as 3 da tardo ,
para pouca familia : na rua da Trempe da
Roa Vista n. 5.
-- Precisa-se do urna ama para oservico
interno o externo do una casa do familia :
em Fura de I orlas, na ru dos Guararapes
n. 11, ao p oa reliniQfiO
-- Aluga-se para si passar s fesla, urna
casa o-n Siiita Auna do denlm, com com-
llua-Visla n. 72. diriia-sea mesma.
-- Aluga-se pira so pistar a fesla, un,1 modos pura numero. ramilla, com quiot.l
casa nos A, i .es, ; ir'dnda da iovo.cBo, cae mba copiar, a qu.l acl.a U Miada o
con, commodos p... familia ; ostribana v\ Pintad, d.novo : a fallar no mesmo lugar
-Kiiisfe &&&. cwaa flpa sisera
pelo pr.soute, que a pioemae-io por elle
passada, tendcnlo a negucios, na provincia
do Itio Grande d> Norte, (ira sem validade
iilguma.
Precisa-s.' de um pequeo para caixei-
ro de venda, quo seja chegadu ltimamente:
no aterro di Rua-Visla 11. 24
-- No dia 22 de oulubro proxLmo passado,
drsappaiecen do eogenh Caiap, freguezia
do Iguarassu', silo na nbeira d* Araripe,um
negro por nome Antonio por velaxo Baiano,
roui50annosd<: idade.eslatura regulir.com
nina cicatriz em umi poma, ja velha, meta-
de sfi, e parte abert, um tanto CMiatudo ou
calvo, tem nos peitos uns lalhos, do um e
oulro lado, a coropriio, pira bailo, cabel-
los dos peitos,barbado o ja pintado do bran -
co, inda com eerouli de panno do algodilo,
camisi de algndflosiiiho, chapeo >le pel-
lo preiOj elle foi vislo procurando o engo-
lillo hihaiuan : peJe-a as lulondades poli-
ciaesecapiUes de campo o preudam e le
vem ao mesmo engenho an .a, a l.uiz An-
tonio da Silva Seu propneterio ou neiti
praw ao lllm. Sr. Jos da Silva Rogo, quo re-
compensan com 20,000 rs Este escravo foi
comprada nest.i pr*c 1 senliora trun Po-
reira Cuobi, e be de suppur que va pira alii.
-- He rhegiido esta pioviucia um subJi-
quem vende.
Precisa se de um amassador, porm
que entenda bem de missas: as Cinco Pon-
las 11 38.
Preciss-so de um hortclSo : na rua da
Cruz n.7, primeiro anlar.
-- Preeisa-se do un senhor sacerdote,
que queira dizor missa al feveioiro, para
um engenho, distanto desli praca 7 leguas :
qucmisl.iver noclas circumslmcias, dirja-
se a rua da Cruz n. 7, primeiro andar.
-- Precisa-se de um homem de meii id 1-
de forro ou cativo, para trabalhar em sitio
na passaccm deMagdaleni,dirija-se no ir-
mazem da ru di Cadea do Recife n 62.
Na rua do "adre Flofiano casa de t an-
dar 11. 18, recobe-se qualquer encommendi
do bolos pa a cha : n mesma casa vestem-
se anjos para pronssOes, levantamento de
bandeira com asaelo, c preco commodo.
Aluga-se o primeiro andar na casi da
roa do Trapiche 11. +0, proprio para cscrip-
torio ; a tratar no mesmo.
-- Precisa-se da urna irn* de leite, ciptivi
ou forra,i'que tan lentia lilbo, paga se liom:
na rua do Amorim n. 25.
Na rua do l.ivi nunulo, sobrado n. 10 ,
se dir quem vende valias obras de ouro e
rata.
Inri biixi, corpo regular, pernas curtas,
ps torios e apalhelados, o urna cicatriz so-
bre onariz.deum talho ; levou vestido cal-
ca e carniza de lgodo grosso americano
Este- preto o Sr. Judo Jicinlbo deOliveir,
morador na rila do Collegio o houve por
compra 10 Sr. Luiz Justinip.no de Souzi Bor-
bi, que o trouxn dis bandas de Serinhaem
ou Ipojuc, o por isso suppO-se tor-se en-
caminhado para es-es lugares,porem consta
que frn visto no engenho llirbilho o seus
rredores : assim rnga-se a quem o pegar
de leva-lo atris da matriz di Boa Vista, so-
brado n 18, ou ni rua do Trapiche uo llo-
cife n. 36 queso gratificar o seu trsbalho
.-- Precisa-se do um caixeiro quo tom;
conta de urna venda por balanco, dan lo-se
um terco, que d fiador a sus conducta e
quemestiver nestas circumslincus, dirja-
se > rua da Cadea n. 50, que le dir quem
precisa.
AfericSo.
0 arrematante do imposto da afericSo dos
pesos e medidas desto municipio, abaixo as-
signulo, dar principio 1 mesma no dia II
do corrento, das 8 horas da manliaa al ai 5
da tard, na cas n 7, rua da Florentina ; e
lembra ios sejihores colitribuinles, que o
prazo marcado para esse lim pelas, posturas
qiunicipaes se ha de lindar no ultimo do do-
zembro prximo futuro ; oulro sim previ-
ir'-os, de que lem autonsado ao Sr. Jos
f)is Gulmaries, para fazer dita iforicHo.re-
i'.li rsu.i Imporlancia, issignar os respecti-
vos bilhetes, ele oleJoiquim Antonio do
Firia Barbosi.
Constando, qun depois do termo mar-
cadu para a venda das ac(0es da va frrea,
que tem de sr eonsirui I nesta provincia
na direcco desta ciclada & povoc"o do Agua
l'rel 1, o por oulro lado sendo certo, que a
exiguidade do praso indicado om attenejio
a vus'iililo do paiz, o as dilllculdades de
communioacAo, lom contribuido para quo
tnuitis pessuas do interior da provincia ,
que dosejilo nssociar-so a tal empre/a, to-
mando as respectivas acedes nlo bajam rea-
lisado o seu intento no ponto de quo se tra
tu ; o abaixo assignado declara pelo presen
lo aviso, quo cm c insideraeo aos motivos
expostos, ha elle sollicitido da drectorii
du l.ondics a reserva do mais algumas ac-
tes, iiiriii do numero conslaulo das assig-
uaturas desta provincia ato a expirado do
praso mateado, quo poder* ser destinada a
quaes |uer novos assignantes, qno desejem
laes acedas. A vista pois da presentedoclira-
Clo, lodos aquelles senhores que de hoje em
.ianlo pretenderem as icc,ues supraditas,
poderu diiigir-se ao absixo assignado nos
termo* preacrlptos anteriormente, certus du
quo serSo devidamenlo atlondidos.--A. de
MoruaY.
H iil.ima Houtier modista franceza
na rua Nova n. 58,
Tom a honra do previnir ao respeilavel
publico, e com particularidado ios seus fre
guozes, que o seu esta bel rci ment se ac:ia
prvido de um novo o vanado sortimento de
neasfazendas fmncezas chegadaspelu navio
Como Roger. Lin ios chapeos do se la para
senhores c meolnas, enfeilcs para cabeca,
ricos capolinhos o manteletes pretos e de
Col com Bllete*, florcs.penociios, b ancos e
do cures, chapeos do palha fina redondos
para meninos de um a seis annos, ricas ca-
pcllasde llores, para noivis emadrinhas;
luviis do pellica, bico do blondu de largura
de un do lo a um palmo; ospaitillio> da
piimcin quilidade para srnhoras o moni-
nas, ricos chapeos do nioilano, pul-eiras
muito ricas, manguitos, pentes de laitani-
ga, litas largas de todas as cores, lindos
veo* pira noivaa, franjas o trancas de seda
pretas c iie cures, mantas pretil do llo. Ni
mesma loja se faiom vestidos de casamento
o hapusado, toncas para senliorns meri-
nas, capolinhos do todas as qualidades com
perfeifo e proco commodu.
JJ 0 bacbrel Witruviu propde-se a <>
ig onslnaro francez e mais algum nutro O
fl preparatorio, assim como ofTerece-se &
-! a da; IiqOos por casas paiticularos yp
^i) ou collegios n meninos do ambos os *i
sexos, em materias do i nstruccSo tan- $J
<*> lo primaria como secundaria : quem ?
^ quizcrutilisar-se de seu preslimo, po-
?i .le ,nocara-lona rua dasCruzes n. 22,
* I." andar.
-- A' Colombiez com loja n. 3 n* rui No-
vi, receben um grm 10 sortimento de cha-
pros de sol da seda do bonita* cores para S-
nhora, e dito* pin homcm ; tem tonito
SOrtimonto de palitos de casimiras (jfdores,
dito de alpaka de cores, dito de partios p'-
los, cilcns de casemiras de bonitns goslo!:
cortes de collcts degurgurSoda 'lijna. Seni-
ora tem sortimento de roupa feilg, chpeos
fnneozes para homem, soitimorjio de calca-
do, o minias outns fazeodis Me jns tos-
tos. t
Aviso ao comxerci".
0 Visto a deliberacao da di- ^
* rec^j/ti associao dos lo- ^
I gistas desta praca recom- ^
?i mendando aos seus mera- #
% bros, de nao comprarem, se- 9
9 nao em 8 casas entre 17 im-
^ portadores de fazendas e ff
i como os abaixo assignado*
sao uns dos interdictos ; fa- |
J,. zem publico aos senhores de 4
$ engenho, lavradores, fazen-
^ llenos e coninici tiaiilc S
sj tanto desta cidade, como do
! inferior e ao povo em geral 3
Hi desta praca, que franqueam 9
'" seus sortimentos de fazendas j
por biixos.precos nao me- ^
nos de 1 poca,ou nina dtizia, 4
a dinheiro, ou a praso, con- ?
forme se ojuslar : no seu ar-
mazem da prac do Corpo
Santo, esquina da ruado
Trapiche n. 48. 4
liostron Rookcr & C,
Negociantes inglezes
Precisa-se singar um preto para servi-
Co do portas a dentro desta' typographia ;
quemotivor para lugar podo dirigir-so
livrtrin n. 6 e8 da praca da Indopen lencia.
$tH*1$ ."$,*^:>^*- ^'-' '''
B l)< iitlslu niiHiicniH). )
i.a\ '>. W. Hit y non, el-
91 ^ti-mJ iir^liioilciillMtiicoii- #
Jtlnun exereer a sur profls- *
* sao, fn/.endo todns as opera* n
<> <;cs que foro 111 precisas le
& qii.ilqiici'iiittiit'c-r.ii,Imito |ioi"0
fj loia.coino n:i aun rcsiileiicia, >)
? omlc piuii- ser proonrado a f?)
#1 qiialqaer hora: mi rna la ^.
r* CriiK 11. 7, si'miiKio anilar,
no Rccifc. (J5
Aviso importante para os dono,
consignatarios e cnpites de na-
vios.
Os senhores Richard,Payen,Babinet o Mo-
rin, membros da academia das scioncias cm
l'aris.o sorteados pelo ministro da mannlia,
do eominercio, o iadustria,para o examo dos
prodnetos da fabrica dos se noves Chollel a
Companhia, deram a sua aptrovac^o, o os
na lores elogios pela limpesa e perfeita con-
serva^So dos mesmos productos. Os senho-
res Chollel & Cumpanliia ce tus do bom aco-
ihimcnlo quo devem el cintrar nesta pro-
vincia, todos os vagHaes da su fbrica,qiicr
seja poln sua boa qualidado, qner do sou di-
minuto prc0, offerecem a venda os seguin-
tes: -Bitalas a *fl rs. porcada pnrco, ro-
polhos a 60 rs. dito, julienno a 72 rs, dito,
esiinafres a 78 rs. dilo.aip a 78 rs.iiito.ma-
Cs a 78 rs. 0110, 3 -Isifos a 78 rs dito, va-
nes quali la les de verduras a 90 rs. dilo, fe-
joes iiscolllldos a 190 rs. dilu, repolhos do
briixellas a 168 rs. dit .,12 prnlos de bnixel-
Us a 120 rs. dito. MolaO lundo de prepa-
rar aquellas ver inr-.-. lio mu simples, delta-
se deutro do agoa quenln meia hora, o ellas
vaem-lis ao S'U estado natural, e exlislam o
cheiro cuino se fossom tiradas dojardim ,
tempera-seda mesma maueira quo frescos,
e sSo mu goslosos : procoro-se em casa do
senhor lonts, na rua da Cadoia do Recife
n. 2. Isla nova invenefo sendo muito
superior as cootervaa om geral, ja nlnguem
mais deixara do cumprir os excellenks ve
-- No dil 17 do corrente mez se ha de ar-
rematar, depois di ludiencii do Sr. Dr. juiz
municipit di segandi van, a rend inoual
de un sitio, ns freguezia do'Pogo di Panol-
li. a mirgem do rio Cipibaribo, quo foi do
Francisco de Paula Lopes Res, e boje per-
tenec Jos Frincisco Belm e O. Marianna
Ferroira Duarte fteis, cuja renda innual se
ichi ivaliidiem 150,000 rs., flcando obri-
gtdo o irremitinle 1 fizertodis al obras.o
concertos a sua cust, lio a ultima praca, e
a req'-rimento do dito Belm.
.- Mae Virginia Falque retira-se pin o Rio | ^ qner lioru cm sua cas um
A pessoa que, ha lempos, li-
ver perdido urna flauta, queira di-
rigir-se a'rua da Cruzn. 38, se-
gundo and 1, que dando o.ssignaes
certos Ihe ser entregue e se dir
como foi apparecida.
ffV'Vt?fVVfVVffV-?vVfV
Paulo Gaignoiix. dentista. *g
l'ilc ser k-ciii4R1 i qual* S
de. eiro, levando em sm companhii is
SUIS esclavas l.llizi e Mara com umi cria,
mulatas, Catharina, Dorolhi e Aloxandre,
i-abras.
-- Precisa-se singar umi preti capliva ou
forra, pan o servico do urna casa : na praca
di Independencia n 31, so dir quem a pre-
tendo.
Ao inoitecer ddi 10 do correle d-
la ppareceramou furtarsm dous quartios cas-
trados, sendo um caslanbo e outro pedrez ;
ambos pequeos com oferrolCRna pi di-
reita ; quem delles der noticii ser recom-
pensado : na tnvessi doQueimado, taberna
n. 3.
Bernirdino da Silva Csmpos relira ae rea Joao Uutra Wanderley e
pan ron do imperio. Joaquim utra Wanderley, am-
Va ciedorcs de Ma-"
Jos liibi un, pdem rece
dividendo : na rua da Cruz n 'i;)
-- Antonio Muilinho da Silva, retira-se
pan Portugal.
Jardim das Damas.
Sabio a 111/. o numero 11 di-sle peridico
couteodo como todos os outros, materias de
inilrncfSo o do recreio. Acompanhi-o um
0. inn largrn ti Kozario 11. :$(>, <
s> sckiiiiiIo iiiiilar. <
;; iftAA*:'!-, ,,;:'4 i
-- Arrondi-se umi propriedide, siti ua
rua di l-'b'io.iilina,contigua a do Sr. lloran
ger.com ptimas proporr;des para nella se
fundar qualquer rstabelecimenlo om ponto
grande, por tor bstanle extensSo, e porto
de embarque pelos fundos: quem a preten-
der, 1 oda ir vo-li.enteodendo-sncom a mo-
rador da i- -a n. 16 da dita propriedade. o
qual dir com quem se deve tratar de qual-
quer ajaste.
I 'e-ija-se saber dos senho-
, .. 1 vs^wwtina imiiiii iiiiiii. 1 1. ,
Marco,mobosportuguezes, vind01 de Lis-
'[boa para esta provincia: quem des-
tes senhores souber, e qu'uer dar
noticia, (a qual se pede do Hiode
Janeiro), o po lera fazer no escrip;
torio de Manoel A Ivs Guerra Ju-"
nior, na rua do Trapiche n. i4 *
lindofigurino mostrando s ultimas modis por rujo favor se liie licar agrt-
d Pars. Para a semana sahiri sem fiili 01V-.. "
nu moro 12. decido.
Os senhores acadmicos do quinto in- 0 Sr. Manoel Freir, D. M. Mello, ea
noso convidados i compraras litas das!Sra- > Barbara Mari da conceicSo, mora-
suas caitas dedoutor, no alerro da Boa-Vis-dora nos Afogados tem cari* na ruada Ca-
ta n. 1 ; certo de que acharannessa loja mo-'llei* do Reciie n. 19, primeiro ndar.
dicidado de preco c qualidade superior.
Bazar, rua do Vigario n. 4.
Neslo cstahelecimento se acha presente-
mente um sortimento do fazendas trance/as
o inglezas todas as quaes so vondm a reta-
Ihu ou em poicos ao goslo dos comprado-
res, pelo preco do atacado, lambem se acha
inanias do liuho multo lindas, para monta-
ra, palitos leilus, urna machina galvnica,
muilo lindos quadros, uns piulados a olu
c outros de estampas, um cabriolet em es-
tado perreito, e muitos mais ohjectos que
por fallado espaco nSo e pode particula-
rizar. '
Daguerreolypo .
No atorro da Boa-Vista, sobra lo n. 10, ti-
rsm-se retrato. a daguerreolypo das 9 ho-
ras da maiiha as 3 da trdo ; tambem vain-
as tirar em casas particulares. Cnphm-.se
relralos de dagoerreotypo para miniatura
com exactidSo ; exislindo para o mesmos
retratos caixas o quadros de gosto pirlicu-
lir.
O abaixo assignado, residente na Ba-
ha, avisa ao Sr. Daniel, na ilbade Fernan-
do, que nesla ci lado declare que n suas ve-
zes fac, para receber a importancia quo o
mcu casal lhc',devo.-Jos Pedroira do Canto.
- O abaixo assignado aluga a sua casa na
rua da Uniilo, onde morou o Sr. Bernardo de
O Mello ; a entcn lor-se no patoo do Collegio
n. 35. C. Xavier Lopes.
-- Precisa-so do um moloque de Ha 16
unos, para o servico do una casa de pou-
ci familia : quom o liver e quizer alugar,
(alie na rui Nova 11. 36, loja deeutileiro.
Aluga-sc ,1 niiani'iili: ou
pelo tempo di festa ( com prefe-
rencio ao primeiro) mna exccllcn-! V'g'"'
te cosa du campo
oco
Alugi-so por precocommodo, urna ca-
sa oro.Sanl'Anna, com commodos para urna
grande familia, baixa de capim, estribarla
para qualro cavallns, o cocheira: 1 tratar
com Luiz Gomes Ferreira, no Mondego.
ompras.
Cnmpra-se para umaencommenda, es-
cravos de ambos os sexos, d 10 lo annoi;
ni rua da Priia'n. 13, primeiro andar.
- Compra-se um calix rico, o um trince-
lim da uuro do lei com seis palmos, e que
tenha seis oitavas de peso : quen liver an-
nuncie, ou dirija-se a rui do Queiajido
11. 21
Ni r-i,i lirg do Bosirio, vend n. 46,
compram-so botijas vanas.
i.omprani-si' escravis evendem-se re-
cebem-se de commisso, lento pira a pro-
vincia, eomo para fra delta: na rua dos
Quirteis n. 21, segundo andar.
Compram-se escravos de ambos os se-
xos, o recebeTn-se para venderem-se de com-
missSo : na rua ireita n. 3.
Na rua larga do Rosario, loja de louca
n. 28, se comprsm duas venesiams em bom
oslado.
Com rim-se Diirios a 3,200 a arroba :
na rua larga do Rosario n, 9.
Compram-se costados de ma-
deira de louro, amarello, e sedro
em porcao .- na rua da Cadeia do
tlecjfe n. j3, so dti quem quer.
Comprara-se escravos de 10
a a5 .limos de ida le : na rua do
'ij,. eVundo a 11 ir u
na estrada"do|ll ll r (;um ;u c:",ln '*'' "'
- Comprani-so
com lotlasiis commodidadcs
?*'*? !t;"u1cs quo sao do sumltio pruveito para
-- Alu:;a-*e al u ultimo do mez de I ve- S'Udc.
rciro prximo vmdouio, urna bonita casal O cscnv.loactual da irman !ade do Sr.
na Capunga, defronto do porlo do silio a-, "mn Jess das Dores om S. Uoncalo, faz
ondo mora o cnsul infiel, com duas s las,' scienle a lodos os irmiios da mesma que ten-
duaialcova*, e 11111 quarto para diapons ,! do do se proceder a oleicao para nova mez
copiar eciisinha fra, com estribara para no da 11 do corrente pelo prezente os con-
donscavallos eumsitio cercado: quem a vida para compareccrem em o referido dia
pretender dirija-se a rua do Outimido, so- as 9 horas da manha e 11 nosso consistorio.
gunil* loja n. 18.
9 Alugam-se e vendem-se bixasna B
i* praca da Indopondencia 11 10, con- ^
9 fronte a rua das Cruzes.
M> "i#a>*^'*4#^#ie*j'*
Na rua do Collegio n. 17, terceiro an-
dar, tom duas cscrivas para se vender, mui-
to superiores, sendo urna muala do 20 an-
nos, pouco mais ou menes, a outra ho mais
trigueira tambem de 20 a 24 annos, ambas
de muilo boas figuras ; quem precisar diri-
ja-so a mesma cisi.
Ainda se precisa por aluguel de nina
prcta escrava, para oanrvifo de urna casa de
pouca familia, que saiba fazer as compras,
c que seja liel : na rua do S. Francisco, so-
brado n. 8.
O grando Hospital de Caridade tem
preoiaSo de una oiifermeira para o mesmo
hospital : quem quizer oceupar este rmpro-
g >,dirija-se au mesmo no lugar dos Coelhoa.
Precisa se de um oleque com prin-
cipios de cosinlia, para urna cosa francesa :
uo Atierro da Boa-Vista n. 1.
Alugi-sn pelos 4 mezes de festa, um
ba casa de pedra c cal prxima a ponte do
Manguinho, aqual offerecesullicienies com-
modos para familia, por compor-so de duas
grandes sallas, 6 quntos, cosinha fon,
quintal o cacimba : quem a pictender diri
ja-se 1 rui do Crespo casa n. 13, segundo
andar.
Os abaixo assignados, faeem publico
pelo presento quo no dia 2 do Corrente dis-
solveram amigavcliuenle a soeiedade que
UnliSo na l-berna do atierro da Boa-Vista
n 70, que girava soh a lirma social de M-
meid* & Silva, licandn a mesma taberna
pertencen lo daquella data em dianto ao so-
cio Almeida, e esto encarregnlo da liquida-
C<1<> do activo e p.-.ssivu da exmela lirms.
Heeife 6 de novombro de 18S2.--Joquim
Coelho de Almeida, Miguel Joso d Silva.
Preci*l-se de umo ama para o servico
do casa, e compras : na rua do padre Flo-
rianu subrado da quina n. 5.
Na rua do Livrainnnlo, sobrado n. 10,
so dir quem d* dinheiro a premio.
^ C0NSUT0R10 HtlMKOPATIIICO. */
^, Itua do Trapiche n. 9. */>
tj O Dr. Casanova, estn lo de volta da fr
^ Franca, tem aberto o seu consultorio >*
M na rua do Trapiche n. 9,nu Hotel Fran-
^, cisco, aoud d consultas gratis aos *
te "obres lodos os dia.. f>
*/.^#iai*e,jii**j|..4###*.-,*<( 4
.- Precisa-se alugar um moleqoe, proprio
para o servico da casa de um homem soltei-
ro : na rua di Cruz n. 21, primeiro un lar.
-- A pesso que pretende comprar una
loja de miudezas, sondo ainda n3o tenha
COmpridO,fllle na rua da Penha laborna da-
quina por debaixo do sobrado que Ihe dlrfio
qooiu vende urna loja muito afreguezada, e
o motivo davenda sa din ao comprador.
Lotera tic A ossa "enhora
to iiosario.
U thesoureiro dcsla lotera an-
nuncia, que as rodas andam no dia
>.5 do corrente, no consistorio da
igreja de Nossa Senhora do Li-
vramenlo, anda que fiquem por
vender alguus bilhetes, e o resto
qu existe est a ven-la nos luga-
res do costnme.
Aluga-so urna boa casa na povoaciTode
Ap'pucos, para se passar a lesla, om os 16-
g'iiuti s commodos, 3 quartos, 2 salas o co-
sinha fra : a tratar na Iravessa da ruaes-
Ireita du Itnsario para o Quoimado o. 39 A.
-- Joaquim llibeiio, subdito portuguez,
relira so paia fra do imperio.
-- Preeisa-se do um caixeiro, de 10 a 12
anuos de idade, para venda : na rua do For-
te n. 2 .
-- Traspassi-se urna hypotcca de um a c-a-
sa nova, ua rua da clon 1 ; a pessoa que pro-
tender, dirija-so a rua estreita do Rosario
n. 16.
Offerece-se u na ama prcta, forra, do
urna conduela exemplar, para o servico in-
terno e oxlorno do urna casa, a qual cosinha
sufTiivolmenl -, lava de sabo o brrela, c
eugoiuma : quem do seu preslimo soquizer
ulilisar, dfrija-as a rua do Vigario n. 20, se-
gundo andar.
No da 17 do corrente mez so ha do ar-
rematar, depois di audiencia do Sr. Dr. juiz
muir,al da segunda vara, urna pequen)
casa terrea de pedra ecal, sila na povoaco
do Monteiro, freguezia do Poco da Panella, a
qual tem um telneiro no quintal onde tem
cacimba, tendo pequeo quintal murado
com coirelorquo da sabida para o rio, pe-
iiborada a Julio Francisao dns Sanios Siquei-
ra, por exccuco de Manoel Custodio Poixo-
lo Soares, e he ultima praca.-
-- Arrenda-se o armazem da casa da rua
do Vigario 11. II, o parte do primeiro andar:
tiata-se na mesma no escriptorio de F. A.
di Cunha & Compaiihii.
-- No escriptorio de F. A. di Cunta Se
Companhia, na rua do Vigario u. II, existe.
II111 lo Millar.
das.
cravos de 1 nb is >* a 1-
os, pan deiil-i.- lora da provi.i ; Bra
para fimilia, quartos para negros, nudo pagi-so
cosinha fra, estribara -c cocheira, ,"n" -*s
sitio com bastantes Irucleiras, flo-
res c horlalica : a filiar na ruada'
Gru n. 10.
J. Jam, de.nlista, noticia ao publico que '
contina prdentes artificiaos do porcelana;
incorregiveis; o annunciante incherU um 1 .(,,.,,,,l,.,lCia 11. \ ,
ou toduss- fr preciso, assevenndo a todas I JO ''pcnutliuo ,
as pessuas que. so quizer ulilisar do seu pres- hllhetcs intcil'OS, Hielos quartos,
timo,que nao exige pag> iguma nlo fican- 0tav0 c viiresimos, a beneficio da
do os denles Mo bem rollucados.qu" nlo se > 1 A V A II
possa differ.: r dos propiios nturaes,po- J. lotera do hospicio (le 1 earo II,
dendo-se masiigar qualquer eomid semiyem a lista no primeiro vapor que
'iliramenor dr neo receio do qs que- u- l.-:-,,
CU.!chcgar do K10 fe Janeiro.
Lotera \os 30:000,' 00 e 10:000,000 ders.
oja de miudezas da pra?a da
veudein-se
Na
brar; tambem cale os denles nituncs
rados da carie, com ouro ou prala, prevo-i
nindo assim a conti niacSo da carie o dores, 1
e mesmo evitando pur cssa forma de ps9r I
a carie dus denles fundos para os outros!
sSos, como bom, limpa os denles em geral.
tirando as caries ou podras que tanto os I
damnilica e coopera para o mi alito da boc-
ca n3u sendo tiradu ; ha dez anuos queo|
aununcianto exerco sua proliss3o nenia Ol-lgem feilio: quem a pretender,
dade, e os mullos exem.los que lem oadot aterro da Boa-Vista n. 65, queso diri quem
nosso longo tempo ser quinto basta par tem.
Bilhetes inteiros
Meios biihctcs
Quarlos
Uitavos
Vigsimos
Vendo-so una bacia do
2 1,000
1 i,ouo
5,5 00
1,800
1,.'ion
prata de lei
dirija-.-,!) I0
o garantir: su residencia, irui Nova n. 19,
primeiro andar.
Lotera do Nossa Senhora do
i ni'-, lio.
Vendem-se dez escravos, sendo qua-
lro molecutes, crioulos, do idado I a 20 au-
nos; tres mulatos 'le bonitas flxuras.da idi-
dolsa 22 anuos; dous escravos de todo sor-
vico ; o urna escrava boa cosinhei'a o en-
casa da Fortuna, rua Dircita n. 7. gamma bem : na rua Dirolla n. 3.
Lotera de Nossa benhora do
Rosario.
Vnmliim-sn meios bilhetes desta lotera,
ment: acham-so nos lugares do cnstume venoem so "'"" lian cu-
um completo sor,imentode cautelas e bi- ^l^^l^o eo^U?'C"
O cautelista aiinuncia ao publico, que as
rodas da loleria do Nossa Senhora do Rosa-
rio, lU'lam no dia 23 do crrente infalivel-
Ihitos.
Uilhctes
Meios
Quartus
Decimos
Vigsimos
8,000
4,000
2,200
1,000
500
jas rod
Vcndo-se a loj 1 de miudezas n. 72 do
aterro da Roa-Vista : a tratar na mesma.
Na ioil de ferragens da rua Nuva n. 35,
vendem-se os seguintesobjectos por precos
os mais mdicos que ho possivel, aflm de li-
- U S Portuguez de 20 afinos, \*%- \ b*m "-d'U-
que sabe \6', escrever o da hador a su con- ao>iina.
,, couros de cabra e peles de marro-
. ,mim a 10 1 ou n 12 OOn rs a duza de diver-
ducta, se olferoco para caixeiro de rua, ou I ,ul ""'"
diquabiuerestabelecimento: quem preci- i"8 coros- a 24 000 rs.
r, annuncie. n. rna Novs Ini d'e ferragens n. 35, veu-
-. Aluga-se urna casa torrea, no sitio do .."^"^V lustre pelo mdico preco
Cordeiro, a margem do rio Capibaribe, com '!on' si""r ,i, ,i,
comanodus para grande familia, e com es- de 21,000 rs. a
tribuna para 6 cavallos ; urna outra mais
pequea no fundo do mesmo sitio, lambem
com commodos para familia : a tratar com
Cabriel Antonio, no ptoo do Carino n. 17.
No da 13 do corrento mez, vSo a pra-
Ca do senhor Dr. juiz municipal na villa do
Cbo, para serem arrematados, os escravos
peuhorados a viuva e bordeiros de Flix Au-
gusto Seola, por execuco de Me Cilmonl
6i Companhia.
O Sr. Jos Guedes de Albuquerque an-
tes de retirar-se para Portugal, tenha a bon-
dade de dirigir-so a rui Nov n. 27, 1 en-
tender-se com Joaquim Antonio dos Santos.
Andrade, alira de Ihe pagar a quaulia de
547,873 rs como consta do documeuloque
assignou a Andrade & Leal, os quaes me pas-
sarim u pcrlenco no dito documento.
Precisa-se do um bom oflicial de cha-
ruteiro ; paga-so bem : na rui di Soledido
confronte a veoJa n. 11. ,
Aluga-se um sitio na estrada do Pom-
bal, com boi e grande casi do vivenda feita
a moderna : ua praca da Roa-Vista 11. 6
-- Uva-so o engouima-se, com inuili por-
uma"caria para o Sr. Jos Antonio de Oli-i feicSo e useio : no piteo da Itibeiri deS.
veiri. [Josn 15.
Yindem-se charutos de su-
perior qualidade, anegados lti-
mamente do Bahia, por preco com-
modo : na rua da Cruz aruiaiem
de Crocco & Companhias
Cobertores a 800 rs.
Vendem-se superiores cobertores de ligo-
d3o brinco muito encorpidos 1 800 e 1,000
rs. cadi um, he umi pechinchi que se esta
acabando : na rua do Queimado loja di es-
irelli u 7, conf. onte 10 beco do Paixe Frito.
Vende-se lama canoi de carreira nova
bem coaatruida, ii>ts menlo de fesla: iWatfmazeai do Torres no
Porto das cinoas na ru Novi.
Cateados.
Vendem-so spito's fnncezes de lustro
para senhon muito bons, 11,600, assim co-
mo borzegins gispudos par senhon, a
3 500, liados lencos de seiim de ooies pira
gravitas, um completo soitimento dapor-
fumirias, e cilcido pin homem, senhora a
meninos; no aterro da Boa-Vista, loj do
cilcido n. 58, junto ao seleiro.
MUTILADO '



Sands
SALSA PARRILHA.
Yiceote Jos de Brito, nico a-
genteem Pernambuco de B. J. D.
Sands, chimico americano, faz pu-
blico, que tem chegado a esta pra-
ca una grande porcSo de frascos
de salsa parnlha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados ,
Taixas pitra engenhos.
Na fundiclo d ferro de D.
VV. Bowman na ra do Brum
pr.ssando o chafuriz contini* a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e by
tido, de 3 a 8 palmos de boc^,
as quaes acbam-sc a venda, por
preco commodo e com pi^mpti-
dao, embarcam-se, ou carr6aat-
Capacbo com abe: tura.
Vendem-se capachos com abertura no
meio, pira ficarcm oro redor de meaa de
meieVle alia, na ru da Cidcla Spriineire andar.
/-- Vende-se por 5,500 o 6,500, urna fita de
qualnlado superior para carta de bicharel :
no atorrosda Roa-Vista, loja n. 1.
\Vestido8 de seda.
Na I"1' do sobrado amarello da rua do
Quoimau h. 39, tem para vender orles de
vestido" e seda escocoza de quadrng pi-
itf ..to modornos, assim como vende-
se o mo..na fazenda a covadoa.
Baregc' para vestido a Goo rs. o
covado.
Esta fazenda feita de' laa e seda,
offerece ao comprador, nao s a
commodidade do preco, como por
ser um vestido de lindo padrao e
que nSo precia lavur-se: na ra do
preparados no Bio de Janeiro, pe- em carros, sem despezas ao
lo que se devem acautelar os con- comprador.
sumidores de ti. precioso Ta.,s-| ^ Jg J ^-.'lu-oo-
man, de cahir neste engao, to- ,0 osc]nria da Alfandegi.
mando as funestas consequencius ,****?*****.*.#-***.*-
que seropre costumam trazer os Botica liomeopatluca.
medicamentos falsificados, e ca- 28 ra das ( ruiea a
1 _s l.,-llc ,, "a para se vendor algumas canas O
horados pela mao dsqueiies que w ti(teom meiljl.ament0s ea. tintura. a>
antepem cus interesses aos ma- 4 cada urna ser acompanhada de um <
les da bumanidade l'ortanto, pe- | e.~-a|.^ ierles' e
de para que o publico se possa lt- ?aa.^-raa.^v-jar-*'*'** ajf. ?>
vrar desU fraude e distingua a -- Vendem-se as seguintes gementes:-
vrar b nabos.rabanos.rabanetesencarnadosebran-
veaadeira salsa parrima oe oanas C0Si sebola,couvo triDiuda alfaco ala-
da lalsificada, c recentementc a- moa, rcpulhuda,chicoria, senoulas, feijao
1 1. ;, f,, carrapatodetresqualidadcs.cmlhatorlao
qui ebegada 5 o annuncianle faz direilaf fiT8( coentro de touceira, silga, to-
ver, que a verdadeira se vende males grandes, rcpolho, couve lombarda,
.# om c,,a 1.,.i-,.., na ma saboia, e mustarda : na ra da Cruz n. 46,
nicamente em sua botica, na ra jmjj^ ]o gf doul(ir C()Sme
da Conccicao do Kecile n.,01 5 e par-,n|,a e mandioca a 1,600 rs. a
aim do receituario que acompa- sueca
nba cada frasco, tem embaixo da NoarmazomdeJ. J.Tisso Jnior: nfrua
primeira pagina seu norae impres- o dAmor.m n. 35.
o, e se achara sua firmo em ma- epo.i.o de panno de algodao da
nuscripto sobre o involtorio im- fabrica de Todos os .Mntos da
presso do mesmo frasco. Baha. ,
1 Moinhos de vento Vende-seo bcmcoiihecidopan-
com bombas de repuxo para regrar borlas no de algodSo da Babia, proprioda em sin loja de feragens, na
ebaixasdecapim nafunduaodel). W. Row- pa,.Q saccos ,. roUpa de cscravos, ,rua do Queiinado, junio ao becco
O^S^&tMd'V^UiMmt^^i do comprador, assim da Congregado n.37 A, na mesma
.-nito- na Hiihi. como fio de algodao do meara fa-
Queiinado, loja n. 10, achranos
compradores n5o s as amostras
como as pecas.
Potassa e cal virgem.
Y 1 ra de Apollo, armazem n.
2 B, vende-se por preco rasoavel,
milito nova e superior potassa ;
assim como cal de Lisboa da me
llioi1 que existe.
U cautelisla .Antonio Jos
Rodrigues de Souza Jnior faz
sciente ao respeitavel publico, que
acabado receber do Bio de Janei-
ro, o-, seus afortunados bilhetes,
meios bilhetes quartos oitavos
c vigsimos da lotera do Bio de
Janeiro, a beneficio do hospicio de
l'cdio II., o eslao expostos a ven-
Vendo-se.emcasa deN.O Biebor&C^., brcg n() Mc^ptar0 de Novacs
ua loja n. 12 de Joo liaptista
Hodrigues de .S'onza, e no aterro- da
na rua daCruz n. 4,algod9olran8do .
qoellarabrica.'niuitoproprioparasaccosde & Companhia, na ra do lrapi-Boa Vista, loja de miudczas 11. 4,
assucareroupaeescravos.porprogocom- cnen, 3^ dc Antonio da Silva Guimaraes ;
m0du' oal virgem de Lisboa.* taada na Casa Forte, lando da rnota dais ... ..
Cal virgem, jancllaseu.na porta, hom quintal com arvo- |gcm as listas 110 da Q0, OU 11 do
Cortes de vestidos a a,000..
Na loja do-sobrado amarello nos Quatro
Cantos da ra do Qu-imado n. 39, tem para
veuder um novo sortimento de cortea de
vestidos d ripeado f'ancez, no vos padres
e cores fina*.
Vendem-se bilbctes da Icr-
ceira lotera do Hospicio de Pedro
11, cuj lista vem no primeiro va-
por pelos segnintes precos : na rna
larga do Rosario, b ja de miude-
zas n. 26, uc .'oau l'rancisco Maia.
' 22,000
Yende-se superior
_ res de Iruclo, e escrllcnte cacimba 1 as oes- Jcorrentc, sf m descont algum
chegada ltimamente de Lisboa, e S088a quem semelhante negocio ^onvior,, R1|i,.in,.irtm ^000
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
A 1,280 c 1,600
Superiores cobertores do algodSon imita-
qSo de tapetes de cor, muito proprios para
c. ros arranjos do casa de familia, e quasi
um genero da primeira neeessidade para o
Sr. do engenho. pelo diminuto rrc(> 1,280 o 1,600 rs. : na ra do Crespo n. 6.
l'cde-se as senhoras que deem to -
da a attencao para as seguintes
Trapiche n. 34-
1 l'otassa ameticana.
No antigo deposito da cadoia velha, n.
ta existe urna pequea porcSo do potassa
americana, chegada rocentemcnle que por
superior rlvalisa com adaltussia: vende-
se por preso razoavel.
Deposito de cal e potassa
motivo.
Toda attencao ao novo sortimento
chegado da cjda le da 15 ibi 1 !
na ra do Crespo n. i4Ja de
Jos Francisco Das.
As muilo acreditadas chitas ciboclas de
novos gostos a 200 rs. o covado ; chitas II-
as com novos desenhos e cores lixas a 210
No armazem da ra na uauua rs 0 covaJo. c(llas rrancezas da primeira
Bilhetes
Meios 11.001
Qnartos 5,5oo
Oitavos 2,800"
Vigsimos i,aoo
Camhraiasde ailpieo.
Vendem-se cainbraias de silpico brinco e
do cor, muito finas,com 7 l|2 varas, a 4,500,
ditas b anca?, com S 1|2 varas, a 3,000 rs.,
cortes de cassa chita, muilo linos, e ci)r li-
za, com 7 varas, a 3,500 ; na ra do Crespo,
loja da esquina que volla para a Cadeia.
* Grande sortimento de pannos finos o
cn.'cmias.
Na ra d'> Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vende-se panno ph'to
lino, a 2,800, 3,200. 3,500 4,000, e 5,000 rs.,
o franen muito superior^ a 6,000 rs. o co-
vado, dito azul, a 4,000 rs., dito verde mur-
to'superior, a 4,000 rs., cortes de casemira
prcta enfestada, a 5 o 6,000 rs., dita fran-
cesa muito clstica, a 8, t 9,000 rs ; assim
como de cores, dos mais modornos gostos,
por preco commodo.
Condessas grandes. -
Vendem-se na ra da Cadeia do IXccifo n.
4s primeiro andar.
Avisa-sc ao respeitavel pu-
blico, que a nova loj 1 da praca da
mdepen lencia n. 4o, acaba de re-
ceber pelo vapor Todos os Santos,
os felizes bilbetes, meios, qnartos,
oitavos e vigsimos da tercena I >-
teria do hio de Janeiro, a benefi-
cio do i 1 < > picio de ledro 11, bem;
como os afortunados c mu procu-
rados bilhetes, meios, equartos da
lotera da Babia a favor da venc-
ravcl ordem terceira de S'. Fran-
cisco, cuja lotera devei correr
no da 12 do corrente, e iquelli
corria no da 3 do mesmo os
qmes bilbetes e cautelas se ven-
'detn em dito eslabelecimento aos
commodos precos abaixo, c logo
que ebeguem as listas no dia 20 ou
21 do corrente, sao pagos sem des-
cont os seus respectivos premios.
Do Bio de Janeiro.
Na loja de Gouveia cV Leite,
na ra do Qucmatln, foi vendido o
a. 101 que lirn 1:000,000 rs. e
mais nmeros de outros premios
para baixo, os quaes se eslao pa-
gando sem descont. Na mesma
casa se vendem bilbetes da terceira
lotera do Hospicio de Cedro 11,
pelos seguintes precos :
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,800
Vigsimos 1,200
(?>?'#> *">*)! >.'?**
f filos para cirlas de hachareis, ven- -
? dem-so a 5,500 e 6,500 rs. : no atierro
5> da Boa-Vista n. t.
*'S,l##!l(##S)ft*%^
- Vende-se bom milho na venda do Becco
Largo. 3o necife que volla para a Senzalla
Nova, pelo preco de 4,000 rs.
Vende-sc farinba SSSF: na
ra da Cruz do Becife n. 27, ar-
mazn de Crocco & Gompanbia.
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Bilbetes
Meios
Quartos
Oitavos
Vi
22,000
I 1,000
5,5oo
2,800
No aterro da Boa Vista, loj i
n. 46, de J. S de Menezes, sao
cltcgudas liivs de seda ponto in-
glez, para bomera e senbora, pa-
cimos inteiramente novos e moder-
nos, por preco commodo.
Na loja das 6 portas em trente do
LvrameotoV ..
Continua a trocar fazondl.pftr sedulas,
chites escuras 1120,140, e 160 fs.,e muilo fi-
nas a 200 rs eassa preta a 190 rs. -o co-
vado, camisinhas para senhora a l,0"0rs.,
longos da mHo para senhora 200 rs., lencos
para menino a 80 rs e muilas mitras la-
zendas em conta por querer acabar.
Loteria da Babia.
Na praca da Indo, ondencia n 13 e 15, lo-
ja de calcado do Arantes; n.37 e 39, de
l'nrlo f C. e na roa da Cadeia do Recife
Oculos.
Chegou na praca da Independencia, loja
na. 18 e 20, uro rico sortimento de oculoa
para todas as vistas, seja com vidroa brac-
eos ou azu.is, com grao ou sem grao, e coca
armaefies de 011ro, prala, tartaruga, balis,e
de ago, a vonlade do comprador.
Chapront e Hertrand, relojoeiroa, na
prarjada Independencia ns. 18 e 20, racebe-
ram de Pars ricos relogios de bancas a da
parede, com corda para 19 dus.tocam aa ho-
ras e meias horas, aSo afiangados a regular
peritamente, e os precos s3o muito mode-
rados comparativamente a quilidade que lio
muito superior.
Bilbetes da provincia.
Na ra da Cadeia do Recife, loja de cam-
bio n. 24, de Vieira da Silva, est exposto
a venda, um completo sortimento das muito
afortunadas cautelas da loteria do Rosario
da'Roa Vista, cujas rodas devem andar no
dia 25 do corrente.
Vendem-se oss'guintos livros ja usa-
dos : 1 obra do Viajante Universal, 1 dito do
Novo Confessor; 1 jngo do breviarios, 1
promptuario, 1 director fnebre, estollas
rouxas e brancas.e outras obras de Moral por
prego muilo em conla : na ra das Cruzes
numero 29.
Vende-se urna canoa grande bem fa-
bricada para deposito d'agoa, ou para qual-
quer trafirancia, a canoa tem de conpri-
mento 7 palmos e de boca 8 palmos : quem
pretenlerdirija-se ao lugar da Cabanga a
casa de Patricio de Mbuquerquo : vende-se
por prego muito commodo.
Na casi Feliz.
Na praga da independencia n 36.
Na casa cima acha se a'venda um com-
pleto sortimento do bllhctn*, e caulellas da
olera do Rozario da Boa-Vista, assim co-
mo existom a venda caulellas da mesma lo-
teria no Rccifi- casa do Sr. Vieira da Silva
a loja de chapeos na ra Nova n. 4 : a ellas,
que correm as rodas no dia 25 do crranle.
.Modas rancezas.
Ba do aterro da Boa-Vista n. 1.
Madame Millochau Buessard,, avisa ao pu-
blico e as suas freguezas, que tem a venda
presentemente um mu eseoihido sortimen-
to A ultimas modas de Pars, chegadas pe-
lo navio Cont Roger; lindos chapeos de se-
da para senhora enfeilados de blonde ver-
dadeiro o plumas finas, ricos capotinhoge
chales de reda, capotinhos do bico branco
ultima moda do vorSo, chapeos da uitima
moda para montara, veos para os ditos, ro-
meiros e cabegOes de blco do qualidado su-
perior, ricos chapeos de palha fina da Italia,
ricas fitas de todas as larguras, chapeos de
n. 45, luja de mudezas, de Jos Forlunato|Md,jtos de pa|ha, no dia 20 pelo vapor da companhia brasi-
Icira.
Bilhetes 4,100
le eassa chita a 2,000 e 2,100 rs. ; e niuitas 1 Vende-se panno fino de todas as cores a 2j cores ; manteletes pretos muito ricos ; cor-
oulras 1,1/111.'- da gusto por pregns comino-1 rs., proprio para palitos o vestidos do o>on- tes de cambraia bordados a agulha os uni-
lo : na ra do Crespo loja n. 6 j tari* para senhoras por ser muito love cha-'eos que tem apparecidn dest qualldade, e
cortes de
maDhbaemodelloa o mais moderno .machina ,. por milito pequeo prego, como SAjarn
horisonul para vapor.com for9a de 4 caval- uiadapules, algodOes o zuarques e mais
los, coucoa.pasadeiras de ferro cstanhado f>zendas baratas.
para caaa de pulgar.por menos presoqueoa __ Arados ameriesnos, chegados dos lis-
de cobre, eacovcnsparanavioa.fcrro ingl" lados-Unidos; na ra do Trapiche n. 8.
^"rTa\Vio"r"Co0.mCm "CU5f",lias'e' Casimiras modernas, a 1,00o rs. o
Arados de ferro. covado.
Na fnndigSo da Aurora, ota S. Amaro,1 Na loja de fazendas da ra do Crespo n.
vendem-se arafus de forro do divorsos 5, que faz esquina para a ma do (.olleglo,
mo.ln.108. vendem-se casimiras de gostos modornos,
Vendem-so os verdadeiros solios in-1 a 1.000 rs. o covado.
glezes, patente, demollae sem ella : na Vende-se gello, a qualquer hora dodia,
ra da Senzalla Nova n.42.
Vendcro-se relogios de 011-
ro eprta, patente ingle/: na ra
da Senzalla Novan./12.
AGENCIA
da fundido Low-3loor.
RA IIASKNZALI.A NOVA N. 42
Neste eslabelecimento conti-
na a haver 11 in completo sorti-
mento de moendas o meius 1110-
endas para engcnbo machinas
de vapor, e taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os taina -
abo, para dito.
.Munida.-- superiores.
Na .fundigau de C. Starr& Companhia,
em S. Amaro, acbam-soavonda-moendas
de canna, todas de ferro, e um modelo e
construcgSo muitosuperior.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Konseca
& :'lino, ounarua do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da l'onsoca.
Alerta freguezos
Que sSo chegads,
Cobertores de algodao
Muilo uucorpados.
Na ra do Crespo,loja da esquina quo vol-
ta para a Cadeia. a 1,600 rs. cada um.
Vendem-se lonas, brinzio, brins, e
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Rleber & Companhia, na ra da Cruz
n.4.
Fin casa' de J. Rcllcr rV
Companhia na ra da Cruz n.
55, lia para vender dous exce-
lentes pi.'.no fortes, e de urna das
melhores fabricas, chegads lti-
mamente da Europa.
Luvas de pellica.
Vendem-se luvas de pellica, ponto inglez,
muito novas, tanto para homem, como para
senhora, a 1,700 rs. ; ditas com enfeites, a
2,000 o2,500 rs.; ditas lisas com um toque
de mofo, a 320 rs.; diua ptftas de lorgal, a
720 rs ; ditas de seda de muito bonitas co-
rea, a 1,800 rs.; ditas de algodao para mon-
tarla, a 320 rs. : na ra eslreita do Rosario
travessa dn QuennaJo, loja de iniudezas 11.
2 A, junto ao deposito de pao.
Cal virgem de Lisboa.
Vendem-se barris com cal de Lisboa, pro-
pria para o fabrico do asiucar, por prego
mu commodo: na ra do A,olio o. la, ar-
mazem de assucar.
no deposito da ra da Senzalla Volha n.
118, og na ra do Trapiche 11. 8.
A 1,280 res !
Vendem-se cuites do lilas para caiga, a
1,380 rs.; na ma do Crespo, loja n. 5.
Relogios americanos, para cima do
mesa, com corda para oito das e para 30
americano oncorpado o largo, a 2,560rs;
dito irangado muilo largo, a"160 e 200 rs. a
vara.
Cortes de briol trancado escuro de
puro linbo, a 1,44o 'i000 rs> c
2,400.
Chegou aloja da ra do Crespo n. 6, um
grande solimonto de briin trancado de pu-
ro linho, pelos pregos cima ; estes Inins
sSo de bous goslos.lanlo para os gancubos,
como par os serios.
FaUIN11\ BSSF,
riVdSft'K.r'- 0ulr""rle de muitosuperior qu.lid.de e ul-
mo, vonda nova n. 2
l'otassa boa e barata.
Vende-sc, no armazem do'am-
pcllo na travessa da Madre de
eos n. 7.
Farelo a 4,000 rs. a sicca.
Vende-se uo armaiom do Mour.lo, no caes
da alfandaga, ao p do Boceo da ConceicSo.
Vendo-so familia do ruilho americano,
muilo nova, em barricas: na ra do Trapi-
chen. 8, e no armazn), no caes do Ramos.
Vinbo de Lisboa,
do superior qualldade, cm barris de 5 em
pipa; em casa de Augusto C. doAbrcu, na
ra da Cadeia do Recife n. 48.
Deposito de cal e potassa.
Cunha & Amorim, na cua da Cadeia do
Itocifo n. 50, vendem harria com cal cm pe-
dra, nova, chegada do Lisboa polo ultimo
navio, o briguc Klor do Mar; assim como
barris com superior potassa nova, por pro-
gos razoaveis.
Vinbo de Colares,
cm barris do 7 cm pipa ; em casa ao Augus-
to C. de Abreu, na ra da CaJo a do Recife
n. 48:
Vondem-scainarrasdcferro: na "u da
Senzalla Nova n.42
Vende-se fardo de muito superior qua-
lidade, a 4,000 rs. a sicca : no armazem de
Gouveia & Das, no caos da Alfandcga.
Lencos de seda para gr ivatas.
Vend.ui-sc longos de seda para grvalas ,
de muito bonitos padr>s, a 1,000 rs.: na
ra catreila do Rosario, travessa para o Quci-
mado, loja de miu Jezas n. 2 a, junto ao de-
posito de p3o.
Na ra da Cadeia do Recife n. 49, pri-
meiro andar,veodem-se pelles o cabra me-
tidas ; esleirs de palha de carnauba de
mais de 2 varas do cumplimento ; sapatos
para o vero e invern, o cera de carnauba
muilo boa, ludo chegado agora do A ruca-
ty, por pregos mui coramodoa.
Vaca da Independencia n. 1;.
Vendem se chapeosenvarnisados dos mais
modernos, gallo de ouro de varias larguras,
boloes domados liso.-, do Pedro II e de an-
cora, tudo por prego commodo.
Gesso.
Vende-se gesso embarricas, chegado l-
timamente : em casa de I. Kellcr 6i Compa-
nhia, na ra da Cruz n. 55.
timamentc chegada a esto merca-
do : vende-se'na ra do Amorim
n. 56 c 58, 011 a tratar com Ma-
noelda Silva Santos no caes da
Bilbetes do Bio de Janeiro
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000,
2:000,000 e 1 .-000,000 de rs.
Na ra da Cadeia do Recife n. 21, loja de
cambio de Vieira da Silva, estilo expostos
a venda um completo sortimento dos mui-
Alfandcga.
-- Vende-so calgado para moninos, botins !to afortunados bilhetes, meios, quartos,
de lustre, dilos do marrmiuim.dilos do gan- I oitavos o vigsimos da terceira lote 1a 1 bo-
ga com pona de lustre, ditos do pellic pro- nelicio do hospicio do Pedro II., ruja lista
ta.sapatinhos de ganga com pon de lustro, (devo v.rpelo primeiro-vapor, qued^ve cho-
ditosdehrimdecoresco.il pona de lustro, Kr ale o da 20 do corrente; e rolo vapor
botins de duraqun de cores, sapatinhos de slucury recebeuse alista da 15 lotera a
duraquo para meninas, por 500 rs. cada par: beneficio dollieatro da un< erial cidade de
na ra Nova n. 2. Nicll.eroy.
Vende-se um sitio no lugar do Barba- U cautelistl Salustiano de
Iho com duas casas, varios arvorodos quo, A n0 Kcrreia fiZScenle aoiCS-
d3o fruto, leudo ptimo hantio por licar ,. ,
muilo periodo rio; trata-so no Allerro da peitavel publico, que c-tao a ven-
Boa-Vista2.'andarn.44. ija nas lojUS ('0 COSlnme, OS SeUS
Chegram para os divertimentos!mui aforlu,dos bi.beles c caute-
18 de las da terceira lotera do Hospicio
de Pedro II., a qual corren no dia
3 de novenibro do corrente mez ,
bom tom.
Busca pos grandes e pequeos.
Camiea.* ii'iii'o...* ou pistolas.
Flamiuas ao cor verde,encarnada e branca.
Rodetes, ou t-li--1 n i*e.*, grandes o poquenos.
Rodas do sala, grandes c pequeas.
Potes de logo d'agua.
Foguelcs do ar.
Bombas grandes o pequeas.
Dirl'erenles rodas de vi*tas.
Cira-ses.
BaslSo, ouazas. v
Vendo so por prego muito barato, quem
quizer procuro para ViT as amostras em ca-
sa do Sr. Antonio Jos de.Castio, na ra do
Vigario,
Aos senbores de cngenbo lavra-
dores e mais pessoas que tem
tscravatura, a 800 res c 1.000
cada um .'! !
Na ra do Crespo n. 14, loja do Jos Fran-
cisco Uias, lini para venderos mullos afa-
mados cobertores de algodSo branco muito
encorpados, fazenda de muita dur nao sen-
do a 1,000 rs. os grandes, o a 800 rs. os mais
pequeos, assim como as mais delicadas
chitas francezas de llnissimos pannos e no-
tas fazendas, tudo por pregos baratos.
Vende-so urna preta, crioula, que cozp,
marca, faz labyrintho e renda, o engomla
.tudo istocom muita poifeigSo, he cosinhei-
' ra, e faz o mais arranjo de casa com ligei-
) roza : na ra larga do Rosario, loja n. 35.
Vi-nde-sncuim, ou poroulra farelos de
i arroz, a 2,400 rs. a sacca, chegads recenta-
i mente: a tratar na travessa do Qjnimado,
comCahriel Antonio de Castro Quintaos.
-- Na loja n. 2 da rua Nova, vende-se ba-
rato, calcado bom para homem, botins de
couro de lustre com canhOcs de marroquim,
ditos de hezorro franez e com canos dos di-
tos, sapatos de lustre com orelhas, ditos
com litas abertos na f.cnle.e presos com sal-
to, sapatos do bezerro, todo este calgado he
feilo por machinismo.e de muita duragao.
Vende-so urna oscrava de idade de 30
annos, que cosinha, e he boa lavdeira, sem
vicio algum : na rua do 8. Coogallo, junto a
igreja n. 35.
~ Vendem-so 2 carros muito maneiros ,
proprios para conducgSo do fardos, ou sic-
cos : para ver e tratar no trapiche da Com-
panhia.
Vendem-se saceas com superior fare-
lo, chegado ltimamente de llamhurgn : no
armazem do Jos Joaquim Pereira de Mello,
no caes da Alfandega, defronte do guin-
daste.
Cbcguemao bom e barato
Vondem-se leques de muito bonitas pin-
turas, a 2,500 rs ; caixinhas de vidro muilo
propriaspara as senhoras guardaren! joias,
a720rs.; meias prelas de algodSo muito
linas, para as n enanas, a 480 rs.; ditas pa-
ra meninas do lodos os lmannos, tanto
brancas como prelas a 320 rs.; ditas para me-
ninos, a 240 rs. ; fitas do velludo para volta
a 800 rs. ; frocos. requilifes, filas, fraujas
para cortinados c oulras mullas miudezas,
que se venderlo mais baratas doquecm OU-
e espera-se a lista da mesma no
dia IO, pile vapor da companhia Tra qualquer parte: n rua estrella do Ro-
brasi.eiri? .u no dia ,0 pelo vaporto^^^T^' ** "'
25,000
11,000
inglez Teviot.
Bilhetes
Meios
Quartos 5.5oo
Oitavos a,800
Vigsimos i,3oo
-- Vende-so urna casa t'rrea, sita na Praii
do Santa Rita, defronto da casa do Sr. Kran
ca : na loja das seis portas se achara com.
quem tratar.
De castor a C,ooo rs.
Superiores chapeos do castor branco, in-
glozes a 6,000 rs ditos do dito prolo, de
bonitas formas, a 4,500 rs.
Cbapeos.
Vendem-so, muito lindas 11 de superior
qualidade chapelinas de seda enfulladas
para meninas, ditas para craangas se b
vos dezenhos, sendo fazenda do ultimo gos- su em, chapeos enfeitados para mouinos, e
to e cores muilo lizas, a 320 rs. cada ova- I meninas, de differeutes cores ditos de palha
do ; assim como militas outras fazendas por I italiana, para senhoras, meninos o meninas,
diminutos pregos,quede ludo se dar amos-I tudo por prego commodo : na praga da Indu-
tras deixaudo panhor. | pendencia n. 34, 26, 28, e 30.
eposito do pilo
Lotera do l>io de Janeiro.
Aos 20,000,000 de rs.
Macasa feliz
Dos Quatro CantOi da rua do Queiinado n.
20, vendom-se os muito felizes bilhetes,
meios, quar;os, oilavos e vigsimos da ter-
ceira loteria do llaspiclo de Pedro II, cuja
lista chega at odia 20; a olles, se querem
tirar bons premios.
A 5,000 rs. pequeos, o 5,500 rs. grandes.
Vendem-se chapaos de sol do seda ingle-
zos do superior qualldade, pelos pregos ci-
ma : na rua do Collegio n. 4.
-- Na praga da Inlependancia ns. 18 o 20,
vendem-se relogios americanos de superior
qualidade.o lem anda alguna com corda pa-
ra 8 das, e lodos locam conipassado.
Vndanla um uiulalinliu muito linio ,
do 'i annos de idade: na rua estreila do Ro-
sario n. 28, segundo andar.
Vende-se um carro de trabalhar com
prelos na alfandega, novo, bem cmslruido,
de boas ferragens, e sem uso algum : par
ver e tratar, na rua do Vigario n. 20, segun-
do andar.
do coletea de fil e cambraia.lengos de cam-
braia para m.los, luvas, ricas capailas e cil-
ios de flores linas, cambnia d linho, fitas
de veludo, bicos e rendas do linho, filis,
cambraias, tarlalana, cassas linas, etc etc
essas fazendas se vendcrSn por pregos mui-
to em corita. Nessa casa bem conbeCida pe-
lo hom gosto quo existe nos ohje -toa fabri-
cados nella, e continuase a fazer chapeos,
loucadores a vestidos de haile ou casamento
para senhoras vestuarios de baptisado, e
mais enfeites proprios pira senhoras.
Vinbo do Porto superior feitoria.
Vende-so a 42,000 rs., cada barril : no ar-
n1.1zc.11 do Barroca & Castro, na rua da Ma-
dre de fleos n.26.
Moendas patente-
Acaban de chegar moendas e meia moen-
das de varios timanhosda patente de A a
Kddo Mornay em casa de Rotho e Bidoulac,
rua do Trapiche n. 12, aonde tamben se
achara arados do ferro do modelo maisap-
arovaJo pira a planligo da canna. Estes
arados s3o construidos na fabrica mais ac-
crediladaem Inglaterra e coutam vantigens
sbreos outros arados.tanlo no seu arranjo
como na sua apurgHo.
Remedio especial para boubase cravos
seceos contina a vendor-se na rua do Rin-
gol, botica que foi do tinado SebasliSoJosc
de Uliveira Macedo.
Fundicao d'Aurora.
Ni fundigo da Aurora, acha-se constan-
temente um completo sortimento de ma-
chinas dn vapor, tanto do alta, como de bai-
xa pressSo, do modellos os mais approva-
dos. Tambom so apromplam de encommen-
da do qualquc forma, que se possim deso-
jar com imaior presteza: habis olTIciaes
serSo mandados para as ir assentar, eos fa-
bricantes, cono leem do costume afilan-
gamo perfeito trabalho dellis, e se respon-
sahilisam por qualquer defeito, que ncllas
possa apparpeer durante a primeira safra.
Muilas machinas de vapor construidas neste
estabelecimonto tom estado em comanlo
servigo nesta provincia, 10, 13 o at 16 an-
nos, e apenas tem exigido mui insignifican-
tes reparos, o ilgumas ale nenhuns absolu-
tamente, accrescendo que o consumo do
combustivel he mui inconsideravel. Os so- .
11 hoi es de engenho, pois, o outras quaes-
quer pessoas, que precisarom de machinis-
mo, sSo respeilosamenln convidados a visi-
tar o eslabelecimento em Santo Amaro.
mi -1 1.....11 a.-i^n.n I i n ---a
Escravo futidos.
100,000 rs. de n lili cacao
Desappsreceu no dia 7 de maio prximo
passado, o pardo Leonardo, do idade 18 an-
nos pouco mais ou menos, o tem os signaes
seguintes:baixo, o peilo um tanto metti-
do para dentro, ca bello carapinhado eal ao
meio da testa, o falla descaogado. Esto es-
cravo vinba lodos osdias ven ler leite no Re-
cife, de um sitio na Boa-viagem, perlencen-
teaJoanna Mara dos Iv.-sos, de quem foi
escravo: quem o apprehender e trouxer na
rua da Senzalla Velha n. 60, segundo andar,
receberi a graliftcagSo cima.
Desappareceu no da 36 de outubro
prximo passado, um escravo de Angola, de
idade 40 annos, mais ou menos, de nume
Antonio Velloso,r ojos signaes sSo os seguin-
tes altura regular, cr nSo muito preta,
barbado, com falta de cabellos no meio da
cahc.es,alguns cabellos brancos.beigos gros-
sos, bocea regular, mSos e psgrossos : foi
escravo deum senhor chamado Alilonio Vel-
los >: esto escravo he casado com urna negra
de nome Rosa, baixa, mais velha queo ma-
rido, e servil de parleira 110 malo, 1 qual
acha-se lanibem fgida desdo novembro de
S50. Ihipois do possuidor Antonio Velloso,
passaiam a ser eseravos de Carlos Pereira da
Silva, hojo fallocido. e prcsoiilouionto per-
lenccma Antonio Caldas da Silva : quem os
pegar, ou delles der noticia, certa, seri ge-
nerosamente recompensido : no Recife, rua
da i'nii, armisem n. 18.
PtRrl. : TtP. 01 M. F. 01 l'ARIi. 1853.
J MUTILADO


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