Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03097


This item is only available as the following downloads:


Full Text
VM21
Anno XXVJflI
a
Quinta feira 11
ui mo
de Novembro de 1852.
-J-----U.
N. 255.
PER]\l4MBUG0.
nr.oo oo.
PlIMHIlIro Aduhtido.
pjtttlniitr* -.......
poriraetre.............
Poi nao ...>
PtanniNTKO DUrilHIlTIB.
Poi qu.rtel ....
rara.... 2deOutbr. Mina.. 14 deCulbi
Mar.obao. 5 de dito 'S.Paulo 22 de dito.
Cc.r--.- 9 ''" l,i, R-dfJ.. 36 dedilo
Parahlba S Je Norbr. Babia... i de Novbr.
4/000
8/000
l.yoo
4/500
u-Di inm. AUBIBUCIAm.
8 Seg. Nlcodrato. rafias). Orpkio
Terc. Dedlcacao da J,e5. l lOhoras.
H.iNilica dt> .S.ITaIor 1. ttrtdoritii.
loQuart. Andra Arel-3. e 6. ao melo-dia.
Uno. tatma.
Junt.S Marllnbo.'t. e 8. < 10 hora.
txt. S. Levlao. J. ara do 7.
l'Sab. S. Zablna. L, etabadoaao melod.
14 Dom 21. O Pairo-: ttleio.
clnlodaSS. Vlrgeni|Tercas e sib.dos.
rimalaii
Nlngoante i 5, a I hora e 18 minutos da m.
(Ova i 11, aj i horas e il minuto da tarde.
brocate a 18, aos o minuto datarde.
Chela a 26, aa 4 horas 21 miautoi da tarde.
nuaBoi.on ^
Primelrai 8 horas e 4 3 uilnu toada tarde.
MllIMI oa omiiior.
aouoii iiiBiMaiiiai,
ClIOI BB 10 DB HOTEMBIO
Sobre Londres,a 28 ',, por i/Ooo d.
Golaana e Parahlba, .ieguada I ext.a-lPorttigal 13 deOutbr. Austria 7. deOulbr. Parla, 310
feiraa. jHe.panha Medito
aio-Giand-do-Rorte a Victoria aa quinta e*f*M* f''10
,,... Blgica.7. 4 de dito
,er" Italia..!. 3 dedlto
Bonito,Caruaru.e Oaranhua. no l'e 1S Hecad*Uirrnanlia. - m. Il'riisiia .:-'Iileilit
Flores,Ourlcury.Exti e Boa-Vista 11 3 e 28
Diinda, lodosos dlaa.
Segunda s 4 horas e 6 minutos da manhaa.lTodos os Correiosparteraaomelo-dla.
Mxico... 15 de dito
California 6 de dito
Dinamarca! de Selb' Chlll. 'Ode dito
HnsU... lude dito Ruenos-A. 58deSeibr
Sulssa.... a de dito, I Lisboa, 95por canto.
Suecia.-.. 28deSetbr. "Tii,
Inglaterra 8 de Outbr.iOnro.Cocas bespanholas.;...'"."..". S9/0C0
E.-Unldos 25deSclbr.| Moedas de 6/400 relhna........ 16/uOO
Turqua. ,26dedlto |Monlevldeo Sdedilo
de6#400ora..... .. 18/00
a de 4/000........S.S.... DOO
Prata.PataeOesbrasileiro........... l/9/0
1 Pesoscolumnarlos.. ......... 1/9''
I Ditos meiicanos.............. I/"1"
f ARTE OFFICIAL.
r
MINISTEKIO DA FAZENDA.
Circular de U de oulubro de 1852
Attendendo a que so tem suscitado du-
vula sobre a cobrancados direitoa das pa-
lonlcs dosomciar-sda uarda nacional, por
sn harer entendido qqp para aAcobranc,a se
devis levar cm ennta n augmento da quinta
terminacho alguma do que aos socios haja | Seriogapatham sflo o cumplenanto do tris- | mais bellos diss ; mas Napoleflo om W.tor-
de pertencer, por isso no esl sujeil* >o te, mas salutar ervico feito no Weser e no loo menos prezou o primeiro dever de um
sello proporciooal, no obstante a multa Mense. Ahi o homotn de Waterloo comple-gonoral no tomando a menor providencia
nella estipulada, pela sua nalureza de con- tou sua inslruccflo, amaldando-se as mais) para o caso de urna retirada, Desse grande
dicionah
Commando das armas.
Quarlel general na cidade do ftelfe 9 de no-
vembro de 1852.
149.
usrte do sold marcado para os ofliciaes da j ordbh d.i ait a. 149.
pnineira elasse do exercilo, pelo artigo II |^Jf_,D(l1 oSr. ^^b*[,df. cimpoAntonio
alein 648 de 18 de agosto do corrente an- I Corroa Seara, commandantn das arman de- iohJ1 x,|oore revelara ao olbos perspic.-
no. e considerando que esse augmento he clarara guarnicao para os lins convenientes, I0H MUdos,quo havis vicio real n.siro-
limitadoa urna s classe do exercilo, o que|qu^Exm Sr. presidento desta proveca, pa, Brilannicas. O oxsrcito eslava impo-
por isso nflo deve alterar a laxa dos refer-
opposlas escolas de disciplina; ah aprendeu I conflicto de principios, e dos dous exerci-
ellea havor-se com oscorpos desmantelados '
e desanimados, e adquiri a gloriosa prali-
es do arremedo feliz dos raios da guerra.
Sua campanha seguinte foi feila sob cir-
cunstancias ainda msis instructivas, com
quanlo dilTeientes. A expedido a Por-
tugal Tora propriamente urna entrega an
maladouro. A lentativa anterior sob Sir
dos dirertoTiromo ji o declarou o parecer da
segunda commissflo de orc.mento da cma-
ra dos depulados, approvido em 13 de agos-
to ullimo, se declara quetacs direifosdeve-
rflo continuar a regulac-sn pela tabella an-
nex a le n. 260 do primeiro de dezembro
de 1811.
EXPEDIENTE DO DA 18 DE OUTUBIIO.
Ollicio. Ao director geral das renda,
sobre as duvidas do collector de Valenca, o
administrador da mesa de rendas de Maca-
he, se dcclaraique sendo o imposto de 30,090
res, relativo nicamente as ligitimafOes e
nomeou por portara de 6 do corrente ao sr. pu|,r no ptll B fora je||e, e dominava ge-
tenento reformado J08o Jos de Moiira, para rameme a opiniSo, que eramos invenci-
servir interinamente o emprego de ajudante Veis como potencia naval, porm despre-
do dreclordo arsenal de guerra, visto a- 8jvej. como poienc, militar. O ministo-
char-se doente o respectivo ajudante o Sr. r0desse lempo nSo poda sequerorganisar
aireres Antonio Bernardino los Res. ums forca respeilavel. O commando eslava
Candido Leal Ferreira, \ g0 t( dividido, mas at sujeilo a um com-
Aiudanlc de ordensencarregadodo detalhe. p|exn do gUbordiiiat;0e8 que tornava impos
.-iv.'I a unidado de aceflo nem a desacredi-
tada conven; Ao de Cint'a era propia para
inspirar conllanca, ou esperanzas. Sir Ar-
thur Wellesley lomou sobro si a responsabi-
liilade do commando Europeo, sob o con-
EXTERIOR.
Londres 16 de setembro de 1852.
A carreira do duque de Wellinglon como curso dn. todas a.s desvantagensque so pos
adopc0e8 confirmadas porsentenca deauto- general foi apenas de 28 annos, sendo de 83 sam eonceber. rinhamosj felizmente a-
ndadejudiciaiis, segundo o 38 da tabella a sua vida. Os conquistadorese cliofes mais banlonadoa velha estrategia dexadrezdos
annexa a le: de 30de novembro de l841,com-
biuado com o titulo a que est subordina-
do, he evidente que nSo deve ser exigido,
quando por escriptura publica ou (estamen-
to sSo reconhecidos os (ilhos nsturaes, os
tos, resultaran! trinta e sete annos de paz ;
Walerloo foi urna victoria, tanto moral co-
mo militar.
Mais urna explica^ln mostrara adifleren-
ca cadeal dos principios moraesdesses dous
homciis, e dar a razo da diversidade de
suas fortunas. Alludimos ao contraste do
traa ment dado aos remotos francezes e in-
glezes. NapoleSo e-npregou os seus segundo
o momento, porque para elle os honiens e-
ram simples mosquetes; Wellinglon vanos
seus nSo s elementos psra os seus lins un -
mediatos? mas tambem sores respousaveis,
quo antes de ludo cumpria-lhe fazer real-
mente solda'dos. 11 iirii desprezo completo
da vida humana foi o caracterstico do sys-
lema de um; -no entretanto que urna ex-
trema e anciosa sollicitudo, por salvare
poupar honous foi o principio.do oulro.
Na, ni 'Vi deu batalhss, o-r ilion cidades, as-
boIou distnctos inteiros a ferro e fogo, com
o nico Intuito de paralysar naces. Wel-
linglon uunca dispaiou um tiro de cantio
que nSo fosse como o resultado de u no de i ii'|i uilii. Torres Vedras he o typo
do pensamento brilaunico, e J.ll.i a pintura
fiel do Irancez.
Nem se limita essa anlithese moral ao con
^SL.... _____ ^^.-Jg^.'l'^^^^^an^'';'[.tt:
exige um esludo profundo que nos he natural- idia da Franca Sir ArthurWellesleyc.readoem
mente imposiivel fazer hoje. Nosso intento bel ISiO vlsuonde de Wellinglon teve necesiarla-
imple.iiirni.' lembrar em poucas linhas oslmente e algumas vetes limultaneamenta por
princlpaes feltos desta carreira ruidosa e >ju.isi [adversarios os mais filustres de nossos mare-
secular. Ichaes : Massena, Soult, Ney, Marroont, Vctor.
Arthur Wellesley, duque de Wellinglon,|A historia atiesta que as divergencias que bou-
qtiarto filho de (icrard-Cnwley Wellesley, con-lveramentre estes grandes homens nao forain
de de Morninglon e de Anua Bill, filha do vis-Bdc pequrna importancia para os successos do
conde Dunganon, nasceu em Dungan-Gastle, general Inglcz, o qual tociavla nlo terla iriiini-
na Irlanda no primeiro de malo de 1769. Edu- : phado, se em 1812 INapoleao nao tivesse retira-
cado ao principio no collegio d'Kton, na lngla-| do da Hespanha suas melhores tropas para a
ierra, foi depoii mudado para a escola militarcampanba da Russia.
de Angers em Franca, Tendo entrado no scr-J Tracar aqu a historia desta 1 onga guerra da
vico militar cm 1787, elle galgou rapidaiuenlef Hespanha, a qual por si s forma urna parte
os primeiros poslns. Em 1791 faiia parle da ex-1 considcravel do annaes do imperio, fora querer
pedirn de lord Moira em Oslende e couiinan-f c'dc muio ultrapassar os lmites qne nos sAo
dava uina brigada debaso das ordens do du-'assignados. Este tilsic fragmento da epopeaim-
que de York na retirada da llollanda. ,*)eu Ir-! perial esl alm disto esa todas as memorias. U
man, drpos marque/, de Wellesley, lendo sido, proprio general Inglez deliou um monuinenlo
noineado governador general das possessdes-consideravel desta ImporiaDie parte de sua vida.
Inglesas na India, sir Aribur o acoiiipanhou em Queremos fallar da collecao de seus despachos,
1797. All ellcchegou aiuds cm lempo para ver! publicada, alguns annos ha, e preciosa nao so
em Mallovelli a derrota de TrrpoSaib. Foi nn-; para a historia, inals anda para o estudo do
meado governador de Sering.pat, c logo de*, carcter do hoineui. Ntlla encontra-se a cada
pois major general. Mas guerras da India, paasoas qualidades que o fazem conhecer e Ihe
as quaes elle lomou parle durante mullos an*I dao origiiialidadc : urna prudencia extrema.
nos, teve occasiao de desenvolver qualidades' unaperseveranca rarae uiiiapieocupa^ao cons-
que nao mosirou malsdrpols no mesmo grao : Unle do bem estar de suas tropas. Jamis elle
udacia c liabilldadc. Soube subslilul-las por j nao leve scu exercllo em ms condedes mate-
uina persisteucia a toda a prova. Os babitanles rlaes.
A 10 de abril de I8l4, estando ji tudo con-
uinmadocm Pars, o marechal .Souli dava
Wellinglon a ultima batalha nos muros de To-
losa. l-.iii- su mili.i :iii.'iin homens e se defen-
deu. ro a 12 do mesmo inez, depois da retirada
dos francezes, que os Ingleses oceuparam Tu-
losa i abl elles souberam da abdicaco deMapo-
leo.
A 23dc junho.'o duqne de Wellinglon en-
Irou na Inglaterra e recebeu pela segunda vez
os agradecimentos da cmara dos conimuos,
da qual no. i depulafo se dirigi a sua resl-
'auiento Ihe
rsas vezes vo-
soldado foi mais curta do que a sua vida pu- sou primeiro dever cm organisar um exer- collegas hespsiihoe
ur.iiu- Pen"'nies da Hespanha. O ge
|.n nnii.i volado toda a sua vida causa da b-
blica dfl homnm de estado. Mas o que foi es- cito o depois. combaler com elle. No meio rios, ao menos sem zedumes.ao passo que d7nVndecia"da America tleapanhola, snapa-
u so ostracismo os t.leulos de ,,,,_ ,,.,,,1,, em '
tiiilia conferido os ttulos de uiarquezde Torres
Vedras c de duque da Victoria ; as corles hes-
panbolas o nomcaram duque de Ciudad-Ro-
drigo, cum o rico dominio de bolo de Boina.
A 5 de jullio de 1815, elle foi enviado ao con-
j de i.'iliini i, para o recompensar de seus ser-
vicos, Ihe ergueram um monumento, e seu so-
berano Ihe conferio a ordenii'o llanha. F.sie he
o primeiro annel da iulerinnavel serie de hon-
ras deque ovamos ver carregado no curso de
sua longa carrelr..
notareis concluiram lodos em curto espaco professores miliiares, mas nSo linhamosl Nemse limita essa anlithese moral ao con- Em isOi, sir Arthur Wellesley voltou In-
3 sua obra especial. As ultimas campanhas ainda substituido essas llieoriasscientificn, traste simplesmento militar atontado as .e1""" lfve o commando de urna brigada,a
de Alex.ndrc, Cesare Napoleo encerrara ,n- ,|e que nos descartramos, por systema al-| du.s carreras de quo tratamos. Soult reilg^;/JjL'.f'S ^camVrV'do connfuns'pe!
se ou antes ou dentro do periodo vigoroso gum deguerra. 0 methodo atrevido o me- urna magnifica fortuna pelo saque; mas |a j J Ve'poiiMha de -Vighi) no nno
da meiaidade. Frederico da Prussia e .Mar- moral de Napoleflo, que ja na pratica havia as salas de Wellinglon.de Beresfurd ou de ,egll|nle fot designado para ir ootnmaaaar a -
quses nos termos do decreto de sida setem- Ibourongh ainda commandaram em campo reduzido o corago da Europa a umatecoivel llill uSose encunlra um s quadro ou orne- reierva doexercito mandado contra a Dinsmar-' dencia de Hamiltou-Place. O par
brodel847, no precisam de interferencia I depois dos 50 annos ; roas o duque de Wel- provincia, era tal que o general Untannico to que nito seja dadiva ou compra. VVel- ca sob o commando de lord Caihcart, e foi de- |imha necessarlainente e por divera
diquella auloridade para serem legitimados,
egozarem dos direilos que Ihes compelem.
(guando porm so trstsr em juizo de alguma
mitra legilims(3o, ou adopcSo, de que se
pretenda conlirmacBo, na forma do citado
38 deve o pagamento do dito imposto ser
leitu depois do julgameolo, e anles de se
dar a caria respectiva, da. qual deve elle
constar, e serem pagas tantas vezes quantos'
furem os filhos legitimados ou adoptados,
ombora ie]tm em urna s senlenca.
DEM DO DA 20.
Ollicio. Ao administrador da recebedo-
m, dando provimento ao recurso de Anto-
nio Fernandes da Costa, na parle relativa ao
augmento ds decima do predio n 58, da ra
nova de S. Denlo, noexeicicio de 1851-52,
tanto por no constar que o lanzador exi-
gisse, nem que Iho fossem recusados, os re-
cibos do aluguel, ou o contrato do arrenda-
mento para fixar a quantia quo Ihe pareces-
so mais regular, como pelo manifest ex-
cesso, que commetteu em considerar como
parle do rendimento do predio sugeito ao
imposto, o juro da quantia dada a titulo de
loria, pelos inquilinos aos donos Jas. bem-
Ifilonas, nflo harendo disposicRo alguma de
le, que autorise tal piocedimcnto.
DEM 1)0 DA 23.
Officio. Ao administrador da recehedo-
ria, declarando que a decisflo conlidn na or-
den dc!5 de Janeiro a favor de Jos Joaquim
dsSilra Povoas para poder livremente alu-
jara sua casa n 67 da praia da Saudo, sem
que ao inquilino passssso o onus do paga-
mento de impnstos a que fosse obligado o
antecessor, aproveita sem duvi Ja a Carila
Labioja, que a elle se socorre, para nflo ser...
demandada por imposlos autigos, devidos Isa futura grandeza, eram anda muito re- enlretanto que Coruna expantlio-se em Vil- uonuncisra um interior clieio de eiigauo.ue de ser nonicado leme g-mral, leve o com- Luis XVIII o nomeou marechal de Franca,
dequandoa nutro inquilmo eslava aluga la cenes e confusas para apreciar ri'o-las como loria e Salamanca. \li /!, ambi^flo. o tyranuia ; purem as1 niaudo das tropas cucarregadas de operar na Tendo chegado entJo ao cume das grandezas,
I meim casa onde seacha com taberna umacompenssf;So. Tinba-mosassol ladadoos Nflo estamos escrevondo um Plutarclio mais afastadas geraQus recordar -ae-hao, Hespanha. Elle dirgio-se logo a Curnnba c elle provnu que seu carcter nao se linha ele-
Dito.Ao nesmo, sobre o pagamento do mercenarios de llesse para nossa defesa in- militar, nao' lomos pois necessidade de com prazer daquelle quealrays das msio-( oereceujuiiiaosoccorrodas tropas inglezas: vadocom sua forluna. m|*_PP^,'1>rl d> >_><-
sa carreira de Arlhur Wellesley, desde que do suss campanhas peninsulares o principal NapoleSo votou so ostracismo os Liemos de u(t rcsidia em Londres, e era com elle que a
aos 18 annos recebeu a sua primeira com- cuidado de Wellinglon foi o de identificar- Ueroardolle. Wellinglon leve a babilidade Inglaterra coniava, prlncipilmente paraobom
missflo, ataos *6.om que foi ssiilado prin- se com o seu exercilo, e este, pode i os di- de conciliar, por meio do cunte nporisafes exuo da ezpedico". Designado para commanda-
cipe de Walerloo? Denenhum modo pode- ze-lo com seguranga. fui o nico segrelo de prudentes, ornis mtratavel dosalliaoos, la,,ir Arlhur Wellesley dev.a ler com elle nu- g", ,"^,3^;^ J^P *cn^,,a va *,.," c "J3"s^
mos melhor aprecia-la do que passando em seus successos. Foi a applicar;Jo conscien- reduzmdo a Junla de Cdiz e a ubstii.ac.ao ."*1r"1V",'l""c'" "" ''""'da^Tliuenn da volia da ilha d'Clba. Foi nomeado genera-
revista asdiulculdailcsquetevo do arrestar ciosa do dever moral em seu mais alto grao, do Midnd a urna dopeniencia luoirensiva ; "
o grande capilSo ; e comparando seus feitos Por este lado lio que elle se apreJ9nlou cm em quauto Napoleflo no poda cont
com os dos seus mais Ilustres rivaes. Fora iflo nolavol contraste coi o seu grande ri- monarchas que se ligavam contra elle
impossivel e inconveniente escrever aqui val, eo triumpho final de Wellinglon sobre Finalmente para que taes tactos sorvis .
urna memo'ia militar ; e pois nos limitare- Napoleflo nflo foi mais do que a brilhanti sem de liedlo constante o eterna ao genero narohla, As opinies retrogradas e os loilincloa ''do malor, a um grande bade dado pela_ clda-
l -_____I Z j- -1__ -i & .m 1 *h j4a __ __ 1 -A -1 __ u!^ ^A.t ^^ ^ A -. .i.....I I I __ K ^- ^ .1- llimi.,,!.. JK i ,nnuio> I
relativas a seu hornera interior. servia-so das bailas de seus csnhOes ; ocho- de que nflo so arrependea, no legado del- Ue!.' Blla cumprio a patarra. General e ho- lie coriava loda 'a retirada no caso de derroli,
O coneeito militar de Inglaterra achara-se fe inglez compreliendeu que nflo navia di- xado ao miseravel que tentara assassiuar mem puliiico, a libenlade semprc o achou en elle susientou por iodo o di o ataque do eaer-
em manifislo rebaixajpeiito ao feichar-seo nhciroquo compensasse a perda de umsol- seu vencedor; a Wellinglon purem isuva m-.., -m-i.....[ .....-, .,. ,,..,,... c .......,,,,,-?. impantrel ira mas noit-
seloXVMl as fllbVwi de llleiihnimoaUl. dad diaeiplioado. Os "despachos de Wol- rcaorvodu recobs wn^i", *m un mndame das torcas da aun .llianca. elle vio clus, sejeonlcniava em puxar de lempos em tem-
'" lililes cspilfles naqueda de >apolcao, nao a liberdjde d.i fcu- pus pelo seu relogto para verse
p.rtfculares. da mesma forma quo compre- livos para esperar grande cousa do nosso soldados, Wellinglon 01 o amigo de seu |,i,rj0 de Santa Helena, mas a muilnados
hendidas expressamente se acham no i 2 reapparecimeifio no campo da guerra Euro- exercito Napoleflo creou aspirares a le- pinotss. o carvalho cvico ci.ngirain a cara-
do mesmo ailigo, e no procede por isso o pea. Eslava reservado a Wellesley, eslreiar giao d honra e ao basti da marechal,_wc|- pa do nosso hroe. 6 com razao, porque
argumento de Huiln, fundado na falta de sua carreira na calamitos. e impotente ex- lington nflo conheccu galardSo maiordo v.poloflo s para si viveu, o Wellinglon
rormula de escriptura publica naqucllca pelitio, do duque do Yo k, llollanda, o que os agradecimenlos das duas cmaras irabalho.i para todos menos, para si. Oque
'lonuii Napoleflo em sua queda.
1 :i.i ii'i 110 21 uc ouiu- laaorea. a uapcnoncio ...-r---.... .-.... -...0.. .--------- --------- IOvuui|ic.iaa quo mais cubi^ou Wel-
bro de 1843 ; isti) he, quando nellasse con- Marque Wellesley adquiri nos paues da mados as manobras ; cada qual era um |jngton dopois de suas glorias militares foi
trata a divisSo de bens da socieda le entre llollanda foi a sua primeira e talvez melhor general de sciencia compela. O enere bn- ,penis .
os.-ocios.ou se estipula que cada um.ou liclo de guerra. Unnico era ta-d.oemiconhsr o imperador
quaesquerdellcs, terdeh.verun. quan- Mud.-se a scena. Ao salgueiro chorflo francez v.olenlo o mlr.tarel n.s derrota.
lia, ou valor emlinheiro.ou bens de qual- succedem pal as verlejantes. Dj meio dos 0 tempoe a experiencia ass.gnalaram diiro-
qur especie Nflo so ve ideando estas cir- Paizes-B.ixos o coronel Wellesley he man- rentemenle as s ias obras, porque elles re-
cumstanc'.s na de que se trata, posto que '. dado aos planos abrazadores do suida InJ... f presentavam l.mbem principios mor.es d,s
nella se pon", lim orna socied.de, comAc.lmae paciencia que Ihe ensin.ra a Eu- t.nctos. Wellinglon em su.s ul imascargas
lulo de nada IMli por ora se trata do que ropa, silo immedi.t. e proficuamente troca- p.osegumdo a Victoria pelo declive do Mon-
(_!-_ _".:.............. A..I.. .n.rirla imnelunsa aueconvem a te Saint Jean. igualou os mais brilhantes e
de fizer sua retirada depois de se ler vleme- sua memoria.
menle balido em Viinieiro. Wellinglon licou em Pars como eommand.in.
A convencao de Cinlia assignada em 30 de le do exercilo de oceupaeo que os alliados
goslo de 1808, foi o resollado das operacocs dos iinpozeram Franca. No da 12 de feverejro de
Inglezes cunlra o du.juc de branles. Foi esli- I8i8,a uina hora da manhaa, no momento ein
pulado que os Franceses evacuarixui Poilugal que entrava ein sua casa, derain na sua cirro.1-
com armas e bagagens, e seriain conduzidos gnu um liro de pistola. O autor do atlentado
para Franca cusa da Inglaterra; que os In- licou incgnito.
glezes i no 111 un posse de Lisboa c de todos os >,, mesmo anno assislio ao congresso de A1 \-
seus fiirles e das pracas de Elvas e de Almcida. Ia-(.hapelle, no qual se decidlo a evacuaco de
Sir Arlhur Wellesley, lendo cedido o coiiiinan- Franca. Deram-lhe nina guarda de bonra, co-
do em primeiro lugar asirllanry Ituoard, de- moa um principe de sangue, eo imperador
pois a sir Ilew Dalrympie, uao toinou parle al- Alexaudre o cncheo de gracas, fez-he imillas
.'Viillar iln novo nalria a viver nella do |eullia nf5la conveucao, a qual foi Igualmente visitas, creo-o feld-marechal da Russia. e Ihe
. vo lar ue novo a patria o viver nena uo.ovada oaiioleao e pelo gabinete bn- mandn de presente o uniforme qne linha ira-
Igual a Igual cum seus concidadu ,anaJco. l'ordm elle ful a Inglaterra para ir de- zido na vesprra.
undo arrastar comsigo .0
(Do Morning Clironicle )
tu lo de nada mais por ora se trata do que ropa, so immediala e proficuamente troca- proseguindo a victoria pelo decl.v
FOLHETIill.
0 PALACIO PIHODAN. (*)
pon fi\t isogeno iseaubotr.
asar diqnlolt das..... Mas loguemos prl- relmpagos parecain sabir-lhe da pupilla lou-
melro, e depois Ihes aprestntare mlnha mu- 1.1.....O semblante mal seguro de Carlos Ihe
|hrr..... Apre! conllnuou Leo examinando as parecer principio neste jogo um indicio cer-
paradas. Vossisjogam forie I Nao imporla.'nin- lo de seu terror,
mili dir que o conde Leo recusou um duc- \ Mas pouco a pouco ene semblante mudou,
lo ou urna partid. Contra quein tenho a hon- leo scnlio a seu turno a chamma acerada des-
ra'dc iecar ? accrescentou o conde laocandoso- se olhar, e compreh ndeu que encontrarla um
bre Carlos um olhar j eivado de Ironia.
PARTE SEG'JINDA.
IV
O detono.
Contra o joven conde de San-Pletro, lor-
1 noullie o maiquez de Rovedere reparando com
1 um principio de espanto e Inquielacao no lan-
i co d'olhos desdenhoso, que Leo Salriale dei-
vii i cahir sobre Carlos.....
I Coinrffeilo o conde Leo passava pelo mais
imprudente dos jugadores, e lainbein pelo mais
perlgosodosjauolas. No anno precedente elle
matara o conde Fosco, porque seu galgo ous-
' r. aproxunar-se do delle ; poroulra rez trav-
ra triga com um Francez por occasiao de um
fresco de bernardo Gaddl, e o delxara por mor-
to aos pes da estatua de Petrarca. Joven, ga-
adversario..... Esta lemeridade mil iiuioflo o
a.ngue do conde Leo Salviati.
Noeraaum simples rival de lansqueuet,
era a um amante que Leo Salviati atacava. in-
lio se travou enlre osdous jogadores um com-
bate siulstro e terrvel..... O sileucio que rei-
nava na galera, dava a esta scena um carc-
ter profundo de terror, nenbuma palavra, ne-
iilnioi gesto revelava os actores desse duelo.
Fsaodo-se na inconstancia da sorte, o conde
Leo parava soininas enormes ; elle perdeu,
perdeu at seis rezes. O campo de. Carlos tri-
umphava, mas ninguem ousava manifestar sua
alegria diante de um rudc espadachim como o
conde Leo a quem a fortuna lallava pela pri-
mo
to o carji.l Bblena.
Excellente to! accrescentou Leo, elle aj-
cupou-se dos meus negocios com tamo zelo
como um iiiordomo! Paia que me julgam de con
volt, a Florenca, meus deliciosos amigos? Pa- do i
-, vaodiser- taires, disse-lhe
convoear todos o
"ie, par. ser saldo como
meus crdores, raoidizer- "''^"'^Vlitaet*. ienbor, o conde Salrlati dos dous exercitos. Giudill se collocra do la-
conde Pepe, meu iraiiquiiiise se, senuo o a0 afortuna, ella me.iuo parela animar ora-
'"e. para ser saino como o couue repc. nitu y* ", i do Ua lof luna, cna memo p.i"" nioui.r un*
honrado primo, que e.i qul?Pois siui! ei. o ha a* """ c.i..ui iu.leun.se- paz.coul'undida.como eslava emao.uo grupo dos
' e serl, com ajud. de Dos. .Inda mal. ..; ^^^?*il' com nquiea- og.dores, Giud.lta leini Leo. porm .mi.
bio do que elle, venbo c.zar-me, o que lera gundos "e/'"'"P,"''*""0. Cntao Leo leibrad. eslava anda de suas i.alcea e de
() ide Diario 11. 254.
1 quem cortava, de lempos ein lempos largo.
O DUQUE DE WELLINGTON.
A vida que acaba de extinguir se ein Lon-
dres, merece mais que um esboco improvisado,
aasB^H^sBaiajBsaaBaBeawaaaBBBawap"
rra a Ruin, para prevenido das assiduldades
do rapaz junto da dui|ueza porque a perfidia
111 mu recuiso habitual, c o conde Leo leve a
Imprudencia de manifestar na carta ao coudc
Fep o seu amor pela duqueza de Foruaro.
I ni grito violento, ou anles urna tempesta-
de de vozes que se perdiam n'uin s grito, veio
advert-la de que Cailos gauhara.
A perda do coude Leo Salviati era tal que to
da a fortuna do cardeal bibeua, sen 110, mal
cbegiria para paga-la, e enlretanto elle era ci-
tado como um dos principes mais opulentos de
Roma.
Todos os que parlilhavam a sorte de Leo Sal-
rlati o rodelaram e liieram logo ein torno del-
le um concert de lainentsccs, e de recrlinl
naces odiosas.
Deixar-nos despojar assim por um bomein
que nt'in nesmo conecemos!
O conde de San-PieUo! algum nobre de
contrabando.' Todossabem agora como osju-
deus fazem-se loscrever a si mesmos no Livro
de Ouro f
Felizmente o leu casamento esl prximo,
elle poro ordem em leus negocios. A todas es-
tas pbrases banses Leo s responda por um
triste silencio.
Mcu primo, disse-lhe Pepe, fase-pos co-
nhecer ao iiiriid- a tua noiva, querers guar-
dar segredo comigo ? Ella esl aqui '
Esla pergunta claramente feila resliluio ao
conde sua seguranca sardnica, elle indicou
com o uedo ao primo um grupo de fidalgas no
mel das quacs Tereslna Fornaro eslava senta-
da, e tirando uina cari.fechada dlsse :
Esta mlssiva be do cardeal Bibiena, elle
enlregou-m'a aberta, e eu sci oque ella con-
ten. Observa daqul, Pepe, o eflello que estas
linhas vao produiir sobre aduquezal
Leo adiaolou-se ao mesmo lempo psra I ere-
si n i, saudou-a com loda a galanlaria de um ca-
valleiro celebre un Florenca pelo numero In-
linilo de seus amores, e conservaudo-se em
por na devassa aberta contra sir llew Dalrym- >'a mortc de Canning, elle cntrou no minlsle-
ple, ejusiilicou plenamente esle general. rio como coimnandame em chefe do exercilo,
Voltou a Portugal cm 1809, c cntao he que e foi nnmeado logo depois primeiro lord da
comecoii esta campanba de cinco annos, na tliesoiirana, Islo he chefe real do gabinete. De
qual liouveram mais marchas c contramarchas accordu com Sir Roberto Peel, que eolao prio-
do que batidhas e que leriniuou pela evacuaban cipiava nos negocios polticos, consenlio e lez
completa da tlesnanbt e da iuvaso d 1 meio- passar o biil da emancipaco dos catbolicos da
-s9s*>aBBsaasBs*-
r~-
He um
1 1
mseravcl quem insulta una mu-
so mesmo lempo una niivem escureceu-lhe
vista. Esla epstola do cardeal Bibiena a prev- Iher, respondeu Carlos.
nia de certas murmuraedes que a nomeac uc Coulenic-se, rapaz, com ler-me ganho es-
aeu secrelarioao Ululo de conde de ?an-Plc- la noile ornen dinheiro, innnnurou Salviati.
1ro linha causado em casa do governador, c na Nao me forc a ler em voz alta a carta do car-
chanccllaria romana. Talves esic Francez a- dea! Bibiena ....
poiado por ella n'o fosse seno um espino. O Fallando assim o conde procurou tomar a
cardeal Chiggi mesmo se arrepeudia de ler si- caria das mos da duquesa.....Mas Tereslna por
dd l.io fcil, e conjur-iva sua sobriuha dar-lhe um inovimento rpido como o r.iio, a queim
novas loformaces sobre o liouiem que pro- ii'uma das bugias d'um candelabro..... ,
tegia. .Conde de San-Pletro, diase Leo com um
invidentemente esla csrta s linha sido escrip- riso suU'ocado, sers por ventura forte nasar-
la pelo cardeal Hibiena por sollicilaces do con- mas como no jogo ?
de Leo, assim era esla a anua que sua viogan- ; Leal em ambos, e em ambos confiando na
c. se reservava. mlnha estrella, senhor conde.
Sua estrella pode empalidecer, aceres-
Que ordena agora, senhora? perguntou o centou Leo. Mas deseamos ambos, somos ob-
cooale Leo ; oestes seis das he preciso que eu servados,
torne a ir Boma, e promelti levar eu mesmo Com effeito era lempo de Carlos e o conde
a sua resposla..... Ditponha de mlin, filie. Ha subtraliirem-ie por urna P'oropta retirada aos
nesla carta um paragrapho de que mioba 1110- esples do archiduque confuodidos com a mul-
dcsiladeve drfender-se, aquelle, em que meu lidio. Os duelos eram euto severamente pro-
Io, o carde! Bibiena, me pinta asenbora com hibldose prrstguidos.
cores mu lsougeuas.... Se todava seu cora- Enlao marquez de Rovedere, conseute em
cao est livre..... se a escolha de um esposo..... ser lesiemunha do senbor I perguntou Leo
Pare, senhor, loroou-lhe com altivez a Salviati indicando Carlos ao marquez.
duquesa ; um assassioo nunca ser meu espo-' Este respondeu por um .igual da '"
so ; o senhor ji se esqueceu do assassinalo do meato,
cunde d Fosco ? lesleinunha e padrinhn? rf'
Se snulie.se que o conde Fosco Ihe era of- e Hodolpho, amigos do con
felcoado, replicou Leo Salviati com azedume, Siiu, disse o marqn
eu u teria poupado, senhora duqueza; mas cm acharci algucm que me
toda Florenca s se falla da Sua insenslbllda- A's mil maravllbe
de. Agora sabemos o segredo dessa virtude le- Na porla de Sa
ios ; quer ento que seus criados se lornem horas,
nossos amos ? c esse aventuieiro a quem deu A's seis hora
um titulo ?.... I Eseparando-f
Hasta, basta! senhor, intcrroinpeu por de- o largo veslibul
Irs de Leo una voz breve a estridente, conde Pepe e Rodolp
Salviati, es um cov^rde!.... I Neste moin
Estas palavras articuladas ein tom firme li- leo fez este
zcram Salviati vollac-se como um leo, elle poz palacio le
nao uos copos de sua espada..... Ao mesmo inalada
malino
pe dianle della. Penique a iliimiea Ihe livcs-j lempo vio a Crios..... Este eslava cm pe em- vden-
se feito signal de sentar-se, dlsse: Iquanlo que a duquea desmatada era rodeada' della
Esperare!, senhora, que lela a carta do car-1 de um circulo de damas.....
,1, ii. ', I lie um genlilhomem ou um lacaio quem
A duqueza percorrt j rpidamente a carta, e I defende aqui a duqueza ? perguntou Leo.
i
MUTILADO

ii
:on
umplins. lluvia' 50 annos que a Inglaterra 1a, do testemuuho dos seculos das con- curso normal de seu paz ; no eulrelauto .oreTiao leinmiudo" libraVc"sterlii"as7s'mVlbes')'. lodosos sobra-
era desconliecida ou deslembrada no conti-'quistas, do sangue e do lorror. S a publ- qUe unu gerol acclamacflo de heneaos e As nftis graves preocupaces vicram logo miso condeenraram com alias dignidades. Al-
enle como potencia militar da Europa, celo do coronel Gurwood cheira a secreta- honras p.itilas de lodos os corceos un- apartara Inglaterra di projecio de Buenos Ay- xandre Ibe deu a ordem de Santa Anua de pri-
Fr.m nos desavoraveis todos 08 preceden- ria de guerra, he niocgavel que as victorias tannicos, sadam euthanasia de-nosso no- res. A insurreico nacional da Hespanha con- ineira classe, c mais mu dom de um mllho de
t'-s Haramos Sido ignominiosamente des- s ci,yf* [roca'dos'em noss.s colon,., da Amenc, ; as tueal, I^OmM. !. o lado de Napoleflo se presentar, como a Q**^*****^^ J.I.J. ,*^-^SCT
conquistas de f.live, venia leira base de nos- Austerlilz abalroaram-se em Waterluo, no mais odenla de todas as satyras a moral, e ,. sir Arthqr Wellesley, o qual acabara 200,000 llorn, de llollanda.
-B____ Blaisla mlA mn .,,,1 r .l.nli, ,. 1 11 1 itr 1 1 n n nV mull "-SQ 0Q1 Vil* -J ---- >- ... ........ I n ..n eliun .In hii'i.u .1 .... a a- aa>-----
Plutarcho
}
1
Si
10
US
ios
1
l.l
'1-
1
.*



mm

!/
Irlanda, e cooperou para ouuaa rclormas utels,
porm pardaes. (la poltica eelrangeira, lie
nao drl>ou de aerrlr o abiolutlimo contra a II-
beidadr.
A revolucao de julno o precipiten dos nego-
cios. Em lt'3l, a opposiciio obstinada que elle
l i/i i ao blll da reforma na cmara do lordi le-
vantou coulra elle a indignadlo do povo, o qual
Iiiriiruu ai vldraca de aua eaia, elle fol pes-
aoaluienle lusuludo.
Aqbda do gabinete de lord Grey o recon-
duiio ao ministerio, c desde .iu.ii.ii-/ parle de
lodos oa gabinetes que ae tein succedido na In-
glaterra cuino coiiiinandaiite do eaertilo. Elle
iiulia conserrado esta dlgiii.ladc inesiuu uo mi'
uislerio de lord Jobu llussell.
Nesles ulliuioa anuos, elle nao l.t/i. inais fal-
lar de si, aejio por occaslao de seus banquetea
.iiiiiu.i.- em honra da batalha de Waicrloo, e
de algumas queslors com os Joriiaea e prlnci-
paliucutc com o Mornlug-I'ost, e das apprc-
henscj aRecladas que llie loipirava o desem-
barque poaalvel de um excreto fraucrt DI In-
;latcrra. tile vlvru bastante para ver a dlsso-
iico de mu ,.ai.id.,.- a vaidade dos eslorcoa do
pastado contra as conquistas do progresso e da
liberdade. Era em scu proprlo pala um vcaiigio
dos lempos que nao existem inais.
orgulho.uials que o rcconliccimento de seus
compatriotas, Ihe crgueu estatuas. Masolulu-
ro nao llie deve nada ; sen noiue nao era para
a posterlda.le inais que um ruido sonoro, c aua
imageiii nao ser acbada no nico l'antlicoo
que os seculos hao de respeitar, no l'aullicvn da
Liberdade.
/ Preffr. 1
PARS9 l)E SETEMBRO.
Nossos leilores nos dcsculparam do que
tSo frequeiiteinciile chamemos sin altencSo
sobre qurslOcs religiosas quosedehalem cu-
tre niissns visinhos itigleii'8 n iran Irzes
Has de urna vez, e ja de lia muito lempo, to-
mos exprossado nossa corivicc;3o (Je que n-s
guerras futuras da Euros*, a religiflo teria
ao menos lauto lugar como a poltica ; en-
tendemos que lio interessante, e mesmo In-
dispensavel.seguir por toda a parte a n.ar-
cba das questO s religiosas, u lio urna tarefa
inuilu mais fcil de preencher relativamen-
te Inglaterra do que para qualquer outio
paz, por causa da liberda.!. de palnvras <
de escripturs qu.o ha do outro I ,1-- do es
treilo, e que permita a tudas as dilTerenca
de creucae de OpinISo ex,rimir-so sem re-
serva.
ltimamente," durante eseleicOes grrars,
se podo vui Como, na Irlanda, a questSo pu-
ratneule religiosa tinti tomado a tlinteira
sobres qu.'stilo de n oiuiplulailo Temos
procurado mostrar como a lula eslava de
riojo em (liante eslabelcci.le, nlo mais entre
inglezes e irlandezes, ou saxOes e celtas,
mas simplesinento entro Rom* e o prot-s-
tantismo. Entre outras provas desta silua-
rjflo nove, quizeramos fazer conhecer alguns
Iragmenlis de nma philippica que um pa-
dre irlaudez acaba de laucar contra ogo
vorno inglez. O auto", o padre Cahill, ja se
tinha. assignaladoc popularisado pormuilas
epstolas J i ni. n ,:i-ii -., ; au desta voz
elle so tinha exced lo i n Franrja poderia-
mos acnar tiesta rloquencia, i:m oefensor
um pouco forlo ; mas na li linda he alguma
cousa oteiramento natur.l, alguma cousa
que conbece seu effeito o que deve ter um
succesto estrondoso. A carta he dirigida i
lord Derby, pri i eiro ministro, o o padre Ca
hill, ieinhiando as leis feilas contra o ves-
tuario dos padres, comeca dcsle mudo :
Mylord. c.imn V. S. julgou a proposito
decretar novas lela para reforma dal grB-
vatas papistas, como vos dignastes regular
conforme medida iogloia o comprimeoln
o o corto de noss, barba catholica,efacer-
vos oalfuialoc o harbono con.-tituctonal do
Papa.e c uno vossus c-refnrinailorps na dis-
IrihuicSn dos liuhitos velhos, gl.'S velhos,
levaratu leu zclo .protestante a ponto de
prescrever ase pas, tirar oslun ios dos bar-
rete* o cus,,ir na checa dos padr. a citlioli-
cos, nfio vos sorprenderis de q.io cu mu-
de, como vos, o meu estado e mo faca sity-
rico
O pa Ir? Cthill, faz ver pnrlanto que lendo
procurado para lor I John llussrII o lord I) T
by seineUiancas histricas, uno iOin .
acluir lano na liisloria das viagens de Culli-
vir. I.emlir.n lo a peilida cont. slacao qup
a Inglaterra tinha tido no pequeo reino dr
Creca, a respailo da nosso velho amigo, Mr,
l'.ic lirn, elle compara Inri Julio Un-.-el I a
Gulliver enlrc os Lilliputanos, pobres hab
t'ntes de Lilliput. tornando oseadas para su
liirem o gigante, o tola n esauadra do reino
passando-lhejpor entro us pi ras Todos so re-
cirdam do proOOSSO particular, do quuGul
liver se servio, para apagar um lucen lio ; o
n-i'ire Oaiiill quo parece aor de um humor
bstanlo rabelisinno, conta que o alen ra. le
inglez s houvu pouc > mais ou monos da
mesma osMlr* par* apagar o ii cundi do
palacio do ni (Ithou Collncoti-se, diz el-
le, no alto do l'arna;o oro preseiifa das Mu-
ss, apagou o 'ogo qnasi di niosmo mndu e
com os meamos mi-ios e auccesaoa con que
i.ullifcr, dopois de ums imita de cordial co-
inesiina, extingui 0 logo do palacio de l.il-
liput.
Emquanto a lord Derby, a secna mu I
Iba as josiiilas pollos i frente do ensioo pelo
impera lor daAu-tiia, e os missionarios bi-
blicn- ingleips liam :ns da Aostrta e da Ita
lia, os vi.jantes ingl.izes cercados e vigia-
ds emtol.i o continente .e oscorrespon-
dentes doi poriolcos inglezes ianfados fra
de lulas rs rapltaes como propagadores de
mentiras e de impiedades. Tratando de-
pois da l-'ranea diz:
Ouv i-to, Mylord. Kmquanto no par-
limonlo so cospiam injurias ha fico de nos-
sos bispos, o exercito franenz, os lilhos in-
ven.-ivois dos gloriosos Francos so ajoollu-
vam (liante do aieeluspo de Pars e em-
quanto o prola lo levantav a hnslia imma-
culada ao azulado firmamento, o exercito,
uo mel do IrovJo de cem canliOos e do ti-
nlr das espadas, apresentavam as armas ao
lieos da.-, battlhas. Eis-aqui a eloquento o
significativa resposla que a gloriosa e ca-
tholici Franca enviava as izas da brisa a
esta hipcrita Inglaterra! E quando fizes-
tes vossa prticlam'cKo contra as procissfles,
quando baixastes decretos contra os cirios,
observasles, mylord, a singuinolenla res-
posta que vos den o principe Luiz iVipoleo
por esta sau l?cao profunda que em sua fol-
ia do Strasliurgo ello fez ao arcebispo de
Pars o ao spu clero? Leste porventura com
cuidado a relacHo de sua entrada em Pars,
na qual so diz que ello, ao pnssar dianlo da
cruz, no houlnvard, crgucu-se em sua car-
ruagem, tirou o rhapo c fez urna proTunda
e respeilosa reveroncia o symholo sagra-
do ? Eis-aqui, mylord, a gloriosa resposta
da i i n.; i vossa prorlauucSo Nada me
tem causado lano prazer como esta conduc
la do principo. Na sua reverencia Icde,
mylord, a vossa vergonli, que esta cabe-
Ca quo se descobre dianlo da cruz vos ensi-
llo a respeitar o emblema da salvacHo. Por
esto acto glorioso, offererjo aqui ao princi-
pe a hn-ionagem de minha gratido e de
meu respeito, o ao mesmo lempo o amor
miente do um milhfi') de nossos compatrio-
tas, coracOes tilo liis e Uo travos que o
mundo jamis lem visto. Digo-vos lamliem
mylord, que o principo ha de ler esta caria
segunda feira vindoura antes do seu al mo-
co, c ai ida inais vos odvirto, de que me en-
viar agradec montos na volta uo correio,
o que lie um procodimenlo urbano ao qual
pouco me teem habituado meus correspon-
dentes do ministerio mglcz .... i
Eis-nqul a situaclo. Sois aboirecidns
no mun lo inteiro. Sois repcllidos da Atis-
tr|a, Hungra, l'russa, lio un, Nepotes, l.iim-
birdia. Vossas sociedades bblicas, enns-
sarios ds revulucau, silo tratadas como im-
migos publicos... A educacSo do conti-
nente qual lendes corromp lo por
meio de vossa propaganda, est presente-
mente i.".iii-.iij deliaixo do s ia legitima
tutella. O clero calholico he sgora o tnico
director do entino religioso e secular da
g-racilo nascenlo ; o principo Luiz Napo-
eilo, lo injuriado por vo>sns jornaes, mu
dou todo o -> -le.i,i do eduoacao em Franca,
9 cedo ha de restaurar a anliga disc,.|iri
la igrera catholica, a qul conliava a odu-
e.e.in aos ministros da religiKo. collegio
de Frailea que, spgundo o testomunho do
condo do .Montalemhorl, produzio nove
albeos sobro dez discpulos fot refor-
ma lo, o o elemento impo foi extirpaJo
ielle. Finalmenle aqui temos o quadro
que o pa.lro Cabul traca da Inglaterra em
relac-lo ao mundo:
Mil heneaos diz elle, io presidente dos
Estados-Unidos A Inglaterra foi lilteral-
mptito pspanea.la, esevii OOibora com a
cau la entro pernas e rosnando covardemen-
te. Mylord, v n3o tendea n menor dese-
jo de ir a guerra Com os Cafres quo vos
uiuiam, com o.-: Ilirmans quo roubam v.i.s-
so tempo, com os Cana tenses que espora ni
n.-u momento, ootn nma d-vi-ta n-.ci.inal .le
25 luilhares, ce. ddus milliO -s de ohartia-
las quo preparam ,-eus dardos para cahirom
sofiro vossas bolsas, no da em quo o pSo
fr Ciro, com um tnilbao de Fraucezes ar-
mados em vossos torios, e com um millido
de Irlandetes ni 'erados e ensanguentadus
p.-las vossas algemas, qtierieis fazer*a guer-
ra a America! Ol! o mundo inteiro sabe
que leudes os pe* o mios ata tos.
Cumpre confossar que uingnverno que
eonsento quo so diga tana cu isas e as deixa
Imprimir, publicar o roKar, nSo lio ntei-
ramenlo um governo lyraunico. Mas u3o
lie d lado da ojuettBO que nos queremos
oceupar, qucrcuins sineulo mostrar corno
os intorosses icligiosos lounvam cada vez
iiuis a ilidiilcira nos negocios da Europa,
podemos dizer, nos negocios do mondo.
Poique nilo lio s na Irlanda que adiamos
ist'S symptomas. o para exornlo eis-squi
a estranlia liuguagem que, ha poucos das,
tinha o principal orgSo do partido cattiolico
nos Estados-Unidos, o New-York freiman't
Journal
A Inglaterra est furiosa, e lia dezenas
pre duvidei da noticia, que dliae, queso fr-
mlgas fariam gato bufar a coco : Pola bem,
uieu dito ol reallsado 1 I
He ante-honlem para c lem-se apresentado
as potencias eleitoraes em campo, e com toda
a forca : de sorle que estou nos meamos vexa-
mes, que ni elelcio passada, linda pelorea,por-
que os carra/ralos teem augmentado,eeu oto pos-
so elitranliar-me nal malla* db Jaijuciri-rumhr .
Eu aou um pouco pbilosopho, e quando vejo
o pheoomeno, quero chegar a csuaa, mas nao
lenho podidoalcancar a dessa mu.lauca de pen-
sar, porque ufio supponho a aenhora o/i/roiicrlo
fnconse-quenle, ou levlana.
Se me occorre, que aquella asserco de des-
amparo de clelcdct fol estratgica para tomar
de sorpresa o partido dominaute, repillo una
tal leinbranca, porque sel que o caral/ieirism.
de urna tal dama Ihe nao consente bater o con
ii ine, senao em campanha formal ; e lainbem
que a estrategia para sorpresa be nota de fra-
queza, o que se nao d com aemclhantc po-
tentado.
Se me occorre, que talve ella tcmesse flear
sem a supplcncla, ae dcsainparasse o campo,
anda me parece mal Infundada urna tal causa
allcndrndo, que lie lal scu poder, que, sem o
menor trabilho, pode levar de vencida as e-
lelcdes de todo o Imperio, quanto mais de una
pequea provincia.
E depuis de escaldar a iinaginaco fico na
Ignorancia desse Incomprebensivel myslrrio
eleitoral. Onde niio alcanca a raxo suprc a f ;
por lauto creio pamente, que algum motivo
de alta transcendencia, qucalgumarazao de al-
ta poltica, de sublime diplomacia, lncom-
prthensivel para inlm, e outroi que laea to.
lelrdes, ina> de primelra intui(ao para os po-
lticos da opposicao occaaionou easa contradi. -
cao dos factoa presentes com as palavras pas-
aadas portanto curvo a cabeca ebeio de res-
pcilo.
Tambem tem dado mullo que aclamar o a.l-
mlttlr ella em sua thnpa de clcitrties o com-
mendador Joaquim Manoel Carneiro da Cunlia,
que sempre fol da poltica dominaute, c um
dos chefes, c a quein, bem como o seu mano
a multo pouco tempo mallratou, assim como a
mais um dos que enlram nado partido domi-
nante, e dous filhos de ouiros dous,.que tam-
bem sao eleitores do mesmo partido.
Se na., fora a f dira com algum, que isso he
fraquea vergonhosa. e indicativa de que ella
nao tein homena capazra de Ibe dar o venci-
ni. ni i sem essas estrategias ; mas rente co-
mo aou, atiribuo ludo alta diplomacia, e Ac
na fe* du cnri'nfiro
O partido dominante continua com seu an-
dar de carangucijos as eleices, c como de-
sanda eom a mesma facilidade com que anda,
pouco adlanla.
l.u me obrigo a dar um .|.ii-ije de ouro a
quein Itver a habilidade de confeccionar una
cjiapa do agrado de todo o partido, c que nao
aoll'ra por desgoslos opposicao^ assim como da-
rla patente de desempalador de qucslds, a
quein podesse conciliar todos os divergidos,
c divergentes.
Suscilain-se questocs, c duvidas, que fatem
rlr as pedras, ccalvejar o mais iuabalavel bre-
lao.
Por causa dessas pequeas qucstSe) a oppo-
alc.40 tem feilo propalar, que ella tem ganho
bailantes ncopliitoi, mas apenas me consta urna
desercao, e creio que esse mesmo transfuga
nao estar por l muito lempo, por certas la-
aoesque eu aei. Nao crea pois as converset,
que ella por l espalhar, porqucpresumpfao'
c agoa benla cada um toma a que quer.
Anda nao aei quaes sao os candidatos da op-
posicao c acho muito conveniente urna lal pru-
dencia, para o".. causar desgostos, que sio mos
commummculc.
Corre como certo que morreu o selebre Jos
Lcaodro dos ferlmenlos, que recebeu no cerco
da caza de Joa Qiutilbo. Eslam deaassom-
bral.is os habitantes de S. Joao, e llvres da
aquella fera.
Km Pemil il um perversoassassinouum menor
e ignoro a causal de semelbanle altrocidade.
O assassino evadlo-se. Apreseitaram-se nes-
ta cldade os tres soldados depolieia. que det-
xii un fogir o pie--, como em urna de miabas
paiaadas llie noticie!, mas nao dan iioiiciai do
preso, e nem do diobeiro que conduziam pira
pagamento de um dos destacamentos. Das in-
d.i^acoes rccnnheccu-ac, que o culpado nico
Ld o cabo da .-...-ulu. rute est preso, segunJ"
inc llnfuiinam.
Tem-sc desenvolvido nesla capital, c seus su-
buibioscertos pimpes, que vo conlendcndo
com pequeas desvalidas. Feli.meule a poli-
ca, (piando se convence deque o io.lividuo he
proprio de que se trata, traucalia-o e lem
conseguido cazar algnns.
Agora cali preso um portuguet, que acliou
boa a graca, e tirou da caza de mu pobre vlu-
va urna uienr eacm mais cerlmouia a poz em
caza.
Uizem-me, que ctese apresenlou perante as
auctoridadea com a maior sem-cerimonia, di-
zendoque eslava prompto a dotara ofleudida.
e que mili i feito aquillo por que Ihe agradara .
assim como que a pulicia diz. que n i.l < pode
fazer porque o ofteusorhe c,strangeiro.
Veremos em que tica o negocio.
II n.i. ni esllve com um malulo da Icrceira
......un irc.i, que me assevera estar ludo em paz
mas que as auctoridades, apezar de saber-ac
quaes os assassiuos do infelis Estauislio nao
podein formar o processo porque nao encon-
Iram quein contra etica queira jurar. Tal he o
terror, que scinelhantcs assasslnos infundem.
que lodoi, teiiicm comproincller-sc com elles,
porque contam aeguro coma vinganca.
Em Cainpina-conrlnuin as febres, de sortc
2
St Empregado publico Jlo Pereira da
Slveira
368
25 Major liento Jos Fcrntndos Barros 368
26 CapitSo Firmino Jos dk Oilveira 36S
27 llr. Angelo llenriquet da Silva 363
28 Major Sebastnlo Lopes Cuimardos 353
29 llr. Antonio Rangel de Torres Ban-
ilnra 303
Suptenles.
1 EscrivSo Joaquim da Silva Reg 302
2 Vig.irm Jos Ildefonso Itodiigucsda
Silva Huir 288
3 Major Jos II gid'0 Fcrrera 286
l)r. l'lo-eiii'ii. da Slveira Cavalcanti
de Albuqucrque 268
5 llr. Ignacio Firmo Xivior 261
6 Major Francisco Carneiro da Silva 863
*7 Empregado publico JoSo Carneiro
Llns Soriano 262
8 Commercianto Joaquim Bernardo
dOS liis 255
9 Joaollaurlqui da Silva 254
10 F.mprogado publico Theodoro Jos
Tavarea 2t8
11 Commerciiuto Antonio Jos Mon-
teiro 245
2 Artista Dionizio Ribeiro de Vascon-
cellos 215
13 Empregado publico Flix Pacs da
Silva Pereira 243
14 Commercianto Thom LeSo do Cas-
tro 241
15 Artista Josc Mondes Salgado Gui-
marfles 240
16 Conimerciante Joaquim Francisco
de Torres Calindo 231
17 Commercianle Antonio Manoel Pe-
reira Vianna Jnior 230
18 Ai lista Luiz Goncalves Agr Jnior 225
19 Commerciante Joaquim Vilal Ma-
chado '-!-'*
20 Commercianto Melquades Antunes
de Almeida 220
21 Commercianto Joaquim ilenrique
da Silva 217
22 Commerciante Alnxandriao Caval-
canti do lhuquerque 216
23 Empregado publico Agostinho Jos
delivclra 214
24 Empregado publico Juo Antonio
da Silva Pereira 208
25 Commercianle Manoel Jos do Oli-
v.'lra 205
26 Commerciante Francisco Gomes
Castellao 201
27 Commercisnto Saliro Ssraiim da
Silva 203
28 Altores Antonio Manool da Silva
GuimarScs 203
29 Advogado Jos Narciso Camello 201
ELEITORES DA FREGUEZIA DA BOA-VISTA.
Ccneral Antonio Coi rea Scra 407
I em- n te., ni ..in l Amonio Carneiro Macha-
do Idos 307
lir. Joo J.i3i Ferrelra de Agular .'Ion
Dezeinbargador Jeronymo .Martiulano Fl-
gueira de Al ello 358
t'aro de Capibaribc 357
Consclbeiio Antonio Peregrino Macicl
onteiro 356
Empregado publico Manoel Luiz Vires 354
rencotc-coroael JoSo do Reg Barros
Falco 353
Proprielario Rulino Jos Correa de Al-
meida 353
Empregado publico Manoel Coclho Cintra 961
Empregado publico Jos Victorino de
Lemos
Major Js Joaquim Antunes
Capito Amaro de Barros Correa
Proprielario .Marcelino Jos Lopes
. n alaisai
2 Manoel loaqnlm dos Passos
3 Felippe Benlalo Cavaloanie de Albu-
qua/que
4 Antonio Crrela Mala
5 Joaquim .1 o si Bello
(i Antonio Alvta tta Fodceca
7 Joao Jos de Miranda llcnrlques
8 Jos Joaqllllh deS. Aun.. Frailo
9 Antonio nodrlgues de Moraes
10 AmaroGonfalves dos Santos
11 Frinclaco Ignacio da Cruz e Mello
In Felippe Rodrigues Compelo .
13 Luiz Jos Goncalves da Luz
i-i Joaquim Joa de Mello
ls Lourenco Jos de Moraes C-rvalho
l Manoel Jos Nunes de Mcdelros
35
t
30
ao
3o
lt
II
t

J8
27
'27
ELEITORES DA fRF.KUK7.IA DA VARZEA.
Oa seobores:
1 Francisco de Garvalho Pacs de An-
drade
2 Francisco do Paula Crrela de A-
raujo
3 Jos Crrela Leal
Thom i 'or oa de Araujo
5 JoSo Francisco do Carvallio Pacs de
Andrade
6 llr. Manoel Francisco de Paula t'.a-
valcauti de Albuqtiorquo
7 Jos Jannario do Carvalbo Paos de
Andrado
8 Manoel Joaquim Antunes Concia
Lisboa, galera porlugueza Margarida, de
427 toneladas, conduzio o seguidlo : 9
caixas eom 699 arrobas de assucar, 36 ta-
bee* de imarollo, 2,000 cocos com cisca, 1
caixao com 16 ar robas de doce do goiaba, 3|
saceos gon.ma. ti barricas com 86 arrobase
3 libras de assucar, 177 duros salgados,! 2
barricas farinha de mandioca, 3785 sacco),
e 5 barricas com 18939 arrobas e 14 libras
de assucar.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNASGE-
RAES DEPERNAMBUCO.
Rendimento do da 10 .... 463.974
CONSOLADO PROVINCIAL.
Rondimento do dia 10. ... 773,25o
Movimento do porto
ir.t
164
462
162
161
161
160
159
9 Manoel Correia Gomes do Almeida 159
10 Francisco Xavier Carneiro Lina
11 Francisco Joaquim Machado
12 Dr. JoSo Antunes Correia Lina Wan-
derley
13 Dr. Francisco do Paula llaptisti
lii
ION
Isa
158
Alien s Manoel Carneiro Alachado Freir
Vantei
de milhes de liomens quo sus.iiram pela que foram tambem adiadas >a clcicOe deelel-
sua prompta destrulofio, Qui pensa a res- '"re, e marcado novo dia para outro lugar da
pito a catholica Austria. Qu ) pensam mesma freguezia.
No Pilar tem memorado as lebres, mas mili-
to temo, que com os grandes calores ellas rc-
apparceam ou se torncm mais perigozaa.
Consla-me r|uc em Campiua ellas tein nlo
combatidas, c cuuibom resultado, com sangr-
as, o que inc parece singular, visto que as san-
fat
ao.hoiii oainilnOaa de calholicos na Alle-
.ii i n'i, enos Pafaea-baixoa? Qoe pensa a
He Guliv.irem Brobdlgnag,' lato lie, o n3o! calholica llospantia? Kuc pensa, em urna
entre os gigantes ; e osgigantes silo aqui os palavra, toda a Europa (leste poder diaboli-
Amerlean s. Kis-aqui como o padro Cahilllco, o qual depols da ter empestado tola a
faz aposlrophe a lord Drrby : Euiopa de revolucOes, o vendo-so ignomi- grias, esia cpia
Padre Francisco Aires Abrantea
Artista Alciandre dos Santos Barros
Empregado publico Jos de Barros Cor-
rea Selle
Empregado publico Simplicio Jos de
Meno
Proprielario Rento dos Santos Ramos
Empregado publico Joaquim Jos Ferrel-
ra da I ol.
Commercianle Joao Francisco da Lapa
Escrivo Francisco de Barros Correa
Empregado publico "Luiz de Azevcdo
Sousa
Proprielario Vicente Amonio do Espirito
Santa
Empregado publico Jos Antonio dos San-
tos e Souza
Empregado publico Joaquim Milletc Mariz
Proprielario Jos Maria Freir Gameiro
I. ii.-nin Candido Leal Ferrelra
Eicrivao Pedro JosCardoso
Escrivo Francisco Ignacio de Atbaydc
Capito Jos Goucaivcs da Silva*
Empregado publico Mazimiano Francisco
Duarlc
Tenenie Jos Xavier Pereira de Brillo
Empregado publico Tbomaz Jos da Silva
Gusmo Jnior '
Empregado publico Ilvpolito Cassiano de
\ .i-c,Micelios Albuqucrque Maranho
Solicitador Joo da Slveira Uorgcs Ta-
vora
Dr. JoJo Vicente da Silva Costa
Supple/Uer
Miguel Jos Ribeiro do Amaral
350
349
347
345
343
310
338
334
aat
330
328
327
319
318
317
316
314
313
311
Sil
3il
Sil
Sil
311
311
Sil
til
II i
ELEITORES DA FREGUEZIA DO POgO DA
PANELLA.
IIsSenllores:
Major Jos Tlieo.loro de Sena,
CapilSo SebasliS Antonio do ligo Barros.
Dr. Alvaro Barbalho Ucha Cavslcantl.
Major Jn.io Francisco do llego Maia.
Major Florencio Jos Carneiro Monteiro.
CapitSo Jos Ignacio Pereira da Rocha,
llr. Francisco Los Caldas.
Jos Lopes GuinurSes.
Lili .....__..... .
('orrespondeiicias.
S'S. Redactores. I.en lo o Liberal Ptrnam'
bucuno, de 8 do corrento deparamos com um
communicailo em quo seu aulor, i. l'-i in.lu
alguns factoa a cerca da academia de Olinda
( cm cuja aprcciacSo nSo entramos injus-
tamente ferio a reputarSo de nosso collega
Antonio Firmo Figueira do Siboia ; por-
quanlo csse moco, alem de sua reconhecida
intelligencta, nunca pralicoii actos, que ro-
vellassem nsubordinaco e desrespeito pa-
ra com seus lentes : elles que o digam.
NSo he, Senhnres Redactores, por sonti-
mentiis de amlsade, mas somente por amor
a verdade qoe lhes pedimos a publicacSo
deslas lindas somos Seus constantes letto-
res. Reinaldo Francisco de Moura, Fran-
cisco Pereira de Souza Jnior, Sinval (Idn-
eo de Moura, Francisco Urbano da Silva Ri-
beiro, Jos Loodogario Rocha Faria.
ii.-in.i e foram fataca nos
. Vossa "Senhoria, comparado aos Kigan-! "'osa diente batida, so volta com unia foro-, sos de fcl-rca.
toscos Webst-rs dos Estados-Unidos, aiienas'ciiadodcsconnccida mcanio n is bostas sel-! Ao" entendidos pcrtcucc aprofundar
-----------.....- ---.-- .. I-------------- -..........--------------1