Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03092


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Full Text
'
Ai.no XXV11I
Sexta feira
DIARIO Dti
amroo a MOBCRIP9I0.
Psomanni Adhhtibo.
IMr trimestre .:.......
Por semestre
Por ansio ........i.....
Paaonamao DOraiMiftTaB.
Por quartel.............
OTiciiiDoirinio.
Par.... -.! iii-Ouilir. Min.13... g de Setbr,
sJaranbao. 5 de dito S.paule. 1 deCutbi
Cear.... o de dito R. deJ.. J5 dedilo
Parahiba 20 edito 8abia... 19 de dito
4/OOb
8/000
lD/090
4/00
DA .DA AMA. AroiHTOlAg.
1 Seg. -: : Feta de
Todos os Santos
2Tere, oinmemora-
co de todoi F. D.
3 Quart.S. Malaquita
1 Qulnt. S. Cario,
o Sen, S. /.itaiia.
bSab. S. Severo.
7 Dora 23. S. Prosdo
ciino.
Juito de Orfki*
2, e.'i. a lOborai.
1. naradrivl.
3. e 6. ao meo-dia.
Fastna.
j. e 6. a 10 hor.ii.
2. vara do civil,
(a eaabadoaao melod.
RtlScviO.
Tercas e sabadoa.
Ningoante >, a 1 bora c 18 minuten da m.
!t it 11, as 3 horas e /; minutos da tarde
-.rescate a 18, aos 0 minuto datarde.
Chela a 28, as I horas 22 minuto di tarde.
raianiaBl ion
Prlmelra s 10 horas e f>1 mlnntosda manha
Segunda as II horas e 18 minutos da tarde.
Novembro de 1852.
N. 250.
PRi\4MBUC0.
UBTIlll DO OMBIlOf.
lanaa e Parahiba, steguadat i senas-
lelraa.
o-Grande-do-Horte a Victoria ai quinta
Mm
nltn,Caruaru,e Oaraahum no l'e 15 dcada
i.
lores.Ourlcui v.F.xu e lloa-Vlata l.'l (21
inda, todos oa dial,
dos os Correios partem ao melo-dia.
aroTioiai iiTaiagiiaii.
Portugal la deOutbr.
Hespanba o de dito
Franca .. 8 de dito
Blgica.".. l de dito
Italia..:-. 3 dedito
Alernanlia. Ide dito
Pruasia ..;3dedlto
Dinamarca so de Setbr
Itntsla... -!i de dito
Turqua. 2(idedito
Austria .
Suisst....
MH. II.. .
Inglaterra
K.-Unidos
Meneo. ..
California
Chlll.
Kuenos-A.
Montevideo
> deOulbr
de dito,
28deSetbr.
8 de i iniiii
25 de Setbr
l> de dito
''ile dito
lOde dito
58 de Setbr
5 de dito
IB 4 1VO TIMBRO
i 28 por 1/000 d.
CAMBIO 1
pobre Londres,i
I Parla, j.'ii
I Lisboa, 95por canto.
Tati.
Ouro.Oncas heapanholas.......... 29/OOH
Moedas de 6/400 velhai........lb/iiOO
a de i-l00 novas........1O/O00
de 4/000............... /000
Prata.Pataefleabrasilelroa.......... 1/0^0
I l'esoscolumnarioi............ ''"i,
Dltoamexlcanoa.............. 1/800
PARTE OFFICIAL.

GOVEltNO DA POVINGIA.
EXPEDIENTE DO DA 25 HE OUTUBi.0
DE 1852.
onicio. -Ao commando das armas, para
mandar por a disposcSo dojtuz municipal
da segunda vara desta ridade un soldado
do cavailsria, afim do couduir aos diver-
sos subdelegados'leste termo os edilaos pa-
ra ennvnc. .ci do jury, o mancados para
iiolifli'aco.'.s do testemunhss. Communi-
cou-se ao referido juiz.
Dito. A director gerel da instruccSo
publica remetiendo uma culleccflo de tras-
lados por CynlloDolormano d Silvoira, -
fira de que S. Exc, examinando-a informe,
ser convenionte erlectuar-.se a compra do
eliiuns exemplnres para sorem distribuidos
pelas aulas publicas da provincia, declaran-
do ao mesmo tempo qual po.lor ser u pre-
c.0 rasoavel do cada um exemplar.
Dilo A tliesouraria de fazenda para
mandar iniemnisar o *.* batilhlo de arti-
i, i -r _~- _..;~ ,0111111111110,11100 nur, pelo inestre ua Darcaca
Ihins a pe, conforme requisilou o marechal Dm,.Ami,lnl Clemente l'erclra da Cru. ser
commandanle das armas, t.oollicio que re- eatrna7a. Exc., aoio despen de frote, u.n
melle por copia, da quantia do 18,000 rs caixao, que, para ler case destino, foi enviado
tuicSo, segundo os termos explcitos do a
viso n. 165 do 22 do Junho de 189, revoga-
torto do do 15 dn dezembro de 1835, e de
outros, quo o coolr.irio haviarn or lonado
Dito.A cmara municipal de Olinda. A-
visla do oflicio dessa cmara do 2 do cor-
rente, fie i inteirado de baverem vmes. mar-
cado 15 cleitoros freguezia da S. Quao*
lo porm a designarlo dos eloitores da fre-
guis do Maranguape, nlo so podo formar
por base somonte o numero de votantes ul-
111 amonte i|n iiiiie iiii-, massimnss mero do combinac,So com o de eleitores
quedeoa freguezia as elei?es de 1812 a
1844, visto que nossas pochas iluda nSo
tinha ella sido suppiimida, eportantode-
via-se ter procedido ahi a cisiono. Cum-
pre, pois, qunvmcs drnlarem quanlos elei-
tores deo a dita freguezis nos dous mencio-
nados annos de 1812 a 1813, alim de tomar-
se por base da lixagSo o menor termo do
combinaco com o numero de veanlos
qual ideados.
DEM DO DA j6.
Officio Ao Eim. presidente das Alagoas,
etteu mesma cmara licon se.ienlc do re- |
litado da cleicaode juites de pai, e vereado- .
is, a qiie se procedeu ltimamente as fregu- ',
Has daqucllc municipio.
DEM DO DA 29.
-Ao commando das armas, para man-
driennio prolimo futuro. -- Igual a cmara
municipal do Llinoelro.
Portara Ao agente da coinpanhia das bar-
cas de vapor, para mandar dar passagem par
o llio-dc-Janciro, por coma do governo, a
ex-segundo sargento Joo Freirc Vicira de
Castro.
DEM DO DA 37.
ni lie i o A thesourariade fazenda para man-
dar indemnisar o coronel commandantc do
primeiro balalho de infantaria, Antonio Ma-
ria deSousa, conibrine requisitou o inarechal
commandantc das armas no odelo, que remel-
le por copia, da quanlia de 7/J''0 rs em que,
segundo o documeulo que tambem remelle,
i'npona a despea feita C'in o aluguel de uma
cavalgadura para couduco da bagagem do
inesmo coronel na diligcucia, que foi ci- fariosar^tlgos enviados pelo arsenal de guerra
d.de de Nazarclh -- Gommunicou-ae ao rel- da Corle para as provincias oo r'ara, Fla^.ij',
rido mi ii ,i ii il. Cear, Rio Grande do Norte e Alagoas no bri-
Dilo asi A incsiua. tiansinitlindo o aviso de gin nacional Flor do Uto, de que he proprieta-
ii ni letra na importancia de 30o/nn0rs. sacada rio o mencionado cidadao.
pela thesouraria de fazenda da proviuclado It lo [ I.ito A mesma, remeilenclo por copia,
Grande do Norte sobre a desla, c a favor de Aa-[ plaso que em virtude de sua iufonnacsiu, ap-
lomo Jote Fcrnandes Parlicipou-se ao cxin. I prorou, para exlracfo das loteras concedidas
presidente d aquella provincia. pela Ici provincial n. 1)2 em benclicio das obra
Dilo Amesina, para que vista do recibo da igrrja de V S. do Rosario da lloa-Vista -
que remelle cm duplcala, mande imdemnisar Couinunicou-sc a respectiva irmandade.
o n.um ii.ii illi.i,i de infamarla da quanlia de, Uto- Ao juis relator da junta dejustica,
4|3'J(> rs. que se despenden como transporte traosmittindo, para ser relatado em lealo da
para esta capital do anidado dn mesuro bala- meana junta, o processo verbal feilo ao soltla-
Ibo amonio Flavio da Silveira, que se achava do c'a companhia lisa da Parahiba, Joao Mar-
EXTERIOR.
LISBOA 5 DE OUTUBRO.
Lber dad t.
Em abril do anno passsdn, n chefe da su-
OIBcio
','!.^,',!.d.0if."iiO0c,"^,.'i,0l"10 ll''Vacaotriumphaote procimava ao paiz
&ttftt'Etg!:. ""B -'"'" do liberdade.
ni i .mi-,, ao chefe da polica.
Dilo a ilinuiii.ii.i de fucoda, diicmlo,
lie, para aquella thesouraria Informar sobre
i que pede o cidadao Josc Candido de Barros
io reqiierimenlo que remelle, transmute, por
opia, o aviso do ministerio da guerra de 11 do
Drreme acompanbado dos .cuuhecimentos de
desafiava os Cassios o os Un ios ? Qoe mila-
gro de metamorphose foi este? Uma s pa-
lavr, a palavra prodigiosa da flexibilidadc,
foi ba.slanto para operar uma transfigurarlo
tremendamente impugnadora. A si-veriila-
de adormecen, e os com olhos dos Argos fe-
cliaram-se i luz. As mns que se oceupa-
vaui em lecer o veu, que depois vinham pu -
lilir.Hlenle rasgar n'uma peripecia tbnatral
seiisconturlienaes repoliram-o e canearam occ."^"lm".!'e*?"^', om colli8ir mxms e
a hvpnrbnln nos applsuans a esaa poca bri- "antes trfinilis, para uso de todas as cri-
Ihanle, all.ncada aos povos. Os program-' "' do, lml;8 "pocas, de todas as situa-
mas < as cooBratulacOes n3o podem ter es- i C008' de l0,l"s as cirnumstancias, e de todas
quecido anda, e os panegyricos e as polo- conveniencias. Nenlium nomem, nenhu-
gias, iiilumocidas .ramplilicacoes sonoras, m* c0,"9*' "ohuma id6a deixara de encon-
eslannosouvidos de lodos Chamou-se a trar n esso vasto epilogo eccl-clico o pro e
Iharia a p, Cosme Ferreira da Silva, e Fir- inesmo matriz, uma guarda de seis soldado
mino dos Santos Mace lo. Communicou-se UI" cabo. lntrirou-sc ao mcsino juiz.
aomarechal commandante das armas. Dito--Ao nwsmo. couimunlcando, que, se
Dilo Ao director do arsenal de guerra- pifiar a pena que foi comdcinnailo, conscr-
Tcodocm vina o que expoz o inipector da llic- va ido-se para isso em prilfo se nao pagar a
souraria de l'azeuda em olliclo de 1!> do corren- mencionada mulla, mas tambem smc. em vista
, ,_',i; 'i^ '.," te com referencia ao do contador da aquella dodisposlono decreto n. b'Jb de 18 de marco
DilO.-Ao inspector lolerino do arsenal de f*"" "t"u"JK ," [X \Jf reparlico, constante da inclus. copia, lecom- de 18.9, examinar as correices que fuer, s
srinha.remellcmosi porcopiaoavisodo mi- ,,,, dc Mauoe, C3v,,an"{"n,w
de 11,000 brabas no selimo laen, e o outro chai cainmandante das armas.
rclacao dos ohjcclos precisos para suprimento dos ditos objectos do cxpcdieulc como ale o
de um mes lica essa irpartico aulorisada a prseme
naejiu ;.araJostninuiilia. oa n/icii. nu
sistira ni lilf'iron'i a revolta, ficm esperan-
lo anciosa H eiinipi ni.eniii da prometa.
Tambe ni agora appellamos para esta tes-
lomunha. A nar;3o pode dizer finalmente
a ella f i ou ii io borlada, o quem a burlou.
Arvorarain uma bandeira, a quo chama*
iam nacional, o inscrovram n'ella essa pa-
lavra, que tantas vezes i..... servido do te-
nebroso nrelexlolib-rdaile Mas om vez
de liberdade deram-nos a dictadura, a dic-
tadura iniieiiiie, permanente, Ilimitada,
-en ciusajuslilicaliva,com de,duraveiscon-
soquencias.
Cliaiiiamos a juizo os ros d'cssa grande
ilecepfSu. A dictadura ser a libcrdodo?
A dictadura ser o quo nos promulloram /
A diclnlura s na a gatitfacao da palavra da
da A dictadura sera a divisa da baudeira
nacional ?
Ilesjondoi, vos lodos, inicia lores e inicia-
dos, iluminantes n ageulos, principaes e
subdllornos, senhoresu satlites, cvaugolis-
las e apostlos!
Liberdade era pois um rotulo falso, tima
talioleta monlirosa, para altranir os vian-
dantes incautos, o a propna liheidado invo-
cada, a esso anlro om quo a degolaua a ella,
e os sacrifican) a ellos.
o contra d'ossa cousa, d'essa idea ou d'esso
il'iltH'M. Una... > .p^v*. a-v- .a.iws -
ro a numero, artigo a artigo He um arma-
/".n de a I.'Un, onde se encontram todos os
rslnfos, todas as f'maso todas as medidas
ja prometas e a servir. E repare bem !
Bflo lie cala tonto desses a avaliai-lo de um
laeiu. ii' ,i |i.cei ic.ii d'um carador; nSo
lio o juizo dn uma applica(3o, lio a analyso
d'uiii pensamento.
Temos a dictadura ; por consequencia
Dio temos a liberdade. Tempo houve em
que esta ultima era a divisa dos sustent-
culos actuaes da primeira. Penda-Ibes dos
hombros a opa voriiielha dos t'ibunos, eo
punbal de Spartaco brilhava-lhes as m3os,
frenicntes d'uma cousa a que elles chama-
vin eulliiisiasnio da i idignai;3o. Cosos
da densa, ven Invam a face para no ver que
ella sonia a outios. A phsnlasia irascivel
dos MU zelos puvoava-lhes de vi-fles |a)no>
rosas a imaginac^o escaldada. Moje, qnn
veein o dolo por Ierra, reclinam-so junto
doli o fazeni-lno do seio mutila lo um en-
cost para ropousar a cabera turbada da em -
bnaguez regeneradora, prolongando all u
somno in lecifravel.
Que lieislo, pois? Renova-so o enigma
da Splmig>, ou serilo justa as approliencOes
Que dictadura he essa, que diz consagrar Kraos/ 0l -K*-" do ministerio desatam-
uma le, e a ret.lna a pdacos a ponto de se cm '/precacOcs contra a tmprensa livre;
urna os,,als desptica? Que principio or- o os anligos lan iticos .ella no ouveni esses
nnlHdor hooseu,1 Quo vautageus leem re- l'^l'goinenos assustadores, neo avaliam a
gauisador lio o seu Quo vaulag
sullado d'olla ? Quosyslema ao uieuos a di-
rige ?
Olhe-so para ludo quanlo ahi so passa, o
ver-se-ba que nao ha uom urna palivra ver-
dadeira, neui uma idea coherepte, ne o um
r-cto racional, lie ludo hypochrisia o trai-
c.iu ; li In In .le".'|ie.in mi e.rn real ha
sua signilicaQo quando o arbitrio be om-
nipotente QuererSo os flexiveis impor si-
lencio pola sua palavra quamlo OS tactos so
estilo reliel an In contra elles '
O quo lie, para que he, donde vem, o
para onde vai esta dictadura f
lie ella necessaria para i.i/er uma consti-
cilo : lio ludo uocepcao ou erro real ha so .-----" Vr ~ 7....... .Ti
urnacouai-oarbitrio: averigua!.....eso un tl" acto, que a expenonci. toui lomado evi leu-' u,!i convulccs sociaes? NSo; porque, so-
te -a cila la armada a nacilo. 6"llu0 !">? ncm' "* al" u*"a coostituiao
a presidencia approvar a comprada Casi ol- du"u''.'!"A;'lhc8o'rarl'a"da7aic\idrp"ro"v'in'cial, euviou, para seren eucaiiiiuhados aos Exms. Gulinariea
feecida por Jos l'ereira Brandllo para as! para raaudar comprar, por coma da verba = presidentes dan^provincias dc Alagoas,Sergipc,
liberdade comniercial-e o outro alarga os
dominios do fisco, pozando sobre as subsis-
tencias, om nomo das nocessidados do llie-
souro.
A mnralidaJc osla aecusada tas proprias
revelafOaa dos amigos, as popnas impu-
ticOcsdos c insocios, quo por inais de uim
vez, toen cola lo, como una folha de com-
mercio.o presida venia das grabas o o
agio conbecidodasmerces. usqu* so in-
dlgnavam contra a corrupcHo, e'nmud^co-
rain iooxplioaVolmeatn diante d'olla. Ar-
gue-alolo o p*il, proclamam-a tul s as
pruneiras letras principalmcnlc noserlSoJ
dcsappaiecea impossibilidado de seren am-
bos elles exercilos ao mesmo lempo salis-
factoriamente j segundo quo por est mesmas rasOes pode igualtucnlc ser ICOU-
mulado o oxercicio seniultanco do cargo de
juiz do paz, que ja nao julga as infraccoes
Uaspostoras munlci aes, e i!o de vcroslor,
lano durante o anno da serventa daqiit-l-
l empreito, como nos Ires anuos de sunsli-
asaassssssaaaiaaaaslst*a-aLaaii. ii
hyba, para ser concertada, c que j ac aoha Antonio Pedro Cavalcante d'AIbu juerque a artigo Ii3da mesma o que todo bem se depre- 'aquella virludo assombroza e assombrala
prompla, deve ser para l devolvida; o que imp,i laiicia da despesa frita com a acquisicao enje das deciiocs do goveruo constantes do que exiga, em inuie da opiiii3o,salisl'r;OS
passa a coiiimuuicar ao Kxm. presidente da dos objectos, que eran precisos, para segu- aviso n. 8 dc 11 de Janeiro de 1849, e do dc n. rigorosas a niats leve, a mais artificiosa, a
ineaina provincia, trausiuittindo-lhe aconta, raneada cadeia Jaquclla villa, c em segundo |jl de IJ dc oulubro de I3i8. Assim enlendo ; 'monos verosmil o mais SUS.ieita incropa-
paia ser satisfeita, das despegas dc lal concer- lugar que pode Smc. mandar fazrr os peque- m,9 V. Ex. cujo odelo dc 18 dcslc ine lica qJo ? Ou lo estilo os Denlo-Ulenes arilcilles
FOLHETLM.
0 PALACIO PINODAN. (*)
por Ht. Kogcno 15caubotr.
PAUTE PRIMEIRA.
Vil
As redes.
Quein he o senhor, c que quer coiuigo?
pcrgiiuiou Pompeo.
O desconhecido nao responden, lile eslava,
como dissemos, debrucado, e cousiderava com
um olhar triste as agoas escuras do rio.... Seus
vestidos em dasordcui, e seu ar desesperado as-
suslaram a Pompeo, lia una rapaz mui clegin-
temenle vcslldo.
Maldito aeja o jogo cxclamoucllc baten-
do com o punho uo psrapcito.
O seolipr jogou? perguntou Pompeo pro-
curando encara-lo por baixo da sombra do cha-
peo.
Perd, respondeu elle, c como devo, con-
lio iiiiiiIi.i divida ao Seal
No mesmo tempo elle galgou o pirapciln. ..
Nesle movimento o chapeo cahio-lhc sohrc o
caes.
Carlos Gruyn! exclamou Pompeo reco-
nbecendo o lilho do lavernciro..,.
() ide Wario n. 249.
*- O Italiano desta uoite, diss'e Carlos. O ae- O rapas pa.aou a mo na testa como scaca-l corramos, corramos, lalve que cu posas anda miiiha cabana. Senhor Carlos, que lia ciuJo de
nhor esleve nesse jogo.' perguntou o rapaz basse de sonhar, parecera-lhe ouvlr um getni- prev ii-lo,... Ol/ meu Dos, faei que eu che- novo ?
com vos surda.... Nesse casu deve saber da mi- do sullocado quando o sacco cahu, n'agoa. gucaleinpo! | Nada, mcu bravo Geraldo, smenle vi
nlia deshonra. Eu perd, icnhor, c perd sobre Sao Carlos orromro seja em mcu soccor- O rapas j tinha voltado o ngulo da ponto anda agora um hoiiicuHaucar da ponlc Mane
palavra.... hiles me roubaram semduvida! rol munnurou elle vendo o circulo esbranqui* Marie, depois deixaudo csqu-:rda o arsenal, c dous saceos pesados no Sena
vnho que me Aieratn beber, entorprce ainda o fado producido pela queda do sacco no ro.... os ccicsliuus, passou correndo o estrello espa-
tncu cerebro Crelo que os fuios do vinho esto inteiramen- co que forma buje o caes d'Anjou.
.Meu charo amigo, dis-c o Italiano, ha pou- le dissipados; seria acaso um criine que esse
co o Sr. quiprcslar-me um servico eruzaudu a eslrangciro me fezcoininetter, e noposso eu.^..
capada contra os agentes do cardeal que me le- Elle olhou eoto com terror eiu torno de si,
vavam, aeeilc po'rlavor aolle la do imu dinbei- mis ludo eslava cm silencio ... O lugar era iso*
ro ; quiecra ser mil veces mais ricol... lado, as construccoca da ponte Marie ainda uio
E Pompeo reparti om o rapa o dinheiro eslavain acabadas, suas casas sdeviam ser ba-
que recbela do doutor. hiladas dahi a um mei. O alpcudredcbaixo do
Agora, disse elle depois, ajude-inc a lat- qual o Italiano o euconlrra, formava o mcioda
{ar islo uo Seu.. ponte, c deacrevia um arco sobre seu leili, o
De boa vuiilade, disse Cailos sem saber de qual eslava obstruido de pedras, cal c lijlos
que se ia tratar. < deixados pelos obreiros.
Pompeo agarrou no sacco em que estavap Vacillaotcc assuslado,Carlossenlou-se u'uma
cofrecom um braco nervoso,c aliruu-o ao rio.', pedra, e poi-sc machinalmcoie a dirigir os
Um lurbilho dc espuma ses-uio esta queda, olhos para a inorada de seu pai. Uma uuca lut
a qual pcrturi ou o silencio das ondas..., brllhava ento ua lavcrua de Pouiiuc-dc-Plu,
Carlos pareca absorto, elle tinha recebido essa la vinlia do quarlo dc Marlclta ... Carlos
macliiualiuciilc as pecas de uuro do Italiano, e a contemplou alguna segundos com urna vida
mili iimi iva algiimas pal.v as coi voz bsixa.... atlciifo, depois lepenliuamcnte elle a vio apa-
Late Ihe perteuce, disse Pompeo a Carlos gar-se.
indicando Ibc o segundo sacco. I Se eu fosse supersticioso, disse elle com-
Que Icm o seiihor eulo ncllc ? perguntou sigo, julgarla esie fogo urna advertencia do ci'o .'
o rapas. I Toda cbamina est exllncia em iiiim, 6 meu
Urna mcrcadoiia auspeila. Era um mise- Dcos, inesmo a di coragem! Oh sim, devo sa-
ravel que vendia com pesos falsos, e devo lan- ber s sou aqu cmplice d'um assassiualo I
car no sena uque elle venda; be ordcui da jus-
ilca.
Carlos Gruyo poz a mao sobre o sacco, mas
no inesmo usiaulc retrou-a, como se o contac-
to desse panno a tivclse queiniado.....
Porm ba-uin curpo ueste sacco 7 exclameu o
rapaz.
Antes que t-lle podesse voltar-se. Pompeo
mesmo euipurrou-lhc o braco e depois foi rau-
nir-se ao doutor....
Ate ootra vista, e ale logo I gritou elle a
Carlos.
Eulao desprenda a miaba barca, c veja-
mos !
A'choupana do birqueiro, por ser, comodis-'. 'arlos obedeceu, e senilo logo pelo peso da
sernos, na pona da iiha, era militas \cies, no rede que estavain certos ambos dc urna dcsco-
cslio, o pooio de reunio dos que se banhavain berla. Mestre Geraldo faiia vaos esforcos para
e dos jovens inariulieiros que, a excmplo de puxar a s os dous fardos....
Carlos, se esercilavam lias justas. I As forcas me fallain, gritou elle a Carlos.
Quauto mais Garlos se aproaiuiava, mais o Este ajudou o harqueiro e retirouarede nielo
coravao amcafava faltar-lhe... Era uma cariei- rola. Os dous saceos appareceram e mestre Ue-
ralouca, una carreira de alhlela, porm l ar- raido eslava pasmado. O rapaz c elle os trans-
ios ja liulia inultas vetes ciiiprchcnddo outras portaran! cboupana.
scinclhaotcs, alm disso, urna mao invisivelo Ora bem! disse Geraldo, he urna pechiu-
impellia, elle rends o vento como uma besta clu a que lenbo dircilo, partillicmos.
desparada.... i Carlos levanlou as eipadoas. Elle eslava lio
Repentinamente o rapax parou diaute da fraco que estancou primeiro o suor que Ihe cor-
choupaua de mestre Geraldo. A porta que da- ra da rroote. depois pegando dc urna faca so-
va para o rio eslava culrcaberla c deixava esca- bre a mesa do barqueiro griluu-lhe :
par urna clarldadc abundante. .. Dianlc desta Poi ollia e cscolhc.
porta eslava-urna barca, porque mestre Geraldo Abcrlos os dous saceos. Carlos reprimi um
tnilia obtido dos sebbores camaristas o dircilo cstremcciinento singular vendo que um com-
de pescar, c a muuicipalidadc Ihccoucedia nes- nha um cofre, o ootro urna inulher, cuja cabe-
te lugar o dircilo de inspccco c de policia. {a eslava coberta com uinvcol.... A escolha do
O rapax o vio agitar eulao a luz sobre aagoa, rapaz loi logo feta.
era urna grossa locha de resiua. Para ti esse cofre, e o que elle contm,
Ajudc-mc, mcu charo Geraldo, grilouel- gritou elle ao barqueiro, para miin esla mulher! --
Elle levaulou o veo que oceultava as feices lembra.-ae, e passou rpidamente a mao pela
remendada, accresconlada, estendija, mar-
lolladi por. essa mesilla dictadura.
Encerra-se a dictadura nos slnctos limi-
tes das disposii;0cs orgnicas? NSo; por-
que l'ere os arligis mais evidentemente
constilucionacs dessa loi, que ella ha pouco
reforuioii a sen mo lo, proclamando os so-
cios a reforma como um inonuiiieiito desa-
I clona.
Pode a dictadura allegar una urgencia
que a dosculpe '! N.lo ; porque as suas me-
didas mais nltenlalonas -a i jusUmcillo
aquelhs, cujo ell'eito, inesmo a ser realisa-
do emlco'iio no-lo figuram, s pode rea-
lisar-so cm pocas remotas ; mo, porqun
os seos mesmos cominensaes nosasseguram
que ludo o que lem feilo a dictadura pode-
rla fazi lo o corpo legislativo.
lisia a diclalura na piesenca d'uma ravol-
la que, tundo creado um rstailo anormal,
torno nereuarla a auormalidade do gover-
no? NSo porquo a ordem publica alo be
perturbada, o os adeptos dos quadrumvirus
di/.ein qu a nt*3o nSo resiste.
Que he, pois, essa dictadura? Ilosim-
plnsincnte o arbitrio substituido i liberdade
prometlida ; lio a mentira solnmno pala-
vra enipenlnda- he a falsilicafSo do pro-
gramla ofTerocido; ba a burla maior que
se lem feilo a csti paiz; no a hypocrisia
mais atroz quo so lem arremedado como
um escarnen as faces do povo; he o des-
prezo do todas as leis o do tolos os direi-
tos; he a volitado individual superior a
cjislituicilo do esiado ; he a tarlufia mais
vergnnhosa quo nunca presidio aos destinos
d'uma nai-iio; lio o anacnronisino d'uma
usrpatelo, escoltado do suu tremendo cor-
tejo de vicios funestos, de orros grosseiros
o de mascaras atrozes ; be finalmente a iro-
na olerna desta regcneragSo abominada,
desta poca de torpezas o desengaos, quo
princ, ion maculandn-se de sangue genero-
so o leal, para acabar rovolvendo-se na ig-
nominia do proprio desconceito!
Se elles mesmos prelerein o moiiumn.'o
de sabidura, he porquo so divorciaram com
ella. Apagam debaixo dos ps o lacho quo
aceuderam como luz de redemp^So. As-
sentaiii o stygma na propna face das suas
obras; e, mais velozes do que o lempo, dis-
ta oceam a accSo dos soculos, o doixam atraz
de si, om vida, o epilaphio dos seos traha-
Ihos. A revolta, como Saturno, devora o
lii iii y i : i iso BPi-silassstssIssssasna,
ravilhosa crcatura u'uin silencioso abatiuienlo.
A agoa Ihe corra ento dos cabellos e do vesti-
do, urna cor roxa lhc niauchava os bracos e as
faces.
Carlos apreximou-a do fogo, c ncllc lan;ou
novos cavacos, depois tomando un copo que
Ihe preslou o barqueiro, decidlo aproxlma-lo
dos labios daviclima. MesIreGeraldo oajudava
em lodos estes cuidados com ar dislrahido, lau-
cando de qusodo em quando um olhar cubi-
90SO sobre o cofre...* Elle conseguio todava
.'mi Carlos por a mulher no leilo : pouco a
pouco as faces da duquesa se coraram, o seio
commecou abater-lhc... Tornando a abriros
olhos,ella achou junto dc aiorapazajoelbado.,.
Quasi no mesmo instante, e do outro lado da
choupana um cstouro repentino e neiplicavel
para Carlas Gruyn Ihe lerlo os ouvldos e fea
voar pedacos de madeira eseuros e fumegautea
ale junto de si. Elle vollou os olhos c vio o
barqueiro eslendido junto do cofre que liaba
querido abrir, vlo*o ensaoguenlado e linmo-
vel.,.. Eslava morlo.
'A'ste ruido terrivcl, prompto como o relm-
pago, e morlal como o ralo, a duquexa senlou-
se. Carlos moalrou-lhe o cofre e o barqueiro.
Um sanguc negro sabia da cabeca de meslrc
Geraldo, as laboas do cofre Juncavain o chana...
Vendo esses destrojos, a duquesa deu ares de
le ao barqueiro, retire a sua rede, mas teuha
coidado que ella se nao rompa '
da Italiana.... Urna viso celeste o
llluso ou realidade. esse gemido vibra aluda
aos meus ouvidos.... Slm, juro aqu por Ma-
netta e por o,so ledo, donde fugl, que quero
sondar a fundo cate inysieno que me pesa..
Mas nada, nada, meu Dos, uein mesmo urna
barca n'agoa I.... O vento a a chuva acoltaoi- b..
me os cabellos, a Ierra treiue-iue debalao dos
ps.
Porm, cantinuou elle logo.... nao me enga-
o, slm alli est um ponto luminoso. All....
Z^l^%3tfSErti quT p^oaTr ."V^algluT cous^cnoca^ ^nc^ib,
pnio/ Neoliuiii movimenlo revelava o tonino da uo ... naai iccaimcim .4... ;"--"-
- lia, mestre Geraldo. que sem o meu braco duqueza. a admiraco e o espanto eslavam es- como mullos outro. chamav.m a cond.ssa Al-
voss"orre grande hsco. l'sso nao he uma pea- lampados o ro.lo de Garlo, Gruyn Rila .i- vinal, aquella quein iam.va ..
caria ordinaria; mas, diga-me tambem sentio lou algn, lempo en, pegar nessa mao frla e Qu.mo a ella, a P"""^.^""',^^dfd me
umacominocoi'.... aquece-la ao fogo dc seu joven e queme bali- 11.lural neale momenlo. lena sorprendido, iuc-
Ia Um". commoc. la., toruou o barqueiro. I?. Sujel.o lamben, a urna parlur acao que -J.rL'/"^^^"^^^


'.
Ih05 A renenerieo chegoa e dis.se : erexi i minar, flcmcia indecisos... Pireceu-noa w,; tciro e n.ymundo. ou ios autores desse mo-
limos, a regenor5uu ni .____. ... .,.. .. h,u.< ih nn. i riri ribu- hodernos.
2
monumentum, piiniai agora. Depoia ol
veo sem ceremonia, e com un reei de 91-
brodeitou abiixo o edificio di su gloria.
Comedia ignouil! Nefando cirnavil!
A dictadura invade todos os direitos para
prolongar, por mu decreto, a su durac,fio
acusta do prazo marcado por ella mesma
n'outro decreto para a rcunio do corpo lo-
gislativo. Quem nns assegura que estes ac-
tos se nao repelirSo? O decreto eleitorai,
til como est, fui um sophisms. Quem po-
de asseverar que o decroto da convocmSo
n.lo ser um novo engao para ganhar
lempo?
Eis ahi o que be, o como he a liborJaflo
do cartai empyrico de abril; e eis-alu o
quo applaudom esses mes nos que se imlig-
navam da.i dictaduras em frente das rcvol-
tasque armavum, dos obstculos que sns-
citavam, dasnecossidados cujo remedio en-
torpeciam, e dos males cuja cura dilllcul-
tavam. Eis-ahi a liberdade da regenera-
CSo; o os Manlios, quo vigiavam no Capi-
tolio, tornaram-ae cmplices dos postilas
que j cubrlram do opprobrio !
Pois anda ninguem governou Portugal
om pocas que menos desculpem as usurpa-
res dictatoriaes. O partido vencido mos-
trou urna generosa abiiegaeflo. Os ressen-
timentos individuaes ced*ram o lugar ao
interesae pela causa publica. A liberdade
nSo achava eslorvos, nem as reformacoa
prulicuas dilllculdades. O parli lo modera-
do aplauda toda a inicialiva til e fecun-
da, vlessa dondo viesse ; porque ello tinlia
a peito provar quo o niio mova o egoismo.
Ondea govcrninca eapt-rava encontrar mato-
res embarazos, (O adtOU desinteresa e p-
triflli."-
a ciunmuin. O partido moderado pedia
tambem as reforma!, porque ts desejava
sincerameuto ; aconsBlhava-as, auxiliava-as,
eso Ibes punlm duas con liqesa prolleui-
dade e a logalidado!
Foi alguma destas condicOes satisfeitar1
um dellas ao menos ?
Mo I Km resultado de toda a genorosi-
dade da nar-fiu. s temos o fado da dicta-
dura e o escnico a liberdade !
\lendei al.
i Da Lei.)
por entre as phrasos sublimes, acara rabu-'Iho degrlos.
o*na o rugo, oum adunco nirii gusten- Parimos anu. NSo taremos mais renexo
tando um par de cangalhas, d'um velhn \ alguma, perdemos o nosso lempo eno es-
classicu de apurado gosto para zombe- timos dispostosa dar pslhi.
tei-o! 0F"eal-
Urna oo oulra cousa rfS?ondi-nos lio
urna critica tbcatral, com que procura me-
Ihorar o nosso tbeatro.ou meaquinho tributo
pago amizide pela mais simples e conclu-
dnnte adulacjio ?... So he critica, aponte o>
erros, indigtt* om termos animadores as
faltas, para que os artistas procurem omen-
dar se n3o fa?a nilyaes comicis, s pro-
curando fazer rir a turba da mais duzia de
nitratos, quo so pavoneiam primaras capa-
cidades do pais I
Concluimos rogando-lhes, quecessemes-
sasremossas enfardadas romosaccas deal-
godflo ; o contemporneo procuro para ou-
tra vez fazer esqurcer essas alluses fasti-
diosas -- da Torre de fabel e .Izas de Icaro
porque fugindo inteiramentn do trilho em
que pisa, lioc,a-se em caminho incgnito,
cujosabrolhos podom arroja lo oo foco da
taleima e da mais revoltante pedantaria ..
O Hinolauro.
Sabemos com mull satisfarjo quo a rom-
panhi luzitmtia, cujo I,' vaso a vapor, o.
duque do Porto, devo cliegar com brevida-
de vai emprelunder uoia navegacSo de
maior alcance do que a costeira, a quo al-
guoise persuadi ella so limitarla.
Para tractsr-seda carrnira do llrazil hou-
vo duas asseinblis gi-rat'S, quo a linal resol
MM.ru, podo dizer-sc por unanimilaJo,
( pois apenas un voto se pronunciou con
tra *) quo fosse levado nofleitoo bem de
lienado plano da direcfflo que por isso he
credora de elogios.
Logo que hsjl as precisas nformacOcs,
serloreconimoiulados dousou tres vapores
de boa lotucSo errando forca, quo fardo a
mesma carri iraqueosmglezes.com a iai -. -
(io queviriio o Porto.
Hamos os paraban* ao commercio por-
tuguez e a tola esta ridado por este
grande niclhorament c tundo podido al-
canzar una l'Sla do luda a administradlo,
abi a publicamos, dovendo-se fazer a obser-
i ..r i que ii SommiHlO consultiva foi elcita
a repelidas iustaucias dos sonborcs direc-
tores.
He de esperar que o governo do toda a
|n olecc 'ni a o lu. cotnpaiiliiaque assim quer
ungraiiiiccer a noM maiinlia mercante, e
i|Ud tomo o exsm^lo do quo o goveruo bri-
tannlco faz em beneOclo ios seus paquetes.
Admlnislrucdo da Companhia Luzlania.
l'residonloViscuiidodu Castro Sil va.
Vice-UireelorCiiucalo l.obode llairos.
SecretariosIt t. Woodliouso
Antonio Julio d'Abr.-u Cuima-
r8es.
Directores Izidoro Marques lio Irigues.
I. ii.ii i" Moser.
SubstitutosJos Mondes de Carvalho.
Hcrnardo Jos Machado,
Conselho fiscal.
II. Woodliouso (snior).
Jnaquiai Pinto Kibeiro.
Cealo Pereira Cuidas do Barros.
CommissJo consultiva.
II. Woodliouso.
Iir. Jos AlvesdeOliveira.
liernardo Jos Machado.
[Do Nacional Vorlo.)
.J________-------i--------1
t'ouiinuiiiciduS.
TIIKATHO DE SAMA ISAflEI..
O Irnio leriivel e o vigilante Jniora Com-
panilla ou a Ia lia do duas caberas.
NO uos po lomos esquivar de tor o pra-
zrfr.e ao mesmo lempo a honra, do dar duas
p.'laviinlias a osse novo coryplieo de littera-
tura, a rssn parto di scienct.i, que abarrla
a nusso Ditnio com a redundancia de ter-
mos pbosphoricos n'uma ligura da crilica
thealral!. .
Que poderemos DI ajuizar desse antago-
nista do progresan, desso mphybio contra-
dictorio, quefolga orgulboso da mostrar-se
contrario a opioilo d'um povo .. Sera un
genio ?.... tero.nos por pcaso a felicidad" de
possuir um Dumas, uu BlmpMmenteo pra-
icr de nos mi mi. acuita d'um icdunle?....
Ao passo que nossos olhos porcorriam es-
se noreadocommunicado.revesti lo de ditos
o lisilos, compararles biblieas o peqsa-
ini'iiios nuil -in'-r -, dissemoa a prinoipio: o
autor desso pamphlcto lio san duvida al-
gumjoven decabi lo da grac* das J s ac-
trizes, que dcspeitaJo ruge ; porm ao ter-
* Esto voto foi
Tu./it:
m
do accionista Sr. i.ll,-
__i1HMaiMHMMaBmmma<>aaa|
era que aquello rapax eslava all a setin pea....
Ella cxaininava os movis mlairavali dense
quarto, o cadver de nie9tre Geraldo, as laboaa
espalbadaa do cofre com una estpida allea-
co.
Seus olhos se cobriaui de sombras por ins-
tautes como os dos paisageiroa de um uavio
dorante a teiupestade, e o senlido dos objeclos
a abaudonava. Lita nao se leuibrava de ter ja-
mis encontrado o rosto de Carlos; quanto ao
cordial do barqueiro, elle a queimava. todava
esse soUriinento convulsivo Ihc restitua o me-
uh.misino das Torcas....
Iiisciisivelini'iiir a vida e n calor Ihe volla-
rain, mas cssel'umo, e esse tanguc derramado
sobre as esleirs da cboupana Ibt iiicrain me-
do. I.il.i apartou suas niadeixai hmidas, c
qoiaacudir sua soiuuoleuQla.... Uus fogo vivo
e claro crepilava no fugao, aeus meiubrvs eurc-
gelados se reauinaraui jiouco a pouco.... Es-
gotado e abatido Carlos perguntava a si inesuio
em vo, porque viuganca borrvel essa mulher
ii iIm e e bella, essa mulher que elle apenas 11-
nua entrevislo se achava aialin em scu poder.
hile escolara de joelhos o lopro de sua bocea;
do tenipos eiu te.upos agradeca aocco, e tre-
ma lanc nulo a|ienaa um olhar para esse cada-
ver do barqueiro. Que aeria delle entre ease
defunlo, e easa lldalgn que queriam lambein
matar? tinque rede fatal de acontccitnenlua
c vena elle mctlldo, saldra vencedor ou ven-
cido dessa luu|?
Calafrlos de temor, de amor, e de esperanca
corriam pelas vela de Carlos. Scu plano osta-
va tracado ; elle aalvaiia a todo o cuito essa
iniilher, elle a salvarla anda que devease per-
der-so si! Mas como salva-la 1 para onde le-
va-la ? onde assegurai -Ihe nina murada r A
du barqueiro toruava-scaecusadora. Kntretau-
to as Uovas se passsvam. O logo eslava morrea*
do, a alva cubra o Sena de paludos clares, a
doqueza leve medo dessa clarldade, c inter-
rogou o rosto do rapaz... Carlos auslluba cu-
li pedantismo, a inveja requintada, e i
perfidia ditaram as deseonserladas palavras
qun rabiscou no Diario deVcrnambuco n 218
de 3 do correte o Vigilante Jnior e campa-
nhia quo bem mostra sor um li 1 lio malcrea-
do, sordo sos concelhos, eadmoestar;Oasde
sen pai. Oqueheesso chamado communl-
cadoque se le no mencionado numero des-
in Piarlo sob a epigraphe~77ienirn de Santa
l'aM 11 m inonln do nal" <**
las, cada qual mais insultante, revelando
claramente seu aulor, o o espirito de Inveja
perlidia que o predomina. Esse artigo nSo
be urna analyse do expecUculo brilbante do
lia 21 do passado, porque o pedantismo do
soberbo e fofo escriplor apenas se limita a
dizoi'--/ nito passou da mediocridade, tal
no estece de carcter '. Sobre guaes nSo falta-
mos porque t'memoi os lindos olnarcs de urna
dama bella em furor, ttc, etc., etc. Sem to-
davia provar o que avancou, nem mostrar os
erros quo conimclteram os quo sSo victimas
de sua mordacidado venenoza ; tambem nlto
hesatyra, porque esta lie concebid* em ter-
mos hnestos.so bem qunemestylofort o pi-
cante, e na mocliinilada a que nos referi-
mos, v-so um estylo burlesco, cslylo de
regaluiras. Logo o insolento o malcreado li-
llio nSo tove em vistas senSo offender a dig-
nida le, c o merilo artstico da Sr.' D. Ma-
n i 'I e dos outros seus collegas que a por-
lia se esforcivam para dar todo realce, todo
o lu'tlliatii i-mu ao expeclaculo do seu bene-
licio, assim como manchar a honostidade e
honra da joven artista. Alguem houvo quo
fegundo consta suppoz quo a Sr.' D. Mano la
devia prestar outros scrvic/is que n3o os da
sua arto, mas engaado n repollido nobre-
mente om seus enlon lores, raivoso por 13o
nobro e onroza repulsa ontenlou vingar-
so iusullando publicamente nSo s o objec-
lo sobre quem recahiam suas brutalidades,
como aos que com ella se ligaram para aju-
darem, o defenderom dos uivos dos ejes
damnados !
Insultando a lodoso queren lo s elogiar
o eu fidus Acates. O burlosco escriplor dis-
se : n3o se nos daria do apostar que o Sr.
Cosa no drama -- Magdalena retresentou
cim a conscicncia de quernSu desemponha-
va o seu papel com hibilidade e perfeit;3o
que lmente eucherga o nauseabundo for-
jicador le taes eugrolios : para o publico es-
tes dous termos, applicados ao Sr. Costa,
uo oxptimom colisa alguma. Quiz o borda-
engo escriplor salvar o Sr. Costa o involun-
tariamente revelou o seu porlido peiisamon-
to : porque leudo o actor conscioocia do mo
presootar liom, na soeoiendou? Ignora
por ventura quo o nio desempenho d i urna
parle, he o ni lior doicre Mu para o artista '
r.ranSr. Costa pira com o publico essa re-
putado bem Miniada que o faga descolpir
de urna 13o grande filia t... No, mil vezes
nSo : logo lie porque o Sr. Costa, quo odnia,
segundo be fama, Sr." D. Manuela, quiz
muitodo proposito anuviar a gloria da sua
ililllncta collega. Parece quo este senhor li
ca s porlisdu mort-, tolas as vezes quo
observa indifornnca do publico a sau res-
peito.cosonthosiaslicos applausos que bem
merecidamente sed3oaus seus irmSos do
arte, lio al on le podo ch-gar o cgoii'no !
I'.i leaniii- nnalysar urna uina dos pula-
vras do liiiio do Vigilanlo o s >u comparsa,
porm seria-nos necessari.i ter to memori
o hodion lo diccionario dos insultos, o nunea
nos daremos a oste trghalho, uem queremos
roubaresta glunu ao Iravesso menino. En-
tiogamo'lo ao desprezo. O quo dizem o jo-
ven defluxado eseu inordoino a respeito do
orgulho, nos revenemos para a mesma (bo-
te d'ondo cinanouAs carapuQas quo talha,
e dizque serviodo perfoitamenle a saloia do
Ileijonlo deixam tamliem do luentar
em aliiumas cabecis dos actores do lliealro
de Sania IzahelNos declaramos que nem
urna della cabo saloia, e todas encaixam
perfoitamenle na callee-1 daquelle quo sondo
o oigulhooa inveja personisados tanlo, e
to vilmente ha ahusado da fraternal hospi-
talidad! que lho damos Uuo importa ao pu -
bliCO quo a i n. i liih i soja volha, e que ao
etegant* escriplor nr.scesso u.os denles Cotn
ol i agr la, he boa, nuncasea velna : en-
leude sr. Vigilante Jnior ecompanliia ?
Chama o mal educido joven sillimbaitcos
a Sr." D. Manuela, o aos Srs. Monteiro e Hay
mundo : veja-so o quo diz o Sr. Constancio
classico puituguez no sen diccionario othy-
moiotfico Salliuihauco, S. M (fr. Saltim-
banque, do llal. Saltimbinco ) zzJ" Cliarlato
que baila nas pravas publicas, l.u peloticas,
vendo uiiguintos, etc., ttc, ele, ^^3 Eis o
quosiguilica Saliimbaiico I
Agora decida o publico se estas siguifca-
cii s cabem a Sr.* D. Manela, e aos Srs. Mon-
Correspondencias.
Sri. Redactores.Procurando hoje roce-
ber do Sr. tlferes do exercito Vicente de
Ptuli Itios deOliveira, i importancia de
umi conti de fizendas compradas ni loja
dos Srs. Firii ft Lopes de quem sou ciixel-
ro, em iui habitacSo, junto ao sitio do Pora-
bal, fui pelo mesmo olllcial espancido, re-
sultando de semelhante attentado um feri-
mento em o braco direito sobro urna formi-
divel contusSo, tendo precedido este cri-
mioosoprocedimento ss mais insultuosas
pilavrn.
Um semolhanteactade perversida-le pri-
ticado por um oflicial do exercito quem
o estado paga para garantir vida e proprie-
dide dos habitantes deste vasto imperio, i
o que mais he, previllecendo-se do lunar
ermo em que isso so deu, e da sua superio-
ridide, armindo-se de um cscete, port
desua propria habiti(3o, he digno de ser
levado aoconhccimenlo do publiao, para
assim fiear ennnecendo as bnaa quslidades
d'esle selerato, e a moeda em que preten-
do pagar a seus credores. Ao Exm. Sr. com-
mandanle das armisdesti provincii apre-
MOtal minhi queixa verbal, de quem es-
poro como o primeiro e exemplar por suif
aeces e rgidos principise uobre classe
que pertence, puni(3o desse oflicial que
niio trepidou aviltar essa nobre corporat*'
espaiicinuo quom nene procuriva reeeber
o quo om boa f se Ihe confiara.
lio a segunda voz que se v entro nsora-
ticado este fado ; n3o sei que castigo leve
o primeiro aggressor : em quanto io se{un-
dodequem ora me queixo, promettoque
o publico sera sabelor do que occornr.
Itocife de novembro do 185-2.
Adriano Augusto de Almiida .
Senhor Rodador. Entre os muiloscan-
didatos deputngSo geral, lombro do piefe-
rencia aos senhores.
1 Consellieuo Antonio Peregrino Maciol
Monteiro.
J Desembargador Jeronymo Marlinimo
Figuoira de Mello.
3 Dr. Joaquim Vilella de Castro Tava-
res.
* Secretario do governo Honorio Pereiri
da Azert! lo Coulinho.
5 Dr. JosThomaz .Nabuco de Araujo.
6 Dr. Jos liento da Cunha Figueiiedo.
7 Genoral Antonio Crrela Seara.
x Conselhoiro SebastiSo do Hogo Bar-
ros.
9 Dr. Antonio Francisco Pereira de Cir-
valbo.
10 Ceneral Abiou e Lima.
11 Floriano Correia de brillo.
ti Dr. Francisco Xavier Paos Brrelo.
t3 Tenonto coronel Jo3o do Reg barros
FalcSo.
lim que nao he candidato.
(a dos salarios dos ifrieanos lirres ; segun-
do que, pira se deliberar sobro materia
dos embargos oppostos pelos herdeiroa do
ex thesoureiro de !oteriu,Jos Runos de 011-
velra, no processoexecutlfo promovido pi-
ra i arrec laclo do impoito de 8 por canto,
das que no lempo delle se oxtribiram, he
precito que Vmc. remella cpii da petl(8o
inicial, om especificada informicSo a res-
pelto do que de ficto se allega em defozi
nosirtigos 10, II, el9 dos ditos ombirgos ;
tercoiro, que pro'clac.lo e manejos da chi-
r.-uia dos Ihesoureros de loterilS, deve Vmc
oppor, como he de esperar do seu zelo pe-
los interesses da fazendi nacional, tolai
ictividide, e vigilancia com o uso dos
meios legies, na promoefo dt cobran;!, d-
se mpenlian lo quanto Ihe incumbo o regula-
COMMERCIO
PRACA DO RECIPE 4 DE N0VEMI1IU), AS
t HORAS DA TARDE.
coTAcOesorriciAES.
Descont de letras de 3 moxos 8 por cento
ao anno.
Prete para o Havre 50 f. carg de assucar.
Compra do as.sui-.ii-.
Miscavado escolhidoi 1,450 rs. porirrobi.
ALFANDEGA.
Rend ment do diiSi 3.
dem do dit 4.....
25:679,530
13:216,479
38:896,009
fesearregam hofe 5 de novembro.
ment de 32 de novembro de 185, arL 33, iBirc franceza Pernambuco merci-
Sri. Redactores,
Quanloso trela do eleger quellos qu
devem do exprimir os pensameiitos e pro-
mover as inloressos da provincia, no parla-
mento brazileiio, releva,primeiro que ludo,
cuidar om que tolas as classes sejam ali
davidamento representadas, aprocian lo-se
o verdadeiio merilo, sem so altender os
mesquinhos principios de partidos, que SO-
bremsnira nSo infelicilado o nosso caro
paiz, e se n3o recuannos desse errado tri-
Ino !! una vez o arruinarum para sempro.
Possido pois dosses generosos, e desint-res-
sados senil motil >s, coufeccionoi a seguintc
lista toJa composli de peruambucauos
disiinctos pelas suas honrosis posi^es, e
libelos de independencia, illustra(3o, Sorvi-
cos, e riqueza, predicados essonciaos par
sercm dignos deputa los a assembla goral ;
pray i aos Ccos, que a adoptein os oleitores
conscienciosos, e que do veris prezim o
bem oslar da nossa cara trra, tendo a re
cessina forca para repollir as vis, o torpes
caballas com que os procuram de continuo
escravisar, menosprezando as Insidias o de
cep?es com que por tanto lompo nos tem
enlreudo os aventureiros ambiciosos dos
pingues vencoienlos, o nicamente zelosos
de promovercm, e coiiseguirein ptimas ac-
commo laces para si, pira seus prenles, e
amigos. O volho permmhucino.
Os Senharei.
Ceneral Antonio Corroa Sera.
a Jos Ignacio do Areu e Lima,
Hispo, conde d'lraja, D. Manuel do Monte Ro-
drigues do Araujo.
Moiiscuhor Francisco Muniz Tavares.
Agricultor Ignacio do barros Rarroto.
n Leonardo Uizena Cavalcanto.
Doulor Manuel Mandes da Cunha Azevedo.
Anselmo Francisco Pirettt.
Conselheiro Antonio Perigrioo Maciel Mon-
teiro.
Doutor Cosme de S Pereira.
Proprietano Jos dos Santos-Nunos doOli-
veia.
Negociante Antonio Vsleulim da Silva llar-
roca.
Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo.
Terra Nova -- 40 dial, brigue ioglez Titania.
de 210 toneladas,capiSo R. Paltrey,equi-
pegem 14, Cirg bicilho; i James Crab-
tree & Companhia.
Navios sahidos no mesmo dia.
AlS biale brazilei'0 S. Joo, meslre. Jos
Antonio Ferncndes, cirg virios gene-
roa, piuigeiroi. Domingos Antonio de A-
raujo, JoSo Martins Ferreira.
Ilavro brigue Frmcoz Cesar, cipitSo Ber-
ilos, cirg assucar e algodSo.
Canal pela Parahiba brigue inglez Ca-
milla, cipitSo Brine, em lastro.
MBDITAB9;~~J^
O lllm. Sr. inspector di thesouriria pro-
vincial em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da piovincu de SOdeontabro
prximo pissado, manda fazer publico quo
no dia 11 do corrente ir a prac para ser
anematado peranle a junta da fazenda di
mesma thesourarla, a quem por menos fl-
zer a obra do enrochamento em frente a
ponte da ra da Aurora, avahada nova-
mente em 1:188,0 00 ril.
A arreoiiti;3o sen feita na forma dos
artigos24e27 da lei provincial n. 986 de 17
de maio de 1851, e sob as clausulas espe-
ciaesabaixo copiadas
As pessoss que se propozerem a esta irre-
matar-ao, comparecim ni sila dis sessOes
da mesma junta, no d>a cima declarado,
pelo moni dia, competentemente habilita-
dla,
E para constar se mandou alisar o pro-
sete e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourarla provincial to
Pernambuco 3 de novembro de 1852. O se-
cretario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
Clausulaa especiaos da arrematarlo.
I'nineii i Ser feita esta obn de confor-
midade com o ore-miento ipresnntado i ap-
1 rovacilu do Exm. Sr presidente da pro-
vincia na importancia de 1:188,000 rs,
Sogunda. As obras principiarSo oo priso
1 i i ii --, o vr.iii c incluidas no preso de
2 novo- cuntidos, como determina o artigo
31 da lei provincial n. 286.
Terceira. A importancia dosta obra ser
pag em duas prestic,as di mineiri seguin-
te: -- i primeiri do valor de tres quartos
couros envernisados, 1 caixinba garrafas da. da importancia da arrematicao, quindo se
vinagre de amoras, I dita com um chapeo' l|vor concluida a obra, e a segundi de um
para senhora e um vestido de enanca, 1 dita quarlo, quindo se cITectuar o recebimento
charutos, 6 caixas espelhos, 4 ditas quin- dilimtivo, que ter lugar um anno, depois
qulharis, I dita ferragens ; a ordem. do recebimento provisorio.
6 ciixas siniusugis;aJ. Tegetmeier. Uuarta. Para ludo o mais que nSo esl-
1 caixa tecidosde 13a, a pacotinhos amos-' ver determinado nas presentes clausulas, e
tras, 2 caixas setim ; a Brunn Praeger & nem no orcimento, seguir-se-hi o quedis-
Compmhia. P*56 a lei provincial o. 286 de 17 de maio de
I caixa tecidos de seda, 2 ditas ditos de 1851.
dila e algodSo, 1 dita ditos de algodSo e se- Conforme. -- O secretario, Antonio Far-
da, 2 Tardos dilos do algodSo 3 picotes rcra di AnnunciacSo.
amostras; a J. Kellor Companhia. O lllm. Sr. inspector da thesourana pro-
1 caixa halancas de ouro, 2 ditas rame vincial em cumprimento da ordem do Exm.
depianno, 2 barris sovellas, I caixa agu- Sr. presidente di provincia de 13 do corren-
Ihas, II Jilas limas, I dita ferros dopliina t. manda fazer publico, que nos dias 3, 4e
e serras, 1 dita fochaduras e parafusos, 1 di- 5 de novembro prximo vimlouro ir a pra-
ta travadeiras, 4 barris martelos; a Hran- C para ser arromatado porante a juntada
dera Brandis & Companhia. fazenda da mesma lliesounrii, a quem por
4 fardos panno de linho, 1 ciixa lilas de menos fizer a obra dos concertos da ponte
moia seda para chapeos: a Koth & Bidou- de Tracunhaem, aviliada novamenle em
lao. 1:936,000 rs.
1 caixa laca om folha, I dila espirtarta e A arrematacSo ser feita na frrai dosir-
tesouras para papelOes, I lata Blas de seda tigos 24 e27 da le provincul n. 286de 17de
omeiasola para chapeos; a Chrislian Ir- maio do 1851,e sob as clausulas especiaos
mo. ibiixo copiadas.
1 caixa pannos ; a Crocco & Companhia. As pessoas que se propozerem a esta ar-
6 caixas panno do algodSo, e dito de meio rematacSo comparecam na sala das sessOes
linho, I cuxinhi prensa para solas, 5 caixas da mesma junta, nos dias cima declarados,
palitos do 13a, camisas de algodSo, suspen- pelo meio dia, compotontemeote bsbiliti-
soriose moias do algodSo ; a J. II. Gaensly. das.
CONSULADO CERAL. E para constar so mandou afixar o presen-
semso importar com assolicitarjosde mo-
ratorias respailo do que no tribunal do
thesouro nacional compete cumprlr lei,
nos termos do decreto de 20 de novembro do
1850; quarto que, na disposicSo do irt. 43
da le de 28 de oulubrode 1848 s3o inques-
tionavelmente comprehendidos os tbesou-
rcros das loteras como pessis. cujo cirgo
oslan dinheiros pblicos, e na conformida-
de della devem os juros dosses dinhoiros, de
todo o lempo, que indevidamente os retive-
rem, contindo-se por til lodo o que decor-
rer depois dos prasos marcados para a entre-
ga etc.
Daos guarde Vmc. Directora geral
do contencioso 30 de setombro de 1852.
Jos Antonio da Silva Maya. Sr. Procurador
fiscal da tbesouraria da provincia de Per-
nambuco.
N 170. I.Mi'l-.nIII. Declara ao S^T u6d<-
leg/tdo de polica da frtguezta de Guaralia, J^i
qae nenhama ingerencia Ihe da a lei em mileria
eleitorai, rnasantci que be do ten riguroso decer
evitar que a polica torne qutlquer parle nos Ira-
ballws da eleico.
I." aeccao. Rio-de-Janelro. Ministerio dol
negocioi do imperio em lldejutlio de 1840.
i ni reapoita ao oRiciode Vine, de 7 do cor-
rente no', lenho de Sua Magesladc o Imperador, que, cotn quanto
deva ena freguezia na prxima eleico prima-
ria dar 1S eleitorea, e nao lmenle M como de-
clarou o juit de paz que fea a caovoca-
(So ordenada no artigo 41 da lei regulatuentar
das rleicdes, visto que na de menor numero de
eleitorcs das que tlverain lugar nos anuos de
i84-i c 1844 deu 13, como le ve das actas que
acottipanbarain aquellc aeu offico, e que
incluas reverlein, e no presente anno i ir.un
qualtficadoi 1>J5 votintei; e posto que outro-
siin o mesmo juiz du pai oniitlio no cdilal da
coiivocac.in a llora eiu que, de coufortnidade
com o artigo s da citada lei, devem cumecar
oi trabalboi elciloraes, o que, le bem nao seja
Cjtpreaiatiiente ordenado na Jei, todava con-
ven! que se faca publico para irtalor iciencia
dos intercalados eque. alm diiso, fosie mal
cabida no mcsino edital a dectaraco, de que a
eleico ser celebrada com loda liberdade, que
nao havera recriitameuio no lempo luado pe-
la lei, c que ellejuifc de paz far retirar qual-
quer forca armada que se aprsente na igreja
matriz com o lim de coagir o voto do cdadao
coulra as intencoes do governo imperial, por
isso que, altn de ociosa c poder essa declaia-
cao aisuatar o povo, que pelo menos poder re-
ceiar-se deque se pretende attcnlar contra o
li> re exerccio de um to importante direito, o
que nao he Oc eiperar dai autoridades da con-
hanca do goveruo, nao era a tneiina declara-
cao objecto que ilevesio ser inserto naquelle
edital, que somente devia cooter a dcsigoaco
do dia, hora c lugar da eleico, e do numero
de eleitorcs que deve dar a parochla, e a con-
vucaco dos eletores c supplentes que tecm de
formar as turmai para a organaaco da meaa
parochial ( coto espccilicaco de seus nomes .
c dos volantes qualificados : com ludo iiniiii
irregulartneole proceden Vine, em mandar ar-
raucar o menciouado cdilal, e faze-lo subsli-
tuir por oulro passado etn leu nome, e assig-
nado por Vmc. como constado officio do lohre-
ditojull de paz, etn que representen. nira
cite seu proccduncnio, para o qual nao eslava
de forma alguma autorsado nem pela le. nem
pelas decisoes do governo imperial ; ^Z7* li-
cando Vine, na certeza de que nenlitiuia inge-
rencia Ihc d a lei etn materia eleitorai, eque
snienle he da sua cotnpeteucia, e meimo de
scu rigoroso dever, evitar que a polica tome
qualquer parte nos trabadlos da eleico, que o
goveruo imperial est no proposito lirinc de
latcr inanter cin toda a sua liberdade. .3
Deo Guarde a Vmc. Visconde de Mont'A-
egre. Sr. subdelegado de polica da freguc-
ia da i.u naulia.
dorias.
Patacho hamburguoz Johtnna botijas
vasin.
Brigue escuna brasileiro Laura -- mer-
ci.lunas.
iiipiirtnt.i'V
Johanna, patacho hamburguez, vindo de
llamburgo, consignado a N. O. Bieber &
Companhia, manifestou o segninle:
4 picnics lona, 89 caixas do 30 queijos ca-
da urna, 20 birria ilviiide, 1 caixa boles
de madrnpnrnla, 32 dltlS meias de ilgodSo,
2 picotinhos amo-Iras, 4 cusas cuntas, 1
dita tecidos de Imito e de algodo, 10 ditai
ditos do algodSo, panno de meio linbn, e di-
to de linho, 5 balas papelSo, i picote for-
mularios de conhecimentos, 2 pecas carne
defumada, 2 latas biscoito, 1 c dalias, 2 ditas carruigens, 2 ditas com ro-
la- para as mesmase pertonces, 1 dita com
2 o.i lonas de jar,lim, 8,000 botijas vasias,
100 barricas botijas do genebra, 42 barris
alcitrio, 8 Clixas carias do jogar, I dita
couros envernisados para correamos, 5 di-
tas bezerro dilos, 2 ditas ditos engraxados,
1 dita com urna pedra de tmulo, 30 garra-
fM emitas, 28 ditos cevadinha, 10 caixas
objectos chimicos, 1,600 girnfes asios,
7 n barras de ferro suecn, 4 caixas bracos de
balmcas e limas ; sos mesmos consignali-
rios.
2 caixis bocetasde arcano de assucar ; a
junti de comn,ercio.
1 caixa camisas de meia do linho, 1 dita
lu sua cabeca ardenle entre as mos, mil peu-
sainentoa novos o assallavain, elle cuidava em
seu pai, < ni Marletta c emlim nessa eslrangei-
ra, cuja vida ignorava complelanieiile. Qual
era o seu crite, que tinha ella felto para al-
traliir sobre si aeuielbiiite castigo .'
Os momento! eratn pieciusos.cuinprlaobrar:
Carloa levaiilnu-se, c por bailo de leu irage
elegante moslrou aos Ihoa da duquesa un
lallie que muitoijauotas tcriatn iuvejado, um
ar varonil e reaoliilo.
l-.lle era bello dcisa belleza singular, que ai
grandel occasioes do, a sinccrldade de sua
alma estava desenliada cui seus olhoi a du-
queza i mu louv o seu teiror, e diisc-lhe :
O senhor he lidalgo .'
Ksta perguuta fc Carlos corar mas logo
iranquillisou-ie, c ctiidamlo nos trages que po-
iliam causar ene deaprcio, responden :
Paraiervl-la, aenhora. tere! o cora^oc o
trage de um lidalgo....
Bem, dille ella, careco de um hniucm,
como o icnhor, para conduiir-mc para onde
quero ir... A desordein das iniuhas Ideas nao
me pcrinittc comprchender como vlin ler aqu;
o senhor in'o dir .. Mas apressemo-noi. He
predio, coulinuouella, que o scuhoruie leve
caa da rainlia mal/
A aenhora pensa nino ? respondeo-lhe
Carlos seriamente assusiado do perigo desie
passo, nao v que nao uos resta oulro partido
,,i nao a fgida ?
A fgida! c porque ? pcrgunlou a du-
qucza-
__ \ senhora, tornnu Carloa, esla ameacada,
peneguida.
l-.ii .' murtnurou ella procurando rcuuir
uai Icuibraucas. O que lie eutio que me liie-
rani. onde eslou cu f
. l-'ujaiuos, senhora, fojamos, nao v este
cadver, e enea destroces' A irnbora est aqu,
na cboupana de inestre Geraldo, barqueiro da
liba, cate infeliz quiz abrir ene cofie, coceo
Pubiicagdes a pedido.
Accusindo o recebimento do seu olllcio de
6 doste mez, passo a direr primeiro que fiea
esta directora tnleirada da-justa, e jurdica
deeisSo da relacSo de Pernambuco no accor-
ilaui de 28 de agosto deste aono, quo firrnou
a competencia do juizo dos fetos da f ./.nu-
da, para peranle elle se promover a cobran-
- -" .. l -L l <
o puni por isso... Veja, este cofre nao Ihe
pcrlenccr ISelte nao vejo, conlinuou Carlos in-
clinaudo-se sobre a caixa deapedacada, senc
macos de papis que ardetn aluda...
Utn cofre 1 papis! inurinurou a doqueza
como ic salime do torpr de un sonlio, ve-
jamos/
i; levantando-sc do leito de meslre Geraldo
tomou urna lus e irrastou-ieal ao cofre.
_ Sim... be laso mesmo,,,. disse ella parle
vendo os pedacos de cedro nielo qucimados
que juncavam o cbo. Sao esses os doemuen-
A PEDIDO DE UMA SEMIRA.
Oll'ereceuios hojo s nossas assignanles
urna brilbante valsa intitlala as lagrimas
ds Saudade, composigSo do Sr. Jos Eachi-
netti, delicada ao Sr. tenente-coronel Ma-
noel Joaquim de Menezes, A' extrema de-
licadesa do Sr. lenento-coronel devemos es-
le mimo, |iie ira fazor lembrar as nossas
assignanles o hbil mostr da joven p......ni
bucana, surda e muda, de cuja iutelligencii
ja demos noticia em um dos nossos passados
srtigos. Esta menina, IIIta de um dos pri-
meaos negociantes da cidade du Recife o
Sr. Jos Pires do Moraes, nasceu surda e
muda ; ios 16 anuos de Mide o Sr. Fichinet-
li, reconbecendo-lho summa intelligencia
e viveza, propoz-se a ensinar-lbe msica e
a tocar piano Dois anuos de aturada pa-
ciencia gastou neale curioso ensino, mas al
cnicou o feliz resultado dos seus trabalhos.
A lilha doSr. Moraes sabe msica, o toca al-
miravclujenlo piano !
Dousdeputados seus parantes, que estSo
actualmente aqui na cile, nos asseveram
que ella executa para mais de 80 pocas, com
toda a prcc's.iii artstica ; o ( o quo mais
sorprende) nSo porde o compasso om lo
das as mudancas e transportes da msica !
Honra ao Sr. Facbinetti ; louvores Ihe se-
jam dados pela sua deJicacSoo perseveran-
coi i' siitutnlo ,t sociedado, mais urna mu-
lher que eslava desuada s prufundezas do
ignuraulismo.
{Do Jornal das Stnhoras)
2:586,733 te e publicar pelo Diario.
1:279.491 Secretarii da thesourara provincial de
Pernambuco 18 de outuhro do 2852. O se-
cretaria!, Antonio 1-ot ii-tra da AnnuiiclarjSo.
Clausulas especiaes da arrematacSo.
1.a As obras dos concertos desta ponto so-
Hondimento do dia2 a 3 112,288 rSo feilas de conformidade com o orcamen-
Itlemdo da i......... 26,220 to aprcrentado a approvacSo do Exm. Sr.
.________ presidente da provino,a ni importancia de
138,508 1:936,000 rs.
..._------- 2.* Estas obras deverSo ser principiadas
Itendimonto do dii 2 a 3
Idom do dia 4
3.800,221
DIVERSAS PROVINCIAS.
i-:viin iif.-iti.
Havre, Brigue francez Cesar, conduzio o
segumlo : 410 saccas com 2155 arrobss o
16 libras de algodSo, 300 saceos com 1500
arrobas e 2 libras de assucar, 3 dilos com
2938 pecas de 5 francos, 23 ditos com 100 ar-
robas e 13 libras degomma elstica, 1 dito e
no praso de um mez, e concluidas no de cin-
co mezes, contados como determina o arti-
go 37 da le provincial n. 286.
3.a A importancia desta arromfitnc.no ser
paga em duas prestaces iguaes, di mam-i-
ra seguinte: a primeira quindo o arre-
matante lver feito metade das obras, e a
ECEBEDOItlA DE RENDAS loiTER.NASGE-
RAES DEPERNAMBUCO.
Rendimonlo do dia 4.....387,964
; CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimonto do dia 4 1:008,670
Movimento do porto.
>s olhm
cabellos
nhal levantado aobre ai. Ella laucn
aubre leus vestldoi molbados, e aeui
gotcjanies, e cinpaltideceu.
A aenhora mrsuio... comprebeude agora
pie he preciso subtrahi-la vingan>;a de seus
Inimlgos ? Compreheude que este cidaver nos
aecuaa / Por piedade, senhora, j tjue o co
me fe* frustar um ernne. ajude-ine a comple-
tar sua obra aceitando um a>ylo, e confiando-se
a minia au be de hoje que lenho afelicldade
de ver as celestes leices daquella a quem sal-
ve!, .. Desculpe, senhora, a conHssao de un
tos que eu devia eutregar raiuha infi, os do- I segredo que teria morrdo em meu peito ; mas
cumeittos que deviam perder a Hichelieu es-
tava convciicioiado cutre ella e iiiim que s
um eondciiiiiadu morl abiiiia esta caiiiuba
que vomita ferro c logo. A correspondencia do
cardeal com Conciui he presa di- chamai (Jue
ser de mil, oh coim> sou infeliz !
Fallando assim a duquesa com as mos tr-
mulas e convnlsfvas procurava ainda disputar
ao fogo os papis que elle consuma.
Nada, nada mais. Conlinuou abatida.
Mas o seuhor uo sabia o que conlinha este co-
fre ? O senhor uo he o guia que eu esperava,
nofoi enviado pela raiuha mal ? Sei um es-
jii.i responda! dlsseella levantando-ae com
encrgia dianie de Carlos.
_ Senhora, respondeu o rapaz com uina al-
ii v i triste, uo sou esplo ; (ranquilllse-se.
;,ti passava, ha pouco, pela ponte quaudo um
hoiuem atirou dahl no Sena dous saceos... O
primeiro desses saceos conlinha esse cofre o
segundo... oh mas isso he horrivcl, proseguio
elle, n '> a senhora nao o acreditar.
Acabe 1
t'oii bcui !... senhora, osegundo sacco en>
cerrava urna muliier de uina bellea adiuira-
vel, crcatura nobre c divina, cuja eiislencia a
neste mesmo momento em que eu devia cuidar
em fuglr, urna vos imperiosa me dii que fi-
que. Senhora, disponha de miiu e de miuha
vida,...eu a amo!
A voz de Carlos cxlinguio-sc neste momenlo
debaixo das solutos, seu coraco estava ina-
goado, mas seus ulhos radlavain de amor, elle
conjurava e supplicava ; duqueza que ciesse
uelle. A iudisivel belleza desta roulbcr mergu
Ihava sua alma em tal eb*icdade que teria ,ii-
Irontido por ella mil morU-s. A duquesa, po-
rm, nem ao menos oibava paraelle.
Slm, diiia ella com sigo recouhecendo v
huiuildc choupaua dn baiqueiro... Sim lein-
bro-me deja ler viudoa este lugar iniscravcf. .
tu tinha mesino entregado a este hoiueiu um
cerlo depoiito. Que ter elle feito disso 1 Ue-
nunciou-mc talvez .. meltida n'uin sacco, eu a
duqueza de Furnaro j Mas por ordem de
quem 't Devo crcr no demonio t...
E esse sacco huiuidojde que ainda con la agoa,
e este cadver de meslre Geraldo ameacavam
enlouquece-la..'
Fujamoil repeli Carlos, j ouco passos.
Se for s um simples curioso, icibarei logo
com elle Senhora, d-inc oseu bra*o, lome o
2 barricas com 9 arrobas e 24 libras de caf, segunda quando cstiverem todas conclul-
5830 chifre*. 80 pecas do avmarello, 50 couros das-
salgados com 5S arrobas o 11 libras,397U-1 *' Durante a execucSo das obrs o arre-
ros de Utajuba com 2548arrobas e 13 libras, matante dar fcil passagem para o trasito
2 barricas com 9 arrobas e 31 libras ue cera publico.
de carnauba, 2 caixas doce, 1 dita con 4 5.' Para tudo mais que nSo estiver de-
barrihnhosdedilo, caixinhas de 100 cha- terminado nss presentes clausulas, o nem
rutse 2 libras de rap, 1 dita objoctos de no ornamento, seguir-se-ha o que dispe a
relogios. '''' piovincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
Assu',origue nacional Principo I). AiTouso,! Conforme. -- O secretario, Antonio Fer-
do 212 toneladas, conduzJ o seguinte: -- reir da Annunciac,3o.
I caixao com fazeodas, um fardo com diUs, 0 Dr. Custo.io Manocl da S-lva Ooimarfles,
100 toneladas corn lastro de areia. juiz do direito da primeira vara do com-
mercio nesta cidadn do KpcTo de Peruam-
buco, por s M I. e C, cVc
Fago saber aos que o presente edital vi-
ren., em como por este meu juizo, ho dia
5 de novembro em a sala das audiencias,
se ha iloarromalar em praca publica a quem
mais der, o seguinte : I'm escravo, pardo,
de nome f.uiz, com os achaques seguintes ;
rendido da verilha esquorda, o parece tor
calor de ligado nos ps, avaliado em ris
300^000, cojo escravo vai a pr cuc/io do bacharel Jn3o Antunes Correa Lius
Wanderley contra Antonio Alves Ferreira.
Toda a pessoa quo em dito oscravo quizer
1 jnc/ir o poder fazer lio dia da praga cima
indicado; e este ser publicado e sHxado
no lugar do costme e er lambom publi-
cado pela imprensa, na forma da le.
Recite 25 de outubro de 1852 Podro
iv1111 i,i nri da Ciiulu, tiicriv3o, osubscrovi.
Custodio Manoel da Silva (iiiimarSes.
a.'.'. .-^ -i' ji^-ili- .j. lTi~n
ta mulher !... A Providencia permlttio-me sal-
va-la. n'-nn' o mcios de fugir, ejuro-lhc
que o me.i recouhcclmenlo...
O mascarado levanlou as espadoas.
O senhor me julga ingrato ? Com que ju-
ramento horrlvel posso eolio convencc-lo ?
Oanle de que tesleinuuha escolbida pelo sc-
nhur ?
O mascarado deitou cahir a vista sobre o ca-
dver de Geraldo, e reprimi um ligeiro estie-
mecicnento...
Contento-iue com este corpo, dlsscellea
Carlos. Toma essa penna, e asslgna-ine o que
te vou dictar... s com esta condico ..
Navios entrados no dia 4.
I'ir.-n.:i 2 das, lan ha brasilera Feliz das
odas, de 29 toneladas, meslre Vicente
Jos ds Costa, equipagom 5, carga assu-
car ; aJo3o da Cunha Magalhies. Traz 1
escravo a entregar.
irahiba 19 horas, hiale brasileiro Espa-
darte, de 37 1|2 tunela las, mostr Victo-
rino Jos Pereira, equipagom5, carga to-
ros de mangue ao inestre. Passageiros,
Jus da Silva Itamailio, o Manoel Gomes
dos Santos. _________
.ohica.ouo odio queria coitar... essa mulher.., meu capole.
era a seuhura! Os passos se aproihnavam neste momento da
tu! balbuciou a duquesa recuando de fchoupaoai.. O rapaz abri o postigo ; mis nada
um pulo rpido, como se tivesse visto utn pu-> vio, taocspessa craaucblina..a Ule poza du-
queza atraz de si, e tiroua espada... Kmquanto
Carlos se preparava assim para resistir, a du-
queza procurava com asmaos fazer ceder a por-
ta do nico armarlo que o barqueiro possuia...
Parcce-mc que foi aqu que elle pe o que
eu Ihe conlici, ditia ella com sigo.
Ao ruido que fez a porta do armario ceden-
do, Garlos vollou-se.
Que esl a senhora fazendo, perguntou
elle?
Vasio !.,. muriuurou ella com um sorriso
insensato.... Vasto !... (Mi meu Dcoh, nao ha
mais esperauca '. Kste miseravel era depositario
de meu segredo, e vendeo-o sem duvida i O
eco me vinga !
Ella empurrou com o pe o corpo do barquei-
ro n'uma rdiva phrenelica...
'iNestc momento n porta da cboupana abri-
se ; e uina peisoa vestida de um longo domin
de setim preto, c trazendo urna mascara aiul
por baiio de um chapeo cinzento com pluma
branca appareceo aos ulhos de Curios e da du-
queza...
Quem s tu, responde, perguulou Carlos
fcchando-lhe o camiuho com a espada.
Perdida ciclamou a duquesa com ago-
nia.
Salva, dlssc o mascarado com urna vos
que elle procurava fazer surda. Mas nao he
com a senhora, he com,cste cavalleiro que te-,
nho nrgocio.
Coinigo? perguntou Carloi, o seubor oeui
ao menos tem espida he um. duelo que me
vem propor ?
Um duelo nao, mas um pactos Logo que
amanhecer a justica estar aqu eu me cocar-
rgo de sublrahir-te sua viugaiica.
U senhor, mru dalgn ? balbuciou Carlos,
eolio me conhece, soiihc?,,.
Isso me diz icspcUo. .S quero de ti iiin.i
cousa.
Falle, oh '. falle, o seuhor deve coinprc-
bcudcrcowo eu, que uao posto abandonar ca-
carlos pegou n'uma penna dclsada sobre a
un s i do barqueiro, c ia molbando no tinteiro
de meslre Geraldo mas o mascarado Ihe
lornou :
Com tinta nao, com uto...
Carlos reprimi um movimento de horror, n
mascarado tiuha moldado a penna no sanguc
do barqueiro, e entregou-lhe dizendo .
Quero que le comprometas a ser meu
daqul em dianU'... Turne perleooers em cor-
po c alma... n'iiin anno, dia por dia... aqu...
emendes, hora p#r hora, me (ornars a verse
llvercs coragein I
Carlos assgnoii, e eulregou o pacto ao dcs-
conbecido. O olhar da duqueza o tinba susten-
tado, elle Ircmia.
-r* Agora, disse o mvalerloio prolector, em
poucos instantes tudo estar promplo 1 Qual-
quer que seja o caminho que lomares, estou
certo de que nao te csqueceas de mira I
FIM A PRIMEIRA PARTE.
( CoN/i'iNr-fe-/ui. )



Declara; oes
Avisos martimos.
Para o Aracaty
-Sen tcira b do crreme, depois da au
iliencla do litro. Sr. Dr. Ju doj fellos da fa-
zenda na sala das audiencias, lera de se arre-
matar em ultima praca por esecuedesda Tasca-
da provincial os stgulntes bens; I casa Ierres
alta na ra do Fogn, si, avallada em i:)00/0(io
or eiecu[3o contra os herdtiros de Antonio
ranclsco Marques; outra dita n. 67, na ra
do Molocolomb por 150,000, por eiecucao
contra Antonio Joaquina de Mello, outra dita
de taipa na ra do Brura n. 2 por 3(o,0oo, e 1
terreno contiguo cora urna pequea casa da
msdelra por300,000. penhorados a Antonio Jo-
s Prea da Silva ; 1 casa terrea sita na Ra Ve-
Iba n. 2i por 000,000, penhorada a Annado
Carino Fernandes ; outra dita de taipa e tijollo
alta na ra do Motocolouib u. 71, penhorada
a Anua Mara do Nasciinento por ID,200 ris ;
2 ditas os. 1 A e 52, na rus de S. Miguel do A-
fogado, a prlinrira por 2:000,000 e a segunda
por 300,000 penboradaa a Jos Pedro de Farias ;
nutra dita de taipa n. 6 B sita na ra de Joo
Fernandes Vieira por 110,000, penhorada
Joao Erangellsta da Costa e Mlva; outra
dita a. 53, sita na ra do Qulabo do balrro do
Afogado por 30,000, penhorada a liento Joa-
quim de Carvalliu 1 olaria sita nos i oelhos
n. 23, coin diversas bemfcitorlas por l:20,
penhorada vluva de Antonio Jos de A hur
da ; a renda annual da casa de sobrado de um
andar na rna de Apollo n. l7cm 120,000, pe
nlorada a Juaqulra INunes da Silva; a renda
annual da casa terrea a, 3, sita na ra da do-
ria da Boa Vista, em Qjj.000, porexecucao con-
tra os berdeiros de U. Genoveva Prrpelua de
Jess Caldas; a renda annual da casan. a6 sita
na ra das Cinco Ponas em 2u0,0oo, penhora
. da a Joo Joaquim de Figuelredo. Compara-
ra quein quiter arrematar.
O arsenal de marmita compra 200 al-
queires ile cal branca, da melhor qualidade
o contrata o foroecimenlo de cal prola para
as obras do inelhoramento do porto pelo es-
pado de tres mezes, sendo lia Corneada a
proporclo que fr sendo necessana. As pes-
soas a quem conviur semelhaiite venJa e for-
n. cumulo comparecam nesta secretaria da
dsta desta at o da 6 cun as suas propostas
cm cartss fechadas.
Secretaria da inspeccSo do arsenal de ma-
rinha de Prrnambuco 3 de norembro de
1852.O secretario, Thom Fernandos Me-
t vira de Castro.
A repartido das obras publicas cotn-
pra os seguuites materiaes : deis quin-
taos de caumbo em barra un peta de
cabo de cairo, que tenlia a grossura de qui-
tro pollegadas, tresenlos cibros para an-
daimes, qumhenlns pecas de corda de embi-
ra branca, o mil alqueires do cal pros. As
pessoas quetaes objeclos quizerem vender,
comparegam no da 6 do corrente nesla re-
partido ao meiodia, trazando as suas pro-
postas em Carlas fechadas.
O* creloresdo falli lo Leopoldo Josda
Costa Araujo, residentes nesta preca, -Viu
va Amorini & Filbo, liveira IrraoscV Com-
panbia, Antonio Ignacio de Medeiros, JoSo
lavares Cordeiro, Amorim & IrmSos, Jofio
Leite Pita Ortigueira, Manoel Concalves d
mivi, Russellslellors & Companbia,Jos Ro-
drigues Pereira, Dme Youle& Companhi
Antonio Francisco da Silva Carrico, Anto-
nio Joaquim de Souza llibeiro, Novaes o
Compiobia, Manoel Joaquim llamse Sil-
va, Manoel Jos Ribeiro, los Cypriano de
Moraes Lima, Jacintlio LlesbJo, Caetano
da Costa Moroira Jos Joaquim Fernandes
e Antouio Comes ; Marcelino de Souza
Pereira de Brilo, em Lisboa ; Antonio Fer-
reira da Silva Santos, no MarantiSo Novaes
Passos, no (lio de Janeiro ; Arflijo & Car-
valho, na Babia; Manoel Ferreira dos San-
tos Magano, em Santa Catherins: Antonio
Ferreira da Silva, cm Santos; Manoel de
Souza Comes, Manoel Jos Rodrigues Valla-
llares e Francisco Jos da Costa Araujo, no
Rio Crande doSul, comparecam por si ou
por seus procuradores bastantes no dia 5 d
novembro prximo seguintu ao meiodia,cm
rasa da residencia do r. Francisco Rodri-
gues Selle, juiz municipal da segunda vara
e do commcrcio, na ra da Concordia n. 21,
afim de ek'gerem novo administrador da
casa fallida, [ara substituir a Jos Saporiti
que foi dispensado da admiaislracSo. Re-
cife 30 de oulubro do 1852. O escrivSo in-
terino, Manoel Joaquim Baplista.
Pela subdelegada dos Afogadosse faz
publico, que foi apprebemlido um cavallo
russo pedrez, com outros signaes, que vaga-
va pela ra da l'assagem da Magdalena, sem
conductor: quem se julgar com direito ao
mesmo, comprela em juizo, munido de
provas lgaos, que Ule sera entregue.
Banco de Pernambuco.
Os desconlos contlnuam a 8 por cont
aoanno, por lotras al 6 mezes. Compra e
vende letras sobre o Rio de Janeiro de
qualquer quantia e a prasos rasoaveis. I.....
Iii'iii recebe dlnheiros a premio de 5 por,
cento ao anno, a n.'o menos de 6 mezes de; lirus, di' nao COmprarem, se-
prosrj. Banco de Pernambuco 30 de oulubro nao em 8 casas entre 17 m-
de 1852 -- O secretario, M. I. de Oliveira. W '
ERRATA.
No Communieado publicado hnntam neste
Diario, na linha 59, om vez da um ardenlt
3
Sahocommuitibrevldade"ohlateFlordojrfe;o Oururii e por ja lor parto da carga ; para o la-so tim arient* af;'ode dar ao lervtco da
resto e pissigeiros, trats-se na ra da Ca-
deia do Recife o. 49, prjmeiro andar.
Cear e MaranhSo.
Segu om poucos dias, o bem conhecido
brigue escuna Laura para carga e passagei-
ros, trata-ie com o consignatario Jos Kan-
tista da Fonseca Jnnior, na ra do Vigario
0.23, ou com o cspitSo na pragi.
Para Lisboa a galera portuguea Mar-
gan la, capito Silverio Manoel dos Reis, sa-
be a 10 de novembro vlndouro : quem qui-
zer carregar ou ir de passagem, para oque
tom excellentes commodos dirija-se aos
consignatarios Oliveira IrmSos Compa-
nhia, na ra do Apol'o n. 1, ou ao referido
capito, na prara docommercio.
Vende-se a veleira e bem
construida escuna brasileira Ade-
laide, forrada tic cobre, e prestes
a seguir para a Babia por j estar
carregada. Faz-se a venrla para
traspassar a posse do navio, ou
antes da sna sabida, ou depois da
sua v ilta da Babia; e effectua-se
porque scu dono quer retirar-se:
quem pretender compra-la, pode
dirigir-se ao coasignatario, na ra
do Trapiclte Novo n. 16, segundo
andar.
l\ira a Babia
Sabe o hiate l.igeiro, forrado o pregado de
cob'c; para carga e pasageiroi, trala-se na
ra do Vigario n, 5.
I' ira o Cear
Sabe com multa bravidade o Iliale Angali-
ca,quoja lem parte da carga, e para o resto,
trata-se na ra da Cadeia do Recife n. 19,
primeiro andar, ou no trapicbe do algodo,
com o mestto.
Para o Rio de Janoiro salii' com a
maior brevidade, o bem concoituado brigue
Paquete de Pernambuco, recebe carga o es-
cravos a frete, e tom acatados commodos
para passsgeitos : quom pretender qual-
quer das cousss, |der dirigir-so a seu
proprietario Manoel Conexivos da Silva.
Venderse o brigue brasilero Sara, de
famosa conslrurr3o ingleza, todo de Gam-
illo, pregado, encavilhado, e forrado de co-
bre,e no melbor estado possivel;pois ha ape-
nas dous annos que sabio do eslaleiro; trm
excellentes amarras do ferro, e o mcame o
veame qusi novo. He de vinto mil arrobas
de carga, e acba-se inlciramenle preparado
a navegar para qualqucr parte: os pretnn-
denles podem examiua-lo o tratar com Ha I-
thar e Oliveira, na ra da Cadeia do Recife,
armazem n. 12,
uiinha igrej lie.
Desej so fallar com o Sr. Francisco
Pereira Pinto, que lia poueo lempo morav
no Arrombado.em Ollnda, a negocio que lhe
diz n-speito; e como nBo he possivel saber-
se de sua morada, roga-se ao mesmo senhor
que dirija-ss a Olinda, na padaria do Vara-
douro.ou declare por este Diario o lugar
cerlo em que se possa schar.
Aos dentes.
J. Jan, dentista, noticia ao publico, que
contina por dentes artiQciaes do porcelana
incorregiveis; o annunciante inchert um
ou todos so fr preciso, ssseverandoa todas
as pessoas que se quizer utilissr do seu pres-
limo,que no exige pag alguna oSo rfcan-
do os dentes lio bem collocado*,que n9o se
possa dilTercncar dos proprios naturaes,po-
dendo-se masligar qualquer comida sem
sentir a menor dor tiern receio de os que-
brar; tambero calca os dentes naturaes Tu-
rados da carie, com ouro ou prats, preve-
nindo assim a contiouacSo da carie e dores,
e mesmo evitando por essa forma de passur
a carie dos dentes fura los para os outos
sSoj, como bem.alimpa os dentes em geral,
uranio as caries ou pedras que tanto os
damnifica coopera para o mo alito da boc-
ea n.io sendo lirado ; ha dez anuos que o
annunciante exerce su prollsso nesta ci-
dado, o os muitos exnmplos que lem liado
nesse longo lempo ser qunnto hasta para
o garantir: sua residencia, (ra Nova n. 19,
primoirn andar.
O abaixo assignado, faz sciente ao res-
peitavel publico, quo de hoja em diante dei-
xou de administrar, na qualidsde do plisr-
maecutico approvado, a botici da pracn da
Boa-Vista n. 32, pertencente a Manoel Luiz
de Abreu, e como lal nSo se responsabilisa
por qualquer infraccio ou vicio que possa
haverem os remedios ahi manufacturados.
Jos da Cruz dos Santos.
-Pede-se ao lllin. Sr. fiscal de Santo An-
lonio, que leoha a bondade de chegsr quan-
to antes na ra estrella do Rosario n. 43,
loja, para S. S. averiguar urna quantidade
nSo pequea de agua empocada podre, que
axala um ftido extraordinario, a ponto de
produzr urna peste; eu como pade;o desta
mesrua paste ha tempos.sem querer queixar-
uie as autoridades competentes,vejo-me for-
cado agora a lancar tnSo da penna para este
iim, para que chegando ao conhecimen-
lo de V. S. se digno dar aquells devida
attencSo para o bem da saude publica,e pa-
a o inquilino das lojas.
Desappareceu no dit 27 de oulubro, a
- O abaixo asiignado avisa ao respoita-
vel publico, quo ninguem faca contrato al-
gn) com Joaquim de Souza Cirne, acerca
la cocheira do paleo do Car-no n. A,por per-
tencer nicamente ao annuncianta e no
elle, econslando-lhe que o dito Sr. anda a
querer negociar com a dita cooheira, e di-
zendo que he meu aoeio quindo tal nlo ha.
apenas por o ver desarranjadoe com familia
eandar-me sempre a pedir, ha que o admel
ti na mlnha cocheira para adminstrala a
ajudar-me, daado-lhe eu a matado dos ga-
nhos que houvesse de portas para dentro, e
isso mesmo sempre suda adiantado ; por
isso vou por meio desta fazor ver que ouem
em tal negocio se metler, perde o seu tom-
po e smi dinhoiro. -- Vicente Moreirs da
Silva.
-- Os moios billetes da 15 lotera a be-
neficio do tbeatro de Nlctheroy, pertHncem
um de n 4648 a Antonio Moreira Vioha e
Antonio Tollos Teixeira, o um de n 5547 ao
mesmo Vinhae Agostinho Martina Moreira,
moradores na ci lado do Ico, para onde se
reineUeram.
-- Exportam-se para o Rio da Janeiro,
l.ourenco, c lata, de 10 annos, escravos de Francisco Ma-
noel Cerqueira.
Procisa-se do 750,000 rs. por lempo de
dous annos, vencendo nm por canto ao mez,
e pagando-so os juros mensslmenle,sob hy-
potheca em urna boa casa torrea, sita em
urna das melhores ras desta cidade : a
quomconvier este negocio, annuncia para
ser procurado,
-- Urna pessoa que sabe escrlpturacfto do-
brada, e tcm tido pratica no commcrcio, se
offerece para farer a escripia de qualquer
casa de nepnoio ; quom do son prnstimo so
quizer utilisar, melianto urna mdica re-
IribuicSo, annuncie para sor piocurado.
-- Acha-se justa e contratada a casa do
2 miiI.ii im, e sotSo, sita na ra da Cadeia do
bairro do Recife n. II, que foi do finado
Abreu, com seu sobrinho JoSo Jos de Mal-
tos Abreu, como herdeiroe teslamenleiro;e
sealgucm sn achar com habliiar;es ou com
direito ao dilo predio,queira anuunciar por
esla folba, ou dinjir-se a travessa da Madre
de Doos n. 17, nostes 4 dias.
perdeo-se na noile de 31 no theatro de
Sania llSbal, urna ataca de ouro lavrada
com urna chapa emeima cravada com dia-
mantes : quem achou querrndo restituir a
seu dono dirija-se a ra larga do Rozarion.
44, loja de miudezas, que se recompensar,
-- O abaixo assignado, residente na Ba-
hia, avisa ao Sr. Daniel, na ilha de Fernan-
do, que nesta cilade declare quen suas ve-
zes faga, para receber a importancia que o
meu casal Ihedeve.Jos Pedreira do Canto.
Aclia-se fgido o escravo, crioulo, de
nome Vicente, de idade 28 anuos, cor fula,
No sobrado da rus da Santa Thareza ,
precisa-se de urna ama de leite : quem se
quizer oceupar deste sarvico dirija-se a di-
ta casa que achir com quem Iratar; se fr
captiva melhor.
-- Aluga-so para se passar a fasta, urna
cass no lugar da Torre, que tem duaa sa-
las, dous quarlos, outro para dispensa e co-
sinha frs, bom lugar e muito perto do ba-
nho : quem a pretender dirija-se a Miguel
Jos de Almoida Pernambuco, no sobrado
da ra de Santa Tbereza, que he quem a a-
luga.
-- No dia 5 do corrento, depois da audi-
encia doSr, Dr. juiz da primeira vara doci-
vel na casa do mesmo, lem de ser arrema-
tada por ser a ultima prara, urna casa ter-
rea no lugar da Csa Forte, freguezia do Po-
to da Panella, por execucJIo de Pedro Jos
Carneiro Monteiro, contra Maria do Livra-
mento.
Deseja-se saber onde mora nesta cida-
de o Sr. JoSo Ferreira dos Santos, e sua so-
gra a senhora D. Rita Louronca dos Santos,
alim do se lhe fallar a negocio de interesse.
-- Bernardo Dote! Pcroira retira-se do im-
Compra-so um esersvo de afio, de
idade al 30 annos, sidio, fiel, sem vicio,
para o servico de csss, e compras na rua,pa-
ga-ie bem; na roa do Livramento, loja n.
19, se dir quom pretende.
- Compram-se eaeravos de ambos os se-
xos, para dentro e fra da provincia; agra-
dando paga-se bem : na rua estreits do Ro-
sario n 28, segundo sndar.
Compram-se costados de ma-
deira de louro, amarello, o sedro
em porcao i na rua da Cadeia do
rlecife n. a3, se dir quem quer.
Vendas.
mulata Raymunda, com os signaes seguin- jcara rednnda, ps grandes, vestido de roupa
tes: urna costura no pesc050.de um caus- do algolo, com principio de barba e suis-
tico que ha muito botou, tom belide em sa, petencente aoSr. JoSo do Reg Msciel:
ambos os olhos, e por isso quom lizer reparo ,'quem o pegar love-o a prensa de Joaquim
parece ser cga, baixa do corpn, levou ves- Jos Ferreira, no Foito do Mallos,que se pa-
Leilao.
O agento Oliveira far grande leihlo de
mobilia quasi nova, e do melhor gosto, felta
de Jacaranda e de amarello, consistin'o em
cadeiras, mesas, consolos, sofs, commodas,
lavatorios, dito com espelho marquezas,
toucadores, camas, aparadores, qua Iros, es-
riclhos, can lelabro de meio de sala, appare-
Ihos do porcelana de mesa o de cha, cris-
lacs, garrafas, jarros, um riquissimo pianno
moderno de lindas vozes.guarda-livris.ban-
quinhas, dita para costura, guaida-roupas,
um bello leito com cortinado, esleir de sa-
la, t;i, eii's banhoiio de 'ollia inlciramenle
novo, livros novos em diversos idioma-i, e
do ricas encadernaces, msicas modernas
completas, dn diversos autores, o encader-
nadas, romo sejam a .Norma, Somnmbula,
Lucia de l.animermoor, etc etc., cortinados
n lancas de portas, e muitos outros objeclos
do vlor e do melhor gosto; torca-feira, 9
do corrente, as 10 horas da manna, na casa
ondo morou o Sr. Gustavo Jos do Reg, por
detraz do palacio do ICiin. llarSo da Boa-Vis-
ta, rua du Unio.
tido de chita rouxa j velho com listras, re-
presenta tor 20 annos pooco mais ou mo-
nos : roga-se a todas as autoridades poli-
cians e capitfles de campo, quo apprenen-
dam ea mandem entregar em Olinda,na pa-'g-
que ser recompon- tu-
gar toda a despeza
f f f JHpff fff: Vf V f f f f f f f f
Avisos diversos.
em*9*<* ?#6* **<###<
Aviso ;ui rom ercio.
Visto a ilelibcracao da di- 4
reccao da associacaodos lo- 5
gistas desta praCd recom-
tumi lami aos seus mem-
liil lliSO
16.' RECITA DA ASSIGNATURA.
SABBADO 6 DF. NOVEMBRO DE 1852.
Grande e variad-j espectculo.
Estrs
*> portadores de fazendas e
^ como os abaixo assignados -,
t sao tins dos interdictos i fa- j
^ zem pulilieo aos senhores de ^
t> engenlio, lavradores, azeti-
p deiros e commerciante.- ^
tanto desta cidade, como do {
interior e ao povo em geral 9
desta praca, que franqueam y
seus sortimentos de fazendas *
por baixos precos nao me-

, do actor Manoel Joaquim Mendos, te .
Depois da execucSo do urna l.iilhante ou- ; nos de 1 peca,OU urna duzta, a)
verlura subir scena o drama em 1 acto,' '
ornado de msica.
(> pobre jaeques.
Venonagens e adores.
JaequesJ. A. da Costa.
MarcelluL. CAnaocdo.
BernardoR. d Sents.
AmeliaL, OrsatMendcs.
AntonioM. J- Pinto.
Em seguida represenlar-se-ha a comedia
em 3 aclos ornada do coros.
Henillard em liespanha.
Pnonaperu e adora.
Dosii Rcniflard-M. J. Mondes.
II. BenitoM. J. Pinto.
|i. Ramn de la-CruzJ. J. Ilozerr.i.
D. IigoL. A. Monteiro.
PabloP- II. S. Rosa.
D. CatalinaI). Florinila Knolli.
D. Rosina II. L. Orsst alendes.
CusniSo Rosondo.
Um desconhecido-N N.
Um sguasil-N. N.
SoldsdoSjSSlteadores.
Teiminara o especluculo com a sempre
applaudlda farca lyrica em I acto
O Beijo.
Na qual far a parto do taloia a Sra. D.
Manueliia i.uc.fi que so *clia novamente es-
criplurada.
i'rincipiai as8 lloras.
Osbilhrtes jsoacliam a venda, adver-
lindo-ae quo os camarotes de 3.a or.lem,
em quanto se nSo anuunciar o contrario
ronlinuam a vender-so por 8,000 rs.
Publicacao Iliteraria.
Sabio luz a terceira cdic(So do resumo
do aiytbm.lics, pelo antigo nrofessor do
primeras letras Cardim, que tanta eslima
lem merecido do publico ; vende-se a 040
rs.: na livrana n. 6 e 8 da praca da ludepon-
dencis.
a dinbeiro, ou a praso, con- !
2 forme se justar : noseuar-
If
jjai mazcm da praca do Corpo .j
9 Santo, esquina da rita do
l Trapiclie n. 48.
liostron Rookcr f?< C,
Negociantes inglezc9.
No dia 23 dn cerrente desappareceu urna
'pfeta de nome Bernardina, crioula, do id-
' de 30 annos, baixa, cheia do corpo, com
dous signaes de feridas, um na fonte direl-
ta, outro na mac3a do roslo ; beicus grossos,
dentes aberlos, com a cara e pernas encba-
das, tendo om om dos bracos escriplo o no-
me de Bernardina dn Sina da Puricaelo,
com um corarjSo lamhem pintado lia pele ;
suspeila-se quo esla preta esta acoutada por
um cabra de nome laouarlo, morador em
Fra de Porlas, c com ooflicio de carpintei-
ro: quema pegar leve- a rua da Aurora,
casa do Exm. liariio da Boa-Vista.
-- Eu abaiio assignado, ten lo ajuslado
cuntas com o A. Foornier, lo Maranhao,par-
ticipo aos portadores do letras sacadas por
aquello senhor sobro mi n, que achan lo me
exonerado do seu pagamento,as devem ir ha-
ver daquello senbor.Ilruguier.*
-- Retiran lo-me desta provincia, aonde
t^nho estado porto de selo anuos, declaro
que nada devo. Joo Fili>pn da Cunta
lian 'eir de Mello
Precisa-so de urna ama do leite, captiva
ou forra.e que nSo lenha fllho, paga-se bem:
iirt rua do Amorim n.2.i.
A tte tica o .
O autor do annuncio insertnos Diarios
de 3 e 4 do correle moz, com as'iniciaesM.
R. R 11., declara que n.io se onten lo com o
Sr. Manoel Rezando do Reg Barros.
-- PreetM-te do um caixeiropara padaria
na rua Direita o. 82.
daria do Varadouro ,
sido.
No botequim Cova-da-Onca, precisa-
se alugar um escravo para o servijo do
mesmo.
Vicente Ferreira da Costa declara, que
Agostinho Jos de Andrade dcixou da ser
sou caixeiro desde o dia 29 de oulubro pr-
ximo findo.
-- Precisa-se doum caixeiro, para tomar
urna venia por balanco, dando-so bom or-
denado, ou inteiesse : na rua da Cadeia de
S. Antonio n. 26.
ArrrmatSii-se uns movis, que so a-
cham no deposito geral, por execueflo do
Joaquim de Azcvodo Andrado, a qual pon-
do polo juizo da prlmein vara do civel, cs-
rnvji. Cunta.
Mojo 5 de novombro corrente, se hSo
de arrematar diversos movis, por execucHo
de Maria Fiancisca da Paixo, contra Mar-
ivl: ni.> llenriques Pereira, na casa das au-
diencias, depois da audiencia do Sr. Dr. juiz
de direito da primeira vara do civel
Aluga-so al o ultimo do mezdefeve-
reiro prximo vindouro, urna bonita casa
na Cspunga, defrotile doportodo sitio a-
ondo mora o cnsul Inglez, com duas salas,
duas aleovas, e um quarto para dispensa ,
copiar e cosinha fra, com estribara para
douscavallos eum sitio cercado: quem a
pretnnder diria-so a rua doQueimado, se-
gunda loja n.18.
Manoel Concalves, subdito hspanhol,
retira-so para o Uio de Janeiro.
Quem pretender fallar a JoSo Ferreira
dos Santos, ou a sua sogra 1). Rita Lourenca
dos Santos: dirija-se a rua do Queimado
n. 14.
A pessoa quo na noito de 3 do corren-
to, perdeu na rna da Cruz do Recife, dous
curtes de vestidos, dando os signaes e pa-
gando as drspcz rua do l'.rum n. 28.
lloje deve ebegar do Sul o
vapor brasileiro, conductor da lis-
ta da i5. lotera do tbeatro da im-
perial cidaJe de Nictberoy; logo
que sereceberem asustas da dita
lotera, sao pagos em continente
todos os premios, as lojas du cos-
tume, e ainda lia para vender um
resto de cautelas e bilhetes. O
cautelista Salustiano de Aquino
Ferreira.
ai* vihaMiiaakM. Desappareceu no dia 31 de oulubio g
a do corrente anno, um escravo da na-
| ello, por nome Antonio, comossig- g
| nes seguinles : estatura regular, pes je
J grossos e upados, muito prelo e bs-
8 tante picado dasbexigas, tem mar- W
S cado fogo no peito direito as se- p
guintcs letras -J C S Cbem visi- 9
veis, e urna das orelbSI furada, por- |
ij queasvezes cosluma irazcr brinco, g
>f lem a falla sobre-saltada e as vistas
'$ espantadas, e algumas marcas de chi- 9
* cote pelo corpo; levou forro com p
5 corrente aos ps, levou caiga e cami- )
m sa doalgodSo da Bahis, chai>o de
jf palba: reemnmenda-sa muilo a pri- g
g s3o deste preto aos Srs. ca.nlSes de S
1 generosida le, na rua do Vigario n. 9. $*,
-i m mmmsmam-mmwmmmmmm
Sabbado 30 do prximo pastado, desap-
pareceu o proto Antonio de nacOo Benguell'a
cin idado de 30 annos, pouco mais ou me-
nos, alto, magro, pernas Unas, levou calca e
camisa dealgododa torra ; he pertencente
aos orphSos de Jos Maria de Jess Muniz :
quem o pegar.podera leva-loa rua do Brum
n 28, quo so recompensar. w-
'.. Aluga-s.e o veudem-so sanguisuga Sis
melhores que ha no mercado : na rua das
Cruzes n. 40 venda de Domingos da Silva
Campos. .
-- Jlo Gomes de Souza, exporta para o
Rio de Janeiro sus escrava de nome Fran-
cisca, crioula, do idado de 24 anuos.
-. precisa-so,slugar um prelo para o ser-
vico desorvet", que seja robusto para o tra-
balbo ; piga-se 15,000 rs. e da se o susten-
to : na rua estrella do Rosario n. 43.
ta>
a
rari
HOMEOPATHICA.
28 RUA DAS CRUZES 28,
Dirigidapor um pharmactutico
approvado.
,> Esteestabelecimento possuetodos <(
os medicamentos al agora experi- 4S
- mentados, lano na Europa como no "'
-> Brasil, e preparados pulas machinas *\
P ds invengo do Dr. Mure. J
* Carteiras de 12 tubos at 160, por 2
Z precos variavois, conTurme a quali- 2
y. dade das Clisas, a quantidade dos re- ^
aj> medios o suasdynamisacOes. jt> Urna carteira com os 24 principaes remedios honiopalhicus e 3 obras !>
a>
>
:>
dilTeronles indisponsjveis paia os *
principiantes que se quizerem con- _
vencer da verdade da nova medici- 2
na ; contendo alm de muitos con- 2
seibos clinicos, a pithogenesa de ^g
peno
-- Prccisa-se de ums ama, para casa de
pouca familia: no atorro da Boa Visti, ven-
da n. 24, se dir quem precisa.
- Precisa-se alugar um escravo de meia
idade, para servico de casa de portas fra :
quem livor annuncie, ou dirija-se ao ater-
ro da Boa Vista, primeira fabrica de charu-
tos do lado esquerdo.
-- Precisa-se de um caixeiro, do 14 annos
de idade, para urna refinac.9n : a tratar na
rua Nova n. 50.
n -si'j.i -s fallar com o Sr.Antonio Mar-
quos de Medeiros, quo diz morar ns estrada
Nova para se lhe dar a resposla de su
caria : no pateo do Paraiso o. 22.
Deseja-se fallar com a senhora D. An-
tonia Francisca de Mello, para selhodara
rcsiosta de sua carta, sobre o negocio que
propiVi : no pateo do Paraiso n 22.
-- Precisa-se de ums ama socca, que en-
tenda alguma cousa deengommado: na rua
da Praia n 49, primeiro andar
- Precisa-sede um b im cosinheiro, que
seja perito e activo na sua arte : na ruado
Trapiche n. 5.
~ Aluga-se um bom mulequinho, de 13
annos de idade, para o servico de alguma
casa de familia, oude homem solleiro, pois
he de ptima conducta : as Cinco Ponas
n. 112.
Na ruado Livramento, sobrado n. 10,
se dir quem ddinheiro a premio.
Na rua do Livramento, sobrado n. 10 ,
se dir quem vende varias obras de ouro e
prata,
Uompanbia lusitana de paquetes a
vapor.
Os sanhores accionistas dosta compsnhia
sao convidados a dingirem-se a casa do a-
baixo assignado, rua do Trapiche n. 20, at
o dia 12 do corrent, para declararen! quem
os representar na citado do Porto, e en-
trar com a primeira preslacSo de 20 por cen-
to de suas accOes, como estabelece o contra-
to de assigoatura : aquelles senhores que
preferirem aqu pagar o podero fazor.visto
star para Isto sulorisado pela direcefto.
Manoel Duarlo Rodrigues.
i Consultorio horneo-
t
i
<
4
4
4
4
4


48 medicamentos por 25/000
Tubos avulsos (cada um) 1/000
Tinturas do todos os medicamen-
tos em frascos de 112 onca 2/000
AVIAM-SE GRATUITAMENTE
para os pobres,todas asreceitasque
para al i mandar qualquer professor.
Na mes i o botica encontrar-se-ha
sempre om grande sortimento do li-
vros em portuguez frsncez e em-
lim ludo quanto he necessario para
o estuJo o pratica da humopalhia.
N. B Reformam-se gratuitamente
todas as carteiras vendidas no esta-
belecimento de cujos remedios, pe-
la humidade ou por qualquer ou-
? tra causa tivercm sido deteriorados.
*AAAAArftAA:AAAAAAAAA4lM
'.- Precisa-se alugar urna prela ou mulata
livro ou escrava, para engommar o fazer o
servico interno de urna familia estrangeira,
na Passagem da Magdalena. He preciso que
seja acolada o activa, e paga-se bem; pro
cure no escriptorio n. 43 da rua da Crus do
Recife, todos os dias utois.
Precisa-se de urna casa para negocio
de molliados, desdo a rua daCadeia do Re-
cife al a rua da Cruz, quem tiver alguma
nostes lugares, e quiser ceder as chaves,
cotnpra-se os gneros que livor nella : a tra-
tar na rua da Cadeia n. 41.
p iranio o Sr. Dr. juiz do civel da pri-
meira vara desta cidade, se ha de arrematar
us das 5, 9, e 12 do correule.uma casa ter-
rea meia agoa, sita na travessa da Senzalla
Nova n. 14, pertencente a JoSo Prudencio da
Cruz o sua mulher, na oxocucSo de Alexan-
dre Rodrigues de Almoida, a qual fura ava-
l'ada.J'lP JPP-fi0 raJ^fUAl^ lr,^B\hWj!l-
ridos.
***** 9 ??* ^
A O consultorio homcepalhico da rua
a) do Trapiche Novo numoro 15, dirigido (
al pelo Dr.Pires Ramos Jnior, foi traus- +
9 ferido para a rua da Cadeia do Recife $'
4 n. 41, no segundo andar, por cima da >;
4 loja do iilm. Sr. Joao Cardozo Ayres, $
ondo j foi o consultorio do Sr. Dr. >i
4 Sabino, ah so encontrar carteiras *>
i com medicamentos humoaepathicos, 4 tubos avulcos, tinturas de qualquer >
4 diiiaiiiisc"io, e tambem se refazem 4i
0 aquellos que estiverem deteriorados. A
a) Propagandas homoeopathiess do lllm. ft
1 Sr. Dr. Sabinq, pelo prego de 1,000 rs. 4
4 cada exemplar. Estes meliramentos
4 silo preparados com todo o cuidado, O
4 ejexperimentados peloSr. Dr.Sabi- *
4) no na sua lunga clnica, sendo os re- s>
f aullados us maisfelizes; ludas as car- u
4 teirss que sshir.em deste consultorio aja
4 lev.ii.o a lirma do Sr. Dr. Sabino. As #
4 consultas silo das 8 horas do dia at >.
^ as 3 da tarde; dopois destas horas so *-'
4 o poderao procurar na rua da Cruz fr
do Recife n. 50, segundo andar. 4
a?*l ?#.#! !?* A
O Sr. Joaquim Koiirigucs
do Oliveira, tom urna carta vinda da Europa,
na rua da Cruz n. 26, primoiro andar.
-- Francisco da Silva Miguis, sublilo
porlugurz, retira-se para fra do imperio
V
?
*
i
'?
i

pftiico. 1
lina do Collegion. 25, pri- %
meiro andar.
O Dr. P. A. Lobo Musco- J
so d consultas gratis aos
pobres, todos os dias das 8
as la botas da inanbaa. I'ra- ?
tica qualquer operacao de c- Z
rurgia, ou de partos, llece- s>
be escravos doentes para tra- 1
tar desuasenfermidades, ou a>
fazer qualquer operacao, por
e preco commodo. *
4f**&4iS#>S4)4ir)4l9 9tS*&G
Lotera de iNosss Senbora do
Rosario.
As rodas desta lotera andam im-
preterivel no dia a5 do corrente ,
o resto dos bilhetes acbam sea ven-
da nos lugares do costume.
Jos Cuedes de Albuquorque vai a Por-
tugal. <
O Sr. Jos de Mello Cozar do Andrado,
procurador da cmara municipal deOlinda,
venhaa rua do Crespo n. 23.
Antonio Francisco dos Santos Conde,
relira-so para Lisboa.
CASA FELIZ.
Na praca da Independencia n. 36.
cautolista da casa cima annuncia aos
seus freguozes que hoja principia a psgsr as
suas cautelas prcraiadss da lotera da ma-
triz ; assim como Iroca polas cautelas da lo-
tera do Rosario da Boa-Visla, que ha de
correr as rodas no dia 25 ue novembro fu-
turo. Na mesma casa cima vendem-se bi-
Iholcs, meius, quarlos, decimos e vigsimos
desta lotera. Tambem so vendem os mes-
mos bilhetes na rua Nova, loja de chapeos
o. 4. Procos.
Buhles 8,400
Meios 4,200
Quarlos 2,200
Decimos 1.000
Vigsimos 500
Precisa-so do serventes livres ou escra-
vos oara a obra da non,n d* Pas"m '
quem quizer p la dirigir-sa a mesma obra.
Um moco casado, bastante habilitado
sai locar rabeca e pianno, o cantorla, como
lamben! a ensinar algumas pegas dodanca,
o querendo continuar no exorcicio fra
da capital, do ensino deslos instrumenlos,
offerece-se a qualquer pessoa que quizer
utilisar-se de seu presidio dirija-se a
rua do Hurtas n. 37.
-- Aluga-so o segundo sndar do sobrade
sito na rua da Senzalla Velha n. 42, com
cummudus para grande familia, por 15,000
rs. mensses : a Halar coji Joao Leite Pita
Lotera do Rio de Janeiro.
aos ao:ooo,ooo e 10:000,000 ders.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 vendem-se
bilbetes inteiros, meios quarlos,
oitavos e vigsimos, abenecioda
15. loteria do tbeatro de Nicthe-
roy ; vem a lista no primeiro va-
por que chegar do Kio de Janeiro.
.Na mesma loja cima recebem-se
bilhetes e cautelas premiadas da
loteria da Matriz da Boa Vista ,
em troca das que tem a venda do
Rio.
Sel do Aes.
Vendo-se na rua da Cadeia do Recife n.
49, primeiro andar, por commodo prego.
-- Na rua da Cadeia do Recife n. 49, pri-
meiro andar^endom-s^pellesd1 esbra cor-
tidas ; esteiras de palha de carnauba de
mus de 2 varas do comprimento ; sapstus
para o ver3o e invern, e cera de carnauba
muito boa, ludo chegado agora do Araca-
ty, por precos mui commodos.
Loja amarella.
Ns rus do Crespo n. 9, vende-se o supe-
rior psnno de linho do Porto, em pocas de
13 e 14 varas, por menos prego do que em
OUtn qualquer parte, cambraia francesa
com babados a 360 rs. o covado, e pegas de
cambraia de salpicus s 3,000 rs.
Ven le-so urna taberna, por prego mui-
to commodo e bemicradilada : a fallir com
Manoel 1.01 deini, no Monteiro.
Vende-se urna marquesa de boa raa-
deira, e um oratorio que serve pira dizer
misss: na rua da Conceigao da Boa Vis-
tsn. 1.
Vendo-se urna mulata moga e robusta.
sabe coser soffrivel, tem muito bom leite e
com urna cria de StOOOl; urna negra que
sabo cosinbar e vender na rua ; urna dita
de meia idado, por 320,000 rs., boa vende-
deira de rua ; dous moloques, de 18 annos,
do lindas figuras ; 3 negros bons trabalha-
doros dcenxada; urna negrinha, de las-
nos, muito linda e com principios de cos-
tura : na rua larga do Rosario n. 22, segun-
do andar.
Vonde-se um preto crioulo, de 20 sn-
nosdeilaJe, perito ollicial de sapateiro e
com principio do bolieiro, bem possante e
sem schaques ; o motivo si dir so com-
prador : a tratar na aoledade, no sitio dos
quatro leoes a qualquer hora do dia.
Luvas de pellica.
Vendom-se luvasde pellici, ponto ioglez,
muit'i novas, tanto para homem, cotio para
sonliora, n 1,700 rs.; ditas com enhiles, a
2,000 o 2,500 rs ; ditas lisas com um toque
do mofo, a 320 rs ; ditas pretas de lorgal, a
720 rs ; ditas de seda de muito bonitas co-
res, a 1,800 rs.; ditas de slgodOo para mon-
tara, a 320 rs. : na rua estrrita do Rosario
travessa do Queimado, loja de miudezas n.
2 A, junto ao deposito do p3o.
Lentjos de seda para gravatas.
Vendf>ra-e lencos do seda para gravatas ,
de muito bonitos padrees, a 1,000 rs.: oa
rus estreila do Rosario, travessa para o Quei-
mado, loja de miuJozas O. 2 A, juoto ao de-
posito de p3o.
Cheguem ao bom e barato.
Vendem-se leques de muito bonitas pin-
turas, a 2,500 rs.; caixinbas de vidro muito
proprias para assenhoras guardaren juias,
a 720 rs. ; meias pretas de algodao muito
fins, para as mesmas, a 480 rs. ; ditss pi-
ra meninas de todos os lmannos, tanto
brancas como pretas, a 320 rs. ; ditas para
meninos, a 240 rs.; litas de velludo para vol-
ts, a 800 rs., Trucos, requififes, litas, frsu-
jas paracortinaJoseoulras multas miude-
zas, quo se venderSo mais baratas do que
em outra qualquer parle: na rua estrella do
Rosario, travessa do Queimado.loja de miu-
dezas n. 2A,juulo ao deposito de pao.
- Na casa unies, a direita, em frente da
cnpoli da Estancia, vende-se urna linda es-
crava de 20 annos, que cosinha, lava, en-
gomla, e coze perfeitamente, tanto vesti-
dos de senhora, como camisss de homem,
bordados, tecidos, libynnlos, marca, ponto
de cadeia, cicuodC,elc veste urna senhora,
e faz alguns doces ; o leva urna filhinha de
3 annos.
Ortigueira, na rua da Cruz n. 12.
__Aluga-se por prego commodo, urna ca
sa em Sant'Aona, cum commodos psra una
grande familia, baixa de capin, estribara
para quatro cavallos, e cocheira : a tratar
com Luiz Gomes Ferreira, noMondego.
Compras.
Cumpra-se urna esersvs, moga, que
seja perfeita engommadclra, cosinheira, e
que ssiba cozor alguma cousa; na rua da
Madro de Dos n. 36, primeiro andar.
Compra-so um negro que seja bom e
robusto, para trabalhar em padaria : a tra-
tar na travessa do Rosario o. 2.
Compra-se um methodo de piano, pro-
f.-re-se do Vigiiri : na travessa da Concor-
dia n. 5
negrinha de menor
-- Compra-so urna
--Maimel Jusquim'l.obato vai ao Rio de: idade : na rua Velba 11. 81.
Janeiro, e leva em sua conipanhia as suas 3 -Comprain-so escravas uevendem se, re-
escravas, Antonia, cabra, de 17 annos : Ma- cebem-so do commlssao, tanto para a pro-
ria, mulata, do 20 anuos, o Maris, crioula vincis, como psra tora della: na ruados
de 17 snnos. .Quarteis n. 34, segundo andar.
Ven te-se por 6,000 rs
urna lila para carta de ba-
charel : na loja n. a da rua
Nova.
.i #sisf>si 04)s&mm
Pechincha nunca vista.
No aterro da Boa-Vista n. 68, ha psrs ven-
.,! r....lo nnri-Sn H hnlhinK. .ipaUu
rissimo progo de 2,500 a barrica, contendo
28 libras em.cada urna.
Os lllms. Srs. estudsntes do quinto sn-
110 das sciencias jurdicas da academia do O-
I ni li que devom lomar o grao de hachareis,
s3o convidados psrs comprarem as filas pa-
ra as suas carias, ns loja n. 3 da rua Nova,
atraz da matriz.
Ycndem-se selins inglezes,
clsticos, para homem e senhora,
de diversas quabdades ; tambem
chicotes para carro, tudo por pre-
qo commodo : cm casa de Adam-
son Howie & C, na rua do Tra-
piche. Novo n. 4-
No armazem de J. II. Gseosly, ns rua
da Cruzo. 1,vende-se superiores charutos da
llavana chegados ltimamente.
Vende-se muito barato urna escrava
moca com algo-maa habilidades : strs da
matriz da Boa-viata n. 31, ae dir quem
vendo. .
i'ec!lincha na loja nova.
Vendem-se na loja nova da rua doRangel,
chales qussi todos de seda, com um peque-
no toque de mofo pelo batatissimo prego de
2,500 rs. ; ditos de las por 1,000, chitas fran-
cazas escuras com bonitos padrOes a 280 rs.
o covado ; ditis ingle/as cor lisas, a 2O0 rs.
o covado; coi les de cassa chita chegados
ltimamente a 2,000 rs. o cortee outrss
omitas fazendas quo se vende emeonta para
adquirir freguezia.
Vendo-se arinha de milho americano,
muito nova, em barricas : na rua do Trapi-
che n. 8, e no armazom, no caes do liamos.


T"
-*
Sands
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Brito, nico a-
tenteem Pernambuco deB. J. D.
ands, chimico americano, faz pu-
blico, que tem chegado a esta pra-
9a urna grande porcSo de frascos
de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados e
preparados no Uio.de Janeiro, pe-
lo que se devcm acautelar os con-
sumidores de tao precioso Talis-
mn, de cahir neste engao, to-
mando as funestas consequencias ,
que sempre costumam trad-
os
Taixas para pyennos.
Na fundico de ferro de D.
W. Bowman na ra do Brum
passando o chafa riz contina a
liaver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-sc a venda, por
preco commodo e com prompti-
d5o, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao
comprador.
Feijo novo a 6,000 rs.
No armazem de Gouvoia & Dias, confron
to a escadinha da Alfandega.
Chapeos para senboras.
Vendem-SB no alerro da lloa-Vista, loj
,. r 1 r -j U n.l, chapeos de seda com llrese bicos,pelo
medicamentos falsificados, e c'a-|precode8iooo rs. paracima.
borados pela mao daquelles que| Na rua do Crespo, loja n. 6.
anteoOem petlS inleresses aos ma-| Vendem-sn superiores cortes de cmbrala
, ; i__;,l.l '.M-i-mto nr-i'fesalpicos, com 6 'I2 7 varas, a 3,500e
les da humanidade. I ortanio, pe k^r^ j,ortM doCBS9, chili> de novog
de para que o publico sepossa li-lgottot, 12,240a2,500rs.; cassi transen a
vrar ilpsta fraude e distingua a O rs. avara ; cortes de brim trancado es-
vrar tiesta irauue o uisuug ro) mescl,d0Sl 2,000 rs. ; pannoano
veidadeira salsa parrilha de oanas prei0l a 3,000 o 4,000 rs.; loncos do cambraia
da lalsificada, e recentemente a-de linho, a480 rs.; ditos decassa grandes,
,1.11,1.11 il60rs jriscadod-linhoa 180 rs. o covado
qui chegada ; o annunciante iaz 0 D,ujUg outr,s fazendas em conta.
ver, que a verdadeira se vende .;,***,***** ,***^**.***-*
nicamente em sua botica, na ra Botica homeopathica. |
da ConceicSo do Hecii'e n. 61 ; e ,'
alm do receituario que acompa-
nba cada frasco, tem embaixo da
primeira pagina seu nome impres-
so, e se achara sua firma em ma-
nuscripto sobre o involtorio im-
presso do mesmo frasco.
Monillos de vento
28 ra das Cruzo* a8
lia pura se vender algumas caixas >
ricas com medicamentos em tintura. +
Cada urna sera acompanhala de um <
frasco com glbulos inertes e o
molo do os preparar. tg
Vondem-se asseguintoa sedientes:
nabos.rabanos.rabanetosencaroadosebran-
cos, sebola.couve trinxuda alfacc ala-
ma, repulhuda,chicoria, senoulas, foijSo
Pechincha.
No aterro da Boa Vista n. 46 ,
loja de J. S. de Menrzes, tem um
grande sortimento de lialn'is, de
diversos lmannos e gostos, por
terem alm da variedade das tin-
tas com que sSo pintados, diversas
e lindas paizagens, be mais barato
do que em oulra qualquer parte,
assim apparecam,freguczes.
. Oculos baratos.
o aterro da Boa Vista, loja n.
46, de J. S. de Menezes, vendem-
se oculos de armacao de 890, mui-
to finos, pelo diminuto preco de
800 rs. o par ; assim como lindas
e modernas luvas para senboras,
de diversas cores, a 1,000 rs. o
par, e outras umitas ferragens e
miudezas, que ludo se vende mui-
to barato.
Rclogios americanos, para cima do
mesa, com corda para oito dase dura 30
horas, e o mais barato que em oulra parlo ;
na ra do Trapiche n. 8.
Arados americanos, chegados dos Es-
tados-Unidos; na ra do Trapicho n. 8.
Vendem-se saccas com gomma, milito
alva : na ra di Cruz n. 33.
Vendein-se, por preco com-
inoilo, saceos com farelos, gigos
com muito boa cerveja, champag
eos com manteige, vinho de Bor-
deaux em barricas, e velas steari-
nas, ludo chegado pelo Cont llo-
ger : na ra do Trapihe n. 11.
Aos senbores de engcnbo.
Bilhetes do Bio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000,
9:000,000 e t .000,000 de rs.
l.sin.i venda na ra da Cadela do Roci-
fo n. 24, loja de cambio de Viejra da Silva,
o resto dos muito afortunados bilhetes ,
mi'ios, quarlos, oitavos o vigsimos da 15.
loteria a benelirio do thealro da im< erial
cidade de Nicllieroy, cuja lista dovo vir pe-
lo primeiro vapor, e Iroca-sopor bilhelos o
cautelas premiadas da malriz da Boa Vista.
Vendem-se relogios de ou-
ro de patente inglez, de um dos
mclbores fabricantes : no escrip-
torio de ftussell Mellors &c Com-
panhia : na ra da Cadeia do Be-
cife n. 36.
Vendem-se, na ra da Cruz,
armazem n. 5,
Prezuntos de Westpbalia,
SaLiiiie de llamburgo,
Conservas francezas c inglczas,
nc cm garrafas e meiss ditas, fras- '<>o chegado recentemente; as-
sim como um magnifico escaler lia-
ra quatro remos, de construcco
llamburgueza.
trelo a 4,ooo rs a sueca.
Vonde-sc no armaieni do MourSo, no caes
da alfandoga, ao p do Horco da CunceicSo.
vonuc-se,eni cas uan.v.i>nn>vi| -------------:
naruadaCruzn.4,algodaotransado a- Sonzalia Nova n.42
:to devem-so eproveilar, porque lalveznSo
quellanbrica.muitoproprioparasaccosde Farinha de mandioca a 1,000 rs. a cheguem para asoncommendas.
Casimiras modernas, a i ,000 rs. o
covado.
Na loja de fazendas da ra do Crespo n.
5, que faz esquina para a ra do Colleglo,
ssacar eroupadeescravos,norprec,ocom- sacca.
modo. ,. No armazem do J.J.Tasso Jnior: na ra
Cal virgem de Lisboa. 0 dAmorim n. 35.
Vende-se superior cal virgeni, Deposito de panno de algodao da
chegada ltimamente de Lisboa, e fabrica de Todos os Santos da **$ de 88los *noderno8'
por preco muito em conta: no ai- Baha. (j cauteiista Antonio Jos
mazem do Caes da Alandegan. Vende-se o bemeonhecidopan- ; i{0,|rig,ies de Souza Jnior avisa
7, ou a tratar no escriptorio de n0 de algodao da Bahia, proprio ao respeitavel pulilico, que a i5.
INovaes & Companhia, na ra do para saceos e loupa de csciavos,
Trapiche n. 34. a vontade do comprador assim
Fazcada da moda. 'como fio de algodao da mesa a fa-
Vendem-se superiores cortes de cambraia i)rca ; n0 escriptorio de Novaes
de salpicos brancos do cor, pelo diminuto Trani
proco de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja & ( ompanhia, na ra do Irapi-
u. 6. I che n. 34.
l'otassa americana. j^> \cndnm-so palitos prctomaisba-
No antigo deposito da cadeia velha, n. ratudo quu om oulra qualquer parle: na
12 exista una pequea poreflo do potassa ra Nova n. 26 ; a elles, com dinliriro.
amoricana,chegada recentomcnlo quopor \ 1,280 ris !
suporiorrivalisacom adallussia: vende- vendem-so cortes do Illas para calca, a
se por preco razoavel. __ 1,280 rs.; na ra do Crespo, luja n. 5.
l'otassa da Bussia, e cal virgem.
lotera do theatro da imperial ci-
dade de Niclheroy, corre boje a3
do trrenle, no Bio de Janeiro, e
que seus- bilhetes e cautelas, cs-
(ao a venda em sua loja de ferra-
gens n. 37 a, na ra do Qiicimado
junto ao beceo da (ongrecao, e na
mesma tua loja 11. 12, de Joao
Baptttta Bodrigues de Souza, e no
aterro da B01 Vista, loj* de miu-
dezas 11. 48 d Antonio da Silva
No armazem da ruado Trapicho 11. 17, de iGuimaraeS. O mesmo avisa aorcs-'bcm urna padaria : a tratar na ra do Livra-
jcposito de cal c potassa.
No armazem da riwi da Caucia
1 1, t 1 : ^.,.o Jos Ferreira Haslo, na para venaer superior _;..: nnblifla. ailC lia nicsiii.i
doKcctfc n. 13, ha multo supe- olassa (la ,lussi, bngada ha poucosdias.e PC-lavtl pulllico, qnt na ihcmui.
or ral de Lisboa, em pedra cal virgem da mais nova que ha no morcado, loja loram vendidos em vigsimo-,
auimcaaianAtuM dictada ul- Vende-se muito em conta urna casa si- n. 3l3l, Com 10:000,000 de rs., e
assim como poirf&sd cntgu. ui tu,da na C8sa por(e icj0 de frente duas ..... '
timamente a nrecos muito ra- |jaDeiias cuma pona, bom quintal com arvo- outros muitos nmeros con prs-
' mios de 1:000,000 ders., de/|00;s
rs de aoo.ooo rs de 100,000 rs.,
e de 40,000 rs.; convida pois aos
possuidores a virem receber seus
respectivos premios que immc-
dlitameute sao pagos.
Bilhetes 33,000
Meios 11,000
Quaitos 5,5oo
Oilavos 3,800
Vigsimos i.3oo
-- Vonde-se ou troca-so por lijlo do al-
venaria, duas canoas do carreira novas; na
run da Concordia, a lallar com o mostr Jos
Carvalho da Fonseca.
Loja nova.
Vendem-se na loj nova da ra do Rangel
meios, quarlos, oitavos, e vigsimos da 15."
loleria dn Nictheroy, cuja lista chega de 3
a 4 do novembro ; a ellcs.que estilo no rosto,
l'otassa boa e barata.
\ ende -se, no armazem do C'am-
peilo, na travessa da Main: de
Dos n. 7.
Ven lem-sc caivetes muito superiores
aparadores de pennas, lesouras muito linas
para costuras, limas proprias para limar
denles, aparelhos decosinha, e declide
follia do Ierro estanhado pa'a brinquedode
meninos, clin ves para tirar denlos, gratula-
ras pira pesar ouro, tudo por proco muito
commodo : na loja de ferragens, na ra da
Cadeia do llecifen. 53.
Para casamento.
Na loja nova da ra do Kangel n. 8 lom
para vender seda hmnc lavrada, pio.'ria
para vestido de noiva, pelo barato preco de
2/o covado, sudas de furia cures largas, cor
de chumbo, cor do perola, azul e cor de ou-
ro ; espolinos bordados para menina polo
preco de3,G00; lamhom ven lo-se um bom
violSo com algum uso por prerjo rssoavcl.
Vcnde-so urna casa tnrroa na rm Impo-
rial, u-n sob'ado na ra do Fagundos.e lam
j res de Inicio, o excellente cacimba : as pes-
soaveis. soasa quem semelbanle negocio BOOtier,
Agencia de Ldwin Jjlaw. quoiram dirigir-se a ra Imperial n 79.
Harua de Apollo n.K, armatcm de Mc.Cal- | .. Vende-so no alerro da Boa-Visla n. 88,
inonlSi(joinpanhia.acha-secousiantcmenle segundo andar, urna mulata do 22 a 21 an-
onas soriimcnlos de uixa de ferro coadoe nos de idade, sadia, sem vicio algum, sa-
batido,lauto rasa como fundas,mocadas in-| |)(,n|j0 com p6rfeQ3o lavar, engommar, o
eiras todas de ferro para aiiiiuaes, agoa,tc, i ,ralar de uma sa|a ao comprador se dir o
ditas para armar cm madeira de todos oala-
uiaubose madelloa o mais moderno,macbina
hursuntal para vapor,com for;a de 4 caval-
los,coucoa,passadeiras de ferro estanhado
paracaaade pulgar,]ior menos prefo que os
decobre, cacoveua para navios,Ierro inglex
lanoembarrascomo cm ircoafolbas.etudo
por barato preco.
Arados de ferro.
Na fu ndic, So da Aurora, nm S. Amaro,
vmidoui-so arados de forro do diversos
mo lelos.
~ Vuudem-so os verdadoiros selins in-
glezes, patento, do molla o som ella: na
ra daSonzalla Nova n. 42.
Veiidem-e relogios de ou-
ro juata, patente inglez: na ra
da benzalla ISovan. l\i.
AGENCIA
da fundicao Low-Mooi.
KUA I1ASENZALLANOVA N. 42.
Neste estabelccinicnto conti-
na a liaver um completo sorti-
mento de moendas o meiaa mo-
endas para eugenho machinas
de vapor, e taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os tama-
itos, para dito.
olociidiis superiores.
Na fuutlQ&o do C sUiii\ Cunkuautii
em S. Amaro, acham-soavenda moendas
de caima, todas de ferro, e um modelo e
cnstrucc.aomuitosuperior.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
& 'lio, ouoa ra do Trapicho, amazem do
Antonio Augusto da Fonseca.
-- Um ciicoiniTi.'iida de cobortoros,
Que por serem poucos
So podem chegar
A todos os compradores,
a 1,600 rs. cada um : na ra do Crespo, lo-
ja n. 6.
Alerta freguezos
Que 83o clicgados,
Cobertores de algodio
Muito ni corpa dos.
Na ra do Crespo,luja da esquina quo vol
la para a Cadeia, a 1,600 rs. cada um.
A 5,000 rs.
Superiores chapeos de sol do seda ingle-
zea chegados pelos ltimos navios, polo di-
muuto preco de 5,000 rs. cada uuia : na
ra do Collogio n. 4.
Vendem-se lonas, brinzao, lirios, e
meias lonas da Russia ; no armarem de N.
O. Riaber & Companhia, ni ra da Cruz
n.4.
Em casa de J. Keller &
Companhia na ra da Cruz n.
f>5, ha para vender dous excel-
lentes pianos fortes, e de uma das
melhores fabricas, chegados lti-
mamente da Europa.
motivo.
Acha-so venda a boa pitada de rape
princeza do Lisboa, em libras o meias, a
vontade do comprador, chegado ullimamon
te pelo vapor Severnc ; na ra da Cadeia do
Itecife, loja de fazendas, de JoSo da Cunha
MagalliSes, n. 51.
Adamscsado monstro com 8 pal-
mos de largura.
Vende-so na ra do Crespo n. 5, na lo-
ja que fz esquioa para a ra do Collegio o
novo adamascado brancopara loalhas com 8
palmos do largura pelo barato preco de
loja ha um rico
sanmenlo de manguitos de cambraia para n. 8, capol.nhos de Mda urt.-fore borda-
ves ulo de senhor o lfl.il moderno oue tem dos de mal.z corn coleto de selim e gorgu-
apparecido pelo preco do 1,000 rs. cada |rSo brinco, um completo so. unen o de
";; v v manlelcles pretos mullo enr.itadcse da ul-
"r '. ,,_____ ,nAirr,sni(imcnln'li",""loJll-cal'otiollus ,,c Hl preto borda-
Toda atlcnt;ao ao novo sor lmenlo rfe ^ c|,aiesdeseda de varios t/>ma-
cheoado da cidade da Baha olios, vestidos de cambraia de cores de tres
monto n. 41.
Vinho de Lisbd?,
do superior qualidade, cm barris de 5 om
pipa; em casi do Augusto C. doAbrcu, ni
ra di i.,i 'i i.i do itecife n. 48.
Bom iicgocio>
Vendo-se urna armaglo feila do pinho.com
caixilhos c em mullo bom estado, propria
para loja do miudezas, calgado ou de cha-
rutos; a tratar na rua llireita n 83.
('ni virgem de l^isboa.
Vendem-.o barris com cal de Lisboa, pro-
I pria para o fabrico do assucar, por prego
mui commodo: na rua do A,.olio n. 10, ar-
,' mazcm de assucar.
Na rua das Ouzes n. 22, vende-so uma
creoula, de 22 anuos, que engomma, cose
!ch3o e cosinha pouco, lava de sabSo, com
!um filho moleque muito linio; uma dita
para campo, ou servico de rua, c um oscra-
vo para o servico de campo.
Vondo-se urna escrava crioula de 25 an-
nos d idade, bonita figura, bem possanle,
sem vicios nem achaques, muito del, pti-
ma cusinheira, lava e ongomina, faz lahy-
rinthos, corla vestidos de senhora, amarra
cbelo de senhora, curta e faz Cimllag do
DAURORA
Praca da Independencia n. 17.
Vendcm se chapeos envernisados dos mais
modernos, galSo de ouro de varias lirguris,
botoes doundos lisos de Pedro II e de an-
cora, tudo por preco commodo. -
"Vinho de Colares,
em barris de 7 em pipi; em casa de Augus-
to C. de Abreu, ni rui di Ciden do Recife
n. 48:
Vende-se um sitio foreiro, plantado de
novo, com planta de capim pira dous caval-
los, na freguezia dos Afogados : quem o
preteoder largo di matriz n. 74,que achara com quom
tratar.
Ven Icio se tres molecotes de idide de
151 16 anin, crioulos, dous mulatinhos de
idade de 14 a 22lnnos, de bonitas figuras,
os.quaes acham-so despachados pell polica
pin seguir pin o Rio de Jineiro, tres es-
envos mocos, de servico de cimpo, um mu-
lato de idade 30anno, que cosinha bem o
diario de un casa com perfeic.lo, e duases-
cravas quitandeiras : na rua llireiti n. 3.
Modas francezas.
Ba do aterro da Boa-Vista n. i.
Madamc Millochau lluessard, ivisi io pu-
blico e as suas freguezas, que tem a venda
presentemente um moi oscolhido sortimen-
to das ullimas modas do Pans, chegadas pe-
lo navio Cont Roger; lindos chapeos de se-
da para senhora enhilados de blonda ver-
dadeiro c plumas linas, ricos capotinhos e
chales do seda, capotinhos de bico branco
ultima moda do verSQ, chapeos da u'tima
moda i ac montara, veos para os ditos, ro-
meiros o cabecees de bico de qualidade su-
perior, ricos chapeos de palha fina da Italia,
ricas fitas do todas as larguras, chapeos de
soda,uitos do palha,ditos de se.la para meni-
nos o meninas, mangas de bico, traiiQag de
todas as qualidades capellas o flores pan
noivas, veos para as di'as, ricos eofeites pa-
ra bailes, lencos de seda, camisinhaslingin-
do coletesde il o cambraia,lencos de cam-
braia para m3os, luvas, ricas capellas e cal-
zos de llores linas, cimbriia de linho, litas
de veludo, bicos e rendas de linho, fitas,
cambraias, tarlalina, cassas linas, ete ele ;
essas fazendas ^o venderSo por precos mui-
to em conta. Nessa cisi bem couhecid pe-
lo bom gosto que existe nos obje-tos fabri-
cados nella, e continua-so a fazer chpeos,
loucadorese vestidos de baile ou casamento
para senboras vestuarios do baplisado, e
maisenfeites proprios para senhoras,
Vende-ae um preto moco de nac3n,bom
barbeiro, sangrador de profissSo, amolador,
e soM'ri vcl cosinbeiro, e serve para pagom ;
este preto foi discpulo do melhor sangra-
dor ib'sl i provincia, e est bem proprio pa-
ra qualquer loja, ou senhor de engenho que
multas vezes por falta de uma sangria ou
ventosas a lempo perdom um escravo, um
filho, ou pessoa muilo miis cira, por quem
dariam metajo ou toda a sua fortuna para
a salvir ; issim como se vende umi preti
moi,-o, engommadeira de proissSo, e mais
habilidades, por 700,000 rs., e umi dili que
lava, cosinha, e vende, por 430,000 rs.,.ludo
na rua larga do Rosario, loja n. 35, onde so
receben! cscravos por cocncjilssSo.
-- Vcnde-se por 360,000 rs uma oreta,
crioula, de idade 50 annos, muito boa lava-
deira de varrela e sabSo, e tambem cosinha
o diario de urna casa, n3o
molestias
no segn lo andar do p. m
tes do becco de S. Pedro, junto a refinacao '. chara arados de ferro do modelo mais ap
,,,._, '' i larovado para a plantacSo da carina, hstos
lelo barato, para acabar. I arados sSo construidos na fabrica mais ac-
Vendom-so sapalos de setim preto fran-( creditada em Inglaterra e coiitnm vanlagens
cezes, a 1,000 rs. o par, peles de bezerro; sobre os oulros arados,tanlo no seu arranjo
francez, a 2,560, e out'as muilas obras do como na sua.apurlo.
paiz de lodas as qualidades, e aviamentosi Vinho de champagne.
para sapateiros, lulo pelo barato: ni loja ,B .,___
' Vende-se o verdadeiro vinho de cham-
Ni fundicSo da Aurora, acha-seconstto-
temenle um completo sortimento de ma-
chinas de vapor, tanto do all, como de bai-
za pressSo, de modellos os mais ipprovi-
dos. Tambem se ipromptim de encnmmen-
di de quilquor frm, que se possim dese-
jir com maior presteza: habis ofllciaos
serio mandados pan is rusentar, eos fa-
bricantes, cono leem de costume illlin-
cam o perfeilo tribalho dellis, eserespon-
sabilisim por qualquer defeito, que nellis
possi ippirecar durante i primeira safra.
Muitas machinas de vapor construidas neste
cstabelecimento tem estado em constanto
servido nesla provincia, 10, I2eitl6m-
nos, e apenas tem exigido mui insigD'ficin-
tes reparos, c ilgumia al nenhuns absolu-
tamente, accrescendo que o consumo do
combustivel be mui inconsideravol. Os se-
nllores do eugenho, pois, o outeas quaes-
quer pessoas, que preciserem de michinis-
mo, s3o respeitosimente convidados i visi-
tar o ostabelecimento em Santo Amaro.
- Oleo especifico pin curarla caspa.cou-
tina a vender-se na rua do Rangel, a 610
rs. cada frasco.
Vinho do Porto superior feitoria.
Vende-se a 42,000 rs cad barril : no ir-
mazom de Barroca & Castro, na rua da Ma-
dre do Dos n. 26.
Vendem-se lonas a imitifSo di Russia,
muito cm conti: no irmazo n de Fox Bro-
thers, na rua di Cadeia do Recife n. 62.
Vendem-se espelhos com mol-
duras douradas, os mais ricos que
teem apparecido no mercado : na
ruadi Cruz do Itecile n. 4|), ar-
mazem de L. Schuler & Com-
panhia.
Instrumentos de msica.
Tanto pira orchesto, como pa-
ra msica militar, vendem-se mui-
lo em conta : em casa de Brunn
l'racger & Companhia, na rua da
Cruz n. to.
Pianos.
Brunn Praeger & Companhia ,
receberam os mais modernos pa-
nos, de excellentes vozes, que es-
tilo a venda, em sua casa, na rua
da Cruz n. 10.
Verniz do ,'gomma copal contina l
vender-s > na botica da rua do Rangel, i
1,280 rs agarrafa.
Moendas patente.
Ac.ilia ii de chegar moendase meia moen-
. tem v'icios'nm fas de varios tam.nhos da patente de A e
lias: no principio da rua de Hurtas, i "de Mornay em caside Itolhe e Bidoulac.
onlo andar do primeiro sobrado an- \ ru? Trapich* n. 12 .onde tambem se
da estrella da rua do Livramcnlo n. 19.
Vendom-se duas escravas, sendo uma .
boa quilaodeira e oulra engommadeira : na
rua estrella do Rosario n. 28 segundo'
andar. i
Lotera de No.ssa Senhora do
K osario.
Casada Fortona, na rua Dircita n. 7, nesli;''1. bot,c flu" f'' do finado Seb.stiSo Jos
cas, e na prc da Independencia loja do [ Sr. Fortunato, e nos lugares do costume es-''" 17 r
Mo a venda cautelas, bilhetes o meios da lo- lisera VOS IU -^UOS.
loria cima, cujas rodas andam impreteri-j
vcl por lodo o mez do novembro. j
Bilhetes 8,000
Meios 4,000
Quartos 2,200
pagne, do excellonto qualidade, ao preco
de 25,000 rs.; assim como de qualidade in-
ferior, muito em conta : no armazem de
Brunn Praeger c Companhia, na rua da
Cruz n. 10.
Remedio especial para boubaso cravos
seceos contina arender-sc na rua do Ran-
i liL.Mll
fi-'cimos 1,000
Vigsimas 500
SALSA PARRILHA
DE
Desapparaceu da rua da Praia da osa do
j Claudiuo do Rogo Lima,uma escrava do Sr.
. Francisco Jos Barbosa, de nome Ceitrudes,
1 de nac3o Angola, de i lade 30 annog, pouco
i mais ou menos : roga-se aos senhores agen-
tes de policia e capit9es de campo, a apprc-
li nc.lo dclla, levando-a a casa do Sr. Bar-
bosa, ou do .111 mmramo, no piimeiro andar
da casa n 43, donde desappareceu na noilo
do primeiro do crrenle novembro.
Roga-se as autoridades policiaes e 0.1-
pitSes de campo, de apprehender a Antonio,
oulo, natural do mato, com appelido do
na rua do Crespo n. 14 loja de
Jos Francisco Dias.
As muilo acreditadas chitas ciboclas de
novos goslos a 200 rs. o covado; chitas li-
nas com novos desenhos e cores linas a 240
rs. o covado; chitas francezas da primeira
qualidade a 280 rs. o covado; riscados fran-
ceses os mais linos que tem vindoao mer-
cado e de novos padres a 280 rs. o covado ;
superiores corles de cassa chita mullo linas
a 2000 o corle, diversos padres do riscados
do caga lingindo seda de quadros a 220 o co-
vado ; alpakas de corea lon.i. ilu ulllmu
gosto a 640 o covado ; ditas rom los do se-
da razenda muito fina a 800; ditas pretas
lavradas imitando seda a 880 ; brim transa-
do de puro linho cor do lama do Paiisa
1600 o ccrle : dito amarello com uma lina
lustra laienda do muita duracao a 1C00 o
corto: assim co.o oulras muitas fazendas
e por muilo pequeo proco, como scjaui
madapoles, algudes e zuarques o mais
fazendas baratas.
Bilhetes do Bio de Joneiro.
O cauteiista Salustiano de Aqui-
no Feneira, avisa ao respeitavel
publico, que os seus biilieles e
cautelas da decima quinta lotera
do theatro de Mithcroy, c-tao ex-
postos yenda as lojas t'o costn-
me. a lotera corre boje 23 do cor-
rente mez. e espera-se a lista da
mesma no vapor brasilero no da
4 ou 5 de novembro. Sao inme-
diatamente pagos todos e quaes-
quer premios que saliirem nos bi-
lhetes e cautelas as lojas j an-
nunciadas.
Bilhetes 32,000
Meius 11,000
uuartos 5,5oo
Oitavos a,8oo
Vigsimos i:3oo
habidos, manguinhas de linho para vestidos
de manga curta, cortes de 13 do camello,
vestidos linos do cambraia branca com fron-
tispicio bardado, boas luvas de seda ama-
relia para senhora, um completo sortimen-
to do trancas prelas linas proprias para en-
foitar vestidos, lencos do seda com franja,
los prelos de linho, muito bom sortimcnlo
do cambrainsde seda, c de meias de fio da
Escocia para senhora, e oulras muitas fazen-
das que se venden) por prego cammodo.
Bicos qnailros-para sala.
Nn ateiro da Boa-Visla n. 73. inJ.j>-.a-
te um resto do quadros seguintes qun se
vendcm por mdico preco, a saber! coll c-
Ces de 6 estampas em formato grande, dos
amores (le I). Ignez do Castro; (lilas peque-
as do 30 estampas com todo o reinado de
Portugal, desde Affonso llenriquos al I)
Mana segunda; retratos do duque de Bra-
ga nc,a, grandes o poquonos; ditos do mesmo
a frenlo do exercito libertador no Porto;
ditos de I). Fernando segundo ; ditos de Vas-
co da Gama ; vistas da revoluc3o da patulea,
o diversas estampas de Santos: na mesma
loja tambem so venden) por precos muito
em cunta, meias de linho c luvas de pelici
para homem.
Baregc para vestidos, a 600 rs. o
covado.
Lsta fazenda leila de 15a e seda,
ollerece ao comprador, nao s a
cominodidade do preco, como por
ser um vestido de rindo padrao ,
ere
As numerosas experiencias feitas com o: Antonio Pato; hecheio do corpo, e toca lor
uso da salsa parrilha em todas as enfermi- de viola, costuma andar em batuque, he de
dados,originadas pela impureza dosangae, I idade de 30 anuos, sem barba, lein cima do
omm" marcao z tudo com perfeico, e o bom xito oblido na corto pelo lllm.'uma mSo uti marca de qucimadura, Anos
esta escrava fui reeolhida decaa do no- Sr. Ir. Sigaud, prosidentc'da academia im-, bracos urna marca de dentada de cachorro,
bro familia d-se a espenmentarao compra- perial de medicina, pelo lllustrado Sr. I)r., he oflicial de marrineiro: quem o appre-
dorai tes do acomprar ; vende-se para casa Antonia Jos Peixoto cm sua clnica, ocm ( hen lor, ple o levar na rua do Sol n.13,
ile pessoa conhecila desta prac.a, o motivo sua afamada casa de saude na Gamboa, pe- quo ser generosamente recompensado,
da venda se dir ao comprador: na rua do lo lllm. Sr. Dr. Saturnino do Oliveira, me-; 100,00o rs. do gratilicacao.
Rangel n. 44. .........dicodo excrcito q por varios giros medi-i |)espparcceu no dia 7 de malo prximo
passado, o pardo Leonardo, de idade 18 an-
Vonde-se uma muleta ds idade do 20 cos.permittom hoje de proclamaraltamenle
annos, para algum engenho ou para fra da as virtudes cflicazes da
provincia, com uma bonita cria de idade de SALSA PARRILHA
i mezes : a muala tem bom leite, engom- na
tSMINOT
mi, crjozinha o diario de uma casa: quem
pretenderdiraja-sea rua da Guia n. 9.
Vende-se uma das melhores lojas de fa-
zendas da rua do Pnssoio, muilo afregueza- de IjvMOi e a salsa parrilha de B
da, com poucos fundos: na mesma rua, loja
n. 21.
Vonde-se uma garrotinha do pura raca
lourina, lilha do paiti os pretendeotes po-
dem. dllgX;S0 a m> da <>u,l.n as
Vinho tinto a 160 rs. a garrafi.
Na rua da Praia de Santa Rita, taberna n.
43, vende-so uma porcSo do vinho tinto ve-
Iho, e do bom paladar, Sendo a caada a
1,120 rs., o a gacrafa, a 160 rs. ; a elle, se-
nhores da boa pinga, qun est se acabando.
Na ven la da esquina da ru das Cruzes
n, 2, vende-so manteiga inglec, a 720, 610,
nos pooco ni ais ou menos, e tem os signaes
seguintos: haixo, o pello um tanto metli-
do para dentro,cahellocarapinhado eal ao
w j meio da testa, o falla descansado Este eg-
Nota. Cada garrafa conten duas libras' "?vo vinha todos os dias vender leile no Re-
cife, de um sitio na lloa-viagem, pertencen-
'tCi se ter fechado a bo-" ''.'.^'S "' 6' ma"0 "*'
tic.dosr. Jbs Marll, mudou-se o depo-1 receber i gral.ficcSo-c.mi
s" daiutU. n.rrilb. o^MtWtVtt, a bo- I>.pp.eccu a 14 deoutubro delta an-
U ca ingleza rua da Madro lieos n 1, vende-! D0- ne8' '"f. '"So Costa da Mina,
se a 5/000 rs. o Vldro. I"" representa ter 33 a 35 annos, secca do
~Wtt)il>ftiitfVf Vf BVC i corpo' all,,r> rFgullr> olhos vivos, tem na
;"'"*,' i | T V.J.|hce esquerda uma marca prela, o dous ta-
e psito de tccidos da labn-^ ihos da marca da sua trra nu hombro cs-
^Iquerdo, na coixa da perna um caroco e
^ uma marca deferida que parece ser boba,
>
>
>
ca de Todos os Sanios,
na llalli .
*. '"* ""'" , Vende -se om casa do Domingos Al-ejfj cambados, he be,m fallante, e quando anda
520 e 500 rs., queijos, a 1,120, presunto!, a i> ves Malhcus, na rua da Cruz do "e-*C puxa pela perna ; levou cabecSo de mida-
360, alelria.a 320, macarrSo, i 240, cha, i > cifcn.52, primeiro andar, algodao* pol3o,veslido de chita ingieza de listres rou-
2,240, dito a 1,80, bolachinha de ararutt, a ; transado daquella fabrica, muitopro-* I xas j desbotado, saia de chita franceza
560 rs. a libra, dita ingleza, a 280, passas, a *J prio para saceos e roupa de cscra-2 branca com lislrag rouxii, e pinno da Cosa
320, ligos.a 200 rs a libra, azaitonas, a 320 jT vos, assim como fio proprio para re-^, rouxo velho : quom i pegar queira leva-
ra, a garrafa, doce, a 560 rs. o cix3o, velas dos de pescar o pavios para vollas.^j la a rua do Trapiche n. 36, segundo andar,
deespermaeele, a 720, dilisa560, ditas de
carnauba, a 280 de 6 o 9 om libra, arroz, a
80 rs. a libra, dito a 100 rs., caf, a 160. di-
to a 140, assucar lino refinado, a 100 rs., di-
to a 90 rs., dito branco, a 80 rs., farioha do
arsruta, a 160, dita do Maranhlo, a 120; e
j meesqueceudo melhor vinho muito ve-
Inn, a 1,000 rs. a garrafa, dito mais moco, a
560, dito de Lisboa, a 2,240 a caada, dito a
2,000 rs., dito a 1,800, dito a 1,600, dito a
1,500, dito a 1,400, vinagre, a 1,880, dilo a
c que nao precisa lavarle: ni rua
j ftnaimarln n m Acharan ui6*a caada, azeile doce, a 610 a garrafa,
do (ueimado n. io, ac,ia'''o os sereja boa; 4g0 a garrara( oUmbc,m b0.
compradores, nao so as amostras ,
como as pecas.
Vonde-se gello, a qualquer hora do dia,
no deposilo da rua da Seuzalla Velha n
118, ou na rua do Trapiche n. 8
Vende-so rap princeza do Lisboa, che-
gado pelo vapor Svero: no escriptorio de
T. S. Rabello.
Venuem-se Champagne, Abicintbio, e
Kirssh e farello, ludo de melhor qualidade
poisivel e por commodo preco : na rua da
Cruz do Recite n. 26, primeiro andar.
be vilo seise pagando duas, isto chama agra-
que ser recompensado.
-Ilesappireceu no dia 22 de ouluhro.uma
Companl""'" na rua da Cruz n.
55.
Tachas de ferro.
Na fundirlo da Aurora om Santo Amaro,
e tambem no deposito na rua do Brum logo
r.a entrada, e defronte do arsenal de mari-
dalfregue/es, e parece-mc ser muilo bom nlia ha sempre um grande sortimento de
para quem gosta; o muitos mais gneros pe-[tachas tanto de fabrica nacional como es-
lo baratissimo preco, quo s a vista do fra- trangoira, batidas, fundidas, grandes, pe-
guez so dir o pVreo.
>, por proco muilo commodo.
Vpnd<>.sf vinho de rliamna- nogrf Por nomB M,r1' Eugenia, do estatura
venac-sc yinno ne^cilampa- regular, cheia do corpo, ede bonita ligua;
nbc legitimo e de superior quali- levou um roupSo de chita verde de lislras
dade : cm casa de J. Keller & c.om.Plms solas, e j foi vista com panno
Deposito de cal e potassa.
Cunha & Amorim, na rua da Cadeia do
Itecife n. 50, vendem barris com cal em pe-
dra, nova, chegada de l.iiboi.pclo ultimo
nivio, o briguu Flor do Mar; assim como
barris com superior potissi nov, por pre-
sos rizoiveis.
quenas, razas efundas ; o om ambos os lu-
garesoxistnm guindastes,para carregarca-
noisou cirros,livres dedespoza : os precos
s3o os mais commodos.
Gesso.
Vende-se gesso embarrices, chegado l-
timamente :em casa de I. Keller & Compa-
nhia, na rua da Cruz n. 55.
da Costa : roga-se as autoridades policiaes
e capitSes de campo, queiram empegar to-
da a diligencia sobre a apprehensSo do dita
escrav, e leva-I i seus senhores, na rua
do Dique n. 9,aegumlo andar, ou nadoRin-
gel n. 36, segundo andar, que se recompen-
sar.
Auscnio i-so de casa do su senhor, no
dia 27 de oulubro prximo passado, a preta
de nome Joaquina, dcnic3n Renguella : al-
to, chcia do corpo, bracos grossos, denles
bom alvos, cor fula, tem um si^nal de quci-
im Jun na face direita al o meio do pesco-
co, e outro no lagarto do brar;o : levou ves-
tido de chita amarella.e panno da Costa ve-
lho ; gratifica se bem a quem a levar casa
n. 10, junto a igrej da Eslincii.
.'I
Pkrs : Tvp. db M F. o Fama. 1852.


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