Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03089


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Full Text
AnnoXXYllI
Ten, a feira 2

'

DIARIO
de Novembro de 1852.
N. 247.
PEMAMBIICO.
b.90 ii soOniKjlo.
P.mulKlu Aduhtido.
pa,,,lme.tre............* 4/000
Poi .emeitre.............*/uuV
pot na........>.....l/u',(,
Podihio noramisTii.
Por quarlel............. V'O
Otl*lOlBKHIO.
Par.;.. 2deOutbr. Mina... 8 de !-ctbr,
Ma.anbao. 5 de dilo S.Piolo. I deCutb.
Cear___ i de dlio R. del., '-'i de Ojio
l'arahlba -'' edilo- Babia.:.. 1 d
I tflT
de.iWsl.
IA-.DA IH1. ATJBIBWOlAg.
i Ser. *S Fela de> Je!. Orfklf
Todos oaSanlot t, el. a lOhoras.
2Terc. Commeinora-I I. ara doetvel,
cao de torioa r li. :i. e 6. ao meio-dia.
I Quart.S. Malaquita taien4a.
4 Quii. 5 Carloi, i.eB. f 10 boraf.
3 St. S. ZtoarlsS, I 2. vara lo etrel.
OSab. S. Severo. 4, csabidosao melod
7 Dora 23. S. Protdo- Meltrio.
cinio. |Tereai e smbndos.____
Creaceate l 18. aoa 0 mlauto da (arde.
Chela a 26, aa l horas i.' mlautot da urde;
IIIncoante i, a I hora e 18 minutos da rn.
Mova 11, ai a horas e a5 minutos da larde,
muiBtiioii
Prlmelraas 6 horas f 6 minutos da manla.
Segunda as (i horas c J" minutos da larde.
PAUTE OFFICIAL
(.'ominando dan armas. .
Ouirlel nentral na cidade Jteeif*3\ de ou-
ORO do di i 148.
Determina o Sr. marchal de campo Anto-
nio Corroa Ser, commandante das armas,
queaos corpos 'lo rx-rcilo, eao de polica,
existentes nesta provincia se pesse revista de
mostra nos seu respectivos qusrteis na ma-
ndila do ilia 8 de novembro vindouvo p-Ia
orden) egointe : as horas no bstalhlo n.
!> do infaniai i ; ia 7 os bstalhoas da mesma
arma ns Seio *s7o mei< o corpoi po-
lica i pelo respectivo empregado ) ; s 8 a
compinoia ile cavallaria ; II8 e meia a com
panliia de artifices ; linal mente s 9 o bata*
hlo n. 4 de miliaria a i .
Candido Leal t'errtira,
Aiudantr de ordenaencarregsdo do detalne.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Liibti, 30 de telembro de lS5u.
Oque actualmente preoecupa aaliene.o de
tolos, nao lie, como se devia esperar, a nova
lei eleiloral, mas mu a lula pciiin.it entre o
governo e o banco de Portugal. K|o que pastara
como uin fado singular c inaudito nanossa his-
toria Hnanceira, he que o banco dcsta ve/, lenij
de curvar a cervl.s s rcaolufoet do governo,
___________________i I n ii t.lu 1
a Que no rcquei ment se dclsa tainbem
de mencionar o Imprtame beneficio que o
banco jeoaue pelo decreto de 3 de agosto,
que o allltlou do encargo de trucar por ioacrip-
cOe a aessenia c dous por cent as acedes com
Juro queleilam de se plisar pelo credilo da com-
panbia daa obra publica, do que mulla (car
coilocado o mesino banco em slluacao inulto
mala vaniajosa do que aquella que tem lldo
al aqu.
Otie nao paidia coDtar-ie para a lndcmnitcao
como centoc vlnte conlos da Mfandegan
quefazinm parte da dotacao do lundo especial
de amorlUaco pelo decreto de 1 de noveinliru
de 1846, porque a le de l6de abril de 1850. ot
retlrou des.a apllaicln ; nem lio pouco cora os
uro d^fcapullcca e laaerlpfoe reagaulai.
que olirrIR naoreerbeu nunca, e mullo me-
nos com-n juro e rond na poste dogoYerno,
que em todas aa lela de mel teein sido
consignados como friendo parle da rcceita d<
estado. ..
Que he igiialmcnle inexacta a aprcc.aca.
que o Banco faa do procediinento do governo
quando Inculca que este devera lomar para b
sedo calculo ds iudcmnisacSoa verb respec
tiva do orc.amei.to presentado as corles, c nal
o dinheiro reccbiilo no decurso de lodo o lempo
qrje lem de existencia o fundo de amorii.acao:
por quanlo o Banco de Portugal nao deve igno-
rar que na verba Jo orcame.ilo a que elle al-
lude em aeu requeriincuto eslao compreben-
didaaaecesco... juro e scui Juro que en-
tran! i or melada ua quanlla lulal, e que mal
poda coveruo tomar duas veaes em conla a
mema somma, psra o calculo da indemnlta.
cao, visio que, para o dilo calculo, ja llnua
preciado as aiciie que se aiuortisavaiii por lal
ineio.
A vista dolodas estas consideratoea que lor-
1 .___i. ,... ,. lllcil II II
.i. ..i..,. ... --------*7.a. i___i I tiiliinmni"'-------------.- .-
com quem lem semprc zoinbado e luci.o, | ^^ C1,(p|cl,llicn,e imubsistenlc o allegado
piincipalincnle desde que se entregou inais .is u(j |c ucr|11.Ill0i beinpouco proprlo, de cerlo,
operaedes polticas do que as commcrciaes. promover os iiilere.acs do llanco, pelo es-
Ocaso he, como j Ihc noticie!, que, leudo o i i%in e parc|,||ade com que parece
drcreiode30.|opass.doealinguido o fundo es Jljcl)()o M,Ild, gua luagcslade llainha, pela
peciril ai atnoTliiaelu, applic.anilo os bens c reo-
dimeolo que oeonsliluiam para o costeamcii-
lo do cainluhc de ferro de Lisboa ao Porlo, o
banco de Portugal reiusou entregar os fuodos
e inscripcdciqnetlnha em seu poder, como ge-
rente que era daquellc fundo d'ainorlisaco, do
qual se ia pagando lambein, por suas unios, doi
debiioi em que Ihe eslava o governo. Para li-
to le varias repreienlacdc ao ministerio da fa
enda, que todas foram desalleudlda. Ultima-
inentc cinuina aisembla geral, em que -e le-
vanlarauialtos clamores contra o ministro da
Tatcnda, principalmente, icsolvcu-sc que ae
fiteise outra representacao que serla entregue
na< ni.ni-de S. M. a raiolia.
Dr. Albcrlo Larlos, um dos tnaiores accio-
nistas do banco, por ter casado com a>vluva do
barao da Folgo, Ibi o eocar regado de redigi res-
te papel, depols aisigoado poi I idos os directo-
res, nao obsiame er etcrlpio em llngoagem astas
violenU. Kodia27, tendopreviamente pedido
audiencia i rairiha, sahio a deputacao do Pe-
lourlnho, com apparalo, indo lodos em carrua-
getn ou de tege, urna cincoenla f pareca um
ruleiro I, e ae dirigirn! t "iecctidades. A
/ mili.i recebeu-os na sala das audiencias, es-
laudo plsenle o duque de Saldanba. S. Ma-
gesiade ouvlo alguinas palavrai, que Ihe diri-
gi o visconde de Porlo-Covo, presidente da dc-
putacao, reetbeu a represcniacao, e respoo-
dcu-lhe que a tomaria em consideracao. ?io
dia eajllnte fol publicada no Diario una por
taria com a dala do mrsino em que a repre-
scniacao loi entregue, porfria que nao so era o
ludcll'erimeolo da tupplica, mas urna evera
reprehenso ao banco, pelo modo puntu se u-
nha cipreitado peranie a soberana, em cuja
inaos linham entregado a peticao. Esta portara
foi escripia pelo ministro Fontes, c aqui Mi a
tranterevo por ter un documento iuiportaule,
tanto iio fila locomo forma, e deque os seus
leitores nao h5o de detgostar.
Manda S. M a llainha, pela secrcUrii de es-
tado dos negocios da fatenda, declarar a direc-
{o do banco de Portugal que houve por bein
indeferir o requerinicnto que nina dspulaco
do dilo bauco leve a honra de aprcsenlar boje
j misma augusta lenhora, pedindo a derogajrio
do deerelo de 10 de agosto do correnlc auno.
Sua magetiadea raiuha teria mandado de- "' ^"j,",""' oct"coiii a gente int.'reatada c"n
volver ao banco o requeriinenlo alludido, para flllinn .irninorlisacn se conserve a car.
ser dcvidameeie rclormaJo em linguagi-iit e ,[ bmeo O ceitj be qne o gnveruo nao c-
lennos convenientes, como seria proprlo de > c banc lclll dc 8e snieilar as prcscriptdes
um documento depositado as tuas reaet niaot, do'dc(. lo df a de agosto, ou alias rclirain-ic
c refeildo aos membros de um dos poderes do f JCJ direc,ores, al ver oque rciolvcm
eilado.te niio csnsideratie que os grandes ele- proalllllt.
menfo. p.^ melhor conselho e governo dos i- X+8^SSZZ*?
na qual Ihe fol dad conheeimento do projeelo cred.l... Rcccbi u esta ordein de "fK "
.______a;_________ _>_.._aala .., I il n ili.i"! i
dictado : Manda Si'ia Mageslade i llainha, pela
mencionada aecrelarla de calado, que a dire-
ccao do llanco de Portugal lique iiilendendo
que o decreto de 30 de agusto do correle au-
no, lia de tei lofallvel.nenie cuiiiuruoj e a
Mesma Augusta ienhora esperan.io aioda que
o llanco, dcvidamenle aconselhado, conlinua-
ra iraiiriuiilainenie as suas opcracOcs regu-
lares: manda declarar oulro siin que a mesilla
direccao, c lodos os signatarias dn requeiluien-
lo Acara canelamente responsavels, todos, c
cada um delles, pelas contequenciaa que resul-
taren! c pelat parda c diinnospiiblicosou par-
ticulares que sobreviercm, se, all'astando-se da
iiitSHO administrativa que i,.ooincnlc liles in-
cumbe, auspenderem as Ir.nstcet do Banco,
quando o decreto incaclnnlo uo produt des-
falque algum na reuda ell'ecliva da aquelte es-
labcleclinenlo. Pafo das ISecestldades, em '
de selembro de I8n = Amonio Jfarin le ton-
tee Ptieita de Helio Para a direccao do llanco
de Portugal.
Esle conflicto cnire o governo 0 o prlmciro
rtlabi-leciiiicnta 'le crdito do palt, poda ler
serlas conseqiicncin, se o banco nao loitequa-
si Intil para as Iransaccde a que te desuna,
e e nao c.livesse tan mal concciluado como ca-
ta-, depoi que em i8li, f pomo no pagamen-
to dassuat unas, chegandoenlao o ten des-
cont a inais de SI por cenlo. Aleui uisso ot
uiesinosliomeiis que boje dirigen! o banco, lo-
ramos que cmpeiiliarain iquellc eslabelcci.
.nenio em negociacoet com o governo, de al
modo que era Inevliavel a causiropbe que me
succedeu. U mismo Porlo-Covo, que boje pre-
side a esias hoslllidades conlra o governo, lol o
prlmelro que relirou todo o metal tornele que
mil..i no bauco, e que dcsampirou este agoni-
tante esiabeleciincnlo qi.ando elle mala uecci-
tllava de quem ao menos o ajudatte a bem
morrer. Por isso agora poucos sao ot que lo.
mam as partea do banco entra o governo, ao-
tes a opiniao he por esle. Metmo na Irnprensa,
a nao ser o jornal a Imprenta, que he subsidiado f
pelos agilas, c nomeadjinente por Jote 1-ou-
renco da Luielloma, nio lem defentores. A(
Rciotuclo approva a medida do governo, e o
que te motlra maii parcial do banco be a Jut-,
lira, peridico de pouca imporiancia, e tuipe-,
. pirque o Sr. couselhciro l'errao que a dirige
... .____.. .~> i. .....
se
iO governo. porm, eli diplomaiicamenie a-
brigado a tomar al(tKa reolucao a reipelia
do apontado moDopMIo que a companhla di
Allo-Oouro eierce tobre esle Importante can-
Hirelo.
A reforma das tete-catas, lao discutida na ca
mar diisolvida, fol decretada dlcIalorUlinrr.-
le pelo governo, com a alteracao de crlr ntiit
dou contelhoi volt de Lisboa, eom tua ca-
lmara e adminlttracao municipal i parte. Ettet
I dout contelhot denouilnar-ie-hao de Belem a
dot Oilvaet, tica Lia boa td com quttro balrro,
em ve de ten que actualmente tem. Esla re^
forma leu agradado, e com elfello be vanla-
A prmeeta Amella chegou muilo bem i ilhW
da Madelra, e lem eapenmeUlo mulla ine-
Ibnra. Ja recolheu a esquadrlll. que 1 >
acompanhar, Irar.endo debalao de priao o ca-
cadoret sciique te loiubordloaram conlra o
coronel.
Publicou-te urna ordem do eierciio deler
minando que todo o militar, lano o que et-
lao em trrico, como ot que etlio em coinmls-
s.io, ute da cara rapada, ficanJo srt com hl-
gode. Etia eslrava^ancla do duque de Salda-
nli.i lem dado logar a liont epigraiomat, e mui-
lat pragat, poit em verdade havia aqui barba
que foi urna pena deila-la aballo. El-rc lam-
ben! coriou aa barbat, que cram eicellenlet.
Parece incrivcl como te etto oecupando nettat
mohna, h i ve mo lana cousa trl, ulll e ur-
gente a que nao dao aequer um instante de at-
teuco!
qs engenheiros da empreza llislop, dot ca-
ninbos de ferro, vio conlinuauda a tua medi-
930. Por or. nao ha nada publicado a esle ret-
pello: eipcra-te comludo que um dia destes o
Diario minio ie qual das linbas te prefere^ e
quando te d comceo aot trabalhot.
Chegou una eacellenle companhla He canto
para o thcalro de San-Carlos. Enlre as primei-
ras dimaa vein a celebre Auaide i attellau ea
Rost Ccela i centre os canipret o balso Del
Astc.o baiylono Bailolioi e o tenor Prudenaa,
lodot de conhecida repulacao, A Candan
vein por seis metes, e por um alio preco.
lmbelo se espera una companbia franceta,
riiriiii oa ooainoi,
Oolaaaa e farahlba, itiegnada teitta-
lelrat.
Rlo-Orande-da-Horte a Victoria as qulala.
letras
Bonito, Cmaro,eOaraahum no l IS decada
mtz.
e"l'.re,Ouricurj,r.u e Boa-TIsta al3 e28
Ollnda, lodosos das.
Todos os Correios partera aomelo-dia.
TOTioiaa llTIMailMS,
Portugal M deSelbr. austrla ^a de Selbr.
Hespanha lodedlto Sul.... tdedlto.
Franja., de dilo Suecia... 28deAgotto
Blgica.:. de dito Inglaterra 8de Selbr-
Italia..:-. 4 de dito lE.-Unldot 2o d'Agotlo
Alemanha. 'de dito Mxico... 3 de dito
Prussia ..-.'dedito California Ibdedito
Dinatnarca I de Ag. Chlll. 9 de dito
Rusta... :9 de dilo Buenos-A. >8de Selbr.
Turqua. 25dedllo Montevideo .'i de dilo
casamos sr 31 u ODTDBtto
sobre Londres,a 28 por 1/000 d.
a Paria, 3i0
a Lisboa, 'J.ipor canto.
META ES.
Ouro. Oncas hespanbolas......
Uoedas de 6y400 velhas ..
* de 6*400novas.
de 4/000........-,
Prata.Pataedes brasilelros.....<
Pesoscolumnarios.. .....
Dilosmeiicanvs......
29/0 n
l/UCn
I6MO0
K/uOn
1>90
r
luida nu I.'de novembro prximo futuro, lis, o o director da alftndega do L'sb.
em relaclo so correte mez. i Dersm estes funecionarios o mu parecer ; e
Art. J. U governo mandar! comprarlo Se. ministro da fazrnd, conformando-se
no mercado, todos os mezas, a quanlia de hertlmenlo com ss opuiuiOese votos de seu
nove coritos do ris, em notes do banco de nsluraes con>elbciros, reenviou com riles
Lisbos, as quaesfari entregar na Junta doio conlra-projecto so ministro dos negocio
crdito publico, para serum devidamenie,
queimadas com as solemnidades do estylo,
por contado banco de Porlugsl.
Art. 3. Igualmente mandar O g iverno
comprar, meiisaloieiite, no mercado, por
conla do banco de Portugal, deceito contos
de ris de inscriprjOesou apolicea de cinc
por esnto. Is quaes se juntara m al outras,
que eram penbordos empr.'Stimos de 1833,
que hojrt se ar.haru resgaladag e.orn P-
plicscSoas obras !do esmiiino de ferro de
Lisboa ao Porto, na conforroidade -das dis-
posicOes do decreto de 30 de agosto do Cr-
renle nim.
a Art. 4. O que restar das presttcSes de
que trata o artigo prlmeiro, depois de Tejas
as compras de que trtetam os artivos ante-
cedentes, e abatida a pa le quo peitence ao
estado como dedcelo de 25 por cento do
juro do dito emprettimo, llcarl no lliosou-
ro, por emita das letras do fundo de amur-
tisscAo, que o banco rete indevi lamente
em seu poder.
Art. 5. Fiea revogiila toda a legislicUo
em contrario.
Ait. 6. O governo dar conla as cortes
do que se determina nu prsenlo decreto.
Os ministros n secretarios de estado de
tolas as roparlic,0'3 assiin o tenham enten-
dido e facam execular. Paco das .N- c-ssids-
duem-9deouliibro de l8S4V.Ral.1HA..--
Duque de SaldanhiRodrigo da t'onieea Ha-
gathdes-.intonio Mana de t'onlts i'ereira de
Mello-Antonio Aluiiio Jervisde Mouauia.
N0o lia exemplo do um eshbolecimento
de tal ordem ler soflrido lacs iuaullus! O
governo nao cedo -isso sabem-no lodos;
estraogeirus.
Durantn esle processo, que foi longo e
lenlo, instova a legar,So de Franca com o
respectivo minist'O para ajue se continnas-
se urna negnclacSo que era Poilugal que
hara proposto ec.imecadn Fui neste m-
tervallo quo eu tivn a honra de ser entnalo
aos consenos de Sua Hagesttde e que to-
men a direccao do ministerio dos negocios
etrangeiros1
cujos nomci j correm impretttt, que dere u)i8 directores porflam em dar destes es-
..... ____________ ............ i.... i........^,, i, i ,
peclsculo*. em vez de apprllarem legal e
sisulsmente par o poder legislativo, cojas
portas eslJo prestes a abrir-se. Para hoje
noitn estl convocad outra assembla ue
accionista.. Que quererlo elles fazer?
A lio esperada caita ou msnifeslQ do ex<
p.iaa ele Cflod. cmara P'^'"^ aloiilro do negocios estrangeiros, V. de
ras prescr.pcOes que exclui.m o, emp ega .Bppireceu corri etTeilo. Foi
dos.moviveis.que pelo novo decre ce; m,ndsd. lilhograph.r, e remettul.
restringe a muitu |HMtt""*T lo rorpo diplom.licoem Lisboa, poucos
dores do t.b.co e os dem.is "rematantes emfllv,res ljr0u .|in dos ..ecess.rios
de rendas publicas tsmbem licam ondj p Eu oblive l-.go do pro-
pattar aqui oiuveino. OOyiiiniiiotainbemeila
quati promplo, e abre para o natal.
Lisboa 13 de outubro de 1832.
Publicou-se finalmente o decreto eloito
ral. Ho quasi todo lundado no quo serviu
corrobjrsd, j l'Cil, j oxpressimenie,'
i. .;.' doste dlstinclo litleratO: O que he not-
is o o- .i| -i ..,,... ;..-,.-! ,Qh. .in 1. n.a-
por toda a irnprensa r*'"J2.7;^| vel be que nenhum jornal tenh. ain I no-
VC,7PT qr- n. rfn r*ni n"ulr* l^iaJo^e muito menos eoinn.nnlado este
o decreto cooimiii ""'?_"!',"?',! importante documento. 60 a Lei agora he
ealrai.lHrimaeen.aque sed'"'"'" qua ,c,b, de o public.r. pura e simples-
numero dos depuiadoe quecoslum.vam d.r ^^^ 8em ||je Pfmf a*mjlllma ,,.,
pedido que se publ
Iguns circuios on le mH predominan! re
Copia da caria dirigida ao tenhir encarregado
de negocios de franca em l.isbt pe'o Sr.
visconde de Almeida Crrela, ltimamente
ministro dos negocios estrangeiros em Por-
tugal.
Lisboa 19 de agosto de 1852 lllm. Sr.
quelles em q
moderada, lio urna lei liberal, que ntu-
ralmenle s corles lulo de provar para tur
vigor pormaneoto, e nilo Oalaraios fazer
urna lei orgnica todts s vez'Sque liaeloi-
COes.
O processo eleitora", isto he, os recences-
mentos, apuramentos rocursos e escrutinio,
comee no di 15 do crranle, e deve estar
concluido a 25 d-i novembro prximo '
Ol.l-T.l', mi n I o-io o o > (' .......,-----i .-.
prejudicarem o peniamenlo geral do decreto
conduiitsem a resultado mais proficuo, ou
drtiein mais tolii'a* garaulias ans Irglliinos in
terestet do banco, o ministros teriain acm du-
vida accedido s modilicacoes que nesss seuli
r____ .________... ...___... ...i... .I.....l.n
llalli.O .. i,-., |,...i,.. ....... .---------------------------------
posta, o ministro dirigi junla Ulna porlaria
ordenando-lhe em nome da rainba, que se
reuniste orna hora daquelle dia( II do cr-
reme ) para objeelo de servico, Nesse dia apre-
ienlou-sc um dot chefet dai repartlces do Ihe.
a rol na iiutni^u... ....... -,-------- ,------------
le ao fundo a'amorllsacoejtinclo, nao admil-
ii.i,lo malt replica ao cumprimcnlo daquella
soberana reolucao. A" villa detta actitode do
ministro, ajuma fe a ordenada entrega, que
ilurou al a noite. Dit-te que o mililitro un-
te fdra ler como do reiooKoosecaMogalnei, e
ihe pedir auioriacao para que o administra-
dor do balero e eu eterivo eslivctsein de so-
bre-aviso, no caao dos inembro reaitlirein, ot
auluarem como desobedieules as determina-
rOea da rainba. Rodrigo da Fonteca a princi-
pio hesitou em pasiar lal aulorliaco, mat de-
claiaudo-llic Fonlet que le folie detobedccldo
lava a la dcniiiio, Rodrigo annulo. Kau r,ii,
norni, neeestario, porque a Juma obedeceu.
vida accedido s modilicacoes que oesi teuli- emou-ae un .m -.. -"r-
do fotien, proposlas, porque a,,,.,, chegaria.n toi.ro publico, com algn, igualmente a. grande li... que levavam em vi.- ordem Pe.nploria do minis iro p,,iw
la em detperlar .uiceptibilid.de. conlra a me- a rol a intc.ip.coci e mail ap'> P",1'"""
dida. Como porem, em vet do accordo que o le ao lundo a'amorliacaoextinclo, nao adnm
governo procurou, te quii tutes appellar para
uina agilaeao impndeme, e para o emprego
de lermot dctcoinedidot, nao pode tua inages-
tade a llainha deferir agora ao que se pede ; e
aoa que lancarcni mo de laet recurtot, e a el-
le tmenle, licar prrtcncendo a retpontabi-
lidade peranie ot Inlereitados no banco, e p-
tame o paii, de lodos oa rc-ultadoi, qu.eiquer
que ellei sejaui, que de lal procedlmenlo pot-
...i ni trguir-tc.
O eilabelecimenlo das linhat ferreat em Por.
tugtl, e detlgnadainenle o da llnha frrea do
Poilo, he considerado pelo governo da inaior
mpelancl. economicaV clYllU.dor. para pan, nao obslanle a. relle.Oe que, se... eo-"l ^'^S* "D"0 acquietcl. a entrega ;
.declnenlo do objeelo, e fatci no requer- ''"'"^"'^.^.eu-lhe que nao lioba' po-
nemo, e. u.aufesta conlr.d,cS-o con, o que {.i a ajunla ^'l'ondeu I ,
entina. o> boo, principio, e o eae.nplo de ou- dido l ar de ">" bao'c
irot povoi ; c >ua mageslade a ralnha deplora remplorla ro '" "J renreienlacio en-
que'oe.U lorie o banco de Po.lug.l afaltr-e da communhao de inlerc.tci naco- trege naireae n i [e
.,.. a que o decrelo de 3o de agotio o c.nvl- i *ftg&J?2SX ^S. e,
S"; mtgetlade aPaiuha manda .otro sin, de- firmen do min.stro, o *JP J Jg*
clarar a direccao do banco, para que coime a corpo u corpo con. a, tUneUI '_"""
Wdo, <""cclo..lla, mal interets.do. n.quel- lao retpcliada. teu.pre uo. i OSaos dou en, de
1. ett.belecimemo: Que o con.plelau.eme ealado. a.uda mc.mo con. delilinenlo da aieu-
e,.eto ini... ie.nl.ado.docalculosque ,c da publica. ^""'^Vnn^OMOmovV
nclnnam no dilo requeri:..enlo por:|ue em r.ven, c peona be que baja que... .. P""""-
,lo e pre,ende iculc.r qu.'o banco dea d.i-.c que o contrato do .abaco nao be c.lra-
,n,lo a I quidar, e a por poni as auat nho a e.taa botulidade.
U.Pn..(0e..nao sendo dero-gado' o decrelo de3U U conde de Pliomar eleve aqu em Lisboa
e "gotlo.be.n pelo comearlo be Indubil.vel- para, v.r teu filio mal. velhc que *(
.lf..ceno e nem ot requerenle outain ne- cando, como oll.c.al de inarlul a, a bor.lo de
Ibnue no "Orre, do referido stabeleei- um do.vaso, inglese, d. esqu.dra do Mediler-
foVnmVal nlrr em vlr.ude daquella provi- raneo Dc...o,ou-,e apena.qu.,.,. a e o o ..
i ... um loinina unerlor i qne o banco ras. Esleve a noue no tbealro de U. Mana II,
.T ^ehul e mo ...ed de.de que e.i.le o vli.iou pouca gente.... enlre etle. foi conlem-
l^*iZtato. tiendo im coma o. piado o redactor da lei, Mendes Leal, que por
lundo de aino.iiat.io, .o. occailao ae acbava doenie. A carta que el-
centoe cilio conlot iJe re..''"'"'" .'u ,e di,lg|. ao. do .eu pa.lldo, acon.ell.ando-
So b.ncoDd,L?.'o.?:"sendo por .amo evideme .. desagiadado, e de certo
que e o banco vicie agora ao e' ; "^SSSL eo,nn.l,.o par. dar o teu
pender o curio regular dai sua. '.'""J00" ; eCer tobre o que ...alt conv... fazer acerca
Blo poderla .1 procedlmen ^o al rio" r'" 15''*" or'laco e'qualilicafao dot vlnho. do
d~reto de leetoagosio.mei.ceiiiailnulre j*a I 5( ^^1^ uotue\io e,llulrllI1.
iiieme aiiieat a ene.
Ve- Ignorando absolutamente o que o Sr. minis-
remos"'q"ij"o"re"siifias">'*'n"eieicSo directa, em 'r' '<" negocios estraugeiros possa ler es-
que eu pour.o muilo menos lo. do que os cripto a V. S ou legc3o de Su. Magra-
muilosentliusiastasquet^meatemethodo. lade cm Paiis, sobre s negociacdes que
Por ora I. pouco fervor nos partido, ulliroamenlo tratei com a Frene e que mo-
que neslasoccasioes se ooitumOD aviven- livarem a mmha unida do mini-lirio, jul-
tir muilo. O governo he que trata de trazer (to do ineu dever, resumindo os fados que
as. oscoripheus do psrli lo selombist, e V. S. nflo ignora, diqussi tolos os quaes
psrecequeia tentou algume coisa nesse lie leslemuiiha,e expundo outros quo tal-
sonlido. O partido progressist esl muilo voz nao chegaisem 10condccimenlo, dar-
dividido, ese naohtia.visla discordia que Ihe por minh parle, urna dem clr, dis-
reina entr o Patriota a n^ulu^So, quo tincl e preciosa a esle respeilo, para que,
sempre foram de commum opinilo. Ulti- bem informado por quem neste caso esta
mmenle polemice entre esies dous jor- acim de toda a susaeil', V. S. possiicon-
naes tem dlegado poni de se doestarem t'ibuir, como de certo deseja, a arTsslir
publie e nomintlmente os dous retado- qualquer desint^lligencu entre dousgover-
re<, Leonel Tavarese A Rodrigues deSam- nos amigos e sinceramente desejosos de os-
p.io. que tem dado esca.iJlo. Tudo isto UeiUr os vnculos de solig e reciproc. be-
concurre para que o governo possi engros- oevoloncia que prendem as nossis nacoes.
sur as su.s fileitas. NJo esl muilo looge -A convenci de que se tratou, e a que se
o dia em qm posamos desengan.r-no. uou o nome, doje commum mas tajvez um
O banco contine a representar contra as pouco fastoso de ralarfo de commercw e na-
ilisposicoesdo decreto de 30 de gasto, que vegaeo, nSo he, como V. S. labe, outra
Ihe lirou o lundo de rr,orlisgflo. 'Km cusa mis do que urna coHoccIo dees.
halle porm slo lodos o seus esforcos e pulcdes iuternciones par regular defin-
tentativas, Agor acab quelle estabele- tivmento : pnmeiro, o direito* e obriga-
cimentode Pa-sar por m.ior vexame que o cOes dos porlugu'zes residente em Franca
da portar. reprchensona de qun j Ule dei e dos Francezes em Portugal segundo, a
conheeimento. Nao leudo o banco entrega- reciproc lade dos direilos das duas bandei-
do no principio dest.. mez os nove contos ras as enlrad.s, ncorgens e saludas dos
emnot.sdo bncod Lisbo, a que era o- porto de mb.s s DMJel; e terceiro R-
brigailo.comoc.ncorrentepiraaeitinccilo nalmente, os direitos eobugarjOas mutuas
to do correlo anuo, nao entieganJo oa no- de juldo de 1814 entre o duquo de Palmella
ve conlos de ris em nolis do banco de Lis- e o principe de Talleirand, quo est.belero-
boi, queem virtudedo disposlo no arligo rm ntreos dous paizeso principio da ro-
nono do mesmodecretoenobrigaioaapie-ciprocild agora simplesmente dosenvol-
senlir mensalmente na junt. do crdito pu-|vido no ctu.l Iretedo, em que nada se in-
blici, par s>rem smortisadas, nlo tajado novoou, nadase conedeu alcm do ja conec-
igualiiienteeadossadoao ministro deWa- dido, mas somenle se rcgulou 0 que estav
/. -ii -i 11, e romettido psra o tliesouro, como
llova, as let'as provenientes d venda dos
bens nscionacs, que a vista do disposto n
fiiit-i e estipulado. II por isso digo quo foi
lal vez um pouco fastosa o titulo dalo ao
documento. He, porm, o que geralmeu-
lil II. .wilv.liai 4"^ ,.a.- m^ m.j^w-.w ..---------------------------- ,. #
quelle decreto, lic.ram pertencendo ao es- te se lem ddo as convencjs perreiltmen-
tado com appncaclo s obra do caminho, to igues que temos com todas s potencias
de Ierro de Lisboa no Porto ; e negindo-se imirllimes etle com algumas que o nao
oulioiim o hinco de Portugal a oxecutar !sSo.
carta do lei do 13 de jullio de 188, na paite A iniciativa, porm, cumore dlze-lo, loi
em que minia, que ello entregue na junta lomada poi Portugal, que oliereceu a Fnn-
do cedito publico is iusciipcOes que ser-c >" projeelo de Irala lo, no ministerio do
veto drt penhor dos emureslimos de 1835, Sr. conde do Tojal. Peditm-se all favores
especiaos quo a Franca nlo quiz ou nao puu-
de conceder; e permitlitm-se por nossa
ptrtn outros que he minba oppinio se nilo
deviam promettor. A Franca, acceittndo
a proposta porluguezt, molilicou-a, res-
pondendo a ella com um conlra-piojeclo
que ro apresentido ao meu antecessor, o
Sr. Jervis d'Atoguia.
S. Exc. respondeu que Ihe dtva lod
consideraclo e que ia lomar o parecer do
gabinelu par seguir negociaclo. KITecti-
v.iuieni o cont'a-projeclo foi por elle en-
viado reparliclo competente, que, na
nos organisacflo ministerial, de a da ti-
tooda,
Afsim insudo, o Sr. ministro dos nego-
cios d la/, .li la mindou ouvir sobre a ques-
iiiD s uloridde coinpeleutes, aue eram
e sSo os conselheiios director geral dasl-
impre7rmo!"rpi7mVi'mreg. ser edc fandegis doreino e conlribuicOos iudirec-
i pe
pro mi;in que mu concorrenle quintil so
an.nri i-mu as notas do bincode Lisboa, por
parte do govorno ; o sendo in lispcnstvel le-
var a elTeilo as diaposicOes da rererida lei e
decrelo : bel por bem determina/ o seguin-
te :
Art. 1.* A companhia do tabaco e sabo
entregara menstlmeule, na lliesou'ina ge-
ral do mini.terio da fazead, pie-tHa
de vlnte e cinco contos di) ris, que por
cont do esttdu pig io hinco del'ortugil
par juro e morlisacSo do emprestimo de
qutlro mil conlos, e bem assim a prestacHo
mensal, correspondente aos vinte e um con-
los de ris que fizem paite do prerjo do ron-
lrcto, e que esto sclualmente consign-
dos o buco pr ptg que deixou de receber nos anuos de 1816 a
1817, dos jurse tinurtissclo do subredito
instancias do ministri) do Franca, eerlldo
(como elle no er nem podi ser) por eon*
siderales de melindre prsso! que Unto
podem em a limos generosos, Indignando.
me de que a demora de um negocio publi-
co fosso ou prnlesse ser traduzid por elTei-
lo de resenlimento individual nascidu de
resoltas d mioha nteiior negocucSo com
a Frnc (a d convenco Iliteraria do 1851;
eu i.11 _-.-: empenhado o meu pan lonur ,
Jirel mua, o meujusto orgulho e dignida-
de pessoal, em dar breve o fcil andamento
est negiiciaclo.
Actuado -o nao me pejo dodizer que o
fuidirei mais que sempre hei de s-lo
por taes motivos, ollicioi 10 Sr. ministro .la
i'i/eii l.i, instando pela opinu.0 pedid por
mou ntecessnr, o Sr. J, rvis; c foi em enn-
sequenri de-tis instni-is qucemlim vio-
ram do ministerio da fazenda as respostts
que j moncionei.
Apenas rhegidas ellas, mimlei proceder
n ererelerii os lrtillios prepa alorios da
ennpii.if.ai) dos dois documoiitis princi-
pe*ed negoeiaclo o projeelo portuguez
inicial, en contraprojeclo Irancez. Coin-
pulsni e liz compulsar lo los os tratados e
convences siniilhsntes que lemu'. con. s
outras potencias, que sSo quasi tolas as da
Europa o parle das d'America ; e este tr-
halho foi conscienciosa e escnpulosamenle
executado na secrettna a que tive a honra
de presidir, pelo seu olllcul maior e por va-
rios oulros Srs. olliciaes e enipiegidos nella,
multo meu contento o setisf-njdo. porque
me habnitaram julgtr mulura e rcflecti
dmenteda queslo propolla, dus pareceres
dosj referidos furrccionaiios fiscaes, e de
todas as convenieuciis que eu devi e qu i-
ria contemplar.
Pe natureza simpis e ostensiva da ue-
gociaclo, ludo isto foi feito som nenhu na
reserva ou segredo, propara.lo, traticlidoo
discutido em plena seoretirl. e deploriudo
eu smenlo os poucos meios de piblieil i le
0 ex Urem tilo difUcieiilemenloe 10o ineongrua-
menleorganisadas as nossss esUQei publi-
cas, que cm taes assumplos sen.ii po.-inn
ouvir, consi lerar e contemplar todos os m-
loTOses, o queem pootosdesles redobra ae
inconveniencia.
E linda que a quostlo unici neste caso
era a dj navegicio o de porlos, sentia tolli-
na emuito a falta de uilurinh;.mi e eisiiie.
Feito este trab dho, e feilo. ouso ilizo lo, o
melhor quo enlre nos p le faxer-se : Ira ha-
Iho que Toi grandon longo, o do qual asi-
duamente nos occupmos eu e toda a so-
i-ri'taria, nln do leve, n?o sem o maior es-
crupulo,e segundo t .das as regras, vis-i o
Sr. secreterio de Franca, chel. di sua mis*
slo na ausencia do ministro conde de Ma-
rcsclialqui,do que eu eslava omlim hibili-
ledo a continuar es negocia-O s proposlis o
comecl por meus anlrcossoree.
Fizeram-so as conterencias ua secretaria
le estado em pres^nca do Sr. ollieial maior
que mo subministrav iisdocumenlot a que
er mister recorrer a moudo.e comoj ditse
ostrsivamonte,se"i a menor reserva, sa-
ben las d-i loaos os rmifengdm na mesilla
ai.TicL.il n, osem se occnlUrem do i|uantos|a
ella vinhain, diplomticos catrangeiros ou
runeciontrios poituguezes
Nlo levei o negocio a conselho de minis-
tros, porquo o linda o tendo anda hoje por
um negocio crreme o simples, que nada
lom com a polilica ou com a ad uloistreelo
geral do paiz, em que nlo da a mais mni-
ma completelo com as graves questOis do
estado. Fui ministro seis raezes e nunca
pensei em inlromeller-me as transacco*s
que eram da c impotencia dos oulros minis-
terios, ne n deixei du pedir o vilo do coiue-
Ido sobre quesles minlns, aindt mnimas
e igucs as quaes os meus cullegts resol-
va ni per si sos lisia por sua nalureza era
du simples expediento dos negocios estrzn-
geiros, por mais quo ago a a queimn mag-
nilicr para linear sobre mim uina imputa-
Ci tola graciosa.
N primoira das litas conrereneis come-
eou se por so r.zer leitura dos corpos do
projecto e contra-proj clos, n douve, para
assim me expressir, discusslo na geuera-
lid'de delles,
Desde logo declare! ao nogociador fran-
cez que, ttnlo no proposto por Portugal co-
mo no proposto pe Franca, eu punhs de
ptrte e ilisolulameuto legeiliva tudo quan-
lo, directa ou in lirectam-nte, so referisse a
levores eipecus cm commercio o muito
mais anda ludo quinto S) parecesse com
questes poMicis du nivegaclo, banleira,
visitas em lempo de ptz uu guerr, e semi-
llianles As rusosdemeu proceder slo bem
olivi .-, e mi preciiam explictr-se nem de-
seuvolver-sc.
E repugnaudoestt minhi decislo inaba-
lavel o negociador Irincoz, eu formalnien-
to Ihe doclarei que is iiegocicdes estavam
suspensas, e que perpetuamente lica'iam
quebradas,se o tractaoo proposlosenlo redi,
zisse s simples e co umuns estipulaec.es
que se achavadi em lodosos nossos oulro.
11 al ii in-, com os Estidus-Unidos, com a lies
panli, coi. a llussii, (miii Sardonhi, com
a Prussia, e com quasi luds as oulris po
(encas doNorlc.
Com esla positiva dcclarc3o, o negoeii-
dor fnncez julguu duver referir ao seu go-
verno : licaram no euUnlo suspensas ss con-
ferencias
Sem duvida se convenceu o ministro dos
nogocios estrangeiros do principe presiden-
te, da solidez, Justit)!, e conveniencia da
ii.inlia.s objeceOes pois qu-> ;f-iolveu ceder
a tudas ellas, segundo ollicialinenle me
communicou o Sr. Beclard.
Ileduzid assim a negocitcloa estas di-
nienso-s, conrormea minha propri e justa
exigencia, nlo podit euja, sem soplnsm,
e anda sem dar suspeila da boa fe que devo
ser o timbre de todos os governos, e que he
miior necessidedo dos que nlo slo gran-
des nem nnterilmenio poderosos,eu nlo
imilla, digo, iv-p"i.ar u ais a continuacin
eoncluslo della. E, repil, nem julgei deeei
importunar o conselho o de Herir mais a ne-
gncicl" sobro um atsumpto monta, absolutamente regolementar, cujos
principios estavam j irrovogavelmento e-
labelecidos, e em que s comprie consultar,
comoconsullei,asestaeesepiciaese com-
plenles.
Annui po'sas solicilicoes do seulior eu-
carregado de I ranea ,' o como alinda un
nilo sobre alguna dos puntos a que tiiiha
objeclado o aenhor conselheiro director da
ahandega de Lisboa; e com olio o senlior
Aperlado, como o meu intecessor, pelas director JenTdW entudegas e contribu-
_ >- *___' .l!_..l-. as .....ai ...i. I,,., dilu; 11 ka..
cOes indirectas, e com ambos elles o so-
nhor ministro de 'azende j diversilicav um
linio, posto que Bell ni lroia que no fun-
do das queslOes, resolv nlo ouvir o Sr Ue
clird nem discutir com elle senlo na pro-
sene d'iquclle digno o honrado fuocciona-
rio.
Envioi o sonhor oflicitl-maior da minba
secretiri a pedir-Ido que me auxiliasso CO'K
a sua inlelligeneii e experiencia ne-ta ne
gociaelo. Ao que elle do bom grado se pres
lou, e cm una lrg coiiferencia discuti-
mos juntos, o Sr. Ileclard, o Sr. conselheiro
dueclor da alfaudega, o Sr. ollicial-maior
da mioha serretaiia eu, minuciosa e deli-
dimenle todos os trtigos que, directa ou in
directaranitelliilnni i 1 ,.,;.. i ruin o COinmer
co, navegel<>, uireilus uc porlos fares.au-
coragem e semeldantes.
bm summ, discutimos o tnlado !>' .
ni iiie nada iniis m-ilo h,como ja deiso,
repito, o V. S. sabe, o facilinenU sbela
qualquer por mais hospede quo seja nesta
materias se retlectidamonle o ler sem pro
venedes ridiculas o ebsurdas
Concluida assim moralniento a negocia
glo, mandei tirar n i e portugueza as duas cofias do estylo :
Irabalho em que so empregaram, alm di
Sr. oflieial maior mu- quatru ou cinco dos
seus mi h ii di na .1 s, om plena secretaria, tor
no a dizer, esem r -serva ou sigilo ulgum.
porquo a nalureza da negocae.lo u ri er>
nem devia ser seulo ostensiva.
No progreiso destis Conferencies, que fo-
ram tres, varias pessoas me viram o iciiarain
preparan lo ou disculindo OS pontos della-
semqueeuou nuiguim d DIOneStONte-
n Ibes lizesse disso mysterio.
Cumpre t cumsUucii que nlo be indiQ'eieute. >
copias que mandei fazer do tractado orde-
nei que se deixusso om brinco a primeire iu
Illa, quo dova seroceopada polo prembulo
ou protrocollo em que so comeera os uo
inris, quali(icaies e litulo dos negocie-
lores.
Ten lo-me occupalo, como ministro, d
nogociaelo, ou iiloquerii loiavia assinar
como iicgociaii-. As rages que tiuln pira
isso eram para mi u fo lissiinas, posto qun
meramente psense. [Mojnlgo necesssrio
individalas E nst lnten(9o consultoi
com o sendor ollieial maior da minha ecre-
taria, c recorren lo lisia dos nossos diplo-
mtico coi il i -pon ilnii la i o aqu residentes,
lixei a mulla escolda no Sr. conselheiro Lo-
bo de Moura que ha pouco negociara um
tratado ideHlico com a Sardenha e om quem
naturalmente mo paree u que devia delegar
lusto caso facul lades pira urna semeidaot)
negociaelo .
Encsrresuei o mosrrio Sr. ollieial maior
do lliii fallar; e depois eu mesmo, no gabi-
nete da secretaria Uve com elle urna confe-
rencia sobro o assimpto. P elou-se aquel
le cav.lleiro, corno ra do esperar ; e s hit-
va umaduvlda que mi nlo im fcil resol-
ver, quo era a da sua qualificacio ollieial
quo devi sr expr.ssada uoploiic poder. U
Sr. Moura tinha sido nomealo ministro pl
nipoli nciario em Londres, mis nlo chegau
do a eierutr reouSOU 0 govorno leconuocer
Inoesla cttdogori quando o passou ds
ponilnlidade. Pendiam no iiiimslorio as ins-
tancias do Sr. Moura contra esta decislo que
ello achiva injusta, e nuil eu poli, pen-
demos ellas, qualilical-o, por um icio olli-
eial, de ministro plenipotenciario, nem el-
le que'ia ser quena ser iiuiiilicido de sini
pies enca rogado de negocios ein disdonibi
lidadecomo cstav.
Durou esta lOdeccisSo ilguns dias e do-
morou-se por esse motivo oxpedicao dos
plenos poderes que ou insists em nlo que
rer que fossein oxara las om mea nomo.
Neste entreunto rnsolveu S. M. de dr so
principe presi lento' da repblica franceza
um leslomunho solemne e gracioso do sua
regia consi leraeSo, enviando ido grlu-
cruz da sua nms dislinct ordem, a da Tor-
ro-Esptda Ooubo-mea mim uorcouaequeu-
c>a rofiireudar a carta de gabinete e enviar
a l'iriz esti grca ; bom como dias antes en
viara ni dens portUiiUiizas qua Sui Mageslade se dig-
guara conceder elguOMlloa l'unccionarios
daquelle governo. .Nada liveram nem po
diam ler estas resulueoes com o pretendido
e mal denominad,i laclado. Persistindo u
consellici o Moura na sua recusa, resolv
mo a mandar exagerar os plenos poderes
omm iu nomo. .
Assim so fez, lavnndo-so na serrelsris dn
mes uo modo ostensivo esem icsurva o tor
mulirio do pleno podor, que, s, ndo o liego
ciidor o ministro Uo estado respoosavel, nlo
conilitucionslmcntomsis do que formula-
rio.
No dia .lestinido pira o despacho com
suiMageslle e previa conferencia que os
ministros coslumam ter, um causa urgente
me odrigou a deixar o conselho, qoo er em
cas do Sr. ministro da minuPi, pira che-
gar mus cedo ao PaOO. Nlo expuz aos Srs.
ministros o objeelo do pleno poder que le-
ve-la livrado,-e nflo o aprrsentei portinti.
i reil issignatur. N seman seguinte nlo
me permitiindu um leve mis doloroso in-
commodo rheumelico o comparecer eu.
possoa, enviei, segundo o estylo, a um de
meus collogas, o s. mioistro do reoo, a pss
t dos uegucios est'sngeiros, contoodo en-
tro outrs cousas, o dito formularlo do ple-
no poder.
Nlo vi aquello sonhor ministro nem no-
iihuiii dos outros senhores nesse di ; e s
muito trde no dia seguinle recebi a leferi-
da pasta em que encontrei por assignir o
mencionado pleno poder, sem quedepala-
vra ou por escripto ninguem me explicassc
o motivo.
E tqui anles de seguir, esla narrativa, ob-
srvalo! a V. S. oque muitu bem sbe, mas
que me ioteress a mim dizer, que iu duas
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


especio* de negociadores, os quaes, consti-
tucioialiiionle 'Men lo nSn pndem serse-
n id : I" o ministro 1 ros, de i|iicin ho a ptimeira responsibili U-
ilo ; e 2 os negociadores, sous delegados,
iiuando elle deloga (.s po lcrrs que excrce
por parlii o cndanla da coru, pois que o
auguslo cliefa do calado por seus ministro*
smenlo, ou pelos delegados dostes, pota
i xercitar todos o quaeiquer dos seus sagra-
rlos diroitos eTal ho.a inconcussa o lo lis*
pulnvel do itrio i constitucional O lireilo
ala onde est a obrigacta e a rcs.mnsibe-
lida.le Sao ministro Jos negocios estran-
geirosou os sois dalagadoi negociara mal,
<> gebiiu'te ou conselho do ministros filo do-
vo approvar a negooiacflo nom subme.tlcl-a
i i 111 /. i > : <-" 11 s 111 > do estado, polo
(|ual o Sohrrsno tein do guiar-so ( quer so
couforiiio ou s nito conforme ello ) para
haverde dar ou negar o seu rogio issenli
nonio a n -goci i(l0.
Hoja (foliimonlo par mim o par destruir
tola maliciosa intcrprclacllo 1u" "* P0>'a
querer dar ao s"U proco lmenlo ) doi os do
promulgailoo aeloidlicronsla cuta, anda
soguera mais siiltiite, e silo m.us pe lados
os Irn.tes coiislitucionaos, porque, enoo-
ra approvada pelo InlaleriO, colmillada
pelo cons-llio de estado, o leudo a animen-
cia da coroa, a liegoc ac.Su ainda liado ser
submeltlds, em proposta de lo1, as crl-s,
tldese' conveitida por urna das cmaras,
em projoclo de lei, approvado por ambas, o
.id depois pode ser sanecionadu pelo ro.
Todo o tratado porta'ilo, lo U a convon-
rilo, se ii exceptlo algnma, anda depois de
conclu lo o essignado pelo ministro ou por
nutro qualqniT negoriador, delegado seu
nilohesoniloa iniciativa do ministro dos ne-
gocios esliangeiros o nada mais. Po le ser
retallado em qualquer das cinco instancias
dille rentes e successivas, purquo tem do pal-
sir : piimoira pelo poder oxeculivo no con-
sellio do ministros co-nposto do* agentes
reaponsaveia solidarios da coroa segunda
pelo pod-T moderador no consollio de esta-
do, cotiformandu-s a coroa ou mo se con-
formando coin o voto do conselho ; terceira
04 cmara dos deputados por nina vla;So
negativa; quarla na cam ira dos pares pido
inesino modo quiula DO eonselho'de esta-
do outra vez pea decisSo quo a OorOS l''m
plena liberdado do lomar, dan lo ou negan-
do a legia sbiicqo so projecto do lu que I he.
lio enviado pilas corles.
Oque se segu desle sigrados e inconlrn-
finoi principios consliluclonses, que so a
aalva-guar la das lbenla les o da indepen-
dencia ra naeilo, he ip.e o ministro den ne-
gocios estrangeiros quo, ou por si o por SUI
propria auloridade tratou, ou por seo dele
gMo fea tratar a aprovou a negoeiacSo. do
ve retirar-so do gabinete apenai eni qual-
quer dellas cinco inslanolas Mr rcprov.nlo o
i rabal lio i| ue elle ou f z ou pprovou >oh sua
lespoiisbiliilii h
He por i litas obvias raiOu que o ministro
dos negocios estrangeiros em todos os pai
Zea pro. ()', nrceita, irata, discute, rejeita,
o inndilica toda e qualquer nnguriifilo po
seu direilo proprio, peque soh sua rnspen
sabihdaJe loopria a faz. E se para a ronciu-
so se lornulaa respeilosa cerlmonia do
pleno poder o procuraban rsp. ciai quo
iUltSS 8 OOOeairill deferencias nionarchi-
cu mandam que sejsm asaignidos pelo so
berilio, conitu lo o seu direlto para tratare
negociar vein- l'ie do principio o da le Cuna
titucioiial o nflo desie formulario rerimo-
nloSO uiiu'in que nenhuma respcnsahili-
dade !he i ni i os,
Alias, o no pise lo caso, por exemplo, o
>r conde do Tojal nSopoJIa ir propor urna
negoeiarjOo a Franc sein iutoriia(So espe-
cial da coroa, n o le/, oSr. Jervis mnu inte,
cessor, nao polla recebro cootra-projecto
diquella proposla ncm dsrliie anJaineuto
..en autorisactlo especial da coia. e o fa)Z ;
o nilo poda discutir, naoi ICCeilar, ncm
i ejeit.ir sen a oiesma autorisa;So eapocial,
o li/. cum pleno diioito, e o fazern loJus os
ministros dos negocios estrmgeiros em to
dos os paizes.
0 quo pr forma Se dil nos prembulos ou
protocolos 06 tolos os trat dos e conven-
i.'O >, n.lo Se ortica nonea neiu so pralic >u
punis quando a autorid.idode negociar nio
lio delegada, e o proprio iiiinislro de estado
o qoo trata. Ha una hypocrisia pharisajea
allil orar o contrario. E os que devoras o do
ornean actame respeilarn as formas mo-
l iicbicas, cicm sinceramente na sua ei-
n.'i', riii vanl*gem sncal deas con-
sagrar por urna quasl duracao religiosa, jul-
.".riam eiivileccr-so com una eflecliicno ab-
surda o impostora se com taei escrpulos
qniessoni provar osen zelne dh'silo.
Fuito de mirilla consc enca, forte das pro
vis nfln equivocas, Constantes e alguma vez
1 lllceis, que sempre di a do minina rouvic-
ifioi e sentimeqios, inicuamente descuida-
do de que a mais mimosa malevolencia as
podesse sim ttuptttar,eu, naquoilo inler-
vallo mrsmo da ida Un pleno oler para a
llgia assigimlura, cedi as urgentes in-tui-
ciis r'o vr. Ileclaril, r|UC n.lo poda demorar-
se nem mais um illa cin Lisboa, o consi le-
i ni lo, como devia considerar e no la comi-
dero, que nilo f.llav senao um moro formu
larin, qui* peniei ja lluvia estar prelienchido
aquella hora, app /., j.intanv nt' com n ne-
gociador franco/, ii nimba assiy atura a ne-
|. -i .rio ultimada.
Nunca em minha vida praliqnei acto de
quetlresse menos escrpulo Sou juiz ha
de/esseis a i'nos, OuStumadois formulas lr/
li urh, o as austeridades ila Iclra da h-i
nunca Ini ingnido, nem S'qucr suspnila lo
rio as pr. loni no mais mnimo- E, grecas a
Heos, a iquiri una reputacSo de intc^ri la le
dique nao ousarim Jtmali duridir nom o<
meiis maisacoarriiDOS inimigos que tenh i,
ii'iosi i porque.
II" uina dis m-ioros iggn irancias em que
vivo, a da raiSo por*quc lenbo inimigos.
Se a nrgoCiafSo nilo eslava bem feita, o
governo linha a mais ampia liberda lo do a
reieitir,erosiocoiria nu quo para mim
nilo era i:c n be de grande sa.'.rilioio, o sabir
lo ministerio.
Imagine V. S. a minha idmiraCBO n pas-
mo, qoando no rlia seguillU ao do refer 'o
desp nio, mu vi aecusado do ler negocia lo
com a Frailea as escondidas em gran lo se-
gredo, som consultar o voto do conselho,
sem podaros nara is*o, um trata lo de com-
morciO ruinoso o fatal pira o tnril paiz !
Custava-iM' a crer 0 qoo ouvia, e preten-
d demonstrar o encano em quo se eslava.
lili apenss fui nuvido. E qoindo dalu a lies
dial consegu ou nio parecen ter conse-
guldo, convencer os senhores do consellio
lo i|U0 a minha convic(Ao era e devia ser
plena da que suas Eses, tinhain couhrci-
mon'o i erlei'-o rio n;ae Uo onensiaamente
iii linha estado tratando ni Riinba repirti-
':! i, ap[iireceu-iie entto, com to lo o aspoc<
i., o fnrea quasl de om or i e de lesa-mages
11 le, o da falta do fnrmulaiio Jo pleno po-
der quo cu jnlgava e dira julgar satisfeito
qu iD'io asilgnei; nyis quo de laclo nem pro-
p >.-to I real assigiutura tinha sido.
Il-ta apparentemente tilo forte acrusa-
Qo, cuja sinceri apreciar, poda descul^ar-ma. defendor-me,
milito bom de mais lalvez. .Nilo o fiz nem o
quero fzer.
Est por isso milla a nego.-iaQ'io, milla a
prio.a nuem devia tota a deferencia.res, ol-
io e leal lade.
n.i auzuito chefe do estado n9o receb se-
nSu favores, ditlinccilo e obsequios : e por
ultimo s extrema indulgencia com que se
dignou conce ler-me orna exonerarlo hon-
rosa depois que o mru procodimeuto Ihe foi
apreenlado com to falsas e oxsgeradas co-
res. Indulgencia quo poahora tanto m>isa
minha lealdado n dedicico, quinto ipre-
ciido e juagado como foi o proc >dimento do
ministio dos negocios estrangeiros, eu, nao
teria para com ello igual indulgencia : o-
leron -mente o declaro.
Alguna jornaesdiss^ram que eu era aecu-
sado de doblez e de leviandade, e que de-
via oxplirar-mo NSn o liz al agora, por-
que ros cito, mais que ludo, a delicadeza
de nosus difliceis circumstancias. Hei de
faze-lo .j n-i ii 11> mi paiccer quo som incon-
veniencia publica posas,
[ici i minha demissilo como devia; e creio
mesmo que se roputou um fivor e indftl-
genoil o consentir quo eu a desse. Mo me
lueixo, nem o deploro. Para os hnmoni co-
mo eu o poder tem poucas, e pouco dun-
dras soducfO-s.
Tenho a conscicncia, sei a (ciencia, igno-
ro a arle esta porem he mais precisa que
essssoutras; e eu tenho negSMO para ella.
Negociei dnus tratados, um decomnvrcio
com os F.slados-ll ido, que sostentei as
corles, oulro da convencSo Iliteraria com a
Franca, que suslentei no conselho de esta-
lo, o quo ainlms fora n approvados e racli-
licados. Estoii ha milito mais de anno nego-
cian lo com a Santa S os mais diHlceis as-
umptos quo tem Portugal na tolla dieloma-
i|a. I'oleiil cll i ignorar as primeiras e as
mais simples regras de urna negociatSo?
Po loria ter o mais simples interessi em fal-
tar a ollas? t'.anhava eu ou alguo n miso.'
era ou valia alguma cousa esto trstado an-
les do passsr pelos cinco tramites da actual
Constituidlo poituliueza -em qualquer dos
quaes pdc ser regeitado ? Enlouqueci CU
do lo lo? .Mas se eu enlouqueci, lambem o
logo e ao mosmo lempo enlouquocou o ne-
gociador fraiicz para fazermos, do com-
mum e esiupidu accordo, urna cousa absur-
da, milla e de nenhum elTeito?
Jiilgoe V. S. e jul prevenido pela mais coga paix.10, mas quo
um momento queira abrir os olhos a verda-
d- a razan.
Repilo, inclin lo, quo so eu soubera, os
termos em quo V. S. ou nossa IczacSo em
Pars, escioveu sobro este assnupto o Sr
ministro dos negocios estrangeiros, nin os-
en-verja eu talvez esta carta; doixar-me-
hia ccusir de doblez, de leviandade de ro
laxado descuido, deixaria correr ent-e os
malvolos o os ignorantes oslas baoaes e
tristes iiicrepac.Oe, que silo boas apenas pa-
ra atrrar ao vulgo, o de que soberanamente
me no. Mas nada sei, e recejo portanloque
este acorilecimentn possa ser visto em falsa
luz pelo governo francez. A viar, e por isso faQo a V. S esta franca, sln-
gela o exacto cxposi(So da qnal vera bem
claramente quo nilo be nom falta do sym-
pathia pela nafSo frauceza, nom de consi-
deradlo pelo principe presidente que mo-
livou n proceler do ministerio poilugucz.
Commigo, o s commigo foi a indisposicSo.
>ao Iho quero dar oulro nomo.
Keito o supposto sacrilicin de minha de-
missSo, o negocio entrara em causa ordi-
naria. E crcia V. S., creia o seu governo que
o aclual gabinete, coaiposlo de ministros
ilbislradiis, p'u lentes e fomentadores ze-
losos da civliaacOo e da justa lbenla le,
por isso mesmo que um louvavel, posto que
infundado escrpulo os roiiatrangeu a dar
por millo o que se tinha felo om boa fe, s
pelo austero respeilo a urna mera solernru-
dade externa, e nSo indispensivel nem in-
sanavel, por isso mismo, dijio, o illustra-
do, leal c si'.cero gabinete porluguei se ha
le ipreisir a reparar a minha falta, a I
mostrar ao g ivern i o a nscRa francczi a sua
boa vontideu sjrmpilhiis.
Approveilo esla occasulo para Iho asse-
gnrar os seolimenlos disunctos com que
tenho a honra de serHe V. S. milito alten-
o venerador e cria lo-(Assignado; Visco-
ile de Almeida Qarrttle
P. S. Iigo dever informar V. S. que dei
leiluri nesla minha carta nu senhores ni-
nistros ; o que, rectilicando, segundo as ob-
serva{Oes de Ss. Excs, algujias das exprei-
srtes e phrsses que primeir) esernvera, e
em sngnnds leitnn Ibes mostr) ilte-
*2
radas, est p'oscnte carta so devu consi le-
rarcoino i'scri.ot debiixo dos olhos de Ss.
Excs.
(Isjornaes do govono, ale Igora, anda
nSo nao giosaram n-nlum dos cipilulos
que nesta carta forarn postos drelo pora
provocar rxplicac,ei.
Ten aqu sido he.n acceita o auxiliada
a idria da com.'inhii Luailnna, para esta-
nelecer umacarreira de vapores entre Por-
tugal e o brasil, xala que se realise, por-
que a actual enmpanhia rngloa n.lo preen-
ehe cabalinenlo as necessidades do comuicr-
cm nem dos passageiros.
As estradas do Minh i vilo indo rpida-
mente. Ja para o mez que vem soeslibe-
Irc-m as diligencias om dilTerenses direc-
5es. Continuara no Porto a insistir cu el-
los mesmos loinarem a decretada linha do
ferro d'alli pira l.isbdi. AH ha mais acti-
vidado o dinheilO que nSo aqu.
Ain la nSo comecaram os Irabalhos elei-
tonies, nem mesmo parece haver grailde
vonla :c disso. A queslfio do banco e a no-
va e.impannia de 8. Carlos dio mais que
fallar do quo as candidaturas dos deputa-
ilOS.
Fallecen o cons llreiro Francisco Gomes
di Silva, theSOU eiro da mi'eratriz viuvi
de Rraginrja, do una repetidlo do ataque
apopltico, tlscu nnmo lio nolawel por ter
sido o quo refcreml'ju a nossa caita consti-
tucional.
ligante monotona. Em Bourgei, Nevera, Mou-
lins, ftadhono, Salrt-Elitnne, por toda a parle
o ceremonial lem sido o meaino, por toda a
parte lem havldo entrega solemne daa chavea
da ciUarte pelo malre, recepi;o solemne dos
funcclonarlos, e doa habitantes notaveii, ban-
quete olferecido pela principe, baile dado p. la
cidade, fugo de arlloio e lllumloat;Ao geral.
Por toda a parte o ptioclpe se tein dirigido a
'.-athedral para dar graea.a Dos, e por toda a
parte elle tem atravo-ado, multas vetee a pe,
ondas de povo que o aclainaram imperador. U
que entretanto ha de nolavel nena parle ds
vlagem, he que os departamento! que LuU
Napoleo lem attravestado m aquellct em
que o acto de 2 de deicmbro linha levantado
aa mala violentas resistencias. Os campoue-
zes do Cbero, de Nlevre, de l'Allier, os opera-
rarios do I "i re. pasiavam pelos demagogos o
maia lermclhoa da Franca. Pode irr que elle
nio tentiam Inieiramenie mudado de partido
mal o nome de Napolrao eserce nelle um as-
cendente mgico, e emquanto a Franca o liver
por chele de teu governo, nao $e deve temer
que ellei tentein perturbar a ordem. Alrm
diato, para bem appreclar a noa alinacio
enmpre fazer ao principe cala jnatica, de que
elle ae preocupa mu I sincera e seriamente do
ioteresaedas populacdea laborlosai da cldadc
e do campo, e que at clasica que aoUrein con
lino nelle para o alllvto de >eus malea.
Deate modo, em Hourgea, urna deputacao dos
marinhelros do Loirc Ihe dirlg.u um discuno
que pinta bem ot enlioientoa do povo, e que
por sua aiogullridade cootrasta com o tom das
discursos omciaea : Seahor, no lempo do ini
perador o rio nutria tcua peltea e seua man
nhriroi; vieram o barros vapor oaquaet ina-
tir.in os pelaos : oa canaes e oa caminhot de
ferro iiiiuiimi os marlnhelroi; a repblica noa
lem fcilo todo esle mal, porm nem por IHO
tcinoa deisado de permanecer bravos c aubmii-
sos a lea.
Vientos pedlr-vos que facaes a ramificacao
do s .mi-1 'ini. mu. e que noa deii Irabalbo e
ssegurelso fururo de nono porto.
Mas como nao vos amamos pelo inleresse
quer facaes ou nao o que vos pedimos, seremos
sempre os mrsmoi para vos e bradaremo- -
VI o imperador I
Este discurso simples e ingenno exprime fiel-
mente os scniimcntos que a porcao hnrala
das classes pobres vola ao principe. Os hur-
guetes arfplaudem dos domes para fura, por-
que l.iilt Napoleo nao he o homem do aeu
gostoeosprlnciiieid'Orleans liles acriam ine-
lliorcs, mas o povo applaude de todoocoraco
o hcrdclro de Napoleo.
Finalmente esla prlmeira parle da viagem
nao be a mais Inlereasante. At cidadet, nal
quaes elle ae tem demorado at aqui, lem um
importancia mediocre ao lado daqurlas que
elle deve visitar aloda. No momento em que
oscrevo a Vine, o principe est em Lj'o
segunda cidade da Franca, aqual tem porto de
3U0 mil almas de populaeo. Em poucot dias
elle estar coi Marsclha, o [.rimeiro porto do
mediterrneo, e tem 10a mil almas de popula-
cao. Depois dciiiorar-se-lia neccssiame'nie
em Tontn, npsso primelro porto miniar, e em
Uorilcos, a cidade dos vinhos exquisitos, a po.
derosa capital daGuyenoa. Terci o cuidado de
dar conlaa Vine dos diversos accidcnles que
aasignalarem a pre.-enca do principe nestet
grandes centros laaclividade.
Eoiquaotn Luit Napoleo percorre ot depar-
tamentos, a nossa capital gota da mais perfeita
tranquilidade. Alguos ministros, hoinent
desconliccid-is ha poucos uiezea, c olein dille
doiadotdc mediocres talentoi, sao sumclcnlet
ao governo deata cidade outr'ora lo lurbulen
la. He porque com o ascendente que eaerce o
nome de Napoleo c com as inslltulcoes que
reslabelece o principio da auloridade, ludo
lorna-sc fcil, mesmo aot mais ioexpcrienlcs,
porqoe as cousas caminham por >i mesmo.
Nssas financas csto em ump excellente; os
fundos pblicos continiiain a subir rpidamen-
te e olhcsouro est lo abundantemente pr-
vido de capltaes, que acalia de pagar com an-
litipaco urna divida de 36 m,lln.es que linha
cootrahido para com o banco, l'udo seria o
mclhor pottivel se acolhcila de trigo, c de vi-
uhos principalmenie, uo se uvesse por toda a
parle mostrado mediocre c mesmo in.
Oous pequeos peridicos, o Guriaire c a
Clironifur ile l'arii, os quaes defenUiain com
mu i certa violencia, os principios legilimlitas
acabalo de ser aupprimidos por decisu do go-
verno. Finalmente loda a iinprensa que nao
he francamente dedicada a Luit Napoleo esl
em um calado batanle mlseravcl Ella nao
pdc mais lisonjear e latilfater as paixcs los-
tisdeteus Icilures, e como nao quer louvar o
que se faz, nao tabe lilteralmculc o que ha de
dizer. 'Un i i. peridicos, entre os legiiiinistas
principalnicnlc, nao esperara seoo a clevaco
do imperio para desapparecerem.
Alguna inczcs ha que fallci a Vine, da dcsco-
berla de una consplra^o tramada pelos repu-
blicanos, os mais violentos, aqual foiaorpren-
licndida em um quarteirio retirado de Pars,
preparando una machina infernal, destinada,
diia-se a f.uer exploso na passagein do presi-
dente. Detdc que ette factn foi conhecido, o
governo lem procurado altenuar a impress.io
que elle tinha prnduzido, para animar o paiz
cuja tranquillidade esla ligada a vida d
homem. Em lugar de engrandecer a conspira-
cao, nao te Ihe tem dado incs.nu al vcrdadelras
proporedes e te tem diminuido a ponto de.se
fater delta uin.i atmples quetto correccional,
a qual acaba de ser julgada estes ultimo! dias
Ds iiidlviduot presos forain proceisados c con-
dcninidos simplesmentc como fabricantes de
arinainenlo, e como icndo feito parte ds uina
sociedade secreta. A. pena que te tbet iuilingio
he a de tres, dous e um auno de prlto e al
menos. Ilem v Vine, que estes initeraveis que
conspiravain realmente morle do presdeme,
pagaram-no to baralo. alas o goveroo oo ti-
ca desarmado contra elles; em vlrtudc de um
decrelo publicado a 8 de dczeinbro passado,
elle pode, depois da expiraco da pena, trant-
porla-los para a Guyana ranceta, como leudo
pertcncido a una tociedaJc aecreta, e na ver-
dade elle lia de utar de cu direlto.
t o fiin de sua vida, falla todos os dial a bar-
ba. te vesta, etc. tem nenhum autillo ludo
acinillo, dl/ia ello, que um homem quer lera
felto a teu goslo, deve |faze-lo, por si ineimo.
Por lno elle fazia ludo, racimo a barba, e na
sua Idadc Islo devia ler urna facaoha lo dilH-
cll comoganhar urna balalha quando era mo-
co. Anda nos iiltimoi lempos, eicrevla com
uina. mo Arme e falla urna voluinosa corrrs-
pondencla. Elle linha um coilnhelro francez.
cujo lugar terla sido un mu cura, ae o duque
ti vase tempje de jantaree t.
Ettai minuciosidades Intimas tein o malor
encanto para oa Inglezea, porque at gaxetat de
Londres eilao chelas dellas, e o nome de lord
\\ oliinuii.il lem feito mullo motlm para que,
niennii lora da Inglaterra, ellai lenham anda
algum inleretae. amorte do velho duque, do
duque de Fero, como teut compatriotas o cba-
inavatn, cautoil nos tres reinot um lucio geral,
e anda agora, no inomemo em que escrevo a
Vmc., os jornaet inglezet, apparecen com ai
tarjas preas. Ue porque nlnguem mais que
lord Wellingion.fet (Ilustre at armai de 8. M.
Itrftannica, ninguein foi mais liel nem mais iu-
lelllgente servidor do Ihrono, llnalinenle nln-
geni tem rrproduxldo mal em si o ij po do
carcter Inglex.
He certoque o duque nao delxou nenhuina
disposifO lea la mcnla 11
DIARIO DE PERMiBUCO.
1
RECIFE I. HE NOVEMBRO DE 1852.
Pelo vipor rnuof, ahogado hoja de Sou-
iii i mili.....vil Lisboa, Muloii a, Tenerife e S.
Vicente, recebemos as cartas de nosso9 cor-
respondentes de Lisboa o Piris que ficam es-
tampadas em oulro lugar desta tulla, e bem
ssim varias gazetas inglozas e francezas, as
quaes alcaiican a 8 do outubro prximo pas-
sado.
Ao que nos communicim os ditos nossos
correspondentes apenas ice escentiremos o
seguinte:
A llespanlia toda lie ara tranquilla, entre-
tanto coniam livremente em tladri I hoalol
de urna modificit;ao ministerial, chegan lo-
se alea dosignar os Srs. Dmoro Cortes,
Conga Arguelles, Alexandro Lorente, Oli-
van e Rivera como futuros ministros.
Esta modilio ic/iu parece aue be motivada
pela necessidade que tem o governo de re-
forjar o gabinete com alguns oridores par-
relativamente ao tu-; lamentares, visto que determinara convo-
car onde devem repousar scus rettot mortaet, car as corles para os (lu de outubro proxi
e a MH respeilo, delxou campo llvre ao reco- m0 p,Ssdo ou principios do corrente no-
nhecimento do povo Ingles c de sua isberana I veaibro o receja ser ncllas mui combat-
Por esta razio, eapera-se de um momento para |...
oulro m decrelo real, o qual preacreva as on- '____. ... ..:..
ras fnebre, que se deven, da sua memoria, I Com elTeito li he 0 rigor que tem ultimi-
e que de s suas cintas o ultimo asylo no aub- mente desenvolvido contra a i mprensa que
lerraneo de VVeatmlntter, ao lado dot deipojoi quasi nenhurna gazeta se podo all susten-
de Nelaon e de Fui, esle dous grandes adver- lar. O Hcralio fora recentemento suppriuii-
sirios de Napoleo. ; rl i por causa de um artigo que publican i-
O inarechal VVellinglnn deixa dous fllhos, o !cerc, j0 e9la j0 ,|0 p,jZi e varios outros pe-
marquc de Oouro e sir Charle! Wellealey : o rjodicos fora m lambe in aCcusados por te-
ui.rquet de Oouro, que hoje loma.o ululoe rcm lranscri plo em 8uas cc),umll,s 0jSB mes
f,rAU.fen,\rf,:urmXrhr m,VmenI. "o artigo, acb.ndo se presos os edilore:
cniquc teu illuilre pai eipirava. Annuaciam
a sua yolta para a Inglaterra.
Este aconlecimento he o nico de que
os iogiezes se occupain, as quetldes entre o
ministerio e a opposir,o etto tuipeotai. mal
vo tornar-se mal vivas qne nunca, e talvec
iiio'iho sobre o tmulo do duque por occatio
de tuas exequias.
Atlcmanh*. A queilio da ronovajo do Zol-
verein tem sempre o primriro lugar noi es
tanto ila.|u.lie como deales
.Na Blgica o minisleiio icha-se em criso;
leu Ion Sr. Frere-Orbn dado sui demis-
s3o, o Sr. Liedla fora provisorismente encar
regado da pasta que elle exorna, a da fazen-
da ; mas como quer qu i outros ministros
desgoslosos da cimari, qual se acna em
exeretcio, deelarissem tambem iue n3u po-
ili nu oiiuii nuar, o ioi mandou chimar o Sr
a l mi i.a .ii .ni iii|>ii vi ....... v -a--------------- ,, |_ ,
tadoa do conlderaco germnica, quanto mait Van lloorebske e rncirregou-o da organisa
ella ae dltcule, mal se faz obscura. A Austria I cao de um n mi gabinete A Emnncipation
acaba de contrahlr um novo empicslimodeGO I a,resenta a seguinte lista
milooea de llorins. Kazenda, o.Sr. Lieits ; interior, o Sr. Pier-
cirreg..
cordata com o papa, para o rrgulamento dos
negocio! lellgiosot. He nina obra chela de dil-
licul-dades.
Portugal. O partido charlista repeilc decidi-
damente ai proposiat de Saldauba. O conde
ilc Thomar, chele detle partido, acaba de .11-
rigir ao! leus amigos una carta, pedindo que
elles nao tomein parle as clcifeiquceo ler
lugar
PERNAMBUCO.
RECIFE I. DE NOVEMItllO DE 1852
AS 6 iioaas oa t*hok.
Reros pecio semanal'
To < h.........me .ni i ou a semana ultima de
sel inh.-o a sessiio legislativa dos Estados-
Orsrs de 1851 a 1852, o no da QO do mesmo
mez abri a nova sessSo do 1852 a 1853 pro-
nunciando o seguinte discurso:
Senhores, na abertura di sessSo legisla-
tiva dos Estados Giraes folgo de poJer outra
vez la.lar-vis da siluacao prospora de nossa
patria.
As rol leo \s entre a llollanda e as outras
poteucias continan) a ser boas e pacificas,
pois recebo da parte dos governos estran-
geiros testemunhos de amizade o do es*
ti na.
Conren;es de dilTerente natureza mo
tem permitalo consolidar ss relaei nter-
naciomes entre este reino e outros piizes
bem como dir-lhes desenvolvimentos.
Oexarcito de torra e mar continua, com
grande satisfago minha, a merecer os me-
mores lestnmunhos.
A or.lem e a paz reinam as possessOes
de ultra mar.
Os disturbios que tiveram lugar ero l'a
lembang, na ilhl do Sumatra, foismsulTo-
cados
A perspectiva de urna boa colheita as
colonias se loin realisad
O resultado das vendas de gneros co-
mez de outubro, que, com a penda na
mo, vemo-no.a cmbaracadoi, sem saber mot
eom que entreleremot hoje os Ieitoret. A tare-
fa, que desde o coineco dcsie Irabalbo nos lin-
puieinos, nao foi outra mais do que registrar
ot tucceaaot occorridot na hcbdotna.la, que de-
baixo de qualquer rclaco pudeaseni ioleresaar
o publico, c como quer que ellct se nao iaveo-
Icm, mait de uina vea nos temos .halo tein
materia para a noisa chronica, sem que por is-
so todava nos resolvamos a convcrtc-la em fa- loniaos que tiveram lugar no curso do anno
bula. Talvez qulicase algucm que, oeitc lu- fui particularmente favoravel.
gar tizesiemoi longos artlgos e circunspectas I Segundo a vil trabada ja em I84, con
dlssertacOes ; mas, como nunca ful alheia Co li, a s>ei Inmola que noa dirige, egnire.iwiitemprelo bo|)J 0|Iicios piril .poiar urna nie-iida que
r'cr,t?can.'.Sc? S22Z tapate S-IZ "-r modilice, no svs.l.
lariain, pela inilor parte, os fados releridos,. do excluso mullido ate ao presente no un
pudendo lomele a eise respeitu eilarein cer- j peno du JSpflO.
ioi o leltores, de que nos uo locao espirito : A execuco da lei provincial e da lei
de p iici itul ele, nem de prevenco contra ; municipal a vanea progressivamonte. Ale-
qutiu quer que teja, e que ern nossas narra- I gro-me de ler encontrado en geral, da parle
edet t aspiramos verdade. I dos estados provinciios e dis autoridades
Continan, a apparecer os IBM| I municipios u.m CoOjeracSo ellicaz.
dcOlinda, not.ndo-ie que mais Irequenleiiien- Aau ., ntaami Iratulhna hv
le noi annosiuperloret, edizem-noi tamben. ,os'' UI1UIS B nossos iraoamos hy-
que urna reprovaco le den esta lemana, Eiu jdraulicos tem sido preservados de simstros,
quanto uto se fiter com a juiica que pretu-' o quo tem pcrincttido continuar com urna
uiimos.nada mait neceiiario.nein laiubeinmals jactividalo uu iiilerrompida os trbateos de
animador para os bous ealu.limes, que atsiin melhoramento ; solire ludu dos nossos. nos
se .li -ii ii^uiri.i dos mos pela marca cima in- principaes.
dicada: a emulaco reapparecer ; o Indolem j ||ecom vivo interesso quo vejo o espi-
tes c vadlo! ou recuarta, ou loruar-se-hao ap- l rUo d cmprej, uos liab,i,nies dosonvolver-
plicados, ea hnal, subiracm vez de descer, o .___'.i,...__: ... __"
nivel total do aproveitamento acadmico, para 'e n agricultura, na ludUSlrll o no Commer-
honrada .luso do! senhores bacbareii rr. co, ao mesmo lempo que os mcios de com-
inadoi. munica^o se v3o multiplicando.
De ib para 27 do panado foi adiado no rio f a Meu governo nadA despreza que possa
o cadver de um rapaz branco, morador no I animar e ajudrr este desonvolvimeuto.
bairro do llecil'e, e que se snppc ter morrldo I os Irabalhos que devom facilitar a eom-
a'.gado, por aua propria vontade,-poit que municaco entro este r0iuo e os piizes visi-
e.nuuia carta deixada em casa, luteirava elle; ctminUot je fcrro a ,,,, t ,
a sua infeliz inai a rt?soiuc que tonara de por termo aoa aeu. d.as. K graphieaa acb.m-se ou proj-ctados, ou om
ii.a foi potsirel obler inl'ormacoet mais Indi- I vla 'le exocuijao.
viduada lobre rile dcploravcl succesio, cuja' Neste auno tambnm a nave- el i c a
noticia iliui. tal como noi foi trauaiiiiiiida constiuCijSo naval tem ido em progresio.
AilloiH i l;;il 1. o il i l'.ll l ll. ,...., ni o.il .le ( l'eilllil lo lo o molVO de I '1'goSIJ ,11' 111 o
anno!, metire de carpinac marcineria doarse-' j, feliz SiluafSo de nossas linanC'S. O re-
nal de guerra, acaba de desapparecer deata el su|la,j0 eXercCio do anno passado fo sa-
segundo consta do aviso que publica- f a do exerciciu co rente prumet-
.o.i..i o n. 2 Ib deste Diario. Este homem, tu- ,____," ______, ,__h ', .
jeito hypocoodria.tendoi.ni pequeo de,go.io',e|Ku" mente ser favoravel. tenho loda
no dko .ricual. pediu a aua demisso ooulie razo de esperar que as circum-lancias rae
ccndo.se porern que era isso eileito do mal que permit'iram suhmelter a voisas delibera
...li.ii, nao ic in'a deu c o inspector tratou j cOos lia sossilo presidie, u ti projecto impor
Uc o accouiodar, parecendo por algum lempo I lauto lOlativu a di vi la publica
P.iris JO de setembro.
sudado uo exercicio do auno passa.lo to' sa-
lade, s-
motcm
No ineio de todas as preocupacoes da vlagem,
n preaidente ae oceupa dos negocios que nao
dliem res|icilo polilica, e entre os numerosos
lecretos que publica n lonileur, devo mencio-
nar o que trata dos bandidos da Oorsega. Este
pai. auucio Franca desde quaai ha um secu-(tc-lo cousegnidu. Entretanto, eia que redobra ., Os prnjeclos do Ioi quo foram aprsen-
lo, lem conservado leus costumes lelvageni c che a ma imisieocia, e sendo Nnalinenie nt-.'taiioa ale iniriil i |>srts na ullinmi soasSo ei tque
os aiiaiainalos por vlnganea to mullo frequen- tendido, delxou a casa de aua renuencia, lia n3o pil|nrain s,,r terminados, vos sero
tet. Depois de perpetrado o c.lme.o. iceleradoi ra do, Ma.'yrios, pclaii7^,^"'ua 'n'nh"a,d aprsenla los lo novo com outros projectos
te refugiam naa monlanhaa ooberlas de matas i da I do paitado, sem que a ella nuil voliatte
onde ue mallo ditncil alcanta-tos, c onde el- ate o presente. Era o dcsapparecido peisoa
lea te assignalam por novosaiiasnnatos. O prc- sizuda. cazado, c rom tllhos, leudo sempre go-
Pruisia formara urna iisociqUo patirular
no Nirte,ea Austria submelter a aua su-
premaca o miu dia o todo o contro da Al-
lemanha.
a Os plenipotenciarios dos Estados liga-
dos irham-se neste momento reunidos em
Munich a
O mesmo peridico em sen numero de 5
de outubro dito seguinte :
a Asultlm s noticiss de Berln nao por-
miltem mais i.imittir i possibilidado do
umi rorunslit'iicSo do /. al v -r in. O gabi-
nete pru.ssia no nilo quiz se quer receber o
texto las ultimas resoluca)s tonudas em Mu
nich pelos Estados colligadoa. a maior par-
te dos plenipotenciarios se tem ja rotira lo
de I'. r 1111,
A influencia da Austria trjumphs pois
deci 11 la me rite, e a Prussia nSo polo miis ser
considerada, mesmo na Alleiiianha, aeiiff)
ramo urna potencia da segunda ordem. Este
resultado he o que constantemente temos
annunciido.
A Turqua Acara tranquilla, mas o novo
gabinete oltominn solTrera ltimamente
urna mo iilii-u;.lc O ministro da justicia foi
demstlidoesubstituido por Eumer-jtnal-
Eirendi.
A tresso publica o seguinte acerca deslo
piiz :
Algumas outras nommc.iVs pareclim
indicar um comec,o de fusilo ou talvez a in-
lenco que tem o ministerio de ipirtir da
capital os homons quo Iho fizem sombra.
Halil-I'aclia, um dos cunhados do sullo, o
qul s achu ha bastauto tempo em Cons-
tanlinopla, deixa o governo das iihis do
archipelago turco o passa para o de Drossa
."ii -ul.-l linolii da OOllmlO-PsOba, e Mus
sa-SsITotte-l'ichi Ioi non a lo par lucce-
der iiahPecha. SafTolle-Pachi ja occu
pou o posto que acaba da Ihe s-r confiado
sem que o pedase, e fui ministro da fazen-
da na adminislra(flo de Itizi-Pachi.
PersistiS-SS em crer que novas mndin-
c.is leilsn lugar pin o ctmrbanbairam, isto
lio para 21 de miembro ; mas he provavel
que ludo se limitar a governos de provin-
cia pan os principies pretndanles 10 mi-
nisterio.
Dizia-se en Constantinopla que Mr. de
l.ivallelte tinha recebido urna noli em res-
posla a que dirigir, ha lompos, a Porla a
respoito da questS i dos lugares santos Ac-
ries 'eiitnva se que nosso embaixador nio
se mostrara satisfeito com esta resposta, a
qual i-iiiii ii nilo fora dada senSo depois de
urna negociado assls laboriosa.
O ministerio russo foi ltimamente modi-
fica lo. Por urna ordem do da do impera-
dor datada de 8 de setembro o general de
cavallena TeherriyscheiT, o qualhavinteo
cinco annos exercia is funcefies de ministro
da guerra, fora dispensado deste cargo a pe-
dido seu, conservan lo tolavia a presiden-
cia do conselho do imperio, seu successor
ho o principe llolgorooki. Por outra or-
dem do dia datada de II do mesmo mezo
general do infatuara conde Adalberto I foi
no n'id i ministro da casa do imperador;
o general de infautmia llibikoli I foi noraea-
do ministra do interior, e o major general
principe Vaniltchikoin foi nomeado gover-
nadnr militar de Kiefe governador general
de Podolia e de Volhynia, fiml nenie o co-
ronel do regiment das guardas de Volhy-
nia, Cogel, foi nomeido ijudiute de O'dens
do imperador.
Na China a insurrei;3o conlra a dynastia
trtara continuava simia em armas sem quo
as tropas do impera lor a tenham podido
supprimir. Com mesmoque ultimamon-
te os revoltososalcincaram sobre ellas em
um cu i.ha|.' consideravel vanlagem.
Em Londres os consolidados Icirim, de
100 i[l a 100 3|8 ; e os fundos brasiluiros a
IOI
Por falta de tempo no podemos dar hojo
a ultima carta do nosso corrospon lento do
Pars, aqual ho datada de 7 de oultfbro p.
passa In, entretanto para c.inheclmenlo dos
letlores diremos .|.e o presidente da rep-
blica franceza cscapoude ser victima do urna
machina infernal, a qual foi descoberla em
Marselha na ves..era do dia em que elle de-
via fazer a sua entrada niquella cidade.
Ao tempo que islo e pissava em r'nino i,
i senhori Orleans, dirlgindo >e pan um es-
labelecimenlo Ihermal nos arrabildes de
nenio na Suissa, rm companhia de seus 2
llliuis .1 conde de Pars e o duque do Char-
Ires, eseapou tambemde morrer. A carroi-
gem om que ii a duqueza virou em um fos-
an, ella leve a infelici li.le de quebrar urna
clavicula.
Ni carta do nosso correspondente, quil
publicaremos atninhSa, actiarSo os leitores
mitos estes fados narrados mais minucio-
samente. ^^____^^__ ______
r.o raro u nica do.
Menle que se intcieasa vivamente pela Gorie-
ga, berco de tua iltuslrc familia, quiz por ter-
mo a e-te dcploravcl estado de cousat, e acaba
de noiuear una tommisso cncarregada de
procurar os meios de acabar com os bandidos
de lei
Digno-sea Providencia abongoar nossos
sol. .i.-iiom nome esforfos mutuos para o cumprimotito di la-
Teve honlem lugar a festa deNosiaSenhora I refa que nos ho confiad i !
doTerco, na sna igreja do biirro de Santo An-I a Kntn iberia a seso dos Estados (eraes
Ionio. A nolic houve Te Derim, e um pequeo I ^sJuSuissi bem como ni Franca nouve re-
logo de artllelo, ao qual acudiu Irninenso ceilteroenie varias inundacOes provenien-
res receber lady Wcstnioreland. Um ataque de
epilepsia se inanlfcsloii ao eiurar em aua cma-
ra O doumr Mr. Artliur, de Werlmer e MM.
iVllllaa e John llulk, cirurgtdes de Deal, lo-
ram chamados immediaiameiilc; elles prescre
O presidente Lula Napoleo parliu no dia I .
deile mez para a grande viagem que emprc-
hende fater pelos paitos meridinnaes di Fran-
ca. No etpaco de 33 dias, de M de tetembro a
iti de oututiro, o principe percorreu quisi me-
lade de nossa territorio, e elle se demorar
um ou dous dias as vlnte c cinco cldades Im-
portantes.
Estamos apenas nos comeos da vlagem, mat
estos comeos sao admirareis. Por toda a pai-
te a populaeo recebe o principe com Ham-
pones de rnihusiasmo. Os cainpoiieics prin-
cipalmrnlc allliiein noa cidades para as qliael
elles vcem de 10 a 3o legoas em l.irno, dindo
gritos formidaveis ijc altan o mptmior e para
que nlnguem ae engae, traaia.n calas incimas
t. cavia, escritas em letra! grindes nui cha-
..i,,,. O Cor,,,,o qua. I. iup,.....h. .ende,.- .. SS^JSS tTSSSZ
cas Icgilimlstas, ala um desiiienll.l.i publico
aot tena teinoret, c ac acune lodo pela voz ale
leus chefes causa de Luiz Napoleo. He de
hoje om dilate um faci fra de duvida, que o
coueurio preatado pela Igreja s impreaa do
principe, concurso motivado sobre dous gran-
des factos, o apoto tutelar que Luiz .Napoleo
tem dadoao papa e o relo com o qual elle pro-
tege e defende o- inlcresses ila religiao, A ha-
bilidade do principe lem sabido deste modo
conquistar a mala poderoia dai influenoiat,
porque comquanlo a Franca, naa cidades prin-
cipalmente, teubi sido Invadida pelo tceptl-
ciimo, urna porcao nolavel dot habilantct dos
..nipos he ainda dedicada religio e obedece
voz de aeut curas,
' as particularidades
de ni n.-i ao
EseTieiot lia dnUeis deliaYcfr "e'quels po"vo. maa nao nos consta, t hoje que appa-
iioc cxitlein. exigirain despezat numerla!, i receiie ali delordein alguma
porque pala capturar bandido! e fazc-lotabor- | No metmo dia Ioi fettejada Nom Senliora alo
recer o oiriclo,/ora o metmo que abrir esira- llosario em um nicho da Itua d.t Cruzei, icndo
das em um pan impraiicavel. 1 aeipecliva imagem condutida |.ara a Ig.eja
Inglaterra. Um acoutccimenlo que entre- da t^eeltao doa milltare!,onde Ioi celebrada a Para cima de ,000 hectrea de terreno
les de copiosas chuvas que cahiram. Neslo
ultimo paiz os dimnos causados somonte
no departamento do llaixo Rheno, sSo ava-
hados om mais do dots milhOes do francos
fo
tanto io'dos'dcviain prever, acaba dVlancar os miiiTiolinne. Eicusado he dizei que, a noite,. ram devastados.
tres reioo! na conslcrnaco. O marechal duque : mcou naquella ra nina banda de msica mi- A Alloiiianha lieava tranquilla, quinto a
j, i. i & a ___.--^nStmAv^ *** .i mi*it.u i.miles lili ir
as
respeilo deste peisonagem. No leu ocloge
quarlo aono, o duque de Welllnglon era aluda
o que foi aempre, aobrro, activo, cheio de al.
negaco, tevaotando-ae cedo; no! ..Itiin.a an-
ona de la vida se abilioba do vinho e dos li-
cores eapiriluoso, fasia eterciclo a pe ou a ca-
vado, dorma nn um leilo duro, sem leocra e
sem traveeiroi. De.de inuilot aaoos que le
acautelava conttantemeole do. ataque! daa mo-
mas vezes ....da .otes de .S lOr elle pro--\ f'acez, seria par o leu. lei.orc.de umafa- te.tia!, eelle nao morreu nao de Iraqueza.
r.g...i..r. do ministro, Nulu. o ,,., ^^^TAVITV,^
|qe. S le quero dllpOU-lo. .onle Ito.ma n^;,"dr?qqe ,.,cj Um visitado. Para re-
de p ova' que bu posla om bom direilo, e ft.,ir le, t'aCioi, fura preciso nao algumai pa-
em hoi fe por qurm nilo rer >h carta pnliculir qae nao cemmunicasse ,' com a'lem dista algum in.eres.e para o publico
Ul
nova- I equivalente alg
rain e'o duque mor cu de fraq.ta. Al o ul- penle do desojo do diveili.ncnto, que uiinc.
timo momento, elle pareceu conservar o co- abaudona o! jovens e as joveut.e que penuilliu
ohccimenlo, ainda que nao podeise fallar, aeut' a aurora dodia tegunite o ap.nha-lot alo-
ultinios iiiomcnto! loram calniot c pouco sof- da uas quadrilhas, corno alus nao lie raro,
freu. DeipIOhiram-ie immedialaineulc cor- Entrarain uraule a aeinana 9 embarcaedes
rcio! a Lord Filz-lloi-Sommeriet, aecretaiio e sahiraui 13.
militar de iua Graca, c a Mr. Parkinaon, aeu. Ilendeu a alfandega 117,739,118 ra.
tollieiur. As nicas pcisoas que com os med- Falleceram 40 pessoas: 7 borneo!, 11 mu-
co! illllllram lot ullimos momenlot do duque,' Ihere! e 18 parvulot, livret ; ti noinent, o ino-
so Mr. Cudioi, leu despcnieiro e llr. Kendal, i Ibere e I prvulo! eteravo-.
leu criado. '' *> Eipalln- ie a ooticia de haver sida ai-
Eis-aqui .ligninas parlicularldadct curioiai,' lassinado com a tiroi, algumas legua! dutame
quaei extraio alot jornaet de Loudrc, a \ da villa de Caruaru, Joo Guilli.ru,e de
ipenodeilepeaonagem. No !eu octogsimo Aievedo,.'. supplente do subdelegado do I.
jo publica o cundamos do lyceuum espec- passo para tis. Toda a pers i.cliva de con-
raculo gratuito, nn tncatbo de Santa Itabel, e ciliac.noentre a Austria e os Estados da liga
igualmente um baile, que leve lugar no lalo ,| Ina psrle e a Prussii o seus alijados da
do mesmo. Pde-te sem dilhculd.de ajunar nutra, parece indefini lamento adiada,
qual terla a eoncuriencia, nao te tratando de g A 18> gab|n,.,^ pruM|,n0 om
conferencia os representa ules das poten-
cias que fatem paito do congresso de Berlin,
distrcto d .qu.-llc termo, e cierno que um dot
jultei de paz ltimamente eleito! para o
metmo.
Nao garantiinoi a veracidade da noticia, por
nao conliarinos eui boatos
asquaes adheriram as ultimas declarar;t5es
da Prussia, isto he Hanover, oldemburgo,
Brunsvvich c os Esa los da Ttiunngia, e de-
clarou-lhesque para o futuro a Prussia n9u
polis mais consentir em negociar senAocom
.illas e com aquelles dos estadas que adhe-
rissem pura o simplesmenle a ultima nota.
> Esta milicia foi accolhida em Uerlin
com o.ui vivo sontimeiito do prazor. Todos
os part los, des le a exlremilado direita at
os radicaes, a jplaodirarn a resolui;Ko do go-
verno, a qual da emlim depois de quatro an-
rnis d- liunili icio, urna sombra de aatisfa-
q3o a. amor proprio nacional, lo rivaoien-' Senhores Hedaclores.-. Tcndo V. publj-
tenlTendido pelo rehaixamento roiiliii'io daicado algumas lisias pa>a candidatos a de-
l'rusia diante da Austria putafao geni, e nSo me conformiudo com
Agn, persisiia a Prussia e.n la re- diversas opinides a respeilo, lerobrei-me
.solucao Ha ni li lugar de duvi.tar disso. lambem de apresentar a minhi chipi, que
Se persistir, o/oiwerein esli dissolvido, a. icho miis conforme com a razao, porque
Ao vermos soprar o venda ralforte, deipe-
j .n .1., da Imprenta ao dominio publico um pc-
driico innunicravel de candidaturaa c cbapai
para a deputacao geral como que vemos
,.....pr i ..irrito do atildo rlfo taolai ca-
becas, lauta! sentencas IMal em fim, como
cada um come do que gnita ; cada um ebega
a brasa sua sardinha ; cada um enterra seu
pai como pdc e ludo islo lo rifdea amigos ,
lambem nos envidaremos o alelo de nonas
aonvicC"C! a tal rnpeito.
Nao vamoi propor um candidato, porque co-
nhecenos o quanto na crise actual lo febril ai
reaccoea polilicas, do despeilo : a peno! de
quem vamoi tralar.no para o apreientar como
candidato acni maii oulrai ronaideracoei, mat
para o uo deixar oivldado no ineio delta en-
diente de nomet,poit que elle be ainda o mesmo
liomcm prcslimnso, o meaino Pernambucano
devotadosua patria, o mesmo cidado, inde-
pcdenic por sua posico, desintetestado por leu
carcter; he o Sr. Auguslo Frederlco de 011-
veira. tiandidalo na leglalatura paitada, cabal-
mente apoiado p.la estima c conceito publico
que o elovuu 1.a supplenle da deputacao per-
nambucaiia, em que desincreceu elle para que
n niv.lv nu na poda inonitruoia que prelen-
dem dar na repretenlaro da provincia? Que
te ergs urna voz, .jue o ateuse de proceder
egolti, n alta mliso que Ihe conliaram leui
concidadoa, j para a reprcientaco geral, j
para a provincial ; apparo. a quem pona dizer
do Sr. A. de Oliveira, vl lubiltei para fazer
proveito, para al. anear honras c titea ; vos es-
quecestes os iulereitei da vossa provincia nisto
-..o o i.pi ii.. ... llavera quem com juslica c
de-ip iivoii i.i iiiieuic possa ctprobar-lhe dea-
vlos, e Icndenciai antl-palriolica ? Ento por
que nao desuicrccendo elle em teus antigua
e bem conhecidos sentiinenlot, o querem eli-
minar da cncorrciicia publica ? Porque ic
quer levar a paiao de podar ao ponto de ac
coilar um ramo vrente, e que j frucliflcou,
para auba.ituir por outio, tecco talvet, que
prec.se, e queira reverdecer na fretca agua daa
graca! do poder, e que nao d oulro reaullado,
oulro I. n. io que o de poatuirinot mai! um II-
gurino para os dial de cortejo ?...
Huno lon^r etto catas qulro observadora,
que aqui vo iiibimlier-ie aualyse pu-
blica, de contliluirem um cartel para dia-
cutir-se tobre p u .idos individuaei : mui !i-
oi.o a icri a un ii un.' cu.I, Nos aprctenla-
uioi nonat ligeiras rellexdes ao juizo imparcial
alot homem sensatos, daquellctque tabein a-
preciar tein emula(o o verdadeiro inereci-
menio, etleja elle onde eallver. Oeste* cer.a-
menteo Sr. A. d'Ulivelra quero teu juizo tem
paitan, na phrate do illuttre poeta Ferreiri.
E pentamoi que elle o ponue.
O l'oiai'imiiiou'io
Correspondencia.
As,
,.
"


. ,.
.,
*
i
consta de homons dignos 6 merecedores de PRACA DO RECIPE SO DE OUTUBRO DE 1852
representar Pernamboco no parlamento' AS S HORAS DA TARDE,
braiileiro, nlo spela su illustracso, j' Revista semanal.
t.mbnm por su inlependencia e firmeza Cambio.----------Flieram-.e .aqueja2. d.por
do carcter, e ja finalmente pela su. mor.-' & ^'"fT.cc.s d..
lidade e honradez; qualidades que Dio de- *'a qWessfez Venda da prlmtl-
vomos desprnzar, que so acharo apar da a-
bedoria.
Os S-nhores :
Conselheiro Antonio Peregrino Haciel Mon-
leiro.
Conselheiro SebasliSo do Reg Barros.
Dezembargidor Jernimo Marliniano Figuoi -
ra de Mallo.
I)r. Jos Thomaz Nabuco de Anujo.
Dr. Jlo Jos Ferraira de .guiar.
I)r. Joaquim Villela do Castro Tavares.
Dr. Francisco Xavier Caes Brrelo.
Dr. Antonio Francisco Pereira de Carvtlho.
Dr. Antonio Coelho de Si Aibuquerque.
General Antonio Curris Seara.
Teninle-coronel Antonio Comes Leal.
Empregado publico Manoel Francisco l)u-
arte.
Empregado publico Antonio Jos de Oli-
reirs.
Vm VernambucMO.
m-mmmmm____..- .1---------lu
w
COMMERCIO
PRACA DO RECIFE 30 DE OUTUBRO, AS
3 HORAS DA TARDE.
COTACOESOrrlCIAES.
Camino sobre Londres: a 28 d.
ALFANDECA.
RendlmentoTIo 1 a 39. .336:011,667
dem do dia 30.......14:550,923
350:595,590
Dsscarregam hofe 2 dt noDsmoro.
Barca ingleza Bonita mercadorias.
Barca ingleza -- LordJehn Ratsell carvlo.
Brigue escuna brasileiro-- Mura -- gene-
ros do paiz.
REND1ME.NTO NO MEZ Df. OUTIIBRODF. 1852.
Rcndlmento total ,i0iSSS?S
Rrslitulcoes MfOVJ
Reis
Unalos de consumo
DiW de 1 por cento de reexpnrta-
fio para os portos estrangelrns
Dii.iiliin para os portos do Imperio
Ditorillo de baldrafio
Dito de reepo,l*t" P"* A'rlca
fuitiadc dos de consumo)
Dlla dita dita da polsora eslrangelra
Kzpedlente de 5 por cenlo dos g-
neros 1 mu caria de guia
ilo de 1(2por cenlo dos gneros
do paiz
Dilo de I 1)2 por cenlo dos gne-
ros livrea
Armazenagem de 1 por cenlo das
mercaduras
Dila mu da plvora
Premio de l|2 p. c dos asslgnados
Mullas calculadas noa despachos
Dilas diversas
Sello Aso
Patentes dos despachantes geraes
Ditas ditos especlaes
Felllo dos tilnlos dos mesmos. dos
caiaelros despachantes eajudanles
dos despachantes
Emolumentos de cerllddes
350:561,950
343:332,602
11.1,185
I23,813
157,165
157,165
147,165
2:067,177
286,f02
31,850
1:052.172
66,712
2:857,701
125,001
300,593
17,600
25,000
75,018
ra sorle eacolbida a 5J75P por
arroba, e da primea recular a
5600, e da segunda dila de
5j200 a 5/350; dliem que fol
vendido uin earregaincnlo
caisleole na Parahyba a 6JI00
por arroba posto a uordo_.
Assdcar As entradas aluda nao sao cm
abundancia lal que anime a
especulaeao'; algumas vendas
se lein Cello, porm em peque-
a escala ; o branco de segun-
da sorle obleve II500,o de ter-
ceira de 2/250 a 2J40O, o de
iiu.iria di- '.Pin 1 a -ji.'iii. eos de
quinta e seaU de 1/850 a |, e
o inaacavado de 1/360 a 1/450.
Consta que forain vendidos
dilu carregamenlos do mas-
cavado alstenles na l'arabv-ba
a 1/600 por arroba posto a
bordo.
Couros- Conllnuam a 115 por li
dos seceos salgados.
Bacaiho itetalhou-se de lU/8'.'Oa IU300
por barrica, licando em depo-
sito 5,000 barricas.
Carne secca O merrado est piovldo com
.:...... arrobas, sendo 2I.H00
da'do Rio Grande, e 9,000 da
de Buenos Ayres ; da primeira
vendeu-se de / a 3/800 por
arroba e da segunda de 3/ a
3#I00.
Cha- ----- Vcndeu-se do chegado dos
Kilaloa Unidos de I/40O a
Ul..i). e do brasileiro de 1/ a
l/3o0 por libra.
Cerveja dem de a| a 4/400 por duzla
de garrafas.
Par. de trigo dem a 20" por barrica da de
lllchmond, de 17/ a 19/ da de
Philadelphla e a 17/700 da
fiancea; ficarainein ser 3,300
barricas.
Mantel-a dem de 10 a 410 rs. por libra
da fiancea, e de 80 a 5'J0 rs.
da inglesa.
Quejns dem de 1/000 a lOsO por cada
un dos flamengoa.
Toucinho dem de 3/800 4/400 por ar-
roba do de Minas.
Vinagre dem a 60/por pipa do de Por-
tugal.
Descoma O banco rebaleu letras ale seis
meses a olio por cenlo e os
articulares de 8 a 10.
o algodaa da Parabvba para
o Canal a 40 s e 5 por cento, e
do Rio Grande d norte para o
Havre a 350 rs. por arroba e
10 por cento de primagem ao
cambio de I rs. por franco.
Fiearam no porto 49 embsrcacdes, sendo 1
americana, 3i brasileiras, francesas, I ham-
burguesa. I |hespanbola, 6 iogletas, 1 orien-
tal e 6 portuguesas.
1,200
1,800
107
110
80
67
87
77
77
77
77
500
1
800
lib. 185
arrob. 9,6)0
7,000
1,400
1,400
1,250
1,100
850
1,400
00
7,000
Nao ha.
5.tOO 5,600
Dito dito escolha boa ,,
Dito da Dahia 11
Couros sec. em cabello 28 a 32 lib.
Ditos ditos 24 a 27 ,.
Ditos ditos espichados
Ditossalg.Bahae l'ar 28 a32
Dito dito dito 26 a 70 ,,
Dito Petnsmb eCeariSaS!
Dilo dilo dito 26a20
Dito salg. do Maranbao 28 a 32
Dito dito dito 26 a 20 ,1
Cravo glrofe 11
Dito do MaranbSo ,,
Inccacuaoa
Oilruc
Salsa parrilha mediana
Dlla dita Inferior
(.'opino de direilos,
Aasucar branco de Pern. arrob.
Dito do Rio 11
Dilo da Babia >
Dilo do Para bruto u
Dito mascarado ,1
Vaquetas de Pern. e Cear urna
Diiptchnioi.
Ail 'ib.
Arroz carollno Q*
Dito de Santos
Dilo do Maranbao e Para ord
Dilo dilo mi-lilil 11
Dito dito superior ,1
Dito dilo mludo
Fannba de pao do Brasil arrob.
Tapioca
/Vffoi rorrenri dos eneras dt Portugal
Captivos dedireitos.
Amendoa em milo doce do
Algarve arrob.
Dita em casca couca alq.
Dila dila mollar
Cera nacional branca lib.
Dila dita amarella
Figoado Algarve,comadre arrob.
Ditos dilo branco m
Presuntos
Del fachados.
Alpisla alq.
Bacaiho nacional secco Q
Dito dito fresco
Feijio branco das libas alq
Dilo dito do Porto eFiguelra
Dito rajado 11
Dito fradinho >i
Grao de bico ,
Passas da ierra arrob. 1,00o
Sarro de vlnho linio t. J
Dilo dito branco 1; f- "
Vlnho inuscatel de Setubal calza J,7b0
a tarto
Ago-ardenlc de 30g. encase, pipa lOO.nOO
Azeile J.
Sal grosso m0,c
Dito redondo H
Dito lino para consumo .,
Dito Irlgueiro grosso ,1
Gurllca o. 1 de Ireslamanhos
de grossura proprla para
1.4001
2,200'
97
106
90
82
82
87
87
87
87
5 I.
Manalo & Pinh'iro. Veio lrg r oprati-
>00
I.Ooo
mu
10,600
8,o00
1,750
1,45o
1,500
1,200
1,150
1,600
1,200
7,200
5,800
6,600
4,0110
600
1,400
3,550
1,050
800
330
290
550
460
2,800
660
5,000
3,200
500
500
400
420
50
1,150
I,(MI
1,300
1,150
r.,000
6,800
.?O
1,800
3,650
1,100
860
335
295J
600
600
710
5,200
3,600
600
480
700
2,850
1,200
1,100
1,400
1,201
1400
.'18.400
16,200
Kzlraardinaiia.
Producto da arremalacao de cobre c
zinco inutilizados.
350:561,950
587,830
351:149,780
Has seguales especies.
Dinheiro 205:406, n.'lu
Asignados 145:742,841
Depsitos.
Embalanco no ultimo
de setetnbro
Rnlradoa no correnle
nez
BtbldOf
10:828,577
111146,802
rolhaa
Dita n. 2 de tres tamanhos
Dila n. 3 dita
Dita 11, 4 para pescarla
Dita dita dita para fabricar
Vinho superior
Dilo ordinario
Vinagre
1 lllll Trigo du Reino rijo
doi precos correntesdo assucar, algodo, e oitodM libas
Miis gneros do paii,gue se despachan na1 rjevada do Reino
mesa do consulado de l'crnambuco, nv se-[ Dila das Iihas
manade 2 a 6 Assucar cm c. branco I. qnal. Arroba
pipa
alq.
7.2C0
6.000
4,500
2,400
1,800
40,000 44,000
36.000 40,000
20,000 24,000
340 460
440 510
4no 456
220
220
240
200
210
225
m'i
MU
21:976,370
1:137,4
Rcis 20:837,068
Ezistenles
as seguintes especies.
Dinheiro S3'??;?
Leltras 20:53t,5J6
Alfandega de Pernambuco.- 30 de outtibro de
1852. Oescrivo inlcrino, ranfliro rie I aula
Gmcaltts da Silva.
IIIIIOllfU'IHl.
Escuna nacional Laura, vinas do Mara-
Dblo, consignada a Jos Daplisla da ronse-
ca Jnior, niainfcslou o seguinte:
1 csiza tt-eidos de seda e algo 13o, 2 illtas
rapel para forro de salla e baira; a Jos An-
lonioBsslo.
702 saccas arroz, 36 ditas cafe, 2 ditas
feijio, 2 Jilas rap, 24 ditas vazias do rape,
17 saccas pimenia da India, 200 dilas cunn,
13 amsiradas cousas mtudas,6caiioesquei-
jos, 100 paneiros tapioca, 1 Jacaz, e 2 sur-
1 Oes carne si cea, 52 barris azeil" doce, 2
saccas alfszema, 3 caixis cha ; a ordem.
3smuse I campa de oietal tclho, 2 ar-
robas e 12 libras estanto dito, i ditas cobre
dito ; a Andrado & I ial.
160 paneiros farinha de tapioca ; a Cou-
teia & Companhia.
I gaiula com araras ; a J0S0 Mooteiro de
Siqueira.
L>0canadas de salsa parrilha ; a Joaquim
Fcneira Ramos.
35 barris e 8 ancoretss azeite doce ; a Ma-
noel Caineiro Pereira doa Santos.
1 cailote doce ; a Antonio Augusto de
Ca[vaiho.
10 barris azeite doce. 1 caixa cochins de
lisdo de linho, e 1 perja de panno de linho;
a iNovses Compsnhia.
6 sicraservsduce; a Manoel Ignacio de
Oliveira.
2 arcos porta de ferro bat lo psra forna-
Iha ; a Francisco Antonio Corma Cardozo.
17 caixis tecidosdealgodfiu; a H. Cibson.
1 dita sarja (reta, 1 lardo lecidos .le l-
godilo ; a Maooel Calmonl & Companhia.
I pacote pentes de ctiifrej a Francisco Al-
tes de Pinbo. ...
I pacote reoes de slgodSo, 3 encapados
fuinha de agoa ; a Manoel re Almeida No-
gueira.
50 sacess tapioca do Para, 100 paneiros
farioiia de tapioca ; a Jos Bapusla da Fon-
seca Jnior.
CONSULADO GERAL.
Rondimentddo 1 a 29 ... .31:704,513
dem do dia 30 >. t. i..ii.n. 732,270
32:436,783
DIVERSAS PROVINCIAS.
Reodimenlodo 1 a29 .1:577,875
lxpoi Inc.'"
Rio de Janeiio patacho nacional Vlenle,
de 180 loncladas condusio o seguinte :
1 360 sarrio com 6,750 arrobas de assucar,
a.'oOO cOros verdes. 48 bailas papel, 4 duziaa
te boas de amarello, 4 prsnxOea dilo, 2 cal-
as trata, 10saccas algodSo.
Montevideo patacho oriental Leopoldina,
de 187 toneladas con.lusto o seguinte : 70
pipas cachaca, 660 barricas com 4735 arro-
ins e 25 libias de ssaucsr
HECEBEDORIA DE HENDAS 1NTEHNASGE-
RAES HEPERNAMBUCO.
Rendimentododia 30. .... 381,867
'.CONSULADO PROVINCIAL.
Reiidinienm do dia 30. 765,834
mase.....
bar* a sac. Iiraneo..... "
I a mase..... (i
a refinado..........
Algod'.o em pluma de I* qnal,
Dilo.........: 2.
Dilo...........3.
Dito em caroro................ n
Espirito de agoa .menle.....Canad
Agurdenle caxaca ,,..,.
Dila de canna.........
Ditarestilada..........
Grnebra..........Canad
Dila............Botija
Licor..............Canad
Dilo.............Garrafa
Arroz pilado2 a.roba mu Alqneire
Dilo em easca,......... "
Azeite de mamona........oanada
Dito de 1 ni ni ni', 111 ..,.,. 11
Dita de peise....... a
Cacan..............Arroba
Araras.............Dina
P;i| falos...........Cm
Bolacha............ Arroba
Biscoitos ...........
Caf lion............
Hilo r.istidf 11.........
Dito com casca......... a
Dito inido............
(.'.,111- secta.......
Cocos com casca.......Cenlo
l'.l III UlIO I,O US ........
Jilos ordinarios .......
Dito legalia e primor
Cera de Camauliu......Arroba
Ditaem velas.........
Coln: novo mod'olila......Libra
Couros de Hot salgajos .... Lllrra
Diloezpiados.........Cm
Dito de noca..........
Diloilc de cabra coitidos- ....
O casca calda........Libra
Dito de Guiaba.........
Dilo secco..........
Jeleia.............. "
Estopa nacional........Arroba
Dita rutraugeira mo tic obra a
Espanadores grandes.,.....Um
Dilos pequeos........
farinha de maudioca.....Alqueire
Dita de mllho.........Arroba
Dita de aramia........
reijno........:.. Alqueire
Fumo 1,1011...........Arroba
Dito ordinario.......
Dilo em 1.1II1.1 iioni......
Dilo ordinario, ,.......
Hilo lasloibo ..'.,-. a
luccacnnlia...........
l.omina ,..........Alquece
Geingibre ,.........Arroba
Lenha de adas ....... Cenlo
Ditas de toios ,......
Prnuchas de amar. ile2cnstad Um
Ullllic lomo........ "
i.usi.dii de umaiello de 36 a40
p. de c. 2 '/a a 3 de I. ...
Dito dito usuaes........
Ctistadiiiho de dito........
.loalhodedito ,........
Forro de dilo......... 1
Costado de louro....... 1
Costadinho deduo......
So.dlio dC dito......... I
Forro de dilo....., I
Ditos dt cedro........
loros de tatajuba .
Vaias de parreira.....,
Ditas de agutinadas .
Ditas de qulris.......,
llod.is desi uuira para carros
Eizos de ditas pi a ditos .
Melaeo............
Milbo .............
Pedra de amolar......
Ditas de fnlrar........
Ditas ile relilo ........
Ponas de iioi........Cento
Milito do Reino
2,000 Dito das lillas
I ,uoo Ceuleio do Reino
1,300 i
a.ioo ESTADO DO MERCADO.
1.4 0 Algodao. Tem-ae eflecluado algumas ven-
2.560 a para consumo, recusando os possuidores
siS('0 em eral vender pelos precos colados.
5.2"0 Cal. Foi veudida uina partida da primci-
1,800 ra surte para reesportar ; da segunda e lercelra
',"'0 sorle, lein-se ellccluado algumas vendas para
400 n consumo. ... .
0 (Jouros. Venderain-se os espchalos da
lo 1: iina que existlam, c alguna dos salgados para
30o reespirtar e dos salgados do Maranhao para
Isno consumo.
* Assucar. Acha-se parausado e como o mer-
IS0 ca,|0 abunda desle genero he provavel que bai-
",u zetii alguma cousa os precos, e be Isto o que
i,800 esperan! os consumidores para enlaoopedi-
'.2'0 rem.
04o Cacao Vendcu-se algum pelos precos co-
1,200 tados para reesportar.
I,i80| uuruc. -- Algumas vend.i ae fiserain.
5,000 Salsa parrilha. Falta a qualidade superior
10,01101qUe acha prompla venda ; das oulras qualida-
3,000 des nao se procuram.
4,200 1; mima copal. -- Falta e hepracurada.
6,400 afias n( ados.
3,800 Sclcmbro 16 barca porluqucia Figueiren-
2,1nii Sl., c.iiiicin J I', dos Santos, da Baha em 45
*,2nO das com assucar; a B. ,M. O. Borges Sobrinhos.
(i,4001 dem 17--barca portuguesa Duarle IV, ca-
4,200'puio L. 1. Ilazllio. do Rio de Janeiro em 68das
3 000' com .loim.ir, caf e couros a B. M. O. Borges
1.4o Sobrlnlios.
0 dem 1S -- patacho porluguez Mara Ignez,
2,5'i0 capllao J. F. Gomes Jnior, du lo de Janeiro
.onO cm 611 dias, com assucar caf e couros; a Mar
8,0111 nuca Nelto A C.
itHJ dem 10 briguo porluguez Mara, capllao
115 C. 11" dias, com assucar ; a P, 1. da Silva.
15,000' dem 10 barca braiileln Caledonia, eapi-
200 i.,o II. Itodrigues, da llahia em 05 dias, com as-
sucar: a M. 1. Machado.
dem 19. brigue porluguez Lala, capllao J.
de Abreu, de Pernambuco em 4'J das, com as-
sucar e algodo ; a A J. A. Guimaraes.
dem 19 biigue porluguez Bom Successo,
capilao J. L. Sanios, do Rio de Janeiro em 60
dias, com assucar e caf ; a F. S. Vagnl.
I l.mi -.! 1 patacho partuguei boa F, capl-
lao F. Goiif.lres do ilaranho em 34 dias, com
1 a S'guiu psra llahia.
Navios sahiios no rnesino di.
Liverpool brigue inglcz Runnymede, es-
pillo Samuel l'rouse, carga assucar.
Rio de Janeiro barca sme:|cini Francia
Watts, capillo C. Daureiter, em lastro.
Navios entradoi.nn dia 31.
Aracaly 15 dias, blale brasileiro Flor de
Cururipo, de 08 toneladas, capillo Ale-
xandre lote Aires, equIpagemO carga
sola e couros; Tb'o; hilo Sevo & Compa-
nhia. Pssssgeiro, Jos Thomaze 9 escra-
vos a enl'i'gar.
Macelo 48 horas, bsrea ingleza William
Rtissell, capillo James Sheltord, carga as-
sucar e algodlo Veio este porto rece-
bcr ordens e tenue para Liverpool.
iVuro sahiilo na mesmo dia.
Monlovi leo patacho oriental Leopoldina,
capillo Arduino Montautli, caiga assucar
e agosr lente.
Navios entrados no dia i '
Southimpt.in n portos intermedios 221)2
dias, m; nr inglez Teviot, commanJanto
C. II. Onsiow. Traz a seu bordo, para esta
provincia, Jos Alves Uarboza, llaymun-
lo Cailos Leile J0S0 Aires de Souza ,
Gustave Delenot, e 81 passsgeiros para os
portos do Sul.
lili de Fernando de Noronha -3 dias e. 10 ho-
ras patacho t'ansporte Pirapama. com-
111:111 Im 11 lo Gamillo de Leus Fonsrca. Traz
a seu lio-,tu, Miguel AI;xandrioo da Fon-
seca Galvlo, Manuel Thomaz doa Santos,
MibocI Lobo de Miranda Manriques J-
nior, Jo Rodrigues Lima, Lourenrjn Jus-
tinfaim deSouzt l.olio, Manoel Saturnino
doa Sanios Noves, Francisco Pereira Cam-
pos, Joaquim Rodrigues Maia de Oliveira ,
Jos Joaquim de Sania Anne, Manoel Ri-
beiro l'aes, 12 mulh'ros, criangas e 3 es-
cravos, primeiro lonenlo do exercito Jo-
s Angelo de Morars Reg, I cadete de ca-
cadores, 12prscasdearlilhsria a p e
presos.
Navios sahidos na metmodla.
Rio de Janeiro ps'.icho brasileiro Valen-
te, capillo Frsncisco Nicolao de Araujo ,
carga vs[ios gneros. Condux 55 escra-
vos com passapoites.
Portos do Sul vapor inglez Teviol, com-
mandanle C. II. Onslow. Leva a seu bordo,
Dr. Antonio dt Silva Conos o I criado ,
Dr M, Peixolo, J. R. Passos, A. K. StlXa,
Joaquim R. Seixas, J. A- Nazarelh J. A.
de Vaaconcellos J. de L. Nob-e Jnior ,
F A. T. de Barros, J. Vieira de Caivalho e
sua senhora, A. F. Gomes, F. Teixeira de
Oliveira F. L. da Silva Filho, V. A. da
Silva Guimtres, J Caelano de Araujo ,
A. D. Pompeia, F. J. M irliul Jnior, ,M. I
di Avellar, C. P. de Castro, F. I Santos
Jnior o 1 criado, e J. P. Fiqueiiedo.
... 1 -*
JJecIaraijoes
Psra ae pssstr festt.
Algs-s um bom sitio 00 lugsr do Cor-
deiro. a margem do Ctpibsribe.cotn boa ca-
sa, estribara para tres cavallos, casas para
prctos e fettor, pomar e jardim, as-im como
iiaixo cun capim e milita lioitalicu : na ra
doQneimado n. 30, segundo andar, ou na
ra da Madre de Dos, trmtzsm de Barroca
& Castro.
Compras.
Compra-se urna escrava, moca, que
seja perfeila engommadeira, cosinheirs, e
que silba enzer alguma cousa; na ruada
Mtdro de D<-os 11. 36, primeiro andar.
Compra-so tima carrosa forte em bom
eslsdo, e um boi manco para a mestni: na
ra da Solidado casa ter.-a* n. 42.
Vendas.
Banco de l'eniambuno.
Os descontos conllnuam a 8 por cont
ao anno, por letras al mezes. Compra c
vende letras sobre o Rio de Jsneiro de
qualquer qusntia ea prasns resoaveij. Tam
bem recebe dinheiros a premio de 5 por
cenlo ao anno, a nlo menos de 6 mezes de
praso. Banco do Pernambuco 30 de outubro
de 1852 O secretario, M. I. de Oliveira
Cmara municipal.
Perante a cmara municipal do Rccife.es-
tara em preca no da 3 do crrente o Tipo*-
tu sobro iiiBSCtse boceteiras por 250,000
rs., com o abale de 150,000 r., aulorisado
pelo Exm. Sr. presidente da provincia,
requisiclo da mesma cmara.
A rnpaiticlo das obras publicas rum-
ora OS seguiules materiaes : --10 milheirns
de lijlos do alvensria batida, 1 peca bo do couro, que lenha a grossu'a de 4 po-
legadas, 300 caibros para andaimes, 6 du-
nas de tabons de louro para aiidannes, 5u0
pecas de cordas do embira branca, c 1000 a
quciri'S do cal preta. As pessoas que laes
olijectos quizerem vender, comparefamno
da 3 Jo novembro nesla repartidlo ao meio
da, trazendo as suss propostas cm cartas
fechadas
Avisos martimos.
240
2oo
4u0
480
1,0(10
1,000
2,000
1,000
1,0 iO
1,000 arroz ; a M. II. Lima.
2,400 dem 20 brigue escuna porluguez Atrevido,
4."(i0 capilo J. P. P. Borges, da llahia em 5 das,
..,000 com assucar e couros; a J. A L Robim.
3.11OO dem 21 brigue porluguez Dous Coraces
7,0a0 Unidos, capilao A. A. Pedroso, do Para em 16
4,000 dias, con arroz e coums ; a J. A. L. Itoblm.
porlugueza Tentadora, ca-
do II i" de Janeiro em 56
ni nli'ii 1 ; a Ghambica &
(.iiiin'.il
uiia
Par
a
Canad
Alquuie
I ni
Piassala.....
Kola ou vaqueta. .
Seiioem rama .
PeUcs de eamairo ,
- n. a pan lilla .
Tapioca .....
Uiilias de boi .
dabo .......
lllho
. Mel
Arroba
. Urna
, Arroba
. Cento
. Libra
3,000 dem 21 barca
25,000 piuio J. J. Pimenla
J.OaO illas, com assucar
2,(iii0 Concalves.
i,6uo dem 21. -- barca portuguesa Tamega, capi-
lao M. F. de Oliveira, do tilo de Janeiro em 02
dias, com assucar e madelras; a Chambica
GoDfalvas.
dem 29 patacho porluguez Forte, capllao
F. J O. Feijao, do Rio de Janeiro em 71 dias,
com caf, assucar e madeira ; a A M. Bravo.
Outubro 4 patacho porluguez Saudade, ca-
pllao A. M. Tavares, do Rio de Janeiro em 56
dias, com assucar e caf ; a J, A. F. da Costa,
dem 5 brigue poi tugues Sociedade, ca-
pllao M. C. e Silva, do Para em 38 das, com ar-
roz ; a J. J. das Neves.
I de 111 9 brigue partuguez Viajante, capl-
lao M. dos Saulus, de Pernambuco em 39 dlis,
com assucar ; a Esequiel A: Seixas
dem 9 barca portuguesa Tejo, capllao A.
P. de Figueiredo, do Rio de Janeiro em 5l dias,
060 om raiios gneros; a A. J. de Oliveira.
dem 9 -- vapor Inglez Tay, capilo F. I..
Moss, do Rio de Janeiro, Bihia e Pernambuco
ein qualidade de paquete
dem 10 brigue brasileiro Allante, capilao
C. (Jaetano, do Rio de Janeiro em64 dias, com
assucar e madelras; a B. M. Borges Sobri-
nhos.
Iilrin 12 brigue portugus Robim, capi-
lo A. B. Mallos, do Bio.de Janeiro em 57 dias,
com varios gneros; a/. A. L. Itoblm.
Navios carga.
Para o Rio de Janeiro o brigue portugus
9,"00
17,000
7,o"0
20,000
I (1,00(1
7,000
6,ono
3 500
4,000
5,3WI
3,00
2,300
2,000
1,zoo
1,290
l.liOO
10 000
18 0(10
140
i 56o
040
0,000
800
3,?0
320
1,100
4,000
aOo
17 Ono Lalce, capitn Joa de Aoreu.
'-_- II.. .. I I I I I Ulll':'.l I..1
2,000
JiiO
ubll
lib.
LISBOA 14 DE OUTUBRO DF. 1852.
/Vetos correnle dos gneros do Brasil.
I'or baldeacao'.
Por
Alpnil.ii,di' Pernambuco
Dilo do Mauubo
Dito dilo de iiiai-liiu.i
Dito dilo da Bahia
Dito dilo do Para
Dito dito de machinas
Cacao
Caf do Rio. 1.' sorle.
Dilo dilo segunda dlla
Dito dito lercelra dlla
.i.ni o brigue sueco .'ohnJohnsloD, ca-
pllao II. F. Gauson.
Para o Maraoho o patacho portugaez Boa IV,
capilo F Goncalves.
Para Pernambuco a barca portugueza I.lgei-
ra, capilao Amonio Jos Rodrigues.________
Precos.
110
lio
' 100
101
100
100
Arrob. 1,400
Movtinento do porto.
o.
n.
Navios entrados no dia 30 do passado
n. Rio de Janeiro 16 das, barca ingleza Cor-
"~n' rido de 250 toneladas, capillo Humas
n; Syell, equipagem 12, em lastro; a Deane
I 500 Voule 1 Com,.ania.
'400 2,'6Do Assi -- 15 das, patacho brasileiro Minerva,
1,900 2J0U de 162 tooelaJas capillo Candido Lopes
i,T00 i,80o Moutinbo equipagem II carga sal ; a
- Para Lisboa a galera portugueza Mar-
gan I, capililo Silverlo Manoel dos Reis, sa-
lte a 10 de novembro vindouro : (uem qui-
zer carregar ou ir de passagem, para o que
t--m excellcnles cominodos diiija-so sos
consignatarios Oliveira Irmlos ti Compa-
nhia, na ra Jo Apollo n. 14, ou ao referido
capillo, na praca do commcrcio.
Salto para o Rio (,e Janeiro no
dia 8 de novembio o brigue nacio-
ii. 1 Recife: para o resto da carga e
escravos a frete, trata-sc na ra do
Lollegio n- ^segundo andar, ou
com o capil3o Manoel Joaquim Lo
bito.
Aviso do versos.
Pogunls-se aos Srs redactores do Vi-
gilante, o que flzerim do dinheiro que rc-
ceberam das ssssignslurrs do mesmo ; pois
consta-nos que rio sshira o quarto numero
no dia marcado, flranlo.relido |or Talla de
quinzamilrs pira pigamenloda lypogra-
phia, o que informa m-nos, dr 11 tugara que
ocareteiroen fiscal prelerdesscm pagar a
dita quaotia havendo um recibo, ao que nSo
aonuio a honrada proprietarla. A' vista
diatoo que he relio do dinheiro da assigna-
tura ? I. ., Estar n'alcofa? ...
Um assignante.
Ao meu nobro amigo o Sr.Ciryllo Martlosda
Costa ( !
Li s sua des,'o irla e aceiloi ; cada vez-
mais oalmiro, o me compa leyo do sen esta
do nervoso, aguardo todava occasilo de o
i ni'oin.....i.ir sompre que mn escrevernm do
sertlo t^ hrevo temos pitada .' Adeus al
a primeira. Sou do V. S. alero do q o seu mais sffecto e dedicado apologista.
Antonio Jorgo-
Precisa-se de um porluguez fiel e deli-
gonte, para corlo srranio de negocio: a
tratar na ra da Soli lade casa n. 42
-- Na ra Direita sobrsdo de um andar n
33, ao pe .',.. I ..; 1 ., vende-so doce aecu do
caj (rilo agora muito bom, e de calda para
quem quizer mandar para fora, como tam-
uem vendo-se outras quslidsdes secse de
calda, lamhem se faz bolinhos, bandeijas
com os mesmos enfeilsdas, com diversas
galantarias, faz-se past'is do nats, do carne,
doces 'ovos.aiz de leite seco e ludo mais
que se pretendo pira sobremesa-.
-- Jos Joaquim Ferretra de Soura, decla-
ra ao publico, que o annuncio publicado em
o Diario o. 24.6, de 30 de outubro du corren-
le anno, sobro a cicheira do pateo do Car-
ir,.1, nlo se enlendo com elle ; pois nunca
leve cochoira, e nem lio pouco negocio al-
gum com o Sr, Joaquim de Souza Cirne.
-- Alugs.se melado de u na casa na ra
docollegiuda parto do rio: quem preten-
der enlenda-se com o propriotario desle
Diario.
-- Preciss-se de seis contos de ris por
lempo de seis mozos ou mais, com o pre-
mio que se convencionsr : quem quizer dar
atinunrie.
Grande hospital
0 grande hospital de caridade precisa de
u na enlcrmeira : quem quizer oceupsr es-
te lugar procure o regente.
Precisa so de una ama paracas de
liomein solteiro : a tratar na prac,a da Doa-
Vista 11. S.
A pessoa que teve a habilidade de ti-
rar um annelo, com diamante, do umi
das finuras que estivam na Conceiclo dos
Militares no dia 31, queira mandar entre- de superior qualidade, em barris de 5 em
gar ni rus das Cruzes n. 37, primeiro mi- pipa; em cisa do Augusto C. de Abreu, na
dar, do contrario sera publicado seu nome. ra da Ca Vm do Recife n. 48.
-- Joaquim Antonio Ribeiro embarca pa- Bom negocio,
ra o M.r.nlilo, o seu cscavo Faustino. Vi-ndo-sc urna ..muelo MU de pinho.com
Oabaixo assignado avisa ao respeita- caix,|hos em bom c,llllo proprja
vel publico, que ningucm faca contracto al-
Loteria do Bio de Janeiro.
aos 30:000,000 e 10:000,000 ders.
Nalojademiudciasda praca da
Independencia n. 4 vendem-se
bilhetes inicuos, me os quartos,
oitavos e vigsimos, a beneficio da
i5. lotera do thealro de Nictln:
roy ; vem a lista no primeiro va-
por que ebegar do Uio de Janeiro.
INa mesma ioja cima recebem-sc
bilhetes e cautelas premiadas da
loteria da Matriz da Boa Vista ,
em troca das que tein a venda do
Bio.
Loteria de Nossa Senhora do
B osario.
Casa da Fortuna, na ra Direita o. 7, tiesta
casa, o na prar;a da Independencia Ioja do
Sr. Fortunato, o nos lugares do costme es-
to a venda cautelas, bilhetos e meios da lo-
teria cima, cujas rodas andatn impieteri-
vel por todo o mez de novembro.
Brinetes 8,000
Meios 4,000
(juartos MN
Decimos 1,000
Vigsimos 500
Vinho de Colares,
em barris de 7 cm pipa ; em casa de Augus-
to C. do Abreu, na ra da Cade>a do Recife
n. 48:
Vinho de Lisboa,
dizondo qu" he meu soco quando tal nlo __ vende-se um ptimo sitio, na estrada
lia, apenas por o ver desarranja lo o -om fa- rf Hingqinb0 com o oitlu para a ponte da
m.l,.,eandar-me semprea pedir he queo com l80 polinos de fundo e. f 11 de
admit, na minha coche.ra psra ad iiimslra- f P g d Ve|hi p 4 se dj.
n,i >(i,,l.r_ntn ,la mlii. in 011 mu l,1l> itm .
a ou aj'iilar-mc, danilo-lheeu a metadedos
ganhos qne houvessom de portas a dentro, e
isso mesmosempre anda adianlado, por isso
vou por meio desta fazer vi' que quem cm
tal negocio se nvlter, perde o seu tempo e
seu dinheiro. Vicente Moreira da Silva.
Thomaz Fe'roira Serrlo, embarca para
o Miii'.iiiii.ii> em companhia do seu primo o
bacliarcl Jos Mariano Alves Serrlo, O seu
escravo crcouln de nonio Francisco.
Precisa-se de urna casa para negocio
do moldados, desdo a ra da Cadcia do Ite-
cifo ate a rulada Cruz, quem liver alguma
neslrs lugares, e quiser ceder as chaves,
ra quem vende.
Vendo-se a pura gorama dn araruts,
pelo proco de 400 rs a libra ; na relinac,3o
da ra Direita n 32.
-- V'endem-so duas ca.rois e dous bois,
por prec,o commodo; na ra da Ponte-Ve-
Iha n. I.
Vende-so urna novilha, muito gorda,
a fallar na na de S. Aromo n. 16.
lucas luvasciileitadas para
noivados.
Vendom-se muito ricas luvas de pellica,
onfeiladss, com requifes o fitas do varias
compra-se os generus que tivernclla: a Ira- 00-cs, u ais .Inlicmlu possivel, muito no-
tar na ra da Cadeia n.4l. vas e frescas, chegadas ltimamente, pelo
Fu-taram da sala do ahaiio assignado
no dia Io do correnle urna Karralinha fiara
agoa de colunia, de virocr do rosa com
listras de floies duuradas e rolba de meia
la, tima dita do vilro cor azul, com rolha
fingtndo urna angolic, una dita de vidro
verde bordada de ouro, com rullia repre-
sentando tambem uim anglica, una ligu
diminuto preco de 2,500 rs. o par; na ra
duQueimado, nova Ioja de oiiudezas n. 47,
do a.....ni Jos do Azovedo.
Lima de ponto ingle* para
hornero.
Vendem-se luvas de ponto inglez, muito
elsticas edo muilo ba qualidado, chega-
ra depurcelana dourada, re, reseolanlo urna das ltimamente, as quaos os amantes de
saloia com urna crstinlia na rolo, e uin par hom goslo podem procurar na ra do
le figuras pequeas do porcelana : a quem Qucima lo, nova Ioja do midczas n. 47, de
for oHVrecido esle roubo poler aprelicn- Antonio Jos de Azivedo.
der.uu quem deiiesoubr dar parte que sj- u,,,)^ abotuaduras para collete.
ra rncompenca lo, guardanJo-se segredu. ., V n.n.t .
Marcelino Jos Lopes. Ven lem-so, na rus do Que. na,\o nov.
I! a V ,0J" de miudezas n. 47. muito ricas abotua-
la" duras para collel", pelo biralo preco de 500
LNo aterro da Boa Vi-ta n.
55, precisa se alugir ttm prcto pa-
ra servico de casa.
|)a ra Augusta at o pateo do Terco,
drsapi areceu um menino do idade de 4 ou
5 annos, cor morena, carelios pouco caxia-
dos, levando vestido um linio de chita ro-
sa, o nada mais por estar ate descalsu : quem
delle souber, on livor noticia dirija-se a ra
Aii-ii-ti casa de Frsncisco Joaquim ao p
do thealro.uu no AfogaJo no baeon do Quia-
boa sua mli Eugenia da Costa Cordoirn,que
sera recompensado.
U iilimi Mauvernay & Compa-
nhia, aterro da lio i- Vista u. i a.
Tem a honra de prevenir ao respcilavel
publico, quo a Ioja que foi de madama Por-
ta se ach nova monto a beita coro um com-
pleto sorlimento do objrctos do loilleto para
senhora, tie.rn.como, vestidos do sede, cha-
peos, enfrites para solr, manteletes, capo-
tinhos en n rete e cainisiiili>,pcscocinhos,
romeiras, manches ds moda, bouels e cha-
peos para meninos,burzeguins para os mes-
mos ; rendas dn lo las as qualidades, trancas
e franjas de todas as cores, e muitos uutros
objectos que so tai .lo patentes aos compra-
dores. Mi mesma Ioja fazem-se vostidos e
roupa para meninos, chapese enfulles para
baile, ludo pela ultima moda e por presos
commoios.
Ilesa;.parecen no dia 22 do correnle do
engrnho Caiipe da comarca de Igiiarass,
um escravo de nome Antonio, | or enloma-
ra Haitiano, com os sign-es seguintes i
idade 50 annos, tiouco mais ou menos, urna
ferola em una perna, com bstanles cabel-
los nos putos e as mesmas, com varias
marcas de laidos, he calvo, com bastantes
cabellos brancos, cujo.escravo foi comprado
nesta praca a Viuva Pereira da Cunda ; por
is-o rogs-se a qualquer autoridade policial
ou capillo do campo que o peguero, o man -
dem levar ao dilo engeiilioou nesta praca
ao Sr. Jos da Silva Luyo, na ra da Cruz
do Hecife, que serlo generosamente recom-
pensado.
Precisa-se de um rapaz que .le fiador a
sua c induca, para caixelro do urna Ioja rs-
traogeira : aquella a qdem convier, appare-
fa na piafa da Independencia Ioja ns. 18
e20.
pe
Lotera d al atril da
O thesoureiro paga os premios desta lo- ,,. cada urna ; a eli's antes que seacabem.
te ni hoje(30;, e no 1.a 2 o 3 de nove libro Luvas ,Jfi torcol a GiO rs- O par.
^^^"^^rriV^sd^ai^'^iois^ nriAsnrffJOSi
dh,n,..VXt,V retira- rWttJWK
-. JustinoiHoinl, ciuauao iranctz, retira- qua|j,ia,|o; na ra do Qaeimado,
"SKSSTomba,sobraden. 2, prc- ^rfi?^ '' d8 ADln
cisi-se de urna ama.
Attencioso aviso.
Jos de Azevedo.
llicas bandejas recortadas,
dn todos os tamandoa, grandes e pquenss,
So da i to prximo noven- com pnturssas mais delicadas pussiveis, o
bro. abiir-se-ha o novo estabele-1 mais barato do queem outra qualiuer par-
1 te na ra du Queimado, nova Ioja de miu-
ciinento de bilhetes e cautelas
nao o das loterias dcsti provin-i
ca*cono tambero das do Uio del
Janeiro, cujo estubclecimento he
situado na praca da Independen-
cia n. 4o, garantindo-se ao com-
prador o jiagamento de qu.ilquer
premio tem descont : rnga-se ,
dezas i). 47.
liicos lequesde roadrepcrola.
Vendem-se muito delicados Jeques de
madreperola, com pennas e muito delica-
das pinturas, com urna borla o um frasqui-
nhodouradopara deilar cheiro, pelo dimi-
nuto prec/i de 20,000 rs. oda um ; na ra
o Queimado, Ioja de miudezas n 47.
Fitas de velludo para pescoco
com suss competentes llvellas douradas e
Ionio Jos de Azevedo.
-- Vende se urna preta, crioula, moca e
de boa fijurs ; a tratar na ru doS. f.on-
ealo n 27.
iiiiil.iilu nos amtales (leste ioro. I portento, .ios; manes "ellc. Jg L0 bonito9 pil,r0es, e tn.is barato do que
que seaguirdem para csperimen-ein outra qualquer parte; na ra do Quei
t.ir a sorte na nova caso, aonde en-1 m"l.lo',n.,V'.0* de miu,,e" "' d9 An
contraro sempre um lusido sorti-
iiienlo, lano de bilhetes, como de
cautelas, sendo os piceos dos do
Bio de ,'aneiro, os seguintes :
Bilhetes aa,ooo
Meios dito i i,ooo.
Quartos 5,5oo
Oitavos a,8oo
Vigesimoj i,3oo
-- Us legilimos derdeiros do casal del).
JosepliaSenlioiinda Lopes de Miranda, avi-
sa in ao respeitavel publico, quo nlo com-
pro n a casa odilicadr, com o titulo do col-
legio, sobro a parlo de urna outra casa, e
terreno do piopriedado dos mesmos her-
doirns, sila no l'oi;o da l'anella, foreira ao
8r. Francisco do Paula Lopes Res, ne bem
condecida, por ler sido do Dr. Jlo Lopes
Cardse Macu Jo ,- porque dila proprledade
por um indisputavel direito pertence aos
mesmos derdei.os.
Precisa-se de urna ama de leile forra e
prefeie-se parida de pouco.esem filho : n?s-
ta Typograi lna ra das Cruzes.
-- fierece-se um honiero com alguma
ni-lrir i;ao, para ensinar primeiras letras,
ou para Ciixeiro em algum cngenho:quem
o pretender annuiici, para selr.lar.
Preciaa-se de um menino de 12 15
anuos de idade, para raixeirode urna venda
juutoaoquartel de polica n G : a quem llie
convier, dirija-se i mesma venda.
Bilhetes do llio de Janeiro,
Aos 80:000,000 10:000,000, 4:000,000,
2:000,000 e 1:000,000 ders.
i'.stlo a venda na ra da Cadeia do Roci-
fe n. 24, Ioja de cambio de Vieira da Silva,
o reato dos muito afortunados bildetes ,
meios, quartos, oitavos e vigsimos da 15.
lote ia a beneficio do thealro da imperial
cidado de Nictli.-roy, cuja lista devo vir pe-
lo primeiro vapor, e troca-sepor bilhetes e
cautelas premiadas da matriz da Boa Vista.
Na ra das Cruces n. 22, vende-se urna
creoula, de 22 annos, que engomma, cose,
chlo e cosinds pouco, lava de sabio, com
um filho molequo muito lindo ; una dita
para campo, ou servico de ra, e um escra-
vo para o servico de campo.


Samls
Taiaas para engenho.
a fundico de ferro de D.
W. Bowman na ra do Brum
pr.ssando o ,chafariz contina a
liaver un completo sortimento
,e taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao
comprador.
A 5,ooo M.
Superiores chapeos de sol de sedi inglo-
zcs chcgaios polos ltimos navios, pelo d-
tnionlo progo de 5,000 rs. cada urna : ni
ra do Collegio a. 4.
I Vijfio novo a f,ooo rs.
No irmazero de Couvcia & Diis, confron-
te a escadinba da Alfandcga.
Queijos do sertSo.
Vendem-se muito bons e rescaesqueijoi
do serillo; na ra do Queimado n. 1*.
A 6,5oo rs.
l ihli'iu > chapeos do castor brancos, a
6,5(10 rs., cada um : na ra do Queimado
numero 9.
Chapeos para senlioras.
Vendem-so no aterro da Boa-Vista, loja
n. I, chapeos de seda com llores e bicos.pelo
preco ilo 8,000 rs. para cima.
Von.lem-si! lonas a imilaco da Russia,
muito rm conta : no armare do Fox Bro-
thers, na rila da Cadeia do Itecife n. 62.
Vendem-se espedios com mol-
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Biito, nico a-
gentecm I'ernambuco de B. J. 1).
Jjands, chimico americano, f n pu-
blico, que lem chegado a esta pra-
ca urna grande porc3o de frascos
' de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados e
preparados no Rio de Janeiro, pe-
lo que se devem ajotelar os con-
sumidores de t3o precioso Talis-
mn, de cabir neste eng.no, to-
mando as unestta consequencas ,
que sempre costumam trazer os
medicamentos falsificados, c ela-
borados pela ino daquclles que
antcpSem rOM interesses sos ma-
les da bumonidnde. Portento, pe-
de para que o publico se possa li-
vrar dcsta fraude e dislingua a
veidadeira salsa parrilha de Sands
da lalsilicada, e recentemente a-
iiui ebegada ; o annunciante faz
ver, que a verdadeira se vende
nicamente em sua botica, na ra
dii Conceiclo do Becife n. 6t ; e ,
iilein do receituario que scompa-
nha eada frasco, tcm cmbaixo da
prmeira pagina sen nome inipres-
so, e se adiar sua firma em ma-
nuscriplo sobre o involtorio im-
presso do mesmo frasco.
Vlointios de vento
com bombas do ropuxo para rograr hurtas
obaizasdccaplm D> fuiuliQaode I). W Bow-
man:na ra do Brumns.6,80 to.
Deposito da faOrlen Vond..%To"..nS.%hBa..b.r*C.. !
na ra da Cruz D. 4, algodSo transado a-
quella fabrica,muitoproprto pira siccosde
BaBucaroroupadnoscraos,porprecocom-
uiodo.
a lio rs. o covado ou 4,5oo rs.
a pe9a.
Na rua do Oueima lo, loja n. 3, vendem-
se chitas cscuiiis muito boas, o do lindos
rmili/.es, pelo barntissimo preco de 120 rs. o
covado. ou 4 500 rs. a peca ; hein como ou-
tras fazenda* baratas.
Cal vir^em de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem,
ebegada ltimamente de Lisboa, e
por preco limito ca conta: no ai-
mazem do Caes ila Allandega n.
-T.'oii a trotar no cscriptorio de
' *A 1,180 ris !
Vendem-so ro les de laas para calca,
1,980 rs.; na ra do Crespo, loja n. 5,
Potassa da Buasia, e cal virgem.
No armazn) da ra do Trapiche n. 1T, de
Jos Ferroira Basto, ha para' vender superior
potassa da Russia, chegada ha poucos dias.e
cal virgem da mars nova que ha no mercado,
Vende-se muito em conta urna casa si'
tuada na Casa Forle, temi d frente duas
janellas e urna porta, bom quintal com arvo
res de fructo, o excellenle cacimba : as pas-
soasa quem somelhanto negocio onvier,
queiram dirigir-se a ra Imperial n. 79.
Vende-se urna preta cieoula, de 24 a 25
anuos de idade, sem vicios, nem ac'iaques,
sabondo engommar, lavar, cosinhar e co-
ser alguma cousa: na Soledaile, no sitio dos
quiltro Iriles, a qualquer hora se achara
com quem tiatar.
Acha-se ven la a brta pitada de rap
princeza de Lisboa, om libras e meias, *
ventado do copierador, chegado uliimamen
te pelo vapor Severne ; na ra da Cidoia do
Recife, loja de fazendas, doJoflo di Cunha
Mn--.oli.i--, n. 51.
Adamsciiado monstro com 8 pal-
mos de largura.
Vende-so na ra do Crespo n. 5, na lo-
ja que faz esquina para a ra do Collegioo
novo adamascado brinco para loilhas cum 8
palmos do largura pelo barato preco de
1,600 rs. a vara, na no -un loja ha um rico
sortimento de manguitos de camhraia para
vestido de senhora o mais moderno que tem
apparecido pelo preco da 1,000 rs. cada
um.
A 200 rs. a vara,
Na ra da Cadeia Velha, loja n. 33, von-
dese muilo bom algodSo da Ierra a 200 rs.
de 50 varas.
a varn, em peca
duras douradas, os loafa"ricos que 'Toda atlencao ao novo ">rtmenlo
teem apparecido no mercado : na che/rado da c.dade da Bah.! I I
ruad, Cruz do Itecife n. 4g, ar-1 ja lu do Crespo n. I*loja de
mazem de L. Schuler & Com- Jos ranciscoU.as.
.. As muito acreditadas chitas oboclas de
panilla. novo* gostos a 200 rs. o covado ; chitas -
Na la do Crespo, loja n. 6. as com novos desenhos 6 coreslixasa 240
Vendem-se superiores corles dccambrala rs. o covado; chitas franco/as da prmeira
des-lpicos, com6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e qu.li lade a 280 rs. o covado; ris adosfran-
4 000 rs: fortes de cassi chita, de novos ceses os mais finos que tem vindoao mer-
i gostos, a 2,240 o 2,500 rs.; cassa franceza a cado o de novos pidioesa 28
' 440 rs. a vara ; cortes de hrim trancado os-
curos e mesclados, a 2,000 rs. ; panno lino a 2000 o corte diversos padrOes do nscados
prelo, a 3,000 e4,l>00rs.; lencos de camhraia ; de caca lingindoseds de quadros a 220 o co-
de linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
a 160 rs.; riscado c( linho a 180 rs. o covado
e mullas outras fazendas em conta.
,,l*****.*..**4--****"-*"***i-'
Ricas abotoaduras.
Vendem-se ricas abotoaduras par cole-
tea, as mais modernas que ha, e por prefn
mais commodo, do qua emoutra qualquer
parle : na ra dos Quaiteis n. 24, loja de
iniudoz'sde Cruz & Bastos.
Vende-se urna oscravt, creoula, moca;
na ra Vnlha a. 55.
-- Vendem-se duas vareas sen lo una
com (llho eoolra sem elle, tllhas do pasto,
estilo bastante carnudab.aervem para matar-
se ou para crar-se : na Sol lade, sitio da
viuva do fallecido Vioira; d-jc em ronta :
quorn pretender, dirija-so ao dito sitio, ou
na ra da Cadeia do Itecife n. 24.
Na ra do Crespo, loja n. 5, junto a do
Sr. Guilherme da Silva CuiinarSes, veolem-
sii corles de seda escoerza, de 12 covados,
sem ilrfoiio algum, por 10,000 rs ,a dinhei-
ro vista.
Vendem-se, por preco com-
modo, soceos com farelos, g'gos
com muito boa cerveja, champag-
ne em garrafas e meias ditas, fras-
cos com manleiga, vinho dc-Kor-
deaux em barricas, e velas steari-
nas, tiulo chegado pelo Cont Ro-
ger : na ra do Trapiche n. II.
-- Vendem-se toucas ou enf. tes para ca-
heca desenhoras, os mais ricos que tem ap-
parecido, e mais modernos, por preco mui-
to em conta; na ra Nova n. II.
Relogios americanos, para cima de
mesa, com curda para oilo illas e dura 30
horas, o o mais barato que em outra parto ;
na ra do Trapiche n. 8.
Aos senhores de engenho.
Na ra do Crespo, loja n. 19, de Jos di
Instrumentos de msica.
Tanto para orchestr., como pa-
Ricos quadros para sala.
No aterro da Boa-Vista n. 73. linda exis-
ta um resto de quadros seguintes, que ae ,"..:
vende-n por mdico preco, saber! oii-c- ra msica militar, vendem-aemni-
cOes ile 6 estampas em formato grande, dos to em cont i : em casa de Brunn
amores do D. Ignez de Castro: ditas peque- >__-_.. ., ____i- _. __ j.
as do 30 estampas com todo o reinado de r raeger & C ompanhia, na ruada
Portugal, desde A(Tun>n llenriques at ti. Cruz n. lo.
Mana-segunda ; retratos do duque de Bn- Pianni
ganca, giandes e pequeos; ditos do mesmo nanos.
a frente do exercito libertador no Porto; Brunn l'rarger & (Jnmpanbi l ,
ditos de D. Fernandosegundo ditos de V;s. receberam OS mais modernos pia
coda Cama ; vilas da revolucSo da patulea, ,. >u^. y
e di versas estampas de Santos: na mesma nos, de excedentes vozes que es-
toja tamhem s* vendem por precos muito ig0 0 venda, em sua casa, na ra
da Cruz n. io.
Aos senhores logistas.
Vendem-se ithiquetas para marcar fazen-
das e por nmeros em chapeos : na ra dos
em cunt, meias de linho c luvas Je pelica
para homem.
Barcge para vestidos, a Goo rs o
covado.
Lsta fazenda feita de 13a e seda, Quirtii n. 24, loja de Cruz & Basto.
offerece ao comprador, n3o s a '<'<=" bandejas.
nnn..nnJ:.u,l l ,.,. r,.mn nnr Vendem-se ricas hindejas de todos os la-
commodidade do pre^o, como por mt'lin0iep0rpr8fl000O10|0l n rui dps
ser um vestido de lindo padl-3o Quarleisn.24, loja de Cruz & Bastos.
e que nao precisa lavar-fe: na ra Ricas fitas de veludo.
do Queimado n. 10 acharSo OS Vendem-se ricas Otas de viudo pin vol-
ts, com as competentes Avalas, e por preco
mais commodo, do que emoutra qualquer
parle, franqueanlo-se as amostras aos com-
pradores : na ra dos Quirleis n. 24, loja
da Cruz & Bastos.
r'apcl marfim.
Vende-se o mais superior papel marlin,
milito prupriopara rrinos, ede ir,mta rc-
commendac.1o para os senhores procurado-
res de foros, alcm desla qualidade, aeven-
iNovaes ik Companhio, na ruado
Trapiche n. 3$.
l'azcndn da moda.
Voiiilem-sr siipnriotes cortes de cJtnbraia
de sal-icos braneoa da cor, pelo diminuto
preco do 3,500 rs. na ra do Crespo, loja
n. 6.
fotassa americana.
Botica homeopatltica
28 ra das Cenes 28
^ Ha para se vender algumas caixas ,-
i ricas com uiedicamentos om tintura. /
4 Cada urna sera acompanluda de um *>
j frasco com glbulos inertes o o O
iag meio de os piOjiarar. O
"-- Vendem-se asseguintcs smenles:
nabos,rbanos.rahaneles encarnados e bran-
cos, sebula, couvo trinxuda alfare ala-
mOa, repulhuda,chicoria, senoulas, fnijUo
ca diroita, fava, coentro do toureiri, alca, t-
males grandes, ropolho, couve lombarda,
saboia, e muslarda : na ra d Cruz n. 46,
dcfronio do Sr. doutor Cosme.
Vcndem-seamarrasdeforro: ni 'ai da
Senzalia Nova n.42
Farinha de mandioca a i,fioo rs. a
saces.
No armazcm de J. J. Tasso Jnior : na ra
o dAmorim n. 35
compradores, nao s as amostras ,
como as pegas.
Milho novo em saccas.
No Passelo Publico, loja n. 15, vende-se
milho novo em saccas por mdico preco; a
ello, Iroguezes, antes que so acabe.
A 5,000 rs.
Vendem-SB chapeos pretos franrezes, a
5,000 N., rada um : na ra do Queimado dVm'outraTdi'versasrcom'Te^eso'muYto
numero 9. superior, e a I maro perlina, ludo por preco
_ Vende-se ataberna da ra do Rosario m.iK^moj,, do que em outra qualquer
Silva Campos & Com. anhi, tem pin ven-!' Uo-N ,s,a 60 ; tratar na mesma. Ven- plrle ni r dos uartei n. 24, loja de
der, adinhei-o, os afamados cobertor^ del*1*? Por,^,", dono 1uer tr,l,r d,v sua Cruz & Bastos.
IgodSo brancos, vindos da Babia, sendo o sauue- -- Vendem-se rabecas pequeas, propriis
preco dos grandes 1,000 rs., e dos peque-I Velas Superiores de carnau- para meninos aprendero.11; na rui Nova
nos 800 rs., a porcllo he pequea, c portan- ba feitas no Aracaly, manteiga muito boae n. 11. *
to devem-se aproveilar, porque talvez nSo barata,em frascos eem barris a retalho.con- -- Vende-se urna preti moca quo lava,
cheguem pan asencommendas. servas muilo novas, queijos de prato, ditos cosinha. o he ven ledora, o lambem propria
t' 1 l >> a. nnn fe n "amengos muilo frescaes, charutos linos de para campo, por 450,000 porque seu dono
casimiras modernas, B 1,000 ra. O diversas qnilidadet, aardlohll de mutes se retira ; a ver. na roa larga do Rosrion.
Covado. i muito novas, azeite doce francez engarrafa- 35, loja, onde so rec<-bcm escravos pin se
Na loja de fazendas da ra do Crespn, do, viu os finos de diversas qualidides, e vonder por commissao.
5, que faz esquina para a rui do Colleglo, mullos oulros gneros ; vendem-se por ba- para casamento,
vendem-se casimiras de gostos modernos, "tissimo creco, na taberna da esquinada N, |j, n,m dl ra do Raogel n. 8 tcm
a t,000 rs. o covado. rui da Cadria do Recife n t. ,,ara vender soda branca lavrada, propria
O cautelista Antonio Jos Attencao. para vestido de noiva, pelo bar. to preco de
ln.lritrnes rlp Snait* lnninr T.-isa1 Vende-se um sitio no riacho de Agoa Fra 2/0 covado, s vado; alpakus do cores f^eiidn do ultimo ,,ul"ou. ^o"" juuiui nina corn boa cs,o troaenlos e tantos ps de co- de chumbo, cor de parola, azul o cor de ou-
gosto a 640 o covado; dilas rom lios d isc-;ao respeitavel piililico, que n l5. queiros, vinle c tantos pesde larangeiras ro ; capotinhos bordados para menina pelo
ila nzonda muito lina a 800 ; dilas pretaslI0aria do tlieatro da imnerial ci- excellenle liaixa para capim, paslojpara ga- preco de 3,600; tamem ven la-se um bom
lavra.las imitanilo seda a 880; brim tranca-' doe muitos arvoredos : a tratar na ra No- violo rom algum uso por preco rasoavel.
do do puro linho cor de lama de Pa-is a uatlc (le NlClheroy, corre hoje 2 va n. 21, lorceiro andar. Vndese urna no^ra creoula, de 30 an-
tCOO o certe : dilo amarello <.uii um lin-i ,f0 coi rente. lio Rio aJeJaneilO e Vende-se gello, a qualquer hori do dia, nos do idade, pnuco mais ou menos, com ha-
listra faienda do muita duraco a 1600 o, ... nodeposio da ra da Senzalli Velha n bili lados : na ra do Rangel n. 56.
corle : assim co no outras muitasfazenda tl_ue seus Diineles e cautei i, es- u8i ou na rua do Trapiche n. 8 Moendas patente,
c por muito pequeo preco, como sejiiii tao a venda em Sin loja de Terra-' Vendse O botiqun 0 bllltar da rpi Acabamdechegir moendase meia men-
madipolOSI, IgodOes o zuarques e unisj
fizriilas baratas.
f^" Vendem-se palitos
rato do quo em outra qualq
rua Nova n. 26 ; a ellcs.com dinheiro, I"'" ,""J" *,* v Calcado. irovilo para a plantaco
Sapatos de c^rdavSo pan se- a
,, \j 1 iii< > '. ...
.No mitigo il oposito dl cadeia vcllia, n. .. Vendoin-sn lonas, brinzflo, brins, e
I.! i-xistpum* pequea porgao deputassaj me,,s |onu ,1a Russia ; no arrr.azein do N.
monean,chiiKndarcciintuniento quo por 0> |,f(,oor & Compinhia, ni, rua da Cruz
supoiior rival isa com adoltussia: vcude- n 4
postos venda as lojas do cosln-|rs de 200,000 rs de 100,000rs.,
me. a lotera corre boje 23 do cor-!e de 4o,ooors.; convida pois aos
li.iiilisli Rodrigues de .Souza, e no
aterro da Boa Vista, Ion de miu- %-,ni">' """" '"*.'"i"v erwlKadaoInglaterraeeonUnvaoUgtni
dezas n. q8 de Antonio da Silva .n,,ora' 6* r3' i Pto e los- sobre01.ontros ;*di.t*ntono ,eu irr.njo
Guimar3es. Omesmoavisaaores.tre>0,'ooor^ch'ne,lasdemar^COm^T,C^^
peitavei publico, que na me.ma.rol1u,.m J4" ,,0n:Cm' a '000.r''! Vende-se o verd.delro BS* eh.m-
ni loja do Arantes n.IJe ID. Ipagno, do excellente quilidade, ao proco
No aterro da Boa Vis-'c|e 5,000rs.;sssim como dequilidido n-
, ce 1 o ferior, muito em conta: no armazem de
ta n. dd, na pira ven- Brunn |>r(eger & companhia, na rua di
goslo sem coberta el
Ven lem-so pecas de panno du linho d
Alle.manha, Onffl 10 varas, a2J)00rs, cada
1 i-r;i : na loja do sobrado amarello, na rua
do i.iiii'iin 1I0 n. 29.
Billietes do iio de Janeiro.
O cautelista Salustiano de Aqui-
no l'ei 1 eir, avisa ao rcspeitvtl.loja foram vendidos em vigsimos,
publico, que os seus bimetes en. 3i3t,com 10:000,000 de rs., ejr
cautelas da decima quinta lotera,outros muitos nmeros com pre"-L3
e tic bom
i.e por proco razoavcl.
Deposito do tu 1 e potassa.
iNo armazcm da rua da Cadeia
dollccife n. ia, ba muito supe-
rior
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