Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03087


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Full Text
1
ANNO DE 1837. SEXTA FEIRA]
stn-.-ivi.-"..
j-j_'j.j m
28 DE ABRIL. N. 94.
PERN. naTYP. ,m. F. dfFARU. 1837.
das da semana-
24 ScpnnHa S. Fiel ilc Sigm.iringa mu. dos .luizes iln
Cr. de ni. e de t. ses. da Thczoururia Publi-
ca e Clianc.de t. *
25 l'erca S. Marcos Ev. n. riel- de ui. e aud. do J- de
O. de t.
26 Quarta S. Pedro de late. Sp. da Th.
27 Uuinta >. Tertuliano n. Re. de m. nud. do J.
do C. de ra. e Cli. de t. Quart. min. as 4 h-c Sfl
m. da t.
28 Sexta S. Vital M. sessao da Tli. Pub. aud
do J. de O- de i.
29 Sbado 8. Pedro M. Re. de in. e aud. Jo V.
O. de t. era Olinda.
30 Domingo y Catharina de Sena-
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO.
AS6EMBLCA LEGISLATIVA rnOVINClAL.
Acta da ac. Sessio ordinaria da Assem-
l)lea Provincial <1e Pernambueo aos
a6 de Abril de i837.
Presidencia do Snr. Dezembargador Ma-
ciul Mouleiro.
Pela chamada, vira-se presentes 23
Snrs. Oeputados faltando cora parteci-
pacioosSrs. Ramos, e L'jurenlino, e tem
ejla osScnhores Gomes, Drito, Foncera
o Silva, Alendes, Uibanc, e Aliia. O
Sur. Presidente abri a Sessa, e su-
guindse a leitura da Arla anteceden-
te que fui approvada cora suppress*6 das
palavras e por huma decisio foca do or-
dinario isto arequerimenlo do Scnbor
Pedro Cavalcante.
Pas30u-se ao expediente, eo Srahoc
primeiro Secretario leu hura oflicio do Se-
cretario da Presidencia da Provincia ro-
hrindo bum relatorio da Cantara da Ga-
ranbuns, e outro da Cantara de Paje
de Florea psdinrlo melhoramen'.o pira
a Gasa de suas Sesses; asim como para
a cadeia da Villa os qmes se enviare pa-
r as respectivas Commis,5c8. Leu urna
flepresentac,io dos Parochianos da Ver-
sea pedindo a conservacio da sede da
Freguesia naquelle lugar a qual foi en-
viada a Commisao doi Negocios Eole-
siabticos. Leo ltimamente hura reque-
rimento dos Iospsctor. s d3 Algodio, em
que pedetn mats huma quilidade para
o Algodio, o qual foi para a commUio
de agricultura e Cummercio.
Findo o expediente pta*ou-ce a pri-
mara parte da ordem dia, o oSenhor pri-
nieiro Secresano leu bum parecer da
Coinm3aa5 daa posturos das Cmaras da-
do sobra a faculdade, qoe pede a Cama-
ra de Olinda para aforar alguna terre-
nos, entendendo a Comroisa que a mes-
ma Cmara deve appre*eotar os doro.,
nieotos que provem os motivos e van-
tagens da alienacio, afoi amento, oo (ro-
ca coma disciicio topogrfica, e avolia-
cio.por pe los na forma do artigo 4a da
Le o primeiro de Oulubro de 1828. a
Sbte parecer entrando em discusso foi
s prvido. Leu o parecer di Commissa
de Estaliatica, que ententleu per justa a
represeutacio dos P. (do Allinho, pedia-
do paraali urna freguesia, pelo q'appie-
sanlou a mesaia Corajssio bum projecto
neste sentido que jnlgado objeto
de deliberarlo Ib i a imprimir. Fmda a
priotteira parto da 01 dem do dia Ssolior
Ttdoagorade|iudedft nos meamos na pru-
dencia, modaraco, e eoergiaieon lineemos coma
principiamos, e uranio spontadot ciffl admira-
;ao nire as Nacoes man. caltas.
freolamafi* da AmimbUa 9iral d Mroill
Snbicrafe.sea lOOOrs.aaeoaaea pagosadianiado
nesla T>p.iSrafia, ra das Crnzes D. .'?, e na l'ra-
ea da Independencia N. 37 e SM ; onde te recebem
correspondencia legalisadas.e municin; inserin.
do se sts gratis sendo dos proprioa assiruantrs'
nudo msirnado, '
CAMBIOS.
Abril S7.
-aLOndresSj a 35 1|2 Ds. St. poi lced. ou prata a
Opor cenlo de premio Nomina.
Lisboa 55 or o|o premio, por metal, Nora.
Frauca 255 H. por tranco
II io de Jan. 6 p. c- de prera
Moedas de 6,,400 I28ih) ns vclbas, novas 12,,O0O
.. 4000 6700a o,.(iuo
Pezos I ,,440
Premio da prata 50 p. o
,, daa latina, por mea I 2poro|o
Cobre 25 por ceuio de descont
PARTIDA DOS CORliKIOS.
Olinda_Todo* os dia ao meio dia.
(i jiana. Alhaudra, Paraiba, Villa do Conde, Mi-
maiRiiapn, Pilar, Real de S. Joo, llrejo d'Area.
Ratona, Pomba!, Nova de Soaaa,Cidade do Nal.--1,
ViPas de Ooiauninlia, c Nora da Prineeza, Cida(!e
da Fortalec, Villasdo Aquir?, Monte mor noto,
Aracat>, Cascavel, ('an'iidc, Granja, lmpcratri*.
S- Bernardo, S. Joo do Principe, Sobrar, Novad
RlRev, Ico, S. Matbeits, Rcacbo do fangue, .8.
Antonio do Jardini, Qeirramobini. e Parnabiba
Segundase Sextas (eiras 110 meio dia por va da
Paraiba. Santo AnioTodas as quimas fcirasa-'
meio din. (laranhuns. e BoDito nos ra- 10 e 24
de < ada mpz ao nio dia. Flores no da 13 da
cada iiiez ao meio dia- Cabo. Serinbaem, Rio Vof
mozo, c Porto Calvonos das 1, II, e 21 de cal-
me 7.
Luiz Cav lante fez o eegoinle requer*
nienlo- Requ.no que se pessa ao Guver-
ti daPiovncia que maodd entregara
diposicSo da Ccromissio de Estaliatici
desta Assemblea bum (.llicial Inferior, ou
soldado inleligeute da Compaohia deCa-
valaria do co po de PoJtoia para ir fater
em diversos lugares da provincia asinda-
gaQ5s necessarias a. s trah-lbos Choro-
grficos. O qual entrando em discussio
foi apiovado.
O Scnlior presidenta passou a nomear
a commi-.sa conductora dos aclos Legis-
lativos para a Sanead e designou para el-
la os Sur*. Vieirada Mello Leonardo Bi-
zerta e Autonio cavalcante
Passou-se a 2. parte da ordem do dia,
e entiou em 1. dicussa5 o Projecto n.
r3, que foiaprovado e da mesma mansira
fora aproados em r. discussa os
Projeclos num ros 14 e i5. P9ou a dis-
cussa do Projerlo n. $71 que b.ivia fica*
do adiado era 3. di^cuisa na sessa ao-
tcedente e smdoapoiida a seguate e-
mendadoSnr. Lui CivaloantiSubsista
oatt. 3., do Projecto original sotneote
q 'arito aos beneficios queest-5 prvido?.
Foi apoiada ta bein a seguinte emenda
rio S.jr. Sstte aoart, 3. Dignidades a
5oo:ooors. Prebendados 45o:oooo rs. Me-
i 'sPrehsodadoj 4"0-'"0'-1 rs. Ciira, e nic.-tre
de captlUs obligado as msicas 5oo:ooors.
Sub-chantn
e Organista 180:000 rs.
capelies 120.000 rs. Mocos do Coro, e Por-
teiro da Hassa 5o,ooo rs. Saociisfa 120^5
reis Fribiica 5oo,000 GralificacS ao Pre-
zidente Capitular 5o,ooo rs., e entran-
do para a votagaS as emendas fora6 apro-
vada9 as do Sor. Lu civalc.irite supri-
mindo osar!. 1. e2. e faseodo su-
bstituir o art. 3. e a do Snr. Sette ao art
3. sendo regeitada a seguinte do Sr* Lo-
pes-Todos os cjnegos, ou meios cone*
gos percebio a mesoia congrua iJapois do
que aprorou-se o Projeeto era 5. dii-
cussad pira passar a Commisa de Redac-
ca5.
Q Sor. Pr.^sidoute passou a dar^a or-
dem do dii por nao haver numsro de
Deputados para continuar a Sessio, e
designon para a primera parte pareceres
de Commisses, a Leitura de projectos,
e para a segunda parte 5- discosso do
proj. n, 42, 2. discus io do9 projecti a
ns. 1., 7,, e 37, e contmuacio do numero
4', e levantou a Sessio a urna hora a
uitia.
Francisco de Paula cavalcante d'AIbu-
querque, Vice-P.
Manoel Alendes da cuaba AzeveJo, i.
Secrttario ioteriao.
Felis Pejxotode BritoeMco, 2. Siicre-
tnrio Sapiente.
EXPEDIENTE DA ASSEMBLEA.
Officioj.
^ lllm. Sar. Rcsolveu a Assemblea Le-
gislativa Provincial, se pedisse ao Exm.
Senhor Presid<;nle d Provincia pata
mandar enttegar a disposi<;io da Com-
ra'i-i io de Estilstica da ine^ma Assem-
blea, uu olli i.I inferior, ou acidado in-
teligente daCompanbia de C vallara do
Corpo Policial, para ir faser ero di vm-.-os
lugire-) da Provincia as i:idaa<;5es neues-
saiis aos trabil'i'>s Coiograficos.
Comraunico a V. S. referida resolu-
co para lvala ao cnbecimeto do
Eitn. Senhor ^Presidente, a tira de dar
as 01 dens nccesiarias a tal respeilo.
Deo Guarde a V. S. Secrttaria da As-
semblea Legislativa provincial de Pernam-
buco 27 de Abril de 1837. lilm. Snr.
Manoei Iiidro de Miranda. L. K. Selle
1. Secretario.
Ilira. Snr. A Assemblea Legislativa
Provincial, tendo t-uvido a respectiva CO-
tn'ssio de N^-goeios das Cmaras, sobre a
inelnza rejire.-entocio da Ctniara Muui-
cipcl daciddece Olinda, na qual pe-
den a frculdade para poder aforar tres
soIo devolutos p-rtemunles ao seu pa-
trimonio ; Resolveo, que pra poder con
ceder oqrepedem, de ve a metma C-
mara apre^entar o-documeuto'-, que pro-
venios motivo*, e viintagetis tia alieua-
cio afoiamcn'o, OU troca, cora a dis-
oripiole topogrfica, e a av^liacio por pe-
ritos na forra* rio tl.spof (> no artigo 42
c'a L-i do 1. de Ootabro de 1828.
Curopre, que V. S.f^ca presente ao
E?ro. Senhor Pic-iidetite da provincia
esta resoluelo, para elle dar as precisaj or-
dens a re pe t o.
Dos Guarde a V. S Socretaria da As-
aeiuble Legistativa piovincial c!<> ivrn.iiu-
;uco27de Ab-il de 1887. -Illm. Sur.
M inoel Izidrc de Miranda. -- L. h. Sette,
1. Secretario.
Ao Coronel Cht'e da L C. N. de OJinda communicaudo-lhe
que o TenVnte Fi'aorisco Vctor de Mello
e Aib'iquerfjoe cata' di-pensado da im-
tru gao parcial do 2. Batalba da mes-
ma Ltgia ; e ordenando qua o fita apre-
sentar-be aoComm-nidaote das Ai mas, i\"
lemda oerepregar era onlra commissaS.
- Ao Inspector da Theaooraria com-
monicaudo-lhe tt-r sido o Teuente Fran-
ci-co Vctor do Mello e lbofuerqaa dis-
pciis.i-Jo da "ri9irnr<;a'o parcial do 2. Ba-
talhaS de Olinda.
A'j Inspector Geral Inteiioo das O-
brasPublicas, pata por cm hista publica
a i;bra do AiqueJucio da Estrada de Santo
Amaro, psra cujo lirn se lli9 davolve o
orcaoiento que apreentou cora o eu
cilicio de 22 do corrento j datidv parle ao
Govemo te appaieceitrai licitantes para
Ibes screra presentes ascondicr,oes.
- Ao Chele da LegiaS das G. N. da
Ouda communicao to-Ihe que foreo
expedidas aa ordena necessarias para ser
satisfito o que requisitou emseo oflicio de
a3 do corrate tanto na parte rtlativaas
4o gtanadeiras do adarme 17 para o Ba-
talli- n. 2 da mesma Legia como pa-
ra seremrecolhidos as competentes prifSes
do Qnartel do Cirpo Policial, es Uilicia-
ei Oificiaes Inferiores, e Soldados do
referido Batalba5.
A Cmara Municipal do Brejo com-
rauacando-Ihe a bpptovar;a da norcea-
ca que fez a mesma Cmara, de Antonio
Jote Patricio de Albu merque p*ra Encar?
regado da Vaccina n'aqutlle Municipio,
eque foi expedida a convenitnle par'e ip'-
9S Thesouraria para abonar ro nferido
Enearr-'gado a competeule grtilicactt.
Ao Iaspictur da Tlsouraia par-
tecipando Iha a inmiifi deque Iritao
antecedente cilicio.
PORTARAS.
GOVEIlSO DA PROVINCIA1
Expediente do dia 26.
OFFICIOS.
Ao Command^nte d
municando-lhe que foi expedida a con-
veniente ordem para se Ihe apre.-ivtr o
Tenante Fraacisco Vctor da Mello e Albu-
querque Instructor parcial do 2. Bata-
IbodaG. N. da Oiitida, ficando dis-
peostda des le exercirio.
A< Commandante Geral do Corpo Po-
licial, aoct'jiisando-o para faser por era
basta p-ibl' a na firma da Lei os nove ca-
vaIio9 da Compaubia montada que se-
gundo infirma se aha inteirameole
inuti'isados para o gervico.
Ao tnr-sojo para lser rec bar as
prises d> Qutrtel do seu Corpo, os Olli-
ri.us, Olioiaes Inferioras, e G. N. do
2. c Btalbio de Olinda que Ihe forera,
remettidos pelo resi ectivo (,'ouimanaaote.
Ao Director rio Arsenal de Guerra,
para lansar a Cargo do Commandante In-
terino do 2. Datalba da C. N. de Olin-
da aa 4o grnadeiras do adarme i7, que
por i.'nprestirrio fora dadas ao mesmo
BatalhaS as quaes de ora em diante Ihe
licaS pertencendo.
Ao Girurgia cncarregado da Vas-


1

cia nestaCidade, prle< ipando-lhe ler
sido Antonio Jo.e Pat.icio do Albuquer-
que, nomeado pela Cmara MuDripal do
Biejo, pira Enaireg.do da Vacciua na
quele Municipio.
Expedienta do dia 27.
OFFICIOS.
Ao Commcndante d^s Armas res
pondendo-lhe que foi expedida ordem
Holasperttr da Thezouraiia p ia mandar
abonar 3 raezes de Sold MMitijd o co
njedoii.'S de embarre ao M -jor Emilia-
no Felippe Beuicio Munduiu ; e quan-
toao transporte que de-ve esperar pelo
Paquete Coriiticca que da-' a ofg ;i do
Norte.
f Ao mfsmo comran cando l'ic ,
que foi expedita a comenieiKe ordem 0%""
ra serem feitos pelo Ar^ecu! de Guerra oa
reparos que nece s ti a caza para onde lie*
ve ser liaasfcr ti. Guarda da Cauca dvsta
Cidade.
Ao Inspector da Thcmaravia co-
municando Ihe que devendo ser rnosen-
tados n forina do Art. 25 do Decreto de
ai de Janeiro de 1834 os Eijipregeos
da extineta Intendencia da Maiiufu de ta
p.ovinciu que nao ioi'5 contemp'i.Jos
na orgsnisace do Ar&eual j cumu o que
remeta a Piesideacia uoi reheaS uumi
nal (k-llfea com decl. i.c. dos anno de
nervico afim de t,ec levada ao Ge cerno
Supremo.
Ao mesmo para dar mcccucaQ ao
Art. 86 da Le de 4 de Qutubta de i83i,
que manda publ<*Ai- paia mpetus a cor-
respondencia da Thesouraria roa o Ti i
bunal do Thezcuro Publico.
Ao me^mo jara mundar^ntreg..rao
Procurador da Cmara Municipal do Re-
cite a qqantia de i:oo'$joo rs. que re-
quisita para continuarlo da ebra dos ra-
paros da cadeia.
Ao mesmo para abonar ao Mijor
Emeliarro Feppe Becicio Mundurucu',
que tem de seguir para a corte, enj viitu-
de das ordena do Governo Suppremc, trez
mezes de sold adiantado eis commedo-
rirs de embarque.
Ao Prefeito da comarca do Rtcife ,
convindo em qoe continu a permanecer
noj Apipurcs o Dcstat atiento de l3 pra-
eas, que ali existe, afim d ser empregado
no servico da Polica, mesmo na perse-
guido dos pretos aqoombtdos, que eos-
turnio infestar fis vi?i oh ricas dVquelIe lu-
gar ; ecom'nuuicando-llu que fui exped
da ordem a Thesonraria para pagar o solio
ao mencionado Destacamento.
( Cntinuar-se-h. )
a mai'iViiiw
COMMANDO DAS ARMAS.
Continuaco do Expediente do dia x5.
OFFIUOS.
Ao Inspector do Tntsouro, rq'isi(an-
do a ft1 d'Oflicio do Capit5 Francisco do
Reg Barros, a fim de ser averbada na
Glasse respectiva, onde na5 lenl awnfa
ment algum.
Ao Commandante da 4- e6, "
Classes, respondendo o seo olficio e hon
tem com os esclarecmeuto3 qua pedia a-
cerca de algumas iacui iada lea da fes .-Puf-
iicio existentes oo archivo, e uixerido que
ao Inspector doTheaomo lioba requisita-
do a ea'Oflicio do Capila Francisco do
Reg Raaos.
Dia 26.
owix IOS.
Ao Etm. Presidente rogindo tive^se
a bondade de eaderes-ar no Recente em
JNorne do Imperador pila Rapt-tca c5-
ptente o olicioabaixo lianscripto.
Hlm. c Exm. Snr
Na5 ten Jo o Cdigo do Proces>o Crimi-
nal em alguma de suas parles traciado
da maneira porque se deveria preceder ni
prsOdos Militares oji jeral, deixando
duvfdoso o mtio porque develo ser presos
e onde recolhidos,quanJo indiciados e
pro-tsados por crimts cvis, Vtadlci^,
e urbanamente tem osjuisas de Oireito
do Crime dista Provincia consliado as de-
Urmicavcs da Le com a dignidad da clas-
be Militar ; i ,to he aos Militare presos por
Oiimea C78 ba5 mindt!<* conservar as
suai respeivs prisoeas,. Gc-ih lo toiavia
sug itos ao furo comma, e"9 suas drs-
posicoen, para bom audaoj.';ito do pro-
ces-o.
Com quanto cu considere ct,[ proce-J
direnlo dos Ju'zes de Diirito como ligan-
do aos principicios de raaa8 e aimonia ,
que reinar dtve entre es diversas classes
do Estado, e em nada cT.'nsivo aos que
t :m por fim nivelar os Cidads perante-
a Lfi, nafl quero rom tu Jo por-naa na
cotigenriq de ulteriores ddi'-raroens,
e daixar pissrt em fnro um cbf? to
qu pira o fnloro pode trager comsig)
d!;Lvoraves reaultadosclase por qaVm
ne-'a Provincia ttnho a honra d reprif-
tentar. l pm Nomo do Imperador por intermedio c
V, Ex. difinitiV Reiolaeao'acSrct do mo-
! p rque te dt-'vem efftcl'uar as prsceni
toi Mtlitarss indicados em crimes<\.,
por ellea ^'oce-ssdos, e bemaasim mide
devea ser recolhidos ,'<,i is dd presos,
se na-, Cadoias, ou nasForl .k=as ,e respe-
ctivos Quartc-s, porque como ja dicae <>
cdigo do rrocesso nesta parte foi onii
to.
Se n e he d*do aventurar slgttmira re
flexoens i prol d> c'aasea que pertenco,
dira, quo tendo ha duplicados deverea
a :u risraoa lorem estes, tanto ruis marcee]
dece da Naca a quem fre ve es seusdis
vJi-s, e solicitudes, e pooaequentemente
qaizer:. q' houves>e para os Militaras qiun
do so ptonunciados uma p>isao disl n-
ct ou separada excepto nos reser-
vados em que por Le Sao excluidos.
Este procedimentu, que em nada po-
de alterar a marcha do Processo no cVo
commum tras comsig a grande Tanta-
gom de seremosRR. Militares conveni-
entemente focorriJos durant a prisio ;
de manter a Disciplina ejde per a Au-
thordade Mil.ttr a | s de todos os movi-
menti.s d seos subordinados e ao al-
cauce defornecer ao Gove no Lnpeii-il
as neces arias nformacoens quaodo Ihe fo-
rero exigidas. Dos Guaide a V. ,Ex.
muitos aunos. Quartd do Comroan lo
das Armas de Pern^rahuco aG de Abril de
1837. Ilm. e Exm. Sar. Conde de Li-
gas Ministro, e Secretariod'Estado dos
Negocios da Gut ira. Ignacio Coi rea de
Vasconcelos, Commandante das Ar-
mas.
Ao mesmo Exm. Sr. disendo, q'
inf rmaca dada pelo Anudante d'or-
de Semana e que Ihe foi retnettida
na
dens
com oflcio de 3o de Marco ulli-no se ti-
nhadio qua*s es rncenos e rood.fi.a-
Cos que cnvisiha fasar no armasem des
tinado par qaai'telmento da Guarda a
Cadeia, e ueste oenlido pedido bouvesse
de dr suas ordens que julgava lerem si-
do convinie- temente expedidas ; mas q.ie
agora sendo lbo pelo Inspector do Thesou
ro rei-ettiJa a chave do armasem, e tcn-
do mandado examinado pelo Ajudante d'
ordens, cate o aehou no njesnio ata1i
porcaiar, rebocaf, ladraba r, & o
naces-ario, e ind-pensavel qnarto para
residencia doCoium.ndante da guarda a
so'apenas desenbsrns-ado os objectos q'
eli se acharad recalbida*. Que uesta si-
tudfad houvesse de ordenar, que taes
con' ertos se izessem, :in o que seria m-
poAtvd transferir guarda. Que ansar-
va m.''> da oppo>'tunidade para ponderar ,
o;e naconviiiha seiem c. nfundidas dia -
pessas ger*ea com as Provmriae*, e as
da Repartas da Guerra com as da Ma-
rinba como se tem feit.o, o em tem,.o mos-
trara ; que sendo d* comvtencia d< Jus.
lica a Cadeia ..obras, e dispesas com
ellt Titas devia perteneer a fquela J!j-
partica5| ena adaGuerra, nao obi-
taoteserasm gnat*da leila como aclual-
meute pelTr.>pade I. Liaban
PORTARAS.
Ao Comma-idante interino do 4.
Co'.po d'Artileria remetiendo por cor-
pa nma informacuO que regulara as suas
atlribui^es e as do Maj c Director do
Arcenad de G ierra, no que disia respeito
a Comptnbia d'Arliiices e ordenando a
sn elricta observancia.
Ao mesmo enviando nra officio
do Prifdilo da Comarca acorr.pauhadodo
urna qurix fo Carcerairo aGadeie con-
tra a sonlioelU do Sallto do Seguro, para
qua ella em vista da mesara queixa e das
respetas que cbtirese do 'ooimand-
te daGuaidv, Ihe infurmaa^e do resultado
I na providenciar.
Ao Commandante da Fortalesa di
Brum determinando, que Ihe enviase
um mappai'e.' n.!act,vo de toda a pl-
vora que exista, rerebeo e peridica-
mente consumi rniqutf* Fottalesa desude
Junh. de i ?35 tt o presente.
- Igar-l Portara si? deri^io ao Com-
mandante do Ferie do Burato.
Ao Qnvtlel Metre Jo e F-ancisco
dos S.mtns rcraolieulo um officio do
Inspector do Thesnuro aompanhado de
orna repreesent'Sad do Eocrregado da
Contahrld.de Militar, fusrilada em du-
vidn Ho reqnerimenlO'deJo*6Tapareados
Santos, que pedia o pauamento de divida
ji cobra-ia pelo dito Quaitcl Mes're e
eKgiudo pronta, e satisfatoria informaran
para ser prese o t ao me^rno Inspectjr.
MKSA UA3 DIVlHSAS HI'NDAS.
A pauta he a meataa do N. 5v.
TIUx\AL DA RET,AfA5
SessaS de 27 de Abril de 1837.
N Cansa da Apoellaoa Civl do Jui-
ao da Dircita do Civel desta cidade Appel-
laute Francisco Goncalvts, e Appelado
Raulino Jos fui a Sentenca cunlirmads.
OBRAS PUBLICAS.
Pela RepatticaS das Obras Pubi-as te
annunc-a qn no* di>s 6, 8, a iu do mez
da Maio prximo futuro, se ha de por
em hasta-Publica a quem por menos fi-
zer a obra do Arqueducto da Estr*da de
Santo Amaro : as pessoas, que se quise-
rem rncarregar dessa ebra podtm dirigir-
se a Cata da rr.e--m Repartios em todos
o. di s uteis desde as 9 horas afees a da
trie para verem o orcamento
Inspe cao drS Obras Publicas a7 d'A-
b Antonio Elidi da Si^v.i
Inspector Gerafl'iterino.
A Rapartico das Obras Publicas preci-
za de tres cam>eiros ou fonos, ou es-
cravos; os iue qu. ercm vir Inhalbarde
oanoeiroa, pidcm d>rip,ir-se ao Aim xa
rife da mesma Reparticun que os rece-
brra', para ganharcm o jornal de 800 rs.,
nos dias, emque tiabaiharcrm
Antonio Egdio da Silva.
Inspector Ger?I interino.
CORREIO.
O Ilriue 4 de Maio recibe a mil
pua Santos, e Santa Catarina amanliS
-O as O horas da minhi.
I'RKFEITCRA DA COMARCA DO RECIPB,
Parte do dia aG de Abril,
Ilhn. e Exm. Snr.
Das Partes que acabo de rersber ,
consta que somente fora presr-s a' mioha
ciioulo, remedido pelo Couiraandante
da Guarda da Ribeiro da Boa-visia por
briga com urnas mulheres ; e Jos Anto-
nio pardo remetlirio pelo Sub Prefeito
da Freguesiade S. Pedro Marty." d'Olin-
da por t t sido reconbecido pelos Aca-
dmicos Praenses ser esc r a va da JoaS An-
tonio de Soiza e Arevedo cora estaheleci.
ment n'squella Peovincia da ql bavia
emigrado para a do MaranhaD.
Na5 orcoireo mais novid Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prefeitnra ^Cororrnrc do Recife 26 do
Abril de837 Illm. e Exm. Senbor
Vicente Thoroaz Pires de Figueredo
Camargo, Piesidenle da provincia Jo-
:e Cailos Teixeira, ^Preaito da Gom-
rares.
Par tacto lia a7.'
1 Ira. e Exm. Snr.
Das Parles 1 ecebiJas nida consta,'
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Pfitura da Comarca do R.cife 27 de
Abril d* 1837. l,inj- e ^lm Snr.
Vieente Tbomai Pies d-' Figueredo d-
margo, Presidenta da Provincia Jo-
ze Carlos Teixeira, Prefeilo da Cou,irur-
ca.
PROMOTORL\ rUBLICAf
Illm. Sur. Dootbr Jiis de Diie'to da 1.
Vara do Crime.
Perante V. S. denuncia o Promotor
Publico df-gta Commarca de Manoel Go-
mes j Mirianoo Candido Jos de Siqneira,
e Jos Fiam isco da con; eicao presos na
Cideia do crime e funda-ae a su? denun-
cia em hareiem os Denunciados ferido
uo modo corfstante do corpd de delicio
junio, Saverino Jos deS. Ana que oom
tiles se achava preso na mema cadeia ,'na
dia 2 de Mar90 p. p. Os Denunciados es-
tio inemsoslio Art. au5 do Cod. c iminal.
A. ej. esta digne-se V. S. de proceder
como he de dirito, e de mandar notificar
e conduzir as T<.stemunhas a raargem. Re-
cife a5 de Abril 1837.
Testemunhas.
Manoel Joaqnim Pereira. Anton'o Jo-
s II ni iqnes. Guilherme Autono -- pre-
sos n c d u do crime.
O Promotor Publico.
Joze Thomai Nabuco d'Araujo Jnior.'
Sr.
11
m
D mtor Jais de Djreito da 1. "
Va:a do Crime.
Pcrsn'e V. S. denuncia o Promotor
Pubco desta Commarca de Reinaldo Soa-
res d'O iveira bran o Bernardo Fran-
cisco* Xavier pardo e Jos Eerreira ,
pardo, presos na cadeia de.ta cidade e
be motivo de sua Denuncia portencerem oa
Denunciadas a Quadrilha do Pao Seco :
fora suprehebdidos na jEmbiribeira na
raan'ia do da 22 do correte: oa Denun-
ciador estad incursos no Ai t. 269 do cod.
criminal. A. e J. esta d;gue se'V. S. de
msndir citar as Testemunhas a margena ,
proceder a c jrpo de delicio indirecto, e ao
mus que dedii-tito for. Reciiie a5 d'A-
bril i83;.
Testomunhas.
Jos? Tarares de Mello. Jos Dantas e
Miguel Dantas moradores no Sitio A
gua tria peito daitmheribait-a.
O Promotor Publico
JoseThomas Nabuco Araujo Jnior.
INTERIOR.
O Castigo he iodiipensavel ao crime.
Eeu nao sei qual a cauza porque o cri-
ordem Domingos Jos do Espirito Santo I me he iuimigo inimigo rreiitivel de si


inesmo!.... O crin>e e iras o rigor I...
O critno detecta a bratidurt.'.... Os su-
cessos qae oa minhi vid* cantinuaman-
tfi, preseuceio rae vio todos os dita con-
firmando em t*l opinfo : O csiigo he
indispensavel a o crime.
Comecemos por um ligeiro exime.
\ vedes um pae reprehender com brin-
dara teufiiho por u>na ccio maco-tune
lid* ; mas ohserrai que mai raras veses
isla admoe-ta'-o interna produz um fe-
liz resultado : so contrario encontiaris
mil vxemplos de filbo?, quozotribando de
todos os raeios suasorios por seu- ptes em-
pregaJos para >s conterem no circulo
dos seus deveres tomaS por fraquesa o
que he nais um pcova da ternura pater-
n*l, correal, eprecipitMB-se no ahumo,
cjue sempre est da ole dr incauta moci-
'Ja .'e. Quando a educoco de- fifios pre-
sidiu censuravel brandura que n-
chamaremo s crminosi indolencia dos
paes, smilhantes resultados nunca la-
iba5.
Oque vd>s no filho, veris tambem
no esciavo (.aborrecemos a pa'Uvra es-
rravo mas remedio nio ha, si na pro-
f.rila, o igualmente citar um tal ex-
. mplo. Si o Seuhov se d.ixa poitmr de
Ipouxidio, einio procura impor rrspei-
to ; si as faltas comanettidas pelo es-
cravo nao opp (ib salular correo; 5;
firai ceilo que este requntala' era mal-
drtde. Ho somente o temor do castigo
quero podo conler o escrito : si ella
Silie que >eu senhvr be IVaco, mieeravel
s-.nhor !.. .
En nio quero com sao aconselha:- que
um senlior .-ej um tano : muito bm
Sabe o Leitor q' detestamos a eqravido ;
e 6obe os males que ueila cotberooa ja
muito tenbo dito, mnto dire atada.
Mis ja que nosso ruao (do qniz q possuissemo* csrravcs ; be necessario sa-
bf-os refrer: entre o deste o desle xo,
e o rigor ha um rueio termo, que eonvem
seguir.
Lcitor ja que vos (alio em ecravos,
ni i vos Obqu-caes do que acabiesde tes
ti mu.liar. Vistes eieravos justicauos
sobr o patbulo por horrorosas mortes,
que comettera .. .. Ah .' qnantos ca-
ses, como estes, tundios nao poderia eu
agora ref#rir-vos .... Os escravjg sao
inimigos mplacaveb da classe queosdo-
mina.
O castigo he necessario ao crime--ou-
tra vez o repito. O malfeitor se nao he
punido, lodosos das montea novas ar-
ios: nao Iba deis conselhos, qus(o.-> no
aceitara': 60 o rigor da lei sera' captz de
edrrigil o Todos presenoiiruoi os tristes
ilcitos da impunidade ; o mo nao quer
clemeucia; Si um avesado ao criuid he
o ndusido psrante a lai, est3 o poupa,
credes que o disgracado melbora de vida ?
Que eugano ?. Mal tem elle dexado
i> tribunal que oabsolveu, ja exercita
un al teotado .contra a S^ciedade. A blan-
dura s pode appioveitar ao (|ue com-
metleu um erro, ci.mo que impelido por
alguma cauza p ulerosa, e de algum mo-
do desculpavel.
^ Ora, que bens tem operado no Rio
Oanle as medidas de brandura com os
peryersos? Aquillo que a hutmdade, e
fraterudade aconseiha isto he. a
brandura ellesolhlo, coma urna fraqoe-
sa, e, acorOQOdos com Oaoolbimto O*
lhes dio seus hu nanos VeucadOMi os
atraicoao ingrat n !!! O ligditas qu?, por-
issomemoqueso legaatas, os respeiiio
\vn;idos nao achio nesses homens, en-
durecidos no C;ime, urna p< ova de re-
conhecimento : sio esses homeos os mea-
mos que perchudos, l.acSa noVos planos
nos da horror, eospo.a em execusso.
O que acaba da iCOOteaer no Ro Par lo
bam alto tala em abono do que digo. Os
uiesmosagracadu,furB osq',)roraovera6
a rmfio, lorio os que ajudard o stqu-,
lorio os que, couainaUeiido os m*iores
horrores, chegarad (utouaras! ) ao pon-
to de corrocoptrem al meninas de lo
aonoa O furor da anarqua no Rio
DIARIO DE
prriancias sobre a boa f dos anarquista-1.
Ficis asuis promessas nunca elles sra5.
Nao digo que, ^presionados, soffra a
mesma sorte, que fasem experiinanUr nos
legalistas qua iafesmente lhes eaem as
luas ; opirtidoda O.dom nao deve imi-
tar a viks do partido da revolta : porera
a rasio aconselha a seguranza do Bota-
do, e a causa da humauidade que em
taes homens nenhuina conSaupa se deposi-
te queselhesnao Forueca armas, eq'
at mes ni o sejao retirados para outras
provincias. O Rio Grande deve versal*
vo das garras da t'uannia.
O cincinatOi
CORRESPONDENCIA;
Sea. Redactores.
Muitascoriza-" podia8 serboa*: quenSn
pivs'io pura nada islo que digj he urna
vtrdad, a pro va en ppresento na
iriMilu'ca das nossas Cm.r<5 Municipa-
es, continuando a p presenta Ha em rui-
tras couas as seguiotei Corre-pui; le:i-,
ci.-s que me proponho.
l'o^iaS pre-t^r per* muito as Cuma
r-is, se ellas tives-erj lendimeulos suffi
cieoles para cunsuV4r a (impela das Ci li-
des e Villaseconseqnen'e uente a s-lubri-
iliH.i d qoe sao sus api i veis as .".;:. cuas
Cid:idcs, e villas ; para que presta5 poi- ;
v. g. a Cmara do Recil se ella na.te
re.odimentos pai'i maoda |rar a lacea las
ras, quinto ma::: ettabelecer hu.n sis-
{im- de esgotadorts nos muitos luga
da Cidade inchtrcdos, iraraundos, ger-
meos de tantas docncas: de que serve a
Cmara da segunda Gi Jde dapoit da Ca-
pital dolmpib, se ella rao pode man-
dar calcar a i-x;>rnsas suas coni os rend-
mentos de um anno o pequeo lugar dc-
Livrament.i ou do Car rao ? De que serve
a Cmara cu Cmaras a excepca da
Cmara da Corte, com o Tit. 3. da
Le do i." de Outubro de 1828 se em
neubum dos seus ella pode obrar ; si
quando rompeodo por todos os embaracos
que a estorva ella manda embagar urna
obra porque nao est cordonda ou e.-
t mal cordosda, u mal construida ,
u'ri man 'a lo de demoliendo hum com-
padre do Juiz, que julga o embargo des-
liz esses empecilbos ? De q ;e ser vi a C-
mara por 1 xrrnp'o do Rerife de quo
serve o estaballecido nessa Le do i." le
Oatubo no 71 se apear seu qu;.l-
quer edifica orno lhe parece e at a-
cintem.nte certo na libirdade de o pra-
cticar ,eom uma pequea defegancia.
LTmt CiJade, com >a do Recif assen'ada
sob.e hum pUuo cootinuauo padia a com os esgotos natoraes que tem a Ci
dada ruis regular, mai > limpa e mais b.-m
rn.jada do Riazil ; porcm infeli mente
nem sempre te\e D. Tbomaz nemsem-
pre leve Luiz do Reg e d'ahi pira <
a Dos ; entrar8 as politizas e estas
tem sido as occup'coeas absoiv-nlas ,
as nicas necessi-lndes ou alias a cau a>
das nossas miserias.
Paliemos comesempios : uo lempo d. trevas houvc um alinoameoto, na roa lar-
ga do R M>ar0) e esse a!inh'mento psrou no
extremo da Piaca da Iudepenpencia ,
ponto derradeiro da edeficaca dessetem-
PERMA MBUCO.
mos de terreno cmhora por isso se ar-
riscasse o aformosiaineuto de todas as Ci
dados doUaiveiso. Quando csse pro-
prietario fosse um homem pobre e quo
motivos de penara a isso o obi igssem ,
nao poda mtrecer descu'pa qoanto ruis
endo elle proprie tario rico, e abastado;
valendo-ae at paraessa edeficaclj tortu-
07.a# drs das da Semana Sauta : poique
esta como muitcs persuadido, que d< pois
da obra cbogar acert ponto t algum
terremeto, ou algum h.it.-lhSo que se
vjacncurralado a poder botar por tr-
ra. Se as Cimarr-s porem livestem rne-
ios n pelo menos Ibes foiscm disigna-
rfos na Lei do Jicameno Pioviucial pi-
ra esta ule nes s, veramos arocdttFio-
res, a ra da Alegra, a ra citada do
Rbsatio larga mlhoradas, em beneficia
aformosiamento da' Cidade do c^m-
modo publico, e da salobndsds. poiahe
nolorio segundo o parecer dos facultati-
vos das grai 4 s Cidades d* Europa, que
o con(.f,i.> da clieTera fes mais estragos
as roas aperladas, o quenas largas pra-
(as,lugares mais bem Tntila'dos. O-
llftni todos os q'.e dcTcm para os interesaos
publir.es e doixcm-se de a I tender a lamu<
rias de qa^lquer. Com oqpe tenbo e>
pi nddb Snrs. Redart res, i;a5 quero in-
culpar a Cmara do Recife, porque uem
tila kc causadi ra mm ao st-u alcance
es't prover e remediar o ind.penoavcl,
ante*comta-me, queeo^presolicita, fcz
o qna estaba uas su^s ftculdadc^, cymo
acontece a espeito demmfaa das eseci-
es, quetoqueij as poetaras quo ofif.re-
ce 1 s sam ca8 da Aogu ta Assambla Pro-
vi 1 ia); ra'/is que por ineoncebivol moti-
vo al'i .se acl.i sepultadas ao puso, q'
as Pusturra de Villas remotas fora sppro-
vade* ; dizern muitas cous s sobre isso o
certo he, que nao fora daddspara ordem
do di quando muitcs casos de interesse
partcnlar absorvera n5 pouco lempo.
Diria sempre a tal respeto que se ellas
involvcm algumas causas prejudiciaesaos
interesses ptivados de algueru tita C.m
tudo ontras que sa5 inoi pen^avei e a-
pesar dsquellas sercm despresadas deve-
rirt npp ovar-se as que na3 estivessem
ne se caso sendo com tudo & ni ir u-
tilidada.
Cumpre pois ,que n legra stnctificada
na Conslituiea art. i79 2a se ponha
neste e era casos semeltiantes em exe~u
c. e qua o srdido interesse de qual-
quer particular seja mortificado em bene-
ficio publico altas conlinuaremcs a ver o
augmento (U Cidade ser mais prtjudial do
que til. Com a &ccaitac>id no sea Peri-
dico destas liubs muito obliga'
Seo affeitoobo assiguanle.
'* *
Snrs. Redactores.
po ; para coulinuar-saomesmo alitiba
ment e tornar dequca ra, parca, feia
e toiluosa huma das mais reculares e
frmosas de Pernimbuco, bastava que
a Garuara compras huma pequea e
veiia casa do hum andar, que forma es-
quui.1 para o buco da Pol o cortando-
a ao mei> encauiohas-e o alinham-nto ao
largo do Paris at aqu ja seria a ra
do Rosario forirtosissima ; o muito mais
continuando ella alaoWrgo de Palacio
ve'ho com huma pequea cortadura na
ru.i da Ordem teroaira: mas parquea
Cmais> "- tem dinheiro tim aulho-
ridade sffiefenti*}aceontasseq1 nt5 ouroa
de comprar a tal asa en m po letolher
Giande tem levados os revoltosos a um qje se estoja edeficando no fuodj dess
tal estado de lereza, que beso fa4 cij-
nbecer qoanto a civilisu^io est distanto
anda aquella infeliz provincia.
Ja, por tanto ja he lempo d tormo a errada poltica iufclismauU all
ylehjjq seguida j b.uia de faserem-se es;
casa hum sobrado como anutemeute
feito sobre hora estreto o redlonlo ca-
zelirecom o mais extraordinario alinha-
nu-nto, que se possa ci ncebir, pelo -impics
motivo de ser a casa da esquina de hum
egoia, qqe na5 quer prior duis pal-
Em seo Diario de a5 do crrete n. 9
li hum cilicio do Promotor Publico de 18
tau.hfim do correnttf dirigido ao Sur.
P refeito emquo indigtando Francisco
Xavier Morinhu por assassino do fnlescido
Christiano Taveira Nunes, achou que era
pietiso declarar ^ que vinha osaa explica-.ao ? Faia-seella
neoesssria? \\ \ So' omesrxo Promotor
peder responder.
Porem Snrs. Redactores ja quo a nr-
c.-sridado me obrigou pela piimeira ve/.
a encoramodalos, sirvao se de oFrer-me
maisbum pouoo. Esse moco Marinho
sim ,meo t'unhad', e eu t-mitossempre
Ihq con'iece'nos boas qualidades euTi
coradlo eirtuOMi Dtsgcacfdameiile j-
de desagradara alguem p r aquel les lu-
gares, ed'ihi lhe resultou bum sistema
de '.escredito em sua honr^ arteiramen*
to proplalo, q'ie s furias do inferno
sero capazos de tanto.
Ajuizo qualquer quanto istosera dolo-
roso a huma almi ju>ta I Pjrem elle se-
guro ero sua coosciencia apelou pra o
tempo o desmascarar seus ini.-mes detra-
ctores. Vivja habitando pacifica no iu-
gar da Crza Forte em companhia de sua
jovein Bspoza quando hum tiro fatal ar-
rancoa de a piedad imente a vida ao iuiolia
Chriitiano Taveira Nunes, eo vil asjas-
eiuo role eradir-se : 1 victima cabe mo-
3
ribunda poucos passos, econstou, quo
spena dera alguns ais antes da inspirar.
Os inimigos da meo Cimbado cbarloq'
0 caso lhes era propicio"; cousegu:raS as-
palhar que o moito dissera qua elle ha-
ra sido o seu verdugo nio obstante ba-
verem immensas tcstemuohas d'elle es-
tar era sua casa nasse uoroento. Na5
parou aqu: meo Cunhado fot cuidadosa-
mente buscado por homens armados pa-
ra ser assasuinado e foi forcoso ab.adonar
sua'rasa para salvar a vida porque mes-
rro de dia foi espersdo.
Eile nao fugo esteveseis dia9 em ca-
za tranqueo tso' depoia a muitas ins-
1 mas da m.-os amigos, beque retrou*
s-' para nao mnrrer.
O Snr. Prefe:todaFreguei:ia fi o quo
lhe camprii procedeo a corpo de deli-
rio e procurou teteman!is, maa nin-
gnem opareceo, e creio que nasta confor-
rjidade oficiou daas veztsao Snr. Piefei-
to. Finalmente como era forcoso hir a-
vsule, apareceraS por ultino testemu-
obas, pela oificio do Promotor ho cla-
ro o Ycsultado ...
Parsu'do me queem tempo competen-
te re eo Can Indo 5? defender ; e ate en-
U6 os seos emigoa erm geral ns seos pa-
tricios dever suspender quv!quer juizo
contrarioaos .-eu' sentmeTto*,prfrq,prova^
h sua innocencia 1 e revonrluar a sua
boom*
Cumpre de el -rar qu? as tentativas con-
tra a \ida dn meo lurih&.do ^uponho e
at crc:o ,no partirern do lado dos pa-
rt-ntesdo moito: aeosnto que ura ta5
tristesueasao venht taUez n.-tnperaamisa-
de antiga e sincera que ligava nossas fa-'
milias, amisade que por si so' julgava
bastante para qoe se rnpo3esse ns partir
de um roemhro de ruin ia familia 6eme-'
lbsnte Rttsnta Jo, essj.iciaimente na5 ha-;
vendo motivos
Coneluo pedindo ao Snr. Promotor J
qae se a sua impertinente bospitalidada o
obriga a deveres de -empenhe-os sem pro-
curar lancar o odioso solrre hum tereciro
que nao tem parte alguma no negocio > e
qae meramente prelense para com seo
Cunbado os deveres do parentesco azi-
lando sua desconsolada E-posa e taro-
gando a innocencia em quanto ru3 for
convencido do contiario.
Sou Snrs. Pedactores
Moito attento.'vanerador e criado;
Francisco Joze Martina!
TlIEATRO.
Sab'alo a9do correntea Beneficio da
JoantiaMara d Frjitas Camboa se re-
prasentar a insigne Peca nova jtVapoleSo
no Egipto ou a entrada triunfante dos
Franceses no Cairo. Actores Napo-
le.-., Antonio Lopes Ribeiro. O General
Junt.t. Telesforo Ignacio. O C-pitio Del-
le, Francisco de Frettas Gamboa. O
Tenente Ernesto Joao Maciel de Olivis
ra Captivas- Madama Emilia, Joanna
Maiia oe Freilat, D. Elvira, Loira Fi-.
danza. Bacb do Exipto, Joo Joze Lo-
pe*. Rnstan Judeu Nogiciante, Modesto
Fian isco das Ciegas. A li guarda dasmu-
Iheres, LuiiJoaeda Silva. Amorates Eu-
nuco bebado Mtnr-|aea Caries. Fatmn
esclava velha Joaquim Dioniso Barbosa.
Seis mulueres escravas Europeas, solda-
dos Francczes, soldados Egipcios. A Be-
nficiada espera obter do Goveroo. tro-
pa ,artiiheria, e c^v.Ilos para o estad
nnior de Napsl. o om o q e ficar mui-
to m*i b iirunto a sean. O marido da
Beneficiada cantal a uma Aria, oCaMcter^
Represtutar-se-lia o Entremez O Vilho
Perseguido, aonJe o novo Actor Modesto
Ffanoisco das Chagas, desempechara a
paite de tolo. A caza estar' tada arma-
da, Msica Militar, lliuminacio dobra<
da c tudo com a raaior pompa.
cxu^smajai
AVIZOS DIVERSOS.
O11 Os A]uiQstiadore,s da cata da


TT
h
Jiaberto Pel!y &Coorp. avist aos oledo-
res da mesla qoe pagad um qnarto di-
videndo de qnarto par canto no Esnipto-
rio de L. A. Dubourcq 5 raa do Vigario
B. 16.
HW* Quem annunciou querer fallar
a Francisco Ferreira de Sooza, dirija se
a raa do Queimado botica D. 8.
jcy O Snr. B. e F. P, e S., ambos
M....., queira5 dar ordem ao pspa-
meulodoqnese lhe couBou na loja de An-
tonio Joze Bandeira e Mello dea de 1834
a 1836, antes que recorra os meio* legaes
alsm dos Srs. cima ter coutinuar-se-ha
at 5 cunto de rcis pouco mas ou meos
em aeraelhantes par-.-elI's, quaze todos
dignos de me constituirem devote de N.
S. da Paz.
WP A crioula que annumiou no Dia-
rio da boutem querer prestar servido em
urna caza coui tanto que nao soja para
la, dirija se a ra do Cabug sobrado
de tres andares com tacada de pu, no
3. andar.
TEr* A pes-oaque 110 Diario da 26 do
conente n. 9a querer fallar coui Fran-
cisco Jozo Ara alna annuncie a sua mor
da pan aar procurado.
W Quem quizer dar 700$o00 r. a
juros de do meio por rento ao me* por
Umpo d-j 3 motes: annuncie a sua mo-
cadapara se tratar.
Wp?" Qusm annunciou precisar de ren-
to eciacoenta mil rs. por tempo de 6 me-
zes recebando o pttaoio i$4 Io Para dar
a 1^200 rs. dando pinbores ou Canea
contento ; dirjanse a praca da Indepea-
dencia loja Zy e38 que l se dir quem
da.
yW A viuva do filescido Agostiobo da
Silva Neves, declara a peasoa que aimaa-
ciou no D ario de 2G do co rente, ter urna
arta para ella \ inda do Surti, que sua
morada be na ra Nova, sobrado D. i7
defronte da Conceiaio.
W* Tendo desparecido um negro ,
roga-se a pessoa era cujo poder o mesmo
ee acba de o mandar entregar a ra das
Trincheiras sobrado confronte a ra do
Rosario BStreiU que t-?m lampiio na por-
ta 1 n. 26, decujo obeaequio ficar intei-
ramente agradecida o aannpciante: o
inesmo negro cbaraa-se AnUr, be crioolo,
tem 2O anuos de idade he muito parla
flor, enlmenos deligente, a trabalba-
dor ttm urna fi tula no rosto : prove-
niente da un dente o nnnunriante ja teve
noticia d'elle e nao infundada ; mais na-
da quer obrar a respeto, sera primeira
mente fuer sciente por meio dejtt follia ,
fuga do inesmo esciavo a fim de que de
boa fe o tem ja a das, o mande levar
por urna pessoa a sua caza a cima designa-
da.
99* Quem aununcion n> diari do 'on
tara querer saber de Iguacio fcisri a (o-
imbra ; dirija-se a ruado Queitnedo 60-
brado I). 1 i.
t/9* Bcrnardioho Antonio Domingos ,
faz sciente ao publico que Manuel Anto-
nio R beiro uo he masseu caixeiro de
do dia 2 do correnle; p ->r isso nao se, re.-
ponsabelisa^por mas mdi, que fissa em
sea tiome.
1(9* Aluga se urna caza terrea" em
Cunda na ladeira do taradouro D. i,
cora muito commodos: em fu.a de por-
tas ras* terrea de fronte- do ni oxo de S. N.
Mi dos bomens.
^9* O Snr. Majar que a semana pas-
saJ ajustara para < omprar urna commoda,
pelo preco de i6$CK)0 em fura de portas,
alopieiente nao tem viudo buscal-a ,
pode vir eifcluar o negocio do cuutra-
j fi>se-ha com Oatra pessoa.
W" Constando ao abaixo assignado ,
que su sogra Anua Joaquina da Coocei-
co est.' em ajuste de u.n moleque de
n-.me Civerlno que o quer vender e
acbando-a* 03 seos bens jt embargados e
pendente em Juizo uou accSo de p g-ilidade contra a mesrut pelo discino era
que est, tanto que tendo tomado por
procurador de suas quaslus a Joze Jua-
. quim do Ebpiritu Sai.to agora nova roe u-
s fez ftfaaoel Lucos de Oveira com
exciujao do oiimeiro, previne por usa
ao rosptitanl publico, queniuguem con-
trate com a dita sua soga negocio a'gum ,
e nem lhe comprem benj so'j pana do nu-
il 1 A R I O DE PRRNAMBUCO
l^ O mesmo cima fz sciente ao Sr.
Frnacisco Joie dos Prazerej Camboira,
que no d dinheiro algum adiantido a
sua sogra Anna Joaquna da Concicio, a
respailo de alugueia do sobrado onde mora;
otro arm que os recibo dos alugueis do
dito sobrado so' deve ser passado por urna
so' pessoa ( visto a dita sua sogra nio sa-
ber lar ) a etta de inteira probidade, e
nio como consta bavereffi recibes pa?sv
doa por diversos ; i-to fd* ver o mesmo
a cima aoSnr. Camb im para que nio
aparece pro furturo alguma questio a res-
p*ito ,e pansoqie o Sor. Camboim na6
ipnora quo estes bens e-ta5 embargados at
final sentenca.
W Precisa-se de dois pretos para tra-
baibar em um sito, pagando-se 3a0 rs-
por dia e sustento : quem os tiver an-
n uncir
fr^ Quero precisar de um caixeiro pa-
ra loja mi paia outro quaJquer nogorio
menos o de venda annuucie pai a ser pro
curado.
SK^* Pr^cisa^e de um hornera para
plantar um quintal, etrabalbar 110 mes-
mo dando-se bi>m ordenado : na ra D-
rei'a D. 3/,.
8^ Aluga-senraa preta eptiva para
servir em urna cara de muito pouca fami-
lia, rom tanto que teja fiel ; na ra do
Rosario larga |nja de ouiives junto ao
botequim da porta larga.
(5^ Desaparecen de urna loja da pra-
ca da Independencia no dia 26 do aorren-
te um sauyim qualquer pessoa que o
tiver pegado, ou comprado quereno res-
tituil-o levera no mesmo log*r lojn D.
49 que se lhe dar o importe a mas al-
guma rouza.
$KI> Traspassa-se um armaem'de secar
assucar com todos os pertences para traba-
Ihar; ospretendentes dirijaS se a rus do
Amorirn por baixo da caza de Joa Fer-
reira dos Santos, quepelho dir'oudehe,
e achara com quem tratar.
%W Precisa-se de um menino portu-
guez ou hiMsileiro de 12 a 14 annos,
e que tcnlia pralica de muidetau dando
fiadora sua conducta; dirija-se a pra9a
da Boa Tiste, junto a botica D. 10.
JO A pessoa queaununcio no Diario
de quarta feira 26 do crranle querer
fallar com a Ignacio Teiveira Co-mbra j
dirija-sea ra da Sanzila velha em cai
de Vicente Teixeira Co'mbra, que la acha-
ra com quem tratar sobre qualquer negocio
tendente ao mesmo Cuimbra que ee acha
no Rio de Jraeiro.
JP* A Senhora Poitogaeza de 40 an-
n >s de idade, que onnuuciou no Diari) de
26, querer ser criada ; dirija->e a ra do
Qoeima'oD. i5.
X> llssponda-se a pessoa que no Dia-
rio Je Pernarahucon. 4 de 5 de Janeiro
do correntetnno aununciou querer .*aber
onde KO>io as cuchadas de Dsmingcs da
Costa de iive:ra moralor em Mossoro',
para negocio de grande importancia: que
ella* moio Ellena Francisca Xavier de
Castro fcolteira, em companbia do dito
seo cunhado ; e as entras suas cunhadas
Maria Jacicta de Castro, e Anna Xavier
de Castro casadas, sta com J'ze Xavier
de Ccslro e Silva, e aquella com Juan Joze
de Saldauha Marinbo na capital do Ceara'
adevtrle-.se porem que Auna Xavier nun-
ca ruorcu em Pernambuco o aim as ou-
tra-.
8P5* Pede se ao I I.-ii. Sr. Dr. Jui do
Civel da og>.nia Vara quondo ouver de
nomearaibitios para desempate de ques-
tas sobre bodidas espirituosas baja de o
fazer em pe.-s-jas compradeirasda Alfande-
ga, e que tem rez .s de vender, pois 1' quem
cenhecedaquantidade da bebida que pj-
de vtnder urna venda, e nio negociantes de
gro?o trato q' nejahuin conhecimouto tem
deate trafico.
junto ao beco do serigado, das la boras
ot as 4 da larda.
I daJe:
J.-ze Mia d< Amo ii Junit r.
COMPRAS.
M.-i duzia de cadei'-a^ de Jacaranda ,
quesejio utadas : ni rui do ch-houco na
l,i) do sobrado D. 5 das duas horas em!
diant*.
}f$T Um terco de medidas de pu do
novo padro : ariouocir.
*ESr Peu'us do lolba : na nu do radre
Ploiiaooosijb]adod um indar emieaate
VENDAS.
ajp' Para fora da provincia, ou para
o iut-rior da rnesma nm moleque rriou-
locoraofiicio d* sspateiro, de idade de
18 anuos : na praca da Independencia lo-
ja d livros n. 3j e 38.
C^> Um trancehm de filagri deouro,
obra do porto chegada ltimamente, e
urna crreme para relogio m bom uzo :
na ra do Rangel D. 39.
8^^ Mjnteiga de boa qi>alidade, c per
pSogo conimodo ltimamente chocada de
Liverpool na barca Iogleza Nigbtigale ,
a retalho e p0(- bafris; na ra da Cruz
n.7-
^> Um terreno no lugar do Remrdio
confronte a Igreja : na ra do Fogo caza
D.a3.
|ty Um sobrade da a andares com
x5es pioprios sito no porto das canora:
ta ra da Larangra D. i3, loja de mar-
cioeiro.
fry Sil de I.i-boa a bordo do navio
Aurora .
%5^ Arraacio de cabega para Sonhoras
Tocas de Blonde chapeos de p.dha ar-
mados, e tem seiem armados, grvalas
de blonda de seda para Senhoias e meni-
nas rudo da ultima moda % e pnr preco
co ramo Jo : na na Nova leja de Fede-ico
Chaves, D. 5.
1g$P Um um to ja idosoporomassaz re-
busto e prop o para o servido do campo ,
pai'a o qual alem de hnbilidade tem milita
propensio: na loja de encadernador na
ra da puha onde tambem se venda
um fu'da nova para G. N.
|ry Um escrava de na;o angola do
20 annosda idade faz toda qualidada de
polinhos : na ra da Cruz n. 57.
C3> Urna cabrinha de 6 a 7 annos de
ida .te : na ra Nova D. 2.
G^> Urna mulata de idade do i'\ a iC
anuos cosinha engama e cose : no
beoo da lingoeia n. 4.
0^> Urna pequea caza terrea sita na
ra ue Manuel coco D. 1 2 a fallar na caza
defronta do NinXo rio muro da peoha.
Q^ Graixa para calsado, em potes de
tres lamanboi os mais pequenus a 9a n.
os segundos a 17O e os maiorea a aOO is.
e empor9oens da duziasse tara' alguma dif-
fe tuco e outras militas qualidades de
mindezas : na ra do Qufirnado D. 5.
^ Um (avallo muito novo, gurdo,
e (i> oprio para carrioho : na ra da Aurora
D.9.
W3T Da7.psseis tonelladas de ferro em
p3dacosde50 a jO libras para lastro de
navios; na ra da Cruz n. 5.
jy Chapees de castor hrarcos e par-
dos ptimos caBdieiro9 de brenze para
prndorarem lojas um rico aparelho de
prata para cha : na ra Nuva arraasem de
ioucarina D. I2.
axS?* Duas cagas terreas a pouco acaba-
das 00 ai te. ro do-> Al'-g-d->s alem do vi-
veiro do Muniz com 32 palmos de fren-
te e 58 de fondo; todas cum quintaos
murados casia ba e h un caes de pe-
dia ; ou troca-se par urra de um s andar,
que soja as ras do Rasaiio, Ligamen-
to, Diieta, Rangel, Cru/es, ou no
mesmo atteno : assim como um e.cravo
parto de 24 amos hora camiceiro, en-
tonde de padeiro sem vicio e nem asa-
ques : na ra Dii'eita sobrado D. 53.
t?y Urna meta crioula de i3 a 14 an-
uos, coao Z3, engoma, faz lavaiinto ,
e marca perfectamente, nio tem vicios
pois he recolbida : no beco da cacimba
no sobrado de um andar junto a Seobora
D. Ignacia.
VT Urna flauta de Ebona com seis
cliHves de prata : 'na ra do Alecrn, ca-
junto a<> Fiscal do ta ir 10 de S. Anto-
nio.
9W U na putativa da Parahika muito
caiiUdeira era urna boa gaiola de ferro ,
e Doi paranqui nraita bf>m cantador: na
ra do Vigrio caza por cima da venia do
paco. 7
V9* Uoi pianno de milito boas aWes ,
Uma escrava de 16 annos de ida-
da, com principio de costureira, en>o-
raa cosinha o diario de urna caza e lft
bem se troca por um escravo : na ra do
Rangel venda confronte ao sello.
i^f Urna ne^ra mo?a e de bonita fi.
gura tem principios de costureira en-
goma ensaboa cosinha o diario de um
caza e boa vendedeia de ra : na ra
Orlas sobrado D. 47-
W Huma barretina aparelhada e no-
va para Guarda Nacional do 2 Baia-
'ho com urna so parada huma dita fun-
do de sola ta5 btm aparelhada e huma
banda de -eda, e urna espada tudo em meio
uso e por uonmodo preco; urna venda coa
fundas de alo.'oooriis com pequeo com-
modo para familia porem em ptimo lu-
gar que he defronte a Igieja dos Martirio;)
quina que vira para a toa d'rtas : aS8,m
como capim de planta em txms feixesa
80 teis : quem erlii cousas pretender
dirija-se a venda da ra Njva junto a poi-
le D, 36.
Dous alicerces para duas moradas de
oaaa sitos noettel ro dos Affogados: quem
os pretender dirija-s a tua da Praia ser-
rana de Joa Raptla Muniz, que ah a-
cbai com quera ti atar.
ESCRAVOS FGIDOS.
Rs. i00J500O
Fugio a Antonio Gomes da Costa da
Cidado do Rio de Janeiro em 5 de Outu-
bro de i)36, hum moleque por nomo
Gaspar de Nacao Rebullo com 18 a 20
nonos do idade pouco mais ou mano*,
gruoo do corpo, estatura ordioaia aiquia'
do das peinas, e manca algumacouta da-
esquerda detites abeitos que paressem li-
mados, o tora principios de cHicial de
capinleiro. Esteesciavo foi comprado ao
Sr. Francisco Antonio Suares, no Rio de
Janeiro, tendo ido de>ta Cidadeou vendi-
do ao mesmo Snr. ou remetlido a ella
para o vender, e pode muito bem ter
conhecido ; offerere-se rs. 100:000 a quera
o ntiegar em Pernambuco a Manoel Joa-
quim Gomes na ra do Crespo D. 5 o
qual et munido das precisas ordens e
procurabas.
IC2P" No dia a5 do crente um preto
por neme Francisco e sobre norae lulla ,
canoeiro com os signaos seguintes : com
a4' annas de idadu estatura regular ,
groco,|Uni f. lta de alguna dentes de cima,
foi venido com urna calsa de es'opa {emen-
das em urna perna na fente assim como
lodSduS no> traseiios camisa tambera
de e>topa com tita-, de linho no oelarinbo,
coleitede panno azul rom botes de mai-
deperola quem o pegar pde trazel-oa
ra do Livi-ament D- 18 que ter ge-
noresamenle recompen9ado.
Tabous da* mar4i thriai no 2 uno e.a
Pernambuco,
20"- Segunda
gilTs
.j 22 Q:
24S:
5 25 S:
" 26 -D:
- 9Mam CM,hi.
o
m
10 30
II16
12 6
0-54
l-4a
2-30
(
Tarde.:
e molde muito a^radavcl : na ra do Cre-
do loja, D. 4.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navio entrado'no dia a7.
GOINNA ; 4 dias Hiato Conrn'eo do Pi-
lar, a? T< M. Podro Galdino Pinto,
carga esnucar ; passageiro 1.
MACHIO'; 3 dias lliate S. Renediclo
3 i T. M. Miguel do9 Pissos Moreii-a,
caiga varios gneros pasaagsiros 6 e
ti eteravos: Dono o mts>mo m.
Pjzrn. na Tip. pk n. f.pakia, 1837"


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