Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03078


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO DE 1837. TERfA, FEIRA
18 DE ABRIL. N. 85.
1'EltN. na TYP. > M. F. of PARIA. 1837.
DAS DA SEMANA.
17 Segunda S. Aniceto P. M. aud. dos .lililes do
Crvde m. e de t. sea. da Thezourana Pul>l.
ca e Ctianc.de t.
18 Ter$a S. (aldiuo b. Re- de m- e aud. do J. d->
O. de t.
19 (Harta s. Bermogcn*! M. Se* da Tli.
20 Quinta 8. gnea de Monte V. R. d ni. aud. do J.
do C. de m. e L'h. de t. Lnn cheia as Mil li> e 19
;n. d.i t.
21 Sexta S. Anselmo j\rc. sessao da Th. Pub. aud
do J. de O. det.
2 Sbado 9. Soter n Caio M.Rel. de m. e aud. do V.
R. de t ein 'linda.
23 Domingo Fgida de N. V
TliIh agora depende de na mesmoi da mus jirn -
lenc. moderacao. e energia.-contiimemoi cnim.
principiamos, e acromas apnntadoi com admira-
;ao entre ai Nacota inait cultas.
Friclamafi da Jiiintta tral d". tmil
Suhfcreee-se a lOOOri.meniaei pagos ariiantadoa
neta Ty pog rafia, ra das Criies D. 3, e na l'ra-
ca da Independencia N. 37 e 38 ; onde e recehem
correspondencias legalisarias.e aniiuncios; inser*
do se eetea gratis sendo dos proprios assignantes,
indo assignadns.
CAMBIOS.
* Abril 12.
XjOndref 33 a 35 l|2 Da. St. poi lced. o a prata a
lipor cento de premio Nomina.
Lisbua 55 por o|o premio, por metal, Nora.
Franca 255 lia. por franco
Rio de Jhii. 6 p. c de' prem.
Moeda de 6,,400 1280<) as vcllias, oras I2000
4000 67yOa ti800
Pez os I, ,440
-.cuno da prata 50 p. i- *
,, das lettras. por mea I 2poro|0
Cobre 25 por cento de descont
PARTIDA DOS COKIlRIOS.
OlindaTudns os dias ao meio da.
Gaiana, Alhandra, Parailia, Villa do Conde, Ma-
maugnape, Pilar, Real de S. JoSo, Brejo d'Area.
Rainha, Pomltal, Nova de Soma, Cidade do Natal.
Vi Mas de Goianuinha, e Nota da Prineesa, Cidade
da Fortalece, Villas do Aquirs, Monte mor novo,
Aracatj Caacavel. Canind, Granja, impera! ri,
S- Bernardo, S. JoSo do Principe, sobrar, Novad
ElRev, Ico, S. Matbeus, Reacliodo sangue, S.
Autoiiiii do Jardim, Quexeraiuohim. e Farnah.bi
Segundas e Sextas eiras ao meio dia por va da
Puraibu. Santo Antao- Todas as quintas feirasa'
meio dia. Garanhuns. e Bonitonos dias 10 e 24
de < ada mea ao meio da. Floresne dia 13 de
cada mea ao meio dia. Cabo, Serinbaem, Rio For-
moao, e Porto Calvo- as dia 1, 11, e 21 de cada
mez. ____
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PaOVINCIAL.
Acta d ii. Sesso ordinaria da Assem-
blea Provincial de Peraambuco aos
15 de Abril de i837.
Presiderfcia do Snr. Dezembargador Ma-
ciel Moiiu-iro.
Feiti a chroada, oraS presentes aa
Snrs. Depiitados : faltando os Senbores
Paz de Aodrade, Vas Salgado, Mendes, Ra-
fael, Metra, Gomes, Fooceca, e 'folies:
O Snr. Presidente abri a SessaS, e o
s .gundo Secretario le Acle ante-
lior e f>\ approVoda. O Snr. i. Se-
cretario fez o expediente lendo i. um
ofiicio du Secretaiio da Presidencia a-
coinpanhandoas posiuras da Cmara Mu-
nicipal doGaranhnns, 2. com a remaesa
ti iniii requei ment dus povos da me*-
"ma Vila de Garanhuns, pedindo a derisaS
da Freguesia : ItU ruis ootra represen-
UgaS Jos habitantea daSerra Talhada p:-
duido a creagaS ala de ama Freguesia des-
membrada de Floie, e a ccuces>5 de
huma cadeira de priuieiras Le eocauiialiaius as cornmis^Ses re pectivas.
Fmdo esta espediente, entrou ordem
do dia l. parte Paieceres e leituras de
Projectos A cororois aS de Polica spre-
beittou bnra parecer sobre o requeimen-
t de Rofino Jos Correia de Almeida, po-
n t iroofficilda Secretaria da Ass'tnbl-a,
piopoudo urna gratifteacio nuil de 2oo<*A;
foi .'pprovrdo. Fez a leitma de um Pro-
jacto ue saude publica, offarecido pelo Sr.
Gomes; e outro so re hypoiecas do Snr.
PedroCasalcante os quats foraS apoia*
dos, e julgados objectos rfe deliberado \ 1.
paite, eoirouem ducussa o piojacto n.
3i, Ait. I. o Senhor Poixoto de Boto
iocetando a discufs.io a favor do art. fez o
seguinte i tqueiii ento Requeiro que se
pesssa i Assemblia Geil orna iaterpeira-
V- du a> tigos 15, e 16 d acto addiciooal,
tleciarando-se, se acaso, iota dos. ca>o- es
pe ificados nos raemos artigas pode o Pi e-
Mdoute d* ProTincid negar a viui,io as
Le9 e Decrrtos Provnouea. Salva a re-
daco depois de a'gum debate foi regei-
tado o reqiierimento e oatligo i. do pro-
iecto, ficando prejudicados todo oa outros
artigog. Ccntinou a s.gunda discus a5do
projecto n. 4 C*p. a. A-r'. |1, o Sor.
Tiburtino offerfceo a emenda segninte-
OTrofessorde pr mena lat-asou Latini-
dade que tivtr tnsinado por espaco de i2
a 20 au nos completos antes da Lei de i5
cicOuiubro de i8a7, podeiV at aposen-
tado rom todo o ordemnado que entio
percebi* antes da rei< ri'!a lei- pi'ogre.
dindo a discus^o do ai tigo e emvnda, seu
Auctor pedio reliral a, ese Ihe couced-u,
o Sor, Pe-soa de Mello emetio tambera
esta emenda os ao annos preci-os a um
Prufessor para ser jubilado, contar>se-ha5
depoi'f da Lei de i5 de Outubro de 1827,
qnanto aos l'iofensores de primaras Le-
tras ; suprima-so o artigo 11. Mas teodo-
se retirado da Sessio algnus Snrs Depu-
tdos e sendo o numero dos presentes di-
minuto para faser Casa, o Snr. Presidente
levantou a SessaS a hora e meia, tendo da
do pra ordem do dia a conlinuacaS da a-
ctual.
Thotnas Antonio MacieLMonteiro, Pre-
sideute.
Luiz Rodrigues Sel te, i. Secretario.
Laureotino Antonio Moreiro de Carva-
llo, 2. Secretario.
EXPEDIENTE DA ASSEMBLEA.
Officio.
Ulm; Snr. A Assemhlea Legislalra
Provincial, tendo pprovado o parecer
da eomiriis.ao de Poli ia etn Sassad de i5
do. correte em o qual ronferio ao ofi-
cial Mior tittsua Seeretaria Rufino J >se
( o rei de Almeida, a gralilicacio animal
deaoJ|J res: manda partecioar a V. S.
para levar ao ronbeoimento do Fxm. Snr.
Presidente da Proviocia, a fni d se fa-
S'r a ujcessaria partecipagaS, aTbesou-
raria.
Dos Guarde aV. S- Secretara da As-
semble* Legislativa provincial tt Peroam-
burol7de Abril de 1837. -Illm. Sor.
Manoel PuI. Quiutella, Secretario iote-
rino da Provincia.--Luiz Rodrigues Set-
te, 1. Secretario. >
DIVERSAS REPARTICENS.
Alfandcga das Fasewiat.
A Barca Inglez Wighlngde, vindade
Liv rpool Cap. Heu.y Cookshauk eu-
trada em t docoirenie, consigiiaJa a
Crabttrea Hey worlb e C.
Manifestoa o seguate:
331 Caixas com faaendas, a67 fardos
9ooi ditas, 8 oa.xa com feuagem 34* *
barricas com dita 4 caixas com chapees,
coo barra com mauteiga 800 ca na cora
sav.5, 4^3 barritas com farioha la5
caixas com folha de Raudres, 111 gigos
com loaca 10 Meios ditos com dita 601
bu rii com polvura I canastra com dita,
147 barricas com serveja 10 caixas com
chapeos de sol, 4>bairis com pregos, 7
e j/ toneladas de ferro em obras, 5 bar-
ris com sgoardente jamaica 6 barricas
com meias de algodad 1 caixa com dita ,
1 caixa com diwrsaa fa-.endas 1 molho de
asso G caixas com couro em obra, 10
caixas com espingardas, 1 buril com lio-
goas, a pare- de rodas aeixoa de ferro ,
1 caixa com livros 1 dita com papel 1
dita com chapeo a ditas ignora-se o c5-
teudo a embrulhos dito dito urna caixa
cora urna pintora, 2o presuntos, 4 9ue'*
jos, 18 caixas com pos de seidliles.
URSA OS DIVBRSAS RnNDAVf
A pauta he a mesma do N. Bj.
TUESOURARIA DI PROVINCIA.
Perante Thezourria de Faeenda desta
Provincia se ha de arrematar, a quera ma i -
orpreco offereeer nodiaa8 do correte
mez boma porcaS de Sisaih de cobre ; e
os utensilios da Fabrica Nacional do Taba-
co em p consiantes do Inventaro, que
sera'appresentado aoe licitantes. A- pes-
soas que se proposerem a dita an em.'ta-
cao deverlo comparecer no relerido dia na
dita Tbesouraria, a horas do seu expedi-
enta.
Secretaria da Thcsouraria de Fazenda de
Peroarabnoo '4 ^e Abril de i837.
Joaqaim Francisco Bastos.
Ofiicial Maior.
OBRAS PUBLICAS.
Pe Administrad das Obras Publi-
cas se convida ao* Mostrea rinrbres que
quiserem apjstar, por empreitatla, a pin-
tura que se ha de faser na caza da Prefri-
tura do Qaartel de Polica para cooi-
pireceremna salla da dita Admiowtracfo
riscal, no da i9 do correle, para avis-
tada minuta da dita obra >zerem os ne-
cesarios ajustes, e dar-se a quera por roe-
nos tizer.
A Administracio Fiscal das Obras
Publicas, precisa de canoeiros para os tra-
bathos de cangas na inesnia Repartijio:
os Senhoresque os tverem e os quiserem
alugar paia os ditos trabalhos pedem.
concoirer para se ajustarem a respei(o dos
jerosee que devem ganhar : comparec&5 na
Salla da mes'oa Admiuistraco todos os d-
as uteis das 9 al he asa oras.
admihistraca do patrimonio dos or-
fao8.
Perante a Admini-ti-.'sfo do Patrimoa
n:o do- orfos se hio da ai rematar a qoem
mais (le, e por tt mpode trez annos q' hio
de ter principio no ptimeiro de Julbo p.
futuro as reodas das seg'iiates casas.
N. 4@ na ra da Moeda du Bairro
do Recife.
47 idem idem.
48 iem do Amorim dem.
49 idem idem.
50 idem idem.
51 dem dem.
5a idem idem.
55 dem idem.
54 idem idem.
55 idem dem.
56 iiem idem.
Aspessoas que as qu'strem arrematar
podersd ct-mparerer eom seus fiadores no
dia i9 do correte mtz as quatro horas
da tarde na Casa das Sess5es da mesma Ad-
mnistracio.
Gasa das SessSes da Administraos dos
Oifios m i5 de Abril de 18^7.
J. M. da Cn-z.
Escripiurario.
BARBACENA.;
Falla com que o Presidente da Sociedad
Provincial Mineia estabeUcida em
B.irbacena abri a SessaS no dia % de
Dszembro de 1836.
Senbores Ne-te memoravel dia em
que toda a Na?a5 Ihap-ileira, exulta de ju-
bilo, fasitjaudo os annos doNoaio Adoia-
do Impera lor, couvinha que esta S cie-
dade era desempenho de sous Estatutos ,
se nuihs_ pra dar bum teslomuoho pu-
blico de seo reg.ijo por aquello faustoso
motivo. E que Bi asilairo Senbores ,
que ama a seo Pai naS se enchera' da
j !i!o, vendo aproximai-s o termo sda
Minoridade do No so Imperador! Hoja
completa Es>e Augusto Joven onze annos;
e nesse. tenra idade j he a mais doce espo-
raneada Naca 5 o sustentacolo da Oe-
dem o garante da presperdade do Hraj
sil.
LAR ENCONTRADO
/ -i



Convoquei p rtanto a Sociedade nao s
por aquelle plausivel motivo como para
que ella contiuuasse regularmente o- seus
trabalbos riten otnpidos ha dous anuos
por cusas, que vos nad sa5 occuln.
Algurnas pessoas sopp5e que esta Socie-
adese di via desolver ou que de facto se
acba dissol. i ia por terem cessado as cau
sas que motivarad asua installac^. Cin
tado Senhores ro n p* r til lio seme-
Ihante opini, e julgo que agora mais q
nunca deve a Soi edade nb li.tr em piol
da Patria. Se no tempo da sua installa-
co rae a vamos ascoosequtn. i s de huma
Resta uracaS presintemeutu devemos te-
mer o moostro da Anarchia que nos a
meaca. E po le hav.r Senhores, lium
flagello mais horroroso para ex'stehda
das Naces ? Nao Ten.o* nos ensaoguett*
tadas as Provincias do- Paia', e do Rio
Giande? Nesse tbealro da guerra na5 se
tem representado as mis hon oro-as Sce-
nas ? Como p >is nao nos bavemoa do
reunir para oppr diques Un rente da
Auaiehia, tira deque na6 devaste anos-
aa querida Patria .' Senhores Nos
somos Brasleiros; o Patriotismo deve ser
o norte de no-sjs actes : em consequon-
ciadevemss concorrar com o nosso con-
tingente para su tentar a Causa Puhhca.
As torcas dividas seeufraquecem ; reuni-
das podem pi estar serv icos.
Todavia tu submelto sabedeiia da S.;-
ciedadea sofocad dete problema: a S >-
ciedade deve ou nao, continuar os seus
tiaballios ?
Os fundos desta Sociedade tx'sttra, ven-
cendo premio ; enatem sido destinados
paia empresa alguma.
Senhcres .' urauta a rmnoiidade do
Nosso Auguotj Imperador filamente se re-
clama a sollicituds de.-ta Patritica Socie-
dada essmcialmente vorada a sustentar o
Throno Impeiial, e con correr para a ros-
z>utenca5 da Ordem. Entretanto podem
sobre\ ir algurnas circunstancias espino-
sas ; pode a ambica de algum novo Itur-
bid desenvolver seus detestareis planos :
por isso justo he que os fundes da Soria-
dade subsuta5sempre e que ate se aog-
nienUm pata servil em qoando neja mis-
. ter algum sacrificio pecuniario.
Est berta a Sessa5.
O Presdeme Manando Jos Ferreira.
D. (.ois disto pedio a palavra o SocioCoe-
Iho Doa.ta e requereo que se uomea se
huma Coro mi-sao para dar o atu parecer
sobre a Falla do Sr. Piesidente. O re-
queiimento foi apoiado e ilipois de dis-
cutido, eappruvado nomeai5-se para a
Commiss os Socios GoDcalvss Gomes e
Coelbo Duarte.
Interrcuipeo se a Sessa as onze horss
da maulla para ir as;assislir a Solemnidade
Religiosa un Acc^s degracas pelos faus-
tsimos Annos de S. M. Iipe.-i.-l, que a
mesa a bociedade tiiilia onleH.de a ex-
pensad suas.
Findo essa acto e regressando ae a
Sala das Se.-s5s leo se o Paiecer da Com-
uiissa, que fui uuauimemenle approvado,
he dolheo se^uinle. -
A Gomrni-sa ruarifgida da resposta
a Fallada Abeiturada presente Sess. 5 ,
examinando a altaotanien'e, se congratu**
la com seu Presidente pelos faustsimos
Annos de S. M. J.
Quanto ao Problema ; que sobmette a<>
cocheriraanlo da Sociedade ; n*6 de.-co-
bre a Commis-a em nenhuin dos artigos
dos E-l..tut ,s que esta Soeiedade se de-
va considerar d ssolvida poi falta deieu-
nies ou por terem reasado as causas da
sua iostallacaS : antes da o ai t. 13. A
Sociedade dura em quanto duraiem as
oscil'aces Polticas ouameacas de pe-
turbacad da trauquilidade publica. Ora
ae em outros te ro p. s bonanzosos conheceo-
ae a neetssidade da tu a cie<-c. ; boje ,
que nos achanto? em circun Uncas exua-
crdinarias baque havemos de de.Iarar a
sua dwoluca5 ? Em huma quadra peri-
goaa em que o mismo governo declata
que as Leis e a Con-> lantes, em que vemos ame-cada a mesma
nossa Religiad S rita be que ha ve moa
de abandonar o po to e dissol ver esta pa-
tritica Sv/ciedade '! Nad, Senhores a i
Comm sao entande que na6 somante a So-
DIARIO DE PERAMBCO.
cii d.ule nao poda considerar-se dissulvda;
como que deve continuar com maioracti-
vidade, e vigilancia : ao menos amqaan
to durar a Minoiidade do Senhor D. Pe-
dro II. Salla das SeSs&es 2 de Dezembro
de t36.
F. Coelho Duarte.
J. Gon^alves Gomrs.
( Do Astro de Minas. )
Snr. Redactores.
lium dos exemplos mas prximos,
mais salientes de quanto o patrooxtJ pre-
side a todas as oossas de liberar oes de
qoantu elle fae transtoir.ai e abortar
as vezes no as ruelhoies iiislilu-ives ,
he s^m ilmiia o fmn.'.o ntgofioda di vi
za6 daFreguezia de S. Aoiouio : divii.5
uece.-sa'ia e til, comojiVres. iutinua-
lio; divis<6 reclamada justa e plente
aos olhos da imparciali-ladee justica pe
o lado phi-ico : diviso uecets^ria util
e orth'idoxt, pelo lado moi al.
O seo c riespnjente o Snr, Ami-
go do Vigario tero encarado este negocio
so pe'o deslcixo e indilerenca do sep
tuagenario Parocho da S. Antonio que
alten iendo s"P dade, ereusa chaqu, mu-
to se I he pedera rtleva ; tu encar o
negocio nad so por essr fai ce Tisendo
ver que a reUxadissma tscandelosa
administraca da I^reja Matiiz de S. Au
toni^i,' nao provem so de impedimentos
phisicos, como principalmente e da mais
antiga daota tem origem em p eocupa
edes filov ficas. Bati a padra Siss. Re-
dactores, e nio queroq'a minha coricp m-
denria minl fogo : vou provar roinhas
trez prop'8c6s i." que o estado phi-
zico da Fieguisia de S. Antonio, dicta
por si mesmo a mesmo a sua diviso:
9. n que essa divisaS he reclamada pela
Religad, para me! hora mente da cura es-
piritual das almas : 3. qne o patronato
tem empenhado no seio da Asamblea Pro-
vinci. 1 alguus da seus adeptos, para illudir
espesar ou pelo mauos tornar era oti-
lidade particular essa medida que devia
so ser consagada utilidade punir.
He sabido por todos anda que p 1< s
inexactos porem nicos airolamenlos dos
Parochos que nos podem aproximar da
populacho da Cidade do Kecife que es'a
con tem p neo mais ou menos viritee cin-
co '' vio te e seis mil alm?s de c .mmunhio.
s. be-MJ mais que pelo sobie todos intfa-
cto airo'un iitude S. Antot'io, ( croman-
dado faser por qu m ach aub'igas) a populapaS desta Freguez'a
co'upunha a metida da populaga da Ci
dade do Recipe logo ella deve ser dividida :
porque seasduas outras Freguezias que
unidas sao tatito cmno ella sv reput-5
grandps, o que se dir de S. An-^
lonic? Que h-i hum pequeo Bi^pado ,
ou r. i Ii-j-q do Caa, u eiro he huma Cu-
riman de viveiro. Sabemos lodos que a
extenco ai ruada da Fregueieia de S. A.r-
tonio he mator do que a extenuad ai i u-
..da da Bea vista e S. Pedio Goncalves
unidas : logo a Freguexia deve ser divi-
da por suaixtencio, e por sua popuiac N 6 sei que se exijfo tanto p U diieito
cannico como pelo dertito civ I ou-
tras b.'/.es para tal obj cto e por tanto
i-to nao cr ce mais de commento.
Se prto.so fosse alguma cou-a mis,
do que o r> clamo publiiosobro a na, e
pouco edilli ante admini,iraca5 da lgreja
Matiiz da S. Antonio reclamo e desg<>s
to que ae tem eslendidoas tVlhas publi-
cas com factos vergoohosos, emuitos ir-
religiosos q' sa ti m calado ( como Vs. sa
bem ) se fosse preei'o mus provea, bas-
tara citar nomes para se recnhtcr o mal :
sejao' aqu feitas honre sis excepedes, t.l
como a do meiilissmo Reverendo Coad-
jutor Sacerdote verdadeiro muitissirao
bom, e que por maitc bom as vezes nao
pode remediar o que o Parocho deixa em
outias mies, ou que sua aothoridade nio
ja kub'cienta para corrigira quem de ar-
g"Dl nao tem pi incipio- Obsteobo-rne|de
de nrofund.ir mais minbas rtfl'XOeni pa-
ra nao ohegar a individualidades u por
que o publico sebe ajuizar muito bem por
experiencia do resto que en calo; sejio
guardadas ss sx- epess; e fassa-se justisa
ao resto. Porem nao sabe o Parocho ,e
na5 deve examinar e saber do como vai
a sua Igreja se o seu rebanltu vive sat s-
leito e bem apasesntada ? Outioi cuidado)
tem alie como be sabido, e he de quanto
rende o stu beneficio, que segundo
o bllo dito o'hum grac-jador, sio
co^rados com hum penliuho de tirar
leudias. Logo a Fregueeia deve ser divi-
dida para uielhoraraento da adminisira-
ca6 e cura do rebsnho : se o Par 7o annos, e por isso na6 pode velar (nunca
o fez ) por si, nem dirigir os seus Padies
por isso mesmo deve ser dividida a I-
greja e na5 depoia ia sua morte como
elle quer porem antes para u aliviar urn
ppoco de tantos encargos.
Na6 obstante toda a forca do expos'o,
opationatoa avorado como s?mpre, The-
aoureiro dos negocios pblicos desen-
rolando todas as suas banderas e galhar-
detes nomeio da reprosenapa5 Provincial
trata de fazer aioda dormir o projecto
j adiado na s ss*5 passadi, ou pelo me-
nos tornal o ioaprecivel p<.lo resultado da
dema Caca5 parochiaL Muitos recur-
sos sugire amalicia eo intares^e Depu-
tado houve, qse veio de proposito tomar
as er.to na Aemblea so para dtffcoder
a poce uso e fi neto e desfructo, domar-
gado paiochialdo sao coll ga e compa-
nheirode maityrioda Caieiada Babia.
Eis aqui are'idaS, e o amor do bem pu-
blico dos phantropos do tem dos mestres
e de cipulos doliherali m> e humani
dade ensenados nos carceres da Babia!. .
B >a rs-ola 1 Nos o temos seotido ;
mais emfim vam'S-nos desinganando.
Qurado apeitados pela furrja da ver-
dada qoando calcados pelo peso dos factos
os propugnadores da n guexia respoiidem que pelo menos se de-
ve adiar este negocio na vida do actual
Parocho en premio dos seos padecimentos
patriticos. Gala Ote pieria .' E por ven-
tura recomenda va-lhea Igreja Calholica
que ellefusse grande patriota, ou que
fo-se bom Parocho ? E para que fim quiz
elle- ser patriota ? Nad foi para libertar e
ttttfjft a fell ida-te a a ordem ao seu Paiz ?
Foi : pois be.n a diviso da S. Antonio ,
perlence a feliciaada a ordem da Patria.
Ou pelo contrario te sao patriotas com
vistas de in'ense e quaodo o interesse
pode padecer pelo priotismo abando-
nare est-'s, e grita-sa alegra se que s-
t) eaquilo nos foi dado por El-Rei por
tola a vida? Assiui fisem muitos e tem
com ludo apologitis, deffensures me-
diadoiei e patrono i ua '" ambl-a nes-
se i ecinlli i on le so a ra-io o amor do bem,
e a sinceridade deve iio dii igir suas medi
das. Porem nos que tome mus ruina me-
ntas milito tarde as pe dframos : nasee- .
mo9 ser vos do patronato e morder
mos victimo delta. Se os Amigos pa-
trones e o sen novo chafe, nio eorise-
goirera que durma a d.visio elles, fa-
rad que ella si iluda pala demarcaejo ,
pondo-a la pelos curraos velbos e m mia-
ros do coitume : Acaremos como no prin-
c;pio.... E consentir a n >tva A-sem-
hlea em taes chicanadas em tu-logios ?
Anda resta esperanca anda o espirito
de re lidio nio tem aban ton ido mu tos
de nossos Deput-d a certamente dignos
do lugar que orcupa5 ; a elles curopre
ultimar aobra dejus'ica, da neresadade
da Regiad como o espea
Hum Parochiano de S. Joze.
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. Re tactores.
Quuro expor Iba hum facto mu ver-
dideiro e su* into e nio menoa digno
de ser patente ao Respeitavel Pul/1 co e
as nossas excedentes auth-u ida les. H ra-
tera i3 do coi rente mez de Abr por as
ne raeia da nite ( e nio chuvia ) sahi da
Boi-vistada caaa Oe um amigo, e tive de
tranzitar pela ra Nova d^sTrii xeins ,
Pateo do Carmo, PaUodeS. Prdro ra
ds Hutas, das Agoas verdes, run utas .VIu-
trios e roa d Augusta a em nenhum
de-sss lugares Surs. Redactores encon-
trei huraa P.ti ulha da nossa sublime Po-
lica a pesar de aerera ti5 bem pagw to- I
dos os seus Agentes a exrepco dos Sab-
Prefeitos. Custa a crer Surs. Redacto-
res casta crer digo q de de Pernambuco enti eFue por semelhan-
te forma ao punhal e oo roobo .' Ha
para lamentar que tantas innovaceus
teobaS so por Sm txgotar os cofres Pu-
blico esutreUuto, que nem ao manos
apareotemrnte appaiece proveito de hum
til sistema .' Grande Dos lauem vossas
piedosas Vist-s sobre os infelices Pe-rnam-
bucanos, ats:m vulo suplica o vosso tlho.
O Administrador.
S'oSnr. Corresponde nio encontrn
rondas Ste. na5 fai por ellas nio exist-
icn n{)s temos transitado a oas mais
tentb u-as e as temos encontrado. Tem
toda-raxo&'em clamar contra o sistema
imbuante da Polica, porem nao nos pa-
rece ju-ta a sensura contra os agentes d'el-
la pois elles nio tem os atributos de D-
os qaeest em toda a paite. Clame o
nosso correspondente; una os seus a os
DOS-OS gitos para que a A-'Semidea Le-
gislativa Provincial estabtdeca o .i,lema
de polica fixa nica que nos pode remr
do punhal assassino.
Os RR.
Srs. Redactores.
Aqui tem 3*. vez aos seus ps o ami-
go do Vigario de S. Antonio do Recife.
Surs. Redacte res como he moda presen-
te tirarem te humas coisas diiniuuirem
seoutras vou fazer Ibes humas pergun-
tinhas : primeiro : se he permitlido a o
Podie que l os proclamas lelos de ba-
tna, sem roquete esem estolla arma-
do de om chapeo de bol no bi ago esqueido
e na mi direita em lugar da tabella pa-
ra fazer os autos de f esperanca e ca.
lidade o seo competente chipeo de 3
biros ? 3. porque |raziu re fez no da
i4 doxorrrnte a novena de S. Jote na I.
(reja da Peuba depois das 6 horas da
n>ita contra asordeus do Exm. Prelido
da Diocese ? 4- 3 porque motivo nao to-
ca em S. Pedio a Santa Unci q >antro
saha a os rfennos, que em ves da tocar
dar orar-mos por ella, toca hum apt0
para aecudir o Padre ? 5. qual he a
rasio porque os povos falli tambera
do R veiendo Vgar.o do Recite, este ex-
emplo d< s Parochos, a do da Boa-vista
t so clamaS contra o de Santo Antonio
do Rerife?
Snis. R'dictores, como tudo .|0 he
bom para o aspeitar dolethargo o pobre
vclho por isso Ibes de a resposta o seo
respeitador ,e
Amigo do Vigario.
V\RIEDALES.
Hum chamorro, ehum miguelsta.
M. Ora gracas a Deus que o encon-
tr que em busca de Vmc. ndava eu a
muito.
Ch. Pois entio aqui me tem.'pastee-
mo .
(VI. Enta roeu Amigo esta' desengaa-
do de que i \ tintamos ras. 5 ?
Cb. Ras5 Em que ?
M. Em,diser que a Carta Constitucio-
nal nio deve valer, poique eia estrangei-
ra, edimanada de um Poder estrangei-
io Quantas veses distemos nos queD. Pe-
dro ira estrarigeiro e E tr.iugeira por
couseguinte a -vossa Raiuha 1
Ch. Falle em termos abas vou lbc as
tabaqueiraf.
M. De que seesqoenta Vmc. ? Quan-
do nsem 1828; 29, e 3o disiamoa istu ,
disia Vincs. que nos eramos ons traotari-
tes, e uus rtbtldes; mas quera nosjusti-
ficou? Fora5 Vmca. meamos. Na6 d-
sem Vmcs. agora que a carta era etran-
geira, a eatrangoiro D, Pedio? E nao o
deitara vosseia abaixo por isso ? EntaQ
que queiera agora !
Cb. Homero, i-so na5 he atsim.
M. N0 ha assm ? Pois cutio o nio
be^? Na6 se esquente e va' ouvindo.
No* sempre dissamos qu: D. Pedro
l'
MELHOR EXEIV
*


DIARIO DE P E R N A M B C O.
era Estrangeiro ; e que a Carta era estro-
geira E Vmcs. depoi- re estare m pre-
sos, degradados, espatifados, e inforcados,
q -e disena agora ? O moamo que nos di-
siamos 1 E jio tinhamis rasgo ou tifo
tinhamns rasaS ? Falle, na5 se Ihe pe-
gue a lisgoa no Ceo da boca Qje cha-
mavemos n* em a8 a Vmcs. ? Rebeldes ?
E agora os teidadciros amigos da Patria :
eSoes horneo s do da 9 que chamad ao9
Callistas ? Rebeldes .' que ru d z a uto ?
Ch. Eunemseioque lu de diser ?
M. Indamai.: que diz a Constituirlo
de aa sobre a de.-cmdennia Real'? Que
gOTcnaiV o Senhoi' D. Joa6 VI, easui
descendencia O a eis o Seohor 0. Ped O
lie, be nao he estrangeiro ? Se ha como
n' sempre dissemos y e 01 seus irmads
agora disem a descender ii passa ao Se-
nhor D. Miguel : e se n- Ir; ao Senhor
D. Pairo II. Oa faga favor sabir d'a-
qui.
Cb. Mtu amgo seja la o que Vmc.
quiser : mas Vmcs. fiar, o huma revolu-
ca5ema8 para absentar D. Miguel sobre
o trono.
M. lato be verdade :
legitmame .t. !
Cb. Legilim-imeote !
brincar consigo !
M. Legilimidade i Sim, Senhor, le-
gilimtmenie, e muito legtimamente.
Todas as Revoluces .-..5 legitimas disse
ba pomo o Senhor Ministro do Reino :
atqui que n. fue,nos urna revolueaS, er-
go he legitima.
Ch. Mas isso fui urna revoluci do
Miguel Alcaide, cao Regiment i9!
M. F01 como todas: principiuo por
pouca gente e ai abou por muita e a
agora por quem priucpiou ? Nem sesa-
be por iiueu.! Mas a naca a sanrcioooa,
pi que se agachn como fez trn 8 En-
lo nouvera repiques, e agora repiqms!
EnteS bouvera6 logeles E agora hou*e-
ia foguetes Entao houverad luminarias,
e agora lambem luminarias Entao hoti-
\<.v congratularles de Cmaras, e agua-
ra lambem? Que faltou a outra p ra
ser to legitima como esta ?
Ch. Eu nao Ihe sei ie-ponder, que nao
estudei Diieito, mas aempre Iho digo, que
isso na.) he assim.
mais obramos
Vmc. esta' a
lavr ta sagrada.
Parafaser triunfar a Revo'uca fui pre-
ciso qu8 o Ministro tropellasse as Le9,
para intimidar os numerosos inimigos d
Constituido !
Os Ingieres tem a ConstituicaS oco-
raca os Porlugezes na cabeca !
H> horneas emPoitugal ejqurm a cle-
mencia irrira, e ootros a quem a ordem
mortifica,
A RevolucaS he como a morte queso
amedronta os fracos mas na qual -o a
irivolidade pode encontrar materia de
oivertimento .'
As Revoluces tem [tamanha impor-
tancia na biatoria ; soa influencia be ta5
profunda qae so loucos, ou desespera-
dos as podcui desejar !
Hum ttanstoino geral da ordem conhe-
rHa nao pode ser sead o effeito das pai-
xes.
Hum poro em Revoluco he hum ho-
mem co>u febre rdanle O delicto be
cjsem llieron-eiva as Incas vitis!
Todas as Revoluces sao faca em seu
principio: seo Poder as combata, seu
resultado he duradouro ; se as af^ga el-
las pe.dema sua a sita vitalidade !
Mi ba partido algum novo, que soc-
edla a outro queonio exceda emesa-
geracfo.
As Revoluces sSo como os terremotos:
sua virtude be derrubar e nio edificar.
As Revoluces depois de caneadas ca-
bera sempre na jnao de hum hornera 8a.
A R--volucad be como o fogo, que se
nio affaga em quanto encontra materias
inf'amaveU.
Querido as paxcs estaS desenfreadas ,
a raso liemutu IVaco orador.
Ilem.
ble.is Provineiaes somen'o o que disjer
respeito a nomesca suspensad e de-
missi dos Ollicues excepto o Comman-
dante Superior qu o Acto Addicional
ooncidera Empregado Geral. ( 7.
das Iostruces de 9 de Dezembro de 1835
que acompanharao o Decreto da aaegma
data)
AVIZOS DIVERSOS.
PublicacSes h pedido.
Illra. Snr.
M. Nao basta t>o diser lo, he penoso
proval o .' Olbe lembra-me muito bem
queni entao distemos que |Vmos. nio
queria a Carta, mas sim de il; Vmcs.
disiio o contrario : e quem f*lou verdade,
fora Vmc.-. ou nos ? Nio disse, o Snr.
Ministro do Reina que se ejaron f j na
e-peanca de a' reformar Nio disse o
Nacional que se os Cvn titucionaes acii-
tara a Ca tafoi porque quam aceita nio
e.-cjllie! .' N. disem agora os diputado*
que a C'nsliluitio de 21 sempre es'ive-
ia 110 toracad dos P01 tugues que m. diz
a isio Falle, naseenvergontie.
Cb. Diga me, Vmr. tambera e por-
que motivo tend Vmc. dei rubado a de
aa ag'ra to a favor dell ?
M. I sj esla' inteodide! Poique a-
; h a nos fax conta .' Pela Carta nio linha
o Senhor D. Miguel direito a coroa e pe-
la de aa tem : pela Carta ciamos una re-
beldes tratantes, e amnistiados: como
a Caita se auullou allos ti car 5 os beus
eiTtilo.
Ch. Meu amigo, va' pentear bugios !
Isso n peg A Senhor* Dona Mari*
11. he e sei a' a n isa Rainha : nos a que-
remos e a liberdade.
M. Qneimpoita se Vmcs. esta des-
suniJos e ui unidos Oeixe sqoecer
a f.1 nalli e vea' o que vai.
Ch. Quao lo cliegar es-e dia Vmc.
vera' como todos 001 remos as armas.
M. Po's vrtiemo*. Adeu/iuho.
C>i. E que tal est o bebado E como
eate' engaado !
(Do Aililheiro.)
Lib*-rdade Todos dixem que dezeja5.
Man que esa* Liberdade senfo o fruto
de sabias Leis, quando e tas chegio a ser
mais poderosas do que os bomos Que-
ris *er livres Dai as L is e epoio que
dais eoshomem. Mais era quanto derdea
eos homens oapoiaque o as Lvis deveis
dar-, na6 digis que queris a Liberdade :
deixais^a hypocresia t na6 profanis pa-
Respondendo o Officio de V. S. dac-
tado de a do rnez que rege e recebido
honlem a tarde, < m o quat me f.z saber
que era rezultado da corntrunicagio que
Ihe fui feita de estar por indemniar-se a
Fazenda Publica da quantia de 5oO(2J oo
rs,, recebida por conta dos Sidos dos
Municipaes Permanentes, Corp-) que ora
Cummaud') para ser discontada, quan-
do voliasse o dito Corao de Panellas e me
pergunta ae quero entrar cora ella para o
Coffie independenta de lide Judicial; cum-
pre-me diiera V. S. que esta quantia fa
dida para os S .Liados por conta do que
venci.^5 de seo* Sidos e se a-f-im tos-e
justo era, que se Ihes fiteise os desconlos
re-pertivos ; ans.-im foi p-dida pelo ex
C'apitio Feliciana Joiquim dos Sautoe ,
quando Comm a seo ii mi > Manoel Zefirino dos Santos ,
entio Prezidente da Provincia, para dala
aos Muzcoa que locavSo no Corpo, os
quaes era um Suido pe cebili pela The-
touraria o que bem provado esta' com a
raesma Portara passada pelo dito ex-Pre-
zidente ao lllm. Inspector d TheOUra-
ria, que por copia ma remette V. S., e
admiro, que sendo V. S. am Advogado
aoreditado nio conheca que ro de'O aer
constrangido a pag-r urna divida contiai-
da por esse ex-Cpitio e imeiio Com-
mandante do Cepo, moto antas de ser eu
nomiado Commandnte d'elle, para pa-
gr e muzica, que Ihe -servia de luxo,
cujoi membros nada recebiio pla The-
zouraria como fica d^toj pode por tanto
V. S. ficar m inteligencia, de que jamis
pagarei e-se d nheiro e que caretas me
oo assostio.
Reenvo a V. S. todas aspessas que a-
companbario o seo citado Officio.
Dos Guardes V. S. Quartel do Cor-
po Policial 15 de Abril e i837.* Illm.
Sr. Antonio Joaquim de Mello Procura-
dor Fiscal da Fazenda Publica. Fran-
cisco A ntunio de S Brrelo Com mandan-
te Geral.
A Guarda Naeiooal constitue nos ter-
mos do art. i45 da ConstituicaS, urna
pai te excencial da Foi ca Publica. A sua
organisaco, ediciplina devem por tanto
pertencer eo Governo Geral; e aa Asscm*
Sabio a luz o novo Jornal Indus-
trial dos Conhecimentos Uteis, ralativos
as Artes e Oficios, a Agricultura e me-
Iboramento de seus productos, a Intro-
dcelo de novas Culturas e Industrias no
Brat.il e Portugal, aoCommercio, Chi-
mica applicadaas Artes a Medecina do-
mestice &c. cc. Obra na quelse'anoon-
ciarasdiscobertas e inventes moder.
as mais otis e interessantes as Arle ,
officios, e Sciancias Pral ca. Publica-
da em Pariz pelo Dr. F. S. Constancio :
ein a Cadernos mensaes de ouza de 100
paginas cada om : os Srs. que qui erem
subscrever para esta Obra interessantitai-
mae todas as Cla.-scs diiijiose a laja- de
Miooel Cardozo Ayres, na ra da Ca-
deian. i5.
W^ OfFerece-se um rapaz Brazileiro ,
que sabe ler esciever e contar com todos
os requesitos necessarios para caixeiro de
elguma caza de negocio, esciiptuiaca ,
ra ou qu.1l u-.-r outra numar;a5, dd'
fiador a sua conducta, quem dille se qui-
zei utilizar anuncie por esta fo'ha para ser
procurado.
iKaF* Urna mulher parda de muito bom
procedimento piope s; a ser ama de ca-
za de algum hornera solteiro e dispoe sea
lavar ,* cosinhar e faser os mais arranjos
necessiios do ser vico dec.ua: quem a
quiser anuncie a sua morada pata ser pro
curado.
tW* Quem quiser ser ama de urna casa
capaz pare se he dar de comer vestir,
e tratar se em casos de molestias dirija-se a
1 na de O tas sobrado D. 47.
W No beco do Ouvidor que sai para
a ra das Cruzes D. r acba-se estabeleci
do um escriptorio a n.llese continua a ti-
rar passaportes tmo p.ra o Imperio como
para Reinos estrangeiros, folhas corridas ,
despachos de navios guias de fas nd.is
reexportadas requerimento? tanto para o
ciime como o civel tudo com brevdade e
por preco mais commododo queem outra
quaLjner parle.
V<|T* Um Porluguez deseja ser c de algumi venda ou paderia o qual de
an.b 3 as coisas tem bastante pratiia esa-
be desempenhar o seu trabalho quem dor
mesino precizar anuncie a sua morada para
ser procurado.
*y Q iem tiver um 1 casa em o bairro
deS. Antjnio em urna das piincipaes r-
as bem como Rosario (ra das Cru-
zes ra do Colegio Livramento, e no
Pat.o di Carmo, inda que faca-se algnma
obra a custa do peudeote que dispe-
se a tudo pela necessidade que tem de urna
casaem umdesto* lugares, e da' alguns
meies adtantad s ; quem a tiver nao ex-
cedendo o alluguel por mez 10$ rs. an-
nnncie.
fjcjr. Perdeu-se urna chave de porta
com urna pequea corrente de asso, quem
anhar por obsequio qoeia intragar na ra
do Jardim defronte da casa que tem os
portaes pintados deamarello.
e/y Pode se a quem ja a meses deo-se
usa cdula para procurar iioco, a nio
tornou nem conta delta deu e se tem
ozado de prudenci por cootemplaceo a
ama pequea amisade que se Ihe tioha; po-
rm como ja tenha-se enunciado e elle nio
a tem hido restituir ; promete-se que na5
o faendo nestes quinze das, te faser de-
claiar o notne por extenso.
tsy A pessoa que quizer urna ama de
leite : di ija'se a ra Direita D. ao.
jey Francisca da Silva Naves, viova
da Antonio da Silva Carvalho moradora-
terrea no largo da Igreja da ?ar ca Povoa-
co dos Affogados: na fue Direita Deci-
ma 3o.
tjy Quem precisar de uqi tauiber
parda para ama: dirija-ce no beco dj
AdiqueD. 10.
jry Precisa se alujar quatro baalhas
de serradores com au&s serras: na caca
do Hospital Geral.
jy' D.sse i5025000rs. ajuroadedoia
por cento, sobre pinbores de cute ou pra-
ta ; quem os quiser dirija-9e a r&a Direita
venda D. 26.
Sjry A renda triennaldcs faescM Boa-
vista e Besen o-queimado sitas no termo
de Villa do Brejo da Madre da Deoj par-
tenaentesa D. Mara Res Jourdsn, ee
ha de por em prega pelo Juo dos Olaos
de mesma Villa ; o que se faz publico pa-
ra inteligenciados pretenderles.
jry O rortuguezque tem bastante pit-
uca de vende, e padaria, conforme an-
nunciou no Diario n. 81 declare o lu-,
gar para ser procurado.
jcy O rapaz Portnguez chegado de
fora e que deseja ser caixeiro de aruasem
d'assucar trapiche ou venda confor-
me o Diario N. 83 declara o lugar.
y No beco da Ovidor que see para
a ra das Cruzes D. l acba-se estabelecido
um escriplorio, enellese continua a ti-
rar passaportes Unto para o Imperio como
pera Reinos Fstrangeiros, folhas corri-
das despachos de navios, guias de fa-
zendasreeipjrtadas, requerimentos tan-
to para o enme como para o civel tudo
com brevidido e por preco commodo do
que em outra quulquer parle.
e/y Urna ama para caca de um Lo-
mera soltero para todo ser vico de caza;
quem a preteuaer dirija-ie a Trompe de-
fente do sobrado nova n. 433.
tjry Quem tnnunciou no Diario de
14 do 1 oriente querer fallar com Anto-
nio Nogunr. 5 duija-se a praca da Boa-
vista Venda D. i.
tjry Alluga-se um pequeo sitio ou
urna caza pequea, que tenha quintal
grande nos lugares seguinte*: Afiitos ,
Solida le B.osarinbo o Montego dasse
um anno adiantado ; annuncie.
y Quem precisar de entulhode c-
lica com bastantes peJacos de fijlos ,
mande-obuscar gratis na ra do Cabug ,
sobrado cujas verandas acabaram-se de
concei tar.
tjy O Paquete do Norte n. 5 sabia
Sibbado da semana p. p. vende-se nos
lugaies ja annuneiadus.
*y Qu-.m precisar de 200^000 a ju-
ros dando para seguranza pialo ou ouro:
diiija-sea praea da Iudependenci Joja de
livrosn. 37 e38.
f/y Um rapac porloguec chegado de
fora se ollurece para caixeiro de qualquer
caza de negocio dando llanca a sua con-
ducta ; quem precisar annuncie.
ley Queu aununciou querer dar 5
a 5 coritos de 1 eis sobre bens de raz livres
e de-emliaiacaios ; dirija-se a ra dos
Martirios D. 8 das 6 horas as 8 do dia
e e tarde ds4 oras em diante. ,
Ijcy Quem annunciou querer comprac
prata vela : dinja-se a esta Typografia.
LEILAO.
Antonio Francisco dos Santos Braga,
fac leilio hoje iSdo corrente pelas 10 da
manhi noarmasem de Antonio Joaquim,
de hume porcao de Rollos de fumo, por
conta e risco de quem pretenrer.
Manoel Ignacio de Oiiveira faz Leilio
boje 18 do corrente de 574 anooreitas
com azeiionas c alguns barra com pre-
suntos viudos do Porto ao Brigue Fama
do Don 1 o; tudo por conta e risco de quem
pr vtencer.
na ra da Florentina e em caza do fa-
lescido Jofo Zuink, prcpoem-ie a co-
zer, ensaboar, e engomar para fora as
pe-s ;as que se quuertm ulilisar dos ditos
services: dirijad se a mesma caza.
Aluga.se urna morada de caza'
NAVIOS A CARGA.
Pare S. Miguel das Alagcas
Segu Visgema Sumaca Valeroco Co-
rceo de Maa qoo pretende sabir ele* aa
do correle, quera na mesma quiser ear-
reir ou bir de passegem ; dirij*-sea Pa-
MPLAR ENCONTRADO


DIARIO BI PKftNAMBUC.
ca do Commercio loja da cabos a. 5.
Para a Bahia
tflp> Segua viagem cora brevi Jada o
Fataxo Felia Aurora Capilio Joio Jote
daSilava, quera oo raesmo quijar carre-
gar ou birde pa-ssgem dirijio-seao sea
Capillo "U a stu consignatario Manuel
JoaquiroRanios e Silva.
Para o Maraobfo
V9" Ssgue viagem com toda brevids-
de o Palazo Brasileo Nuroa, Capitio
Joze da CuSta Pimenta quem nelle qui-
zar carregar ou hir de. p-ss.igem dirija se
a seu comignatajio; Manuel Joaquim
Ramos e Sil?a.
COMPRAS.
I o escravo carpira que sab o (ini-
cio aja mosso, sadio, bem con lu-
cido e igualmente umi prata parfeita
engomadeira mossa sadia rt bu-ta ,
bmicon niv.id < equesiba vislir utna Sa-
uhora 5 na caza do Hospital gara].
Liorna preta crila, ou de naci, mo-
cea que atiba cozer bem, engomar, a
tenha piiacipio de lavarinto; Desta Ty-
pograGd.
*Jf Urai carleira de ama t faca:
annuocit.
VENDAS.
Por prego commodo urna czi que
se est fazendo na Cidade de Olin'ia na
bica dos 4 cantos com xios pi op: ios: no
MuodoN.va D. 5<.
Bjy Urna sri'dva boa lavadura co-
zinlia o diaiiode umia, sera vicio al-
gura nem achaques : na rna do crespo a
LMlar cora nanocl Pereira Reg.
SrJP" Urna escrava d costa com urna
cria da 6 mezes sem vicio alguru e por
isso prupiia para criar : na rus do Foso
D. ii.
f*" Uin bom cavnllo a bastante gor-
do com tiinitos bons andares : na ra do
atiespo D. 2.
jeji* Urna venda na ra V Iba, a di
xiheiro oa a prazo com boas ff m*s: na
roa Velha D. 37.
^ Kssjfl de chitas a 5^000 5$5()0
e 6$00Q rs. a 7 8 e 9 vintens o co-
vod^j Lustrina, chiti-spretis tinas e or-
dinarias proptiss pan Juto meiaa tinas
para seoboras, p.nosfiuos Tasados profrfo
para roupas de montana e p.ra metimos
de escolla, chapeos de massa,, que pare-
cer de castor e de muito bom goato p o-
xiuiameote chegados de fLmb'j. go pa
lias finas de Jinho, e bieanh's de Hara-
burgo p,.ssas de 6 vara tudo por pra-
vo c: mu do : na toj de tVlanoel Frau. i
coda Silva, na Prarinha do Livramento
tibiados notos de 3 andares.
W Un < hexeo muito bom cantador ,
e par pre?u commodo cum d'taa mudas
de gote : na ra do Padfe Floriano De-
cima 9.
93f* Um moleque crioolojle 8 a 10
aanos : u- A'teiroda Boa-vista O. 19.
*#" ptimas seinenies de Qtalice e
de fio; es, ltimamente chegad-s da Frau-
ca: naSolidaJe n. 450,
W Oasegmntes lyros : obra da; Vir-
gflio, Tilo Livio Ovidio Epstola ,
de Cicero, Puea de Ho.acio lutdazida
por S.ires Barboza ,|Corotlio, Fbulas
de Pbad.o, Julio Ge tolas u'Ovidio, Juveual M.gtiarr Le-
xicn, tudo em bjm ,iI0 e por prego c-
modo : ero Olinda na caza lo destnbui-
dor do Diar'o ra de Vhihies Ferreira
D. 40.
*3T Ura terreno com 7o palmos ni
capunga, uma dozia decadeiraa, atojo-
go de binos un 1 comino ia e um tou-
cadoroomfeiragem de prata, e tudo de
Jacaranda', ea modeiu, Dm jogp de
maogas de cidro lavraoas, eoutro d^ Un-
ternas, um palanqun : na ra Direila
lado do poeute D. 34.
sabe coiinbar lavar e engomar muilo
bem : na ra do Crespo lado do Norte
D. 5.
W^ Qaatro centos cotrrns de rabia
curtidos ; no aemazein do Santos defronte
do Trapiie novo.
tCT* Pata fora da Provincia oa da pra
ca ana negra de ii-c 5 bastante lidiua ,
cosioha bem f*z pndelo e bolinhos e
engoma liso, a he ptima lavadeira de
vairela <,s pe tcndenl.s dirij>5 se a ma
das 5 Pontas no Quarlel do 4. Corpo de
Arli.herid a falar cora o Quarlel Mestre do
oirstno.
*j.y Uma morada de caza terrea na
bica dos 4 cautos em Ohnda tora (baos
piopiios : na ruada Cruz n. 5i.
tqj Urna casa Bo principio do Atier-
ro don A (Togados defronte do vivei'O do
Muniz : no mismo Ater o no sobrado
d Lima.
teJF' Os seguinto livros era Francpz :
Thenard tractado de qumica ultima i di-
cao em 5 vol. /ora estarrpas Cbaptal ,
tivtacto de fjui.'iiici aplictdo ss artes e
manufaturas era 4 vol. rom estampas ,
Bi is-ori tractddn de fisica eo> 4 vol. com .
estampas, Gmbourt, historiadas drt>g simpb-s, Orfilia mei'ecini legal o 2.0 tii-
mo c .in e-Imipas; imlati-n: Eutrop'O,
historia Roraaoa o Portognez : Diccio-
nario Has Fbulas paulo e Vergina [no-
valla ]: na ra Direita D. 27.
?/y* Hura estojo de cernrgia apsrelht*
do de prata ; na m-isma caza cima.
*D*^ Uma escrava mossa de bonita fi-
gura costureira, engomadeira cosi-
nbeira de furno um escravo de boa figu-
ra com oflicio de carneceir: na ra do
Fogo sobrad) D. 16.
*y* Um moleqoe de aO nnos official
de sap.'te-ro, e tambem ertende de pa-la-
ria para fora da Provincia : ns ra do
Livramenio loja D. I7.
Una escrava criou'a de i3 a 14
anuos, benita figura, cosinba o diano
de uma caza lava da sabio, engoma, e
coze : na ra do Polactte caza da quina
dtLonto dolarnpiio.
tUP Uma escrava de narlo c.ilab da
bonita figura cose liso, lem prin pi
de f.izer lavarinto, eosaboa e cosinlia;
em Fora de Portas no sobrado que foi do
fdletcidt Joio Nepjmoceno Coilho da Sil-
va.
V&* Urna parte, e nraa quinta parta de
1 sitio 1 ora nma grande caza de vivenda], e
3 'tas pequeas (com 4^0 p?8 do larangei
isse com outras multas qualidides de
futas, cbrb'ix para capim sendo o
diio silio na estrada da olidade p- ^ngu'iiho; n^ ra Velha caza confronte
o beeo de Joio Francisco.
*" Azeite dosse muito bom da Lisboa
a 3^iuo 1 caada, e raesmo a miudo at
conlia metadle ; na Boa-vista rua da Cuu-
ceicio dtti ente da mesma Capclla.
frj*" Spatos para S^nbora de setim,
diiraq bolios e sapa 1 os para mininos; na pra-
qa da [ridrpende icia n. \ e 5.
>irjr Dois eacrav-8 de naci, proprios
de todo o nervic-o de r. mpo, uma negra
mossa com boas qualidades, um cssal de
pardos o mbcho s.-ke tr^blhar em casa
decaldeira de eugenbo, bom carreiro ,
e faz tij"l s a femea cose engoma e ro-
arriba o diaiio de uma caza : na caza do
Jardim.
*JW Urna escrava mossa, de 2o innos
de idrtde, cosinba eng-ma cose e f^z
todo soi vico de uma caza ; na ma do Fugo
D. 11.
*MF Uma mcl.i'o bonita lgira, re-
presenta a armes de idade muito sadia ,
sabe eozor lavar engomar cosinbar faz
renda e trata de meninos ; no Atiero
da B>a-vsta loja de bahas n. 26.
V9" Urna escrava com 25 a nnos de
idade, muito ci ili-ada com todas as ha-
bilidades que se pocura : na ruadas Agu-
as verdes sobrao D. aO.
Ifjr* Um Oculo de T;-r o longe : na lo-
ja de bvroj dfronte do Collegio.
1/W Uma canoa aberta, que oarrega
ummilhiro de tjoJos, e bera construida:
no Atierro dos Aff gados a 'fallir cora An-
tonio Rebollo da Silva.
jty Dois ptimos bcadqs, dois pti-
mos curtos oous Patitivas um chexeo,
e ura caboculinbo ; sio todos mai bous
Um* negra uimii boaita figura I pasjaros: os 6 primeiro s se .Tendera 2
1 2 : na rus velha caza do Sr. Christovam
q ase dt fioole do sobrado do Sr. Coim-
bra.
flj TaHoado de Pinho o roilbor pos-
siv*| de todas as gr< asuras, lai guias, e
comprimentos, pracchas do mesmo, pro-
prias para ramas de vento no armaaein
do be^o largo do faKacido B^nto Joze da
Costa.
mf Sacas de arroi branco : no Forte
do Mallo 1 na do Codemiz venda da quina
qae voha para a roa da moeda.
^SJ* Bixas rh Porto, as grandes 48 >, e as pequeas
2OO rs. : ni Botica do Braulio, piaca da
Boa-vibia.
ifT Meias fie iinho, finss ecui tas pa
ra lio mira, pipas primptapaia agaa me-
dente : na ra do Que nudo D. 7.
*C|T* Ni aua Dntita uma grande pa-
daria com)dous fornos : a fallar com Gui-
o Marqiesde Araujo na rua Diieita.
t7" Farinba de superior qualidade de
S. Cathaiina : no armasem de Jo?.e Car-
neiro de Albuquerque no Forte do Mal-
lo rua do Amorira.
'Wa^ Um escravo paito com 24 annos
de idade, rebusto e hbil pua o -. rvico
do rarrpo princ alm nt- para estribeiro :
no palio do Ca mo venda D. 2.
1*y Una armacio de lojaea posse da
chace porp anuos da dita i*ja eopri-
meiro andar, como tambera- trastea p-ira
mobilhar uma salla : na rua Nova Deci-
ma 16.
W4V Uma negra bem moca b-raita fi-
gura, teru principio de cu tina, engoma,
coziuha o diaiio de urna caza, eb>av-n-
dedeira : na rua de Orlas sobrado D. 47
3^ Dois escraios neiaoa de todo o
servico para fora da Provincia; no baco
de Ojv lor D. 1 das p horas ao meio diae
das 3 as 5 da tarde que Ja te dir quera
as vende.
^ Uma negra de idade de 4<> anuos,
de bonita figura bem dispocta e tobusti ;
sabecoziubar o diario de uma caza, en-
gomar cozer rbao, e lavar de verrelli,
oom condica poiem de ser para fora da
Provincia ; na rua do Crespo loj D. 4.
y* O-, -eguiutes livusem Portugusz :
Lances da Ventura accasos da rl#sgra herosmo da Ventura Gil Braz da Sao-
tilhano D. Qaixote d La Mana
Almoc eve de Ptlas Diabo Coo Ma-
rilia de Dirceo Affonco e Dalinda Iba
incgnita ou memoria de Gastine Oa
Dous i.iLlizes As Dtias De.-pozada-j --
Robmcoo Crusae Os Dous meninos Rj-
binsotns Beitholdo Bitholdinbo, e
Gdcasseno- Cario Magno S. C^ir las
libas ou es Detinadosda liba da Barca --
O Castellode Graville, Caitas de Echo
Naicizo Cartas de horas Peruviana .-
Sgredos necessarios para as artes -- Mil e
boma noi'e Contos Arbicos Piolbo
Vi.jaiiie A Estraogaira -O R. negado -
O Slita, i Fbulas de S->opo Lui/.a
ou. acabaa no deserto- Jow.inba o a
engeitada generosa A mulher feliz Vic-
to ou o menino da Se'va Receaciod-j
lliraem Semivti As Ruin-s ou medita-
cao pot Volnry -Caita de GuiadeC-.z.-
da Medecina Dome-tica -Ai, Bochan Re-
creaco Filosfica do Padn- Theodoro de
Al-neida Despedidas do Maivchal Ele
mentos de Civilidade Th-zouro de Me
nios-Tlrezouro da mocidade Espreita-
dor do mundo Novo Lumario Pe petuo -
Eusaio de Rhetoiica Eussio de Klcqiien-
ca Pmella de Audrfvrs Viagem de
Altina- Ob as de Btcage- Quintiltino por
So*rea Birboza Historia Eclesistica por
Buti -- JVa Praca da Iudepeudencia lija
de l.vrn- N. 37 e 38.
fcy* Umi eaciava ja idosa, quim a
perleuder anuncie.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio no dia 26 de Marco de 836, um
moleque de nome Antonio, rom os signa
s segointes : estatura regular, bempre-
to, cara redonda nariz chato Bhcj da
barba, corpo curto, peinas compridas pea
chato-,e grandes, quaodo anda erabalaa-
ca o corpo para Lente como que Ihe pesa oa
pe, lem uma marca de fenda na ranella
direita, quaudo falla bo sempre rindo-sc
representa 20 aanos de idade pouco ni13
ou menos ; jurga-se ter sido furtado pua
oCerlao: os aprehende Joi^s le vera-no ao
atierro da B ganbaiiu 100$ res do abaixo ass gando
e offeiece O^reisa quem lhe noli idr o
lugar certo conde existe dito escravo.
Joio Biptista de Sooza.
O abaixo assignado i 100,000 reis da
gralifivad a quem trouxer o mul-to An-
tomo o (jii I lem os segnaes seguintes.
Cor alaranjada, cabello p \anhirn e
Vt-rmelbiiy." boa dltura e bmn < orpo $
paduado, poiica bai ba e -eiri .-ui^as Oa-
nsx.ito, peni is meids aiquia ia-es dedos
dus pes virades p dos graniies dos pes mais i>be to doontos
idado peuco miL ou menos3 a 35 a an-
nos; cora oili iode padeiro e co-inh iro
cose de AILila e Isviade ma. hado an-
da de p.-ssaporte falso cojo Mulato foi
desta praQa oe J aso da Siiveira Borge do
qu.il v.ndco ou trocou com Joze Hen.
rique de Albuqueique rio Piejo da Madie
de Dos de quem o ouve p> r compia *
fugio do E--gento Cena Figueiia de Un-
11a no mez de N-ven b o de i8a5 <> qual
ja foi eocontr.do em huma pa Uria neta
pfaca e por outra vez para o N>Mtava)Q.
denlo miu-iedid os aprehendedoies lia-
r no mesmo Dngeahu Cerra a
Joa Vieira Fialho.
5> Hnm molato escravo, morjo de i-
dade 25 anuos, barbado, plido de bia
estatura olbos pardos ,{cabello crespos
groema HSdt>na bastante ladino, cora
eolios as rotos de trab tura de nume Antonio, quem o apre-
hender leve o na rua doCabuga loj do
Mello ou noEngeiilio Guabir-ba Termo
deGuidnna, quesera genro:am-nle re
compensado.
*irjr Nojdia 7 de Abril fugio hum mo-
leque espateuo de neme Tboraaz cri-
oulo de idade de i7 para 18 aunrs da
tema do Sor. Joze da Rua da Cadsia de
S. Antonio e tem os si^aoaes seguintes;
bfalo, olhos grandes e fundos, na-
riz gmsso e tem hom signal preto na-
gargantad'apditeesijuerda levou vestido
cemita d'lgoiaziuho ja guja. Roga se a
osSiirs. Mestres de capateiros oaoad-
niiiia a tr. billiar em mus leudas com per
texto de dzer q ie paga a semana ao Sur.
e quera o apreoender leve o a casa junto
a Torre da Madre de Dos.
Taboas dat mares cheiat no t ons de
Pcmatnbiif.
13 Segunda 1 4i.30r.
-14 T 5 4
H O Q m a. . 6- 3o
-S16 Q. - - 7 -18
8*5 -S: 8 6
c 18 S: 8 54
19 4); B" 9- 4a
Manbi.
Tai de.
NOTICIAS M A RITIMA8.
Navio entrado no dia 16.
RIOG. DOSUL; (39 das-, B-igue N.
D.spique, i3o T. M. Maooel Luis dos
Santos, carga carne s-ca : ao dono
Fi mino Jo-'.e Fe is da Roza ; passaeei-
los o Ceroi-gii-j Mor do ixercito Jcze
Joaquim Matado e 1 escravo.
Da
17.
RIO DE JANEIRO 21 dial Bargantim
N. Mine.va i85 T. C. Joan Mirla do
Vale, carga farinba e carne : ao Capi-
tio.
Sahido no dia i7.
ARACATT j Sumaca N. M. Manoel
do Sacramento varios geoeos j pai-
tag uros 5.
PUR, KA TIP. DI M. F. FAKIA I87,
MELHOR EXEMF


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E93VRV4DQ_2YIXOM INGEST_TIME 2013-03-29T17:59:19Z PACKAGE AA00011611_03078
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES