Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03069


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Full Text
ANNO DE 1827. SEXTA FEIRA
!A!___U.U
7 DE ABRIL. N. T6.
PERN. kaTYP. dM. F. dfFAIUA. 1837.
DU8 DA SRUANA.
3 Segunda O Animnciacao de X. Snra.
4 Tersa S. Isidoro Are. Wl de ni. e hihI. do J. de
0. de l. Quarto e. a 1 h- c 48 m. di m.
."> lin-.n., S. Vicente herrar .>es. da T!i. P. Lun
as .5 h- e I m ti i m.
6 Ijiiinla msliiiiicao do SS. Sacramento >J< no n.iirro
de s. Antonio.
7 Sexta S. Kirfanio ii. xessao da Th. l'ub. and-
doJ.de O. fti.
8 Sbado 5- Amnelo d Hel. de m. e uud. do V.
O. de t em tllimla.
9 Domingo do Bom Pastor s. Demetrio n.
Ti do agora depende il i no* ninsmos da noMa pru-
dencia. :ii,nleiac:io, e eiier?ia:coiiiJnufiiuis i-oin
principiaiiiox. renio aromado coui admira-
?*u ire a N'acue man. cultai.
frattantaf da Jtumblto Ctral % Hnni/
Sabtnreve-se a lOOOr. mcnsaei pagoaadiantadoi
nem* T> pogmlU, ra das ('ruzex I). 3, e iih Pra-
ca da 1 ii." iji-n. iici:i N. 37 e 38 onde e receheiu
correspondencias kgalisadas, e aiiuuncios; iimerin-
do i mu eraii feudo doipropno aaaignauet,
rindo *K4g*iiadot.
CA MUIOS.
Abril 6.
JuOndrt 35 h 33 Ir3 Ds> Su, o.n lcc Sl'pnr cento de premio Nomina.
Lisboa A )>oro|o premio, por metal, Su ni.
Franca 833 Ks. por Tranco
Rio de Jan. r> n. e- de prem.
Mi.eoab di-A.,400 IS.,800 1.100l)
,. 4(MM) (i,.TtX)a ti.,800
Peaos | ,,410
Premio da jirata 50 p. c
,< das lettras, por mex I ? por o|0
Cobre '5 por cento de dCSCOOta
PAWTIDA HDS f.ORHP.lOS.
()lmd_T"il i oj da ao meio da.
(1 aiana, Alnaudra, Paraiba, Villa dfl Conde, Ma-
man Raiiifcft, P.unl'iil. Sosa de Sousa.Cidade do Natal.
Villas de Cloiaiiiiinha, e Novada Priiieexa, Cidada
da Porlal.-na, Villa do Aquirs, Monte mor nono.
Aracaty, Cattavet, Canind, (irania, linperair'v:
S. rternardo, S. Joao do Principe. ,l.rar. Novad
IlKe.T, lo, S. Matliru. Hesclio do aaiiKiie. S>-
Antonio do Jardim, Quexeramobiin. e Partalo a
Segunda e Sextas lerat.ao meio dia por via da
Paraiba. Sanio Antio Todas as quintas fciraaaa
meloda. Garaiihuns, e Bonitonos das 10 e i*
de iada mes ao meio da. Flores-no dia 13 da
cada mes ao oieio dia- Cabo. Serinliaem. Rio Por-
noto, e Porto Cairo- nos das 1, I le .I de cada.
mes-
PARTE OFFlCIAL.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA LEGISLA. Vi PROVINCIAL.
Acia di a. Sesso ordinatia da Asseni-
bled 'iovincial de Pemaubuco eos
4 de Abril de i837.
Presidencia do Sor. Dezembargador Ma-
ciel Mouteiro.
Fcita, a chairada, for<5 presente* a3
Snrs. Dejiulados, tundo comparecido bo-
jd os Sr. Paes de Andrade, V.-z Salgado,
e Lupes Gama : e participado de incom-
modados os Srnrs Antonio Carmiro, Joo
Rodrigue de Araujj, e T bortino; o Sur.
Leonaitlo Bez< rra nado parte Presidente declarou b -ita a Sus o, eoa.
Scciciari k-o a Ada do dia untecedeute,
que fui pp'ov^da. O Snr. I. Secieta-
rio Tez fS ci'guintes (mraunkar,5es; do
Vtgsrio Provine al des Pcsnci^CDos folie*
? laudo Aeseu.b'i a pe.. L- i, que concedeo
a ;ua ordim 30 Novicoi, e ixpondo qual
cudipi i mn'o iti Ibe (inha dado : fui quv-
do rom agir do j do Prolis-.or de Taqui-
gr* fia da Coi te podindo a n mesen de 4
Moqoa p-r.i api uidireto aqi-ella A t, e
que a Assmblea Ihe coniigoasN a qneta
para sua manuteiigo al ; i remedido
a Cot!, deliisirucc Publica; foiiom-is
lidc9 olgutis retjueiioientos de paites, que
ioiio iboir!..os s C'cinn>i>s5es cotnpe-
tentts. Coiiclui.loeste expediele o aes
ni^> Sr. i. Secretario fet o ichilorio do<
tiabalhos da Asneinblea, que fcaiaS ulii-
. madod, e do que Bram apenas piioci-
piados t cu a Seasao do auno paado : de
tudo Bcou a Asscmbiea intiiraJa, e ps-
S'iu-te a ordein do dia. -Fomic<'5 da3
tjoimr.iis.' m^rcsdss no R'ginn nlo
procedendo se por escrutinio-, sal i e-
Jeitob pira Coiiiiniaso de Co-liiuiftu, e
Podeits, osSur.*I)r. Pedro Frauci.-co de
Pauli Cavalesuti c-iu i5v>tos, Dr. Ma-
uotl Mandes Jj Ciinia Aievedo com i0,
e Dezembdigador Luiz Fratuisco de Pon-
a Cavalcaot leudo ifupatdo coto o Sr.
Francisco de Paula com 6 rolos cada Iiuin.
a so-lo decidi pelu Si. LuFrancisco : pi*
ra a Coruiuisio de a/euda, e Orcaroeu-
to, o Sara. Fian i.-c de Paula Cavalc^n-
ti ton a' votoH, Joze Ramos de Olie
ra cono >6, e P. nente Loionel p'iimino
Herculauo ie kloraes Ancora com n. De
Cont'-S, eDe.-psas ProvinciaLs-o Sois.
Fimksco de Cxrvaliio Pz de Audiade
ruro 12 votos, Ramos com 9, e Moraea
Ancora coua 7 Coamiercio, Agricultura,
Aitas, EtraJ, Nav^gaca, Colon:s-t;io
*. Obras Fub.'icds .os Snis. N.folo Joxe
Vaz Silgado com iO, Paes de Andrade com
8, e Paula Gavsk-anti com 8 -- Re'- das Luis-os Stirs. De. U Bsino S .bino cuto
18, Padre Lopes Gama com 9. e Pedro
Caralcauti com 8 ; de lnstriirgo Pub'ica,
osSnis. Joaqun] R. L"pes Gama com i3, e impstaodo os
Snr. M-ira, cPaixoto de Rrito ron 7
votos rada bum, a soile decidi pilo Snr.
Dr. Felia Peixoto de Brito; E'talisticV
Di\io civil h F.rclt-isstica, os Snrs. Pa-
dre Chritov*5 de Holanda Cavalcanli cOm
5| i)/.. Luiz Cavalcanti com lt, e
Lourenso Be/etra com ioj Justica Civil,
Criminal, Dr. Uibario com i.^, Pi-ixoto
de Biit'jccm i2, e Dr. Jiiqu m Maooel
Vieira de Mello com 1O; Ne^rcios Eccle-
siaslicos, Dr. Mendes com i5, Dr. Fran-
cisco Joaquina da Chajascirn i4< R'a*
el rom 3 ; Extiueg das Posturas Rc-
presentaies, e Neuocios das Cmaras; os
S'S. Dr. Minnel Francisco te Paula Ca-
valcanli com t3, Vas Saldado com II e
Dr. JoseTel;e de Menezes com 9 ; Ren-
das Municiptea, Oicimeo'os e Exarre
das Conias ; o Sis. Padre Antonio ds
Trindade Antnn-s Mei-a rom n. Tolla
com 7, e ChapAa c< m 6 Saude f .bca -
os Sis. Dr. Jos Bo-ta.qtlio Gmies com
>9, Dr. Fran to coro i5. eTtburtiuo pjnlo dt A'meilh
ro-n 7 PelicSes os Sis. Pad Cbris
tovfcom 14 Meiracom i3, e Leonardo
Betcrra deSiiqutfita t'.vtlcanti wm 9
Legialca5 os Srs. Vieira de M- lio com
i4 Manoel Cavalcanli c<'m i3, c De
Fiancico de P^ula BplVa com 9 Or-
denados o Srs. Leonardo com iJ.Jo-
quim Francisca de Mello. Cavalcanli com
ia, e Pereira de Brito com 11. Conclui-
das estas Ele!<;5es e leudo dado a lio-a ,
o Si. Pie denle marrou para O.diin do
(Iu seguirito de pnii duexpe liante e pa-
reccres'de Comi.-s.5, se h-iuvenm, t-m
1. lugar s Ell 1916 dos V ca Presidentes
daPiovuuia, em a. |. dseusados
Pioject-s nmeros 4ui G, 37, e 28 ; e a. **
discussa JoPioiett 11. al levsutou
a Se-si > d< poi+ dis duas horS.'
Tiiumat Antouto Maciel Montciro, Pre-
sideute.
Lui* Ro.lritfirs Sett?, 1. Se^ ret rio.
Lireiitiut Antonio Moieiro dcCarva-
Iho, 2. Seoretaiio.
Acta da Assomblea Provincial de Pcr-
uaiibucuem 5 de Abril de i837.
PiesiJencia do Sr. Maciel Monteirp.
Feita a chamada, fcan preenles os
Senh ^1 es Maci* I Moiileiro Selte, Mo-
raira de Caivalho, Paula Cavalcaoie,
Pudro Cav^lcanle Manoel Cava'caute,
Perecmo MjccI, Meirs \ Paz d.1 Anlr:i-
de, R..fael Vieira de Mello, Peixoto da
Brito, nieodes. Talle*, Vas Salgado, Lo-
pes Gama Chri.iov .5 de 11 'Luid,
L'preogo Bi-erra ; Litando com parteci*
p*ca5 o Senhorcs Saturnino, o Peos de
Mell; e s"ro ptrtecipaca oi Smhores
l.ui/C:ival.uite,jRamos. indio Csvalcsnte,
Leonardo Bisarra, e Cbsgas: e nao va-
nbeando-se numero subciente para ha-
ver casa tendo ja dado meio dia, o Sa-
nliof Piesidente, em cot>formidade dj**
At;go 54 do Regiment declarou nao
haver Ses&a.
Tbomaz Antonio Maciel Monteiio, P.
Luiz Rodrigues Sette, l. Serrata rio.
Laurentino Antonio m ircira de Car-
val he, a. Societario.
GOVCItNO DA PROVlNClSi
Expediente do dia 6 de Abril.
OFFICIOS.
Ao Coramin-JaniH das Armas, partoci-
pando ibe que >i expedida ordem ao
Cocumandaiite Geral doCorpo Policial, pa
ra no dia 7 do cerrente por a sua da
1 ;-;c a l'oruj)-tnlii,i Montada do me mu
('< rpo alim de ser encorporada a mnis
Tro ni, qu dt ve formar agiaude para*
du do refeiido dia.
Ao Presidenta inteiino do RellaciS
i- riim i -mdo-lbe tpie por Avi/.o da
a3 de M.rgo do anuo pastado xpedido
pela Secretaria de Estado dos Nig.ci.is
dajjlica, criicedeu o Regante em No
medo Imperador, b-ira onuo deLiienca
ao Dtnenibii'gador d mesma Rellace Au
tomo mu d d.i lio. Malheii o aim de
ir a Europa liatardesua sattJe.
Ao Inspector da Thesonraria coa)-
munieando lh>- a licenoa, de que trata o
offirio aiili-ci.'deftte.
Ao misino, lespond-ndo-Ihc, que
para eccr*omi*r-s*j a Fas.-nda vu i'iua,
poleo Pial do,Tbetourairo da SuStitai
cG daj Nola do novo pid:a5 servir ao
mesrto Umpo de horade* abonando se
Ihe a gr*ti!cc;*8 da viole uiil rt> meii-
saei pa as ipn bus.
Ao Pr. fiti da Cora marca do Re-
cite para iilorma.- que numeos de
presos e ent-tn iadoi existem n.is C->-
deiis des' Cidade para terem inand idos
para o presidio da Una da Ft nando.
Ao D.re. tur da assignatura m-
bililuica das Notas do novo padrr. Jo-
s d; Pinbo Borg.e, concedendo-tbe a
dcui'caS qiia pedia do referido Einpre-
poera ofticio de aa dnMarco uliimo, em
iat5.dss molestia, que padece.
PORTARA.
Nomeando ao Cid rea p*ra Director d essignatura. e suls-
titoitaS aa Notas don>ve padiaS.
Officios do Stcretano do Govtrno.
Dia 5 de Abril;
Ao primriro S*cretario da Assemblea
Legislativa Provimial, entiando-lbe de
ordem da presidencia W noin^aces a q'
pr cedria ni em vit tude do artigo i a da
Lei da 14 de Abiil do anno paseado, os
Prtfeites das Cornmarcas do Rio Fortno-
zo Si uto Antii, Brejo, e Gianhons ,
dos respectivos Notarios com a designa -
cao dosseus Di tricto.
Ao mesmo, remeltendo-lha para
sr prasente a mesma A sembles, oRc-
latorio do estado arlu.il da Polica dea
Commarca da Santo AnU5, Limoeiro,
Nasaralh-, Breju Bonito, edataniuns.
1. ^'**"'--------------------'-
comMando das armas.
Quarlvl do Cororaandt ds Armta de
Peruambuco 5 de Abril de 1837.
Ordem addicional.
O Dia 7 de Abril que dat o da Elcvs-
ci6 ao Hirono o Senhor D m Pedro Se-
gundo, objucto da Sympatbi-, arespcUo
de todos o- Braiileiio; tem determinado
oExm. Presi leolesej K^t-jado pelo mo-
do msissignificativo ao seu Alto Assu.u-
P'O.
Km sua eiecuss.i ordena o Cominan-
danta dasAioi*, q--e as duas LegvSes da
Guarda Nacional de^te Municipio, ji-
mem com os Corpns de peinera liaba da
GuarnuaS urna D vi*a na Praca da Ma-
triz da Bca Vt, paia d' ali roaicba-
lem dtb-.ixo do Gommasdo do Snnbor
C irrcn-l Cninmandante Sje'inr, Fran-
cisco Jacinto Perfciri, e cntiarcm na
Prapa de Palacio aos 3/4 d'iioias depois
da meio dia, afim de lser as cvolocdea
da continencia, a etiquetas do Estilo,
rendendo os Senhores oHiciaes ieverente
cortejo 10 Busto de iicsjo Joven Monar-
chs.
As LegiSes convertidas roBrgaddS,
por Kua vrdem muraerica ter6 a ua ea-
querda o stimo BitalhuS da Caasdores
dcpriroeiislinha, oE?quad Lrii a diicit, e a Co^.paul.ia Montada

tkWLWtkU


a
BUCO.
do Corpo Policial a eeqnerda,5 guardados
os fl n os da Infantera pelas 8 bocas
de fugo com que dee marchar o 4-
Corpo de Ai (i hera.
Dei&a o Commandarde d.is Armas o de-
talhe ulteri r dos Gommandantes das B i*
gadiS, e Corpo*, aquellos dos S'.nhoies
Gfliciaes mais antigs, que por nlanideffl
cou'iHiem. e o Sr. ('< rmnaudanle S 'per or
de Divin leguln sg.>6 deste di t*lhe,
e tod. s s nia< iliposi'.Ges paia a for
maiiira'd'aquella, e da Praca de Palacio.
Os C'orp<)9 devero marchar muir i idos
r-a a ps salvas, e dUcarga do estilo, e as
Fort lesas cump iiv, oque Ibes esta' de
terminado.
Nao podando o ConiHiadanta das Ar-
mas pela pnuc F-c assumir o Cotn-
aneado, espera que lodos os S nbores Of-
firiaes de p imeira linha e segunda L'.nha
dispnoiveis cemparecm empalado a ho-
ra tlaia para o Fflpei oso Coi tejo.
I. rucio Concia de Vaacon celos.
D.VERSAS R^PARTICOENS.
lHESoUn\RIA Di PROVINCIA.
EDITAL.
O lilm. Serh>r Inspector da Thesou-
raiia da Fase-da manda fiser publico,
que nao se teudo concluido do'da 5 do
con ente todas s arremtac5e$ dos tiait.s anminoados no F.dit.l de l6 de
Fevern'ro teraS arreonotajfjVif. no di 8
do con ente os que nao o loram ; e para
i so sf corivid-eftoos licitantes a cumpare-
rerem no refeiido da na Th-sournij Ge
ral cjui peten temen te habeliudos cem seus
tiadorea.
Gontadoiia Provincial 6 de Abril de
i837.
No impedimento do Contador. 1
Antonio da Costa Reg Monteiro.
Alfandcga das Fasendat.
A Escu"a Hispan hola Ulisses, vio-li
de Malaga, entrada em 31 de Mareo, Ca-
pii.- Agoslinho Mari.-t.iue, consignada
0 Nuno\Maria de Se i xas,
Menifest-ju o seguiote:
62 p;pas com vinho, 100 birria com
diio, 26 meias pipas com aseite doce, 96
bai ria com dito dito, 175o re-leas o'allios,
]5o reirs com figos, 469 caiXiSCom pas-
tas i9 barr-as 1 ora aljista 3i fardos
r< m a I Tatema, al a-cecs rom eiva-dore,
9 dit s com senue, i7 barias de chumbo,
1 laido com lasen Ja.
Fcra do Manife.-lo.
i p;p de^vii.hi.
URSA DAS DIVERSAS RI-NI)A
A piut- he a mesaia do N. 5?.
CORREIO.
Autos existentes na Administrabas do
Con tio que devtra ser remetidos a
Rell-Co.ldes'a Provincia, depoa de pa-
go o-' espe. iivo< portes pel) ni iiessa
do* aba ix os declarado*.
Autos d Revista entre rartes, Cosme
GonsaNes de Oliveira, a Autouio Fran-
cisco d'Andrade
Ditos de dita entre partes, Alvaro Jos
Figueud c Lucas Mues da Silva,
Dito de dita entra partes, Lourenco Al
ves de Luna, esua roulher, com lleiml-
da Cesta Lima e sua mulhcr.
O Brigue Delim, de que he Capita
j Monuiro Salasar aae para -Sarita
Galbana* no da 10 do corrente.
O Brittue Eugenio de que he Capita
Joa5 Manttiro de Almeida, sai para o Rio
de Janeiro no da 16 do corrente.
O Patacho B"m amigo, recebe a malla
pata o Rio de Janeiro boje (7) as 4 h<>-
1 as da tarde.
ARCNAL DEMARtNHA.
Faz-se sciente sos Opranos do Ar
seal de Marinba que boje (6) -e pagara'
a feria vencida no ultimo Ce Marco.
Arsenal de Maiiuha 6 de Abril de
V807.
Antonio Pedro de Carvalho.
lospectoi.
O Arsanal de Marinba precisa comprar
p-Us ia horas do dia 8 do Correte os se-
guiles gneros : linta brarca 3o barra,
carne salgada 3o oitos, Cal 6 arroubxs,
sal lo alqoeires, vinagre 1 pipa, asquear
12 arroubas, fortohs 3o alqueucs, taboa.
do de amiretlo dedtiss polegadas de gi os-
cura, e de 3oa 4o palmus de comprimen-
to 6 dusias, obro com a sua respectiva
plegadura 5oo folhas, Biochas aitidas
6 duzias, linha alcatioada 1 quintal, mer-
lim un dit 1, ascite doce 1 pipa, dio supe
lior meia pipa.
Arsenal de Marinha 5 de A' ril de
1837.
Antonio Pedro de C'iva'ho.
Inspector do Arsenal.
PREFEITORA DA COMARCA DO HECIFE.
Parte do da 5 de Abiil.
Illm. eExtr. Sr.
Partecpo a V. Exa. qoe hontem pela
volts dts nove horas da noile defronte da
casa de Anl niu Coelbo no lugar da Fre-
guesia do Poco da Panella fui cruelmen-
te assassinado com um tiro, do qual pou-
coa minutos depois expirou, o Capita de
Guarda Nacioal da mesma Freguesia
Chri tiano Taveia Nuues, e que tenlo-
se imnudiaiameiile evadido o perp tra-
dor de Ia6 atios attentado, nao pode sal-
preso e nem dar o< tasia a ser conhe
cido, entretanto pioced^u -e a Corpo de
delicio, e lica-se na dil:g- nc a de descubrir
quem se)*!a asaossino.
Foiam presos n aminha orJem, e re
ci bi los, ao Callabouco do ('o po de poli-
ca para terem d.stino Joae, preto,
esclavo de Jos M.noel de Serpa Brandan,
poi insulto c ter epincado a hum su-
geito des.-oubfcid., e Anloni, lamb- m
prelo, e.cravo de J0..0 Paulo Ramos, por
>er encontradu em b ras escusas se id d>s-
lino, #ier dehoh dienta ; ambos remrlti
dts pelo Conmand nle da Patmlba d
H bena de S-nto Antonio : Alaxandreda
Hjra, tambem preto o Joaquioa M^r-ia,
parda remedidos pelo Com mandan te db
Patrulba de Sao Jo.e, por e^tareui em
alaridos, echm.ndo soccerro sem p'eci-
sao : Manoel Ji-ij im cabra esnav,
de Iguacia m.ria, por bn'ga, eiusu'tja
Palrulha de Polica, que o prendeu : e
Bosa Mara prela, remetiid pelo Co'n-
mandante da Palru hi do Corpo San'o,
por ebria e por eslar a lser grande a
latidlo.
Nada mais consta.
Dos Guaide a V. Ex. S crean* da
Prt-le tura daCommarca do [Recife 5 de
Abtil de 1837 -l"'"- e Exm. Senhoi
Vicente Thomaz Pires de Figuei-tdo
Camargo, Piesidenleda Provincia- Jo
te Gados Teixeia, Piefeito da Com
marca.
Parte do da 6.
Illm. Eira. Sor.
Hum cabra assassino, montado a cva-
lo e a cipote, teve botera o arrojo de no
principiudarua do Araged pe>to deduas
horas da larde disparar um tiro de pis-
tola para um homein de nome Thomaz
Ferreira Soare*, que o ferio no h irubro,
e fel B&ente csc^poa a moi te ; e logo que
ebegou ao meo cc-nhecimen'o esse hor-
roroso attentado fu expedir tnisegoi-
mento do lal reo com bivvidade que me
loi possivel huma pUiulba coiposta de
qu que te diiigio Ihe o lugar de Camargi-
be, por ser ioloimada que 1 criminoso
psara por Apipemos, onde teceamts-
ma infoimacaS, e u'abi por dianle nin-
guvm maisdei noiicia de o vei ; eenta
voltou a palrulha sen que o e^ieontcasse ;
e aupoem se ter elle seguido o caminho
dt Vanea. Fico na diligencia d'esti
desrub>rta; para o que tenho dado as or-
dena necetsarits, e que e-ta6 ao meu al-
cance.
Fora reeobidos presos, a moho or-
dena para larem deslino. Joa Matoco
J>'anco, e Jo Das, criwol ambos a re-
quisica do Jui/. de Direito do ciime, p>r
perjmios ; Igna io Jua Barbas* ,
e Josa Feneira, leraeltidos pelo Sub Pee-
fe to do Murheca para reerut* ; e pela
priroei-a ptrulliaque rooiou o Destric-
to da Ribera foi preso indio Francis-
co de Santa Rosa por o encontrar n'
aquelle lu^ar as onza horas d< nuita, e fa-
7-er-se auapi-ito.
Nao 01 coi reo mais novidade.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Piefeitura da Cumaica do R-.-cife 6 Abril de 1837. l"m. e Eim. Snr.
Vieente Thomai Pites deFigoeiedo Ca-
margo, Pr siderita da Provincia Ja-
se CarlosTeixeiia, Prefeito da Commar-
ca.
Tribunal de Jury d 1.1 Cidade.
S-.-ssa do dia 5 de Abril.
Jury de Sentenca.
O Crioulo Miguel Arranjo, acusado por
crime de ter modo a sua amasia, Rila
Mara. Poi condenado a gal* perpetu-
as.
Gracianno Jos de Freitas, accuado
por tir assassinado o prapa d'mdi An-
tonio Domingues. Foi c>>ndeasdo a 23
annos cjj d'as de pria.
O Prelo Americano Inglez, Al xandre
Rufino, acu2ado do crime de roub''. Foi
condenado a 4 aunos e ineio de-prisaS,
INTERIOR.
S. PEDRO DOSUL.
Neto achava--e em T.rngussu', tendo
tornado a entrar na proviucia no dia 16 de
Jan-iro, depois de haver di-ixado na Ban-
da Orieot 1 a s.ia infantera compota de
negios. A forca d cavallaria por elle
commsndada he de 700 homens que aea
b6 de ser morcados cem n iva cavalhala,
e rom os qoaes elle pe lenda oro prehen
der huma guerra de guarrilha".
Benio Manoel eslava em Bage com toda
infan'.eiia ; esaa cavallaaia corra a c-
paoba.
Gienfell rdiava-s" na Itapo! ; e disia
qaeali e perava o presdeme a fien de se-
gu'r com elle pira o necc lo.
Na ultim acc 6 enl'e N lo e Ben'o
Mnoal as f-u-as-ie le linh t im.d 1 ao
ioimigo por surpnsa cinco p-cas d arti-
Ibaiia. Nest* memi acc mo rea o
ori'iiei o tenente de a tilh- ria Monteiro.
A bordo d escuna Le're, vem en
commss.iS ao goterno o Se. Coronel
Francisca Xavier da Canlia.
O Exm. Sr, Antonio, Pauhuo Limpo
de Abieu rindo da provin.ia de Mina-,
ood'i fora tratar de sua s te honem a esta cidade.
i^ Jornal do Cummercio.)
Porto Alegre, ig de Janeiro.
......Esta provinni es'ava, h* dias,
bistante agitaJa pfl<> syttema aqu segui-
do, desollaros icbeda-, ainia mesmo
os mais ihfluerites e ficnoroio.. Dahi se-
guio se que e'les, animados, se ieuniri5
uu numero de 300; torairio Rio-Pardo,
f ah* commettero as maioras atracidades.
K iU-e essa baoda de salteadores distingu-
o-se alguns rebeldes, sabidos, havio pon-
eos dias anie-, da cae1 a de Porlo-A'egre,
e outros sollos depois da accu da Iba do
Fanfa.
Do mc-mo syitema de impunidade ia
resultando haver aqui huma routra-reac-
c. 6 : nassa o c >sii<> passava por aqui o Jo-
o Chrisostomo com o seu baialho, que
8- a reOOr s farpas de Beuto Vlariocl.
O commandante d* guarnipa, geoeial
Chagas, que tirha tido rouitas denuncias
do trama, resolveo deixar ficar de goar-
nica cidade 17O homens daquelle bua-
ibao, po.reui plo.^uiz lomar tamedi-
da aem cuvier primeiro o parecer ds mi-
litares m.-i- n'ad'-s. Par* esse fim con-
vo>u o Mar celta I do-Eiercito J,.io de
Dos, Tereaie General Cambra, Mire-
ehal Joze Ignacio, e os Bn'gadeiros Antcro,
Carneiro, Mena Baneto, e Thomaz ; os
quaes todus coneor-iario no acto da me*
dida, e ssseutro de que se desse lego
parle ao providente da piotincia do que
orconia e elles (libio deliberado. O pre-
sidente, antes que rect bes-e os cilicios,
pez-se a caminho para Porto-Alegre, e
logo decbegada deu ordem ao major do
b-taiho para que marchasse com -a forca
para acampanba, :em ouvir nem dar o
ir.enor aviso ao General Chagas, nem
dar mtnor adenc6 ao 1 esolvido por 8
f iies g- inr.es. Dabi veio grande in-
disposgo contra elle, que se aagment -u
poi sahiiem Ccrtos os receos da contra-
reaccao, que, descoherta ha lempo, g0-
rou. P. sso-'be -llirmar que, se o Snr.
Aiaujo nio lo.-se mudado, comprometlia*
.-e inf.'llu'elmefite o pai tido leal, porque-,
exa p'-rado, Irabalhiva j por deriibal-o.
Eeujulgo (talvez me angane) que este
era o plano arranjado contra os legalistas
-puros. O Goveino conbecia que o par-
tido da ordrm hava de tiiumphar, e que
nao era nelle que linha maioria. Eia pre-
ciso poi* contrabalanc a opposica ia exercer na provim ia : pa-
ra to ha va hum roeio, que eraex rar os homens da ordem e ebriga los a
compro lelterem se. He tsam que eu
explico a marcha ltimamente .seguida.
Talvez eu e re mas mullos e muitos da-
los ha que me fasam arfar.
As coli-ih boje tem tomado melhor as-
pecto 1 os hom os da le nao s.6 delados
a margem os criminosos nao gosa5 do
fructo dos tteua crimes, na6 he o empenho
que decida da p i a 011 da soltura sua, mas
jjuslica, e esta s-mi>re alheia do espirito
!e perseguici. Re-tas/que ocomman-
lante das armas d o ultimo e ta esperado
ftolpe nesse resto de anarchistas que o Ne-
tj corannB la. No dia 4 boave hum pe-
queo choque entre esl e as nossas Ib: cas.
Aule* que chegssem os pormenores da
ccaO, os amiges de B-nto Manoel ') a e-
q.iipuava aos di.s de Auslerlitz poi en
pouco depois viera as partes oillciaes li-
ra los (1.) tu ;ario ; oat^quefoi sem resul-
tado Igum e as cousas da Campanha
continuad coma Jantes isto be, com tii-
plica las foraas das doi rebeldes, e sem
nunca as hlennos.
Ga-bi e Gom s veo em soccorro do R'o
Pardo e, romo arhasse a villa abando-
nada, m ni ha V4 a bter os firrjupilbis
u-, debaixo de Agoslinbo Antonio de
Me lo e tencn'o Coelho ( hum dos toltci
no Fanfa) s r uni>5 no Setro do Roque.
Es meu amigo o que vai pela mi-
aba p'orincia. Com a ene gia do aciml
presidente e a nov 1 di-eccad que as couaas
tem lomado u estar' longeo lempo de
Ihe aoouaciar que a guerra civil esta'
finia. ....
( Carta particular. )
TROVTCIA DA PARAIBA.
Receii para o mal de Elefanca, vul-
garmente chamado Moifea.
Recipo--OxiJo branco de arcanico- bb"
grios.
Pmenta nagra -huma onca.
Tuture ;e em almofarit de ferro por 3
das por intervalos; quando a mistura
c ti ver redozida a p impilpavel pooba ^,


Tsr
DIARIO DE PERNAMBUCO.
un
almcfirs de marmore, e cora q. 6 de j ceabecida em paiz extrangeiro en cela-
alagemHegom^abta, f4?a nssa que maces ns eltingem iem5 ao negociinte
exportador.
O ulerese do comprador extraogsiro,
en
mu
devida era 600 plalas.
6deOutubro de i835.
Airares Machado.
Rgimen.
Comecat o tratameoto preparatorio
por huma laiga sangra, e do oulro dia
por diante entrar no uso dos banhos de
ra Wos, que serio murrio- de corpo intei-
ro, e por terapo de ijv.is hora ou um quar-
to.
Tomar de manhi, e a tarde nm cop
da soro de leite, ao qo.il aj rotar urna co-
lberada de laianja azeda, urna de suco,
de senalha, ou de agres, eoulra de co-
denria.
O uzo dos banhos, e habidas de soros
continuarlo por ispuco de um mez, toma-
do em cada seaiaua urna oitava de jalapa
em p, e no dia em que tomar a jalapa
nao tomar o oro, f nem entrai no ba-
ndo.
Osalmen'os serio vaca fresca, carnei-
to, alfares, xiioi'-as, ceralbas, aves, e
iohames, ou farioha de mandioca.
Com os vitihos, e-|iiiiios, condimentos
acre-<-pexe, porco, e salgados f.r o maia
ab oluto divorcio.
Depois de terminado o tratamento pre-
paratorio entrar no uzo das pilu'as de
arcenio, tomando-as na doze de urna de
manha, eoulra a tarde, e em sima toma-
do urna tigela de colmenlo de raiz de mal-
vj -, ou de malvaisco, alcacus, e rapas de
s^ safras.
De mez em inez augmentar o numero
daspilulas de orle que no prime iro mez
tomar urna de man lia, e oulra a larde,
nosRundo mes tomai duas pillas de
maub, e duas a tarde: no terceiro mez
tres de manha, e (rez a tarde ; no quarto
mez quatro de manhi, e qoalro a tarde,
segua o tratamento te* olim, sera aug-
mentar maisonumeio das punas.
Durante o numero das pilotas continu-
ar c Mii a mesma dieta do boca, e com os
banhos.
(Do Diario da Assemblea.)
COMMUNICADO.
Se o fim de toda e qualquer lei con-
ciliar a utilidade dquelle* para quem
faila,- fcil de ver qt.e as pessoas encar-
regeda-. de organisala devem primeiro
que tudo examinar se favorece os iu-
tereases indi T iuaes n.- r pugnando aos
pblicos, pois qae do contrario OH pee
ea por iuutil ou piejudcial; a?i bis cir-
cunstancias em que o legislador a deve re
ge tar.
Em Ul rk-o se acba a resoluga da As-
semblea Provincial.de Alagoas, que mais
abaixo vai transcripta e que deixou ao ar-
bitrio do Presidente criar trez luspecces
para o algoda huma na villa de Vla-
oei outra na do peiiedo, e a terreira em
S. Miguel adoptando diver.-as bases ,
das quaes humas sao iriisorias ; otil ras in-
justas ; estas summamente oppo-tas ao fim
que deviad ter em vita ; aqueil-s injurio-
sas para o coi po do enromen io.
E' fcil de ver que boma iosp< c6deqoal
quer mercadoria na5 pode ter por Gm se-
Dagaresjjir aos compradores, sua boa
quahdade, e limpesa ; ao piopiietario
ausente, oconhecimento do preco porque
ella foi vendida ; ao pa'i, a m.'ior pro-
cura da mesma que he huma conse-
quencia immediata da boa reputa?-6 deq'
goz;ir nos mercados extrangen os.
Transtornara porem todas esses ideias
os legisladores de Alagoas e julgando q'
davio provas de patriotismo, romo|hai.em
oscompradoies, a inaior parte foresteros,
como humadas e hostil ao paiz tolamen-
to as rodearlo de mil vexaraes ; e ero pe-
lo menos nesse conflicto, piomoverio os
inttre.-s-. s dos ag cultores cujo bem es-
tarse propuerJ advogar.
Seeonsullaimo8a experiencia quotidi-
na, veiemos que o agricultor tem grande
mpenhode engaar o comprador, ja na
qualidade da mercadoria que eise nao exa-
mina ja' no pezo com introducca da
materias heterogneas. A friude so be
ou nacional, todo dtfferente. Ssamer-
cadoiia que exportar, na5 for de boa qM.
hdade, scfi're quehra no preco; se for im
pura nao se vende prompamente e as-
sim prejuizos sobre prejuizis, o seo ina-
ior anhelo de enviar seos correspon-
dentes a mercadoria no melhor estado pos-
sivel. As inspecces deviad pois ter cria-
das para o exime dos gneros anda paa-
suiloa ptlos agricultores.
Ponm de ,utro modo proerdera os lo-
gslad i es Alig-nn. ; impuzera aoex-
poitador aobfigaca de levar 09 elgodQea
comprados s Inspecres condemnando-
oalimpalo, se estiverem impuros, e
multando-o no triplo do dmno que pre-
tendi causar no orzo dse acharara nat-
as enrpos heterogneos. Mas qupm pre-
tendem tiles causar tal da.i'no? Nh so
egrii u'tore-; porque a venda do genero
ja foi tfieituada ; na5 ao comprador nos
mercados extrangeiros porque esse, co-
rihicida a .jualidade, ou estado da mer-
cadoria, so' pagaia' o preco que puder va-
ler ; ruaos direitos n'ciooaas porque
no caso de introdcelo de materias hete-
rogneas o neg i -nte exportador paga
mais direito do que comporta sua mercade-
ra. L>go em todo cazo elle o sacrifica-
do : elle quem sefire o damno. Qo>n-
do esse damno fos e voluntario o q je b
difficil de sesuppor, ainda as;im nao
de va ser punido poique he principio,
que hnm delicio reflexivo nao athahe pe-
na ; quanto mais sendo elle obra dos agri-
cultores, sobre quem de vera re.-ahir o
castig). Aii-tadisso, nao baver pe-soa,
que deixe de declarar com todo respeito
devido aos eximios legisladores, queseo
prj cto he summamente injusto porque
slem dos prejuizos que soffnm 09 expor-
tadores com terem comprado huma
mercodoria impura da mais a mais se
Ibes cominn a pena ref rida ; e que o tal
projecto huma vm sanecionado veri
ser huma patente passada ao agricultor ,
paca inlregar-se todas as esp fraudulentas, que lhe suggeriise sua co-
liica se infelizmente na5 retrocedesse
para o mesmo todo o mal que a Assern-
bUa Provin'.ial de Alagoas qulz faer ao
expoliador.
Por tanto se o* membros desss Assem-
blea quisert favorecer a clase dos agri-
cultores, permit 5 qae llies diga, que
s guiraa vereda diamelralmente opposta,
porque nao se poie revogsr em duvida q'
se o exportador conseoie que sus merca-
doiia s>ja levada para os portes da Euro
pa s?m huno previo exame de sua quali-
dade e pureza de cerlo pela iropossibi-
lidadeem que te acht de proceder taes
iodividu^es p is (qne do contrario,
elle em pregara todos es exmeos te > al-
cance pa a evitar os prejuizos que pode
soffrer nos mercado-' para onde elle for le-
vado o genero exporbd-. Mas se a Ins-
picca o obliga a esse exime, nao que-
iendo elle expor-se multa imposta ; e
claro que elle o fina custa do ag cultor
revolveud > a mercadoria quees>e lhe of-
ferecer I nao a compran-! sena no esta-
do exigido pela Inspecca, ou compran-
do-a com abate no preco. Eis a rasan por
que endc o comprador huma ou outra
vez victima d* tirannira pena do 3 e
sa quai sempre, por huma leodenria
natural vir rerahir sobre os verd^deiros
amhores do delicio que o legislador quz
proteger.
'Si pois em vez deludas essis incohe
ren> i^s tivesse elle o cuidado de impor
ao agricultor o onus de levar para as ins-
pgeces seo Igodio, e quando muito
lhe commmas^e a pvnade limpar sua mei-
cadoria impura oagrhulior nn5 se ba-
via querer expor lon^e de sua babilsca
esse trabalho j o exportador comprara a
mercadoria limpa e na5 soffreria prejui-
ou sena veja-se como forao proraptos em
declarar no i que seria livre ao agri-
cultor v.epder o algoda em qualquer pon-
to da Provincia e mesmo as villas das
Iuspecces. E mesmo as villas das Ins-
peccas isto nos lugares em que podem
ser comprado Q ie de vigilias, que
de profundas meditac^s, nao lora pre-
cisas-para apoitentosa descobert.i deq'
cada bum pode procurar suas nellioras.
E como podan os legididores Alagoanos
assaz dignamente exprimir seo generoso
pensamento, sena arranciscem algurn
artigo aos direitos do komem para
prt'ferirem todava o piincipio miis trivi-
al (ion se conheca as pases livres .'
N5 virio porem os authores de tantas
inepcias que o nico meio porque podan
favorecer os agriculturas foi verdadera-
mente o queelles oraittiraS pois que de-
vendo mandar clssficar os algodes con-
forme as Mas sol tes tan somente man
da5 determinar sua pureza. Por onde
temos que 09 agricultor: s ausentes, que
remattem suas mercadorias k' cerie-pon-
tieiittH infli-,, correm o r*co de ser sem-
pre engaados sem terem meios de ja-
mis verificar te seos algodes de pritnei-
ra soite lora vendidos cerno taes, ou
pelo prega inferior que lhes podem enviar
na~ cotilas correntes.
Mis agota quem devena vor finar as
mercadoiias as (nspecc s ? E' fcil de
ver que as pessoas que mtlhor ronheci
ment livessem doobjacto, e ao mesmo
lempo mais garantas offnrecessem, isto he
os agricultores e os negociantes olan-
les por serera todas as exclu-rs odiosas,
devia ficar ao arbitrio do Presidente no-
meiar para em pregados todos aquellas q'
bem podessem preencher 9 fuDces exi-
gidas; O projeclode lei porem pro-ere-
veo em m da por nao conhecer em nenhum sufflei-
ente probidade para bem servir o lugar.
Mas os agricultores que tambem san parte
"t ti siada devis ter a mesma sorte, en-
tretanto bem longo disso merecera aco-
lliimento e preferencia tanto menos justi-
ficaveis, quanto 9abido que elles habitu
em suas f.sendas, e que por huen mdi-
co salario n- as ha de abandmuir. A
vista dsso provavel que o Presidente se
veja reduzido a escolher os Inspectores ,
na classe de individuos, que menos pro-
porg-s tem para o objecto de que sao en-
carregados.
Essa e outras preduecss nos conven-
cem dos males que n<>s v* fasendo nos-
sas Assembleas Legislativas, por serem
compostas pela maior parte de pessoas in-
teirsmente alheits dos objectos que nel-
l.s se trat., e queembora bem intencio-
nadas tem o di-sabor de prejudicarem ,
mesma quando leva a mira proteger.
Paciencia l mais duas ou trez leis dessa rra-
tureza e la* se vai com veno de poupa ,
o diminuto commeicio de Alagoas.
zo nos mercados da Europa ; seo corres-
pondente lhe n enviara reclam^ges ;
a mercadoria accreditava'se; o fim das
Iuspecces estava preenchido.
Como porem os legisladores Alagoanos
podia assim obrar, ^eelles pemava que
cora taes medidas nao fvorecta assas os
conterrneos at mesmo feria o direito
depropriedade, algemava o commercio*
CORRESPONDENCIA.
Sis. Redactores.
A respeito de fannha.... Cite logo o
objecto para altrahir a at(en9a5 dos stus
leitores.
Admiran se as historias da Grecia e
de Roma, bum Codro que se sacifca
espontneamente por Ath-nas sua Patria :
m..s quando elle o fez esta va de baniga
oheia, MucioS.eVo'a que faz arder o
seo braco sabr as brazas, para demons-
trar a Porsena de quanto era capaz a cons
tancia Romana : mas qsaando elle se pz
aassar, linha ceado bem cozido efin-
etas etc. etc.
E que roe direm a vista destes exempli s
do que se passa pelo nosso Pernambu-
co ?.... O' ler Isto por ca' sempre
vai a'luhrarera tudo. He que o Povo de
pernambuco ( lom o seu taco de i< bera-
n a ) astiizi halo de fome, e de 1 rap-
los, sem "farraha,"setn carne, sera pe-
xe, sem azete semrecurs, e sem po-
lica roendoas unhas com assucar caro ,
( pois ja fltanos mariscos) ainda com a
baniga pregada ao espinbaco he bempi-
triota grita bem viva a Patria vive en-
tre sssassinos, e assassinados f'lga, ri,
e tudo isto com fome, porque nao ha fsr
rinba, e na ba farinba porque nao aplan-
(a ros.s* nem i um com que se plan-
te j e quando ebega larioba de Iota dei-
xa-se aos Sis. Pemeaa atravess>l-a di-
simal a e veiidt'l-a por uijis, e multo
mais. Pois enta isto nao he maior pa-
ciencia do que a constancia de Scevola ,
nao he maior sacrificio o que a inorte de
Codro que morreo de baniga ciieia ? Vi-
va a Pairia que somos grandes I Viva o
Sr. Antonio Joaquim Perneta com ar-
ma era na Alfaodega, a quem deixa logra
de tal chupelta cerno de attacar fariobas,
tirar huma quarla em cada saca a ven-
der por quauto lhe apraz e he seu goslo ,
porque o coinmeicio he livra pelo direito
de propriedade : isto he do monopolista ,
porque a propiiedade do pobie consumi-
dor do genero de primeira necessidade,
na tem direito nem p.oteca. Bravos l
Viva a igualdade da jusilla A muilo q.
eu >ei disto.
Porem Srs. R R 1 pela amor de Dos ai
Autliuridodts, ou quem quer q' he, q' de-
ve ter iuspessa ooie fannha se ella nao
pe teme aos expostos, deixsrao com ef-
t-.ito oSr. Perneta abarcar como duem q'
quer o Biigue que chegou no da 5 do
correte com fai inha ? izem que este
Perneta he hum grande monopolista do
lamilla disten que elle uza desla estrata-
gema da duimai as sacas, a o deixaro
contiuuar ? Sr. Deo-. Mue.icordia.'Ob I
Vosa quem compclte pioviJenciar obre
este -bu o, oltaai por nos : vos, que ns5
sent fome porque tendea dioheiro a por
que traficis igualmente compadecei-vos
de nos; homeus que uo aplanliis, olai
por vos: humeo que nao tendea neut
cons'wieucia nem alma, uibti por vos. Hum
P : e A v. por inteuaa de quem 1er esta
correspondencia.
Do Kyrte alcion(
r^==
CAMBIOS.
Rio de Janeiro i7 de Feverelro de 18364
Londres por ]#000.. 33 '/, 33 a 'A
Pariz por franco .... 285 .. 2qO
Ha ni burgo por m. b. 525ja 53o
A plices de p c, juro 86 p. e.
Ouro em barras..... 105 a 110 p. c. p."
Dobres Hespanhes. 25^aOO a 25,400
l)550
13^5600
Pesos.............
Moedas de 6400...
de 4000 ..
Prata.............
Sobre moeda de 80 rs.
7$000
60 p. c.
11 pe. de des.
(o Jornal do Commercio).
Bhiaio de Marco de 1836.
Londres......... 31 d. 33 d.
Paris............ 30 por 1 franco.
Lisboa........... 115 por cento.
Pernambuco..... 16 a 20 por c.
Rio do Janeiro.... 5 p. c. de piemio
Dobies llespaii... a$000 a a6$000
Pecas de 6 ioo..... 14&000 a 14#500
Ditas de 4G00..... 7&000 a 7^500
Pesos llespaulioes.. UO pro c.
Piala cumiada.... nOproc.
Descont......... 17 p. c ao mez.
Cobre............ lo p. c.
Moeda papel...... so p. c.
(Do Diario da Babia.
AVIZOS DIVERSOS.
Joze Mara de Amorim Jnior mera naa
5 Punt.is I). 18, Jado direito quem vem da
dentro para lora da Cidade.
Arrenda-se, ou vende-se o En-
genho de assucar denominado Limoeiro na
fi'guezia da Es/ada paramentado de todo o
necessario pra moagem, boas torraa de
plantaco, matas &c. ; a quem coovier una
dos negocios cima referidos preferindo-sa
todava a venda j pode dirigir-te Desla pra-
ca a Joze Mauoel Fiuza n Prca do Com-
meicio, a na freguezia do Cabo i Paulo
Caetano de Albuquerque proprietirio do


*

\
HB
A
DIARIO DE
PERMAMBUCO.
E.-geabo B*rbalhopara fixar-se qualquer
fjUrlC.
?&* Picciss-se de uma orna para servir
fin ama casj de um bcmeui s luiro ; a
pes'oa que quiser dirija-se a ra da I'lo-
jent'n* D. 8 que achat com quem tivtir.
THEATRO.
Dia 7 de Abr, Grande GaJU, Anniver-
esiiu da Elevac5deS. VI. I. C. o Sur.
I). Ptdi'f 2. soTlircnodoBray.il: so ie-
presidiar lium belissimo Di a mi anlogo
SJL3P' Q '-'Iquer pessoa que precisar de aoDa, en que virio os Gnios d is Na-
i'i'h-i corrida, e passapoite, pio ru do Cabug luja de feri". gem D. 5, que
.--ch.'i pessoa paraos tirar com a brevida-
de pos>iv-1.
WJT No d;a 3 do correnle des>parcc as 5 huras da tarde d casi de rotulas ver
des na (.iml'OJ do Carato a dneta (|Uem
va i da ra Nova I). 3 um menino do malo
ile nome Bernardo, levuu camisa de chilla
azul, e lem nove a dez aunes de dade .*
quem de'le souher avise na mencionada
i:asa, que por eite favor seta boui agrade-
tiJo.
V$T A quem lli? ronvier ter algum ca-
valloemum litio pettj da Fraga dando o
guefor de ra.-o luensalmerile a pronto a
loda hora que previs-r Jo memo, rtitija-
se as 5 pont.s I). 18, que ah achata com
quen tratar a re puto.
E3P- Aluga-seuma loj na ra do Ara-
gio 4t propiia para Venda', ou qualquer
negocio 5 quetn a pretender diuja-se a
i ua da Cadeia de Sanio Antonio tasa junto
ao tanque d'agoa.
WP* Qutm tirer alguma ca terrea pa-
ra aiugir no siiro do Recite e que nio
ex'ceda de lo^aooreis aunases de alugeel,
ftnnttncie por eite Diaria parae tratar, ou
dirija-se a Saiua'Ia vtlha f obrado do doia
andares no segundo andar n. 80.
tey* O abaixo asignado nio podiendo
pessoaltneute despedir se de todos os seus
amiitjoe, e mais pesaos*, a quem deve de-
ftontracoen de respeito e e-tima, Ibes
pede o dcsrulpet, e r-gi Ih j aceit m esta
declaracio, romo sigua! de sua amisade, e
apreco 5 ficando cutos que nadade do
r->itdoodese dirige o acbariosempre dis-
pusto a servillos no que o oceuparem.
Uo mismo modo paitc< ipa ao nsp.ita-
vel publico que nesta Cida le deixa coost-
tuidos seus bastintes procuradores, aos
Surs. Aiitorro da Cuuha Soares .Guima-
raepa, Jote dos San toa Neves, Joaquim
M >t da Silva, e Fortunato Pereir* da
Fonceca Bastes, a qiern se podei recor-
rer em caso pre< i jo.
Serafim Pvreira da Fonceca Bastos.
Frtcisa-se de urna molher j de
roeia idade para engomar em urna casa :
quem estiver netas eiraunscaDCss dirija*!
a casa de pasto nova da ro dos Quarleis
D. 8 pata tratar.
VJr Na rua JNoa sobrado D. 26, no
segundo andar pieeisa-se de alogar um
niulber, que suba cosinhar e farer o mais
sur vi jo interno de um -asa de ,'pouca fa
milis, eprecisa-ae tambem de p'cto, ou
prrla, qw saiba lser o suivico indinarlo
do I.I1H casa.
mf* Preoisa-se de nru rapa* forla
guezde i-za i4 anuos, que saiba ler, e
rscrever para caix i-0 dv urrra venda: no
atierro da Boa-vi la a fallar com Julo lla-
lio de Barros, na ros* }>. 33 lado do no. te.
WJ"- CJuetn acbou um rio da agua,' to-
do biancoe muionur, e qneira rwitu-
iVao seo dono, pod mandar mingar no
sobrado n. g, ra a'Aurera, rtsa de Anto-
nio Joze Gomes oCorrtio.
%T3&* Quem quiser dar 400^000 reis a
juros de uto e ito i0' oenlo ao mea por
tempo de G airees com b a li- na ; aunad
ci pglo Diario ti ;ua morada.
*3r Q-iern quiser t>o.ar um* c.sa
grande por urna pequea, diirjt se a ma
do Padre Flo.iano U. a3 deiiouto da casa
do H >Bpii&1,
VS?" Alujifl 3f) Dma negra robas'a, qu^
sabe tratar b.m de fut), mas que as ven
das nao COnheee bem o diobrito, fiel, tam-
bem sabe casiuhar, compra, e U todo o
earvigo de urna casa, atc5 boi lavadad ira;
outraescrava tHrnbtm que conbece n.i-
Juor o d.nheiro, ntillior ven.ledi'ira, ma
qm j mm 8ai)e tratar liobem de fi tu, in
ljq,uepraiKM lerrT; um mol-cole tiobeni
ap.Mj .,vir em q-iiquer cas de pisto
|KH0mutA beui q-je serve a mesa ; squnn
J tv> convier pio.-ure no aterro da Alo-
gds, casa terrea, bsm defronte do eo-
n-oo.io viveiro i*m uo aal da Jojniuba.
cues, aliadas, ofutarseus duusao Augu-ta
Morurcln do Br -zil, sppaieccodo o lle-
tj..Ij de S. M. I, circulado etU-glilemen-
te de lodos o Reis Coustitu. i< n es un cu-
j prest rica te cantar o Hytitto Brasiki'O.
Se r presen tari a muilo a.-seita e b-llssi-
niu CoroeJiaPedro o Gmide da n*,
uu o Carpintairo da Livoaia.O theatro
estar todo armado, Muzica aocrec atada,
illtimiujcs completa, e Indo com aquel-
la P .mpj e dec< ncia digna daE'evcic.dj
Augusto Moran In Brasileiro,
O espectculo ptinipin a chegtda
da d-. Exm. Presidenta gua>era nnoaaoia
da pelas girndolas de logo do ar.
fir\ f ya-^rwrrim<. -i >T WT5BSagMB
NAVIOS A CAHCA.
Para o Aracaty com isralla pelos Too ros
e A.-u
A Somaca Emilia ft-hir iniprnterivel-
roejite ro dia C d< torrente: quem nel-
I. piiser anegar dirija-te a loja d< I lio
maz de Aq i .o Pinto Baudeiro na ra do
Crespo D. 5 lado do Sul.
Para Uioiburgo
^3r" Salte corn toda a btevidade oBri-
goe Sueco Orion, CapitioF-k. da prinie*
ra clas.see forrado decobie: qocm quiser
arregar n'tste navio dir;j i-se au consigna-
tario A. Schramm.
Para o Rio de Jaoeiio
jSk?" Com lo la a brevidade o Brigoe
Escuna, C.'pilio Joio iccnteiro u'Almti-'a,
loriado de cobie e de boa marcha: quem
no ruestno quiser carregar, ou ir de ppsa-
gem, dirjanse a Cauditi Agostinlm da Bar-
ros, Fracinhado Corpo Santo 6;.
Para Amsterdam
lp" Segu viagrui em noueos di.'s a
Gallla Hoiiondeta U.cd & H >op, Cpitio
M-.'llema ; inda p- de rereaWr a!gii'.a resto
dec.nga os p^rtendetiles di ijio-se a ra
do Vig'iio U. ia.
LELAO.
Na roa dos Quart-is D. 6 se Far Uilo
no dia 8 do correnle A' til dos Instes se
giinles : urna duzia de ^a^eit^s de fo-
Irte com o seo oatn.ip, ja u*ad s, 'rea du-
zia de cadetr.' de bracc piAsdas d aoia-
rtllo com cain.q, duas maaiubas, duas
mangas de vidro, doze bellos quadros, doia
vazos de porcelana com .flores e miugas,
urna IV'iqueir.-!, um cab'ble, uina romo-
da ie jacaiand, urna nv ia cmoda de vio
b le, e urna cadeirnha : as pessoas que
quiaereno lang^r pode io se dirigir a
m'.'iti-io!: td.t casa edia ptLs dv2 botas da
n.ar.lii.
CORfPzlAS.
O Di'curfio |ut %i o Doulor Fiscoal. o-
ie a utilidade da Gramtica, em a uber-
tura da sua aula.
(J Dois mil coqe.os Vtilado", *endo
por pttgo comoj'i lo : na rui N&va D. 12,
ai utas- (ii de louca fina.
ijrj" U.tj papagaj. que sej borne bem
talador: n' hospedera attvt do Corpo
Santo ii. 66.
VEWDAS.
"Uina farda de bom pao piraG.
N. baixj seco do corpo, a qQhl so' foi
Tcstida qoalro \ezea, e fe d por preco
tt)0;U comu'.oio, e tambtm serve para
Municipal n s mtsmas circunstancias:
nes'.u Typografia.
jr^Jr* N4 rus da Madre de Deo.- F.sc ito-
rio deManoei Joaquim R-.mos e Silva tem
pata veo-ler por pnpo couimodo e a pla-
zos izoavtis as fazeud.is e genero.- segum
tes Patio de linho de Tolons, dito dito
Pecio, dito lito Ntjoens, caivas de boba
deRoriz, ditas dita de Guimaraens fcorli-
da, caisoens decb!p<;os de Btaga, cot ros
de algodf o em raixaa t Tros, retrot do
'orto, galoeos fleos de pi'ata e ouio, vo-
iHiite-b.ancus earuare'.lo", iestido< de -
tim boida^os de piat eouto, fio do pr-
tete, otde vella, dita leaapateiro, invi-
as curtas da I i ribo, pelbs do man oquim
cores hiiriidas, arcoretis daazeitoiiafi, rol-
los de fumo Baependio, vinho do Porto M
pipas, dito dito em bariis, dito Madeira
eng#i cafado e esp- cialissimo, pulos-a de
Uugria, lut.ious de (-bxadaa do Porto,
caicas de laxad liras bortid-'S, ditas de la-
mamos, dits de Nozes, rollos de fumo
da Bahia, t.=b.co d po' da Bibia un I-tas,
barriz detouciiibo, sacras decaf em cu -
ca, roarfeira de Jacaranda em pranxceos,
coa(joeira e t> ros, cadsitas dejanrau-a
mesas, >o'-, baucas, camas, e outios dif
feenUs movis, e barricas an tilas.
ajT^- U-i.n preta cn'oula de 13 a 14 i,n*
nos, engoma roupa de senhora, cosp < hlo,
marca e faz lavaiiuto com to!a perfeicio :
na a do Carmo lado d re lo, 3 te
rotulas verde.-, qi.em ena pe i beco que
vaid t roa N. va.
jc^ Um bom m-thodo de v o'o, por
preco cju odo : nesta Typografi.'.
Jd"" UniaiHgia de Augvla de idide de
20 aunos (UHCOiiuha o durio de urna ra-
za, e vende na ra : na ra do Rangel
.9.
*\y^ Urna v.-rida, sita na rea da San
lalll vellu com p -ucos fundos e cmodos
pira recolher : na ra da cadeia velha n.
50.
Xs?* Bixas pr?tas grandes e pequen-s,
porptego cmodo; etroci-se asque nao
pi-garem : na praca da Bua-v-sta venda D.
9.
*^ Vende se ou ti oca se por un bom
negro 1 m moleque de n a i.\ u.uos, de
bonita figura e sem vicios." ua ra dos
Bwrheirosa f*llar com Jiiio [Iolland.
J^" Uma Barcada b.-m oonatruida e
coni todos os atancioa nevos e prompto
de um tudu que csrrt-ga locaixai : quuoi
a pretender dirija leama d^ cade.ii de S.(
Antonio ca-a junto ao tanque 'rg >a.
VSr** Travesde maanes de todos os ta-
anlos e grocuras e moito boa para qual
quer olira : na me ma cis anima.
Ifflr Uma molata com muito bom lei'e
e sen. cria, cuja mulata ; ir.o)-a e Um al-
gumas babiliiisd.s : na ra d' \utoia Icr-
reira casa tenea indvi da p .ule, 00 na ra
D >" Pautas da.s Alf .ndegas do Impe-
li do Biaail, nova edci >, c 1 recta, e
augmentada; ctii csa'de L. A. Dub nrcq
ra i'o Vicario n. 16.
V3>* Uns clisos na ra do B-.mlim em
01 n la : ni roa i-asi n. 24-
-"J-* U na ne^ra crionla moca de boni-
ta figo., s.be lavar te sabio, engoma,'co-
tirtha, refina assocar, e cose rio: na
ra Direita 55 Iad> do N.-c-nte.
**" Wainu'U.da de Portngai em lts
de f Iba, -lagu' <'e ptimejra e >egtin la or-
te, as>im como bix.-tn de superior q ialida-
de toareiiU'S, a ictallio. ludo noatms-
tem do Machado, roa do Vguio n. i4.
V3P* Urna niffta com piucos fundos e
pequeo roni'ido p-ra familia, un muUo
b.tnlug.r; quem a pe tender po >'o dii i-
gir se a rae;-in.1 confronte Ignja d-> M ir
tirios esquina que volt parca ma de Hur-
ta-, cu a venda da rua Nova junto a ponte
D. 36 aonde se vende diariamente capim
de pl nta en b >is f. ixes a 100 roa.
y Vende-se por 4$ "-. uro lindo casal
de Rollas d'aza branca 00 C'tlo, no seo
competirte pomb I : nesta Typogivfia.
'9W lUuba-b', jalapajvedele, oleo'dc
I nlrica em hotijoens e quartollas, c^bos
oe couro de a pulgadas t 5, colla da Ba-
bia, e Ivaiade sup.Tior ; lmi" em parti-
das (iibiotes 011 meuorc- j na rua do Viga-
rio O. 12.
%W Uma prela Cabinda, cono triuta
aonospouco mais ou menos, bem pareci-
da, muito desembarac/ada, e sfldia; sabe
engomar liso ; ensb--ar, cosinbar o dia-
rio, e vender bem na rua: no muro da
Penha sobiado D. 18.
fl^ Bixas de superior qualidade, e por
pre^o comoiodo: nahospedaiia atrai do
Coi po Santo n. C;6.
tjcjs- B xas de superior qualidade aos
rentos e a reta'ho, e ora a conj<.,5 de
seliocarem asque n5 pegarem, e por pre-
co muito 1 ommodo : tu iu.i do Vigario
venda de Ttieuioieo Pinto Leal n. 30.
fcSr* Uin negro moco, oosinhetro, e
sabe ciinar astucar j e urna nega da
cojI, deba figora, por pr.po ci uimofo;
na rua do muio da Penha D. I7 o p
do sobrado,
S^r" Uui grande sobrado na Ci ::il de
liiid 1 de fronte da Matiz de S. fedro
Mrtir, muito aiejado, a com gratule
quintal murado, e terreno ua frente pa-
ra Irez proptiedades, e no fundapaia (ras tantas: (|t.am o pe leudar dirija se
a mesme CilaJo uadeMatbias Fereia.
N. 44.
ESCRAVOS FGIDOS.
Vpf Fugioaaa de Marco uma nrgra
chamada Rita de nacao Gahao, b.ixi, e
grossa, denles limados, fela, lem um de-
do doprJsem unh.. : quem a aptehender
un ja se a rua do Bangel D. 9.
. *3r* No dia 4 de Marco liit>o um ne*
f,rochamado Flureniio, ciioulo, de id.^de
de a5 armes punco roi- cu menos, rheio do
< O' p", alio, e rxo da perui e querda des-
m-nt d i em paqueno consta tei fgido pa-
t as Algoa-: os apic-heudedoies poHem
levara rasa de Bol i & Cbaoues Freres no
Forte do Mattos.
Y?r Na inanhidodia 4de Abrilauzen-
tou-sa de Cisa de -eu seuhor o escravo cri-
oulodenome V. leotim Com ao anuos de
dale, seco do corpa, prtto, oflici! de sa-
pateiro, muito regrista, e con^tapor outro
pireeiro ter dito que hia procurar henbor,
e levava calca de bfim branco, e jaqucla
hraoca por ter deshotado, e chapeo de pe-
lo. R. ga-seas Auotoiidad.s policiaes to-
da a vig Inicia; e aos apieher.dedoies o
lerem a seu Sur. Victorino Antonio Mar-
tina mestre de meninos morador ua BVa-
vi ta, rua da Alegiia.
V Antonio, cabra acahoco'ado, bai-
lo f-ra da eouta, cual f.eito du c.irpo, mal
tiajado, moco sem b.nhu, nem te.-n buco ;
lem o cbello loro da, o naria chato, a
barriga lg nava couta grande; tem lures
de iVirciro, e go.-ta detr.ballur em teuda;
be ap,,ueadoe n ;fj|lar; e captivo de Joa-
quim Ant-mio Gaijo: qu-m o peginoti-
dusa a seu dono que mora no E IgeallO Pii-
co tompriju, le mo da Villa de Nacirctb
da Malta, ese.- hem reniiiijiensado.
Taboai dat mart vheiat no fno ce
Pernambue,
4h.3Gm (,r ,
5 18 (r,"de-
6 0 .
6 5a
7- -a5 >Manlii.
8 10
8- 52
29 -oegunda Sh a
* m 1- -T:.
41
1 Q- tw
41 "O 3 Q: -
4 -5: at
tt o
.4 Q 6 -S; s
6 D: O X
NOTICIAa M ARITIMAS.
Navios entrados no dia 5.
Rio de J in Eog-nia, m. Joio Montriro de ^Imeid :
varios gneros : G, \. de Barros.
na hia ^ 10 di.-s ; Patas 1 Feliz Aurora,
M; Ji.io Jo/e da Silva : varios gneros :
m. J'j-.qiim H'n.o. o Silva. P*ssafero \\
Ais., j 10 dts ; Mim.11,1 Su tj A iiluiiia,
al. Jlo da Crac; s.--!. Passageiro 1.
Aearacu'; b7 dv; S. Goneeiffo, til i
Vlanoel Domneos Gomes : sal.
rfiita, sa xir. un M. Ft Fauia IB7.


Full Text
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