Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03064


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Full Text
ANNO DK 1837. TER*JA FEIHA
SI DE JANEIRO N. 25.

Pr.n wi-.ito. ha Trr.n M. F.de Famia. 1837-
'
DAS DA SEMANA.
30 Segim'la S- Martinha V. Aud. dos Juixe*. do Cr..
de m. de t. se*, da Thezoiiraria l'ulilica e
Chae, de t.
81 Tcr^a 9. Pedr Nl. Re- de m- e aud. do J. ic
O. de t.
1 iiaft-Primeirodc Fever ?. Ignacio ii. M. Ses.
da Th. P-
2 Quinta J Purificncao de N. Snra.
3 Sexta S. Braz b. M. sessao da Th. Pub. aud.
do J. de 0- del.
4 Saltado $ Andre Core. Re. de m. e aud.
do V. 0. de. I eni Olinda.
A D-imineo da Huinqiw^essima S. gueda V. La
a. as 7. h. e 48 ni. da ni.
.
Ttdo agora depende da nos mfcantoa <|a noiil pru-
dencia, inortera^ao. e eiiertri.'oiiiiiiucnio com
principiamos* 4(>r*innc apuntado* com admira-
."o entre aa N'a i*rocia>n/if rio Jurmblta tttral i* Branl
SaliacreTe-ap 1000r*. menaae p*.0>adiautadna
nema TruogritAa. ra das Criizes I). 3, e un l'ra-
e da Independencia N. 37 e HH : onde *e rrVplirin
oorreapondeneas lc do i t 'indo (siiiuilm.
CAMBIOS.
Janeiro 30.
T
JLiOndres37 Da. St. poi lctd. ou prata a JO por
eento de picn.io Nomina.
Lisboa 56 por o|o premio, por metal, Non.
Frauda ia \\*. por franco
Rio de Jn. (i p. c. de pxem.
Moedaa de ,.400 13..'.'00 |3400
4.,000 6..700a 6..80O
Pozos I..4I0
Premio da prata 50 p. c.
da lettras. por ine* I 2 por o|0
Cobre '5 por cenlo de descont
PARTJDA !)() COUII KIOS.
Olinda_T" Goiana. Al'i.ou'ra, Caraiba. Villa ilu Conde, Ma-
IBanguape, filar. Hel. de!. Joo. RrfjO d'Areia,
Kainlia, Pombal. Nova de Stnixn. Citlade do Nata!,
Vil'asdtr Qniauninha, e Novada Prioeeaa, tildada
da Portalea. Villas do A0oirs, Monte mor noro,
Araeatt ( aseavel. Canind, Grama. Imperatrj*.
S- Bernardo, S. JoSodo Principe, s*'ln. r. Nora
P.lllev, Ico, S. Mall.eiis. Retchodo sunpiie, S
Antonio do Jardim, Quexeramoln'm. r Parnahl
Secundan e Sexta*(aira*ao Bieio da por via du
Paraiba. Santo A niao Todas a* qaa'M feirai ao
nicio da. Qaraulioii, e Buiitnno diat l<) -l
de :tda mes ao meto da. Cloresno dia 13do
ruda ine* ao meio ilia- Cabo, Serinliaein, Kio Por-
ntoxOi c Porto Calvo n;s das I, 11 r '.'I d< rada
met<
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO.
COVERNO DA PROVINCIA.'
Expediente do dia 3o.
OFFICIOS.
Ao Corom.ndrftite das Armas comni'-
nica ndo-t lie ter o Aiferes de priineira Li-
nda Manuel Joa.juiui do R pas-adu de Instruelor do li l.Ihao de
Guardas N'.ciooaes do Pao do Alho para
Instructor do Esquadra de CaiaUaiia de
N.zaieth.
Ao Inspector da Th^souraria com-
jminkapdo-Ilie a passagtni mencionada
lio antecedente offi 10.
Ao Commatnl-te do BtUlbfto de G.
Ti. dol'aodoAlbo p*r ouhnar ab At-
ieres Mino':! Joaquim do Reg Brrelo,
illitlUCl.il' d0 Hat llIlaS ill! SCU ClMlIHI-lO -
da, que se apiestmte *o Coiojiel Chele 'Ja
Legia de Ps'asaretb a 'nu de ter al i-ra-
pogado 'omo luiruitur do Esjuadi
de Cavaliiria.
Ao Corouel Cliefe da L*gia5 das
Guardas Ndcon.-l da Na->relli Cuta-
tituniaado-lhe o coaleuJo no ollicio pre-
tedenle
Ao Commandanle das Arn as par-
teopando llie ter sido concedido HMMi i auno de Ltcenca n.\ forma da Lei aoSai-
gtnta mor Jse da Cola Rebello Reg
Vldiiuiro.
Ao Inspector da Tliesourai a par-
tecipando-lhe a liceiuja de que rsela o o*
tirior Ulicif.
Ao Commandanle das Arroai parle-
cipndo Ihe que tni conce de li.eiig., na form da Lei so Teneole
Coronel Graduado de p im.ira Lmli*
Francsco di Rc-cba Pai B.neto a quem
iniiddia' dispensjr do Commando da
l'oicd do Catuca', nomi-ando p^ra o sobi-
tituir ao Tunete Seliastio Lepes Guima-
taes.
Ao Inspector da Thesouraria comrru-
nitando Ihe a licenca concedida ao Te-
neole Coronel Paes brrelo, deqnetracta
u precedente officio.
Ao CommandanreSoperlor das Guardas
Naciouaes doReciffa p.ua expedir as neces
barias ordens an de que na pat te da Fre-
piitiu de Idboalio que nao perlence ao
Bdiaii da Vatea ae organie un rneio
Bdtalhao comi.naiid.ulo por um iVlajor com
a un tnei acjio de 6.* B'talliio, o qual com o
quarlo Bjtalbio da Vanea, e o quinto de
U. Lcuicn^o formar urna leicira Lgi-
vem que o Instructor G?ral ponlia un
tffeito a medida que propoz pira reme-
diar a f-lta de Instructores parcines *
sim como que oppiora as epodas marca-
das para as RevitiM en viriuda do Ah-
jo primen o do Decieto de 5 de Jullio de
i835.
Ao me-rao Seohor approeando a
propon d<>s ouficiaes'?'para o E^quadraS
de CavalLu i i a t)tj I Tara' publicar alim
de que o< promovidos sullicitem sus pa-
leles.
DIVERSAS REPART1C0ENS.
n lo a p'imeira corposta doE'**
qu.-'dro de Cavalln ia, e segundo Batalho
de S. Antonio, e .segunda dos Bitalhes
primeiro do ReciQe, e lerceiro da Boa vis-
la.
Aomesmn para mandar espejar
do ser vico, ,.o Guarda do Segundo Ba-
talba Joo Hiseria dfjMello que se a-
cha execceado aa funces de Commissario Na Appellacio cirel do Juso do Civel
de Policia. ^ d,.8ta Cidadc Appellanie M noel Burgea
Ao Commandante Superior dafe G. e Mendonca e A i.pellada Quiteria M-
N. de Coianna respond.-ndn Ihe quecWtP^ ria da Conceico : foi reformada a Seo-
TIUBUNAI, DA RELA'AO.
Se.-sio de a6 de Janeiro.
COMMANDO DAS.ARMA.
Expediente do dia 3u de Jjneii o.
OFFICIOS.
Ao Exm. Presidente, 'enviando'o Pro*
cesto l'oito ao soldado do Batalho stimo
de Cassadores Ignacio Antonio, a fim dd
ser presente a Junta de Ju'lica, e della ob
ler linal.St nti-nca.
Ao Exm. Presidente, pon leran Jo,
q' labellaq' regulou as Fiaps.e Ibna/en-s
nopiesente sy.ne.stie, nao laa nienca
diquanlidade deagoa iudi-pi ns.ivi | Ulia
o alimento di queislo foaM de Lei, o nao era de justca,
e de raaaft, morrnente quando nest.' pfo-
vincia nao ha aqreductos ,'jou pocos p-
blicos, que sup'isssmd filt,i de tal abonr>,
tanto niai quanto esl.t Cidade riela par-
'te f.iria excessaS das dermis em que
um bairll da pior agoa cusiava 4 re'S-
Pedindo providencias a respeito, asseve-
rava que n5 podia etn n-nhum c,so servir
de pretexto) as regras ordinari s de nutria
Provicias, onde taea (altas nao a5 co-
nhteidas e sinlitfks.
Ao Capita Francisco do Rago Bar
ros, acusando a rec.epeio di seo ollicio
de 22 do mes aniante em resp rta ao que
se ihe li .via encaminbado em data de 19
exigind'saber q:acs os cunbecimetitui
Matliematicos quepo>sui, e re.-p inden-
do-lbe que a vista da nci. quo Ihe en-
viou fie* va saplisfeita ; c prebenchida a
iiigencia feita.-
9a appellada.
Nos Embargos ao Accordio"proferido
na App'llacao Civel do Juito do Givel
de^la Cidade. Embargante Jos Bernar-
do Fernandes Gama, e Embargados os
Administradores do grande llo-|)it,il da
Caiidade; ce ju'gou pelo despiezo dilles
mandando >e tr.nisitar a Sentenca pela
Chancelarid.
Wa Apptllacio Civfl r'o mesmojuizo,
Appelanie Antonio Jo-e J don Sanios, e
Appelado Jo-e J -aijuini Perreira Lima ;
foi a Sentenca reformada em parte, e con-
firm.id.'i n'outra paite.
No Embargos ao Accord6 proferido
n^ Appellago civel do Juiso do Civil
de.sta Cidade Embrgante Antonio Jos
de Almeida e Embargado Antonio Mu-
ni/. P reir foram os^mesmos julgados pe-
lo seu despre-o
Na Appella^io Civeldo mesmo Juiso,
Appellante Frarni-co de Paula Ferreira,
enutro, e AppellaJa Francisca H--ilia dos
Alijos ; foi julgada pela reforma da Sen-
tenca-
N* ApppH'^ao Cisel do Jui-o do Civel
rlestA CiJade, em que foi Embirgaate
Francesco Cazarlo Lima, e Embargado
Fiancico da Silva Santiago ; Liju'gado
pilo ifesprezo dilles.
Nos Embargos o Aoc*rdio'proferid3
na Apptll'<,'> Civel do Juiso do Civel
dts'.a Citl.de Embargante Francisco Ma-
nutl da Silva Tavaies, e Embargados
Antonio T ixeira Lopes e outros; foi
os mesmos rec bido e reformado o Ac-
coidi cmbirgadoi
Na AppelldC Civel do Jni-o do civel
da Villa de Paj de Flores, Appelantes
Z carias Gonsalves Luna, e outros, e
Apjiellado Manoel Jos de Ca julcot pela con(irm.>Qo da Sjrit. m:t.
Na Appeaco civel dotJuizo do Civel
de.sta Cidade Appellante a preta Jon-
na, e Appellado Ja6 Ignacio Ro-
drigues da Costa foi a Sentenca appella-
da confirmada.
No Recurso de Revista Civel, Recorren-
te Domingos Alves Vieira Lei'.e, e Recor-
rida Dona Jacinta, Benedicta de Almeida;
coufirniaraS-se os Accordios Recorridos.
Na App- llaco Cirel do JuiiO do Gvel
do Mxci, Appellante Man jl Josa Tei-
seira, Appellado Jcse Antonio Petei-
ra,^ns5 se tmou j couliecimento del-
la.
Napeiicfio'de Hdb'eas Corpus dejoo
Neponioceno da Silra, a tjsfa da infur*
mafio do Juiz de Direito,^loi a mesm-i
denegada.
ai
1.
3.
THESOURARIA Ul PROVINCJ.
Illms. Senderes. loclu-as ai bar. 5
VV. SS. quatto Lelras do valor de Lst.
ioio .-liin de daiem a e-ta importancia u
dislino qi'e Ihe tiver si'lo ieco!r)endadi>
pelas ordens do Tribunal do Thesuuu
Publico Nacional deste Imperio ; sen-
do a
1. de Lst. 4? 6> d.v.SaquedeJamea
Deveieux, de !r.
de Msiode iii3G,
sobre Bell & Gra
nt <;e Londie a
ordem de L. C
Ferreira e Man
lielJ, e por cstev
endossada a L. C
Ferreia.
1000 "~ Dito dito,
jooo Saque tle Nono
Mirla de Seixa*
de 23 do corele
<>bie Diogo Burn
&C, de Londres
aOidemdeL. A.
Bandouz;
4. 1538 a Saqt.e de Mr.
Calraon & C. do
27 do corrente,
abonado p> r Lui/.
Antonio \ieira ,
sobre M. Calmont
Rrolhers & C. da
Londie.
D-u.s Gaaroe a VV. SS. Thesouraria
da Fasenda dv Pernambuco a8 de Janei-
ro de 1S7.
Illms. Senliores Samuel Phps Lon-
dres.
Joad (.io-alves di Silva.
Alfandcga das Fasendai.
O Brigue itigle, vin'lo de Ilalifaic en-
trado em ai do renle, Cipia VV.
Celbeit, Consignado a Cbristcpbus Se C.
Manifestou o grate:
i405 barricas rcm b.ialbao, 3 ditas
e*>m fidUs.


stt-1
DIARIO DE PK1NAMBUCO.
A Galera Inglesa, Janvein, viada da
Jercey, entrada era 24 do crrante, Cap.
J-i'-ra Ptton Consignado Chri tphus
Roop &C.
Manifeatou o seguate :
*o8a barricas cora b tc-lhao, 3oo ditas
cora Taaba de Trigo.
ESA DiS DIVERSAS RENDAS.
A pauta hs a mesma do N. 4-
CORRJSlo.
O Paquete Nacional, Constan?* de que
he C.miiandarite o segundo Teneuta Au-
gusto Sesar de Castro e Menese* parte
deste poi to para o do Para', tocando nos
da Piraibi, Rio Grande do Noite, Cer,
e Marunao no da a de Feveieiro: quem
no mes roo quier hir de p.ssagem dir-
j-se a Admnidrac,io do Correio. At
ranflas feichaS-se ua ve->pera pelas nove
horas da no.te.
O Pataxo Mara Luics, recebe a malla
para o Aracaty no dia 3t do crtente, as
lo hor. da manbi.
ARCN AL DBMARIHHA.
O Arsenal deMarinha tero de comprar
us das 3( do crrente, e 1. pxio*
mo f.| osgeneos segrales: Vinigie i
pipa, caf seis arroulias, assucar dose di-
tas, oleo tiinta botijas, arroz violesr-
robas.
Arsenal de Marraba 30 de Janeiro de
1836.
Antonio Pedro de Csrvalho
inspector do Arsenal.
FRRFEITUH* DA COMARCA DO RECIPE,
Parte do dia a8.
Illm. e Exra. Snr.
Partaeipo a V. E %., que das Pai tes re -
cbidos consta nao ha ver no vida de.
DeosGosrde a V. Ex. Se, retaliada
Prefeitura da Com marca do Re ufe a8
de Janeiro de 1837. Illm. lixm. Sr.
Francisco de Paula Cvalcanti de Albu-
queique, Presidente da Piovioria M. do
IV. di C. Monte ir o
Paite do dia a9.
Illm. e Exra. Sr.
Das Partas r.cebidaa n da consta ter
batido.
Kos Guaide a V. Ex. Secretaria da
Piefeitura da Comarca do Recife 9 de
Janeiro de i836. Illm. e Eim. Snr.
Francisco de Paula Cavalcanti querque Presidente da Provincia M.
do N. da Costa Mooteiro.
AMAR MUNICIPAL DO RiClKB.
a SesaaS Ordinaria de 16 de Janeiro de
1837.
Piesidencia do Snr. Figueredo.
Comparecers os Senhores Pioho ,
Barros, Doutor Cinira, e Silva, faltando
cora craxa os mas Senbores.
A berta a SessaS e lila a acta antece-
dente foi saaccionada por estar confor-
me.
O Secretario dando conta do expedien-
te mencionsu o oflicio segaiote:
a
Do Exm. Presidente remetiendo un
equei ment de D. Fiancisca Maiia da
STa ,e outroados moiadoie- uas emedis-
oei da Ponte da Madalena acompanbs-
|/i qde informaste* do Inspector das obras j
-----------------------------------r-r----jr-r.-----
publicas, e de huma planta Top^grafic*
para esta Cmara emettir sea Parecer a
respeto: inteirad, ,v
Cont inu iu -se cora a puracio d 3S vo-
tos para D- potados', Membros da Asnera-
ble* Pro vi uc i -1. .
Despacharas se siguas requer ments.
Epor ser dada a hora 0 Si> Pro dente le-
vantou a Ses-a e fu esta A"U em que
as-ignaraS. E en Fulgencio Infante de
Albuqusique e Mello, Secretario S sacre-
vi. Figueredo Presiden e, BairoS, Pi-
nho, Dr. Cintra, s Suva.
EDITAL.
A Caraar* Municipal da Cidade do Recife
e seu Termo em virtude L i Scc.
Eaasaber, que em virtude da Ordem
di Exm. Presidenta da Provincia em
seu ofliuo dactado de 2o do correte
se hade arrematar, a quem mais der, as
easas da praca da Independen.i< numero
sr, e ii por lempo de om mno. E as
pessoa-, que .houverera de laucar com
parecam ero'casa de saaa SessSes com seus
fiadores idneos no dia 3l do c Trente
pelas i o hutas da manda.
E para constar se ruandou publicar o
presente edita I. E eu Fulgencio Infaote
de Albu.ratrque e Mello. Secreta no o es-
crito.
Joaquim Bernardo de Figueredo.
Pie&iJente.
Fulgencio Infante de Albuquerque e Mel-
lo,
Secretario.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ChegaS dacta de 18 de Deiembro as
gacetas ,. que ha vemos receb do da CcV te ;
eda Babia ot la d< correnta. A trauqui-
lidade mi rna naS tem >ido alterada ne t -s
Provincias e segundo as particpalo s of-
hYiaes dos Ptesideotes de .Minas Q d'onde
tambem recebemos peridicos o/ie nisso
se6 concordes ) deS. Paulo, Coyas, Ma-
to Grosso Espitito Santo e Santa Ca-
tharina, se deprenhsnde igual estado de
cousas.
J estaS todos scientes desde sabhado ,
queo Governo Central houve porbem sobs
lituir na Presidencia desta Proviocia a>
Exm. Sr, Franchco de Paula Cavalcanti
He Alhuqueique, o Exm. Snr. Vicente
Tnoms Pires de F'gueiredo Caraargo.
Muitos pertendem attribuir este passo do
Governo Central, ahuma n.edida de po
lrica; e outres oconceituaS liorna sai.is-
facaS pessoal ao Sr. Ministro da Fazenda :
quantoaus, como nsS g .sismos de in-
volver o misterioso em materias de po *ca
entidade naS vemos na daterminscaS do
Governo, mais do q e huma lecti i roti-
neiia. Absolutamente a Provincia nao tem
de que recentir-se suposto que muito
perdeo na peK>* do Exm. Sr. Cavalcan-
ti atientas as bellas e urbansimas qua-
lidades do Sr. Camargo de todos aa
conbeeidas. Se S. Exa. bou ver de en
conlrar alguns entraves no counaco da sua
admiuistracaS, elles seio unieameste
provenientes do emperr da opposicaS to
pessoal doGovurii, que finaisa. Ora
bem : davem d'hoie era diante dis ipir-se
os temores da grande familia. Ella -js(
naS preside aos destinos da Provincia ? e
estes que fanlaziavaS o exe/cito de gigan-
tes, 'de inganados, de que a subm *sa6 de
Pemarabuco as ordens lsga.es do Governo
Impeiial foi exsclissima, convenc6-se US
bem de qoe a opposicaS do Gove ni ,
que aspira, sobiea execucaS de ordensdo
Vlinistro da Fatenda a respeilo da algqn-
Erapregados respectivos; foi proveni-nle
de conviccaS das regalas Prezidenriaes,
e jamis filha do despeito e da insurrei-
ca6, como o indicavaS os esciiptores da
opposicaS Provincial. Eia hum momen-
to precioso, quesera bom,naS esperdi-
car para a fuitaS de iodo os patudos de
Psrnambueo AqueMesque eraS amigos do
Governo dpExin. Sr. Cavalcanti, poi-
que conhecisS a precisaS deorgorar ps
ia manutencaS da orden, (foi anda pou-
eoo^vfgor) aquellas que lbe f*si oppi-
sicaS, temeros vs da preponderancia de sua
famitia devem todos de commum acord
auxiliar, esecunlar os esfarcos do E-rm.
Sr. Camarg >, que nao tem influencia d
familia e precisa (e.>rao todos os gover-
mtites precisaS) de encontrar nos gover-
nados confianca boas int^nces, e un
aS. Se assi.ti obrar-trios te re moa de ver
sanados muitos inconvenientes que a Ad
minstrac 5', que acaba nao p extir-
par.... Porm se nos lembrar-mos de
organisar hum partido aon>vo Presiden-
te, se elle tiver o descuido de o acceitar,..
tal vea as cousas naS marchem tmb>m ,
como tolos, hs desej unos e d>que he
digno o Kxm. Sr. Casn/rgo. Po m eu
espii ito Iluminado sab-r marear bem ,
e conducir a salvam-nto a batea provin-
cial. SS esles os nossos votos : nosso co-
t gente para suslentacaS da ordem he des-
de ja' poato a' de pu.-icH de S. Exa.
Rio de J >heiro. O Dia a de D-'sem-
bro 6eguudo lemos no Paquete do Rio e
Sete de Abril foi solemnemente celebrado,
la z*-n io rea lear anda >iia>s a pompa, e re-
g'tti)o nacional a as* stencia de S. A. R.
o Principe Guilderme Frederico Henri-
ques que no Rio estava de passagem pa-
ra a India a bordo da Fragita Hollando
ta Bellona. Ames de extractar mo' o Pa-
quete do Rio sobre o cortejo do da a : co
piamos s goinle mxima d >s sagradas
l.elta-, que lilismente o Sete de Abril n-
troduiioem seu elogio a > Dia Imperial. -
*' Ai daquellen, cujo Rei be menino .' ,,
O Brasil veiifica a aentenca Augusta.
O Governo Imperial acordou finalmen-
te do seu lethargo a re-puto das recitas-es-
candalosa e offensivas Relig i<, e a mo-
ral; no debalde nos encheiuos de indig-
nacfo ao ler o exttactos, que o pe-
liodicos da vio de taes scenas : declamemos
contra lio pernicioso aboso e oseguinle
Aviso do Ministerio da Justica nos jusfi-
ce, para aquellesquese nos mo.-ttaiiodes
denhos'is, no compnobendendo bem a
valia de tal sedcelo.
AV1Z0.

Constando so Regente nn turne do
Imperador o Sr. D. Pedro II, quesetem
ltimamente representado nos Tbealros
desta Cidade algffrnas pecas pouco conve-
nientes aos fin poique foto instituidos
taesatabalea mu o- de modo q vez de se recummendarem nellas as r-g as
da moral pratica a obediencia bis as
mximas da decencia e de virtude; pel>
contrario se ofleiecem aos olh<>s dsiiicau
tos da mneidade repelidos exemplcs do vi
co e da desmoralisaco e sendo nec sai o obstar o malera sus origem para
que nftn consiga djpravar o gwto e a mo-
ral publica : ordena o roesino Regente,
que Vm. no ronsinta jamis que vio
scena pecas de seoelhante na i meta para
0 que as de ve lr antes da |t rem repre-
sentadas, observando slrictamentej e sob
1 sua responsablid de as U-is, inslruc-
cSes, e posturas da Cmara, relativas a
semelhantes obj*ctos.
Dos gu*rde a Vm. Paco, em 9 de No
vembro de i836. Gustavo Adolfo d'A-
guilar PantJ4. SK Jut de Pai di.*
Districto do Sacramento.
O PAQUETE DO RIO.
Ao de-p'.rilar da au-oia as fortalezas e
vasos de guerra lauto oacionaes, coma es-
Irsngeiroit embandtirari i-se e a saudara
rom huna salva de 2i lims, qus ibi re
petids p. l.i 1 hora da tarde, e ao por do
Sal no dia a de Deie nbro.
Pelas 10 horas da manhi reunida a Guar-
da Nacional desta Cidade na Praea da ( Ss
liluicio, 'ahi man bou para o largo do
Paco para onde S. M. 1. e Suas Au
gustas I'tnias ja tii.hio viudo, em g ande
estado, da sua residencia habitual da Quin-
ta de S. Cbrstovio.
A's li horas da manhia aehava-se
borda da FragatM H. ILndeta Bellona, em
que vieta o Priocepe Coilherme, huma
das g.leotas do Imperador pata o eoodu
tir a ierra afimde ss sdr parada jau-
ta r cora S. M. I. e Sua Augusta Familia I
e ir eom elle prtsenciar s representaos
dada no Theatro Constitucional Ftumi.
oense.
Pouco dep'-s das 11 hora parti S. A.
o Prncipe Guilderme de bordo da Fragt.
ta ac ir pandado do Con.Brindante da
mesma Fragata e precedido em nutro es-
caler pelo Cnsul Hall ande* o Sr. Wvlep.
pe, salvando as Fortalezas e vasos de guer-
ra Brasileiros, aesim que S. A. desceo
para a galeota.
Na rampa do largo io Paco achavio-ss
dois c. tbes de S. M. o Imperador a fitn
de condusirem S. A. e oa da sua comi-
tiva ao palacio apexar de naS distar dali
ctm passos.
Gh'gado S. A. rampa foi alli rece
bido pelo Sr. Camatista Magalbes, en-
troo no cocho que Iha estava destinado ,
sendo precedido de hum piquete e acora*
panhado por hum esquadraS decavalleris
da Goaida Nacional, ese dirigi ao Paco
at avessando por entre a tropa quejalli'to-
da ja se achava postada e que Ihe fes as
devtdas honras militares.
Ao nieio dia haixou S. M. O Impera-
dor, sccompanhado dos Exms. Regente,
Tutor, e mais pessoas da sua < ou., Ca-
pella Impeiisl assistira bum Tedeum em
accio de grecas ao Alt ssimo por lhe t r
concedido mais bum auno de ex stencia e
na Ti ibuna ao lado das Angostas* Prince-
sas do Brasil se via S. A. o Principe Gui-
Iherme.
Fmdoesie acto religioso seguiros todos
ao Paco onde de huma das janellas re*
ceberaS as cominen. ias da Guarda Na lo-
nal e a viraS d-sfilar passando-se em se-
guida salla do Dorel a receber as fclici-
tacSes e h tmenagtns lano do Carpo l.'i-
plomalico e Oficial>dsde Estrang. ia dos
vasoa ds guerra sui tos no porto cmodas
mais di.-tinctas classis deCidadins.
Pelas 8 hora-, da noite dirigiraS-seS. M.
I., Suas Augu t s I. mias, e S. A. o
Principe Guilheime ao Tbetio ondo fo-
raS te. ebidos com festivos vivas e se re
cilaia algumas p do o np-itaculo co n o mesmo cermonial
cora que tinhaS ido, rebo|hendo-se S. M.
I., o Suas Irma s para a Quinta de S.
Christova5 e o Prncipe para btrdo ds
Fragata B liona.
Illurainou-se a cidade, s em fimsolera-
nisou-ss da melhor maheira este fausto
da que devs ser csro a todos os Biasi-
b iros que ama j otdem e com ella Patria,
Con tituifa, e Pedro II.
Discurso recitado pdo Decanp da Deplo-
m.cis, o Sr. Ministro de Portugal
Joaquim Antonio de Mag.ilh> 3.
Seobor. O Coi po Diploma:ico do
qual tenho a honra de ser anda boje o or-
ga vem apr>rsentar a V. VI. I. no An-
nivenaro doS-u Da Natalicio a reite-
raban dos v .tos que ormsS o- seus iesp-c-
t*os Soberanos e Govemos, Amigos, Al-
liados de V. ,M. I., pelo esplendorada
Seu Throno pela felioidade de Sua Au-
gu ta Familia bem como pela pro-pui-
dt leda NacaS Braseira.
Digri.i-vos Senhor, com esta segu-
ranza, acceitar ao mesmo lempo a exp es-
saS dos sentimentos individuses dos siem-
bros do Corp > Diplomtico, o qual v com
praeer e admiracaS b ilh-r com a mais
vita luz essa Estrella destinada a consolidar
a grandesa deste vas'o e rico Imperio e a
falicidade dos seus Subditos liis.
*-3
Allocuca dirigida a S. M. O Imperador,
por hum dos Orphioa api endites do
Ai seal de Guars por si eco*
raoorgaS de seus companhei-
ro-.
Senhor. Eramos pobres, desvalidos,
sem ab> igo ero proteccaS neste valle de
lagrimas em que a providencia nos a-
duidonoii, e seriamos victimas da cor-
1 upcaS e da ignorara ia, se < s Olhos Pa-
leriia-s de V. M. I- nos nao viSs'IB. A
Alma generosa de V. M. I. previ- hum
resultado fune>to e ubi indo-nos bum te*
fugio, fazen.o que brilhassea nossos olhos
lu ds iosliuccaS niaistrando-oos o
k


a
DIARIO DE PERKAMBUCO'
'
\
precios fOMno ]de huma trie da qual |.
rassemos o Decosario alimento promet-
leu-nos hum fu toro filis.
Oh Por Ia5 grande beneficio como nao
seremos gratos a V. M. I. Oh Por ta6
grande beneficio como n6 m.iodatemos
aos Ceo ardenles supplicas pe con.er-
yacad d* t6 precila xist< n> ia.
Possa*eate|dH em|<|ue Tiernos otfertar os
votos unnimes de riussos coiacSes a N >sso
Augusto Protector, a Nosso Bemfazeju
Patrono, raiar mil vetes para a felicid.de
doBrazil, possa nessedia V. M. I. Ver
ae "pre como agora unidos} ero torno
de Seu Throno o amor e a* esperances do
Biatil, romo ht-de sempre adiar unidos
era sua gralida5, em seo amor e em
seu respailo. O. Alumnosjdo Ai seal
de Guerra.
VABIEDADES.
Costantes rabes.
Ser nteresaote a leitura de hum a-
conteciroento que acaba de ter| tugar no
forte de t'Eau, junio a Boossata ; poisque
elie pinta os costumes dos Qossos Ara-
bes.
Antes da fundact da colonia da Baus
santa, pelo Pi inripo de IYJir, os terrenos
que o Geve uador lhe eoncedeu esta li-
vre eiuleira dispnsicaS do alguma* tribus
rabes, especialmente da dos Aribes, que
sei vero nos nossus exerciios como spahis
ineguUre-. Seu chefe be Benzieii, 'o
qual tem a sua residencia no forte de l'Eau,
guarda io pelos nosso- soldados.
Aextecta dada pelo Principe de Mr.
cultura, f z soffier os intere-s s d sT i
bus, delndigen-s, que gozava xclu-iva-
mente dos terrenos que lhe f rao ronce-
didos. Dahi procedem os descontent-
mentos, e boro profu'ndo odio da parte
dos rabes, que, em varias circunstancias,
SO tem paleutea o era a energa que I lies
lie prnpiia. E U desateica tomn bum
Carcter tanto maia grave, que exista bo-
je de Indgenas para Indgenas ; porque o
Principe de Mirj emprega varias Tiibus
que conseotem em o servir, e at o faiteen
com telo elid lidade. O ciume dos Ara-
bes ataca especialmente ealas Tiibus, as
quaea hostili.-id por todos os meios pos-
siveis, e sao muito ajadados nesti niraiza-
de pelo chefe militar Ben Zecii.
Eis aqui oque ha pouco acontecen.
Costumio os Ai abes' festejar seus rasa-
mentus com grande pemp... As corr las
a cavado, nasquaes se dio tiros de espin-
garda, lim.hum dos episodios princi-
pies destas regosijos.
As mu Hieres daTiibu assistem a esta
especie de torneio, cobren) de ao lamac-
es os cavalleii os que mostrad mais dextieza
e vigor, e n*5 poupa osescarn osq el-
les caja inexperiencia se manifesta por al-
guma queda, ou f.dta da habilidad.
Nestas corridas, os que as execulio se
di v idem em dous bandos que avanca hum
contra o outio, inmutando combates.
Na orcastio de humas nupcias que foraS
celebradas desta f>ima ni Tribu dosCha-
ouc, sobre o territorio da Rassaula, e onde
tava5 reunidos Arab s do Piincipe de
Mr. e A< ibis asorden* de Ben Zecii, h u-
vera vaiias corridas sem accidentes; po-
rem na ultima, o Aribe Ben-Menin, ie-
cebeu du cavallo corria i desfilada, a espimu den-
tro em pnuros instantes.
Accusario deate homicidio o Marabuto
Sidi-Touni, hum doi oukda do Piincipe
de Vlir, queseacbava entre os rabes que
haviad at cado o bondo no meio do qual
tinha cahido B n Meuin ferido moital-
mente.
Posto que todee os rabes livessem des-
earregado sais armaa,' Sidi Toi ni f i des-
ignado como o auor da] morte de Be-
nin-Menin, porque l--g que este rah o,
afl'a-lou se precipitadamente, e rtthoo se
P'D dehaixo da bariaca de Ali Ben-Smi
li, hum dos fhnki dos rabes. Defiri-
le log'i q<-e Sidi Tounin seria cund zido
inmediatamente para Al^ei, e posto dis-
posicao de Proi urador Geral.
Ben Zecri, s. ben lo o que era pas-ad >
chegou logo, eintai pondo sua autu ida-
de, recUmoir o pi isioueiro, lancon mo I
5
delle, e o eondutio ao forte de l'Eu.
A familia do drfunto, tendo sirio infor-
mada da desgraca que araba va de aoffrer,
segundo os usos aiah.'s, sen-uno, deli-
berou >obre o modo porque havia de ter
atisfaca5 Ha morte do eu chefe, e se de-
fi lio que Sid Touni seria morto pelo filho
mais velbo de Ben-VIenm, Oulid Ben-Me-
nin, spahi tegular. E*te curvou a cabeca
em sinal de consentimento, pteparou a
sua espingarda e o seu yagatan, e parti
de Bonfari k distante ia leguas do forte
dol'E.iu, acoinp mhado por sua irii, pa-
ra c'umprir a obra de vingsnea que Ibe
bavia sido irnpo-la.
Com ludo B.'n-Z-rri tinha sempre o
seu preso debaixo de chave, at havia ti-
do a pieraueab de lhe faser tirar a pistola
que trasia com sigo, nica arma deque
poderia u>ar em raso de ataque.
Esta acelo tinha frito roncehtr de^asso
cegos aos prenles de Sidi Touni, e os de-
clararlo ao Principe de Wir, o qual lb-s
di^se: Socrgai, a justica fradeeza et
informada, est avisado o Procurador
Geial, e se Beo-Z>cri deixtsse attentar
contra os diai do seu preso, se trb< culpado de grande crime.
Erio muito bem fundados os receios
dos amigos deSide-Touui, e io realisar-
se.
Oulid Ben Menin apresentou-se no fo.--
te de l'Eau, arompa^hado por sua mai ;
na iusencia de Ben Z en, mandou abrir,
rom autoridade, as portas do forte; pe-
netrou, sempre acompauhdo por sua m ,
at aoqua onde estava o preso Sidi
Touni; annuuciou a este que lhe ii fa-
zer sentir a sorte de seu pai ; amarrn lhe
as mos com corda de camello que rode-
ava sua Cabeca, e Iheeotimou aord m de
caminhar diante delle.
Tendo o frito andar 50 pasaos Lm do
Ib' te, lhe atirou ao peito, acabando de o
matar a guipe de yagatan, e para melhor
revar ana vingarl'ca, queim (seu cad*>
?er.
A m de Oulid Ben-Menin e.-leve sem-
pie piesente a este] acto doj b.u b e s sabio depois de consumido o tor-
po.
Ouli Ben Menin vtio logo'dar sonta da
sua conducta, e submetier-se ju tica Ira-
rea. Suis repo>tas s qu si oes qu lhe
for 5 feitas sad notaveis pela independen-
ciaeenergii, oinerecem"ieriie|mente nar-
radas.
Que.mjhes tu, e 'poique-te vena a-
presentar a inirn com falo elisio de san
gue ?
Sou o filho de Ben-Menin, sirvo no
vos-ii exercito como spahi as ordena d<> A
gaj Mar. y. Fui o matador de Sidi-Tou-
ni, e oque eu fiz, o faria anda em igua-
es eircunstanrias. Sidi-Tuni matou meu
pai. Eis aqui os vertidos que trago, sao
us de meu pai, ainda esta cobert'>s do
sangue de quem me deu a vida : eis^aqui
os boracos que fitera as hallas que lhe J
atrae*sara5 o coiaga. Outra vez, sao
estes seus vntidos ensanguentados : pode-
rla eu troze-los sem tonar vinganca do
sangue que os cobre?
mi. Pa-tetrei no foite d'Eau, na ausen*
cia de Ben-Z-< r.: m ndei a Sidi Touni
<)e ote segu-,se o <\** elle f z, e o levei
para l dos muros do forte: apontei-lhe
O peito, *' deitei p.r trra. As im
Borren meo pai, seu matador devia ter
a mesm sorte.
Estafa tut mi presente entrada
do lorie, emoite de Sidi Touni? o5
se i ppoz a etta barbaridade ? paia que
privastes da vida a hum born m desarma-
do, tendo tu huma arma de f -go, e hum
yagatan?
| Minba mli s mi retirou dt-pnis de
tuiln acabido : alm dissn, nao havia que
duvidar, meus irmios queiiio a n.orte de
Sidi -Touni, e eu o d--via conceder sua
rogativa, e aos ma ios de meu pai.
Hoie est vingado. Cumpri o que he
hum d- ver p agora faxe de miro o que quizeres.
Os tribunaes franceses teraS de jnlgar
este negocio, se o Cadi nfo fuer prumpta
justica.
Es' escripia no Coran : A pena de ta-
lii e l escripia para oa^sassnio: hum
liberto ser morto p r hom liberto, o
h escravo peloescravo, a mulherpela mu-
Iher. S<* a familia perdoaa matador,
(' i; direito a exigir hum< i11dem.1is.19io
razoavel que lhe ser p iga com agrade-
cimento. Obi v*, crenien, queten-
des bum coracfo recto, echareis na peni
d tali), e no rec s-guranca de VOstOs dias!
A jurisprudencia e os uso* raolsumanos
admiltem huma distmcefo enlie o es > de
huma morte I ta de proposito e < om ma-
licia, eo de morte por imprudencia ou a-
cato. Nesle ultimo caso, sempre se pode
comprara mo; te p'ir dinheiro.
Em Argel, a nat tribus vi-nhas, onde
at corridas a cavallo na occasio das festas
canso a miudo desgracs, he oso que a-
quelle por cuja causa he o divertimeuto, in-
demnise a familia do rabe morto ou es-
tropeado.
(Le Dcoit.)
( Do Jornal do Com.)
CONRESPONDENCH.
Sis. ReJacto;es.
Sendo ultrajado em minba honra em
minha r potaca pelo Se. J >..5 Arcenio
Barbosa, que pertende forrar humescrava
minha u forsa e contia minha vonttde ,
he que me obriga app.re.er por e-ta vez
en pu'dico por meio do pi ello em defeea
da minha honra e da mioh< propiieda-
de agredidas pela prepotencia desse Sr.,
que ainda de mais OK- calumnia. Cuita
ro o meu caso para eselarecimento do Pu-
blico.
Tenho huma escrava crila de nome
Delli'ia rom leito para criar, e saben-
do que o Sr. Jo5 Arcenio Barbosa tale va
c ra sua filha ao desamparo de leite, man-
de! tolunlarismenle a minha escrava ci iar
- Teu p.ii foi victima de hum acaso a pequea dese Sr. sem trato de lempo,
_____:____.._ 1- /. .8^-1 -_i. J>- o>l _.
da-gracado: ninguem o quera matar
E^ls mal infuiimdo; eu sei me-
Ihor do que tu o que se pasou. Quize-
ra5 matar meu pai, e o matar 5. Eu te
como corno isto se fez : escuta me hm.
Sidi-Touni nos havia roubado : he'cer-
to porque o echamos possuindo o icubo,
e o abrigamos a restuui-lo. Dahi provm
seu odio e leu projecto de vinganca ; rou-
seguio o.
Sabbado, na festa dos Beiii-Chaoucb,
elle di*'0, eu matarei B-'nin-M.nin, eis-
sim o fez. Pea m*is, di-se a meu pai,
mostrando lhe que tinha medido du s ba
las na sua arma, que a ia des sr bre elle. Meu pai lhe d ali o lugar, nam o momento p -ra assim o-
brar, que ali se Ira lava de d vei tmenlo.
Sidi-Touni suslentu a sua idea, e sa-
bes o mais. Eu 11 atei o matador de m>o
Como pudesles introduzr-le na pi i
5.. de Sidi Touni ?
Eu eetava do campo de Bunfarik,
q indo tive noticia du as-assini. de meu
pai. Meus irmios mandara5-me que par-
tase imm> dala mente para viugar iui
morte, e paz-me scamroho coa minha
e- estipulando dac-me 8^) rs. mensaes.
Ito u-ve priuripio em 17 de Outubro de
i835 : ch>(nulo antes de 14 meze?, quin-
im dis mamiei avi/ar pur caria o Snr.
Arcenio, que findo o mez que corria eu
pertenJia recolher minha escrava para o
ij 18 com lempo o prevena para tomar -uas
meditas he de ri -tai que a primeira ama
I ue sabio da caza do Se Arcenindeivou a
pequen* com 4 '"eres que a minba es-
oiava cr ava-a a i4 mea-es O que s mina
18 eeal bem visto que nao polia aver
precisa extrema de mama, A resposta
da muihi caria foi vir o proprio Sr. Ar-
cenio a minha loja e ter o decucode facce
a lacee diier-me que me na5 entcegava
minha esc.avs, porq* sua fiihaealava mui-
t> ligada o mi ella pela creacaS, e queem
liui d.li nao sabia a pela se u< forra.
D.-vo chamar a isto philantr<>pia Suluni-
oa Qae<0, pisso, mando, he meu ...
e-t emre vista fir.i lesiemu'h sos Srs.
Amaro Peroandes Gima Joa Auaslaciu
da Cunha, Manuel Ignacio,, e Frauci^,
Jote uu RiFiu.
Na5 se pode duvidar de minha denp va,a6a exigencia e louco org lio do Snr.
Arcenio B. L^sqiei lhe huma ciiacadpa- I
1 a ifrm deconciliacaS eaver minba eJ-
rava : o ex Jmz de Paz comparciej, ma
na.econciliou(na6 se conc.liju porque
naSquii) e piomoveu me onti8 acee
judiciaes, viudo a constitu se por aeu
marojos, Sr. e depositario daesciava o
que he bem galanle I Em fim reeonlie-
c.ndo ou talvez melhor aconatlhado, de
que na5 poderia por muito lempo ill'udir
asleis, e-peohar meu direito, mandou a
minha b.ja os dous.s. Jos Claudiuo Lei-
te e Alfeies Ajudaule dordens Joze Ber-
nardo Gama, pedirme que lhe concedesse
aeisaiguosdias de esiada da minba escra-
va, em quanto a sua Giba agrava das pie-
zas: eu francamente conced mais ame-
zes afitnsando-me os diios Sis. por sua
palavra de honra que findo eso lempo
seria sem a menor du vida eu trege da es.
erara: para piova di-so rcmeSer.6-me to-
dos os papis e a roesrao Si. Amnio
veodai-me os agradecmenlos de minha
generosidade. Mas qu indina, que che-
gando o dia api a ado de receber a escra-
va que foi a i7 do crtente seria eu ci-
tado por parte do Sr. An-emo para se-
guir a mesma sOcafi que elle ja' liona de-
siilido, compromeitndo a palabra de
honrados seus amigos, o oque mais he,
andar a calumniar me por caz* dos Mi-
nistros (segundme info-ma5) duendo
queeuqueroca-tgar por paix=,6 escra-
va ? A' e crava E
po.que? H* ella
que lem culpa d > orgulho que -obra no Sr.
Arcenio, ou dapiobidade qu-- lhe falta a'
vista do exposo que provo com teste-
munbaa? eseng ne-se o Sr. Arcenio,
que este methndo de fi'aniropia he inexe-
quivel n'hum NI oiusj si5 respailadosns
direitos de popnejade; e lej* de mais
certo, eque mmts gente o s be, que en
pora os meus escravos nao sou tyranno ,
sou pai.
Bogo ao respeitavel Publico de formar
seu joizo a respeito desle proceder do Sr.
Arcenio: e aos Sis. B.R.: a men da
inserir estas toscas lindas
Do s. u Assgnanle
Janeiro a7 de 187.
Mano.I Joze Tarares da Silva.
A NN UN CIO.
Sabio i luz urna Ai le de Vuzi po la por mu dos milboias Profesares des-
ta Provincia ; bem explicad.', e btante
resumida. Veuds.se \ or iao ieiscadau-
ma, na loja de li vi os da I rapada Indrp n-
dtncia n Hj e 38, e na Typ. deste Diari ,
ra das Cruzes.
A V I Z O S DIVERSOS.
Mnnoel Ferreira da Silva Piofessorde
Geografa, e Historia do Collegio das Arles
do Curso Jurdico, echando-se mele-to,
fais publien, que a matiicnla seacha ber-
ta desde o dia 30 d. Janeiro na rasa do Pro-
fessor Substituto o Snr. Joze Fram isco de
Paiva Jnior, morador 113 ra de Mathias
Ferreira.
jrjjjf* Precisa se fallar so Snr. Loaren-
qo D as da Cunha, e ao Snr. Jo7e J.equim
de Souza, e ua falta deslis Snrs. quem su-
is vezes fier, a negocio de seus intereses;
na ra do Crespo loja de Joze Ivlaria G -
raides.
ajrjr Preriza-se de ura caixeiro portu-
guez ou Brasilero de la ai6annosde i-
dade, para urna vend< no lu^ar do Bai ba-
ldo defiontedo Caldeneirodando fiadora
sua conducta ; annunrie, cu dirija se a
luja de Eozedio Pinto & Comp. ra do
Q irimado D. 5, quese lbe dir quem he
que precisa. .
%^- A pesso* que levr u de urna c aa da
beco do Sarapatel Irez vultas e rae a de cor-
dio de miro, com 10 oitavas e me a, ha ja
de Untara levar, (vi-to ssber-s-) do con-
t> ario, nio so' se uzara das mcivi con.pe-
ten e-, como aimeimoit fai publico aeu
nome.
Wkr* Airen Ji-be ura sitio no lagar do
Bacbalho cofronie a caaa sis) Snr. Miaeda,


D 4 II I O D &
BJUBJ.mi.'^a-Ji.g^as.s'gvy.i^gEn&^f-'^a'ifl
k* E
RNAMIHJCO.
c< m duas moradas de atas, f striboi i pira
doi* ravellos, ludo lem 'goto, t cado, cometido arvoi es "o Duelo, alguma
tena de moi'o !>.. prodmco e proponao
* o uzo d faiteas de leiie- ; & quem
MI
vi r diija sea ra da Queimado I j
de fazr-nd is D. 8.
>ry Aluga-se om aillo r.o lugar da.
Ciuz das Almas do Atraa! rom muitob'l
andada i n-.i de vivenda, bastante arv>-
redo de fruto, logar para ortr', e grande
'liaia com oepim pl miado: a Tallar com
Fi enrisco CailosTeixeia n misino lugar.
V9' Quem quiser anen lar un titio
rom uma grande <:a-a de pvdi a p cal, e mui-
toarvoied tle frucUs, e tein pin plan-
tar, na estrada que v de Smto rano
para Uelem ; flle no sitio denominado la-
Carona, que lica na in- siih estrada, c<>m
Minoel Mori.
ry Perdeo se urna espora d-' prata
com civrenUs da cne.-mi, di iu- da Guia
t o Forte do Btnaco* quitqner pesMja
na teuha achac'o e a quiser entregar a
- seo'dono, o qu.d promete recompensar
com grnero-odade, a levar na ra da
Cruz armasem n. /\\.
Wjv" Cera branca ptima para laranji-
nhas de cheiro a (510 res a libia: na la
do Azeitede Pcixe soi'ivdo junto a urna ca-
za rpedificada de ovo.
jfJT* Preci>a-se de i ae descontar nos alugneis de urna casa ter-
rea sita na ra de Orlas D. 32, por preco
de 6$400 por me; quem a pertender a-
lugardu ij-se ao Aieuo da Boa-vista a fal-
lar coro Joo Iilaiiode Barros, na casa D.
33.
JT^T Precira-ae de uma ama para criar
um menino, que ten ha muito e bom le.te,
#eja forra ou cativa: qoalquu qoe tuihi
estes requintes annuucie por edeDai iu
para ser piocu.ada.
JLJP1 A pe--o-i qu'i annonciou no Dia-
rio de SexU foira 27 docorienie querer
comprar daia esciavos do vfE-ios, sendo
que que ira utn tap>leiro, de idade de 18
auno-, de b:>nscO:>iuaes, sadio, e por ore-
^o comnmdo, pode dir;gir-se ao principio
do atierro dos Affogados, lado esquedo no
segundo sob>ado, dos dois de um andar
que se achao unios un antes de cliehar ao
viveiro. do Mu*.
WT" Qiein|annoaoOU q'irrer compiar
um ahilo da Tercuru de S. Franeisc que*
i eiido u/idj procuie na Praca da Inde-
pendencia loja n. a, que se diia quem o
lem.
WP" Qualquer inade leileque e*teja
piraaralnr, ou U-nln acabado de criar, e
ilie.ira acabar a criacfo de uma riimc*,
falla ua ru d. Cadeia vtlha n. 54. ti-
llar.
f^f Precin-se alagar om negro, ou
negra para servir n*titt na casa de pouoa fi-
nia ; na loja Francs i do largo do Livra-
m.nt".
T.J5" O aboixo signado faz si iente aos
pas doa seus alunos, r a quem couvier ,
que no i. de Kevtreno prtnripO as
tolas i igoro?.as de priruetras L-. tras, e
Gramola t>ea latina, na caa Ha BU a re len-
ia na ra do Collego nu sobiado do Sur.
.Vianoel de Csreatlio toado 14 accedi
'ueninos para assi-ttrem dando se-lhcs tu
do qiidiiio fr BaCtasario: o* pn t-ndenles
di. Uo ae no mesmo lugar a filiar com o di-
rector das dinas au'a1-.
Manoel Cartiuo Epidula
yy Perrwa-sede iGOv a premio de 2
por ceno ao mes, por eapaco de uiio me
zei, com bo. Hnna f egurauca, i i na dos
fBartirioa caza tenii lado da Igreja l). '.
f^- Precisa se da Hogar um prtty pa-
ra o f-ervicO de pdJaiia ainda que u6
Hienda do serUro : na ra da S.nzala Te-
llia ptdaria o.44a
COMPRAS.
LEILAO.
S. Hed< leper V Comp. fazem leilio
QuaiU fd.a i." de Fcverdrode urna por-
code vinho de fiordeus e principiar .
in huras da manh naca-a de ?ua rezidn
ceoci', ruada Ciu o. q.
i
"Lgica em portuguez de Coclho Ou de
Caidozo, VJttazica de Carduzo; f em la-
lim Etica de Job, Lgica BjMetafiiic4 de
Jeuuin e : qui m VtS anouncie.
jrja Uma nera que .-ailx lavar, engo-
mar, e cnsi' lur na ra d.i Cruz o. 56.
VEN DA 8.
Cartas de uma Peruviana, Hrama'iac
Frameza de H imonier, Lgica, R\\t$ e
MethatXi, Mil e uma noiip. Mil e om
quaflo de h-ra, Rcbinson Crusoe, a Es-
t an:di a, o 'ir negado, o Sulilarior as Duas
Decpi)zida>, os Dois Infezes. Jnxiiiiiha ou
a engeitada enero/a, Mulher fvliz, Viclor
ou o menino da SeUa, Re> reacio do II-
roem Sm-itel, Diccionario Porlugm/ e
Latino, Mede.ina ouieslict de Biu-liiin,
Manual p.-ra ronli~:iu, Feliz Lid-penden-
te. Grammalica ro tugueza Lobato, Dic-
cionarios d-i Muraes Qiiaila e oltima
ediiio : na i* ac da lo lependcmia lo-
ja de litros n. 37 e 38.
yj" Um auna em de s..l em uma caa
com rom mudos para fmilia pe<|uena uas
5 ponas I). .\ 5 ; na mestna.
JCj'* Kxcelenle P..t.issa rucina, em
banisde qoatro arrou1 as, ch^Rada ultima-
mente; na i ua da C' }fW ptimos pianuos de dierentes
qualidad s: na me.-mi casa cima.
}&* Cartas de .-y'iallas primeira e se-
gunda coikccio, dias para convite de en-
terra, ditas para o y* da, conh-oin en-
tos, letras- valias estampas para fundos de
chapeo, hilliplen para'Bolii-a, ditos pata li-
lil OS e |,icores, quadros para salla com
mnlduras e sem ella, rezislos, paulas tras*
ladoi, protestos para letiaa, iecibus paia
prcoca de algolio, b ntinlios, e eroa em
biau-o, todo por preco muito coamodo:
na roa do Fagundesem caa da Heiculano
AntonioJoze Mauoquim no x.".md.-r.
ypfP Um s<>b lio, sito no po to das canoa* no Recife,
xios foieiios: qu ra p rtender piucurena
ruada l.a VW* Um moleque de 16 p-ra aoannos
de id ide, que sirva para servico de casa,
e saiba tractar cavatios: qu. m li'er anun-
cie.
ajrjp* A Collaoclo de Leis Geraes do an -
nodelJ36: na naca da I rJeptn >encia
n. 37e38.
jrjh Uma canoa de %e'li, qne pule
com 5 caixai, e mais miudeza, muio I em
consl ui'Ja e preprala de nov, surta na
piaia doCollegio : na ra) do Fagunde* so-
brado de um andar l). y, viudo da R beira
a direita.
*3T Urna prela i' tosa moca, boa
qoitmdeirae vendedtira de vara e rovadOj
lambein cosnIi* e lava de sahio e varrel-
la : na rna da Guia l). 58, primeii o andar.
??P" Urna escrava do gento d^ Ango-
la, bonita 6guia, idade 18 a 20 atino* prti-
co naa <>" menos, cosinha o diario de uma
ta/.a, en aboa liera, uig >ma liso, e boa vn-
dedeira de ra j e uma canoa de amaiello
de 3 i palmos de comprido, e doise meide
b-iia ; defronle do Trem se aeha a dita
canoa : n ra do Cabug loja de miuda-
/auiopc-'o Soi. Raodeii**.
^D*" U na prea de idade de 30 anuo
mais ou menos, .abe bein lavar varrella, engoma li o, c.^se r hto e eoa-onh i
o ordinario de uma casj?, e mui o boa pa-
ra liatar meninos : u ma Nova aim.-em
de boca ioa L). ia
*jqy- Urna negra eiia, engoina-
dera, faz doces, icina assucar, e lava bem
de vjue'la *, e uma Giba de 9 a i > anuos,
com principo de mstura : u ra Nova D.
a.
$JT" Um cavallo de ambas a sellas bm
ci-ricg dor, eeaqm'pa, por preco -.omino-
do: u.> roa do Queimado D. 5, se dir
quem o tem.
if^ 4 .-accadas de Lisboa, muito boa
p-di a de loi* palmos de comprido, e 4 o'e
largo : no beio do Veres na Boa-visia so-
hrauo ii'-vo
jr Uma escrava criol de 18 anuos,
engoma, coze, laz renda, e cosmha, e ni >
tem vici.. dlgum : a fallar cun Francisco
Garlo Texeira na Cruz da* Almas, e U'.$-
ta ocitj-io s dir porque s rende.
U O novo Regolameito da* Alf*-
"degs do Imperio do Brasil, mandado rxe-
cutnr pelo Decreto de aa de Jiinho de
1836, ten do prjntipig em todas aaAlfan-
d'gas do Imperio do Biatil, era o i,' de
J.riuro d 183-: na na do Vigaio D. id,
E-c iptorio yfTr A L na Gaiopeia. -ncorada na
praia do' Co'legio, ruentemente rbegada
co Ri de S. Frun S'0, nuiiio b. ra cons-
tmida'e de iictllenle niaicha : quem a
pertender dirija-sea b o do da uiesma que
acl.ar com quetn hartar.
J Urna uiolata moca, de boa figUT1)
a. be .engomar, ro.-er, e coaiuba, ,ara*
bem se vende por preco c.imumdo uma ne-
gra do Cofta moca, e de boa Bgura : na
ra d'Ag porta eduas jane las, que fica d< fronte do
snbradi I) l6.
^rjr Uma escrava lavadura, moga, b"
nita fijuri, e sem vicio: no paleo de N.
S. do Terco sobraron, i, 2. andar.
p^T Uma rotula de p-.rta com 6 pal-
mo de Idignra, e outra de janella c^e 5
palmos de laigo: quem pertender aouun*
ci.
~~V*" l Diccionario* de Moraessemu-
zo Higuro da 4. e ultima edicto : n ra
doCiespo loja D. ia.
ry Sacras de larinha de B ij, taboro
da Caxoeira tm latas de 16 I bras, ludo pnr
preco 1 nmuiodo po1- junto ou macado : un
casa de J ze vereira da Cunta, ra da Ca-
deia do Becife.
fcjr Superioies bixas preta ultima-
rnenle cltegadas de Libo, recebrndo-se
as que no pega, p,ir preco com modo! oa
Praca da Indepifidenria luja n. uo.
yp Uma venda sita na ra do Araga
l). 5 que tei de fundos 400$ reis, com
commodos para familia, bom quintal p^ra
ortalice ou rancho de matutis, e todo bem
murado: na mesma.
ESCHA VOS FGIDOS.
Fugio no dia 19 de Marco do anno ps*
sado um negro ciioulo de nome Joaquim
que representa ter 30 annos de idade, com
os signaes spgoiotes : kllura erorpoitgu-
l.r, cara redonda, paucabaiba, tema cor
meia fulla pun^s lina-, |s pequeos,
muito ladino, falla b ni e muito desem-
birac-d 1, quaodo fugio 'evou uma carta
falca f ia em nome do Sur. J lio Cavn'r-an-
ti de Albuquerque morador em PaJBU1 de
lloei e pode ser psle negro se ache preso
em algoma cadeia, e por is-'o se flernea
qu-?m o procurir 120^000 r-is de giaii-
ficacao, foia a!g mas de.-pezoa que o dito
negro liver f-ito, poder vir na Pracinlia
do Li vi amento 1 -ja de f nendas D. i9.
%3J* U'ued ti negeo d> genlio de An-
golla, de idade pouco maiade ao anno es-
tatura e corpo regola rom ticatiU dejun
talbo na f^ceesqoerda eoutio na rabera,
ua rnio < spnei da t m o segundo dedo cor-
todo pelo meio ; fugio no dia 22 do > c n n
le levando carai-a e calsa de briio de ve 1 :
oa aprebeodeduies U-vem-no a casa de
Santos B0ga ra ds acoeda 11. ii,qoe re-
cbela lur^'ioo re-, e a rre-ma quantia
se ufferere quem denunrar aon le exis-
t to Qegro g '8' dando -se crgredo. p"is que
ba t da a probali !a (a d: sto fu tado dito
negro.
)&* Fugio em ltimos di-s do mes de
Oulubro de i836 um psrrvo de nome M-
ximo, ciioulo, cfB ial de carpina, do Fn-
geolio Genipa|,o na fieguezia de S,nto An-
lao, dt estatura me liana, idade 30 e tan-
tos anuos, bem barbado, e emabellado
por pe:to e perus, cara redonda, o me-
mo olbos e cabopa, fumador, pronto em
fallar, portrai'i>o e tmido foge, proco,
raudo quem o compre, cazad" e lem fi-
Idos no me.-mo Engenbo ; custuma pro-
ctnur lugiiej de su vico de seooQuio, pelo
que tem sido conservado cura recato pelo
inlir^sse, eomo fosse no Cabo Engenbo
Muribequinba, e no Cravat cima de San-
to Auiao no Eug-.mho Vei tente : com em-
penbo po le-se s'-ja aprehendido, de que se
dJ boa gratificacio at 100$ reis Ieyn-
do-se ao mesoio Fngenho Gampapo, ou no
Recife no tteiro da Boa-visa l). 7 ao pro-
p. el .rio do mesmo EogenhoLoui encojo
ze de CarvaUaO.
Egidio, ciionlo, idade de 18
annos pouco mais ou menos, estatura ie>
guiar, seco, rosto coropi lo lempoib.i.
xo doolho direito huma grande cicatrii
de tumor qua naquelle lugar leve, cuj
defeiu ves-.iel, lem a falta um tonto gra-
aa, e a trapalliada, he ullieial decjap.turo,
efogii nataide de* a'i do concille la-
vando vestido calsa de algudio grua-o, e
camisa de .i'godaiinho, ja com uzo, ioi
sem jajuea, nun chapeo, qualquer pea-
soa que o picliender uu delle soi.ber po-
de di igir-se ao principio do atieiro dos
af .gados lado esqueido nohfgundo so-
l, ado das duas propriedade de um an lar
que fi.a juntas, antes do viveiiodo Mu-
niz, que se grattlicaia' bem genero>a-
ment .
a/3" Estenio, crnalo, com principio
de sspaiei o, idade de i3 para i,\ uaos,
cor b m filia, espigado uo corpo, fticao
miuda, e bonito, com um dente trado,
011 qu.brado adiaue, na parle Superior,
bem ixplicado na falla ; fgido d^CiJad-
de Olnda, na noile do dia ab do rente
mez de Janeno, e leou c^lsa oealgoo-
ziulio trancado, e camisa da rnesm fa en-
da sem ser t-ancadu, ahm de oi.|rsrou.
pas mais : a pessoa que delle tiver noticia
0 podti pr-nder, e leval-o aquella Cidade
a ca.-a do Padre Mes"re Miguel do bacra-
inento Lopes Gama, ou no Recife em Ci>a
doSnr. JozeFeuiaudes Gama fallar com
Joo Sergio Cezar de Andi'ade, qucsei
genei o-amu)e recompensado.
/y" No dia 9 do correle, um escravo
pirao de nume Manuel, representa ter ma-
is de A0 annos de idade, cor clara, cl
va, e lema falla fina, oqual foie&cravode
Jj/.e da Ropha Carvalbo em Tjucupapc,
e iiltKii.ineiite fa lesee o na I1 ha de liamaia-
(, odiioesciavo he tazado com Th>odo-
1 a parda tona, a qual se aclia morando na
dit-i Ilha cima ; quem o preheiider levem*
no a tus do Queimado loja de fazendas D.
8.
XV No dia a6da Jsneiro cor rente fu-
gio uma ri'gra por nome M*ija, por sobro
nome Cabula, de nato Songo, a tu dioaria, sera do ro po, pernas finalidad)
ao aunes pouco mais ou menus, 1-v.m ves-
tido de x ia verde rom urnas flores pujue-
Daf amarillas, paro ca costa azul to.n lis
tas blancas, uns coraze no pescoco enm
conlinbas de ouio eniiadas, quan lo fugio
levou uma btndeija coiii bananas qnean-
dava veudendo junio cun um alquidarzi-
nbo vi.Ir.ulo com goma, abaudeja lern u-
ma cona iiupeiial no meio : quem a pe-
gar, ou souber aonde ella esi .cuitada le-
ve- a casa da Viuva de Lial de Barros qu
ser recompensado.
Taboat das mar$ cheiat no Fono ce
Pemumbuco.
24 .Segu ida ih.4am
23 I: 5 a- 30
at Q. 3~i8
-5?-7 0- .- 4
a8 -S: 4 5-54
'* S; 5-18 -
1 - D: 6-- 6
Man.
NOTICIAS M aRITIS AS.
Navios entrados no dia a8.
Po;to; 34 dias ; B. Portugu 1 Ventura
Feliz, Cap. A Ionio Fiancis. O dos Saoto:
varios genera : Jze B-ptista B beiro.
Ton. 1 tu, Pas-ageiros 30.
Loodns; i"j dia> B. Ing. Willam,
C^p. Wiliaoi : lastro. Ton. 184.
L'veipool; 36 rt.as; B. Ing. Mi'un,
Cap.George Leslu : gneros: a Co>khost
&Comp. Ton. I98. Passageiros a.
Saludo no mesmo dia.
Aracaly ; S. Conceirfo Flor do Mar, M.
Manoel do Sacramenlo Julio : varias gene-
ro*. Passageirod 8.
ratas., na tip. dh M. F. Fari* !8f.


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