Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03060


This item is only available as the following downloads:


Full Text
NNO DK 1837. QUINTA FEIRA
26 Dfi JANEIRO N. 21.
Fbkmamhoco. Tvr.na M. F.d. P.ria. 1M.'7.
-
Dl DA SEMANA.
23 Sfeunila S- Raimundo Aud. do Juizes. do Cr..
rtf m. c de l. se, da Tiiezourarut Pulilica e
Cluiw. de
24 Terffa S. Tin-moteo b. Ilel- e m. e aud. do J. de
O '>." Unan* S. A nanias Ses. da Tli. P
5l (iiiinta *-, l'olicarpo b* m. Re. de m. aud. do J. do
C. de m- e fh. de t
27 Sexta S. JoaO Chns'Stomo *. da Th. Pub. and.
doJ.deO.de. llcstauracad de Pernambuco do
poder Hollandez. t
28 Saltad" > Grillo b. Re. de m. e nuil,
do V. (i. de t em "linda.
22 Domin da sexn b. Quarto m. as 3 h. e 9 m. da t.
Ttdo agora depende de nos mcsmoail nospro-
leni:>a. niudaragilo, e eaeriftaicoiilinualho Cnpim
principiamos, e ramni r">nido com admira*
",o entre a> Nac,oes oais caltai.
)
Pvclatnuf da Jutmblta ro d* Brasil
8uliscreTs*ea lOOOra.mena*** pa?o*adianUdo
nema |\ iii.e i nfiH. rua da* ("rnze I). 3, e na l'ra-
Ca da Independencia \. *i e : onde rrcet.em
correspondencia* lepaiisaias.e annuneiot inaerin*
do s>- a viudo *>-1 iiaiioi .
CAMUIOS.
Janeiro 25.
jLiOndres 38 I)s. t. poi l ctd. ou prala a 50 por
crnio de premio Nomina.
Lisboa hh por o|o premio, por metal, Noiu.
Pranca85S lis. por franca
Rio re Jan. 6 p, c- de prcm.
M nenas de 6,.4(iO IS..800 1:1..400
40 6tOa G00
Pean* 1..410
Premio da prata 50 p. c.
,, dat lettrax, por mea l ?poro|o
Cobre i.'i por cerno de iletCOUlO
PJRTJDA DOS r.ORRRI0S.
Olinda_Ti'il.>s os diaaaomeio da.
Galana, hanilra. Pnrajl>*. Villa do Conde, Ma-
iimhc. Pilar, lle% de S. Joo. Rrejo rt'Area,
tiaiuha, Pombal, Nora de Soukh. Cidadc do Kaui,
Vil1- de (oanninlia. e Nova da Princesa, Cidade
da Forlale/.a, filias do Aquirn.. Monte mor hoto,
Aiacatt Caaoavel. ('aniurie. ("tranja, hn| iTMri.
S. Beuiardo, S. Joo do'Prinripe. Sobrar, Nova
Rlllev. Ico. S. Malbeii*. Rcaebodo saiiRiie, S
Antonio do Jardini. Qeacamobim. t Parnahi a
:Seaunda e Sextas leira ao meio dia por ra du
Paraiba. Santo Antao Todas as quintal IVims ai>
meloda, Garanhus. Bonitoaoi oa 10*24
.le lada mer ao meio di. Floreslio da ISitu
iHita lile a no meio da. ('abo. Se'iiubaem. lijo tur-
muzo, e Porto Calvo-no das I, II.e 21 de cada
un-/. ______ __
'" '
PARTE 0PFIC1AL.
-

PERNAMBUCO.
COVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 24
OFFICIOS.
Ao In-pector Geral das Obris publica*,
cminiin caulo-lhe a ordem expedida ao
A'ministrador Fiscal das mestnas para
a Compra das estivas precisas .-.ra a cuu-
clusad la Ponle do Rei-ife.
Ao mesme mandando (lira ttir por
vadios e presentar ao Commaudante das
ArniJS os Soldados Ariifices empregados
los ii..ba!'-o-) dos Pucoj Ai thesiauo-.
A<> Coramandanie das AriD-a, i 'im-
municaudo-lha ad-posic5 do Olicio a-
cima.
Ao Inspector da Tbeiouraria ti ans-
iiiiliiiilu-lho as ordena do Tribuaal >'o
Tbesouio Publico Naciondl, nuiuaro i47
e i48.
PORTA PA.
Ao Commandaute Geral do Corpo de
Poiica, m.irlando remetler ao Pre-
feito lii'ermo da Coinm.n, de Gui-hmIiuiii
2:000 cartux.os do -d. i3 0 5 >o pedrasde
tuyo.
Ao Ad;ninistrador Fiscal dss Obras
Pi bu-a, manoaodo cumprar as stiv.'s
pierias f.aia coocluss da obrada puole
tluRecifc.
Ao Director do Ai- nal de Guerra,
pira mu 11 d. r censeitar e encarnar una
lininageni do Seohor Ctoxificado, iuda
da liba do Fuando.
Navios Despacbados no da u4.
Brlgue P01 tugues, RiDtno, Mettre
J.i.' Jos de Vascoucelios ^u/.a, para
Angola.
Bngue Inglez, Thom.'S Bnlter.-by, Mes-
te J..o Doy le pira o Maranb.
Galiota Hol.hdez* Lew ai t, Mestre
D. G. vvari, para Anisterdam.
Dia25.
' OFFICIOS.
Ao Esm. Presidente da Provincia de
Mianh. id lespodj ao seu tfficio de
18 de Noveo liro p. p. diseu 'o Iba que
ior e*U Provincia sern' socortidi a do
'na' coiu rintc Cuo'.o do rcii inensal-
mente, qoelbesera remeltido' direrla-
ineme pira ali ; que como no cilicio que
o Pioidenie pra ali que como no oli-
cio que o PresiHeule da P^ra' Ihe diri-
gi, diz que to da Provincia do Mr>-
nh6 nj>lliettm faltado socorro1, cabe
declarar que de Novea>l>r>> de 1835 al
o present- tetn Pernambuco suppudo a<
Para* com bein perlo de tiesutos contos
de i'tis.
AoCommandftnte das Armas con-
vindoem que sc-ja o primero Tenente
Jo5 hibeiro Pes oa de bi mU diipeu-
saiioda ClnniiiO de Inspector parcial
das obras das Estradas do Sul. e Giquia', 0
o n-<-rv.ilo n.) Commaado da Fortaleza de
Ilaraarac.
Ao mesm.i, reenvijndo-lhe a pr-
tecipaco que com pan bou o se" orncio
de 19 de Desembro do innn prximo p >s
sdo sobre a assuada que fes o Capia Mor
dos Indios de J cuipe, c bem assim a
infortoaofa qe a re/peito deu o Preteilo
do Rio Fornioso, a vista da qoal vera' que
nenbuma pioviJencia pude dar o Gover-
no,|uor peilenccr aquello arraial aPioviu
cia das Algoas.
Ao Insp. ctjr da Thesiuraiia pata
mandar abon.r a gialificac< da lerctia
parte do re-peclivo oidenad. con Te me
a Lei de iS de Oulubro de 1827 aoPro-
fessor de prifmiras Letras do Ornato da
S de Olinda Manoel Antonio d' Assum
pi.J t ardini, que a requeren p'i" ter na-
is ce i a aonoi deexeri icio nao aterro
pido, eter-se ditinguido pela su pru-
dencia disvellos, grande numero ap-
pron.it.mnlo de Oiscipalos, como tudo
proVoii.
Ao Promotor Public do Rio For-
moso; para promover a aeouMclo do
Prole sor de prinieiras letras de Bjriei
ros por baver b.indouado a Oadcira.
PORTARAS.
Mandando pascar Provimento riten"-
im ao Pa.iie Jos Feli io de Mcir.i Lima,
de Pioft>sor de pi rneiraa Letras do Br-
reiiostin ipianto se tal o Processo o res-
pectivo Professjr Ciaudiiio Agrelo Ca-
lellu Urlico.
Ao Administrador do Correio or-
denando que exija somemtiHe poite das
amotras que viere.n den 110 das mallas
d.-s(iirtis, enviando poa a Aiuid.g.
aquel'as (jue viareiu foia pan ali serem
ti.spu hadas .-e por ventura a sua qualida-
de aasim o txigic
Navios despachados no di a5.
Brigue Porluguez, N. S. da Boa-va-
gern, Mestre Munoci Autjnio du. Santos,
para o 1*0. tj.
DIVERSAS REPARTICOENS.
lili I. !.........III 1^ II III I .....!!. I.ir
TllIBUNAI. DA RELL.VJV.
Sessio de a4 de Janeiro.
Na Apppltact8 Civel do Jui>o do rvel
desla Cidtide App'I-mte a Pa-enda Na-
cional e Appellado Salvador Ooelbo
Drumond ; fui retoiraada a SenUnpa ,ap-
pellada.
Na Appel|cio Civel do nesmo Juiao,
A-pelanle Antonio Miinic Pereira, eAp-
pellado Manoel Jos Lopes Diaa f.iijul-
gida pela ccnlii maci' da Sentenr;.
Na Appellaco civel do Jniso d-.s Or-
firs desla Cidadw Appellante Jalo Fran-
cisco Pirita Cuirnaries con o Admiuis-
tiador de sua mulber e Tutor de.seus
cunhados menores Appellados a Viuva
e herdeuO' de An'onio Fcnndes da Cu-
nda Afiliar J loi a S?ntenr;a recorrida re-
foimada.
Na Anpelhco Civel do Juso rio Civel
desla Ci'Jade. Appellante Jo^l'a Francisc
Roza eAppelado Jo. 5 Ferreira disSan-
tos ; fi. confirmada a Sentenga recorri-
da
Nos Embargos ao Accordia proferido
na App'llaco Civel do mesmo Juizn Em-
bargante \lanoel Jos Ril>eiro, e Em'>r-
g'do Franaico Ludgero da PiZ como Tu-
tor de Mamii 1 don Anjoa llbn; fo>a
os meamos recebido. e nlg^dos provadoi
reformado o accord-6 Embag>do.
Na ApptUaeid Civel do mesmo Jniso,
Appellante a Paseada Nacional, e Appel-
lado Manuel Pe reir dos Santos, (oi a
senleuca refirmada.
Na P. ticio de llabean Cn-pus ce Jo-e
Nunes de Olivcira- se mandou .ifj.uiar
ao Juiz de D'it-i'o da primeira Vaia do
Orimedesla Gomiiwc.
Na Petico para o mestii'i fin de Jno
Ncpome.eno da Silra sn inandna infir-
mar aoJuis de Drato di seguirlo Vara
dodi'iie desla Comra^rca.
Nos Embarcos ao Accordio profeiido
ni AppilUcio Civel do Juno de Dir tu to
dcsta CiiJ.de, Embargante Jcse.'Veiiancio
Pimenla de Caivalbo, e Emb.rgi'da .
Arma Benedicta 15 a Ventuia do Oarmo
se jnl^ou pelo despreso del^s.
Na Revi-ta C tne Recociente Ao'ono
Jjsb Gomes Morena, eReconid> Seb-s
liio Fabrcgas Surique; fui julgado uullo
os acc.ndaosf 174 175.
No Embargo- ao acto dio prnfeiido
na Appellacio Civel do Juiso du Civel da
Vdla do Penado, Embaigantes Manuel
l'iaiecfj de Lima e na mulber e E.o-
bjagados Jacinto Fiane..co de Olive-ira,
e spa mulber se [julgoil pelo desj reso
dilles.
Na Appcacio Civel do JnifO do (u-
vel da Comai ca de Na?arelh Appellaule.
e A|ipe1ai3os coiiiiiinaitiente Jnse {Anto-
nio Bastos, e Roberto Gomes Pereia de
Andiiif'e; !oi a etenfi confrmadada.
Na AppelUco civel do Juiso do Civel
desta Cidaile Appellante a Fasenia Na-
1 ional e Appellado )oa(|tiim Con-alv;s
M. relies ; 'oi a Senlenca conrmada.
Nos Embargos oppustos por D. Arma
do Reg Monteii'o ao Accordio proleii-
do na Appellaqio Civel do Juiso do Ci-
vel da P.uaiba do Norle Emba gado
A'itonio Juse de ilo ; Ibrao julgadci
os embargos de."pe ado, in-iri-lando-so
cumplir o tuto AcerJo Embarbado.
Alfandega das Paseadas.
A Barca Francesa ("ameba vina do
Havre, entrada enu3 do crreme, Gj-
piti- Goilbbeit, Consignado a A. LaooK
Betoobat & Pugei.
Manife.st'.u o segu'nle :
384 V(.lones de diversas JaTitda*, 11
ditos de comestiveia 7bairis rom vmhu,
8 caixas rom dilo, Si volumes er-m lio-
g*K, 9oo bar iras coih laiiuba, 9a caitos
com (|oe'j 1, 5 cestos com aieito, 700 di-
tos coi batata*, 1 c.iixatom agoardeute,
6 saceos rom firellos, Sao ce to com aW-
veja, 174 bairiscm maoleiga.
Fura d > Maiilslo.
1 gigo com b.Ufs, 1 dito ooni sinoU-
ras, I dito com teh.ill 1 dito com pa-
tn- b., I aacoo ce.ni cu libas, a bauy
te.m mntega do poico.
mm*H
1IESA DiS DIVIU1SAB RENDAS.
A pauta be a mestna do N. a76.
CORREo.
O P.laxo Bbmlim Flor de AmUade de
que be Mestre Domingos Lopes de Arri-
mo sae para o Ass no dia a8 do coi-
tente.
A Sumaca Temeridad recebe Otttella
paia 04Ceara' hoje 26, as 4 horas da
lude.


M
DUStlO Di
P R B NA HBDCO.
PREI E1TOR* D.V COS\KCA DO RECIPE.
Parte do da a5.
I!m. Exrn. Snr.
Son paiticipar a V. Ex., que das para
tes recebidascjasti'que^faliescera trato a-
Arsenal de Guerra un pteto que sendo
examinado por um Perito cem assisleocio"
do Notario nada se lite encontiou que
desse lugar a crer ter do elle asesina-
do ; e que fora presos a aninlia ordem e
reculhidos ao caabouco de Polica d'cn
de tivera o competente destino Alexi-
dredaHora, jreoulo e Joaquina Mara
do Lvi-amento brama, por estarctii era,-
brig^d-, e insultndole reciproca men-
te eo altas veses com pala'vras ob-cenas
ambos remullidos pt !jSu!i Prtfeitoda Pro*
guesadeS. Antonio: Joa6 Francisco, e
Benedicto, pretoa *ste eseravo de Maris
do Carmo entregues por um Soldado do
Corpo de poii.ia por briga na llibeira di
ntesina Freguesia de qoo resultou s. que'le ftido: xaiimiauno Gomia, en-
tregue pe!o meo Ordenanc por ser en-
contrado armado com urna faca de pona ,
que lhe foi (ornada ecora a qual que.iia
ferir a um sujeilo, comoquaj -cachava
em deso dero ; e Mani.el de Jerus, cabra,
mo' aor po Awti por estar entmdaado
a forca um monc-igo, e ler insultado ao
C .mnvssaro de Polica da Boa-vista sen-
do-lhe encontrada urna uavaiha, que oa-
eornpanhou.
N.m i uve mais oovidade.
Dos Guide a V. Ex. Se. retara da
P.e''iiura d. Cuinarca do R.cifea5de
Joeuoda i8i6. llim. a Eira. Snr.
Francisco de Paula Ca,vacant d.- Al'U-
querque Presidente da Provincia AI.
do N. da Coala Monten o.
Pieftiluta da Comarca deCaraiihuns
Ulan, e Eira. Sr.
t
Tive honra de ofiL'iar a V. Ex. era
data de 31 de De^mbro do anuo p. p.,
partacipautio. a miutu ebegadaa esta Vil-
la; cumiirindorraeagoia levar o conbe-
cimento de V. Ex. que no da primeiro
do presente me por as duai horas da tar-
de a pttrulba que por nimba ordem
ronda va para evitar quajquec disoidem
que podesse acontecer, em consequfiicia
da grande concn enca de povo que de
ordinario co>turnn ha ver nesse da, pre-
tendeu no lugar da. Fu ira desarmar a um
homem, que, em menos cab i d.i Le, e
do meu Editar prohibindo o uzo de ar-
armus defesas, se achava rn-m d'i de u-
tna faca de pona resisti elle a ordem de
plisad, e quareudo a P.trulu cunstiln-
gel-o a obedecer, foi accometida por um
prente desie, que lancando mi6 de nu-
tro igual instrumento e gritando -* u> -
i-. os so'.d idos m alirou alcunm faradas
contra o Coinmaodaole da Patrulha a
quera dara a mor te se, por ventura dous
dos soldado* Hw ,na5.diaparassem as ar-
mas, qi-e o B'.era cahir vitima de sua
ouiadia. A Paliulhacanduio preso o
piimeiro, contra o qual tiz proceder na
forma da Le- I < -<-......
Nao chegou aindav o Destacamento de
Guardas Nacioqaes que requ-itei ; m.is
nesta Villa seacha u IVoante Garuuel A-
polinarioFlorentioo de Albuqterque Ma-
ranha5 que lem providenciado a res*
peilo.
essa Capi'al conduri d "js mil car-
tutos, e por o meu antecessor roe fora
entregues : qutroceuua,e quarenta com
que se acbava municiadas as vinte pra-:
cas que existia to destacamento o que
nao me paiece suiciente raunica paral
ter em reserva e fater a po'icia de Commarca ; porisso rogo a V. Ex. se di-
gne enviar-mo nui duu$ mil en tu xos
do adarme ii, C qunhentas pedeineiras,
poden lo e.-s>i rernessa ser.fcia por inter-
medio iio Piefeitu de Smio iu'a, ou
me rao Bonito. .
Dos Guarde a V. Ex. Villa de Gara-
ttuus 16 da Janeiro de i337. lllm. e
Exm. Seuhor Francisco de Paula Cval-
es ule <* Albuqutrqne *PreiiJenle#_dt
_--------------------------------- ., 1--------' .r -^w
Proviacia. Ped.n Alex^nfina d-t Bairdt'j
CaT ilcanle Preleilo 1 riten00.
aaeGeraldo
OrJene-*e ao Corpo Policial, q;ie por nterin dio do
Piefeito deSmto nia remeta ao Pre-
f i de G* valn is dous mil artu'xbV de
adarme 3, e 5jo peu*} deit^ojrr. Pala-
cio do Guve ni de Peruam'icb 4 de
Janeiro de 1817.
Civalcanti.
OBRAS PUBLICAS.
A Reprtic 5 da"s Obras Pub'icas pj'ec.
xa .ie<>ni'-iaes di Garpinteiro, Crpjba,
e Pedrero, a-..imcoiu( de serventes : quem
qniser trabalhar c:n pial \ut dcstes ser-
vicos pudem ap eient-tr-se ao icspertivo
M stres, qne t- m ordem para os lechcr.
InspecyaS das Obras Publicas 19 d
Janeiro de 1837.
Moiaes Ancoia.
DIARIO DE PERNAMBDCO.
Temos visto folhas Franceea^ de Parix
viudas prla Camelia cujas datas rhgi^ a
19 d>> mea prximo pretrito : as notii is
q ieb'-mos por Lixboa. Corifimoa-se a der-
rota d G me-; o qu-l a marchas de hntna
celeridade iunivel linha rh^gado f> Ebro
coro designio de pastar aqnelle ro cora o
re-to das tropas escapadas ao Chrisrios ,
que nao encediiu a a,6c< bomens no
mis deploravel estado. De Pamplona ti-
h'i sabida Irt! is i-s liooas 'i-poniv is ,1
fim de erila,r-lhe,a pa-sagem e.a sua junc-
5.com o restod s forcas de D. Carbs.
O levanJaiBenip do cercqde B Ibo foi
momentneo; porquanto as ni im.-s no-
titia'.de Bayona qne chegioa i4 do met
i.a-s..dov di/en os spg.in'es: *' Turf
noi aririiincia que mu breve te l"gar
huma, batilba de.eava. O mau tempo
torna cada vea ma- peuma oposicio Uis
djis esercitoi. As febees podres dezirao
a.shas 6'eiras ,,e ass-^uiU-te que. a fulla
de iiveies.se facsentir as tropa- Christi.
as. Gener-I P'spa. lem <-t deceddo
a por termo a tantos mates. Coa huma
fo ca que excede a l9 BaialhSea 1 rum-
ioslos de Uopas chas d'ardor eeolhuiias-
;un,,. com3'i p sasd'ai lilharia de todos o-
clibres, qoase todas lorneciJ -s pela Praca
de S. S'ba-t'o, es'e G-neral, .iecome-
Cou assuas i'peiai6esactuaea nos dias il e
1 a, e estab'-bceu huma nova ponte obie
o pequeo rio quepassa junto de Nervi-
q,| e dti gua em Ca-tiacano ; o seu
plano he operar solne a ma geui esquer-
A expdica, que d'Argel nnrchou
para a Lida >e de C'instaritiiia foi muilo
ni.ll sin 11 -Jido. As povooc5-s que r dei-
5 aquella PraCa sendo muito menos beli-
coa.as, que as da immid ace d'Aigei e
os O un deixara iranqn l.nm'iili .ipro-
xiraar se o txercilo Fiaucei al Con.-tan-
tina e quando vira.5 os Soldados ran-
tad-.is, e privados de vivares que algn
nulli.'ies 'Aiabiis se juntaia a Achine'.
O nuu tempo e a fjlia de viverea imposii-
bilitando oExercito Francex de continu-
ar o cerca e uno poJend > este tomar a
Cid a de d's salto se, viu obrig^do a reti-
lar-se.. Fui nesta retirada que o exe ci-
to sofreu muilo ptrdendo i,5oo bomens ,
qua^e todas as soas bagagnns a pescas
d'artilbaria 5o mijcarluxes S"f. maso
que he roais deploiavel foi a ne< essida e
t m que se vio o Excrciio de abandoiui; t 8
ieiido ili o if.de dos Beduinos. O Du-
que de Nemours e o Marchal Cliyuel
chegara d'Argel a Toulon em 6 do mez
passado^
negoeios na II spanha biio tomando
huma face rouilQ ro^is agiedavtl pira o>
amigos de Iabel a.* As Cortes llnhio
Pec lado a coolinuacio da Hegtncia da
Bainha M.ria Chnsiina, .e Iraiava.^e d'or-;
ffanisar huma ponstituici?. lenielhanie..
Carta dada por D. Pedro a,Portugal!, com
diieienca que >s Pai.es serio vilaliciqs e;
nao lieriditarios. Em Pyrtugal vaoos.Mi-
gnelisUs apapbaqdo.de lijo e di v.ras era
qualquer parte que se appreseulem ^que-
rndo'proefamar >en Re. A goerrilha
do R'Mkte ueute di-rof. ningue.
As Cortes d'ff spmha reconhecero a
Independencia' da Repblica da Amrrica
doSuf.
Cuirnua o Di curso pronunr-iado pelo
S.ir. Deputado Antonio Peregio Maciel
Mooleir to do Ministerio dos Negocios Etiangti-
ros.
AtS aqu m tenh ecrnpado de' fasef
aphiesaii- e demoatidr a ,necesidade et'
que ts^ o Bra-tl de mantel um Coi po Di-
p!omiti'.-o segundo o principios adopta-
dos pelas <'U'ras Nai.6es, e de letiibtiir
convenientemente os servicos pie t.dos pe-
lo- eos Emptegados. Ag cthga Cmara para fa vaies a respeito da linha de conducase-
^ui.'v pelu no-so G verno em algumas
Iransactes di;iloma(icas em que elle se
lem empenhado, e parlico'rmente da
omissa que se fb-erta rtrra de alguns
p ntcs a qne o Govtrno leria induliit.-Tel-
ir. ule pie-tdo roais attencad, se acaso
cmpiebendcsse 11 Ihor as vantag naque
e Brasil pode tiiar das -uas lelaces exl r-
11 is e sh por ventura se persudase( como
st baje de-gracada.nieiit'* nos t ro ucce-
didt.) de que a Pasta dos Nesgotis E-lran-
geiros urna das mais importantes, eque
para bem a deseiupenbar, < mister um
eiBcto conhecimenra de todos os objectos
que por ella cofrera.
Em primeiro. Iug*r, cetisurarei o Go
vemopor 11..0 h.-Ter anda presentado
As-> ml> ea C- r..l a gama Proposta pra a
reorganisaca do no-soGorpo Diplomti-
co, quando alias a uigentissima necessi-
da-te de urna tal m-dida ^e torna cada di
mais sensi*el ; com t fftfito, por pouco que
se leflieta sobre a roobilidade i que esta6
snjeiios os nos os Diplmalas, a iostabili-
dade desua po-ico, seu ordenados e ll-
guo as outras circunstancias, nao se po
de certamente deii-r de.chej.'ar.a urna
ronclu-aS e vera a ser que com ial orga-
nisaca diplomtica nunca poderemus ter
horneas habilitados paia servir na impor-
tanta ca reir dv que se trata, vi.-to que,
a nao haer um completa abneg ca5 das
ideas de intere.-s-j ou urna propens'6 Ia6
decidida que txlua lodo o pe smenlo
de calculo, .ninguera s-guramente que te-
lilla verdadeiro roerecimrnto se querer
txpor a servir em urna c*n nbuma garantia offerece de accesso, .de
e-iabilidade e de fortuna, e sonde tal o
impeiio das eventualidades, que ura Di-
plmala boje pod' ser manba um pnrti-
rular sun que paia sso perpetre mcfi-
me o'i baja > ni motivo lu u-do, e que
um Enviado Extraordinario sw raia l-
guma pt de descr a ser um simples Encar
regado de Negocios 00 pm Secu-laiio de
Lenaca : e para prova dista verdade de
ub ervac 5, eu nao farei nnis do que a-
pontar esses ex Diplmalas que cinulio
asiuasdfta Cplj Ufis snei*ndr> no-
vos despacho e outros r- dundos vida
privada d'onde furio tirdos pelo Gober-
n em detrimento de sua s>rle futura. En
tiean'Q, nao >eenlenoa, dotjue acabide
pondeiar, que eu quei dar ao .Corpj
ipitmiaii.-n pnvilega da iuamovibilda
de, visto que t pretende e^tabelecer que
o (oteino deeria pro, V algnoaa medida
Mopiia paia remo Vi i" lat inc. nvenieo-
les, ai'mi de que os l-mpugidos n'esta par-
ledo r-ubliio Ser vito tivrs.sem qm llasga.
rainirts que coov ta o talento, e a 6m
Umbem de que o Poia t olliee os bous re-
sultados que lem direitode tsp-rar da tl-
hteuca d Diplomacia Brasileira.
Umaoutra ceusu'a qo* nao devo abs
ler me de di< igr a. Gove no o raracirr
de que 1 He tem revestido os uj>aea Dipl-
malos e dliercid que lem imprimido a os
.eusat tos 1 sua marcha, insinuaii io-lhes
iJeas rnesquiohas de intrigas inle rese
obriyando-os renrespiHar im Irsls-imo
papel n lheai.ro das nossas dissensSes pai-
lieoir-i-e; senoo notorio e OCunUaUS/flj
Que.nvviUs das pt' i^as .-obre a restaua-
i,io do fajtcidoex Impeadoi foiio d'aqoi
urdidas e da Europa ao depois trarjmiu-
das por alguna Agentes nossos tdficianda
unsqi.e se faaio tacs piepiratorios oU.
tros qu9 se empr- gavio laes medi|a; che-
gando meamo oteo de um Gon>ul o pon-
to de baver elle communicado o Gover-
no qtte'eiti urna ra de 'Lisboa ouvo fallar
em retiuraeaS; stndopara deplorar 0,114
o Governo ; em lugar de dar as r.ecessa. us
instrticeea a os nossos Agentes s bre objec-
tos'deinUresse real para o Pi/. e at hoje
esquecidos, se limitas-e a transformar o
nosso Corpo Diplomtico em um Corpo da
Enredadores Polilicos, estipendiado- p-l
Naci que ucnhum beneficio colheo de
laes manobras.
Pelo q ufe respeifa' qoestio de lmite--,
; sppos'IO um ha'**do'Pr!.UK^itar a
quera ha poocri rae lferi, houvesSe mo<-
trado e desenvolvido a ecessdnde de celo-
hrar-se o* E lados que nos cer.a especialmente
as front'iras Sul e Oeste do Imperio, to-
d.via eo nao deixrei de esti-niar ee\-
pr.brar ao Governo a incuria e a in liffe-
reupa cora que tem encarado at hoje este
impoitantissimo assumpto, desconheceo-
doa--im qu.mto imputa, para a nossa
tianqudlidade cora as N.ices fiteurovisi-
nhas', o assignat se o limite territorial do
Imperio por nseio de stipulacSes claran e
pos'ivas; e aqoi cabe censurar a Admi-
nistra^io por se nao haveraproeeitado das
tisp sices era que se achava o Encarre-
gsdo de Negocios de Bol vj ac editado
junto aoG .veno Imperial, pafa a r.ali-
-eso de orna tal neg -etaca o qual a lia'i
duianle a sua residencia n'esta Corle nio
ce-ia de instar p< la conclua deuuital
ohjecld emfjueo Gvem'o s d'Idii-ea
entrar em urna covengio acerca dos limi-
tes das du'S Naces especlivas. Kmim ,
o Geneial Armacea r< grestou para o sen
Pai e perdeo o Biasila melhor occasiio
de resolver urna questa5que nao pode dei-
xa.r tle se antolhar como de graode pres-
tancia e vitalidade a todos aqutlles que t-
verem vistas um pouco mais faltas que o
Governo, o qu-l, na ridifferenca vota a todas as questdes u'rsta ordem pa-
rece entender que a Pa.-ta d-s Negnos
EstrSngeiios un beneficio simples e que
as relates diplomticas nenhuma impor-
tancia tem real edem^tt trad.....
Agora, Sis. seja-me licito su-cilar a
not.ve'qoesla da> predas feilas,pelo Cru-
i> iro Ingle* ao Norte do Equador ; e
v/'-rdadeiraraenie n'ete pont. que a im-
pericia do Goveroo e o seu completo des-
prexo pelo3 din los dos Sul>ditns Biasdei-
rosapparcemem toda a .--ua nudez. Cora
effeilo a Crnara ube que, era viitude
do Tratado celebrado entre o Gove. 110 Por-
tugnez e da Inglaten a em aa de Janeiro de
1815 artigo addiconal de a8 da Jolho
de 1817 e estipulacSes de 1823 6cou
proihido o liali.o deshummo da >s rava-
Inra nos p-u to- do No te da Equino i id O
criado oTribund que deveiia julgar <>
contraventores Testas disposives como
bem seaclia et-b-le.-o Da referulo arti.
go dlnional; e lamhem nao pode a C-
mara e-qui'cer-se de que a log1.-t-i 1 a de-
poi' de haver di^Cul lo por e-paco de v n-
te annos a abolica d^tr.lico em s su.s
Colunias, Ku a mesma qoe cora a m <>r
instancia e fervor exig o d> Governo de
P rlujal a con lusad dos it t-ncimad- s
Tratados, rahend' somenle o Itra-tl fs-
pula-, sobre o de 1826, que tres annos
depois de .oa ralifie-ca cbolir 1 o riuer-
tio de afi canos no Imperio. M.s qual
tem si 'o a execucad que lem lido e tesdi-
ve sis Tratados da paite doGo- erno d-- S.
M. B'itati'ca 7 Q "aa ose-f i" tos quehm
eilo oCovtrno o Impe.io pata deter.ii-
mira Ingl. teira a indemnizar os Su'diios
tirapiios das perdas sufridas em con-e-
quent'ia da aplura dos Nav os julg d.is
ni-p.sas?! Eutretantu, consta, na
iwesioa c.>rreponlencia dos G>miui-'srio
InglezesdaSina Lea que de tiinlae
lies vas s BppieheuJidos / ties t nb^5
esclavos a b'-rdo que lies to 5 relaxa-
dos depoideisofier atguus piejuiZos, que
seie foii<5 1 Igados n s piesas nove con-
demuado por se acbarem ao Norte da Li-
nha e ai um api e-adn por ti r Unco de
tr.6car 1 Equal tem s do ( en o n pilo )
a soluca5 de toda esta questao ? Nenbuma,
porque o Gove; no Bi asilen o abadonan-
doa excellente occasiaS que e Ine propor-
cionou pira termiuaj-a no ajuste do ron.


s
u.


Us das presas do Ro da Prata enien leu
ate hoja que deverii apenas con'entat-se
em farer alum*s t bia-t reclarzaces, ou
ao meaos afllrm-ir q .e as faz i a sem ne-
ph-iima oulra medida eupregar pnra d,-
U na vez ult m ir-so esta questad que alias
iriui'o interessa ao Corpa do C >mm. n i >
lrasil.ii o ; constan Jo mui paoivamoute
que me.smo nem se dera instmcc s a'gu-
nias sobre este assumptoao nosso Ministro
ero Londres E esta ma^neira de proce-
der do Governo S*-. lano mus ie-
prehensivel por iucutiosa e desa-sis .da ,
quanto agora mesmo acba o Cu ver no de
S. M. Britnica de piopr um artigoad-
dicional ao Tratado de 18*6 e nem ao
menos o no>o overno se lemb ou de agi-
tar a que t .5 das presas econrluir algum*
convengan a respeito, eomo talvez fusse
oiT.i.-iao visto que oad acred tavel qae
a Inglaterra per-isla no proposito de nao
pagar aqulo que lealfutnte deve deiii-
d > as-ira de dar curapritaento s decises
ou sen tencas p ofcridss pelos sevs propios
Juize.s, como seguramente sai ia revolan-
te.
Pelo que toca ao artigo 14 do Tra'arJ
de Ccofercio celebrado com a Inglater-
ra eu devo anda alfinnir que o G .ver-
no Brasi'eiro nao se poitou n'este ponto
com' devids euarg a por sM que esta.
tuindo aquelle a< tigo que os Subditos das
duas Altas Parles Contratantes n^ po-
desse/n commerciar eai os gene'os de Es-
tanco Nacional ou de monopolio da Coi ,
evientisiiiiio que o Coverno Ingles na6
ode a iruiitu' libremente nos mercados da
nglaterra o pao-brasil que por crntr. b lo
for expoliado do Bra-il, como ja fez com
o carregamento de doia navios ingleses ,
sem q -o o Coverno Braaileiro 'pr<>ci.r dar ao 1 ele. id., artigo a interpretado na-
tural que resalta do e-pirito de sua don-
trina. E aqu releva observar que o nosso
Governo prete nunca oocupar-se dos re-
sultadas deqoalquer trasacca6 d'eta or-
dem 1 Sanio mudo contente quando po-
de dizer ao Corpo Legislativo que a respei
t enrgicas recia mandes; entretanto que o
Brasil vai temi sempie a derrota tm to-
dos os p que se e rapen ha ,por falla de habilidade
do Governo e particularmente por falta de
persever-raca pois rbido que para se
ter a victoria fiestas materias, anito cum-
pre ru errefecer na pretenced nem deixar
de mostrar urna eutstaaeia s vezes ,
irapioba.
Qiiaiito questa do Conservador Rii-
t-n'co eu devo dizer que vetdadeira-
itieir'e doploravel que abo'ind a Coosti
tincad do Imperio tudas as Juris 1ici5es es-
prciaes e re-tabelecendo-se noai-ijgo 6*
do referid Tratado que-aJurgdicta ou
J.iiz > da Conse' valora t existira 1 mqui-
to te nao nom-ss e um substituto satisfato-
rio, anda nao tamba chegado a ept.ca de
se ejecutar a Constiluicao nYsta p-rte ;
sendo muito .convenante que t es Corn-
il, is^es ou Magistraturas ejpeciaes d.sip-
pareca de urna vezdoBrasjl nso s pa-
ra a regularidadeda a Im n;sti aca da Jus-
tiQa como tambero para a 1 (Tertivi lade
da garantias que a ConstitucaS do Estado
pro nette aos Cid daos Brasileiros. E a
vita a'estas reflexes eu me desvaneco
emespeiar que!. Exa. o Si. a tual V1-
ni-tio d'.is Negocioc Estrattgeiios pon-
deran lo bero estes diveisos oh jertas e n-
teirando-se convenientemente de todos os
assump a ra-ta que exeice e naqual o Nobre Mi-
nistro aindantttit >-mooo, tome a p-ita o
resolver e-iasqurstes, a lira de que o P.*iz
se coenca de ijiit- a Diplomacia urna
nes 6
que os diiilieiros itastina-ko- jura e>t- r mo
dasdespeaas publivaa- a6 o.nsiimido$ en
pioveito. da N .(,a e en ulilidade publi-
ca.
Nao tei'minareisemdirer daas p*laviss
aceica da ciarse de Mmist'os Residentes
criada p>-lo Governo ; e obaervar-i q"e,
tiendo muito variadas ss"Crcun-iancJs-po-
Irticaa, ciimmeieiaps, inl'ellectuas el
"mo peetioianai'das diveras Naces ,
rouheceo-se a nces5d;de de eslabelecer
urna certa gradagio no Empregos Diplo-
m^ticus adoptndote nos regl*reotos
das ConVereneUs de Vienna.que UuoA
lugar em 1815, tres calhegoiias de Di-
p'ormtas; as Conferencias pa em de Aix-
la-Ciiap-, lie 9 as cinco Ptencia>ali reuni-
das enlendeio qna devia criar urna <>u
Ira r.atb goria que derio a denomincfo
de Uini tros Residentes, e ao depois no
so essas NacSes, corno mu-tas outras, os
adoptario ; e, son nudo me parece, t
depois lavinlade aj de Pontos, que
no momento da ua nomeagio para o Bra-
sil fui leve.stido do carcter de Ministro
Residente, inven lo sido logo Horneada
Enviado Extraordinario & depois dVsta
unmeaco digo, q sil a loptou a classibcaco de Aix-la-Cba-
pelle. E suppostoeu ni'- conteste ao Go
ve roo o direito de criar tal caihfgoiia,
p iique elle i quem podo apreciaras cir-
cunstancia^ das outias Nues e ogio de
consideraco que ellas tem de exigir do
Governo Biasileiro, todava un a tal inno-
V-.cio me parece assar. d-pertsav.l, v--lo
que, no havendo iplomata algum acre-
diado junto do n'-s-o G veroo com *rae
ihanie cara. I. r bom seiia que nao violas-
semnsos proepios da etiqueta diplomti-
ca, acrt dittn'to junto das Coi tes E^tian-
gi-ias Ag-'ates de diversa roth< goria d'a
quellea que tu>s da enviados pelos outros
Governos,
Sao estas as ponderaces que julgu- i de-
ver submetUr consid.-racao da Gaira ,
e sao e t is as censuras que entend dever
confiar attenco do Nobie Mini-tro dos
Negocios Estrangeiros ; e conduo votan to
a favor da e neoda de S. Exa.
(Do S tte d'Ab.l. )
BRAZ1L.
F-fte exteoMssiroo impeiio lia tio no-
tavel pela sua fetililade, e n.tural viveta
dosseus oacionaes, a quai corn tudo e>l
ao presente tnuilo alterada pe'a mistura
de diFerentes lacaa, e pelos ini-rdentes, os
quas eiripre iufi iem n>-u lo no genio de
qoalquei povo. Oihalo filos- firamente o
Brasil he t-lve* o rmlhor pedazo d mun-
do 5 mas olliado {.'olitic.iiT.eine fian *- pi-
de d ser outio tan'o ; e mesmo na5 he fa-
i.l dicidir quai nei a s-rto desle bello pa-
\% no.quadro poliltco d- mundo civil.si-
do.
O Brasil den d*o Amazonas at ao pra-
ta be quasi ta cumplido corno Europa,
e emurt-en le vario clima e terrenos pa-
ra diferentes est^ecies de cultora. He mi
itera I, ag icol*, ecom.mercial, oi tado de
g andes ri em dife-entea .sentidos, e as
suas provincias s 5 out os tntos reinos
muito largor des d'acosta do Jiisr ata .vi
si'diai -se -> f-onteiras da Ameiica He-pa-
nliola ; mes a sua.pcpulaca he n illa vtixa-
p.rada- sua exte-ncaS; ejM'lUaa p ovio-
cias na6 tem rU(,6es fundadas em p'e-
cisaS recipnca : g- avila cada .huma sobre
si : e esta independencia natural nao f -
va no.ailar do lempo :hu.ii impeioeom-
pslo i-.m sistema de unidad*. O Para v.
g, aStem.aroenor dependen ia .do Rio
delicei.o, e a viagern para ali, depen-
de de monedes, be a.uilo mais difie para L sboa. NoPar tu nigan.Us-ca; e mi do bomem nao ap-
pirece.ali, assim lomoua' se divi-a .00
uiteiior de todo o Impcio : apvuas a or
la m ritima aprsenla grande tn^enhos
de s u<-ar, e fazeoda de I ai) ac. algo-
dn be propiio .leceito cer-es. A p->-
nulae.i he muito heteogenea, e s 6 mui
diferentes as maneiras das piovin-ias. A
necer-sid de.de e cravos -he obsolut.-, a
havendo sistema de fa/er multiplicar <>s
criouh'B mal po-ler.o Brasil existir sera os
e-crav.s d'sfica. O tratado d*IngUur-
ca, que tolh.u o cora -nerci da esc a va tu
ra deu-Uie hum glpe metal. 1 Mate
imperio as Arles nao t liegar^6 aind nem
asna inf-nci-a; o commrrcio.be todo pas-
ivo ; as>im como a ii^vegacaS; e serio
pricis >s laigos anuos para que o. n.'luia
ea eentreguem aos 'dos Ira balboa do
Campo, como.naeiin.pa. A preguiga ge-,
ia alj o amor da I berdade j eo ranevr in-
g nito dos Bro-ib-iros contra Portugue-
tes Id'm^ hum espirito do burro, e lu-
u,a man 1 muito nociva a> imperio:
entretanto os ponuguetea nao podem pas-
sar *em Q,Baail, e. as relacfles commer-
ciaei deven unir por furca, estes dous po- i
-e-r
p
vea, que lera a mesma orig- m, a mesma
lingea, e a me-ma religiaS e legislacaS...
Os brasileiros t m os meimos virios qu
os poi tuguezes; e a liberdade entre ellis
hade cu-tai tanto a criar raises, como em
.poitugal poique as gran les convuli-s
po'ilicas lalvec fassio o inemo que os vas
s.ros de D. Miguel 110 reinado da liMir-
pac5, quemo'riaG aos rentos pilo seu
liranno e in socavan o tiono e a'lar para
destruiem huma Ccn tituica, que oa
tmha piridade com a dos Estados Unidos
da Ameiiva.
Os brasileiros em nutra era Giera pro
'ligu 1 de valor contra a Repblica da Ho-
landa, que os l-berteu em algons pontos
do petado jugo dos Fi'ppes de H >pa-
nh Nao i|uisera5 enlrir na orbi'a da
civili-aea5 europea no principio do sec-
lo XVII-, e em 18>i abracando a Causa
da lilierdade pn.clamada em Portugal ie-
vclWro-se contra'ella co'" o pr< t xlo de
que o- poi tugeles queriio colonisar lium
pS, que era leino iima, e ja nSpda
^er Colonia. M rieran por hum impera-
dor e hum imperio, e tudo c< ns-guir, a
pomo eu-to ; ina< cravar.d'sempre os o-
lh s nos E tados Unidos n-um a erla-
do o Iridio di sua v>-ntu>a, e anda nao
se des ngana5 que o Bra.-il n*5 lie a Ame-
rica ingleza. i .re e qoe o imperio das
cn-runs'anrias ssemelha mais o Brasd a
America he-pauhola eenl.5 tem o Bra-
sil de coi 1 er loncos f idos ale! poosar noei-
xo da sur prusperidade. As desordens,
am'ta que efmera*, d'alc'imas Provincial
prova, ou que aquello pove nS evtem
ve-poras de veid d-ira liberda.de, ou que
oeu governo nao tem frm< xa e rapaci-
dade paa ieg r esle p-.vo. A'guns qoe
assistiia5 intimamente s ongoiasrias des
ordens do Pa. (-sde 1832) afum. que
alguns agentes do governo do Rio de Ja-
neiro p'ouoviad as frivolas leroluces
das piovnciaf, e roricilaia os nalarael
pera 1 on-piraum cunta os porlugU zei a-
hi ie-idtules.......................
......Tambera be verdad* que em por-
lugal ha etilos b-tarulos liberdade qoe
na5 li-ti-m ni) brasil ; n-as a' aqui o-
hrss'leiros nao lem sabido lirar p.rtilo
des-as pequeas dif. renca- ; e a 80a indis-
po-iao contra poi tugneziis, queja os nao
podem governar he muito anli-polil ca.
e anti-'oc al : assm c- mo no reinado de
O. M a noel foi Mil ipolin'ca a ndspt^C'5
dos poitngueKPs contra o- judeus. Os
brasileiios nao tem n emopa naca que
Ibes p is-a ser ta piorua romo a portu-
guesa. Os porluguezrs aqu essa, a
.|ui enr qu c m, ai|iii monem, e aqui
dtii a sua indulria e riqueza : entre-
tanto que os inglpzes e f anees -eio a
qui pasaros dearribaca e nao p.-rtaS o
que ganli nem cultivad as ierras. Es-
peculaiSes mercantis sao os motivos que
aqui <>s ira-ero; e aqui al n*m consomem
aquillo que podem maudar vir ou que tra-
zem dosiu >ai/.
Par vez s se aqui lem estabele.u'do co
louias tstiangeiras, como a de Cantagallo,
eoulras; mas aexpeiiincia roostra que o
lira- il in tira disso fru to nem augmen-
ta a sua populai a.
Tem'-fe publicado a'guns escriptos po-
lit< os sobie es'e impe'i--, nos qoaes ap
parecem lindas iVas geiaes qoe sa5 sp-
plcaveis ao lado; ma-que p.recem nada
ap'icadas a ad< provincia, em pait'Colar.
Hum capitad general, sogaz, e que go-
V'iuoU por rouilos annos as 'res pov-n
vin ia, dizia que oBiasil Le hum paz
sui generis, quenada lem de commum
cm poltica europea. Mr. M w, e
outri'8 viajantes |ue pendraraS o int r-
or e qua-i coi rea ta^o, s c nlempla-
ra5 o exterior fio'co daquelle immeiitura-
vel continente, e arredirra os ollv s d
'lado moral. Este oKjerto he mui com-
plicado, e quem quisesse escrever de as-
seutv> em.tal assunto s-iia o ais analiiico
que sinllieliio, ef.siia discu sus sobre tal,i
e tal proviu'ia. A natureza na5 produziu
o Brasd paia ser hum nina. Elle por si
tO seiia huma nova paite do mund, com-
busta dedifeiente! ons e r<-inns. aonde
a umda le feria a quimera di monarqua
universal. Alesmo quando se descubri,
os seu indgenas erad dilenntrs tiihus,
que em uala liubad >melhsnr. O* Bo-
l'cudos e Pataciij era homens inteira-
n eoie diversos do-- Tapitias e Tupiuml -
as; -eos Judos da Babia deferiaSessm al-
nente dos ludios do Para. Os de Mal fu
grosso Iinha5 divtr>o genio e modo de
vid* Josde Pern.mbi.co ; eoPaJre Vi-
eira diz que pelo Amasonas cima conde-
cera m-i'de ciucoenti liugoss divertas, e
mu diveisss manei-as.
(Extracto da9 con ideiafes do V>
llio du outo.
CORRESPONDENCIA.
Sis. Redactores.
Estava a espera do appanhar huti Dj.
mingo para responder ao Snr. Boxis,
ouU.boxe, porque em outro qualquec
di o na5 pos.so fasar tra rasao de es-
tar com o 0II10 aherlo a ver quanjo o
Sor. 15 xas, cruza os coi redores d'Al-
fandega, pois um menino c.rno aquello
nao be para se deixar em branco : dit
o Snr. Buxas que este nono anda rj.i
fui preciso ir (radar de negocios a Al-
ia BGega, mente Boxas, poique m ves-
pura do Subir a .-na coirespondencia ,
Vm. lacsteve, o logo no outio dia foi
tambera 11 fa er bum de-pachiulio ; da
o Sur. Boxas, que ouvfil ditec cada
i se 11 5 va bem -- de cerlo i-ao no vai
be 10 poiquen, se comente o Boxag
lser oquequei.
Dizque na Allandega achara o Inspec-
tor interino com dous regu'amanto hum
a bom bordo, e outio a esle bordo, ah!
ril, fe tu' nao osse t.5 ordmari), nao
serial capp..! derediculari.ar au uliefe de
huma npaiticio, liom- m honrado na ex-
tencu da palana, como lodo Peruam-
litico o sabe.
Seos despachos sal*ne.ilos antes de'
sabir, be porque o R-gulamen'o asiiu
determina, do eor.trai 10 ninguem que-
reria e-tar aimpataras pane-.
Ora Surs. Redat'res que tal inania de
gente que era nao be fasendo oque elles
queiem ludo vai mal, nao presta eiles
fallad do Uoiei fio do Corpo Lrgi-lalivii
desejava sabar se01 Biadleiros seimpor-
iu com os negocios da europa aasiui co-
mo esse iulimo Caiieico mete o queixo
no do Bra-il qinmv a tal correspon-
dencia piesume ser de a'gutn neg an-
te pois eng.ruS se, be de um pobre cai-
xeiro i: i vil, e da mais a mais bo co-
meo. Oto sm dii que os quatio
conK rentes lava o Irrapoem apparar pe*
uasj que mentira ta clara pois at e^cie-
vem com penas de aseo.
Tenb.5 paciencia Senborcs Reda lo-
tes com estas miobasimperl-noticias, pa.s
da miutia paite estuu obligado a Vun.
pela rasposta que deram ao tal BoXas, ou
potroso*
Hum vigia d'A'fandega.
AVIZOS DIVERSOS.
Quem p'eci-ur de um caixeiro hbil de
bia conduela ; auounvie para aer piocu-
lalo, ou dir j*-.-e a la do Rsaiiu larga
D. 9, que dii s. ha nuera quer.
ttjr OSi-r. JozeJoaquim Bizerra Ca-
vakvnte, diiija-se aesiaTyp'gra.fia.
argr D seja-se failar -o Sr. Florindo
Gomes das Neve ra.-ado cooi a Lima. Se-
nhoi a Antonia Rita das Nevs, para se Iho
inlregar urna carta qucu auuuciarem
a sua moia.ia paia railhormeute ce poder
u'en ler-se sobre dita c.-rta.
jCaTP" Arri-nda-fe um sitio ua Cidado de
Oliuds, denominado da O aria, com pti-
mo si bivio paia vi ven Ja, rruia le ra
paia plantar, e arvoces fru tileras, o'a ia,
e bao junto d'ella, e outras mudas p o-
pjrc5 s, era que se inlue |t prio pira planta de cap m. Qu.iu pe-
tender dilija se ao Foi no da Cal, prximo
mesma Ci lade, d'linda, 00 a ra di
Cruz do Recife 11. 67, 2. andar.
Ity Preci a-sede um sitio na margem
de Bebertbe, que tenha pasto (ufiicienvO


4
D4IRIO DE PERNAMBCO.
paia sustentar algumaa Tarca" de le te 5
quepo o liver e quiser alygir, uu Vender
annuncie.
WP* A quem lhe filiar um escravo, ca-
l)ia, por norae Berilo, a 3 para 4 armo*,
teguillo diz o m-smo, I aj.i de annunciar
tua moraJa pri ser procurada, ou dirija-
te a iua da Guia ti. ;9, prime andar.
YSf* Precisa-te Rular cono a Seuhora
X). Maii* (mi (i>in .-U4 ni Mura da Con-
c- i<,io negocio nter aaiit.- a clls : na roa
verdes D. 9, loj* de uru subalo
de vunnda de le ro.
^&T Pieiiza-se atingir una caa rom
romuiu'.li-s p..r familia, que e>lej* em
bom estado, m> logar de Ford de !' rla:
annuncie, ou diuji-se ao pa'eo da Matriz
de S-uto Antonio timasen) da porta luga,
em que es'eve a Ty,>^i 6 .
H"5P Arrenda se um sitio n lepar do
ILibalho confronte a ca-a do Snr, Miran-
da, COni duas morada de casa", tbtiibwVM
pa a do;a cav.llos, ludo b m seguro, lo!o
creado, rom ai voitdo de diversas quali-
doaes, alguma le ra de muito Loa piodu-
co, e coui pioporcio paia o uto de vacas
da lile: quera pretender dinja-se a 1 Ui
do Queiroadoloja de fuendas D. 8.
tujp- Pieci- -.-e de mu feitor paro sitio,
ti'oballiador de eoxa la e que anteada de
oita;queoi esliu-r n-sshs circunstancias
procuie na fitp Hora.
KjJP* Pieci-.a-se de um sitio q.e ten ha
ba-tantes arvoies de fiacta, haixa para
planlacao de capiio oni cus. de vvenda,
endo da Cap., lia Je 8. Jo/.e e da do Affl"
tosa'a So'edade ; quemo ti er anmni-
ie pur este Diario p.-.ra ger p ocur.do
3T O S r. Doctor Mavignier deca
tea sua m rad,< par.* ser procurado.
ffST Fraoiisca da Paula Jorvia faz
certo as suas slumnas que abrid a sua aula
no da a3 de Jneuu do pretrita anuo, na
la leira ^t S .-.obrado un -o e tambero f*
o tnesm-j ;viso aqualipitr Pii de familia
quu se quiser apiuteitar deseo prestiuio.
V^T Precisa te logar um escravo que
enl. i.la de foi n,.r em padaiia, 01 na fa'ta
un qje seja ci-iadoi ; na ra jo Fagun-
des 3, ou anotiiiv Le,
tty Pie^isa se d'uma negra moca que
saiba avareengomar : na loja de chapeos
junto a guardada Gad ia.
"IHT* Q .em precisar de um bom cai
xeii u pa v. 'a, que teni ti lo rr.uita pia-
lica e d fiador a sua conducta, procure
atraz da Matriz da Boa-vista 11. 10, e na
mesma casa piecisa-.-e de urna a a a de le-
te, quesrja livre, e desembaracen?,
VJT De-aja sr fallar rom Sor, M.no-
el Gomes u'-Vmonm : anaui.ee.
StjT Des-) .-se fallar coro- o Snr. Fran-
i.-co Alv'SXavier: wnnuocia.
Cjr Qjcri. annuncioj qiurercomprar
U3J ivlojode pau, dirija se o padar ia pur
OtUaz da roa Nova no b-co que fu de-
f.onte da Co iceicao do> Adulteres;
^tJP" Alugao se OS doii a.)d,,res e Solio
d.i c. s de chap'-leiiu na ra N v D. 23 :
' iil.r coni o dono da f*b i. a da uiesma
>. ii:n.i d. I, iinit do I (Cu largo.
{fxy Os abaixo as^ig'dos fj7emsc> li-
te ao respeit.n el publ co que pe.-soa adu-
nia laca negocio com a titira do fallescido
Antonio foia Abri, sm primeiro ae en-
tender com os herleiros 6c nu'Io Is-
toe quaiquer negocio por ella feilo.
Amaro Antonio de Fariaa.
F anci-co das Cii.gas Lernas de Abnei la.
O obaixo aajga do f*M seienla ao
Sor. Tbe/.tureiio da L' toria de N. Senho-
ia do I.ivianieoto, (|Ue perdeo o reeio bi -
lheteK. 190, rujo bi hfte est "na verso o
nomedoabaivo ssijjnado, e scndi'que a*ia
preixiado nao pagar a pes.ca aiguma, que
lio seja o p>opri0aba&o assignaJo
Jjaquim Rodrigues Seixa.
%qp* Trici/a-se fallar cora o Snr. Fran*
cisi.o Jorge di- SoUza para rn gero de sen
1 tile rea e : na lyja da 1 uaTlo Coegio D. 5,
ou inii'iijC.o s.1.1 morada.
frjr Prensa leltliar coma Snr. Joie
Rodrigue de Araol"} negocio de seu in
laicato: na roa da Cadeii vrlha'n. 10,
uu auuu.'-'C.t por Cata ful lia pa ser proco
iado.
Peeit-ie t*e um pequeo Je 10 |
1
ia annos pra roixeiioqueseja Poilugoez
ou Biasileiro para ir paia Pnjuca'r quem
qui cr flle na luja de J o da (U ln \l *
galluens na ra daCadeia do Re -i fe.
%C^ obaix ass'gnado morador na
ra Nova ao peda p Hite da Boa-visla 8T'
m^sem D. 27 fazsriente ao*Sns. Negoci-
antes Naci..-Daas e F, Irangen os, e mais p' S-
soas, que elie naoteui is-iarud > letras nero
crditos, e nern autor isado a prssca algu-
na para as-ijnar por elle, de compra >1-
guma (|Ue fi/.ia existe ditera que f.l o e de nnhum va-
lor, p'.isest ceilo que nada deve ; roga
piis s algum queixozu ouvera e-teresp too fufa publico por e-te Diario 00 piazo
de oito dia-, contados d-sde h je, para sa-
bt r-se do a' elidoso, e que imi'I "' m ha-
do em non.edelle, sem que cOnbvcio ser o
pr.piio.
Lu'i da Costa Leite.
Quem annunciou precisar deum
mestie de G:amniatica Lalim prefei in-
do a'gum Sr. .Sacerdote oulro qualquer,
pode dirigir se, no caso de aind nao Pe-
lar ser vido ao sobrado junto do Sr. Juis
de Pan na rut i;a Penba.
*r37 VuuU do 8. brado da ruado L-
vi aureolo de Joaquinr Jo-t F.-rr i-a, um
periquito com uma crtente de prala no
pt no dia Sabbado 2i do crtente; a
pessoa que apibbur o dito peiequito e t-
ver aleum reato de conarientii poder a le-
var no sobrade aciuia dito que sera bem
1 ecmpin9>d -.
LE LA O.
A. Scbratbm faz leilio de urna porco
de qutij a na t scadinha da Alf^idega de
fronte do rmajem de Antonio Joaquim Pe-
ibira.
COMPRAS.
Urna Serrct.riaque tenhi airan jos para
se puder fscrever, e vaiial fiavela que
irando, en bom uo : annuncie, uO di-
'ijt-se ao patio do Sacramento de Smio
Amonio a< mesera da parta lar glj em que
este ve a Typog'aha.
yf Ja uzadas 6 cad' ras, e urna me-
ra pequea, anda r< e>mo bem singla ;
seouver quem tenha de se dida?er denles
Ir-as'e* annuncie onde se hade procurar.
WW t7ma padaria rom todos os eUs
pvri enees q >e teja em bom lugar I ns ra
daaCrues I). 1.
VENDAS.
Folinhas de Algibeira a (lose
vintcns de porta a seisvinteus, e
de Padre a pataca : Na Praca da
Independencia loja de livros n. 37
c 38, na loja do Sr. Antonio Jo.se
Bandeira de Mello ra do C'abu-
0.a na ra dosQuarteis venda
D. 2, na Travessa do Ro/ario pa-
ra e Que imad" loja n. 7, e tlefrou-
teda Igreja da Madre de Deo,
venda c^tie foi do Rezinde.
M* Urna fa'da com pouro uso, para
Guarda Nu-;ornl, ou oulro qualquer Cor-
pe, por'ser por preco m i coy modo,e v-
ler-a pena riandr apronl.-la : narria do
t.ivrarrxn'o botica de Mam el Rom'> de
Cal va I lio.
fy Um ne/roranoi ir, e tambera 2^0
" ladi illios 'de inarmore : no armazeiu 11.
15 no Trapix* n< vo.
^rra Etcell-nte f.Mi'nha do Rio de Ja-
neiro, a de Suiui, superior a da Mutib o.<;
no armatcia de Santos Brag, mi da Mo-
eda n. 1ii.
%ry -iiio d ifalescido Jo-'.e pinto do
Santos na illa do B >m Suceco em Uiiiua
00mA*aa de sobrado e com comm- d >s p-ra
grande familia ; lera una boa cacimba com
bom tanque, paueirai e mnitas ai vares
de fruto : na ra da Cruz n. %5.
Um pret) propiio pira qualquer
servico e por prefo commodo : na iua
da A fjndi g4 velha n. 2 segon lo andar.
W Duis escravosdo gento de Angola
de 24 annos, de batutas figuras, prop 1 s
para lodo seivico, e muiosadioi; e uma
ngra crioula de 20 anuos, bou.la figura,
ceiinha o diario de uma casa : im atierro
da Boa-vista padaiia D. 30 de Francisco
Goncalo do Reg.
t^P* Cbiie.s limj a em ppgas de 4^^00
rei-, 5^), P 556co reis, 9 ero rovados, 7,
8, e 9 vinsteiti ; panos linos varados a
dez patacas o covado, propiios p>ri ja-
quela e calsas de montar ia, e para obra
de meninos de escollas ; chitas em cas-
^as de moito bom gusto ; finissimo^ ma-
riapoles p.ra camisas, p'atilhas, e bre-
tanhas de hjmbu lina- boi dadas, cfaixadas para s nhoras,
e knc's d s*-da : na loja de tanoel Fran-
1 i-.ro da Silva, na Piacinba do Liviainen-
t>, onde tambera la p.'B *eoder-te un
completo Svrlimcntu de bicos largos de
mudo bom gosl^.
99" Urna muala de muilo bons cos-
tumes, e b^m parecida idad.; de ao an-
nes, com Igumas h.brlidades, e boi
engomadeira : e uma canoa de amarello
com G5 palmos de tompri 'a propiia para
b..rcas>a; na mesma caza cima.
V Um preio da Costa, canoeiio, e
umac.ni teira de doai fcea, em bom uzo ;
na ra da Cruz n. 58, a.8 andar.
\Pf* -Urna morad <*e rata de sobrado,
sita na ra da Gloria D 4$ ; cuja se a> h
hpoteeada a Joze Antonio, porleiro da
Aifiudega. A rasio de se v< nder lie pora
1 eiiiir dit< hipoteca : na ma do I.n rao cu-
lo na loja de couros, junto a B tica do
Louienc-o casa do lampao.
IfW Carne nova de Montevideo de
boa qualidade; sb'-t'Jo do P laxo Lobo,
ancorada na Traa : queiu a perlenJei uo
de dirigir se ao mesmo pataxo, 011 Jo/.e
Gonealves C W("* Um e-civo rouio bom paoeiro ;
no Foi le do Mallos casa de FirmnO Jo*e
Fel s da Roza.
W Uma negrinba de id^dededet an-
uos pouco ruis uu menos, com prmnpio
de costura e renda, e juntamente uma mu-
|..linha I ja de mi nder as D. ai ao p do Alf*te.
*9* Urna batanea grande com su bra-
co de feir>, pcopiia 1 ara romprart-ouroa;
na Botica de Joze AKxandre Ribeiro, ma
do Queimado D. 3i.
tjrra Umescavo bom psra todo o ser-
vico ; no pateo do Carino cnda U. 7.
?jry Um escravo cano^i'O que repre-
zeuia ter 22 annos de idade : na Cidade de
(Jiinda nos qualro cantos por sima de uma
venda.
Tjrjr O casco de uma venda, na Cidade
de dinda, mi do A nparo n. 35, e tam-
ben se l"g* a dita casi, a qual de so-
brado : a fallar com Bernirdo Viiira.
TjLy Uma negi-a de naci Angola, com
una flha muKtioha da y anuos : na ina
da Cruz n. a4.
fy Uma porrodehai ricas vasias : na
padaiia pr delraz da iu< Nova robeco
que fica d> fronte d Couceitjfo dos Mili-
tarea.
|rjr* Uma morada de casi terrea de po-
dra e cal, muilo bem ^onstmida, e em
b im uso, s la na ra de S. Miguel da Po--
voacio do< Af gado*, em Xloa propiios,
(|uin|al ni'.irado, ckiii c cimba, que rende
5J|> reismen-es : na mesma P .voaco no
a ongue por l>ai ko do sobrado do falesii-
do Paula Pinto.
jry Uma rotula de porta com 6 p>l-
.n s de lamu'B, e rima dila de jtnella com
5 paira s de largura" quem pe tender an-
II unrie.
*j^|a Uma cano* de can ejra abei la a.
cabada a 8diason toda perfeicjio o pin-
tada, e l>> b 111 um mole.|iie bom uffi.:ial
de ca pot< iro p^ra foca da Ierra indj que
sej < pira r> tnalt" : no Forte do Mallo-, es-
lal-irode J aqiiim J ze de F g todo.
^rjr Urna venda as 5 pontos com c-
modo-para pequea famila, con os fun-
dos de aoi$ teis dinh' o <>u letra com
bo.i rma : uas5 eooias L). 5i.
rima casa : na tercena casi do Pairatna
ma do Cutovello ua B.>a vista.
E8CUAVOS FGIDOS.
Em 16 do correnledisaparereo'um pre^
1o de nome Lua, ua^io Gastange, e.-tatu-
ra baixa, rh< io do corpo, cara lrg, e re-
lu/ente, de massaens altas ; cabello gande
e ri.-sado, psg'ocos com dedos arr,hila-
dos ; tem p-nos no rosto,-e tooiico ; cals
e camisa dealgodo, uza da camisa por si-
ma da calsa ; em b- beodo qualquer bebi-
da espiituosa, onde sesenta dorme ; a roupa j dtve -
lar bastante suj : canoeiio, e g^nhador
de ra, Qui-m delle tiier m.ticia, ou o
prender, dirji-se a ra da pa?, por detrs
da das l'Iorts, cas.a do lampio, quesera re-
t mpensado.
V3P- No dia ni do frrenle fugio un
ncgi o de naci Re! olio, idade 30 a 3a an-
n< s, le\ou vestido calsa de lila e j.rquela d
xila azil, allo e seo do coipo, peinas
um tanto tortas, lera uma fstula -no quei-
x, da pa. te e-()uef da e um signal a u ao. 1-
1a de (|U i'i adura na facedueita, tem os
ps 1 axajos, e a peina direita tem ii flama-
da de uma ferida, o qual caiadei, e bem
cochee ido pelo nome de Joio Tranca ra:
os aprebendedores levem-no a ra do l.i-
viamento sobrado de a andares que fica
confronte s catacuiubis da dita Igrej,
que serio gimusanvnte recumpensados.
tejr* Fugio no dm a5 de Detemro du
anno pss.ido uro negro de naciu debime
Mtluos que lepre/tnta ter 30 anuos de
idade cum ofEcio de canoeiro, mas doii
anuos ijue nao eslava no p- rio, e mu em
sino, a consta ttr Mid'do pela Cid.de de
Oiinda ; altura bai&a,seeo do coipo, caa
cumplida, tem bstanle barba, cor fulla,
quaodu falla rindo se, poma fiuaa, y<
pequeos, muilo ladino; anduVa na Cida-
de com uma cria ieixada dis hia levar pan o mallo, ule disendo a quem;
os aprebendedores levem-no a Pracma do
Liviaiucnio loja D. 1O.
WP" Fugio no dia i9 de Marco do an-
no passado um negeo crioulo de nome Joa-
quiui qua lepiesenta 1 r 30 annoi de ida-
Ue, com ossigoaes seguintrs: altura e cor-
po regular, cara redonda, pouca barba,
cor tulla, peinas finas, i> pequeos, mul-
lo ladino, tem prenles pelus tnatlo, e se*
nhores moyos q.e furio delle, equandu
fugio disse que hia para o Certao de Pajau'
de Floies, e que hia servir por furo:
quem delle soubi-rou ti ver noticia dirija-se
I Fraciona4oLiviamento loja de f'/.en-
das D. 19 que lera de gralinuocae lao^joo
res.
Taboat dat mari chetat no roo do
fernambueo.
17 Segunda
- 18 T;
i9 Q.
^20- C: -
0
2 aa- S: wa3 D: i 0 n
- 7h . 2 m
- 8 30
- 9 18
- lO - - 6
- 10, 54
- II 4a
- 0- SO a
Man.
] Taade
NorroiAa martimas.
Navios entrados no dia a5.
Barcelona; 5? di-rs; Pataxo Haspanlio]
Febs Tneodor.a, C.-p. Jernimo Al- ine :
va" io gneros: M. J. Ramos e >ilva.
Ton. 71.
Jers; 50 ra ; B. Ing. Ven u?, Cap.
Jones II unan; b.calliao : Cluistopbeis.
Ton. 16a.
Sabidos no mesmo dia.
Porto ; Pataxo Primavera, (VI. Joie Car
los Ferr r.> : >suc.ic.
Angila;B. Poil. Ri-i Douro, Cap. Jo-
io J ee de Va-C'ucellos: asiucar c sgear-f
deol1-.
I ER-W., NA TIP. DB M. F. Faria l8?7


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EUDK5MF30_E62UXU INGEST_TIME 2013-03-29T16:19:56Z PACKAGE AA00011611_03060
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES