Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03057


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Full Text
ANNO DE 1837. SEGUNDA FiUKA
23 E JANKiao N. 18.
Pienitaiiauco, Tff.i-ii M. K.de V a i IH..7-
DAS D*. SRMANA
23 Secunda S. Ruy mundo And(ios .'nizes. do Cr..
!c m. r de i. se, il Theaoorana Publica o
CImac, de i.
84 Tere S. Thenioteo h. Re. de in< e and. do J. de
i) de i.
25 Uuara S: nai);i3 f>e.. da Th. P-
'.'> Quinta 5. Potrea rpo m. Re. de m. aud. Ho J. do
('. de m- e Oh. de 1
i? Sexta S. .loa" Chrhwtomn e. da Th. Pob. and.
iir> .1. de O.det. ReMaurucao de Peraambaco do
poder Uollandea.
S8 Sbado .. (rvllo b. Re. de di. e and,
.l.i V. O. He t em 'linda.
22 fionfnyo di M-x igewiiiia P. Francisco de Sallo
i;. Quarlo ni. as 2 li. e 1) ID. da t.
Tula .'un .:.,!. nd'- d.* ii.ii meamot da noui pru-
denoie. inoderacii, enert/iaContaiiemo'coDi*
rtrincipiamos. eremoa ipmtiadoi enm admira*
Bne entre Nacoet mala finita*.
Prut iiiinu^-v tia ^taantSfae 9l /fa Brottl
"ubiere ve aa a IOOOra.rnenaei i'*i;nAiiiantadna
neata Tp larrana. ra doa Cmr.es I). S, na Pra-
ca ande* recehein
nnrreipondeiicins legaliaaalaa.e aimnitcioai inaerin*
do tf. fratia sendo ilo |>ri>|irion aitigiimitea,
r rindo ii'uadoe.
CAMBIOS.
Jan1 ro 21.
-afOndres.18 Os. St. poi lc*it. oa prata
cento de premio Nomina.
I.islioa .".'i por >!> pri'inio. por uictali Nrrn.
Franca 255 Ra. porfraoco
II i'> dn Jan. 'i p. o de prein.
Moflas ne ti,.40U I3..2O0 IS400
4,,l)l)0 r..7*)a 6tkJ0
Peaoa l440
Premio da prata 50 p. <
.. dn leiiran, por mea I ;i .' n;i iiu
Cobre '.'5 por cenlo do uisconto
a50 por
P RTJD \ l>OS COKR ROS.
Oluida_Td o- da* jn H.iMii !> i
Goiaaia. liandra. Parail .' '.',.,\f. .,-
<'' i i' lar I.- .. do S. Jn o. Bi .id tifia,
Ruililia, porotal. No\a de oukh. Cid...Ir dn Natal,
'. ,;m- de (ioiunuinl.n. e N'ni i da Prii <<,.. i ,.\..i
>U Porta'eaa. Villa* do Anuir.-, Monte mor n
*rCHi, Caacarcl. fanind. Granja, Iniperai
? Bernar.irv, S. Joo do l'riur.ipe. Sobrar. Si> >
BIKti.Jco. >. Mailicus. U'liiidn tantae. *
Antonio do Jardirn, Queneramohini. Karnal.i -
*ca;unda Paraibu. Santo Aniao Todas as i|uln' w irn>,- />.*
Dieio da. ((hranlinna, e lioiiitono ilian 10 r :
Ac tftda ni"/ mi luc,, da Hore< no ihn 13,1-
eada inca .*" mcio *\a. *abo, ^etiiihaein. Rio !'i i
mozo, cj'ni-io Calvo ao diaa I, 1 l.e 81 dcada
ineit.
PARTl OFPICIAL.

-
V-
PfSRNAMBUCO.
OOVBRNO DA PROVINCIA.
Expediente do da .ti.
OFFICIOS.
Ao D>iembrgtdor Jai ReUatpr da
Junla da Jii^tiv". txifflo o su pafewr
acercd dv destino que 8e deve dar ao
Peo Jo5Jose deSciUi, pre o p?lo Pie-
iio d.i CotiimiiCa do Rio formlo, a vis-
la da par-, e iuformaciid do eoromadao*
le deGtif-rra rellalivoao rri'-mo'icc.
Ao ComiiiunrJat.te Geial dt ('o'[)0
tie Polica paclecipandodhe ter s-m nida-
da j. aapdbfaaer u ieqa st;a5 que fci 1'tfforintfS o oiiseits no Hospital do dif-
1113 ColpO.
POT.\PI\S.
Ao Inspector Geral da^Ohras Publica*.
rr.niii.1 iido faaer no llospitii du Corpj do
Poliiia as alletacra e OOOaerlt s que
llie f'orcm indicadas pelo le.-peclivo Loiu
iiiiiiidnileGeral.
Ao Ciunruaiul tite Geral do Corpo
de Pulira, mandando i.apt>iVer a<> Vi
{{ario de Flores a |uan i|iib tinpiestou para pagtmetiln dn re-
le ido Coi po, eslaciooido n'aquelU Vil-
la.
Navios De-pacbados no dia-al.
F.scutn IJiasileira Virginia, Mclre
Joaquim GonsuTes Maia, para o (Mata-
UataO.
Itri^ue Americano, lleleu Mar, Mes-
tie VViiliain HjIiuw-v, pata o Cabo da
l'.uu l^peraiica.
B-Tca Poilugnesa, Artivs, Me~lreSa-
Ivuo Antonio do Cbo AluitiJa Paia
Li.boa.
Pataxo PorlOgUCZ, PiimAvera, Mestie
Jo-e Carlos Fi i'eia >oaie>, para o Pol-
lo.
Riiguo Infjct, F.rnma Mestre Charlea
RobeiH'ii, para 'Pi'ies'e.
Dio dito, Falc, Meitre Pralt, pa-
ra a Bahja.
'Ogga.......
DI\F.RSAS REPART1.OENS.
TKIKUNAr. DA RKLLAtJAO.
Sh.s0 da lf) de JaneilO.
No Procesao caima viodo do Jniao *1
Paz d* Cdade do CVaUt do Rio Grande
do Norte, entra o Bajial I Joaqun Ai-
res de Alrr-pidi Freias i Juiz de Direito
di mesma Cidudtt so julgou p*!a nolida.ie
do Procesao iclorroada a Prooonoia, e
ct>n-lptur>a 1 o Joif de Paz, qu or,lenco
o Procesan as Cu.stas.
No Prnresao ciirnfi do tnesmo Jniao,
oaotra o niesmn Bteherel |)or deuuora do
Proitiolor Publico *e olgoO p.la lelorma
d.i Pronuncia, absolvo o Accoaa^o, e
condonado naa cusas o Cofie da Muni-
cipalidad?.
CORRUO.
O Hrigue Una vigem, o o Pataxo Pri-
ma vea lei-ebem aa mallus para o Porto
no da i\ do coi rente, pelas 5 horas da
laide,
O BatftOfl Piilogufr. Ro Domo dp q' he
Capitn Jomj Gonsalvessae para Angola no
d a *2udo cnente.
' MHsA DAS DIVERSAS RENDAS,
A pauta he a mesma do N. a76.
PRLI'EITOBA DA COMARCA DO BEClfc'E.
l'arte dodia aO.
Illm. Exm. Snr.
P-1- Comnisaai i. de Poliria i)o desti ic-
io do Forte do Mallo* lorio precus, a mi-
nha ord' mea mesma r-colhidos ao Calla-
b-uco do Coi po de Poliria liea m rujos
arot fennos, por tciem ferido a Joa de
S uia !5r-,-*; a. ..
Turarlo igual destino o presos Jos Jg-
nncio Coelho. bramo, e Mara d. Penha,
prela, rimt nidos pelo Sub l'refeito in-
terino di Frrguesia de t>anto Antonio
por lereio sidotncontiados cnidesoidem
as ette horas e mc^a da noile em huma la-
berna da i na da Praia da ijnal reau!tou
ter a dita pinta a caheca qo<.lnada.
Nadi niai.s consta.
I'i'j Gnar'Jc a V. Ex. Secrtlatia da
Prefeilora. d Commwri do McilV :')
de Jarte-ro de 1837. IHm Kxm. S..
I''i-.inc>co da Paula C vale..ii de Albi>
Oueir|nf!, Presi:!rnlt: da PtOfnca- M. do
]N. da C. Monteiro
Parte do da 21.
Illm. e Eim. Sr.
Tenho a pirtecipar a V. Ex. que peta
vi.Ita dehoma hora da mtnhi i!<' h- )? leve
li.'f. r Imm inrendio na eraH* deJoa-
t|im Xavier, eilabebcidn no lugar ta
ra da Praia, coi. incendio foi Ibpoexltn
co celas medidas,'qiiA vnlfo ae honveao,
Comniaridantt Geral do Coi po Po-
licial participa ler FugiJo doSei?co da
pstradi do Mjcninho o calceta Jo-i de
Dos Neri, e acbsr ti pieiu o Sol Indo,
que eslava enea; regado da guarda do di-
to Galo la.
Acha-se larr.brm pretoa, erecoulide
aoCallibouco de Polica, pma le des-
tino Fe'i JoaeTbomaf, crioulo, rfaeltido
pelo Sob-Pri le i o da Fregueaia de Mu i*
l>*c, por ter sitio mcotrado iotn boma
faca de punta, que o ncoinptuhuii Ci.m o
competentes Auto de ac'-na.
N.ida nata con-1.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Preieiura da Comarca do Rtcifeaide
Janeiro da i83G. IHm. e Ktm. Sr.
Fr.mcisro de Paula Cnealeant de Al'ui-
qupeque, Prr-aidenle di ProTincia Al.
do N. da Costa Monteii o.
OBRAS PUBLCAS.
A Reparti, odas Obras Pobcas prci
ta leolfioiaes de (iaipniteiro Carpmi,
e Pedrero, as-im como de seen1!* quem
qniser tral>alliar mqoalqui-r de tes ser-
vicos pni.ru ap-esentar-se ao icsiicrlivo
Al Stres, qnc ti m ordem pera os lect-her.
losperca das Obra Publicas i9 de
Janeiro de 1837.
Motara A ricota.
apean
CMARA MUNICIPAL 1><> HtC'lFH.
Sessa de 25 'e Novcmhro de
1836.
Presidencia do Sur. Gnn>5.
' Comparece rao os Senlioies i'c'.--S"a, Mi-
randa, Sonsa e Sempaio, faltando t-otn
cauaos 1 s m.iis Stnbores.
Aberla a SwaS e lula a acta pstece*
dent f.i iiitccioBada por estar cocilirr-
me.
O Secretario dando conta doenpedien-
te inenciouoii o cflt-io seguinte:
Da Cmara de Ge anea r> metiendo ai
ertpi.a das Actas das ElecBes dos Depnla-
dos a nova As oib'ea Geral Legislativa ,.
emeoibroda .'.s.^jit.b.'ia Provincial : inlei-
rada.
0. Cmara deliben-n que se |sse o t'i-
100 de atoramenlo to l< rreoo junto ;) ar-
co de S. Ai'i nio Antonio J-se de M-
gslbiei Bsl< s tal qual se acha lancadVi na
livro, lio.-loios de-ic- Camaiaeque --
riiiiticad.i urna Coitinrisa dosSms. Scn-
*a, h Sampair), e aaain'l se dirigir ofii't
00 Kxm. Presidente.
Ci oapaieceu o Sur. Promotor publico
deateMunicipio para v as icdol-a
do .'ni y cuno se Il:e llivia oljici ni >.
Foro deapacbtdoa vares reqaeriirjeri--
n9 de pules, o por rer 1 residente lernntou a es aS e (i/, eta
A. 1 emque as ignara5. K eo Pulgan-
co luante de Albquerque a Mello, Se-
cr.tuio r*crfi. (i.rin. Pro-P., Mi-
randa Soia, Stmpau, Pe sao*.
"aPiS-OCBH
O Astro do Minas, soba
1838.
INTERIOR.
a LngislttaO dd
Est paseada a rrise dai intrigas, d >s c-
dios, t daaaubicQes ; eata Itsi'as is Flei-
.-:-, c M'ja iin.il Ijr o resultado dejfas, a
:N-i.-.iu ti) ie i de arre pender-sa, e nada
mais, qi-ando elle n.- i orre;':o."ila ;i.-
us aurj i-! O pu'tido i egn islsta, cuino ha-
ramos dito eulion em lde cero < dos po-
jies^os niordei, e nas Fro>'ii'i..s d< Ido
de Jamirde S. Puolo Inri a oppnsicao ;-.i-
nho assignaladoa trumphos ; ri duvida-
iro:> quetariibeui ru no.-s.i Provincia con-
siga algunna couaa, nao lie dado a Ijual-
ij'.or hornem por r;iaa que pense atiir
roto segua.ica ejml era o istad no Iba-
sil de. trila e aete por diento, o cerio be
que ao menos pla nossa paito, na6 lenoi
.s melheces espraocaa de ter briiem- <,
e beoDCareiuae a f"!t, de giaudrua
Nacional, e de po-perid-de pi.bica : ja-
rete nos entes que r.ovas leolatirhi *io a
:iT ensaladas < 6tra c\% principios de Lber,
dade, e bem que nao p waoam rece*rno
da lyrannia, tu despotismo qo< i (ovrino, tudo devemos temer d
huma ('amara, onde potaa pre vele.er o
e.-pirto, on itiflin ti. i.i des*ubargtteru,
como Roa par ei e a-onlci^ra < rn a lu/uia
|jeglalura, aila dn inBu ni", qoe aa
leru oreado, e a lodo o cutio empotrado
para aCa otra temporalia. Eisporque*


s
Astro, que n6 fui instituiJo para susten-
tar a ii.fljencia de luim horacm, oa os
interessts de hum partido, o Astro, cuja
Missu desde seo cstabelecimcnto, foi de-
fender os piincipios de Liberdade, e que
n.5 dcixar de seguir tua duea sempre
firme, sempre omesmo, comees desdt-ja
a cooibater piincipios ruino os causa pu-
blica. D.ixamos poi toda e qualquer po-
lmica particular, a que alguuia veies se
tesa dado, por ser provocado por hum es-
critor, que s erupunha a peona para
despejar calumnia, einjuus contra se-
us adversarios, o Astro t-e empenbar L.5
smente quanto o permilirem os acanha-
d 'S conhecimentos do seu Redactor, diri
gir-se ao importante frm, e ao nico o.b-
je-cto da imprensa l.vre. Llimi.vei he
que a imprensa a mais mpoi t *nte das des-
ecb rtas do hornero, que tanto deve con-
mirer rara o perfecoamento do espirito
humano: que para def. nder a illuslraca
por todos os pontos da Ierra, retiiar os
poros di baibridaac, 0 da miseria, dos
crimes, e dos icios, que os egiadaS ; la
ser-lbefl couhecer aossius di e i toa *inte-
v.sses, e eleva los a aquelle grande ape. fei-
coamento moral, e social, de que sa6 sus-
ceptiveis as acuidades humanas ; que es-
te invento maravilhoso, ao qu-il estaS li-
gados os destinos do genero buinaoo, e os
progressos dacivilisaca, e da. luzes le-
nhauuBrazil seno a menor excepca, a-
penas com mais ou menos degradaca
servido quasi nicamente as mos dasioc-
ces de instrumento de insulto, e de pro-
mover a immoralid.de, o desprezo pela
Autori.dade publica, o relxamelo dos
De >s sociaes, e a piomofer a anaiquia.
Alguus Peridicos Un na verdade appare-
cido, coja lingoagem pura, e principios
solidos, e phrjze comedida di-uvavad-
nos defensores forl.s, poi-em legrados da
caua da razaS, e da justica ; ms imrae-
diatamen-te assaltad. s pilos traficantes de
convicios, e de injuria*, nem sempre tena
podido su tentar o saogue /o, e huma
por ota vea'tem pago tam bem a seus
dveasarios eio a meraa moeda. Esta-
mos convencido, que o servico mais im-
uortante, qese poderia fazer ao B ar-il,
eia encaminhar-se aimp.ensa para o seu
nico m, de soite que se combatesem
os principias, sera qua se atteudessea pes
so?, que oa enuncia*, ou defendese, que
os escriptorea pblicos tivesaero por nico
obieclo de stusescriptos a iilu9ii5.-5 d.us
homeua e especialmente de seus con.p t'i-
otas- divulgacaS das verdades uteis sobre
tudo' na ordem dusdiieiios, e d_ dcv*"
ies, dasuecess.idades, e das conveniencias
sociaes^ o encamiuhameuto do Golerno,
u maisempiegados doservco poblicojiara
cumplimento da> cond eSi-s da sua ant*.ri-
dade, e missa& i e a dire.cad dos gover-
nad'8 pra oeouhecimento, susleutacaS,
e defesa dos seus dir.tos; e ao mesmo
teropo para o acatan ento deviJo ordem
social, para a obediencia, e re-paito aos le-
gtimos depositario da auto-idade publi-
ca e para os hab tos de piedade, n*oral_
saga, e detrabalho, sem os quse, seja
quaes' forem a condicSes do Paito Social,
e as capacidades do Deponanos do^Po-
der n 5 se podei alcancar a felicidade
ueral que depende esencialmente da pra-
tica dasti'todes, e da permanencia da-
ouelles hbitos uas differenles classe* da
populacaS do Estado. Depois de alguna
anuos de Governo r.vre, e de exisUmta
Constitucional, tra desuppor, rjue esta-
ramos mais adautado* em taes materias,
cada vez mais, ao menos em nosso enten-
der, retrogradamos; como ?eja porem
nossopiopoaile cooubater os priiuipios ru-
inosos, equetend. destruir as Jaa de
eatabelidade, e ordem, ou a lib-rdade, e
pos persuadimos, que tud nos anouucia
hum priodo, ou huma -pca em que
teu de apparecer em campo principio
anti libeiaes, desde ja ri.,sproporao!.a c-
bile-los eja qual for o lado, em que uo
tchemos, seja tile da maoria, ou da mi-
no, ia, na- Cama, an ou fora dellao, onde
taes piincipios possa6 apparecer. e^eja-
mos como maior idui, que no.jus C'ole-
ga, que te a ao nosso, encarando ta someote os prin-
cipio de publi> a coivenieocia, nos Com-
bata'6 de sor le, que da conienda possa re-
sultar aigom bem, e nunca se eotreguem
a pa-.ticularesdcsabafo: com ludonanoj i
D I.AR1Q DE PERNAM BUCO.
TeT'indilferenle a rafifacao d'e factps, o- j votare! pela minhaa emendas que acho
ventados, ou desfigurado com .0 muco }*"
(N* rotac"6 no da 6, a Cmara p-
,pryou asdua* emendas.)
(Do oti. ador Sergipt na-.)
m de calumniar,,o iu>U'iar, como I
giin, que lew Mdo publicados ispecial-
meote por hum paso oH g* detit^ pro-
vincia. CoiUwv*:erus *'tda a qotfM
rtd^xus em oulj'oa fluojeio.
Discurso prononnado p-lo Depoja.do
F^rnat'd'S da S.lveira na ess-5 le
a4 de Julbo qoando se discutid o 0>-
(amento deMarinha.
6r. Prudente Bem que a eipenencia
no^ teiihc feil.o seo I ir o6seac.hir O noeso
Coverno h.bilitadu de tr.D lo que ie con-
fie dele qualquer- empieza importante,
todaviu, confimdo na aclivjdade do Sur.
Ministro da Marinha, ece.to no interese
que ha lomado tm promover u.elhoramen-
tos na Repailicaft' aeu cir^i, animM-me
a manda, Meza huma Emenda, em a
qual consigno, desde a Manija de ero
COnlOI de res para compra de duas Barcas
de vapor que ir>-5 de Paquetes, firo de
facilitar a communicacm entre Cote,
e Provincias Bp,a longicuas, efundo-me
nasia/5es, que'patso a expender.
. Ning'.em em boa f negra a r.ecessida-
de que te-u o Governo de laca Barcos, e
pela falla del les a anarqua no Para, e
Rio Grande do Sul e lia p.olongado. O-
succorros que se lem enviado aquellas P10-
fincias, naSbde mantimentos, mas tam-
bera de Forca, lem sido sirio tardios, e
tudo se deve aosembaiv^ com q1^ lun
lut-do a AdminisUacaS p la falU de taes
Bi.cs que laca a ligeira com.ijMriieiv-6.
viudo assim Na?a5 a despender uiaisdo
que devia, sem contar coro os resultados
dos sacrificios que ha -to. Alem disso,
nafi podendo cu dar o meu voto ao con-
tracto ft>. pelo Gove.no com huma com
panbi.a para e.tabelecer Paquetei de va-
por, pagando o Governo annuulmente 96
cont de-rs. smque Ibes-ja livre mar.da.
em taea Ba.cos, mais que as Malas do Coc-
roo, delil-e.asi-me a p.efa.ir o roeio ii.fli-
rado na miojas emenda. S.vr. Presidente,
Ba t.ntes males peza sobre ni, e ainrfa
queremos anniquilar o nosso comme.rio
de cbotagam, de truir essa eacola de Ma-
rinbagem, onde os Navios armados acha
quein os i>uameca, e tudo paia 6ermos.de-*
pendentes, inda mais do que e Umos, do
E-trangeiro ? Senbore paiece me que tu
do se ptrtende reformar, mas estas refor-
mas legressivamente Irva-nos ao' peior.
Se e nao adipiar a miuha emenda, e a-
provar se o contracto, quanlas familia,
ruja fortuna p^nde d< coinmcrrio de ca
botagem se vei a.ruinadas seus rapitaes
empr-rgado na6 produzi', e esn bem
pouco nao lereroos i.asuosias costas embar
car,6es, que'"faii-5 a opuUncia, do seu
comme.cio. Passsrei Sur. Presidente,
fallar sob:e a su|)ifsF.<5 do 11, pe.tendida
ptla Commi sao. He nast- 'q>ie se con- "
sig.a a qua.itia de 97:000^55 para melho-
ramento de Portos, e havendo-se desde
1830 consignado a de 4.0C0$ para o me-
Ihoramenio das Barras da miuha P.ovin-
cia, e na5 leudo os Min'stros que prece-
dera ao Sur. Ministro da Msiinha dado
Ibe a dev.da sppcac 5, a in-lamias mi
nhas, se mandn preceder a t^es roelbo-
rameritos, e que luido ja comoo, e y se
e lando a aprontar boias, calraiaa etc., he
agora, que se pretende supprimir acn
sigoac.<6 dada para te inutilizar t-do o
tiahillio? Snrs., o despreso com que e
trata as cousas mais essen.iaes lem sido
causa.... n coiitinuurei! Snr. Pie i
dint-*, eu confio daC-roaia, que alientas i
as razcj expedidas, d benigno apoio a
emmda que mando a Mesa, na qual pe-
co para o mellioramento das B minba Provincia a quantia de 8 000$, q'
se torna indi pensave para rom luir se o
que se lia dado piinc pi. Aproveilo a
occasi]. para lerabrar ao Snr. Ministro
qfte d regulamento quelles Po.'s, e que
obligue ao Palies a curopiirrm seus de-
veres, dando Uies huma gr*atilicac cient" para se manterem, pois que na6 se j
pode exigir d lies o Irabalbo gratuito,
quando a JNac-5 despende inuiilmente gra-
de sominas com outras 'cousas, nao la
rucessariasj Gualmente Senhor Presidente
VARIEDADES.
Um piefucio.
O Retracto.
Heuma lrLtecQuaa,.o,ter nascido em
1793, quanrjo iato vern a l< mbranga em
j835, quando ^e teaireilo inmlas soei-
ras e qnando se lom visto faser mili-
tas.
Como, disse o pintor como Sur.
S.mmvl P
Elle fez um movimonlo de surprcsi ;
este moyimen|o dis.n r-njou o su cana-
lete. O quadro haqueou, tuquizsegu-
ral-o ; cal io, 1 ji'i o e romp o pan-
no !
Di-b-a disse eu, he huma infelici-
dade.
Era o meu retrato. E-tava acabado!
Ej me rcgoiijava de ver-me eu rn-s*
mo. em pintura, na.exposico da galera
do Louvre.
He preciso reuunar a isso disse o
pintor, tendo a sua ubia sob.e o joe-
ilios,
Eitomei o quadro ; toqu.i rom o de-
do a sua ferida : lo ve i o seu lUereci men-
t : revolv o seu meie. imenlo em tolos
os sentidos. Eu na5 vi rous do que o seu
oren-cimento. E le estiva mu lo, aopai
eslava ali i
Na ve.dade era bem o meu retrato;
a rnioii c-bi-loii.i n-iv.i a nimba casaca
parda, minba bengaila dtba>X'> do braco,
meu chapeo na'mio, minli. caneca duei-
ta,.meu ''o purpureo, meu nariz gran-
d-, e poibtix.
Mr. Samuel B.-ch, livreiro. Oh fata-
hdade lat O Baru.
. .Jnto dissse o pintor *n45 Snr.
Samutl Bacli, vm. fez asrieiras !. .
Eu olliei para o q .adro.
E Vm.i-i" vi-to fa-.er muitas PTvr-
nei a oihar aiuda para o quadro.
-r Coroprehendenio, dise o pintor ;
os livros dos seu aulbwres eis ah as
asneiras que vm. tem visto lser; e as
que Vm. lem fei'o sa.....til csimp'i-
mido.
Senhor L-iottel disse eu com dig
niiJ. ; eu nao (i sempre livrei.o. Eu
fui mo5o, fui rico e chamava-me nes-
se lempo Samuel, bra de Dach.
. 6 que 1 diaso o piutor vm. he ba-
ta5 ?
Sem duvida. O marechal duque
de Hicbeliiu, foi um do. pdrnho>i do ca-
Mmeoto de minba roi ; Mr. de Voltai
ie fez o seu epilhalamo ; Mr. de Kot< nelle
muitas veses me assnlou nos joelhus, e
eu m lli, mais de um a-ifineile as bir-
gas da pern.s postilas dquele grande
basba<|iie d Giunm.
Vulu isto S n'ior Baoh dise o
p:nlor vm. conbeccu Jt-an J cqoes !
Eu 1 Mr. Rousseau, urna ver, tm
casa de minba mu. Um menino de es-
cola com cabellos brancos, timimilo, e
pileta como um m quiz cantar e fez c .hir a Vell em cima
dociav.i, em que min>ia tiu o acompa-
r.liiva, equeimou-lhe as lendas.
Ab deve.a., di se o pintor, vro.
f.ii bara ?
. SimS-nhor, e agora lenh anno-,
e lenho feilo asoeir>s, e vi fajer muitas
asneiras; e tudo i-to n'u.n lempo em
que eu mal pensava que bavia de ser
liV.eii-o.
# As asneiras.
A pri lucir aineira que fi: foi casar-
me ; a segunda, tendo mor'ido mi.ih<
mulrier fui da querer tomar outra: e
a maiur de todas fui de me tonar a ca-
nr.
Eu n5 era absolutamente feio, a pe-
sar de ter os, cbelos 1 ui vos, os olhos (or-
tos, e um nariz d pripgaio ; entretanto,
u uio ouzarei t>(firmar que minlia pri-
meira mullier..... Se ella tive.-se podi-
do viver.... Ma n6 follarei nisso, o
l>e o mellior.
Fui eempregrave aeiio e nunra en-
caie as cousas como um poeta, gccs a
Dos!
Nao sei porque razio o meo prim i:
cas.menln, fe* me na soiied.-d- urna r-
putsco de home 11 de b los teoaimaniot.
Urna viuva moca a marqueza de B***
tinba lido novellas. Eil> nao ilxii<;a, ella
na tocava. Ella sspirava, ella trema, e
failava com os seos poticos, (en pni ers)
de amor puro, e fiel B01 ffl.rs |'azi<-lhe
verso-; Lioiun, faeia-Uje a .cpr.le. Eaa
v uva a njaia-ixcit.an.te je vlla.tiflba .um mi-
thio.
Um dia ella me disse : Sor. de Bach,'
eu nunca me namar.rei de um petit uia<-
tie de corte bello e cheiioso, e pa.pre-me
que amaiia cun p*ix o BBaior fio do
mundo, se elle fusae romane-cu como um
Amadis.
No dia seguinte, Bezenval me disse :
a marquesa es'a' dou la por ti.
N.' laidei em a percebe!' mequR Be-
aerival me tinba dito a verdad.). Eiquei
encautado, Era um bom pa.ii-'o. eu eia
um liomcm de juiso nao quiz que me es-
capaste.
Disse a marquesa : senhora a miuha
p.imeira rnuiii. r era urna estouvada ; o
seu primeiio marido era um velho ciu-
ment. Eu eu um bum maiido, na-
da cio?o, nem'rabugeino'^m bou. fi lal-
go que encara o mun o como um phi-
losutb ; eu vi jo... que.. Vm. me con-
vi m muio. Eu a lari mu lo feliz, e vm.
quer tarubem faser-me febs ? U curnpi -
mento e tava bem arraiijado ; ama.queza
corou e moideo soca beic em poesia em muzica com muito espi-
rito e icctou-me da <.' urna fbula
de L fiintaiiie : oGolfim e o N. Oit.o das depois lodo.o Paiiz me an-
nunciava seo casamento com o bello Ma-
dor de m. .., e Besen vaj medisi.:
Tu lusle> um lolu com a marqueza ,
meu grave Samuel.
Mais asr-eiras..
Berenvtl tinlu rasa ; o romances m>
l.ivud en moda o romance pastor I, o
sentimental. Grimm m rria como urna
c.ir| e pama dos rigoi e-. dn Madcmo aelle
Fel ; M.. Rouste.'U com 60 anuos, ain-
>ia tmlia carntoiilias de amur o mai-con-
vulsiio para os beijus azedos. Meo .pil-
ma Trts-an publicavo Amadis ; eu l ,
Amadis e a Novee H luize, e protes-
tei de ser um Saint-Preu* e uoi bello
tembloso, Visto ser este o u eio de con-o
g">.
Madama de R... lera mulher que tinba
asinluia a mais delga la do mundo, eo
y o miis p nuerio seus cab dios enroca-
do t levari'adus por delraz da cabeua em
casaces solios .'rix-vara v. r urna lela,
uns olh is, urod boca ... eu nunca vi
nada lacinante. Ella recela pela manir
no seu leito, em neglig, ludo o que ha-
via eiil.j dem,is a muda em Pa.iz, ea
noi'e ella exlii' a seos diamante-* n-sgrau*
dea ft\ Fui a-s.llano de urna bella paK. por
madama de R.... quiz tirar .do pruveilo
das lioSes de ex^erientia ; /-niel gem ,
como urna roUzinha, e cuino 05 lie-o s de
Romanees ; n-5 ou-oi ped qoando no* achiraos ; ; e em publico,
cou&iderava me IVIicissimo quamlo senta
sua ma dentro da minha luv da sua, e
fcda al) i da minba cazaca.
Ha pe.-8as quo lem urna certa estrella.
Eu -tinlu feio cleulos ariibriulic -a no
iii-iodeum ro'MDuio, e agoia ufpi-
r.va como um Tir. is qu-md. me. de-ua
apresentai maneira de Hercules.
Urna uoile diisera-me que irtir..boau l*
nha acompanliao oa ves|>era 11 adama R... na sua cacioagem ; eque ellesegeb*
ia.... Eu na me qni/, mioimarde m.us
nada e disseque Mit..b u era um im-
postor e immt-di.itaroen'e diiigime pa-
ra a casa de madama u....
H.i\ia pouco que ella tuiha partido para
Luidles, com um corneta do R yal Dra-
gous.
C
T-


DIARIO DE PERNAMBCfl.


Sempre asm iras.
Decididamente eu nao era f-lizcoro ai
muflieres. Recebi urna ca ti de m e cavallero ; que me dizja ter dascuberto
um ihesuuio, oim jua, a penda d..s ta-
pingas da provincia, e aje con v,Ja va co-
mo bom lio a louiar a posse, e hic ter
com elle.
Eu eslava eo posica de tomar o Dia-
ho^ se o Diabo estivesse para se casar, O
bedeei a meo to c casei me com o teo
Phenix. Ea esta, uiri> pequea peasoa
de Biiveh Oaillaide queme iioa.v; por
dote 5 miPpi irnos e primos stguaJos ,
'sem um .sold e urna casa de campo tin
cima da mont.mha onde so se poda ir
cavallo.
Aborrecido do mando e do paris, ins-
lalUi-me na ca?a de campo comi cara-
ndas, apanbei lobos, bebi vinho de Barge-
rac e exclaniti que nada equivala vida
Patriarchal.
E lavamos em 1731 ; ra-os vizinhos se
dn 4U6 lodos paia .1 fronleii a ; meo- pai-
smoi linhaS matado os lobos que eu cria-
t.i uas mindas covas um driles ousou
me-ino oferecer-me urna pilada de tal) 1-
coda sua caixa ; o piiz estar se tornando
limito aboi rtcivel.
Re,l me um amigo ; este amigo ani-
mivi minha mu her, porm quena abs >-
lulamente que eu pailissecomo os outros
para o t-xercito da Conde.
Qaanloa mim eu achava que a me-
lb.nr raaoeira de def> n ler os seo btflil eia
fijar perto delles ; e lembrava- me do pro-
verbio : quera deixa o seo lugar per-
de-e.
Enviaran me -urna raj eu Rao mudei
de lugar.
Viera der-me que os paisanos UnhaS
quebrado os diques do meo l.nque, e que
se divertia a foriar me os pe n e a frente des m>s criados com urna
pistola na 111 >6 achei urna duxa de lapa
rea que rorrera lugo que eu me aprtX-
m"i dedes ; voltei para mi.
O meoanaig' veoa noite.
Sus. de Bacb nae Jle, que fea
voj. ? Toda a. trra esta' em ra>>vim n-
to ; s* viii. nao parto esta traite, aera'
a-sa-sina-io amanh.
Em ame do Ceo .' Sr. di$e mi-
nha mullter, fuja he j'vergonhoso que
vm. o na5 lehha lilo a ais lempo.
Tomei alguna lu/e-, fi sellar dous ra
valo3, e acompanhedo do meo .criado fui>
me reunir aos rneos vizinhos emigrados.
Dous diasdepuis, miuha mulher divo''.
ciava-se o meo excellenle amigo eslava
no neado c nal e a Cidadia Bach se t com elle,
(Continuar se ha).
depois de 6 das de lome he que poderlo
resolver se a tomar isla comida. Nada
p-ra bibersei.'oi-gua salgada. No quinto
di 1 avisttio huma vela ; locarlo o bino e
gritarlo com oda a furca que Ihes resta-
va mas nao lorio o lvidos ; o nav o .-e-
guio seu rumo, e breve estevr fo>-a Je vis-
ta. Em o nono diachh-o lium homem o
mar, ede Urde outro naorrcii ni exarcia.
Levados ao ultimo degio da Tome abri-
rioo cadver, airanciio o figado quo
com rao, assim como ondas paites do
rorp, hem que com a mais exets-iva re-
pugnancia, e coro islo se sustentarlo mais
oJguru tempe. Quondo a gente do Vo-
lunteer cbpgou a bordo vio no Convezo
ret>to dt> cadver. Na vespera do-cu feliz
encontr, duro dos mocos cabio no delirio,
cban ou por seos pas e supplicou os seus
companbeiios de infoitunio de nao come-
rem oten cadver. O pobre lapit mor-
reu noite e lamber outro marinheiro.
Os seusrorpoH foio laucados ao mar. Os
seis humen* que sobrevive!o chepa 5o a-
M a 31 de Agosto e partirlo pata Lan-
dre.
( Hull Advertiser. )
( ji ta Commereial da B.-ha. )
V
Ilonivtl aufrgio. N dia a8 de
Jullio o Volunteer, de tlull Cap.
C'uike, viudo da Am.rica aclrando-se
por 45*a6'deLni. N. e 56 26' de Long.
O. em distancia de loo millias do Cabo
Bieloa divisou ao N. E. hom navio
pedindosoccoTO. I'u/c o logo os esc-
leles "O mar, e dirigido se eo navio. Era
o 11 iima'i de Noitli Snields, Cap, C 011-
ghJ viodo do rio S. Loor, neo, cauegado
de taboas de pjnln. Acbaiio. a bordo o
Capillo, e os dous Pilotos que anda po-
dio ficar em p e quatro maiinhiros
de t. el os e sem mentidos. I.evailo.us todos
a bordo do Volunteer ; s o Capillo e o
segundo Piloto ti vera a forca de subir os
nvis foto icados em huna maca. Piesta-
rio t idos os cuidados aijuelles inftli/.es :
mas o cosinheiroestava lio extenalo, ijiie
morreo na mauhi .-eguinte. Os outros
s- s puuco a p iuco fu lo se restele, crido.
A tripulado do lldonali compunha s-o
t\x n ii ament de i2 pe*soas. Este navio
s cobrou no dia 16 de Jolho ; o mar le-
voii todos os monumentos e buin maiv-
nhf-iro Portuguez ; 09 de mais estiverio
abanad > borda dous das e flus noi-
x 1
tes ale que cpnsegumuo oorUr o iu 1-0 o navio cndiieiiou. Icario cutio,
ao lope gr#n-le hum pedaco de tapete co
ido ai a I, e passarlo dea horreodoi das
e noiles, sem outro sustento mais que a
came de hum coropinheiro morto, e s
CONRESPONDEN(I\.
Si 8. Redactores.
Ti stemunha oceular do faci que deu
lugar a Innna nota correspondencia ,
avi'.o, >u o quer que feja assignada
peloS. V. F. do Guifr inseilo em o n. c ii da sua e-trmavel Fo-
Iha ; eu ni > pomo resistir o dsejo de di-
zer duus polavras arerce de-ta importan-
tissa prodcelo. AnUs poiem dp entrar
na materia releva p nderar que nao
IcndooSr. PcixoU mui exicl do sentido e valor das expresses, que
emprega lias suas oracea ou escripias,
nem to p"cco conlucerido as regras e 1 5 -
veniencias que o desi-ni guardar qiiando
se eacreve para o Publico ; mnito bem po
de succeder que elle deprima quando
queia 1 xaltar e vitupere quando elogjar
perlenda : islo posto, quero sabe se o>r.
Peixoto em o sen "ampbigoi' nao se quer
constituir o encomia\l.i do Exm. Sr. De-
zen:bd"g.idor Vl.ciel nionteiro, e que a
lingoa Ihe nioajudisse se nao a compr a
ntirresanle peca, a queme rerivo, da
qual alias muito mais lem a queixar-se a
Grammalica e o bom se nao, do que m-s
1110 o h'-nrado .Magistrado, a quero ella
Hedirigf? Pode muito bem ser. Entre
lano como sejn o nbjec'.o da queixa do
Sr. Peix lo o enrontio da tege do Piesi-
dente la Reanlo eo cano daquelle Sr. ;
encontio tuneslis.-iino de que rezultou a
irreparavel ralastrophe de i-e quebrarem
' dousraiosdo carro,, do Sr. Peixoto
( fique-se sibendo que os raios sao do
carro, enlodas lod's dorarro) qu
den causa a ficar este Sr. '* nppiei-so ) e
nlo sei que mais ( como elle nos diz no >eti
recommendavel aviso) he foca d- duvid.i,
que o a.ssignataiio de tal peca s lem em
vista deprimir o Sr. Pieideote da Rrla-
o e que se mais nao dis'se he porque
roai nao suube dizer : e aqui cabe huma
obse vacio e vem a ser que be hu na
fortuna para os houiens tizudo e homs-
tos que.as pesseas de cerio genio e ca-
ractei' ,, nao saibio escrever ero lingoa-
gi-in Porlugueza ; penque r> ser asson,
qiie.aizudi.-za, por mais palete, e que
lumradez por moi.s leconhecida pode-
1 iio escapar a mirdaridode to ica de la^s
peonas ? Masis aqu o factu. Vmha
o Exm. Sr. Ma>ul Monieiro em a sua
.-ege no dia 9 do cociente roez pela man-
ba para o seu Tibunal e qmz huma de-
po .iv.. I itihdrtdft, que eucmitrase o Sr.
Peinlo, que lo' en vinhtem seu 'carro,
na pr ixiauidade da caza t! Si. Lui: Gi-
mes Feneira: e espanl.iodo-ae hum dos
can.lus di ipga sem que o boleeiro oon-
s'guisse subjugabo biiccedeu qnea.se-
ge fosse arremc;-s. ia contra o carro e
que huma das rodas daquella licasse pre/a
em huma das rodas d.ste. I umediata-
meute que *s seges se Uavlo o Sr. Pie-
sidente da Relaco grita ao seu boleeiro ,
que se aliaste do cano, e ero pouco tem-
ra iTraqne minos que o Exm. Sr. Macifll ^*onlei-
10 canee de tal adn oe-Uy^ ; sendo s
digna de hum rizo mofador a louca vai-
dade que se abilanc a prescrever regraj
de conducta, a quem tem ne-u parte em
seu abono o leslemunhi da Populacho in-
leira desta Cidade na qual 'egui amento
na5 se pode lizongear oSr. Peixoto de a-
charas mem m >ymp%ihias muita em-
bola se desneva pobe eoppiimido pora-
quelle que coust.-ntemeiite atLga e pro-
tege a pibaza, e aborrece ideUalfl a op-
press.
Aqui termina ,'Srs. Redactores rogan-
do-Ibes fe digne inserir em sin follu estas
mal tiacadas bribas no que obngara eter-
oameiiteao Mu constante Leito
O Desapaixonado:
THEaTRO.
Expeclaculos Ginsslicos.
po se consegue distruir o embaraco em
que s acbavio. Este accont.i iroento po-
rera lio natural e ordinario fias noaaas
eitr.dis antollioi-M' ao Sr. Peixo'o co
ino premeditado e aggressivo ; e sem hum
instante rtffl -clir na ciicumspecclo e po
dea que distiuguem todo es acto p-
blicos do Exm. Sr. Maciel M.iiiieiro e
ohre tudn dando nalidade aos phantas
mas que poroto ua imagioaci > som-
bra e desconfiada auvndila, que bouve-
ra propozto son le nlo existi se nlo
mera c.z i.-lidaili-; e dominado de laes
preocupaioes, eil-0 revoKoilo o glosa-
rio dos tei mos desattenclozos e des-oiie-
zes para compor o tesido de necesidades
e improperios com que tentou brtr o
Exm. S'-. Maciel Monlerro o qual nlo
pode deixar* de vr.tr a mais profun.Ia a-
defferenca esc pastos ineptos de hum or-
gutho ainda mais inepto. Mas o que he
verdadeframente singular, he a demons-
tradlo, queda o Sr. Peix-to de que o ca-
vallo da sege nlo see-panira. l)z elle
"Nem se diga, quealgum motivo e-pan-
lou o cavallo ( o motivo he que havia de
espantar o cavallo .' ) po' cp.e tilo os hou-
verio ,, ( bellezas gramiualicaes que re-
|il .11 li'rii) em us 1 scrit >s (I > Sr. Peixoto)
* e se os houvessein havrr para ambos ,
e anda menos pata o partlha de huma ca
ruagem que traz sobre si hum boleeiro
que os sobjaga. Ahalraindo das fiorrs de
e.slylo que se noto nos houvessein e
haveria do Sr. Peixoto e bem assim pes-
eeudin lo t'a rontextu a da sua phraze, qt r
poem o boleeiro em cima da sege e na5
do cavallo etc. etc. ; n-5 pode deixar de
maravillara importante desccberla que
elle araba de fizer na paite da Ilistoiia
Natural | que trata dos hbitos e pgatu-
mes dos caval|.>s rom eff ito depois de
gias meditac5es sobre a materia, achou
o Sr. Peixoto que todos os cavados nao
t se de vem epinar romo M dev.-m
espantar do.s me.imos ohjertcs ; de mau-u -
ra que tod s eses cavados, q ie w nao
cspant. pn que aeepaittad ilcobictoB
diversos, m (a vatios impeifeiloa, e que
nao seguem a icgra geial e inf.llivel, pns.
ta pelo Sr. Pe xolo, quando afirmnu, quo
ce o cavallo da neg do Exm. Sr. Mari!
Moriteiro se bou vera espantado (spanla-
do se hou vt ra tibem o c*vallo do seu car-
ro, o quil cano be apie-entado pelo do-
no como devendo servir de ** C.ipitam ,,
( permitta-se-me a ixpresa5 ) a lodos os I inihe room adjoruing tbe Libiyi v.
carros, qi
proxi-
vi dar
Jlo J.ze Feneira da Fonc.na,
mmenle ebegado do Maranhio
tez dill'erentes Bkpectieuh*'com
de represenla.;..ens Jocos Malabares, eE-
quilbrios; sendo 0 i. Espectculo a a7
do convnte Aniversario da rotaoricio de
Pernaaburo do Jugo do Oandecea: *s
pe.ssos que perlendien. camarotes, e b-
Iliel.sdirjio se a loja do Sor. Pena. n.a
da Madre de Di os D. 13.
AVIZOS DIVERSOS.
O B icharel Casimiro de S"ni Madurei-
ra, Advogado nesla CiJade, acba-se pres-
tes a lomara d feza de qualquer causa rri-
me, lano na f .rmacao da cu'pa, tomo no
lolgamento peraote o Ju>y (que e.-t pr-
ximo a trabalhai); e lamlieip las causas
civi.is assim na 1.*, lomo n 1.' Instancia
roa dis Trinxeir. 3 1). 24.
(t^ The Giiie.l balfyaar'v roe"tin
ofthe Pmprielora .f the P "t Subsrcption
l.ibraiy will be ln-ld, pursuanl lo tiie 5
Article in tbe laws cf iliat loattution on
I-nji.-d..y, Evenrig ibe 16 Lis al 7 oclock
o exico"ti arem no cmiinho
visto quee-t reeorlbecido romo sacri-
legio o deixal-o atrae muito etnbura o
S'. Paixoto venlia faZendo as obervco s
z ologiras le que arabo de fallar em
huma marcha assaz pauzada e propiia
de butu grave. Naturoli I. Recommuida
o Sr. Piito'o no Sr. Muiel Monieiro ,
que.se quer l< adiante,, ( paieceijueo Sr.
Peixoto quando anda be-empre para a-
traz) drve sahir de ca~a mais celo, alim
de in atropad.ir o cario dos viandantes,
como succediu ao seu etc. Mas em quem
poderia as-eniar milhor huma tal recom-
nendaca do qoeera oSr. Peixoto, que
no pris-o, em que habiiualmente traz o
eu cavado enc-he a e-trarla com o seu
cairo liLmas poucas de bocas antes de ga
nharoseu apozeuto srvtndo o-sim de
toivooo barranco longo lempo aos vian-
dante-? Ti.me p i'S o Se Peixoloocon-
g-lh.> para si, e nao quena q ie Ihe ap-
pliquein a sentema do Pi^ia Latino Si-
b non cavere et albis consium dar,
otultum esse. ,, A lingoa latina deve dLe se.
familiar ao Sr. Peixoto, por isso abs-
| nbo me de tr pan n* loubar-lhe a boca.
Emfieo, exp^obraoS'. Peixoto a op-
pressa de que lora victima ( paia que o
Sr. peixoto nao peiguuta a t-igriifiraca
das pila vras de que quer tizar ? ) e faz
sentir ao Exm. Sr. MiiKI IVi.nleiro o
quauto he f io a hum (Vlirj^tiad, n5
ser o piimeiioem i^efpeiiar o din ito e har-
uioriia civil do Cidada6 etc. etc. A vwta
p re.n de huma tal censura p-uece que
o Sr. Peiaotj confere direjos as seg s e
chama harmona ciil a h-rmonia dos ca-
rado j poii es todo o imcentecintenfo, que
teve lu^ar e que por mim foi p ezoruia-
do s o seu carro ioou cifeiiiido e s
os civolloi se dsliirmonisaie. Entre tan
fo, seo Sr. Peixolo enlende faser ao Exm.
Sr. Maciel Monteiro h jcii increpaoa se-
Alugio seduas casa- terreas, tima
sita na ra Nova que va i paia Tempe, re
centemente acabada, e com mui o scp
ouira na iua detraz do Asoi-gne relho
da Boa-vista : a f-dar rom Joio Shi.-tio
peielii un sua caga no p.teo de SantaXJrHe.
W Dsiipancei no da Quina .feria
19 do ci Tiente de dent do Recife um
putdi o da segunda niii.'a, pednz, com ti-
ma marca na tbot d" peicrco i'e mordi-
dtlladeout.o animal, o. tero t>ez marcas
de ferro no quarto dtieito : -juem o arhou
ou tiver noticia queira participar na praca
da liua-vi ta Botica D. 1O, que sei grati-
ficado.
Iff Arreada-te um sitio com soffici-
ente cas, eoutra iras p-quena, estriba-
ra para duis cavados tudo em sguro, no
Baibalbo lonfronle a ca*a do Snr. Miran-
da, cercado, com arv..redo, e algum ter-
reno de muito boa produccio, tiuJopro-
porclpmara o u-o de receta de leit^ : quem
pertenoer dirija..-e a iu* do (ueimado lo-
ja de fnzendas D. 8.
sy R"ga se ao Snr. J..o Chrisostomo
deGusmoe ftleo, baja r'e declarar a sua
morada, p s >c deseja iajlar a n.gocio de
seu inleiesse.
tiy EncMvcidaroente nesta Praca dese-
ja-se fallar ou ao Snr. Joie Pocheco do A-
naral, ou aoSnr. Francisco Antoniu d>s
Chagas, oqolCh'g-s Portuguez, a ne-
gocio de ambos, qu^iiio por esla follia an-
nunciarer.i as suaa munidas para se Ihes
fallar.
jrjr *Jug*-se urna preta mensalmente
para vender na ra : quem a liver diri-
ja-se a ra o'Agoas verdes l). 4, ou annun-
cie para ser procurado,
fcJT Prtncis.o ds CjUli Machado,
leudo vendido um Ango la por ame Joze Aire-, aoSm. Jo-
ze rereia Tutu moi< eagora iulormado que o dito e^ciaio foi
pri.)0 cora un cavallo, e se arha na


%.:
rww!lLvPrfV"*vj-.*JB>',rji3Rr?rm
:-is--?;?^5*;:irTr*Rt
D4 I RIO DE PERNAMRUOn.
yznagi-'.ajMiK*raK*!
Kr**
oadeia d3 Villa de N.rareth, e para que
chpgi ditoe^ravoo si* procurar, para na> ser
a.rematado, sem en legitimo dono appa-
i ecer.
W3>* Nauta d-i Cadea,hja Ue cha p es
n. 4a preciaste il'um negro cosinheiio,
que reja fiel, ao qual te pagar m. nsal, cu
iinnii.il, conforme o ajuste ; advcrtmdo-
se, qoeosafeseres to muito diminutos.
*y Precisi-se de u.n feilor para ora
filio no Mmidego, o nual deve saber enxt r-
tar, e poud-r, tr.b.lhando igra .im. Hle de
enxada : quem e-ver n'stas ctouost..ri-
riasdirijj-sca ra do Collegio casa 0. 3.
tE>* L'utlou-sedositio ra dos Santos, na praia da Ma-JaueUa orna
purla 'a^oa de bron/.e, p.i vivoico, ro
ase a qualquer pe soi que fo'r uRoi eci la,
h.ij.-t i a temar, ou mismo q:iem ati-
*ff comprado dirija-ses ra do Oiieioiu-
topgcuaos vendederas; ou se-gratifcala
a quero delta der noticia.
V-2P Precita.te arrendar uro Engenho
motnle, e porrete, que lenha boas le ras,
nao e^tej i de logo moi t e se fin- e- m al-
jj.mi f-biiea milhor; quem t-ve lii iji- se
a e^ta Typog-.ifij que .se dir quera quar,
ueunjiucie por este Diavio pua ser pro-
cu redo.
WJr- Q'iptn quis e engomar co:o tu^a peifeieJO e asara pos-
nivel, pelo preco mu t > ein coiila pode di-
i 'dir-se a Ci iade de Uliuda, ra do Car-
Mo 0. 3.
Vy O Sur. que preciza di alugarar-
tuaucm para lecolber ioo g:g"S de huiea,
siu.'o quena lecoiher e pegtr p -r v( lu-
ana po.ieaparecer na praia do Collegio ar
luazain de Frnnciaeo J'.aquim da C"nta,
fcy- Arreoda-te tim sitio na Cata For-
te etl a la, que vaiparao -Vrr.u-1, cito rara
de virenda, earvores de ( ucU.% rom b*8-
a ni* l.rrerio para plan tar.de-*, e para p< d.-r
ler se tn-a, ou quatro v. ceas' quera nper
lenderdiriia.se a tua do Collesio D, 3.
o/SP A pessoa que anouncion no Diario
de Sabaiioat do cmran' precisar do um
caixerode 12 a i 5 auno-, que emenda al-
gama ccosa de loja de miu-lera, dirij. se
ji< Qutrlel depolu i i a f. lUr con o Ciru'-
gio Ajud.uiie do mcsmo Corpc, que Ihe
di quem o pe tendente.
tj^!" Quera quiserdar 200$ risa p:e
ma de i e roeio por cnto so mea, i oiu
hipoteca em urna cas: de pe-ira e cal; un-
iiuucie.
<5f^"* Desapareceono dia 2i do correle
ii.cz de Janeiro uro rrioulo l.-no por no-
v.q lein iiiliuo, idade8 annos pou-o ro;iis
ou roeuo, coin oa signae s guin'ea, ollma
grandrs, ealguma eous ehog bfasa cumplida, rosto tan bem ciimptid>',
teco do coi po, tem falta de deutearroga-
&e a quelquer pe-80 (jue delle ti*er noti
ca < leveni ao .-bano .-asignado do Forte
do Mattos na ra .l...s Hurgo i;. 6S.
caza terna no ire;mo bainoconi porto de
emli.nq-jt e de.cml>ique p-na ri-cclher o<
' j'S'V de louca ou mais: diij--se a tua
Nova rtij.9 ao lar sobrado D. 32, que
la edil a qu m alus*.
irar* Car os Va Nei PrifTe-sor das Lio*
puis Frauce'a, tlngleza do Luc> desta
Cidatie de Pernambuco roga a lodos os
Sre, que p iteudcndo ..e'matricular ein
quelquer da^mencinnadas Aulas se sirra
comparecer m casa do men-ionado para
poder lser a sua matricula particular ,
p.'is assim se fez necesaario.
YW Quem aaou no dia ai de Jjneiro
urna Subsoiipca que foi perdida no forte
do mato, que a di'a tem doa<< contas hu-
ma que he a relaca dotlivios e a o ta
que lie a conta dos mesmos e tanibem eoai-
da rom liuha branoe, q ieui exou lere ao
Rn te do mato na prenca de Joaqoirn Pe
i eir Bastos qoe s^ dir quera Ibe recom-
pencara'cota quatro mil rs.
^Jp Perden-se um ni.io hilhelr da
I dtei ia do Si-mioario de Olio 'a desta Pra-
va ethe oa a(T gados den. 5 >6 ; p^.h-se
a qam aar o leve a I-je de miudezas
de Puaebio e'ioto c G. roa do Quaiovado
D. 5, que soi lecoropeusalo. Rogase
ao S\ MiiiopI Caelano da Silva Tezourei-
ro da nii-sma qug noca tu da sabir p< cata-
do o nao pague se nao ao baso assiguado.
A o o:lio Jos Ferreira da Costa.
|E^ Precisa->e de um cont deieis, .i
premio, daudo-se por hipoteca, um so-
bra lo, ou urna casa lenca na a melhnren
lUisdesla Cidale bvreae deseo, bai.tc.-das,
pr lempo de ui auno: a queui cuuviei
..(11.11, ie.
O CflsravdRafael Pert-ira de Barios.
Precisa se de rm fe tor pira um
Bttgeobo dislaule desa P-aca li Igoas:
quem c-tiver netas circuustancin-., e i|u*i>
iddrija-sea iuh va Cadei* do IScife loja
li. -i o.
Jt^ Qaemquis-r dar um cento de rea
um e mciu pt-r cento ao meaeom hipte
oa em seis tsciavo, e por tempo de 8 oa
jo meze*, coin a -iiiiJicao He fiuaiein veu-
didos por e sa quantia, nao sendo lemi-
d s no dito tempo, annuncic, para mt
procurad".
jr^* O rapaz Brasilero, joe no Diario
deQoinla feira ipducorreote se efl" rec-o
]iim Cffixeiiode loja, ra, e armaiem de
asaltear, ou para I. ior, ou administrador
de falgum riti &c. pode di> igr>e a ra da
Fenh ao ladodireito da Igiejj sobrado D.
10, seguodo anj.ir.
*9W Queta annuncioo precisar de um
raixeiio de i3 a i5 annos de idade que
tenha algti'Ca pralica de luja d- mi.idrz,-,,
quereodo um de i4 annos, o qual vejo
poi.c j do matto, para se propor ao loosmo
6riCo, e lijo ieril p hii i oOff ber
orfio, dii ija-.se a esta fypogralia, ondeaa-
beia quem o pu ten lente.
j* A pvssoa que anuunciou pteier
altigar um Atmafeai no bairro de Santo
Antonio que seja ao p da mat pjia rero-
JiKfr loo/'gis de louca ; quer-.uo buoij
COMPRAS.
U ou doj caiiiuli >s de mo que sir-
?o para carregar eqiulho: n. preca da
Imiepeud o -ia loj^ n. 4-
f3^ Den* Ai ithmlica de Laoroix;
quem a tiver d rija-s a esta Tipogra-
pliia.
VENDAS,
F.ilinlias de Algibeira a dase
vidlnis de porta a seis-viuten.s, e
de Padre a patuca : P\Ta Praca da
Independencia l e .'38, ta laja do Sr. Antonio Jos
Bandeira de Mello ruado C'abu-
ii na na dosQuarteis venda
U. 2, na Tfavessa do Rozario pa-
ra e Quetmad*1 loja n. 7, e defron-
teda Igreja da Mfadre de Deo.--,
venda que foi do Rezende.
V3y Uma scrava dn-trinta annos, de
naci Benju II i, b>a la ieira, e uto ni-gto
da mearos n.c<>, de ao anuos, hom >no-
eiro : ha Pr-ca da Iudepondencia loja de
chapeos n. 3-1.
arjj U-iirt escrava ladina de idade de
20 a 25 humos, coM'nha o diario, e lava : na
iu.1 da Caleia do Recite n. 60.
Vf9* U na c.-rloira de duas faces com os
seos comptenle moxos, outra dita peque-
ras, um me^a grande dearaarello, e duss
d as p g.-ardar pap.^i-., fenos dod< riti de bom-
ba, um eog-nlio de lirar agoa com rauila
f.cilidade, enxadas do porto cliega las ol-
tirDaiih-.it.', ferragens de Engnho de lo-
Ha- n.s .jija i ladt s, louca da Bulla, A occa-
duies de aasucar, e um cavalbte, tudo por
preco commodo : na ra da Moeda ao p
da l'.i I) ..
%J0* Um frjsqueira que serve para vi-
agem rom arraujo-. pira mais de a pesuas
por prpeoc/inmolo : na ra do Queioia-
do H.ji O. 5.
'flf^ Uma morada de rasa torrea na ra
de MalMal Cuneo no Uairro deSaoto Auto
nio : quema pe.rtender diiija-se a ruado
Mundo noo D. a4.
W Urna negra da Costa, tem inuito
hom leife, sabe tugo na*(liso, c; sinhar so-
friveliueute, I.itji- de saban, t tnuitu boa
vendedeira: n >tteiro da Boa visla n. a9.
Siy" fjoeii o-< le gazemira bord dos de
div< raas cores, por preco ebmtnodo: na
i ua do Cahug l). a junto a hija *i~ cera.
Ijty? Veode-se, ou futa se a Barca A-
merirana Gove or \on Scbolten de aai
tneljadas foriala e cavilliJila de lo'oe,
mui vell- ira e em tolo o sentido prompla
a S'guir viagem p-ra qnalquer parte:
qoem a peifiider diiija e sem demora
C'G. Fprrrira & MansGeld.
W Uma carroc mui'o raslera le
quatro rodas, e estas de ferio, que carnea
dius Ca xas de assurar, ou ^t.a oi o bar-
ricas, obra bem conslruida. L)u. s l>arr.-s
de ferio quadradas de mais de duas pob-
gadas, ch.ip.is de fero ^i mi-snii lareura ;
quai toll.is vasiss que forlo de ole<, vidr>;s
torcidos imitando aljolre, pCopiio psra in-
feiles de b..i'n de vidro, tinta verde em ba-.
nz o latas, esltirasde Angola, um leito ile
ra roca j usado, ump muito boos; ashim com mulas P-rrag- ns
velbas (pie nio dpsigifd u a q-ialqucr !ei
reiio, ou senalbeiro, e i(>u. fu\os pequeos e grandes para rurpina,
tudo por preco rom>nodo :aiio araiaseui de
vidros ao ledo da .ad-i
HWP O PpI:ix-i Americano Neptuno de
hile "de 155 ton.la Jaa construido em
i8j4, fairado de cohe de novo, em Agos
io do anno pa-.aado, prompto a aegoir via-
gi-m para qualquer porto: i.s pcriendi ntes
dirijlo-se1 aos consignatarios Henriqoe
hor-ter fc'Cbmp.
3^" Si.perioies panos finos e orr'in-
nos, cazenii'as de cores, fus-loens moler-
nos n de {rosto, v< I u-b>s lavradoa, e tizos
para e>|<-tas, cambra as borladas finas,
c*sas litd aoperior, "bicosde d' de linbo,
SfStldos desfilo', pai ca de seda de cores,
sarjas |i)is e l-vradas do be ni go-'o, mrias
de seda pira Sebor, lenvta de alci.ba*sa,
i n.peo5.l? sol de seda, ditos de castor, e
'""ssa, sai jas delao, bn'm de lodosas cores
para calgcis, madapol ieos lino, chitas de
tdaa asqualidades, e outros muitas tasen*
das todo por ptvon rommo to : n i loja de
rirmiano Josa Rodrigues Fernira Da ra
do Q-ieiromlo.
%r^" Um moleque de nacao Ang'la, i-
(ladede i >. auno?, e I onita figma, e una
nrg-a moca com ehelidades, o propria pa-
ra vender na ra ; e lbaro de p de supe-
rior qualidade, viudo da Cidade d< Bahn :
na loja de ferragem d^- Jo/e A. M. Basto
& Comp. na ra doQueimado D. i4
fcJP 9 srr.ivo desnanlo, de 20 annos,
p'Oprios para o bervifo do campo : na ra
doFogo l>. u.
VJ" Um cavilo roco l*om CBi-.og^dor
e e^quipa, mu'to rnanao e bom pacero,
b-ni ramuda, ior piego cororoodo: na
ra do Q leinidd-i D. se dii qu.m ven 'e.
1L51 Sope iinvs bizerros e raarroqnini
a 17^000 rea a dii'ia : Nna na Nova de-
fronte dfi oitio da Matril loja I). 4.
IHJ*" Urna esCl'aVa crioula de i3 para
11 annos, com lo'as as habeli-lades neeessa-
ras para arranjo' d irna ca-a : no lari{o
da Santa Cruz venda de Luiz p- reir Ra-
pezo.
t'os, clugsjoa 1 ecenteineuts : na ra da
Cadeii v.Ib n. i4.
%C3f" Urna caz* trro, com grande so-
lao poe est'r teta navejad., o nova. Ma
no largo deS. Pedro ds-a Ci Iade D. 17,
I|.re e des-mharacaou : no-1 tu a do da to
da deata Cidade, que ac li.ua com quem
tratar.
?,jdo ; julgi-se eslar acoi'adj em algnin,-
rasa, seu seubor protesta baver s das
deseivifo d-' quem o tiver recplbida z e
qum a pn hender apodera levar a ra
do Vig-rio 11. ai ou no Sito denominado
Sobiadinbo no caminlo que vai (Je B llem
para Oiinda del'route do Sitio de t). Tbc.
reaa na Tacaruoa, quesei bem 're. o n-
peucado.
WT A tre anoos e tantos mezps fjfi:0
umi negra dnselo Reb 1II0, de 35 noca
pouco mais o j menos, altura regular, e-pi.
gada dotorpo, caa muito beiiuost-, olhos
piquenos, fiemas finas ; e tere muito
ten po 11 ling^tibo do Anipar, porcm
lempos que udou vendeudo n iode/.as pe-
la lita de 1'amar. c, Matia Purinba, <
l'a-m.do, e talv,-?. e-t.ja e-n a'gooi Enge.
nho ipi'-.iihid* : ua apieheiidedon-s levem.
na a su'senlioia a tiuva de Lil de Boro
que perlo genertiaaniei le rtC"m|ieriS'dos.
T3?" S.ibhadoai do coi rente fugiu p.
1 .s 6 horas da manila U-n moleque cri;,,
deiaoui3 snttos d'-'a no "(mas feu actual h^uhor o I/.m chaniac
em 'evou vesii Quem o iprehei.d.-r, queira conduz-ly ,
ruando atierro na pi ion ii o casa do Sor. O -
lucir, p gada a-.cbi.-s, no a p 3. an-lac
ou n-i ra do Vigariouo Reiile n. 1qi que
sei reromp'U auo.
40^)000
W~ Da-se de gratificaca quarei*(a
md r.-. a quem pegar um esravo te no:ne
J.'8C Nac^ Pirtiolo lugilo cinco au-
no- p mico 111 iis ou nieno.i sua Sra. Anna
d'Olanda Cavalranti do cilio dos aflitod,
eontiauo ao do vtlbo Oliven ti m es se-
guioles signis 1 rpo estatura regular,
uabtltos pi iiici|ii.. apontar, he muito pe-
lo e ir.u.to picado de bexigas, tem o naii*
grossi>, d. niesf.lv..s jf* foismrado cujas
marees oncervH : tim fug.do diversas ve-
.-ese apclidando se no malo por f 11 m. H''
noticia que fora aprehendido a pouco tem-
po e entregue no engenho N >vo : quem o
t. 011er e c n 1 !>r a ni. nriotia-a Sra. ni
a Joau,ui'm da Silva Ssiles roor-idor na ra
doColicgio recebera' irnnudi.itaini.iite a
leierida quanlia.
Taboas das mares theias no Fono fin
fernambuco.
17-
3
?J 19
8 -T:
Q:
-20-Q:
al-9:
5 aa ~S:
a3 :
. - 71 . 42 n>
t - 8 30 .
a. - 9 -18
- - 10 - 6
0 - 10 54 ,
i. - 11 4a'.
0 33 - 0- 30
) Van.
Tarde
KSCHAVOS FUCIDUS.
Na noile de 20 deste oiez desapa-
recen urna preta ci ila de nome Benedicta,
bia figura, levando uma saia de xi'u auj,
e pnno da costa, cuja foi de Ca ralba da Fonceca Lima ; quema.mi
ber ou aprfhndir levem a su senhora
Ftl cia C< elbo di paz, no bem dos B.u bei-
roa, que tei 50$ reis de graliQcaci.
%\y Fugio n da l2 do ce 1 ote hu-
na preta d uoine fbar.elina-, crioula, ie-
preseott Itr tnna e tantos annos, alta ,
seca do corpo ti-m o naris muito cha-
lo, e todo ci irado de marcas de b xigis,
lalla muito bem, lesou vi^lido,de Ch.lU
fiel du quadrinlio-, c panno da coda u-
NOl ICIA6 M A r.ITIl AS.
9avies entrados no dia ai.
Maceio ; 4das j Pataxo Bomlim Ficr
da Aroizatle, M. Domingo-. Lopes de Amo-
liui : rui.-l'ir.i e mais griu-rOi: aom-s.-no
Viestie. T Liverpool; 28 das 5 B-irca Ing. Wilitm,
Cap. Ro'iert Biutu-e: Vuiios getnrc-:
Rmsel. Ton. a9S.
I.ibva; 4a du>s ; B. Pjit. Africano,
Cp. Silverio 1M1U0.I dos Rei^ : aina
generes: Tboma/. de A(jui..o Fonceca.
Ton. 284- Fa.saHgt ros 8.
Dita; 36 das ; B. S. Joze TrunfmlP,
Cap. Jjte Concalves R'.Za: vatios gene-
roa: Antonio M..rq -es .la Co^ta Sua res.
Ton. 220. i'a>ageiru 1.
Sahidos no mesmo dia.
Rio Formlo ; S. Jozo Triunfante, IWj
U-.-ori-p-e (-'ai neiro do Viineida : lastro.
Porto j Patato Post. Kaanicitado; M,
Jozc liento Lima.
Di'o; Barca Fort. Bella Pernanibucana/
dp. Em'gdio Joze deOlireia; aisocar*
ter.v., na nr. ib M. F. Faoia J.';.
c -
L


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