Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03055


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Full Text
ANNO DE 1837. SEXTA FEIRA

20 DE JANEIRO N. 16.

PRHiiAMitnoo. ha Tir.m Al. K.de (asi.. IH37>
DAS DA SEMANA.
16 Secunda S- Marcello M.'Atnl. do Juises. do Cr..
de m. e de t. se*, da Tliczouraria l'uWica e
Chanc.de t-
17 Tere i5. Antao .vb. Rcl- de m. e aud. do J. de
O. d t.
18 UuarU S. Prisca V. M. Ses. da TI.. P.
19 Quinta S. Camilo Rcl- Rcl. de m. aud. do J. do
C. de m. c Ch. de1^
20 Sexta S. Sebastiao e F. ses. da Th. Pul. and.
do J. de O. do i. s
SI Sbado S. ignez V. M. Rel.t de m. e aud.
di V. -G. de t. em. <(linda. Luach. as 4 h. c 58 m.
dat.
22 Domingo da septuagsimas. Vicente, e A.
Ttdo itundfiirndf de nos raemnni Ha nossa |>ru-
dcuca. mo.leraco, e enertrla.-coiiluiuemos n>m
l'rincipimiios. e neremo i'oniadoa com admira'
cao eutre aa Naqoes maia cultas.
Proclamufit da jliitmblea Siral dt Bratll
Stllii>r.rere-ie a I000r. mentaes imm> SilianUdo.
iieit T piinrana. ra das Cntzes D. 3, a nn Pra-
ca da Independencia S. .17 e38 : .....i.....recrlirm
correspondencia* letralioadiis, a aiinuiicioJM naerin*
Id x" -(.-,. r .i i. kihIi doi |irrina aaoipiiuutea,
e rindo asi|riiaHoi.
CAMBIOS.
Janeiro 19.
MUOnretSS D-. St. pni lCd. ou prata a 50 por
0ientO.de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|u premio, por metal, Nora.
Franca256 R*. por franco
H io de Jan. (i p. <:. de pretn.
M'ifdas de ti,,400 I3..800 I3400
4000 6,.0Oa G.,800
Pesos i4o
Premio da prata 50 p. c.
dn lettras, por me I 2 por o|0
Cobre 25 por cento de descont
PARTIDA llOS CORflFIOs.
Oltnda_Tpd-ii us i Qoiana, l ha.udra, Paraiba, Villa do Conde, Ma-
man'iinpe. Pilar, .?<.. de S. Jlo, Rrrjo d'Areia,
Haintia, Pombal. Nova de Sousa, Cirtade do Natal,
Pifas de Goiaiuiiiiha, e Nova da Princesa, Cidade
da Portale/a, Villas do Aquirv, Monte mor novo,
Arocatv, Caacavel, Canlnd, firan:a. Impera*ra.
8. Bernardo, S. Jlo do Principe. S-j! rar.'.N.nn
BIKer, lo, S. Matheua, Keacliodo angue. S
Antonia do .Tardini, Qucxrraniobirn. e Parnabl *
-Segundas e Sextas feiraaao mel lia por ria da
Paraiba. Santo AntSoTodas ta-qvfotai friravar
meio da. Garanhnna, e Bonitonoa Jiai lo t -4
de i ad.i mer no inein dia. Floresno dia 13 li-
rada mea an meio dia. Cabo. Scrinhaetn, ISio !' mozo, e Porto Calvonos das I, I le '.I dv i:a'-
mes*
H"

PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUeO.
COVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia i9.
OFFICIOS.
Ao Director Interino do Curse Jurdi-
co, itrn. ten lo-llie por copia o Avizo de
ig de Desembro do snno passado para
dar a inloi macio, e esclarec men los, nel-
Je exigidos.
Ao Presidente da Relaco reme-
tendo-lhe, para su* intrligencia acopia
do Avino, que concede ao Desembargado!'
Francisco de Paula de Almeida e Albu-
querqe liteoea com os seus vericimetitos,
para residir na Coi le o lempo que decor-
rer ate a fuctura Sessa do Curpo Legisla
livo.
Ao Chitada Legiio de Guardas Na-
cionaes de Seiinbarm, tespondendo Ihe
que o Commandaiite do Balalb t de Uu-
ii* deve recolber quanto antes u Tlie-
zouraria o Archivo do mesmo Batalba,
ni5 obstante o que allega em si u o fifi ci de
a9 de Desembro p. p.: eque quanto ao
Batalba de Agoa Pela, se resolver'o
que convier quando se concluir o alista
ment.
Ao Presidente da Paraiba rerae-
tendo um Avizo da Secretaria de Eslado
dos N-.-gocios da Justica, que por euga
do veio dirigido a esta provincia.
Navios Despachados no dia i9.
Sun.ac, Sao Jos Viajante, Mestre
Henrique Carneiro de Almeida. Para o
Jio Form so,
Hiate Vaiente Pe nambucano, Me-stre
Francisco Jos das Neves, para o Ass.
o pagamento da ultima feria vencida a
i 5 do cnente.
Arsenal de Marinba in de Janeiro de
i836.
Antonio Pedro de Carvalho
Inspector do Arsenal.
MESA DAS DIVERSAS RENDA9.
A pauta he a mesma do N. i7(i.
OBRAS PUBLCAS.
A Repirliq^ das Obras Publica* pieci-
ta de oiliciaes dd Carpinteiro Carpi.',
e Pedrero, assirn como de serenles : quem
quiaer traballiar em qual(|U-.r destes ser-
vicos podem apiesentdr-se ao espectivo
Mistres, tpie leiu ordem p;ra os iece!;er.
I'!s:,i--cao dss Obras Publicas l9 de
Janeiro de 1837.
(aforaea Ancoia*
huma do dito Joa5 Xavier Carneiro da
Cuiib.i, e outro de J me Antonio dos San-
ios e Silva, nomeando tambem para So-
cietatio Josquim Ibgino da Mottd Sl-
veira que se oiriciasse a ambos os piocu-
radores para apresenlarrm as suas pro-
curaces fim de a Caara podar deli-
berar com aceito.
Alberlim : para Fiscal da Fregue-ia do
Poco da Panilla o Cidailo Antonio Ai-
res Velloso Jnior, e Suplente oCirfa-
,dio Ant no Aires Wlleso : para Fisrl da
Freguesia da MarAtit;uape o CidiHio
Francisco Amaro B. i dos Santos Pereira. Resolveu a Cma-
ra que fossen chamados, para tomarent
piovando a arremutaco dos contrarios
do Patrimonio de^ta Cmara que tiva-
ia lugar em o nano pasado ; int"iia-
da.
Outro do Promotor Publico da Comar-
ca remellando inclusa a copia do Reque-
(|ut'rment, (que se llie dirigi) de Mu-
noel Luiz da Veiga, era o qual usava
de expiesses injuriosa contra a Cmara
n'hum requeriinento, qie di'igio aoJu-
is do Civel ; dolido em respos'a, que Ihe
nao competa a acctizaco conlra o dito
Veiga a face dos- artigos 37, e 74 do Col.
do Proc.: inteirada.
Outro do Juiz de Paz da Fr^gu^si* de
S. Pedro Marlir Jo*o Antonio de Oli-
veira e Silva, nomeando pia Fscrivfo
do su Juizo ao Ciilodio Manoel Jo^c do
Nasciinento exigindo a ap pro vacio a
respeilo : ao que a ('amara esalveo que
o rat-io Juiz re Paa remele-se por co-
pia o documento, por maio do qualcons-
tasse a dcmM-. do tcltial escribi pa-
ra ento ter effeilo a divida approvacio
do eleito, eque so olliciasse n'e.-te seuli-
da.
Ostro do Cididto Jos loaquim de Fi-
Aberta a Sessa, fors5 presentes os Sn*. gueredo parlripando que w achava 110-
Passos, jutor Avelloi, Dom'rijjnes, Per- 1 meado pe'o Procurador .lo OBoio daSe-
reira, Cardim, e Paula Lelo,
O^itro do Presidente da Provincia ap- I p5*e na sess- de 14 do crrante, e pres-
BStSCi-
C A MAR A MOVICIPAL DE OLIXDA.
1. Sessa Ordinaria de 9deJ*:ieiro
de tB36.
Piesidcncia do Snr. Gnede.
tarem o c >mpeteote jur imcnto,
N'csla Sessa comparecen o Secretario
di Cmara Manoel d Motla Silveira o
declarou i que se apresent^va, e conti-
naava como Secretario, visto ter-se fitia-
lisado a so liccorj*.
Finalmente reolven a Camsra quo
o Procurador compresse hura livro paia
se tegi.staiem os dispachos relativamente
aokiei'OSi a excepcao deuuli'O livro que
psra os de pichos peres.
Dcspacharad se alguna reqoerimentos d?
partes e p-r ser dado a hora o Snr.
Presidente levautny a S'Mr)6 e v. esta
Acta, em t|ue ais'guara. leu Joaquim
Egino da Motla Silveira, Sciitiiiu da
Cmara Interino a escrevi, Guedes,
Presidente. Doutor Alvellos, Domingues,
ltireira, Souza Leo, Cardim Passos.
fui
1 sppro-
Lida a acta antecedente
vada.
O Secretario dando conla do ex podien-
te mencionou os olicioi seguintes:
DIVERSAS REPARTICOENS.
-'" I II I I 'tlll.....
CORREIO.
Hum do Vcreador eleito Jo Snr. Dou-
tor Chagas pedindo e-cuza de ser Vert-
edor, em razio do era prego Civel, que
oceupa, e j.i ter servido na Legislatura
transacta foi aanuida e resoivo cha-
mar se o emediuto.
Outro doReveiendo Vigario Joio Jos
Pereira escusando-se de ser VereaJor por
se achar molesto ; e outro sim h*ver sei vi-
do na Cmara Irarisacta ; fot coueedida a
su a escusa ; e mandou a Cmara que se
chamasse o cmediato em votos.
Outro do Cidado Joio Xavier Car-
neiro da Cunha pai tecipando, q' por virlu-
^e da procuraran bastante, que 'em do
Proprietaiio do oflicio do Secretario ha-
vi.i iiomradn de servenluario para o
mesmo Offico a Jos Joaquim de Figue.
redo, esperando a aprovacio d'esta Iilus-.
Fat-se scienle aos Operarios do Ar- j tre Cmara; a qual resolveu, quo a vista
tfjiaj de Marinba que a maulji tera' lugar j das duas oomeayes que se anesintre,
A Barca Porluguza, Activa recebe a
malla para Lisboa no dia i5 do coi rente,
es 5 horas da tai de.
ARCENAL DEMARINIIA.
retara deara Catuara, com seu *6iven-
luario ; e que annuindo a musma a sin
tiomcACo, Ihe houve-se ue designar hum
dia determinado para vir tomar po-sc
dv> dito emprego : resalveo nostiitidu a
cima.
Ouiro do Exm. Bresitente da Provin-
cia paitecipando que approvava, que a
'am ua ;. jnstas-e com hum Advogado ra
Ca.'inrca do R-tife a lira de ahi dtTen-
der aeu dirritb; inteirada. E logo pas
ando-ce a pi n< edei -ie a nomeacio do
INTKRIOR.
A SESSAX) DE i836.
.Finalmente, depo's do um periodo de
ceis ntezes, i'ofVticeTiad) a Se:sade tooj:
Sessio canecida d'- t-nruri.t-, corro sem-
pe a^i.ramos. J sobre a sua marcha
por vetea expenderlos nosfa opiniaS ; to-
dava, aiuda com ella nos oceincs no
pre.sct.le ar!20
- Muito tcm Id liado, milito tem e.-ciipto
os defensores do Poder contra a Sessa qu
acaba de coi rer, islo conlia a Opp .si-
ca da Cmaro dos Snrs. Dcpuiados. A
Opno-ica, nao cessaS elles de clma<*,
nada fez, nada dcixi'U axer ; nao ruidou
em emendar os Cdigos,naQ protidnci-
011 o Meio Circuanle, luilo desprzoir
Advocado da (amara sabio ekilO O Dr. I q' |"l(l concmrer para o Bem geral
Fram seo Domingue^ da Silva.
E pas'ar.do se pois a ordt m do dia, is-
lo he, a nonjemeacio dos Olfii iaes da Ca -
maca ; foi eleito pata P ocurador o Cida-
do Antonio P r.ia Dinit! para portei-
ro o Ci-lailio Antonio ( a< tieiro Vil lela :
p.ira Ajudaotes d> Poileiro, Bernardo
Cesar de Mello, e Fe lis Jos do Bumiim :
para {Fiscal da Freguesia da S o Cidado
Jua Baplista da 'Silva Manguind e
Suplente Joze Pereira de Mendon-
q Lima : para Fiscal da Preg esia de
S. Pedro Maitir o Tenente Antonio Ma-
e so te ecciipou com iutn^a, com mi e-
raveis recriminaces ao Coverno,<) p'o-
moveo a Auaiquia,e por (ira d^aampa-
rou a Cmara no momenioem que a Can-
Si Publica p-'rigav!, e i**..rou-se.
Taes sao, em resumo, aaas que
a gente do Governo dirige contra a Op-
posic-<5, e por e-te modo a (jticrem tornar
odiosa ao Paiz. E o Paiz acic-Jitai ? N.i
o pen>-em.
A Opposica nada fez!.... E qoef-i
a Maioria ? Reapondei nos, v- que lan'o
aecusais aquella !... A Uppo ica rtda
noel Lobo e Suplente Manoel Lobo de | fez !------eque podciia fizer mat's a p-


^
i
p >i;o ?! Qjea foi qae disse i Represa..
(cj Nacional: Ka vo? roaos e?t fa-
ter coa que o Catholict Rrasleiro ade re-
ca o dentro lo Imperio ? N i5 foi o Go-
verno? E que fez a O;iposic5, 'anido
o'jvio a propoiica horrorosa?!! Comba-
tan-a con todas as su1 forcas, is-.e a >
G >ve.rna o desenganon.o qae o l.a il nao
quera lulheranisar-se. O Caverna brs-
mio de colera, e v> dissesles: malvada
Opposica! O Governo quit Mur*vi*s,
Opposica o corabateo : Q je indigna
Opposica! O Governo bavu corametti-
do eibitrai-iedade.; a Opposica o cftsu-
, mu : Impiedosa Op >o igao !.... O
Goverooillegalmenta ainn4iou os revol-
tosos do Rio Grao le; a Opposica claman
contra o erro : Perversa Opposica ..
-Cinco metes sepissara, u o Gaverno
pode ver com olho en x utos ->s Uiti mosas
scenaido Pai e Rio Giaada; aOppxica
bradou:T.... Meninos* Opposi-
ca !O Galerno qui Arbitrio; a Oppo*
8 posica O Goverao fugia da oibita era
qae de ver* girar; aOpp-sica o cba na-
va aocirculo t--tcda: Anrquica Op
posica! Via-sea Nao do Estado en pe-
rigo; Opposica corra a salva-la: Mi-
eeravt-l, systematics, desorgaaisadora Op-
posica .'!...
Ew ai, Sars. que defendis o Poder, eis
ai verdades que negis, sim, mas que io-
dos conhecem. E nao coris da pejo,
quando av*ncas Untas fatuidades, como
os que continuamente profeu's ai desabo-
no da Oppo-aca? N a'g iraas faltas O0>
nhecemos u'esta, n* seguimos todas ai
buis doatrnas; mas, forca e confessar,
muito I he de ve o Paiz. Nada fea Oppo-
s:ci ? \.... Muito fas quem afoitamen-
te combate em favor do betu.... Vl*$ que
fez a yossa Maioria ? Tudo silencio-a oo-
vio, e. Bel ao areno do Poder, ella .qua
DINHE1RO, quiz FORCA, quit ARBI-
TRIO, todo llie deo, eo Brail padeca, e
a Patria gema.
Onde esia, mo.-trai-no, onde esta os
salutares projectos que, ao menos, vossa
Maioria propot? Se n vissemos que a
naioiia tnba querido o bem e a Opposi-
ca o mal, nos nos alistaramos em vo9sas
illieiras, rtbrearamos os vossos cchos
com nossa dbil voi; mas bs vimos a ve-
mos o contrario. Para que vos caneis
eoova com falsas queitas? O silencio me-
lhor vos ap tafis em descomp.'ssados gritos, mais os
Brasilci'ros conhecem a grandeza do odio
que votis aos fifis Representantes do Po-
vo. # .
Porq ie qae n vosa M.o a decampa-
rou os liabdho-.?.. .. Bom ; i ella tem
patriotismo! 3 ella quer salvar o Paii!
Para que se retuou ? Disseaseis antes ao
Povo :- BresiU-iros !' a Cmara dorme pa-
ra vossos nle.erses, o (:Ovei'fiond se lem-
bra de os bu car taires oceupado com coi-
sas maiores ;--enio5 nos Cilariaums ese-
neis acreditados; porem que a opposi-
j queaj faz as de.*gi'acas do Poi, na5,
ningueo vsc^. Quem foi que comba-
teo seno^? AOpposica. Quem osa-
poiou. A Maiuim. Qu m fui qe disse ao
Brasil :--Nos ca mi n hamos para oabisno?
-A 0.>pOBc nossas desgracas? & Maioria. "Nioqae
digamos que a Maoiia os prumov que os pode tolerar.
Por tin'o, a Maioria e a que com mais
rata nevis el minar, e ru a Opposic.>5.
Se vos p rece, criminai toda a Cmara,
que anda vos sofrerem s, qae*as im a
ii idoa vem a recair obre quem a merece.
Que impo;ta quea Opposic*6 s<5 promo-
ve a Anaquia ? O. a. lo* do Poder justifi-
c a OpposicaS. O Governo, seotives-
se queri 10, teiia, s-guinio urna linha de
conducta diffeiente, despoputarisado a
Oppo-i^a'3; mis, pertinaz un seos piin-
0 pi", achou melhor cobir-se do odioso
uu-- seu piecedeut s le grangeara e sua
vontade im*"tavel Ib'o (Oi-oudo i.
Rep'litios, a OpposicaS n^Simpeca-
vel : ah e o na5 (9r4 .S boje o Pa-
' z tanto preta a Opp.>sica5, pira is-o ma-
ja que tud. c>n orrera -tui mimigo. in-
iisfenles. T> m f.lta- a Opp sicaS, mas e^-
as fallas desappaieceu quando s-6 con-
fronta da-Vo ii os giaves e ros do laloop-
posto. Na6 qu seraiiKS ker defensor de j
patudos, tos* abunecamos injiuticas; e
IAIO 0 PRlAMC.a
poirtJ titex tiaia a >s alarg^floiiH eta
coasiaVacoes sobe e^< poa'o: par.ora
nada mili li:'U**, gtnriasd melboi*
occasia {tic % pitirn.-O CtocinaKo.
(GV> Diaria do R* le laaetia)
EXTER IOS.
ii :s pahua-
Quem sera* a Regente.
A aeaaS preparatoria das a<9Vas Cor-
tes B^paaholas, tere lagar aa da t"
d carrehte. Orna das printeirM quf-
t6es qae vio ser subaettda* a delibera-
cao desta Assem-Jea: he a farmacia da re-
gencia. A He.-paaba deve aeauteilar-se ;
esta qie t. tem lium< imp irtaacia i mensa : be o ponto de prtila di su re-
revolaco delle pode inBuir n:uito sobre
o futuro das novas institaicSes; ja os jor-
me, de JUadrtl ,'quu sao aSert tica moderada (di juste milieu) d* a en-
tender q 8 a nica regencia p sivol he
a de Cliristina. Oeis-imos de p"arte as
hyperboeas ad ilagas que elles fa^en a
esta anglica piinceza, e as redicalas apo-
logas, netas qaes ellas a recommend.5
aos sufragios da representaca aacional.
Este iusipido furmulario de corte <-' sera
valor, mesmo pata os jornaes qaeoem-
pregan por costume. Apoiaado a candi-
tatara de Christm. o ponto de vista do
nste milieu aa est nelia, mais mu nos
estraageiios. Daa a entender aos Hespa-
nhes que qualquer butra regencia
naS sera de Chriiina seria aos othos da
diplomacia revolucionaria de mais que
poderia ser considerada petis potencias
da qaadrupla aliaoca cono um cato de
loiiptm oto.
Os pol ticos desta esrolaopinaS sempre,
para que os povos nunca fac<-5 cousa <-
gama em sua casa, tem o bel praser das
nac5i>s estrangwiras.
Qa.-nto a i.s, !embi-am?9 ao9 e'on-ti-
tnciouas llespanhoes, que elles tem de
organisarein pa'ra si, e nao'para os nu-
tro, e quep or ronsequencia de vem con-
sultar muito mas os seas nteresses, do
qae & conveniencia das chaureljrMS da
Europa. A 41esp*nha constitucional na.
da tem que i crear das po encias estran-
geiratq eslss poder. >brar por meioda in
tiiga, mas nunca por tneo da forca. Tam
cessado de intervir por ella, tambem ta5
interviraS contra ella. Assim pois a lles-
ptlta est eco plena liberdade deseas vo-
tos tanto na que^U da regencia como
ein trolas as mais.
Parece nos que o jusle-reilieu He.-pa-
uliol, anles d enlhronizar pelos seus liiti-
gos a Cfnislina na remenea devia ao
menoj dar se ao trbalho de lr osarli-
gis da constituidlo da i8t2 que regu-
lad e-te- iuiportanie objaclo. De.de a
procUmacio desta constituicio, he evi-
dente que a rainha mai na5 esta' inves-
tid d ngemia seni povisoriaraente,
por qnanto o artigo i92 quer que a ro-
gencia defititiva .eja comporta de tres ou
cinco p ssoas nomeadas pelas cortes, e,
conforme o artigo s-guinte, pira ser men-
b o da regencia, he pieciso ser cidadao
no goso de lodos os seus diremos.
Assim oque juste milieu Hespanhol
propcm pediuJo q ie Chi^tina teja regen-
te he simplesmente, que se comece por
violar a constituigio n'ama das suas dis-
pu'Ces, que, ltenlas as circunstancias
actuaes tem a maior impurlancia.
Nos bem sabemos que as coi tes foraS
chamadas n.6 pira e*ecutarem restricta
mente a constituicio mas sim p*ra rev-
rem-na. Trata-se pois de tsaminar-se
contera a Hespanha modificar ou con-
servar e-.les artigo*.
N' ja traamos esta que-to ha 3 me-
ses a proposito do Concilio dado a Hes-
pauha, de substituir na pe^soa do nfsn-
te Francisco de Puh, o rimo m
mogo, no actual feinnte. Pcocur-mos
eniaj demon-trar qiea-ta substituicio
seria fu neta a liberdaUe da Pennsula. A
ros principal rasao ela que, paia um
puvo em ettado de regenaraco politica,
e que te oonstitue de rovo } nao bavia cir
cuataaesa mas feiic do q; terum <>-
mkoarcaV ta miaotidade. 0 coastita-
iutes coai'?2eto aa tem que f..llar con-
tra a iiBaeaeia pessoal, e a m vontade
4o principe; Be usa enorme obstculo
de meaos pare be claro, qae vista nao
baver essa obiCculo no throuo, atia o
de Vem psraoT/do delle. Esta resisten-
cia que seno tem a temar da parte da
tbrooo, tsio a deveaa cotloear na regen-
cia. Avilado de ama monarebia, que a
jua ntinoridade torna seos poder, be
preciso estabeiecer ama regencia aaeio-
aal. A Hespaaba tem essa cara tfelict-
dade, de piiderobter essa immenm a-
tagem pelas vas as mais legaes; -tem
que execbtat- os a i tgs da Coast 11uica
LbiKO de qoa! se obrgoa.
(Vlensagar)
Recebemos as fallas francesas de qaiata
leira. OWoaiteur daquee dia anaan-
cia que o-cumplices de Leis Bonapaite
seio iuigados pelo jari e que o julgaawo
to se far na Gdade de Gilanr.
Odtra tentativa de iasarreieaS, filba da
conspiraeab deStraiborgo, teve laigar em
Vendme a 30 de Outubio. Hamsargen-
lo do 4. Esquadrad, denominado Broyant,
sjuntou-te na hospedara de Tele noue
com quatorse bufaares de seu regiment; e
nesta reunan adoptaran o p'ano de tocar
a chamada dorante aaoite, apossar-ae dos
pontos militares, preoder os officiaes de
se.. ico e as autoridades e proclamar a Re-
poblica. Os rebeldes no momento em que
discutan os meios deaag'me t^rseu parti-
do as villas visinbas, estando anda rjo-
rids, ja tnha sido denton i dos to Te-
nenie Coronel do R.imeonlo, que sem
perda detenrpo mandou prnJer o sargen-
to e seus quatorce eumpces. Era quanto
os bia condatir para a cadeia, Bruyut
aproveitou-se d'hal instante de libeida-
de para atirar com huma pistola em bam
primeiro sargento, eneostando sua arma,
cujo tiro foi mortal; aororpo dette nfe-
lit; a approveitand e da coofusa ocea-
sionada por etle acontecimento, fugio da
guarda, atravesso i o Loir nado, e pot-
e n'hum momento fora da tta. Seu
piinipal cmplice, o bussare Thierry,
tambem fuuio prmeira aberta. Esta raa-
nbia, sduas horas, Bruyant voftou vo-
lootarianieiite para o quaitel, eotregou-se
e logo f; levado a-prisa. Intenogado
immedialamerite pelo Procurador do Rei,
acomnaohado do S*.b Prefeto, nada d z
relativamente a seus planos e ridiculo
projectos. Os bussares que se achava
reniii-s na Lte noire oujas armas
estav.,5 car regadas, e foi ao presos, ja ies-
pondeaS ao primeiro interrogatorio.
Esta chaofl'oure na6 passou do quaitel
do Regiment, trauquilliJade da cida-
de de Vendme nao foi' paptuibada hum
s momento.
(Alias.)
Lisboa 27 de S tembro.
Era preciso que a Naci em maca a-
bonecesse formalmente as Insliiuices q.'
lancou por trrra para que assim se tenba
declarado som qae lenhio apparecido asse
decantados Migueltstas, essas Goerrilhas
daLadies que nfestavioas provincia as
opinifo desse infame partido queso quera
agtolboar os bomens ps, a clae nnii
contideravel da Naci. J nio opreti.
sas as linhas do Porto nao appaiece a
Serra do Pilar, nem a defesa da Oapial \.
nada se tem ; lodos obedecem, e todos que-
ren>.
Nenhum argumento ba mais foi te a
favor dos Migueleas, nada poda ju.-lifi
car tanto a 6ua innocencia : n'hum mo-
mento cahiro por tei ra o. bomens do po
der, os Commaodantea da forca armada,
os cquistadoies da Ncio ninguem tenwo
as Esqnadras Franceta e Ingiera surtas
no Trjo cujss Nacbes linhio reraabarcido
a Caita, e feiro bum tratado .-ol. rnne para
a conservarein, ninguem attendeu ao futu-
ro, o que ouizerao foi tancar por trra bu.
mi obra Estrangeifa, hum iVluimnto de
sangue, edebwr-oi boje todos somos Mu
guelstas poi qut lodos nos oppomoi Car-
ta, qae s pela Dsabo, ou como parto in-
fernad poda ti traeer tio perversa gente:
huma caterva de aaanstro', e de leras que
n de tigres podeai ter o verdad eir oome.
O Dwbo Ibes d o premio que elles mere-
cen!, e osempregue nos mais miaentes
lugares do tu .Reino.
Oua oomos novos Hroes va depender
o socego do Reina, a lelicidade, e a pros-
peridad [da Naci Portagueta. Quere-
oos obras, nio qneremas palavras : *t
aqui ha boa f: amsnbi tal vez appareca a
vioganea. Lembre-se sem pre o Governo,
e as -Go tes ( que prximamente se vio a*
juntar ) qae os Deslieos que vio reger sao
oa do Pava Po.tugue*; ao JKOv jueaa
fiadba M ser este Povo ntaralaisota mf-
fredor. a
(TrombeCa Universal. )
VARIEDADES.
Apresciadsres enthusUstas do } menta
potico e de mais penhorad<* peto Au-
gusto Objecto a quem se consagrioaspae-
aias, que abaiao transcrevem n*Casa-
mos deata traascripcia huma omeaagem
que gmtosameateffertamos .Ilustre Me-
za Bahiense pe'o destiot**meiaciinnt do
mu estro sobre toda Bus ious tercetos 9
teu soneto. ... .
Os R. R.
SONETO.
O Jubilo Senhoi! em que me inundo,
Me tolbe os .ns, e me abate o canto;
Por mais de veaes coto, a vos levaoto t
Cantar parlando Teu Natal jucuudo.
O' Graode O' Immortal PEDRO II. !
Quero louvar Te, mas n> posso tanta :
T es obra do Cea, seieno. e Santo ,
T sers o esplendor Ao Novo Mundo.
Do maior dos Hroe guinda o tri-
( 'no.
Salvars o Bsaatt que PEDRO ara-va ,
Mostrando ter da Patria, hoiti digno Fi-
( I lio.
Di iaamaigens, qu olpiranga lava,
Nio me sarpieheode, d'este Hvioe, O
( bibo,
Que de til Pa, tal Filho se espeaa.
A fiel Tiopa Bahiana
Jura ao Braail, ju'a *"n lo
Sustentar do Impuoas L.is
Defender Pedro Segundo. ,
Esulta F A' vista da EOigieamada.
Que sndo assas venerada
Est na mente esculpida ;
A Pedio amar noscoovida ,
A razio que nio engaa.
De adoral-o pois se ufana
Nosso invicto General,
O Povo g>atu leal
A fi 1 Tropa Bahiana.
Tropa aguerrida e valente
Que a moita encaras asusta,
Tu s por hum dever ju.te ,
A' Monanba obediente.
A vemhoje reverente
Render hum culto profunde
A esse que Sem segundo
He j segundo na historia :
Nao manchar a sua g'o ia
Jura ao Biat.il, juraao Mundo.
Jura i lies conservar
Oeste Imperio a inle^ridade ;
Nio consnlas que a mal iade ,
Nos possa em fim separar.
Vosso solo de! rogar
Consentir jmas de veis,
O juramento sabris
Que preslastes a Naci ;
Guardar a Coiibtituitio
Sustentar do Imperio as Leis.



DIARIO D
E PEEN.UlBCl.
^nBDMiiimiitnwiiiiwma
~m?i ijfrtHiJj
.E


Sabias Lea sempre serio
Cumprdas era nossa (erra
K robora croante guerra
Nos fa^a torpe ambicio :
Seja uoii vosso bracio
Mostrar, Pavo e Tropa, a Mundo
()m oaoMOjSolo fecundo
ber sempre afortunado,
pois lena de Noto jurado
Defender Pedro Segundo.
.-' Por O. Ddfina Benigna da Cuaba,
por ella recitada no Tbeatro de S. >
desta Cidade no FauHissimo Da -a de
Deaeosbro Aouiveraario do feliz Natali-
ci de S. M. I. o Steober D. PEDRO II.
Imperador Constitucional do Brasil.
( Gazeta Comraercial da Babia. )
Civitatiba etaque in*ttuts judicia eo
magia uecessaria fuere quia siue os ,
nec vigor Legua Sobsilere, nec Pax
Beipuclim interna nter Oves couserva-
ri potuit.
Bochmer L. i, C. 7 a i.
Quem dira que eu pobre Ser tana-
io nutro em mim desejds a lempos de
ihe comraunicar o estado tamehtaTel em
queaeacbo ates Serios, resplo a ad-
mioistraeio da JuSlice, e que nem os tero*
pos neo os u>esraos tactos pur repetidos
lera risrado da minha dea taes desejos ; o
por isso nio podando mais suportar silen-
cioso ; vou aventurar esta corresponden-
cia para ver se topa era sua folba hum
canto, oude a ntroduza para chegar ao
oonhecimeoto dos nossos Diputados e do
publico o pezo enorme que carrega
sobie os boos Cidadios dos SeittS desta
Provincia.
Smi. Sr. Redactor de que serve de
que val a Le. que mandou criar Joizes
de Paz em cada canto destes n'atos ? Res-
ponda Sr. Redactor ? E visto V. in.
nada dizer ou ihe vou expr no passado,
prsenle, e futuro, que be 6carera os
Crimea impunes e era ao menos Pioces-
sado, porque apenas hum matulo galga o
posto de Juiz de Paz que para isso muito
tiabalha, eque pelo pequeo eii culo dos
votantes fiea-lha mais fcil obter e eis
^jueempoleirado agrega asi roeladuzia de
acin.irosos ( que mu i tos dos Juies tam-
bera o sao ) e o verbo rapio he conjuga-
do por todos os modos e lempo, e leva-
do al o Supino e como a ignorancia he
rui dos vicios de mos dadas caprichio
era massacrar a Lei o Cid .ni o hone-t ,
prolegendo assas nos quede cdlloergui-
do passeiio nos seus l.'istrictcs e se aiuda
estives-ecm u>o leligioin eiguer hura mo-
numento da Cruz como antigam-nte f>-
ziio os Povos por Jevoiio no lugar do
A -*!.* no O viajante, que andasse desde
a Cariuhanha at Jjazeiro julgaiia estar
metido em hura Semiterio pois este ter-
reno he o manso aprisco dos facinero-
sos, ao menos por mim ronbecido mas
eu Sr. Redactar, que j estou acoqu-
inado a ouvir esta ordem do da s digo
commigo mismo meu Dos o mundo
est para acabar e principiou a sua de-
cadencia pelo Surti, e como ato nio ha-
de ser assim Sr. Redactor se a Religiio,
que tanto Ireio puuha acs malvados, est
a par da adininistiacio Judicial, de forma
tal que a vida futura, a mmortaldade,
pa&sa por fabuja a ressoreiefo da car-
ne oo Juieo final sao parvoistes. Todo,
que levo dito soflre ra issimaa exceptes ,
e de que servir a vara de Juiz de Paz, oa
mi de hum mono desta catadura que
nem tendo Esc r i vio c nem moral,. tu lo
he verbal era s.^u Di-trelo, e quando al-
guma parte uffendida Ihe requer coma Le
u desagravo de sua pessua e bent mos-
trando'* Ihe com o ddoali est o assa saino
responde m ara tom absoluto Sou livre ,
nao Despicho a Lei no meu Districto, be
0 que eu quero ; e por outro lado olhi-
do qi,e rhetoiica ou scienciedv qual juer
materia hade ter bum bugre desta natu-
reza para conciliar as partes e diffeiir-
lbecom justica, quando apena* sabe assig
n.>r seo neme anda mais que respei-
1 > hade impr aos malvados hum Juiz da
P..z que o seu trajo ordinario ou slo hu-
mas vestes de couro que tiradas estas i-
ca em huma va va ( nome que ten nes-
tes Sertes bum mulambo amarrado na
siotura, com hum barbicsxo amarrado
por entre ac pamas ) e na6 temeudo tia-
dicaacas, laboran eui todos os feitos pos-
tergando as Leis e tudo sto exrede,
quando estes Juizes sao agregados do Pro -
prietario porque este ( ja disse com ra-
ras excepedes ) manda e n.-5 pede e o
seu Sic .folio Sic Jubeu he a Le, que nem
soflre reforma, nem ha quera a pize. Tai-
vez me responda V. m. Sr. Redactor ,
aonde est o P rornotor, o J.ait de Direito
merino, ou vitalicio? Em quanto aos
doaa prmeirosmie-se noEspelho cima,
em quaitto ao ultimo peco Ihe que o per*
gunte aos Sis. Juizes de Direito M., eS. ,
que Corad deatas Comarcas e as deiand
oo Slcut eral. Labora na mesma nullida-
de ; a Lei que cribu Jurados nestes Sei to-
es, que tam servido ta sorente de bene-
ficios aos malvados, querendo imitar com
esta Lei as Naces civilisadas e Franca ,
Inglaterra nio se terebrando que n-
quel les Pair.es nem ha G baias, Casca-
vea Sucruiuz Oocas, e muito me-
nos protector publico de malvados que
se utiera de ver correr o singue humano,
e rinda appateeendo l v. g. hum Lo-
bo fazem-lhe huma montara era mo-
mentos perder a liberdade ndifinida que
ca he agiariada oh! tmpora, oh rao-
rea. Talvsz me responda Sr. Redactor,
que homens desta catadora a Lei os nao
chama para Knvpregos Pblicos, e eu Ihe
respondo que oo senaS I- de criar, oo
elles haddeer Candidatos pois nao ha
esculla para mellior visto a grande chus-
ma de Empregadcs Pblicos em cada Mu-
nicipio, e muito tem concorrido para tu-
do servir a creaca das Guardas Nacionafs
nestes centros poique sendo Guarda esi
hbil para ser Eleitor Juiz de Paz Ve-
reador SfC valendo-se os ambiciosos de
galgar postas daquelle Ait. da creaca
das mesmas que diz, sendo o Guarda
pobres Naca I lie fornecr o faldamento,
e por isso a toi to e a direito se v em Ba-
tahes pelo centro aonde apenas te pode-
ra crear huma ou duas Companhias fei-
xando anda a'ssim os olhos as distancias da
qualquer Guarda para as reunies m saes e porconsequencia ErapregadosP.u-
blcosos misinos decidindo em negocias ,
que nem sabem ler nr-m entender. Ceito
Jurado em hum Jmy sahindo no sortea-
niento, e por consequenia Juiz do ju'.gi-
men t o de ocusacao querendo se mostrar
a seu Senhor bomSeividor foi o priraei-
ro que dirigi a Palovra em huracano
gratsimo e disse Nao.ha peconha pa-
ra a accus.-c pensando que o pil* e a
materia naquelle negocio era huma e a
mesma cou-.i todu es mais icspoudera
-- Apoihado-- Apo'hado e desta forma
ficou o R) livre 1 !! Senhores Deputa-
des Hrovmciaes, e Geiaes d em pro-
videncias salutares ao centro, pois a Cons-
tituica se ella tem saxosos fructos o
humera pacifico nestes Series o n tem
provado e permita me dnev Ihe6 que
o S m(.. nad pode ter Jurados nem ho-
mens para tantos empregOi, qua.s manda
a Constituica e que no caso de nao ser
rerogavei essa Lei deve enta haver hura
Jury arabolanle composto de homens que
tenha voto no Juramento que pelas sit-
as faculdades saiba o que decidera e por
huuieus formados em cada Villa para ad-
minislrarein os bens dos O fios, e Polica,
dando-lhe alguma foica armada para nao
obrarem coacto, a no lira dos tu* luga-
res sindica ma os quaes podem ser tara-
bem car regad >s>das conciluces e final-
mete erear-ae Provincia no centro fa-
seodo dennicacao de Joazairo a Caiinha-
nba de huma margera aoutra do Rio,
fazendo Capital na Villa da Barra pois
Oeiras quando foi elevada a Capital nao
offerei'i* tanto nemmelbuies experien-
cias de bem publico, que be en que se
funda a cunea pon deucia do
Amante da boa Ordera.
( E&tava o reconhecimeuto publico. )
( Da Gazeta Comm. rcial 4a Babia. )
CONRESPONOEMCII.
Sis. Redactores.
Como q ler que nao appaieces-e nem
squer hura Cbristafi novo para lesoKer
o Problema de.Moial do Clirita velho,
inserido.no Diario do ultimo do mez pas-
sado, eu, que estudei as aulas das S leti-
cias paraaer Em prega do de Fin ancas, vou
dar aseguinte resolucad do tal Pioblema :
He licite, justo, e santo, anda liad sendo
Cita-Chrsto, intentar huma demanda pa-
ra se darm bandos no Cajneiro a hum
genro Automato. Atqui tal he o noso
Caso, la go demanda ; e mais demanda ;
porque niuguem est obrigado a ser per
omnia scula seculorum.
O Abrs-caiimb.'S.
Vice Consolado do S. M. Catlica o Per-
nambuco.
Habiendo recibido del Sr. Fncargado
de Negocios de S. M. Catlica con dac-
ta de a i de Noviembre del ano p. p. or-
den (en virtud de la que le fura ordenada
por Exm. Sr. Primer Secretario de Esta-
do,) para que fasa no solamento publico,
que S. M. la Rey na Govet nadora, en
nombre de su Augusta Hija la Revne
Nuesta Seora D. Isabel II, haba orde-
nado se publcase, y jurase la Constituci-
n Politice de la Mooarchia Esp>uhola,
Sancciooadn por el Congreso en el ano
i a, enteiin reunida la Nacin en Cortes
raanilieste expresamente *u vol.aqt.ad,
los subditos de S. m. Catlica, residen-
tes en el Estrangero, se jure dba Cen-titu-
cion :-Se pi eviene, an su coosecuencia a
los tne-mos Subditos de S. M. Calholica,
residentes transentes en esta Cendad,
y sus mediciones, qae en los das, oo, a
34, e 3o, del corriente mea de Jaoero,
son, los Sealados para que Unga layar
lugar dno Solemne acto, en la Cancella-
ria de S. M. ; donde debern presentar-te,
con dboobjecto a las i* da la maana
de los citados das; Pcruambueo 18 de
Janero 1837.
El ViceConsul deS. VI. C.
Nono Maria de Seixas.
AVIZOS DIVERSOS.
Oabaiza assignado faz publico, une em
seu poder existe una carta vinda do Rio ie
Ja11e.ro, com s por seuVonteudo o iseignalura Ihe nio |>er-
lence : toga por tanto pessua que un do
mismo nome, que ten la a bondade diri
gir-se a caa da 1 eziJencie do ibaixu assig-
114de, na ra das Cruns u tuno 1 obrado do
Jado direito hindo para S. Franc.-co ; nio
su' pata teerber referida caita, como pa
ra mudar de n m-, porque o ib .ixo assig-
nado be mais litigo, e tendo vinte annos
de residencia nesta Cidade, so* agora be
que aparece outro.
Joze dos Sanios Naves.
O abiixo assignado fz saber a lo
das es pessoas a quero couvier que elle
a quem compete afei ir era o fifutiicipio de
de Oliuda, e que podem p.-ra ito firn pro-
curar ao dito am sua casa ra da Bica, de
S. Pedro primeira casa srhindo do vaia-
douro n. 4^, em particular avisa a quem
inunda vender leite, mel, a oulros g. ne-
tes que precis4o do medidas, pois alguns
nio ucio afetir. O mesmo av>a os Sis.
que com elle Iratirio robra impoatos das
bebidas, de un eoutro negocio queja paa-
sa.de tempu de pagar o reguodo quai tel, a
aquelbs que o nio lea leite pode tu po u-
nro Ricamo era sua eaa cima declarada.
'Vicente Fe r re ira Marinho.
Iff Quem aniiHnciou no Diario de
honiem qu-rer f.llai com U. Libana,dir
jaaw alta* da MainsdeSanto Antonio D.
5.
ajry O abiixo assignado faz iciente aos
Snr. Coi le lores dts ageardentes da Ierra
que deixeu de vender na aua venda da rae
de Orias o ref. rilo genero, de i3 de /an i-
ro .correte em dune.
Joio Ftaoci^odeOliviira.
W^1 Na ra da Cdea, loj. J? ohapro-
n. tt pieci-ate d'uua negro cos til
que seja bel, ao qual se pagar Manta!
annual, conforme o ajuste j ailvert:... 3
se, que os ataeres sao icuitu SJJmtHatOS.
|CeTr* Pieci-t-se de urna casi per
praca, como saja na Soledadeou aTMano *
Cidade de Ulmoa, eouij Lenba corri
para pequeua familia, purea que V->
bom quintal e ronca lu, ea^seiado:
se alegue por uas poucoi de annw: qu
ti ver dirija-se a ra da Cadtr. L). 4 a t'-
cum Fraiictsro pacheco de S.
f/jm Pi;ecisa-oe de um coziubeieo, J'^r
ro, ou captivo ; ua ra da Cdeta \ t>U .
li.
HP Quemquiser rebaierdti.-
cas fiitaam duas propuet* 1 > :,..
dade em a9 de Agosto do ann^ p,
vencer era 29 di Abril do prestir.!'. -
baa litres, e destnabancadas, e-u b a 1
gae.1 coniv* se deiuenstia, sendo un, ,)
2.500J reis a Joaquim Joze Fe.ivir.. ,
p< un-, na ra Di reata sobrado qu4 f... es-
quina do beca hamade dajpenha, e-outte
de 1.000$ reis a JoSo finptista Correii
Nunes 00 at ierro dos AUogidoa casa ten gi
de duas poit.s cora aaxi oonfioate o vi-
.veiro, lasen lo ambas o total dt.500
res, eouuiu o hipotecario toa grtndissima
prensan di rc(iiar-sa deaU Culada, por o
chama rea a entra pirte novos negnos,
que Ihe imiassio prajuios aa a te na,
par isse oaterece a quem quisar negocia.'
ditas hipotecan oa lucra* vencidos Pimbas:
os preteudentea diiiiio ao raiteeie "* I).
3 das b borai as U d. manh, af.das 3 as 5
da tai de, ou auriunciein para aerara pro-
cutadcis
fja p, ixim de un caixejro de in a
li annua, que l< aba alguma pratica delo-
ja de miude/.aa : qnem estivar neataa cia*
1 analaucias \ anuaucie.
Wr Den ja ae I.llar ao Snr. Franciaeo
Duavte R.beiro, por aoroga-se ao dito
Sar. annuucie a aua roocadi...
Wp Precisa se fallar com o Snr. Jrze
Mximo mu/ico para negocie de seu nle-
resse, ou.pom q^em su.-s ese* fiser, no lar-
go do Livt a ment D. la, loja demiudesas.
JGP- Juaqnm do Reg Barros Peno i
anpuuciaqu Joze Antonio Liio rleixa d.e
ser seocaiiceite na casa denegurio que tem
ao piTio das c-uoas da ra N procuiapara a mesma ura ache cora suflicieocia pata da-- c< ufa da
admiuisUvs'iuda ae.-raa danto boa Cianea
(ia aua conduela, etilo duvida pag^r ,-uffi
cieniemenle; queot ealifer n slas i<(ung-
a ricial dirija se a mtiii.i casa, <>u a I. ja do
Peasoa e Mello, n* ruad. C*bu,, ou na
casa de a res den i* era Apipucos.
la^JT Qum precisar de urna ama paia
se. vio de dentro de casa de Imin-rn soltei-
ro j idosu, dirija-se ao beco do Lob to, la-
do do pe 1 nte D.aa.
|HB** Piecia-searrendnr um sitio quo
lenba bastantes aivuies de frutas, baixa
pata plautaviude capira, com casa de vi-
verrla para familia, .-en to da Capella de
S. Joze e da iios A 111,dos al a Suledade:
quemo ti ver annumie por este Diario pa-
ra ser procurado.
jrjp Quero.piecisat de um escnventej
aununrie para ser ptocuraclu.
a/y O Snr. qi.in annuncion que1 s r
caxeiiode urna tiMriu*, dui a-a#a3 'li-
tas D. l4p-*a tractardos" ajuste
ajy 1N0 dia Segnr.d le..- %i ^./..re-
tente me/ie hade arrematar pila a* Va> ;
do Juiz do t.'ivel a serrana pe: lencente a
Felis M-rinho Falcio por penhura que
contra tile encaiiiinha Maiioel Perri.a de
Maraes : imada na ra da Rilx ira dec-
a t'idade, a se aeha avallada muito oom-
med "menta.
fjra)p> Ai renda-ae um sitio Coa casa de
viveral, e arvares de froctas, rom bis
tinte .terreno pai a planlai s e p 1 ra aulten -
lar treta quatro vaccas na Caz- Corle es-
trada que vai par o Airaial: quem o per*
tender dirija-se a ra do Collegiu O. 3.
OJP*, Pirisa-Fe elug-r uroa negra para
vender ta ra ; quem qeiaer faaer este ee-
gocio .nnun.ie sua moiada pira ser pro-
curado.
F-z ra saber eos Subditas Brita-


DAIRTO DE PERNAMBUCO,
ivaecaaB??
tticos residentes em Pernambo.ro que no
dia Sexta I".ir a7 do rorrete pelo meio
dia tai lunar no Consulado Britnico ra
da Ciu paraos fins designados no Aeto Geo : IV
Op. 87. Constipado Britnico em Per-
nml)'i o lo de Janeiro de i837.
"PF O* Agentes do Fe*ta de S. Sebisti-
0, paHictpo ao respeitaVtd publico, coin
particultridade nos Devotos, que se pre-
tario rom suas tunlas para a dita b'esU,
que nao sendo possivel ter ella lugar nos di
as aa, oo 29 do enrente rae* por seiem
ias lambeta fe-tivos por outros lugares, e
se acbarem nellai os Muzir-os oceupados;
?e lera deliberado irausferila pira o dia 25,
que qoaudo d.saparvcem os inconvenien-
tes apuntados.
XJF Precisa-s de ora homem que en-
tend de pdara, forro, ou captivo : quera
esliver nesta cii-cunstancia diriji-so a ra
doCordoniz na padaria do Forte do Mal-
los o. 43.
%qp* O Di*. Mavignier avis* o publico
que por o Exm. Sr. Presidenle da Pro-
vincia est encarrt-gido de reg* r a Ca-
deira de Prtyiica no Liceo dest* Cidade, que
abrir sua Aula noseguinte mez de Fh-
verero quando asoutras do mesmo Ly-
reo.se abrirem ; que a matricula sera feia
em sua caza todos os das uteis, ate o
fim do correnie mez.
Uh Pergnnta-se a actual mzala Ir-
rnaudade deS. Annns, di Igreja da Ma-
dre de Dos, que Ibesdeoo poder de roa-
dar deitar pa.edes abaixo, ragar porta
para o Oes d'Alfande;a, poisaL^ydeiO
de Jucho de 1835, nao da samelbante po-
dei aLiiianlJc, se fasem i.-to por oaB
prtcsarem daqoelle lugar, entaS diga,
por quea N.ica precisa tnuito de arma-
zena, eroui principalmente a A'fandega
que carape de arruazen-, por tanto desdo
ja o Sur. Inspector d'AII'andega podere-
qoisitar o tal armazem, pois tira ao cor-
|er d'Alfsndega, e junto d escada do ca-
es, boa para gneros de Estiva.
9W Precisa-se de urna lavsveira que
seja boa, equesen.. demore muito tem-
po cora a roupa, dando fiador a sua capa-
cidad e queira apparecer na rus do Sol pe-
nltima can terrea, das 3 horas por di.m-
fe.
WW OSnr. B xas, lera a sua resposta
com pontos e virgulas, para n6 6er ta5
mentiroso.
Uum vegia d'Alf.ndega.

W Quem tmniinriou querer 1:000$
te meio por ce rito ao mez sobre 4 escra-
vo* para cerera resgatidcs ero 9 roezes ou
fic*retn veodidos anouncie ou dirjase a
luadoQuartsi D. 6.
W Quero precisar de um rapaz Bra
sueno que sabe ler, escrever econtare de
tnuito 1 03 conducta para caixero de luja
de fasenda, ou fraMes, e que dar fiador
a sua coiiducta se lor preciso, ai.nuu-
cie.
%EJT- Quera annunciou ter 150$ reis
para dar a premio obre boa Gruta, di-
/ rija-se a iua Oireita D. 38.
19a Anua Tbeodora de Jess, mora-
doura no beco da ra do SjI, propoem-
se a ensinar meninas, a lc*r, escrever, e
contar, as quatro especies de cuntas j a co-
ser e bordar com perfeicio : as possoas
queso quiserem utilisar do seu pre-tiuio
podem dirigir-ae ao inesmo lugar.
fl^r* Segunda vez re pete o abaixo asi-
gnado, oanouncioque tez no diario de 6
de Abril do anuo prximo pasaatdoi; o
nual be o seguinto No dia quinze de
Janeiro do Correte armo fugio hora es-
cravo pertencente ao falerido Joze ElisbaS
Ft-rrt ua, de nome Joze, Naca Benguel-
la, Oflicial de capateiro com os sigrraes se-
guintes ; estatura alia seco do Corpo,
pernas finas, ps e roaos bem feitss, hura
taio no nariz, hum calombo por sima do
peito esquerdo buscando o pescouco, olhos
..pequeos, hom dente quebrado da parte
de bims, idade de dezoito a vinte anuo-,
o qual fui visto a tres*mezes pouco mais
ou menos na Villa do Limoeiro intimando
de forro com tenda de Oapatnro, e dahi
mudou se pan os arrebaldes da Com rea
*** N#waretfce, 011 Simbres; segundo me
aposta cvro.o receio de ser ppgado, por ser
a ronbecido abi aa Villa : qu-m del le dir
noticia nijodando-o pegar ( sien do fiVi
-1
que ficarei obligado a qualquer Sr. ,.< authoridade do lugar ) gratiBcarei pelos
paS'OS que der com trinta e dois rail reis,
Tora a dispeza que Ugalmente de bou ver de
fazer a fim de eu ser enttegua delle como
Testamntelo e Tutor dos O. fio do fale-
cido Joze Elisba Farreira.
Juaquim d'Annnciagao e Siqueira
Vareja5.
NAVIOS A CARGA.
Para Liverpool,
A Barca Inglesa Mars, C.tpito Peter
Boper da primeira classe, sahir con tot'a
abrevidade; quero na mesroa quisercar-
regar, dirija-se aos seus consignatario Jo-
hnston Pater Be Comp. rna da Madie de
Dos.
Para o Rio de Janeiro
9* O Brigue Campiosabir com to-
da a btevidade por ter a maior paite da
cat;gt ptompta: quem no mesmo quiser
canegarou ir de pas^agem dirija-se a Gau-
dino Agostinbo do Barios, praciaha do
Coipo Santo D. 67.
Para Angola, e Benguela
O Brigue Novo Alymo: quem
nelle quiser ca regar dirija se ao Forte do
Mattos pienca de Brito & Siqueira que
pertendesahir impretervelmeute at ao
do mez do Fevereiro.
NAVIO A FUETE.
Frota -se para qualquer porto da Euro-
pa o rouito vclleiio Brigue Diopmarquez
Siriusde lote de 250, toiullado-, Capito
H. Schtnids da primeira clase forrado, e
cavilbado de cobre, est proropto para re-
cebar carga 5 quero o pe tender frear di-
rija seaoseu con ignalaiio A. Sobraran],
ra da Cruz n. 27.
COMPRAS.
Vinte barris coro mel; tra Santos Braga, ra da Moeda n. i4i.
|Tja Diarios vtlhos para embrulho, ou
outio qualquer papel: defronte do Quar-
tel dos Municipaes venda D, 9.
aTJkv* Uina porcio deridrea, limoens, e
ananazes, proprios para doce : na ra da
Madtede Dos venda de Manuel Ferreira
Pinto, ou annuncie.
V/9" Siroentes deortajice, e tobem de
todas as qualidades de florea nacionaes, e
estrangeira-, ealgunsps de sapotis, fruc-
ta po &<. : quem ti ver ana tucie.
%%y Duas carrocas oras, ou em meio
uzo, sendo urna propria para um es val o,
eoulra pra dois bois, esta que tobem car-
regue pipas : na ru < da Cruz 11. 17, das 6
as 9 horas da man ha.
VENDAS.
Um bau' grande, por preco com-
roodo : na ra da Cruz u. 8.
9F* A'-ha-se a renda com todos os seos
perlences, o Br;gue Portugutz Cororoer-
cio: quem o pertender diria-ae ao Forte
do Mattos prenca de Brito & S queira.
WC" T'jollos dealveuaria, tanio na O-
lai a como posto na obra : ta ra Nova lo-
ja deselleiro D. 22.
WJ~ roa preta ama de leile, com a
ciia.a negra e anda de menor idade, e
lea boas hahcdades : na ra Velba casa
9. 3, do Sacri-.to do oaario por nome
Narciso.
*y S< bollas ni -ito b tas Jcbegadas
ultmamente de l.i boa e por p:c> c-
modo : 110 armasem de Joze Luiz Goocrl-
ves na ra da Siuzalla velba, e no mesmo
arma-eiu muringues de Santa Cxtbarina, e
fumo do fiio de Jineiiode rouito boa qua-
lidade.
yp$P n.iliris de I.i-boa em branco e
prt-to.-, aapaio. puia fiom-ni), ditos para sja-
nhoras de duraque sem fitas e rom *llas,
e de todas as cores tamatiros, ditos de
cord.vio, ditos de roanoquim fiancezes,
tudochegado ultimamerJte, por preco roui-
to rin cont 1 ; rap aris preta princer.a
d-t 15. hia, e ritiudezas de todas as qualida-
des : na Praca da Independencia loja n. 7.
^ffP ptimos pianos de dflereutes fei-
tio?, chegades recentemente: na 1 ua da
Cadeia v- Iba n. i4.
(E^ Urna frasqoeira que aerve para t-
sgem cora anaujos para mais de % pessoas
por prego cammodu : na ra do Queima-
do "ja D. 5.
^f Urna parte do s' bradinho da m
andar na ra da praia dtfronte de Joze Hi-
gino ; qnem qui^eijdirija-se a rus de San-
ta Bita Nova casa D. 1, lado direito.
fcy Uro braco de baiancade ferro com
sias competentes con xas ero bom uso pro-
priopara pesar couros, po>- preco com-
rnoJo : na Botica de Miguel Joze Ribeiro,
ra do Qoeimadc.
49* Un escravo criculo, idade a5 an-
uos, bom olficial de fapateiio : nobicodo
peixe frito venda D. 4-
%W Urna escrava roossa de naci An-
go'sp'opria para servico de campo: na
ra Nova D. 7, loja de Didier Roberto &
Companbia.
%W Urna cabra boa leitera, propria
para criar menino, por ser minio manca :
Da ra de Sania Tbereza D. nj.
fcS" II.na duzia de cadeiras de Jacaran-
da com avsento de palhiaba, um canap1, e
duas banquinhas ludo em bom uso : na
ra doCollegio P. 3.
WP" Urna barretina para G. N. : na
ra de Santa Rita D. 1.
W Na loja por baixo do Xavier D. lO
ns 5 Puntas ba para vender raeias de algo-
do rouito finas, e entre-linas, sssim como
bom brm liso esema de linho, selioeta
bran a, e outras fajeadas por preco com
modo.
laV" Um anel de brilhantes, eom sete
ditos, por preco cornmodo: na ra do
Rosario estreita D. a8.
/^ Um boro omcial de prdrero, bom
cosiuheiro, padeiro, bom pintor, oanoei-
ro, com a8 hnnos, sem vicios nena chi-
ques; a experimentar qualquer dos cili-
cios cima declarados; avi-tta do compra-
dor se dir o motivo da venda : na ra do
Rosario estreita D. 28.
V3P* Urna escrava da Costa, de 30 an-
cos, e de l>oa figura, e urna cadella de fil-
ia das libas, grande, de bonita cor, e est
pierthe : no ra d'Agoas verdes, casa ter-
tea d'uma porta eduas janellas, que tica
defronte do si brado D. 16.
!QP* Por prego cornmodo as obras com-
pletas do padre Joze Agostinbo de Macado
anda noVoS : quem as periender annuncie.
}fW Diariamented-8 6 horas por dian-
te leitede vacc, sem mistura d'agoa : na
ra da Penba D. 1, esquina do beco do
Carcereiro.
jrp Superiores bizerros e marroquina
a 17^000 res diuia : na ra Nova de-
fronte do oiao da Matriz loja D. 4.
\fW Um ioriimento de pus para mas-
tai (5-s,|vei gas, gorops e cotelos, e duas bo-
ticas pequi aas para navios ou uzo de fami-
lia particular: no armasem da ma da Cruz
n. 10.
%t^ Farinha multo nova e alva, de
Santa Cathai inha : abordo do Bt igua prin-
cipe Imperial fundiado na praia do Cotle
gi.
*j^ Superiore sedas do cores, vestidos
de lanzinh, pescooinhos, vestidos e veus
de fil de linho, x.des de mirin, sarjas
prrtas litas e tarradas, veus de verdadei-
ro fil de linho prelos, cambraias borda-
das brancas, tudo do mais superior e do
ultimo gosto para Sr.* ; lencos de seda pa-
ra aUihea-a de ltimos padroes, parto de
linho fino de aleroanha, p!atilhas de dito,
9 mciaj dequazi todas as qualidades; alero,
de outras lipendis, todo bom e por preco
cmodo : na rija do Crespo D. f>. Joja de
Bento Joze da Silva ,\lag. WP- Arroz vin lo prximamente d'Ma
ranha de boa qu.'lidaae, as .sacas, ou as
arrobis na Boa-vista ra Atrs da Matriz
caza do Tunete Coronel VarejaS. ^
**3r* Urna venda ua ra do Aragana
loja do sobrado d- Joa6 Francisco com co
moJos para familia, e coro os fundos que
quizer ocompiaJor na mesma venda a.-si-
ma.
Rap Pr nces da Bshia em lib. e
oitavas dito airis-prela cha ison da |."
sorle, diio perola dto aljfar, de impe-
rial em caixiuhas de dua- lib. e meia tin-
ta de escrever a a4'> rs. agarrafa fitas de
cor largas em meias pecas ricos estojos
de navalhas finas inglesas, tezouras ditas
para onbas estovas de sedas finas para
roupa, e cbelo trancas botes de retios
para fardas e jiqueis, os verdaderos pos de
Msnoel Lope* excltentes pilurta de fa-
milia em frascos de loo e 5o outras
muitas miudtsas e superiores bixas ultima,
mente ebegadast ludo por prego cornmo-
do ; na Praeinba da Independencia loja
Vende-se, ou freta-se para qual-
quer porto do Impeiio a Polaca Nacional
Catharina, ancorada na ptftia do Collcgio
do loie de lao lonelladas; a tractar com o
Capitio abordo, ou com consignatario A.
Schiamm.
ESCRAVOS FGIDOS.
50#000 reis.
Offerece-seja quantia cima, o m.
is uina graiificagio,a quem aprehender o
escravo Andi, ciionio, idade pouco mais
ou menos a6 anuos, eststora menos que re-
gular; um tanto xein do corpo, cor preta,
tem algumas marcas de btxgas um tanto
apagadas; fallo de alguns denles na parte
superior da boca; tem por sima de una
das sob'.-ancelbas, uina marca procedida
de um couce de cavado, quando era peque-
no ; aextremdade de um dedo de urna
das mios, bastante groca, peinas um pou-
co arquiadas, que quando anda balanceia
muito com o corpo : e rouito fallante, n
bastante esperto ; fugio desta praca no rnex
de Julho de 1834. Tobem se gratificar
generosamente a quem delle denunciar,
disendo onde elle se acha, ou por noticia,
ou por vista &c. No Recite beco largo da
Mtriz de S. Antonio a. andar, a fallar
cora Joaquim M-r.riho Cavalcante d'Albu-
-querque, ou no Vlonteiro eom o Teneutu
Coronel Francisco Joze MaVtins.
ajqpp* Aos 17 de Janeiro fugio do lugar
do Jang um molato de nome Noberlo
boa estatura, pernas enxadas, ps grocos e
coro erizi|>ala annos, muito ladino, ale-
ta ser pobre, epori-.so tita esrnola*, cosi-
tilia bem, e lea de costume acoitar-se em
casas de pasto, ebotequns nesta Praga : os
aprehendedores leve'n-sefao seu senhor o
Reverendo FelippeNeri de Fsria, mora-
dor no Jang, que serio bom recompensa-
dos.
Taboai das mares chelas no Pono de
Femambucot
iO-Segunda |
nJ i a Q: o-
^i3-Q: -
i5S: -
i5S: g
10:
o
ta
ah. 6 m
a-54
3-4 1
4-30 m
5 4a a
6-30 a
7-l8 s
&
NOTICIAS M ARITIMAS.
Navios entrados no\dia 19.
Halifax; 40 dias; B. Iog. Arm, Csp.
Burney : bacalbo : Me. (. almont & C.
Liverpool ; 36 dia; B. Iog. Cybile,
Cap. Armbtrons; lasu-o ; e segu paca o
Cear.
Caroripe; 6 dis ; Hiate Santa Cruz, M.
Manuel Joao.: madeiras. Passageitos 3.
Saludo no mesmo dia.
Boston ; B. Aror. Angola, M. Beija
mimTufts.: assucar.
pern., na tip. 1 M. F, Fauia I837.
MELHOR EXEMPI.AR ENCO vITI
saassa
ssaaai


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