Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03053


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Full Text

* .
ANNO DE 1837. QARTA FE1RA
18 DE JANEIRO N. 14.

Pbrn \mim.tii. t* Tir.m M. P.de faaiA. I8S7-
DAS DA SEMANA.
A Secunda 8. Marcello M.'Aud. dos Juites. do Cr..
- He ni. e de l. e. da Thctuurar.a Pnl.lica e
Chanc.de t- ,
17 Ter 18 ttuaru S. Prica V. M. Ses. da Th. P-
19 Quinta S. Canuto Re- Re. de m. aud. do J. do
C. de m. e Ch. de t ,,..
SU Sexta S. Miastiao e F. e. daTh. Puh. aud.
do J. de O- de U -
SI Sbado P. .gnea V. M. Reltfdem. e a0H.
.1 V. O. de t. em Olinda. Luach. as 4 h. e 58 111.
22 DomincodaseptuaifessimaS. Vicente, c A.
Tuto agora depende dn no meainna da nn pro-
denca. modftragao, energa.-continuemos coma
principiamos, o renlo apuntado cun admira*
ci eiure as Nae,6e mais culta.
rrocinmufa 4a JutmbUa Btral d* Bmtil
Snhtcrevt-se a lOOOr. menae pagnaadiantadoa
iie.ii T |in-;rn. ra das Crnzcs I). 3, e na Pra-
ca da Independencia Ni 37 e 3rt : onde e recehern
correspondencia le en I atlas, e aiiniiucio; Interina
do e te rrati sendo di proprioi ataignantei,
rindo antiguado*.
CAMBIOS-
Janeiro 17.
JLOndre 38 Ds. St. poi l ct.d. ou prata a 50 por
cciito de premio Nomina.
Lisboa 55 poro|o premio, por metal, Nora.
Franca i5 H. por trinco
Kio de Jan. fi p. : He prrin.
Moedas de 6..400 13..200 13400
4000 6,.T)0a 6800
Pesos I ,,440
Premio Ha prata 50 p. c
,, das ledra, por me* I 2 por oo
Cobre Vi |>or cento de descont
PARTIDA DOS COK H ROS.
Olinda_Todos o diasto meto da.
Goiaua, AlhanHra. Caraiba. Villa do ('onde, Ma-
mio'iia|ie, filar, Hei. He S. Juan.' Itrejo d'Areia,
liaiiiha, Pombal. Nova de Sonta. CidaHe do Natal,
Vil'as de Gnianninlia, e Nova da Fruteca, CidaHe
da Fortaleza. Villas do Aquirr. Monte mor novo.
Aracatt (ascavel. Caiiimlc. (irania. Imprratrit.
8. Bernardo, S. Joan do Principe, Sobrar. Nova
Klllev, Ico, S. Matbeus, Keaehodo aanjrue, 8
Antonio Ho Jarilirn. Qnexerainobim. e Parnabi a
Segundas c Sexlus tetras ai> meio dia por va dn
Paraiba. Sanio AnioTodas as quintil tetras ao
meio da. Uaraiiiiniit,, e Boitilo iiui .liae 10 e 24
ile '.'ida mez ao imimii di. Flore-no din ISde
cada iitez ao meio dia. Cabo. Jierinliaem. Hi" Kot-
mozo, e Porlo Calvonos dias 1, 1 I-e 21 de cada
me a-
PARTE OFFICIAL.
i
PERNAMBUCO.
COVERSCTV PROVINCIA.
Expediente do dia 17.
' OFFICIOS.
AoTencnl Corooel Commandante do
BatalhaSdat Guaidas Nacionues dalgua-
r.'Ss pjra dispensar do servico das mes-
mas o Guardas constantes de urna rola-
co qoee Ibeeuviou, por se acb rere es-
creen do a* funcedes de commsarios de
Polica em dffereoles distiietos d'aquella
Villa confu me partteipou o Prtfeito da
Commarea.
Ao Director interiuo do Curso Jur-
dico de Olinda trao>mitindo-lne em vir-
lude do Avizo pedido pela Secretaria de
Estado dos Negocios do Imperio de ai de
Novembro do anno Brido duas Carlas im-
presa com as convenientes alteraces que
devem servir para titulo do Doutoramcn-
to dos Lentes do mesmo Curso, Antonio Jo-
s Coelho e Pedro Autram da Matta e Al-
buquerqoe.
PORTAPIAS.
Ao Inspector do Arsenal de Marinha
para em cousequenciu de Ordem do Re-
gente em nome do Imperador suspender
todo e qualquer vencimeoto ao a. Ie-
uente da Armada Caudido Jo-e Ferrara,
que baveudo abandooado a Chanca 3o
de Agosto, a cuja Goarnicio perltiicia ,
aqu ticou, a pretexto de molestias j a-
tndo-Iue intimar ordem deserecolher a
Corte na primen a ocecasiio opportuna,
; abou^ndo-lhe entaS as Commedorus do
cottiiine para a viagem.
Ao mesmo ordenando que logo qae
a qui ebegue o Paquete Brasilia, commu-
nique ao respectivo Commandante a Or-
dem de seguir iromediatamente para a
Corte do Rio de Janeiro tocando nos por-
tosde Jaivgu e Bahia, conforme o Avi-
so da Societaria de Estado dos Negocios
daMarinha.l
Navios Despachados no dia i7.
Escuna Porlogoexa, Ressussilada, Mes
tre Josh Pinto de Lima Para o Por^o,
DIVERSAS REPART COENS.
-
MESA OS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a tnes.ma do N. a76.
CORRElo. N
A Escuna Portuguesa R.ssussilada re-
cebe a mala para o Porto a manhi (i9)
sil horas do d>a,
O Pataxo Paquete do Rio re<*. be a ma-
la para o Rio de Janeiro hoje 18 do cor-
lentuasii horas Jodia.
PREFEITRA D\ COMARCA DO RECCPE.
Parte do dia 16.
Illm. e Exm. Snr.
Mandti prender e recolher ao callahou-
co do C-rpo de Polica, parafterem dei-
liuo : Francisco Pereira Bistos, brauoo,
maiuj >, por etar em dtsoidcm as 10 ho-
ras dt noit* em huma c^sa de Pauto, e
Benedicto, pieto, escravo, por ser eu-
contrad em horas incompeic-nles.
Fora lambem presos, Antonio Fran-
co, branco, remetlido pelo Commisa-
rio de Polica do Forte do Mallos, por
tambero ser encoiihado em desordem, e
coro uuia laca de pona, que o acompa-
nhou,'eda qual se fez aulo de achada ;
Manoel Jos Soteiro tambam banco,
remettido pelo Sub-Prefeito da Fregue-
sia de Santo Antouio por ter (ldo hu-
ma focada em Jos Antonio de Aguiar,
de q' igualmente se procedeu a Corpo de
diliclo, cuj faca lancou ao mar na occa-
siio da ser prezo ; e Antonio., prelo, es-
ciavo, remettido pelo mesmo Sub-Prefei-
to, por bafer espao'-ado a outro preto,
escravo de Antonio Baptibta.
Nada mais consta.
Dos Gnarde a V. Ex. Sccrctaiiada
Prdeitura da Commarcm do Recife 16
do Jane'ro do 1837. Illm. Exro. Sr.
Frauci.-co de Paula C'Valc.mii de Albo-
queique, Presidente da PioTocia M. do
N. da G. Monteiro
Pi efi tura da Comarca de Flores.
Illm. e Exm. Sr.
Aco-ms ja' nesta Villa desde o prin-
cipio do corrento c nada mais, alem do
que ja disse no meu uliimo olTirio datado
deCabrob, tenho a di.zer a V, Ex., se
nao que a Comarca continua a gozar de
tianiji.il dad-.
Dos Guarde a V. Ex. Villa de Floies
3o de Desembro de i386. Illm. e Exm.
Senhor Francisco de Paula C*raleante de
Albuquerqoe Presdanla da Provincia
de Pemaoihuco Alexandre Bemaidino
dos Reis e Silva, Prefeilo da Comarca de
Flores.
CMARA MUHICIPAI. DE OLINDA.
Po--se da nova Cmara, e Autboridades
des te Mulco.
Aos sete de Janeiro de 1837 n'esta C-
dade de-Olinda em cara da Cmara, onde
se achata reunida em SessaS a tnesma
ahaixo asiignada para Afeito de d r posse
a nova Cmara e mais autboridades
d'.ste Municipio o babor Presidente
bou ve a Sessad por Abertt ; e como se a-
presenlassem os Senlions Vereadoies J- S-*
Joaquim de Almeida Guedes, Manoel An-
tonio dos Pa-os e Silva, Teuente Co'o-
Fi tneisco de Paula Soura Lelo, M.'jor Jo-
So Paulo Ferreira, Manoel Autopio d'As-
suaipco Cardim, Dmtor Nuno Aiquc
d'Alveilu.", Annes de Brito Ingle*, Douior
Joa5 Domini-os da Silva, filiando com cau-
ta justa'os Senhores Doutor Francisco Jo-
aquim disChtgas, e Vigario Joa5 Jos
Pereira, logo o mesmo Senhor Pie^iiicu-
le fe* proceder na forma da Lei, e cada
bum dos Vereadoits pre=eiiUs prtstou o
juramento da maoeira seguiute Juro
aosS*ntos Evtogelhos desempenhar as 0-
brigacSe* de Voreador de.ita Cidade, pro-
mover quantoem mim couber os rocos
de sustentar a fecidade publica Bto-
rnar-5 asseulo de Veveador na forma do
calillo,
N'esta roesma Ses^o tomarap po9Je os
Juies de Pal, e Suplentes das Fregu-
ras deste Municipio ; e de que se lavra-
ra5 os termos de juramente no Jivro
competente.
De que para constar Tvr. esta Arta, em
que asgnara5. EeuJoaqnni Egiuio da
da Motla Silveira, S-ciet.nio Interino da
Cmara a escrevi. Paires Falc.5 Pre--
dente, Albuquerque, Oiiveira Xavier,
Guedes, Cardim, Pisos.
Jos Josquim de Almeida Guedes,
Piesidente.
Francisco de Paula Smua L'fio,
Joad Domingues da Silva, 1
Jo.0 Paulo -teneir,
Manoel Antonio dos Patsos e Silva,
Manoel Antonio d'Assumpcio Cardim,
Doutor Nuno Aiiiue d'Avcllos Annes da
Brito Inglez.
E logo depois de tomada a posse o
Senhor Presidente declarou ser a ordem
do dia da seguiute Sesead a uomeiqi) dos
Oliciaes da (jamara. Eu dito Se. r-iai io
o escrevi. Quedes P. Ferreira, Leio,
Domingues l). nitor Al vellos, C"J:n,
Passos.
EDITA K.
A Cmara Municipal de-ta Cidade e sen
Termo.
Fa7. saber que em virtuo*e da oidem
do Exro. Snr. Pre-ideude da Provincia
em M'u oli.-io drtt.-ido em ildeNovein-
bio do anuo pcoximo passado se ha de
por em Praca no dia i9 do crtenle as
casa da Praca da Independencia de nume-
ro 21, e a2 : pessoas, que ln.uvertm dn
anear compaiecarn eui casa de us Ses-
sa em o mencionado dia com seus fia-
dores idor-t o-. E pata que ebeguea no-
ticia de todos se maudou publicar o pre-
s- ule.
Ret-ife-em SessaS de i7 de Juneiio de
i837.
Joaquim B mardo de Figueredo.
Presidente.
Fulgencio Infante de Albuquerque e Mello
Secretario.
Rodolfo Jo, B.rata de Almeid, Fiscal
do bViirro de S. An'onio e ioliiina-
mente do doS. Fr. Pedro Consol ves c'->
Relil'e &c.
Fatasber a todos os Senhores, que tcm
casa de negocio, que Ibes fie interina-
mente piohibido teieru de portal pira
fura c depositados sobre a calcada ou
mesmo no leito da ra objectos que eia-
bracar p-iss.nii o Iransi'o publico, como
sejad bancos, liareis bahi, pipas, cci-
xes &c. sol) pena de Ilie serem impos-
tas ascominadas ns Po-tnras Muiiieipae.".
E para quechegue a noticir de todos ei
nao possi ahgar ignorancia, manda pu-
blicar o presente pela impreosM,e uoa lu-
gares publi'Os do costume.
Reeifc 16 de Jan ro de i83; Eu Fran-
cisco Amando Martins, o escrovi.
Rodolfo Joa Barata de Almeida.


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Jtr""*J9ft
t*
DIARIO DR PER NA M BUCO.
nj*

*!
cmara nos DKrUTAnoS.
Proiedo offereeilo pea Coromis-a do
O 9 ment pa remediar 09 miles do
Weio Circulante.

ir i .
A \sscmblea Geral Legislativa resolve.
Art. i. A i i i <" n'acio das Notas do novo
i.adio, de que- trata a le de 6 de Outu-
Lio de 1855, se ciicimienta as provin-
em que tiverem sido emiltidas.
E\cepfua-se ll Notas de valores ci-
ma de ctin mil reii, qud circularas em
toio o Imperio.
Art. 4. A Nota* destinadas a circo-
laco provincial tefa estampida- o n une
daTe-peci.Va provioia o n'elN se depo-
sitaran sseui tal5es.
Al. 3. Fica suspen-a a substitucaS das
IV:. as doextincto Bmro, que uo furtin
do valor de tresentot mil res.
Art. 4. FicaS revugados ob arts. 7, 8,
o, iO, e li. da l.ei de 6 de Outubro de
t8J5, relativos ao rescate da mo da do
iube, a qual continuira' girai como
at agoia -endo recibida at mil rcil
eomYnteero rada pagamento negando se
iccioim Juizo a todas as cenveuces em
contrario.
Art. 5. O GovernofaiV deotro de um
nr.i/.o em prorogavel na provine!.* das
AUgDas, um novo recolhm'mto damoe-
da legal de cobre, m confuruii lade da lei'
de 3 de Oh 1 obr de 1833.
Art 6. Ficam 1 evcalas todas as leis e
mal d-po-i, s em contrallo.
Paco da Cmara do l)eputdoa em i7
de Outubro de i836 Francisco de Sju-
za" Mart ns Jo-e Pe lio de Carvaibo m
iogo Duarte da S Iva.
(Oo Sete de Abril).
EXTERIOR.
Frussia. mm Ueilin, 3 de Outubro.
Nao tardaiio f>$ peridicos Franceses
em tallar-nos de algumas perlu baces ul-
t i mamen tu occornds em Fosen, e sem
duvida se exaggeiario aa cousas suppon-
do te algumas dtsordens como urna ittaUi -
reica da Polonia. Contaremos os fictos
como foram, pois os sabemos por p>s3oas
dignas de tod o crdito; uma parte da
putoacao Cu lista ou Polaca, e oiilra da
povoaiv Judaica, que he mui con-idt ra
*el ntsta cidade, liveram lia dias una
atlerat> ambas as pai tes alguiis golpes; mas sem
que iutei fies-e em tudo tto iaz.6 nem
pretextos algum de po'itic'a. O baix<> p<-.
vo na Polonia, esobre tudo nogram Duy
cado de Po-en, est continuamente ern
gueira de idigii.
O.Lutlieanos e cslhoticos sao em toda
paite inimigo implacaveis, o que dina
na t ilvez de que os piimeiros so qoai ex-
CU ivainenle Allemi s ou descendentes
dadle*! Poretn "as duas coinmunbdes se
leuium ae'i'pie corttr* os Jude. s, que no
dito por.lo 8i manifi-.t-,m anda com todo
o fanatismo e i udera dos antgos ceculos.
Com taes -leiniiit.s ii-6 era tatianlio que
a o<"dtm de polica relativa aos n m s do
Judeos, debse motivo a ninis'ras uteipie-
ta(.5cs, e al a projet tos sanguinolentos.
Tinha-sepois dimig.do entieo povo, que
para o futuro im5 pud r a dar-a aos Ju-
dos otratamento de Se'ntoV. N da eia
oai* natu'al seiiaS que i.sto produzisie al-
leroates, que nos ltimos dias cligaieni
a ser ta5 voen'as, q;ie aaulhbrilad se
vio b i5'da a tomar medulas. O Go
ver no Prossiano, ao qa' dwedor o Du
ii'o de PO>en de tantos beneficios, sbe-
la suffacar tamb ni ne-ta provincia os q-
dios de lelgia. ta5 piuco confirmes cm-
O carcter do nosso seculo.
(CdZ-tte de Haonover^
Ruasip.S. Pcleisbnrgo, 24deSefembro.
'IVinos not< as ro ti - belecfdu, que buje mPsiDJ paite de Ts-
^eorbar parojot'i- em direilura a esla
cap'tal. Pr< v iveluieiila ettai aejai den-
tro em 15 dias. ;
[( (k afE'tttt de .Prime )
Iem, 6.
Durante o socego qpe a cura prescreve
a<> Irrp ra loi Nioloy dedea-se com o
maier empenho aus egocio adujioistfa-
tivos de-en vasto in,pe id. Ol paisanos
da cora, para cuja emanepacao abri ca
minho o Imperador Alexandn}' experi
menlaraS na sua condica difTerente.s me-
llio amentos e>senciaes, e estin utar-se-h6
os proprietarl partioulares de raizes para
que hi^a- e-t xemplo. Cl;ami nui
esuecialmente attencaft do Imperador O:
modo actual de lecrulaf, e proiura aj. laV dgurts incb'nvehc ites qfie letraJconsi-
go a respeito da <.las>ede pai anos. A ser-
vida pessoal introducida na Russi na
pvrmilte que te evtabeleca inda um sys-
tema regul litado de conscripca, porque
i lo seiia tocar muito de pertu as preioga-
livas senlioriaes. Nao ol'stant-, e at mi-
tendo taes pierognt vas, e piincipaimeute
s que produzan uma vant'gem ffectiva,
poderam a'dp'rar-ae cilas medidas que
pi ev. rus-' m os abusos que a seu snivo
comme'.lcm lioje os si 11 h .1 es.
(Mcrcure de Souabe.)
e o
orne
Turqua.Constanrinepla, i5 Je Selem-
bro.
N'uma audiencia particular que o Sul-
tfi deu ao f'.mbalxidt. de Fia rica, no dia
lS 'do corren le, biti api<-euiou a rpttdvo
rac da sua crdem (Ni. ba,n ifliikliwii)
gu .mecida de bello- i^mante> O Sul
t,i acceiti u aF^vcImente difTeuntes mi-
mos que [be aprisentoq o Almiraute Ron-
siii em Borne do Re dos Fian/etei*. ,0
piimen'i Secretaiio daembaixada de Fri-
ca, e O p1 imtiro iiter pete itc. beram
tambem a o|dem deNisfaam^
as actnaes cirrunbtanrias, mui im-
portante stesigntil de favor, porque ina-
nift-sta al que ponto se aprecia na Tur-
quia a nob era, e legalid* que tero presi-
dido a todos os artos da diplomacia Fran-
cei, e todo o talento, previsa, e fi me-
sa com que se tero condozid 1 o Almirante
RoUssin de cinco anuo ae-la p m te.
OSidlaS nao ignora que a Franca a
sua autiga e fil alliada, e tudo m luz a
cree que loma rao mais ext rica rada dia
asa.tuaes rtlates deamieade rotre du-
as PotvucioS, cujos inters e-> sao identi
ca.
(Monteur Oltom-n)
Principe Luiz Napolen Bonoparte.
O Piincipe Luiz, o beioe da rtvoliadi!
Slrasburgo, (bjje m ai 1 erado na pr iio
daque'l* cidadf,) fil o do ex Rei da 1 !>!
lauda, us eo em 20 de Abril de 18O8. Re
cebtu ua educaia no campo de Thoun,
(Cantad dt B me n^ Su>sa), l'roial" lo
dus oannos para aiustru c<5 do-offca
es engenbiiios e de arlilhi-ri Em i8->l,
elle e sen liinao t mi a huma.parte mu
activa na insui reici' J> s patrila- Italia-
no na Romaul.a. Ten-Jo sido ob'igado
se retirar da Italia, airavesso a Franca
lom .sua nrii, e antes de sahir de Par i-.
endcrtssou b ceu I se para servir no exercio Fr ancez.
D> pois de viajar na Inglatei f volt u pa-
ra a Su s a em Agosto de i83i. Du w.r-
sova maiidou-se llie huma seciet' dt-jiu-
'.tc 5 para tif-rlar-lbe hun commanjo
no exercio Pololaco, .sua vi^gein pO'em
Id impedida pela lomada de-1a cidd.de.
P0U10 ao depois, pub icou buma obra, n-
titulada Uons'deragts pol ticas e nadita*
res solne aSui-sapela q'l o ovrno
confeti i-lbe o titulo Morir'do de cid dio
d< Repblica Suissa. E ta dij'incca que
11 6 ti > qtrpo1' rite u >Iuralija. 5, linha
g :o conceiltda a > Marech.l ^ y pela iC-
la de (DediiuaS e sb a mli-n-ii dos a-
cotite.imem i de 18 I 5 ao Piinciue Meiler-
oo'h. Pro |m ol j d 1834, o P. incipr Li
1/. Bonapa< le fui promovido ^ rapitaS ti artillteia de leme, e em i8j.^, pnbcu
uta obra intilutjda Manual do artj-
llieiro suisso.Ja s sabe, pelo queja riar-
rarooi di ^voIU/de S'emburgo, q
Principe -eapirtentou com bu-n co.-t
seaelhante ao de paple >n ; e dizem-nos
ag.Ora, que quando o Principe esteva pre-
; 0, o ajudale d rdens do General Voii*
rol arrancou-Hia. as dragn >s e conileco-
HW, qusbrajadora* cim os p>. (1)
(Atlas.)
VARIEDADES.
INTRODUCCAO'.
Desd'a dj}sdierta.-dq Brasil a' a em.
L abacio de D. J>fif> VI a Medicina ,' que
; te;-. lercia /ra. o.urametite lugleaa po
ob-tinte os Mediros pettHerem p'la m-
ior paite E-cola de Coimbra. A revo-
lucao, que Porlugal s meo em todos os
seushitbitr.s pela Influencia de Napoli-io ,
i coja memoria o Brasil tanto deve, nos
tronico gosto da liiteratnrafrancera e <6-
b-q ue n temen le o das bas Artes eSciencias.
Eutio fundou-se a Escola Modic-o Ciciirgtca
do. Rio de Jan- iro e Babia e ahi plo Re
gulamenlos forio ad di.s os Class-cosFrancesa. Desd'es-a e-
poca at boje, com mui ligeiras modifi
ra<5s a no-sa Medicina Iem sido a Me-
dicina Francesa.
Acarla que 1.finio na Franca a' a
poca do dominio 'da Escola da Medicina
pliysudogic fot a de Pinet : essa foi lio
lie ni a nosaa de-d'a creacio da Escola Me-
dico Cirurgica at IS24 nio obstante os
ext nos que se liztiaa para influir a de
Lullen.
Em [818 app-irecen aqu a *' Doctrina
Medie* de Mr. Bronasai, eu snalye
d sTyphusde Hernndez eaisuas '* Phle-
gmas as c^i ronfeas :' em i8at ( t ) o
-<-u iiiiiif das Do-ti inas Medicas eeal-
mentea'doptid^. ,,
Ilouve < nta o. 1 asi.5 em enlretmen-
to intdica com o nosso bornado, e dig-
no Collega oS'. Oct. M. da Roa, de
fallar das < brasde Mr. Bronssai, que ha-
viaaos lido e cujas theujiaa apre iava-
mos : o Si. Rosa. na6 tinba entaS conhe.
ci lli'as ris elle, t veorcazia d manifes-
tar S'is idees respeito, as quaes nio fo-
rio flrroaVefl ao reformador,
A nossa E-cola era **' Pmelanna,,, e
nos nio podamos sypportir nenhumacii-
tca a i,bras d venerando Pinel sempre
digno da nossa corigideracio.
N16 se tome que fm' a esma que bavemes
1 < le ido islas cit cuu-tam ia.s elativas a e-
poca do apparecimtnlo das obras de Mr.
" B oussais no R o de Janeiro, e .-o
conliecioenlo da nota 4< ocliina Medi-
ca. Foi o bi jo naciooal offendid f.
o rneooseabo com que ionios tratados na
3 edicSo do Knme das Doctrinas
Medicas que nos olirig-a i nosso pe-
zar a pi mi*. B.ou-sais caminho e
faser Ihe sentir que foi mal' guiado -por
quem quer que leve necc-ssi fade de fa-t
zel o arredilar que os Sis. Cus-ait. e Si-
j;aud cijo sabere t^tn'tos mais quenn-
guem apretimos, l nha t\\o aqu, os
meslres da *' Medicina pbysio'ogica ou
espelbos de Mr. Brous ais ; e que os Me
dic s Brasiteiros eta'um poeo menos
que os Offi. fies de Sam ,, da Mnli-
nica ou Gu-.defoupe. ,, Mr. Bicusis po-
de ficar re tu de que os poi tos do Brasil
sio assaz franeo, e que nenhum ohsla
cnlo se OppSe entrada de suas nb as ou
outr>s, eq.eos S"r. Cus-ait e Sg.ud ,
ou quae-quer ouirus M dicos exirangeros,
queexercem Medicina no Rio de Janeiro ,
Ij5 iiibtruidos cduiO sao im nada ex,-
c< dem aos Medico- do paiz seja forma-
dos as F.s Olas do Brasil seja na dt^ex
trangeiro. O Medie.s do Brazil devero
muito a Franca ; tiles tem lecel.ido iJelU
teda sua ins ruccio i',e ca ; mas nmlm
(l) lisie di em nos, be de pura men-
ead do Redactor I glez, pois renta p. lo.
contrario q>e o'Principe Luz f i tratad o!
como maioi rer-ptito. Nem cu'ro corn-
port 111. rito podt.- teros Fiancezes para
liuin bOliriiibo de NapoUon-le Giand.
( D.oTradu-t-rj
( t ) Fpoca tm que os Srs. Cuis-
s re higaod i>a5 sclem'>ia\&5 tai Tez de
vir ao Bt azi!.
ma devero esses dignos Collegas apre-
ciados por tiles debaixo de mulas rela-
c5es.
Naobdante o conhecimento, que os
Mdicos Blasile.iros tem das doctrinas
de Mr.- 6rujai8} eH*s nio so cora tudo
seus cegos partidistas. Mesmo os; Sr-.
Cuissart e Sigiud que Mr. BiOusais
supp5e setcn aqui os echos de suas doctri-
na-, j nao a t* '' broossaiislas como
o fora. Esle ultimo asegurou-nos que ,
d- p os que deixou de ser ta M anliplilo-
l-tico ,, (sao bas expressSes ) perda me-
nos doentes !
Portaiito fique M. Broussais na certeza
qtie ,. unsJ* 0>e ojftguem ITR..-poa| sti^.ofi 6nt; tu recidw lOUros por se* opii-
Ofltifo K qvte encajou as inferaoidadjes de-
ba'xo de hum p nto de v-ta p'niais apro^
limado la-a e a observacad ; o seil
systema exclusivo em parte a'guma do
mondo pode ser recebido, como elle ci:
se darnos aft< nc-a ao que se tem passado
entre nos depcis da propaijagn da no-
vi Doctrina veiemos que oclirIatafs
mo Iem imperado mais do que nunca,
1 pela renga m que se est" geralroeote ,
de que as aiolestias consi>tem todas em in-
II'inmaeis que serio sempie combati-
das pelos anfiphlogisticos. Assi'tn que
apparece buo iucon.njodo qualquer hu-
ma fibre enliemera huma supprecsaS de
han-piiac.5 mesmo sem o. coBselho dos
Mediros, laitja-se logo mande saugue-
sugas d*agoa d'altliia de gomma ttc. ,
acciesi'i litando.se q ie tanto laria o Medi-
co Ceitamente nada he mais fcil do
que crer se que o oigarei,, be sempre
fiF-ctado primitiva, ou 4t* consecwtita-
menle, ,, e que todas as molestias ce-
de m ou desem ceders applicac5es de
sa'ngueugas e aos emollientes dirigidos
contra esta e^traiib.a,
Tendo ditto que o Brasil nao Iem bo-
ma Mediiiiia s.ua,. he dcsnei essario eri-
trar ero buma analys minur'ioza da pra-
lca da Medicina entre ns : como ha M-
dicos de Escolas diversas, cada hum he
mais ou menos o repiescutmte de soa Es-
cola. Entretanto nepecibo que os Mfi-
deos Biasiieiros se congioguem, qu. Ira*
balsero tolos de commum arcordo a lim
de que hum dia s.e possa tambem oonhe-
cer a '* Medicina B asile\r princip.d-
mente tendo elles melhor q ie nenhuns
outros la Vas lo campo deie'oher t,as iulp-
i'e-smtissimas "mateiia Medica. de
mais he lempo de irm>s leab ando a nossa
independencia, e de irmos fazend ner
aos, que mora5 Icnge de li-, qu< os co-
lorios d Portugal faiein. reImente buma
N<;a livre e dependente, que cena al-
guna jdade in.118 sera'tanto., como as ou-
tras que tem hutii ame hum car acto ,
ehum Sn timen lo, que Ibes pe teucem ,
e que as di-tiiigueru.
( Eitrahido da Revista Medica I?luro,>a
neuoia, Publicada p.-U Sociedade de vletti-
rina do Rio de Jantim, m Abril de
i8i5. )
1 .ii
DISCURSO
Do S.nr. Doutor Meirelles s bre os da|<
nos, que eausaS as i)broa de snos
para d-fuios.
Si lie verdade, cornoestou convencido
que os Medito- ira todos 0/pa'its do
m indo, tem sil a puia de lioro'ens, qqe
mijs.seivicos lenh 6 faitb a ca'ua' da hu-
maniJade: se he verda'de que elbsmais
que iitnltuns outros, tem i-ojatribuido pa-
ra destruir oseras e <>s,b auisos dos no-
vos, econfoiiido singularmrit para o
esclai. cimento da raz-0 Jiuin na f.te.olo
coro ajile e>sa triumphe da lv. QCr(ia' u-
periia;aj, que tanto G/.eraS ge.nef a hu-
manidade n.-ses secoos de trevs e bar-
barie, e que anda hoj, com desp-so das
luzes da no>sa fiera, nio ees a de fazer
citimas: sena liiste que os Medi.-os Bta-
SeiiOs. bmdori'-ndo a senda por. tantos
outros dignaran nle trillad.', Bsesem a
veagonhosu e humdde excepca6 de-a bun-
io-a legra geral.!
Cielo oenlfores, que presen I Ts que vou
lall.-r de um barburo uso, <|ue nos le. a
nossos maiores, o qual (sem byperbole )
tem levado lu;i ba jutlus nnlliaies de
-


e
i :

DIARIO 0BPERNAMBCO.
*
*
,

i.
horneos! Quanos escapariaS f..pg da
morte, >e esse. funesto lqjado do fauji-
mo, e da superstica tive-sn de-apetecido,
d'a'ntre nos? Sun, Snrs., vj inejhor, que
ninguem, sabis d quantas desgiocas e
mores, t^em sido causa o inhumarlo .o br-
baro costme dos dobros de .'nos pelo-i
que niQjreml ,/ ^
Qutm, meJlipt do que va, roubece a
iiiflurp'cia do moral sobre o pliy>icr\, e.
dste Bopff aqiie.ile? Vos sabis que esta
pian le i' fliencn de ce rio ruaos be
nimio mais veirs divida a uupoiUnca
de suas f.'iiices, do que a vivaddade de
sua sensibilidad* e o que na5 he na* nos
digno (Je npta^ o augmento det-ui seusihi-
i'idade.; e mesmo o Oe sua arcca sympii
tilica. sao m,ais ve?es a ronscqueni i* di-
recta de suadtbilidade, ou de suas moles-
tia' do que do acorescimo de suasTorca ;
e por is o nao. vos admirae que o syslherna
cerebral^ orgaS especial do pegamento
e da vontade, tinria maiur infl enca so-
l re todos os oulro; eque *Ue rena to-
das as condic.5es p-ra que esta arc*5 seja
a rnais polerosa, e a mijt xieiua. de t
das.
Ora. pstos esjpa principio*, que sao
ncontuslaveis, e pru#*u>i* por mil fcto
tntelos : que graves cuus. queridas nao
di-Ve causar o dobf.o para dtfnnlos sobi.e
o moral de hum n Uudoo, cujo ter. bo
ja ex'i lado pelas syropathus, que o Iig.
cora os outio orgas, que s-6 a sede das
molestias (quando tile utesmo nao o neja)
so abala vivamente pela impr>'Ss6 da idea
te rivel, quenelle de-perta aquello sigual?
Quad fatal ua se ti-rtta esse lio-rrOrbsO
signal, se tudas esta. til cuntan, tas se
junta a da vsistepcia de huma epidemia,
que era poucas das, eiu poucis horas ses-
mo leva a sepultura, gfande numeio di?
veninas? Se di're rite, a existencia de lee
es, que terminan pela morte dos odividu-
os, cujps org&os .f:els pouca infljuen-
cia icn sobre encephalo, assim no esldo
desaude, como no de molestia, n,-5 pou-
cas vetes a idea a associ. da de moiic, dta-
pertada pelo dobro de sinos, faz aggravar
as molestias, quandu nao mata os doentes:
como nao de ve ser de mudo peiores
coirsequendas esta mesma causa, e ai le-
ses tir.issenj sua sede uo apparelho das
sensaces? Pour honov.-r le mors ils
fonl mourir les vivan!!
hie dosoeeessado-, Senhoies, enumerar
a |ui a sede do casos d molestias aggra-
vatfas, e de rno' tos, de qoe tem >Wo rsu-
sa este pe-simo, *b bros de sinos, peh i que uii-n em Portan -
ta, SenhoiB", anda que a ignorancia e o
fanatismo bradsm contra \-, cerrando
us ouvidos as suaa louca iropreoanc6. s,
concorrei rom vossas luxes e -afore s a
fin d* que o> vivuai.esim de ser victimas
dos morios Eia S nhores, nao tr mai-!
(Jai o pas>Of a o"Go verbo de S. M. t. vos
a|udaa na vo sa piulanlliropw.i empr'e-
ta!
Avista poi.i, Senhoies, das rz5es, que
acabo de expor-o>, pop>nh0:
i. Que se represente a S. M. I os
dainos, que resultad, ao mibl'cn, du uso
dos dobros de sino para difuntos ; oqual
nao ^ aggrava moteda, como tau-
bem occawoi'i inorles, que deixadao' 'de
ter log.li se, Lk\ pralica nafi-exists e.
2. Que se suppiiq e ao \le>mo Augus-
to SetrKur, que- por bfirf ttmarfid'aife',
e mtimo da Rdig o (que na5 preci.-a pa
ra sei honrada e venerada^ que .-e sarrii-
quem os vivO' pelos defiqto.O haja.por b- m
ordenar que tal pratica es^e, acabmdo
assim huio uto, que mais anee de bar
bi os do que de L'hi isfos.
Sala cas Sesses da Socldade de Medi-
cina d Ri de Jaueiro, aos i5 de Marco
de i634.
O Dr. J.'C Soares de M relies.
FreSiJente.
SPERIORIDADE DOS ANTIGOS.
O rnedto co*pa'8tivo do genio rfo' "'
figos e modernos foas-umpio 'le dipu-
tas-uunto obstinadas; de'rnet^ces pro-
fundas, e de iiive-ligic s eu-i-as ero
se ter determinado esta co'itrove s'a. Nos
nao dovidaiuos que os antigos te-u sido
superieres*-eeaart.ddtAo's em genio, istd
em tqdo. o que- effito dos eafweos
do entendimeuto ; etudo qiaa os modernos
possam. allegar a seo favor sao alguns
conlitcim n*os que ainvea^a casual de
instiumentos Ibes tein facilitado. Ljm
breve txaroe das obr^s dos antigo.rotit
; vencer.i'a qqalquar de que a superiorida-
. deque lhes danos aqui nap < t ito de
! urna ct^a ve era* 5 mas stj de un c*
; v tu-iiiiento (|uc iienln.m a gumeritn em
contrario teas podido cjeb.lit.-r. I'.xaiiii-
uemos alguns ramos das Sciencias caries.
As propiiedadt-s e" virUadvs da n.tureza
eram la conh. idas dos Kgyodos qaia
oa magoa chamadas por l'h*i Casiano.
nat'iialmcrite piodi^ios qua-i iguacs aos
que Moy > tana rom agraca de Dos ;, e
; ii)(l< 1 t-e a vina leste convertida em
seipente, devorou as outraa serpentese01
que os magos tinhatn-ronveitido as suas ,
o- o diminuea liabiuiade daq tiles qu ti
tiham feiloo tnisroo piodigio; mas dei-
xando nos. de vii ludes mgicas; e .mila-
grea vejamos c aa.ubias do entendimen-
As pi oprieda.-ies e virtudes da naVuresn
erara la conbecidas dos I'-gyp i> que.
os iug .s t luu.ado. por. Pl-ar-<> (azitim
u i u> almente piodigio* quasi iguaes aos
que Moy iazia rorn a gi ac de Dos ; e
amdj que a vara dete ,. coo.vertila em
seipente, devorou a> oii;ras ser pentes em
que os magos tioham rpnveitido as suas ,
nao diminue a h.hilidade daquaibs que
tioham I ito.o meso-o prodigio ; ra-suei-
xando nos de viitudes mgicas, e.una-
gres, v* jamos, as obras do evfiendiinen-
I'ilos.a. Os Bra. hu mes ha ma,is
de 3 mil, annos, er.nn plwlasophos ta5
I profundes que os. l'lpyppios iam aprend- r
entre tiles. e PytbagorW ,o rflaior phi,
Ioso'pho. do Egypto, no sen regre-jo da,
India, reconheca a s.bliniiJade da |il;i
l'isophia e moral dos seas me-1 i s I j Os t.i i gosindo d-|)ois ao Pgypto estmlar
debalxo da th -goras e da egcoU, Egyp< bit tiouxeiam
a* Kurops *qui'|la philosophia que, U/i *-
by>raa. Poder-ieba achn algum fiosb-
pho, nos a til timas scalos, jqe pa->a
igualarse a Pl*t*6 e Aristteles ? Co-
; nliitcei-se ha algum moralia* igua>4 a So-
j erales P E* verdade que este homem qaa-
si divino, nao escrev.au ; mas sabemos,
que suas palavras Toraa orculos para to
dos os sab'os di Grecia, Que univerai-
; d.uie eu colli'gi. na Europa de de a era
chr'sli ignalot o Liceo de Plata6, a* aca-
dema de Aristteles, o Por tico de Zi'nqnt
ou' o Jaidim de Ep curo ? Salamanca, Co-
irobra, a Srbiia, Oxford, Lovaina e
Bdotiha nn lem.sido mais que escolas
uniese la /i i voto de seguir a dou trina pla-
tnica e peripate'ica ; e os Aquinos, Al-
bvlos e Sontos tivecam f.iuja a propprca
quemis se luih.m imbuido na douldna
do' clebre Eslagidta.
Mitbeiintca8. Nahad,uvida que esta
scienda tinn'a chg^do a uin gran de per-
Id V 5 muilo giaiute, pois a celebridide
smeiite d Ardiiiii-Hej, seijs desCohri-
mejit, e as p odgi >sas m->chinas qu<} inr
veriton na defensa .L'-ui paira saQ aH-
da'obje to de admiracao e q ie ni'igueui
teiu jio.ii.lo lase, nutras si inil rwili s. A
cssus! inveucaO Ha plvora ppi na ma
dos roo le nos armas mais dilru'-'tv*s ,
poim de p tuca n vuc/p utna vez achala
aijfuella lores iirip lieiitei
A-tlonomia. A irneii9

lactouads inod-i nos de.sci.b ir mais plae-
tas, averigurseos diam tros, medir m 114
distancias seguir o curso dp iiimlu. cu-
metas; mais nao tem formado -y tema al-
gu ti novo de liai nionia do' mundo, seguid-
do por longo teuip> o de Ptolom u, ou
fu-eudo reviri o de Anaxg >\ .-s. A|)u-
gumasbis plausivo? 1 se tnn admtido ul-
tidiapiente na nalurea as quaes inaole-
ra^ se'u gq de prob'bnidade- ate que se-
jam substituidas por nutra. A n de
que o naStxisliram douirientos deque
iam conhecid>s do antigos, p^ prov.
q a'SignoiaVaQJ, send ) impossivel que
na Mibversa de tnlos impedos da acta- '
fjuidad escap-.ssem se'us m..ouCiipt S. Sa-
l, -mos ', n5 obstante i>so., q >e An hnne
des f tmi..ii una machina icp eseutaido
as r vou ,5 d is coi p is cele>les oom lauta
pe fdca queumcelebe poeta daanti-
guidade repie.-eulou' a Jpiter o'bando-o
dfaceo, c algum tcnlo irld > ao vAr rf un moi tal tivesse imitado a sua gl onde o*
b--a. .
. A'ch lectur*. E ta arle, aasira como a
esculpi 1 a c pintura', {arana cultivadas pe-
ps antigod cem lana pe leica quecba-
mamo ui.iinvilhas ao-i ^eus edificios. Os'
templo?, py:amides, palacjoi1, arco, mtu-
soIho collossoB, ponttt) aq.teduc'os ,
iheatios et., anda que s vemos asrui-
uias, aiiida une ii..6 temos una deiciip-
ca coninbta dasauas paites 4 seos rmiua
nos assuiihiaui e as poucae estatuas pie-
seivadas at. nossos tei|.po> re* vem po-.
nossos muscos e academias do modelos de
tanta perteiea, que seria presumpca
nos nossos artistas intentar fater obras si-
rrilhanlesC
Rhetorica. Nenhuma N-co da Europa
tem juntado.cousa Iguma I rheloiica dos
antigos; aem podimos compilar orador
algum a Ut nio?theiies, Giceio,' utios
muita dos lempos rtmoto*. Dif se ba
que as lipgoas modeiuas nao tem poder
ha-tante par a sublime expresaa ; mais
i.stc outi'o aigumento a favor do* aniigo,
o ter formado as lingoas Grega, e Latina,
dando-lhes tanta harmunin e vigor, que
nenhuma do suas filbas tem podido conse-
guir, nem pdo d reito de heiauca.
Historia. Anida que o cenhecimento
poltico este)a agora mais p licito que an-
t.igameoto por c^usa. do viecobrimento de
todo o n.uu lo, a extencap do con.un ru,
e a facilida.te de c,uirspotideucia, e.a mu
tiplicida.de d,e accntecimeiitos, nao lia urna
Naci na Europa que pos., comparar um
bisoiiadox ffj. a Herodol'r, Xnufonle,
Tito Livio, S lustio, ou Tcito, nem um
commeol.r,i<) como p de Ce-ar un
; b-um labuiista cerno Ejopo nem bum
c-criptor de episklas Como Pbal ris 011
Pinio."
Foesia. Em quinto a parsia pie dos
ant'gos, os modernos; nao tam voaes paa.
louva-U, nem loi'fa para imita-la ; Uo-
miTo e Vngillio, com outros muilosion
tiiiaai i" a posar da adoiraeio que por tan-
tos secubs tena me eci lo. Em qoanto ao
drama, anda qo* os modernos tem maiur
vatiacfode caiai teros, mais arte naintri-
gra e d^onlacs1 por oausa do maio,- coruSp-
cin.enta da vida pn'yada, tem um geoio
menos vigoroso; e lU.eleVacao d concei-
tos, na orginajidaa'e., vehemem ia ou
Mmplicidade, )i lia poeta algn raod.r-
no gue possa ipioximar-ae a S pboile-,
Teiepcio, etc., ; mas na repivseutaco,
no dcoid, probsbiidade 11 un a pala-
vra 5 em ludo o qe dependa do ^haa'li'o,
os raoilc mis t xcedein atuito a todas as na-
epes ant gas,
Gebg'r. 6a e Conimercio. E' esteotri-
ui.npho.don oicd roo* solire.os amigos; a
inveniio da bus.-ola no- fes dcsipbur lodo
o globi ; o dcscebnmmto do Noo-Muu-
do poi a todas as nages d- trra em com-
n.-unicacio ; esl. comipunuaso ..hdu o
commecij ; o c<.inmecd apn.fu'coou a
ruv.-gai.ao d 1U0 mai, para traospo.i tfr <_
UUI pii/. a ulro n U!*nut,.i:i liras, O aug-
uieirto d slas, ciimas pioduccea da leira,
fez apdr c*naes 5 e om a invernio, ou
appli ario.do novo poder do vapor, as
fbricas, as minase barcos, Um ehegado
os mp.dcrnos a eBrjquac*'. eoivilisar qua-
si todo o gento biun.>no. 1
lmpiei.s.1. Ksts utiidmi inv-nc y t.m
piodundo t-ffe./os admira Vi is, mas de um
modo supeiDeial; eridna a sabec, mas a
nio p.ens^r ; no 6a sabe mais do que se le,
e al (sao esquece log >, po q.je rio cu^ou
Ir.b Iho o.aprend-lo ; tam augmentado o.
numero dos liirosf mus nao edeauclores,
islo fj, de aucto; es prgl/iaes, .poriiiK' de loo
uomes f cuta delOO livn-s, a9 sio com-
piludores, redactores, nas nao uiagiarjov
porque na verd-de nao I;a a quefn ioubar,
nio-haye-nd; algu-o com propiiedad otia
giii 'I ; em lioi, tem-se angm. otado o nu-
mero do que ieem, ha bstanle ei ud-dos,
mais mu pou. o .sainos, A hvraria de
ftoionjeu IiuIh boo mil vojuuras, e nao
bavia dupc.sdos; lo los o livcos eram eq
duviJ.v obias oiiftiii'ie.s, e lasutos perd lo
at o nome dos auct nes. Os que. e-capa-
ram a di-lruuao de ouiras bibliothecas Jeui
sido nos! s giias e noso oi,acul.). O nq-
iiieni .de eaciiptorea modernos ongonaes
nao cluga ao dosuclurts antigos (|ue nos
tem lic.do; e amda que supppuhau^s q..'
lia un mhso de auciores p'a^iaiios, sua
vida, corvo aut *>, *<>.iw t qr.ehea.
iiifienctOb:epheitBQ*; at,i-" us ;'*". e ri.or-
lell: ll'uTI rU'S'IIO (i|. lili i||it||0, OS.
antigos tem a o, erioii-JaiU- om tOKiaaaf
-odOjcJjs,. ballas.lvlias; e in-b es OHfSpH
is modernos se avaat&jam no lomm.icio,
e tal i ex em todas as artes mechmcas.
( Do Diado do Governo de Lisboa.)

ViceCrWdfadiIe'S'. M. Catofcaap Px-
11a 111 buco.
ll.iliiendo rrcib'do del $/.. Fnc-.gado
de Negocios de S. M. Cnlolica con dc-
ta de a 1 du Noviembre del a.'jo p, p. tf,
den (en virtud de la que le fora orji^r.a/1.
por i'aoi. Sr. l'iimei SeiieU'io (fe Eu-
do,) para que fv-a no *,lamento pub oj
que S. lM. la R-.y'na Gove. rjadoi a. en
nodibi'O Nuesa Senia I). Isabel II, nabi gr4e
o..do -e pubiii ase y jur.-s- la Constituci-
n Polit ca de l,i Monar. hia E-p uJimI,
Saiiccioua 'a bf el C< tigre o ei^ el sao
ia, eriteiiu rtii'dt la Nai ion en Cute
manilUste expi.s iriunte tu voluuta' 9
d o ra Contiitucion conforme, a Jas nejee*,
sidad. s de la mesma : lisa paca que Ojifr
los subdito,, de S. m. Cnlolica, resjdpu-
(es en el E trangeio .-e jure da Con titu-
ciii : Se p.eyieue, eu su conseeueucia a
tos me,-md Sd tq de 5. M. C'li'olifiSj
nsideltes tfaseuiites eii esta Ceudad.
y >us miediciones, que rri los das, ao,
24, e 3o, del coiriuute. rura de J_a#ro,
son, |6 SenalauQS p ra, quy: tonga lqg.a.
lugar' d'no Solemne acto, eu la Cape^Ti^-
ria US, \1. ; douaedcberan4pre^l^i>aau<
con d'hu olijectp a l.s 12, de. U rpappaja
dlos' ctJos das. P< 1 uambuco ig. 40
Jautro l83j. ,. J j
iff'Vije Cnsul, 4*,S. ^. .^
ft .no Alaria de Se i xas.
' i^Cfts"M.
k-S.
fi>l
CAMWOS.
, ..;.'
fio de Jando 18 de Novqmhi a de I.0V61
1 *
Londres........... K*/(
Parii.. .,......... 265. ^
HambuigO....... .. 4^5-Jf;^
Apolicesde 6 pe, juro %%% a y4F. .
META ES.
.- ,
Ouro embarras..... gO a 91 p. r.. pre.
Dobies liespanbes. 25^850 s 25t600
Pesos.........------ J-JOp a |5aa
Mucdas de 6400 Id$$00 a s380ft,
de 4000.. 75CO a 7j^rOO
Prata............. 61 a 0$ p. c.
Cobre nioeda de 80.r>. y a 9,pc. dje t^-
(o Paquete do Rio.)
Balita 2 deDezembio de 1850.
-
1
1 i
Lorian s.........28 d 3.Q col.10, a p.
Pai is............3.Q por 1 Iramu.
Lisboa.........., 1,0,0.pu* cento.
Peniaubuco..... 15 ao por .
Ido de Ja.ntiro. ... 1 8 20 p. tv
yb oes Hespan... 30^000,a 3lJ)000
Pecas. UL' ^to...... 1 b'$o-00 a 1 r#0OO
Diasde4C0".------ H&bOQ, a 9,000
l'oos llefipuulioes.. jOOpoic. proc.
Piala en 11 liada.... 100 p. c proc.
Ue.sconlo......... i7'd3p> '-< mtx.
Cobre,...,.......aO,p.c pioc. -.
Moeda pspei......25 a 0 p. c. n.rn.
(Do Diario da Bahia ),
*VJ >
A V1ZOS DI VIOKSOS.
O ab.ixo asaignado previne ao
publico que niog .em Compie om escravo
de nome Lour-enc*, ciiudo de rrt do
1 j a '.S ouii-s, om era o* n-ni pee doa
qu.es multo doenti, e a pret criuula de
nome li rodi ta coto um illio pequeo
de nome Vn gilio, pai entes eset vos Int? se-
em dados- em pagamento no Inventario do
tal Wido Joaqun Poarino df A'boqoerqua
Uxoa^ e/oroo Uieo-ta q*9 Sote da Cae-
vaiho da'Fonc^ca Lima a qoem fez n V%d


T

DA I Ra DE PEINAMBUCO.
*t>ora sua desgraca mu procurador per-
tende tr ndela para fon da trra faz o n-
nunciaute este nnuncio para prevenir es-
ta tenda dolosa, pois (|ue pe ende haver
diade servio* onde teacha a dita Eaera-
-* o deque Loureuco.
Jlo Mari* Ser.
Iy OSnr. que annunciou no Diario
deSeeondt feira t6de Janeiro quner f-l-
lar roto Tnoroai Anto-iio Guimaiaens d-
T*v*> ua da Gadeia Telha n. 49 deffoo-
t "VJ'"l Carduzo Airea.
Ejf PreC-za-se para um sitio perto
sVtata papa de um feitor Portugus cata-
da q>ie entenda de plaotacoens e trabalhe
deer-x?da : queai estiver nesta- circuns-
tancias dando fiador su* conducta, dui-
ja se Sjqj" O Sor. Ghristovo Via na Varjo,
Guarda menor da Relacio da MsranhlQ, ou
quem sujs veies fiser tenha a bondade, a-
nunciai- sita morada, alias entender-se rom
Pedro Jbce Cardte, na sua casa ua do
Cabog, sobrado de 3 andares .arcadas da
pan, oo S.* andar, ou n'Alandeg da 9
horas em diante. O mesmo Cerdoso, de
te)* fallar ao Sor. Joo Jote Fer reir, que
a 6 mezes veio para esta, da provincia do
Maranhtop* tratar de certs negocios iela-
tttrfMoTbeatrodaqaella Capital: a ambos
pira negoci de seos interesse*.
?/JP* A pessoa que annunciou querer
comprir t.m Diccionario fraocec, dinja-se
a-rua das Fi6res i-asa ultima junto a Typo-
grafa Fidedigna, que achara onde esco-
Jnef.
WT Gitano d. Silveira Amaral roga
o Snr. Joze Po.fi io T.-ixeira de Meo-
donca hja de dirigir ae lojo do Sir. Jo-
sa Antonio de Mag.lbt a Bastos, onde de
zej fallar lite ; ou atiza r-lhe onde sua
residencia.
/JT Quem precisar de f.llns corrida,
e passa'portes, tanto para o Imperio como
fura defle, ec*ncilac5cs, isto rom muita
bretidede, dii ija-se a 1 ua de Sania Rita
indo para as 5 puntas passando a Igiejas
primero sobrado.
yp O Sor. FtorlndoGoraes da*NeYes
casada eom a Senbora D. Antonia Riladas
Netas qoeirlo ter a bondade de annua-
ciarem a sua morada para se lbe fallar l
negocio de muita preclso.
J3F A pessOa que annunciou querer
500^000 trisa jorosom bas firmas, di-
ija-se a loj.i da esquina da rna do Quei-
roado D. 1, que se dir qoem d.
V9P Ni-uada Cadei.- loja de chapeos
xi. 4 a, precita-se (i'aluguel) um negro,
que autenda de cosan ba.
. topa Perdeu-aeda ros da Ca-leia, fi*
da Madre de Dos, quKiroou cinco chaves
pequeas; a pessoa que as ti ver acbado,
loe-a na mesma esas cima que sera te-
oom pensado.
yy Aloga-se ons sobrado as roas Di-
reito, Litrametito, Rosara, H01 tas, Ag>a
tardes, paleo do Carino que seja o alu-
gael de ls a i4 mil reh dando s- um quar-
tel diantado, fiadora contento do pro-
pnet* io t, quem o titer annunce, ou di-
rija-sea loja do Sur. Bandeira Jnior eom
quem se entender a tal reopeito.
f/p Alhrga-fte urna rasa na Cidade de
Olinda ns ruado Amparo D. 81 } tracta-
se de ajuste na Botica de Joze du Santo
Pinheiro na'tneaaM ra, ou no Recife ius
do Vicario n. 16.
*XW Precisa-se deum feitor pera om si-
tio distante da Pisca a Irgoas; na praci-
nha do Livramento D. a9.
tje^ Quem precisar de umhomenl qae
alende de padeiio, ou para onlrtf qu<-l
1 ta-se ao beco do Peixe frito O. 3.
freo Na mesma casa ha urna pessoa
branca que se prope a sertir em umaca-
** Sk.
ayy Quem qfiser dar 500$ res a um
e meio por ceutv ao mez coro boa firma,
. i^iap de um armo, declare a sua tno-
,*<*- ...
. ajrjr 0 Dr. Matigmer avisa aopnblico
que pur o Exn. Sr. Presidente da Pro*
vinoa esJa encarogadu de rfg r a Ca-
trit a de Phyica 110Liceo deota Cidade, qoe
,hn , qiandu asoutias doroesmoLy-
1 i.rm -, que a motiicols sera feta
e- ... ata, tedos oe di-s utos, ale o
&# Ao coneott mez.
1.
, Ns noitede 16 ears 17 do corrente
Janeiro furtar96 por om grande rombo q'
fiseraS na estribara da casa do Sr. Navar-
ro confronte a Matris da Boa-vista um
estallo ruco ni>6 pequeo era mnito gor-
do ; qoem dalle dar noticia a Augusto J.
Cobert no 1. andar da mesma casa ser
b+tn gratificado.
tjrjar Quem precisar do prestinr.o do Ba-
ckarvl em Direito Antonio d'Araujo Fer-
i-eira Jaeub na o j adera procurar na raa
de sua residencia ne a. andar por cim do
botpquim da po>ta larga roa do Roiario
larga anual quer hora do dia.
NAVIOS A CARGA.
Para Liverpool,
A Barca Inglexa Mar, Capito Peter
Roper ds primeirs classe, s*hr eom toda
ahrevidade; quem na mesroa qaiseresr-
regar, -di- ij -se aos seus consignatario Jo-
bnston Pater & Comp. ra da Madia de
Dos.
COMPRAS.
a cmodas, ou meias cmodas de amarel-
lo, novss, ou uisdas, stm defeito, e se fo-^
reo iguses melhor: na ra da pras ser-
rara junto ao tanque d'agoa, 00 aonuncie
para ser procurado.
jry- Urna porrio de pranxSes de ama-
relio, e looro, que seja bom de 30, e 25
palm is de -omprido, e palmo e meio, a
dos de largo, e p.'ga-se mo^da de prata a
144o res; quem tiver aonuncie, oo dri-
ja-se a rresma serrana.
jqn 2 negros de bonitas ligaras, e que
sirvf para macHra : na psdaria da ios
dos Q isrieis D. 6, e nio se olha ao preep.
VENDAS. A
QueijOS londrinos, batatas soltas, carros
de mo rom caixio para condurir alieno,
a aspaos Ingleses: no armasem de Joio
Cairoll, ra da Cruz n. 4'
?jry Um moleque de 12 annos, pro-
prio psrs aprender pfficio, e para o sei vico
de mi casa: ns pract da Independencia
n. 14.
yy Um novo soi tinento de botms de
Lisboa, rerenteraente chegsdos, e tafsts
de cores : na ra do Queimado 1< j' de
Carioca D. 19.
yy Urna -propriedade de ttrras as
Curcurjnas Povosco do Loreto qu fui do
falescdo Antonio RibeiroMoreira eom trez
quartos de legoa de cumprido, e meio
quarlo de largura, rom tre* sil'Osdero-
q.ieiros, bastante trra boa de plantar
mandioca e m davel malta, e 00 centro da dita um sssu-
de de peixe d'agoa doce : na ra do Jar-
dn) aosair no Forte a fallar cora Maxi-
miao Ribeiro Moreira pera tricttr eom
os mais lie- deiros.
fjTjr Urna negra moca de bonita figura
para todo ser vico de casa e ro, sem vicio
n*tn achaques, e avista do comprador se
dir o motivo porque se vende; na ra
Nota D. iS, a.# andar.
jy Chapeos de palhinha da Italia che-
gados ltimamente da Franca apparelba-
desde teludo conforme o ultimo gosto de
paiis : em casa deOidier J. Colombier 8c
Comp. roa Nota D. 1 a a.
yp Un preta de bonita figura, idade
de 20 a 2ftennos; lava, eugoniff, e cosi-
nha : na loja de ferragem de Joie A. M.
Basto V Comp. nos 4 eanlos, ra do Quei-
mado O. 1 A.
f^r" Um molequedeOa 10 annos, sa-
dioepiop'ioparaensioar-se qualqoer of-
fioio: ira Boa-vita roa do Arsglo D. 4a
confroatr aBoties.
njp* Quem preetaar de nm ra cerro
portugus pua onda* O qual tem bastante
pratcadeste negocio: inuuncie por este
diario pare ser procurado.
fjgp* Urna canoa d cant-ia, pjrem
grande, a qusl j heem meio uzo: na rna
da Cnn ii; aO, na venda de Fui talo Car-
doce de Gouva.
Ani< de brilhantes, para Setiho-
ia do ultimo goto, e obra muito bem fei-
ta, pois he p.ra fiujlisar una fictura,^ e
por issso ^e *iO ma ero conta, 110 Recile
rus do Vigario, n. 8, no a.' anda.', de
niarihi t as'8 horas, e de tarde das a as 3
para os ver e tractar do seu jusie.
yy Uraa melatinha de 4 anuos pooeo
mais on m^nos : em Foro de Portas venda
o. 19 e dii quem vende.
feP Urna muala de 30 a 3a annos, eom
leteqoepode criar, engoma, cose chao e
latadeira : na roa do Vigaii. n. aa.
orjj Ero Onda roa de S. Bento mni
morada de casa terrea mnito grande, ecom
a tne^ma casa una xlos anexos : na ra do
Bomfimsobiadinbo n. 18.
W- Por p.ecocommodo urna porcf.
demadeir.proprapar. f,ser.lguma cas.
portercaibros e o mais: em O mds .ua
deMathias Ferre.a casa n. 40 do Destn-
buidor do Diario na mema Cidade.
- Papel pautado para monea chega-
do nltiraamente : na ra do Encanlaraen-
to armasem n. 4* .
YW Du ?cas propnas psra o \s-
sougue: na Magdalena sitio do Rangel.
*W Um boi de carro, grande e_ mul-
lo manso: na ra da Cruz do Rscife n.
61, apandar.
%y Maito superior sales parriiha,
rheg-da proximamenle na Escuna Vir.gi
nia, vinho do Porto muito superior, todo
por puco commodo: no F^criptono de
Manoel Joaquim Ramos e Silva, ra da
Madre de Dos.
tjcfp> Urna negra ladina de idade de 30
annos, hbil para lodo o servico, bem pa-
recida, engoma e cosinha; na ra da Ca-
deia do Bairro doRecife loja n. 19.
a/y Roh anttc.ifitilico chegado ultima-
mente de Franca : na loja de hiendas jon.
to ao arco de Santo Antonio de Manoel Jo-
ze Gongalves Braga.
tjry Sal de Lisboa ', no Forte do Mal-
los em casa deFr>nciscoSeverisooRabeIlo.
SjrBJP Uma molata Jde idade i9 annos
de bonita figura, sabe coser, fazer renda
engomar, quem a' pertender dirija-se ns
ra do Colieg'o sobrado onde morou o Sr.
Manoel Catalcanie.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fngio no dia i5 do corrente, uma ne-
gra de nome Thereza, idade trinta e cin-
co anuos pouco mais ou menos, cara bexi-
gota eom om lonco amarrado na cabeca
queotraz sera pie e vertido de chita escu-
ra : as psente que a aprehenderero quei-
rio leva la na pr.-ca da Boa-vista D. 16
que ser recompensadas.
jy No dia 11 deJunho doanno p. p.
fug'o um escrato por nome Beoedito napio
da Costa, alto, e seco dooorpo, rosto c5-
prido e pequeo cor preta 0M108 gran-
des eapitombados e alguma coita amorte
cid-o- pes e mios grandes, pe ras finas ,
eom barba epouca suica, eom um caroco
junto do mingo que parece um lobinho.
Os aprahende lores lem a esa de seu.Sr.
Jos Autunead'Oliteira no Recife roa d
Cadeia n. 8, que receberS<> 5o^.rs.
tflpp* Pngio no i.e de Janeiro um preto
de nome Pedro, naci Congo, alto e seco
do coi po ebem bai hado, coro mar cas de
bex clina a vista para o xio, tem orna fe. ida
na pema, recetado, e bem fallante: ten-
deo pi na Uoa-tista, letou calca preta,
um panacum e toa I lia ; consta andar pelos
F.nganbos: os aprehendedores le vera no
a ra Nova D. 16, que se pagai o teba-
lbo.
SjrJT Izabel de naci Camudongo, bas-
tante fula, baixa, e preuhe ja no mez de
parir v tem no qoeiz'i na parte direitd por
b ixu huma carne doblada porcimad'ou-
tra que forma hun calumbo, tem o dedo
do p direito junto ao dedo mitiirno mais
curio, tem as cadeiias bastante xat.s : le-
tou saia de xila verde usada, era coslu-
ma.ia a vender goa e por s odeve ter es-
se ijgiial na cabeca ; fgida no dia 4 do
coiitule. Quem a aprehender Kte-a a
na dos Pires D. i4 que ser recompensa-
do.
jCaT* Rodrigo cabra, tirando a negro,
fgido a 6 de Dezeaabro doanno p. p. de
18J8, conjoi sigaaes scguinUa-Estatura
ordinal ia bem p0>t6 de figura por ser pro-!
porcionado, idade 3$ anuos pouco mais;
ou menos, testa grande, eom tanto acar-
nerada, olhoa pequeos, cabellos pegado,
pooca b.rba, cara esrarnsda, falta de den-
tes ua frente, isto do lado direito do*
queixo superior. Este cabra j andn f-
gido em lempos d'oulro Snr., e era eolio
conheido de muita gente nos suburbios
deeta Cidade c< m o nome de Antonio 'Ro-
drigues, eom o qual ainda boje elle se ape-
lida para roilher dibfarce, por ser conbeci-
do rom e-te nome por forro ; a pessoa que
o pigar ser generosamente recouipenca-
da, enti egando-o aqui na prarfa na rila do
Po Lete casa D. 23, ou na Vanea Unto o
Engeuhoda Torre a Antonio de Hollanda
Cavalcante d' Albuquerque ; igualmente
sei recompensado quam delle denunciar
o lugar cei lo da sua estada, verificada ai
existencia do diloesegaveali.
SjrfP* Fugio da pas-agem da'MadanelIa
do sitio de Joze Joaquim da Cot>ta Leite 11 >
dia 1 a do correte as 6 horas da tarde um
negro de nome Juze do gento de Angclla
cujo negro diz si 1- Mineuodeouro, seodu
de estatua alta, e gordo, peinas alguma
cou>a ai qdiadas, levando vestido calca de
brim a camisa de algodio de mangas curtas:
qualquer pesssoa que o pegar levaiao di-
to Snr. na ra da Madre de Dos loja de
fasenda.-- que ser bem recompensad, cujo
negro a 4 das ora matulo o quera com-
piar para catar ouio.
Taboas das mares cheiat no fono fie
Pernambuco.
10Segunda ii-T:
?3 i*-Q: s a.
4 i3-Q: -
i5S: q t5S: m
16-D: tu
a54
3-4a
4-30
5-4a
6-30
7-i8
Tai de
&
MOT1CIAS MARTIMAS.
Navios entrados no dia 17.
*
Rio Formov.nj 24 h.; S. S. Joie Trun*
fanle, M. Henrique Carneiro : assucar :
M. G. da Sdta. Ton. ai.
Santa Ctbarn.i; 36 das ; PataXo Ptr-
nambucana, M. Joae Ignacio pimenta : fa-
rinha: M. G. Pereira Lima. Ton. 168.
PortosdoSul; ISdiaa; Paq. li-ilo A-
meticano, Com. o 2. Tenente Abtonio Xa-
tivr de Moionba Torreto.
Sonidos no mesmo di. a
PortosdoSul; Paq. i."de Abril,Coro.'
o 2.a Tenente J zumo Lamego C"Sta : con-
dui 50 pracas e a Oluciaes.para oa porlos
de M.ceo', e om Cirurgiio, e de passa-
gem um a.* Tenente de Marinba.
Parahibi ; B. Ing. Faruia, M. William
ILtchard : baealho.
Obse vacies.
D'o fundo no lamen ao a B-ilieira Ame-
ricana B. Favorile, e segu para a Ameri-
ca.
ERRATA.
J
No Diario de hontem no Expediente
do Commandante das Armas, na primtira
pagina, columna 2. linha 17 : -r- Eo-
tiando, he em'rontinoacio do Officio e
nio ouli-o separado linha 27 : porque
quase lea se porque era qoase linha
45 : nos Protestos leia-se nos Pi'cts.,
3. "collurana linha 4: restante leia-se
sustento, linha 10: que. para conheci-
mento leia-se que para com conhecimen-
to, linha 16: ponte de pedra Porto
de Pedra, linha ai : de Kaaendas, leia-
se de Tamandarr linha 38 : do Pa-
quete Itia se no Paquete.
Na quarta pagina do mesmo diario, no
annuncio da sociedade dosbhetes da ote-
ia de N. S. do Livramento no ultimo
numero 9891 leia-ce 989a.

PWlJl., NA TIP. DB M. F. FAR1A i8^7


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