Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03052


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Full Text

A
v
ANNO DK 1837. TERCA FKIRA
2
17 UP JAMURO N. \3.

)

pB,.*i-Uoo. Hit Tvr.oi M. F.de Pia- IMf.
DIAS IJASKV1ANA.
16 Seennda S- Marvll. M. Au* dn< -altea, do Cr..
dcm. e ^ SO* d" Tl.eaourarta Pitl.lu-.u e
Chae. He t- j i j
17 Tersa S. Anta aI. Re- te m. e and. do J.de
18 Uuaru'f. Trisca V. M. Scs. da TI.. P- s
1!) Q,iinu Canato Rei- Re. de m. and. do J. do
' C. de m- c Ch. del
20 Seita S. Sebaatiad c F. sea. da Th. P.l). a..d.
tatole Wne V. M sfrt/aj. m e -.
do V. G. de t em Olinda. Luach. as 4 b. e 51 ni.
23 domingo da septiissess'ir.aS. Vicente, e A.
Ttdo aeoradenende de no mamn .1 nema pru-
dencia, ino.ie.raco. e energa < lonliniemoa pin
pnii.^p.anioK. e .eremo apnntadol com admira-
cao entre a Nacen tnai cultas.
^roeiomav dn 'dUVmhU OtoI d> Brotil
8uUcree.e a 1000 m. men.se papo artiantadn
neaT|,.srna. ma das Cruzo- ). S. e na Pra-
ca da Independencia N. 37 e.1 : .....le c recebe...
r.orre|i.indenuiaieiraaiads.e aniiiiiu-ioi .ner.n-
rf p .,. eraii eudo do proprloa MilffHIlICl,
e rindo .|fiia.ii>.
CAMBIOS.
Janeiro 16.
XiOndre*38 Os. ?l. i>"i lctd. oo prala 36 por
cento de premio Nomina.
Lisboa 5 i>r 0|o premio, por metal, Som.
Franca958 lia. por l'rnn.-o
Rio de Jan. 6 i>. c- de pretil.
Moertas de li.,+00 I3..2i0 I3..400
40l)0 6..:!H)a 600
Peaoa l ,,440
Premio da prata 50 p. c
da ledras, por me I 2 por o|0
Cobre 25 por cento de descont
PMITIDA DOS CORKKIOS.
Olinda__Todo o das ao nieto da.
(I'v.in.i. A lliandra. I'iitailia. *'illa do Conde, Ma*
nianenape. P'lar, Rea. ilc 8. Too. Btejo d'reia,
Uainlia, Pnmlial, Nova 'le SonVa. t'idade dn Nafn!,
Vj|>a<. de (ioiaiii.inlia, e Nova da Pro-eeia, Cid,.i.-
da Porlali aa. Villa* do Aqnir>(. Munlc mnr mu",
Ararat, CaCvel, ('iiiiiinl. (nula, Impertira-
S- Bernardo, S. Jalo lio Principe. Sobrar, N'ova
RlRev, l<:o, S. Matheua, Kea<:bo(do augur, S
Antonio do Jardn!, Queteramobim. l'aruai.i
-* Secundas e Sexta* iaira* ao toeio dia por va da
Caraiba. Santo Anio Toda aa quio'if Wraaat
meio da. (larui.l.i.iis. e iinnilonoi .lia 10 i- -4
de '.'ida me* aw meto di. Floresno dia ISd
rada arel ao humo dia. Cali. Serinhaem. Itin Fer-
ino!!, e Porto Calvo-nos ibas I, I le 21 de cadj
mea- __________
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DV ROVINCIA.
Expediente do dia 16.
OFFICIOS.
Ao Cororoandante das Armisdirendo-lbe
que requerendo Francisco de B.i*rot Reg
Coionel btfe d Legiio nhaein permiss.'C paiaque MU filtao -Jo-
ro de Barros PimenU-l Soldad do 4.
Corpo de Arlilliaria T para o Rio de Ja-
neiro roalricolar-ae na Accademia Mih-
lar gosando asim do favor e dispo^va*
do Ai de 18 de Janeiro d* l834 da
Secretaria da Guerra ; cumpre que ex-
pesa (saasordens para esse Uro manJau-
do que se llie passea competente Gui...
AoComm.ind.tire Superior dd Guar-
da Niciinit do R*rife communicando-
lhe aaprovctcu d > Prla dos Oflici-
eei do 5. Balalliio e a nomeacio de
Joaqnim Mauieio Wanderlei pal* Mi-
)or do mesmo II 'talli.-. .
Ao Frefeito da Comarca de Goian-
na respondendo-lheque na6 pode ier lu-
g*t-a permuta de um Soldd montado
por outro d-; iof.intaria, como hatia reqi-i
sitado ao Comma:idante Gtral do Ccr-
pu de Polica.
A CamT.ra .Municipal do Reoife pa-
ra dar o seu pjiecer a cerca do que pie
tend m os moradores as iromediaej' a a
Ponte d* Mddalena, e L). Mr a da Silva,
Cjjos requerimentos selhe eniia acom-
panhado de luiot-maqdes do Inspector
Geral das Obi as Publicas, e de urna I'len-
ta Thopogiafic.i.
Ao Prefeiio diCommarca do Brejo,
ordenando que iecd>a na sua Comaica
todo os recrotas que Ihe forero remetli-
tfm p.lo Prvfeilo de Florea, e "er
roodurir rom a seguanla do estilo pa-
ra esta Gapital.
Ao PreJeito da Comarca de Flotes
coinaiunicindo-lbe a exptdivio do oflicio
entetior.
Ao Inspectoa Geral da. Obras Pu-
blica! para emprestar o Kinmatanle
da l'otile da M.-gial.na o cab.e.-t.nte que
aei venad. Recite, -urna aimaci par*
maii.ro vista a requisivao qua o mesmo
tdet.einelb*anles olj'Cio-, inf rnucao
ba.
PORTA PAS.
Ao CoromBnd.nt do Baq- te Pri-
meiro de Abril, parartceberda Theiooraria
P.ovincial, e entregar a od. m da das
Ali-goas tres caixotea com duas machi-
nas de pjuncar e cortar raoeda de co-
bie. ;
Mandando poaaar pel Secretaria Pa-
tente de Major do 5 Batalha de G.
N. do' Rccire Jo.tquim Maori.io Wan-
derlei, Capita da extinta Segunda Linha,
e propiietario do Eogenbo Tiumi de S.
Lourenco.
COMMANDO DAS ARMAS.
Eipodiente do dia 16 de Janeiro.
OFFICIOS.
Ao Exm. Presidenta arcusando & re-
cepcaS do seu officio de i0 deste me, que
acompanhou por copia o Aviso da Secre-
taria da Guerra de 18 de Novembro p. p.
significando-Ihe que r.a5 s' podia fazer
peridicas remesas de fartiamento as pra-
cas destacadas na P ovincM da Parahiba
do Norte, por na5 terun ellas sido ron-
templada* na orgni,8ca uliima do 7.
BtlalhadeCca4ores, e que nem inrs.no
existindo nos rrappas em aggr gados ou
addiadas, ae a sab como por <*M fe
Ibes devi* pedir os lardaoeotoa, e moa-
trando que o atado deste o goeio ja linha
sido pelo ex.Comnnnd.nl-.- da* Armas A-
feto ao Em. Minisro da Cuera, que a-
t boje nao >e dign n responder.
__ Enviando por copio um oBcio, que
ao momo Ento. Sur. Presidenta imtio-
itii do estado do nfgocio em queslaft, pe-
dia permis 6 paia to bero -e pruOunciar
contra o trtenla de Dostaiami utos em
ou ira Provincias pelas sua-* irinacenton-
cia-, e dili.ci execuveM, alero de peroi-
cio-o Discip'ina dos Corpus, e niis dis-
pvndioro a Fazenda NacioL-aL Detia que
pratidevel poder ih Batallio de ai i sol-
dado- em toda a sua f..rga e estado < rople-
li, fazer diaiiamenle a guarnirlo daP.o
vincia, d ", .0 render constirilemetite O
I).-atac.mento> das o'ntras 5 contrario a De-
cipitaUi por que ero grandes di>tiKas la-
ta DeslHc.m.nios, e sob k* 01 dens de outt a
Autlu.iiiUde, jafliaa podiio tonservni as
Otile ur > deDe.iplina, e rub-rdiuacao
qoe s se a^quire toro a oidi-m, sita
i.iompla, inf-livel exec-.eso ; c final-
mente ro.'iis di-pmo-o pilos frequentes
traiKspottes de semelh^ntes madancot con
Diajoret vencimeotosaos olli.ies destaca-
do-. ; acresr.einl ludo isto ser-m taes far-
daments cohiadoa nos P.otetoa, como
manda o Alvar de 20 de Julbo de i83i
c.ujuutamenle com os toldoa, quo elles
pereebiio por outras Provincias.
Ao mesmo Exro. Senhor, envian-
do as corita legalistda das de pesas teitas
em o mei prximo pausad coob o re lante
dos presos pobres deJusiica, rerolhidos
a Portales de Temandai pjra que Ihe
desse a veniente difecca.
Ao m^sroo Exm. Stlr., responden-
do ao seu Oflicio de 9 do correte e di-
sendo-lhe que para conhec ment per-
perfeitu informar sobre o pr>*so JoaJose
de Soucs, havia reqoisitado o seu proct-sso
ao In-p. ct.r doTbes ur<-, e que observa,
que sendo dito preso sol lados desertara
orn o ai mam uto dt Guara da Cadeia
de ponte de Pedra, e por i-so sofrera o
Piocesso, que o condenou a um auno de
piisa cootada de ao de Mao d? 1835
em dianle, cuja pena n*o chegou a sotTrer
por haver outra ves desvrtaJo ao lempo
em que chegou asenteinja, segundo infor-
maves de pes oaa fidedignas.
Ao ComTnandanie da For'absa de
Fasendas, aecusando a recpeo dos seos
oflicios de 7 e 11 do correte e reco-
mendando conservas** ero boa guarda os
objec os que li se scbava, i emettidos pe
lo Capit Santiago Cammaiidante do
ponto d'Agoa-prets.
Ao Com mandante da Forca doGa-
tuca', pedindo rifo-roages, aerea do
do. rrqueriroetito do Saldado Jo-e \Ie.\an-
dre Gorfes que solicit.iva demicSo.
Ao Com pandante do 4. Corpo d'
Artheria, ordemnamlo-lhe psssa-seguia
coro venrim. nlo desold ao sold.ido Jos
de LJjnoH Piro-niel, qje a mmih em-
baVi-ava lo Paqne'e pjia o Rio de J.neiro
acsludaini Aicadeuna Militar, oomodia-
nu. ha o A viro d..S.cretaiii de Guerra de
Guerra de 16 Je Janei.o de i834. e o<-
denava o Exm. PrisiJt ule eu s-u OHU io
desta data.
DIVERSAS REPARTigOENS.
TlUBUNAl. DA RELLAgAO.
Se io de l4de Janeiro.
Na Appelaco ("ivel do Jui-o do Ci
vel desta Cidade appeliaulea M.noel
Fernandes do N*sii.i.ento e appellado
Antn o Manuel do Ns imtnlo 1*1 con-
firnnda a bCOtenfa appellada.
Nos Autos de Revila civel emq.'es-
RocurivnUs Anlouio (nelves Matar."-
no, e sua mulber, eRcoindi D. Mi-
ra Franciscj do Anu-r Di*ino e Cunba ;
IoijS confimados os Ac.uidius J-;s Rella-
ce>doRio, o Maranh-6.
Na appslaqa civel do Juiso do Civel
deU Cidade Apellaute 11 I'eua 4e Fiei-
t.is, e Anppllt la Ignicia Vlaria da A-stini -
pcio ; forio recehidos os irtigos da habe-
litacn.
Na Appellacao civel do Jniao do Civel
de ftlicei, Appellanle Joo Francisco
Ferreira, e Ap. ellidos Jos Crreia Paa
e outros se mandn ouvir o Curador Ge-
ral.
Na Appellac5 Civel do Juiso do riVel
desta Ci(*de Appelantes o* Adminis-
tradores da Extincta Companhia^ e Ap-
pellados os bardeiros de Joaquim de Al-
preida Caranhoa ; foi a SeuluiS refor-
mada.
Na Appellacao ciime dos Tarado de
Santos Cosme e Dairi, Appellanle Jo-
ze Mir Franco, e Appelado o Juiro foi
julgado uullo o Protesso, mandando-*
remeter os Autos para novo }ugameD-
to.
HESA DA9 DIVEII3AS RANDAS.
A pauM he a mesma do N. a76. j
CORHEIO.
O Brigue Trionfo Americano recibe o
malla paia sbo-i hoje 17 do.O'rente as
11 ho'an do dia.
OBrijoc Portogu'-z Snra. da Boa Via-
gemdu heCspt M n-Ve| Antonio -ios
Santo*, too para o Pono 00 di* 84 do
con ente.
O Paldxo Paquete dn Rio te-be a ma-
la para o Rio de Janeo 0 00 du 24 do Cu -
lent a- 9 horas do dia.
OPalaxo P.i.t.aters de q-e bk Capillo
Jos Carlos Feruir* So-res >*i p*ra o
Pollo no di 23 do ro'rente.
A Escuna Virginia de que be Mestre
Joa-juim G..nsal"S Miia sai pira u M-
raohlo no dia aa do corante.
PRE1EITOIU DV CMXRC.V H3 UECIHi.
Parte do dia i5.
tlffl. e Exm. Snr.
ParVcipo a V. Fa.\ qu- taflidei r*>cO-
Iher radota deala Cidade" pardo tnge
lo Franciaco ri. fi-u-o-, poi te. bom
pilas olio hora d.i noire ..- JU-rr
la B-a fisto, dado uro* esloVada eoHijita
ftirador em Lu.r Tnom.do*Nas ImeWJ,
arina do peito eVdu rdo rujo lo-r-yn--n
lo oiosellnsacbou por lel-0 Mj['
ra e p.'o Commisss.io de Pohcudo lor-
I


*
y*
DIARIO DE PERNAMBUCO.

1


4
te do Mallo, Antonio Aon s Jaeoine Pi
rea, foi preso opirdo Antonio Thornaz
'Borge* por ter dalo huma punhalada
n inrie posterior do peito direito, em
o So'd'do do Corpo Policial Linenco
L-., palas oilo horas da oote na ruad)
Porto dis canoas, a ce-peato de todo
id a i tr-i procoder ui farma da Lei.
rs ti mais consta.
Peo Guarde a V. Ex. S^-rtt*iia da
Pi1- ilura da Com marca, do Recife l5
de Jane ro da 1837. Illm Eim. Sr.
Francisco de Paula C-valcant de Albu-
qunque, Presidente ti.. Piovincia M. do
N. da C. Monteiio
EXTERIOR.
E-panha Motiid, i9 de Noven.bro-
P-nl-x recehjJas na Secretaria de Esta-
d Jo l)i-siuii da (-u-ri e da Jostica.
Juigalo da prioseira Ioslaucia de Villar-
cay... E\n. Se : Sauz pas-ou piresias
im >i. d..n6es como disse a V. E. ante*
rioirn ule no estado mais lasum o e
so 7. o miseiaeis lera podido introducir
as provincias, e apiesentar ao seu di-
gno Re, que indubila velmente Ihe agra-
decer', pelo bom apaiato e agradsvel
perspectiva. Mil e cem hornera tirou d>$
Asturias, segundo dix um sargento prisi-
ouriro ; e destes, cem jazem na trra, suc
curubindo as baionelas dos nossos solda-
dos; oulros tantos forafi victimas da mi-
seria, fadiga, e fome (eis se ncontram
mortos de baixo de urna) inania u'uma
cabana^, e ,>utros aoo sa5 notaos pri
xoneirose apresetitados. Aqu temo* 8,
otijatr farainteg caras e andrajos que co-
brem seus corpos nao se pom ver sem
compaixad. Dote dias se sustentaran) -
com ca oe aseada eagoa, sem mais pa5
Dea vinh, tal foi'a per.-eguicaSJ quaso-
freraS desde a biilhanie accio de Corne-
lana. Partecipei a V. Ex. na minVia
coramonicaclo de 26 de Setembro ultimo
paisagem desta faccio e o numero en-
lo exagerado decavallos que leva va. li-
ra atnelhor cavallaiia quetitihao per ten-
dido Re, de cuja nova pn seuca nao tor-
nara' a gozar. Nem um > cavallo co-
mo refere m os prisineiros. nem um s
carvallo daquelle vo too as Provincias,- u-
ma meta de dtCavallati. traiw>ans,e entre
azemulas, e estes chiram em noaao po-
der 35, do que iufio que b m pouca
ou nennuma c*vallara lea' podido sal-
var-e. .
INtstftsarredores temos 2o mil horaens
no oeu conceiio. Ju'go que 17 mil sa-
hern hoja p-ra Bilbao airHa que positi-
vamente nada sei. U General e-ta' algu-
mi couza enfermo ; e talvcs por esta cau-
sa pela fadiga que sofreu nenies ultimo
dias todo o exercilo, nao teta' empie-
bendido ja este movmento.
Dos Guarde a V. Ex. muitos anno*.
Villarraioj i4 de Novembro de i836.
Eira. Sui. Lou enoCobos. Exm. Sr.
Secretario de Estado e du Dcspaxo da Gra-
9a e Juiica.
Parles recebidas no Mioisteiio da Ma-
1 i uta.
O Coramandante General interino das
(urcas nav*es da cosa det'antab ia, Bii
gadeiro D. Jos Mtales de I >s Rio-, de
Bilbao em dala de 3 do cnente partecipa
o seguinte :
Exm. I Snr.: Na no'le do pritreiro
do conenle tendorecebidn urna lom-nu-
nic.-cao desta paca o Snr. B igadeiro D.
Miguel Araor com o dou ,- comigo m
faatr um mov meato sobre Bi bao, e que
e-i opioieje-se cum a Torga do meu Com
mando, pois os iuim gos peiirianeti 111 alguna pun'os do lio p.ra ititereep-
Ur a mu pas*-geoi. Com ff ito aoa-
HMiahevar de a o elfe* tuou de Porlugulete
para a oulra luargein toda a columna em
fui ip. de li.io hoinens, que man bou para
4*>ntro di 1 'O, e en o effectuei rom toda
ilo'v'ii'i'i. mellan'o a'm disto um
(^,1. Ala.1 11 com niuiii(,5es e v.veres ,
paia a or<-c, commandando pelo Guar-
da-Mar.nba D. Nicols UlicariO com io
rail bti iros; iuuimigos ao spioxuur-noj
----------------------------------- a ^ ;. ... !
o'ian totiararn as pedreirat d'.Aeue mas
ni.) fueran* o mwiin n'um mon'e po -
xi.no a Lucbana.,. Onda intriucheiados
as ca-as rompers* o Logo ; aun os b ns
dirigidos tiro da balan Ira Atalaya e nu-
dos nav..sconseguT|ram aFu genial-os da-
qu He ponto, segundo al Lucbana, on-
de i'undiei, pois nem-amar nem um a-
goaceiro fute que caba me prmeltia con-
tinuar mais para dentro :' pore>n a co-
lumna continuou pelo caminho de Ban-
deras p^i a Bilbao.
Aa oilo horas da noite nu fe me len-
do unido o Caixa Marim das rounKes,
1 trido precis.5 de levar a Bilb.i aiguns
cbedaes que condutia trnsladei-me com
ell.es para a canbone.ira, Vclot, deix^ndo
ordem r LD.:li para escoltarm o
Caixa-Maiim^logo q' cbega>se,e deixei eo-
beitos convenieniemenle os p.mtos prlo
ripaes do lio ; o (jaira-Mariill chegou
meia m>te, eso amanbee--r de boj-; en-
ti ou para dentro piotegido por 2> ho
m- ns da canboneira Clotilde, commanda-
dos pelo seu commandanle oGuarda-.YIa-
n'nha D. Pi de P-zos qie marcharem
pelo lado de Olaviaga e escollado pla
canboneira Fduaido jeslecombiyi con
tinnou sem novidade ateas proximidades
da fente de Oiviaga, onde huma com-
|anbia de faciosos iniiincbeiados n>s ca-
aas e bosques tomperam um vivo fogo
sobre os navios que foi correfpondido
pela gente da CIMe, e a Hopa q' diiigia
Cbica 10 com muito acert e tendo se
collocado sob'eS. Manes acanhomira E
duardo com a sua artilberia conseguio
aff'genla los das suas posicSes eo Caixa
Marim continuou para Bilbao, onde entiou
as 8 botas da roanbf.
Em todan eslas operacCes porlaram-se
valeotemente 01 meos subordinados, (o fa-
ser a V. Ex. recomrpendaces pait cola-
res seiia$ aggravara.lodos, p .is elles e as
tiipulaiftes nada me tem ileixado que de-
sejar pelo seu v.lor e decisaS ptla causa
nacional,
Inc'uia remeto a V. Ex. as relaj dos
nffciaea que me acompanharam, e espero
a leve ao eonheciment de S. M. se a jul-
gar digua da so- sobeana atten^n (Se
gue-s a mencionada relaclo.)
O mesmo Commaudanie General de
data de 4. partecipa :
Com noiicia que tive neste ponto de
que a faccio devia alacatlo, decid sabir
na manba* da hrje de Bilbao por tena com
os 10 artilbeiros que tmbam ido no Ca
xa-Maiim das munii5i'j e dei ordem
para que o vi ificassem igualmente os das
Canhoneiras LeopolJma e Velo que se
achatan naqnella paragem. Ao rhegar
a Olaviaga lui informado de que os facio-
sos em. bastante numero t-e acbavam ns
Cirdoaiii } e n'uns paiapeitos prximos
ao molde pira evitar asahida das canho-
neiras ; emediatamenteordem-ique o meu
ajudaute de ordens oGuaida M. rinha I).
Francisco de Pula Pavia com o d* mes-
ma graduarn D. Nicols Chcanos, eos
oariilheiros se inti iiubeirassem n'umas
cosas em frente da Cordoaria para pro-
teger a passagero das canhoneiai, eiu
fui p la estrada de Banderas para Lu-
cbana para enviar de reforio agentados
navios queali seachavam.
As c nlioueiras effcluaram a sua pss-
>agemdeb de dous
batalbes inimigos, ao qual responderam,
como laiibm o destacamento de a ti
Iheiia, continuando a -uj sabida com
urna vanlentia e inthusiasmo digno-; do
mai->r eligi; seus va lentes romrnan-
danle- D. Francis'O Amero, e D. L>iz
Jorganea coi lespjndeiam a juta repula-
c-i que no corpo gbsam ; as \alorosas ti i-
pulaces de anr'os 0> navios en heram-
e degluta pela sua suboidmagi > e va-
lenta ; 18 desloa com o Guaid* iVIarinha
I). R .mni Anneio fuam feridos, sel-
lando seu singue o lesteuiunlio da sua
leaidada ; os navios achavam se crivadns
de bailas ; em Biri p so assegurar a V.
Ex. que no ooeio do sentunenio que me
c g.o ao ver as IripuUco^s la5 < heias de
tmtha-iasmo que a vose de Vivs a Li-
b i Jade e Viva Iiabel Segunda red-
ciam os perigo que se lliea apresenle-
vam.
O- inimigos teguiram' ai cmlioieia-
irujsi humi ligo* pela mai g-rn, e teri'm
tonudo a casa de Sorrosi, um do< pontos
de rn^ior mpirlancia, so nao clie^ depreis.j a g-nte ot outros navo< qie
com oh seus olliciaes a testa leforcou o
d-stameato dos artheiros, e piotegeo a
p*--agem at Lucbana.
Pulus) remeti a V. Ex. a relaclo dos
Oipiaes qVd se achara m na acc-', e taro-
be u do lenloi Falt-ria ao meu dever
se mO iecommendas.ea V. Ex. 0 disua-
do mi ito de D. Ramn Armero,que fe-
rido giaviraenlen'u n msculo, oiitiouou
a dr exemplode >e que atrevo-me a suplicar a S. M. o poto
emmedirtt 1 para es le valor oso mancebo,
digno da elogio de seus cantaradas, e do
api-eco dos se'ua rbefe, e igualmente a
Cruz de Isabel Segunda ads f rdoadeqve
trata a relUrio junt .
ltimamente rerommendo a V. Ex.
o ni--, ito de lodo- os olliciaes menciona-
dos nadita re icio, e pai tcularmente os
Cotnmandantes das menrionadas canbo-
nt-iras e o meu ajudante de Ordens, o
Guarda Marinba D Joe Manoel E-pe-
litis, que em commss^ do Servico ia
na Veloz. O que todo espro V. Ex. se
sirva lvalo ao conhecmenlo de S. M.
(Gazela de Madrid).
( Do Diario do Governo de Lisboa.)
CONRESPONDENCIXS.
Sis. Redactores.
Li no Diario de hontem 16docorren'e
huma correspondencia de hum que nao
engma nem quer ser engaado cuja
con e-pondencia he relaliva ao pieco da
farinha que se vende bardo do Brigue
Piincipe Imperial. Ah Srs. Redactores
se os males quesofreo b un povo Pei'natn
bucano se limitassem a e-ses piquenos in-
(anos, bem hia mos v.i! Mas que ma-
les que prejii'sos mesm), que roubo
ni j estamos nossofrendo b.s. Redacto:es,
rom o infame monopolio que eslaS fasen-
do os marchantes c m a caine fie-ca os
quaes se tem ssos-ado todos a fm de es
fular o pobre povo, vendemlo-noa carne
pessimaa ia l4 e 16 patacas? Digio-
nia Srs. Redactores por sua vida no le
mos neta Ctdade Autoridades a quera c-
pete vigiar sobie eetaa coi/as ? Sea justo
deix..r-se padecer 0 p.iv.i i it-iro para
engordaiem sua cu-la meia duzia 011 ha -
n^a d ta de m opo i la 7 .Qual aera ne a:
velbo Mundo a Gdade ou Villa, aonde ae
ronsinti que impunemente se ecarneca
do povo a re-peito de hojoi do> gneros da
piimtira nees-dtde? Sis. Redactores
tenh 5 a bondade He transcrever no seu
bem conceluado Diarioeslas toscas liobas
pai a verseas no-sas Autoridades aconU
ese coii'padt-cem danos, do lonlrario co-
tiuoarei agiitar ate que me oucaS pelo
que lhe licai muito obligado,
Hum seu assgnante.
Snr. Redentor.
H bem verdadero o proverbio de que
ninguem profeta em sua patria e V. a-
caba de o justificar transcrevendo em o
-eu i.. de 6 de Segunda lena um lotizo
artigo do Diario da Babia. Qoando em
fins de 35 e princ pios de 36 o Valbo
PernambucsDO -se tornou o exclusivo de-
pesiti. rio em Pernambui'0 di-a iltias mo
dei a Jas; nio poique quizesse empn hen-
der a dele a das culpas e arbitrariedades
dos homens dogovemo qu> r geral, quer
provincial, oasporlpn-, no momento,
em que a bandeira do regresso tr unant.
priniMpiou a ti emular n'essa provinia,
p it n-ia disprriar o umar dos seua cen-
cidadius para ora as nossas iastituices,
cuja exi Unca e>a calumniada de eavo'ta
com o mando de cei tos hornera rujo in-
lluxo p. epomiei nca, e mais que ludo,
o-logates eio invejados nio por pessoas
mais habis s m menos cordatas e de
peioies inteoies, e que por conseguinle
bem longe de nos poderem faser bem al-
gara t podiio elevar ao pjdeiio a si ,
ea seus satlites cu U de daordena e re-
voluges. N'aquelle momento, torno a
dizer, as paginas do Vrlfio Pernambuca-
no entio redigido por um moco d'e-sa
Provincia orlo conspulas e vilipendia-
das pelo Diario e hoje os suas doutiinas
reprt duzidas pelo Diario da Baha nao
remocadas, e revestidas com outras frase*,
porem copiadas pelo mais incomptehensi-
vel plagalo com as mesmssimas paltvias ,
(o por aquelle transcriptas com acceita-
cfo. Por cerlo bem longe e-lava o ex
Redactor do Velbo Pernamb'icano de pen-
:ar que um Peridico que assignalava
execracio do publico os teus principios,
romo descarada mente apadrinhando as
ambeiosas pi ctences dos lendeiros, e
casca veis e c mo vilmente enceosando
um governo inepto abrira hoje as suas
coluu as para acolbe-los, antes de revoJ-
ver-seum atino He todava Sr. Re-
dad r oque acouleceu, couo pisso
mo-trar. '
I. / o D'aco da Bahi-i transcripto no
n. 6 do Datio de Pernamboco na liuha
60 e seg. da 6.* columna : Qu-.-m baque
desconhecaque na lata continua dos inte-
ressea individuaes contra os interetses so-
ciaes he impos-vel um Governo. por mais
hbil, e Ilustrado quesej 1, poder impri-
mir urna dir.-cao constante -regular em
todos os epfitos, quando paixes ctrarias
impeliera os a gravitar em sentidos oppos-
tos ? Como he pois q' um governo anda na-
cional e bem intencionado p< vendo as suas roelbores intenc5es prfida-
mente.envenenadas as suas arcos mes-
mo as mais innocentes estigmatisadas coro
incrivel despejo e algumas f.ltas assig-
nal.fliscom um zelo todo brutal e (x-
closivo que assai patenteia o odio e fu-
ror de seus detractores, Ki- o que dizia o
Velbo Pernambu. ano de 3o de Dezemhro
de 35 no n. 4t: ^' continua lula
dos interesas iuividuaes contra os ule-
reases sociaes impoa-ivel que o 'governo
por mais hbil, e illu.irado que seja ,
posta attiahir a s mpalbia de todos, im.
piimir urna dtret co consiaute e reg lar
m lodos os e-pitii', quando p.ixes
contrarias mpellem-o- gravitar em sen*
(idos oppostos. Segu-se que as suas me-
Ihorea iwlencoea aio per6damente enrene-
n 'da- as suas arc5es as mais innocentes
e-tigmatisaas com incrivel despejo e os
seu- errosas-ignalados com zelo t >do bru-
tal e exclusivo q >e assac patentis f> o-
dio e furor de seus detracto! ea.
Mais adUrite dia o Di io da Bah a ;
Nio se tem vi-lo como esees >mens
lallaudo das causas d s malte- que affligem
asFrovincias do Para e de S. Padro do
Sul, di/.em que ao Geverno se devem
todos attiibar. De-coobecei os ho
mens d'ej-a Opposicio pailjiiienlarmen-
te oiganisada que os f ctos por elles cita-
dos no poJ gem do ata.1 incendio que devora aquel-
las duas provincias, que nio sao os er ra-
dios pisos do governo ai tual que tem
promovido as desordens e os tumultos,
que tem eosangoeota lo o B'azil. Esa-
goraoqoe dizia o Vclln Pernambucano :
Procurando ( o Diario e a Quotidiana )
atinar com a causa dos males, que affli-
gem o Para e S. P>dro do Sul dizem que
ao governo se devem todos ai tribuir. Por
cei lo elles nao dcsconhecem que os lacios
por elKs rilados por mais que desabonen*
os seu-autores nio p.dtm ser ap otados
co lOorigem do fatal incendio que devora
aquellas duas provincias que nio sao as
eiradios ptssos de algum ministro, que
tem promovido as desordens, e tumulto-.,
queen-augue t ioquasilolo o Brasil.
Ccntinua o Di nio da Babia di-endo:
Por todo lato., qual deveria er a vindicta
dos bu 1 lado* &c. ? Fazerem per.-uad r ao
p no incauto que a causa do no-sos mal-
es est no governo actual e nio pro-
veniente da intolerancia dos psrtidos nio
e-t as eiagerac5es polticas, do piedo-
minio de ideias subver-ivas, na peiversi-
dade de alguna ambiciosas, e na deprava-
cioda maiur paite d'aqualles etl. Ejs o
q ee:Oie*ii o Ve'bo Pernambucaiio : A
causa do- nosses males e.-i na intolerancia
dos par d is as exageravoes polticas,,
no piedomitiio de doutin>s subversivas ,
na ptrversuiade de aiguns ambiciosos e
na depruvacio de e>criptores mvrceoari-
o |
luda continua o Diaria da Baoia ; Ah


m
DIARIO DE PERNAMBUCO.
s
m
Rrasileiros esses >o os bomens que tem
alindo os poros fora do circulo d dade pregatido-lhes a-sedicao, ea revol
ta... Sao elles os piopii-s qae teru c5-
citade as massasde urna populacao mJe,
edestituida de tuses fallando-lhe a lingua-
gem de suas paiies, e deseus inteie-ses...
E de mais nao tem todos visto q.-e ha sido
as offensivas provocaees d'esses homens
de ama opposica sui generia contra o
g.ivenio. que tero afiouxado os lacos de
-hedionda que Ihe b deriva ? Na co-
nhctem todos que tai a causa Ha nnar
q i lia que agora osnimigos do Brasil nos
(jiiei em legar ap >ntando-n..s boje como
l nica tal.oa de sal v-cja a nece^idade de
urna marcha r-.-fogr.ida quaudo pela mi .
culpan torrwraS infructuosos o< ensaios
das aa!s livies in-litirces. Eis o que
di ia o Velho Pernambucano : ,, Fora
huns e tro(os ambiciosos, eosescip.
toies merceinrioa) os que tem atirado os
povos] lora do ciiculo da lrgalidade pre-
gando Ibes a sedicao, earevolta, os que
tena concitado as ma.-sas de una populacao
rude i e aestituidade luz-s faltando Ihe a
IQguagemJ,de suas paixes ,J e ieteiesses ,
torad suas offensias prov -r-acSas ao go-
verno e seus delegados, que tem afrou-
xatio os lacos de obediencia, que Ihe* he
devida. Taet.sa as causas d anarqua ,
que ogora os inimgos do Brasil nos querem
legar a pon tan do-nos boje como nica ta-
boa de salvaca a ne'ce.isidade de una mar-
cha retrogiada quando pela sua culpi se
tornarao iofruituosos os ensilo* das mai>
livresinstituc6 Continua o Oiaiio da Bahia ja copiando
outro numero do Vtlho Pernambucano :
Todos os Brasileiros sensatos e sidre-
ros pati 0'a.iconheccm bem de pe to quies
s5 os bomens que na6 contente* com fa-
sera guerra ao governo, e a os ministu-
lios... tem chegado at secutar aberta-
mente as nossas in-tituies e vilipendiar a
no*! piadas cona tanto sangue resgatadas
*" custa de tantos sacrificio!, e seff imen-
tos. Mas feUea de nos que inda era tem*
po podemos ver como gradualmente va
depondo o veu estes tiemebundos hypo
ditas, que occultava paite de seusdam-
nados inleatos e com a m ama franque-
za rom que oo.ar..6 repudiar a revoluca
deAbul, como fiIba da mais f ro dema-
gogia nad se corrom de comparar o pre-
sente estado do Brasil coro o passado, co-
mo sa o antigo estado de rapiiveuo fo---e
para ser comparado Conf o Br sil regido
por urna ConstiluicaS liberalmente refor-
mada ; por uin governo de escolha Na-
cional, revendo na igualdad de direitos,
e livre do jugo extiang-iro do jugo me-
t tropolitano Sim tod -a sabemos a que
alvo se dirigem os golpes d'esses hipoi ritas;
lies aborrecem as autoridades constitui-
das, nb irrecem os bomens encatregados
de continuar obra da n sa regenerado,
e rio po 'em tolerar que elles achem apoio
as Leis que os cnara as n-titu c'.s,
que assegura a sua duraca no governo,
' por isso o -eu odio reverle contra a- me*
mas leis e iostitoices; ti abalha por des ur
Jtorisa-Ias, e po las ao d' spreso publico; e
porque anhelad pela suhsiituica5 dos bo-
mens queixio-se das instittit,5es ; a I
las taShem se sttribuem abu-os ndjvidu-
es. Contra essa nova especie de guerra,
Contra esta funesta propaganda t que
devenios todos reunir nuSsos e-fo'cos, a
fimdeserem supplan'ados esses aventu-
reiros no profundo 1.-macal de Mas nul
lidade. Kis oque ti i -ia o Es< rp'or do
Velho Pt-mambucano no n.46 de 18 de
Janeiro de 186 dirigindo se ao proprio
Dial io de l'ei n. mais de lser a gue> ra tad somenle ao go-
verno e Minis e> io aecusa se ab.-i la-
mente ns Qossas insllluues essas garan-
tios comprada com laoio sangoe resga-
tadas cu-la de tantos allarmas soffri-
mentos esaciificios. Applaudimos to-
dai., ao rasgo de valor dos ri<>ss vos que gradualmente va5 depmdo o
"o, que occiiltava os seus damnados in-
tentes e com a u.esm. franqieza com
que ousara repudiar a reoloca de A-
bril, como 6 h < da rnois troz demagogia ,
naSs'e correm de comparar o piesente es-
tado do Bratil cui o passado corno fea l-
timamente o Diario de Pernambuco, e
antepoem com in igne na fe o> autigo es-
tado de colonia ao Brasil regido por urna
constituica liberal ao Bra>il vivetidoua
igualdade, e livre do jogo estrangeiro.
Pelo menos saherno; onde se dirigem os se
us golpes: elles abominan as authori la-
des constituidas; ahorrecem os hoin-ms
do progres.-o enoai regados de continuar
a olira da nossa regeo^raca poremromo
estes ach.td apo4 as leis que as criarad,
as inntituices, q-ie assegura a sua dura-
cao no governo, oseo od-o reverte con-
tra as mes mas, elles traballia5 por desau-
to> isa-las, <-splas ao despiesn publico.
O que eil> anhelad a substituica dos
bomens, queixa se po das inslituivPS : a'ellas se attiibueo des-
givemo, 'iIIj.s se attribu-m os abusos
indiviilQa< s. He pois conlia esta nova es-
pecie de guerra contra e.-ta funesta pro-
paganda (jutd-iemiu reunir os no-sos es-
lurcos. ,,
Da fiualmenleo Diario da Baha: To-
f^Os no> dt vemo-os I- rn tirar que quando a
n<>i de lodos se realisou e que fo'a mallo-
gradas as exorliitant s pretenioes dos es-
clavos do poder decahido um violento
o t o foi v /lado aos homens qiu> a Nac 6
i o lorou a frente de seus negocios e que
em drflioeis rjicunstancias )sl>tifi ario as
mais i-ero fundadas esperancas : assim lio
igoobeis rivaes, que ja sob o nome de
Caramur-, restmraHo es regres-istas ,
e hoje os nnios liberaes por excedencia ,
porque a sua i< fluencia no poder Ibes nao
he m-iisape mitt'da se devem imputar qua-
zi todos os males. Sio elles mesmis que
outr'oi^ de-em olando o fslandaile da a
na-ejuia onvidaiao o-poios para em-
presas liberticidas que orginifiand a es-
t-uracio derramaran o sngue''e seus ir-
ii ios e mil di'sgraca? as Provincias;
sio elles m-smos que boje bradio on pe-
lo regiesso, ora contra o ministerio por
(|iienaesti parlaineniarmenle organisa
do ora faem-se zoladores extremos da K-
herdade pnhliea sustenta. uIch treaeHrlns
da independencia e ora gita5 pela edo-
pci' de tratad is que nada mensji impor-
tad do qu- sujeitar o B a-l a locup1eta<;at
dos Paiies Estrangeiros dequeoutrotan.
to n5 pode Hracil osiifrortoar. ,, F.in o
que disia o Ksoriptor do Velho Ptrnnivi*
bucan : ,, Quand > a nona revelucaf ae-
celerada por a vonlade de todos se reali-
soa cada uin julgou que n'essa immen-
sa sucre-sa lo l tilha dego-os, o mais nfimo e ohscoro
aspi. ou aos m. mento, emiiuefora mal.-gradas ascuas
exni hitaaies pretences data o odia) vo-
tado aos bomens, que a Nacad collo.-ou a
frente de susn.go oirunttatiCM ju-tilieara aa mais bem
fundadas esperancas. Aos seus ignobets
rivaes, boje le^resbi vos e sempie des-
contentes deve imputar quasi todo o
mal, que* Patria tem soffi-do. Aqoalles
pois quo desenrolan lo o estandarte da a-
nar.quia ronvidara os povos para empie-
8is libeitirillas, em non a da Irberdade ,
que ultraj. a restaurapa Ierramara a morle, e mil
infortunios nss provine ias si o os roe-mis
qoe depois de piofl g. -a a anarqua de-
pis deexbaurida a fonle da reatauragio
b> adi tumultuai iamente p-lo regresso. ,,
Si. Ileda.tor esta confronlacio, e
minuciisa lOiiferencia doartgo do Diario
da Babia ti inscripto por V. no seu n. c
6, cm os nmeros 4f e 46 do Velho Per-
ntmbucano demon^tia de urna manen a
palpavel O p-iigo, e inconveniente de
querer um perioijco t-rnar se um arsenal
de-opiniea oppostas romo o seu Diario
po> q e alem de que nao p-eeaehe o fin ,
que se deve dirigir to.ia e quaquer
produccio literaria o de Iluminar o pu-
blico, por nao s r mais um coi po de prin-
cipios homogneos; alam de que d'esta ar-
ta infunde um damnoso srep'icMino polti-
co as massas acontece muit s vetes I..-
b.irar em vergO'ih-sa contradiccio deque
os discursos que outr'ora e.n mus paginas /
encoiitiaia fo t" cen.-iua, se'fio depois
n'ellas citados coiu elogio ap'intadoSj
com o aculos, tobretudo qaando ne-j
nliuro outro mrito, e vuln te adquiiriol
senio o de tereni sido servilinen'e copiados!
por urna flha de nutra Pi ovincia que a-
dultarou diversos sentidos querendo fa-
se los applicaveis ia circunstancias, que
tinbi da desciever. Son Sr. Redactor
Seu Gonstante Leilor
# *
S- o Diaiio.de Pernambuco, por huma
casualrdade leve a fortuna de conrorrer
para o reconbecimento d'bum Piofea no
aCU pai/.. o antigo ei Re factor do*x-Ve-
lho Pernanibucano, ii-ara dos s. os piesentimentoa, pare, c
que humtaaeado at-i lente !. ve a < b-
ter-lhe as grac"S desse Sor*, ou de alguem
por elle, ua coi rexpoodencia acimn tians-
cripta. Porem looge disso, infundados di.
contentos, unthipatia do-.trina de impir-
^i-lldade seguiJa com fimesa na a< tual
redacci, e s-mpre indepen lente da opi-
ni de alguns collohoradores, tem des-
afiado a zanga derauiti.s, qne d.s-j,.ri.ft
lser do Diai io(c-mo ante) a sua m bi, O boletim lie suas in-incoes politi-
cas Pretendeu-se dar hum quina j; he
pieci-o que tabern se nosouca.
Poique inconerio em cnitradicaS os
RR. do Diario (sustentaremos semp.re a
pluralidade de n -s-as pe^soas, a despeito
do Sor.***, que parece alertar de o nao
cre) Onde -e d a conlradirca em tnris-
crevennos o plagiado artigo do Diario da
Bahia ? Acaso temos repellido de nn-s&s
columnas mui'i-simos outros artigos de i-
gual naiureza? Por v- atura, p rqne nao
copiaroo- em 56 logo que o V. P. deu ao
mundo e.-se a'tigo, que foi plagiido, se-
gue-se que o naachassemo? digno do pu-
blicidad-' ? E tinhamos o<5i obrgapafi de
echoar os aitgos do Velho Pe nimhucano?
Mas, dic o Snr. Correspondente, que o
Diario a a sgnala va eerrsca5 publica os
P'incipios do Velh'>: > aqoi ha exagera-
ca6, Com qaanto na6jtentiaaos eg -ra pre-
aente exi raimoria todos ostitigos da re-
dactad na de ui so da anno traasado, jul
gamos poder aseverar, que o hiario nan-
ea confulou prmcip'os lies, quaes os ef-
rados Oe litigo era que ta6 : anda mes-
no nos artigos firmados com Gm. ha6
genuino^ da redaceaG, qusada assim desig-
nado*.
Ai* la aj anl de prevenr.ao e caprixo,
lustentssseiuos hum repudio total tod-s
os p inep do f.len >o V. P, sera la
f-cil qualquer menos nteres-alo, do
Ser. ***, de retocar as esqaecidas predi-
ces do V., como a no*, foi, o Cahir na
corrila de transo ever bu m plaghto; sal-
vo se nos exigen a obrgac- de ter lido,
e de ter decora Jo ludo quauto escieveo o
V. P.: mas tanto se tem e-cripto no mea-
mu sent lo, no mesmo estillo do indicado
rtig>, que formando huma immensa pa-
ronomasia, o tino de propriedade,ao a-
pei saheria da usurp -c 4' este respeito
lica livre o camperlamac5ei entre o
j -ven Redictor do V. P. e o Diario da
li.hia : a n>, cumpre impugnar outr.s
inrrepac8es n ais g- ave, que o nosso Cor .
respondente I bei alisa ao Diario de Per-
ntaburo, depois que e.te se emancipnu
do protai torato de tertos genios ue. rolo-
giro, depo taris, e que os nt lem p-ostitui lo ; de-
pois que teve tolerancia para tod-s as->-
pinies, iroparciali-lade entie tolos os
partidos, huma ves, que se nao bolise
a rauta publica ; depois em fus, que este
nao foi mais a limitara de amhito-os
partidizas; e que n* roesuT -n-l a pai-
xes dos tendeiros ts ca\cveis, la tima o
fatal acabiunh ment do povo no meo de
bellas insilUKe- pelos horoen- d. II .s, que
segur, m nle nu sao os s.-os RR.....
O Prospecto pra o Diario de Pernam-
buco em grande frmalo, publicado e.n
\laio de I8i5, sendo a tabella da pr.'-en-
te reilaccad, eslabebce o.-tenciva mente
s-ustins, e seu carcter: as publtcaces
oli iae-, noli iasestiang ciooaes, da corle m part ular, dosaclos
legislativos, f rm- a iu te integrante : a
Poltica, he hi menc onada em a ijunto
Moral, Agrcu'tura, Comm-rc-o, Lti*ra-
lura, t '. de nenliuma forma infuudin-
do hum elem":lo esclusivo. O D-ario, li
|!io e potegid > do Comm rtio de Per*
namliuco, vehi.-uTo o mais fcil das pihl-
cacoes a'toiti^slrativas da Provincia, he
essencialiii-nta huma fo ha oflirial, e do
Commerco. O. ptincipios p.litios dos
RR., toas npi.iiessobi'O divetaoaubjectoS)
por ah corren em maos ie toJ.., e j (
mais se paleni.-.ii a L'.u odio a ve. da Jen a.
lberdade, int icaec a> ia-oav-1 e)u> o da --piuii. pu-
blica. Disseiuos, q ie o D.iii lui.ia prui-
cipiosestaveis, e e>te> p '>p s>o t
huma ritenu iuiparcialiJoUc, oa q .o a-
iiid.i n-i litemos mvliv Ue rnuoi j, por
que na5 queiemos ine.>di^ oium sm-
co do pai ti los, a mcapuii-ai lia i cir-
culo. A naciona ijaoe, e nao .n..U..a-
5s, ha sido cot lanleuieuta* ujm u sj -
deia ; a modeac. qu se ae-upre ne uuat
nome na tatica dos p-it.u-a. \ na luna
lidade ii. precisa ne ia de luulu-., neut
dsK-CcAes: a veid.de, mm eoiiu o
bem coinoium, f rrna .t b-se j ta terca-
se geial ; as p^ixes, lorm. a base '' ,
partidos: onde quer que a vei-o.do res
veib ra, ah se pode dar luun iute"s-
de n^ciooalidade. Resta nos agora, que
o publ.c judicioso, do qu.l furuw'huma
Iracca de grande concuto o no-so Cor-
respondente, sent-ncei se a. t.ans,.|.,,cUti
no D.a.io dea.lg spolili.os, f.,.m.6l.'um
co.po heterogneo de dout i,.a ? Prs 0,
paitdosjtalve/. quesim;.r,a~j I.^-.q. e
o temos mu las VeZes r. le ad.,, qu 0 D-
ano iid he votado aosjrM^do-.
Quando se trans. revem a.lig, da na.
posicao, (ns o motivo do- deagr-to. lela
por que a opposic 5 n>6 po;pa 0, [y.^
dag..v,r..anva, n p ,rq. ,,,.,. JeVft.
te. prs'ig.o(,og.e.oo(lll po-quepe--
dein o pieatigio n.., partido*?) e-es iti-
go8daoppoM9a5co*.temm.ie.ia, de na-
h'ico inie.e-se, que be pr.,..., ,liUlo
p.eci,o, que aa p,v.m .s fSt, )a5 |w in.
lelligeiH-ia, que se lorme fob^- el'.i- a
critica n.cio....l resp, lo da c-ndoei dos
homens dentado, par. qoe |MC ^
nao tatoeapi-e/adsconcsa.nii ov Es-
ses Mligo-da oppo.ic(. uti,sim..s tem
sido de>presad por tx-.rbitantea, e par-
aes) apreseot.5 accusc t'd.s, que jamis se b-5 p..di.i refutar.
S sa-a censura oa arlas d,. Poder foi con-
: -a
i-era Jo aempe a bnata o* portante
dojo-nalisro.., como increpa o Diario,
aquel es que nad lem sabido justificar o
Po le ? Af |W porque fo na hura ar-
cen,1 de opmies opo^l, e porque nf;t ->-
de hum dano-o scepticismo poltico O
scepti. ismo tem existido de.-da que o ex-
altimen o das deas t- m aliment-do a d s-
cuss-5 dep incpios: o Diario Ihui-pdu-
co o pode infundir dando a eonfontac6
dOisea principios, nao para q neya estupid-menie era duvid-e eternas,
mas para que asniassa> da Prov n ia e a-
dextrem a rfle. ir. C-h-me-.e Ifae itnbo-
ra arcenal deludo; felismente nao he ca-
ta d'ag- a .-<-.
ANN UNCI.
A FalTVNlCA. E ESTRiNCFlRl COllPANHtl
AblANCA
Sobre i-las e com-- F- gos esl beleiua
por hum Acto do P ai lamento.
Capital 5.000 000, igual terca TrinU
milconlcs.
Junta dos Di-M-io es
Predent. s.
John Jru'mg Esq.", Samuel Jurniy
Esq.", N. M. Roilischili iva,.", Mose
Mont. liui e Esq/*.
Di.ec'orps.
James Alexamh i Ksq ', G. H. Barmtt
Eq.'% E.hVird R'OVIH Eq.r. Tlie Rigl.t
H u u able G. R D w*..n, H. A. Don-
glas Esq.", E w.s.d Fletcher Esq r*. Sir
Ge-rge Hairison K. <.'. H. VVilnam
H W** Esq.", J.-hn June. E q ". Wil-
li.mrv y Eq ", LouisL./Cs Esq.", Too-
m-s Vlaiermann K q.", Thotaas Rarhan**
son Esq." O w II S.uith E q H. M.
Thoi utoii Esq.", M.lv.J V\iWn E q ".
Ivta' cI-tuIi eni \l -i\-. l8a4-
As ps oas que fTa. tu.rem -g iros n,->
Campanilla Aliiica gos nao das per-p cu
a- e importantes vinta^ns iegvui"rs :
Inleira segur.n.a O Cap tal de
5.000.000 esla li -iicado pa a negur..nca d i
Seguradores deba-xo da imme.li.la ad.oi
ni tiacio da Ju.-ta de Uliecli-.es cima
mencionados.
Huir t-L.beralidaJe no aji-la de Pal


.
D41RIO DE PERNAMRUCO.
d*- : o Ivro conherido raiacter dos mera-
l.i.-sd. Jiy de Di'eccio offWece este
re-p'-ito t ria a }YD3siv I sguranca.
Premios m nVrados por Seguros.
Me. Cainx'iit & C-.'tem a honra d'infbr*
mar act Snrs. Negociantes, Proprictarios
iftV nasa*, f a cjiniri mais ronvier n'esia Ci-
da le, que Cilio p'enampnte auth'"'sadoS
p'*1a 'i' Rompnhia a efF.etuar Supuro
sirbre Iv'ificiii.- de Tiji-tlo, e rdn cober
ios de lelha, e i alna, rile sobre os bjec-
toa qu>' c n'iveiem os iiir-moi d fi.ios,
qt*r consisti en mobihd, oa em Fa ren-
das de o la a tpialidade.
Os p ettlmt -ao os uuintes '/ Por c*
ao auno, 5/s p. c. por 6 mezes, '$ p. c.
por 8 motes.
AVIZOS DIVERSOS.
O Secretario da Soriedade Adp'ilinia
convida a lodos os S-coh da mesan a
ompme. erera amalii |8 do cor ente as 7
horas d.ti"ite n< m* da Collegio L>- .
2.*'.'iidr para Irada. ni d'ohjectos inte-
lajisaiite- (BASniB.
jry O Snr. Toni ^n'onio Guima-
raens propietario do Engcnho VUriuna,
,e miid r nenia p ,u;a q.e>ri snnunciar
ar es l.i filia sua morada <|ue muito se
jaervssi laar-se-llre.
. tjry Q-iem precisar de un caixeiro
Portugus de id.le de 18 annos, para es-
cripia do que lem algnma pralica por j
<< r exerid<> essa meama-orcupaci na Ci--
nade d.i Pui (o, e d fiador a sua conducta :
quem precisar annuncie por este Diario
para ser procurado.
tUF" Teado que enviar-i* aO Prefeto
interino da Com mares de Garanhons a
.antis de R. i:l00$00O pouro mais ou
menos para pagar os Soldados ai>i destaca-
dos do Corp 1 Poli. 1.1 ; albura Snr. Nego-
ciante, ou qualquer outre pe-ana, que te-
noa > dinheiros quenenio reeeber nesta
CidaJe dita quautia, ohrigando-se mandar
entregar oulra igual ao Prefeito, em o
;-iealmde era un prejnuo ni>to ter,
}"-z 11 ai servic eo Publico, diija-se ao
' i..uiandr.jite (.'.eral do mwno Corpo para
u recebare passaras Guias de seguranca e
aec^s arias.
%cy O mesire sapateiro, que mandou
lser urnas obras, na cadeia do seguro,
queia as*r pi>ar, se nio o fizer rom
prora p'id o lera o gusto de ver o seo nome
deiJ"'.' c.
fcy rVrdeo-se no sitio do Hospicio,
t a itf (,.ln: da- Fasenda, na manta!
do ii i4 : i .iKite, um b'lhete u'Alfaii-
d'ga d 'H^UOO res contra o Negocian-
te Joto \\a 1 eu-, e a veueer-se no da 25
de Fev eiio, f 1 o no jn o dono tenlia da-
d" .1- chou, qur o re titua a J ao de Caivallio
]'" o'A i'a !e que recompensa' a
jijeir o presentar.
VH^ S.J. V. compr-u por ordem do
Sor. J F. L., os t-illutes nu neroi 3i65,e
3 i DO.
%&* Os Sorr. abaixo declarados sioso-
ci. s *m qu-iiente mi s Rlhets e cinco
inteiros, .t primira Lntmia a bnaeU.io
das(- -s da IaVaj* le N. S. d-< Livrmen-
t, e sa< ;io- num os stg'iiiiiis, sendo os
cuco ii|l mo-. ni. i os ; os quaea li.o em
p< der do Sir. \| imt I J;i ujuim Gomes, a
?al r -N."109.445 477 4:9, 48i,6ao,
6a5. 04.-i, 6S'J 220i aa03, 2205. 2207,
2809, -2i 11 22 id o25, 7248, 2346,
!3i7, 41 o 6.ii. 62<, 635. 6237,
a3q t11, 6383, 6386, b3q3, C4iq,
612O yO'iS, Ha^i, ,,j3t 8*45. 247,
os 48 8^3. 8*02, 5lgi, 5195 5484,
9Ci6. 9.i9iVi a noel .Joa.-juim Goinr?,
Aisla Vr na (Jo li o. An'oi' Alves T-i-
XH\r.< Bastas, Doinin .0 R.i Irigues de A11-
dr-de, VInoel Jn/e Li>e> t ag, Antoiro
jtiag iih.-ens I da Foneee.a
>'aie> S'a. Lui/. An'oniu d.i t'ilrih J.-
te Joaq mis de Fteiia-. Giiman-ns, Fran-
tCa '- SoaZa B ii'O'o-, M-n"el Jos Pin-
t fin^ena, m-io. I Joto B.-nbota de A-
t\.un, 'Vlanoel Joa<|Uini da C<>sla, II rito
J-te Pceira bra.i. J' se Anastariode Al-
Yiaqoerque, J-ise de Siq'eira M.-urc, Luiz
Oene-dtes Agr, J.iZe Femandes Uastos,
J.oo Rodrigues re A?idiade, Jjo Baptista
talo, Joxe Francisco da fylr* Wa-
vses, Bl>hsiai Bo-ges Villar, RodrigoFr-
reira Mendes Guimaia- ns, Fonc>ca &
Batid ira, Andiade & Bal ellos.
flP Dereja-se fallar com o Snr. Ma-
noel PereiraGuimaraens senhor doEnga-
nho Arantangi, a nej>oiiu de s>u inlere^se
annuncii-asua morada nesla praca para ser
proco ra.lo.
^y Pretiza-se de umi ama para ser-
vir ero casa de um homem viuvo, fiel i lo-
za, livre de qualquer vicicio, e que lenba
educarn, e capa casa que lem esc a*os, e que siba corlar
coser, e engomar com peifecio. A pessoa
que se ipiiser prp ir a sei vir debaixo des-
tas condicoens, dirija sea rna da Roda so-
brado de um andar que tem lanipiio para
se*just.a-.
|Cy Precias >e de um homem que sir-
va, ou enirnda de fcitor pira urc Eng.nho
distantedesta Piac j4 legs ;' quem sli-
ver tiestas ciicin^taucias dirija se a Iractar
om Francisro Antonio Pontusl, na 1 ua da
Cdeia do Recife la n. 4o-
ffjf"* Quem prec'Mtr ae urna ama para
casa ilo homem solteiro, dirija seas 5 pon
tas H'razdo subrado do Pixoto casa terrea
D. 3.
{Or* Q'iem snnunciou no (Oisiio de
quaila f. ira querer comprar ecrvos para
o servico do estopo, d do solirado da esquina da ra das Cruz* s
quelbe dir quem vende, ou annuncie a
sua motada para icr procurado.
/y O Padre Albino de tarvalho Let"
sa avisa ao respeitav. I public.i que abri
i*ula de primei.as letra ensinando igual-
mente Graramatira poitugueza, e j-.nt-
roeole Latina rom toda a extido e cuidado;
asprasoaa que se qiiii-erem ulilisar do sen
prpstiroo dirija-se a casa dtfua residencia
no pateo do Carino Ja<*o direi'o D. 4-
a/J Manuel Joaquirn liapiisla, til cer-
to aos Snra. arremalmles do consumo da
agoarriente, que deada dia 3i do mes
passado, deixou de vender o lel'erido Rerie-
ro as sua- tavernasdo paleo de 1N. S do
Terco D. 1, e da ra detiat de S. Joze
/gr Q'icm quiser ser feitor de um cilio
na e-Irada do Monteiro qursep^ga confor
me o ajuste e a cmidicio ; falle no mismo
sitio com o dono Dotntngca Fe reir Jorge.
S/y Precisarse de um fi itor para um
Engenho, que entenda de carreiro pera ser
feitor de carro, e de ludo quinto for dpsla
reparlicio: na ra das Cruzes o. 7 pii-
meiro andar,
jty Qu.m precisar da um caiviro pa-
ra es ripiorio, de 19onnos, (,ue sabe ler e
traduzii oidiotM Hespanfcol; annuncie.
yy Pri-cisa-se dedoui al trz can-
tos de ICj a premio de um e mei. por ren-
to o mez por lempo de um auno com hi-
poteca em pr priedade de caas oesta pra-
ca : annncie.
tjy Q..im quiser dar Iguma r.rianca
para criar-se coro toda peifcicio, com
boro leite re m urna esa particular,
dirija-se a esta TypograQa que se dir'
quem peileode.
pf Quero quiser dar :5 >o-$'>oo a
pieouo de oro e m. i> por ct uto cun hipo
tea en. ior.'da de casa ti rrea ou de so-
biado declare a*oa moiada para ser pro-
curado por lempo de nove mese?.
%JT Qualquer Senhoia de ouesta con-
di.C'a que rareca alogaJ' una 011 duag
camai inbas, sej-< qual fot .-ua qua idade
v.i a vi nda d*Erontt da S- ni Cruz l). 3,
que se dir ijuem perlende. >
NAVIOS A CAHGA.
Para Liverpool,
A Barca Ing'eza Mars, Caplio Petr
R.jier da primeira tla-se, s.ihir com tuita
abieridaie; quem na mesma quisercar-
rriar, di'ija-s- aos -eos confjgnalsriii Jo-
hiist-n Paur c Cuiup. ua da Madie de
Ueos.
Paras llha de S. Miguel
l|Jp" Com a in-iior brevidade possivel a
Sumaca 5. Joze Vencedor : q> ms quiser carregar dirja-se ao seu broprie*
tai o Vlanoel So res Oolelbo na ma do P*,-
ihe Floiiauo.
LFJLAO.
A S. hramm faz leio boje 3. feir i7
do c-rreiite na porta do arroazem de An-
li-nio Jo.iquim s 10 doras da inanbi Je 80
siccas rotn cemeio ch'-gadas ltimamente
de Trieste, e p r preco commodo.
jry A S hramm fat leilo|hoj 3. fei-
ra I7 do frrente na porta do annasem de
Antonio Joaquim s 10 ho>as da matiha
de 2> ciixas c>n> queijus lljmeng >s p-r
eott-i de quem pet'leocer.
COMPRAS.
Umeavallo de bonita figura, ranegador
de baixoe meio ; o vetidmlor dinja-se ao
armssem de vidrosao lado [da cadeia.
tjry Um Diccion.no Frsiicet, e Portti-
gueztm Ib rii'ln pequeo, e com algum
tizo : annuncie.
tjjr* Um'cavallo para csrg nio es'an-
do muit m.gio, eijue nio exda o ppe-
co a 30^000 1 eis: na ra D.reita D. 34,
lado do puente.
axy Ouas carroess novas, rendo urna
para umcav..|!o, e oulra de dois Bois, esta
quecarrigue liobrm pipas: quem as ti-
verdrija--e a ra da Ciuz B. 17, Vas 6 as
8 horas ds niauh.
VENDAS.
ma prel da Costa de 30 annos piuco
mis ou menos, sabe, cos ima ca-a, lavar de sabio e varreMa, bea
quitandeira, e cnlende doservipo decam-
po : no beco da Pule sobrado D. 1, primei-
10 an lar.
|ry TJm botiodeouro esmaltado com
um brilliante, anda nio servido, um alfi
uete de peitode criolitas, um dito de dia-
mantes, pequtmo, e pao fino preto de p-
tima qualidade, tudo por preco muito
commodo ; na rus da oreja serrara junio
ao tanque d'agua.
/y Fariuha deSanta Carbanna igual
a de Muribeea muito nova: bordo do
Brigue Pi iucipe Imperial fundiado na praia
do Cof-g'o.
jy Uro quartu novo, propiio para
rarga, por preco < omnodo : na iua doCa-
bug, loj 1 de Francisco Auguslu deAz^-
vedo e Silva.
/y Vende-se, ou trona-se p-r urna
boa escrava, um moleque corn 18 anuos de
idade, bonita fi^uia, e bom olli ial de sa-
pateiro, sera vioios nem achaques proprio
para carrejar cadeira, por ler u/.o, dt-sse
sei vico bonita figura piia um pagm, ou
oulro qualquer se.vico : na ra do Crespo
leja I). 4.
y Dois bicudos boos cantadores por
p'cco commodo: no paleo de S. Pedio-O
biadu que vo'.ta para o doCoipo no 2.
andar.
*j^y Um oerulo de ver o longe : no
mesroo lugar aCim -.
/y Chape-s pira Senbora sparelba-
dos cora ullimo gO'to, ou aem ap^relhar da
palha da Italia mmio fina, ebegados sgorrj
eiri r.-a de Didirr .1. Colon.bit r &. Comp.,
iu. Novh D. 1, 2
VTJp* Urna tsrr.n de 16 anuos, *-be co-
zei, engomar, eusinba : na 1 Ua do Fogo-O.
1 i.
3* Um moleipie d 14 ainos, sem v-
(iualk>uro: na > lia do N ji.i.ira s< brado
. 10.
tfj?" Um cavallo castaahq esrnro, boro
caviega lor e bonita liguia: na Piaca da
B >a> vista ca.-a ti. 5.
/y RxeeUtnle fuitiba dn Rio de Ja-
neiro a de so. ni superior a (id M MOfQj j
no arm-v-em de Santos Biaga, la da Mu-
da n. ll.
^y Um cival'o castanbo com bons
andaies : na ru:* do Cabug luja de ouri-
vei n. 2.
try Um negro p.ra-todo o servico de
campo, e nunca .fug'O, era se etnbeheda,
e muito fiel: na rus dos Quarleis D, 6.
Uraa ppicio de estairas pequeas
de Angola : no armasem da Srazaila vtlha
do faliescido B-nto Ja^e da Costa.
jry Urna bonita e.-ciava, moca, rd-
bu^ta, coze, engoma, lava, a eusinba : ern
casa de J.'tonino Jaro Fenei'a em Fora
de Pot las, no principio da ra. ^
jry Cooros de cabra ptimos, e sola t
superior : na roesma casa cima.
jry Azeile de canapalo de superior
qualidaJe, e ?em composicio em medidas
rniudas a^3f^52o a caada: di..inte da
Igreja daC.niecio da Ros-vis'a 11a casa
oontgua ao sobrado.
Sjry Continua sea vender ptimos l-
ccres de diversas qualidades em pjicu
grande e pe ra-na, al 50 a 180 r i a gir-
rafa prompto p >ra se pod r eniban car p.i-
ra fora da l'ri.vin. ia moilo bem aconde*
cionade* na ruada Roda lado do su! U. i:>.
jLy a cavdlos de eslrba) ia s'0 bom cariegador de bonita figura sem
a. baque nem inazela a'guma, por preco
commodo : na ra da Guia scbado 11. 58,
3 sn ar qoe se l!ie Ji. com quem dr\e
i rae lar co ajuste.
t^y 2 canoas "de carreira promptas,
urna p-.ia ilo.is pr:sois e canoeiro. e outra
de 7 a 8 leiiasa dois roezis por preco Cuiu-
mo.lo : na mesrm ca^a cima.
tsy Um jtscraeo de naci Angola, de
18 a 1q ann is, canoeiro, iem icio ; na
ra du Ro-atii la ga casa ppgida a Joze
< lauditio Le te, indeachai cora quera
lie.tn.
jry Ura casal de escravos ladinos, e
muito b ma de servico de campo: oa p a-
cinha do Livrameuto L). 2a, que se du
quem Vende.
ESCRAVOS FUOIDOS.
No dia 15 do correle f ngio huma
negra mussanib huma velide no olho es']uerdo, butni
marca de lalho noqueixo da paite esquer-
da, falla minio atravesada, corp iegu-
lar, man, (i ocas, levou hum vestido blan-
co, e outro azul com palmas amaiellas, e
encarnadas com as mangas cabidas frito
saia, pao da costa novo, sem estar de-
biuohado, e hum tabaleno : Os aprehen-
dedo>es levem a a ra do Jardiin casa de
vidracas D. ia.
Tahuas das niara chemt no Fono ce
Pernambueo.
i0 -Segunda ; an. 6 m
I 2 54
fi 3 4a *
- 4-30 a
^ 5 4a
- 6 30
- U T:
ia Q.
^i3 Q:
* i5 ^:
516 -S:
|6
Ta.de

- 7-i8
tm 9* SOTICIAMARTIMAS.
fii/avio entrado no dia i.\.
Prnedo j 7 dis; S- Santa Cruz l) ffen-
tra, M. J io Rodi igu.s ds S 1 t : vai ios
en.'ios : Tcixe ra Lop.s. Passsgeircs
5, e 4 esclavos.
Dia 16.
Entrn a Fseuua Victoria q.ie havia sa-
hi'Jo em comissio.
Saludo no dia i5.
Aracaty; S Beija Flor, M. Joze Hono-
rato dos bruto : v.n ios )/:iieius. l'ad.i-
geiros 7, e 2 etc. vos.
Dia 16.
Sanio, e Smta Catharina ; B. S. .Ma
noel; Cap. Joao Mainel Alvcs: vario.-ge-
ocios.
Lisboa; B. T.ioiifo Amerrano, Cap.*
Maiioet Sicsoctis : varios generes. Pas.-Sf
geires a.
'i'.ii>., na np. ua M. F. F Axil a 18. 7.


Full Text
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