Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03045


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Full Text

ANNO DE 1837. SEGUNDA FE1RA
9 DE JANEIRO N. 6.
PaRNAMroeo, ha Tiri M. F.da Fii. 1836
DIA8 DA SEMANA.
osemnda S-Juliao M. Aud. do9Jui*es. do Cr..
de ra. e de t. es. da Thcourana Pul.hca e
Chae, de t. _
10 Terca S. Paulo 1. E. Re- de m- e aud. do J. de
11 Uuu S. Hygino P. M. Sea. da Th. P-
U Quinta S. Satjra M- Re. de m. aud. do J. do
C. de ra. e Ch. de t
13 Sexta S. Hilario d. ses. da Th. Pul, aud-
do J. de O- de i. Quarto cr. as 2 h. e 25 m. da t
14 Sbado > Flix M. Re. de m. e aud.
do V. O. de t ein Olinda.
15 Domingo O SS. Nome de Jezus S- A miro aIi.
Ttdo agora depende d no meamo da nona pru-
dencia. miiileraCHO, r. riier; la :continucmoa coma
principiamos, leremm apuntado* coni admira-
cao entre a Nac.de* raaiecullai.
Froolmmofi da Aittmblto toral i flroiil
Solucreve-ae a lOOOr. menaae pagnaadiantadoa
nenia Typografia, ra das Cruzes I). 3, e na Pra-
ca da Independencia N. 37 3H i mdete recehein
correapondencias lepaliaadaa, e aumincins; inxerin-
do i> putea a* ratia aendo doa propriot aasig-nantea,
rindo malignado*.
CAMBIOS.
Janeiro 7.
X^Ondre37a37 \\'i Ds. St. poi lctd. ou prata a
50 porcento de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 255 Ka. por franco
Kio de Jan. 6 p. c. de prem.
Moedas de 64 40O0 6.,700a68OO
Pesos I ,,440
Premio da prata 50 p. o
das lettras, por mea 1 2 por o|o
Cobre 25 porcento de descont
PARTIDA DOS COR H ROS.
Olinila_Todi>s oa das ao meio dia.
Goiana, Alhandra, Paraiba, Villa do Cnh4>, Ma-
maiiguape, filar, Rea. de S. Joao. Brrjo d'Areia",
llainlia, Pnmlial, Nova de Souaa, Cidde do Natal,
Vil'as de (oamiinlia, e Novada Prineega, Cidade
da Portalexa. Villas do Aquirs, Monte mor novo,
Aracalv, Cascavel. Canind, (franja, Impcratri*.
S- Bernardo, S. Joao do Principe. Sobrar. Nova
lite, Ico, S. Matheas, Reachodo aancme. S.
Antonio do Jardim, Qnexeramobiin. e Parnahi a
Segunda!* e Sextas le ras ao meio dia por via da
Paraiba. Santo A nlSo Todas as quimas reir* ao
meio dia. Oaraiiliiins, e Bonito nos .lina 10 e 24
de cada mes ao meio dia. Ploresno da 13 de
cada uiex ao meio dia. Cabo, Ssrinhaent. Rio Por*
mato, e Porto Calvo- nos das I, I l.e 21 de cada
mez- _^^_________
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLBA GERAL LEGISLATIVA.
CMARA D08 DEPUTAD08.
Sesslo de 15 de Outubro.
Pelas 10 boras da manhi abre-se ass-
alo, e lida a acia da antecedente, fira ?p-
provada.
Le-se a lei do Orcamento que tena de
ubir Sao.cc. 4
Approva-aeaiedacga da le que decla-
ra trallas as sentengas pioferi las na Rea-
ca6 de Lisboa ao Umpo da Independen-
cia &r.
Lose hura oflicio do Secretario do Se-
nado participando que o Regente consen-
tir no dec.eii que annulla a lei da As-
aemblea Provincial da Parabvb* do Noite
aobie recru lamento e Das reaoluees que
fixa s torgas de tetra, e approva o
contracto celebrado cura a casa de Trrand
Tbomaz: da a Cmara inteirada.
Do mermo corarouoicando que o Sena-
do vdi dirigir Sanccat asresoliices que
appr-va a tenca a Duaite Guilherroe
Cuni de Mello, a pen.-io a D. Arma Ro-
dozioda Vendelina da Silva e as aposenta-
doras ao Deten,hurgador Luis Antonio
Barbosa deOliveira, e oairos : tica a C-
mara inteirada.
(Jato do Snr. Souza Martina partici-
pando nao poder assi tir ai ses-es, por
seachar de cama ein cousequencia de hu-
ma operacacirurgica que tisera : fioa a
Cmara inteirada. .
Do Si. Henriquesde Resende commu-
nicando que por circunstancias urgentes
precisa rctiiar-se para Pernainbuco para
o que pede licenga Cmara : Coro, de
Podeies.
OSr. Paira pela ordem deseja saberse
bs Commisses terceira de Faienda e do
O* cimento, a presenta i a algumas medi-
das robre o meio circulante, como o Go-
?erno nada tambera a tal respeito tem pro-
po-to, quer que os papis que e^ta as
Couimisi-ui. *e remeltio ao Gove no a im
delqae elle proponha o que julgar mais
til ao pait.
OSr. Di.aite e Silro mostra as difficul-
dades que a Coros, tem encontrado para
apTesentar a'gum fabalho sobre o meio
circuanle, Ba6 s pela falta de concor-
dancia deopinies deseus membros, co-
mo porque outros delles tpm inieiramen-
te abandonado o trabalho, do qual com
tudo o que le tem reunido so nao tm
eq i-cid o, que esse pouco que est feit
aei a presentado segunda teira, apezar
de qoe vista do estado da Caruata e da
falta de tempo nao convir tratar de ob-
jecto tle tanta ponder.co.
O Sur. Souza e Oliveira declara ter pe-
dido palavra, para pedir a urgencia a
fim de apresentar huma resoluca, rela-
tiva lei de 6 de Outubro de i855, mas
que a demorar i vista do que acabou de
diz*-!' o Orador que opreelio, e con-
cilio com ma> algumas sed loes.
Dip>isde terem sinda feito algumas
ob-ei vacfies os Snrs. Miuistio da Ffienda,
Maciel Monteiro, e H^nriques de Reten-
de, e notando o Sur. Baptista Caetano,
n-6 haver casa o Sur. Presidente marca
para a ordem do dia seguinte a me.-m
materia, K varita a sesIo pouco depois
do meio dia.
o
SENADO
Sessa de I7 de Outubro.
Depois d com s formalidades do cocuma, prestou
juramento etomou assento o Sor. Sena-
dor pela Provincia ds Minas Manoel Ig-
nacio de Mello e Souza.
O Snr. Ve-gueno leo a reJaccaS de
huma reoluc. concedida pelo Sead,
e vinda da outra Cmara que concede 6
loteras li'inandade do Sacamento desta
Cidade.
Appiovarao se em ultima di-cussaS
resolug5es, que conBrm5 aspen-6es c-
cedidas r.parlidamerite i tllbal do Bi'ga-
deiro Joze Pedro Galvi< de Moura e Li-
cerda, e do Marechal Manoel Jorge Ro lri
gues, e a qeeapprova a apoaentadoria c
cedida a Joe R.bello de Sonta Perene
Oficial da Secretaria do Gooielbo Snpre
mo Militar.
Continuou a 2. disrusjH addiada sob-e
a reintegraga no po tu de Ttnente Coro-
nel de Engenheii os Jacinto Hy,;oto Gui-
n, Francs de nacad, e o anr. a. Se-
cretario f-'za leilura de hum lequenmen-
to que o raemo Guin apreentou jun-
tando taritts documentos.
O Snr. Mrquez de Barbacena reque-
reo que omestno requerimento fosse re-
mettido GommssaS suspendendo-se en-
tre tanto a discussaS, o que^ na6 foi ap-
provado, passando a resolugao para a ter-
cena.
Seguio se a 1. discosa5 da reso!uc5
que declara como apto para continna-
ca da percepga de seus ordenados a Jo
o Morezi Official do extinctoCommissa-
riado; eoSar. Pau'a eSouza pedio que
se ouvisse o Gorerno. mas por dar a bora
ficou mateiia addiada.
DIVERSAS REPARTCOENS.
Alfandega das Fasendaf.
O Rrigue Ingles Cidade de Genova,
vindodo de Trieste entrado em 7 do cor-
rete Capitio Geo^ge Bulcraiq consigna-
do a Crabtree 1K yworihe & C.
Manifestou o segninto :
3o3 caixas com velas, 1087 barricas
com tarinnha de trigo, 6 ditas com bola-
xa, 2a presunto*, q cestos com bststas,
a<> tinas vasias. 16 pares de remo 10
paos, 6 /a Tinas de Enchovas 5o Jop-
kcuss
MESA OS DIVERSAS RENDAS.
A pauta be a mesma do N. a76.
CORREIO.
Existe na'AdminititragaS doCorreio u-
roa carta segura dirigida do Para ao Se-
nhor Joa5 Pereia da Silva do Para'.
A Galera Ressucilada de que he Capi-
tam sai para Lisboa no dia 17 do cor-
rente.
PREFEITUR DA COMARCA DO RECIFE.
Parte do dia 6.
Illm. e Exm. Snr.
Foi remettido preso a minha ordem
peloSub-Pref.it da Freguema de San-
to Antonio, e reco'hido ao Callabou-
go do Corpo de Polica, d'ond* teve
o con>pelente deslino Manoel da Fon-
ceca Luna, brenco, por ter ftrido com
um gaifo no quadril esquerdo ao Corne-
ta Joa5 de Dos l'e-soi.
Nada mai-.consta.
Heos Gnarde a V. Ex, Secretaria da
Prefeitura da Comunica do Recife 6
de Janeiro do 1837. Illm. Exra. Sr.
Francisco d Paula C-slc*nl de Albu-
qunque, PresidentedaPiovincia M. do
N. da G. Monteiro
Parte do dia 7.
Illm. e Exm. Sor.
Tenbo a part.cipar a V. Ex. qat for*$
recolhidos ao cahbouco do Corpo de
Policia o pardo Joaqu>m J >se de Oli-
veira o prendeo o meu ordtnanga, por
rnconlral-o a espancar a urna pieta ; e o
pelo Lu z, escravo de Joaquim Jos de
Figueiedo, que trobein o prendeo outro
do mesmo Corpo de Policia por ser en-
condado com un caivete que o acn-
panhou, e estar fgido, cijos presos ti-
veraS o conveniente destino.
Nada mais consta.
Deoi. Guaide a V. Ex. Secretaria da
Prefeitura da Comarca do Rt-cife J de
Janeiro de 1836. Illm. e Csm. Sr.
Francisco de Paula Cavalcanti de AHu-
queique, Presidenleda Provincia. Ma-
noel do Nascimento da Costa Monteiro.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
8." Sessa Ordinsrii de 19 de Outubro
de 1830.
Presidencia d<* Snr. Silva.
Comparecera o< Senliores Gusm.-o ,
Pessoa, Soitia, Cmara, e Samp do cora causa so mai Snrs.
Aberta a Sessa, e lida a Acta da an-
tecedente foi sanecionada por estar con-
forme.
O Secretario dando conta d- expedi-
en'e menci<>noti os segrales officios :
Hum do Fiscal deste Bairro paitecipati
do qoe havendo, no pateo do Ca moho
correr do Convento una abeita cujat-X-
ler.ga sera' de i50 pairos o qual nio
sabe se se deva coniiderar como Ru* ,
ou romo traves-a, por causa das inegu-
laiidades abi exi-tentes, e que Cuna-
ra houve>e de dar lbe IfU'U cxrlareti-
mfalO a respeito ; lembisndo a esta Ca-
oiara que o nico meio que este lugar
offerece pira ser bieve lomado lirnpo, e
tianzitavel, he os proprietarios d^s ca-
yas da cambo* do Carmo ganharem al-
gom terreno ; adiado.
Outro do Fiscal da Povoaca dos Afo-
lados paitecipanio haver Jo^e dos Sanios
da Silveita corrido hum mor? ein um
beco daquella Povoaclo : deliberou a C-
mara que *e authoiizasse a>s Senli res
Procuiador, para que por r- ios lega-s
requeiesse, oquef-sse de direilo.
O Fiscal deste B.iiro particpou a res-
peito da necessidade que bavia de mt-
ddi sobr dever ou nlrl deixa. que o
Proprietario Aotonio Ingacio da Ro>a f 8-
sa a edificaco do Sobra l>. como p eten-
de, na quina do beco d. Serig^do, vis'o
part'cer-lhe, que a Cmara deria cofi-
tractar com o mesrno proprietai 10 ^ob^e a
compra da casa j deliberou a Cmara, que


-------T-
-"-
2
DIARIO DE
PERNAMBUCO.
i ii wwm iiiiiMiimi mu mi
es "-5 contratasse negocio lguin per- tenhasomente trab.stha'k' sempre para seu
tDttUiido mesmo o Senhr Fiscal a exce- exeluzivo iutereste ; tn >s elles ass alhan.i
hoje .que. pi ocur'ao contribuir pira a pros-
jj da lictnca dada por e.-ta Cmara.
II ms requei iaitnt.s de Jos Francisco
Ei s, eOit'Os propietarios de vendas,
p labci as a espcilo de se itlnmir o tr-
ia i u., iito feiio t-o'/re o pteco das agoas
)l.nte-, foi a comi-sa5 dos Senhores Pes-
si e Souta.
T> u-Jo-fe concluido rom n .ipui neto dos
Votos paiv Veriadores, en. onsequeucia a
Camaya icsoUeo que se fizesse as partid-
pc5es devidas aos g Venadores e Jui-.es
de Faz, remettendo-se squelles os seus
Deplomas, hero como que se extrai-se
as c.pias das respectivas actas, par* se-
lem igualmente remtalas ua confor-
mi Jadead s intrticc5ea,
D-.-spachara-se alguns requerimentos.
E r>oi ser dada a hora, lev.-mou se a Ses-
fia5, e roandara faser aprsente arta em
3ue ts-ignara. E en Fulgencio l.lan-
e Albuquerque e Mello Se.tetario da
Cainata a escrevi. b'x'.va Pro-P. Gus-
mo Cmara, Pessa, Souza Satnpaio.
INTERIOR.
Nada anuncia nielhor a conupcio ea
bii^guez do- e-pii los do que as honras
extravagantes, e a consideracio concedi-
da ao falso racrecimento. A gloiia eo
renome d.vem someote sei conservado a
equelles que cooperatn para o Bem
Pub'ico ; a<> amig da Patria ao bem
feitor da Humanidade ao individuo sin-
ceramente amantes da felicidad* de seus
Bemelh ntes; e nunca ohypociita rnal-
veisor, so rasttjador das ale-tifas dos P in-
cipts e Grandes, rom detrimento da So-
ciedrfde a que imihor fura nunca ter
peiteucido. A gloiia eo renome devem
i er reservados aos que cooperan) para
o Hem Publico nunca canearemos
de o lepelir; huma accao para se dizer
glories-* deve tender a prehencher um tal
fin. Se o heroi nao de Boto, conde-
nando feo 6lbo a morte, fi tido c>mo
tal, na5 loi se nao porque com isso B u
lo ju'gou salvara honra das Leis e da Pa-
t ia.
Os grandes sacrificios feitos com
o inleresse publico exigera he veidade,
um exfoico, que eleva o hotn. m cima de
S mesmo, e enta5 a loria he o nico
pie mi o digno del lef. Qual sera' a coma
pr pria para -queile, qi.e pela soa Pa-
tria immula a sua vida, c mo um D-c < ;
que (aerifica sua hooia como um Fa-
bio ; seu recentn ente romo i-m Cimillo;
e, finalmen'e seu* fi hos cr.mo um Bi u-
eomManlo? A vittude que se satis-
taz e rom Mo he pr< mia : si rne-ma be
urna virtude inais ((i.e humana, eencon-
Bequencia imp oriente he inj sto exigir-
se sempre lio sobe -saturas*. S"a re-
compensa di ve ser propo'ci nada aos be-
minios, que delles >e segum, e aos ta-
lentos pessoaes que elle demandan).
IS Bal anea da gloria de vem-.te por corn
es !> indicios, que alias trat as difiicul
dade-, qne se venerun par sua arqui i
cao, e Os beneficios, que lionxeum a
bun anidode, para que humo p:oduz<-m o
limito nem o renome os f itos, que
tem o moho da violencia ; poi isso que
dcste modo foi que Licurga tere vetda
dtira MO'M| is'o he por hai-inonisar um
Povo feroz p'rlfntjs m- r s de brarldu-
ra em (|umlo que nenhum mrito teni-
se a conferir, a rssts que, cobeitosde
hypoc iia e furor, prelendem l preponderan! ia glo-iosa a despeito das
jis 'i*', polticas e moiaes do bem
da Humanida le do iuteiesse da Naci ,
ci da felirida 'e de seus Constiluintes,
da honra e da sua Patria, sero se 1 mbra-
rem quesun'ca preponderancia glorin-
Zi .he aquella, que assen'.t ua razio eno
ans'-r de iodos, na confi.nca dequ-ja-
maii sera capases de trahir 08 p-ti io
t eos sei>tioiet>s de seus considadios.
vDe tod > esssi-sa femados Jibeiaes de no-
a data que antes do Dia gloi n so e em-
|i-e grato Setede Abril dei83i, s pro-
curram lobria te de rosas e rru/iiios
ao lempo que era entregue a desolacio
peridade ge. al; no entretanto oque el-
les querem, e d-ixiu ver os tod >s os U-
ctos ha queelle.sia.-ulcam aos ou'ros lio
niens um genero de felicita Je que elles
mismos regeitariaof, se estivess'm como
> ulr'ora, no fastigia do Poder; enlio el-
les c -riaiiam, como ja corlaran) no Povo,
e anda cortam qu n lo acham brexa,
do mesmo modo que no rn.um-.re, sfgun-
(I > a expiess de hum escriptor, sem q'
lhe doessem os retalhos.
Dcbaixo de-ie> pi incipios pois, como
nao seiem tidos por mos homens, e
indignos de renome e ses, que na poca
actual, engendrando urna oppusu
desconeertida (por que osliomenslioriesioJ
? sinceros deeejosos nicamente do Bem
Publico, a elles se nio querem h'gir)
h.leiio ar Biasil aro mal equivalente ao.
flagelos da guerra civil? Na5 deVera elles
merecer antes a execracio de todos, ja
que declarxram assim soPovo urna guerra
injusta, embota dig.i, que he por a mor
do povo q-je atacam a Adminislraca;
por quinto O'Hra couza se nao v, se nio
porem tropegos veigonhosos a marcha
da Liherdade, e perlenderem a fiual, que
se Ibes tribuiem os titulo: de Hroes Pa-
es ila Patria &c. ? Here9 Pas d Pa-
tria! !.' Esses homens Hypooritas, e
goistas sim. Quem desta forma obra
os interi eses de um povo que todo se
depositou em seus hr eos, be digno de
algum galardao? Ond^ esta'a gloria de
Rebespierre onde o renome de Danlon,
oude o heroi-mo de Sin Just ? Essa he a
nica gloria o renome e o herosmo dos
que no Biasil, depois de colunias, cara-
mu i s restauradores regressis'as, hoje
-e apreseniam fara e dentio do Recinto
da AdmiulsIraciaNaciorirtl, gritando pelos
intereses pela L>berdade e bem dos
Poto-; pela execu>s5 das Lei-, que elles
deprtsam e inculcan) com huma exi'ta-
c<5 solu-e maneira fu< prehensivo', que a daqu> ll*-s meamos ex-
altados, i quem outi'ora apelhdavam
como taes, .- poique, inim gosdo absolu
ti-mo, da restauracad e recolonism >,
buscavam coin todas as loicas asusten-
laca dos principios democalicos ron-
sagrados na Constitoica Poltica do Es-
tado; principios nnii menle salvos pe.l.is
esfoisos d.s verdadeiroi Patriotas no
sempie memoravel Dia Sste de.vb-il de
I83i.
Quem ha que desconb continua dos interesses individuaes en-
tra os interesses sociaes, he impossivel
um Governo p r mi hbil e illoslradc
que seja poder imprimir urna d reca>5
i onstaute e regular em to los os espliitos;
quando pai\5e. contrarias impe),e-os a
gravitar em s pois, que uai goVcrno arnda Nacional,
e hem inten. onado pode, obrar vendo
suas melhon-s inteiic5<-s peifi lamente en-
venenada) ; as su s a ces mesmo as m .is
Innocentes esiigmatisadas com ooiisel
d spejo, e alguiiias illas assignaladas com
um furor todo brutal e excli.s v>, que
UMi piit mea o odio e rencor de seus de
tractores, desse> mesmos, quedveiiam
apuntar-llie o rumo seguro epropeio por
onle (feve 'er lavada -aI va memo a g an-
de Nao do Ivti lo sal .sfisendo d< ste m -
do a missa que lhe conferram os se-
os Con -titulles, e i> > deixar o ov'emo
eolio 'a lo muitas vezes ou quasi sempre,
na dilfi i pisicio ou de ser infiel s exi-
gencia da -Naci favtieada sssim as es-
piaas de alguns ambeciosos, quedis
to mesmo se aproveii. m pata a realisacio
dos seus pro; cl^s. ou de saltar por ci-
ma de suas atlribuicSkjs, a fin de
nao
deixr de ir a pique a me.ma grande N
do Estado que lhe fors confiada ; o
que be sem duvida um grande mal,
f dos mior.'s que s *^Tode con--derar
em o Sy-'eoj i de Co-enio fiep eseuta-
vo ?
A lingoagern de a'guns Sors. Deputa-
do^ na Cs nara tmp uaria da Rrpresen-
taca Na noal, e de slgU'is E-.ci iptores
seos pirlidarjos, se elles mesmo^ os nio
sio, ten certameute sido a causa de ver-
mus DO Bral quasi lealissdi a pintura
e *os flagelos de urna gueria desviadora I do quadio que acabamos de tacar. Fssr
da vidaa e Libeidadea, uoai hum ha que ] linguagem, que elles dizem ser a da vOj-
posc5, tem sido a cans de todos os
nossos mal s; poique esses Snrs., despre-
sando a verda k-ira linguagem de urna no
breOpposicaS, aquella, que he in-
dispensavel nos Gove nos Repre-tentalvos,
qua dispertando os Ministros de seos er-
ros, os encaminha verdadeia vereda
dos inteiesses uacionaes, e que com mo-
deiapsd e sabedoiia os faz arrepiar da
rarreira dos desvar-os, ai bitrai iedades e
disperdicios eos chama verdadeira sen-
da d-is seos deveres ; p lo contrario, o
Brasil todo na5 tem ouvido se nao huma
linguagem sediciosa e frentica, com que
se ha feito huma furiosa guerra os Agen-
tes do Eseculivo, guerra dirigida sem
di cernimento, e quic de nao pequea
ui f! Nio se tem visto, como eses ho-
mens, fallando das causas, que affl gem
as Provincias do Para e de S. Pedro do
Sol, dizem, que ao Governo se devem to-
das attribuir?!! DesconlieceiS os ho-
mens dessa Opposipa p.irlament.u men-
te organisada, que oa f.-ctes por elles ci-
tados nio podem ser apuntados, como
origen do tatal incendio, que devora a-
qoellas duas Provincias: que nao saQ os
erradios pa>sos do Governo actual, que
lem promovido ?s des^rdens e t-miiiltos,
que tem ensanguenlado o Brasil ? Al. I
EHes nao desconhecem ; mas como tii-
unfaram os votos de 2,8a6 Eleitores, cura-
pria-se os desejos da" Maioria Nacional;
fez-se a apm ica geral, segunde as forma-
lidades consttucionaes, determinadas no
ArtJ Addicioml, e em resultado verificou-
se ser o Regente do Bia-il o Exm. Sur.
Diogo Anlouio Feij, que teve acuna do
Candidato inmediato 58i votos, e sem
que os partidarios desle podessem conse-
guir seos piojelos aves-Os urna tal elei-
ca5, podendo o Regente assim eleto pres-
tar o juramento devido e collucar-se no
elto Po.-to, que o elevou a Cutifiaoca
Nacional; saos adve sarios, ou antes, os
aspirantes de lio elevado Cargo, e os que
veni no Sr. Feij urna barreira seos
designios, esbravpjaud porque nunca
um acto de tanta importancia apparece-
ra e itre nos sellado lOin ra..is pmfeilo
iiinho deleg.ilid.de, romecando da vo-
tacofi ao* Collegioe t posse do Begen-
te, nadahavend que podesse embaracar
a plena, iuteira, e mais fi I observancia
da Le, na escolha e entiada do Sor. Fei-
j, no Cargo de Regente do Imperio do
B a,j| :_por ludo isto, qal deveri ser a
vindicta,dos biihdos em suas e>perancas,
dos desengaados de jamis pos uuem em
su s mios os deslin.s da Naca Brasileira ?
Fazerem persuadir ao Povo im auto, que
a ra isa dos nossos ma'es esta nojGoVer
no actual, e na5 lie proveniente' da into-
lerancia dos partidos, nao est as exage-
ace8 polticas, nu piedominio de dou-
ti iius s-bversiva-, na pe veisida.le de al-
guns ambiciosos, e na depravacada ma-
or parle daquele, que, sotes de Abril
de iB3l, seaulepnnham fi entica, anti-
patiioiicamente dentro e fois das Cama-
ras i tedas e qu,e*q **t accusites fuo-
damentadis, que se promova u contra o
Governo do Principe ablicador, e que
hoje, passa os aos bneos da esquerda,
toda a guerra, que manejan) Iw apenas
fundada em iusultos e apodos, e s porque
oMiiiisteiio nio et pailamenlumeute
org misa Jo !
Ah B'aslenos! Eises s*5 os homens,
sio ospropiioa, que tem atirado os Povos
foia docrculo di legalida te, piegao(U>-
Ihes a sedicvaS e revoha, quando apuel-
I dam salvador do P..i, enim-riio da
Ptria, O nhefe das de-gracas daquela Pro-
vincia! Sao elles os propiios, que tem
conchado as massas de urna papulacaO
destituida de lozes, a'lanlo liie a lingua-
gem de suas paix.8, e de seus inteies-.es,
quando, com un iieiisu-avel dosne-speito,
sao elles os prop ios que f.illam do Go-
verno Supremo da Napa, lancando-lhe
em rosto ei ros, que o>5 cometiera ; lal-
t.s, em que naeahia ; ese mais ampias
providencias nao t-m dado para a sdiaca
da Pairia, he porque circunscripto na
Leis, que marcad suas atiribuicos, n
te o ohtiJo do Poder Legislativo (pelo? es-
tol SOS, que antepoem esses de quem fal-
lamo-) ai seiias med'das e socconos indis-
p~nsave<, para que o Coveru possa obrar.
E de maii, na5 tem ludo< vislo, que ha si-
do i cluisivas provocaces desiea lio-
rriens da OpposiQao sui generis, contra o
Governo, que tem afioxido os lacos da
obedieucia, que lhe he devido ? Nao co-
ndecen) todos, que taes sao as causas da
nnarclii-, que agota os inimigos do Bra
sil nos querem alegar, apuntando nos hoje,
0QJB0 unica taboa de salvaga, a roeessi-
da le de urna marcha retrograda, quando,
pela sua culpa, se lem tomado infructuo-
sos os ensaos das mais hvres Iustituicd-
es.
Felizmente a ma'oria da Naci co-
nhece perfeitamente estas verdades; mas
os ambiciosos, dominados pela paix.5,
carecern de continuos iesafogos, e no ia-
roinlio que vad tiilhando, nafl Ihes faj-
tara rasSes especiosas para colorar os se-
us ocrimonioses discursos; mas ser en
Va5 : todos os Brasileii os sensatos, e sin-
ceros Patriotas de-eja a cons vacao do
System i actual, que abracou o paiz ; el'
les ja conbecem bem de p i to qutes sio
os homens que nio contentes de lser
gnerra somenie ao Governo ,e aos Minis-
terios por meio dos insultos, tem che-
gado at acusar aber'amenle as nossas
Insttuices e vilipendiar a nos-a Inde-
pendencias, ests garantas compradas
com tanto sangue regada a costa de tan-
Ios solTrimentos e sacrificios. Mas]feli-
Seg nos, que anda em lempo podemos
*er como gradualmente rio depondo o
vii esses tremebundos hypocritas, que
oceultavam paite dos feos damnadosiii-
i''nios, e com a mesma franquesa, com
que ouz.ram repudiar a revoluca de
Abril; como se o antigo estado de
cativeiro fosse para ser comparado ao Bra-
sil regido por urna Conslituic hberal-
mente reformada por um Gobern da
escolh Nacion-I, vi vendo na igualdade,
e livre de jugo estrangeiro, de um jugo
melropolitano Sim to (os sabemos a
que alvo sedirigpin os golpes desses by-
po.'i tas : elles rbouecem as autbodades
constituidas, aborrecem os ln meus rncar-
regados de continuar a obra da nessa re-
genersQio, e nio podem tolerar que el-
le achem as leis que rrearam as
instituij t ()' o- asseveiam sua duiacio no
governo, e porisso o seu odu (verte
Contra as mesmas Leis, trahalham por
de-autori-al-as, oxpol-a ao de pivso pu-
blico : e porque anhelam pela subsliiieio
dos homens, quexam se das ustiluices ;
ellas tambem se atribuem os aliuzos
indi, id mes ; e por esta nova especie da
g-ierra, contra eota fnntsta propaganda
he que devenios todoa reunir nossos esfor-
eos, a (im da seren suplantados esses a ven-
luieiros, no profundo lamacar de suas
nuMidadis.
Todos nos devenios lemhrar que quan-
do a nos-a revolucio accelerada por a
vontade de tolos, se realisou, e que fo-
ram malogradas as exorbitante* preteu-
c5es dos es ravos do Poder decahido um
violento odio fui por estes votados sos
homens, que a Naci collocpu a frente
d- eus negocios, e que ero dificei* cir-
cun t.m.ias, jusl filaramas mais bem fun-
didas esperencas : aisim a tio ignobeis
rivaes. quejaSub o nome de Carainur
restaurodores, regre cos lilieraes por exeelencia mas sempre
descontentes, porque sua nfl.nnu'a no
poder Ihes ni-> he mais perrueitida impu-
tar quasi lodo o nial, que a Pati-ia lem
soffrido. Sio elle- mismos, que outi'-
ora, desentelando o Estandarte da anar-
chia, convida vam os Povos para empresas
liberticidas, queorganisando a rest^ura-
cio derramaiam o sangue de seos irruios e
mil desgracas nas| Piov ini as fio elles
mesmos que hoje bradam oa pelo re-
grasso ora contra o M ni-terio porque
nio est parlamenlarmente oigantsado,
ora faiem-se de zeladores cxtremvs das
Libeidades Publicas, sus eritaculos tre-
mendos da Indep. ndeucia e ora grtam
pt la a lopcio de Tratados que nada me-
nos importara que sujeitar o Brasil lo-
cup etacio de NacSesesliangeras, de que
outro tanto nio pode o Biasil u.-o-frnrtar.
E tio esses mismos homens, que ousam
neo i.mudar as Piovin is os Escripto-
res liberses que cen-uram a< tos desta na-
tur.sa?.' Quosque landem ahuU're pali-,
entia nocir ? Mas que importa A
gloria scompanha a vrtude como umd
somhra dizia Senara ; ebera 107.0 ai.
bra de um corpo ora o precede ora o se-
gu assim tambem a verdadeira gloria u-


DIARIO DE PERNAMBUCO.
mi* vozps marchi adiante da vi dude e ap-
barece primeira ; outras vezes marcha em
ieoseguimento, quaado o odio a inve-
ja a vinganca e a vilesa desappsrecem ;
e eno ella he tanto maior quanto se
OMMtra ma8 tarde.
( Diario da Babia).
TEXAS.
Ao Povo de Texas.
A recente {victoria, victoria que nao
tem semelhante nos fastos da guerra deo
nos as-.ignaladas vantagens sobre o inimi-
eo ; vaniagens que se soubrmos api ovei-
tar'poihmu pronto e enrgico ataque so-
bre elle assegurar nossa posteridade as
berices da ltberdade e indept ndencia.
A torva de no^S' s ininigos que pira o
territorio de Tesas sobe a huns 5,ooo bo-
nicos. Nosso exercito; que aobrepuja
esta forca marcha rap damente sob e el-
la. Noticias de nossa vanguarda annuu -i-
5 de hura rnodoceito que elles intentaS
retirarse a Santo Antonio para dar lempo
a que no* dividamos esejamossua fcil pre-
ld. Podemos ter confianca ii'huui inimi-
go que se bate cora tooaco ? Podernos
ooofttl as promessas de Santa Amia o
homem que violando todos os tratados de-
golou no,sos irmioi em a Babia ? Pode-
mos esparar segurar nossa liberdade e
independencia por outios meios que na5
seia a torca de nossas armas e a pontar-a
de nossos r. fles ? N<5 de certo. &e que-
remos salvar o nosso pas se queremos
asegurar a nossa independencia se que-
remos evitar a repeticadas trgicas acetas
de Santo Autonio e Bahia unames jun-
temos nossas lancas, arrojemos para tora
do nosso solo os invazo.es asseguremo
os nossos direitos, e vinguemos a mora
de nossos huaos cuj-is osso ensaoguenta-
dos jazem dispersos pelos campos ue Ba-
bia.
As leis da trra requerem que suvaes o
?osso paiz y a vossi propria honra o exi-
ge e a pena que vos impoem as leis pela
oramisso deste sagiado.dever, he a per-
da da prosperidade e da qualidade de C-
dadfos. tt i
A nossos irmios dos E-tados-Unidos,
podemos diter Ihes e repetir-lhes o que
j Ihes diss raos outra Vez : esta guerra te-
la hum fien ; tata guerra irmios carece
de hornera.
O povo de Texas que se compe de urn
pequeuo numero de bomens, que lulaS
pelus sagrados dneitos da humana Uierdt-
de, oecessita vossa assistencia, nos vos
offerecemos.bum dos paizes mais d licio-
sos do Unive so ; vos offereoenos remo-
nerar-vus hbera.nente era trras; nos
vos ipieseniaraos campos em que ousada
mente temos combat do e vencido os vete-
ranos que guerreava contra os agrados
dneitos do horaem os veteranos que en-
sopado suas profanas mos no sangue pre-
cioso dos cidadaos de E-lados-Uni ios. Vio-
de dai nos vosso auxilio e d. iv plantemos nosso estandarte des fiando o
jugo da tyraunia sabr as umgens do
Rio Grande.
Tbomaz J. Ras*.
Brigadeiro General e Commandaiile
Geral do E.snito Texiano.
MXICO.
.0 Presidente Piovisorio da Repblica
Mexicana aos Cidadaos.
Sfja notorio que com o fim de manifes-
tar o ju.-t) senlimento da Ncar- o do Ex-
ercito excitado pelo cativeir do moito
anugo lia sua pati i.t O. Antonio Lop-/. de
Santa Anna devem observar-be as dispo-
si ,cs seguint s .*
i.a Has ordena do dia do Exercito era
todas as guarnieren Hv oes destacadas
so itiserii ) as palavras seguintes.
" Em2i de Abnl da 1836, o General
D, Antonio Lpez de Saut* Anna Pre-
sideute da Repblica fi; feito prisioneiro
tumbaiendo por conservar a mlegiidad
do territorio uacional. ,;
aa. Do-ante o cativeiro de S. Exa. o
Presidente da Repblica se enlapar com
as baudeiras e estandartes das t' opas do
Exercito Mexicano huma facha de fumo.
3.a A Btndeira nacional se conserva-
la an ia la a mcia Inste era quanto nao seja
restitnido sua libeidade o General Pre-
sidente.
Palacio do Governo Naeiooal em Mxico
ao de Maio de 1836.
Jos Justo Caro, Presidente Provisorio.
Jos Matia Tamel Ministro e Secreta-
rio de Guerra e Mai iuh .
( Do Paquete do Rio.
CHILI.
Ministerio das RelaqSes Exteriores
Repblica Peruana Cheto Superior Mi-
litar da DepartamentoLima 18 de
Julho i836.
Scnhor : o abaixo assignado Chefe
Superior do Departamento reetbeo a a-
precia*el communicacio que com data
de honlem se servio diiigir-lhe o Sr. Veu-
tura I.avallo Cnsul G- ral do Cbili fa-
z^ndo-lhe refl xes sobre a queeseieveo a
l4 relativamente aos Chilenos fug dos nos
navios Monieagudo e General Obrrgczo.
O Sr. Cnsul empenha-se na kua cita-
da em reforcar o seu parecer de que se for-
me proces-o sem haverem at agora pesso
as designadas contra qiieni p-ssa justifi-
car-so o julgamento apesar de que ,, o Sr.
Cnsul nao pode nomear pt-ssoa alguma
coinprehendida no delicio de que sequeixa
porque pa>a isso >e*U preciao apresentar
provas que ju^tificassem a aecus^io. ,,
No mesmo caso se acha o ahaixo asignado
eainda que como o me-mo Sr. Lavalle as-
senta ,, este be hum as-umpto di'licado de
sorte que nio se expO'ia a que araanha o
achassem impost r depois de declarado in-
nocente hum'individuo a quem t vesse ac-
cusido m ni exhibiros dados competentes,,
o quesubscieve teo determinado -e forme
hum summario pelo O. Darcourt a fim
de que examine quem sio os cump'i' es
quem a voz publica disigna como favore-
cedores dos Chilenos fugidrs. O resulta-
do fai conhece. eri'io ue exist> m dados
^uflcientcs para de^robrir 09 crimino.-os e
se voz publica que para o abaixo assig-
nado nada mai-. he do que hum eco vago e
indeterminado basta para p- ehend>r os de.
sejes do Sr. Cnsul e as di-posig5*9 do
Governo Peiuanoa castigar os culpados.
Esta defferenca do abaixo a-si.'n-do
formacio do sommario pedido pelo S
Cnsul lite far onhecer que a sua ante-
rior negativa nio foi sem f ndamenio e
que agora >e resolve a adoptar a medida
indicada para rompratr a Sr. Cnsul,
e dar Ihn mais huma prova deqie o Gover-
i o do ahaixo assignado ds'ja destiuir at
a mais leve suspeita de rjue estima em pou-
co a tianquillidade de sua irrua a Republ -
ca Chilena.
Em Q^ p'iraiera communicacio mani-
festou o abaixo assignado o quanto Ihe f >i
sensivel essa noli ia e agora accresenta
que mu to mais Ihe t m sido por nio Ihe
ter em tempo.-Ho partieipida pelo Sr. C5-
sul visto que nao ignora como ctlie-
goricamen*e o derao.~tra na sua nota em
resposta de 13. Se eolio nao ti vesse 8-
do atiendidoo Si. Lavalle justa mente de ve-
ria dizvr que ,, o Governo do Po n.i.o
pe manena em inarco mas a desalten-
dia as justas pretences do Repic>entede
Chi ,y porm o Sr. Ltvalle deixou passar
essa opportunidade em que o Govfrno po-
da erupregar com socnesi-o seus nuvos sen
timentos pai a coi lar prontimente o mal em
seu piincipio, poi* agora ijualquer provi-
dencia o emmenddi mas nio o embara-
cai.
Aqu de* a terminar o abaixo ass'gna-
do a sua cornmonicacio visto que, coro
deixa ditc deferindo Cnsul man Jou formar o lunmai io para
o deido esclarecimento do facto que tem
motivado estas communicaces : poiem
como o Sr. Cnsul na sua ultima notase
encarrega tambera 'da atsr iuttrpretrvoes
punco lavoraves ao Per da conducta que
observara em igual c.iso coro B 1 via, ou
algum outro povo o abaixo assignado jul
ga de seu dever manifestar ao Sr. Cnsul,
que o seu Governo desde logo est obrigi-
do por direilo peifeito com as Repblica
coui quem tem tratados exi tente e que
nao tem posto em problema autboridade
de S. Ex. o Presidente da Repblica a
guarda-ll.es a aeoiprocidade nece.-saria e a
corresponder aos bons cilicios, que tem
sabida empregar em favor do Pe na mal-
fadada poca da Sallaverrv ; po m isto
nio quer diter qnese compraza em que de
seu tenitorio se leve a discordia hum es-
lado, com quem nio tem tio sagradas obi i-
gaces e deveres nem que fosse capaz de
esquivar-se a empregar toda a sua ener
gia dtsti nindo o plano foi jado pelos Chi-
lenos se tivesse chegado na seu conlr ci-
mento (jiiando podesse remedial o satis-
factoriamente.
O abaixo assignado repele novamente
que existe el T-m erica entre ocaso presente ,
e o do (>eneral Argentino Lpez. Em bum
paiz pequeo he fcil descobrir qualquer
plano ou (omliirMc.es, porm nad em hu
na Cidade populosa como he Lima son-
de alm di.-so se encontrad mil recursos
para realizar piojectos, sem que translu-
zo romo sucredeo com o que agora se
trata. Se pois ern Buljvia se pioredeo
deoutro modo, foi sem dunda pelas ra-
ses que se tem enumerado prescindnido
de outras, que para nio fa-er mais exten-
sa esta nota, omiti o abaixo assignado.
O G .v. i rio alm disso nio est obrigado ;
velar sobre a conducta dos emigiados de
| outras Repblicas seguir scus p ! para descobrir suas vistas, nem a por em
coaccioas opinies de alguns ciiados so-
bre o mi ou bono exilo desta ou aquella
empieza. Podem opinar como mclhor
"Ihes parecer, segundo seus iuteresses par-
ticulares sem que por h o se diga qote
essa he a opinio publica e de nenhoma
raaneira a do Governo.
Ultiusmente (endo-se mandado for-
mar o summario para o esclarecimento
de t (los os ponto que formem huma ca-
bal idea do sin cesso o abaixo assignado
julga intil entrar em outras discuses ,
que podiam reservarse para quando se
conrlua aquella diligencia.
O abaixo assignado renova nesta oc-
casiio so Sr. Cnsul Geral de Cbili a
distincla considerarlo e alto apiego com
que se assigna seu all rilo venerador.
Ao Si. Gnn-ul Geral da Repblica de
Cbili D. Ventura Lavalle.
Trinidad Moran.
( Me. )
CAMBIOS.
Rio de Janeiio 11 de Novcmbio de 1836.
Londres........... 36 3/4 37
Pariz,............. 255 a 57
rfamburgo....... *?5a 40 M. B.
Apolicesde6 pe, juro 89 '//, p. c.
META ES.
Ouro embarras..... fJ8ja c,l p. c. pre.
Dobres Hespanhes. 25(2?600 a 25,800
Pesos............. I$i95 a 1 g500
Moedas de 6400 .. i3#730 a i3800
,, de 4000 .. 7&000 a 7^100
Prata............. 66 a 56'/, p. c.
Cobre moeda de 80 rs. 11 a i a pe. de des.
(Uo Paquete d Rio.)
Bahia 16 deDezembio de 1836.
Londres......... 28 d 30 cobre, a p.
Paris............350 por i franco.
Lisboa..,........ 100 por cento.
Pernambuco..... l5 a.0 por c.
Rio de Janeiro.....8 a 20 p. c.
Dob oes Uesp-wi... 30&000 a 31 #000
Pecas de6ioo..... i6$:>00 a i7$000
Ditas de 4COO____. 8^500 a 9&000
Pesos Hespanhes.. lOOporc. pr >c.
Piala cunliada. 100 p. c. proc.
Desi-onto......... '/* a a p. r. ao mez.
Cobre............aO p. c. pi oc.
Moeda papel......25 p. c. numinI.
( Do Diario da Bahia.)
LOTERI\ no SEMINARIO.
O Reitor do Seminario Episcop.il de Ca-
linda, beneficio S. VI I.C. a Lotera, avisa ao lespeilavel
publico, que se acha gran-iemenir a Jun-
tada a venda dos bilhetes da a.' parte da
14. l.ot'M1, testando peucos iiilheie-. e por
iiso afirma, que brevemente andarn a> ro-
das, o que depende da venda dos poucos
billietes, que anda restio.
AVrZt>S PARTICULARES.
O abaixo assign ido faz ver ao respeitavtl
publico, que pessoa alguma contrete ne-
gocio de vend, e nem compras com I).
Anna Luisa do Nascimenlo, Viuva, qu
nada lera valia, por ter herdeiros toreados,
e tila se adiar demente.
Manoel Francisco da Costa Lobo.
> *^ A Senhora idoza que a das annun-
ciou pela prezeule filha, querer ser ama
da casa de urn bomem soiteiro, sendo que
saiba escrever eler, e que inda o,, se acha
arranjada, annuncie a sua morada.
jCp- Precisa-se arreodar urn sitio que
tenha arvores de fruas, baixa para plan-
tacao decapim e casa de vivend, da Igra-
ja de S. Joze, e d dos Afflicto aie a da o-
ledade: quem o tiver anuuncie para sr
procurado.
Quem precisar de uno padeiroM*
unca jiia ser pro-
ra fora da (erra; ann
curado.
*& Quem anuncioa pela presente fo-
Ihadar300$ res a jqros sob.e hipoteca
de prata, ouvuio, sendo que queira dar
por hipoteca de ura moleque fiel, e pron-
to a supi-ir com outro no caso que a does-
sa, e paga-se os juros adiautado pelo lem-
po de uiu anuo, ou no c.iso que baja
quem queira estejnegocio, annuncie a sua
morada.
*^ A pessoa que no Diario deSabba-
do 7 do cor rente aruiunciou precisar de um
criado Portugnez para servico de uma pe-
quea familia, dirija se ao beco do Peixe
frito D. 3, que acbai com quem tradar.
It^ Precisa se de uma casa ou sil o na
Cidade ou vinhancas de Olinda com tanto
que sej Jasseiada, e com bom quintal, para
morar talvez alguns anuos, poieru que nio
passe de 60$000 res auouaes : quem a
liver p .ra alugar annuncie p .ra ser procu-
rado.
tW D. M.ria Magdalena da Silva Cas-
tro viuva de Aotonio Joaquun do Carme
Clonen, su acha com a sua aula de primei-
ras letras a berta na ru> da Cruz primen o
andar do sobrado n. 3i.
W Aquelles Sins. que quiserem re-
oi-ber gratis um tx mplar da Corita da Re-
ceita e Despeza da A J mmi-i aco d'>$ O fos
de>ta Cidade relativa ao de i835, di ijio-sa
aoRecife loj do Sur. CardtO Aires ra
da Cadcia ; a Santo An'ouui luja no-a e
livrus na ir.v.-.-a do Hosinjo para oQuei-
mado, n. 7; Typ. Fidedigna ra das
Flores; e Boa-vi>ia Boiica d.-Sm. Igna-
cio J. de Como era a Praca da nr-rn..
\fy A Caza de Pasto piox manente a-
heit-i no Bairia de Sanio Antonio, iua do)
Q jai leis D. 8, faz s iente pela segunda vea
que recebeBMigUaillurs para comida rmri-
sal, e por anno, por preco commodo, a-
tfiidendo o si-b 00 preco dos vveres, com
tudo para os as guante* ser o ra-is cou-
m. d > p s-ivel, as 1111 i orno receba toda e
qualquer encomenda de jantaies para to-
ta : quera se uui-ei aju>tar, dirija se a re-
fci i i a casa.
a/y Precisa-se de um ajodante de co
zinba : quem estirer nesta tiConstancia,
dirijs sea Casa de pasto da la do. Quar-
teis L). 8 para ajoslar-se.
jry O Sr. Reveiend) Padre Gerni-
mo de tal morador no engenbo Rio tor-
moso se tem um negro fugiJu por noma
Antonio de gento d'Angola ; dirija-aa ao
forte do Mallos na do Curdins n. 7 que
l acl>a< quem he i> noticia.
Jr C geniiro Antonio de Mello, faz
scienteaos Sra. Golleclorrs das aguas-ar-
denies que desde o dia 5 de Janeiro do.
torrente deixou de vender dito genero ana
sua taberna sita uo Caz do M..i.aUo.


m
*

M
*
*
DIARIO DE PERNAMBUCO.
*
Do pritneiro de Janeiro deste Mi-
na de 1837 em diante n 6 tem vendido ,
era venov behid.-s espi ituosas ; o abaixo
-'Ruado nu 8u venda da rna do Alagad
-o baino da Ba-vista D. 5, oque faz
sonteaos Sis. Conectares para seo co-
nheciraento e go verti.
Cosme Vicente Ferrein.
f %3P^ Percisa-se de um Feitor para ci-
tio que seja ao mesmo tempo trabalhador
detnxada, qaem estiver nestas circuns-
tancias dirija-se em Fura de Portas na
Repartijida Sjode a todas as horas do
dia.
t WP1 A pessoa qoe anunciou no Dia-
110 11. 4 do dia 5 de Janeiro urna du/.is de
cadeiras e dcias bancas de j.n aran i para
?ender dirija se ao sob ado que faz quina
da rua do R -zario larga para a estrella D.
15 ao |>i imeiro qucm tratar.
yGF Precisa-sede 2oo$ooo rs. pre-
mio de dous por cerno ao mez quera se
prcp>ser a dar anuncie por esta folha pa-
ra ser procurado.
fceT1 Qu-m percisar de tuna malber
branca de meia idade para o ser vico de u-
ma raja di hornera solteiro ou de pnuca
familia n = 5 sendo para lavar eeugomar
dirijn.se a esquina da ra da Paz que faz
fundo com o sobrado do derivan Pir*s.
VF" Quem perrisar de um rapaz Por*
tuguei para caxeiro, de 18 annos para
venda ou oulra qualquer coisa anouncie a
v-a morada.
NAVIOS A CARGA.
Para a liba de S. Miguel
Segu viagrm om a maior brevidade
pojsivel o Bngue Biasileiro Leio a.* : quern
no mesmo qui*er cciTigir, ou ir de passa-
gem, dirija-se ao Recite ra da Cruz n.
11 a fallar com Joze Antonio Gomes J-
nior.
Para Hambaigo
|f Sabir com a maior brevidade
portar prompta a raar parle de sua rar-
gaa bem construida, e muito velleira Bar-
ca Hamburgueza Catbarina Darotea, for-
rado de cobie : quem na nnsma quiser
carregar, ou ir de passagem para o que
tem s-tii. i-nies commiis dilija-se aos
beus coiiigna-tr.s N. O. Bieber & Comp.
ra da Cruz n. 63.
Para Trieste
%Jjy Sahir impreterivelmente at o
dia 23 de Janeiro o muito ve 11 i< o Brigue
Ingles Emma, Capitio Bobertson, dapii-
meira cla-se, Turrado e oailhado de cobre,
so1 tem lugar para 16O caixs rom asan-
car : quem qniser rarregar n'lle tr.te
cora os consignatarios Me. Cdmont 8c C,
ra da Cruz n. II.
NAVIO A FRETE.
Freta-se p>ra qualquer porto, o muito
?tli'-iro Brigue Blgica Constante, forrado
de aiu-o, vindo d Antuerpia, Capitio
Aiy .. i Schie ; a fallar com os seus cori-ig-
lavi- N. O Bieber & Comp., ra da
Cruz n. 63.
%" freta-se para qualquer porto o
inuito -up' rior Pauxo Ingle/. Kara, de lo-
te de 136 touelladas, Capitio Jonclough,
dd primen a cla-se, forrado e cavilbado de
Ctfbre, eat pempt' para teceber carga;
quern o pe ten 1er f.elsr, dii ija-se aos con-
jgnatsilM Me. Calmoui & Comp., ra
da Cruz o. 11.
COMPRAS.
Durentis botijas de genebra razias ; an-
nuncie para aer procurado.
f/^T 4 neta? que sejio mocas, esem
achaques para o servico de Engenbo : no
rmajeai de assucar o. 3, dtfioote da por-
ta principal da Matriz do Corpo Santo.
LEILAO.
Joio Leite de Azevcdo faz leilio de nove
meias pipas de vinagre por conta e risco de
quem perlencer no dia 9 do con ente mez,
noarmazem n. i5 na ra dos Burgos.
VENDAS.
Palha de Carnauba, e sal do As*u', a-
bordo do Brigue Bra?.ileiro Uniio funda-
diado defronte Ho Trapixe do relorinho,
a fallar com Capitio do rnesmo Antonio
Joze dos Res, ou com Elias Baptista da
Silva.
iy Para fora da Provincia urna ,ne-
gra da costa roossa, sem vicios e mm a-
chaques : ni iua do Livramento D. 4.
^ Um muleque de i5 a 16 annos
eom principio de baulairo: ni ra da Ma-
dre de Dos n. a9.
Wp Btins chegados prximamente
pelo preco de i$680 : na mesma casa ci-
ma.
JJP Na Travessa do Rozario pira o
Queitmdo, loja n. 7, acba-se' venda o
seguintp.Um sortimento completo de di
versos Folbetos em quarto, oiiavo, e meio
oilavo cantendo difFerente- obfertos ; dito
dito de diversos mpressos em folba pro-
piios p^ra o coramercio, Justica &c. ; di-
versas cartas de convite ; diversos Biihe-
tes ; pertences propiios para escriptora-
cio; dit-'S pira meninos de Escolla ; Fo-
Ihinb.is de porta, algiheira e latinas ; bom
cb;e rap de diffreotta qualidades, tu-
do por preco com modo.
j^* Um piano suprior por preco
mullo rommodo : na ra Nova, fabrica de
chapeos D. 11.
WT Urna escrava ciiouls de 18 annos,
muito bonita figura, cosioba o diario de
urna casa, lava de sabio e van ella, e cose
alguma cousa : no alterro da Boa-vista na
padaria de Francisco Goncalvas do Reg.
Hp Um braco de batanea de ferro
com suas competentes conxas em bom u-
to, prop'ia pira ppzarcou com-nodo : na Botica de Miguel Joze R-
beiro, na rua do Queimado.
Mp Chapeos de sol de seda para se-
nhora a 25)560 : na rua do Cre.-po loja
D. 3.
/y. F.xcellpnte farinha do Rio de Ja
neiro, a de sorni superior a da Mur ibera :
no arma-em de Santos Braga, rua da Moe-
da n. 14 1
Kpp a escravas de ao annos, bonitas
figuras, sabem cosinhar, engomar, lavo
roupa, e fisem todo servico de urna casa:
na rua do Foro D. 11.
%J Esleirs da pe pe i rm por co ou
a relalho ; em Fora de Portas vend de
iogo Ro rigucs.
ILp1 Urna crioula de idade de 30 annos
sem vicio algum, b >nila figuja, |ava muito
bem tanto de sabio curan de vairella, e
muito boa para o servico de casa, e tratar
de meninos, tiobem se troca por um ne-
gro muito prmcip .-eivico decampo : na Suled-de defronte
do Pala' io doBispo, e do lampiio.
ry Um palanquim muito bom, e gran-
de : na nv sma casa cima.
jry Smenles de ortre de varias
qualidade-, rh'gadas prximamente de
Lisboa: noarmasem do Machado ruado
Vigario n. 14.
iy Urna preta da costa de 3o annos
pouen ro.iis ou menos de idade que sabe
cosinhar o diario de urna casa lavar de sa
bao, e tambem de varrella e b- a quiUn-
deira no beco da Pol sobrado D. 1 no
1. andar.
W& Un lambique que leva de la ca-
adas da medida velha, urna cerpenlina
para o mesmo de estanto um lambique
de flandesque leva uma caada e meia ,
um realejo muito bom com cioco selin-
dros, e ti iota e seis arias muito modernas,
ludo por preco commodo ; no atierro da
B->a-vista i5.
jr^ Um gu.-rda roupa de araarello em
bom uso com cinco gavetas grandes e du.
as pequeas encima com du-s gaveti.
sha* falcas j puem o quiser poder' dii i-
gir-seao correr da iua de S. Jos na loj
do sobrado, o u troca -se por umi peque-
a.
/JP* Urna casa terrea muito grande
propria para levar um bo n sobrado por
ter grande fundo sita 110 principio da
ruado Aragad : no atterio da Boa vista
n.
29.
Uma vaca de leite parida de pon-
co tempo, e de boa qualidade em Santo
Amarinho no cilio de Manoel Henriques
da Silva.
W Uma venda cita na roa da cacim-
ba do Recile que tera' de fundos 4"$
a 5'>oo^J) ti-. quem a pertender dirija se
a mesma rua a fular com Josu Francisco
Moieira.
ALUGUEIS.
Aloga-se, ou vende-se uma escrava com
bastante leite por Ibe ter mor ido a cria
de trez mezes: quem a quiser dirija se a
Fora de portas no sobrado que fi do fales-
cido Joio Nepomuceuo Coelbo da Silva.
ARRENDAMENTO.
Quem quizer arrendar uma Otaria com
superior barro para telha, tijollo e louca
muida, tundo n att*s de boa lenba, ceica-
do para bois, e pe lo do embarque, dirja-
se ao armazem g'ande<|ue foido falescido
Beuto Joze da Costa, na rua da Senzalla ve-
Iba que ai har com quem trate.
PERDAS.
A trouxa de roupa que se innunriou ter-
se pedido vinda da Vanea era um car-
ro, por engao se disse que fora es-e acn-
teoimento na ultima oitava do Natal, pois
que leve 1V0 lugar na segunda ^itava a
noiie, e o carro veio pela estrada dos Affo-
gd >*. Toi na -se a rogar a quem a acbou,
ou della tiver noticia, que a entregue, ou
faca aviio na rua Diieita, na loja de Ou*
1 i ves de Fianrisco de paula Sales, que se.
i pialifipado.
HP D^>apareceo no dia a do corrente
mezum menino de idade pannos, pardo,
cabellos crisps, dentes al>e>t<>s, com um
sigi>al no l-eicc, vnha do campo grande
para a rua das Trinxeiras; foi visto neste
me-mo dia. >- selle horas da noite no ca-
minho do Ho-picio, e tem principio de sa-
pateiro: quem delle soub^r, ou o encon-
trar, pegue-o e leve a casa de Domingos
Suriano cora tenda de sapateiro na rua
das Trinxeiras.
ESCRA VOS FGIDOS.
No dia 25 de Dezembro fugio do beco
das Barreiras no Bairro da Boa-vista uma
escrava crioula de nome Flor inda, de 18 a
20 annos de idade, bem parecida e sem de-
leito albura, e he bem ronhecida no dito
lugar por vadia confia la e ru-guenta, le-
vou ve.tido de xila azul novo e pao da
co;-ta enxuvalbado, cuja escrava de Igna
eio Fraoci.-co de Matos Varejio morador
nos Remedios para onde consta ter do :
porem est hipotecada em poder do annun-
rante, ehe uma das coridicSes- puder ha
villaem qualquer parte onde ella esteja: e
p >r isso quem della tiver noticia ou pgala
participan io ou lvala no dito beco das
barreiras spgunda casa (enea ser bem re-
corop-n.do.
flp" No dia a de Janeiro corrente des
aparereo do Vlouteiio indo paia o Recile
um prerbde nome Andr naci Angola,
b mita figura, or fulla, idade ao para ->5
annos, bem f llaote que parece i 1 ionio :
levou vetido dlsa branca e carniza fina,
e conduzia um carneiro grande vindo de
Franca, e urna trouxa de roupa embrulha-
da n'um l-.-nso azul : quem delle tiver no-
ticias dirija -e em casa de Bolli & Gliava-
nes Freres no Forie do Mallos defecte da
Pieosa do Brilo.
e *W Leurenco, naci Mocambique, i-;
dade 40annos, com pouca d:lTreriea, es-
tatura ordinaria, corpo gross, caa r.
donda e falto de dentes, com urnas ruar}.
xas vermelhaa pela cara, e pelo coij o; tem
dois carossos, ou lobinhos junto ao cotovel-
lo do braco esquerdo j manco de urn p
que tem cravos, e no mesmo lbe falta o
dedo mnimo por ieiidasqueteve ; a filia
meia htrapalbada porem enlende-se bem;
fugio no dia a8 de Dezembro p. p., cora
caiga parda, colete, carapuca, ou zapeo de
palha ; assim mesmo bastante espe to,
costuma andar pela Caza Fo< te, e altos do
Mouteiro orlando lenbas. Qualquer pes-
toa, que delle souber, o pode mndalo a-
mairar, e levar no.2.* andar do sobrado do
beco largo da Matriz de Santo Antonio, a
J -aquim Mau'nboC.vahante d'Albuquer-
qae, e na falta ao Tenente Coronel Fran-
ci co JozeMaitios, no sitio do Monteire,
quesei bem recompensado.
50&000 reis.
. *3a^ OFtrece-se a quantia cima, am-
is uma gratificacio, a quem aprehender o
escravoAndi, crioulo, idade peuco maia
uu menos a6 annos, estatura menos que re-
gular} un tantoxeio do corpo, cor preta,
Uin algumas marcas de bx gas um tanto
apagadas; falto de alguna dentes na paite
superior da boca; tem por sima de uma
das scbrancelhas, urna marca procedida
de um couce de cavallo, quando era peque-
no j aexlremidade de um dedo de uma
das mos, bastante groe, pernas um pou-
coarquiadas, que quando anda balnceia
muito com o corpo: muito fallante, o
bstanle esperto ; fugio de-da praca no mez
de Julho de i834. Tiobem se gratificar
generosamente a quem delle denunciar,
duendo onde elle s-acha, ou por noticia,
ou por vista &e. No Recile beco largo da
Matriz de S. Antonio a. ao lar, a fallar
com Jo.quim Marrano Cavalcante d'A bu-
querque, ou uo Vlonteiro cora o Tunete
Coronel Francisco Joze Maitins.
*y Pdro, na cao congo, fgido no
l. do corrente mez de Janeiro, com os si.*-
naes seguales : seco do coipo, alio, cara
bexigou, era vendedor de pao, levando
COuisigo o pnacumque tinha levado cora
po, levando vestido calca b. anca e em ca-
misa : roga-se a qualquer Capitio de ram -
poou out.a qualquer pes-oa que o pegue e
rouduzaaiua Nova, na padaria D. 16,
quesei bem \)ao.
W9* No dia 3 deste mez desapereceo u-
roa preta de nome E peranga, grda, cor
bem escura : quem souber 011 pegaren!
levemnaarua do Rosario larga D. i39,
!. andar que ser lecompousado, e >oo
senbor protesta uzar dos meios que a Lei
lhe concede contra quem a tiver oculta.
Taboas das mares chelas no Pono do
Pernambuco,
4 Segunda | 8h. 30 m
i 5-T:
& 6 Q:
8 7-Q:
O 9-S:
iO D:
I 918
i0~ 6 a ^Man.
- -10- 54 -
.g 11- 4a
l f f Ta.de
ta J 18 a (
&
NOTIClAa M ARITIMAS.

Navios entrados no dia 6.
Trieste eGibral; 80 dias ; B. Ing. Pe-
ty Genoa, Cap. Quip Bo'craig : fasendas :
Crabttree & Comp. Ton. i52.
Baha; 18 dias ; Escuna Piraj, Com,
oi. Teneme Antn o kjie de Andrade
rinto. Passageiros 5.
Araraty pelo Assu', irazendo do o!t;mo
porto 6 das ; S. Ave Maria, H. Anselmo
Joze dos Santos: varios genei os: Mano-,
el Joze Xlaca. Passageiros a. Ton. 52.
'-


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