Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03042


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Full Text

ANNO DE 18.37. QUARTA FEIRA
4 E JANEIRO N. .3.
a-es
J. j
PltHNAMHUCU. KA Tlt.OI M, P. d* F R I Itj.16-

DAS DA SEMANA.
2 Segunda 8. Izidoro b.
3 Terqa s. *. prijrio n.
4 Quarta s. Tito M.
5 Quinta s. scmcao Estelila.
6 sexla 26 m.d t
7 Sahliadn ?. Theohnro VI. Aforem se o Tribonacs
Re. dcin. eaud-doVIr. < d*t. em Olinda.
8 Domingo S. LourcnCo Justiniano.
Tirio agora depende d? nos meamos .la nnssa pro-
denca. ni .i 'it rac,o, e enere iCODtmuenia* miih
,* r 11 < muhiim., rento* apuntados com admira-
dlo entre as Naques mu* culta*.
Proolamafi do AurmMto Qrrnl A fli mil
Snhscreve-ae a IQOOra.menaaa* pa^osadiantarins
nesta TvpofcraAa. rua das Cin/r. I). 3, e na Pra-
ca da Independencia V. 37 e 3s : onde se race bem
correspondencias lepalisadas. e aiimiunios: nterin
do e rindo assig-iiadot.
CAMBIOS.
Janeiro 3.
A-iOndre37a37 l|2 IV St. pm 1 c d. ou prata a
aO porcento de premio Nomina.
Lisboa,63 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca858 Hs. por franco
Ki'; de Jan. G p. c< de prem.
Moedas le 64()0 kS00 l34no
4000 6..7)0a 680O
Pezos i44
Premio da prata 50 p. c.
,. das ledras, por mex 1 2 por o|0
Cobre 25 por cento de descont
PARTIDA DOS COK K ROS.
Olinda_Tidiis o dias an meto dia.
(Joiana, Alhandra, Caraiba. Villadn Conde, Ma>
mangiiape, Pilar, He*; de S. JoSo, lirejo d'Arei,
Kainha. Pomlial. Nova de Sonta. Cidadc do Nata!,
ViHas de (ioianninba. e Nova da Princeaa. Cidade
da Fortaleza. Villas do Aqnir. Monte mor or,
Araeat, Cascavel. Caniml, Granja, Iniprratriz.
S- Bernardo, S. Joan do Principe, Sobrar, Nova
Rllle. Ico, S. Matlieiis. Ke.ihndo -an
Ke,
S
Antonio do Jardim, Queaeramnhim. e Parnahi a
Segundas e Sexta* leira* au mein dia por va da
Paraiba. Santo .AnioTodas as qnin'js leira ac
meio da. (iaraiiliiins. e Bonito un .lias l e '.'4
de rada inez ao moni (lia. Flore*no dia l.'l i!,r
rada mez ao meio dia- Cabo. Serinliaem. Hio Por-
mozo, e Porto Calvo-nos dias I, I l.e 81 de cada
inez-
PARTE OFFIC1AL.

O
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DO DEPUTADOS.
En ronsequencia de se m- reunirem nos
,dias 8 e 10 de Oulubro numero s-.iflicien-
te de membros, nao houvera sesses.
Sessio de 11 de Outubro.
Vice-Presidencia do Sr. Araujo Vianna.
Depois das dez horas abre-se > tes-So ; e
lida a ai tj da antecedente, e beni assim
as dos dia ero que nao buuve sessa, 6c
approvdds.
O Sor, Assis Mascarpnhas, servindo
de primeiro Secrct pediente, leu lo hura officio do Secretario
do Senado, participando que o mesmo Se-
nado adoplou, e >ai dii igir a*OCCa8 im-
pena', a e-oluca approvando o con ti a-
clo re ebrido p>-lo Governo com a tasa
de Tai i ande e Thnmaz, obre paquetes
por vapor : Tica a Cmara ioleitada.
Ouiro do meumo Secietaiio, participa-
do que o Senado adopten, ai smetelo imperial, as resolucces. que fx-6
as fircrtS de mar e Ierra para o anuo fi-
mnceiro de 1837 a i838: fica a Cma-
ra iuteirada.
Onlro do me.-mu Secretario, remetien-
do huma proposica o Senado, em que
seautoiisa oOiredor do Curso de Silen-
cias Jinidic.-s e S.iciaes da Cid.de de O-
linda, para ailmi>tii* a f.zer acto das ma-
terias doqoui to ni)') a J".-5 Antonio Sa-
lom de Qupr Oulru do Ministro do Imperio, renv-t-
tendo acopia do decreto de 3 do crtente,
pelo (ju.iNoi cutil'eiiiio ao Tenerife Co-
ronel giadnado de priraelra linha, Fran-
cisco de Pjula de Miranda Chaves, a leo-
9a annual deoitenta mil res, correspon-
dente to seu posto : Comaiiss. de Pen
sdes e Ordenados.
Outro do Sur. Deputado Bento deO-
Jivcira Braga, paiticipaudo que se ai ha
actualmente em uso de reu edio-, pela
" cO'itinuagad da sua eufermidade, e n.i po-
de por isso 1 ompare er ta Cmara, etc.:
fica a Ornara inleirada.
Far-ge menead de lequerimenlos de
partes, que lem o conveniente des'i-
110.
Le>tn-se e approra-se d II eren tes re-
dacces de resolu^es^ sobre lencas e peu-
s5is.
L6 se lium parecer da Con, de Redac-
c5, ^o,> ea lei doorcamento, emque of-
ferece algumas emendas de redaccaS, e en-
tende que (e deve pergontar ao Spnado
se consente as referidas emenda-, O pa-
recer he pnsto a volos e approvado.
O Sm. Crneiro Lea5 piop5 a urgen-
cia, para que o Snr. p'im-iio Secret^tio
offirie boje mesmo ao Senado, indepen-
deute da approvacaS da aria na sessa de
armnh. A urgencia he approeada.
He lida eapprovada orediecaS do Or
camento.
O Snr. Hem ijuos de Resode obtem a
pa'.ivra pela orriero, mo-tra que a So-
ciedade de Coloni-aca5 do Rio de Janeiro
lem patenteado as vantagens que no futu-
ro ella pode orF-ccer ao liui/il, boma
vez que seja auxiliada em seus Mtoreo;
com tudo, a pesar deiles, ella lula com
olgumas difliculdadet, em constqin-ncia de
tnuila geole europea querer vir para o Bra-
zil, para trab.illur em agricultura, e nao
paia servirem j eoutros ha qae querem
garantas dos conlrartoa que hoovere.n de
lazer com os emprezarios. Sobre ete
objecto a Commi^sa5 de Constituica ,'; deu
o seu parecer, que he o projeclo de re^
Inc.- n. 158, concedendo algumas ses-
marias ; ehum outro pcojecto, em que
se garaniem os eoo trac tul que os empre
zarios fiierem : a resoluca pode peSsar
na sessa de boje eoprej-cto pode talvez
I iir.ln'iii ter piimeira JiseusMO, e pasar
-egunda, na qual se podei fater s e-
nieridas i| e se julgaiem c nvenientes ;
e atienta a utilidades de-t.i mateiia, pro-
p5e a urgnn a para que enliem im dis-
cuss<<5 os dilos projedos.
A urgencia proposla he apoiad.-t, entra
em discus-a, e a final he app-nvad*.
Em con.-equene a de.ste vem ment, en-
tra un di cussa o ai t. 1 da segualo re-
soluga :
a A Commiss.'i de Jostic.i Civil, a
quem f>i p esente a repres^riiaca5 (jue a
eta rtii.'.ii-t.i Cmara d rigi a Misa de
Direces da Soi iedade Promotora de Co-
lonisaca do Rio de Janeiio, .propon Jo
boiu projrcto de le s. b't Jocac.< de er-
vicos, e pedmdo a concessa de KU a o*
la legoas de t-ria unadradas, 1I1 > i i id 1- 111
s> i-sesmai ias, debnxo de cei t.s rondic
es, considerando que nao ptq^ienas van-
tagens devem resultar do estabeleciroento
das colonias, a q ie se propSe esta Sai ie
dade, nestas sesmanas, e que a lei que
timos .-olne loc.iC de ser vicos be bas-
tante iroperf- ita, he de parecer : 1. que
o p.oje. to olT-.-rerdo pela dita Soriedade
he co iveniente, e para entrar em discus-
.-a, i-Beiece o seguirita pioje lo de de-
creto; a. que se conceda a se mi ra dibai-
xo dascondices que a Com. submelle
C, para o que eflorece a seguinte resolujao;
Art. 1. O Governo fica autorisado
a conceder ; S< ciedade Piomolura da Co-
lnnisaga no Rio de Janeiro, seis I-goas
do tena quadradas, divilidasem sesma.
ris, mis Iugaies eoi que houver Ierras de-
volulas na mesma Provincia, e a Socie-
dada as requerer.
Art. a. A Sociedade fica brigada a
fazir sua RUftla, a respectiva me.iic.- e
demarcacn, dentro do prazo de qualro
annos, contados da Faser cultivar e poosr pr biscos livres
sotnente, dentro do pra/o de dez anuos,
as tenas que Ihe forem concedidns, na
raz.' de ciocoenia oasaei por cada Ifgot
qua hada.
t Ai l. 3. N.i satisf^s^ndo a Socieda-
de Bataa roridic5>s, perdei a concess.i
l'eila, e o Governo po 'era aforar as tenas
comedidas, ou prte d te< que nellas e-tiverem eslabelecidos, me-
diante lium foro lazo.-.vel, segundo as cir-
canalanciaa.
i Art. 4- Fica5 revogadas todas as dis-
posices em contiano.
Paco daCamaia dos Depu'a los, 3t
de Ag.slode i836S.e Ovei a.Pin-
to ChiciiiTO.--Mendes dos S.iuio.-.
O Snr. Va8ronceIIoi nao comprehende
b-*m a di.-|) s cu") do art. primeiro da re-
soluc/., e por isio rog ao nobre autir
da urgencia Ihe minitre algumas infor-
magos sobre o para que he que quer a
Sociedade eis legoas de Ierra*-', pois est
persuadido que ella nada lem a l'i/er com
ellas; ejulg mais conven ert* s ja concedidas a algum Cidadao 13ra9-
leiio industrioso e activo que as amanhe.
Declara que oa po:ie auour a tal mi-
nia di'.s bracos livres (upoMilo-), em que
se [> r nade ser fundada t.-l materia. T
bem .-e pronuncia contra o principio de
liumaniJade, aprestrilado no pr fundado na opinia de Joa lacques Rous
^eau, opima que julga raui bem a>i na-
da, e vem a ser- que o amor da humani-
dade, quanto m.'is se ciicunscreveeiii lium
riiculo apellado, mais vigoroso se torna,
e quanto mais esse circulo se alarga, lan-
o mais ese .mor se evapora. -- Mas esla
icgra 11 he seguida no B>azil, porque
o syilema que se era seguido, he ir pro-
curar presos as cad-i.is da Europa, para
vii ni-aca deque o Brasil DOceMta? e-t
pe -11 di.lo de qtc nao : n.- faz e-ta op-
posica poique tenha antipa'hia a estran-
geir p"i- nunca I..Il>u contia tiles; e
bem ao 1 oiilrarin, seu desjo he que ve-
nli.' hab:tr o Brasil ; m.is nunca foi seu
voto que se Ihes com c lesse a pioprieda-
de Brasileira, entietanto que ha giande
numtro de Cidadius Brasileiros pobres,
que nao luido meioj de subs:sencia, de
bom grado se daria cultura de taes ter-
1.1-.
O Snr. Hniiques de Rezcnde declaia
iid ter intere-se al;um psiliVulaV em que
paaie a resoluca, mas esta convencido da
da sua utilidade, < de que isto nao he ma-
tria nova, porque o itras conces 'S, o
de bem diversa disp<>si;a5, se lem feito
p^ra diveiscs pontos do Brazil : tan bem
nao propoz a urgencia pela mana dos
bracos livies, mas prtlere esta nimia co-
tia a mania da iniroducco de escia^os,
a qual nao s he nociva seguranr/a pu-
blica, < i m 1 moralidade, tic; mas -e
a- a^o tem a mariia dos bracos livres, a par-
lilha i oro riiuiia gente boa; e isla persu-
adido de que es bracos bvies ofifererem
huma vaniagem de 50, ou lOO por cerHo
sobre os canlivos, C"in quanto se pro-
nuncie a f.voe da admi-s- da pupul cao
europea no Biaail, todava nao qu--i mm
i-to que se ved buscar os presos que e n-
chH as cadeias da Eiir-ma. mu he de
e-pe > e.-perar q-ie a Sociedade de olo-
nisaya lance roo de tal gente; ella 'ern
i'a lo pio'-.is d-s eantagooa q' o Bi.il
delta pode cufher. Sota que 1 a p*de
conceber oreceioque baja em se con-
ceder a sesmaiis a huma aoCiedade, queri-
do sesmaijas se tem por tfatM vezes r
cedido a partcula*es que nenhUrua ga-
ranta offererem j fundado nestes n o'ivs
o Dbre oradur hiende que stuio a r-
solu<.n ulil .o Brasil ella dee pa--ar.
O Sur. Va culi, el'os en* o a olleiecer
huma emenda que Ihe pan ce sera prefe-
rida ao projecto ; hiim-i ez<]"i' >e.qm-ira
chamar gen le paia o Braril, c-tia de>e
ser a lei; huma lei policial: al.cild d-- Datiiraisaead, eouiras medulas de se-
guianca, s as queonobje o'adoi julga
eco salas pata se Cousegilr tal fi. *
nulas a luiuia autOl isaca p.>ra que os G
vernos Provincias p siao conceder ara-
mai ias paca eilabele im.nt > de Colmius,
com espccialidade, de mendigo-.
O Snr. I-aroeiro L nao d o seu r-
S'-rilimenlo resnluc, funda-io duvida que haj i le ra> devolutaaneaia Po-
viiiiia; e alem di-so p> r estar persowdi-
do que a S 1 iedade de Colon i^ab nao
fez b m, em se rretler no esl-bei. riao*i-
t-i de Colonias ; pnia oiga maii til qu
ella se limitas-e a pagar a pisauem dos
Colinos, e estes d< pois de e cbaiem no
paiz, procuraren) oa pn p' ieai 10a d* |er-
ras, e eiilernleii-lo.se Cura elles, d< po'a
i idi reni-a o a mb-dade d. com elles lenha fiit<>; pois do contieno,
a lciedade nao tirar senio p-rd-s, e io-
nio o orador n.- quer concorrer para
ellas, nao d o seu voto por C".
O Snr. Vasconcellos manda Mesa o
eeguinte : Ai t. Substituitiro: O Core',no


/
DIARIO DE PERNANBCO.
he aothotisidu a conceder a cada huma
das Provincias ate seis leguas quadra-
d de lena, divididas em sesmarias nos
lugares em que as houvcr devolutas,
pra o esladeleciiuento de Colonias de
DI lldiOs.
Sen .lo apwd, e posto cm d-cussaS ,
0 Senhur Vianna, inunda a Meta o se-
guime.
Quando s-j* approvada a emenda do
Sur. Vabconcello', seja a mesma ron
veitida em anigo addivo, e nao subs-
1 1 til I ivo.
Me goalmemente apoiada, e posta em
ajiipuaaaoa
Era conseqwencia de nio haver nume-
ro de Deputa ios para formar Ca?a o
Su i*, Vice-Piesi lente de lara que a or-
d--m do dia pira a se^uinte sessio he
a menina da Ja pa boje, o pr>i rio
n. i77 desle anno epueceies dJia-
do- e pjuco depois do uieio dia lelauta a
Ses*a5.
DIVERSAS REPARTICOENS.
Biii i i ii i '
MESA. DAS DIVERSAS RfcNDAS.
A pauta he a mesma do N. a76.
CORREIO.
O Brigae Triunfo americano de que
beCapitam tV/anoe! Simdes, sai para Lis-
boa no dia i2 do conente.
PIUiFEITCKa DA COMARCA DO RECIPE.
Parte do dia 2.
Illm. e Exm. Snr.
Fis prender, e recolher ao Calabouco
do Corpo de Polica d' onde tivera o
conveniente destino Manoel da Pauso,
pardo, e Joo, preto esciavo de Joa
Carlos, por e-tarem em desorden, e Fer-
an Jo Martins, Maiioheiro do Arsenal de
Marinba, por ebiio.
For lambem presos e remetidos pe-
Jo Comissario de Palicia do Porto das
Canoas, JseJoqu;m, Banco, por fur-
toda urnas Sedlas, e Joaquina Beiguel-
la, escravo de l'urluna'o Voloso por
ter d.d'UiiM bofetada em um individuo;
F'anri'-iOv prtto, escravo de Dona Fian-
cisca do Carmo remettido pelo Sab-Pre-
leito de Santo Antonio por Ur furiado
urna caixa com varios objectos, q' lh fora
ent-egue para rondutir ao Trapixe; e
e S nno, eDa.mifo tamben) pretos, e ea-
rvtivos, remetlidos pelo Commandaole da
Guarda Principal, por estarm a loubar
um pieto.
N di tnais consta.
Deor Gunde a V. Ex. Serretaria da
Pie.leiiuia da Comarca do R cife a de
Janeiro da i836. Illa, e Esm. Sr.
Fr.ncisro de Paula Cavalcauli d<- AU-u-
querque, Presidente da Provincia. Ma-
noel do Nascimeuto da Costa Montuno.
Parle do dia 3.
Illm. e Exm. Sur.
O Commifsario de Polica do estricto
da Magdahna acaba de partei ip.ir-me que
hontera a noite lora assas.njdo no lu
gar do Choia raurnu o vclho An-
CyO.P da Silva P .'dioso, n> leu lo sido
p.-s-ivel al atiora o descohrir se qaera
fra o perpetrador deste dili-:lo, deque
nt; p o eileu nos icrnao da Lei.
IS ..di mai-. consta.
Dos G fiar de a V. Ex. Secretaria da
Pr.f.iluia daCoruuana do Kecife 3
d> Janeiro de 1837. Illm. Exm. Sr.
Frauo-Cj d Paula C-Valcariti de Albu-
qu; ique, Presidenle da Pu> viada M. do
iL da G. IMlwnteiro
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
5. SessaS Ordinaria -de x4 deOutubro
de -t 936.
Ptesideiicia do Snr; Silva.
Comparecers o Senhores Gosnaao ,
Mamede, Cmara, Souxa, e Simpo,
fallando com cauta osniaisSnra.
Aberta a SessaS, e liria Acta da an-
tecedente foi suuicioua'.la por estar con-
forme.
OS'crerretario dando corita d->expe-
d eme mencionou os segu ntes officios:
llum do Exm. Presiden'* da provincia
partecipando ser na Igreja de Novia -Senho
rada Pea da Povoacio d > A Togados hon-
de sed vera /aser as elt<*5es dos leito-
res que esta Cmara ordene ao. J"*
de Pac respectivo para fazer dita el-icio
na mencionada L'-eja : a Cmara lirn
inteia la e reo(veu coromuoicar-se a
resoloca" do Governo ao Junde Paz res
peciivo.
Ootro do Ju'7. de Paz da Fregara do
Jiboatad p dindo que Cmara honves
se de lemetter a cera e as mais coicas que
se fa-eni precisas para o Te-Deam a fira
dse tornar o acto das eleiQes main so-
lemne : Cmara resolveo qu se offici-
asse, disendo que >er:do dironles as
fi cinesias do Municipio, via-se p>iri-so
a Cmara impossibelitada de poder preve-
nir, que em todas ellas houve.-se um Te-
Deum solemne.
Hum doJuit de Pdi da Fiegue>iada
Boa-vista peiindo que a Cmara houves-
se de requisitar aos C> mmri lante- Mi-
litares huma Guarda para a Matris da
quelle Bairro do dia 16 do correte : que
se olficiasse ao Presidente remetiendo o
cilicio por copia para que no caso delle
achar prudente dar as suas orden, a iim
de ser satisfeita a requisigao do Jo't.
Continuou-se com a apuracio dos votos
para Veri dores,
Di-spacliara-se afgnns requerimentos.
E por ser dada a hora, levaniou se a Ses-
saS, e inandir.i faser apres-nte arta em
que assignara. E iu Fulgencio I ifan-
de A'buqutrque e Mello Seretario da
Cmara a escrei. Silva Pro-P. Ma-
mede, Cmara, Souza, Gu-mio, e Sam-
paio.
O Provineulisn o.
Entre certa classe de B a ileiros, lem-
pos gras-a um crio prejuiso, que po-
de para o futuro vir a piodutir mu serias
consequencias, si o b >m senso da N nao seapnsar aabifal-o qa uta antes.
Fallamos do Provincialismo, u'essa verda-
deia peste, que espritus pouco pruJen
tes i|Uerem soprar no Biasil.
Em te^dade uada sera' mais pn judi i-
al a nossa Patria do que isse e.-pirito de
divi-a, es>e mal entendido c-puito de
piovinc ialismo. A patria do Biasileiro,
sefa d'e-ita ou daqnclla Provincia, todo
o Brasil. Ser Fluoinenf, Mineiro, Pau-
lista, Paraense, Bahiano &. &. nada
menos do que sei Brasileo : todos so-
mi-'S membios d'este grande corpo. O
Imperio Sul Americano consiste na reu-
niio de todas s desoito txtengas Partes,
emque paia bem da dire(ci') dos l'o
vos se aoha dmdido. Todos temos a mes-
ma origen, to ins fallamos o tm-smo idio-
ma, todo-* haliit.'moso mesmo conlinen-
le, a lei.io toda urna os hbitos, e
prinripi >s .-ad todos os m-sinos, c linal-
menieo mesmo o ^ystema de Governo;
donde vetn, pois, e-e piincpio inlti'a-
mente falo, que alguem com tanto cui-
dado quer plantar ? E capa il.>5-seos q oe
nutrem lio mesquiulia vistas, que uio
isso um veidadeiio e funeslo mal, t,ue
qn*rem ajuntar a-s muit s, queja S'bie
nos pesa? De boa f entenders es-es ho-
rnera que isto poder' couvir a suatenta-
9.5 do imperio ?
Elles bem conhecem que n 5 ; mas pa-
ra vistas j arti- u!a e- pode utilis.u-llus :
e se algutm lietn intenciona Jo isto pro-
oae, ou apoia, eifi mello nos seus
clculos ; desconhece inleirame.-ite quaea
s bizes da nossa pio^peridade. Para o
imperio do Brasil vir a fazer urna bri-
dante figura no mundo civilisado, dev-
primeiro que tudo conservar-se em con-
eoide iimao ; sem nniio na5 iX'stia pa,
em paz ra5. ppogrediremo^. Esta loi ,
e 6era' semprenossa linguagem e.-ta e
a Iiugu3gein dos q' perts6, dos q' arnio o
Thrunj, eaLiberdade, dos que sabina
conhecer que de necessidade o Brasil de-
ve formar um > corpo de CtaeaO.
Ora, entabelaiido este principio, que
ninguem as'o coulestaia' quem nSo co-
nhece que, para nao illudil-o,^compre
apagar os menores vestigios de devisf o ,
que entre os 6lhos de todo o Biasil es-
grsadarneute existi? Para que asso-
piaro faxo da discordia, para quedar
vulto a mentirobos 'otei'esses peculiares ,
quando d'elles pode originar se a miiia do
inferase geral, que o vmdadeiro ihte-
resse, que deve ser t, e s o inleresse dos
Brasileiros?
Q lemapregoa que cada hum tenh.i so-
mente parte na su i Provin> ia natal que
> ahi exerca empregos, que ah smen-
te empiegue seus talentos, que ahi e
nicamente ahi preste s-rvicos nernta-
be oque sial ne'r QoilhecC p-
tiiutisao nt-m se quer dar fo trahalbo
de examinar, como em senelhante caso
se oondu/.em to las as naio-s do Mundo,
ou iHtibiras, ou cultas. IVs homens
8^6 pe igoos aos inieresset dos poros ,
que disem d (Tender ; suas vistis sao mu<
to curtas, e o que mais os fustiga o inte-
re-.se proprio. Com homens ties nao pos-
so syopathisar.
Tal a nossa opi"nrfoJ si mi I liante res-
peto que quereri unos que seevitasseo
mais po.-sivei de dar a-; Pre-idencias das
Provincias aos flhos d'essi matuia Pro
vincias. J isto di.-semos e ainda
essa a nossa opno ; porque qasi sera-
pre ha oJios a s, e condescendencias. A experiencia lem
onsiuado quede ordinario, os natraee
das mesm.is Provincias sao os me-
nos propiiospara neatralisar os partidos,
e_.sp.igr as rivalidades. E nem si n >s
tr..ga em exemplo do coutva o, o Snr.
Araujo Ribeiro no Rio Grande do Sal,
ou o Sor. Cevalcanti tai P-" mmliueo :
na verdide ex- mp'o> taes sa5 sum unen-
te honrosos, piassa5 e-ses benemritos
Cidadios ter sempre em seu favor a opi
nio dos Povos,. que dirigen). Nos falla-
moz no geral e fallamos vista dos mul-
los exemplos, que favorecem o que a-
vaneamos.
Do qu-.' temos expendido se vera' que
nad nuti irnos os piejuians, qae ontios
conservio; alguns sem consideraren
talvet que nao p n-a era ordem ^ mas
outros dom na los pjr intenges pouco
justas. No nosio enteud-r (e justamen-
te isto o que quer a rat.., o que quer o
Pacto Fundamental) todo o Brasileo de
bem, to.l<> o (.ida lo probo, e Ilustrado,
qualquer que tenha sido Provincia do
seu nascimento, deve ser s o chamado
paraos I Ufa res, e empregos das Provin-
cias indisliuclamente.
Em parte o mesmo Governo tem indi-
rectamente concorrido para enraisar al-
guna principios in >s despachanda paia
as Proviocias quasi sempre es naturaes das
meslas. Pondere o Governo um pouco
nesle desagradavel precedente ; e veja si
obra com prud noia ? Que lem que di-
gio -squerem s os nossoj patricio?
A ConstitU'cau a.-, so diz cada Orna
Piovincia solera' por emgregados os seus
naluiaes? Nao : e isso seria um contra-
pa.
VOsSO
senso um abordo. Si
tri. o lem successariasqu di Ja les, mui-
to bem, recehei-o ; porem si esasqva-
I.da Jes exisiem em outio, embora de
Proviniia^diversa, recehei-o tambem e
ie, que nenburn diivilo tende-.de leeu-
ial o, que elle be l-Braai'euocomo v<,
nenhuma preferencia deve haver si nao
a do mrito
Biasil iros! penwi assim, e assim ;
O contrario um grandd erro, mu pen-
goso. Si cada Piovincia for exeluindo os
uniros Provincianos, e os f.ir tornando
odiosos, eolio crede, a unia, a pac, a
prospeiidade, ludo, ludo, desuparecera'
e i O, tornados inimigus impWaveis uns
das outios, mui brevtf faiem-is baq aro Edificio Socwl, e ficaremos a mai.
or parte, sepultado* debaiso das suas
tuinas. Brasileiros! nao vos deixcbem
bair por falsas, e pe igosas doutrioas ;
oso escut-is' intrigas; despresai todo
qnanto poss* dividir-eos ; e s le firmes
em conservar a integridade do Imperio ,
. e a or^em.
S iu soinente estes osvos6os_|votos as-
l* sim como sis o do
Cincinato.
(Do B. Can.pUa).
.?o.
O que Liberdade ?
Liberdade Que nome uio se llie pu-
dendo dir epitlielo de seXquj'ped*!, qu
elle ii tem quatro syUbas, ld.ivia an-
da nao encontii Cutre que 'renda sido
motivo de tantas guerras de tantas des-
ave.n-as, de tantas pir-egnices, de tan*
toscrimes, de lauto sangue. Si ouvti
Robe.-pi-rre elle vos dir' que alimentas
guilhntina p>ra mor da lib.-rdade; Bona-
paileque era lho da bbeidade juncou a
Europa de esdaveres por amor de sus
mae. A Iberdade a capa de quanto ve-
Hiaco poltico, de quanto anjb cioso tem
existido existe e hade existir n > mun-
do, Bnloei que magia, que encaa-
to ten o tal norae que, a duspeito de
todos os seus feitos abandeira em tor-
no da qual riuiiem sempre os homens,
seja rila basteada por quera for tenha
elle Bus que t ver.
Aquelle menino que ali est c >m a
calca uuiida aocorpo, oque tamo uiunta
como estar n, e que de vez em quando
vola acbciulii para o lado, e bate as
peinas com a vaiinha que traz na mi ;
aquelle que principia agua a assobiar
certas pilavraa | cuja sinifi^acio ignora,
mas emprega por que as leu ou ouvio de
algum maxuxo -pregador quiz tomar
certas liberdades com a dama que agora
esa tocando piarlo o que muito a es.
can iali.ou e sobremmei a desagr.idoo.
aquelle militar de bigodes que toma ago-
ra a liberdade de mctier os dedos na ca-
xa do ministro da guerra, fa-en lo-liie per-
gauta impeitenentes. To tb ente n>g)-
cios a es bou por diaer o mil l.r b peralta
quatro liberdades, que O poc Com a caras
banda.
Tal foi a resposta qae me deraS ama
d'stas noites un que tive o praser de ir
a hum baile verdanf.r, conversar, can-
tar, tomar cbir, &c. drc. uamorar.
('e.to oo e-perava ouvir tantas veses o
nome de liberdad nem suppuoha que a
tal p d.tvra tive-sse tantas e li dislictt
significado 8.
O que a liberdade pergunle a rnim
mesmo? Tudas as ideas que se p id.u
reunir e dar aquella pdivra erh resultado,
eu as ituni m -s no fim de otilas nio P-
tinava o>m o sentado d.i tal palavriba. ,
osjo-naesi que O peridicos si boje os
vehculos da sabedoi ia oPoi n ilista s'acer-
dotr deita deosa a ienprens o sy-tema
leligoso, e aquelle que, como en, a*
cred.ta no jorrtali mo e 0-to pa-so da
qae nio leiio todos os peridicos mesmo
o irapresso no pelo mech mico, s0 os se-
ctsnos d'e sa nligiio poderosa, que ta$.
ten'a e den lia imperio;. Li os jornaes
ecom magos o digo, d'.-Sla vez fo/ malo-
grada minba expectativa ; nio combina-
vioentresi; t dos elles a definio d. ma-
neia que po Its^eiM sei vii-se' da definico
em favor de sen partid o Oh.' o orna-
lisn-o n'estaoccasiio mbstrou muila estu-
pidci eeue live qtia i tendo por nisnia
meus gostos f.< \ o tos.
O que liberdade ? Ha rulo que fie-
quento a cmara dos deputados. Deveis
saber amigo leilor1, que eu s >u um lio*
mem b-ixo e gordo que lnho lodos os
vi io-, e pratno todas as virtudes, de
ideas mut'i extravagant s e pouco cui-
dadoso d'aquillo que p-issa dar-rae algum
iiit.-rt-sse real : erofim frequent os cafi ,
asaisto a todos/is circuios, ion verso com
t odos e -i nao tenho dmlieiro na gaveta ,
lnho ao menos provi-io de experiencia ,
adquirida a mioha cusa e nio a albea ; si
algum dia me encontrardts e-t ,n que me
conhecirtis : liequento a cara >ra dos.de-
pillado-, e gosto muito .d'aquelles dba-
les parlamentares; lenib.o-me logo do
lempo en qae en aprenda uhilosophi^ ,
quando leraviwnosparj a classe as'algibei-


DIARIO E P E R
N%
M BUCO.

ras preahes de objeccdas e irg imenia-
Tamo* como darunados. qu.-m ju gai i
eu mais h.'b.liti 10 para definir nb.rda. le
do que os representantes do p.ivo? poi*
tabe que nem aasitn liqtei mais instruid -j
iCdiiei;.! su me IoJjv* e su co.ilinua.-se
n'esia ladagagio, cert. ealoaq jeceria ., e
talvcs ninguem acreditase que miaba lou-
cu, a pioviulia da liberdade.
Dclerminei entio a observar, e ver que
resultaiiaue nimbas obseivac,oe>. O ei-
dado livre brasletro leca mais libia dade
do q' lu la pela Europa e
que alardeao granues coubeciuienios ao
VsU u>.' repieseutallVj me diziiu -.gns
.jk.li *U;,t-irui l.iui queiu tiuha tallado. Oa
eu que auu cidaaao brasileuo quero ver
que iioeidade tetiuo. Nao sel poique, O
meujuiz Uepa me classiticou jurado e
est.t uun as maiuiea leg.ilms que tem os
bisiltros, Luuvado se ja Dos! poi eu
que ouoca esludei que nio (vuqu por
otieio ju g>r as oCd dos liu.netis, que
sou ueiVosOQO ultimo ponto titile iiiet.
ter-tneetn urna Casa e siuu de mortes le imeutus, estupros e
< uantos aula cuines pude itiveniai a p i -
veisidade liumana ? Utide metler-ine no
intricado l.bynnto das leis, applieal-as
aos actoi 0 ficsi Cuui tranquilla consci-
ene la P E Si poi' l.il.ili Jade o menino ti-
ra uicu nome Ua urna e me designa para
iulg i ? eolio urna salluiha me espea e
pois que boje eclio na moda a di3v.-u.vur-,
eis-me a tuerce dQs talladores que sempie
se eucontio, e depois da nussada dos ad.
log 'dus, sou con Jema-do sem ter ti une
a si-ti i er a gai i ulice de meus companheiros
juize! Us debutes te piolongio e eu ,
que teubo por cos un.e dio annu.ar e jun-
tar ao meloda, ou obligado a estar at
qdatro ou cinto horaa da tarde em jejuju
natural ; os meus collegas tem deridiuO
urna asnetra ba no p.oceoso urna peca a
que tiles nao atlenderio, e quelivia oreo
d pena que lite queiem impot*, pedem u
au-u votu', e eu exteuuado de fiaqueta ,
i-,-crio o de novi.s debates, voto coa e lies ,
e saocciouo urna injusiica porque nitu
physiro Iraco. Que.bella itgalu! que
bquencia da lilie.dadel O ItacoJ
rede ao foile e qutm dita a lc a loe
euo a justi?a! Aasiut uio quero ser li-
ar.
No da seguate nao vou mais a reuniao
dosiuiad'8, e a.-iia piotedo at o fin da
aessao poique nao quei-u perder anuos
q e teoi.o de viver. Urna ex ediente !
torno a meu aui-g > syslatna e vida e poi-
que a >u livre deixo-uie ncar eiu casa. Nj
Ca da sio jud.ciaria vnu um bomem
uiinba asa, e pede-me ?.8 ^ooo la. que,
da elle, devo a cmara municipal. Oti !
nunca ti'actei ca e.tsa orporacao nun
ca llie comprei nrm vmdi nada t devo
Ibe 28 ^uuu 1 s. iVliohaiua ha beai an-
nosque nao calcada quaado cbove Ge*
alr*ii8lavel,, alm de ee tornar um tuco
de peste e de moSu,ui(os que ufo maa
di ver lmenlo, tu heide pngr 2-S $juo
1. i
-r De que devo es*aquantia ?
Nao verdade que tos chamaes
M** ? E' verade.
Nao t'ostes suiteado para a i-esaio judi
fi..l i* iju Cabou ?
Nao fWtasles n'esta ses-io q.ialorze
das?
- Falte.
Poia a a .^000 r. por dia sio
28^v5i ou rs. eai que fustes multado, e
<(uedevei. p ;.i tiu btiielicio da, reudas
di O.U'ucip.iiidade.
-- Como iso rio sou livre r* nao
posso gOiar ou regeiiar fs ugalias que me
O'rece o estado? renuncela judicatura,
(leva p--g>r! Nada, nao ;. nao pago.
D" iai' eu lenho apenas 2 .. ZIOjo r-. de
renda annualj cuido bei de pagai 281.^000
18.?
Nio sei 5 si nao fr prompto o paga-
mento eu vos x cuiarei, e Vl^s^OJ (r. esclavos Itrio veiiJidua em haslas publi-
ca.
Cun elTeito nio pagoei poique nao ti
nlia, e t om dr do mea roiacio i nieus
Irasics em alameda. At a raleia t m que
me seutava legado que cu coaservava re-
ligiosamente por ser a cadeira em que ae
sentara meu pae foi vendida, e porque
pngo !. Ab eu nio quero ser livicl
Ainiga leiio nio coutin tei a% inda-
ga c6e ; d'.ihi pordiante fi sempre oq e
me mandaia facer ; eipeiar de (jue to-
dos rae di/.i.i que eu era livre dentro do
ai"u coraca senta que era e>oravo e es-
cravo de seahor capiiohoso.
Ocsanimei ua empreza, minhaign>raa-
cia a tai re-peito era supina at que um
dia deparei em ca-a d'uai meu amigo ve-
Ibo de bora gusto e que tem urna collcc-
Cad escripia de mximas saas e albeias ;
por acaso ala i o tal liviinlio, am.c-lladu
por muilu amigo e pelo tabaco que se ti
alia impregnada em sUi folhas e earon*
trei et< mxima em franrez : La libert
politique bien analy->: est une fible cot
veuue, iaiagine pr les hoaunes qui
gouvernent poar endoimir les g..uver-
cii : e por baixo Napolen Bonaparte :
na5 enteudo o francei, mas crtjo que o tal
N-.p..lcou a..5 se engaara.
(O Chroo. )
DIVEBSAS NOTICIAS.
Criroe horrivel. Em Ma!don, na quin-
ta fe ira 7 de Jalbo altnno ae desconrio
umerime que hunorisa a naturesa. Ma-
ri. Anua l'reutice, dolog^rde Hilly lield,
fregu<-zi i de. Hed o, bcou viu*a na nla-
ile de 3o anuos e rom 3 linhi.s menores ,
Hequeomais vtlh> apenas tirilla 4 annos
ru ci.o-pUtu', 808(iuaf| ella parecir
mar extremosamente. Fal'OU dei.prsle
o lilbu mais volita* e ella disse Invuio
na dado pata casa da lamilla de seu mari
do ; poui o de 2 ann s '.'e ade, e espallioa a mii que
0 mandara paia urna paiinta su<. No
di* sub edito indo um morador do logar
1 'ncar urca iaieaa no grande poc > ctnli-
gu > ao mesa o paia tirar um tialde qUe
all Ibe cahira, em vez de-te retir.u o
corpo de urna cr>aaga que lo,.o f>i reco-
lihecido peluultimo liiho anda de DeJtO
di viuva Pieulice. Ete lacio fez log > ce-
iiberer oiispi itas sobre a de-ap )..fC'5 dos
outros dois fihos { lier.-se algumas di-
ligencias e aiiibosu rorpes foi-od igual-
nifaie tetiados do fundo do > c>. A...-
tboiidade foi logo avisada e procedendo
o exame dus cdaveres e rectnlitceo ha-
vurem. todos os 3 infelices a.e.'.in >s sido
oti angulados. As mais vehementes sus-
peitasrtcabiaS Sobre a tnii de-rutuiada a
ouja.casa a j'ist.ca se d'iigiu l>>go para sea-
podeiar della. N.d fui encontrada ; mas
p issa Jo alguin lempo l'oi vista entrar no lo-
g.r cornu luriu a em l'uvi la ja informa-
da da descnbeit.i du seu ciirne e nirigin
do se ao mesrno poco riel le se precipua.
Em pregar 5 se todos os me ios para Ihe a-
cu lir e ron ffeito fui re'ir la do poco,
dando ainda alguna signaes de yidl que
bemdepres-a se eiliriguirad de todo. Ni
se sabe a uuealtribuir ta gran e ciiuie, a
nao ser a loucura.
Ha poucos di.'S que se ap esentou em
am grande jantar. ilado pelo rmai-di o mi.
Tlners, um mebi que pezava 5o lidias.
1 la j 1 auno.- que se iu uutin nielad dal
mexuas diruen>e-< na me/.a du A.clii, lia-
celler Combac- res.
O Bergantina Liverpool capit.o
Londou apaiiliou as aguas de II sp.uiha
mu enorme tuliarad em cuja vtntie foi
encunliado o Cadver inleiro dd urna p. s-
soa. O 1 raneo eslava banco como a ne-
v a se guaida a burdo do dio bergan-
tn.
A somma total das productos das alfan-
degas na Inglaterra 1 Unda e Escocia ,
no anuo que acabou em 5 de Jatleiro de
l836, siiliiu aal:lil,3i6 libias esle li-
ua,, O liquido he de 18:494 3l6 libias
esterlinas. O total dus d h>- p, odunos no
anuo concluido em 5 de Janeiro ultimo ,
sobiu a a3:i6<>.93g libias esle linas, li-
quido 2 ,:Z>2i,Bg5 iinras e-teilin*.-. As
cidades em que lora6 maiores os prudurtos
( Liridies Live po 1 eB.istul. A
pioporca entre a primeir ea segunda
hededez paia lies, entiea piimeira e
teiceira de dez pira urna.
Ultmamela una rapariga o rupada 11
ap-ninar pe.ii iiih->s em um campo jonto
ig.cja de Savigoa noJu-a, ihou_uma
eaixa Veloa 4b cirvalho mu,l > ai 1 luna-
da conteni 21a moejas cunbadas,
parte d? prata e pirle de mi t .Migado, do
reinados do imperador Carlos V. e sea
ti h Fillipe II. Jiilga-ae q-e nesle lugf
uu pe to delle fo.a sepultados os .m nos
di peste em 1639 foi tambera aqu que
teve lugar a desastrosa gerra d-tes mon-
tes purGuibriaut, lenle do duque de
Weicnar no tempo de Luiz XIII quanrlo
.-e julgi I'oi entenadas aquellas n-.oe-
das. ,
Singul-M-idade d> poito?. Una mu-
Iher d-67 annoa de idade, em am dos
cani'S suissos, pa que patio sua 61 lia e cinco ncl.i suas. Os
J recem-nascidos foraS baptzados ao 7.*
o 1 de n*s> idus q ue ji.slarn. rile foi a 7 do
mez passado ( Agosto. ) CerleSo 'ue a
f*roilia tem metiiuo 7 vezes o numero 7 na
loieiia : nula tiraran, p.rem esperan que
Ihe e^tai destinada a soit* para o armo de
18 37.
( O Recopilador Campista. )
EXTERIOR.
0 Amigo de Lisb ia ao amigo Piov'n-
cianno,.
Meu jjom amigo! Pela piimr-ia v.t
me vi ju na n< ceasidade de Ibe chamar im-
portunt. Apenas chego das Caldis mal
convalec lo anda de um 1 ijo ataque de
nuvus, j V. entra d l a caustuai-me
, cum peiguutis, a que nao sei imponder. -
i'erguuia-mo o que lu tiesta t idade ? -
S> me pergunt sse o que nao ha mais f-
cil aeria respost 1. Entad t-u Ihe re>pun- i
deria Nao ha vintern nos Cof-ts du Ka-
lado IS : ha ju'zo nem pu lor nos que i
guvtrnam Nao ha honra nem f nos q,e
proelamam-- N.<5 ha livre ib.trio non
que jurara Nao lia alegra as caas dos
Lidadacs Nao lia seguranca as ras
11 ai as Pi. <; s. M.is e-t mTi a p r
gunla V. pergunt.i e que li r* Vamos a
*er se lli" respondo Ha li'grrtias hu l'ayo
Be.I Hiter.ur em tola a t'i.lade lia
descont niameuto vra lodos os que lemque
pe d- r Ha miseria mil f-muas Ha des
1 rdito ab oluto nos Papis d: Governo -
H.i orgias nas Taberna.-. Ha a.-suadas no-
cturnas em frente de cerina Quartcis en-
lama '-os e illuriiinadns como nos lempos
do iniuuel.... lint que mais quer que
baja ? Pergunla V. se coin a Constiaica
re aa bi roai n somma de Liberd d. ? Ha,
sim senlmr ; poique cada um faz o que
(itier. E qua mais l.vres e so'tns do que
au lam por ri os ca ele ros do hi o. ia in-
sultando os Chamorros com d'anies in-
sulta Vtm os Mal hados '! Inda outru da foi
atacada, entrada e revolvida durante a
imute a casa de um Cidadao em Aliada...
Mail liberd >de du q -e islo... Por um O'-
culo l Foi tambera piyu um Official
da Tone e Espada puique c .nsLi ao
trmulo Dogee ao Conselho dosTies ( iu5
se abe roauo suppe-se ter sid pela (Jo-
elado Lean como em Vneta) i|ue elle
eslaid > doetiteizera umt ievoiuc.<5 mes-
mu na caun. Ora na verda e esta gente
ta T aie e Espada l dee ser suspeita, por
que a tal medalialia ce qtiesilia tem
CARTA estampada de uiu lado : nem ea
sei tomo ja a ir. man iar. m envernsr de
unto, quando iiiiaiauj as b nieiras da
Guarda Nacional.
De le-to que o* Empt'goa Pu-lic.-s agora |ao dea-
luguel e cumochigou O S. Mi>>nl ibs-
pediram-ae I0J00 o> anligos ioqo.lino-, e
eritiaram uuli os que alugaiam so pelo lem-
po dosbaiibo-. l-u> fnalm^ate esta utuas
natas ; e se t luga a formac-se a Coofede-
rac-0 Ibrica, que u Leonel dizem que fu-
ra a ranjaf paia CaJi n. ai o ubo nos
dai volta, e v remos << ser ta felizeac.-
moo Pae A Ja5, .-eos netos e Insnelns,
cuja d 'osa indig neia j nos vaticn >u o
Uiariu do Goveao de 1 i de S-tembci. A
pioporfad p is que fui 111 .s camiuhando
para o E lem ira dando ni te do q .e bou-
*er.
O seu arilija amigo
O Observador.
Li.-bjj 18 Je Oalubro de i83o.
IMPRENSA PERIDICA.
Am'go de D. Ped.o. N. 7. Cnritina
denoj'dam. a carreua encelada, o sen
artitfO* Ao'!,.mulo le mina !(. u -r, ,do.
u Quvnto a lii, nao s n- ui nhve.
remo-por (Juve no a n-uni d 4 ctufes
iniM0ir8 d'uraa relli^atroz, por s^rfei-
la i:a s contra o Suoe. ano, ira- l.n.b.rn
contra a patia (11c Ihe den sei e os
consideramos sempre usurpadotei d < po-
da- R tarnbeiii Ibe ueg.uno b- dien.-ia ; e jul-
gamosse o pi imeiio riev r do Everc.to ,
c de todos e cala ora do* P<>rtuguezcs
insuriiir-se e destruir o vergotil o->o eli
ncio que elles tem construido econtinu-
aui a Construir... rlestruil > at aos aos -
Ir -erres.... para que nao fique mais me*
mona, neo. de i le, nem deles!!...
O Tmulo N. 6 di-ve le-se.
Ai ti heno N. 5 2aG oe isa libado i5 da
cnente. Mudo rei-om meu da m usaos lei-
toies curiosos o artigo C rugida do
Prncipe Peasant a esta tidade.
(Da Revista.)
CONRSPONDENCn.
Sis. Redactores.
Segundo o Av'zo de ia de Abril de
1 83/., exp. dida aos l'.vm Embaza lo-
res Biazileiros admiio a fcilid.ide ota
que salU nos pintos de.-ta Pri.vn ca os
Eslrangeros niuintente < a P01 li.gn. sis,
que sallad em xu unas : sirva se po-in-
inse ir no seu Diario o ief. rido Ai-o,
que incluso remrtetlo npiopiiu original
impreso, a fim de ver se as au h nda-
d ciiniprimento, a fim de deixa. do de vir
e-tas chumas de extr i ionnes ..cli. casas para onde sejao admi <
lid s, em caixetros, e por conseguate em-
pilgados lio Comei cic.
eo as.-iiian'e
i 1*1.
O Amigo dos A vi, os.
Illm. c Exm. Sr.
Sendo t>3 frequ<'ntes os ror.bos, ots-
sa.-sinios 1 onn eltidos poi a'^uns liliia-
geiros, pr.ncipalrLerit lias Cidades, e Vil-
las raaiilimas, onde ein.niia -e hum
giande numero dehsvadio-, mendigo',
e bebadus de que esulta nio uencom-
m- do, e pe lu bacn a S ,1 ie lade mas at
subiecan egaiom o Tnee.sou;o roo a? des
pesas nectssarias para os si.sien'a. vis-
tir, e curar, as cideias, t H -pl.es:
i-unpie por tumo a -s(e- nr-Ts 01 da-
lia 11 do V. Ex. aos nossos Cnsules, que
nio con-inti", que veiihi- para o Brasil
pessoas shiii olliuio, 111 'C'-up'ii-i que
p. la depravacio de seos rolua.--s, pos-i >
aUi-iiMiMr u numero j nio p-i|uei.o. dos
qne perli'bio s ns a oi ie 1 de e fasen
Uo declarar aosucanegaco- de N-go -i
ras Cortes E-tiangei a que d> I.* de
J.n.ir> de 18 5 ;J nao des< mbarcara' em
11 ssos portes, JEstrangeiru que nao ap-
presentar dos nossos C n-uUs, um leni-
ficado de er o mesmo de ii.-ne.-los cnstu-
mes ; do geaeru deeommercio ou in-
dustria para quetenha capacidade
quepietende destinar-se; lecomendaado
igualicierile aos itfei idos Consulis, am ior
vigilan, ia a este 1 espito, e d. baixo da
m-.ioi- re poiisalielid.de.
Uejs Cu.idea V. Ex. Palacio do R-'o
de Janeiro im la de Alml Je i83a. Di-
ego Anlotiiu f'eij Sil'. Fianciscu Cai-
ueiro de Campos.
Mandado executado esle Avi-o pelo
Vnisiio e Secreta, io dos Negoci-s E-
trangeiros do Inpcrio, o El- tteiHiBa<
jeirior Fan--co Carneiro de Campo a,
im27de Ab'ilde i832.
WT fi-.a-^IMJ
AVIZi S PARTICULARES.
ManoilFoiluoeo da Silva, tai acicala



DT 4 RIO DE PERNAMRUCO.
osSnrs. Collectures das Agoai denles, que j %tjr Troco-se patpr5es por muito
do i.* le Janeiro era. diiute oIj rende mais bom cobre a 4 pilaras e d-ze vintens : na
oitf-rid<> g>n>ro.
*tC9* N* casa D. 30 da roa da Conrei-
ci da Boa-vista precisa se de uro caixei-
ro, e uma mi de casa.
*y O abito Sj;ndo \ i suent'aoj
Sora arrematantes denles, e de debidos espii iiuosas que da
lila Jette em diante deixa de vender e/n
sua vnd i no largo do Te re, o L). 6 as refe-
ridas bebidas.
Antonio Prisco da Fonceca Carneiro.
Alug S'' uma ama de I<-ile forra,
oo menino s ido cativa, anda que lenha
fipio mamando por s r a necessidade gran-
de : na ru i do Rosario Catreiti D. 3.J
*W Q '-"" quiser educar p quenas, era
P'ini i letras. Gramtica portuguesa,
costina, e principios de msica al rnoli-
nh's, J r i i a -e jIi a/, d.i Mati u da Boa vis*
ta ras. n i i.
G^^ Bernardo Jos Rodrign pnhero
faz scieit ao- Sritft arrematantes das A-
goardeut'S. que d-ixoude vender o ivf, ri
do genero n< sua v.'nda em Fo a de podas
ti. 5,de.d o dia 3 do presente mez de Ja-
neiro.
Vf Prec-ia-se de um cont d res a
premio de um e tueio por cento, por lem-
po de Ire m-zes, dando-.se boas firm s:
quem quiser aunu-nie para ser procralo.
WT Quera preciar de um caixeiro
para venda o] antnsem de assucar, ou para
outra q*ilquer ocou.acso do que lem bas-
tante pralica po le procurar n ru* Nova
D. 25 ra venda i|ue fca por debaixo do
sobrado do Oouior Paula que ahi se dir
q-iem o annuticiante.
para vender po at as lo ou n boras do
da, pigndo-e bem, sendo elles fiis, pos
j lem freguezias crias 5 fallar lias cinco
pori'as i..Jo do nascenie D. 3i, ou annun
ci para Bi*r procurado.
WT Um 1 paz Brs>ilero, de boa con-
ducta, propiem se para caixeiro de escrip-
ia, n nu e anda mes-no para ensgnar
|irimeirs letras, do que tem pratica :
quem se quiser utili'sar do s-;o presumo di
lija te a ru V pn-a *jry Quem precisar de uma ama de
rata trra, a qo..| sabe engomar, cos< r, e
outMihar 1 di.ja-se a Typcgralia desie
i).1110 nu 1 andar.
|Tj0 Quem anuunciou querer 200$ rs.
a premio de 2 por cento, declare a Ma mo-
rada.
tfWm A Co'iipanhia prximamente es-
tabelecida poro dem, ou permico do Go-
vemo no Reino de Angola e Benguella,
intilulada Companhia da Agricultura e In-
dusiia, (ffeiece grandes vantjg. ris depos
dos dois primeiros armo, a sen As>yonis-
tas, e p-i* io convida nesta Provincia la
ueus negociantes, a paiticu ares, que qu-
zeiem entrar cora assoeiii de cero mil res
ateo numero .le cen, por isso autm iza ao
seuouesp mdente nesia *baixo asonado
lecebef passandq cib s al que venhao
ascompel. mes apolices em f .una; os seus
Batatotos t b m sei < mustiados a quem
os quiaer ver. ttecfe de Pernombuco 3
de Janeiro de 18J7.
Joio Mara Seve.
ra de O tas U. i5.
*W Precisa-se de uma pessot captiva,
ouloir.i pa>a o servico de uma caja: a
pessoa ijue tstive nesla circunstancia, di-
nji seaobeco doAzite de peixe o. i~,
2.an(r.
%y O caixeiro que no Diario de Ter-
ca f ira 3 ilo coi rente roe/, se lereceo pa-
ra Botica, de que di/, ter bastante opitica
de Plia 1 ni ocia : dando /iador a hu;i conduc-
ta, queira annun^iar sua morada, ou ap<-
rCer na ra da Gadcia velha doPicife n.
10. ou na mcsina ra a filiar na Botica de
de Vicente Jote de Brito.
NAVIOS A CARGA.
r
Para o Porto
I
Pegue vigem enm a brevidado pnssvel
a R cuna Portugus R^ssocit^da, tcm a
rnaior parle desua carga pii-mpt* e lera lu-
gar somente para rereber 15'D barricas de
assucar frete : (|uem perUnler can egar
dirija-^p ao eo c<>ns'gmtai io Vlanoel lana-
ci de Oveia, ou ao seo Capilo Joze Beri-
lo de Lima na praca do Commercio.
Para Trieste
tV Sahir imprelerivelmente al o
dia a3d* Janeiro o rou;to velleiro B'igue
Ing'ez Emma, Cipito Bobertson, da pii-
meira rlasse, foir.'doe cavilbado de co' r*,
so' lem lugar para 16O caixis rom a-su-
car : quem quiser c.inegar n'e'le t-a'e
com os consignatarios Me. Calmonl 6c C.,
ra da Cruz 11. 11.
Para a Bibia
jry O muilo velleiro, e bem construi-
do Brigu Sardo .avallo Maiino, porten-
de sabir at o dia 10 do coi rente mez de
Janeiro, e lecehecarga a fete, e tem bons
coromodos pa<-a p8sage;ros: quem quiser
carregar, ou ir He passagem dirija se a ra
da cruz D. 27 a fallar com o .-en consigna-
tario A. Schramm.
Para o Rio de Janeiro
W O Brigue Fi-cuna Bonito Porto,
Capilao Jote Cselano Maciel : quem no
mestDO quiser carregr ou ir de paaaeni di-
rija-sea Cudino Ag >stinho de Barros ou
ao Capillo a'uordo.
NAVIO A FRETE.
Frea-se para qtial^ur-r poi to o multo
sune.ior palax ) Ing'ez Kara, de Jote de
1.1 (i tonella.las, Capiio Jl>('logli, i'a
pi mi-i a ciaste, foi rado e ravhado de co-
l>r<, est promp'o para receber carga :
quem o p'rtendir fretar, dirija -se aoscon-
signaUUOJ Me. C.dmont & Corop. ra
da Cruz 11. 11.
^Hf Quera quiser n bjter duas hipote-
cas f l'ai m cois predios nesla Cid. de,
em a-9-le Agosto de j 836 s vencer amlias
a 29 d. Ab i do DieBenle anuo, sendo u-
ina iie a.500^) ies na rus Uiieita rio 80
brd"t|u [*i -squina do beco da p>nha, e
outra >ie 1 000^ de res no principio do
atttir.i 1 1* .\{ ...dos casa terrea de 2 por-
ta^ cnf inte o viviio, e o-tio o bipote-
cai i 1 cjci. ir.. e retirar cff.-rece ainet.de
do lu ros vencidos de dita? bootecas a
quem a- q isrr negociar; os perteudentes
d.rij. te ao Palacete casa L). 23 da.i 6 ho-
ras da manh as 9, e d is 3 da tai de as 5.
jry-ae a q.ianlia de 900 e tantos
mil leisem moeda de co'tre no Aracaty por
prata ne.-la PraQa.com o abale de dez por
cento: quem Ihecotisier e-le negocio m-
iiuncie por esta ful lia para ser procurado.
fJTjp* Troca se a moiada de um sobra-
do de um andar coin um solio, por uma
casa terrea queaeja boa em qualquer dos de llvr.os "' S1 e J8'. na loJa do 5r-
trezBairros: quem quiseraonuocie. ) Antonio Jos jBandeira de Mello ,
COMPRAS.
Potes de graxa razios tanto em p;candes
c mo era pi-qoenas porges: Desla Typo
grafa .edir q lem c.>mpia.
r_ %&* Aiobia^, E-angehoem Triunfo,
e a-. Carlas de Gaii^aneH? ainda que sijao
u/.aiJas unn vez que e-.t jio completas: na
ruada Cd. ia do Recile n. 23, i.aandai.
tJ3r Para fra gras de idade 14a 20 snns que saibo en-
gomar e cus I) ai : a taactar con Sanios
Braga, ra da Moeda n. i4
rita doCubllo, na rita dos ma das casas do sitio de D.Anns, na PonlO
".' tMnta de Ucbs um avallo, ru-s. pnmho, gr-
Quarleis venca D. 2, e detionle Ae peacopogrowo, wacos b.ancos, cauda e
da Igreja da Madre de Dos, ven- c|Tlas ijp.das de pouco lempo, uso esta
da que fui to Rezende. mito gordo, tem de costume cavar com ti-
ma das mos quando esta pirado com al*
guem montado, e parece ter de seis al ci-
to annos, lem un marca de uma tomadu-
ra do selim no espinbaco, que M conbece
por e.-tar encabellada de prximo : roga-
se a qualquer pe-soa, a quem teulia sido, ou
venha a ser fl'rreci^o o mencionado cavaU
lo, psra comprar, e mesino a quem delle
noticias liver, que avise a seo l gituno dono
?o sitio cima iudicedo.
Uma e-crava de 18 nnnos, cuja
fabecosinbar, engomar, ec sea'guma cou-
?a : no atierro da B nileiro deceraldo d'Amarante dos Santos.
W S;men'es de Oitalice de todas as
dualidades, engoadas caldas ltimamente
< hegido de Li.-boa: ns Praga da Boa-vista
D. 16.
fcar Vende-s" uma prela, ou sluga se
com bastante 1< ite para criar por Ibe tur
morrido a filha de 4 meses : quem a qui-
zer piocure no Bomlim em casa da Btrto-
leza ; e passando dia de Res, em Fora fe
Portas no sobrado que foi do fallescido Jo
o iVepornocerio
ICP* Por preco cmodo uma b.|an;a de
pese (Mimos e birricas (i'assucar, im bra-
co da dita, do;s pe-os d-? fero de du.s ar-
roubas cada U'n, um dito de d i la, um lito
de meia dita, e ou'ros mais ps:
juem perle-ider annuneie por esta folba.
VW Uma caira va Cabra de i7 aunos
de idade, sabe f.ser lsvarinto, e ro>e chao,
sem vicio algum: no paleo da Ribeira D.
o
Q^ Uma negrin'ia crioula com idade
de oito a nove aonos : na ra do Crespo lo-
ja D. 4.
1C&* Um cavado rugo caireg'dor bai-
xo it tsqa'par, boa figura egoido : na rm
do Livraroento venda l). 1.
%t9" Una negra de 18 aunos, que sabe
cosiubar, engomar, e coser algorra cou*a :
no ai trro da Boa vi^ta na loja de funilei-
lo de Geialdo d'Amarante dos Santos.
tF Um ficravo ora ial de sapateiro,
criouljde 6 anuos : cin Fora de podas
n. 92.
W Uma negra cura uma c.ia de 10
auno-, a negra cosinheira, engomadeira,
f*z doces, relina a-sucar, e boi lavadeira, e
a filha tem principio de costura : na ras
Nova D. 2.
ty Azeile de peixe era quartollas : na
rns da Saozalla, armasen) do fallescido Co-
ronel Berilo Joze da Costa.
&JP1 Duas moradas de casas no Bajero |
da Boa-vis(a, chaos proprios e lvre.s e des-
embaracadas : na ru.i do Cabug loja D.
4 se dii quem o dono.
9y Urnas Cobias bixo cori>muito bom
hile: na ra do Jardim lado do nascente
. 18.
9Cg** Farinha em saceos : no aimasem
de Gulierroe S 'ares Botelno, praia i\o
Colbgio, o primeiro sabiodo do arco de
Sanio Antomo.
W Abordo d. Brigue Piincipe Im-
pei ial vende-so firinha de Santa Calhari-
na de superior qualidade, cujo Biiguese
acha i'undiado dtfronte da praia do Culle-
99* Um escravo crioulo de bonita fi-
gura de id-de de 20 anuos propiio paia
lodo > sei vico : na ra da Cidea do P -ci-
fe o. 60.
5P* Caxas de ca em vellasdo Rio de
Jane'ro, uroa rica colxa de silim d ma
can bordada de tetroz, e fcixos de pinho
do rodo para assucar : ni Pc-ca do Com-
merco rmasem de Manoel Ltoaeto de O-
liveira.
tjcjr" Uma porco de doce degoiabaem
caixi>spor preco cmodo, as^im comoam
par de goldea.de Just.o >eui u/.o nenbom :
no principio do atierro dos AfTogados a
piimeira venda do lado esquerdo antes
do ivei'O.
>
ESCRAVOS FGIDOS.
No dia 2 de Janeiro corrente drg.
aparcero do Molei'O, indo paia o Red-
fe, um pelo de nome Andr, naro Ango
la. bonila figura, cor lula, idade 21 para
25 anuos, lobem fallante que parece cri.
oulo ; levou vestido calsa bianca, e camisa
(i ni, e con luz a um caruero grande vin-
dode Franca, e uma trouxa de roupa eru-
brulliada n'um lenco azul : quem d'elleti-
ver noticias, dirj.i se-m casa de Bolli &
Ciiav.Mines b'reus, 110 Forte do Mallos.
WT Fiaucisco, de 18 l9arinos, mo-
lato, estatura regular, com um lalho no
queixo proedido de ora rouce dejeavallo,
cutn uro 1 lerid 1 em uma cauella da p-rna
esquerda, o andar um lauto piad ; fugio
no i." do correte. No me-mo dia tam-
bero lucio um prelo da costa por n.rae M.
guel, de 30 anuos pouco mais ou menos,
tem urna sicalriz na cabeoa muilo grande
procedida .e uroa iju.b adi.ra que ^ofreo
na sua Ierra: os apiehendedoies leveni-
n09a ra Nova D. 35 loja de n arcmeico
que i-co recompensadas geneiopamente.
WW Nodia 3o de Dezembro prximo
passad" fugio um prelo de nome Pedro,
nacioJCongo, oqualandava v. ti leudo fru-
taa em um laboleiio, tem de idade 3o nn-
nos pouco mais ou menos, estatura baixa e
poucortbudo, o pnuca barba, tem os de-,
dos mnimos dos pez.ft. os immedialos roui-
to pequenos ; leva uma calsa de bi im usa-
da, camisa de manga curia : quem o apre-
hender baja de o levar no sitio doCiiurgi-
io Manoel Bemardino Monteiro na estrada
de Joio de Barros.
.
Taboas das mares cheiat no Pono de
Pernambuco,
26 Segunda 5 -
i 27~ T:
?J 28 Q.
^29 -Q:
1b;
5 2-S:
3 I):
i 11 1.....
3
2h . 3 m
3- -18
4- - 6
0 - 54 N
6- - 6
6- -54 M
7- 42 a
iMan.
VENDAS.
Flinhas de Algibeira a dose
vintens e de porta a seisvintens :
Na Pra^a da Independencia loja
ARRKN AMENTO.
Arrenda-se, ou vciile se uroju'tio na le-
vada do Engenho Mouleiro, e dois ca val-
Ios de sella: qtiem pe-tender qualqoer
daa cousas dirija seatcatda fVfttricda Boa-
vsla no sobrado U. 28 que l fai todo o
negocio.
FURTO.
Na noite do dia 30 para 31 de Dezembro
prximo pusado, furlsio do quintil de u- er,, na tif. ou M. fTTariiTIoV-T
MOTICIA8 MARTIMAS.
Navios entrados no dia 28.
Para, prloMaranhio, e Cear ; i3 das
do ultimo portoj Paquete 1. de Abril,
Coro, o 2.0 Teneute Jezoino La mego Cos-
ta- l'ass-geiios oCapellao d* B.iga la de
Pe nambuco Fr. Joze deS. J cinto Mavg-
nier, o Tenente Manot-I Cava'ca te de Al-
biiquerque, o DoutorJu to Jo/.e Coelho, o
2. Tin ntede Marinha F'anci co Luiz da
Gima Boza, e T> nefile de Cacadores Ro-
drigo Antonio Baplisla, o Viajar Manuel
Maxadode Saaii.go, e m.is 3 peso. Maranho; 27di.s; Uiate 6. Joze de
Rha Mar, l J* da Costa Guede, : va-
rios gneros: Josqurn Pe eir Peos.
Ton. 111. Passageiru 1.
ERRATAS.
No Diaiio de hontein na S'gunda colu-
na da prim ira pagina, no fim do Aitgo
I.% onde dizsobie reiros nlerpostos
das Auihoii lades Judciae destas Piovin-
cds nullas leia-.-ealo null.is.


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