Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03041


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Full Text
ANNO DE 1837. TERA FEIRA
ttmm
3 DE JANEIRO N. 2.
Pbrnamkdoo, Trr.oi M. F.de Fria. IH36.
-
f
i
Das da semana.
S Segunda. a. InVJoro b.
...
S Terca a. Aprigio n.
4 Quarta a. Tito M.
5 Quinta seraeaS Estelita.
*
6 sexta Da de Res (Eiphanlaj La n. as 9 h. e
26 m-eUt
7 ahliado S. Thaolti.ro M. Al>rem-se o* Iributiae
Re. de m. e aurt-da.Vig. R df t. em Olinda.
8 Domingo 5. Loren^o Justiniano-
Ti do agoradependr de no meimm da nnnl pra-
[ deiic. moderaco, e energa .coniinuemo coma
I principiamos, e rrinnt apontadoi coro admira*
Cao entre ai Nacoex maii cultai.
Proelamaft da JiimbUa Brral d Bratil
Stib*creve-i nena Trpograha. ra das Cruzes D. 3, e na Pra-
ga da Independencia N. SI e 38 : onde e recehem
correspondencias le|ralsaaas. e annuncio; inserin-
do i Mtfta gratn sendo do propnoi asignante*,
viudo ifnadn.
CAMBIOS.
Janeiro 2.
XjOndre- S7 a 37 l|2 D. St. poi l ctd. on prata a
50 porcenlo de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 255 Hs. por franco
Hio de Jan. 6 p. c- de prem.
Moedas de 6..400 I3..200 I3400
40U0 6..Ty0a 680
Pezos I..440
Premio da prata 50 p. c
,, das leltras, pormrr I 2 por o|0
Colire 25 por cento de descont
PARTIDA DOS CORRRIOS.
Olinda_Todos os das ao meto dia.
(ioi.in.-i. Alhandra, Paraiba, Villa do Conde, Ma-
manguape, Pilar, Jietk de S. JoSo. Hrejo d'Areia,
Rainha, Pomlial. Nova de Soima. Cidade do Natal,
Vi Mas de Goianninha. e Nova da Prineeia, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aquirs, Monte mor nofo,
A raan (nscarcl. Caoind, (irauja, Imperatris.
S- Demardo, S. Joao do Principe. Solirar. Nova
BlRey, Ico, S. Mathens. HeacliAdo sangne. 'S.
Antonio do Jardim. Qnexerainoliim. r Paruahi a
Segundas e Sextas feiras ao meio dia por va da
Parailia. Santo .4ntSo Todas as qilin'is feirasao
meio da. Garanliuns. e Bonito nos diat^U) e 4
de cada mea ao ineio di. Floreno dia 13 de
cada mea ao meio dia. Cali. Se'rinliaem.'Hio Por-
moni, e Porto Calvo-nos dias I, ll.e SI d> calU
mez- _______._____:
^PARTE OFFJCIAL.

RIODEJANEIRO.
ASSl-MBLEi Gl'.RAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPllTADOS.
Sesaid de 7 de Outubro.
Vice-Pres dencia do Sr. Araujo Vianna.
Depoi das de* horas, abre-se a seso ; e
lida a acU da antecedente, fica approva-
O Sor. Asis Mascarenhas, aerviodo
de primeiro Secretario, declara nao ha ver
expediente.
Ordem do dia.
Entra em segunda discussa o seguinte
projecto:
Foi vista ds CommissaS do* Conse-
Ihos Geraes a representac>5 do Con.>ellio
Geial do IV] a ra) bao, txpondo que os re.
cursos juiliciae semprt loia d'ali inter-
postos dilectamente para a Casa daSup-
plicac.> de Lisboa, no lempo mes,mo em
que uo Brazil ja esisti5 duas Relates;
e posto que, pelo alvina de 10 de Maio
de 1808 (cura a mudenca da sede da Mo-
iiarchia pata o Brazil) fes-e creada a Ca-
li da Supplicaca do Biazil, todava, pe-
lo alvaide 6 de Maio de i809, declarou-
o que os nggravos ordinarios, e appella-
Ces das Provincias do Para e Manha, fos-
sera inierpostos para a Supplicaca de Lis-
boa, e assim Cunlinuou-se a obit-rvare,
ainda inesmo d lapso daqoella Povincia, rujo di.-tiicto
extemlia-be > Provincias do Gram-Pa>,
Piahy e Cea', por assim set det-- mina-
do no regiment dado aquella Relaca,
at quefoi feliimenle proc'amada a la-
dependencia di-sie Imperio.
Este pauso lio glorioso, naS fui por
si s bdslaule para remover os embaa eos
\ iucommodos que soffi ia6 aquelles povos,
a respeiio dos recurt>os pendentes na Ca-
a da Supplicaca, de L sboa, que neces-
saameoie l devii correr, poique ne-
nhum Procurador se atrevera arequeier
o contratio : em lalcolltsaS, asparles, que
iia5 desejavaS ficar indefet'S, fara setts
piocuradoies nsq'uc-IU Corte, continuan-
do a tratar do eu din.ilo, muito prin-
ripaloente, porque a bam particular nao
rra prmitlido piudentemeole prover
qual sena a surte da guerra ; falizmanlo
foi esta concluida, e r'eoonhecida a Inde-
pendencia pelo tratado de a9 de Agosto de
I8a5. Quando porem aquel!ej paros es-
pfrsva6 que, por arranjos de bam Go-
verno com outro fossem avocados para o
Brazil os recurso pendentes na Supplica-
ca de Lisboa, o contrario verifioou-se,
resollando de Inim tal procedimento a
peibuasao, em que as parles estarad, de
queali deveria concluir aquellas quea-
l5es jurdicas; e mesmo porque a juris-
dicco dos Tribunaes se acbava prevena,
e neuhuma lei hava providenciando o
contrario','at que em lins do anno de
I828 apparecco, na aoptadila C'dade do
Mai-anlui, hu'm aviso prohibindoo cum-
plimento de laes sentencas; e que, depo-
is do Cdigo Ctiminal, ja nao Ibes he li-
cito, nem seguir essas causas em Portugal,
nem lo pouco dar execuca as senlrhcas,
das que ali se obtiveraS com legitima ds-
cussa, ficando assim vncil.-nle o direto
das partes. Pede por tanto o Conselho
Geral que, por buin Acto Leizislativo, se
firme o direirb da jnellas partes, s< bre as
sint-ncrts que anda na5 iinba5 pasado em
julgado ao lempo da Independencia.
A CommissaS, touiencida por huma
parte, de que, com anarijos do Governo
do Brazil com o de Poitugal, devi-ria ttr
sido avocados, quan lo ni fossem todos
os fei'os lindos, ao menos os pendentes; e
por outra parte, certa que as sentencas
proferidas por Jui^es incompetentes sao
millas, e q /e, desde o lempo em que, ns
Provincias doCear, Piaul.y, Maranhad
ePa., tornou-se incompetentr, ou. pe
lo menos, duvidosa a jui isd.iocaS da Casa
da Supplicaca de Lisboa, a respeito dos
lecur.Mis em questu, eainda n5 jo'ga-
dos, n obstante prrsuas^ em que es-
tavad as paites, que se achira prevena a
juiisiiccio daquelle Tiib.unal; porquin
to, a prevenca ttem lugar quando, ha-
vendo muito Jui7.es compete ites coro ju-
ri.-dicca cumulatira, as partes, d'eoire
estes, teconhecendo hum, e, peranteelle,
propondo o seu pleito, nao pode 111 del*
1 declinar.
A* vista por tanto de tees cons;dera-
C.s, e para ritmar huma regra certa, a
Comrni-so sobmette a esta augusta Canta-
ra, e pede que coro urgencia e discuta o
seguinte piQJecto de le:
A Assemblea Geral Legislativa de-
creta :
Art. 1. As sentencas que, ao tempo
em que se proclamou a Itidepeodencia Po-
ltica de-te Imperio, as Proiinniaa do
Cear, Piauby, MaranhaS e Gira*Par,
fora pfiferiuas peloa Tiibunae de Lis-
boa, sobio recursos interpoalos das Au-
toiidades JuJiciaes de-tas Pioviuc as mil-
las.
Art. a. As partei que ae sentirem
gravadas das sentencas dadas pelas Au-
toridades Judiciaes das rifeu'd.s Provin-
cias, e daiquaes pendia recursos di'ap- j
pellaca oa aggravo ordinario, ao tempo
designado 00 aitigo antecedente, poder
interpoc dentro de ti rita das da pnblira-
eada presente lei, as sobreditas Provin-
cias, e perante osJuize* de Direilo, que
subslituia aos qoe as ^entencas derfo, os
recursos legaes para os Tribunaes Supe-
ii'ores 1 O'iipeienl-'s denle Imperio, nao ob-
lante o lapo de tempo.
Att. 3. O termo da inlerpo-ica dos
recursos, citac das paites, e maia pre-
paras para o segoimento dos mesmo- re-
cursos, seiio esrriplos e juntos aos tras-
lados existente.* nosCartorios, e depoia de
tudo piepar,do, ficando translado, que
ser pago pro rata enlre as partes, o Tri-
bunal Superior tomar ennbecimento do
inle posto reemso nos lemos legaes.
Art. 4. Assentencs dada* peb Tri-
bunal da Supplicic.5 de Lisboa, e que ti-
vessem passado em julgado antes do lem-
po declarado rio ai Leo l, serio cumpli-
das da mjneira seguinte.
Ait. 5. A presentada a sen lenca ex-
Irbida daquelbs procesaos aoJnit a que
competir a sua execuga, esle mandsta
jimia la ao traslado, < tuado o qaal, a
p.irie vencida, a requermento .la vence-
dora, seta citada para ver rnente exlra-
hc senienca dste prooesso, e pieparado
e sellada o f> to, o Juiz, por seu despacho,
mandar estrahir, na foiraa do Cdigo
do Frocesso, ^entenga, pata por ella se
proieder nos termes da execuca.
Ait. 6 Fica revogadas para este
ffeilo someute todas as d'sposices em c-
irario.
Paco da Careara dos Depotados, 3
de Agosto de 1833. Velasques. Re-
vende.
O art. i do projecto he approvadosem
disru-s.
Ao.it. 2. h apoiada huma emendado
Sr. V. de Goianna.
O Sor. Luiz Cavilcanti pede a palavra
p la ordem, e prope a urgencia para que
entrem em di^ousso as emendas do Se-
nado o o>9-ment.
A urgencia he apoiada e discutida, e a
final appnvada.
Entra por sua ordem era discussa o se-
guitltc :
Emendas fcit-s o approvadas pelo
Senado seniend* feita* e approvalas na
Cmara dos Deputado*, pr-posia do Go-
verno sobre a tixapa da despeza e orca-
mento daieceita geral do I.npen'o, para
o son finanieito qoe ha de correr do
1. de Julio de 1837 a 50 de Juuho de
i838.
Art. 1. das emendas, em lugar de
ia,804 887^JJ030, diga-ae ia,8i4 665,950
rei*.
Ait. a. das emendas (3. da propos-
la.)
3. Depos da palavra inclusiva --
a-cietceiite-se H00S)00O reja dis-le ja,
para o Mestre de equitaca, 13:264^000
reis.
7 redija-se assim Com a Cma-
ra dcsSeriadoies, inclusive a quanti* de
iCf-.hOQitJ) res psta a Secretaria e mais
d'espezas, .203:200$.
i3redija se assim cora o Maxeo
inclusive a00$ reis de graiilicacs, alera
do ordenad ao Guarda, Porteiro e Pre-
p.iiadnr, 4:aa4<9-
a6. accrescente-se inclusive 17
Coritos, de-deja, para a reedificaca do
sala e reparo do Pago do Senado, isO
contos.
Soraraa do Ministerio do Imperio.
Em logar de 1,609:848^000 reis, diga-so
1,5*^:099^
Art. 3. das emendas (4-da propos-
ta.)
4 redija-te assim Coro os Bi pos
relac ecclefia^ica, ficando elevada a
3:600^5) leis a congrua do Arcebispo Me-
tropolitano, e a a:400$reis a de lodoso*
Bispos do Imperio, e dando-se desde j.
ao Bispo de Anemona, Coadjutor do Ca-
pellad Mor, i:^00$rg., incluiodo-se nestw
quantia qualqiier outra que receba da Fa*
zenda Nacional, a5:0005
Somma do Min-'erio da Justica
Em lugar de 766:03o,v&500 d:ga se....
767:239$50O.
Arl. 5 das emendas (6. da propos-
ta).
l 4. Com a Academia, siipiimmdo
olugr deCirurgia, e sendo singela- as
comedoiias do Commandaote, 11:0740
reis.
% 8 (6 da proposla) redija se asstrn
-Com as Arsetn.es, seus -peraiios, escla-
vos da N-ca, gal^s, invlidos e reparos
de edificios, nao podando os IHpectores
refeber gratificaca alguma poioatro ser-
vico, 43;000$
11 (9. da preposta) redija-se da ma-
neira seguiut :Com a Auditoria, Ex-
ecutocia e seu expediente, elevado o or-
denado do Auditor a 7a0$ reta, e vencen-
do 280$000 reis romo Fiscal, soppii-
mido o lugar de seu Ajudante, 1:380$
a Os iaei3(i0ell da propost^)
reuna5-sc e tedija-se assia la Curo
as obras, costeio da faroe-, bascas de *o-
corro, eslabeleciroeoto de b-ias melho-
ramento de portos, iaO:000#
O 14 (12 da proposta) pasjoo a ser
Somma do Mini teri d* Marinha.
Bm logar de i,878:794$O0O digi-se
1,798:768$.
Art. 7 (8 da proposta).


~-
WP
D I A
HWMMBI
iccrecente-'e incluido*......
3'-"9'$387 res d is junas do legado da
Mjiuel Femandes Guirnari a caa pa
da Piviacia de Matto G-osso.
J 5 ledijae jvim Cjoi a The-
sourarii liiia.es ms Provincias,.......
a54:o5?&
" 6 ( 6 Je 7 di propost) redja-se
assiro. C tn A'faudga e Mesas de Diver-
sas Rendas Recebedoi as o Collectoras ,
8jo:oo <3).
' 0, 15, i6e 17 (16, 17 e 18 da
proposva ) eunio-se e reJijio-si; assim : -
^ 15. Com o corle e conducco do pao
Brasil, pagamento dos defuutos e au-eo-
te, restituices descont* doshilhetes dt
Altiiidcga e.Mesas de. Di versa* Rendas o-
hras e reparos de edificios cargo deste
Ministerio gratificacoe* extraordinarias ,
e de-peas event i jes i99:t)Oo&;.'
" Somatado Ministerio da Fasenda
Era lugar de 5,5o4 2oo$ -- diga se
5,575;46i#>3o.
Art. 8 additivo.
*' 3. Sopprimido.
*' Art. 9 add tivo.
" 4 Depois das pal ivas e Correto-
rei accresceute-se- Corre torea e Cam.
bittss.
*' Ait. to. additivo. 2. Accrescen-
te-.-e no firn asearlas do Correio de tr-
ra e as rindas de paite estiangeiros pa
garao o me-mo que pago antes de Ju.'h >
do prseme armo.
'* Art. 11. additivo. Accre-cente se
no fio Aos lirios mandados vir por par-
ticulares para sea uso bero como aos ani-
maos para o meihoramento das raga*.
*' Art. 13 additivo das amen da?.
Suppriooido.
** 0 art. 14 que h o 1 a da proposta,
fica avado o 1 S.
*' O art. i5, que he o 9 da proposta ,
fiesendo o 14.
* Art. 14.
41 ai. Aocrcscente-se Nos caaos
em que pelas leis anteriores, er* dvimk
eut* ndeodo se i^sira desde j o artigo 9,
9. da le de 31 de Outubro de 1835.
' Antes da robiica no Municipio di
C6rte, accrescente .-e 4' "" "ovo* e ve-
ib0' direit os dos impregna e ofik ios g era es
edeChanrellaria.
" Os 4l e 4* etc-1 paio ser 4a,
43, etc.
. 4l e 49 elc- 1 passio ser 42 ,
43, etc.
0 45, que passa a ser 46, redijo -se
como esta na piopokta 4-
Os Art. lee i7 das emendas etc. ,
vem a ser 15 e 16, etc.
AoArt. 18 additivo que be I7
accresc-raie-se nao podendo accamular
os v-nciuieuto da Aposeutadorii, com os
de qualquer noto era prego.
O Art. aoaddiuvo, que fica sendo
iq iedija-se asira Fica o Goverao au-
tt.ii-.odo, de de j a contrariar p0r hora
a res anuos o servico das Capataiids das
Al-o i.gas do Kto de Janeiro Bahia, Per-
nimbu>0 e ftl.rauhio, p f/.er curo gente livre anda por mais de 5
por cent o quem o- li/.er com e>crav s.
* O Art. 24 djdtliu que he 23, de-
pois da pa'-'Vi a moeda ac. rescente-se -
e polvo, a fabricada por coula do CJ >vr-
no.
_ f O Art. 27 que fica aeodo a6 e
que era o artigo 16 d. propo>ta, subsiiua*
ae pe seguinie:
A"'i. 26. O. Empregados publico
continua io a receber o sena ordenados ,
na lo ma do ai ligo 16 da le de 3i de Ou-
t.bodel835.
O Ari. 2o" que he o 18 da propos-
ta pasa a ser v7.
c A>t. a7. tirio revogadas as leis em
contrario.
*4 Fqo do Senado, em 5. i836. fcarquea de Par.magua, Vice-
piefidente Conde de Valenca, 1. be-
rrttrio. Vi-conde de Congonhas do
Cait.po, 3. S'Celaiio.
Si todas ppotadas e afinal adopta
das.
Continua a segunda discuti do pro
ject que b""a lic-do suvprii>o eai ra-
%*b,* urg fi',!* vem i l.
L-se umul io do Minile o di Ius||.
ca era ie>post o que receb< u ds ti
Camal a, parte ip-ndo que nao pode ae-
aiatir di:cu:a*6 do Projucto kobre a j
R I
O DB PERNAMBUCO.
forosaca da culpa p ira que. fui convi-
dado, em razio de, *a qmlidape de E'ei-
tur, ter toral: ficaaCaiuar iuieirada.
Como nao lia numero suiiciente de
Deputados pira continuar a si-ssa o Snr.
Vice Presidente Bakffp medita pata or-
dem do di dada pira Itoje e m'ais o n. l64
desteauno, e l dora depois do uieio da.
DIVERSAS REPARTICOJENS.
MESA DiS DIVERSAS RENDAS.
A pauta lie a niesma do N. i7(j.
CORREIO.
O Patato Nacin! Paquete do Rio de q'
be Ca pila ro Jos Bol 1 ignes Amaro sai para
o Rio de Janeiro no di 12 do correte.
PREFEITOR& DA COMARCA DO RECIPE.
Parte dodia 01.
Ilim, e F.xm. Snr.
Tenho a parle, par a V. Ex. que ho-
je pela sete hoias da manha me foi paite-
cipado pflo oliiicai Superior do dia que
pela >.eutinella da Guarda da Casa da los-
pe c, do algodo Ih foca igualmente
partecipado arliar se aberla poita da
dita casa, e que dirtgindo rae con
sequentemeute para ali em compaohia
do Administiador da Mesa das Diversas
Rendas, e paasando a examinar a dita
porta observamos ser certo o que dis-
s-ra 1 Sn(mella ; pois que ella com ef
feito e-t'Va aberla e indicara ter sido por
di'cnido do respecliio poiteiro nio ha-
vendo n'ella estravio algum : pelo que
foi pelo mesmo Administrador 8Uspeni>o
por lempo dedois meses o supradito Por-
teiro.
Partecipo mais que das Partes recebi-
das consta teiem sido presos ordem
desta Pr< ftura, e rechidos ao Calabou-
co do Coi po de Policia, d'onde tiverao
de-tino os pretoa' Antonio, escravo de
Joaqim Antonio Pena, e Jos, escravo
de Benedicto de tal, 1 emettidos pelo
Sub-Prtleiio da Fregu-sia de S-nto An
tonio, por furto de tima caixa de Costura
que Ihe toi tomada ,- Felipe Santigo cri-
oul:<>, remedido pelo Sub-Piefei:o de
Iuarass 't por ser encontrado com do
C .vallo lu lado, e serladra5 de pn fi s 5 ;
e Benedicta, escrava de Agostinho Heuri-
ques da Silva, reraettida p I< Ronda de
Polca da Boa vjsia por estar fgida*
Nada mais con-ta.
DeosGuaide a V. Ex. Secretaria da
Piefeitura da Comarca do Rcife 3l de
Dezembro do 1836. lllm. e l'.xm. Sr.
Francisco de Paula Cavalcanti d> Al'u-
querque, Presidente da Provincia. Ma-
noel do Nascimento da Costa Moutuito.
Paite do dia 1. .
Illm. e Exm. Sur.
Mndei prender, e recolher ao Calla,
bouen do Crpo de Pobcia, donde tive-
?er.iS de.-inio Fiancisco de Brilo,
pardo, por le o encontrado pelas nove
lidias da'aotta na estrada de Belem, ar-
mado de uid bicama lo, preto, escravo de D. Francisca de
t.l, por estir na 1 ua em horaseocompe-
teutes : Francisco das Chagas Leraos cri-
ou lo rem ti ido pelo Sub Prefeito de S.
Antonio por ser de m conducta, e que- |
rer offender a sua sogra com um e-lc|ue o
qual l<(ic-'U fo>a na ooaaio d-tp i-*;
Jos, tambara pelo escravo de Mm -el
Gonnalves, ciridw.il>> por um SoliaJo
d te-" pis*do a u*mV |>Pi.ta esciava, ealaudo
elle aCivallo; e Jos Francisco Perieira,
Nda maiscons'a.
Dos Goarde a V. Er. Secretaria da
Prefvitura da Commarc do Recife !;
de Janeiro de 1837. Illa. Bx Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
querqiie, PresidentedaProviocia H. do
N. da C. Mooteiro
CAMAR MUNICIPAL DO RECIFE.
4. Sessa Ordinaria de i3 deOtitubro
de i836.
Presidencia d Snr. Gusma
Comparecera 04 Senhoros IVaraede,
Cmara, Pesoa, Sope, e Sampaio, fal-
tando com- cauta os'vais Snrs.
Abeita a Sessa, e lida a Acta da an-
tecedente foi amelonada por estar con-
forme.
OSecncretario dando conta d > expe-
de me mencionuu os segu ntes oficios:
Um da Aministracio do Grande Hos-
pital de Caridade paitecipando achar-se
o piocurador desta Cmara de posse da
quantia proveniente da correra dos por-
ees, e que esia Cmara deas precisas or-
dans, a 6 tregue ao Procurador daqutlla Admiois-
tr^g., Joquim Jase de Ahreu : que se
ofTici.isse remetteudo o mandad > par se
rec .b ar do Procurador dita quantia.
Ootro do Fiscal do Recife remettendo a
retnelo das pes-oas multadas naqaelle
Bairro nos meses de Agosto, e Setemhro
prximos pausados, e juntamente a conta
de-a feitas com a I i rapes da pon-
te do R.'fife nos meses de Julho, Agoto,
e Selen.bro do coi rente anno : que se pas
sasse mandado.
Continuou-se com a apuraco dos voto*
para Venadores,
Despachara-se aTguns requerimentos.
E por ser dada a hora, lefaniou se a Sas-
sad, e mandaraS faser aprsente acta em
que is-ignara. E eu Fulgencio I ifan-
de Albuquerque e Mello Se-lelaiio da
Cmara a ercrevi. Gu-mio, Pro-P. Ma-
roede, Cmara, Pessoa, Souza, o Sam-
paio.
INTERIOR.
Provincias do Sul.
Ministeiio da Justica.
ART1G0S D'OFFICIOS
Il!m. e Exm. Sr.,
O Regente, era Nome do Imperador o
S-nlior D. Pedro Segundo, a quem apr-
sente) o Officio que V Ex. rae dirigi na
data de a6 do pi-stdo rae/, de Ouiuhro ,
em o qual d coula da desordem acn-
tecida arrasa Cidide, (i.-deasii at a 5
horas da tarde do dia anterior, por ocCjsio
da neaca de um Cemiten'o, q' depois de
edificado foi derrubado pelo povo sen-
do se penetrado do mais prolundo pesar,
a vista do seu contedo porque certa-
mente o surpicndeu u excesso, a que se
ariiijou o povo de huma Cidade, que
por sua u-ilraolb e larga experiencia ,
parecia isempto do contagio d in>ubor-
din^cao e da desordem. Quando afuo-
daeao de hum Cemilerio publico orde-
denado por Le Pi ohm iil, oiTerecesse in-
couveoientes, ou ao bem coramum, ou
mesmo aos prejuisos dos p vos, que as
tese ronvern altender, era iuterpondo
respei8a pstic s eaguardando as de-
ci?5ej dellas e nao por meios vio'otos ,
e vas de f'.cio, que cumpria aos descon-
tentes patedte. mar s< us prelenlidos du.itus. No paiz
ha recursos, ha dire:tos de petigao; hi
Lii; ha Jostiga, e Authoridades pira
m mt I O Regente por tanto ru p >-
di* dei\ar de ver com exccssivi desa-
grado hura oiiinn, que deg nerou em
se'.licaS, e que nada menos teve por fi do que tornar ni. xequi vel huma Lei dd
topara sentir que hum similhanteejem-
plo de desobediencia^ desrespeito se desse
na Capital dessa P. cunta um dos |aj
actos da primeira Asamblea Provincial!
E anda que V. Ex. declare em
dito seu Officio, que desde que acabou
a desordem at o momento deescrever a'
Cidade tem estado tranquilla, (o que 0
Governo estim infinitamente e espera
que continu^ todaviajesta circunstancia
com quaoto muito preciosa naosuffi-
ciente para desvanecer as desagradareis
impiesses, que Ibe cautou a nova do
publico desassocego porque nada he ma-
is natural, do que o restabelecintento da
oid-m depois de huma desordem e de
liaiTerem f*to os tni bu lentos quan Ibes
apra, e irto prine'paIra. nte na Cidade
da Babia, cojo rjo/p be essencialmente
docH, Dem intencionado, pacifico e ama-
dor da ordem ; e por esta raro <-sta con*
vencido o Governo Imperial de q' smenle
Jgun mal ioiencioaados illaqneando a
boa fe dqs Cidadios, pudera illudd-ns
leval-os a extremo tal, fasendolhes
dtsonbecer quena legitima obediencia as
Leis e Authoridades consiste o tmio de
de alcancar e gosar da seguranca, e lber-
dade ; e que nehum paie he mais e-cravo
do que aquello onde goverha o mais for-
te onde irnpera as armas, ese calla ri-
ti O Governo desejav ter sabido
quaes foram as providencias, que V. Ex.
eropregou para prevenir, e depois para
obstar a te 1 rente do mal crcunlamia
qua V. Ex. cala, deixando entiever cora
o seu silencio, em assumpfo tio importan-
te, que V. Ei. se \o coacto, e sera
meios pan User maot r a sua authorida -
de : con) tudo o Governo espera qe 00
menos V. Ex. tei f ito puniros Ca be-
cas de sed icio nos termos do Artigo 111
do Cdigo Ciimioal, os qqaes nio s at-
tentara* contra a propriedade do* Em-
presarios do referido Cemilerio, mas tam-
bera deia6 hum grande encandilo aos Ci-
d.dioj pacficos, cornprimii a pub'ic
Authoridade, perturbaras a tenquidade,
e pmtei a em pe igo a s guanga da Cida-
de ; ese V. E*. anda ni contra elles, o Regente Ordena que t. Ex.
o Uca qoanto antes. \
Dos Guanda a V. Ex. PalaetV do
Rio de Janeiro em j7 da Novembro da
1838. Gustavo Adolfo de Aguilar Pan-
toja. Sor. Prasidente da Provincia da
Babia.
(Correio Oficia I).
Marojo, rcuiettido pe 1 Commi^aiio de
Polica do disiricio do Porto ds eariois, I Aoemble Pioviuciai, q' snm duvid al'ii-
pocs-r enejntrido conijuuia faca. J ffla tinb o direit > do buel-i; e he mui-
Illm. e Exm. Sr.
Nao compelindo aos Membros do Cor
po Legislativo dorante o periodo das
dis Ses-des ordinarias, e mesmo extra-
ordinaria*, da Assserable Geral nenhuoi
outro vencimento, alera do subeidio que
se cha marcado; para evitar-se a dezi-
gualdaue 'que peder seguir-se entra a-
qneiles, que, tetirando se para suas Pro-
vincias antes que se ultimem os trabalhos
da rnesraa A-semblea, periend..5 leassu
roir oexercieio dos lugaies, ou empregoa
que tenhad, e conseguintemente ser pa-
gos de seu espectivos vencimenlos eos
que porse haverem conservado al o en-
ceirament da referida Assemblea, se ve
ja6 por so privados de nal vant'gem :
Ordena o Regente em Nome do Impe-
rador o Sanhor D. -Pedro Segundo, que
V. Ex. de conform dde com o que ca
expedido, fa;a expedir as Thesouraiiss
Pro incides a.< ordens que forem con(e-
(iients para que a DepU ido, ou Senador
algum se pague durante o tempo em que
a Assemblea Geral se conservar era Sesso,
quer ordinaria ou extraordinaria, ven
ciment algum pelo eXercicio do Lugar,
u em pr.go que exer^-5 peitenceute
Repiriicao do* Negocios da Ju-lica a meu
caigo, equeo mesmo se prili|uo com
todos aqulles que, durante o iniervallo
dasSessdes, nio seipreentiiem a exer-
rer o> ij Logaiei, ou em prego, e se
C'-nse vera it* Corte iem expressa licenca
do Governo, a excepcaS daquelles.que, por
lesidirern as Provincias alem do Cabo de
S. Ro.juepirio Norte, enasdeGoyaae
Matto Grossp, se acbaS no caso do artigo
33 da Conliiuicic.
Deoa Guar le a V. Ex. Paico em 19 do



DIARIO 0 E P E R Ta M b" C O.
<
ITovembro de i836. Gustavo Adolfo de
Aguijar Pantoja. Sr. Maaoel do Nas-
cmCnto Castro e Silva.
Sua W g-stade o Impera !or quetiiha
ido passar algunj das com Suas Augus-
tas I acha&e de volta a esta Corle, onde che*
g>u antes de hontera a tarde, tundo em
todo eite- lempo gosado fe lia saude.
Consta ter-se descoberto os perpetra-
dores do roubo do Thesoi.ro, e que ja se
ocha em poder do Governo para oais
decem contos de rea das mtis rouba-
das coniiuuaodose pesquisas a fa de
apauhar o restante. Grande be a satisfa*
ci com que damos tal noticia que
multo deve nteresiar ao Publico, e na
qual acreditamos, por nos ter sido dada
porpeasoa de todo o crdito.
L-se nos Peridicos da Babia o an-
nuucio abaizo transcripto, q lugar a immensas canjela ras, por ,isso
que n'elle nao SO dtixa ver claramente
ofim queodictou. Abstendo nos defa-
ser a seu respeto qualquer refl x* te*
mera ra o fferecemos a considerarlo
de nos-os leitures, destejando que al-
guna d'entre elle* nos esclareca sobre o
que elle oa reallidade queira inculcar:
O Viscande de Piroja, Gentil H mera
Effectiro da Cmara de S. M. olmpeta-
dur convida a lodoi os seus colegas ,
tanto Camaristas como Guardas roupas,
e Mucos da Cmara, para no da 13 do
corren te raer, se acharen! 'no Consisto-
rio da Veneravel Ordem tercena de S.
Domingos, pelas 4 horas da tarde, a 6m
do se traclar oegocios pertencentes ana
Interesses de S. M. I. : oque coramunica
para iotelligeneia de todos.
Baha 3 de Noverobro de 1836. _. Vis*
conde de Piraj Gentil Ilowem.
( Do Paquete do Rio. )
niusa
1'
f
BAHA.
Falla cora que o Exm. Presidente da Pro-
vincia abri a SessaS Extraordinaria
d'Assemblea Legislativa provincial.
Svs. d'Asseinblra Legislativa Provincial.
Circunstancias bem atleudiveis e que
pe de ni a Vossa Deliberara para ser mi*
tida a Iranquillidade da Provincia me
resolverlo a convocar-ros, em consequen*
ca daautl ori-aca do a. do art. -A d>
Acto Addicional Constituicio di Impe-
rio para hurna SajMQ. extraordinaria. A
Lei do Orcaroento P ordenou, que o G iveruo tizesse arrematar
no triennio correr do i. de Julho des-
te a uno, ao ultimo de Juuhode 1836 as
Impiaigfs no inesmo artigo menciona-
das calculado o proco, para a hasta publi-
ca segundo as bates indicadas no ai I. 9
da rnesma Lei pela Thesourar ia a quero
pertencia esta tarefa eprocedido o calcu-
lo como in.formou a vista dos dados ,
que pode colher na mesura Reparticao,
api esentou esta, em resultado do seu tra-
balho, os piejos constante; do Demoni-
trativo, que vos ser presente; porm
nerrbum lauco obliverio em pr ac as meu-
cionadas Irnp'>sicdea offerteidas i arre-
rnaUgao ja por huma j por anais Go-
maros ; o por isqo forcoso foi ao Gore< no
mandar a>recadar as mesaras Imposicdes
por meio dos folladores guardados os
Regulamentos e In.trucces anterior*
mente dadas.
A arri'cadacio dos Impostos Provinci-
aes a despeito das maiores diligencias e
terminantes ordens era f vor dalla, impor-
to u no tnez de'Julho em 5:97i$476 rs.;
em Agosto a6;2o8$259 rs.; no mee de
Outubro prximo lindo 19 n4w5H6 "" >
quantias estas que dio tem poj jo tazar
taca s despeja decretadas pela Lei, e im*
portantes todas na somma de 6 55:o9; $2 i j
rs. sendo con se a dever aos Arrematantes da illumina-
Co da Cidade, e das obras publicas ;
Professores, e outros maitos, que se
achio eredores da Fazenda Provincial, e
que instantemente reclamad os seu. pa-
gamentos faltando ao mesmo lempo mei-
oa para se dar conuco a umitas obras u-
tus e decretadas pela rnesma Lei; e n5
he de esperar, Seohores, que a arrees-
dacad sBua depois a ponto de bastar pois
que, importando as despezas do anno fi-
oanciio passado na quanlia de Rs.
199:631 $7jo segundo a Lei de 23 de
Junho de 1835 fot o Cofre Provincial
auprido pelo Geral em consequeneia do
art. 33 da Lei de 3 de Outubro de 1834
que lo i depois revocada pela art. al da Lei
do Orcamento Geral para o correte anuo,
coma (juanlia de 325.972^596 apezar
das novas Imposicoes decretadas na Lei
Provincial n. 27, das quaes piocedexrdo a
The.-ouraria a lium lancamento na impor-
tancia de R>. 68:758^000 ap-nas se re-
aiisou na Caix.r a ent.aa de ij\7i $467
re.
O Gove; no da Provincia recorreo a
Governo do Imperio pedindo authori-
saca para fazer oupi ir com as rendas ge-
raes a falta das Provinciaes vur itican lo-
se a iudunisaca dentro do anno fosneei-
ro : re-posta anda nao chegou o veri-
ficada a imposstbilidade da mencionada in-
demnisaca pelo defcit com que canta ,
seacha con>tituido no apuro de vir recla-
mar que o habilitis da raaneira que
parecer vossa sabedoria mais convenien-
te a l'-zer as despesa decretadas, ou que
Ihe indqueis quaes as que devem deixar
de ser frutas.
H'iu outro facto, nao menos transsen*
dente de-re chtgar ao vosso conhecimen-
to. Sanccionada a Lei Provincial n. 17
celebrou o Governo em 25 de Julho de
1835 o contracto da empieza dos cemite-
riu da Ciddde.com os Cap exarios meo*
cionados na mesraa Lei, com a clausula
de contar-ae do 1. de Seteu>bro o lempo
para a coosirucca&, equaudo se achava o
Edificio em estado de receber os corpos ,
principiou a manifestar se a opinia5 pu-
blica contra elle: algumas irmaudides,
pugnando pelos seus auligos direireitos de
ente 11a 1 em os seus confrades e ir mos
as respectivas ig'ejas, e suas catacum-
bas, dir girad suas repiesentaces contra
aquelle estabelecimeoto, pedindo a mes-
mo temp-ja suspenstd daexecuca da Lei,
ao Governo, que nao pode a .-sj annuir ,
e enta todas, ou quase todas as irman-
dades ta apreientaraS em corpo corn as su-
as insignias ante o Palacio do Governo ,
reiterando a rnesma pratenca, e que fos-
seconvocada a Assemblea appiiecendo
mediaiitameote numeroso concurso de po-
vo que seajuntou e que cuiu as irman-
dades principou a dispersar-se logo que o
Governo, para evitar tri tes conseqoen-
lias, d-cl.irou, quep>ssavaa convocar
eztraodiuariamenle a Asstmb'a para
deliberar sobre este objecto por ser da
sua competencia e que ouvidos os Eui-
prezaiio, esptrrava conseguir em bem
quanto de.rjav. 5 M-m ini'rac-ca da Lei; e
quaudo pareca acalmada a exaltaca 1 ou-
lia o dito cemiterio se dirigi p ra elle
extraordinario numero de pessoas de am-
bos os sexos, que causara quasi total es-
trago d'nquelle estabelecirneuto do qual,
com tudo ucou a Capel'a, em que podes*
se ser obslaao pela Guarda que all sea-
hava, e pela tropa queimnrediatamente
mai fui mandada.
Estes sao Senbores, ns impoi tantea
objei tos que di r 5 causa vos-a eraor
dioaria convocava ; elles sa& de melin-
drosas ronsequentias: tomai-os na consi-
deraed divida e que reclama o bem es-
tar da Provincia, baha 7 de Novcmbro
da 1836.
Francisco de Souza Paraizo.
(DoCorreio Me.cantil).
RIO GRANDE.
Os rebeldes em Pelotas acabad de dar o
mais solemne e iacontiastarel tetterau*
nho da preversidade de sua conducta e
dos fias execraveis com que trabalbare
para anai chilar a Provincu. O Rio Gra-
de desde que foi povoado jamis ba
visto roubarem grande e com tal des.
calamento como elles o fser nes-a mi-
zera cidade, que a tantos mezes tem sido
presa denles insaciavei* abulres. 7 Hules ,
e muito cima de 100 carretas, segundo
informaces fdedignss carr egidas de
coiros e mais gneros que roubara aos
Legalistas, e mais de 5oo n> gros esoolhi-
dos, que, abandonando a cidade I-_-va-
ra com8go, fasem montar os roubos a
multo mais de bum milha de cruzados
fora as contribnices forcadas que x-
toi quira dos habitantes suspeitos ao par-
tido eos saques parciaes quasi diarios ,
quedera pelas cazas durante o longo pe-
riodo, em que tiranisaifc esse inlelicissi
mo Municipio.
Eisahi as facanhas do Lima Domin-
gos d'AImeida Jos Mariano de Matos,
e outros candilhos dos rebeldes ; eis o ti
tulos, porque se arroga o nome de livres.
Qual ser o bomem que nao tenha de to-
do perdido a vergonha, que bympathise
Cora t5 atroz e mame comportamiento
ajnda quando alguna daquelle partido se le-
^ihaabatido de perpetrar roubos; e assas
' malos, vendo o que praiicad os de seu
Credo e refbicaodo uas fileiras aa de
certo cmplices de f bids reconhecidos
por taes, e por lamo d gnos de axemplar
punicaS. Percorra se as gales persi-
ganga, e todas as cajeas du Braail, exa-
miot-m-se os rosali delidos. coniiecer-se-
.ba que seus crimes comparados com os
que bao coraraettido os rebeldes nesta as-
solada Provincia s asss leves, e como
quede.-appaiecem diante dos negros aten-
tados dos salteadores qne nao deia por
ude pos-a sena vestigios de horror e
da mais completa devastacad, O boma-
do Legalista, depois de ter heroicamente
defendido a mais santa, das cansas e por
alia derramado o tingue 4 jai echar aeu
domicilio roubado seus recursos exhaus-
tos e redundo a indigencia como paderi
elle sustentar sua familia i
O Esui. Presidente aa tem sido rasen-
siveia tantas, e ta6 grandes males; asnu-
as ordens ao bravo e activissimo Chefe
ds Poicas Maritimas foia terminantes ,
e temosa mais justa ronSanca em quese-
jo eincase*. Os rebtldes nao bao de fru-
ir em ocio o producto de suas raqinaa, e
taires as tinjio com o seu proprio singue.
Em quanto s carretas, se por fatalidade
na5 poderem scrappiehendrdas. Sua Es.
fes conbecer ao Gove 00 do Estado limi-
truphe, que se infring' o direite inter-
nacional e der proteccio aos anarcbistaR ,
e de qualquer maneira os auxil ar [i ra que
tirem vantagem dos roub' s que ali fe
1 em depositar ter de s -ffi er o tratamen-
lo que se deve a bum prfido iuitnigo.
Mas somos induzdos a crer que o Gover-
no de Monte Video rouhece seus verds*
deiros intere.-ses e nad quema compro-
metter o seu decoro e provocar res-enli
mentos, que Ibe podem sit lataes; e que
por ronseguinte o planu dos anar chistas sa*>
hir como tantos outros irrito e fius-
tado.
Tomem asoulras Provincias riemplo ,
e doutrinas do que tem soBi'ido -- anda
s 'ffie a do Rio Grande paiase pre-eiva-
rem de ta negros desti-os. Sirvolhe
nosssas desgranas de pbaiol para que ja
mais naufraguern. Cuidado a temporom
oa hyp>>cr tas do patriotismo, rom o- in-
novadores furu zo. e com as notabilida-
des, que se Vlem do prestigio de alguns
srveos anteriores, paia desseminarem
doutrinas quereieslida de certos ador-
nos que proluzem lastimosasdctpe* s ,
n sao menos pe>tiferas e ruinozas em
seus horrorosos corollarios. Cuidado rom
os exaltados e fingidos Cales que espe-
culad s bie a credulidad publica para re-
duzir seus cqncidados oondica de ilot s,
isto em nome da Lrberdae. Lemhrtro*
s n ssos coirmias das outras Provincias
que os anarohistaa no Rio Grande na6 du-
vid com elb-s, parafasel-os servir a seus pla-
nos. Aos outros acumulara esteexecra-
vrlexcesao, e para que? Para separa-
ren) a Provincia da Communba Bcasilei*
ra, e collocarem na Dietadurahum >ro-
iciro e ignorante dspota es-e Beato
mos
Goncalves, quecirregado de e.,uimiss...
ciimes jazhoje nos ferros para ser en-
tregue e-padd da Justina,
ARTIG D'OFFI-VIO.
Cmara Municipal.
Illm. e Exm. Sr.
A Patria est salva e he V. Ex. o
principal autor dse relevante ser v-co. J
esta Cmara o hvia piedito V. Ex. no
seu voto de Givgas por occasiid de acen-
sar o recebimento da memoravel Ordem
do DiadeV. Ex. de3.de lestmbro do
anno passado. Sira, Exm. Sr. a Pa-
tria ios salva; quanto a Cmara previ0 f0i
por V. Ex. completamente verilic.do no
faustissimo da 4 do presente mex en
que V. Ex. por um d'ssea rasgos de es-
trategia, fructo adquirido na longa expe-
riencia da guerra decepou coro hum
golpe seguro a cabeca da faydra da ana.-
cbia. V. x. Pa6compiornenendonrr-
ca cansa da Le, nao feodu nsenaifal
aos gritos da humamdade e p-.up.nJo
seapre que pode o sangue Brasilerro, on-
segttlO aupplantar forca numerosss diri-
gidas por chafes da prestigio, e de nomea.
da. y.ie gloria sem m nerra, que br.
Ihantetnumpho nao ha V. If. adquiri-
do 4 Com elle consulidoa V. fix. em to-
do o Brasil o systema Mooarchieo Con.fi-
luciooal, dando dWaite um ahaoluto da-
sengan* sos ut pistas t aas aaibH-ieaoi, a
aeutureuas que a Ierra de Santa Crux .
nao ser jamis a tneatro do funesto
saio dos seus chimericos planos, ou 01
po de suas devsstaces.
O B.aiii iotero reconhecerd em V.
Ex. o pj tmeiro atbleU o digno militar,
quecoadjuvsdopor outros di indos che-
fes deriibou pan samara o DrasaS da
Discordia.
A Camar. Mnniripal da Ciado doRo
larande a valuado dovidamaote o relavan-
te McHMi. e a immeosidade t beneficio.,
que V. Ea. acaba do faeer.ao seu Pais ,
vero par si, e como interpreto fiel dos
antimeutos generosos, que anmanos ci-
d-dios do sen Municipio manifestar anta
V. Ex. os seus poros vetos do mais vivo
a etemo roconhocinento que hades, rpar-
tilhado por todos os Br asileiros gratos a
conscierrcioscs, em ojos coracSes V. Ex.
levautou uro padia de gloria em que o
nome de V. Ex. ser levado a posteridade
Cobalto das benesos da giati pie entes, e do respeito a admiracio dos
vindour/1%
O Ceo vele, e GuaHe Os interesantes
das de V. E. como a P|,i, ha roiiler.
Paco da Cmara Municipal do Rio Gil-
de era 1'/ de Outubro de I8J6.
Illm. o Exm. Sr. Coronrl Bpnto Ma*>
noel Ribeiio, Commandante das Arms
d tsta Provincia.
Jo5 da Costa Guiarte, isanoel Nunes
Pirss, Anlono TVixri.a rte Magalhi Miguel da Cuoha Pereira, M-noel da Coa-
la Bezeria, Anselmo Jos l'deira.
( Do Liberal. )
I
AVIZ S PAhTICULAKES.
A luga se urna ama deleite foira ou mes
mo sendo cativa, anda que tenba filho
mamando, por ser a necrssid'de grande :
na ra d<> Rosario estreita D. 3^.
/y O ahaixoassignsdo pievineao us-
paita vt I publico que nio faca tranzar;a5 al-
guma com urna b-tra da quantra de 2Q&
reis sacada p-lo aunuocisnte e aceita por
Miguel Filicio da Silva, cuja letra se per-
deori" da ai do'p. p. Dezembro pois que
o ceitante est prtv-nido de nao pag-l
se nao ao annun laute
Francisco Antonio das Chayas. -
tfif Qoem precisar de oma senhora j
de idade de mu lo bons cus umes pra go-
verno de sua casa, e par costura, di ija so
ao pateo de S. Pedro indo para a Viracjie*
D. 9.
fflp^ A pe*oa que tea urna negra tta


I
w
DIARTO DE PERNAMBUCO.

cris, com bom leite. para vender pode se
dirigir m rua Nova D. 9.
X1T Precisa sede urna ama para coat
de Din hornera solteiro, que d fiador ; na
ma el p nli4 ao tirado de a andares D. 10
piiiieiio.iiidir, de manhi at as n horas,
d.-so" da Ui d< ein xy Alug.* se escravos que saibo so-
-r assucar. ou que Stjio possaoles pagan-
to *e a 4&0 com o sustento : na ra da
i'eniM sobrad d>- 2 nd res D. 10, ou no
armasem confronte a luja de cb 9 do 'l-
enle Coronel Mamede.
KT Precisa-se de aoo$ res a premio
de dois por c?nto ao mez, por espac de
se i i me7.es, coiu b >a fu ni : quem se pro
pozer a dal-osderlare por esta fulha para
aer procurado.
flGp Precisa-se de um rosinheiro, ou
conoheii a para o Colegio dos O f-'S : no
iiie.-mu, ou na ra do Vi.ario ai masem D.
17.-
Hy Qjeni precisar de uma ama para
todo .trullo de urna cas, e tradar de la-
milla, pois s be coser, lavar, e engomar :
quem della e quiser utilisai* procure na
i u* do Rosario estieila sob adiar com quem tractar no i.* andar.
13a A petan* a quem falla- uin cavallo
dirija.se a roa Nova D. 23, fabrica de cha-
peos, qaa dan Jo os signaes certos se I he
entrgala.
jflPj* Ruga se ao Sur. Joze Mara Car-
:; ruin, o favor de ir no armasem de louca
fina D. 1 a na 111a Nova desta CHade, rece-
her uma Mata que de Mtozinhos Ihe es-
- creveo eo To Trisito Antonio Correia da
lf. .v
v ajqjr Um caiieiro para Botica "de que
tero btame piatica de Pharmacia, e d
fiador a aua conducta : qwem precisar an-
uuQcie para ser procurado.
NAVIOS A CARGA.
'Para o Maranbo
f O Patsxo Venus, muito vellero, forra-
d* de cobre, pertendc sabir para aquelle
porto por todo mer.de Janeira : quem qui-
aer carregar de frete, dii ija-j-e a loja do
Burgos Punce de Len, na pracinba do Li-
vramento, ou abordo coa o Capitio Fran-
oiaco Gregoiio de Assis, e teco bjns cora-
jnodos para passageiros.
Para oAracaty
Sabir no dia 17 docorrpnte o Pctaxo
Mara Luisa : quem oelle quier canegar
011 ir de passagem diiij.i-se abord'. Ad
ve-rte-ae que os fieles serio o n.ais cota
modo possiveis.
COMPRAS.
a negros robustos de bonita figura, e que
nio tenhio vicios, nem achique: na pa-
dariada rua do QuneisD. 6.
yp Para fu da l'ioviinia duas ne-
gras de idade 14 a ao annos que saibo en-
gomar e ensalmar : a taartar com Santos
Braga, r4 da Moeda n. 14'
LEILAO.
A. Scbramrn faz leilio h je3.*feirar3 de
Janeiro pelas 11 bras da inanh, de 24
raizas com queijo.i flamengos que e-to no
armaaem de Antonio Joaqun), echegados
ltimamente de Harnburgo.
VENDAS.
.-'
al
Folinhas de Algibeira a dose
viuU'tis e de porta a seisvintens :
Na Praca da Independencia loja
(]h tu ivh n. 37 e .'38, na loja do Sr.
Ai'tuffj )<* B-ii)dera de Mello ,
rua. do, Cabug na na dos
Quarleis venda D. 2, e dd'routc
da Igreja da Madre de Dos, ven-
da que foi do Rezende.
fcy" Vende-se, ou troca so Dma cano
beru de carreira de quarenta e tan'os
palmos, bem construida, com tolda, e cor-
linas sobre arroacao de ferro, para grande
familia, por oulra de carregar que pegue
de 500 a GOOt julios: as 5 ponas D. ai.
|cy Un a casa terrea sita na rua da
Gloria, bem construida, lado direito D.
a8: na mesan.
JT^* Um preto para todo o servico e
muito fiel : na rua dos Q jarteis D. 6, se
dir o motivo porque se vende.
VW Uma negra de naci, de 20 armo*,
boa figura, coiinha muito bem o diario.de
Urna casa, engoma, cose e lava de sabio : a-
raz da Matriz, da Boa-vNta D. 11.
/! Bixasde mui superior quadade
chegadas prximamente de Portugal, por
preco commodo : no aterro da Boa-vista
D. 19 junto eo beco do Ferreiro.
tW Um preto do gento de Angolla de
a4 a a5 annos da mlbor figura possivel,
muito boro canoeiro, proprio p'ra todo o
servico: no poVto das canoas d*fronte da
venda D. aa a fallar rom Manuel Anlooio
da Silva.
jrjp Farinha de Santa Cathsrina de
primen qualidade, pelo preco mais com-
modo que outro qualquer : abordo do
Brigue principe Imperial fundiado na
praa doColleg'o, chegado prximamente
do Rio de Janeiro.
tjpi Uma casa terrea com solio e quin-
tal, propra para levantar o mesmo para
ter estabelecimento de qualquer ? nego-
cio, sita na rua do Gotovello da Boa-vial*;
naru* do Livramenlo venda D. 10, n"e
se dii quem a vende e se acha livre e des-
embarazada.
YJf Um quatao novo, e em meia9 car-
nes : na praea da Independencia loja deli-
vros n. 37 e 38, se dir quera o vende.
Mp Uoi qnarto cnido, muilo novo
possante, e bnm de caiga: na ilharga da
Igrega de S. Joze lado do bero, casa D.
i3.
ajr^ Uma ccrava moca, propra para
todo servico : na rua Nova D. i3.
H3P"- Dois quarios bons em meias car-
nes, experimentados para viagem : na tS-
tribaria do Snr." Sauer, rua da Guia.
WfcT* i5 duzias de taboas de loiro de as
soalho, ja seriadas : na rua do Queimado
loja I). Ii.
|gp Urna esorava de 16 a 18 annos,
cose, faz rend, lavarinto, propra para
dentro de casa por uo ler virio olgum : na
ruado Fgo D. 11.
13^ U-n negro crioulo de 30 a 32 an-
nos, muito bom official de sapateiro : na
rua do Balde em Ouda sobrado D. aa.
yy Continua a vender arrouba deca-
pim de planta a 3a >: no aimasora da rua
do Sol, asalto como se promtte ter capim
sedo no Hito armasem.
>jry Dms vaccas paridas, e uma novi-
llu : nos Api pucos a tractar com Manoel
Jr-aquim do Bego Birros.
JPp Uma carteira de duas faces cora os
sena competentes moxos, e outra dita pe-
quena, e tambera duas mezuihas de ama-
re 11 o, e outra dita grande tarobem de a-
nllo um armaiio de vidro proprio
para guardar papei, 4s"ca^("CS de socar
a-sii'-ar, e um cavalete de pao, ferragers
de Engenho detodjs as qualidades, feixa-
duras de poi ta, grandes, pequ as, e mei-
ans, eoxadas do Porto, lomeada B.dia, vio-
da de novo, um engenbo de tirar agoa cora
muila facilidad.^ de cacimb, (erro de den-
tro da bomba, duas camas de vento sera lo-
na nem armacio, trez cancella9, e cordas
de piassaba, tudo p> preco cmodo: na
rua da Mnuli ao p da Borb a. -
jrP" Urna crioula, co/.e, eengoma : a
fallar com .ioz- Bernaidas, na rua do muro
da Penba D. i7.
/y* Um cavallo pequeo carreg'drr
baixo; na Bua-vi-ta rua Velba sobrf-do
que volt< i.ara o beco do Veras.
|cy Uma e-crava moca, crioula, cos-
nba o diario de urna casa, e lava de vanel-
la : na rua das Agoa verdes D. ai.
fy Bixas luds do Poito, grandes e
pequeas, b ras paios, e salpic5es mu lo
11 o vos, bons (jueijos do cerlio, edo rera,
raarmelnda muito b38, bom vinho do
Lisboa P K R, e todos os mais gneros de
uma venda, por preco c<>modo; na Tra-
ca Boa-?kU ven Ja 0. 9'
ALUGUEIS.
Aluga-seuma casa no lugar da Soleda-
de 3a a qual se acha no maior asseio
possivel, lano em ser toda latineada de
ovo, como roesrao tero muito* coinraodos,
tendo fora co-inha, quartos para negros, e
negras, eeslrivaiia, tudo dividido, assim
como.Ion um grande copia, cacimba, e am
grande tanque para banbo, e Javar roupa,
e alera disto um grande quintal todo cer-
rado com cerca de limio ja dobrada, e
mnitos pez de larangeiras, goiabas. 10-
maens, figueras, e outras muitas arvores
de fruto; por tanto quem a pe tender a-
lugar (oque so' se faz por asno) drija-se
af.llarcom t.eu propriela'io no Recife ao
pdoCotpo Santo, Joze Autunea Guima-
riens, que mora por simajdo Botequiu de
Antonio Lopes, no 2.# anJar.
PER DAS.
Na noite do dia pw'rnero do corrente
pe> deo-se do beco da Lingoeta at a escuda
da igreja do Snr. Bom JeiuS das Portas
un camboes, ou carazes de braco de Se-
nhora,: quem os tiver achado por favor
queira os entregar na casadoabaixo assig-
11.ido ero um sobrado na rua do Cotuvello
que ahisei recompensado.
Joze Albino d'Olanda Chacn.
FURTO.
Furtaro uma canoa aberta que eslava
amarrada aira/, de Palacio velbo : quem a
dcscobrir receber boas airicaras, e aomes-
mb terapose protesta nos termos da Le,
donde quer que ella apaiega ibe pagar a
pataca por dia desde ante-vespora de fes-
la, quem della tiver noticia ou desnob ir
participar na rua dosQuarteisna padaria
U.6.
ESCRAVOS FGIDOS.
No da a8 do passado fui'i ro ti es pretos
a saber o pi iraeiro de nume Manoel, naci
Caraondongo, eo milhor signal que tem
o de ser seg de um olho ; o segundo de
nome Maneel, nacic Cacaoge, estalu a al-
ia, rosto c.utnpridos beicos muito grossos;
o terceiro chaina-se Manoel, naci Cacan-
ge, estatura regular; rosto mi mo, olbos pe-
queo*, e quando f.dla mo ta querer sor-
rir-se, il(-cnlia-se que es'es trez escraos
fossemfog'dos para a Paralnbi por terem
hido to'ios juntos e o segundo ter sido
comprado ais a Guilherme Grutbam: os
aprehendedores levem-no a rua da Gadeia
nova D. 4 1ue serio generosamente le-
compensuio.
tt^T" Vicente, de idade de 14 anno<,
pardo muito c!aro,acom cabello con ido,
fugio na pi m. ira oilavo de fe^ta, e cons-
ta mular no P:o da Panilla, Galdeiieiio,
e Monteiro cora um molequedo-Snr. Joio
Goellio de C rvalbo, e o.iiros escravos de
p^ssoas, queali -e achao pissaudo a f sta,
osquaeslhe dio comer, e o oceultio com
iynoiancia de seus senbores, e consta, que
as vezrs vem embarcado ao Recife, onde
lera fido visto de noite : quem o a preben-
dar, e entregar a seu senbor o Uezembar-
gadorTiburcio residente na rua das Cru-
zes, ser bem recompensado. O mesmo
Desembarga lor confia na vigilancia das
Auihori'iades Policiars, e roga -cu ami-
gos, e pessoas ooberi las, piincipalmeu-
tem as que se achio uo Campo, recomraen-
dem seus escravos, que liie nao subroi-
nistiem os meios de sustenlacio, e menos
prouuremocciilta o, para escaparas vistas
das pessoas, que esli eocarregadas de a-
prebende lo.
VW Fugiroduas escravas do sitio de
Joaquira Goellio Cintra da dldeireiro; u-
m 1 prcta de nome Mara do Livramento,
uaoto Calabar, Dorpo com um dente acraguladp, levou
vestido bratico e aia dn lila preta, pao
preto, contas azue.s ao pescoco, e ai golas de
ouro : outra mul'ta de nome Paulina, ea-
tatura 01 diara, seca docorpo, cor escura,
nlhcs pequeos, levou vestido de 1 iscado a-,
zul, contas aues ao pescoco, e argolas do
ouro liso. Qualquer Caoito de Campo
que as aprehender pode leva-las ao Caldei-
reiro no sitio de J i.-quun Goellio Cintra
onde ser bem recompensado de seu tra-
balho.
jry Roque ciioulo, alto, grocura na-
tural, barbado, pez apalhetados, e anda
couxiando de um quarto por^canzs de u-
ma puslema no mesmo ; fugio a 27 de Da
sembrada i836 ; quem o aprehender le-
ve o ao Engenho Fugo aseo senhor Joio
Mauricio Teixaira d'AIbuquerque, e ser
leiomp'nsado.
r^o dia 25 de Dezembro fugio do beco
das Barreiras 11. Baii ro 'la Boa-vista uma
escrava crioula de nome Florinda, de 18 a
20 annos de idade, bem parecida e sern de-
feilo'algum, e he bem conhecida no dito
lugar por vadia confiada e rusguenta, le-
vou vestido de xila azul novo e pao da
costa enxuvalba Jo, Cuja escrava de Igna-
cio Franci.-co de Matos Varejio morador
nos Remedios para onde consta ter ido ;
porem est hipotecada em poder do aonun-
ciante, e he uma das condiedes poder lia-
vella em qualquer parte onde ella esteja ; e
P'.r isso quem della tiver noticia ou pgala
participando ou lvala no dito beco das
barreiras segunda casa (enea ser bem re-
compensado.
Taboas das mares cheias no Pono Pernambnco.
26-Segunda-5 2h. 3 m
-27T: 1 318
e. 4 o a
- 0-54 *
- 6- 6
;, 6-54 m
ja8-Q.
^29-Q:
Man.
i-^S:
I 2-S:
3 -D:
o
tr
- 7-4
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios entrados no dia a8.
Assu'; 28 das ; S. Santo Antonio Ven-
cedor, Cap. Fjancisco Gomes de Figuere-
do : sal. couros, e palba de carnauba :
Viuva Gosta & Filbos. Ton. 197.
Angola; i9dias;B. Amr. Helemor,
Cap. Williaro. A. Halacvay : peixo salga-
do, e carne em bar iz : Henrique Fors-
ter.
Rio Formoso ; 4 dias ; B. Escuna Poit.
Coringa, Cap. Joze da Silva: lastro.
Dia 3i.
Rio de Jane'ro ; a5 das; Pataxo Pa-
quete do Rio, M. Joo Rodrigues Apaaro :
varios geneos: G. A., de Barros. ,Ton.
11%. Pa-sageiio Francisco Duarte da
Costa Vidal.
No dia i.nio bou ve raovmento algum
no porto.
Dia 3.
Maranhio, com escalla pelo Assu"; 7 di-
as do ultimo po. to B. Feliz Destino; Ccp.
Joio Theodoro da Cruz : sal. Ton. 16b.
Pssageiro 1.
Parabiba; 3 dias; B. Port. Ro d'Ou-
ro, Cap. J 'o Joze de Vasconcrlb^i: va-
rios geneos: joaquimda hilva Regadas.
Sahido no dia a8.
Porto Calvo; Hiate Pureza, M. Manoel
Lopes Sildanba : varios gneros.
Dia 29.
Araealy; S.Emilia, M. JezuinojAotoni
de Souza : varios gneros. Passageiros 7.
ERRATAS.
No Diario do hontem pag. tercera coi.
primeira, ultima linba em lugar de vii-
nbanca, leia-se vinha^a, col. segunda li-
nbas irinta, Rarinba, leia-se Rainha, na
mesina linhas 65, onde diz, Itleve estar
ltressada na garganta ; leia-se deve ter a
traveseada na garganta, ice.
fern., ai a tip. ou iVi. F. Faria 18.7.
<:"


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