Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03031


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Full Text
WtmmatmmL
l
* V "^ *-
ANNO DIMK.S.V QUARTA KE4HA
16 DK "DEZEM1WO N, 247
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PKtmitO. TvP. IIIC jtt. F de F*MI4. IS5.
1)1 \S DA SF.MANa.
1 + Sefitnd.-i S. Anecio A'i 4d. dni .luizesdo C. de.m. e de.t.
^f*- id Tliexotiraria l'ul>lica. ('Iianc. de l"
'WrC;l s- Knzchio B: M. Bel- de ni. mu. d-> J'iiz de O de t.
US binarla Teni. joj- a- Vir.reus de A fritan Min- bes. da The-
zonniria Pul).
17 .Quinta S. Bartiintameo- Bel. de ni. uid. do J. do C. de ni.
r .le .
W Sexta Temn. j.j. N. Sra. do 0- scs. da Tlies. Publica aud.
do .1. de () ile '.
10 Saltba-io Teinp. jc. S. Fausta Bel. ,de m. e nnd if V. Ge-
ral di t em "linda. La chela as 6 h coln d t.
30 Domingo 4 do Adev .- S>. Domingos de Silo A'j.
uf*mu
BfcSg
mam
Tildo mura depende de no mefcllMM, da iio'iih prudencia, minie
raeo. e eiiei la: uontidnenins com |imic.ii>iaiiios. e nenio -
poiitad.n. Am udiiiiraipio enlre as Naeoes maic cultas.
Prncliiiiitean da Aittmblen Qtral if> Hrnfl
S.il>oreVe-e a 10110 r. inensaes pairo., a il i a litados iiesta Tpi>| ra-
fa, .e na l'raca da Independencia V. S7 e 3H : onde e rerel.ein
<:orre|ionden.-ias Icalisnaas. r aniiiiiir.ios : iie-e estes la-
tn tiendo iIok |iropriosashi^iianlMv, e viudo aNS^Dados.
* PARTIDA DOSC0RRBIO8.
\
Olinda Todos o diamo meio da. ...
(oiana. Alliainlra. Caraiba, Villa rio Conde- Mauan^uape, Pi-
lar. Beal de S. Joiio. lirejo d'Arei. Bainha. Pomlial. Nova -
Soma, t'idiide do Natal. Villas de (loianuinha, r Nova da Prinee,
a-. Ciriade da Fortaleza. Villas do Aaiiir. Monte mor 1loo
Aracatv Cascavel, Caniud, Granja, linperatric. S- Bernardo c
S. Joo do l'rinci|>e. Sobrar, NovadEIBev, Ico. S. M atheus.
ado do anpue. Santo Antonio do Jardiin. Qnexeraiiiouim, e Pal-
na iba Secunda e Sextas Oirn ao meio da.
Santo Anio Todas as q narras feiras ao meio dia.
(aranlnins. e Bonito nos dias 9 e iS do mea ao meio da.
Floresno dia l.'i de rada me/ ao meio da- '
Serinliaem. Ilio Formozo. e Liinairas- Segunda. Junarlas,
Sextas feiras ao meio dia.
1'

K1.0 DE JANEIRO.'
v
CMARA DOS SFNAD'KRS.
Extrato da Sesillo t-m 9.* de Setembro.
Vresiden-a do Sr. Denlo Barroso Pereira.
J\_ hora do costme, berta a sessSo com 28 Se-
nadores, fo pe-lo Presidente declarada aherU'a sea-
sao, leu-se e appiovoti-se a acta d.i lesso de 5 do cor-
>
f
primeiro Sectelatio den conta do expediente.
ORIIF-M DO DA.
Conlinunn a secunda disrussio da res-tuca"'* re-
lativa conies>o dos armazens da Armaco Pro-
vincia d> Rio d.-Janeiro, e fu lilas as infornmces
enviadas pelo G .verti a r^-speilo, (inda a qoal o Vis-
conde de Congi.nli<-8 i-iqiieiru se renT*ttess*m s
Cotins6es reunidas de Caminen io e Fazend*, ru-
jo requerimenio l'.ii a|>Oado, enlmu em disseos o,
e foi approvado, eui cuiL-eqnencia o que, fiwm a
disitiBso adiada.
Foi appt'ovada em prim ira e secunda discusso a
res..lucio appnivando a apoentadoria c-.tieedida pelo
Goverrtii ao Cons^lheiro membro to Soprerno Tri-
bunal de Justina, Antonio J.-ze de Miranda com o
vencimento de duas lirc.is ptrtis do seu respectivo
ordenador
Foi appiovadd em primeira e segunda discusso
rrsolucSu vinda d^ oulra Caanara que approva os
E>t'lnlo djdo-i tiara a Academia MUlil-tr.
Poi appiovado em uliinia di-cu-sio, e a final para
snl>ir samcao, o pn.jeclo de Derielo relativo a
procidencia p-fi a Provincia to Para.
Fotio approVrtdas un tillima ili.-ius>io diversos
pajecres ile Conni'ss5e.s nao iinpressos.
Forao approvadas em uliima di.Mns-io as resoln-
cea que uppiovi" as Tencas concedidas a Joaqun
Francisco uas Ch (?<< Catete, Jlo Cari'* Pardal, e
.oo Valenlim de Fria Souza Lobato. E a final ap-
provadas para se ntneilerem a nutra Cmara, indo
primeiro a C^minissu tle redaccao.
Foi apptovuda em piimeira e segunda disrnsslo
u resolut,io viuda da oulra Cmara, que approva a
tenca de lrtenlos mil*fis annuaes, concej^da por
resoluco de consulla a D. Mauricia EliziaTfe Mello
u AUina. '
Eolia o em ilis.u.ssa>, e por sna ordem forio
approv^.iat as redaces dos piojelos relativos ao
ineio liiculaiite, e apuraiio dos votos para Ren-
te.
O Mrquez de Inhambupe, na t|ualidade de
inemhro da Coimi'Slo de 1 edacc,o. declar<-ii .tar em
duvida acerca da redacc.au da le.^oloolo q,ue amniaj^
lia as l^ovincias de Pernainbuco e Alagoas, por nlo
e-tar crlo se a mente do Senado era que a dispo-
iclo da lei ^e limitasie lista da resoluco que am-
liislou Provin. a de Mina-, 011 ( a presente d,.la
relativa navegaco do Rio Doce, o primeiro Se-
ctelatio fe/, a leitura Je hnm ifficio do primeiro
Secretario da Cunara tos Deputados. acompanlian-
do diversas represenlaces da A'-sembla L-g'-loti^a
da Provincia de Minas, e de militas C'aimtrav Muni-
V-ipaes expondo a ulilida-le que pode rtollar da na-
vegaco do Rio Doce : (icario para ser tomad*em
C'.nsidiivcio na dscua>io, a quai no p le ler Iugar
por dar a liora.
O Presindeiu^e den para .ordem do dia da sessa
de 10 do crtenle o negocio dos diarios, a primeira
e segunda discussaS da resoloca relativa s gratif-
cateos dos CirurgidAda Armada que emb rorititiuaca da materia relativa navegado do Rio
Ooee, e levaulou a sessa pelas duas horas da tarde.
CMARA DOS DEPIJTAOOS.
Extracto da Sesillo de de 9 Setembro.
presidencia do Sr. Araujo Lima.
F ila a chamada pelas dez horas da man Ka!, e lo-
q.'.e houve o noin'eto snficiente de Deputados, o
Presidente declarou aberla a ae>sa, e I i da'a acta
daantedente, l'oi apotovada.
Oprimeiro Secretario leu conta do expedient.
Leu->e o seguinte discurso ta Depulaca que Toi,
por parle desta.cam.iia, comprimtnlar S. M. I. no
dia ? de Setembro, pronunriado pelo Exm. e Rm.
Rispo de Curaba :
Senlmr !Para congratularse rom V. M. I, e
dirigir-lite as mais puras fellciUces pelo primeiro,
e pelo tnais nobre mot'no das adeiedes o do amor dos
Rra/ileiros, a Cmara dos Diputados nos eftvia pe-
ante o Trono de V. M. I. boje, que pela dcima
quai la vez o Rrazil, patria de V. M. e tambera no-sa
.tria, celebra rom. eulbusiasmo o primeiro dia da
sna glori, < Diversaro solemne de sua emancipa-
cio pollita, e repet ttdo com hum nobre otgulho
essas palavras encanladoras, Caz resstJBr de huma a
oulra eitremidade do Imperio, o seu mag'Co soin
_ Independencia 011 morle,
Senh'i-, aCaua.a dos Deputados faltara sem
dnvitlaa hum ch^sens m is sagrados deveres, se a-
caso abaando hofe em seu peilo generoso a uobre-
a za do seu nacionalismo, e seu amor patria, nao
viesse peranle p primeiro de seus Cidsdas a'nnun-
ciar os transportes do seu justo prazer, nao viesse
peanle o marcha tle hum povo,liv-e, etn seu
seio lodo paternal derramar em .fFus.<5qa setlimen-
losdeUbei'dadee p.'tt ii.timo ipi'e tie.^boida em seu
h coraca5.
ti Iudependeules, livfes, conslituidos em'naca so-
n beraua, ao di* n de Setembro nos devenios, Seulior,
ui devemos tanta ventura! A este dia sirn, nos
tlevem'is itesa patria, devemos o tesgal'e de nos-os
ii diritos os dis preciosos, devemos em fin a Poss.ni
Augusta de V. M. I., boje sen-. o tnico, ao me-
, nos hum dos ptiraeiro rfo mtii1 seguro penbor da
(i uosa pr'ospevKlade.
Oubiadososbiros e algemas da lyiann que
cnuirs pt
*.' venceu-sc pela prinitiiu negativa.
J'assando-se ;) priintia diM-uo da feohic,)
'tibftniis d' triZ'tites annos'mi'nialra os pulsos
411 nocen lea de noisOS pis, e ainda s rilos, f. i
cmd -vi la nodit deb-jeq'a Provrtencii por hum
* de seus destino eiiipc maiai iIi.uju.-, rasgou 5.-
decreto infame da nossa ejcravidaQ, e fazendo pro-
clamar sobre a eminencia do sempre magesloso
Ypiranga a Independencia e a soberana nacional
do novo Brasileiro, elevou, elevou a nossa Ierra
da S uita Cruz ao nivel dbs maiores naedes do mun-
do, vestio-a com o manto imperial, e erigi 9 Tro-
no de V. M. firmando-o, na5 sobre o terror da
guerra, ou haibaro diteilo de conquista, maa fir-
mando-o em nossos coraces, firmando-o na Jl sti-
c,a e na viriude; firmando o no amor e na gratidaS
dos novos libertados.
A Cmara dos Deputados, como Representante
da Naca Brasileira, se congratula poiscora V. M.
I. pelos ts6 grande beneficio nos outorgou ueste sempre memoravel dia, talk
dirige a V. M. I. as ma*uraa filiciUc'Sea por
honi t..o caro motivo, e aspirando mais que ludo
fom a prosperidade do Brasil a prosperidade de V.
M. I, envia aos Ceos os mauardentes votos por ta
* importantes flus.
A Camata dos Deputados finalmente ua jtt'ga
ocioso asseverar a V. M. 1., que os seu* scnimeu-
tos e amor da Independencia, firm5-te cada vez
maiay j pela ilUistraca, j pela idade, ebojewea-
mo ella leiy adquirido nova forca e mais firmeza:
'' a Camaljr^ssegiira a V. M. I. que ella est dspos-
ta a maniere a sustentar esta Independencia a cos-
la mesmo doa maiorlk sacrificios, a costa mesmo,
J se preci-oainda lr, de%eu%angue e de sua vida,
e porque a Independencia nao pode jamis subsis-
lir semana irtnst congenila a J_,iberdade } ea ln-
depejiWRcia e a Liberdade se achaS suslenlad&s pe
la nuTh Si Imperio, e tata unia bafca sobre a
j^ Cons!tucao esobre o Trono de V. m: I-, a Cmara
dos Deputados protega peranle V. M. I., eem sua
presenca, oomo ChjJ 'Supremo da NacaS, proles-
n la peanle o Brasil ulairo. que ella s rem por di-
,, visa -Independencia, L berdade, Constiluica,
a Pedro II, ou Morte ; e j^ada mais nada me-
nos.
S. M. respondeu : Que agradeca a es* Cmara
aquella felicitacei.
Esta resposta foi recebida com mulo especial agra-
do.
Lra-se differeules redac?6es de resolUQoea que
forao approvadas.
ORDEM DO DIA.
Entrn em dscusss o parecer adiado da Commia-
(sa de Constiluica sobre o processp de summario li-
rado pel Ju.z de Taz de a = Distrcto da Freggezia
do Sacramento desta Corte, contra o Depolado Joa6
Barbosa Cordeird em consequenca da queixa do Sr.
Anreliano deSuza e Oliveira Coulinho, sobre tbuao
de liberdade de imprensa, e emendas apenadas.
JulgancU-se discutida esta materia, foi posta ve-
lac6*'conclosa do parecer da OotnaiisaA que ian-
dava que >e remeltesseui os autos para o Juiso dOade
vier-, etc., e nao seapprovou.
osla a votosaeniendi do Sr. Ibiapina que deell-
ra : a sem lolher J respousabilidade de lerteeiro, o
41101 esso na8 deve rontiuuar contra o Deputatfo Br-
Ma'Cordeiro : foi appn.vado.
Entrn em discu sao a seguidle resoluca, apresen-
tads pela prim ira CorotntoaS de Fazmda :


DIAJUt) DI F*ANAMIil;0).


< A Aa-emblaGeial Leslalpa res. Ne :
Art. Unir. O G<-rno fi ai t<>ri^-1o pira
eomprebender as di p. su 5 s d< 3 .tt.><.8 93 94
lti de4 ile Ouiub.oile :83i, o C>n*-iheio J 6 J>-
>i L"pe* Mend. s Ril> nwos de servico por ell. piesuidos ou quae-qoer Caf
gos pblicos, para o fim de ser o posan lado qu. ndo .-e
iche liasen cu u.tanras disa>.
Pac<> da Cmara, 15 de JoVih-i da |835. Bap-
lista de Oli* eir. J. 1*. Vianin.
O Sr. Wariel Munleiro m.udou m o se^uinte
rligo additivo.
A I U'iu O 0 Governo fica hiiIoi sado |nrj nm
prebender tas disposii Se d-> .< ligo. 95 e 9t da lei
d 5 de Oulubro de i83i, 10 Co'.s Ibei... J 5 Anto-
nio Pereira da Cuoh^, lev.iid de ser vico por -lie pre-t.ido' ir quae-quer cargos
publie s para o" fim dse, aposentado, quando se ai he
ras fiiciiiii!iiui* di* >.
F'oi apoiada e t ntroU em di ns->. *
0 Sr. Bbeiiug i'p|)>.iiilo v re-o'io .5 p- i<> a>
Ilustres inein'.. es da t!oiom> i| en ..turma aem
de jiiaes era5 * que J -6 Joe Lo pea M"n l Ribeiro bata (.restado.
Os Su. :?> iel ttoutairo, e V'r.nii.. romo mim-
bro 4* Commjg* derao lo.io o e^< laiecuneut. a.
v. tar. pt tu rrsoluf. .
O Sr. H n. i| .e- le R iid. r m- tleu mea bu-
rn.i euienda que derla lie nesl. belecido rX'inctn
Conselli" iia Fsienda m lod-* <* -mi niembros,
que exi li* quando li.i e\t(.C,ol 11 me .ndo-sc o.
*}Ue;,tia. em.
Foi dpiada e potrou em ds< usa.
Pu.-to .oos o ailigo nico da resol c,, foi ap-
pruTwfu,
Oarl'goaddilivo terecido pelo Sr. Maeiel Mon-
teiro, fui igualmente appr.xadn.
A ultima emenda apouda (Jo $r. Manriques de Re-
arnde fieou. prejud irada.
Deu-se por concluida a di russa da n-solora, e
sendo adoptada, p.ason (JommifSa de r-daica
901 a emenda sppr>vada.
" Pelo tneio dia t hum quarto annuncion ae ai-liare
naaala imniediata o Ministio da Ju.-t ca, o qul n-
do recetiido rom i# formalidades do nido, e .rriip-n-
do h cut prtrule lugar, leu diff renln piopolaiido
Gowriu) xeculiro, obre Hunii ipa- a PeriiMiieilt*.,
O-ioi'Us NaaiucM**, Ci.digu do PiOrs-o Criminal,
Juradoa, etc., e rourlujda que f \ a lei'ura, 0 \li-
ni tro reliroii-se com^avme.sma foimalid.de cru que
anirou, e as Propota reiietir5-se a Commi tCnpectifa*.
Eolcara e.m segunda di-cusaa as emendas aoCo.
digo do Procesan, offereridas pelo Sr. Gnnealves
Mafti** emeada >ubtituitiTa do msmo Senbor.
O Sr. Moura M*galh4e^ rei|U^ieu(o adiainento ile-
la materia, o qual endo apoiado e disentido, L>\ a
liitaljapproiido.
Suscitndole duvidas e devia entrar em il.
eussaS o ornamento por se achar inipi-fako e> diatri-
buido, deerdio-ae que n*6.
Enlraia em dscus>a pjjeceies de ( ommis5
rera |nitninii.
lente den p.na o dem
erei cuja urgenri- s^- venrea, a le do oicum-ntu,
e lefanlou a svm dep< is das doashoiA da taidr
Oulro do .luz de Par- do 5> pe>t.icto da F.-tn-ia
p*ia qoe r nuinla-i- lia 111 a. 1 a 'g' 0> dos ( id iU5s
'o|..i, p,.i. Ju'i paita senm Jtiiajttenvdi s ; visto
qoe por iiiQi*osde mol-sa de .-eos Cul!eas somen-
i e;le -e a. liara pr.nnplo : qoe e 1 ltma-e a L"ii-
i'iiC" Ju liniaro da Siqneiii p lor Juramento
e posse no dia 27 'o *. r'f'te.
Oulro do Juz de Pz a Ors'r:cto dest-- Bairn
ped 11 do honu< nova tb I l pr- soa porta ; qi-se
h- diasesse. que mandando a l.ei d..r Ihf boina ta-
bol-t, ni6 ordena a Cari-ara. qequ.ndo e-|i fieai
vtlba Iba ii >otra. por cuia imi.i se servase da mes-
ma 011 rnia qoe o rojirerta-e a ana cu*t.
Ou'io >' Jos* da Silva Guimar^eii, dando as ra-
v5 s por que oa5 pode >er Jut ad hor p*>a a dina
do Mijoi Francisco Jote de Mello: que ?i elegea>.e
ouiro.
Coi app>o>a'o o pancer da C mmis*5 dado ao-
bre as C'>n'a>do Fijeal do Rt-eifi-, e em ron-equeneia
e nuindon pasaar mandado para o nfimo se? pg da
qu Mu de i45^>6o 1.
Pi'i ap|i|o(|. oulro parecer dado sobre (as eonlas
>'o Fiscal da Boa'iagem, e se ma idou ein con.se-
quero ia pausar mandado para se Ihe p*gar a a]oaaiia
de 465*3) 13o 1 s.
Foi app ovado o parerer at'bre as oentss do Fi>cal
de S. An'oiiio des concert e reparo* da Cadiia, e
9 mandn g P- i J) -Vado o parecer da ( oii>it>s;<5 aobie 011-
tia do Fiscal da B av ata, ese mandoai p.is-ar manda-
do a" me-nio se pagar a qoar.lia d. 6^)48.. r.
Da mes.na m-tvia foi 'ppiovado t, p.iprer dado'
por a l ommis-sad srbio.as r- .io<-n lo tres Firaes deata Cidade nos difieren tes nn tes dea-
te auno.
For.SeMios Jn'zesad h >c para a camta de Fran-
1 i.ro Joze de Vigilo coin Ji/e Isidoro obre a cipella
da F.ianci, o-a loc*d'. Jaculo Vb.reia S. veria-
u"^>riii)h, p Joao RaplifJa Soarer* paia a 'Ir- Rer-
nai-Tft) Oniiad Fr-anria.-o eom ti. Annn Nobre, e Jo-
aaAiiatia. io. E poi ser dada a bora lev.nioaj.se a
rasaD. J"7e Tares G mes da F.ri rioaescre. GosiiuoP, P. j ('alando ; Miran
da; Soma; Mena; e Silva.
que
isCII!
adiados que t vers o ^-nvrn'etii. ilesl no, r dada a
beta, o Presidente dea p.n a o>dem do a 10 un/.

DIVERCAS RKPARTKOtriS.
CAMAH.V MUNICIPAL D<) BCIPK.
SessaS do diajn fie Novembrode i83
Presideneia doSni Gusm 5.
XaiQatparccera na Sr. S .oa, Mi#i,d*, Sea,
Mena, e Catando, fallando Ci>m c uz- os Sr-. 1-
nr lo de Miranda llruniui I, Cuii'.a.
A berta a ess. l d... at da solee* ente f.,j -an-
eioo'da por e lar fanfnrme.
USecrelaiio d..nJocyoia do .-^p-dien'. m-n ioio.u
*>sae..ini.sofiinos: hooi do JJr> ,if Paz da 03a
> uiem con. o anappa p- lid di- Iusjn- I r^ dr qUl,.
UiluellS : que se ofil i- ao C f le l^gM e Coill-*
mandan'e Superior pararlum.i paira u servias, ,1H,
G. Ti. arpiell-a queesi.,5 s-uf titu'o.
Oaliod. Fisxal Baiata con. hiarm UestaraS do
F*culla.iv<, q,,ed e|( t,.,!,(., ,olo.,u,l nio Ira
e-lai d-riit, epo< isso 11, nnpo- ib.idalc de c mprir
aup; rlevrre, : iuleTra lo.
Oulro dtaji. r PMI do i. ) *t,
eeffl.de .. rl .. ni li>i
Inspe. toi.'s de ipiarteir< en : que fi/.p-st
termine a Le.
Otilio do Fi.al d .si- H..irr.. para que e mandlsaa
paff r aos ifsl.es dus .,4lc. a i,we av.,1^,40 4 ;.
Jeia : oo M pa>a.v.e mandado para o Ploeuradofav
MEZA- f)AS DIVERSAS RFWDAJI.
A pauta ha a me una do lf-' 137.
CORRESPONDENCIAS.
onrt. Rcdactoret.
fP A' adi a ipedi'c 6 pra o infelts Para, -endo de
nolar-se, qu rm ipiaMo se traa a dss prn.-lf.. ex-
pelica, and.vi Perafcnburo mirilla Palria de a*..m-
l-iada. p livig de roub *, asalsoos, po m p'UC
Mua al g agora de noy/, apareced, entre as gulas o Ladro-
eua, easa>|s}nosiio meiude eampo eXteivieo ..tleir.
do Mfogadon, rouband.., e as-a-si.lando a q-ianlos
ti-en. dinh'iro, e a oulro, que ial qwadnlba sad
pomo affedo por baver d-sculierlos seo normescii-
mes, bem assiin romo en, que nem.por aupe>ta
queip dar apoio a semelbaute bordas de as$isinos, e
.l'Udo..a; ea gracaefque a culpa lem Igons S Juz.sde Paz poraeoega.em a v.Har ..bre o bem da
soa H.t.a. Exm. Sr. Pretidenfe, V. R. que lao
sabiarYente tem conservado o LeiM da Palna, Jv
se fi e em rmi la de Paz para dois og'ires, pra al-
te. 10 dos Aff gjjdos, nem para o Co- Un.le do Coel|ioJ
iHe barloas qqadrit^aa avancadan, ja ron Lando a
Imm < idadaS D mingos de tal. que abro de IlJe-
v.,..ui o. pnucos ( bre que ha/ia f.ara sua ibai-
len.i... o e.paocai-5, e f.iia iru-lmpiile, a miro
hou.eiu, ...jono.i.eign.oo, .,u4nbe Ule coila- a ai
ded-S da maft*. Ul Z, se n-6 e val, da ligeieZa
d. coi re, fo se|i asaj inadp viluien'e.
utro ctoeu pasla ex por: no dia 7 de Deiem-
{'." irlas 4 dorae meia da la-de do'dia abunda
fera leudo en |,ido ao lugar da H b-.ra a trartrr rer-
t n-gKio ion. hum Cooip-dre, meo, e como eiS|ca-
Hiioho deU-rmina-se bir a P edade, alratai hum ne
gocio em ojeo amigo Franca, o joye (J- qiu/
!. D al> i lo do Pilan aj.
lo. qoe p ele.,di,, propor par
que fi/p,ac- o qn, de-
arao eapet ai -uip quando rol las-e, no Infar
-too 're* asassioos, e L..di6 s de pr. fi s, -
llPSe(Jia
do
ma da R cha Fe.t ./.a, e bum .Vd,-,, de (al, ,
do.e- no nii-MBp alterro do. ATogido-, e Oulro rujo
Home eu ignoro para me aas n^ivn, como de fa. lo
era eu m.otose voliasse n mesino .1^, folimiente o
nao di por coriza- da u.u la ebuva, e quando vollei foi
u- seguida tir|| ja di;., s 4 ho:ae u.e/a di Urde,
rda, e Pedio de al, da Cata demorarla diste rnesmo
coito, fiamlo onl'os pieos n-W> "rilo ce eoat se
pnobae aparelhailos p ra os baunaiem no m-o san-
jre, e aim me onb.ri.o vida eeu lelizm.ule n6
entro em casa de hom pardo asado que ii,t,rat fronte da tal qu-drha, pedindo que me dea e bum
mixo para minda defe/.a. leudo o lal Pedro fonle/a
de alne entrar pela porta ilenl 1 o rom.bum puub, 1
,u mi o- e que pelas rogativas do dono d.< czffte
de qotiO pudo, pedindo-lhe que se retitas-e, >mk
que apare endo o Sr. Calaca cnseg 10 ielirr-se,
fioand"" piivddode vir para oiiuha cana, por que
o lal Pedro, .-eguio armado para caa do II u>t e De-
legado do lug"-. a miiba ei.ei;i v.liei para AfTo-
gados, efoi ao Joir. de Prt, loniei-lbeo ai oolei i<>o,
e logo rlebaix" de toda cbova 1 and 4 Soldados
Mim;ci|>aesaimados e"i minha guaula : in-is {,$..
Redar-lores quaf ni6 f' meo pamo qu .ndo medis-
te o Juit re Paz ra ftetoa pr.tic-d.. pelo dio Dele-
g-do, .-begando a pr.nlrs de sair ruarlo d%- lar.., r
Til Has contra a Pain.lha que per.eg..i.. iiunsc i-
minoeoa, e sssim pitica lodo is. dia segundo a %
publi.a, r qiiand,. rdeguei junio a 1 aia do m.aw,,
Delegado mais a Patrulba, ja oitvia vo/.es, quVsfo-
as-im euesraparia : qne t' empreg.do re ve Ur so-
bre 1 soreg publico r quando de no me dii o Sj.
Lima, eonlran peaMM) '}' i", passav. adiaiite de
mim, e dois augeitos dizeiido que eu nao seria morto
na iiuella noiie se viese o-m gu rda., Sis,. Reda-
rtora. eu alhe aqu anda O 5 eocmodei Autbuiida-
sle alguma desta Cidade pelo mo botn, 011 maocoin-
portainento, ea intriga i(ue lepi con ra mim o di
as-as-ino, eouliosda sus estufa, be por cu bav.r
prendido, j1 nI>> rom o Sr. M..iio fpli o tal Pe-
dro de lal, com liescvntlia juulo a Igreja dos Mar-
tirios, f< ixado dentro de boma casa seni qninl.,1 co-
metido farinba. jon'o com bmu Maiinheiro; eo
lal Si-rif, por ter silo lie roubador da car.a da
meo f lerdo Pai. e dado focados, em minha fales-
ridal'mi, e morto huma erianfa de 5 ..nnos qae
o roubeeeo, cuja culpa eo a vou ap.exentar, e de-
claro peante o homena, que <|ual quer cou/.a que
me a. onieca nao me heide <|ii.-ixar se nao rom o
Sr. a.sina, e satas sucias, lauto d. atierro, orno
a d soi te, que mnito. tem tido, e que a punco a< ouJRH
com o Pedroita non A (Togados como PernambucofPo
sabe, lodos a6 ronhecidoa, e pas.eia6 impuoia a soiu
bra d* impnnidade. A De'os Sis. Redaclmas, sihr
oulra eer.. qe aei brSe em pu'.rar seos namet,
o maia que occorier. Rede iu de Detembro do
Manoel Simp ti Coi raa Lial.
Sis. Redactare*.
M- F.sDo o seo Diario N.* a"8 vi 1 iosci aviio, que
nlgose. fei|o pelo lal Puitugm 1. libo Guiiu,r eo a
)oem ser*io b m a ca.apo. a que llie t-lfcej ein o
N.* a36 lo rnesmo Diario, o -ahi.i I-.5 jujliolu como
barrete de meia. cuno b* de pr se no Wiuuiic o que
fe, e por 1 e lo-loo meo avi/.a~he d ri^i-se a .oe( a-
nibal, Coiiliiioo por so a c- riilic.d-! ; em qu. li-
to a etige". ia q.,e i'at de .saber >!> mu nome. ie.-
p.mdo qu s Iba darei e-te goslmb-. Mu liilnmai
romp lente, anude eip-ndriei o seos g aiid.scpa.
motos fei'os, dignos e orrorma meu.oria.
Sim, Srs. Redactles, por se fater Inspector a
ette i'idadad inieilado, ea outra* acinelbaiMe. I*ia
de pe.so-s tie que droens, e asas- i o os, e clamase contra as nIiuo-'
eos acluaes, nao se atienden lo que. ludo nasse da mi
adroini'iraead, e 11. da L i promlgala-, que su
ba/e-. ein sol-do principio. : e por qoe a impu.uda-
de augmente o cflmer, drtein por lano ottxecu*
lores da L i ca ligar severamente e nao admitir-se na sua aduno atracad quem eja
capat de avdtalla. pelo |u r de Diieik lame p.n huinaui lade e de.e., buw gol-
pe d- vV0em o Juizado le Pa do 4* D^strlo U
Ribeira, C Ver a que ponto cllega O desfeBO late
tribunal, Sr-. Redscturta aou com ver.tt o ao tona-
taule Lriior
O amante do socego Publico.
Srs. Radaataiat.
El
MpeMIADO etn mmha orna edravendo prome-
tido r.pouder a calumuiota corresponden, ia^ qu*
coulra mim pnblicou em eu Diario 2Ib Joaquim
Jor*e Monten o, oa'ural da li.d a e por algym I, ropo
tiabelet ida em Mocei, pela iinpulav'io, jiie llielot
foita em um artigo do Velho Pernamducai.o de 30 do
Maio por mim < aculo de cumpl, idade de fui tu e fal-
sifi celo de Lal roa do Tlwcoiiro Publico : ag.ua que
ILE6IVEL


f
BtAitt e f n.\iAmi!( o
... Ir.
9
. HV ato .,o go^, Di.vil.* Pollli.ns e por mn-
%eg.inile habilitado a qimUrr respunsa1,i.Jy|egal,
a.m deiMraodiioSm. jUquim J. Moi.t.im pretexto
'gua. por r,,,d (, a 0b. igacio, ein que -., de -
brigar-me a prorar o que unir, elle loidUo, t..u
responder a esse Sn,. rn>no, porque n.e -inU i. ju-
nado com efetlad., de-pc-o d.. ttieil d.tracto-, do
que pela nnesidad: q*n., ders.larec.r un fado,
Jila iuiere> so Publico. B>m s.nto f**e-lo em aua
ausencia, *| iniin, quaulopoMo i. .1 r de un. C. i. iro de urna
caza da B^hM, que xegoU ,.m (Va., c. br ndo divi-
da, e que al e.siabehreo depms. <-* denegnos,
p..ou -ida grande, e relir..u-se Capllal.-ta, .miado
.-rnente do pequeo ,ari ti. i- ile sua orna em contra-
bandos de putWe, de pao Bra/il. nej-on iS-s de sa-
ques de Letras, e cmp.a. para o Th louro rom o
cuH-.eiiliiu.iUu d. irtirre*.lt'u Iii-pectur culi... sen
nitrado l.o Joaquin, d.. Suva Fr- ir. M s e.-lou ripio
que esta razio meud dved>a*au>rer do pir.po.ilo,
eui qie seniprr m\y com oauferipei em umannuncio publicado pelo
a^o N.# 218 quand, ainda He aqu m> ixim. poique
V1''- Mun fciro pe-.oa, que nio sofie u menor de-
Bar smseu (.redil,,- se por flfhor de conservar jus-
tifcala sua repula^,, ie 0 irahafi, de vir de
Murci xa.i..r a respuns.b li ld,-um arillo do Va-
Iho Pcrnunib nano, q.i.,ndo fallava de um til Jor-
ge Monleiro o que ni.. fdfa quauto-vi. que liare de to-
da a duvida elle ...I.udii ..lo em sua prop>1.1 pe-so*
por cuiuplicidaile d- furto ? Nio p> sua amencia
u.u iiiuiivu sufi rente paya esc usar-ore -le rcap.mder-
lue. Derx.iudo (leparle a vil. zadaseip.fj-o.it, ataj-
a ue caso e digiiidadr beni pmp i de.sprczo, que por mim inculta, q e el.- meie.edor
a 11ase Ibes de.se pczo, responder.! a-.meut.- aoftu'.
Joaquim Jorge Moufeiro ..iqmllo. qu n.e puece m-
ceaaiirio para a^ne/ilil'o. J)ice ell.- qun liaendo xa-
nadoa responsabilidale um .rtigo do Velho Perriaw-
bucano, ein que o a, da\io de le. lid parle nofurl-.
d..s Lct.a, que tere lugar iiaa Al..g- a-, e q.e sendo
tu 8-Uilor d.w acriio quist.i.tir mea ia-p'iiis.lie-
Ildadc, pr comprometer mp.vaMir, h 111 que uso
epeijou "'COiifeaaar, q-ie me.u apreientei kiiiJiii-
i t** eXeluir a respousubiliiUde deste e loma-!.
aobydrtw. Anda que e>le facto ja fun-e p euain.-i.le
racial Eda pelo Sur. J. io Neaoiuoceuo de Mello, que
a qmrdaiJv d* Jiopiea. r d.. V.-lh.. Perniiluienu
det-iilioes:>a falaiiiaale. .loSri'. J rg.- \!oii ei o cito
que nao v ir to.a da piOponto t Uparine anda delle.
U)ga*iedo varia crias de pes.ns fi I. digcs de Ma-
celo, q"ta lue toiiiiMiicaio a des<\b.n que e h-fa
feilo Uta fu tu a TlttUi alia p.o va A* L' tra-fal
as >acadi contra a Balii.., e decl.iandu as pescas,
qoe ae.luo rielle h.iriao lid.. | a ie, julgiiti acerta-
do ein um ailigo Ur Vdlio iJeru..n.buc...i.., fa/. r e.-sa
mraiili dcclai.cao, no tUe nada in..i- fia, do que re-
leiir-iU' a>d.ta. .ariu. O em.-lta C001 ooiias vi
lilla o mime do Sur. Joige \I011I. l.> es rupul'i em pi lita. p>i ter -e.i ie>pe lo les-
faVutaftti Coureito, e na. 1 |iili'a-l menos capa/. d> qe
outr-.s, qoe semp e ti e por unr.,do, e -pifeirirvt.m-
lo naque la OCCatUVU erio endegitadoS *S,> llM-s i|.<|U. |U
vrrg'Uiiioza n.^o uto.
Api.e e > o S;u. Jor^e M aviio xim.11 io a res-
Mp>anvla>lade o sinior-tloyanao. o que Hieaeiido
e.'iuuiiicado maudei nao K> |'' fo--e .. nllt -gr..f. a-
pie/e'nlao eurJoi/.o, CUI1I em pe.saoa aln <>iii oin
para loma 1> ^oiemi ii. Iiem va e:. que me uo il-
la va li*be ilado pa>* ..quelle mci<>, por me 1'altn' h
cap*, idade legal, m.i, c rne
e.Mi-iiieruiia 11 g.u Jo- L)i l'.. i'icos >.u pr rilen
BaclMieladu, 011 cumplen uto d i-l-d ulguei. (pie
assaZ alileiio di na ficar o Uleu "iMp. lid.ir, rendo
cuiiip recer no Tribunal o uiemo que elle dea*ja a,
c .muo dice. Mj, qiijl tbi ininli.i aurpren q tan loi
q ie uSin J >'ge long di aplaudir uiiuln u-bie r -
suluc"! p.otur.iu c|..i-nii- da r< *po:is >be'i iade,
^e',..-i**>'umaceiiiao de idade lirada d. Sacia
lia a*Academia, por oil<< pi-"Vaaquea'O deNi-
f ea'*ru llllh.i eu a idade da Le Ue/.eji- y pi cuTai
curnt."1" "fiF.'i co'irencei-.ue de calumniador, r ex-
C^ijl-^medei-e-p .nJe, uo T.ibun.l' tono lugi.. a
respoaabeUdadeeu que a picCuiara BCi'ia t temor,
dc,gu. cui Juuo li/^a^e va'er a rano de r I t r ao
teiwpa do mi o suporto delicio capan.lade para ter a
easiiUca", qu iie delUe devia ie/.u!lar, o quemo.
Ku o Sur- Moiiteiroa aro* tirar t>ruai resprnisavel o
igi(lf<-uuri*'' :Maeni'd*vei:ia elle esperar para me
ver cabir na vrg uilui de um procediuieiilo lio vil,
com .Mjua cana iulilio.lo, v am todo rato -*>?' o
ducstwdo re'pousabeiiaar Eli> tor. M a a e dade
que oSiar. Matleiro uiuflMf quia leixar conrorrer
com elle.*aT.inuncl, u que a-aa* prova loL-uimpe:
nhu, que te* por ie*puiis*l>eli/.Hr o iuifj.fc*or, jul-
caniio rque o a Mara baldo de urna obngaci", que 0
da.#i **a, m pooW tUf c'nio di.e de>peusa-le de
mmt a Barro, fe* a4rfac r reCabir a pena apbre o
propr o delinquen!*, p qne rata o mnm que diier
- eu nio quera ol>rigar a pessoa alguma a prorar
em Juiu a veri idade da in-putatln, que me fueiio
deroricorier para oTuiln daaLt.a falsas das Alag-
*; poique qualquernuio quoi-pareresse nauluiga-
cio ila >e.-pfinxibelidade seria sempre um lerc iro, so-
bre quem o Sm. Monieiiu nio desrjav C-eer recahir
a p. n<. A le. laiacio que no Juia de Pac fez o Sbr.
J. N. de Mello, romo impies'ot Ib! mais para mostrar
sttllricia do Advocado to'Snr. Joi|te JMoiileiro, do
quepara liiar-lbe a etnpolacio l>. ni mer. cida. que
lli haviio f ilu no ese rilo a< u/. tandu provada-a ideiitidade da pe-aoa otTendida, que
uo.ailigo vii.lra rom o Hume de um tal Joige Mon-
leiro, tu m ha vendo elle pedid. o> esclac cim utos
que Uie permite o Cod. Crniiital rio *e ulgsva oiin-
pie-hdr .ilirigado a x-aoonder a quei|. de Jo..quim
Jorge M'iilein; e fui eala a insti ucio, <)ue Ihe u
m smo de. O que me po'er a re-pmider rtica disto
o Su. M'uiteiiu? Antes de lerminar eia e aprezeu-
l.'i" o docuirien'o que dia^ie teio as msos para pr.i-
var asse.iio do-i I. do VeUio Pe namb.cano N.# 17,
dir i ditas (jals'ias a i'speito do motivo, que me atri-
bu o Snr. Muiilaiiu paia*a<>reer contra elle: n-
le a intriga que lem com meo runhnl". Poderia pe>-
guinar Ihe e que motivo lite p rs e.-erever co.lia lo-
dos, que com elle a|iaiec rio naquelle esriifo? wria
que todos estaviu enem'tado-em met ru'nliad.- ? N.i-
ia |>oi e-i- c 'iiio o sUi'O lo asaassinirfu que e pe>su.. Tora ent. uta poiqu niodeoluuai a proiaiea t.nt.iiiva desse de-
licl. ? e que razio para ser rnoilo .< Sur. Monleiro !
de-aver-s- mm lD"ii cunb-ulo p r um \>ti rio de Le-
tiin, e (piando? depoi de ui.i.s de ... n a; p->rque
lalilcs fatem (pie sen.i titule (ie-oVeuca devela acui-
te, er, po< V t i(|. ella ii" cmpo do sen ornado lio
l'i-peci'.r. Raioiaudo5 ifipre o*Snr. Mqilei m-m
Vl.u e > avoia q e teme essa inganca Nio
seria otelliniqu.- o Sur. Jo.(|uiiii Jorge VI un iro qu -
rendo ju-tilica su.. rapiJa mudanca d.a A \*t- vi Ion-
ge de culpar en Cunliado eujo pro-edimento Ihe
lio coiihecido, desse sua> ruaftr verda le ras que di-
re>, que Ifi" 11*0 er. maiq p uha de .-< u crime is continuar a traficar em om* lena onde eslava lio
conh.i i.' Que os ouradoa esufredorea liab tintes
de Mace j causad.-s d<- tolerar ux^t^ ruina de perol'aa,
desor-l. iros, e I' n poli 11c i ros, que ^s Provincia mai
mes coalinio snui'1 ra a a m mores desestera .io com
lie e com outros, eos eRxotario Assini nio lena o
Sur. Jorge Monten o f liado a verdade, nem l'aiii va'
g.ir p I nrnio da Senlioella, que as Alagnas est..va em
gu ri a com os uaiuraes .lesia eda PioviHiia da Bdiia,
poique sabe s> me sto urna inis.-ravel intr'ga, que
m 'ii"- oni'.dos Peni lem em c-ogokd maioi j-epreieulaiio, etodoao-raW
m ", v.-r se hu, que .- alloma coila hava acon-
tar iifo com < l'e e outros que Ihe f.iZem parelha. Em
co-clnis" resta me pedir-lhe Snr>. Bedactore-. que
i|'.ei io dar pub i- iiade >.- Leus de.ssa pe1 icio de Jus-
lilic-u-so dd uo Juito Muuii ipjLiia Villa de Ma< ei
e .< Senienca -la m sma, com > q.-e julgo I- r provadu
o .|ii as>e> re do Sur. Joige Monte 10, que rn.iir de
fl< lild*de lers m 'I leu le se, .toque ell CID proTar
quanlo > quera qie'le^e elle coiiivencia no turto e
l.lMruso ddsLeiia-. E isse mesmo que me xarnt
daa>. /.iel !
SoU Snls. Red*, iniis '
Alelo Ve er dor e Cria.bi
Joio Lina Vu-ira C nimio do Siuiml'.
JLdOl HF.Nco Cavalcanle de Mhuqu rque M^iouliiu,
rrioiador e negociante nes^a Vi'la, par documentar
ce r tos p.p. i- quocoulem nter, s-e pi bltco quer Ju li
6. ac 1 e>al|le e-l<- Juir.o o* ilen* Si guiHe^ :
1.a Q e Ja |U ui Joige Muiiteiru. .-en lo uioador
uesla dit V i la, li-se emitas do mez d-Keveei...
deste anuo, 00 Revenndn V'iguio Joze Taare de
M 11.tonca Sarment, e -ao Netincianle J.xe Ao'nu o
de Amo im Ave. que tii h> visto um ioubo p.ra mais
de tinte eonlus dV le e queso sentiu nio er e.ste di/
nheiro pa re.
..' l|ie iraclande-seem 1 onve sac$Ji ileVte rou-
ho, o .lito Jorge Moiileiiv dice a Manuel da Cusa Mu-
tae*, liego, iaule, moradoi n ala nie-m.. Vil, que
nio-e euipoitoVH di- posan ir o dinheir. pi oven rule
do i"oiibn.
S.* O le Mello, e Aprigio Anis
ils Silva relie, a-sisloso om 'inesuio J .ge M n-
taiva er diH.;de Kevereiro d.sie aniuj- antes de em-
barraren pia a Cih.I* ida Rahit, e e ube.ca.io-se
lodos 1 eisjunlos no Pa'axo Sao Joio Amancano
p a -qu-i la Cui..de
4.* Que dep .i. dach'gad.. deste Jorge Monleiro,
Sevenaiiod Ap.ifti" na Cidad d. B hia que appai-
Ctrio as I ..-tiras f* 'sas ile q'ue letrada.
5 Que tos publica que < dillo Jorge Monleiro
etiliou neitf negocio fraudulenta da'Latrasfalaa.
E provado o allegado te julgue por St ntrOfa t
preienla Juslific.cio, dando-sa o origioal a Justi*
cante, icando o tiasdu no Girtoiio.
P. ao Sm. Juianunicipa'*s.
DBlaiCHO Juslifique notificando se as taatama-
11 lias Ser,
Jusltficaiio os itens saima, ssseguintaa Tatta-
munhaa.
Padre Jo/.e Tarares de atendonca SarmtBte.
Mm. el da Co ta.Moraes.
Jte Aiit.-ii odaAmorim Ave.
Julgo proVados os artigos da 8. 9 a ta da pra-
va loteinonhal d. fl. 4 u.-queO. ap..i> sen iffto jul-
go por Sentenca e pague .. Jitificnte i uatas. Pu-
blicada eui mi ilaK.Miivsa, q > Har o oriaiiul a
Paite. Mcete51 deOuiuhio de .885.
Antonio'Lina Dantas dx Bairos L< ila.
<
t Srt. Rtmiivm.
MjV.\.l.n~m da uiiitha pequea repuUci" adquirida
com II amo- de sel veo pi e-lado un ufl rentes Pi o-
Vfli'ia* do Brasil, au obligado a diz--, altfuasa muss
-obre una suapen-i por 15 da*, que mafoi iiapoata
pal" Inspector ilaAlland.ga oSm. Manual Zetirinu
dos San'os.
No da II do ro rente, ardan to-me mt A'fande-
jra pa>a desemp-ubo d ffieue...pTr9 (..de FeftoT'wU-
ferente) lniio-me dtatubui a- ti. i-n 8 s.-lai, qua-i
tod.. faz nd,!*. que anida e-t*viu a-a a>angaa, a
rujas d.apa. h detiibser Tito pa fij a. ( um-. f i
um ileat. di-ap.icli..s poi fra. q >e .ten asatia que-
tio, que boje levo o 011I1. < im. ritan* l'aM.. 5 prui-
eipi.!. i dando uma i-lea do moda. p..rqu- qui a> fa-
iem os rie-pa. Im > do sol re ell s, pai a inaior aarlarecimenlu.
Lofto que o Sm. Inpeeti tuinrany o tiraci-
ii>, od-non, que a deapacboa frito ^e fcWa (he
sabido, qua as f'i-enda-, que a*-i.u ae de-p-abaa, alo
de..emhar. das nos locaras, que nas r..a*.o.is pa-
lee.n aapii(es) fo-seui reiili.aloa pala- tesa.a* Fei-
tores. queici linbf isid* He.t.ibuid.is, e d< pm-f >aae
otaufeiented u Ih.-asaii'd.; ordain, que pota mili-
to b-m conrorrer para o estravio do* Direiioa Placi-
naea, poique erinseiiuiudo a paita d sea.lrcai 1 isi
fasend t*m *! preciso p i*>+r pe a Alian lag p- meo
se impodaria rom vir pqj U. Un fa-ae porque
slg..em uiosiiisse a-Sor. Iaspeetor cate aue.iiveai-
eales, <>u porque rile mesiuo os conhaca-se ; del. ni-
nou depoit, q ie lodos oa das houteasem oia Feitei t -
para ot despachos da fura, U'M que aaaliaaaa, ou-
tm que ronferi se : e mudando lego da raaolu^inesi-
giu da paites, queqiiiae-aeadespat b*s par (ora duaa
nota-, nma, ye fi. ase ser, indo de Ims* ao almila,
ulra, ipie acorrpanbas-a eConfereaUe para dar* sa
bida. M.s ni fin ..un a p. etica ruhhuca fl. fl. ,
011 alguem por si, que tndaa estas d.fferet*a nadida*
erio as m-snias, e*ss. ntou, qua despachos por lora
fo-sem filos pelos Feiof.-s dentro da Alfaeidaga,
defims le prebendis (odas as foraaa dades, dados
um (.uarla para conferir, qual a. bando a'goma
I fia., nc.i Irouxesse a f-eu 's p.ra a Alfndefa, afilU
de -e pr.xvder conf rm* deternioa o R.-gulanianto.
' Assun esisrio dtpotaa ss colisas, quanio ulra
a. notas, de qo'-acim f.Jlei, coulie-aae urna para ts-
rei um despacho de t mn>Ui oe uiea-r 10, qua aata-
vio ri'uma a \aie'.g<, q .e desrarrigava poi fura dif-
f-.enl.s Verlo-: fu .. (11 11 m<< uj. da mes na al arenga) que .lrp.ua d ter
oirido lodos o- transmite-, veio poita para seiba
dar a sabida. O cup ido o Confeierita da porta 1 om
mais de IJ despa. los, nio poda a?-rf*au, aeaqnlle
era de fura, ..u s- deve sahir pela poria ; eutietiito
que a parte uisiava pela sua. u< ta, pois qile lendo ja
desiai i.g do aaNereuga quena guir ao seo defino :
hou.e taire/, quein commoyulo p.-loa queig .mes do
mai ujo, aCroiis. Ihase, qut entrando evm o mercnri.
para o ruis/.- m, a seguindo a deapuatfio do arl. ffl
do R.giilameu o. tiasse um htll-ete. aliouxe.ae a
f.s- nd > para a ahei lu a, onde o Conf renta Ihe d.i
sabida.
Ignoro, o que mais se paasou : eiio S horas, e
prn. ipiva ap ras a r.spiar doa nu.-us trabalho*,
quaudo f.i hmulo iieloSar. Inspector, qoe emos)
ue meiu da aala da abertura iracundo cantortadava-
me, dirifjindonos a um ar*..sam, l p.-i^jintou
rom vt S ItSIli.a, mn-tralilo-u e ui\ psjqiieno vo-
lutne enfar lad-OSn'r. frsj este de-pa -bo?Nao
s*i foi a iriiuha respo.-ta : fr'Com possivel, quv.au seru ve'r|a nota cnllc-esac m des-
pacha, cuta fa-endai|ii> tnlia viatof-i-et-ta ola' e.l
bita pelo SnrBpreaaniafido a* a notarit eeVtw-
'


DIARIO DE PF.BNAMBUCO.
t
re-
-rntoa -a pane despacho 2 arrobas, e v. den o pr.
'ijo de 2 libras, -respond- qweaquelle despacito Jora
"Jeito por f'6,v que segundo as orderis de S. S., a quem
Ihe lese d.iv arride, compela examinal o par. di*-
.solver qualquer engao; queesuvo dentro do arma-
em, tii.lu entrado naquellc in lante ia dar ao Sor.
Manoel Zefe.ino a rasao, poroje l.nlia dado o puco
de maueirav qu* ll.e paie.i., ,.n meo, qu.mdi.esie
Sur. Vollando-me as costas dis!*e~para sei mais vi-
gilai.le e.st suspenso por 15 das ; pHi-lbe p rla-
jia, qur tal dle minaaee, e rrspondeu coro a inesma
delicadezanao asto as minnas p.davras coro v.
Eja o laclo ta! (nal acftnlet-eo ; e que o Sr. Ma-
ioel Zeferino nav.quiz anvir as rriinhas pasees, Ifia as,
sequiser nesla exposico, e cotiv-nca-se, de quanto
loi injusto e precipitado, sebe pos-ivel dar-se convic
ci oeste Sor., quandoselracta.de desliNr assuas o-
pin-Ot-s.
A prarii a esMbete< da na Alfandega lespeit dos
despachos por f.-a he", que quaudo o Gmfe.-ente en-
^ontra n llesalgnm engao, c'ondul-os -ala da A-
bertma para ser cfi-solvido, por isso que nao sendo
lies d.-spach* feilos vista das mercaderas, l.e mu
lo bdnel, que ajjpaieca oro ou oulro erro: ora
nante vaso estalyj o despacho, de qt*e tracto ; e por
. onsequmciaanda queoerro fosse meu, o que sede-
Via lser, era einendal-o. Mas en nao quero argu-
mentar com a pratica, q-iaudo tenfio a Lei eoi u.cti
lavor.
A paota, qMe regola o valor dos genero de im-
porut.. nsla Alf-nd.ga, icnpQe o pr-code 1&2O0
aofaf I 4 de mercurio. O R. gulamen'to no art. 128
^'"'naqueoi^ifordepo.sde ahertos, e conle-
ndoso.volumes, ao palao, que forfasendo oexame,
Va Mentando na primera columna em bramen da no-
l.' o preco, (,aea meroadoria 1ver na pauta. -E no
art. i35quee-te despacho levado ao Esc vio se ja
entregue a uin Esc. iptur.rio p,,a examinar, seos pro-
cos assentadus pelo Feitor sfo coni effeito os conespon-
denles .... pauta, e calcular o Valor total das merca-
dorias, eire.tos, e mais rendan, ntos &c a Accres-
cenlando na segunda parte< Este calculo sei levis-
top.loLscriao, ou por vm Eseripturario, a que.n
"o der-paiaewtefim> Eis a ronl.a completa de-
lea. A ou ero que-iCo con f tilia a a. robas de mer-
uno; lance Ufe o valor da p.uta-de l#200, d*-
Jtandoo calculo para o Escriplu. ario, quem fone des-
ir.Buida : ee etlgaiia-.,e, ou descuidare de'eonsul-
,aI/nAP<,ti n' Ci,,cu,a 2 ",,,s ll- ercurtu em
JQ40Q: oE,nvo, u |'Wiipl,,r.rio wicarrega-
to da ev,,,a <<<>.se da pelo en o, recabe sobre nii.Oa*u ,capos.-
oil.dade r
J Dos arU. do Regulamento, que dcixu Citado*,
'e-f-e, qo m +,4 l,e| 8 mt.a dando
mercadofia o p.epo, que t.nbi naaatt e que
oda a culp^ili^dedeste fado pernee a Etnpr.ga-
dosdaMfa, qUeU0 calcula,ooseu v.,lor total,
.ero revn*,, o calclo 6cc. : mas concedeu.lo->e ai la
que. ..vsae i*ria algou.a partt., pqfq.n-de^, i* ,e-
_ cenar so ra.lig., que todos t.ez meieceinos? a ra-
no he clara; uro dos l^cripturios, que f.i ocalcu-
o, iiohll.odoSnr. ManoelZ-l-ino- eesle.ee...
Inspector, dolado de nina alma verda.ieirament. e-
>e.:osa,kteve a delicadeta de conferir-me i, premio.
1855. Manoel Air* Branco.Sur. Presidente da
Provincia d Cear.
s
ANN UNCIOS.
_ Ahiu Lviz-*- A'noilo dp Natal; cun-
tig'as escomidas para a cpjchraco to Pie-
zepio de ijienino Defc Vend se na Pra-
9a da Uniao Loj de Livrus N. 37 e .38
peto prt^offc qutftrncentos reat.
MtlU.
1..
^ ?
I'r;.jEi ii.jv.i.
Segu \i:.penia r.daca Suyln N. S. doCar-
rno,'C te. rarieBr, > ir de pas-gfin Inija-je ao consigna-
tario A. S-hraiiim.
?** %v *
CO l I KAM.
^JM Diccionario Fume-/, por Cn-lahco, queja
seja u/.d.., e um l'ollte'o tal do Mundo: |iKmliver ..nnuu. i>-.
AV1ZOS PAUTICUI.ARES.
^JE Rer7a se de urna muMier forra ; ou <*|ra para
I niudar aoservico de urd casa de poura familia, aon-
rfe ha escravas para faserem o servico de ra, e cata ;
e paga-se bem, a quem ronuer dirija-se a ra da
Guia'sobrado de um andar n. 7.
Vy Pr.ciza-se de urna pela para o servico de
nina casa : quem tiver di ja se a ra do Rosa, o so-
biadn D. r5, que .liar 01 mi quero laactar.
%W OSnr. morador em Fora de PorUi, que diz
em odos Diarios de Outuliro querer am-jidar. ou
vender um sitio na praia de S. Francisco em Oliod
nao tendoaiuda feilo algum n-gorio com o dito,aitio,
baja pela segunda vez declarar p. lo prsenle, o nu-
V EN DAS.
.....
que 0111. o mereca, para rea lea r ma, 5li !,{.
h.tou ce. (o, que esla suspenco be um simpln.*
lema.s bHT^ea effeilos da colera do Sur. M*noeI
A-reriao, que anda .mu, se hade irritar coro a miuba
xposicio; tranquilloporenicoH. a miuba conscien-
cu ana.lare at a preconizada caria brama, queS.S.
Unto tonto coro d.s.louro .h Ex.n. Minilo da Fa-
v.enda. Desde j rae considero desetnpregad.. da Al-
-"degi ; mas euj quinto nao for demelido, 11S0 conv
feentim, que seja maculada a miiiha honra com i.u-
putaV sde lallas no exercici.. do eroprego, que sir-
vo' ,'"1,,to ;ne -ouieble aoquediz respeiit minlia
<|ucUo; esenio meestendo mais sobre aadminislra-
,0 do Sur. Inspector, nao he, porque me falle. fac-
i* i^suu porque nao quero coucorrer para o descr-
dito duChefed'iiiiii Repartico,que anda luta com
"* erobaracos, que ordinariamente apompan bao a u-
ma refolma.
Soii|do> Sitia. Redactores
a \'enerado.- e criado.
t'edro Joze Carduzo.
I.
Pede-ie ns a publieac&o de seguate.
[Lr.M. c Euro S..A Regencia em Nomo do mpe-
1-doro.Sr. D. Pedro -/.. alten.lendo ao que Ibe icpre-
S.11I0U Bernardo R.-belo da S.Ua Peivira, Jntt de |fe-
.eito^ta Comarca de Sobr-I desai Provincia'; lia por
bem onceder-lbe acta metes de liceuca para ir a Per.
H.mbico. O^que cummuuicoy Y. E*c. paira sua
nitelli^eiicii.
Palacio (fo'Rio de Janeii o era 10 de Seeuibro de
ero da Sua cas* p.ira ser procurad' .
^py Precua s<-pra <> ser tico da casa d'oni bo-
niem solt.1 o almiar dua peMu forras, ou escravas,
,'que s.jio fiis, urna par.. .. se.Vico e-Lino : 1 ra
da Florentina, p... ta junla art Umpiio, cisaa de Joao
Zorrick,e acbaiacom |uem ajuste.
%3t Ejfjstem duna ca. las vikIhs do Porto pelo Rri-
pueJFIo. de B^irit, una para Jo/e Ferreira Ja Silva,
e outra parii Au uni da Silva Gracio: quem f .r seos
doni.s pro.i.rein noarmtsr-in a esquina de J^amim
da Silva Salles na piaia docdlego.
*JP" Roga-seao lllualri-aimo Sur. lua de Direi-
to Chele de Polica, que assim <-omi se lem dado ao
pretinas diereutes Subcrc's tiradas a favoj- dos
infeli's do Para : dtamUem a que ogerecep a Me-
za da Od m TeWei.a de S. Francisco, de cujo f.,vor
fi< ara ol>rigado. \
. O seo v-nerador eassignwil'.
_ Luiz Ignacio Coellio Bngfs.
j|P* '-efti^-ie sale.- a inorada do Mno;| dos
Sanios Cardoxo, para neg .rio de seo iiile.es-.-, 0n o
ditosenhor procure na 1 u. da ()..lem Terce'iva .le S
^Francisco I). 10, onde mora Antonio Joaquim Lima.
W 0 ahniko assigna.lo adve.ie to> pivteud.-mes
da casa cita na ra da Concorlu, ou Carino velho,
anniinciada nV.-ie Diario de .5 do corente me/., pal
ra ser arrematada en. praca de 1-1 17 do ...e,mo,' po-
lo Juizo Civl, E-rivo Reg, que eta propij.dade
a cMUa, que se I-lia l.,j.t-.-ada ao annuncianle,
como a le/, ver no Di a lio de 14 do n.esnio mei. ea
dada dab poleca a de 1 i de Siembro do pre-.-ntr
-nno, e nao de Noveirbro, CVU10 por engao saio
trans ripia no coi po da' Esc. ipluia.
Joio Antonio Villa-seca.
%ty- Icilio de magame, n.astro, e cobre vlhn,
pertencenteao R.igoe Ingles Jane Slerco. lis Bcou
ti-asleiido pan hoje as 10 b *y Quem quise.-dar 1 :Ti00.&000 re.'1 a juros de
umenirio porrelo ao met, rom hipoteca em urna
casa de pedra e cal, e chaos prop. ios, di. ja-se a roa
doRaD.elsobadoD.7,a.<'audar, defroule Ja.'asa
das IJivi'Ms Pi.ndas.
W Augusto Cianea Defiende faer nina vapm
a huropa de.x .ndo por seos procuradores bacantes
Clas-en ac tomp.
*^ Adverle-se ao dev.lo d.. Santo Teco, que
a ra nao he lugar decente para i fa.ser nm aclo
taa po Mr isso elle nae-l autliorifcdo paia iccer a
mora publica, rol.erlo cu,., o ,..nlo d'uma ,11a on-
tetidida Rel.gia. Ao meu ver be elle um refinado
l.ipocr.if e fanalien cuno sao lodos os.rapadocioa
peladores de Tercoi ( porofficio ) quanUs veL i,-.a
p.al.cado, o que agora .eprova !. NaO sei'* lo lo
se quuer orar com devuelva a Igreja, q ,, |,e pru.'
pr.o ou na sua casa, ioq..e Dos, mai mtfJZ. \
verdade.ra Religi.5 nao quir violencia, V,,, m-
poslura; ,a, de^racadam-nlc |at os velhaco, qUl
em uella darcm le. .Que ou5adi,i H
liilmigo dos engaos.
JLjT-tas dos Rilb-tes premiados honlem (I.* di) na
i.oie.i. .- insta Typografia, m ra do Collegio Boti-
ca I). 5, e em Olfuda casa do Deslrilmidor, ra do
Borofim.
War* Urna molata, que rose cl.o, engoma liso e
cosiolia.ft diari.. de u-i^ c^--a : na ra da cadeia 11. 61.
t3P* Urnas tabulas de Ramio, lum sen taboleiro
em boro z: ni ruado Jardn. D. a junto a casa
nova.
.WP" f ",H eSiHca nova de excellente pao preto,
fet. p.r'uro da-, in.lliore. m^Ii- d'esla oidude, por
ler lirado ..... pomq ap. riada vi,..dono ; na roa da
Saina Ra uo* a 11. i>. 2 anudar, lodos o das de ma-
nda aleas 8 horas, 00 do 111. o da ate" as 3 horas da
tarde.
yW Una armado da -venda, dois limos de me-
didas do n.oiludo-, umdilo .-ec, una porco'de
gariafas e b .lija, vajai, nina ipe^a grande de janlir,
irhl bil grande de du.-s leixadur.s, e um taxo, tudo'
nno e por prevocoin ..ffdo : a f-llar na pn'melra ca-
sa do Sur. Nn-olo, deti-uiile da ca^a da llellacio.
V3'* Umi preu (|ue sabe engomar e labrar coai-
nlw.o diario de una c,.sa: a'o entrar da ra do Ral-
ge| 110 priuieiro andar do sobrado D. 3?.
fc3P* Sapa i os demirroquim c de duraque de to-
das as core. .,.el!u.ro.-lo pos,iv.l, ,wr, senhora ;
na rna do coll.gio di-fionle de Palacio un uiu labrado
de 4 andares.
cy V'i'de se por junio, ou separado afOegu.in-
les peinas: 12 cad iras, uro caroap, 2 banquinbas
de Jacaranda, urna coromoda, ...,,. secreta, ia, t una
ineifrba redonda, lod.s 3 p. ssa.s rom lampo ^e pe-
dra, e 8 qd dro- grn les. ludo de b -m gd^to^eSin-
leda cdeia ... loj ,le aif.ialede Manuel Joaquim da
Costa adinli iiu, ou in Sitiero*.
r3* m seraa ti-3.. h 40 anuos: na rui Ve-
lh i n. 75.
SCT-;Urna p.rlida de pipi, d'g.;a,dente, e outr-a
d assucar am sa.-os, bar. icas, e f,-ix..s sem despezas de
carreltos, e guindle pa,'.. o en.harque, e termos ra-
loaveis : a b.llar com Cerv,,;i0 Pires Fenen.
-.%.... ..^>v
ALUtalOIS.
i.mLli>e.M urna caaa terrea gran le feila a moder.
na, em bala..l, com.nodos, eJ.om quilla I: na ra
d.colleg,uui,ca deCypriano L lis da Paz, se dir
quem a alug,.
93- Aliuga-ena rua estreita do Rotario D. 33
umaest.il.ana que acomoda 2 cvall... na iwsma Ca-
ia acimia pa veiiier-sa u.u bom cavallo canw.-
doi bauo. ."
FUHTO.
rrco
as
JUO^a se a quem for oTe.eciMi, urna ola do Ra
de Inglaterra P lo v,lr d,. pco Libl4S E ^^
(Fer I o,,ds Sleilm,) de da, noticia dclla na
d Alland gavelba ... 9 defronte do raes da LinKoe,
por Se, fu.-uda juniocqm diversas moed>.s de prala
estapara U-ihiar o descobrimento do Roubo por ser
um ol.jecto raras vezes visto u'esta cidade.
NOTjy^S MAIUTIHAS..
Tahuas das mar, vhtias no Bono da Panambuco,
S
.i-
NAVIOS A CAlflA.
Cara b iavrf de Gfa< e.
A..-.m(,d,,rev,d,deiB,,ca Francn tfftfi
25 Segunda i ,|,.42 m
^-J-T- | 2-,3f) .
> 2D:----- = C-. 6 a
=
Vianda.
t
Pern. na Typ. ja Diario IH3&
.


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