Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03026


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO t)E m5. QUINTA PEINA
I
ODE DEZEMKRO N. 243
DIARIO DE PERNAIIBIJCO.
PlUA|lUCO, 1 Tl-MllM P -I- K.... IUM
PlUMAMHUCO, a* Tve. ra*. P de hn.. 1836.
01 \S |)A SP.MANA-
7 Sepindal. Ambrnin II. P T). au I dosJuiiesdoC.de m. e
del. se-, da rana. I'uidica. Chano de t.
8 Terc >|< \ Poncctran do X. S- Padroeir dn Imp-rio.
9 "aria -. '.rocada V \l. da Th'-/..orara Publica.
U) Quima S. Trasladado da Sam C- do Loreto. Re. de m. aud.
dn Juiz do (' de ni. < de. t.
11 Sexta S, Dantazo I, sea. da Thcz. Pub. e aud. do J. de Orf.
de i-
12 ?aMdn S. Justino M. Hel. de m. e aud- < o Wf. Geral de t.
mi Olindc
13 Domingo S do .idv. S. Luzia- Quarto rain j. as 2 h, c 25 m.
da ni.
Tildo agora depende de ii(K mesuioa. da orna prudencia, moda
racno. e eneren.: continuemos i-fiin principiamos, e tcremoa a-
l<.i.i,l........n adtHi rela enere as Nacoe* riM eakaa.
Priirtonmri .Ha afMM(HM Qtat 4n Hw.ii/
SnbcreTe-e 1001) r. mrntaes uae a.Maulados nesta Tvpnrra
fia. na PraCa da Independencia N. 37 e .1* ; onde .e receben.
corren>iMenniai.leira|jaerindo-e tedie* gra-
tis sendo i'o |>ro|.riasig-naine. e rindo aaaic/nados.
S.l'B!UiiWffl
PARTIDA BOSCOUHEIOS.
Olmda -Todos os das ao meio dia.
lar n'Z' A a""!-?' l?r*-ib"- Vi"" ''" C"nd' Mrnnanjr.ape. P-
aoaaa. < Idade do Natal. I ,Has de Ooiannioha. e Nora da Prin-r
Tfj P**'- Ceaiae. Oran.. I.nperatriz. S. Bernardo
S loando P,mc,pe. sol.rar. Novad g|lte,. co. S VI a '"'
aEEL Srrf"lr0 "0 J"r,,im: nexeranK-bnlTp-r.
Mina- SeKndas ,-eUas le.ras^o meio dia.
>..nio Aula,.- r,|.ia, p.artil fei/aa ao meio dia
.ranhuns. e Bonito-.....dia. e %S do mea ao meio dia
Mores- .. d,a .1 de cada ...ea o meio dia. *"'
?"* K, 'Pwo. c Limeira.-Segunda. Qn.rtiI .
. Seitas tiras ao malo da. ananaa,
aUMMHM
*"* ^^\wfanBjfwaii
I
BIO DE JANEIRO.
MIM3TERIO DO IMPERIO.
enj-Aara
__[Ll u"'eEx.BSSnr. Levei aoconheciinentn doRe-
gme, ero Nme do Imperador o Sor. D, Pedro 2.#,o
Offi. io de V. Fx. em dala de i* do mez'p. p. a que
acompaubar.i o-dos Piesidentes da Provincias do
Pai, e .Mai-nho, e litir-rsos Jornaes, em que se re|-
lalo o> funestos aconiei'iniento*, qoa liveriti lugar no
Para nos dias I f 18 de A,oslo ultimo, e a provi-
dencia^ que V. Ek. te.u dado pao Tundir prompta-
me..te cti) scennos leforca, e com. nnmicoens guena. e riverea aquella infeliz Provincia, em cuja
Capital, -ouiios pontos se tem de-ewvolvido amis
fe o/, anai ilii. ? o Mesrno R.-^eule. inlen d,. de tu-
do^quai.to Y. Ex expqem, Viuia aupipvar as medi-
da qoe lem iou.a>lo, elouva.r a V. Ex. pelo aceito, e
eii.rgia rom ticiote ni'Slra etiipenliadn em re,ia'>ele .r n'aquella
'-oviiicid c..m i uthoiidarJe d*Cofi8tiluico e da-
L- is, a or.lem Puldina, e a s gur,.n propri.ilade qne os f.ciosos lemali barbar.* eatrs-
mente ronculcado; declaraudn, nullo sim a V. E\.
que oG ferno e.st firmem.ule nsolvido-a -mpre-
gar para o mesmo fm todo* os recursos qu Ihe t.o
lierru. ttidd. como se com mu mear a V. Ex. pel^s
compe'en i es lle|>arMcoeiis.
IVos (iu,i,le a V. Ex. Pablcio do Rio de Janeiro
em 4 deNovembio de 1835. Antonio Paulino Lim-
po de Abr.o. Sur. Prndenle da Provine a de Per-
iiimbuco, Francisco de Paula Cavaleanti d'Al,buquer-
IJUC.
CMARA nos df.I'utAdoi.
Extracto da Sesso de de 3. Setembro.
rre.detica do Sr. Araujo Lima.
I\ila a cbamada pelas dez horas da niatib, e a-
ol ando-se pre-enles cimoeuta e ..lo D-polados, o
Presidente declnou aborla a se>sa5, e litio a acta
daauJedente, foi approradu.
OprimeiroSecitlaiio deu cunta do expedient.
ORURM DO DIA.
Contmuou a disiuss.i adiada aobce o i.* arligo,
e eniendas a re>oluca obre a pieleiic*5 de Jo
Hmi iques l'ieese.
Art. 1. O Govern-i fica autorisado pira ron-
ceder Cmpanhia que Jo. Heniique Freese fonnlr,
ern virlude do Decreto la Avembla Legislativa Pro-
vincial do Hio de Janeiro .le i-i de Ab'il date anno,
quatro legois >i.'S iinuiediac5es das oirad.-s que a rompaubia flZer
abrir para cnmmuniraca5 dos Muuii ipios de Nova
Fnburgo e Can1agall com de Macal., e parle as
nurgens dos Rios Marali e Imb, huma vea verifi
(itdo que exisl.'m nenes ditos tugare, terrenos de-
volutos, que pai' |a,| 6tu possaS ser de-tinados. A
compaubia (ica sue(a s seguidles conclicS s :
i. Para medir e deuiareai as ierras que Me fo-
remconcididaa dentro de dous anuos da data da c.-n-
cetafi, a dar pi inripio asna uilura denlio de igual
ternpo, nena de cahir em commissa.
i. Nao be pe miltido a companbia em pregar
escravos na cultura das mencionadas tenas.
.3. A C'.mpanbia ser cc>v-iHer<>d.'! eotno Tsrvt u-
sufrucluaria, em quaulo na5 finalisa as obras de une
fitt menca O upracilado Decr. to de i/} de Abilde
i835 ; e : ib-poisdisso -e Ibe passai titulo de pro-
priedade das lenas.
Ait a\Firar5 pertencendo comparihio os
le.renosHlagajUcos. que, em 'i- lude das obras qne
ella.bIer, se aptov. la.em, huma vei que nao 8ejo
de piopnedade parlicuNr.
Art. 3.* Perlencer companhia quaesqner
producios mineiaes encontrados as tenas q.ie Ihe
Ibiem concedidas," ou nos canaes que abrir, firando
to 'avia sujeila osjdir. it., ai tualmenfe impalos, u
que no fuun. te impuzerem a productos de -eme-
I ha ule na tureca, e s bis e regulameiiio do pai a es-
te respeito.
Arl. 4 H permittido rompanhia tirar ma-
deira. pedia, cal, efe*, e saibro para asJobraa
da(sua emprejii. nos le renos devolulus.
Arl. 5.* Fica i-entos de pagar direitos deim-
portacaS o barcos de vapor, machinas eimliumena
l s;de ferro e;o, que a companhia intioduzir par-
os Iiabalbos da sua empr<|. t-i., senca fi.-a.
seqj .(eiio Mnipreque se proe fabuso por parte da
companlii.>L
A>t. 6. Os gneros que'a companbia cultivar,
e os qu-j forem cultivados p- Jos colono- que' ella in-
IroduJ as quatro legn de Ierra que Ule fica con-
cedida*, nao pagars ditimo nos primeiros cinco an-
nosj entilar dofdia emjque forem o copadas pelahnes-
ma compa-ibia.
Ai t. 7.0 Fica revogadas, ele.
p ico da Cmara dos Debutados, 3 de Agosto de
i835. JnaS A'.Unio ile Lenios. A. J. eL-S-
Sli. H-nto de Oliveira^'Riaga.
OSr. Odqrico Aleudes disse que a emenda do Sr.
SousaMai-luis, que exige se-s. uta casaesf de cinos,
Ibe parece mui Forte, p,.r is-o off.recia boma emen-
da pa.u que em lugar de sessenta casaes de Colonos,
se liga Irinta ra-aes, ele.
A emenda do Ilustre Depnlado foi ap iada, e en-
trn e|ii discussa. /
O Si. Rodrigues Baibozaem sustenlaca5 do pa-
recer da Cominissa expendeu differentes raze-, e
entie ellas a de estianhar, pie hum Depulado que
se l^via opposio ao i. aitigoda resoluca, o livesse
feito declarando, pie deslava tei ilbistraces acerca
desla materia ; mas q,.e elle Depotado pergunlaria
Cmara, que illu-traqes tiveraS oa Deptados a
respeilo la Companbi* do Rio Doce ? .. E nao obs-
tanteoiHO seteiem lado aceica desta companbia,
algumas se pnl,.ii.5dar a espeitr da |Uella deque
se tratare tnd. le Jos Carneiro da Silva. O lluslre orador concluio
vo|ando pelo parecer da Commi sao.
OSr. Vieira Sonto renulteu mesaba segu n t
emenda :
A' -egunda condica do artigo i. do" projeclo
N. 317, .iccawaente-se : nem aos colonos por ella
introducido. -- Vieira Souto.
O illu>tie Depulado sustenlou |a sua emenda, de-
monsirandoqne a ha\ia apre-entado, para que se
.prohibamos colonos terem e-crvrs dmariteo em,jie-
fn que tiverrm iu companhia.
OSr. Rodrigues Torres fallou a favor do p-imei-
ro artigo da resoluto, demonsl-ou que as conces-
^oesquese f.Zem.a esta, companhia, e oulres. era
bur meio le promover a cdii,*.p 5, que lano
Depuladosd.sejava. para upprii a falla de biscos
em nossa agrieultota.
t O Sr. Moora Magalbies par. esclarecer rnaa
arliena respeilo das I. goas qoad.ada, e tirar todo
equivoco, lemetleu mesa a segninle emenda :
Dga-se : quatro sesmarias", cada huma de hu-
ma legoa quadrada. >.
Foi apoiada e entrn em discossa.
Julg-ndo-se d.-scutida a materia, o artigo primei-
ro fi approvado, salvas as emendas.
A emenda do Sr. S^ija mirtina, p.ra a.# rta-dg
em lugar de 4 lego..s anadiadas 8. regeiioo-s-.
O paragrapho auditivo do_Sr. Souza Marlins, ~ur
leclara que a concessa das Ierras he f.ita, com con.
dieao de lerem povoaAt por sessenla casaes de Colo-
nos Europeos para cada legoa quadrada etc., fo' ap-
provado. '
A sub-emenda do Sr. OJon'co atenea ficou pre-
judicada. ~
A emenda b. Sr. Vieira Souto foi approvad.
Entrouem discusa o artigo segundo, e foiap^
provado. *
Pnssou-se a disculiao arligo terceiro.
Foi apocada huma f-en-la do-Sr. Henriq.ir. de
Resende que dclara Exceptua se os diamantea
etc.
Foi apoiada outra emenda do Sr. Figueira I,.
Mello, qu. ajeriara : SupprinaS-se as paUvrM
as ten-as qu- Ihe forem concedioas, etc.
Dndose por di-culida a maleria, f0 approvado
o artigo terceiio, salvas as emendas.
Nenhuma das emendas fui appi ovada.
O artigo quarto oi apprqvado, e pa-sou te a dis-
cutir o arligo quinto.
Foi apoiada huma emenda dn Sr. Baplisla Caeta-
no. para que afvncessa da isenca dos reiioa de
mp'irlaQa se ja smenle por cinco anuos etr.
Foi apoiada huma emenda do Si. Vianna para
que a i-euca seja por oity aunos, contando-se do dia
em que se contar o privilegio etc.
JuL'stiddi-se aiscutida a materia do artigo 5, fui
deofferecido votaca, salvas as emendas, e ap-
provado.
A emenda do Sr. Bapli-ta Castao, foi igualmerf-
te approvada.
A primeira parte da emenda do Sr. Vianna, fi-
con piejudicada, e a segunda approvou-se.
Entrot em liscussa o ai ligo 6.
Foi apoiada huma emerada do Sr. Kei reir Fran-
ca, para que se diga em lugar d<- 5 anuos, i-., etc.
Depois de alguna discusaa o Sr. Ferreira F.anca
pedio I cenca para re rara sua emenda, e ofifWecer
huma emenda de suppre-sa a este artigo.
Foi-lhe concedida a liceuca, e apoiou-se a enven-
da de suppre-sa do artigo. a^|
Daudo-se por discutida a materia, a emenda de
suppressa foi offei ecida a votos, e nao passoii.
O artigo 6 foi posto a volado e approvado.
Foi apoiado o seguintearligoadditivo do Si. Fer-
reira de Castro.
Os Colonos lindo o piimeiro anno de residen-
cia ser5 considerados como Brasile.ro naturaliac-
dos, querendo. rerraira de Castra.


*i#xw***^
sai
mm
i i
Entrou igualmente em discos-o o tlio add>tio
olerccido, esposado na iessa6 anterior pelo Sr. !ou-
(.1 Marlius.
OSr. Feneira Franca rmetleu misa o seguin'e
rrquerimenlo :
<( R,qurir.'> uiir-a resoluc.,6 que 'benita a navega-
cao cosilira a todos o.s estrargeiros, assim cnv> S'>*
narion.ies, i j.i lomada em consideraeao o mmo
tempo que o artigo auditivo de que se Iota. Foi
apoiada.
I). pois de a'girm dbale S'bip a nurteiia, o $'.
Soua MartHis "v approvaca da (.'amara, retaron
o sen ait;go*ddiliv<<; ecMilinnoo a acuasa ume-
ro.ntesobieo arligoaddilivo oflert-c lo peh Sr. Fer-
reir;i de Castro.
Fai apoado o seguidle artigo : O G verno fifia
aiitoi isado a comeder a c.-ta companlia o privilegio
exclusivo da nevegaga.por %apor p. r espaco de >
anuos, da embocadura do Ro Macab? em direitnra
para a Cidade do Ro de Janeiro, e desta para aquel-
le porto.
Art. fim i evocado o ai tipo A da lf i da A-sem-
bl* Pruvincial do Rio deJanein.de ii de Abril de
1j;>5. Salta a redaceao. Carneifo Le-i
Como ttvosae dado a bora paia se passar ou'ra
parte da ordeiu do ala, o Sr. I3pii-la Caelano pro-
pasa urgencia parase continuar roma di cussaS des-
te ol.jecto. A urgencia, proposta sendo apoiada e dis-
cutida, tui appiovada.
Coni.uoii se por c< nsegiiinte a discu-s-o.
Fwi apando u siguite artigo addiUvo :
Fica revirada a disposica do ai ligo 4 do fteneto
cima mencionado, ra parte Relativa conces-aO do
privilegio exclusivo de navegaca por v^por, da Ayz
'Jos > w.,.-i j. P.^j-,;!- -,-.-s p .;!s' do !'.a erio.
Salva aredacca. Bapiista Caetuno
D-:pois de huma longa di-cus-., em queo-Sr. Vas-
ronrenoa foi de voto que n. se devia peimdlir ios
stiangeiros oconiBificio i!e ca')uiaein, nem l9 P0"-
co a uUurahsaca dos colonos, ju'guu-se a nulerta
di cutida.
O Sr. Carneiro Le. retirou a segunda paite do
*eu artiga additivo, tom appiov..e-6 da Cmara ; a
posta a votaca piiroeira parte, Foi ng-itada.
Oiferecido a voto o ai ligo do Sr. BapMsta Caetano,
foi appr**ado,
O artigo advtiiivo do Sr. Fe.reir* de Castro foi i-
g .ia1n,en!eppiorado, nftnoa aplavra querendo
que se reg Itou.
Deu-se por fio da a discussa do projecto, o nal
foi adoptado, e, passou a Coiopifss- de itdaccacoiu
I emenda approvadas.
CoiiliiHK.u a discussaO sobre lenaas; e dala a hora
foi a impiiinii rom urgencia o parecer da Coinrasa
do orcamciiio.
O Presidenta deu pra ordein do .ta 4, d t reiile^
pioTCio-i, r Ifaiiiou a s<-s.sa depois das 3 lloras da
lardr,
INTRRIOR.
k3U\ Mage-oade o Imperad- i' acompanh do do Re-
gente em sen notne, dos Ministros e Sgtittaros de
Estado, Genti.s Moinens da Cmara, Vndores, Gran
desdo Impeiio, den audiencia de aproentaca no
Paco da C i Ja de nodi-Teica feira a do coi rente, pe
hsil horas da manhi, au Sr. Joaquim Antonio de
MgilliVs, que vem residir ne.-ta Corle, na qualida-
de de Enriado extraordinario e Ministro Pleutpopvn-
eiariodeS. M. Fidelssima a Sen hora D. Mura II.
O mesmo Ministro recilou o discurso seguinte :
Scnhor. Tindo me S. M. Fidtli.-.siina feilo a
bonra de nomear para Jesidir junto u V. VI. I., na
quadadede sen Enviado exlraoidinario e Ministro
Plenipotenciario, venho boje coin a maior saii.-fdia
por as muSs de V.- M. I. o titulo coro que a ine-uia
Augusta Senbora se digriou nomear-me, para ser co-
ihii taj acreditado sobre a ielaca dos dous povos, q'
lendo a fortuna de srrem Constitu icnalniente gov. r-
n.idos por Soberanos unidos, em piincip'io, como em
angue, temiem corn huma foi9.1 irre*i-tvel a e.sliei-
tar cada re mai< os viurolos da sympathia e dos
interes-es que os ligad.
Ningem melhor do qe V. M. I. condece o sen-
timchto da fraternal amizade de que S. M. F. Ihe
ionaera, > a anas augustas iimas: o vivo iptereste
que nti'.re >elo .-.en bem estar, assini como, pela pos- ij
peridade rw Imperio do Brazil. Servir porem de
interprete deMes sentim-nlOH, junio pessoa de V.
M. 1 lIM primeira, e huma das mai^ importaiiles
obrigace-da lisongeira commissa, de que 8. M.
F. se dignot encarregai-me, em desempenho da qual
no-r.nmpie assegiH'ar a V. M. I. que sua angosta
ir mi tewi igual de-jo df c ncorrer quant" possa pa-
r Ia6 saudaveis rins; que o Govero de Portugal
laa^dispo^ices da maior cordialidad* pa* mibc
Governo do R< av.il; e que a Naa5 Poi-togoa n .da
deseja tanto, como v r por huma vea consolioadas a
pae e amitadeque exi.stem tW ella a brinia Naia
Braiileir, dando assim occasia ao desenvolvimenl..
das solidas Tantagens q.ue devero seguir-i-e para amb s
dastride o'.Mi-vaiicia dos principios de mutuo re*-^
piito, de josi'icae de candna, sem os quaes. a.sirn
como nao Ha Go*emo possi\el; fanbein n-5 pote
haver unia6 firmee dor.-dou.a. Es'a ingenua a ser-
ebefiar elle me falt.' ostulcntos neCf.ssaiios, sobran-
me fran(|oeta, a verdad- e a frmela ; rVH en, .-e.
ro.respon.lendo ^ m'ni5--s de S. M. F., poder 1-
RIWn.ente m- recer a boas giacas deVos-a Mgesta-
de Imperial. # v
1 (Co.reioOfncial.)
(Do Jornal do Comercio.)
O Brazil actual e a Licia ti ia.
Paiu o bomem que ama de roncan pat'ia "o
ha fmte de maior s paie.e-, do que v-la mar.har
.apida na via dos m-lhoramentos e -eguir ce.te.ra
a tendencia que pode I. val-a ao fim que pn poem
se as associa^6.'S humanas. Redrob.lo-se e.s>e> p.aze-
res par que se multiplican os piogiee-os oMuios:
,. a alma do potilota ailonfiaiido se para o {jirom as
pievi-HS de prosperida-!e f g'oria, que para a pa-
tria locura, se embeveie em exta-is^le mbilo-
que a vntura paliM he a ventura do patrio-
ta. .
j E nao t> r o Brasileiro etnlniMasta peb) seu pan
cousas niaaiam.-ule poderosas que Ihe'produ/- ta^s sen
.i:-::'. ? ^o dalos para prever fuluio- m< lho-
ra'mnios ? Lancemos visla d1- lliospelo patea lo, con.
bin-mol-o com o pcs-itle que dar nos-bao o qo-
dro do fu I uro.
Ilum p-ii doplado pe> n-tiueza de pr..poi<;oes
que podem fazil o o-copar hum potUo mui distin-
,to na escala das nac&es ; que necessitava de cuida-
dos que d-sem tendencia pr'-6',ua>#.aos ehnirnos
q.ia coniinha, sop ado pelos p econceitos. que .n'elle
mp'amra huma eimaco inropea cuias mximas
itrio bebidas as institu. 5-s feulaes, nenbum adan-
lamento apresenlava que pudes-e goirar futuros li-
songeiio* que immabi-ado sob a iioidade do drspo-
tisrno oela-ieiio que qunense lomar eea media-
lamente comprimido. Mas i poda o espirito an-
tigo predominar na America no secu'o XIX ; e a
pK/.ar das profundas r..i/es que mais de tres sec-
los avignrrio, o espirito n. vo, forte pela causa
q.ie s-ivia, poi- servia a cau-a da hnmanidade, enr-
gico pela sua mis-io oto dar-Hm haiuiou qn* o
pt em vaiillco.
Seu apnarecimento he o fa'to que o-n,.s de
progresso apresenta lalivnte*. Apenas apparecido su
lijugou indo a sen iropeWo, anda que appar>nie-
mente que na> ai o amigos preci.nceitos iad< ados
de deseiithroiiisar em hom dia. Merecen applau-o
f, adhesio uiiiversaes': mas es que a elle nao sin-
ceros se haa .-ubm. lido forio-o desamparando, e
lenuio-se sol) o pen-amenti que d'antes'4>s I (50-
va, e, como dora sor, em grande niaiori*. (!om
ludo nao oiisavio detuiil-o de p'ompto, que e*a
era obi a sobre difiicillima impossivel, pot que era
elle o representante das necesidades do t"mpo,
exercia-se a prol dos dislinos humanos. Wso era
senbor do terr. no, no tinha pois triuni>ha lo : mas
piiergco puf novo enei gico pela mS"io vinba pro
em h--i, no polia deixar de ser ggn-s-oi.
Nio buoi( miler regar e rom o singue paia a-
vgorar ; nao liuiive misier lula poi fiada pira su-
hjger inlelligeucias, fcil poa Ihe pareca a victo-
ria.
Filando liaidido o alvo a que aspiava ebegar,
com a lona que Ihe dava o vasto pensaun-jilo ijue
tinha m^-o de realisar, pr-.g-edia minando p.-la
base as inslituici'S p diao servir-lhe de trop,o :
i- no i-iilaH'o ipie assim (BarobaFa, e laborara a i-
d4 que deiie a ser o piincipio predomina do depois de s ces.
I'.ssa poi ha bunn das mais ilutareis nos fictos
Jiasileros nao eslava |o|ige, pois arhavio-e esgo-
lados os recursos que poderio retarda! a : ueubum
coniingenti; contnhio em sen seio as insiiluicdes
d'oiilro lempo, que podessem offerecer ao prog es-
so do p-iii deviao des.ippareci r ceJondo o pas>o s
que mais moraes fossem, que melhor seiviasem a
can vi da huiu.uiidade.
Era enlao quaudo ja inum ras vaiitagens havia
ob'ido sobre esses |iiin pios que huma especie de
reepelo reiig oso obrigavj 4 prcstar.m-llies trenca,
a esses que si* livsm no pasado.
Por ni"nto, qoe o lianaviaisem nem mesmo a- vania-
j-n- conae^ui las o,Jj<>rio. menos r.eutU>o, meno
prudente ; e com a mesma neigia proseguio at.,
a anniquilacao dos obstculos que encoi'liava. : e
foi a'abdieatao a.deilaracao da victoria !.
E'poclw nova coroec'a : e eia ella menos cres-
pa de difficiildr.de.-? anda que Itln do mesmo ge-
nero, diflicullades'de igOel pez existilo. A parte
que tinlia de C'-mbiler os reatosapfSOS, que apr-
senla vio sua missio era o ganiadra.
Depos e d s.-Iasofcidos- os fados, deppis de a-
balado os elementos tud '* da aclividade polica, era
misier haver grand.' circunspeccin 11*0 irabalho di-
licado'de co.irdenar e-Ses elementos, e dar-Ibes ten-
dencia parifica que huma vez movidos se emba-
iera e d'esse awWgoni mo uasce. o perigo do" dominio
exclusivo de hum que subordinando os oulros todos
sua infl inicia Ibes lira a accao benfica, que po-
dem ter hauionisados ; e a precipita9o he o faUl
rorollario, que d'.qui e apre.-ente
Era ftiister pois nao deixar-se fasiinar pelo brilhan-
I iso.o do ti iuii.plio. Evitar huma acliT.da.le- desre-
glada que resv.la preeipilara : 1 vitar a inercia que
degenera em mmnbi'ida'do era a larela que nascia da
nova posigaS. Felizmenie paia nusa palriaeila f i
desempenbada : e todas as v.lleidades ou letai dolaras
ou nimiamente apressadas viia-se na necessidade
imperiosa de alar-se'anle o inleiesse social que |ur-
do das circunstancias manife-ta to no Acto aodicional
nssa Constituid"0-
Foipoi ha em qu- vei dad<-ii menle verera5 se to-
dos os elementos ao el-meiiio polifii* : todas as intel-
ligencias n'.-lla achav -i- pbtstfidnMe hom m5penas*
ment que hors a iodo> os ootros icforma da 01-
gsneacao soeial !
Forte era e.-sa *:eoew'qo jo le excitar "anja a-
rtividadeem todos <>s p-nto* d- aphei a soi a!, (|Qetm
to.h.sos pont.ssenti.i'-sesua nece-.-dde !
F te n carcter saliente nVsse temp.. coja verifica-
do hef-cil de fa/.er-se. Foi i'porha de movimenlo,
deviifa. su ^mmente activa': masque n.ovimento
era esse ? qual sua tendejic ia ? ^
Nanea o espirito de assoraca WiVV&H nos impul
so ta poderoso como 11' ssa qnadra, nunca mais as-
ocac6>a I i veAos ; nuaii M*t povoac-s formraS
Siles socitdades, *inda qocoin dilfcrectes denominaj
cs, anda que- disc epam ia tioiivesse na concepcau
mais, ou menosampla da n-cejsidaile, todava o firp
a que tendia era o menos: era o pensamento refor-
mador de iiosBHs leis organices, que as roocava em
perfeia idenldade. Foi-a pocha da nstituiee da
Defensiva qoe da Capital do hnpetie deu impulso aoa
otitros pontos, e a quern a pati i& lano deve.
Mas. ^ que tornara-se boje ss>s associaces ? j
riso exfstem Fora, como todas as assoiuces, crea-
das por hu.m pensamento grande e foi te, Gibo d.n ne
.es-idadis. Mas desappaieceu o pensanjeiilo, o dog-
ma Commum soh qoe .-.. instilnia, o>tr- lambem
dcsapparecer : e se algunias anida exi-:em he pelo* 1-
felo nicamente da vibracJ.5 final que reta e gradu-
almente se amrte.e depois da forca exlri. la : e a
mesma Defensoras, mais VSSta que todas, qU1: as sym-
bolisava, parece j ii' existir, p< aprsenla que-deponli de ua exslencia. Nao poda
ser de outra manera ; prei-n luu sua missa : naO
existe mais a crenca, in pode existir as.-ociaca.
D'-miiiio-se pois ; e se continuar ser misier que des-
vair de fins, mas nao sei rnais a Deicn ora.
El poisesgoiada a loica que di va mnv miento as
inielligcucias. Sdiidosde huma pi-cha de aclivida-
de, busca osemiiitos hum ri-pouso para darem-se a
norotrabtflho be o estado em que nos .citamos o de
hum ipia-i lorpor. prepara tono ndi.-pensevel para
recumeca-lo em diversa direrca : h este o ensejo
mais opporluno que pi dem os paliiotas deparar para
liuma rej'orma mora! da cmidicuG social. Mas qual
ser alende ncia ques-devi dar a os espritus ? 011 li-
tes, ; qual seta a tendencia yedeva tomar necessa-
riamente ? Eifoque cumpre indagar a fim de auxi-
lila, e piomove'-a.
Os esorcos da Filosophia moderna, (pie poem o fi-
lo em dar humanidad* huma tendencia proveilos,
e auxiliar sen progiessos. lem sido constantemente
empregadosem balar 11 elastero de oulros. elementos
que ja Ihe nao podem secutis, e e.-tihelcer o predo-
minio do que maior contingente pode offerecer-lhe na
actualidade : e esse eUmenlo humanitario a que bus-
ca-se dar elevaca sobre todas as cathegorias, he a in-
dusti ia : be a industria que torna-se o ponto psra on-
de converg-m todas as bollas dos planos que a prol
dos destinos da humaiyiade se iiaga- fie ella que
pode dar diseca p.tilica para o maior grao do a-
pei fuicoamento.
Cumpre ai ranear nossa patria do reiardaniento
em que existe encarada por esta face, e colb'cal-a na
grande estrada era que sua marcha seja mais pro-
gi e-.-va.
Depois das fadiga* que as lidas polticas lem causa-
do aos eipiritos, depois de hjver.uos consolidado de-
finitivamante, ao mano* por hum eapaco tongo, nos-



1AR* IH PRNAIUtl
<
S^s mslituico.* orgnicas, .eleva atiende, moslos-mei-
os de avigorar es* .* insi.tuicQgs e doaintolrer >s ger-
metis de properidade que p-ss.limos.
. Promover a animaco da industria auxiliar sen
deMavolvi.iiMilu tal o pensa.i.e.ito, que anhelamos
Vf asse.ihoreado de, lodas as intelligencias em nossa
j,,tru tal o principio caja maicrialisacio deve la"-
!' o anhelo do patriota, deve fazer a venlura-da pa-
tria. r
E sera verdadrira conopco deque a tenden-
cia dos .pintos no razH na pocha que apenas en-
eta.no. deve se. irfduslria ? paiece no inconlio-
verso este ponto.
Ditas erao s necesidades, que se faziu sentir im-
periosamente reforma-poltica e seo enrollarlo,
dsiuvolv.mento da mdusl.ia era ampia escala erao
estes os dou> degiaos porque tinha de-elevar-se nossa,
civihsayau; que o utios nelles secoinprehendem
ou 6arr>oa -io a exprsalo, esumem os progressos
de todos. J se nao ap.esei.ta huma dupla necessida-
de poique a primura fui salisleila ; resta sati>fa*er a
segunda.
Depois de rinda a fe.tilidade de ba pen.aroento,
que ludo auiijuga sua foica, depois denlo poder
oflerecer contingente algum para i uselhot menlo, e
n.esmo anles de sen desappa. cemento; a gons virus ja
se d. scobrem do priu< ipio qu vem subaltuil-u que
na aniuquilacio de buen u out. > se levanta.
Eqoal o principio, que comee* a tillar os >s-
pi ilo bojts que estamos em uaelividade ? a industria.
He industria < m dunda que os va. airan, ando do
Punto onde pa.ece lelel-os bu.na especie de imiBubi-
inlade; ja se nolaoalgumas associaies formadas para
n-iveg ..,*. j o,bsei vu-se plann*y, e unirs
empreas ludu.H taca fracs aiuda, mas que alles-
uo u niovunmio que val romee*.: asim pois dei
ladas a, lides p..!ii a-, que abala vio a t agora os f^-
prilo, vaj aiuduaiii. ohter a pr. enjill ncia ella da:*
ra loruia e cor a cpu< ha qu ionice... I
Eil-o o ado campo que *e abre para n'elle pe cor
reram eaudseaMuo.,, que ide.itiiicados com a patria,
em p.ego-se afta nosos em prom.ver seos progressos :
ampia maten* s.- i.l^iece pr., sae.ar essas aiutmtv
homos.s, que bus.ao itifaligaveia meiecer por seu
fetlos o reiouqei iro. nto, e beiic>> d seus coucidadi-
us Eessas qqotes que peta dicussao, trate die-
pula ero agitado sobra lumias gove-nativas va -er
substituidas por p.ob emas industrjpe. Compene-
l.eni se poit. d'Vaie pensameuto o e-p'iriies, que se
dcvlo patria.
Puieui minio, germenabrange industria. Ma-
ia que huro elemento distmcio he ella o frueto dleste
g.rmus desiiivulviJos, os resume n presenta : *0i
piogiessos que ldc ter, eos melli trmenlos que p
de tlrer dependem absolutamente do gio de iltus-
tiaco dehuee naci. A pardasluae^, que derra-
mo ditTuude-se o couhcc.mento dos mteie.-se* que ai-
inullaueatueiile ao muividiio, e a as'oc.acao uiais pi.o-
cuossejo. Jluina n-cio tilusliada, coi p.ssil)ili-
dade dti coriheccr as prtclhes que se fa-em mentir coa
posa.bidade de peieuai as causas, donde ongem tra-
lem et5.is peoiakVs, a prupoico ()U fufen, appare-
'.ci.uo, ir-diea-lia eppticsndu ieius q-ie as anoiijui-
ieis), passaudo < ousiaute por formulan sempre mai.s
perleicoave.s, com que nu u. le o mieivallo, que as-
pala do pomo o mis prximo au aperf iooa.nenio.
He a illusti-aco que emne ii.Bueucia potUio.sa solne
o.s fjt-imet.s de pr.-spendade, e valeiili- stpulsu ella s
p le dar-lues.
Dve poi* a iiu,traco auxiliar aindust.ia. S
vastas atociatjrf, i|ue ui0 individualidades pu-lem
pi-oduaii resultados vntajos'.s em no.-'s'is cu, unsta'n-
cias acluaes: e o uiln que p,.de coiupenetjar no eS-
p.nto de nossa populaco u conl.ecimento de'eis ver-
uadeiros uileresse.s; u mUvel (|ue pode iropellil-a a
formar associ.ge qua.s exige no-sas necesfldades,
be a dissemi.Mvo d.-sluzes. Assim tetemos o prazer
de ver o i^n-scm.anta d'esM! etpiriio de asociaco a-
niniec^do: cum diversa tendencia, com dive.sa op-
gamsa;au, multiplica. -s..-liio as sociedades, ouUas do
que toio serao industriaes : este sera o pensa-
menlo, que as hade formare p esid.r. Am conse-
guiremos plantar a fto.alidade pnbca, cujaauseucia
Jie somente devida a falta de lusas.
L*ucecn-se osolhos p las scenss, lugubies a mor
parte que em nossa patria se apre.enlao, e busque se a
causa ds fados que ahi apparecem. Es>m alalos q.e
coiistantemenle dao-se machina hre lito de mmlar as liases da aS iciaco, de collocal
a em outras, que mais'auxilieui aeua piogresses, nio :
tjae nobreemper.hoque dao-se almas grandes infla-
madas uo amor da patria, entusiasmadas pela previ-
siude liu^n futuro de prosperidad*, esse'no se lem
inaiulesladu em nosso pai/. quando taet abalas, ap
pa.ccem que plano igual he o producto de exten-
sos conhecimentos, de vastas comhinaces pi ol da
caua da patria ha elle allam-nte moral, p que se
nao compadece rom o wiaettr d'ess.s eampiies, que
-
s ailendem as inspirsffies do egoaino da immo.a-
lidade e \ioftlzcs que uchso huma populaco ig-
norante !
Illustiar para a industria eis a larefa imposta
a.is queao dominados pela dt-voeo .pat.ia Nein
ella sediliculla qu tal he a tendencia do espiritos,
qweae cnec.io a>gitar : todos os planos, t^ias o
cuncepces apresenlados devem liaze1 este cunjio ;
ella he a condicio com que de Ora arante dislilbui
seusdonsa op'ioio publica, quesvn guardara o sa-
grado epicheio de para aquelles que apaixonados e
inciimbirem d'esa misso gloosa !
As A.ssembla Piovim-iaes, a quem a sobcranisa-
(,o quasi perfeita qu.mio a os negotio peculiares dt-
cretada no Acto addicional lihei too das peas embara-
cadoies, qoes [f.io, compete-Ibes desinvolve sens
p<;der--s n'esieci.culo; algumasi lampejo de.lo de
feliz agoiro : a da nossProvincia mtiecei-no-ha es-
pecial cou.sideracio.
(Do Nova Farol Paulislano.)
As pessos interesadas nos Auclos abaixo declarados
vindosdo Hio de Jam-iao oiii)ao-se si Administra-
cao do Correio poradepoi de paga, em os respet ti-
fjrpo< Irserrn icmeliido a HellocA dea:a Po-
vincia. *
Aurlos entre partes Miguel Ca.neiiod- Cunba, e
niHos, com a lasenda Pu-
blica.
Ditos > Juie Francisco I'into Juima-
i-aens, e te. naidiuo Antonia
I Domiiigues.
^' Anua Cordula do o.axjio de
Je/os, e Theodora ivlellu
Cqitiuho.
Di'ys Joio apiisia do Reg Caral-
canle, e Braz da Costa d
Medeiros.
CORRESPNDE^CIA.
O
GOVIfiHN) da PKOVINC'IA-
Expediente d dia 9.
c
Snri. liedactetfi.
Fficio Ao Commandaiile da- Arma*, para
expedir as convenientes ordena, a (m de que oCa-
pito d'Aflilhe.ia de Linda Fernando u Costa, que
do Leara sabiu com destino para a Corte a fin de ser
jnlgado pelp mine de que he aecuzado, responda a-
qui a ('onseldo dfGnerra, para o que se remeti com
este o Conelho de lnVestisa;ao.
Ao Directa.-do Curso Jurdico fPOlinda, invi-
ando-lhe pa. sita sriencia a copia do Decreto de 25 de
Satembru du cu. rento anuo, que Manda executar a
Resolucso,da As>embla Ceral aulho. isando o Direc-
tor de qualquer dos Cursos Juridioos para admXlir a
Manoel Pinto de Miranda a fazer exame de Geome
l.ia, e libem das materias do /. auno. V
A Francisco de Paula Cavalcanti de Albusjder-i
que Laceada commumeando Ihe para sua sriencia,
(|ue o Regente em Nome to I operador por Decreto
de 27 de Outuhio p: p: o Nomeioo Coramandante
Supeiiar da Gua.da Nacional do Municipio de C01-
aflrtai
Ao Administrado.'do fJorreio, reenviando Ih
0 rei|aerimento (jije o Em prega dos do mesmn Cor-
iaio derignam ao Governo Supremo, pQdindo aug-
niento de ordenado, po.- nao estar as attribuicoens
1 o mes.no (i '< rno o dele ir -os Suplicantes que de
vem dilectamente 1 ecor/er a A.ss.mdlea Geraf Legis-
lativa, como din o Avito Impr.ial expedido em 29
de Oululiro p: p: pela Sectaria de Estado dos Ne-
giiC^oS do I n| ei 10.
A Alejandre l.uit de Araujo ; dizend-|he, que
o requei imenlo que di. igiu ao Governo Supremo nio
pode s-r deferido pela* razoen* expendidas no v'uo
expedido pea S-crela.ia de astado dos Negocios da
Justic ero 3 de Novenidr. p. p.
A lodas aa Cmaras da Provincia remelendo-
Ide a Pro.i.m.ivo du Ex." Regente que publicamos
em nosao N.*
Ao Consol Portugus, dizeudo-lilequeo Com-
mandante doRtigue de Goeaia de sua Nai;o pode
comparecer 1.1 Silla do Gove.no 110 dia 10 au meiu
dia.
Continuarse- .
DJ-VERC \S RE^ARTICOEMS.
MEZA DAS DIVERSAS RKNDAS.
A paula he a mesnta do N.* 257.
O
COHRKI0.
P-tquete Nacional Leopoldina de que he Com-
11.andante o 2/ Teriente Francisco Candido de Cas-
lio e Meriezes, parte deste Porto para o do Rio de Ja-
neiro, tocando nos da Ba-hia e Macei no dia i5 do
correle : (juem no mesmoqoizer ca.regar, ou bir de
passagero, dirija-se i esta Administraran recebendo-
>e carga the odia i3 em rasaS da conferencia que ha-
de proceder a Mera das Diversas Rendas : as mallas
da carias fe.xad-.se na vespera logodepois das 0 ho-
ras da noite,
^ O Bi igueLia5 recebe a malla para Lisboa no
dia 12 do correte as 5 oras da tarde.
jt^ O Pataxo Born Jess CapitaS Luis Mar-
que* sai pareo Rio de Janeiro 110 di s i7do correte.
%W A Sumaca Felit Destino recebe a malla para
a Rihia arnanhla (ti)* hora-, da tarde.
^aiNSLi.T\NDO certa Aulhoridade Delega taria ana*
'l'heologo sobre cazameuto, que u nosao V'ega. 10
ten. jurado pela Esiiga annullar, leve a respoets, ae-
i guinte:
O calamento li millo ; purqu assim o achci de-
cidido na exceilenie ubi a do Theelogo Joio Lati a
folhas ditas, era que estudo. O inda naa calenetl de
Novmbro doanno 7 da ludiccao Fr. F.
Ah Snts. Iledactoffs se -esse pausado ni A>-
semb.-.i a Le i para se fazerem os Matrimvnios na jire-
zenc,a dos Juir.es de Fas, nao ha ven a de certo bum tal
.1 ... ,.,',..... m ,...;.,.:. 1 a. :* 11... -C__
u.D-----^v. uv u;js,v.jv SiiSi !o zsnr.i.
O Juia fE.NSAMENTOS VURAES.
Anca dos de procurar se uso commu m pelo mun-
do, fo'g'iu.osdeacha-lo nos lirios. Parece nos multo
recommendavel o genero de L Bruyre e La Roche-
foucaull -, mu tos domens, que, Ostentando Mande
sab.r, pieieudem dirigir otoutros, deviam apren-
der ali primen o acohlieipr-se, con igir-se, egwve liar-
se a i meamos. Viro.- iiiim nova ed a.-ao da eellt-caCo
de pensamen I os de Molltvaul; o gosto, a delicadeza,
ea li losolia brilbam lA irraior parte da suas sen te ri-
cas ; pnr.i dar a uossos leilores urna idea do mvrttneii-
to deste opsculo, transo, evemus alsjumas das auss
in..xima-.
Confiar u'aquelle por quem fomos engallado,
imprudencia em negocios falla em poiilicr nstesuni-
dade em amizade.
Nos combinamos todos em pensar que adesyr.ica
lem duas causas ddlerente-; para osoutrossua im-
providencia, e para .oso de uno.
Aquelleque por modestia nao sollicitava bonlem
mu e.nprego, ju ga-e au nivel d'< lie j no dia da su*
nom-acu, e no seguiute julga-se supe.ior.
Asocieda le piesta aus vicios urna appai enca a-
mavel ; a aotidao da as vii tudes urna casca dura a gros-
seira.
A roulher que falla sempre doaeu amante i rndi-
ciela, a que nunca falla de I le nao sagaa.
Ninguem tosimples quedeixede notar o amor
piopr.o dos uulros, inm ta^ babil que pussa occnllar
useu.
U Conciliador para fazer a pas entre dous amigos
iudisposlos precisa de menos efuieos, do que babili-
dade para nio ficar mal com elles.
A honra d'um pat de familias o uni.< dos aeua
den.-, que na del anca pnssa iuleii o a Cao a um d.-a aeus
iilhos.
Vem-se amigos irecoucliaais para toda a vida
tro < oi.sequcm ia d'uma questi", aojo objtetij est,ua- ,
cem passados poneos das.
A roaior parte dos homens lem forea para suppor-
tar as p. ivaces que podem oceultar ao> outros pa-
rece que oe.-seucial nao e ser feliz, mas parece lo. <
Todos devem saber que o auctor que acabou urna
obra, e o amante que vai casar nao consultam para
uuvir, e lomar um parecer.
(Do Diario da Govemo dtLiJka).
AVIZOK PAKTICUtaARRS.
fT Rerisa -se de urna ama de vtsa fprra, ou captiva,
de boa conducta para servir em casa de poure fami-
lia ; em Olinda ra do Amparo seganda rasa da de
andares se dir quem precisa.


MARI PRaNAMBbCO-


!i
Preci-a sede um criado forro ou Captivo de
i2 i5annr>s ile idade : na rriesma casa acuna.
IUP Qii' ni precisar, qw Ihe cbegue pata quo'quer
hra, Pin qualqueV parle ein canoas, a lempos < a
horas, dirln se a*o b-co das barrenas, rm o larra de
] Rodrigues dos Pastos.,<>u na i na das Tro xei ras
l>. 12, a lanar Ci-m Jo/a/Ehshio Fcrroira, qde dn
quem he.
\s^"* A pe-soaque precisar de um criado para ser-
\ ico de una casa dando 6-dor a>ua conducta : an-
nunrie a sita Mimada para OtT procurado.
jry Ds'-*6 150) rs.a juros de t prcenlo Sobre
pennore* deouro, ou boas firmas ; ni riM Nova luja
tin Chaves, du quem da.
*JC3)~ R>ga-se ao senhor Joio Ca"et*no d'Albuqner-
que, quena aparecer ein a ra do Nixo da Assumpcfo
i* L>.'I2 pata negocio deseo inieresse; islo com
bci.sl.niit> brevidade.
O* lioga-seao senhor Caelano de Albuqnerque
baja de dii igir se a roa do Qm imado loja de Furnia
-Ho Jeito Rodrigues Ferreira negocio de s-o intoies'se.
%9~ Precisa se I- 3 escravos para sei virem u pe-
dreiros ; na 5 punta-, loja do f'eixoto.
SjCP*' Piecis.se lugar um criado, forro, ou cati-
vo para o >ervic<> dacasa de um lioinem solleiro, q' eutenda de csinlia, e d fiador a sua conduela : na
pracitihe da Independencia h. 38 se dir quem per-
leude : na ursina casa precisa se d'iima mulher cui-
dadosa que saiba do gover<> i terno de una casa, pa-
ra.-ei vira um homeni solteiro, sendo capaz nao se
lr duviiia no ajuste.
%& A'senhoia do beco de S. Pedro D. 4, que
quer ser aoi de casa, procure na ra do crespo loja
1>. 11, que dir quera pieria.
UBr* Preeiaa-seniujiar urna nieta, forra, ou cativa
pata cosinhar, e comprar; prometee pagar ben:.' na
ra lo Vigariu vend do Passo-, se dir quem precisa.
tjr~ O abaixo.assignado previne aos aCus devedo-
ics, que leudo as.-ado aseu trinan Vicente ferie ira
da ocha a anclen sacio, quelbe havia dado p'aia le-
trber us suasdiv dase duigir como agente priucTpal
wneu.eUbeleciiuenlo de madeiras de ron tru devem pajyu'nada ao dito Viceule, e sim snm< nte ao
m>U i-aixeiro Joze Alves da bil va. Reeife 7 de Deiem-
brodc l835.
Carlos Jote da Rocha.
JflP Precira-ee para oaeivico decaa d'ui ho-
i.i titteseja arranjada ; na eua da Florenlaiiu, poitajun-
lv a. Umpia, caas de JoiuZuirique, e dir quem
pe ciaa.
/^O" No beco de S. Pedro, 2.* andar do sobrado
D, 4, icba-se um rapa Poituguei, que se olerece
para faitur d'algum sino, 011 olatia.

&OMPftAti.
ij Mu obra de Lai ragajillusliada por Grcaiin : quem
lva* anuuucie.
VlNDAS.
MjMa molaliiili deidade 13 a i4 anuo* com Irnos
principios de costuras eengouiai : Ha casa ile \uii
leinaido de Aiaujo atraX da Pjeiiha ajustara.
QP* Urna Venda bunio : eui l'"a deportas venda do (aspa.
%TJT Urna caz ica azul claro de muilo bom pao
sem u/ai, urna rama de cundoi embotija com t>ua
atoiaco, una ooiiM>da, orna marqiev.a de palhinha,
um espelb Coiri sna giv la lulo em muitn b un esta-
do, assiin cun 1 om 1 im.ateill dl> Sur., ouira das Do
es, ludas preparadas, por preco commodi : na ra
do(!olov<-llo passaudo l'eo das birreiraa D. \0.
|ry* A posse d 11 in le reno na ra da Concordia
u ir 'ora de Joaqun) Feriiandes, f'.-reiro a Ordem
'IVn tijgi do Carino : na ra da Aurora u. 9.
tCJf^% 1 icos panden os pioprios para prezepios :
lia loja del- riagein na 1 oa Nova [). 18.
Sy Uixas grandes e pequeas, chegadiis agora de
Lisboa na Barca Activa : na venda grande do beco da
l.nigoi la 11. 4 de Manuel Gonoafve r reir.
des, cose, engoma, lava,'e cosiuba o diario de uma
casa : 11a ra da Guia n. 60.
,JMP* Superior pola-sa Piu-siaun em pm\.o maior
u menor : na ra do Trapixe n. 3, onde tambem
se vendeceb em rama, eni paeiu e em barricas, que
e vender ^r comuiodu pi eco.
y&- Bi heles, e meio* Bilbeles da L"terH ; com
urna pe quena diflerenca ; na Pia;a da Uui luja de
linos n. 37 e 38.
V9? Em bom u*o, e por preco com modo os ie-
fiiiute* len 1.1: urna Gramalica Latina pelo Padre
JtaHwni r pala nae.-aae, a,m
Hurncio, nina Alte" Potica pelo mefino, um Tilo
Livio, um G'iiri', dois Sdn tios, urna arla de
Cicero, i.iv.m 15hi3, e um Zeilfcr : 113 ra do Roza-
rio Boti< a I). .
%L3P' Urna escrnva que representa lor 50 anuos,
boa lavad iia, engt>madeira, cosinlia sol ive'menle e
i.go l. ni vicio ahjum : na ra da Alegra na casado
Tenenle MaeliMlu.
ry Um realejovpoqueno pom Koas vnzes e a->. pes-
.a" de inu-ica por p.ec<> cuimii' d : atrada Igreja
dos'jtaitiii's casa de tfc poilas pintadas de verde a
lodajliora do da.
ICf Sens Ingleses 1 p r'or<-8, estufado* e l'so,
PSlVibosde Irttoriquicuno-i, hridag de ferr do m-s-
111 mo-leljn 'aquellas (|ue -e fasem no paix, dita-- de
l lilao, ede c squinh, botins fianre/es, sapalns ditos
de dias solas, e''e urna s, ditos de dansa, Currados
de-eda. sapalns franeetezes para senbores, bolins pi-
ra maninos, superiores marrequins, biierios Fram -
res muilo novos, tanto em duzia como a relalb>>: n
I- j Praneeta do laigo do Livrametiio D. 5.
fjry Simealea de orUie de varias qualidades,
chegadas do Franca pela ullima Galera : na Saledmle
pasa n, 4-0.
fe9* Um belis irno sorlimenlo d'nbras em filagran,
ebegadas ltimamente le Franca na Camelia, por pre-
co- mdicos: na roa Nova 1). 1$ lado do sol. Na
misma loja, os amadores da can loria, enronlrar li-
ma coieco de do/e romances modernos, com acom-
pynliatTunto para piano. 1
*py lima esrrava de naci, mossa, com um filho
de 4 pata 5 anuos, a qual sbe engomar', coser, e co-
'/inbar, p lavar e nuil nutra dita tambera mossa e
vistosa com born piincipi" de engomado, o cosinha
n ilirio p lay yfjF Na misma asa cima rende-se cube n^jrca-
doprr meo la deprala.
ir* Meios biilielea a 5J)aon : defionle dn Botica
do Spr. Joio Moreira 1 na do rabug.
ICjr Meiosbirintes e inteir>a : narua do Quei-
mado defroute do beco de peixe fr'o D 6 a 355"oo, e
6^,00,.
1C9- Uma venda ni ra do Ranjjel defronle da
, casa que se est acabando para Diversas Rendas : na
mema.
%rj Uma casaca preta de muilo bom j>ano, e so
vestida duas veses, por preco commodo : ua mesma*
ca-i cima.
y0p Uma junta de bois mansos proprio para car
roca : na praca da Boa-vi ta l(i.
XJP^* P-ia fina da Pi\im a uma escrava com cria:
na rila do Rosario Jaigi D 9.
ley* Btalas inglesas novas em gig", oh> g-dasl-
timamente, por pieco commodo : na ra d'.-Uf.odega
velha 11. 3.
^^ Uma negra de angola, de 20 a 22 annos, co-
sinha, lava bem de sabio, compra, e muilo boa ven-
dedeira, e sem vicios : na ra d'Alegria casa pie lem
\in portan defioule.
JCJP Umiuoleque de 15 a 16 annos, dg bonita fi
gura, e proprio%para lod<> o sefv'ico deea,sa e roa : na
ni 1 da Gl ria sobrado defrenle do lampio D. 3i.
WW Um ca*allo r'idado escuro, bem novo, bom
r.irr/gutoe. e bonita figura : h ra da Pi'aia sohrado
que fui do falescido |,ui/ de alc'.lo.
%TJP" Meios Nilli. tes il.1 I.ole, ia a 3^200 em pr.ita:
df Iijko (! arco n'a t'onceicao. da ponle loja de obras
fits do bulo la Allandega.
HS9* ("oiitinua-.-e a vender pela medida vellia a-
goai denle de Franca a 2.$4')f)- '''* ''" Reino ero pro-
v.. no azeilea 1)200, dita !(llanda |a \$, de Anit
a l^, aspi ito de vin'io a 9.v5r>60, e |gar. 320,. agoar-
ilenle restiiada de differew'es qualidades a ISOO. e es-
pirito do ervadoce a I^JJGOO : na m.i de Santa Rita no-
va D. 15.
ITJP" Bbetes da Lotaria : na ra do R> < a de J)a Pereira da Silveira.
63" Fiiiinlias ile polla, tle Algbeira, e
de Padre, para o auno de 1836, por pre-
(,() coiniiioil que se poHSa vender pelo mesmo preco,
u,ue aqu se vcndein : na Praeii da Inde-
pendencia, loja de LivrcM N. 37 e ,'J8.
ata
maro camina da Tacaruna um scravo crilo por _
me Joio, elle l m por^jp.l'do Salvador penerou, Lai-
xo. ebeiodo i orpo, i-.om algiiiit Cubillos blanco te-
i 36 anuo-. pouco>roai> ou menos, cojo es*ravo ner-
lenreua J 5 la Cunta i'eieira morador na o'dade da
Fortaleza, e h* je peitence ao $nr, Jof o B'pi-ta Clau-
dio Tese mofador na ra Nova luja I). 5 : os apre-
hendedoie.s levaiioa casa de dito Tre.se, que seiio
bem rejompencados.
J~^^Jf No da'.>3 de N"V< mbro prximo findo, fu-
lgi um c-cravo de ti<-me Joze, naci cassangp, que
iepie>enla trulla'anuos lo dado, com os signaos he.
gi.int( infi;rMpr um si;n..l lraneo, c no dedo gisude do p
diieito um pequeo lallio de machado, levou vestido
calsa e camisa de biiui, com chapeo do palba alcatro-
ado : os api ebendedores o podero levar a i ua da ca-
dcia no i. = andar da ysa n. 7, onde se gratificar o
tr.ibdllio d'apiohi ncio.
%rp* Francisco, paido, de boa estatura, ebeio do
coipode idade puco mais 011 meuOftde 4().inno~, ros
lo afiante hexigoso, e pernas groase. J ze, preto
de boa estatura, bom a rpo, b sluile bai b xlo, ladino
de idadede 40 annos pouco mais, com uma aealrit
de uma filnla-na laee, e um dedo polegar (*nue->e
aiT da mi" direit ) coi lado : Estes e>crav.s Ingiri
do F.ngeiiho ixo, commama do Pao d'Alho : aspes-
boa, que os apreheiideiem os pod^io levar nesta
naca casa de Coronel Franci-co Xavier Camello
Pt-gooa na ra Velha, e naquelle Engeubo a Antonio
da Silva Pessoa.
ijjr Joio, naci b-nguella, bem la lino, grosso
do coipo, altura regular', cara cumplida, beicos grus-
sos, meio vivo, naiii chato, punca barba, sem den-
les na IVenle; fgido nodia 4 do c >rronle, Com cal-
( < de e.~t pa, jquela de ri-cado encarnado com ass.-n
I I., bramo e.n quadro, camisa le algodinzinho fu-
I gio na ocasiio pie ia entregar pao ^na Boa-vUta com
um pana mu novo, com una toalba grande de me-
ya le panudo liii lio, eoutra de algdozinlio: os a-
pi ehendedores levem-no a ra Noa* O. 16, que se-
iao recompeiisados.
No dia 50 de Onlubro proxiuio passado fo-
giu urna escrava pret., idade 24 annos. alia, denles
limados, leslu aca iieirada, eem um ferro em p : os
^)rebendedoresu podem levar a P<>roCo de Mo -, a
Antonio Joze Guimaraeri8,.ou nesta Pr.ca a Joao da
hil*a Sant>s que sanio recompensados.
jj* J. io.dog- liode Angola, de 20 anuos, qo'r-
poiogul.ir, estatura pioponionada, bem p 1 lo, caa
redunda, dente limados ua lente; l'ogi.lo no dia 21
de Noven b. o p. p ni ralea de paoo azul, camina
(Jealgodo, chapeo de palha alc boll j aliaeiro: os apribendedoi es levem-110 ao
b-ci da Liug NOTICIAS aMARlTlM\a.
Tiiboas das mares rhetas no fono dn Prrnambuco.
18Segunda i 7h. 18 m
* 19-T:-^- a 4
V -0 20 -Q: aiQ:----
fi (V a-JS:- -3
"> a-#:---- ai u
24 -l):---- 9
- 8 6 a.
- 8-64
- 9--2 a
- 10 -30 a
- II-18 .
- 0- 6
Tardo.
Manlii.
PICUDAS.
^^Uem acbou orna canoa de carreira abert>,
11. va, que anida nao lem jrrente, dinja-se ao esla-
le.ro de Joao Thoinaz, (pie lite dar otea adiado;
li'-an lo certo quema liver,queuioda pintando a co-
nbecida.
---------*!
KMC H A V OS FU(i I DOS.
II Odia 17 dr NflMMT'i* fiigiu do .-lia g** S-nto A- 1
Navios entrados no dia 8.
PhILADFXPHIA 5 51 das; B. Ing. Eud.ind,
Cap. GriRi : varios genero*: Cabnoal. Ton.121-.
LISBOA; 3i da; E-c. Juviiu, Cap. Antonio
Fram isco : sal. Ton. 80.
v Observaqes.
Dia 9.
t
Fea-sede ve'la para os porros do Sul o Paquete
lnghz i|ue,-e achara fumliado no La me i rio.
Fiindiou mi mesmo lugar antro Paquete Ingle*
viudo dos Portas do Sul em 32 dius.
D.
ENGAO.
"Iai o N. a36pag. 3."Jury de sentenca Foi ab-
solvido AiUoniu da Silva Se Cump. Scc. 6cc lria-e :
foi absolvido do ciime de iedu/11 pessoas livres es*
ciavido.
ERRATA.
' Di lea->e Quarla fftra N. 24 i.____________________ _
Pern- na Typ. do Diario 18*35.
A


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EXBXBGR8I_SYD078 INGEST_TIME 2013-03-29T16:36:01Z PACKAGE AA00011611_03026
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES