Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03017


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Full Text
ANNO DE 1834- SEXTA FEIRA
.10 E OUTUBRO N. 209-
*
DIARIO ME PERNAMBUCO
Perha-boco. T*"r. oe M. F de Farm* 1835-
DAS DA'SBMANA-
I end S. Evaristo P. M. aud- doa Juises do C. de m. e de
t se**" da Thez. B. Chae, de t-
1 TWa Kium S. ElesbSo Re. de m- ud. do J. de OrC de t
S 2KV* 5. Simao e S. Judaa Thadeo, quart qresc. I h- e
- Qna Feliciauo M. Re. de m-aud. dn J. do C de m. e
M a S. SerapiSoB-Ce. da The?. P. uid.doJ.deO.de
ti $db iejum S. Quintino M. Re. de m. d. do Vig. a
, $Pdmeiro d Novembro. FrU de todos o. Santo,.
m
Tudo agora depende de nos meamos, da nos. Pradenc'ar;*
racio. e energa: continuemos com- principiamos, e seremos.
ponUdoscom .dmiracao entre as Naqoes mais culta.
i uwvirt mehsae* paros adiantados nestu Tvpopra-
Snli*creve-se a 1000 rs. mesae t>R rcCel>em
li, sendo do propriosas.ignantes, e indo assignaos.
PARTIDAS DOS CORRBIOS.
Olmda-Todos os das aomeio dia. _
Goiana. Alhandra, Paraiba, Villa do Conde. Mamanguape. fi-
lar Real de S. Joan. Brejo d'Areia. Rainha, Pomlml, Nov a
Soiiza. Cidade do Natal. Villas de Ooianninha. e Nova da Prineo.
U, Cidade da Fortaleza, Villas do Aquirs, Mfl"te "or novo-
Araeatv Ca S. Joi do Principe, Sobrar. NovadUItlev. leo, S. M atheus.
achodo angue, Santo Antonio do Jardn), Qnewramob.m, e rar
imilla- Segundas e Sextas feira ao meio dia.
Santo Antfo-Todasas qnartks feras ao mcio da.
Garantidla, e Bonito-nos das 9 e 23 do mez ao meio di,
Flores-ni dia 13 de cada mez ao meio da-
Serinhaem, Rio Foriuoxo.'e I.imeiras-Segundas, Uaarla. *
exias fetra a.> mci- dia.
DIARIO DE PERNAMBUCO,
* precisaS de existir, fui sempre para os v,vjn*g
huma necessidade raais intenca, do que o modo de
existir : procuren.* na historia a TeriEcac*8 deste
axioma phi'sico ,applicado s NacSes, e ella nos de-
monstrar em todas as suas paginas re.lw.do pelos
msis civ'.isados povbs em qusnto bem souberao co-
nhecer a mediana e contingencia das cousarhumanas.
AppliqtieiTio-loi nos mesraot ftwziUiros, e se.der-
ra6s oiividos van razaS, ella [nos aconselhara que
nossa prmeira necessidade he a .integridad* do Im-
perio,- be a fraternidade nacional. Valera porteo,
Vt7meimo asss irrisorio, querer-mo, ostentar bel-
1 it.slitu.c5es, expe.ienci. de theonas depuradas,
qs, pao podermos garantir a ndissolob.hd.ide do
Estado. Amar a liberdade he boma piuxao b. ilhante
do bomem discreto ; querer, existir he instinto
natural de 'todos os lion.ens, eos homens sao que com-
poemasNacBes: quando elles se deixao pusilami-
menle decepar, tem perdido o censo que os destro-
ce dos brutos quando huma Naca ...5 dha com
primeira ittenca para sua conservacao, dando o-
re Ibas a pequeos negocios, a pequea intrigas, a
rivalidades bairristas, deve conciderar-se degenerada,
e indigna da concideraca do Mundo. Firmes nrstes
raciocinios ta ve.dadeiros, jvdgamos que a restaora-
c6 da Provincia do P-i ao gremio da communn.o
Brazileira, he aetualroenleo objeto de maior magni-
tudes Nacaoy eao Gove.no. He preciso ealar o
Pi, ou renunciar o Brazil.
Nomomenfo de! trasaar-mos 'estas linhas, temos
vista b Correio Semanal do MaranhaS n. -48 con-
lessamosnossa magoa lendo a pag.f365 o sfeg-unte
periodo, cuja doatrina pode ser funesta : Os Srs.
Pa.aeosea ( com honrosas'excepcSes ; najse qutrem
coinholer com o seus adversarios, quasi mci Cida-
de deaea gente se tem passadoc para o MaranhaO, e
agora t,s le Marnha6 que ha6 de ir combater por
seu reapeitu ? Quandu at ha fama e queixas dos nos-
sos que d'ali vir6, dizendo que muitos dessescha-
roados voluntarios at ministrava das nossas mun>-
ce de guerra para o inimigo, e os deaamparavao
as fileiras quando se via6 por estes atacados! Como
assimentadeombatermospor tal e ta6 fraca gente?
Sera as suas1 vidas mais preciosas que as nossas i
Quem tomar ulerease por elles? Aqui anda6 mu
fiesquinho, c Uo% e salvos da refrega que(osnossof
ali foraS sofrer por seu respeito.
A humiaouvimosditer, ( e em presenca de pes-
soaHdedignaJq.11* no crepsculo da tardeidesseda
9 se bia arralando os nossos feridos moldados para o
Hospital, Cada um destes soldados nao trat menos
de 4co..tos de rea em'praia E enteque me d.zem
a esta ricamospasaados ao ouvir urna [tal mcr.-
paca6, e de tal aorta se nos aqueceo o artigue que Ihe
retorquimosde me,do, que leve de so mudar de pos-
to, e fosee safando em santa paz.
Se por desgrana tudo isio lie verdade, anda resta
o grande motivo de coinbater pelo P,r"' de saJ"r
daagarra # orueia rapias; be conservado da
Nac.5 BraAra, he a reputacaS da sua honra indi-
gnamente ultrajada por rpfames .puyos e v,s anat-
qnistsi, para elijo liar he preciso nao olhar seos l"f-
raensess5fracos que Provincia oais te prest, ou
deve prestar, se o Govemo he improvidente, se a As-
semblen Geral s d palavras fco. k^ nao Ir. a
aRora de d>culr, tratase de salvar o Br.nl ao bo.-
rvelT.dc.6ciijaprimeiracralera abno-se no Para.
Ta5 bem em Pernambuco ouvimos w-nfm> -*
Senlido de'negase socorros aquella infelis Prov^c.H,
mas 1.6 iurundad-s foraS, que nenhnm ^l" PJ;
dusir-5 na opiniaS publica, e o Offieio| do Exm. Sr.
Pres.', ao das Alagoas subre a exiincao da guerra ca-
bana, he a mais exuberante respsta a essas exager
racSes impolicas. Filismente todo o Pernambuco
cali penetr.do dos seus deveres na prsenle crtse;
salvar o Para he o volto do povo Pernamhucanoe
metade da gloria desta grande obra adeser sua.
OBrisne Inglez'Howard, v.ndoontefn da Baha
com lAdiasoeviagem, rfaS trotee carta algumasa-
betnos por va "P*KVyJr^*?-^Z
reza uesetfnha aonunciado ter sahida do Rio ds
jlne.rocom'osOepu.adosdasProvmca.s do Norte,
anda nao tinha cheg.da n'aqtielle porto nem os
Paquetes Brazileio e Inglez. Diz rnai, o d.to, ojpi-
taou.tinhaSMdM p-esos v.nte e tantos p-etos for-
ros, por estarem t. awndo novas desordens.
____ '
RIODEJANF4RO.
aMARA nos dePutAdos.
Extraf da Sestio em 0 de iulho
Vice-Presideocia do Sr. Araujo V.anna.
Feita a chamada pelas 10 horas da .""M. '''
ch.ndo-se presentes 56 Deputadoa, o V.ce^ Presiden-
e decla,ouPaberta a sessaS, elida a acta da antece-
dente foi approvada. i a Mmero deu
O see.mdo Secretano serv.ndo de piimeno eu
coina do8 expediente, lendohum offi.-io do M-mstro
do Imperio femejtendo o requerimei.lo de An.on-o
Jos de Castro, estudante do Curso Jur.d.co de S.
Paulo, por depender de medidas legislativas : a Com-
^olr^H SSii requeren a ucencia
para.p esen.ar h..m.projecto em que se propoe me-
didas nara a provincia do Gram-Pai a.
A urgencia propala depois de apoiada foi ven.ida.
O MuZ Depudo autor"della passou a lero segu.n-
16 rf Atembla Geral Legislativa resolve :
. Art i O Governo he acreditado na quant.a de
rorco.os deris, emmoed.de ouro ou prai., p-
T. asseguintes applica?5es na Provincia do, G.an,
Val\. Ao eslabelecimento deestaleir.sf J^*
naval em quepoaasS ser empregado at i00 a.tifa
cea, a 400 aprendize, ou srvenles I vres : o. .rl.bg
ees e!erventespoder.6na5 ser Brasileros-, mas nao
par.pa5 de madeiras de construc?.o naval, ea cos
lfrttnTr^nffritos ncionaes e estrangeiros
n fim de se encamgaren. da dem.rca?.o e to.n-
Z !Sto^io d. ProvLia co^ndo^-
^n. de seus princip.es rios, .e tejido por base .*.-
marceaS a divin astronmica do globo-
r aie.reoSqueforem sendo dem.rcadov, sendo
I toJtoZS* d.d aos Cidada, Bramidos que
neTles se quuerem estabelecer dentro do prazo de do-
iis .nnos depois da p..b!caCa5 da presente reselucao,
ua5excede.idodeduie.itaB bracas quadradas .o Iota
de lerrft por individuo em familia ou isol&dame,nte.
) ap.-ari.do com taes Ierras que deltas se ausentar por
. ~ A .;-ip7ps. -dentro de tres atinos immedia.
Is'aVs"udoca5, perder o direito a propriedade do
' n.es.no terreno. ... j
' 3 Ao subsidio mensal de huma arroba I car
ne, e uira de farinceos ( graos, raizes ou legumes),
e quatro mil ris. m dinheiro cada Cidad-o Br.zi-
leiro de qnalqatr sexo, que dentro de don-, annosd.
puplieaf..8 da presente resoluto for residir na Fro-
vPir,a do Grabar ce* o fim de ,1. '<***"
na lavoura das trras. Este Subsidio nao se Un efie-
r.ivo^naSpor dousannos-. os menores de.fa.annoH
Cda fa nilia, on aggregios de taes lavr.dores) ser.o
^^Hc-s^^rrsdaHMMn tfS .J.ll .re?4.m?"4|^ ^
nWa8 do terreno nao deaonera o subsidio. m> em-
barcacSes do Estado franquea.-se-ha transporte a U-
ea lavradiires. ,
i Ao subsidio annual de bum cont de re,-,
aos primeiros Bachareis em dircito ( al o ..merei do
dfOnue forero residir na Provincia do Gram-Pare.
O emprego publico enferido a Ues Bacft.n,s ou
Doutoesfrodirei.o, depois da su. chegadf a P,o-
vincia, nao desonera o subsidio que durara po. ea-
pico de cinco ennos. ... ,A ."
5 Ao eslabelecimento de dous Corre ios-de tu-
p*or incumbidos de facilitar a communicac.8 dos poo-
los da Provincia qae os admitiera.
Art 2 Na di^rica dos me.os paciheos q-.e
curnpre ao Governo lancar ms5 a. fim de chamar a
obediencia quaesqner sedicioso, q' re?,st-o as autonda.
aSSlirnl. n. Provincia do Para, fica-lheampli-
ad, !UrihuicaS do n. 9 do artigo .01 d^ons ..u
S que foi devolvida Assembla.Geral, pela le.
de i*deIonhode 1831 ? e isto t o completo resla-
be.lecimento da tranquillidade puol.ca na mesma 1 ro-
TI% Art 3 O Governo baver os meios estableci-
do. no.rtil, por tia de ernssaS de .plices de
divida publica, hypolhecando ao juro eamort.M?.o
delta- aquellas das rendas actualmente existentes qu*
f&r conveniente. A applicaCaS do. me.os nesta reo..
Ica6 commettido. o Governo, sera opec.alroenle
relatada Aasemhla Pe..I, em quanto eslivere.n el-
les disposic.5 do, Governo. ,,.. -
K Paco da Cmara dos Deputados, 20 de Julho de
i835. -t Hollanda C.valcann.
Julgouae obiecto de deliberaca e fo. a .mpnm.r.
O Sr. M.Ho dase'que o proje-to que ao linba jul-
Kado obiecto de deliberaQ.5 fra a mpnrn.r, natu-
falmente para entrar na te.cei.a dcu9Sao da propos-
t. ilativa o Para, e que elle Deput.do tambera t,-
1 aprestado hu projecto. dando cer^s^ provi-
dencias oara a msma Provn-1, do Pa.a, e poma..
peu ue se tomasse em considelac.6, se ro.ndasse
SJhj e se dis.ribuisse nac.sa, par. delle igual-
mente s tratar na lerceir. d.scussao.
A exigencia do iMnUfd Depulado fo. oF.i-ec.d..
votara5 eappiovada.
Sao-w poreeo^ de Comaiitsaej^ue t.verao o
convenieote destino, e entre elles o si
A CommisiaS de Msritilia e C
ti
1


DI A SU) DE PER NAM BUCO.
minelo o requerimento que a esta augusta Cmara
fj o Bn'gadeiVo Pedro Labatut, no quaI allega que
tendJaJquirido no sei \ ico que tem p'o-udo Naca
Rrazileira molestias incuraveis, constantes dos docu-
mentos inclusos, estando resolvido a recolher-se
?ida privada, se tem deliberado para o dito finta
desistir: 1. da Ma palele de Brigaafero, assim
como de todas a* varrtag-ns que ella he ptometle :
u. da pensa que Ihe f< concedida como i compen-
sa, pela manera honrosa com que desempenhou a
expedica do Cvar : 5. da sua reforma, e oufros
beneficios que lhe podem eveotualmenle locar.'; A.
e finalmente das vanlagen* que lhe cffei rr a lej He
vinte e seis de Novembio de 1827, a favor das W-
va> e filhasdos Offkiaes fallecidos. Supplieandoou-
irosim, em troco dos sacrificis que faz, huma quan-
tia, por huma s vez, que compen.-e a mencionada
desistencia.
A Commissa de Marinha e Guerra julgando
dignas de altencao as razes produzidas pelo Suppli-
canle, tem a honra de submetter doliberac5 desta
Augusta Cmara, o segiiinte piqjecto de resoluca :
A Assembla Cera! Legislativa nslve :
Art. rtico. O Poder Executivo rica autori-a-
4o a contraclar com o Brigadeiro Pedro Labatiit, so-
bre a desisiencia que esle offerece de sua patente e
direitos a ellaannexos, e dos que tenha adqoiiid> a
remuoeraca dos seus servicos, satisatendo-lhe, co-
mo pede, por boma s vez e em plena coropensncaS
a quantia que fr prdporciona'da me.-ma desisten-
cia. Paco da Cmara dos Deputados, iO de Jitlho
de 1835. -rr Liraae SUva. Pinto Peixoto. Fri-
ci-co do Reg.
Julgou seobjecto de deliheracao, e fui a imprimir
para entrar na ordem dos trabadlos.
ORDEM DO DA. *
Enlrareem segunda disrussa as seguinjes emen-'
Jas da Cooimissa ao projecto do Secado sobre o tra-
fico de Africanos, em quanto se nao continuva com a
terceira discussa sobre o meio circulante:
A Assemhla Geral Legislativa Decrela :
Art. 1. Toda embarcaca que fr encontrada
esta, pelas testerounhJis, e rubricados pelo.Presiden-
te. Este podeii, ouvidossafru collejas, adiar ojul-
gamenlo da cotia para outro dia, quinde assim seja
preciso, paramelbor conhecimentod 1 verdade.
a Art. y. Find* a discussa da causa e salude! tos
osJuizes, iicara sos para deliberarui, decidindo-se
pela maioria dos votos, sendo ositos absoLidos em
caso de empate. Lavrada a sentertcs, a portas ahertas,
ser esta puMicada pelo Presidente, podendo as par-
tes inleri r o lecursnpara a Relac5 do Districto, q'
lomar conliecimenlo deile, com preferencia a n-
tros proressos, sendo ahi' ouvidos os reos consa^^H
JuntaadePaz. 'Em caso de emj ale dever 6^rb-
mota>- apellar dadecisa.
8. A'm das penas marepdas as leis, ser arre-
matados, osobjectos apprehendidos em basta publi-
ca, e seu producto applirado, mMade paiao denun-
ciante, ou apprehensor se o houver, e a outra parte
paisas desperas da reexporlaca dos Aficanos, du
para o cofre nacional.
Art. 9. Todos os outros proceros relativo! a
Africanos inlroduzido por cantrahando, eontinua
a ser feilos al a pronuncia, pelo Juiz de Paz, corn
recurso para o Juiz de Dir-ilo, que poder reformar
o yrocesso em qualquer de suas partes. O recurso
pJe ser inierposlo pela parte denunciante e Promo-
tor, o qftal sera ouvido na formaea da colpa. O jut
gamentn ser o rprsmo marcado nos arligos antece-
dentes nos lugares onde existirem mais de hum Juiz
de Direilo ;, nos dermis lugares prm, a Junta ser
composla d Ju/ide Direito, que ser o Presidente,
Juiz Municipal e dedons Juizeyde Paz mais visinhos.
No caso de suspicejS d'algm Juiz, a Junta decidir
della como rerurso para a RelaCa.
Arl. 10. Os artigos da presente !e n5 revogao
os tratadas entre o Rf quanto aos casos que deva5 ser hgados pelo* Tii-
buna<|ali establecido.
Art. Ir. Fca revotadas todas as leis em con-
trario,
Paco da Cama* a dos Diputados, 3 de Julho de
(835. Goncalves Mailins. Cerqueira Leile.
loiapina.
uta bahas, enseadas, e costas ero Impeiio, desembar
cando, diligenciado desembarcar, ou cooduzindo
ludiamente Africanos para importar no seu territo-
rio, sei detida por qualquer pessoa, embarcaca na-
cional r par itcutar, firzeirdp-w irnmeaiatamenre um
termo deachada com drclaraca circunstanciada-da
1 apprehensa, que sera asignado pelo apprehensor e
pelas testemunhas presentes se as hpuver, e condu-
cida a hum dos qualro porlos do Rio de Janeiro Ba-
bia, Pernamboco, e Marubao.
Art. s. Semeibante procedimento se lera com
toda embarcaca encontrada as memas paragens,
que, poto que nao tenha Africanos a bordo, apr-
sente indicios de os hver desembarcado em algum
porto do Brasil, taes como ferros, ccrrenles, ceihas.
caldeires, vasilhame excesivo para a tripolaco do
navio, ou quaesquer oulrossinats de ler sido perpe-
trado o crime.
Art. 3. A autoridade que liver feito a appre-
hensa, ou peante qtiem comparecerco apprehensor,
recolher t,odos oaindjcio' que pudei encontrar, para
melhor cojihecimento da verdade, dando as provi-
dencias necesarias para a segura conducca da em
barc^a, dojobjectos apprehendidos, e dos suspei-
los criminosos a hum dos leYeridos porlos, requin-
tando para esse fim de qualquer oulia autoridade os
auxilios necessrai ios.
Arl. 4. Aotoado ludo peranle o Ji^iz de Direilo
Criminal de qualquer das sobreditas Cidades, aonde
a wmbarcaca fr condusida, proceder o dito Juiz
foaWiacada culpa aos o qupo>sa concner para descobrir a verdade, e
conservando em custodia os individuos suspeiti.s, at
que pos*a ler logara pronunci,* o quedeve.ser. no
toais pacho que pronuncia ou nao, compete o recurso nara
a RelacaS do Districto, sendo ete ex-ofiicio; quando
os suspeitos nao lorem pronunciados.
Art. 5. Os pronunciados ser julgados por
huma Junta compos'a dos Juizes de Direito Criminal
da'Cidadr-, e do Juiz Municipal, sendo Presidente o
que fr Cliefe da Polica. Este, depow de haver or-
denado ao Promotor queoffereca o L bello aecusato-
rio, mandar por seu de-pacho, que o Escriva faca
oa autos coa) vista ao Advogado dos reos, nara que
em hum prazo que lhe ser marcado, vetaba c contrariedade, depois da qual designar o dia do jul-
gamento, que ter lugar peranle a Junta e a portas
a berta*
Art. 6 Lido-o proceso pelo Escriva, se proce-
der ao. mais pomo ne julgameulo por Jurados, fasen-
do o Presidente eacieverem resumo os depo roen los
0> que j^gar inleieasanles, ou que a
paaflflBKt'er que M earreva, sendo assignadoa por
Passou si a discutir o arlgo terceiro em rosequen-
cia do primeiro e segundo do projecto do Senado te-
rem sidjj j discutidos, e vetados n'otra asMao.
. Jnlgado discutido o artigo terceiro. firoslo *o-
taca e approvado.
Passou-sea discutir o arlgo qiarto* q%e fo igual-
mente approvado.
Entrou em discussa artigo quinto.
Pelasonze horas e mia o Presidente Araujo Lima
oceupou a cadeira da Presidencia.
A este arligo fqrao apniadas aa#eguintes emendas :
Emendas ao artigo quinto Os pronunciadas
sera julgados cumulativamente pelos respectivos
Juizes de Direito Criminal, com recurso de aggra-
vo para a Belaco do Districto.- Pam
Ser julgados por hum Jury especial, haveii-
do o de medietale" lingue para os estrarigeiros
que o requerem. Mello.
Depois de algum dbale sobre a malaria, declarou-
se ficar a discussio adiada.
Con trt O ou a ferceia discussio sobre o meio cir-
culante e emendas apoiadas.
O Sr. Baptista de Oliveir obtendo a pelavra,
declaren que a.Coramisso receav muito^da serte
do su projecto, vendo-o envolvido com ulros
proiectos, e por Us se havia ousado levantar para
dizer alguma cousa emabonnodo projecto da Coni
missio. O lilustreDepulado n'h .. longo discurso
desenvolveu a maten, d.-fcndendo o projecto da
Co.nmissio, e demonstrando qhe a medida res-
peito da moeda de cobre se achava ja providenciada
na Le de 3 de Ouiubro; que a olra acera do
011ro e prata lamben j-se achava e^tabelecid nir
Le da ci eaco do novo, e n'hnma Lei que a pouco
se aprovou ne.la cata ; e em quanto a medida So-
bre a moeda papel, a melhor ao seu ver, r aquella
qae apresentou a Cnramisso; e pass'andd a susten-
ta-la e a responder s ditTerentes objecce de algnns
Dcputdos, foi de opiniio que se devia prescindir
de quanto* projectos existio sobre a mesa, e appro-
var o da CommissSo.
O Sr. Vasconcellos em cumprimento o*o qtte havia
dito ha se-slo de Sibbado, offercen hum projecto
subslituilivo do projecto da Cpmdiisslo de todas s
emendas, tendo o motivado, rfisebirrido lrgamehte
sobre a materia.
Leu-se e foi apoiado o segoiriie projecto susbsti-
tuitivo : r
Art. 1/ Asmoedasde papel e cobre actualroe'nrt
em giro no Imperio sro snbstiiuidas pelas de hnitt
novo e mais perfeiio papel, e de cobre conhido
segundo o systema monetario, (pie fo exceder a
3,ooo: Ait. i." Nos pontos em qtf o coVflhenh* Me-
nos valcfr, que o nominal ser recibido as estacSes
publicas, e substituido pelo pre^o correhte no mer-
cado, que dve ser fixado pelo fiverno logo qu
esta Lei principie a ler ex'ecucjo!
c Art. 3. Slo incumbidas desta subsliticfo
e suas filiaes, o Thezouro, as Thesaurarias, e aquella,
estaces que p%la qualidade de seus empregados e
oulras circunslaucias merecem coniianca.
Art. 4." A Provincia do Rio' de Janeiro he
reputada paite da Capital do Imperio para esta oW
rario, e curso da moetjj
Art. 5* O Governo he ai.lon'sido a modificar
o encargos que a Le d novo Banco lhe impQf
quanto ao empreslimo e mo^imento de fundos'
p; omovendo quanto antes-o eslabelecimento do me,
mo Banco, e fazendo elle todas as convencSes pn,"
o melho-amento e fixaces do meio ciicolante- e.
pendendo os empreslimis da approvacio da A^tf..',
ble* Geral.
A> t. 6.* O Governo he, oolro im. autoritaifo
a manter o actual valar do ieio circulante, rrti-
r ndo da circular;!" a quan'idad n^ce-sara nar,
esse fim, nbs pontos em que por ventura se depre-
cie cm consequencia desta lei.
" "Art. ;. O'Governd prover etp seo regula-
mrito de maneiraque se dificulte a f.lsificacio do
papel nove, e os abusos na subitituicfq' do actual
e quantopo-sa concorier para a m execuplq desit
lei.
Art. 8. 6 cobre qoe sqhejar do cunho mar-
cado no art. 1.* aira apu-ado pelo Governo e a
plicado para ais' dspexhs' d\ Thesouro obeasionadas
p -r esla lei.
Art. 9. As moedas actuaes de cobre e papel que
nio, forem apreseji'adas no praxo marcado pelo
G-ieriio nafa surntiluilo nnln nnv.. in.l C. --..
d'h'i em diante s^m valor algum.
fvo de Janeiro ao d< Julho de i 835.- Fascon-
cellos.
Declando se fcar a dcu-si> adiada, o Sr. Airares
Machado prpjaz a prorogaeio da sesso t 3 horas,
e nao *e vencen.
O PrrtMente deu para ordena d> dia 2i a mesma
materia dada para lioje, e leyanlou a sessaS pelas
duas horas da tarde
* DIVEflCAS REPARTICOENS.
- CURCO JURDICO.
EDITA ES.
JP Ac sahr, qne no Concurso, e Suhslituicaft d
Cadeira de In^lez, qoe foi publicado'em data'de 27
de Junho do crreme anno, jnclue-se igualmente a
de Pranrez era conformidade dos Estal. Mt t. |> Cap.
2.*; e o prazo, que foi marcado para y ultimo deste
inez ficaespacado para w'timo dia de Janeiro proxin.o
futuro. E para que* cliegue'a noticia de lodos maa-
dei afixar o presente nos lugares do coslu ne, e pu-
h'ic^r pela Impressa.
Secretaria da Academia Jurdica d01indaa6 de
Oituhro de i835.
fiiguel do Sacramento Lopes C-ama.
Director Interino.
R
aT Afo taher, qunachando-se vag a Substituifa da
Codeira da LingoaLa'ina do Col-gio das- Ai tes da A-
caiemia Juridira de O inda pir tiileciraenlo de Fran-
cisco Antonio Cavalcalrtii est psito a concurso a di-
cta Sulxtituica, cujo pratoser at o' ultimi. de Ja-
neifo prximo foluro. E para que cigiie noticia
de tjdo, maudei afixar o presente nos Idga'res do
costume, e publicar pela Imprensa.
Stcielaria d'Academia Jurdica de 01 i na 86 de
Outubro de i835.
Miguel do Sacramento Lopes Gama.
'Director Interino.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he mesma do N.* 04.
CORRESPONDENCIA.
Srs. Redactles.
IV
\b lie a primeira ve qtie nos Peridicos d'eato
Ciade se me Unce a luva para a polaguua ; teaho
at aqu tomado seanpre a reseluceo dec*Har-mt, uto
sopor desviar-me do desagrada vel, de qoe aa dspotas
quasisempre se revestem, eome por nlo entrar o


DAfilO B PEBNAMfiUCO.

discossio de objectos era que niu posso dar peonada.
Aparceo porm agora no seu bem conceituado Peri-
dico huma correspondencia assignada Os males de
huns para bens de outros (Diario N. 204 de. a4 de
Oniubro coi rente), e avista d'ella nao rae he mais
possivel conservar-me n'aqoelfe meu hom proposito,
unto mais por tratar de factos, cujo cdhhecimento
ininha conseiencia e rapacidade podem chevar. En,
passo pois a expor o que me oceprre sobre o ronteudo
'aquella Correspondencia.
Diz o seu autor, Snrs. Redactares, significando-
Jhes a admiracio que sen lio ao ver no farJtmenlo
destinado para os soldados da Expedido do Para si-
tolas por calcas, jaqus de mangs torcidas : &c. &o.;
que eu cono Director interina faca por sto effecliva- a
responabilidade do Almoxarife, deixando por entre
a sus censura e advertencia cahir-me alguna louyoies,
que muilo Ihe agradece Esta asserso laUora eoi en-
cano de vulto, porque nio sendo eu Directortinteri-
jio, e sim Ajuddiite do Director, nao mecumpre l-
ser o que qer o Snr. Correspondente, e se alguma
ltorisacip tenh, aleta das que me confefe o meu
cargo, nao passa de cumprimento das ordena do Di-
rector, que tanto dirige o Arsenal, que he quera at
assigna o seu expedieote. Todo o mundo sabe o que
pode resultar de bem onde mal Adrarais! racio do
Arsenal de Guerra da minba presenca nV-Ue como
Ajudanle ; assim como a ingerencia que posso ler era
tua ficalisaclo; seria por tanio escudado, mas sempre
o dire, que nao rae Co herido velar era certa responsa-
bilidades e tendo alias muilo emqne occupar-me,
nem. sci quem seja o renponsnyel nos casos, quenio
lio de minha limitada jurisdicio.
Removendo assim de miuv qua'quer imputabili-
dtde quanto este ponto, eu podja parar aqu, *dei-
xar quena era uireito iimpi'isse, defenderle das
argutces do Sur. Correspondente ; matele ndo que
nio s por o que pode anda cabeivme de responsabi-
lidade, indirectamente no presente caso, como por a-
mor da justica e da verdade, devo dizer alguma cou-
sa, e emiltir as reilexe* que me occorrap em ponto
de tanta ponderacio e sobre o qual o Snr. Corres-
pondente tomando tanto e lo louvavel inleraase, faz
huma censura multo p-raco fundamentada.
Todos sabem o lastimoso estado, que est redu-
sidoo Par, e que S. Ex. o Snr Presidente," animado
daqaeile ello que eleve tocar o coYsqo de tod o bom
Brazjleiro, quer nio s soccorrer aquella de^racada
Provincia, com'u que os soccorros que vio J*e r*er-
nambucosejio proficuos ; ecotfau quei que op-imei-
r'o meio de conseguir este fin he em duvida a prom-
ptidio desua reoaessa, S. Ex. teco drelarado que he
de sua vontade, que eltes parti at n fim do coi ren-
te mez. Havia por taut para *er cumprida esta de
Hberlfcio aviar-ses por ata Repartidlo, e em trinta
das 600 jaqus, 6O0calcas.azues, 1200 brancas, 120
camisas,' 600 muxilas, 600 gravitas. 600 bonos, 1200
pares de sapaids, 600 can ti*, 600 coi reames, 600
martelinhos, 600 saca-lraposj bOO marmitas, e ou-
tros mu tos objectos, dosquaes lodos muilo poucos
existiio promptos nosarmazeiis. Ora tanta < ousa '
viada, em to pouco tempo, e hem acolada !. seria
para o conseguir preciso ixer milagres, eaqui n'esta
Heparjicio ola ha quem tenha tanta habilidad**. E
advirta-se, que execticio ha tanto rnais dificultosa,
quanto impoioivel a prestar dentro do Arsenal lanos
e to variados objei .os, muilo principalmente aquel-
es que depender'de alfaiales. Succcdeo pois oque
sempre acontece em idnticas circunstancias: huns
objectos tem-seobtido mais ou menos perfeitos, oui'os
defeiluosos,, ou perdidos, e lalvez que alguna se nio
alcancen nem bone nem moa ; e no meio da confu-
aio, que tanta Urgencia quasi sempre arrasta, que ad-
mira que tenha havido algara descuido? Confesso
que mesmo da minha parto o tem havido, laque eu
par habito seja desleixado, que tal meniochamaro
os que me conhecem ; mas pelas circunstancias, e pela
fraqueza do entendimento ecapacidade humana, m
que por minha roa estrella sou muito aqumho.do :
todo o nosso intento, meu ede todos os que tem par-
te na di recio d'este irabalho, era concluir a inrom
bencia completamente no lempo fixado, e nesta dili-
gencia ludo o mais nos escapara, pessando ser aquefle
o nosso primeiro dever. Taxai pois de crime tal des-
cuido nio to avultado como se tem querido figurar,
be mais prevencio do que justica,
Ainda mais; os feitios de fardamentos nio esto
em proporcio com os da tato ordinal io ; os alfaiales e
cuslueias que"se sujeilio a faze-Ios, uecesstiamon-
ta nio sao habis, porque estts-lem nwis em qoje se
oceupem : eisaqui huma resio para a falta de perfei-
9I0, que s a prevencio pode escurecer, prevencio
que be taa que muilas das pefas refugadas do farda-
ment emqueslio nio tem em seu genere outro de-
feito, que ajumtade de quem Ibespassou revista, do
qqe s me rasta o pasar de estar em buma rparlicio,
que tanto da as vistas da todos, e cojos censores qua-
al nmpre exagerio tanto as cousas, que as desfijorf o}


ainda que tambero me fica o consolo de que quaudo
para ella vira, ja esta sua desgraca era rtonilo velha.
Accrescehlarei |ina|oj4|;e' ao que levo dit, qne
nio julgo tanto para lastimar que o .fardanaetitp da
Expedjco do Pai seja mal acabado ; lastima seria
que ella se demorasae em termo.", que. aojehegar ao
Para servisse somenfa'de justificar >s Perqambucan. s
para com seus Irmabs, e nao de proteger os dasjtraca-
dos Paraenses: dinbeiro, viv elles; bem ou mal vestidos c^llo os Pernambucanos'a
costumados a tusienlar em toda aparte o seu antigo
credilpje valerosos, e nem essa Eipedico vsi'bat. r-
se cuaMJomeus, que possio 1 ir se dos seus mos ves.
lidos : elies vi > em cata de huma D*8, horda de car
bans, cuja f-rocidade. representada mesuro no seu
traje, quer para ser rebatida mais vajbr e patriotis-
mo, que boase bem cocidas fardas. Dum seria que os.
Soldados Prnrmbucsnos se spresentassem no Para
bem fardados e aminhalti; mas he malhor que se
ellesapreiteotnaJ quanto ames ainda que mal vesti-
dos, ja que_amha as cousas he impossivtrl conseguir.
Findarei, Snrs. Redactores, a miuha ja e-tirada
correspondencia, rogando-Ihes o favor dasua publi-
caclo, com oque muito obi gario ao
Seu Patricio affertuoso
Joo rcenlo Barbota.
-----------------
Relacio do^ Subditos da Na<;lo Porlugueza, que#tem
concorrid asubscrever peante a sua iepectiva
(."ommis-io a benefi ;io das infeiizes victimas dos
ouccessos da malfadada Provincia do Pai.
ArGELO Francisco Carneiro.../..... 100j^000
Joaquim da Silva Rendas.............. 100 Caetano Pe eir Goncalv.es da Cunba.... 50$000
Joaquim BiplisU Moreira.............. 40^0HO
Mendes & Amorim................... 40$000
Antonio Joze de liveira Braga.......... 32^000
Domingos Joze Vieira................. # 3Q5000
Joze Francisco de A^evedo Lisboa,....... 30000
Joaquim da Silva Castro............... 30^000
Antonio Pereira da Cunha.............. 20^000
Francisco Augusto de Salles Madeira-----. 2p$00
Antonio Fexxeira Mendes Guimaraens... 10$080
AlexandratPteira do Lago............. 10^)000
Antonio Jo|Bm da Costa............. 10^000
Antonio Joie Pinto da Silva.------*...... 10,2)000
Antonio Mar de Miranda liveira*..... 10#000
Joaquim D.ocaingnes deSeuxa.......... 10$000
Miguel Arcenio de liveira Guimajaes. 10)000
Miguel Joze fiodsigues................ QfyOOO
Reis 8c Magalhles.................... 105000
> Conlinuar-se-.
O
AVIZOS PARTICULAR!.
. S Snrs. Assig'-atrtes moradores nos
Baitros do Recite e Boa visla, potlem sera
escrtipuio jittgr as sitas asignaturas ao
Sor. Joan Goncalves de Far^a, j desde
.principio Wo mez incaftvgado dsla co-
branza,
Igualmente se roga a tes do Bair-ro de Sonto Antonio hajo de
nao demorar tanto o sen pagamento : a
condico da subscripyo da Diuj io, lie ser
pago adiantada, e o es|>erar se tlte o tim do
mez, h.e^)bzequio.
o fl. n.
\T ManoelCaetmo da Silva, actual TVzourei-
ro da Lotera, concedida por S. M. I. e C benefi-
cio da nslrucio publica em'o S<"rnnrio Episcopal de
Olinda, aviiH ao respeitavVl publico, que no da 3 de
Noverobt'j em a casa da sua residencia na ra das
Cruces des das 9 horas do dia ath^ as 1 da tarde co-
mees a p.'gar os piemios da 2. paite da II. Lotejia,
cujas rodas acabtrio de correr, e ueste mesmo dia es-
tarlo a venda em os lugares do costme >s biihetes da
1. parte da IX Lotera, rujarrodas talvez ainda cor-
rio de ni ro deste auno, e conforme a influencia, que
houver na cxtra?lo dos bi'hetes se far_ o compesente
annuncio, marcando o dia impreterivel.
WP Aluga-se urna casa terrea no Bairro^da {Baa-
visla nos lugares seguintes: do Mondego al o bero
de S. Goncalo, Sadta cruz, ra da'Gluria, que nio
exceda oseoaluguel de 8^5 'eis mensaes, dand^-se
sempre ura quart-l adiaoUdo : quera a tiver annun-
rie por esta folba para ser procurado.
ft^ Qjemquiser destrocar prata por cobre mar-
eado o patacf* ml e dnzonto." reis, dirija-se a roa
do Rangel venda D. a, confronte o b*e?p fl,oe yai pa-
ra o tiem; na mesma se .vende gneros de toda a
qualidaue por moeds Imperial, e por preco t omino-
de um
ma p
r- lSaxvenda D. 1 na ra da Aragao yreciifM.
n caixeiro de 10 para 14 anuos, qne tenha algu-
iiBtiiadejLe neiocio.
jr. Quarquyer^Siir. que precisar, de um hojaem
hom eCfipturiQ de.commercin, mas quti- pode a-
iustai-se por tardes por ser oceupado na iiunhsn :
falle ao.Snr. An'oniu Joze de Mgalhae Basios, que
dir quem he.
YsP* D-ue i:500jJ reis era sedulas, a premi da.
um por cento ao mez, com hipoteca em predio, pro-
vando-se estar desempedr.: quem quiicr, annu'p-
cie para, ser procudo.
y l)-se Sudareis em moeda de piala, (com
o p' emio crrente) a juros de um a meio por' ceuto,
sobre boa firma,.ou penhons: annuncie para ser
procurado.
yy O abaixo assignado, Juiz da Confririi de N.
S. do Guadalupede Olinda, ruiivida, e loga aos S-
nbores limaos da mesma Cidade, e dado tiecife, que
bajo de comparecer em ditalgieja no Domingo 1.*
de Novembro as Iroras do costura para a mesa devo-
tos. .
Jote Pedro da Paz.
Yf A pessoa que precisar ; para fora desta rraca
ou mesmo desta Proviucia, (se lor Sertao miJaor);
um csixeiro abil, que Um ptetica de quaze todp ?
negocio; sabe ler, escrever, e conlarj d fiador a
sna conduca: na pra^a da Untio loja n. a.
%rjr Na ra da Florentina, porta mais prxima
aolampiio, casas nova de Joo Zairick, piecisa-se
de urna ama capaz par* reger a casa d'um homem
solteiro, e igualmenie de urna pessoa. capaz, fortaf*
ou escrava para compras da ra : das 5 hora da Ul- /
de ao outro dia al >>s 9 horas. >
yy pIL.cisa-se de um caixeiro para um oda,
prestando fiador a tua conduela ; a pessoa que opi.
tendea dirija-ae ao largo de N. & do Trp venda D.
67'
m Quem precisar de urna pessoa pata caixeiro
de ra, prensa de ajgodo, armazem da mutilados, ou
oolra qualquer occpacao de escripia, dirija-se raa
oRangel D. 28, ou aoouncie. ,
A pessoa que annuuciou no Diario de bon-
\ \
raerer comprar Almocreve de Pelaa, dinja-ssj at
DotequimtoSr. Ferreiw sUib-ona _do TImMM onde
achara no mesmo voiumaComboi de Meninaslu-
do do meu iuthor.
jrjp" Quem quiser tomar para sua cssa urna ne-
grinha, queja da servico, pelo tempo que se conven-
cionar, com a obriga^iode Iba ensiuar tudu o que de-
ve saber urna escrava, pode dirigir-se a ua ua Se-
iala nova n. 2S, segando sobiado.
Ly peJa ultima vez s'avua ao sanhor Juho da
CosU Mooteiiv, que cumpia o-tracto-que fez, i
quinza para nle dias ; alias se publicara por este
Disrio qual o dito tracto donde deriva ; e lti-
mamente se proceder a celo criminal respectiva.
^. Antonio Fabio de Mendonca, ao annuncio
do Snr. Francisco de Frenas Gamboa, responde, qua
neio camarote da cas que Umiou pai* as tras noite
em beneficio dos infelises do Para, da do*e pati*6
de piala. ,
tb Precisa-se de um conlo .de res a premio de
dois por cento ao mez, com toda a seguranza, quem
quiser annuncie. .. *
n wy, o abaixo assignado como administrador de
seus filaos menores, AJes-nUrma, Tbeofilo Lope.
Coelho, Mara da Appreaent^,lNunesCoe>na, Jier-
deiros de seu Av francisco Nuoes Munn, soba pio-
tecao das Leis declsra, p*ra preven r pleitos, qfla
ninguem contrete com o Sargenlo-mor Joze Carfte
Teitira, a compra do e^cravo* } Patricio cilo,
idade de i3 annos, Joiu-congo, idade 37 au^oa ;
Viernle can.binda, i^ade 33 aaooa,} Antonio Bea-
gue4l., idade 35 annos; Podro cabiuda, idade a
annos, coxo da pern- esquerd,i; Mansino congo,
i lade 45 annos; Jlo crilo, idade i5 anuos; Mai^
Bei.guela, idade 4 "nos-i Manuel camondo^go, l-
d-d?45annos; Luis crilo, idade 8 annos ; Gonca-
lo cdng.., idade 33 annos ; Dll?* SO..-1^^
49ann;- J.W Bengueils, Uade U annos ; porqo.
couberao em part.lha aos finios do annnnci.ute.fe nao
obstante pander ainda embargos sohrp essa pa.^ba,
que o dito Srgento>mor cu orne da ^o.-epiU .
C.heri*Nues da Cunha Vmva d aquel le Avp dps
tilhosdo^Siuociante mo'C, nao tem etie dne.lp
(como PrcJr.dordaquellaV.uva, e Admiu.s,rador
de todos oa bens d.quelle ca6al pos se aipba com todo,
osEsCrawsemseupadnri) par- vendar j regidos
Escrnvos, por eoUxotn lUigrosos, aor iutla a arre-
mtaoio quTalguos d'e%iet, cdtno ja se julgon por
acordaos da Reilaoo.>
}oit\

B1ARIO DE PERNAMBUO.
\
g=aaap ni1.
tjay O tbako assignado propoem se a solicitar
causa, e pouco trtfbatho dar a seos oonsti*uDtes,
por disso ter alguma pratica ; as pessoas que se quise-
rem aproaeitar do teo prestimo o pi ocurem no Forte
do TCattos u arraasem de Soaquiru Francisco d'Alem
que'lhes indicar onde mera o annunciaote
Manuel da Cud^t'Gadelha.
^rj* Da-se 000$ res a juros de. S por cento ao
mes, cora boas firmas : quem pe tender, annuncie
su morada para ser procurado.
jam Caelano Joze de Siqueira mudou a sua luja
defaaendasda ra da Conceicio do Rectfe defronle
da ra da nadre de Dos para a -ra da cadeia verba
casan. 10.
fja^ Ailuga-se umpreto, 011 preta, ou um mole-
que que sirva para servico de cata e ra," paga-se por
mez ou emana, quem o tiver e quizer allugar, diri-
ja-se a esla Typografia, que achara com quem traiar.
yp" Quem percizar d'uma ama para todo o servi-
co de caa $ dirija-se a ra da Penha, no a. andar,
do ultimo sobrado de D. Joaquina.
S
-
l*4M
NAVIOS A CARGA.
Para o Porto.
s.
_Hgne viagem com toda a brevidade o Bergantim
Brazileiro Minerva, Cap. Antonio Goncalves Carna-
cho : quem nelle quizer carregar ou ir de passagem
* dTiria-seao seuconsignatario Manoel Joaquim Ramos
. < Silva.
Paro oAssa.
yy Segu viagem no dia a de Novembro proxi-
fn<> a Sumaca Lanrentina Brazileira.
irvA A Baha bimb]
tjey* Sabe impreterivelmeute no dia Domingo 1.*
de Novembro as 10 horas da manhi a Barca h-anceza
la jeune Nelly Cap. Momos. Os passageiros deverio
."parecer abordo as 9 horas, no dia da sahida, e des-
pachar e embarcar os seus4lrastes e bahus hojesex-
tajfeira 49 do corrente.
COMPRAS.
D,
'l'as cipas de aitjte de peixe: quem as ti ver an-
nuncie para se tratar.
/y CJma casa terrea, nfo sendo muito peque-
a, em qoaquer das ras desta cidade : quem tiver
para vender, annuncie para-ser procurado.
try* Quem quizer mandar botar dua arrobas
de capim diariamente, em caa de Joa Thomaz na
ra da praia; pagando-se por cada arroba doze vin-
tens, pode mandar e receber da eorte que quizer ou
por mez ou por semana.
W* Um aparelho de barretina do a," Batalhio de
O. N., lobom uto : no beco do Marisco, D. 9.
LEILAO.
^PljE-fat A. Schramm de 5i gigos de azeite dce
engarrafado, boje 30 do correute, no Caca d'Alfan-
dega, as 10. horas da manhi.
VENDAS.

*M terreno com alicerces para quatro proprieda-
boas, na ra do palacete, e urna casa por acabar
na mesma ra : as 5 pontas D. 80.
3* Bilhetes de plateia para os Benefi-
cios em favor das desgranadas familias do
Para: as lojes des Snrs. Pandeiras Pai, e
filho.
tXlT Urna armacio de loja: as 5 pontas D. 10.
jqm Um preto proprio para o servico de enxada :
na m#ima cata cima.
trf Urna preta de 18 20 annos, bonita figura
sabe cosinbar, engomar, coser, sena vicio algum : na
vua do Fugo D. 11.'
%y Um negro crilo, mestre carreiro, mnito
humilde, e de forcas, apezar de ter de 40 4a annos
re idaden na roa do Fagundes D. 10, jatneiro an-
dar. "
- tj3^ Para fura da'Provincia urna mulata bem
mbdfe sabe cozer, 0 cozinhao o diario : na ra de
S. Rita sobrado Verde de pm andar junto a Igreja.
fjy" Urna ecra"va, botla figura, idade de 32
34 anii's, cozinha o diario de urna casa, ensaba,
r boa uujteadeira: na Boa-viata ra do Arago
<**& 7.
Milho novoem saccas : no'armazem de Gon-
calo Joze da Costa e S,' noJ|aesd'Alfandega.
t-9 Um moleq'ue de 14 a i5 annos : na ra do
Crespo, D. 7, lado do Snf.
jrj^* Una cama de condur en vera izada, e feita
muito a moderna, com colxio e caheceira de linho,
ludo novo: na ra das Trinxf iras, D. 3.
yCW Um carro novo de k rodas, com assentos pa-
ra 3 pessoas, e para bolieiro na frente Fura d caixa,
com os competentes arreios para 1 aavallo : defronte
da Matriz da Boa-vista, sobrado de 2 andares..
jqp" Urna cabra de a8 a 3o annos, sabe coinhar,
engomar, e faier todas as qualidades dr. doces", na
.iua dosQuarteis, venda D. a.
fja^* Um molato de 16 a ; 8 annos, uma canoa ^no-
va que carrega 5 caixas e 6' barricas d'assucar, e urna
caza de pedra e cal, com bons cmodos, cita na ra
da Caza forte, da parte da sombra : na mesma ven-
da cima.
yp^ Urna preta mossa, coze, cozinha, e engoma:
na ra das Ti nxeiras, D. 9.
JSP* Um negro que cozinha o diario d'uma caza :
na ra do Vigrio, N. i3, i. andar, de manhi at
as 9 huras, e de tarde das 2 as 5: '
Vy Urna venda nos 4 cantos da Cidade d'Onds,
N. ai, rom cmodos para familia : na mesma.
%Gav* Um escravo da costa, mosso : na ra do Fa-
gundes, -sobrado N. 4. ,
fjl^ Urna cadeirinha emmeiouzo: o entrar da
ra oV>RngeL D. 2.
yfW Umi'*nda em fora de ponas, D. 18, ceno
poucos funVfs, ou soientente a armacio com seus
pertences: na ru do Rozaro, esquina do beco do
peixe frito, 2 o andar.
Um sobrado de 1 andar, e 5 cazas terrias ci-
f..Ie.'cido Amaro Branco, perteeente ao Seminan
fallar com a Reverendo Reilor.
lo
ALUGUfilS.
A.Lluga se urna caza tenia, na ra do Coiovellu
D. 40:. no Armazem'da vidros, no lado da Cadeia. '
PEJRDAS.
Erdeo-sea mais de um mez urna canoa de carre-
ra rom 50 a 3a palmos de comprido coro urn ped.ico
descrrante velba na popa, e um pedaco decliripa de
ari'o d ferro pregado na boyarda : quem delta! sou-
bfr poner dirigir-se a ra da Senzalla nova n. aa
segundo sobrado, que ser bem recompencado.
FURTO.
M
las na ra 'Je S.'Rt?. : 2 Tus ds Cr'J2*?> D 9, ?
dir quem vende.
^JP 100 Garrafas vazias, 100 botijas, e 3 quartol-
las que'foro de viuho tint : na Boa-vista, ra do A-
ragio, D. 1.
fjt^' Para fora da Provincia, urna escrava crila :
na Botica do Feneira, confronte a Matriz da Boa-
vista.
*3p" 2 Moleques: na Boa-vista, ra que a travesa
da Gloria pi'a a da Alegra, D. 4-
*y Urna cadeira de bracos, 1 mtrqueza de vio-
Jete, 1 cama de Jacaranda, 1 paiul pa|afarnba, 1
guarda roupa, a nuza de auiarelo. 1 paUnquim, i
' etanle, 1 oratorio "com imagens, 6 cairlras de pali-
nba, alguns pezos de bronze, 3 comodaa, ,1 berco de
Jacaranda, e alguns barra e pedacos de araarelo : na
ra da Cadeia do Recife, N. 56.
fj|f" Para fora d praca urna negra de naci, mos-
sa, engoma lizo, cozinha sofrivel, lava de sabio, re-
fina assucar, fas alguns doces, e sabe tratar de trian-
cas : na ra da Gloria, D. 50.
*JC^ Urna canoa de bom tamanho, um muinho,
caixoens rom doce de banana e de goiaba, gallinba,
lipas, caibros, estopa da trra, jarras finase grossas,
oringues, quartinhas, e mais louca de barro : na
ra Nova, ao p da ponte da Boa vista, D. 27.
IyfW Vestidos de fil de linho; bicos de dito, mei-
*e de seda para senhoras, lencos de garca edecam-
braja de linho, sarjas de seda preta e de cores, panos
\finos superiores e ordinal sos, lencos encarnodos- da
fabrica, chitas finas e ordinal ias, madapoles superi-
ores, chapeos de castor pardos e pretos, riscados fran-
cezes modernos, setinfta castor, algodiozinho largo e
eatrdito, cambiaias lizas e bordadas, brim transado de
linho muito suporipr, eoutras muitas fazenda da,
gosto, tudo por preco cmodo, eadvsrte se que tio-
hem se recebe mopda imperial: na ra do Queimado,
loje de Firroiano Joze Rodrigues Ferreira, O. a.
fJTJP 5 Palativoi,-4 papascapim, x bigode, 1 en-
contr, e 4 canarios, todos pas-aroa da trra, ecanta-
Udores! em fora de pnrtas,- D. 29.
^al^ Chapeos de pello de seda superiores, a 2000
em cobre Imperial, e sendo em porgo d-se mais am
conta -5 e tobem se vende miudazas da todas as quali-
dades, por preco cmodo, a trpeo da mesma moeda :
na prac.* da Independencia, loje N. 20.
la^" Urna porfo de vidros cortados, surtidos, e
proprios para lampio : no beco do Marisco D. 9.
WP> Por moeda de prata cobre marcado a quem
cotvier : no Nixo do Nia D. 25.
ty "a mesma casj cima urna escrava mossa
que cosiuha engoma, e veede na rna e boa condu-
cta com a filhos maxos um de 4 anno e outro de
anno e mi para o mallo ou mesmo para Piafa.
ARRKNDAMENTO.
ARnendo-se duas moradas de casas para pas-
tar a festa pe to do assude do Mont brado, de um t andar atraz da Matriz d.r Roa-vista.
Arrenda-se um sitio, em O inda, jutfto ao do
O da lo do torrente furtaro urna bala tzul
com um pente.de tartaruga todo abuto, da cabeca do
urna preta que 9 eondusia para o mato : roga-se a
qualquer pessoaa quem fur offepecido, que hi'ja de
tomar, e entregar na Typografia da ra das Cruzas
que sera recompensada.
fj^ Qualquer pessoa a quem for olTereeido um
copo de prata grande que leva meio quatilbo com a
beira bordada de sinzel, que tein de peco 80 oilavas,
poder querendo entregar ou avisar a Miguel Bernar-
do Quinleir morador na ra Nova n. ?>>.. nn aor*.
decer generosamente a quem generoso denunciar.
'
ESCRAVOS FGIDOS.
A -i *
XiNdi, naci cabund, baixo e groco, olhahaixo,
de 30 annos pouco mais ou menos ; fgido da cidade..
de Olinda, cum camisa e calsa de estopa: es spre-
heudedore* levem-o aManoel Goncalves Pfieira Lima
na ra Nova defronte da Igreja da Conceicio.
fjay.No dia a7 lio crrente desapareceo urna es-
crava fror nome Anua, co>tumada a vender fazenda,
de b.>aTstatura, vistosa,- tero urna orelh. rasgada des-
de u furo do brinco al abaixu, foi vestida com urna
6aia pr-ta, e pao da costa, e leVou urna iroxinha
com 3 lencos de seda novos, e sais de mi, um lericul
e urna toalha acabados da agulha: quem delta sou-
ber, ou a pegar dirija-se a ra Direita pbr cima da
Botica de Ignacio Neri da Fonceca, que ser recom-
pensado do seu trabnlho.
fJEy Joio, angico, tem no peito do p direito urna
grande ferida, e de um lado da cabeca urna faltada
cabellos; fgido no dia 24 do corrente, com calca de
nrim librado : ra Nova, armazem de lou?a ao p
da ponte, D. a7.
X
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Pono de Per'nambuct.
6Segunda 9h. 18 m
7T;----- --10 6 .,
8_Q:- 10-54 }Mnh.
9Q:---- 11 42
10S; '3 0-30
Ia-D; I 2- 6 |ra,de-
3
1-1
i
-o
Navios entrados no dia 28.
1 ERA NOVA ; 35 d. ; B. Americano Casket, C.
Samuel Davies : bacalhu e peixe: Forster. Ton"
i59.
Dia 2g.
BAHA } i4 das; B. I*g. Roward, cap. Sparke :
lastio. Ton. 114- >
Navio sahido*no dia a 7.
E1aVRE;DE GRACE; B. Baraw*Francez Genie,
Cap. Luis Erancisco Augusto : varios gneros.
Dia 28.
RIOFORMQZO; S. S. Jote Viajtate, M. Henri-
que Carneiro de Almeida : varios gneros. j>
Vern. na Typ. do Diario 1835.


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