Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03013


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Full Text
ANNO DE 1835.
SAB13ADO
21 \)% OUTUimO
205.
DIARIO DE PERNAMBLCO.
P Bl N
Tvi i.c- M Kl i). Vid

das dasrmana.
19 Segunda S. Pedro de Alcntara Padroeiro do I*p. nao ha
flVp-
?0 T I Qnaria S- Ur-u! e -uas omp. e>sao da Thesouraria Pub
I.iianov. as9h. e56niin- da t.
11 Quinfa S. Mari Sa'oru- IIel. de m- aud- do J- do Crime
de m., e de tarde.
23 Sexta Joao Capistrano. Sesso da Thcz. Pub. de m. e
and- do J. de O de t.
L<^S 'ahitado S. Rafael Arcnnjo- Re. de m. aud. do V\g. G. de
(. rm Oliuda- Kntra o Sol em Scorpio aos43 min. da ni.
55, Domingo S. Cri-pini, e Crispinia >o.
iiiniiemos com* principiamos, e terrino a-
puntado din admiraco entre a Nacdes inait culta*.
Pracla>nnt,o da /iitemblta Otral do Bratil.
Subscrevese a 1000 r*. mensaes pajn ailiantado* nenia Tpoj>ra-
a. e na Praca da Independencia V. .'7 e 3H ; onde e receliera
corrcuonencias IctralHadas. e aiiiiuncin : inei indo-ne entesara-
til* sendo don propriosasRgnautes, e viudo aasignado.
PARTIDAS DOS CORKRIOS.
Olinda _Todos o das ao meio dia.
Goiana. Alhandra. I'arailia, Villa do Conde. Mamanguape, Pi-
lar, lteal de S. Joao. Hrejo cf Arela. Kainlia, Pomlial, Nora d.
Souaa. CUade do Nata!, Villa de fioianninha, e Nova da Prinee.
za: Cidade Ha PuMale/, Villa do Aquir. Monte mor novo
Arar-.atv CacaVeT, Canind, (ranja. Imperatria, S. Bernardoo
S. Joao do Principe, Solirar, Nova d'ElRe.T, Ico, S. M atheus.
ai.lio do Mngne, Santo Antonio do Jardiin, Qnjrxerainobim, c Par
naiba Secundas e Sextas feira ao ineio dia.
Santo A ntaoTodas as quarla fciras ao meio dia.
Garanbiin, e Bonito mis diaa 9 e -.' do tnez ao meio dia.
Floreno dia 13 de cada me* ao meio dia.
Serinliaem, Hio Fonnoxo, e LiineirasSegundas, Quartaa, a
catas fe ira ao meio dia.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS DOS-SENADORES.
Extrato da SessaS em 17 de Julho.
presidencia uG Si. ueiiiu oaiu&o reicni.
Declarando o Presidente, pelas Hez-horas e meia,
aberta a s^sio cora 3i Senadores presentes, o se-
gund> St-c elario fiza Untara da acta da antecedente,
que foi approvada.
Nao hateado expediente, enlrou-se na ordena do
dia, e foi approvada em primeia dUcussio e passou'
para segunda seguinte resoluefo:
Ait. i. Fico exiliados os Auditores Letra-
dos do Exerrilo.
Ait. a." O Gverno na C- le, e os Presidentes
as Provincias, nomeiailo Cap lies que sirvaS de
Auditoies non Conselbos de Guerra, e uiais func5es
deste em prego.
Ait. 3. Fica revogadaa l rio. Are
Contnnou a discussaS adiada da seas6 ante-
cedente sobre o projecto viudo da oulra Cmara
relativo ao processos judicial ios quaforem remetli-
dos pelo Supremo Tribunal de Juttica s R>l'c5es
Provinciaes, pata eren revi>tos segundo a le fice,
coro as emendas da CommissaS de Leg'slaca no art.
quinto addtivo das ditas emendas, e emenda ofie-
recida pelo Snr. Veigueiro.
O Sr. Patricio deca ron que dmente encarara
questo pelo lado da conveniencia; e principi-
ando a combater os argumentos em contrario, notou
que os nobres Senadores do oulra lado diziio,
que onde se da vio as mesmas rajes, d- vio mi-
litar as mesmas concluzSeso que n>5 era exarto por
ser o caso difieren te, pois huma cousa era nullida-
de, e oulra era a revista, da materia dos sucios,
poique quando se trata de nnllidade, nSo se traa
de decidir o litigio definitivamente; donde se con-
clue que dizendo o Supremo Tribunal de Justica,
que tiesta ou naquella cansa ha nu'lidade, o' sen
voto he definitivo, indo o procedo ser ratificado na
primeira ou segunda Instancia, concluindo sea accSo,
dando-se a cada huma das parles o que he sen :
porra no caso de injustica notoria e nnllidade
manifest, j o seu juizo na5 he definitivo porque
nao pode por si, nem mandando a Relaco, reme-
diar o mal, era consequenra do julgamenlo ser
definitivamente decidido por huma RelacaS, no que
apparece huma decalo com o carcter de verdade,
e 8ubindo o processo ao Supremo Tribunal pro-
nuncia-se de sentimento opposto ao da Retacad, e
dando-se neste caso hum vacillaroento sobre de que
lado esteja a verdade, necessario he o pronunciar-se
hum terc-iro voto que decida ; e por tanto a pro-
pos9*5 da Commissio era fundada neste principio,
que tanto lem garantido inslituicoVs de tal naturesa
era outras Na(6es : mas q' em opposicio a este prin-
cipio sedizia, q' es>e terceiro voto era um voto pouco
firmado, porq' os Magistiadoaq' conapoem esse eorpo
q' faaarevi>ta, he composto de Magistrados que ha
pouco sabidos dos Gajnos Jurdicos, nao tendo a
pratica nr-ces-aria, se ua5 echa5 sufficien (emente ha-
biliudos para deridiiem m eniido Contrario opi-
nia6 do Supremo Tribunal de Justica. Tribunal com-
posto de homens respeilaveis p^la r dade, conhe-
ciinentos, emaduta v<>taca5 sobre as maleiias que
lliesa sugeitas, no que o nobre orador concorda-
va, e que se se rnmparasgg aclualmente o Corpo
Superior com os inferiores, a preferencia de rapacida-
de e luzes e acharia a favor do Supremo Ttibunal
de Jusiica, curapiindo todava <^bservr-se que o L'or-
pd Leg'-laiivo se ns5 wcupa de fazer Uh de circuns-
tancias, eera de esperar que o infeliz syslema de des-
pachar Desembargadores a cada momento teria ter-
mo : masa recorrer-se aos argumentos dos nobres
Senadores oppoMtores do artigo, de maior ou menor
copia de lozes, sendo elle* valiosos, ent o se conclu-
ira que se deve acabar com as Relace, eeslabeleccr
o Supremo Tribunal de Justica como terceira in-tan-*
cia, vindo da segunda instancia os recasos definitivos
para o Supremo Tribunal. Tambem se di/ia que
muitas vezes aconteca conceder-so a revista por hura
Tiibnnal com pos! o de mu i (os Ministros, as R. la-
cees; a rrvi-a6 depois vinlia a ser feita por dous ou
Ires Dcsembargadnres ; mas o projecto em dcussa5
ja prevena e-ta grande desigual.lade mandando que
as Relaci's as revisSes serS Hitas por todos os Mem-
bros deltas, ennnra por menos de 5: que tambem
se dissera que asRflacoes exorbilava dos p ntos pr
que o Supremo Tribunal de Juslig* conceda a re-
vista, decidindo como lhes pareca ; ao que se poda
dar hum rpmedio, qual odesugeitar as RelacSes re-
vsoras a n5 tomar conhecimento sena daquelles
pontos, pelos quaeto Supremo Tribunal de Justica
concedeu a revUla : finalmente mostrou que na5 era
revestido o Supremo Tribunal de Justica de poderes
que Ihed a (JonstituicaS ; que se ha va de conseguir
o que se pretenda, mas sim mandando para os Tri-
bunaes revisores homens de lozes, e pratica admins-
Iraliva de justica, etc.; coucluio votando pelo artigo
da Commi.-sao, contra o a presentado na sessaS an-
terior.
O Visconde de Cae' declarou-se pelo artigo da
CommissaS e contra a emenda off.-rerida, com quan-
o, ptmeira visla, fosse deopnino q' o Supremo
Tribunal de Justica conhecesse, e decidsse por si .,
p' lhe parecer grande anomala, e dep<>isde hum Tri-
bunal competo de homens provelos, Magi.-trados
Ilustrados e ornados de muita experiencia, decidir
que havia nnllidade injustica emhuma causa, e hu-
ma R'elaea dizer que tal na6 ha ; pore'm que refle-
ctindo sobre oulros principios, e principalmente so-
bre letra da ConslituipaS nao podia annuira tal
emenda, ese pronunciava contra ella, fundado era
que a letra da Constiluica na6 deve ser p* ninguem,
e com especialidade para os Legbladores, letra mur-
ta : o nobre orador fez a exposcaS da ConsltuicaS, c
mostrou a perfeita contradiccaS em que a ella se acha-
va a emenda : coocluio observando, queem quanto
a Constitoicafi se a5 refoi masse, e estive-.se em cam-
po a ordem do da, que era a maledicencia sobra a
classe dos Desetnbargadores, da qual j os resucita-
reis memhros do Supremo Tribunal de Justica tem
participado, nn5 poderia votar por huma tal altera-
916.
O Sr. Rorgcs suslentou a emenda combatendn os
antecedentes oradores, fazende ver que ella em nada
seoppunha ConslituicaO, e demonstrando que o.
Supiemo Tribunal de Justica se achara reducido a
huma ascoia de pilotagem, mandando, v para a
Rabia, v para Pernairbo o, v para o MaranliaS.
O Mrquez de Caravellas suslentou a letra do ar>
ligo additivo, econiliat u a emenda que fui sustenta-
da pelos Sis. Ahneida Albuqneique, e Paula Souza.
Dando a hora,, foi pedida a prorogaca, e posta a
v.ilosnaS passou, o Presidente deu para ordem do dia
diversas materias, en continujca da de hoje, e lo-
vantoua sessao pelas duas horas.
GOVEKNO d.
Continuaca %o
CIA.
ia ao.
.0 C. de Polica, V Vl\ Coronel
F. da Rocha P. BarretoV^B pWjue. com man-
da preste ao Juiz de Pa* do PocoVauxilio que lhe for
por este requisitdu para as diligencias da Justica.
Que admira por.ii, que esse Juiz de Paz dando pir-
tede tanlaa desorden-, e allantados commellidos em
seu Destricto nao nomeia os criminosos, que ala diz
elle seren assaz conln cil's. E que ai lhe faliou for-
ca paraos urender era flagranle, na5 lhe fallara pa-
ra os perseguir e caplurar d-pois, v*toque aliexi-
tem G. Natonaes, que sa5obrigadas.a se preslarem
o chamado dos Juzes de Paz. Que tambem admi-
ra que esses criminosos nao lenbkO sido processtdos,
como se deprehende do ofiico do mesino Juiz de Pac
a S. m. dirigido. Que cumpre admoefeU-lo a ser
exacto no desempenho de seus de ves.
Ao Jnia de Direito interino de Goianoa, que
nao havendo remedido recruta algum dos que forafl
exigidos de sua Comarca, cumpre que sem demora
ou escusa alguma o faca.
Ao dito que fica inlcii ado da prisa5 de Custo-
dio Machado Aranbs da Fonceca, que deve ser ali (
conservado e nao remellido para a Capital: que cum-
pre agora que a Justica seja satisfeita, a Lei executa-
da, eo seu ofiynsor punido.
Ao dito, que causando transtorno ao servico
das G. N. a nomeacaS de individuos do servido acti-
vo d'ellas, que s>5 pelos Juzes de Paz propostos pa-
ra Itinpectores, S. m. determine a todos os Juijes
de Paz da sua Comarca, que fasendo cassar as no-
meatSes de Inspectores que houverem obtido simi-
lhanles individuos', proponliaSG. N. de reserva, na
certeza de que respectiva Cmara M. se expede
ordem para escolher dos propostos o que forera da
reserva, e ao Coramandante Superior para chamar
para o servico os Inspectores que perleocerem ao ser-
vico aetivo.
A' Cmara de Goianna sobre o objecto deca*
rado no ofiico su pra.
Ao CoramandanteSup. dasG. N. da dita Vil-
la dem.
Ao Administrador F. das Obras Publicas, ap-
provando o jornal de taO reis diarios para os presos
que seoferecerem para o servio^ das mesmas, eau-
torisando-opara sua salisfacaS.
Portara aoDoutor 1. Medico do extracto
Hospital Militar para examinar os generes comesti-
veise porlaves, que pelo Arsenal de Marraba se re-
metiera para a Provincia do Para, csU em bom es- j
tado.
Oficio ao Inspector do Arsenal de M. commu-
nicando a providencia supra.
Portara ao Director do Arsenal de Guerrfc^H
ra entregar ao Administrador F. das Obraa rubcet
MUTILADO I


I
o'reci
todo* os carros maucbegos, que bou verem do mesmo
Arsenal.
Di ai.
Ao Commandanle da Praen respondrodo que
Wecrula Pedro Celestino f entrego* ao Juiz de
"Dirito Qefe de Polica por ser .rirrnnozo de
niorle qu se ja tuba praca lhe deve mandar dar bai-
la
Ao dito que coiriofe expedicio para o Para
ufo pode sabir antes do fim do mei, talvez para en-
Ia5 ja esteja restabeleci-io, o Cirurgo Mor J. Vieira
do Mello, e no Paquete. Rciimpre^ueS. S. o n prebenda pela
maneira pauro |lienciosa coa que i espondeo ao
avizo que leve para marchar. *
Continuarse d.
D1VERQAS REPARTICOENS.
VF Juiz de Direito Chefe de Polica dtsta Cidade do
Recio) faz saber a todos os Srs. Juizes dg Paz da Co-
marca, e ao- Agrigullores de familia, feija, e ou-
tros gneros de nrimeira necs-idade, vulgarmente
chamados Malulos, que elles saizemplosdo recruta
meato; e assim os convida pata que trag-5 fona-
mente os seos gneros ao inervado, na certeza de que
se algum Cor prezo por engao, ser mediatamente
solt, e recommcndia aosSrs. Juizes que n6 recru-
lem I es Matulos, e que isto mesmo Ibes fassa cons-
tar em vos Deslricto.". Recife 23 de ulubro de
1836.
Joiquim Nunes Mazado.
JU1ZO DE ORFA DE OLINDA.
JL Articipo a V. S. que Resta data acabo de dar
execuea oquajj fcajjMt commend<>u em seu Ol-
ficio de 28, ejfam l^pi-sado mez, osquaes o
me forio enfl &em 3r da dito mez, e
este no dia dJ V^v kaenle.Remello in-
cluso un fll ^^gM po i. Districlo des-
te Municipio^! Hidendoao meu de i9 do
supradito gpezTrUII Remetiendo incluso oulro
do Director InrerinodoCorso Jurdico desta Cidade,
que incluso tambera lemetlo, rpi esenta ebre o em-
barazo, em que se acha a c rea da organiaaclo do
Mappa dos Alumnos, quefregoentio as Ao.as publi-
cas estabelecidas no sen Distinto, vi-fa d resposta
dodirto Director, que recusa mandar-lhe dar una
relaciodos Alumnos matriculados ao Curso Jurdico
sob o fundamento de ser aquel le E*taheteci meato
i-enlo da jursHicio da* Aulhoridades locaes; V. S.
decidir o que bem lhe parecer.
Dea* Guarde a V. 8. Olinda 5 de Setembro de
1835.IHaa. Sur. Doutor Joaqaim Nunes Machado
Juiz de Direito chefe de Poliria. Dotilor Lourenco
Trigo de Loureiro Juiz Municipal.
Agora mesmosou informado por estranhos do que
deveria Vm. ler-me informad ."i; e quenas parti-
Ihas etiti eos berdeiros de Pedro Jorga ficra o eoher-
deiro Francisco Jorga de Souza de repr a sua irmi,
e tutelada Joamaa de tal, a qu-uti de 2*>'$ res em
moeda, eque, nioabstante ha verem sido feila* as dic-
tas partilhaa hastate tempo, iiidinao lora adicta
quantia recolhidaao cofre dos O fio*, como convi-
nha que o fosse. Nestes termos, se verdade o qoe
levo dteto, pause Vm. mandado de aalificacio, para
qoe o dito Francisco Jorge de Soasa, Tutor da r.fe-
rida Joanaa de tal .-oa irml, venha recolher a men-
cionada quantia no praso de oito dias, sob pena de
se qu estro
Deo* Guarde a Vm. Oljnda n de Setembro de
i835. Sor. Manoel Jo- da Molla, Escrivio.Doa
tor Lourenco Trigo de Loureiio Juiz Orfios.
Illm. Sr. No tendo tido descanco algum
os Officiaes desle Juizo, e acbando-se doeates a delle,
faz-se-me precizo que V. S. me mande hoje mesmo
ti ez Guardas Nacionaes, para irem entregar Officio*
aoa diversos Juizes de Paz deste Municipio.
Deus Guarde a V. S. por muitos annos. din-
da 13 de Setembro de 1835, pela 7 horas da ma-
iihi. lllm. Sor. Manoel Rufino de Barros Corn-
mandant Iiiteiino do Batalhi de G- NDoutor
Lourenco Trigo de Loureiro Juiz Municipal.
-Illm. Se. Para cumplimento das Ordenado
Exm. Sur. Presidente da Provincia, que me forio
transmit idas pelo Snr. Juiz de Direito Chefe de
Polii'ia em dacta de lo do cor rente mez, eomvem
que V. S. procedendo recrutamento no seu Dis-
Iriclo, remelta-'iie com a maior brevidade posv-l
quatio humeas, que esiejio as circunstancias de
lar praca na I.* Liaba, e outros tantos, que sirvi
par- Marinhs, com deiUracao do* que sfo destinado
par, rata ultima prufisvio.

Si
-
*
..
Jeus (Juarde a
12 de Selen
Simplicio de Bai
Municipo. Di
Juiz Municipal.
< Igual para tod
Municipio.
Olinda
de L"oi
strclos desle
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
4 pauta he a misma (h IV. 204-
Acta da reunio dos Cidadins para promover-se hu-
ma Subseripco pecuniaria em favor daa miseras
Familias do Para.
A Os vin'e e doos de Outubro do mil oitcenlos
trinta e cinco na Salla do Jury desti Cidade do Recife,
onde comparecerio a instancias de urna Sociedade
Cidadios bem mritos de toda< as Classes, e Reparli-
c5, e Consulef das Nages Estrangeiras apresen-
tou se o Exm. Sr. Prezidente da Provincia que
mu i lo se h desvelado por acodir com prompto, e
eflicases soccorros ao desgracado Pira soplanlado e
quasi redusido a cinzas p-la mais furiosa demagogia ,
e diriffndo-se ao lespeitavel A.Ijuorto em bum bre-
ve mas expressivo discurso expendeo o honroso fim
para que lodos alise reaniio : dep >is do que^ tratan-
do se de nomear Pre-idente.Secretario, e Thesou-
reiro da Sociedade forio nomeados por acclamaclo
o mesmo Exm. Sr. Presidente da Provincia a qoem
se reconhereo protector nacto deMa Sociedade toda de
Beneficencia, e Caridade : Secretario Vicente Tbo-
maz Pire de Fieaeiredo Camargo e Thesonreiro o
Sr. Domingos Aflfonso Heri Ferreira Thesoureiro
Depois dislo a mesma Sociedade b-n< ficrnle ro-
gou aS. Exa. oSr. Presideule houvesse de nomear
ComipisjSes de pessoas de sua confianca reparlidas
por esta Cidade a te Olinda Commarcas c Vil-
las afim de *e encarregarem de promover as sub--
cripv'oe* em seos respectivos lugares fa^ndo en-
trega de todas ao Thesoureiro Geral : eoExm. Sr.
Presidente passou a fazer as nomeat5>s seguinles,
que forio plenamente approvadas.
COMMISSOES.
Para o Bairro do Recif-.
Oh Sra. Luiz Gomes Ferreir. Jo. Ramo* d'O
liveira. Bernardo Antonio de Miranda.
Para o de Santo Anlonio.
Os Sr*. Vicente T. Pires de Figueired > Camar-
go. Joz Beoto d Costa. Francisca Antonio de
Oliteira.
Para o da Boa vi-la.
O Sis. Jlo Pires Ferreira. Franrisct. Jozi'da
Costa.- Antonio Luiz Goncalves Ferreira^.
Para Olinda.
0> Sra. Doutore* LorenpoTiigo de Loureiro.
Pedi% Autran da Mata e Albuquerque. Joio Ca-
p istraoo Bandeira de Mello.
Para a Varzea.
Os Srs. Teaente Coronl Joaquina Canuto de Fi-
gueirclo. Coronel Manoel Thomaz Rodrigues Cam-
pelbii Tenenle Coronel Mauoel Cavalcanli de Al-
buquerque.
Para o Cabo.
Os Sr*. Joio do Reg Barros. .Marques alo Recife.
Doutor Francisco Elias do Reg Danta*.
Para S. Lourenco.
Os Srs. Doutor Pedro Francisco de Pau'a Caval-
canli de Albuquerque. Chrulovio de Barroa Reg
Falcio. Francisco de Pula Correia de Araujo.
Para as Commarcas forio nomeados os Srs. Juizes
de Diieito epara as Villas oa Srs. Juizes de Orfios
e VIunicipaea.
E como te ponierais a necessidade urgente de
por logoaeaminho a subscripcio o Exm. Sr. Pre-
sidente convidou a todos que ali eatavio para assina-
rera : o que elleclivamenle se executou cuja lista a-
baixo se transcreve. Todoa de inuito bom grado se
prestarlo desejosos de soccorrer a tantas familias ,
quegemera aa dor no lucio e na miseria. Os
Srs. Cnsules prometterio remrtler em separado as
suas sub-cripv'es e dos seu* Concilladlos. Finda
a subicripc > hura dos Srs. Socio pedio que So-
ciedade agradeces* a S. Eta. o Sr. presidente ose
zd'o e actividade assim em promover o socgo da
Provincia, como em pie. lar-se com 'tanto inleresse,
e cordiabdade para oa soccorros do desgracado Par :
ao que todoa mu gustosamente annuirio.
Desta maneira *e dissolveo rala Socio de huma so-
ciedade que .procura cumprir o primeiro devrr do
homeui e do Chrisiij, qual h o soccorrer eos seus
semelhanle. Eu Vicente Thom* Pires de Figuei-
redo Camargo Secn tarto de Soviedade Bendicenl a
esc r i
^hl que snbscrevciio.
Francisco de Pai ite de Albuquor-
q- aOO^ooo
Vieente T. F. de Figueiiedo Camargo. 4&000
Francisro Joz da Costa. 150^,000
Francisco Antonio de Oliveira. aOO^ooo
Manoel Ignacio de Ca valh'o Mendonc;a. 4)000
Migv seraniento Lopes Gama. 30^)000
.Li'iz Gomes Ferreira. 200^000
JozCordeiro de Carvalbo Laile. 200JJooo
Ilerc ulano Al ves da Silva. 200$000
Claudino Leite. i3O$O00
> Marinho de Sotiza Lio. 5C&000
nio Luiz Goncalves Ferreir. Ito^ooo
Jlo Pir Ferreira. i50^oo
Joaquim Branci.'co de Mello Cavalcante. i00$ooo
SKarame. aOOJJooo
Luiz de Csrvalho Pac de Andrade. 50^ooo
Manoel Carneiro de So uta Lacerdo. lO^OCO
Jacinto AUes Branco Muniz Brrelo. 25$000
Joio Alemlo Cisneiros. iOo^ooo
Luz Antonio Vieira *0fi000
. Francisco Xavier de Miranda. 50$000 ^
Francisco Cavab ante de Mello. 30^000
Laurenlino Antonio Moreira de Carvalho. 20^000
, Francisco Manoel da Suva Tavarc-s. 400^)090
Bento Joz AUes. \ 200^000
Francisco Romano da Silva. 40<|000
Anlonio Jiz Bandeira e Mello e familia. i0#>080
prachede da Fonceca Coitinho. 40^J000
Fian, isco Xavier da F Frao. isco de Paula Carneiro Lelo. i0$000
i* t Jnaquim Theolonio de M- lio ra
da Cadein. H^440
I Amsrd rr-rci.-rc de srwsr*. :C^OCo
Joarjiim Nunes Machado. 20^000
Jozf Carnriro daCunha. a0)000
Autonio Jos Gomes do Correio. 10^)000
lllm. Sr. Huma Sociedade de bem fiecncia
com osCidadaosde tods as Classes, Nacionae-*, e
E-traugeiros compungidos do defgrceudo estado, a
que o monslro da anarqua surgido rtu raalfadado Pa-
ra redusio ioumeraveis familias, que nas, e famin-
las deploraS a perda de tei nes E posos de charos Pues,
e derarinhosos Filhoi, reunio-se em Pal..ci deste
Governo no dii 22 do coi rente com o nobre, e gene-
roso fim de procurar, por meio de huma Sub-ciip-
9*5, algum alivio ao peso de lanos infortunio*, que
opprime a lanas familias desoladas. E depois de no-
mearem ao Exm. Sr. Fian-cisco de Paula Cavalcan-
li-de Albuquerque Prndenle da Provincia pra Pre-
sidente da Socied.idesubsereveraS lodo os que- se a-
chava Prsenles, e resolveo-se criar commissaSee,
que promoves-em a me.-ma subarripc- em toda a
Provincia, e foi V. S. moneado mimbro della, co-
mo *e do Impiesso incluso. Fra ocio-a a indaga-
c de termos, e frazs para mostrara Sautidade des-
le objeclo, ea urgencia de si elle levar a effeo; e
seria dovid*r, o que nao he licito, da dridado e Re-
gi.>5 de V. S. si me demora>sa emqueier excitar"
asm compaixa : ba-la dizer-lbe que se traa de dar
de comer aquem lern fome ; de vestir os nuz e de
enxugar lagrima.-! Qucos a isio se negar? Oresul-
lado da subscn'pcsdeve ser inmediatamente reme-
tido ao Thesoureiro Geral da Fasenda Publica Do-
mingos Alfonso ieri Ferreira, nomeado Thesoureiro
dasubscripca.
Dos Guarde a V. S. Recife de Pernambucoem
23 deOulubro de i855. lllm. Sr. Tenenle Co-
ronel Manoel Cavalcsnle de Albuquerque e Mello,
Membro daCommissodda Fregt.ezia da V-izca.
Vicente Thomaz Pires de FigueredoCamargo Secre-
tario da Sociedade de Beneficencia.
De igual leor a todos os membros uouieado?.
COMMUNICADO.
SE os frades na Furopa ( com pequcoas excc~
s }sa5 os mais raneo rozos aigos das institu*
cesb'vres, isso he la claro como a luz meridiana;
que na6 era possivel, continuando elles a existir
em Portugal, pr gredir, e mesmo su'-lenlar-se por
muito lempo a C'onstiluicao na quelle Reino, isso be
huma verdade inconiestavel; que elles se seiviado
Sagrado mioi terio da Religia para sustentaren! o
uzurpadur, acinselhav.6 a 1 eheliao, piegava o as-
sassinio, como hum servico feilo a ella, i*so heoutra
verdade innegavel, a qual se acha provada com o q
a este respeito dice o Duque de Biagunca 11a fallado
Throno em Sessa Realna sjbei tur das Cortes extra-
ordinarias da Naca P01 UacBesa em 1834- Eis o que
elle dice : < Saz horror dizel-o ; mas
l)e3, e toc qm digo verdade;) nos pul*
a>
MUTILADO 1
ram
.


do deu
Ib pru-

pilos, face do sacados altare?, no meio dos San-
lose Auguslcs Mfet. ,s Ministros de hora Dos
de paz, e de candade pngavt-6 o assassiuio, romo
hu > f'< lo Re mnciava aos po-
vos espantados luam novo erangeiho de persrguica,
de orle.
A' vista da tuin tamanhr escndalo, mima
fizesteo Duque \e.bar de |
com os frad feZj r
do i
dente medida, r\plif<>o-se da hH Me :
Suppnmirase finalmente lodas as familias* afocia-
coi-sde RJigio-os de qi a'qoer d.mmii' iiis-
tiluto qa lossem. Estes eslabelerimentos, anside-
radoi rom respeilo Religia e tavaS a)heeesskte rilo primitivo de seus instituios, e quazi wtk Xi tu-
sivamente dominados do amor dos inien M-inpo-
raes, e profanos, que fasiaS pr E considerados dtbaixc das relai como corp-s desnacionalizados, indilerenles ao bem
ou mal de seus Concidada5, e servindo zelosamenie
o goveruo desptico, cu 1 y rameo, se delle esperara5
favor e considersc-. A' sua influencia, Unto ma-
U pengoza, quanlo mais occulta, sobie as penoas
e familias, deve V vi tu gal, em grande paite, jos
males que acabou de experimentar. Ta com tudo
excepcdes nos individos honrozas, posto que ratas)
o Gevemo a tudo tem attentido. a' visla do que
venhode transcrever, qual ser o hornero imparrial,
e de boa f, que dexe de confessar que o Duque de
Braganca fez hum grande sei vico a Portugal em ara
b-ti com os fiades? Estis Santos homens lnn seguido
na Hespanha o mesmo .-ysfema ; elles tem auxiliado
por todos os meios ao sen alcance, o hypocr ila e mal-
vado D. Caib; (em al p osdireitosnconheridos da Ruinba ; t. m-se posto
frente de numir. ras gueirilhas, fazendo por toda a
iaiteas maiores hoslelidadis, promovero, e a come-
"""",r"vv" '" ""uyj .. < a ua iiK'iima son-
na; finalmente lem-se mostrado, como os de Poitu-
gal, iniplacaveis inimigos da liherdade da sua Patria,
o que Ibes lem aeran dado sebre o odio do povo
Hespanhol; o qual lem rompido era sensuraves ex-
cessos, romo pouco se vio em Rets, Barcelona,
Murcia, Valbneia, Sarag<'ca &c. A opini-6 geial
em Madrid, segundo tonla das folhas da quella Ca-
pital, era que o Guvemo da Raii.li* devia adoptar a
respailo do-fiades, a mesma medida que adoptou D.
Pedro em Por luga I, isto be, avabir com ell.s por
urna vez. Ja pelo Decreto de 4 de Julho prximo
pretrito, acabou a Rainlia com a Companbia de Je-
zus ; e pelo outro Decreto ais gnado em Santo Ilde-
fonso emu5 do memo mez se ve que ella suprinro
mais de 900 conventos eColligios ( sobre 1:940 que
ba ) que nao tiverem i2 membres. dosquaes doister-
509, pelo menos, devero ser de coro ; applirando o
produelo das suas p- opr dades para a amortizaci da
divida 1.0 Etado. E>ta medida nao pode entretanto
acabar cora o mal, quecauzaos nades em Hespa-
nha ; porque ainda firaS exislindo mais de mil con-
venios, que na5 sa6 comprehendidos na queHe De-
creto ; porem lie de esperar, que Governo H spa-
nhol, visla dos ltimos acontecimentos, acabe por
bnraa vez com eslas Corporaces, qae se em outro
tenipos-guindo risca os seus institutos, fora d'al-
mautilidadeao mundo (biista, h..je s dominados
de inleresses profanos, buzando do sea ministerio,
e exercen.lo tobre os poros huma infl icncia perigo-
za, sao mais prejudicial 8 do que ulcis Socieddde.
Nao son iuimigo do frades, amo e respeilo a nos Santa Religii ; porem estou convencido que ella
nao carece de frades para continuar a existir, c que
esles( nao sao todos) pelo scu mu coropoi lamento
ronito a tem a dezacredilado, e axseulu que aborre-
cer os fade-, qttando cales faino aos seus develes
infrigrma Ley, e peg5 em aunas contra 09 Seus
Concidadai, por que estes na5 quciem ser escravos,
nahaaer inimigo da Religia, que na5 deie aer
capa de ve!bucos.
CORRESPONDENCIA.
O,
Snrs. Redactres.
'Ntek cazualmente indo ao Arsenal de Guerra
ri o Sr. Commandaute da praca revistando o farda -
ment que enea xotado tem de ser remetli 'o para bor
do d's Embarcaces, que conduzem a expedica pa-
ra o Par, e l ser de t buido pelos b avissimoa Sol-
dados que a compoem ; fi(|ue p mado de rer a por-
cariaesem serimonia com que fui filo dito falda-
mento, que costuras que corle Oh'que iaquei !
algumas caigas parecem ciroulaa, e alguna jaqneis
com a duas mangas direilaaou esquerda-', e di-se-ine
um menino de l, que porcada uro se pagara 800 rs.
de feilio, o que na6 afrmarei: Srs. Redactores, se
quelle fardarneti'.e forlale qu^l para o Saldtdos,

-
da nuez WTropfi 1&* Urna pesoa cap >em-se a dar licSes p
1"*Bm jaqueas- Ingle?., Franrez em cazas pai ticnlai es quera qui-
zcr_ulili_zar-.se da^seu pnstinio pode dirijir-.se aMaza
?m be
ves iJ
sim COiiJ )) annos q'a tabella marea, mor-
menteednpH|a: onde o Sold*d lera milito de
Irabalbr : depois d'isto rer, viro para MexeiiqHeir
de Palario, e aHsoube que o Siv Commandante dar
Pracatiajiiapipzentadoalcnmas pe darnenlo a S. Ex. o Sr. Prezideotn prrediroento
este mui kiuvavel, risto S S. nao poder por si dar
a* providencias que laes cazos exig'in, que.. fazer
com que o Almoxarife mande concertar ( aos que
di-lo percizorem ) a sua cusa, e cria fazer grande
servico'se oI!Im._ Sr. Aieixo, r-sisti se o que j'e
eiba enraixotado': 0 publico, Sis. Redactores, de
Z' ja Saber quanlo se gastou ne>la manufacturacaS, c
e>lou psrsuadidn que o Sr. Almoxarife a alo na6 se
negar, aUSi^alguem por elle talvez o faca. Sr. Di-
rector Inle ino, Vm. conj o sen coslomado patrio-
tismo, e imparcialiade nao equiri ca, chame a res-
ponsabdidade ao Almoxarife, se ja o nao fez, deste
modo fr mais um sei vico ao pnblico, e tei os lou-
vores dos homens de lem, ermo com jualica sempre
tem merecido. Qnrira, Srs. Rt^lartons, <'ar um
lugarzinhono feu Diaiio que muito lhes agradecer
O mal de uns, para bens d'outi os.
D,
ANNUNCIOS.
"Eo luz o N. 50 do Aristarco contendo a
continuaco dos nmeros antecedentes sobre o Pre-
zidenle Alencar, Resposta ao Velho Pernambucano
N. 3a. Nos lugares do coslume.
ajaT A CommissSo Administrativa da Socieda 'e
Harmonico-Theatral deleberou na ennformidade
de seus Estatutos emAsessio do dia 22 que f ssc
r" =----------- ..-^^v; wuou a i3 uauc Ul a t: u-
niio no dia a5 do corren'e para cujo fim convida o
Socios a com parecer em na caza do seu Thezoureira)
na ra da Cruz n. 9 61 pelas n-.ve oras e meia do
dia.
AVIZOS PARTICULARES.
^\Os lllmos. Srs. Juizes da Piimeira e Segunda
Vara do Cirel roga-se muilo enrarecidamente a
bem da Jusiica dignem-se ordenar o maior silencio
poss:vel as occasidea da abeitura, e prosa*gui-
menln das audiencias, actas de tanto respeilo e al-
inelo : vedando a confuso efalatorio das pessoas
que por all apparecem ou sejo ou nao Partes : con-
fuso e falatoiio que por vpses t. m nao s Suas
Senhorias enleriompido a publica cao dos feilos co-
mo mesmo com o semblante pedido a devida alten-
cao: evitando se por e.-te modo o p ejuiso que s
Parles pode causar como de ficto hia causmdo na
audiencia da Segunda Vara ero o da aa do concille,
era a qual liarendo o Solicitador Sr. Peto aecusado
huma aecio e achando-se presente o Procurador do
R, deixou dkte de ouvir apr'goar-se a seu Constitu-
idle tendo-lhe valido acbar-se j a pelicao de vista
noCarlorio, e procujjacio; derido tudo nao so a
aquelle motim como a falla de respeilo, e altencio
a aquelle acto para onde guarda o conversas, avi-
sadas ociosas, athe de pntos escravos que deixan-
do talvez o serrico de aeus Srs. para alli tambera
rio dar gargalhadas ; htvendn por bem encarrega-
rem Suas Senhorias ao Porteo desta Commisso ,
ero todos os das de audiencias.
Um Solicitador.
%J** Proea-se de un a caza terrea pequea ou
um andar de sobrado para urna pessoa sendo em
b '-a ra quera ti rer e quizer alugar annuncie ,
sendo no Bairro de S. Antonio.
M*** A pessoa que s> quizer propr ensinir o
Francez em urna caza partieu'ar annuncie a sua re-
sidencia para ser procurado.
/jr Adrerte-se ao Sr. ThezoB.feiro da actual
L'ilei a nao pague a oulra qualquer pessoa q e nao
sja o aununciaole o meio bilhele N. 3505 por es-
te se ter desencaminliado e se qual([uer pessoa o li-
verachado e o quizer restituir queira enltegillo na
ra do P.ozario luga D. 13.
Jlo Mino I Rodrigues Valenca.
^9" P*0 se 2000^5) is. a premio de 1 e meio por
cento ao mez sob boas firmas; na ra do Callegio
1. andar 0*0 sabrado D 8.
Wat* Quero annunciou ii*r para reoder uroescravo
da Costa com 30 annos de idade, bora socador de
assucar ; pode deiijir-se a rua_da Moeda a fallar cora
Joze Xavier Ca' neiro da Cui
%Jf Quera perdeo urna Irave viudo pela'agua a
baixo, procure na roa do Colegio D. a. que ser
entregue 'pigando a despeza dos prcas, ad
signaea serlos.
oS
o a
o na Ponle Velba que Ihe dir que!
nuncianle.
NAVIOft
CAUCA.
TARA Lis BOA.
MT Ertuide sabir it 3.4 ueNovembto por Ur parte
da crga prompla 0 muito rcleiro Bi igue 1'otLUguez
Esperto forrado de cobre e cora excdlenles commo-
dos para (laasageiavia, quem nctle quizer carregarou
ir de passag^m baja de dirigir-se ao Gapiiilo na
l'raca, 011 ao seo Consignalai io Frinicisco Stveriano
RaWello.
tt.
VENDAS.
MjIstas dosBilbetes premiados no 5 dia de Lote-
ra : neta Tip. na roa do Colegio Botica D. 5 ; e
em Olinda, ra do Romfim caza do Desliibuidor D.
i. preco A0 reis cada urna.
%3kr* As 4 para as 5 horas da tarde vendem-seas
as Lisias dos Bilbetes qr.a seextialrem h'je na Lo-
tera; nesla Typografia.
%T^ Hum escravo de 8 annos; ha rut do F.un
D. a. 8
WT Um escravo offeciul de purgador, prezo no
Quartel d.s Munitipaes c. nhecido por Jlo Elias na
ra do Fagundes sobrado de 1 andar, o 1. a direila
vindo do lado da Rebeira D. 7 das io horas da
manhi ale as 4 da larde*
%T^r* Um Cabra relindo d \A*A* >i 5 .-
nos, muito ladino e propiio para um pace 5 ra
das Cruzes sobrado de 3 ajatey onde mora o Es-
criro IJ.mdeira 3. an____j
%qr* Na mesma ui e 1.8 airaos, boni-
ta figura engorn e cozinha o
diario de urna caz 2 ecravoa bo-
nitas figuras e un nH 'idade 4 annos ,
muito bonito e esperto ,TeTrTWlia algoraa : as
mesmas hars.
f*y A posse de um terreno sito no lugar do Man-
guinho com 58 palmos de frente e fundos 110 pal-
mos ; na ra Nora D. 2.
J^ As benfeiturias de ura sitio no vinculo da
Monteiro lugar do Anaial por preco coaamodo ; no
mesmo silio achaicom rrnera tratar.
%a^" Duas canoas meilna, sendo una de ca i-rei-
r e oulra maior ; na ra do Rozado D. i|_
U
COMPRAS.
Ma moza d'am.relo, ou oulra qualqermadeira
orna marqueza seis cadeiras urna carteira d'unia
pessoa qualquer urna deslas pecas quer-.-e mesmo
uzado sendo em bom uzo ; anuncie.
PER DAS.
JLF A ra da guia ate a Solidade hindo-se pelas ras
segrales, da Guia, Sanzalla vellia ao sahir da
ponle pela ra do Colegio dita do Rosario estreila ,
das Trinieiras Nova entrando no beco de Doutor
Paula ganhando a ponle d Boa-vita, atterro, ra
da Conceicio do Pires corredor do Bispo at a So-
lidade, urna caixa de prata lavrada pelas quatro fas-
ses, e no lampo e fundo um lavrozinho sendo a
mesma quadrada ; quera a adiar levaudo-a a ra es-
trella doRozario D. 33 ser recompensado com qua-
tro mil rs.
I
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Pono de Pernambuco.
3
o
28Segunda i -
4= --
3-S: m -
4-S:----
5-D:
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3h.18 m
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do Mediterrneo
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Americano........
i A lazema..................
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Amanas de ferro conf. snasv.
de linho lng. pat
*da Rupia......
Amendoa doe*ra casca re
Ancoras e ancoretas-----
! Aniagem ordinaria......
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rame de ferro.,-.....
M de lato........
'Arcos de ferro......
Arroz pilado estrangeiro.
Aznrco............
Azeite doce <'.e Portugal.
de Mediterrneo..
de peixe ..
BCALHAU peq. seco
Bacas de lato......
Batatas... .*i......
Bezerros Francezes
Rreu..... .........
Bren da Russia Urgo ........
estreito.......
" Ingles largo.......,
eslreito......
Bolaxa fina.................
,, ordinaii* ............
Bolaxinha..................
CABOS de linlio lng. pat.....
da Russia...
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Carne secca do nio-granue
de Monte-video. ..
VMMu
Spirits oj turpenline
Brandy Frenh a6. .
,, Spanish ...
far Swedisch ......
,, American......
Lnvander...........
Hhitelead..........
Cables-cha in acc. to size
Hemff Eng. pat..
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Sweet lalmonds sojt shell
Anchors and grapnels..
Crcquillas.............
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Iron ire assorted.....
Brass ,,..........
Iron lioops Mt..........
Rice white 77..........
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de yaca sal
de Porco ,

Carneiras Fran^^H
Garvo de pedr;
Cera ama relia
,, branca.......
Cha Hisson superior
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perola ... v-----
Cerveja branca.....
preta.......
Chitas azuesda fabrica de Lib.
Chumbo em barras..........
em lencol..........
,, demunido.........
Cobre para Caldereiro.......
., 'orro...........
ENCHADAS do Porto.......
Erradoce...................
Espingardas lazarinas........
EsUnho....................
FAR1NHA de Trigo Ame/...
,, de outra parte...
,, de Mandioca....,
Folha demandes
I de ferro
Fio de vella..
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OH olive Portugal'..
,, Mediterranean
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Brass basins..........
Potaloes..............
Caifskins, French.....
Rossin ...............
Rusta slieeting wide...
Ravens duck.....
Engl, slieeting wide m<.
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Bread pilot...........
navy.........
Crackers ..........
Cordagr Eng. pat..
Russian.....
Caffee .............
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,, Montevideo
,, Salted Irish-----
,, ,, American
Pprk.................
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ep Skins French co/.j
Hellow wax...........
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Brown Stout..........
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Lead in barrs.........
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lngiezas largas.
estreitas.......
MAMTEGA Ingleza......
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Massas sortidas...........
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PAIOSde Lisboa..........
i*apel Ilollanda grande.....,
,, menor......
,, de pezo'coroinha 1. aual
,, almaco 1. qualidade. ,
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,,de embrulliar 1.&2. q
Par/iahibas................
Passas muscatel............
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Potassa \d'Ameriea.........
da Russia........
Pregos caibrar.............
caixar.............
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,, de Inglaterra.....
QUEIJOS Flamengos.......
Londriaos........
RAPE da Babia, rea pela..
Princeza...........
Retroz sonido.............
6ABA0' Americano........
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Sal Estrangeiro............
Salca-parrilha........
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TABACO maependim.
da Babia...
d'America..
Toucinho.................
VERDETE................
Vinagre de Portugal.......
do Mediterrneo...
Vinho do Porto............
de Lisboa tinto P R R
,, otilros autores
da Figtieira
de Prov. e Catalouia..
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de Bordeaux em B.....
,, engarrafado
Champagne .,
Moscatel ,,
Vidros para caxilhos de caixa
de 100 pes quadrados...
Vellas de Spermacete.......
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Matcaroni ajtd verm...
Oil linseed in pipes....
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Sausages Lisboa. ...
Paper largo folio..
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letler .......
,, al mas so 1. qualit.
1, 1 a.
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Geiman cutlasses......
Muscatel rafias.......
Pitch Swedish........
American........
Pot ash American.....
Russian........
Natis 3{in...........
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Lisbon.........
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Soap American.......
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Tobacco Maependim...
Balda.......
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red Lisbon P.RR.
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Figueira........
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1 #600
#540
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405oo
4#5oo
80
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Ab
Ab
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408oo
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4#8oo
Factura
#3oo
4#8oo
Ar Fa.
Pp Fe
9A9S193 Exgiiaivge f H18S Freigiits
Dz. Nh
^Gurdente caxaca superior.
Algodio, 1. qualidade. ..
Assucar branco, sob ferro
BF i#3oo, RFi#30o, BR iioo
RB95o, BB8ooBI65o
Assucar mascav. sobre ferros.
MM 5oo, MR 400, MB3oo
Assucar B. em bar. velho...
Couros SecosSalgados......
Vaqueta..................
Ponas de boi..............
Cobre velho...............
Rum Superior.........
Colln ;, qualily......
Suear while, Above
brands ............
Suear muscov above...
brandes............
Hidc, Ox...........
Lealher .............
Horns, Ox..........,
Od copper............|
4o#
45#ooc
,9#ooc
1#000 l#IOO
1 #000
1i 2#3oo
110 10)
1#6 i#8o
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Pp.
Ar.
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Fa.
=*
!Xjoiidres, 37 a 38 Ds. St por i# cdulas ou
praU a 46 p. cento de premio nominal.
Lisboa 4 por 0/0 premio, por metal, Nom.
Franca a45--a55 Rs. por franco
Rio de J. ao par
Moedas de 6#4oo ia#ooo a ia#8oo
,, 4#000 7jf00 7#ioo
Pezos Hespanhoes i#44o
Premio da pista 5o p. c. em pagamento
,, 46 a 45 p. c. contra cdulas
,, das lettras por mez 1 a por 0/0
Cobre 10 por cento de descont
I.
Nglaterra. Algodo, 45o Rs. ar. & 5 p. c. n.
,, nom. Assucar a por Ton. 10 ,,
Franca Algodo 5oo rs. ar & 10 por 070 No '
,, Assucar 60 fr. nom.
Couros 189 a aoo reis ,..
'Hamburgo, Assucar lib 3 e 5 p. o|o Nom
jHollanda 3 L. & 5 ,,
Trieste 3 L. 10 6l 5 por |0
Portugal, Algodo 600 Rs. por Ar.
Assucar 3oo .. ,.
LGenova, dito 3 t.
CAMBIOS.
Rio de Janeiro 11 deSelembro i835. --Londres {o 7a Da. st. por ifooo ; Pars a3o rs. por hum franco ; Ouro em barras 74 por centode premio; flobroes Espanboes ailaoo um
Fezos Hespanhoes i#4i5bum; Motdas de 6#4oo ia#5oo huma; /)itas de 4#ooo 6#2oohuma; PraU 46 por c.; Cobre, moeda de 80 r/. 10 por cento de descont; Apolices de 6
! por 0/0 juros, 89 por 0/0 juros pagos. r ^
Baha xhdeSetembro i835 Londres 3a Ds. st. em ordens; Londres 38 Ds. st. fm moeda papel; Franca 3oo rs. o franco; Lisboa ior por cenlo; Ri
mo; tfrobes "spanLoes agfooo hum; Pecas de 6#4oo i6#joo huma ; DxUs de 4#ooo 8#yoo huma ; PraU cunhada 75 por cento, nominal; Moedi
io de Janeiro 3o por cento de pre-
Moedapapel ao poro/o ; Cobre a5 p. 0/0
B.
Co.
i Quintal =: 4 arrobas. 1 ar. 3a Lb.
100 Lb. = g3 meios kil ,, ss 101 Lb. Ings. =r 95 Ham.
1 Canad (medida velha)zrs. 1 3/5 galn z= 6/7 ve/te.
4a A/queires (idem)= 94 bushel 34o litres.
1 Covado = 3 palmos, 1 Yaid. 4 palmos.
i Vara 5 palmos, 1 palmo = o mex. 2j6, = 8 p. 11 lng.
Ql. quintal, Lb. libra, Ar. arroba To. tonelada Ba. harrea,
,__;i r-__-_ i'i .i- n. ._ .. 11- .1____ 11

barril, Cx. caixa, Gl. galo Pp. pipa Alq. alqi
. covado, hu. huma Dz. dusia ,* Ct. cento Gr.
ueire Va. vara,
gro. Mi. ini-
bo Pe. paca, Re. resma ; -Fa. falu, ab. abuud^te, Pr. proc
N.b> nao ha, Ye- Jarda.
l/S direitosso de i5 p. e sobre as avaiiacoens.e mais 1 111 de expediente
*- Desde o J- --"- '------ -''- J- *"- "
i. de Julho, o fumo, ea Carne do Rio Grande nSo ja-
go mais direilo algum de exportaco, mas continuo a pagar 16 por cin-
to sobre a avaliaco d Alfan dega, vindo de payzes estrangeiroS.
9^P" A Agurdente paga a por cento d'exporUco sobre o vlor de 4
rs.a caada.
J^> Subscieve-scna Typografia do Diario, pateo da Matr iza i3#ooo p or nn
7#ooo por Semestre 40u 00 por trimestre ; vende-sc avulso no mesmo lugo
4oo Rs. cada hum esen.io uaia os assignaiUes 80 Rs. a
IMPRESSO POR M. F. D FARIA.
mi

*


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