Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03012


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Full Text
iMNODE 1835. SEXTA FEIIU
23 DEOyTUlffO fe
DIARIO DE

Paima-Boco, ** Trf. di M. F deFam*- 1835.
DAS DARMAWA.
19 Seronda S. Pedro de Alcatt.ra'Podroeiro do I**. n3o ha
"P' s JoioCancio. Re. de m. aud. doJ. deOrfdct.
.J Qn.nl. 8. Mari.S1om.B* den,, aud- do J- do Cnme
and do J. de O de t r ^ ^ vf, G de
M ruli?"SrosXmScorpioaos43min. da n,
!5. Domingo S. Crboim, e Crispini.no.
Tado agora depende de no. me.moS, da W l""^"^ "_*;
racao, e energa: continuemos com. pr.nclpiamo. e eremos a-
ponUdoiCOBl admirado entre as Nacoea man cullai.
Proclamlo ia A,$mUa Qtral do Braiil.
Suhscreve-se a 1000 r.. measae. PW lM?Jf
a enaPr*Cda Indapendencia N. 37 e 38 onde se recei.em
orreVondeX legaU, e annuncio, ; ><< e8l ""
tis semto dos proprioignantes, e viudo asignado.
PAftTIDASTPGs CORREIOS.
Olinda-Todoeodla** meio dia.
Goiana, Aftandr, Varaiba, Villa do Conda. Maraar.gv.aiM ,, I
lar, Real de S. Jalo, Breio d'Arei, Raiaha, *"".*
Souza Cidade do Natal, ViMaa de Goiatininha, e AnM
za- Cidadeda Fortaleza, Villas do Aqjiirs, Monte ro*
Aracatv, CaseaVel, Canind, Granja, Imperatri, S. F. oar4oa
S. Joao do Principe, Sobrar, Novad El He v, Ico, S. M lieii,
acho do sangue, Santo Antonio do Jardim, Qnexeramobim, e rar-
naiba-Segunda e Sextas feira ao meio da.
Santo AntioTodas as quartas feira* ao meio da.
Garenhuns, e Bonito- nos das 9 c tS do mea ao meio da.
Flores no dia 13 de cada mez ao meio da,. ''
Serinbaem, Rio Formo/.o, e Limeiras-Sefandai, Qoartat,
extas felras ao meio dia. _''__________
GOVEUNO da PROVINCIA.
Expediente do \dia ao.
Officio ao Exm. Presidente do Rio Grande do
Norte, respoodendo que ficto expedidas as ordens
3? o transpone do pao-brazil, que .h existe,
P'"AoPi3denle da Relaco, pedindoo seu parecer
sobre. representado do lab de D.re.to de Go..nn.
,OC!"ao Inspector da Thezouraria, participando
aue na Provincia do Rio Grande do Norte existera
3oo qointaea de pao-bra.il, que por orden, suprnor
deven, ser remeltidos para Londres: que^veja si
connr qu o meamo Navio que conduz.on dest.
ProTincirt receber aquelle oo R.o Grande.
-Ao dilo, para mandar apromptar os ob ectos
instante, de'.elapo ...te, pelo Doutor i.' Me-
dico, para uio da Expedico do Para.
-1 To dito, para mandar pagar a escolta que coa-
duno recrota. de S. Anuo a diaria marcada pelas
lostiuccoe. para o Recrutamento.
- Ao dito? Communicando as nomeacoe. que tes
n'esU d.cu de Juio Baptist. Perrito Lobomor,
para pagador das Tropa, com a V**?*** &
i. ."m do ordenado que tem $ ^J**" ^
Jnior, para i.- Escriturario da ^"J0'
mesm. gr.tific.cio alem do ordenado, e a Jos Gue-
,dea Salguen o par. 2 Escriptur.no vencendo 4oog
Veis inclusive o dVden.do a que tem d.re.to como
Empegado de Raparlo exmela, todos da Paga-
dona da Expedieio para o Para. ,,F
Do rnesmo teor ao Commandante da] E.pe-
'?-.' Ao Chefe de Polica, q'louve anime do Go-
v.rn. ao Empresario do Theatro pofe ieu offereci-
mento de trea beneficiosa favor dos P-"J-
de,gr.ca; nomei. o director d'elles comn amenle
eom o Negociante Luis Gomes Ferre.ra,qoe era
o ihwaroiro do dinheiro que produiira. dilo.
beneficios, o qualser aplicado como.forma, con-
veniento/e .went-r a sociedade beneficen.e, de que
S. m. oocio, e.qual, efundo formado, curaj
de wcorrer os deadUosoe*Paiaeneea
Continuarse->
DIVERgAS REPARTICOENSi
jTJizo de oRraR db oliiioa.
/ Em reaoosU ao Officio de V. S. datado de hontem,
[ fi^ "numenie9 e. a portadordelle, Jj.^
L do 5. Districto deua Cidade, e que amd. Imuo
fa^rcoaosJuizesdeP dess., iqj^J*
.peilo, ntoiem sido po.s.vel JuMbur-oB o
Heapanl ni;..ra o de
J ^K por mullosapnos. Olmda a ae
Ulustrissimo Snr. Doutor J. a-
WN -eM.'Jui. de Direit. chefe de PpU-
T eToroaco Trigo de LoueiH Ju.z Mu-
-Bomelto a V. S. pin Wffl&
pran ooflrt-nterd. rel.cio bicluM os r.nc.-^
que lhespertencem at o da 14 do correte roer na
importancia de l2)080 res.
DeU8G..ardea V. S por mu.tos nnos. Olmda 2
de Setembro de .835.-IUm, Sir..Ioao do Re Bar-
ros ommananie ria Fort.iesa 00.oujw-
Lourrneo Trigo deLoure.ro fr M^1; ncer
Nlo devendo eu estar por m8'! na '.cr
teta da arranca do dinheiro dos JH >Mi to. -
do furos D. Joaquina Man. dM
nnriLaneV.S. me communique, qu.l tems.doo
C adqod.;u.lagaQ5eS que T. r- P-m.^o
faVrrespeito, o par. as quaes ja fem bando tempo
"Dettiarde a V. S. Olind. 5 de ^elem^o de
l835 Llllm. Snr. Jos An.onlo Serpa. Doulor
Loorenco Trigo de Loumro Juiz de Orfo. o Mum-
"^'iWm. Snr.-Em consequencla de Ordens supe-
riores remello. V. S. incluso p->r copia Om*
Governo da Provincia ao Juiz de D.re.to chefe de Po-
nciacorndat.de 19 de Agosto prximo passado .
c o conteudo V. S, dar pela sua parte, oomo mu.to
micecommendo, fiel, e exacto camprimento. Por .
me^raso, e com igual recommendacto, remetto-
The amhem 'por copia a re apio dos presos que ero
^ do dicto mez de Agosto fug-rlo de bordo da Ga e-
r. S Joo Baptista. afim de que V. S. empregue lo-
dos os meios 10 seu alcance para fas.r pr.nder aquel-
tad'eSro osmesmes, qu por ventura apparece-
r?m, m. vitem i apparecer no seu D.stncto como
moito conven, segur.nca publica.
DeusGuarde a V.S. por mu.tos annos. Ohnda 5
deSet mbro de .835,-W Snr. Antonio S,mph- .
ci de Barros Jui. de Paz do Distrfeto deste Mu-
nicipio.-Doutor Lourenco Trigc deLonre.ro Ju.z
Municipal.
Circular a todos os Juizes de Paz do Municipio.
EDITAL.
Manoel Francisco da Silva, Jai. de Pas do-'D--
tricto do Colegio, Bairro de S. Antonio do Reo-
fe fce.
Faco saber, qoeforlo por este Juizo, co.ndf^na;
. multado, como infractores A'^ueSPnda
titulo 11, l." das Posturas Mun.pip.es desta Gida-
de, os seguinles: oma/wv.
Joze Gome, Sobr.l do Na ment........ 2^000
Dito dito emreiucidenc.............. 4JJ0
Joze Pinto d'OUveira em duas tabern.s.... 40
Nicolao Rodrigues da Cunha......... JgJOO
Sebsstio Joze Gomes Peno............. 2000
Manoel Francisco Doraens ........... 2^000
Antonio Francisco de Carvalbo.........._J.fH
bfomma Rs. 18^000
Coi. qu.nta cima recebe o respectivo Procura-
dor, deste Iui.o, P. da Fonceca Cott.nho de
'nonascompetentes verbas no Livro de seme-
S3E rarsCvS
ffl4.a-.i-^Bfe*;'35^
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
Pauta do preco correte dos gneros palo qoal se fa-
zem os despachos do assucar algodio na Maza dat
Diveri^ Sssdas d'ssta Prcr:nc:a ds Psrrtssibcs
na NOui do 22 a 28 da Outobro da 183.
V.lho Novo
1300 Assucrl. il.* serlo 2&350 2>550
)t. Htf5 1#3*5
? Dito velho Ij
100!
3^300
----------joOO 1>80#
]t.* 1^5500 1J76*
(.' 1^400
1300 Dito M. (l-ff?
1100 Dito velho I.',, 1)400 1*800
%odo em ploaia
Monteiro.
Administrador.
Pedro Francisco de Mello.
Joaquina J0Z0 Ferreira.
CORREIO.
_ Sumaca Novo Mundo, recebo a malla gMa o Rio
Grande do Sal, hoje as 5 horas da Urde.
EXTERIOR.
FRANCA.
Cmaras do* Vares*
Aboc.5 d.s sub8titnic5es e morgadoa.
O Conde de Montlozier. Pedio a palavra aobre
oartigoi." do theor seguinte. ....
De hoje avante he prohido qualquer nattuicao
de morgado'.
Senhores! Nao poderei dizer-Tos que nao orto
preparado para a qnestaS que agora se agita nesto
recinto : porque ha mais de 4o aonosqae a estudo.
Ouando enlrei para os negocios pblicos encontr,
huma monarchia feudal: veio depois a mooarch.rno ,
Soldados : depois a monarchia de Clrigos, e noj* -
nalmente temos a monarebi. de Poto. (Risadas do.
outros Pares) O povo por tanto quer a igualdad,
e iulea-se ferido e ofTendido do que Ihe esta superior.
Aqui, Sr., tendes bordados vestidos mas logo pin .
sahisdestes salSes, de voss. alta legislatura, deaarw
este vestido distincto para tomar huma casacaj eto,
a' vos deixa igu.es a todo o mondo, eque af \-
2id. he hum presagio funesto do pornr que vos espora.
fRisada geral na Sala.) Sim, 5rs. infilu do polo,
eoiquetudoheindistincto, om que todose maturo
e coorande, em que n.6 h respeito nem obedieoma,
e onde sa forc. de gendarme se consegue orden.
Quando a revoluc.6 se atreveo a levantar a. !-
os e revolver os tmulos de no-sos Reis, na6 p^va*
ah'i; qui* tamben, pewr a clawe distincta, a cUase
uobre no almof.riz revolucionario. O mesroo qner-a*
eahsjilazer.
VEL


^
DIARIO I)B PKRNAMBUCO.
Que quer o Soldado? Honras graduaos, e
banda,
intr? Riqueza,
pirado de vaidade, eo segun-
dla aparid*de; a difieren ca
s individua he qte o negocian-
a atus filhos, ^o srgundo
nadaflfcj
O orador, examinando a Le des morgados debai-
do nonio de vista monanhieo, digc que o uome de
k"c,,)r*que."e daga ao Galerno de Luiz XVJJI
i QueqUer o Ni
.mu h
do de c*>\
poivtn entre est
te d< xa suaJt
JeoR, i
Pao. Jg-
, tol o
ifdd<>, e*!he
djM ao
., cuiituiila imisao ueNapoiea.
restaurador da Franca, di.-ae ell<
Fui elle qtiera ilpoiltcei. a soc
dei bases rislor.'lica?. Apuntando o "rador, qur a
violencia Ihe paiece sor hum mcio que tem geruimeu-
te bom exirjpvosi gue nesU termo*:
i DesxjeimJeos a Una i^lbscitou morios, e o cru-
cificaras.
Veio Luiz XVI, n-generou a Franca, e ro as-
sassinado.
en
_J>yss porem promulgou suas leisno mel dos
lrovoe relmpagodo Sinai, e suas leis anda hoje
subsiste m.
Mafoma promu'gou e defendeu com o alfangesu-
*Wb e elhs anda hoje ubsUtem.
Napolea, o raio da guerra, diclava suas vonta-
tad.-ssob.e os campos de baialha, e a Frane. que
digo? A Europa est anda cheia dos nvnuiunios
moraes e niaieriaes que por toda a parle erigi sua po-
derosa vontade,
Quer se fazer Indo pela elasse media, b m : mas
ta a ciaste media cliega: a ser superior, e assim
progresivamente, e sempre ba\ando, aremos hu-
ma aristocracia sao de jjietres alfautes, mas de ma-
nlas.
O orador inoslrando as estatuas nue adornan a 5a;
as Se*jO. s, conclue disendu .
Vede estas etaluaa otaftws, Sis., nao, f.lh.6, nada
disvem ; pon'm faUg^atji da praca de V'endonjfc
Vos a tende, I vjfcada subre a mmwida-
de da coIuuum
Fi>trayg Pensai na Pcdil)
certo nao rotare!
que se vos presenta.
ronlar a.. Potencias
h\-5ui de legissaca
5, midilni-a e por
I* do Projecto de Le
(Do Correo Official.)
(Da Gazela da jhhiu.)
tiair-lho, lie jtistpme nte, quando elle offerece a m-
nha observac5 pulcaeea em lodos os seos diaov tros.
Meditr p.r liuui pouco, e conhec, que o caso re-
quera seria attentaS, e auxilia. Convido o meo
amigo o Sr. Jos" Francisco Pinto GuimaiSes; com-
parece o Pay da Mriiina, e recita pela piimeira ves o
q lio ha bhsenado: A qsji distemos nos, caso he de
urgencia, convidemos hum terceirq, que se verifi-
counoS-. Dr. Jos Eustaquio Gomes, convidando
mais os $v*. Doutres Mei, Brito, tcavignier, e
Mrquez, Monleim Rodr'finas: prirjt ipiaS pois
aqu as hipotheses. Sei hum Lipome ? Ser hum
Fungo? *ei Aneurisma? Ser Varis? Fin fim
Srs., eu conrluo conjurando vos a abrir o tumor em
qne-ia, forsando a Naluieza (de'X.r'-me explicar as-
sim) a dc-cobrir os seos arcan- s. SeguiraSe madu-
ras r flexoen., e hum examc atiento, e poudo-se a
votos deccdio-.se unnimemente, que se abrice. A-
< liando te presente o Pay da Menina, d-o^a intendrr
que o Sr. Dr. Gomes fizece a operaca, o que foi
apoiado- j or todos os Illustres Collegas, e este Sr.
com henignidade acceilou, eentarom a sua peiiria
coadunada, que tanto o destingue, fes a insia5 cru-
cial sobre o tumor ( tnlia o tamanho de hum ovo de
galinha ) e levantados os lambores dexara ver seo
conlheudo, que era huma membrana fibroza entra-
Ihadaderameficacoens mnimas de arterias, veas, c
lissu cellular, que com o primero golpe, que se Ihe
dto, dv.r>ainoii huma grande porcsS de aangue, ai
itiiac. 5 de huma esponja, que se espremequando es-
t cheia de agua : rrtnoveo se o tumor com todo o
esi copulo, e depois de parar du correr sangne, fra5
unidos os lb:os dos la ni boros por primeira intcnsa.
A ferida cicali'i/.ou, e a Menina em poucos das vol
tou ao seo estado de saude.
Este tumor he a meo ver bom dos Erectis deM.r
w u-tian Dupoyircn, que elle descreveo, e mo*lrou
emsuaslvoensoraes de Clnica Cirurgica, a Le H-
tel Dieii de Par i/, e de Rocli Sans.<5 em seos elemen-
t.s de Palhologia Medica, e Cirurgica 5.'volume
paginas 9.
Aproveilo eta opporlnnid.de para dar os mes
agredeeimentop pblicos aos roeus lllu-tres Collpgns,
peR proutida rom que, com a profia me h<>nrar c^m as suas benignas pieienpas, pelo que Ibes serei
elernaroente r^to &c.
que se dizera relevadas, a nica, qu erTcctivanjrn
oseja, e por consequencia a unha, q.)e sc d^v
bragar. Os tluloa dasua divindade se contem^ **
linos do antige novo Testara nlo. A critica a ***
a mais
?
CGRRESrOi\DEt\ClAS.
Srs. Redacto/r*.
Snrs. Redadles.
XJ.E pela piimeira ir. 7., que tenho a honra de deri-
p,ir-mca encorouioJalos, rogando-lhes o roandarem
enverr na Sua mu hem eonaeitaada fwiha hum -cazo
Ptlholcriro, obseivado(a meo ver ) pela primeira
fsm Rrnambuco, e iulcressante 11..0 ao reapei-
1 Publico 0.11 geral, mas nthe a claaftMedic.i C-
Jica em particular ; por cujo favopnbea ficara
ternamente grato
*
s.
O seo pronto Cii nrgia
Joao Francisco d'Oliveira.
I EN 11 ir.-! Hoje seria o dia para mim o 'mais fe-
liz, vendo-me rodeado dos meos S.bos, e Il'uslre
Col legas, senu estivesse na dura precwa6 de sub-
oitller Tvss^oliterTacahuiuohj.cto, quede cerlo
me penaliza.
, Bu tenbp em meo poder ha oito mezes esta g-lante
Menina, eSobrinha, q' eu, e minba Consorte pedimos
a seo Pay a Sr. J. J. dos Santos, proinellendolhe to-
do o amor, edisveilo, que os bons Pays, costuma dar
a hum fillio amado.
Esta Menina, que fesoobjeclo da vossa rennia;
( coi a qual muito me honraes, tem de id^de sete an-
uos; eno segundo dia em que ella vio a bu primeira,
seo Pay Ihedescobiio na paite superior, e laterales-
querda do osso occipital, hura.1 eminencia da con
ilguraca de huma pilomba. Pergunto, esta enii-
MStncia ser congenial, ou acciJental ? Eu a ignoro,
pois seo Pay rae transmetto e^ta noticia despida de
todos os simptomas, com os -quaes se poderia furnir
o seonlsgnoslico. Est molestia se fui desen vol vendo
por (radacoenr; e na idade de quatro annos a dita Mi-
nina, em bum dos seas diverlimentos nolou, que
est mole>tia desapareca, todas as vezes, que a com-
j>rApia deiandi -se-lhe cm cima ; avisa a seo Par
dito, eteob.errs, e nota a vahdade do facto.
Nedecuirco do teoipo, que tem mediado atlie ao
prrsenle, neo.Pay se, esquece d-fazer e.vla adverten-
cia, e uta entrega, na peruias. de ler bum L'-psni.
11 por cinco stezea labotei ao meimoeno; vejo,
que entra no tempe de bi^para a escola, intento ex-
X Exiia a bindade da declarar sealgum dosabai-
xo atsignad'-s, nicos Cursslas Paraenses em Olinda,
he autor da Correspondencia assrgnada Hum Cur-
ssta Paraeftse inserta em seu N. 202, Merec, ou
nio censura oSur. Major Caetann Alb-rto, nio nos-
so objecto ajuitar ; convem-nos porem, que a* mibi,
que consternados com as desgracas de nossa inlez Pa-
tria nao nos ocupiopequeas reci iminaces; mas s,
di-ieos dea ver libertada das garras da anarqua, e
sunima gratido ao Excel. S ir. Prezidente da pro-
vincia, A'ithoridades, e briozo Puvo Pernambucano,
que l|k p:iti iotcosseulimentos tem p.ilenteado em seu
revor. A eus agrade, que seus exforcos, e nossos
votos sejo cumpridos, e que lhes caiba em grande
parle a gloria de salvar o malfadado Para. Bernardo
de Souza Franco, Joo Mara de Moraes, Manoel Go-
mes Correa deVlbanda, Raimundo Joze d<-Lima,
Juo Loun-nqo Pats de Souz.i, Joze Joaquim Pim'-n-
lad Magabaens, Antonio Jor,e Lipes Damasceno,
Fiancisco Gregorio d'Olveira, Jote Bap tiste Carae-
cram, Manoel Joaqun Ribeiro, Joo Bptista Gtii-
calves Campos.
SaptUfa.-endo ao que de n* exgem os Snrs. A-
cad inicoi, declaramos nao ser de nenhum a corres-
poudi.ncia astignada O Cursista Paraeusc.
O* B. R.
COMMUNICADO.
(afRiSTiAMSMO, a Rtligiao, que reronheceJE-
SU-CHRISTO p jr seu Autor. Nao o confundamos
com as diverjas selas de Plilosophia. O Evange-
lho, que conten s- us dogmas "-1 moral, suas pro-
messas, 11.6 um d'eslea engenhosoj systemas, que"
oespiito dos PhilosophosengeuJra forc denfle-
xoeus. A maor *aile importando-lhe pouco ser u-
til aos boniens, occujia-se muito mais de satisfazer
sua vaidade, pela desctiberta de algumis verdades,
sempre esteris, para a leforroi dos costumes, e as
mais da- vezes inuleis ao genero humano.
O Chrstiariismo p le-se considerar na sua rehira5
para com as verdades sublimes, e revelad pera
cornos iiiteresscs polticos; slo i!, em sua
rom a Idicii-dc da unir vida, 011 ce ade,.
que ella nos | Jo dar n*e*i
primeiio ponto de vista, mire todas ss Religiocns,
severa, reconhece a auti-nlicidade d'e>les livros
altiva rsza re-pela a verdade dos factos, que di"9
narraS, e a sia Philo>ophia, aj oiando se sobie ^
anlenlicidade, e.sobre sua verdade, conclue de aiMh"'
que estes livros 8i<5 divinamente inspirados. > a
ma5 de Dos est visivelmente impressa no est'l ri
tanto:; oulo-.es, e d uui gtnio l dilTtieote, o n \
aun unca borneo dos em sua composicinT
um fogp bem di s pnixoens humanas til
moral pnra, cs uebiiiha em suas obras' n
revelaca de in) pie asonibi^5, e confunde '
a raza5, e que Ihe nao deixa outro recurso ,..-
e osadoiar era silencio ; na multida deaconiec-
ments prodigiosos, que ten a-sigiafado era todos os
lempos o poder do Ente Supremo ; na moltiptcid de de orculos, que penetrando atiavez das nuvens
do lempo, nos rooshv6 como presente, oqueseacha
e.-condido na profndese dos .seculos, e na reUc5
em fim, queentiesi tem os dous Testameulus U
sensivcl, e ta5 palpavel por m mesmo, que inuos-
sivel na5 ver, que a revtlacaS dos Chi islas funda-
da sobie a dos Judos.
O Legis'ador dos ChristaScs, comevou por destruir
oserros, que lyranzavaS o Mundo, a fim de tornar
a sua Rcl'gia mai. til. Dando Ihe por objei-to pr.
mirioa Pelicidade d 1 outra vida, Elle quiz tabem
?sse a nossa fecidade nVsla. Sobre a
que
ella fizesse
ruina dos dolos, cujo supersticioso culto proJuzia.
mil desonbn-, fundou o Christiauismo, que adora
om cpi i'o, e verdade ura s Dos, justo remunera-
dor da virtudc. Restituio ao seo primitivo esplender
a Lei Natural, que as paiioens tiuba5 .ob. pin.inoi
obscurecido, re veln aos homens orna moral aleen-
ta5 desconhecida as nutras Reiigioen, ensiuou-lhes
a abnegac5 de si ni es m os, e a renunciar s suas mais
cara in-linacoens, g avou nos espirtos este seut-
m'ii'o profundo de bumildade, que destroe, eani-
quila todas as fontes de amor prop 10, perseguindo o
at os mais 1 cultos escond i jos da Alma. Elle nao en-
cerrou o perda das injurias em urna estoica indiffe-
renca, que na5 se nao um desprezo orgulboso da
pesoa, que nos ultrajoo, mas elevou-o ao poulo
mesrno, de nos impor a obrigaca do amarraos os nos-
sos mais crueis inimigos, poz a continencia debaixo
do vigilancia do mais a tiste! o pudor, obrigando-a a
fazer nm pacto com os ollvs, pelo receto, de que u-
ma vista indiscreta aci-endesse no corucao urna chama
criminoza ; or os mais n-os talentos, roprimin com severidade pru-
dente o crime, at mesmo nos scus proprios desejos,
parai.npedi-lo de manifestar-se, e de causas funestrs
estragos, chamoii o cazamenio a sua primeira uti-
tuica, prohibindo a poligamia, que segundo o il-
lustr'e Autor do Espii it das Leis, nao con vera ao
genero humano, nern a alguna dos dous sexos, tanto
a anulle que abusa, como ao de que se abusa, e
anda menos aos f'h'wi, p- los quaes o Pa, e a Mi
no poiJeni ter o mesmo alfedo, pois que um Pa ria6_
pode amar vinte filho- como urna (Clai ama dous. El-'
le teve presente a duraca d'e*le sagrado vinculo, for-
ra ido por D^os msrao, proscrevendo o repudio, q'
posto que fivoravel aos maridos, na5 pode ser, se
nao ti te para as mulheres, e para os filhos, que
sempre padecis em consequencia do od:o, que seu
Pai tem a sua Mi.
<( Aqui, j Impiedade .-e confunde por nao descu-
bi ir subterfugio algum para atacar a moral do Chri-
tiuiismo pelo hdodasua perfeica, eella se julg.i en-
trinebeirada, dizendo finalmente, que esta mesma
pet-fecaS, que o torna prejudicial aos Estados: des-
tilla o seu fel contra o celibato, que elle aconcelhaa
urna certa orde.-n de pessoas. pai a maior perieica :
naS p-Je perdar a justa inuignac-5, com que re-
prova o luxo : ousa iivsno condemnar o espirito
di-doQiirae moderaca, que o leva a perdoar e amar
seus m-smos inimigos: n<5se pja de o vanear, que
verdadeiros CluislaBs nao formaria ura E^ado, que
podesse sub-isr : e na6 teme defama-lo, oppondo ao
espirito d'intolerancia, que o carcter isa, e ques-
gundo ella na6 proproj se n5 para formar mons-
tros, o espirito de lulerancia, quedomioava noanti-t
go Pagan^mo, e que Praternisavo lodosos quea-V
brangia em seu gremio. Esiranho exceso de eeguei- y^
ra do espirito bomano, que voha contra a Regiafi
mesma oqudeveria pra ^enpre fazo-la respeita-
! Quera acreditara, que o Chiistiaiiismo pro-
loaos homens sua. sublime moral, teiia um dia
que defender-se da expr bacaS ir os ho-
mens desgracas n'eta vida, porque I os feli-
zes na outra?
O Celibato ( dizeis vos ) n* p n-
to pr. judicial aos Estados porfe os e um
grande numero de Mildiloe, que sc podem chamar
tua verdadeirs riqueza. O rlbalo, qd^HBe tal
ILE6I


X---r% i*
DlAttlO DJR PI-fiNAMlLCO
-
exprobi aca, e contra o qual devercos clamar, diz
o Autor do Espirito das Leis, aquelle, que e* forma-
do pela liberliuagem, contra este que se deve de-
senvolver todo o rigor das Leis, porque, ( como
niuilo bnra nota este ce!e!>re Autor ) una rrgra li-
rada da Natureza, queqoanto mais se diminue o nu-
mero dos cazo aentof, que se pod-na fazer, tanto
inais e corrompem, o que e-tao feilos, e que quan-
tas menos pessoas ha cazadas, tanlo menos fidelda-
He h no- ^ou^orcio*, aasim cerno, quando ha m. ladroena ha mai* ruubos.
Mas, un que pode ser o celibato prejudicial ao
beta da sociedad ? FJlu a privasem duvida de alguna
Cidudat ; masaquelles que Ihe rouba para os dar
iJ)eos, lra' eem gravar em aeus espirilos os grandes principios,
de decencis e snbnvssaS para com aquelle, qu
Dos con-tiiuia ^eus supeiiorea. Na5 Ibes tira o
embanco de una familia, e dos negocios civis, ae
nao para occupalos do cuidado de vigiar mais atten-
tamente na corfservacaS da Religi-O, que nao pode
nterar-se, sem que se perturbe, a Iranquilidade, e
harmona do Estado. Aim d'iso, os beneficios,
que do Chrislianismo, derrama sobre as sociedades sao
/ assaz grandes, assaz multiplicados, para que se Ihe
nafl ioveje a vii lude da continencia, que elle impe
aos seus Ministros. E'como sea'guem se queixes-
se das liberalidades dj ftalureza porque na rica pro-
fu>.t> desementcs, que ella produz, algumasha, que
Jica ralercis.
Oluxo, rabeo o i, f.z o esplendor dos Esta-
do--, mas por sso que corrompe os costumes, o es-
plendor que sobre elles diTiama, nao pleser, se
no passageiro, ou antes sempre o funesto precur*
sor da sua queda. E-cu tai um grande Mestre, que-
y.r.z i'z ZZZikuk o!u uo EpiHu das Le*, poa,
que tinha pem Irado com a perspicacia do talrnio
todas aaconstituicoen* dos cKAVrenles Estados, e ella
vos dir, que Dina Alma C'.rioni| ida pelo lnxo, lena
desejos milito difKfcnles dos da gloria da na patria,
e da sua propria, que depress* ella se torna iuinvga
das leis, que a mortificad, d.-\os ha, era iin, que
bannir b luxo dos Jalados, c banuir a corrupcaS, e
os vicios. Lede a profunda obra das cansas da
grandeza, c decadencia dos Romanos, e sabVtas,
qual a influencia fatd do luxo nos Estados.
luxo, assim como os outros vitios, e a peste, ra ru-
ina dos Estados e se algnmas \ez.s Ibes Olil, nao
por tff'ito da sua naturea, mas por certasrirruiis-
tancias necessarias, que Ihe sa5 estianhas. O termo
Juxo de que se serve nVite lugar Montesquien, se
toma por toda a despeza que excede o amp'es necea-
sano, em cujo cazo, o luxo vicioso 011 ligilimo,
segundo o bom ou man uso que se faz dos lirns d
Providencia; Inlerprelamlo-o no sentido, que o
Clinstianismo autorisa, o raciocinio com rHj cele-
bre Autor pro va que na leis sumptuaiias nao conven
em geral as Monarquas, subsiste i-m to^a a sua foica;
poique logo quc ('huVianismo permute as despe-
na eu propoicaS das desigualdades das forUmas,
evidente, que no um obstculo a- s progressos do
v cominercio, a industria dos ailfices, e a poifeiea
das arles, cousas estas, que concn em todas para o
esplendor dos Estado. N..5 gnoro, que a d q'
aqu dou do Christiuisino desagradar a certas s.itas,
que tem conseguido a foica de ditTmiar os sena
preceitos, tornal o odiom a muas pessoas, que
buscafi incessantementealgum pretexto plaus.v.l pa-
ra se enlregarcm as suas paixoeus.
Na fgreja Catholica mesmo, ach. -se pprlendidos
espiiluajislas, que por hypocrisia, ou misantropa
condenad, como abuso, qualquer uso dos bens da
Providencia, que] excede o estibio necessario. Or
gu I liosos da sua ciu, e abstinencias quereiasu-
geilar-lhes iridifFerentemente todos os ChristaS", por
que nao conhrcern o espirito do Christianisrm ao
ponto de nao saberem distinguir os peceitos do E-
?angelho dos seas conselbos. Elles na5 olha os nns-
asdeaejosma:s naturaes, se na5 como a partilha do
?elho humera cam todos os seus apetites. O Evange-
Ihonae ulquil vos pmu.5 todos esses rigoristas,
cuja feror aosteridade pi-ejud oa infinitamente a Re-
gia, como se ella na5 fosse confoime ao bro das
sociedades, rigoristas que n-5 t>m bastante juizo pi
ra verem, que se os seus conselhos fossem ordenados
como lea, seria contrarios ao espirito d'estas mes-
mas leis.
E em conseqaencia d'esft ignorancia que destroe
a Religiio menoscabando os seus preceilos que
Bsyle iissoii diTimala como poco propria a formar
hroes, e soldado. Porque nao? diz o Autor do
Espirito das Leis que omba te e*'te paradoxo el-
les serijo Cidadios suramamtnle es* larecidos sobre
aeus deberes, que teriio mui grande zlo era os
cumprir mnheceriio tztQ bmnsdi i defe*a
natural quauto n.i
tallto mais fulg4rio de wVRcipios !
doChriafrauis.no, b?m rin '
iiifinitamsnte mais pode>ozo/ ,*"3 que ss falcas hon-
ras das Monarquas astil ludes humanas das Rep-
blicas e que o servil temor dos Governos despti-
cos.
Ti JM-giio Christla por sua constituirlo inlo-
Irrante n^objecUries v A intolerancia da Religiio C: 6lha da sua perfe-
cio assim ritmo a tolerancia do Paganismo era filha
dasua imptrfeico. Mas porqua a RegSo Chiblia
intolerante e que em consfqariria te grande
zeloem estab%lectr-se sobre a ruina das cutras Reli-
gioens, noteofies razo para ronehiirdea que ella
produz por comegumte todos os mnles que a vos-a
p'cvencio vos faz ligar sua intolerancia, rsta nao
consiste, romo vos podsriei* imaginar, em comtran-
ger as consciencias e ohrigar os bomens a tributar
a Dos um culto que o coraco Me nega ; jwrque o
espirito nofonhece a sua verdade. Ob modo,#Chrislianismo ira contra os seus pioprios
inleresaes, poique a Divindade na'o rerelnria orna
hoaaenagem hypooita que /be seria tributada por
equelles que a violencia e uo a perssoazo faria
Cbristios. A inloTtancia do ( hii.stianismo limiU-
sea nlo admitlirem sua communhio squelhs qua
qiiizeasajm socia^-lhe ontras Relgioen
En bernse. que o Chn\ifani>mo t. m Me- suas
guerras de Religiio, que asuitas vezes tem sido fu-
nestas as Sociedades, o que prova que nio ha nada
de bom de q-ie a maligniddo humana nio ^aasa abu-
sar. O fanatismo nma peste que piocluz de lem-
pos em lempos germeas capases de infestar a trra ,
a.sistoo vicio dos particulares, e nao do Chris-
t.a.osmo, que por saa natuieta igoalmeuie afasia-
do dos lur..ies*xcassivos do fanatismo, edosinsen-
s.ics recaa da supeniicio. A Reliifio Lr n PaS
aup ivtinoo e o Mahoaut.mo anat'co os seus
ruMos ns conduzeija a ."o natualmenle mas quando
oCInr-lio se ent.fgj .-, ou outrod'estes exces-
aw, oba .lesde iriomento conra o qoe Ihe
prescre*ea sus propti- Rdigo. Nao crendo so ^
nao o que iha^ pmposlo pel^ autoridade mais respei-
tavel, q ,e ex.s^e sobre a Lrra qUero dizer a Igre-
yi (.alholica, elle nio pode raceiar que a super.-
triovenha em her o seu es, .,,0 de preocupacoens ,
e deciros. Ea e a p-rtillia dos e^pi.itos fracos e
estupros, enl> d'esla wciedade de homens que
perpelnada desde Jesu-CIni-to al n08 tera trans-
i.indo a todas a^ilad-s a Revelacio de que a fiel
deposita)ia. Conurmoido-se s mximas de urna
i- lua tod.. Santa > aVolulamenle iuimiga da cru-
eldades de urna R I (ii,,, q,vse en, propagad0 pe.
lo sau^ue dos seu* ni.n yres ; de urna Religiio em
fim qije.nl>inspira aos espirilos, e aos coracoens
nutro triunfo se nao o da verdade que est mais
I :ngouV fazer receber p-r meio de suplkius ; elle
nio sera nem analco neni enthusiasta nio levar
a sua Pal,.- o le, ro o/ogo e nem lomar sobra
o altar o ctelo para iiWihur, 0, q,le se recusarera a
pensar como elle.
OSrigado a onvi., que a Religo CJ,rid a me-
Inoriie lodas as Re'igioeii, para osE-tados q* lem
a Mu idde d- a verem ligada com o seu governo po-
l'tico lalv.z i,i > c- c es vos que ella aeia a me-
Ih-r de todas para l,,d ,s os psi/.es porque podereis
dizer-me, q e qu-md; rn suppozesse que o Chris-
tianiMno tem a sin riv* no Ceo enlanlo que as ou
tras Religioens lem 1jto
urna razio ( cu.siderando as couzas ,' como poltico ,
e nao como Thrologo ) para que a devesse mos pre-
ferir a um Rehglo qe j mohos seculos fosse a
deumpaz, e que por consrquenci* existisse como
naturahsada. Para introduzir esta grande mndanca,
sena precizo de um lado contrapesar as vanUg^is,
que urna Religiio proraetteria ao Estado e dooulro
o-incovenienles que resultio de urna ma hinca de
Religiio. E' a combinadlo exacta d'istas diversas
?ntagenacom estes diversos inconvenientes sempre
impossivel defazen-se, que linha dado lugar entre os
Pagaos a esta mxima que nunca se deve locar na
Religiio dominante do um paiz porque n'esta com-
roocio em quesecn-si/iuem os ijritos de re-
ceiar, que se substituiosuspeilas contra as duasRe-
(igioens urna firme crema em slgumas dellas, e
d'estatorte cune-se o ri code dar ao E-tado pelo
menos durante algu u lempo, maps Cidadios, e
inans fiis. Mas outra razio que d ve lomar a
p .litica extremamente circunspecta em mudanca de
Religiio que a Rel-giio antiga ligada conatitui-
ejo de um Estaco, e que muitas ve^es a nota nio
lem com el la pelarlo algumi, que a antiga comorda
como clima, c que muitas venes a nova incompati-
vel com elle. Que concluiremos de tudo islopque
urna milito boa le civil quando o Estado esta con-
fe*af|||># Rtfl'giio j establecida,, nio tolerar o
c outra, anda masmo a Christla.
vida uma mxima mnitn sensata econ-
formo bo p .tilica o estibelecimento de
outra" Roligil, em um T W>\ em que a Religiio n, -
cional a melhor de lo las; mas esta mxima e laica
e se torna perigosa quando a Religiio nacional nio
tem este augusto carcter ;s*porque eolio oppor se
ao estabelecimenlo de uma Religiio a mais perfeha
de todos, e por iso mesmo a mais conforme oo bem
dasociedade r priv.-r o EsUdo das grandes vanla-
g^ns que pdenlo resultar Ihe d'ella. Por isso em
todos os |-iizes e em todos os lempos ser uma
muito boa lei ctp! fjvofecer quanto for potsuei as
progresso.* do Christianissro ; porque esta Religiio ,
inda que pareca nio ter por objecto 5 senio a felii
dade de outra vida todava de lodas as ReijfToens
aquella Jfiie mais pode contribuir para a nossa feli-
cidade n'sla. Sua (Xlrtma ulilidade provem dos
seos preceitos e dos seus coricelhos que ttndem to-
dos a conservar os costumes. Ella nio lemo defeilo
do anlgo Paganismo cujos Deozes aulorisavio per
sens mesmos ex-mplos os vicios animavio oscri-
mes c assustavioa timida norencia e cujas fes-
tas licenciosas drshonrario a Divindade pelas mis
infames proslituipoens, e as mais nojentasdevassi-
doens cujos my terios e cii'rmonias offendo o pu-
dor, e rojos ha 1 bares sacrificios fazt'io estremecer
natureza derramando o sangne das victime* hu-
manas, que o fanatismo dedico a morle para hon-
rar os seus Deozes.
Mas para melhor couhecer-mos as vanttgens qtie
do Chri-tianismo resultio acs Estados juntamos s-
qi'i atgnmas das cores com que elle pintado no Es-
pit ilo das leis Se a Religiio Chrislia izenla do po-
ro despotismo porque a docura lio recommenda-
da no Evangelho oppoem-se cobra desptica com
qoe o Princepe sevinga>a por si mesmo, e exercia
c ueldades. Esla Religiio prohibe a pluralidade ds
mnlliPi-oa:f c; Prir.c.-p., j;.c a urufesso, sao mais
accessiveis menos separado! do^ seus vasssllos e
por consequencia mais homens sio mais dispostosa
razer hisso qOe coa r I culiiwajpLbei dade, emaisca-
pazes de conheeer qu^gjfl Raedera ludo. Em-
quanto que os Princej^ W^ continuamen-
te dio, cu recebeofl Hk-Io entre os
Christias torna os rV Kiidos, e por
consecuencia menos nB Rdmiravel a
Religiio Criilia, que jjS^I W^yov objecto se-
nio a felicidade da outra vida faz laTobcm a n.ssa fe-
licidade n'esla.! E' a Religiio Chrislia que apezar
da grandeza do Impe io e o vicio do clima tem im-
pedido o despotismo de eslabelecer-se na Ethinpia ,
e levado ao centro da Afriea os costumes da Europa ,
esnas leis. O Princepe erdeiro da Etbiopia gota de
um Principado, edaos outros vassaos o exemplo
do amor e da obediencia. Bem perlo d'el.'e ve-seo
Mahometismo encerrar es filbos do Re de Sennas e
pnr moi te d'estv o Conselho 03 manda dtgolar para
segurante d'aquelle qae sobe ao trono. Consede-
rem se as carnifuinas continuas dos Res e dos Che-
fes Grego, e Romanos, e d'oulro lado a destruicio
des Povos e das Cidadea por estes mesmos Cheles
Thimur, eGengisKan, que'devastarlo arAsia, e
nos convenceremos de que devemos ao CbrisliajMs-
mo assim o governo um certo direiio politice ,
como na guerra um ceito direito das gentes, que o
genero humano nio aabei a as sz agraderer-lhe. E
este dirrilo das gentes, que faz que entre nos a vic-
toria deise aos Povos vencidos estas grsndea cousas ,
a vida, a Libetdede as Leis, sempre a Religi-
io.
Mostre-se-me um nico defeito no Chrislianis-
mo ou menino alguna oulra Religiio sem muito
grandes defeitos econsentirei de bom grado que ello
seja prohibido em todos os Estados em que nio a
Religiio nacional. Alem disso o Chrislianismo
liga-se mui bem pela sua constituicio com os inte
resses polticos ese toda e qualquer ontraReligi-
io causa sempre por algum lado grandes desvanta-
genss sociedades civis que razio poltica poder
oppor se ao seu estabelecimenlo nos lugares era que
ainda nlo foi recabido ? A melhor Religiio para um
Estado aquella que conserva melhor os costumes '
uma vez pois que o Clir-iiaimmo tem esla vanta-
gem sobre todas as Religioens, seria ofTender a sia
poltica nio em piegar para favorecer seas progres-
sos todos os meius que sugerir pode a humana pru-
dencia. Como os Povos em geral, sio mui ligados
s suas Religioens tirar-lh'S violentamente seria
trnalos de gracados e revolalos contra a mesma
Religiio, que se pe 'tendera fazer-lhes a lopnf
precizo pois induzilos pela voz da doce pcrssuazlo a
deixarem elles mesmos a Religiio de seus pais para a-
braQar uma que a condemna. I'.' as-im que em
ouiro lempo o Chrislianismo se propsgou no Impe-
rio Romano a em todos os lugares em que e em
que lem sido dominante: o e-pirito d docura e
moderacio q le o carartorisa esla submUslo respe:
tuosa para com os Soberanos ( seja qualquer que
lor a sua Religiio ) que ordenns s lodos os seus sec-
tarios a invencivel pariencia que le p>x aos Nerps, ,
Bus Diocla 1 anaa^ que a perseguido, po^to que aa-az
IVEL


^

DIARIO DE PKBMbMBUCO.
4 .
%
" i ,J, .
f'oRle para Ibes resistir e para repelhr violencia
con violencia todas estas admira veis qualidadca ,
juntas a 91a moral pura e sublime sua origem t.o
fieilo receber u'qpJBtiraslo Imperio. Se na grande
revoluci>, que proMyo nosespiritos o sucego do
Impeli foi um pouco perturbdo e sua harmona
ulgum tanto alterada a culpa foi do Paganismo que
se arraou com todas aspaixoens pare combater o
CUri*lani*mo que destru pr toda a parle os seos
altares, e reduzia ao sileucio os mentirosos orculos
dos {Pus Deoses. Devenios conessar,am ahonno do
Gatjpianismo que em todas as sedicoens queah*-
laro o Imperio Romano nenfium dos seu filhosse cha cumplice as conspi-
racocns formada* contra a vida dos Imperadores.
Confesso, yfk o Christianismo eslabclecendo-se
no Imperio Romano occa46nou ali grandes per-
turbaren*, e que llie roubou tantos Gidadios quan-
tot finio os Mariyi-ef queali houveio cujo sangue
ora derramado em toim.n'a pelo Paganismo ceg
em seu furor mas urna Religif peUeita corno o.
Christianismo queubolia o cruel costume de unmo-
Jar os homens ; que destrua oa. Deoses adorados pe-
la afaerstico, e combata -ao intimo tempo os vici-
os que elles autora vio com a seu templo j urna
tal Religio digo era cara pelo sangue Chrislf o que
corra dcbaixo da espada homicida dos Tvannoa?
pensa-se acaso que o Christianismo possa deixar pe-
zares nos coracoeus do Povos, que o tem ca*bido
por se ter plantado custa do aangue de maitos de
eus filhos ? Nao sem duvida elle tem derrama-
do na sociedade muitos bens, para que ella Ihe pei-
doe algnns males ntcessariamente occasiannados pelo
seu estabelecimento.
Que se pertende dizoiap'estas palavras que a Ke-
l!i .ntiM est ligada i contituico de um Estado,
* que a nova nio Tem relajo com ella ? Se eta
Reliftiio mo saujicioioterior influe-immediata-
xnenle sobre a cM fcfedp Estado, a que esta U-
da e por fe EaladoVqJ |l" *Ja ndai? P,s
que nao hafl W se nio aquella que
conserva os % me-heis vos que a
laturetadocni ^padece com o Chri.ha-
nismo ? Quandefosse^erdade haver clima em que
o fizieo tive*se tal fbrca que a moral quase nenhum
poder tivesse sobre elle isto urna cacao para d'el-
le bannir o Christianismo ? Tanto roais oa vicios do
clima se deixarem em una grande libeidlHe, qoan-
to oais dezordens elles poderlo causar, epor con-
eequencia n'estes climas, que a Religio deve er
mais repressiva quarido o poder 6zico de certos cli-
mas, infringe a lei natural dos dous sexos, eados
entes intelligenles oumpre Religio obrigar a
patuew do clima, e restabelecer as leis primitivas.
Nos lagares da Europa Asia e Afaica em que ojo
habita amolela Mahometana e que el'a tem cons-
tituido moradas da voluptuosidade o Chrtiaaismo
tinha aejiido em outro lempo violentar a natureza
do clifBa ao ponto de estabelecer ali a austeridade ,
a de fater florecer a continencia, j|P ppderosa
a furca qu tem sobre o hornera a Religio e a ver-
dade i _.. (
Diderot.
Tradasio Jos Venancio Piroenta de Carvalho.
inventario, e
555
-
a
randisco Joaqhim
Pereira de Carvalho-; a ;;nada, nao tgn
remoraos de dar coatas, visto tel-as prestado todaSa^
vezes que o Juis competente o determina, e consto do
mesmo inventario,-, e de m os beda, do a-
baixo assignado, rom a raade sua cojas-
tituinte; que lew Pilato nerte de Judal:
em fin O autor doavizodecfi francamente o qo
quer, oque priende, que con tas sao as que pertende
tomar das bens alheios ; declare o seo poder, a Oa
aucloridxde ns caa alheia, e o milhor declarar
ifcem oseo non*, para os abaixo a-signadue eonhece-
|*rem sedevem ter- Ihe a 'goma atertffo; ou abandonal-o
inteiamente ao de^preao
D. Cathrima Jozefa de uraujo Lopes.
Jome Manoel Pinto Chaves.
?jr-p No Hotel da ra da Cadeia do Recife, D. 63,
precixa-aa d'alugar um preto para serien te de coai-
nba.
f/y Na ra d'Agoas-verdes, D. 88, precisa-se de
orna negra, por aluguel, para osevi0 de urna caca,
de pequea familia.
%t^ Qoem anunciou querer fallar a Manoel Joa-
1 quii Pinto Machado Guimaraens; drija-seaa porl-
i., venda D. 10.
___ Alluga-se, para passar afesta, orna casa no.
Poco da Panella, Monteiro, ou Caldereiro : quem a
liver, diiija se ao quartel das 5 Pontas fallar com o
Commaadante, ou com Nono Alfonso de Mello, na
ra do viga 1 o,.caza de Elias Coelho Cintra, i.' an-
dar.
jqp Caetano Joze de S'queira mudou a sna loje
de fazendas da ra da Conceicio do Recife defronte
da ruada Madre de Dos, para a ra da Cadeia ve-
Ihaca/a D. 10. .
Ouem nercizsr d'nm tiometn. nara admims-
Pi
trador de'Engenho; anuncie.
AVIZOS PARTICULARES.
O
r Avizo, msii ido (e nao assignado) no Diario de
hntem, 21 deOotubro cunta Os abaixo assinados,
rf' bem a conftecer quanto seo autor, est desposto a
perseguir, desacreditar, pascas, que talve nunca
o oflendessem, ea quemdevia as maiores atencSes;
oaabaixo assignados, devem stm desprerar um vir.o,
tfo rediculo, sem fundamento algum, e at filho mes-
1*0 da ignorancia-, poim os abaixo assignados, de-
?m mostrar ao respeitavel pnldico, nao a mentira,
queso propria de calumniadores, roas-im averda-
d* que possa publicamente aparecer; n'aquelle, 0-
eioa avuo, (dis seo autor) ninguem Cica negocio de
qualidide alguma com D. Catherina Jozefa de Araojo
Lopes fiva do tinado Joze Bento Moreira, e com o
ajenro da mesma Joo Manoel Pinto Chaves, este na
lualidade de Procurador da dila viuva, por terem que
Jar coalas d bens deOrfos e menores ; o autor de
Bemilhante bto, dte certamente estar com os olhos
cobertos de teias de arauha ; e por isso nio v6, que oa
abaixo assinados fio bastante capazes de Ihe abrir os
oios; fiquescinteore-peiatel publico, efiquesci-
hteollwst.Snr. Juia d'Oitios, que dos menores qoe
cario por lalescimento de Joze Bento Moreira, s e-
xiste nm nico orfo, este vire com toda aes'imaco,
ot rottpanhia de sua mil, etutora; est feito caxei-
r6 de 6 cunbado J o Manoel Pinto1 Cha-res, cu)o
traumnito tal, que o mesmo Hcenle 01 fo nao qutr
ttar se nao em sua rompanhia, por ser tratado (co-
(do' dte *r); aeoe beaa toda existem econsto do
1
NAVIOS A CARGA.
PARA AMSTERDAK
l3Eo vigem rom muita brevidade a Barca Ho-
Undeza Cornelia Sara, por ter a maior parte de sua
carga prompta ; quem mesma quizer carregsr di-
riji-se aos seos Consignatarios N. O. Bieber & Comp.
roa da Cruz N. 63.
para A baha
( J^ Sahe no dia 27 do coVrente, a Barca france-
za La ieune Nelly, Cap. Momus; quem n'elle quizer
hir de pas'agem, para o que tem milito bons cmodos,
dirija-se ao seu Consignatario A. Schramm, ra da
Cruz, N. 27.
PARA O RIO GRAWDE DO 8L
jOT" Sahir infalivelroante no dia 24 do crrante,
a SumaraTovo Mundo ; as pessoas que tem a reme-
ter fbravos p^la dita Sumaca, queiro aprezentar os
rassaportes d- s mesmos, na vespera at as 9 horas da
manhff, no Escritorio de Gaudino Agostinho de Bar-
roa.
casa m qiie marn o flescWo Miguel Arcarijo de BW-
ro.
y&h IJmaporcfo" de lenta d mangue emtorog.
aaentrar da 10a do Rangel, O. 39.
/y Pente de tartaVisaj de toda a qualidsde feito,
na teira : na loje de tarlarugueiro do paleo do &c.
mo.
%CW Urna caza terria cita no beco da Bomba : Bes.
la Tipografa se dir quem a vende.
tW Um escravo da costa, de 50 annos, bom soc-
cador d'assucar: anuncie.
jjh Diccionario de Moraes ultima edicio, Dire.
lo Mercantil, e Feliz Indi-pendente em 5 lomos tn"
Voa novog : fallar com Domingos Joze Vieira, '
?j^T Vaqueta de superior qualidade em porcf
sebo em rama em barricas, e vinho do Porto empi-
cas, mei.s pipas, e barris : na ra do Vicario N. 16
"V 2 Krtzepios de bom gosto, aagolhas dem-
riar pequeas, 4 paineis de Santos, ludo pintura d
oleo, 1 livro de aegrcdos da na tu reza/ bandejas Shas
de lodosos lamanbos, e outros objectos defenagens
e miudezas, tudo por preco cmodo : n Pracinha do
ivramenlo, loje de ferrauens, J). 35.
WT* Veslid.'S de xamalote de seda bordados coin
bados, boas filas para sinto do ultimo gosto, m.ias
e seda brancas de boa qualidade, e Adercos de ouro
6lagran; tudo chegado ltimamente na Galera fran-
cesa Jenoveva : na na Nova, loje D. 22.
jr^p Urna escrava mossa, que cosinha odiarlo de
urna caza : no Aterro da Bea- vista, Botica defronte do
Sacramento.
W Vende-se, ou arrenda- se o sitio em qoe as*is-
te Francisco Ityanoel da Silva Tavares, e nao se espan-
cem, pois que s pertende o qoe val ama, ou oulra
tousa: tratar com o mesmo.
>
ALUGUEIS.
Lluga-se, para passar a festa, urna caza em 0-
linds, na ra do Amparo, D. 31: na ru do Vigario,
N. 16; a chave est na Botica de Joxe dos Santos Pi-
nbeiro, na mesma ra do Amparo.
;
ESCRAVOS FGIDOS.
Mi
COMPRAS.
.
- M braco de ballant, e a pezos um de rae 011-
tio de a arrobas : no Hotel da ra da Cadeia do Reci-
fe, D. 63.
%^y Escravos, com preferencia alguna que sai-
bio socar assuear : noarmazem de Antonio Pereira
Machado. j
jrja Uro Pianno que tenba boasoea, principal-
mente sendo Ingles : no largo da Boa-vista, canto da
ra do Artgfo, t. andar, por cima da Botica, ou a-
nuncie.
Aria, naci cassange, meia fulla, 16 anuos de
idade, allma regular, e magra ; fgida 11 de Se-
tembn do Mondego, com vestido de riscado azul de
lnho: ra da Cruz N. 11, se recompencar com
generosidade.
.t^T Boza, naci rebollo, estatura alta, seca de
corpo, rosto redondo, fula, com um lobinho em ca-
da um dos colrelos; fgida ne dia 20 do coi rente:
ao Pateo de S. Pedio, sobrado contiguo ao Deposita-
rio Geral, o Sur. Maciel.
tp Pelippe, de meia idade, potroso, estatura
baixa, e cheio do corpo; fugio com sirla de brira,
e jsqueta, e consta ter andado pela Cidade, 5 Pontas,
Ribeira, e &c. : o Aterro da Boa-vista, em caza de
Joaquim d'liveira e Souza, o qual recompensar.
s .- Joze poralcuuha contra-meUde he canoei-
ro lem as pernas tortas para denla fgido em 19
do crtenle; os apprendedores levard a ra do
Trapiche caza D. ioquefica defronte do Caes da
lingoeta.
VENDAS.
^JIstas dosBilheles premiados no 4." dia de Lote-
ra : ncstaTip. na roa do Colegio Botica D. 5 ; e
em Onda, ra doBomfim caza do Desti ibuidor D.
2. preco 40 reis cada urna.
fy Mitho, e arroz de casca por preco cmodo:
na rua da Alegra, i. sobrado.
ypf Urna escrava, de 30 annos, cozinha, lava, e
vende na roa : na rua do Q'ueimade, Ioja de fazen-
das D. 9.
yy Para fors da Provincia, um parda de 20 an-
nos, com principio de capateiro: no armazem de car-
ne, de Gaspar JoZe Dias Paredes, junio a Cadeia.
yay CaiXM de sabio bianco, en inaa-
da do PoVlo : na rua da Moeda, em o 1.* andar <
NOTICIA martimas.
Taboas das mares chelas no Pono de Pernambuco.
28Segunda 3h. 18 m
29T: I 4 6 .
J ,_Q:, fe 5-18 a
2Q:, 6-6 }ManhI.
3-S:. ^ 6-64
4-S: c 7~4a
5-.D: 8-30
Navios entrados no dia 22.
AlIFA; 4adias; B. Ing. Lady Sarah Maitfcrid, 1
Csp. J. Grant: bacalho : Me Galmont te Ooinp.
Tou. i3t.
-
Smhidos no mesmo da.
PoR'FO -, B. Port. Importador, Cap. Maaoel Piu-
lo de rauio : ceneros do Paiz.
imio I
^.
J ILE6IVEL


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