Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03011


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Full Text
ANNO DE 18.35. QUINTA FEIRA
23 DE OTUBRO N. 203
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PtHKtMIIIICn, na Tvp. dbM. P> deFARi..l8S6.

DAS DA SEMANA.
19 Segunda S. Pedro de Alcntara Podrociro do fmp. nio ha
0 Terca S. Joao fa#. Rel.dem. aud. do J. de Orf de t
21 Quarta S- Ursola e cmp. sosao da Thexourana Ful-
Luanov. as 9 h. e 56 iuin- da t.
22 Qninta S. Maria Salom- Re. de ra- and- do J- do Crime
de m., c de tarde.
,03 Sexta S Joao (apistrano. Sessao da The. Pul>. da m. e
aud- do J. le O .de t. _
>6 val.liado S. Rafael'Arcanjo- HeT. de m. and. do Vlg. U. de
t em Oliuda- Entra o Sol em Scorpio aos43 min. da ni.
"-, Domingo S. Cri^im, e Crspiniano.
VARIEDADE.
-
<*
Urna audiencia do Gram-Pisir.
1 Ara augmentar os-conheci mentes que lenho po-
dido adquirir pela ronversacaS de gentes instruidas,
quiz sssisrao que na Turqua .-e chama audiencia do
grain-Visir, que o prnieiro triburlfldo imperio, e
tem suas sesees no palacio da porta, immediato ao
sarralho, qurimado na sedicad em que pereceu Vi-
sir Berekta, e restablecido dcbaixo do plano primi-
tivo-
Eleg a audiencia de quarta feira por ser a mais
Bolernue, e fui cedo para ter lempo de reconher o pa-
lacio. Entiei logo n'um graude pateo, e subi depois
una escada dobrada, .sobre a qual ha um vestbulo.
Depois de atravesar este ve8fibuIo,*cbcga1se a um
aal5 quadrilongo, em cojo tectoacham-se represen-
tadas armase trofeos. Na frente da porta ha orna
especie de estrado elevado, em que se colloca o grara-
Vsir ; dreita e esquerda eslendem-se duas
ordena de fas, em que se senlaa 0% Mollah e os
Kasi-eiker de Anatolia e de Romelia, que assistem
ordinariamente audiencia. N'um dos ngulos do
salao ha timas janellas pintadas na parede, junto
dellas urna abertura coberta com urna rotla, na qual
se pe o Sulla qnando quer nleiiar-se da jutita
que se faz em seu nome, o que no mea conceitosuc-
cede poucas veze, porque S. A. tem outras cotias
que Ihe chama maisa sttencao do que o que pode
descobrir por urna janelU gradeada.
Sobe e as paredes esla escripias com letras de ouro
militas mximas, que logo da a conhecer que aquel-
te logar o sanctuario da juslfga. Por cima do assen-
to em que se colloca o gram-Viair v-se a cifra doSul-
t;i com estas pala*r< is meritoria, que setenta anuos de supplica. Por
cima da porta por onde entra o gram-Visir le-seoa-
tra mxima : O bomem protegido de Dos na8
se separa da equidade nos negocios. Pr isto ve-se
q' se os juizvs tu6 seguem setnpre o i-aniinlio da jusli-
ca, 11*5 por falta de advertencias.
Quanto aos mais cosluma-se com bastante frequen-
cia ostentar no publico bellas sentenca*, e com raza5
podiam muitas vrzes aecusar-se ososmanlid>s de ser
como os fariseos que as suas arces respeilavam poti-
to a moral, ao pasto que a punham as franjas dos
seus' vestidos.
Chegou a hora da audiencia, e urna especio de por*
teiros introduziram os litigantes, e testemunhas, e
collocararo-se em fente do tribunal, as mulkeres a
Aim ladoe os homens ao outro; os judeos, armenio*,
/ e greg^s punham->e detrs dos musnlmanos. Havia
urna esptcie de xeladorea encarregados de manter a
ordena, e alguna soldado da guarda do Visir occu pa-
va in as extremidades da sala. A audiencia abiio-ses
onze horas em ponto, epela ausencia do Visir fez as
suas veses o Kaimacar. A sen lado sentaram-se os
dous Kais-esker e 01 Mollk de Eyoub, o Scutari ;
em frente estava o magistrado, o ebefe de polica
enearregado de aecusar os culpado* que tem prendi-
do, e o procurador geral dos vacoufs, defensor era
todos os negocios dos interesses das mesquitas.
Tanto os Juizes e porteiros, como os escrivles do
tribunal, ns5 tem vestido particular, o s ae aBre-
rai;
Tudn agora depende de nos meamos, da nowa prudencia, aiode
_._<;ao. e energa: continuemos com principiamos, e itremoi
puntados com admirac-o entre a* Na Proclamado da Ji$emblea Gtrol de Brasil.
Subscreve-ne 1000 rs. mensaes pagos adiantado nesta Typogra-
fia. e na Wraca da Independencia N. 37 e38onde se receben,
correspondencias legalisadas. e annuncios inserin*)-se este gra.
tis sendo dos propriosassignantes, e vindo assignados.
PARTIDAS DOS CORBEIOS,
Oltnda Todos os dias ao meio dia.
Goiana. Alhandra, Parailia, Villa do Conde. Mamanguape, Pi-
lar, Real de S. Joao. Brejo d Areia, Rainha, Pomlial, Novb d-
Souza, Cidade do Natal. Villas de Ooianninlia, e Nora da Prinee.
za; Cidade da Fortaleza, Villa jlo Aquirs, Monte mor novo.
Aracatj Cascavel, Canind, Granja, lntperatriz, S- Bernardoc
S. .Joao do Principe. Sohrar, Nova*ElRe.T, Ico, S. M atheus,
acho do sangue, Santo Antonio do Jardim, Qnexeramobim, e Par.
naiha Segundas e Sextas fe i ras ao meio dia.
Santo A litio Todas as quarta feiras ao meio dia.
Garanhuns, e Bonito nos dias 9 e M do mes ao meio dia.
Plores no dia 13 de cada mez ao meio dia.
Serinhaem, Rio Formozo, e Limeiraa-Segundas, Quarta*.
extas feiras ao meio dia.
mmmmmBmmmmmmSBSBBK

sentaram com turbante e o siaples trage de ulemas.
Logo que todos se collocarara roraperam em acclama-
cesem honra do Sulta, eem seguida om porteiro
pedio as causas em alta voz, e segundo as a n<.mean-
do, oulro porteiro lia os expedientes e instancia das
parles. Eslas manifeslavan ao mu tempo os mw
tvosdassuasquexas, e suas defensa, e lallaram a
maior parte em voz baixa como intimidados pelo ap-
parato da juslica. As mulheres defendem por si mes-
mas suas causas, Ba& deixou de admirar-me o de-
sembarco e arde soguranca com qt.e ae expressa-
vam.- O* francos q' tem o litigar v.5 acompanhados
drogaman da ana naga5 que toma por elle a
palavra. Cada MalUh falla as causas pertencenles
sita jurisdiccrt8 ; o kalmacan ouve a sentenca e con-
firma-a, e o secretario sentado adiante ds juizeses-
creve no seu respectivo expedieute. O que estranhei
foi a miscelania da ceusas civs com expedientes go-
vernalivos, ou de polica.orion*J. Acabava de
ver um procesa sobre a posesa* de Dira casa 011
de urna trra, eseguio-se depois oulro sobre alguma
pendencia, e coma mais estranba anda, o desgra-
cados que em resultado eran condemuados a soffrer
cem pauladas nos hombros, ou as plntaseos ps,
conduziam os inmediatamente ao pateo do palacio,
logo se executava d sent-nca. Seus Jmenlos, a
voz do que cnta os golpes chegam af salada audi-
encia, e confundm-se com as vozs dos jnize, por-
teiro, e litigantes. Assegura-e que agumas vezes
executam eslas sentencas, e aimla a de noi te na mes-
rna sala da audiencia ; U6 rpida a justtea da Tur-
qu
a.
ild*
A audiencia durou duas horas, despacharam-se
onsa5u 30 expedientes, e o -interprete que levei
nao teve tempo de explicar-me enhum dos proces-
os em que vi senlencear. Sabi no meio de todos os
litigantes, que quasi todcs iamcabishaixos e tristes.
Na ra encontreido's hoaDensdHhaviam sido apole-
ados e que apenas podiam andf e chegar ao seu do-
micilio. Duas ou tres mulheres que perderam seus
nleitos, grilavam e derlamavanrcontra a sentenca do-
iuizts. A trevirla viveza de su^as queixas contrastas
vade tal sorle cora o silencio qtiasi religioso da mul-
tida, que pareca ter-se operedosobre ella esta m-
xima acreditada entre os turco : O dedo abatido
pela espada da Justica nao faz damno.
De todo quanto vi em Slambo! nada me pareceu
t5 curioso como o espectculo que acabo de referir.
Esta mistura de baibatidade e de grandeza ; esta e-
quidade que b se aconselba do instineto : o* verdu-
gos la perlo dos Juizes ; decretos que se succedem
como os relmpagos na tempestade, ludo isto indica
claramente o que foram os turcos na sua oripem, e
o que sa6 ainda hoje. Representa anda aquella jus-
tica errante que expedia seus decretos no meio das
hordas selvagens do monte Tauro, e que com todo
o seu grosseiroapparato vieram estabt-ecer-se na ca-
pital de um grande imperio. A experiencia dos se-
culosnada tm melhorado, etedosesla accordesem
dizer, que impossivel nudarrousa alguma ao pre-
sente. Que esperanza de reforma pd* ter um paia,
que o tempo s conduz destruicaS, e na5 s lUzes,
e em quem o roelhor o brbaro, e onde nada ha
vivo sena5 o germen da morte 5
( Con e.spondencia do Oriento. )
[Diario do Governojde Lixboa. j
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS DoSENAUES,
Extrato da Sessao em 15 de Julho.
Presidencia do Sr. Bento Barrozo Pereira
AbeHb a sesss pelas iO horas e meia, com 28
Senadores, leu-se e approvos^a acta da anterior.
O Sr. patricioobtendo a paTavra, leu as seguinte
resolucSes que ficar<.5 sob"r a mesa para seren toma-
das em consideracaS:
A primara declarando que as permntacSes de
bens de raiz ou escravos, na5 he devida a siza ou mea
.siza, senaS do excedente que huma das partes bourel"
de pagar a outra em dinheiro.
A segunda declarando que o vendedor^de bens do
raix, em quaoto ntji ibr Integralmente pago, nelle
les conserva especial hypotheca.
ORDEM DO DIA.
Entrn em discussloefoi approvado o requerraen*
to do Sr. Patricio apresntado na sessio anterior.
Conlinuou a segunda discussio do projecto rin-
do da outra Cmara relativo aos procesaos judicia-
rios que forera remetidos pelo Supremo Tribunal
de Juslica s Relaces Provinciaes &c.
O seguinte artigo terceiro do projecto dea-se por
prejudicado em consequencia de ter passado o rti-
co i. das emendas : No caso do artigo antece-
dente, o processo ser *emttido na forma da citada
lei de' 18 de Setembro de 1828 artigo 17 : e sati-
feilo o suppriraento e audiencia das partes, ser de
novo remettido officialmenie mesma Relacio re-
visora para oseo final julgamento.
Entrn em discu-sio o artig-o 3o. das emendas,
lubstituitivo dos 6. e 7o. do projecto.
Art. 3o. Quando occorrerem fallaa e erres
insanaveis, como os da dita ordeajaeo 5*. tit.
n 75 no principio, menos a violacio de oireito ex-
presso : o Supremo Tribunal de Juslica annulla-
r o processo em todo, ou tmente na parte ps-
, tenor nullidade, segundo esta affectar ou nlo
todo o processo: em ambos estes casos sari o
processo enviado aos Juizes de primeira e se-
gunda instancia aonde pecorreu a nullidade,
ah poder as partea no prirtwiro caso jaropr >
. 00va acefo querendo, e no segundo ina|Mrada
a marcha regular do processo, e rectificado elle
oque as partes qazerem, proseguir at final aen-
tenca. ___e
Arl. 68. do projecto. e Quando occorrerem fal-
ts e erros insanaveis, a Relaoio revisara no poder
deeedir o objecto de ligio, mas julgar nollo o
processo, en cm lodo, ou a aquella parte que for
posterior nullidade, segundo esta affectar ou ufo
todo o procese.
7. Sendo o procese* jolgado nullo, ou seja^oi
lodo, ou t em partea, em ambos os casos ser rete-
nido na forma da j citada lei artigo 17 ao Juizo on-
de occorreu a nullidade : ahi poder a partes, na
p.emciro caso prepdr nova aeco querendo, a na
segundo sanada a nullidade, contianuar o mesma
processo, segundo os tf rae* ulteriore it final ea-'
terrea.


DIARIO DE PURNAMBUCO.
Depois de breves refiVxes deu-se maleiia por
discutida, e pfcsta votaco materia dos ait'gos 6*.
e 7o. do projecte salva a emenda da Commissio, fui
approvada b Entrou em discusaio % artigo 4o. das emendas
o o 11 do projecto que a emenda suhslitue.
Art. 4a. Das sentencas definitvamonio pio-
fe idas eiji ultima instancia nos procesaos que se
reformaren) em vrtude dos ai ligua a. e 3. da
prerente le, poderlo as partes iuterpr a ievila
n na forma das que regulo este recurso.
Art. 11. Das sen'encas definitivas, proferidas era
ultima instancia us precessos que e formarem em
rinde da presenta le, podeio aa porte intei por
a revista na forma daa leis que regulo este recur-
so.
Depois de alguma discussa daiido-se a materia
por discutida foi approvada a materia do artigo n
do projecto, salva a emenda da Commissio e esta
foi lamhem approvada.
Seguio se a discussio do artigo 5. additiro as
emendas da Commissio : Quando o processo, pos-
ii lo que regular, e setn faltas ou erro* da fomiu-
las, parecer ao Supremo Tribunal de Justica que
conli'm injustiea notoria em scu julgamento, por
ser ou dilectamente contra o derrito expiesso ta
' turma da Ord. lie. 3 tit. 75 no principio, ou
ainda contra o dirrito da parte, desprezada a pro-
va evidentsima dos autos, na f>-rma ,da dita
Ord. a, o Supremo Tribunal de Justica eonce-
- der a revista, e enviar os autos Melecio que
for mais conveniente ao interesse das p .i tes.
O Sr. Veigueiro oll'eieceu a seguinfe emenda :
n Em lugar de enviara, etc. diga se passar a
Foi apoiada e entrou em discussa.
A emenda offerecida foi combatida pelo Sr. Car-
neiro de Campos, e Mrquez de Caravellas pela jul-
gaiemopposla Conslituica, a qual smenled ao
supremo TiibunaldaflpfeUca a faculdade de conced r,
ou de negar revistase k causas, e nao de as iulgar
definitivamente; e fora pelos mesmos nobres Orado-
res demonstrados os inconvenientes que bum tul
principio poderia trazer, etc.
Os Sis. Paula Souzd, e Vergueiro susleotara a
emenda demostrando a utilidade e vantagens que da
sna adopca resultara, observando que el 19 em nada
se oppuuba a Conliiuc, por isso, que quando
esta disse, ao supremo Tribuiidi de Justica compete
conceder ou denegar revista as causas, o disse, mas
referindo-se a huma Le na qual compete marcaros
modos pratiros de conceder ou negar as revistas n-
terposlas, o que compete, ser feito pelo Corpo Legis-
lativo, e competindo-lhe podia marcar esse modo
pratico conforme julgasse mais convenuiente ; fora
pelos nobies Oradores apiesentados os inconvenientes
q' lem vindo de huma tal pratica, oomao de hum Tri-
bunal inferior dar huma sen te oca contraria opini-
a do supremo Tribunal de Justica composlo de ho-
meus provectos, e de abantados coubecimentos.
Dando a hora ficou a discussa adiada, e o Pre-
sidente designou para o di seguinte, em primeiro la-
gar a primeira disucss do Projecto exlngundo os
auditores do Exercito, etc. a materia adiada j e levan-
lou a sessa pelas duas horas.
cmara nos os potado.
Ex trata da Scssa em 15 de Julho
F.
Presidencia do Sor. AraujovLima.
Bita a chamada pelas dez horas da manbf, a a-
chaodo-te presentes 60 Depatados, o Presiden-
te declarou abei ta a se>sa, e lida a acta da ante-
cedente, Tai approvada.
O primeiro Secretario deu contado expediente
bndo huin Officio do Ministre da Jslica, como en-
caradado pela Repartido dos Negocio* Fstrangei-
roafPimoltendo por copia huma nota do Enviado
llxtiaordinario e Ministro Plenipotenciario de S.
M. Dritannica, em data de 30 de Junbo ultimo, co-
bnndo bum requei ment do Directores da Socie-
dade de Mineraca Brazileira do Gongo Soco, em
quenovamenle reclamai ao .>obre o quantitativo dos
dueilos, e rotituita do excesso que lem pago pelo
ouroextiabido desdeo anuo de 1827 em dianta :
Pommissa a que est affecto este negocio.
Ajbeu-oe o entrou em discussa o seguinte requeri-
Que .'e encarregue a Commissa das Assemblas
Provincues e da Constituido reunidas, para apre-
sentarem em termo br*ye hum ptejecto de lei inter-
pieUudoos aitigos n uros ou duud sos da
i da* Reformas CW-liiucionaes, leadotm vista as
dlvidas que tero ocroirido na exeeuca daqutlla le,
tanta aa* Asemblcat Legislativas Provncia- s, orno us
prop.jstasnoRalaloriodo Exm. Ministro de Justi-
ca.
Paco da Camarr des Deputados, i4 de Julho de
835. Souza Maitins.
O Sr. Alvares Machado observou ao Sr. Presidente
que linha mandado mesa bum reque-rimento para
que se prorogas>em as se-ses at as trez boias em
quanto se Iraiassem de rratoriss t imprranles to-
mo os negocios sobre Para, para depois se passar
a Uttar deoulra medida, qualnaomeio circulante,
em vista do que se linha animado a fazer tal requeri-
mento, porque el.va persuadido que a sess*5 legis-
lativa se na5 devia encerrar sem que se dec idisseui es-
tas materias, (aptiados)') e concluio propondu a ur-
gencia do sen 1 tquei ment.
A urgencia pioposla foi apoiada, entrn em dis-
cvssa.
Depois de huma pequea discussa, foi approvada
a prorogsca de huma hora, isto he para durarem
assesses al as 3 hora, por 47 vot. s.
ORDEM DO DA.
Cniinuon discussa adiada sobra o-arl'go quar-
lo do parecer das Commisses, aceica da suspensa
de garantas para o p Pflas 11 horas e meia foi iutroduzido 00111 os for-
malidades do estilo o Ministro da Jus'ica e oceupou
o competente fugar.
O Sr. Hemiquesde Resende nesta quesla foi de
opini- que os Juises de Direito era autoridadea
Provincial s, e o Sr. Moura Magathes pelo contrario
que era entoridades que devia ser nomeadas pelo
Governo Central.
G Vniiro da Jusiiya disae que uivez nao devs-
se fallar ne>ta materia por ella na5 vir na proposta,
mas que sempre diria as razes que leve o Governo,
e as duvidas que houvera sobre a questa a respeito
dos Juizes de Direito ; e desenvolvendo a douti na do
paragraphoonzedo artigo iO da lei das 1 fibrinas,
concluio que elle estabelece huma excepca e nao
buma regra'.'
Julgou-se a materia sufficien'emenle discutida.
Offerecida a votos a emenda da soppresso do ar-
tigo 4-* do Sr. Paula Araujo, foi approvada por 54
votos.
Consultada a Cmara obre r. as outras emendas
estava prejudicada: decidi que o estav. por 5i
votos.
OSr. Vi-conde de Goiana reclaaou a votaca so-
bre a su emenda, declarando que ella nao eslava
prejudicadn.
Consultada a Cambra sobre se a emenda do $r.
Viscondo de Goianna eslava prejudicada, decidi que
n-.
Posta a emenda volac- 5, para que se crearse
bum Juiz de Direito para a Comarca do Rio Negro
que fo>se tambenvcliefe de Polica, nao se approvou.
Passsou-se a discutir o artigo 5." do parecer das
Commi-ses.
Foi apoiada huma emenda do Sr. Paula Araujo
que declara depoi da plavra competir, accres-
cente-se em quanto durar a suspensa de garan-
ta", etc.
Foi apoiada huma emenda de suppress- do artigo,
offerecida pelo Se Cornelio Franca.
Julgadada a mateiia discutida, pz-se a votos a
emenda de suppre^sa e nao passou.
Posto o artigo tale qual votaca nao passou.
Posto votac com a tmenda do Sr. Paulo Ara-
njo, nao se approvou.
Entrn em di-cusst> o artigo 6.e seusCS.
Foi apoiada huma emenda do Sr. Paula Araujo,
que declara: depois da palavra compelindo
accreseenle-sa em quanto durar a auspensa de
garanta.
OSr. paula Araujo declarou, que como via os 1-
lustres membros da Commi.-sa inclinados pela sup-
pressa do ai tigo, retirara a ua emenda.
O Sr. Ferreira da Veiga dase que no caso do De-
pulado retirar a sua emenda elle a adopta va por sna.
Foi apoiada huma emen ia de suppress.i do artigo
offerecido pelo S>-. Cornelio Franca.
Apoou-se outra emenda de Soppressa do a. do
artigo 6., offerecida pelo Sr. Hemiquesde Rezende.
Foi apoiada huma emenda do Sr. Souza e Olivei-
ra ao $ a. do artigo tezto : Em vez de com ap-
pellaca para os Juizes de Direito diga-se cumula-
tivamente cornos Juizes de Direito e no fim ac-
orcenle e os que admittem fianca com appella-
Ca para a Relaca, e pelo mesmo prazo marcado 110
ai tigo lerceiro, etc.
Julgando-se discutida a materia foi posta a vtotos a
emenda de suppressa do artigo, e nao passou.
Offerecido votaca o artigo tal e qual, tambem
se nao approvou. Posto votos com a emenda do Sr.
Paula Arauj'i, f.. igualmente regeitado.
As emendas do Sr> Souza e Oreira e Heuriqies
de Me/endeahira.
Eulrando em discu>sj o rtigo 7., julgou-se nr.
judicado. v
Entrousm discussa o artiga/8 do parecer dasC
mN.-es, que>e declai ou ser o primeiro da prono!
do Governo. e sa
Foi apoiada huim emenda do Sr. Rodrigues bNr-
boza, para que o Governo tone as medidas mai8
promptaa, e aJrq:udaa par^ a pacifieaca do Pa.
r, etc. Ba^aJ
Foi apoiada huma emenda do Sr. Hemiqnesde
Rizende, que declara, que fica suspensas os par/
grafos 7, 8, 9e IO do arligo i"9 da Consiiiui^"
bem como a suspendo do H-l> de seis mere, que poder >er pior. gados por oulrus
seis meses, *e a>sim se jufgar ronvenienle, elr.
Foi apoiada huma emenda de suppressa offerecida
pelo Visconde de Goianna.
Depois de lonpo debate sobre a materia, pz se a vo-
tos a emenda de suppressa, e tusa >e appru\ou.
A suspensa dos pargrafos 7, 8 e 9 do arligo I79
da ConstituicaS mareados no ai ligo primeiro da pi0.
posta que passou a ser oiiavo, foi approvado. A euv
pensa dos pargrafos j0, 11 e 17 nao se approvou. ^
Os numero 1 e 2 do teferido artigo nao pas- '
rao.
Os nmeros 3, 4e 5do lefeiido arligo foro aupro-
vados.
Entrou em discsfJsa o artigo 9 que (rao segundo
da proposln.
Consultada a Cmara se eatava prrjudicado, deci-
dio-se que nao.
Foi apo'alt huma emenda do Sr, Souza Maitiii'
paraque^se suppriuiaS as palavra Juz Munici-
pal e de Direito. 1
Julgou-se discutida a materia.
Posto o ai tigo a votaca buuve empate, e na for-
ma do Rigimentodtclaiou-se6car o ai tigo adiado.
Sr. Belizario pedio a uigeucia, esendo apoiado,
oi a fina! apfcvda. Continuando a discussa, e
sendo novamenle offerecido a volac-, houve segundo
empate, e por consequencia ficou o artigo regeitado.
na forma do mesmo R. gimento da casa.
Entrou em discussa o art. lOe approvado, pos-
sou-se duart. il, que depois de di.-cutdo foi a pro-
vado. A emenda da Comsaissa ao resto do ai tigo 5
da Proposla foi approvada.
O art. la appravcu se c.m a ecenda da Com-
missa.
Passou-se a discutir o art. 13, cuja discussa ficou
adiada pela hora.
Tendo-se retirado o Ministro da Justici roma raes-
ma formalidade com que entrn, o Presid ote deu
para ordem do da i7 a mesma materia, e levantou
a aessa pelas 3 horas da (arde.
O.
GOVEKNO da PROVINCIA
Expediente do\dia 17.
FFcioao Exm. Presidente do Rio Grande do
N. transmit indo os processos de 3 Soldados julgados
pela Junta de Justica.
Ao Comniandante das Arras, que aprova que
as 4 pecas e calibre 6 que exUlem no Acampamen-
to acoinpanhem a expedica para o rara, e que o ai-
mamento e munices despensaveisseja rexolbidasao
Arsenal de Guerra.
Ao Commandanle da Praca mandando cum-
plir diversos processos julgados pela Junta de Justica.
Ao Inspector da Thesouraria, para fietar mais
um transpoi te, alem dos dousja frea dos.
Ao dito para entregar ao Cap'ta de Fragata
B. (laydem os 33 contos de rei> que devem ser con-
duzid. s para o Acampamento e entregues ao Com-
mandante das Armas paia pagamento da Tropa ex pe*
dicionaria ao Para.
-- Ao dillo Capillo de Fragata para receber o
constante do Officio sopea.
Ao Chtrfe de Polica reverlendo os dous pro-
cessos a que se procedro contra o Juz de Paz do
8. c Districto do Cabo e dos quaes Ibe nao resul-
to u crinie. ^
Ao Juiz d'Orphos e Municipal nomeando-
para presidir ex trcelo da Lotera.
-- A o Esc r i vi o da Lotera com mu ni can do a no- <}
aeacio supra.
Ao C. Supeiior'das G. N. d'esle Munuipo, man
dando dispensar do servico das G. N. ao Cirurgif
do Lazaros J0S0 Francisco de Olveia.
A Administraco* dos Hosptaes de Caridad
communicando a ordem supra.
Ao Gbefe d Legio das G. N. do Cabo com-
municando que tem dispensado ao Instructor do BV
talhiodaquella Villa o Tenente Manoel Cavslcante
d'Albuquerque e que o f-ca apiesenlar ao Cojm*
mandante da Praca.
I I F R I


DIABLO 1> PRRXAMBUCO
A Cmara do Bonito exigindo oformscio sobre
o que alega o Tem n'e Coronel C. do Bala! bao de G.
N. dos Bezerros em oftuin incluso.
A- Tenente Co para preside o auxilio que llie requisitar o Juiz de
Paz do Poco d Panellj.
-- A (stecomnaunirando a orJcm supio.
D1VF.RC AS EPARTICOENS.
CMARA MUNICIPAL DO HECIFI.
Si.ssao do dia i. de Sdemoro de i835.
c
Piezideniia do Sr. Gusmao
Omparecerio os Srs. Miranda Silva Mena ,
e Cunta fallando com cauza os Srs. Berna ido de
M.iaud Souza e Catanho. A berta a Sessio e
lida a acia da antecedente f-> sancionada por estar
conforme. O Secretario dando conla do expediente
menciono os .-egunles Officios : lium do Juiz de Di-
^/ reito Preziden'e do Juiy para que .se sortia.-sem Jui-
zi>4 para oulra Sessio : que se lhe diasesse que a C-
mara encontrava na preteiico grandes obstculos, e
que ella senio julgava authorizada para fazer o que
8. S. exiga em su oScio. Outro do Procurador
duendo q ie ja eslava na Tbezouraria o Cofre da C-
mara : inleirada. Outro Jo oaestno aceica de varias
cazas da Praca-la Independencia cujos arrendamen-
t .* ja se hio Sudando : que fizesse em quanto as
ine-ma nao vio a" braca tudo quanto (osse necessa-
no em favor da Cmara e para aumentar o seu Pa-
trimonio.
Outro do Ju3 de Paz do i. s rVsfnrlo do Pilar
com huma bata dos Cidadios nuraftit-nte qualficados
para as Guardas Na- i.niaes, inteia la.
Outro do Inyector da Thesouraria disendo que
firava expedidas as o* deus para que o ThcsoujHV
recebesse o Cofre- da Cmara inleiada.
Outro da Cmara Municipal de Seiinh.em pedin-
do todas as b tolas e padroens de pe-os e medidas dv
S'cus e niolhidus pira servir de regulatnento para as
af-iicoens: que lodas ellas esli proirpias qo
delermiuasse a pessoa a quem entrgalos oqui para
por ellas mandar lser ou'ras que'sirvi de padrio.
Outro do Fiscal Cordiadur sobre a ed,fit aco da
Cidade : inteira la.
Outro do Jui- de P*a do 5. c D'striito das lineo
Ponas para que a Cmara rnandasse lecefcer a quan-
tia de 40:000 reta de mulla que eslavio em seu po-
der que o Piocurador as fo -e recebar.
Leo-se o segu use parecer dido por o Srs. Men
na, e Joaqun! JoZe de Mianda. Enearragadosdc
dar-moa o iiihso parecer acerca do rpq ei ment dos
Gauoeiros da Cid*Je de Olinde : s-br^o chamado
porto das canoas o'egua, e oatios de con luc de ma-
teriaes qae imped m a fa> il e segura serventa de ca-
noas de tramito e condumio de gente e que lam em
requesitaVio providencia robre as eJificac-s que
tendim a bobr aquelle porto : he de parecer qne se
slabeleca desdeja a pobilnco de aportarem ali
nutras que nao sejio as canoas de pi.-sageio multan-
do-se lauto as de agoa como as de Oto teriaca que ali
apoitem e se dem r<-m : Oitro sim.be de parecer
que se embarace a edili.-aciu qna'quer no referido
portoa excepio da edifnacio so're doze palmos de
terreno da paiie do uorle por ha*er esta C-mua
mandado assignar tormo da ediiiragio do Propiieta-
ri da casa contigua. P.ecife 10 de Seterubro de 1835.
Cujo parecer Foi approvado e em consequencia de-
tei minou a Cmara que se pas>as>em as ordens ne-
cessarias ao Fiscal, e C<>rdia Foi o Sr. Coaita elleito Juis ad boc para o nego-
cio de Peiro da R"xa com a Irmandade do Ro/aiio
dos Pretos dcsle Bairio. E por ser dada a hora a-
levantou-se sessio. Joze Tavares da Fonceca Secre-
tario a es revi Gusmio P. P. Miranda Silva -
Mcmna Cunha.
couza a reprilo do ditlo Major e do seu Corres-
pondente.
Se oSr. MajorC. Alberto foi resprlado no da 7
de Janeiro deveo-o a sua boa conducta a o nlo se
ter envolvido em partido algum no mal fadado Para,
e ni por ser connivente romo o quer inculcar o
Sr. Cursista pois >e o corsario fosse, o nao det-
xaria vir sao e salvo o Sr. Marechat Manoel Jorge ;
assim c<>mo nao dt ix<>u vir o Vinagre e &c. por
tanto s a maldad doCuisisla tole tirar tal illaco.
O Sr. Major nao se relirou com a chegada do Mar-
chal pus tendo chegado sua passagem para e>ta Pro-
vincia elle a apresentou a aquelle General e se el-
le julgava a presenca doSr. Major necessaria por
que lhe deu execuclo ? Porem o Sr. Marechal co-
nlieria bem o Major, e no nfiz Para io muito mais
precisos soldados que Officiaes por isso nao exiloo
em he mandar passar guia- Chama mais o Cursi-ta
a silencio do publico sobre o Diario N. i7a com que
parece-lhe ter descoberto a quadratura do sirculo,
contra .o Sr. Major, po nio pegou a i-.es ; no Para assim como ne>ta Pro-
vincia so derlo sedlas Provinciaes e acbando-se
estas resgatando-se requereo o Sr. M/ijor C. A. o
resgate de Rs. 300^emdilas, que nvia recebido
de seus sois49 > e '' '"3 q,,e se fez segundo me
informan, nao so com o dilto Major, como quem mais
requereo.
Passemos a desengasiar o Sr. Cursista que o re-
queiimento doSr. C. A. bem longe de lhe ser de-
sairlo longu deer ( como fora de lgica lbe cha-
ma ) Hum libello famoso pelo contrario he huma
prova do bom senso do Major. Se todos nos procu-
rnsse-mos no teta materias daquelle lempo (1817)
E rerordassemos o passado >em relolho, seiiaintuw
nio rriminaria-mos buns aos oulros por proeedimen-
los que lodos praticario mais 00 menos E de mais ,
porque se de ve reputar crime, o nio querer alnuem
s^r c'Miceituado ronnivenle na insurreicio de l8i7 ?
O que foi ella perante a lei ? Hum crime : e- qure-
ria alguem que o julgassem criminoso ? de serlo que
nio. O que fui a revolucio de 1817 pe sute a boa
poltica ? Huma loucura hum desvario que at-
ientas as miseras sircunstancias do Brasil em lo, a
nio da America I !< pndola ; islo he modificacoes de
yingrismo Se boje no Biazit ha Vinagres, e hio
desppaiecer anda Viimgres quanto Vinagre nio
haveria no infeliz 1817 O a pergunta-se ao
Sr. CursisU Paraenae quereria o Sr. ser tomado
por hum lonco qoereudo patiiotar fora do lempo ?
Peloainorde Dos! Melhor seria, ( qaeira lio
bem ouvr e te couselho ) Melhor seria que o Sr. Pa-
raense Corsisla ein vez de cursar o Curo de Olin-
da fosse cursar os campos sua Patria o que lhe seria muito mais airoso e pa-
Iriotiro, qno armar censuras tem fundamento in-
jusla, .'Cdlluoinioss. Os Srs. RR ; fario obsequio
pubiar estas buhas 'rassadas por bum
Imparsial.
Caita, qae o Tenenle Coronel Ignscio Antonio de
Barros F{rQ dirigios seu filho Jlo de BarrosFal-
ciode Albuquerque Maranbin Eslud^nte do 5."
Simo d'Acidemia Ju>idca de Olinda, e Bedactor do
Peridico intitulado O Republicano Federativo.
II.
Jlo!
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
' g A paula he amesma^o N.* 198.
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. Redactres.
llereli, a Correspondencia do Paraense Cursista
insera no seu Diario de onlera e Com quanto nlo
teiiha amisade com o Sr. Major Caetano Alberto Te-
xeira Cavalcanle com tudo doeme o ver assim atacar
hum Vi ilitar honrado e cuja con duela est a toda a
prova } por "sso ah me tem Vms. a diz.er Tgitma
.Eo fiiho: tu qoando esperara ver-te feliz pelo
teo h >m exame que houvesses de fazer he quando
te vejo suhmergido na tus infelicidade ; poia afaa-
tando-te da minha doutrina dos s os ; e prudentes
consflhos, que te dio para teo b m vejo le um be-
rege espilhador de doulrinas pestlenciaes contra o
que encina a uossa Santa Madre Igreja Catlica que
fazem tremer a um bomemsensato, que anda nio
perdeu o juizo ; ea-sim nio tenho mais que esperar
de ti se nio desgracas sobre dosgracas ; pois em
lugar dele chegares para quem te possa afastar d'al-
gumasenganozas aeces iuherentes sos homens e
principalmente quelles que enthnziasinados de sa-
bios con em redea solta das suas mesmas paixoes,
te ebegas inconcideradaineule para aqueles, que le es-
lo urdindo ciliadas para te precipitaren! em um pe-
lago de infelicidades e que por te verem ceg, e
mais que ceg ou ( para mellior dizer ) tonco que*
rem fazer de ti ohjecto de escarneo, e tombaria.
Nao se ppde dar maior infelicidade do que, son-
do tu ha pouco lempo um defensor da verdadeira
Religo seres hoje d'ella um ap-tata declarado : e
que he isto senio um desamparo da Divina Graca ,
quando o homem segu desenfit-adamente suas pai-
xoes e nio quer conselhos de coixl-ilos? Quando
deiXar o homem de precisar de conselhos? S.n\ ,
d'elles nio precisar aquele bomem que for fluo ,
e insensato e que quer s*grtufiuas deso djMsdas pai-
>5es. Quando eu pensava que slgunS trabalho^ ,
que lns lido, te servil iio de norma para mellior t<
regeres, be quando dse peradamenle ( como quem
perdeoo juizo ) corres a rjfcssos agigantado? para a
tua total ruina.
Que he das promessas, Tjue me fizeste de nu cui-
tinuar us lu.s leviandadj ? Na rerdade ai 9>s
promessas terminarlo qmindo t-ruiinrau
molestias. Gerlami nte oora perversos, pe 1
sers ; rom bobos bb'o#r> ; e com folios- de Re-
ligo falto de Regiaa, sers. m
De neijliuma surte lena dado ouvioVas aos que sn
mente te ad verte ro que os que te rodeio para oajvir
o teos discursos sio prs.is que se quererb di-
vertir la cusa por meios d'applauzos osangati-
vos.
Dizi i me : dado cazo, oue satas muito bem de Un
exame ( o que eu duvido ) como sers oceupado em
Em prego de concideracio pois le nio das a rt-spei-
lo ? Quem confiar de ti negocios impoitaoles, e
de eoinideracio ? cerl; mente ninguem. Que ciguei-
ra he esta tua ? Nao vs, que tantas gargaJbadas e
applauzos que se dio nos sjuutamentos, que se f--
zam sio nicamente para te ouvmm falar e dis-
rorrer indiscretamente ate contra o mais saglado da
nossa crtica Catholica ? Se daqui em diante nao te
portaree com senso, evitando esses pestferos ajuu-
tamentos, que sservem e se forman para tua total
ruina sers o homem mais infeliz e desglosado.
Tudo o que (em succedido e te vai succedendo ,
nio tem sido, senio pelo motivo de concerrares um
orgulho de subetba, e um cnthuziasmo de sabio, e
eniendin'o. Fensas que agucm !ou* o ius indis-
cretas ac'6e8 ? ests engaado ; pois essts, que te
ceicio, ou sio para zombar de ti, fazeodo-te vomi-
tar discurras desarrazoados outooutros temelhsn-
tes a ti sem temor de
e orgulhoza te vai cav
submergir ; e se a isl
eego, e empedernido^
percados. Se te nio cf el;
a vida deseufreada,
ura para n'ella te
s, poique ests
pelos teos grandes
greja humilhando-te
aos ps d'um bom ConTes or que tema a Dos,
ests perdido e desamparado do mesmo Dos; pois
que cutio ests um confirmado libertino sem Dos,
sem Santa Mar a e sem leligo ou (para mellior
dizer) um apstata comoj o tens dado a conbecer,
negando o mais delirado da nossa Santa Religio.
Olha ( e tu bem o sabes ) que Dos nio- desampara ,
senio aos que o desprtzio: tambero sabes, que o
pecado d'escndalo be gravissimo, e desagradavel
aos homens de bom senso. De que te serve essa vida
desenfreada que tt tem conducido e te vai con*
duzindo a faaer-le intein-mente infeliz e objerto
d'escarneo e zombaria ?
Meo filho : olha que se agora nio tomas os me
os conselhos, e esta curreccio Paternal ests per-
dido : nio te fies nos teos chamados amigos : vire
como verdadeiro homem sensato e obsten te de que-
reres incotmderidamtnte mostra-te ser sabio e ins-
truido mais qne todos: poque isto urna pura tolice :
s moderado nos teos discurcos e as las falas em
toda a occazio e nio trates de resto oque te di
go.
O lempo do leu exame est prximo ; e senio te
cr.inpoi lares bem, debalde te servir d'airimo esa
tua enthuziastica sabedoria ; poique ella sem Dos
te far aborrecido dos homens judiciozos o mesmo
do mesmo Dcos, e te precipitara' no absmo da tua
infelicidade... Quena Dos, que essa la frentica
sabedoria tolo couduza um monlio de males e
que nio caves com as tuas proprias mos a cova para a
tua mesma sepultura.
Olba, e allende com circuiispeceio s roinhas vo
zesPaternaes, que sse dirigem ver-te asss feliz.
Dos te d a sua Divina Graca Iluminndote o en-
teodimeuto para achares a verdadeira sabedoria.
De teo Pai o mais in
Olinda 11 de Julho 1885.
Jguacio.
.01
Consulado de Franca em Pernambuco.
.ni Arrematsco das mercaduras pertencenlosAao
carregamento da Galera Franceza Genova, continu-
ar amanhi, 23 do corrento.
As pessoas que se tornarlo adjudcatorias boutem,
de\em apparerer na porta d'Alfandega velha, depois
d'um hora da tarde, para tomarem conta da suas sr-
1 eniata-6>s.
I V Fl
i


MARIO DE PEBNAMBUCO.
,\j
AVIZOS PARTICULARES.
^^Uek anunciou qtterer comprar urna meia sella,
querend urna n ; dirija-se ao beco do Aieite de
peixe, venda N
VPJ1* O abaixo assigpado natural desta Provincia,
rogaaoSnr. do mesmo nome que lc tem tirado al-
gumas cartas do Correio^ e a poucos das lhe lirou u-
aje. viada do Para ; aonue o abatXo assignado tein un
^^d cazado, e urna kk viuva, ambos Pernambu-
jpos, e seussohrinhos rsraense, baja do'he entre-
gar Jila cela na raa da Guia, sobrado N. 7; ou ni a
cata fttgleza de CrablreisHeyworths & Comp. onde o
abaixo assignado caxeiio, pas poder prestar os soc-
corros de huma ni da de a parte doseu i-angue, e do con-
trario se endagar com empenho desse Snr. do ms-
alo nome
" Joa Jo2e dos Santos.
fJaV1 Joaquim Goncalves Vieira Guimaraens &
Comp. fazem sciente ao respeitavel publico, quemu-
dai i* a sua luja de fazendas, para a me-ma ra da
Cadeia N. 40 B. cuja fica defronte da ra da Madre de
Daoa ; e residern na caza da esquina N. 21 da rnesma
ra, no 1." e 2. andar, aonde se a bao mui promp-
tos, para claren cumprimento asordens dos seus mui
re*pei'.avcis freguezes.
99 abaixo assignado, Juis da Irmandade de N.
S. do Amparo da Cidade d'Olinda, dezejando cum-
plir oque manda o compromiso da ditalraaandade,
avisa a todos os Snrs. Limos da mrsma, que no dia
i. do mez prximo vindro de Novembro se far a
Meza geral chamada da Nomina, principiando a dita
Meza as 9 boras do dito dia, celebrando se as 8 e raeia
Missa do Kapirito Santo, pelo que coavida a todos
os Snrs. Irmos desla Cidade, como tobem a todos os
Snrs. Irrnios moradores na Cidade do Recife, e pede
encai*d(t.ime.; !oJo os Urna, irmos em Cera',
que porservico da mem Srnhora do Amparo, e be
uefcio da dita Confijrjanao daixem de comparecer
em dito dia, peluj fc. Jicara muilo agradecido,
e a dita Seaboral Ecom o aeo Amparo espe-
cial.
_ r* Joto Joze Pereira.
fjd* Do-se urna pouca de metralha de lijlos, que
est no beco da Viracao: quem a quizer fale eom Fran-
cisco Manotl da Silva Ta vares, no Forte do Matlos.
jaV OsSurs. Antonio Joaquim Franco Velozo,
Joaa Uias Xavier da Cuuha, Antonio Ribeiro de Sou-
za, Alexandre Pinto Leiij.0, e Joze Gomes deSouza,
queiio dirig r-sa ao Armazem de Antonio Pe eir Ma-
chado, ao largo do Corpo Santo, para uegooio de seu
inteiesse.
ffp" Quem percisar d'uma multar parda, debom
comportamento, -para tratar d'uma casa de pessoa
sol le ira, menos de cozinha ; anuncie.
MP* Preciza-se d'um boas padeiro para trabalhar
na tendedeira, e vegiar os escravos : na ra dos Quar-
teis D. 4.
prstica do negocio de padaria ; na mema caza.
IfiBr Quemanunciou querer vendan 4 pipas com
agoardentc branca, sendo boa ; disija-se a ra do A-
rago D. i.
ejqp* Quenrpercizar d'um caxero para vender em
padaria ; anuircre.
jry Caetano Joze*de Siqueira mudou asna loje
de azendas da ra da Conceiijio do Re fe defronte
da ra da Madre de Dos, para a ra da Cadeia ve-
Iba caza D. 10.
ifl" Na ra dos Quarleis, D. 5, preciza se de 5
a 6servenres de pedreiro.
W* Da-se 400$ ra. em prata sobre hipoteca d'u-
ma morada de caza ; no Aterro da Boa-vista, em ca-
za de Joo Hillario.
ytf Quem anunciou queres fallar a Senbora do
Alias Hespashol Europeo, podedirigT-se a caza on-
de mora o abaixo assignaao, na ra Dheila, L). 20,
2. andar.
_ Joo Frederico Abreu Reg.
tj^ Preciza-se fallar ao Snr. Luiz Francisco de
Mello Cavalcanti, que foi caixa do Sur. Perele, para
negocio de seu inieiease $ pelo que rega-se queira a-
nuuciar sua morada.
fc3P* O Sor. que comprou na ra do livramen-
to loja de ceuros D. 14 um par de botns para
pagar no pra/o da i lo da-; e como fazem 14 inezes,
roga-se que qnanto antes venha sapfsfazer o im-
porte, e do contrario deciara-se o seu nome.
#
NAVIOS A CARGA.
PARA AMSTERDAM
CjEge viagera com muita brevidade a Barca Ho-
landeta Cornelia Sara; por ter a wior parte de sua
carga prompla ; quem na mesma quizer carregar di-
rija-se aos seus Consignatarios N. O. Bieber & Comjfc
ra da Cruz N. 63.
pvra M a crio
rf
Segu viagem al odia 30 do corrente, o
Hiale 5. Antonia Flor do Brazil; quem n'elle quizer
carregar, ouir depassngem, dirija-se abordo do mes-
, iundiado defronte do trapiche novo, ou no Per-
nio
to das Canoas, caza do Xalaca.
PER DA*.
Jr Ekdeo-se urna letra daquan'ia deRs. SioJnfrA
da qual quantia ja te tinba recebido por co.m, R
166&840, esta letra sacada por Manoel Joze Lo?'
Braga em 5 de Setembro, aceita por a Senhora IVr
ria Benedicta do Sacravnto; quema arhou ra *'
zer restituir, pode dirigir-Sea ra do Crespo loj^n"
7 ; ad verte se que a aceitante; ja e>t scitme dea nlri
pagar, ge cao o aiKJnciayjB,
COMPRAS.
M Lirro de Fbulas para exudante: na ra que
Ifica por detras do Calabouco velbo, D. ii, uui-
n unca.
19* Cobre testa liza, por prata, pagando-se a
moeda de 80 rs. por 6j0 rs. : na ra do Ara pao, caza
. i.
99" Um escravo, ou esrrava, sen vicios, ainda
mesmo de meia idade : anuncie.
j^ Uwboi que sirva para carrosa: na ra dos
Quacteis, D. 5 ; advete-se que tiaJJajaL se troca por
um quarto de 5 anuos.
WP* 2 Rotulas de porta, ainda mesmo em mo es-
tada : na ra Nova, venda junto a ponte, D. 36.
ESCRAVOS FGIDOS.
l\l O da 16 do corrente, apareceo no logar do Re-
medio, um cavallo russo rodado, dentro d'uma plan-
ta de capim ; quem for seu dono, dirija-se ao dito

VENDAS.
lugar, que dando ossignaes, o ferro, e pagando a des-
truiclo, lhe sei entregue na prezenca doJiz dePaz"
oanuociante adverte, que no lhe corre risco. '
Fclippe, de meia idade, potioso, estala
Istas dos Burieles premiarlos no 3.* dia d f.ole.
;;: iisia np. na rna do Colegio Botica de Joze
Alexandre Ribeiro, D. 5 ; e em OUndaj, roa do Bom-
fim caza do Destiibuidor D. 2. pre9o' 40 icis cada
una. -*|
fja^ Potassa da primeira sorle, ebegada prxima
mate dos Estados Unidos : fallar com Luiz Gomes
Farieia & Mansrield.
W 12 Resmas de papel de 3.* serte, eeffeitosde
vende, tudo por cmodo preco : na ra Nova, ven-
da ao p da ponte, D. 36.
WP* Una negra de todo o serv'go de caza : na
venda da esquine da Soledade.
1^ Urna Quartolla, que foi de vinho tinto, e
100 garrafas vazias: na ra do Aragao, D. i.
taT Um Realejo graade, com muito boas vozes,
e de bum gosto : na i ua Nova, 5.
JBP* Urna esc ra va dentelo, cosinha o diario, lava
de brrela, e boa quitan ieira: na ra Nova, so-
brado da esquina que volia para a Caraboa do Car-
ato.
*JeV Sal do Ass, por cmodo preco : abordo da
Sumaca Amalia.
MT* Per fra da Provincia, 2 escravos de 18 a
20 annoa : na ra da Cadeia velha, loje de Joio Joze
de Carvulbo Moraes.
%ry Urna porco de tabeas d'amarello, e vinhati-
coj urna porio de caixas novas, e velhas para asqu-
ear ; umaucarote de embarca^fo, velho; 4 cader-
naes grandes, e urna porco de rabos velho*: na ra
do Azeile, de pe xe, venda N. i.
***" Urna negra de 16 a 18 annos, que sabe co-
zer, engomar, e todo arranjo d'uma caza : na ra da
Sen/alia nova, ao -p do Porto ducanoaf, N. 16.
ajqar Urna preta, que sabe bem cozinhar, ensabo-
ar, e perlaitamente engomar: na ra da Cadeia velha,
caza de Joo Mara Seve.
jcy Urna escrava mossa, cosinha o diario d'uma
caza, cozech, engoma lizo, e lava de brrela: na
ra do Colegio, D. 3.
J3P" Lm Carrinho em borri uzo : no Arraial,
fallar com a viuva de Manoel Joze da Cmara.
**" Urna oaza tenia cita no beco da Bomba : nes-l
ta Tipogratia se dii quem a vende.
X^- Urna escrava mosaa, que cosinha o diario de
urna caza : no Aterro da Baa-vMa, Botica defronte do^
Sacramento.
W Vende-se, ou arrenda-se o sitio em que asas-
te Francisco Waaoel da Silva Tvarea, e no se espan-
tem, poisque s pertende o que val urna, ou outra
couu : traiar com o mesmo.
b. i r '----------' """UPa
aixa, ecluio do corpo fugio cen siila d.' brimV
ejaquela, e consta ter andado pela Cidade, 5 Ponan
Ribeira, e Ve. : o Aterro da Boa-vista, em caza d
Joaonin d'Oliveira eSoiiza, o qualreconipencar.
*9~ Simo, denacSo, 60 anuos, estatura bixa
groso do cerpo, os dedos dea pez torios, a pernaes-
querda enxada, e com urna feida, um pequeo ca-
l rosao ou lombinho na tesia, e el caranguigeiro \ fgi-
do a 3 mezes: os 4 Cantos da ra do Queimado, em
qeza de seo Snr. o Salgueiro.
''.T Maria' naco Caband, 35 annos. altara or-
diara, olhos amarellessos, um deda da mo lorio,
andar mKUn>do, Li-vo aberlos, e behada de pro'
fi.-sio; fgida a i5 de Agosto, cem vestido dexita
escura, e camisa d'algodozinho ; aquel supoem-se
ter nido para o-mato, por isso recomendase aos Srs.
" izes de Pas, e Proprietarios : ra dos Martirios.
10.
1fW Agostinho, mulato, alto, um tanto seco do
corpo,--naris grande, cara compiida, olhos pequeos,
per;ias um tanto tortas, e official de capateiro-, fu-
gio ao amanhewer de dia 20 do corrente, levando em
sua companhia urna mulata por nome Anna, secca do
corpo, cabello anelado, cara redonda, e cor mlursl:
Ni ra da Gloria, sobrado D. 58, onde sedar 50^J)rs.
de gralifi-aco.
tea>" Joaquim, songo, 55 annos, estatura regular,
grosso de corpo, peinas grossas, epes grandes, ea-
^slhelados ; fgido na noitede i5 para 16 docorren-
te, do Goelho, onde estava errregando urna canoa
d'ara, com c*misa de bata encarnada, sitla de es-
topa, e chapeo de palba : ra da Gadeia do Recife,
If. a5 e 26.
noticias martimas.
Taboas das maros cheias no Pomo de Pernambuco.
28Segunda !;
29 T:-----
,_Q;---- l
2Q:. 6-6 }ManhS.
3_S:----- *
4-S: ^
5-D:--- I
3
o
a
3h. 18 m
4- 6 11
5-i8
6- 6
6-54 a
7 4a
8- 30 a
ARRENDAxMENTO.
A.RRenda re um sitio, e boa oaza de vivenda, cora
muitas aivores de fructas : no Arraial, fallar com a
viuva de Manoel Joze da Cmara.
THEATRO DO RECIFE.
XOje ai do corrente, em Beneficio d'um particu-
lar, se reprezantar Pala faz em Sarapoca, ou a
B'ilalha de 10 d'Ago>to, os intervallos dos actos se-
ro preenebidos com escolladas ovci turas, no lio
da Peca se cantar o Duelo o Veneno do Ciume ;
dando fim oexpeclacuio com oEntremez Jo Dou-
tor Suvina.
Navios entrados no dia 20.
OALEM; 45 da; Pat. Emilipe, Cap. Edwai
VViaii: varios generosa Joio Matbeus. Ton. o^i
Dia 21.
Entrada nenhuma.
Saludos no mesmo dia.
Antuerpia, por parahiba j b. Belga ezs,
Cap. Vaudcsseoa ; couros, asucar, e cal.
Pam. na Typ. do 4>mH $35.



II F fil


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