Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03010


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Full Text
M"fc;t*s|
~-^> KM
/
ANNO DE 18.85. QUARTA FEIRA
21 DE OUTUBRO N. 903.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Pubambdco, na Tvp. dbM. F| de Faau. 1835.
19
20
SI
53
5
5.
DAS DA SEMANA.
Segunda S. Pedro de Alcntara Podroeiro do Imp. nao ha
dei>p.
TerCa S. Joao Cancio. Re. de m. aad. do J. de Orf- de t.
Quaria S- Uru!a e um comp. sessao da Thexouraria Pul)-
La nov. aii9h. e 56 min- da t.
Qninla S. Mara Salom. Ral. de m. aud* do J- do Crime
de m., e de tarde.
Sexta 8 Joao Capistrano. Semio da The a. Pub. de me
aud. "do J. de O de t.
vabl>ado S. Rafael Arcanjo- Re. de m. aud. do Vig. G. de
t. em Oliuda- Entra o Sol rm Scorpio aos 43 min. da nt.
Domingo S. Crispim, e Crspiniano.
Tudo agora depende de nos metmss, da nona prudencia, mode-
rbalo, e energa: continuemos coma p_rincpiamos, e leremoa a
pontado com admiracao entre ai Nacoes mais cultas.
Proclamm<;a da J$tembU* Owl i* Brttil
Suhscreve-se a 1000 rs. meniaes pago adiantados nesta Trpogra-
fla, e na Praca da Independencia N. 37 e 39 ; onde te recehem
correspondencias legalisada*, eannuncios; inserindo-e estes gra-
tis sendo dos propriosassignantes, e vindo assignados.
PARTIDAS DOS C0RREI0S.
01 inda Todos os dtas ao meio di a.
Ooiana, Alhandra, Paraiba, Villa do Conda Mamanguape, Pi-
lar, Real de S. Joao, Brejo d'Areia, Rainha, Pombal, No d-
Souza, Cidade do Natal, ViMas de Goianninha, e Novada Prinee,
ka; Cidade da Fortaleza, Villas do Afluirs, Monte mor novo*
Aracatv Cascavel, Canind, Granja, Imperatriz, S- Bernardos
S. Joao do Principe, Sobrar, Novad'BlRev, Ico, S. M atheus,
acho do sangue, Santo Antonio do Jardim, Qnexeramobim, e Par.
naiba Segundas e Sextas feiras ao meio dia.
Santo Antao Todas as quartas feiras ao meio dia.
Garanhuns, e Bonito nos das 9 e 33 do oles ao meio dia.
Flores no dia 13 de cada mes ao meio dia.
Serinhaem, Rio Formoso, e Limeiras Segundas, Quartas, e
extas feiras ao meio dia.
VARIEDADE.
LIBERDADE. CONSTITUICOES.
*_jAda geracaS tem] suas manas; a da nossa, que
ningem jalar de pueril nem de posteo fundada,
consiste nada menos que no empenho de assegurar
o maior gio de liberdade poasivel. Herdeiro* do
grande impulso commanicado no secuto anterior pe-
loa progressos e a nobi e independencia do ehgenho,
aehamu-nos ja muilo adiantados. Testemunhas lo-
daviados muitos desvarios a que devra arrastar os
excessivos esforcos do primeiro periodo, tems ldo
, occasiad de sentir, de apalpar stias conseqnencas,
e eis-oos ootra vez senhores dos grandes principios
sociaes, sem as cavlacvs que os destustravaS, e sm
nenhum dos obstculos que irstrngiaS sua henifica
accaS a certas tUsies ou interesses privilegiados.
A liberdade, todos os povos da trra a teem ape-
tecido, e em todas as i da des tem brilhado entre os
homens. Por^ra a? liberdade de Fsparta, obre hu-
ma multidaS de Ilotas repensara; a liherdade de
Boma, sobre o sangue e as conquisas ; a da idade
media, sobre a barbaridade e o feudalismo; a de lem-
po mais prximos, sobre a inqusic<<5, o fanatismo
e as preoccupacSes. Era, n'huma palana a liher-
dade passada o patrimonio de lium poro vencedor,
de humas familias afortunadas, de humas classes en-
gaadoras eastutas; liberdade que soltava a huns as
cadeias para agrilhoar com ellas es outros ; liberdade
de monopolio.
O transtorno operado de meto seculo para c tem
sido completo ; a mancipacaS;{universal. Desde o
degrao mais baixo at aos ltimos, o ar-cesso arhava-se
franco e expedito sem excluso, sem restrccaS al
guma: nao ha poder intrnseco sena o do valor ;
todos os oQtros 8*6 delegados, s6 consentidos em
contempla^ad mediata aoa interesses do primeiro. As
faculdades do homem, contra os obstculos nata-
raes, tem que corobater, e nesta luta naS he raro v-
laa sabir triunfantes. A obediencia as leis naS he
bum sacrificio que se peca a liberdade do homem; bem
pelo contrario, be a liberdade Ilustrada : os cdigos
ja naS se consideras como hum deposito de vnculos ?
maior sabedor a preside boje em dia a aua formacaS;
maior sabedor ia tambem sua observancia. Os C-
digos modernossaS o verdadeiro mappa da liberdade
do homem; elles indicaS os escolhos, os despenha-
deros, e allumiaS o terreuo que ae pode aproveitar.
Quero dir que se mingua&os meios de transportar-
be e de avanear o homem, com abrir huns caminhos
rectos e deaembaraoados? Quem acredttaria que elle
menoscaba va a aua liberdade, caminhando n'huma
calcada no meio de pantanos. Quem olharia como
necessidade funesta o atravessaraa pontea que salvaS
os rise aplanad as quebradas? Pois Uto bao que aa
les fazem.
O grande distinctivo da poca presente consiste na
igualdade, na generalidade dos direitos. O legisla-
dor guardase mu bem deassignara nenhum homem,
a nenhuma ciaste hura lugar determinado ; seas es-
forc* Iimita5 sea despejar o campo, e a garantir a
lodosa posse do que houverem oceupado.
No meio desta anriedade universal para mudar de
sita*aS^ que se nota aa sociedade moderna, e dessa
paitaS de produzir e desfrutar que cada da aos im-
peli com mtis vigor para diante, as sciencas polti-
cas tem vindo coroara obra, dando a conhecer que
os progressos de huns bomens, povos, nacoes, longe
de gravitar obre es dos ouiros, nem prejudicar-ihes,
ajudaS-os e favorecem-osde huma maneira extraor-
dinaria. Desde entaS todas as barreiras que podiaS
conter anda a marcha geral, tem se removido. A
lidei hade tem aparecido debaixo do seu verdadeiro
ponto de vista, identificada com a applicacaS, com a
ordem, com a justica; eo retrocesso tem-se para
sem pie tornado impossivel.
Todava, se bem que tal seja o aspecto philoso-
phico da regeneradlo social que se est consuman-
do em todo o mundo, he forca nfo esquecer que
ni* temos ainda acabado ; que anda se debatem
em torno de nos as pretencSes tradcionaes mais
d'imnosas e que os gritos dos que ambicionio huma
felicidade aeluerv iwaadfaaiaaia, nn vago ain-
da lio desaltenddo8 como fora nece-saiio.
Com o natural desejo de col locar a nova ordem
de cousas ao abrigo dos embates destes restos en-
contrados, e a fim tambero de tornar a transicio
mais fcil, e menos dolorosas, os bomens volverlo
depressa os olhos para as formas dos governos, e
lisoiijerio-se de q' combinando com acert os poderes
polticos, consegus iio plenamente os resultados que
as theorias presagiavio. Daqui eisa mullidlo de car-
tas constitucionaes, que tem tratado de collocar to-
dos os povos frente da sua nova carreira.
Porm o tempo e as experiencias que o seguem,
tem vindo por fim determinar o verdadeiro valor
essas constituicoes, e a re puta ci que tem conser-
vado rifo tem sido mais que os meios de satisfazer
algumaa necessidades do momento, ou as consequen-
cias mais ou menos aperfeicoadas de hum estado
pre-existente na sociedade, e uingoem as contempla
j como rausas, nem como baluarte da liberdade
das nacoes.
Com effeito, julgou se ter feito ludo o que ha va
que fier, quando, seguindo as doutrinas ento do-
minantes e o exemplo mellioi- ou peior entendido
de algam outro paiz, se divividiiSo separarlo, e
contrabalancrio com esmero os tres poderes do
Estado, conhecido, com as denominadles de legisla-
tivo, jusdiciario e executivo; e logo aobservacio
tem demonstrado que outros poderes existilo de
faci, e que era cor veniente adoptar e sancionar
outros mais que ainda nio tinbio apparecdo. Yio-se
que a opinio publica era mais forte que toda a
rganinisacJo artificial que a sociedade se preten-
derse dar; e coroecou se a olhar a imprensa como
a sua arma favorita, como hum poder mai res-
peita\el. Vio-se que a instrueco, modelando as
geracSes nascentes por hum ou outro typo, era
bastante para transtornar a sorte futura dos povos;
e todos os partidos quiserio exercer alg-tm influxo,
ou ao menos que se fizesse alguma modificado
no abandono absoluto de poder to formidavel.
Vio-se as millicias populares hum poder por ex-
tremo proveitoso se as nteres-assem na e nservaclo
da sociedade, e summamente timivel se as compu-
zessea das massas proletarias. Vio se que centra-
lisando-se demasiado o poder executivo, se crea va
bum poder novo; e que s vezes hum artigo de
huma disposicio regalamentar, aciulemente mal
interpretado podia defraudar a inteuvo doa legis-
ladores. Vio-se por outra parte que se a een-
tralisaca se promovesse, o poder municipal cobrari-
a vo, e subira a collocar-se ao nivel dos demais
poderes, se he que os nlo ultrapassasse. Vio-se-
que as sentencias judicicaes apreseatavlo mu es-
cassas garantas, e julgou-se til esbulha-las do co-
nhecimento dos factos, e nstaloo-se o poder do
jurados. Vio-se por ultimo q' era um sonho intentar
por lmite ao curso dos acontecimentos : que a tor-
rente, fonge de comprimi-la com diques, mais va-
lia dar-lhe sabida para a parte para onde ae qui-
zesse dirigi-la, mas nio pr-lbe obstculo, nem
forcar as causas a que conservassem por hum tem-
po presoripto o mesmo movimento. Para se al-
cancar este fim, deverio os homens de estado con-
tentar-se cora aperfeicoar as leis e as inslituiq&es
conforme o demandassem as variaveis necessidades
da maiora, e abandonar as theorias e os princi-
pios s discusses da scenca.
Assim he que boje em dia se olho todas as cartas
constitucionaes, e a marcha geral da poca que ellas
ae fguiio regular a seu alvedrio. A obra Capital re-
side na mullidlo; seo povotem em si os verdadeiros
elementos de liberdade, livre ser por mais que
tudo se Ihe opponha, se nlo o tem, as cons-
tituirse* nlo sao mais que humas novellas, e segui-
rlo a sorte coraum a todas as les do despotismo,
que nlo servem, nem aproveilaS senaS aos fortes ou
aos sagazes, e em nome da patria se epprimir hum
povo acustumado s de hum tyranno. As constituicoes seraS, quando
muito, hnm instrumento; mais por grande que seja
a babilidade do estatuario, se naS tem maS o mar-
more, a materia que ha de dar corpo a seu trahalho
de que Ihe servem os talentos? (La Abija. )
RIO DE JANEIRO.
OAMARA DOS D0SENARE9.
Extrato da SessaS em. 15 de Julho.
Presidencia do Sr. Beato Barrozo Pereira.
.m.BBrta a sesseS pelas iO horas e meia, com 28
Senadores, leu-ae a approvoasea acta da auterior.
O primeiro Secretario dea conta do expediente.
Teve lagar a terceira discussaS do Projecto qye
marca o subsidio e honras do Regente do Imperio.
OSr. PaolaSoura declaran estar convencido de
que o que a a daer era intil, mas como j alga va ser
do sea dever o propr aquillo que he til, tornava
a fallar sobre a materia, e a apresentar a emenda que
em segunda dsraa5 foi despresada, mas cora algu-
ma modifircaS : ohservou que j se havia demons-
trado ser suficiente o ordenado actual dos Regentes,
e disso eslava convencido, e muito mais, tendo sido
novamente informado a tal respeito, alm do que
cumpria advertirse a differenca do valor da moeda,
e a probabilidade de crescer o seu valor ; e fue sen-
do realisavel, ou mesmo quando o naS fosse, a quan-
tii de doze contos de res para hum homem elevado
a tal cargo, sera suficiente para viver com aquella
decencia que Ihe he necesario sustentar: visto o e.
tido do meto circulante edesifua do Estado, cons_


DIARIO DE PKHNAMBUCO.
cienciosamente volara* sobre o objecte cm discussati,
sugeilando o *enso da Caara a seguinte emenda :
o* se ahere noertigo o quantitativo do ordena-
n-do, ficandodo doze coritos, e que se addicioaeo
dsT-se lhe, por huma .' vez no eomrco, a quan-
<( ta de cita contos de lis. Sendoapoiads irou
em discussati.
O Sr. Vergueiropronunciou-se pela emenda, com
quanto ella lhe parecer exclusiva, por juigar ns
ha ver r2a5de queixa da quantia de doze conloa ser
pequea para por casa estfbcistir, al mesmo huma
qaantia menor } mas concordava eu que ee desse
mo do que era necesario : eor.cluio cor: oborando
muitoa a rgurseotos apresenlados rs se ganda dts-
cussa. ...
O Sr. Caroeiro de Campos deelarou cuida susten-
tar ojcgo do projecto, por estar persuadido da nc-,
cessidade S; ce dar oo Regente hum ordenado tal co-
mo o que exig ; primeiramente, htaa representa-
ca6 digra-'.o alto caigo que era upa o humero que fjor
elevado a Regente ; eem segunio logar, as tuneces
que lbe sao inherentes, e at mesmo a -sa indepen-
dencia : quanto a primeira parto, do nobres Sena-
dores do outro lado, ham deltes dijera, qae o seu
ponto departida era que actualmente observba-
se, qae o doze contos chegao pava os que esUo em
exercicio se trataren com dignidad?, etc.
O Sr. Borges eombaleado os argumentos do nobrfe
Senador, continuou a sustentar a emenda notamen-
te apresealada, bed como o Sr. Veigueiro e Paula
Souza; e o Mrquez de Caravellco continuou a cort-
bjter mu i tos ios aigumenlos a presentados sustentan-
do a letra do artigo, 3 refutando a emenda.
DaBdo-se a final a materia por discutida, foi pos-
ta a votacao'a materia do projecto salto o quantit.ti-
vo, e foi approvdo ; passando-se depois a por vo-
tacati seo-subsidio do Regente seria de vinte contos
annuaes, ji5 passou, sendo approvada a emenda do
Sr. Paula Souza as duas parles ; e final appro-
vou-se a lei assim emendada para se remtter ontra
Cmara. -
Estando chegado a hora, o Presidente marcou pa-
ra o da gguinte as materias dadas das anteriores ss-
i>5es, e lvantou a presente pelas duas horas da larde.
Ano..
cjjtARV nos dkpct
Extrmt da Sessio em 15 de Julho,
Presidencia deSnr. Aranjo Lima.
EEita a chamada pelas itt horas da anankl. e a-
ido-ae presente 58 DepuladoS, o Presiden-
te deelarou abeita a sessati, e lea a acta da ante-
cedente, fot approvada.
O prineiro Secretario peasou a dar conla do ex-
pediente.
LiV se differeotes pareceres de Commiss5es qtie
tiverao o conveniente destino, e entre ellos o seguh-
te da Coromissa de Coustiluicao :
k A CommissaSdCohsiiluica vio os autos de
aummarioaqueprocedeu o Juiz de Paz do pnraeiio
dialrii to do Collegio do Baino de Santo Antonio da
Cidade do Recife, emquebSr. Depntado Joab Bar-
boza Cprdeiro, como Redactor da f lhj peridica
Bus-ola da Liberdade, foi pronunciado sobre a aecu-
aaea do Promotor Publico,- por hum artigo inserido
em o numero extraordinario do sobredito peridico de
51 de Marco de i835, em qu e offereee notas, ou
observares a huma preclaroaqa do Presidente da
Provincia de Pernamburo. Comopoim dos autos
se na5 prova que esse numero da Bussola fosse distri-
buido por mais de i5 pescas, nem mesmo que o Sr.
Deputadofosse responsavej pelo sobr.edito numero do
peridico, h a CommissS de parecer que oproces-
*o nao deve continuar.
Paco da Cmara dos Deputados, 8 de JnUlo de
1835. Luiz Cavalcanti, Aranjo Viariri.
Ca neiro Lea6.
Entrando em dscussao, pedia-se a impres^ao, e
* consultada a Cmara, decidi pela neg-tiva ; ejul-
gapdo-se discutido parecer, foi o'ffefcid a volse
anprovado.
Fdi lido o leguihte parecer.
A Commssa6 de ConstituicaS vio o traslado dos
autos do summario, a que procedeu o Juiz de Paz do
segundo Ditrlcto da Freguezfa db SS. Sacramento
desla (orle, erii que o Sr. Deputado Joa Barbosa
Cordero, como Redactor* da folfia peridica, inliiu-
lada Buscla da Liberdde, foi' pronunciado sobre
accusa?a6 contra elle intentada pelo Desembailador,
Aurcliauo deSoua e Oritera Coulinhb, ri(i.6M-
nistKo eSecietario de Estado, por liom iligo inse-
rido m o uomero 31 do sobredito peridico. Como
pornVo mesmo Sr. Oepuiado apreserrlon a Com-1
niissa hua documento, em que huma oulra pssoa
se obliga, coindresporilaVel pelo artigo proiiunriado
rmosde sentar da responsabilidad^ a/> edilor.
Paco da Cmara dos Deputados, i3 de Jullio de
'i835. Luiz Cavalcante. Araujo Vianna.
Carneiro Lea.
ORDEM DO DA.
Conlinuoa a d'srussafl adiada sobre o artigo 4 do
parecer das Coicmis.-Ses acerca da suspensa de ga-
natiiias parr Para, ecinendode suppreasa* apoia-
da, doSr. Paula Arajiia.
O ViscbndedeGoi.-niia mostron que em quanto
a soa opiniao, j tii'ha passado o que era mais impor-
tante sobreest materia, e tanto que", se parama
scpprtssa do resto do objecto em questaS, na5 fana
falta. O illos're Deputa o depois de ter frito m's
algumas observaros, pedio Cmara que altendes-
se para a Comarca do Rio Negro, qae j fra Provin-
cia, e h.uvesse de decretar pera aquella Comarca
hum Juiz de Direito que sirva de Chife de Polica,
e por isso mandaria mea huma emenda para ser
apoiada neste sentido.
Foi remeuida mesa, e apoiada huma emenda do
ViscondedeGoiannapaia que se crie hum Juiz de
Direito na Comarca do Rio Negro, que servir de
Chefr de Policia.
O Sr. Var-concellos fallando sobre o artigo quaito
do parecer, proounciou-se a favor delle, yndo.de
opinia que nao se devem misturar a'trihuuSes, e
que do mesmo acto addicional da CotfftUuH^o'N
conclue, que ao Governo cenipele a nomeaca5 e
lppressa dos emprgos de Juizes de Direito ; qne
em fim a Cmara deVia declarar, que lodos os em-
bregados residentes as Pi ovincias, is'0 he, qu func-
cionao nos Municipios dessas Provincias, saerhpre-
gadosgeraes, huma ver que elle* tenha6 po"r fim ex-
ecutar as leis geraes.
Tendo fallado diferentes Deputad'os, ficou a dis-
cussa5 adiada.
Depois de retirado o Ministro da Justica, o Presi-
dente deu para ordem do dia 18 a mesma materia, e
levantou a sessa depois dasdiurs horas dk' tatde.
DIVERCAS REPART1COEN5.
CAJtARA UNICIPAL DO lir.CIFE.
Sessat do da 23 de Setembrode i835.
Ptezidencia do Sr. Gustoso
f^OMpareceaSos Srs. Catanho> Menna, Silva,
rtiranida, faltando com canza os Sis. Souza, Men-
zes, Cbnha, e Bernardo de Miranda.
Aborta a sessaS e Hda a acta da antecedente foi san-
cionada por estar conlorme. O Secretario dando
conla do expediente mencionou os seg inte officio*:
bom do Fiscal da Boavist 1, para que se lhe niandasse
pagar a quanlia de 379#4f0rs. e"m que ate* boje h
montado a limpeza das rlias do Bairro da Boavista :
que se remettessem aoSr. Menna para as examinar,
e sobre ellas dar o seu parecer.
Outro do Fiscal deste Bairro de Santo Antonia, pa-
ra se lhe mandar pagar a quantia de 1 IO$850 reis,
em queemportou a despeza feila com a eeza que boje
serve para as sessoens da Cmara : que se passas-e
mandado.
Arrematara8 se varias casas da Praca da Indepen-
deheir a diversas pessoas como consta das respectivas
actas no livro competente, assim cOmo as casas da
Prca da Boavista.
Rezolreo a Cmara que o Fiscal levassem mao da
limpeza das ras de Seti respectivos B.-irro os ques
por strem presentes ficara5 iciefites desta r*olucao.
E por er dada a hora alevantou-se a sessa5. Eu
JoZe Tavarfes Gomes da Fonceci, Secretario a e&ere-
vi. Gosmka P. P. ; Miranda; Srlva; Cataaho;
Menna.
JVttO DE ORFA6 DE OL1KDA.
X Esno-me sido snmmametile difficultoso chegar
ao perf'elto conhecimento da quantia ios dinheiro, e
bens movis, ou semoventes, que podero existir no
Deposito Geral desta Cidade, por nao se ter lavrado
em Livro competente os respectivos termos de depo-
sito, faz<-se por raso mister, que Vin. me remeta
cem a possivel brevidade urna re a cao dos dinheiroa,
bens move.% on semovente", que pelo sen caitoiio
constar terem sido recolhidos ao djold Deposito Ge-
ral desde Julho de 1812 ptia c, o na6 terreas anda
sabido delle por ovdero do Juizo.
DeusGuardea Vm. Olinda 5i de Ago>U de i835.
Sr. Joaquim Joze Ciraco, Escriva do Crime e
Civtldisla Cidade. -r- Doiitor Lourcnco Trigo de
i.oureiio Juiz Municipal.
Crrc'W aos Esc ives da Cidade.
Emrespos*a ao oflicio do V. S. em data de
honteni offrere-he-me dizer a V. S., qoe, 11..5 ha-
veiidoincompalibilitde de Diieito entre a funct5es
do magi-tt rio, que ate* boje hei txercido, as de luiz
de (Mutis, e Munic'pal de.sie Municipio, em que fui
prvido pOi tres annos em itide Julho p-oiimo pas-
s,.do, e tajpdoen mostradoi, e eijMiidjadBj^slo mos-
por meio da minhiassidiildau*js*^nyijxerci func^rdo dictorogi lero, <;ue tan b ni n.i existe
incompatibilidade alguna de facto entre ellas, eas
do referido Eropreg, o que dess'arte hei mostrado,
e moslrarei, sem todavia fallar ao cumprimeolo dos
deveres inherentes aquella inais*ratura, para a
qual fica-me Iivre, tiestnibaracado, ah-m dos feria.
dos legacs, todo o espaco do dia depois das dVz ho-
1 as da maulla : de mui'o bi-m g-ado, e de ni eu mo-
lo proprio, cedo, "e renuncio beneficio da Faien-
da Publica, por lodo o lempo; por que ejercer de
boje em diante essa pequea magi ticturs, o orde-
nado da Cadeira do di t men magisterio, c^rirpro-
mettendo-mejodovia ao cunipiiuituto dos deveres,
quelhe sao inhecnies, com niinha coslUmada exa-
ct'da, segundo j^outr'oia fiz nesse Cuiso Jurdico
acerca da r'g*na g'atoita da Cadeira de" Ecm>mia
Polica em cima da regencia obligatoria da Cadeia
de Direito Commercial, e Martimo, que me eoube
regercomo Substituto : e omito desejo que este, mu
novo sa-rifreio sproveite Pati a.
Dos Guarde a V. inuitos annos. Olinda 11 de
Outubrode 1835. IHm. Sr. Director Interino
Miguel do Sacramento Lopes Gama. DoutorLou
renco Trigo deLounrito Profesor de Fraacez.
__ IIJ,n. Sr. Andando eu hontem em Servico
PutlieoromalgiBJ dos Guardes Niolias-, quehavia
riquisitdo ao respectivo Gommanduntej e sendo
chefado ao logar dos quatro Cantos perto da Casa do
Padre Mestre Luis Fbreliho, ohse vei que em vec
de cinco pe^soa, que me accompanhav.6, ai deas me
seguia enu, o que obrgodo-Jme a olhar para Imz,
vi quedefronl'o sobrado, onde pouco morava o
Reverendo Vigari-Geral Joze Reliello Pereira Torrea
om dosmem-s GuardasNacionaesdsva urna panca-
da com oooceda arma, oqual nao vi com tudo se
foi, ou oaempregada emlgum, por e>Ur no lo-
gar em movimeuto ora pequeo grupo. A'vista ds-
so voltei aliez emmediatamenle, e chamaudo-os ,a
ordem dei voz de prisa tina dklo Guarda Nacional
de rronie HeieulanO Jos de Mello, soque represen-
Ira5-me logo os oulros seos Camaradas que o Guarda
Nacional Francisco das Chufas: excitara o primero
praticr aquella acto : ero conseqsienci dei tamben!
voz de prisq a este, e os fiz recolhcr ambos Cadeia
desta Cidade, snecedendo tudo ist as selle para as
ito hoi*asdanoitedodiclodiadehonlem. Agora, se-
te horas de manh, passo a ordem de V.. S. os d-
ctosdois Guardas Wstionaes, para que proceda a for-
macada culpa na forma da L i acerca do referido
fado, que foi pralicado mi seu Districlo, e do qual
fors lesieniunlias presenciaes Autaoio Francisco
Guimara'es, Jos Joaquim Pereira, Mapoel Jos Go-
mes, Antonio Pedro} e Manuel Francisco, lodos
Guardas Naciona6.
Den Guarde a V. S. por mullos, annos. Olinda
2deSilejnbro de I83>. -- Illm. Sr. Antoqio Sim-
plicio de Barros,, Juiz de Paz do i-* Districto deste
Municipio. Doulor Lourenon Trigo do Loureiro,
Juiz Municipal.
MSJO O-
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A patita he am$ma do N.' 188.
CQRREIf.
VJ Pataxo Francelim de q' Mestre Joze da Silva Ne-
Ves sai para a Bahia'com malla pelo Rio Grande do
Sul uo dia a de Novembro prximo futuro.
J0 A Escuna Ninfa de, Mestre Francisco Fer-
r. ira da Silva sai para o Maranho no dia 28 do cor-
rente.
\
CORRESrONDENaAS.
A
Shrs. Redactres.
^home ishabsesdo com ver aprezeiitar-se nesla
vincis o S-. Mjor CaeUlio, Alterlo Ttxeira Ca-
can ti abandonando 11 feliz Pioviiicia do Para
Pro
ralean ti


DIARIO. DE PFRAMOLTO
m
OH
:/
I de efle cfv {a. socorrer, e que
lano neiJesfcita e inbct'-sVIeliiares, perito, eo>e
trnho ounheciroento daqneHe turi il-n io en cajo
..a**se aolra o dito Senhor per- estar servrndoi e
pertencer quella Provincia a 26 anuos. O meu! pas-
mo nio c aqu Srs. Redactores eu m* confundo'
quando por algn? minutos me dou ao JrabaUo de
.conbinara conduela do Sr. Cuete no Alburio na pre-
Zont cri/,e daquella ensangrentada Provincia que
por lantep-nnni> nutri etn sea prodigo seio sime-
En unzo dia de Janeiro quando tocias as
pe>soas ie ia ao rebate quer Ibcem pa.-
zanos .''qirer1 militares 'io nli-angolds o Sr. C.
Albeito fui respeitado e athe conducido por alguns
Tapidos, e soldados para que lliedece um plano pa-
ra a surprer.a do Trem de Guerra e logo no outro
dia 8 1 be fui oft'erecido Comando das Armas, que
o nao aeselou ( talvez por se julgar incapaes de lio
alio era prego ) aceitando porem de bom grado d re-
mando de nin dos corpos dos insurgentes, no qual
*e cohrervoa rom pocas alternativas e talveis jna-
cbiavelicas, |he pcos di.isdepois da entrada do Exm.
Sr. Maree ha l uaquella Provincia.
He de crer que endo o Si. C. Alberto Piimo co-
Ii mi do (a'ecido Comandante das Armas o Sr. San-
tiago os facinorozos seconfiacem dellesem que ou-
vece hura nio sei que?? ? He orive! Sis. Redac-
tores, que se rtliracam da Capital todo1* osOlRciaes
nioconiveiites rom os sediciosos e s o Sr. C. Alb.
nao se pode retirar ? H crivel que o S. C. Alb.
esti'vece no nsan^irrtadq^ e infeis Para durante o
G>verno do Vinagre i qr- ali chegv- o Exn1.
Sr. M Hecha l, titu de se i viirar seni que 'bajo
mdlivos que o ro^islitiiiterrmfnozo ? La ricemos a *
vi-tas para o (lorpo de delirio do Sr.' C. A. IVans-
cito etloH.* i7i Jo [) ,. PYoViri ; e
nVlle;, e de tu lo o Inais que tem ororrido (rirmos
l.'itte-s prinrlpl >3 pira roniduirmos o raciocinio que
.sobre es* Oftoial drvrrtoo.t f>r'm ,r. Vira por venlu-
la de linicario do Vinagre ? se asim f r >' pvo'cizo
que o Sr- C. Alberto l'rhbre-se qne'Pern'ambuoo nio
he o insan^/u. rilado Para p >is send o Sr. G. A fi-
"lliode-ta Provincia algur-m ha dife b m ocohhece,
e paS*,qne'Wdoo>o*0>fnfi.DUf.ar.o mai 8 p rfo
o con beca e qual o sen carcter e Credo Potrtiro ,
tu Iheaprezentart-i um I.ib,l!o Farnuzo que por
crio milito deVe bonrar ab SV. G. A. rpe e* vir-
tudedele tem de ser chimado pcarite Un- Ti bu-
hares; htiWasss re-peitavel que c Tribunal da O-
pimio publica Brriieir e cnrfl piriandade Pr-
fiainbucaiitt a*qu**m fci'e do mais perto : e ont'ro qiio
lie oTrrbiift'alIttHtdoniddof Absoluto Dispnticu : ao
i. para leccber 'castigo de seo o rendo crime
Cinid Abjorhdordy fltfe'prrtderin e Lberdadcs de
sed P*is ntl : ao"2. para rccelier bli/na Coren efu
preWiodasega escrftvidio"que juioii am'ar ih ultiido
instante de m nPgi a Vida Politii a : liedo aqu o te
9rs Redactores e qu. rio combinar o sen proce-
dimento na actual crie Vinagreira e<>m o que teVe
*i I817 querendo nrtio pciiencet- Provincia do
Para coifio w *ef' do reqoefimnto que Ihe Inga-
mos iaiicfeTa no fiin de^t correspondencia j B
por seacbar boje quc-lla cbsdictoza Pirtvinci ijT
bracos cora os O fotts da Anarqua, qoer peVt cera de P*ranit'Uco e se pdr nOsa infelicidade ,
ouvessemo's de rT Iguma corrtoejo Poltica o ti
Anrquica (o que Dos t. ria para Antuerpia ; ese l encontrare poco mais ou
UftHWll'WWMWWl'C67* (HW8TW pan 0 r 11 rido dn1_.ua.
. Andar assiiu mcu Major que bom andar, e ser
DOMvel que o nos'-o Exm. Sr. Prezidente baja de
deixai aqu ficar o Sr. O. Alberto que cora subeija
raad de ves. gur com expedici>s ? ? ?
Has o nio pen-amos enera tal de espe-
rar do nosao Exm. PieziJenle, e do seo decedid*
Patriotismo qu por tantas vezes o tem mostrado.
Hum Paraense Gursista.

^^ Illm. e Exm. Sr. Dis Gaetano Alberto Te-
xeira Garakanti 1. c Tenente da 6*Gompanhia do
Regiment de Arlilharia de Pernanibuco, que lie
suplcente teve a fortuna distacar p.-ra este Estado em
>i de Outubro d t809 offeiecendo-se a seu Gnetl
paia a t-'xpedcio de Caiana para onde se dial navio
os 800 bomans que aompunbo o distacarnento de
Pe'ruambuco. Cllegando, pois a esta Capital e ttu-
do-se concluido 1 conquista da quella Colonia o Exm.
antecesor de V. Exa. dispois do di>tacamcnto cono
Iht pariceo conveniente ao ser vico da S. Magestade ,
oosup. ante passuu a ter o ex rcicio n'arma de In-
fantaria onde tem servido coin aquella acidnitlade
que o tem carateruado. Benemrito. Como pois o
suplicante se visse neate excrcicio e piiv'Jdo de con-
correr cora os seos camaradas para as pro'm>coes do
Regiment fez requei un< uto que instruio com on-a
lentos, e pedio asseco para o Rgimen-
v>^iwiajnjLin_-|ai. 1 iiiaiiiiijaigawiJHWLiwmiwwii.'-iaji-mi.i
t (e lufantaria do Reife o qual $cri3o itirnrraado
pel*<'(>enerl d PA'nahiburo bit ser ."prexerrtadb
S. Magistad. Sucedo: agora inesperada e fatal
rebiliao daquella Capital cuja comonicaco esl-in-
teriiii ta p tes rebellados e inimigos do no so Augusto SnbVra-
110 ; islo cpie alem de npoci'ErHitar o rogneo do *u-
plicanle i disperla pai/ab'jurar aquella ingrata
Capital, e disnatialisar se como sincera e verda-
deiramente aderido 1 caujti do Angustcimo Subertno
de quemseaipre fui c protesta ser o vassalo o mais
lial e fiel, por nacimrnlo profici, pplos mais
sinceros Toctos de um int anbavel afacto. Efh con-
aequeucia do que toga ostiplrnnte V. Exa. inde-
pendentimente daquelie requerimento e documen-
tos, qutf supoem perd los peio motivo de to extra-
ordinaria succlo pulira o baja de disligar do dis-
tacarnento de Pernambirco rnaodando-b fazer o
s^rvico em hum dos Heginaentas de Infantaria da
Goamicio deste l'stado, enesta oca/io reccmenc_a-
lo S. Magctade con o .ua conducta, e ser vicos O
merrcera propondo-o em CapitSo para hura dos re-
fe; idos Relmenlo1-- de Infantera desta Goamicio,
P. a V. Exa. os Effeitos dignos de1 sun attenco no
queexpoem e requei*. E. R. M. asiigoatura. Dis-
paoho Requeira S. Xlagistadc. Para i4 de Ju-
nho de 1817. Com 3 Rubricas. -
Eolio Srs. Redactores; que tal o menino h,
ou nio li dos la.s.
|i WMUIUUS-B
do por tenfors Iiojo se teobo tornado ms ? deste
podei resultar alg.ima feiic idade ao Cidado ou a
Patria/' nio, antes males enoalrulavs e s com-
*
Srs. Redactores.
!
x^J Anualmente 1 hum nojento suplemento ao mes-
quila de capote em dacta de iO de Setembro e asig-
nado oirtimigo dos assacinos elle continha somen-
e |).i;j mon'io de bibtizeiras rom qre ssti eulhor
pe tencua eclipsar a conducta digna e bem moregera-
da doi-bell de Polica desta Praca desfigurado de-
biixo do t<-rroo Feche de cipolia a redicula e de-
zengivcada espoziaJL<> os ciirnas do seu author lio sa-
liente aos ollios do" leitor bastara, para se manter
ao despiezo mes como seja hura arto de ca idade
ensignai aos ignorantes dar bom conselho castigar
08 que eno din-i algutna couxa nao tanto para
restabelecer o crdito do Sr. Juiz de Policia porque a
tal nojenlo suplemento longe de abalar a repulacio
du uos'u empregado eu o concidero hutu novo ali-
cclce sua solider..
Simo raeu 6n be convencer a esSa criatura mcle-
dicente ( seja qoem for ) rerdade he que nao parece
er o Sr. uimigo tos assacinos hum horaeot sizudo e
piN.bo pua mere er do Publico o spreco da sua de-
zt rtacio antes de bem demonstrar >er elle mesmo
Mior hum criminoco hum reo de Policia quando
d t que pelo dito ebefe da Folicia ja foi pereeguidoe
que sabe que aiuda o hade ser tal be a certeza que
elle tem deseos mereciiueutos por onde coneluo que
o tnl inimigo dos as-aernos be hum verdadeiro assa-
cinio pelo menos he huma coixa que se asemelha bem
a vigi'anca da Polica.
Elle be lio pedante que querendo dixer mal de
hum bomem a quem putende fazer perder a forca
niorjl, C de nio gauhar amizades o apelida de chi
mingo, Epilbeto este que se tem dedicado aos bo-
sena que ami 1 a ordem que susteno a lei a Paz e
o direitosdoSr. D. Pedro 2. 3 ,-continuando a di-
zer o Sr. inimigo dos -assacinos ao menos para nio
ganhar indiferenca do p.otido da opizicio- eis ah
patnlea qoalidadedo author iuiuiigo do asiacinos !!
Jase deixa ver Srs. Reactores que a tal figura in-
culca pertencer ao partido da opoiigio de clumailgos
(se be que o h,) a que por forca de ve ser injmigodo
Sr. Cbefie de Policia alem deque ja d'autes o hera
pelos merecmentos de suas raras habilidades.
Coufe-sO engeiiuamcnlequeapiimeira Tes que vi
o Sr. Juiz de Po.icia foi prezedindoa buma seijio do
Jury e que desde ento athe agora nein homa relaco
particular ou Publica tenho lido com elle por issu nio
sei dc-fendelo peU arguico contra a soa vida pret-
rita mas nos Cidados muito Iouvamos a su. fn-
dtfCta prez.-nte seus eostumes Innestossuas raaneiras
ateucioza e sua Ju>tic;a bra destiibuida e por iaode-
dicamos aoSr. Cbefe depolici* lodosos lonvorese
votos da mais cordial ostnu e assim faremos a to- da ordinaia -
dos qule furem amigos da Lei da p.a.e da Justiga. dos do Catuc osla foiMumi nao be pam.OAobre
O que nos inportar a vida passada do homens ?
seesleem 'a cannirapresente respaila as leis ama
a boa or Jera e cumpre com seus deveres Pblicos e
articulares lie *ua familia,, eis o que conslitue bom
hornera ", concedamos por hum momento e cora a
devida venia do Illusfre Chefe de poli'.ia que ete
raseos principios ou em^sua rneuoridade se desliza-
ra da ordem que fosse exaltado enpurdenle bartt-
lliento como portende o aiiior do infame escrito,
nio he melbor em todo o sentido, que os ham
qae fvrao mos sajara hoja todos boni ? de qK
poder prestar os homens que d'snU-s foiio bous quan-
Clisian, eoqt.e (iassou a ser nio se tornou ham
dc-feriso' daquella n esma 'religiio que dables perse-
gua ? Nao fui Nabqco denozor hum ho'ruem lio bvm
que mere cao ser o primeiro Rei dado por Dos ao
Po- o : nao se tomn lio mo que acabou- n campe*
< m figura d besta ? Veja-s as historias eclesisticas
eacbsremos milhoens destes exmplos ecordcmo-
nos dos i^issos oas, vejamos' qtmnlos por bonszi-
nhos foro empregados nos prrmeiro3 lugares e que
depois se (ornai-i reguosTnsonortavts. Quera.bo-
je pois o Sr. inimigo dos assaiinio ? hura hotxjem
criminoso e reo de policia e para aprovar basta p u-
nico fado do seu infame escrito no qual tanta mal-
dade mostra que athe leve a covardia defarir como
por d||dem o lespeitavel seexo, que em nada oofpn-
tu, Toda va no poder vos soeMno Sr. inimigo
dos assacinos coma, voasa coveioe refofma.d
conducta vr a ser no futuro hura bom hornera ?,gos-
tareis entao de ouvir 03 dezaguizac'.os !da voafa con-
ducta passada ? decertc que nao. Vos tendel co-
metido huma malvadeza iiuoa caluma tros : coa-
ta o Sr. Chefe de Policia borneaP rabo que be o
stmpie o foi e que io ainvej'a e a rsWn se atreve-
rlo a deuflgurar oparentar:ente.us3J bebs qiiflida-
des.
Gom quanto tenho deman.-Lrr Ja que ceta iiima
rela<;o timba com 6 Sr, Cbefe de Polica e sea-
mo de propozilc a nao tuho cem era ba Aa-
thordade do Paiz toda va afectas e rtspeit&s con-
Sgio a todas aqueles Autlioiidades 3,empregadoa
qussabnt cumpiir cch ~3 ras obrige-oeas sjbe-
rio com ;?.io rjanhar a ceti.r.3 de todca os boos Cida-
dos Perr.smbi:c;nos e ccr.tareu serjpre cej> o apoio
de todos aseverando so Sr. iniccigo dos cataoinios que
netn buma rezc- les u'e faltar a Caridade na male-
dicencia cuie praticou com o dito Sr. Cbtfe de Poli-
cia e ereia que os CidaflSos Pernaiiiuiacanos muito se
enjolo iz leiuras qus ataco as vida; privadas oou,-
pe-se pois o Sr. inimigo des casacinios em obsr pri-
merO para si anlfs de Rfer dos oulros depois v
cri-.r os eos Cilios bem bo:.s exemplos olhar para a
sua mu'her e nr.o o fuzer desgracada ( se he que tem
lhos e mulber ; ) c cixe-ce de derramar a dis-
cordia entre es Ciiados ca negocio que Ibe nj
enteresa porque loes procedimentos iudecoroxos ha
que sao verdadeiramente obres de bebados, e de pa-
tuscos. EusouSrs. Redactores seu Amigo serto.
J sabe quem
O mar te! lo.
Sr*. Rtxdactotes.
kJ) despacho ao requerimento do Coadjutor de S.
Antonio coincide com a opmo magistralmente def-
fendida pelo P-dre Zamboca que se formn na of-
ficna deencaderar tarros? Que tbeologode orrom-
ba Saibio mais qe he sustentada pelo mui er to radre Mancel bom, que alera de. mes;rio no
Sacramento da penitencia, he hura Canonista do,
mi cheia quem osExms. Bi'spos temem s com
medo de levar algnm quinu ; s tem esta differened
do primeiro ,. que nao he formado na Academia dos
encadernadores porem pdese ouvi-Io falar de Ca-
dena.... He tobem apoiada por hnm esperto coro-
imha ( vulgo cap gatos ) que teu reicoes demeir-
nho e que estudando theologia cobrando tfinheiro
dasfuiltcSes da Mrocha levando a mu da fabrica
nosenter.os, andando cvalo para o sitio do podr-
nho, e al pegando o seu calote aos pobres Padres da
Frepuezia, s anda nio pode aprender o tratado
de eslitutione Que tres theologos do Pas1 Eu
estou vendo que o Vigario de S. Antonio faz algu-
ma ordenacio na Capel* do sitio porque semejan-
tes theologos encasqoetaoJhealgumd.a, qae a ma.
luri.dicio ordinaria heamesma da dos ^n. Danos .
Se tal acontecer temos que ver nocagarsltv #iJ#spo
os theologos do Vinagre ,
Aljubeiro.
ANN^NCIOS.
IFEo lux o N. 49 do Aristarco contendo : continn-
aco do N. antecedente, reflexcs sobro os desastre
do Para : as lojas do coslume.
|^> Sahiu bontem o Mesquita de Capote ;
vende-se nos lugares do coslume.


DIARIO DE PKRftAjttBlJCO.
AV1Z0S PARTICULARES.
\WUeu anunciou querer fallar nJoaquim Pinto Me-
diado Guimaraens, dirija-se as 5 ponas venda D. 10.
jbjb Qualquer pela, ou parda idoza, que queira
.vivir em urna cata de pouca familia } dirija-se a ra
d'OrlasN. 38.
y Caetano Joze de Siqueira mudou a soa loje
de fazendas da ra da Concedi do flecife defronte
da roa da Madre de Dos, para a ra da Cadeia ve-
Iba caa D. 10.
JCp Quem anunciou querer alagar ama cirroca \
dirija-se a i ua das Ti inxeiras D. 12, das d%t as n da
manhi; ou no becodas Bareeiras, olaria do lado d-
llo das 8 horas do da etn diante.
sjy A muIherdoSnr. Arias Hespanhol, queira
anunciara sua morada, queselhe deaeja fallar a ne-
gocio de seu iuteresse.
s/y As pessoas que entregurio autos ap falescido
Bacharel Joze Alves da Silva Freir, e documesflos sol-
toa, podem-os procurar na praca do Corpo Santo, no
2. andar por cima do Escritorio de Joio Baplista
braveo.
|flp> Precize-te d'um bom feitor que antend bem
da plentacie, ortalica, florea, a dcc.: na ra da Cruz
H. 11.
?.y Quem tiver um preto que seja bom serrador,
e o queira alugar; dirija-se a ra do Fagundea D. 5.
T*y Um curioso responde ao Sor. que qoer saber
o premio que leve o Bilhete N. 754 da segunda parte
da 9.* Lotera do anno de 1833, que dirigindo-se ao
Tbezoureiro da mesma receber 8$00 rs. que
leve de premio.
?J3J Dezeju-se fallar ao Snr. Manoel da Bocha San-
tos, morador nesta praca, por paite do Sun Vicente
Ferrtir da Silva assistente no Para; ua ra do Padre
l'loriano, sobrado de 2 andar D. 27.
%C^ JNinguem laca negocio de qualidade alguma
com D. Calharina Josepha deAraujo Lupes, >iuva do
finado Joze Bento Moreira, e com o genio da raesraa
Joio Manoel Pinto Chaves,^ste na qualidade de pro-
curador da dila viava, por terem quedar conias de
bens d'Orphioa menores, e para que pessos alguma se
chame a ignorancia se faz o prsenle anuncio, protes-
tando contra toda e qualquer tranzacio.quu appare-
ca antes de ultimadas as conlas em juizo.

Segi
NAVJOS A CARGA.
PAHA AMSTERDAJ
iVB viagem com muita brevidade Bares Ho-
landexa Cornelia Sara, por ler a maior parle de sua
carga prompta 5 quem ua mesma quzer carregir di-
rija-se aos saos Consignatarios N. O. Bieber & Coitip.
ra da Cruz N. 63.
COMPRAS.
.
i
Agoardente de superior Qualidade em pips>
por preco cmodo : na ra da Cruz N. 62.
yy Urna armacla de loje de miudezss, com seu
competente fitero, e caxilhos envidracados : na ra
do Fagundes D. 5.
%r^ Urna canoa pronta-a argir viagem para qual-
quer parte, que carrega 6 raixas: na ra dos Quar-
leis venda D. 2.
tRp* Um molalinbo de 16 a I7 annos, urna mol-
is llobem mossa, e urna caza cita na Cata-forte: na
mesma venda cima.
Mff Utna esclava abil para o servico de campo :
as 5 pontas D. 23; adverle se que liobem se troca
poroutr.
Urna oaxa terria cila no beco da Bomba : nes-
M psr de malas ja uzado : anuncie.
JP" Uuia negra de 20 a 22 anuos, sem vicios, e
fifi para o servico d'uma caza, que saina engomar,
lavar, e entenda de cozinha, e todo o mais an anjo de
urna boa Mocainba : na ra da Senzalla uova ao \>
do Porto das Canoas N. 16.
tssjp Escravos d'enxada, e um que saja bom cesi-
okeiro: na ra da Cruz N. n.
IJp Urna prala ama de meninos, que sejs bem
oariuhosa : na aaeema caza cima.
IP* Urna canoa de ca reir que lenha 50 a 60 pal-
mos de cumplido, e com bastante boca : ua ra Nora
armszem delotica D. 12.
VERBAS.
_|Ista dos Bilbetes premiados no 2.a dis de Lole-
1 ia : aesU Tip. na rua do Colegio Blica de Joze
Alexandre Ritwiro, D. 5 ; e em O.inda, rua do Bom-
fis casa do Dtstribaidor D. 2. proco 40 res cada
urna.
tjTaP* Urna capa de lipoia com seo competente pao:
ns rua d'Oiias, em caza de Caetano Domado.
MP Uua negra de 30 anuos, que sabe vender fa-
zendas, e tudo o mais que se ofle ecer : na rua d'A-
goas-yerdes, caza da esquina que volta para os Mar-
fJV Uui escravo de SOannos, offlcisl de purgadtr,
preso noQuartel dos Municipars, conliecido ne pii-
ru por Ji-ivElu; turna do F* gande, soluadode
1 andar, oi.'l direila viudo do lado da rib.-ira, D.
9, *t 10 bitas do da at na 4 da tarde.
ta Tipografa se dir quem a vende.
sj*p* Barris de mel de 22 caadas a 6$000 rs. ca-
da um : na rua do Livramento D. ib.
jsjr l40 Duzias de pennas de rabo de junco da I-
Iha de Fernando: na rus da S. Cruz, junto so Sim-
es do Correio.
iqp Um molato de 16 snnos, com principio de
marcineiro : na rua Nova D. 5.
Tjry Urna flauta de bano, omito boa tanto em
riqueza, como em vozes : na rua de S. Jeze caza da
esquina que rica confrontes Igreja, das 6 at* as 8 e
meia da manhi, e de 1 ateas 3 de tarde.
#^" Urna canos de barra fora que carrega 4 cai-
xas, e tiobem se troca por urna Barcassa: na rus No-
va, armazem de louca, 0. 12.
\m T#3** Urna negra mossa, eugomadeira, ecoiohe-
ra, coze chi, lava de sabio, e sabe facer plodel :
na rua d'Alegria, na quarta .rasa ao ssir do beco da
Mua Velha.
jcy Urna molata de 3o annos, que sabe bem co-
zinhar, fater alguns doces, e relinar assucar : no A-
terro da Boa-vista, em caza de Bento Joaquina de Mi-
randa Henriaue.
IUP Ums vends ns rua do Livramento D. 5, com
poneos fundos, s dinheiro ou a prao com boas firmas:
na mesma.
jflp> Ums esersva d'Angols, de 16 annos, boa do-
cena, engoma liso, lava de varrella, e cosinba o di*
ario d'uma caza : na rua do Livramento, sobrado no*
vo D. 17.
VCP 2 Papagaios rouilo fslladores : no mesmo so-
brado.
Trtp> Um escravo crilo, de 22 annos, official de
pintor : na Boa-vista, rna do Cotuvelo, D. 20.
%rjp* Um cavallo para sella, sem achaques, e no-
vo: na rua doCabug, loje do Mello.
j^r Urna porcio de'pedayos de tijotloi: na mes-
ma loje.
tjBBjp Umcabrinba de i3 a 14 annos, proprio pa-
ra page : na rua da Florentina, emeaza deJoaquim
Mauricio Waaderleis.
trjgf* Una venda em Fora de portas D. 18, da par-
le da mar pequea, com 200 e tantos mil res de fun-
do ; e tiobem se vende s a armatio com seus per-
tences; na rua do Rosario, no 2.* andar do sobrado
da esquina do beco do Peixe frito.
fcJP Um escravo tnoso, canoeiro : na rua Nuva
D. ai, ou no fundo do quintal da Ordem 3.4 do Car-
ino, caza de 3 portas, junio a venda.
fcy Um braco de balanca grande proprio para
pezar aixas d'assucar, e juntamente pezos de ferro, e
xumbo de lencol a 1 elalho: ua rua do Queimado, loje
de ierrage N. 30.
Y3f 50 Palmos de terreno junto a serrara dej-
lo Antonio Baplista Mus: na mesma serrara,
fallar com Mariana Francisca d'Oliveira ; adverte-se
que nao h impedimento algum, pois para paga-
mento do Snr. Joze Francisco Belem.
l-P Urna morada de casa de lijlo e cal, cita no
Aifogado, rua deS. Migutl, N. 60 : na rua da Concei-
cio da Boa-vista, D. 6.
tsV Huma esersva crila de 16 annos; com todos
os principios d'babilidade: na mesma caza cima.
1CP" Salitre em saccas recentemeute chegado dos
Estados Unidos : na rus da Senzalla velhs N. 1.
JB*" Facturas de fazeu zes, com firmas a satisfaciu do vendedor; assim co-
mo vende-se tods e qualquer qualidade de fazenda po-
dinheiro Imperial, temi pez: na esquina da Pracir
nha do Livramento, ua lojs do Burgos Punce de
Len.
*W A posse de 4'2 palm de terrs, com bem-
feitoii^s defruclo, caza de laipa nova, com alguns
perlence-i de venda : na estrada de Joio de Barros,
antes de Belem, confronte a caza uova do Esteres.
p Alluga-se ums caza para e lempo da fasta, no
lugar da Casa-forte, a qual tem cmodos para qual-
quer familia decente : no mesmo lugar, no sitio jun-
to a Igreja.'
Uc
i
j ALUGUEIS.
,'jIlLluga-si 2 ctas tenias, ua rua da Mngueira
n.o Poco da Panelia, coro bons cmodos para qual-
* quer familia passar a fesla : na rua da Ciu'., N. 62.
FURTO.
Urtara do Seminario aro par de fivellas de ou-
ro grandes, avaliadas em 30 e tantas oitavas ; a pes-
10a a quem forem oferecidas, ou meamo sabendo a
quem lorio vendidas, anuncie, que ser recompen-
sado.
ACHADOS.
\y O da 16 do corren te, aparecee no logar do Re-
medio, uro cavallo russo rodado, dentro d'uma plan-
ta de capim; quem for seu dono, dinja-se ao dito
lugar, que dando ossignaes, o ferro, pagando a des-
truicio, I he ser entregue na prezenca do Juiz de Paz;
o anunciante adverte, que nio Iba corra risco.
M
ESCRAVOS FGIDOS.
Asia, necio cassan^ rois fulla, 16 annos de
idade, altura regular, e magra ; fgida 11 de Se-
tembro do Mondego, com vestido de ripeado asul do
linho : rua da Cruz N. 11, se recompensar com
generosidade.
jssjr* Francisco, naeio rebollo, 2 annos, baizo,
grosso do corpo, pouca barba, a bem preto; fgido
no dia 5 do corrente, hindo encher urna canoa d'a-
ra no lugar doCoelho: rua da Cadeia do Recife,
loje de Joze Gomes Leal.
MP* Joze, crilo, 14 a 16 annos, 6 palmos d'al-
tura, seco, com principio d'alfaiate, e ps spalhela-
dos; fgido a ir do crrente, com eslea de brim, e
{'aquea de riscado rozo atravessado : rus Cruz,
). 9.
W" No dia quarta feira i3 do corrente do sitio
Gallega no Eragenho Tabatiugs, fugio hum mulato
de nosae Joaquim com os seguintes signaes : sito,
cheio do corpo, cabellos bem crespos, com marras de
panos pelo ros)o, idade de a5 annos pouco msisou
menos, sem algum aleija, levou vestida esmiza de
algodazinbo, e silora de algoda do paiz, e he natu-
ral que lenha mudado de trage por ler conduzido ma-
is roupa, e fcilmente ee constituir forro, foi en-
trado no mesmo dia na pra'a da Baviagem segando
para esta Praca : os sprehendedores o conduza so
correr do moro ds Penba, rua do Nixo d'Assump-
ca, caza n. c ryi, que sero generozamente re-
compensados.
r sj^ Fugio no dia i7 do corrente um molaliuho
de idade 17 annos bonita figura, com officio de sa-
pateiro, tem cara redonda, subranceilha fexadas,
cabellos corridas, pez bem felo, e seco, tirou pas-
Usporte am nome de Jos chamando-se se elle Her-
culano: praia do Crllegio Armazem de carne de
Francisco Joaquim da C-u, sedar 5c^ooor..
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das nutres cheuts no Porto de Pernambuco.
9
V
"O
Manhi.
Navios entrados no dia 20.
_ 'HILADELPHIA ; 52 dias; B. Amer. Gous Vo-
ushaltou, Cap. D. Couyrgham : varios gneros:
Ferreira 8c Mansfield. Passageiro, o Vice Cnsul de
Pernambuco. Ton. aai.
Saludos no mesmo dia.
IjISBOA; B, Pori. a5deJulho, Cap. Joio Alves
de Souza : varios gneros.
SER1NHAEM ; S. S. Joze Vencedor, M. Benio
da Silva : lastro.
Pe n. na Typ. d# Diario 1835.
\


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